2015
SOBRE O ESPECTÁCULO
O Teatro Meridional, dando continuidade a duas das suas linhas de trabalho de eleição criação de novas dramaturgias baseadas em adaptações de textos não teatrais e
encenação de textos originais – e colocando uma vez mais o actor no centro da cena, é a
Companhia que se orgulha de dar alma, forma e caminho a mais um projecto tão singular
da identidade portuguesa.
O objectivo foi partir do grande e profundo universo literário de António Lobo Antunes, com
adaptação e escrita para cena de Rui Cardoso Martins, identificando um conjunto de
personagens cujas vozes são quase corpóreas e cuja identidade é pertença de uma matriz
lusitana.
Mulheres e Homens de diferentes extractos sociais, frágeis, fortes, pessoas ambíguas.
Mulheres só desenhadas no silêncio de cenas quotidianas, outras explodindo ou implodindo na
poética tantas vezes dolorosa do mundo com humor e intensidade, é o sentido deste
espectáculo.
Uma actriz, Maria Rueff, cuja versatilidade no entendimento e na capacidade de concretizar
através da construção de personagens a ampla diversidade humana é muito partícula, é o
corpo, a sensibilidade e a voz que interpelará, na cena, o mundo.
Esta é a 50ª produção do Teatro Meridional.
SINOPSE
Para ler e escutar Lobo Antunes é preciso ter a chave certa. Se calhar, a chave mais directa e
mais complexa é a mulher. Melhor dizendo, a multidão de mulheres que vivem nos seus livros.
Quem diz livros, diz peça de teatro.
O espetáculo ANTÓNIO e MARIA é uma procura, uma surpresa, um monólogo múltiplo de
mulheres. Vozes mutantes num corpo iluminado. Um exercício, por assim dizer, de doméstico
sublime. Aproveitando uma lição simples do escritor para a vida toda: Espreitar para dentro
de uma bota porque às vezes há coisas.
TEATRO MERIDIONAL - ASSOCIAÇÃO MERIDIONAL DE CULTURA
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FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor António Lobo Antunes
Dramaturgia e Adaptação Rui Cardoso Martins
Versão Cénica, Encenação e Desenho de Luz Miguel Seabra
Interpretação Maria Rueff
Espaço Cénico e Figurinos Marta Carreiras
Música Original e Espaço Sonoro Rui Rebelo
Fotografia Nuno Figueira
Assistência de Encenação e Direção de Cena Vítor Alves da Silva
Assistência de Cenografia Marco Fonseca
Montagem Marco Fonseca e Rafael Freire
Operação Técnica Rafael Freire
Assistente de Produção (Estagiária) Alexandra Baião
Produção Executiva Natália Alves
Assessoria Jurídica Diogo Salema da Costa
Assessoria de Gestão Mónica Almeida
Direção Artística do Teatro Meridional Miguel Seabra e Natália Luiza
Coprodução TM e CCB
Classificação etária M/16
TEATRO MERIDIONAL. O PROJECTO
O Teatro Meridional é uma Companhia portuguesa vocacionada para a itinerância que
procura nas suas montagens um estilo marcado pelo protagonismo do trabalho de
interpretação do actor, fazendo da construção de cada objecto cénico uma aposta de
pesquisa e experimentação.
As principais linhas de actuação artística do Teatro Meridional prendem-se com a encenação
de textos originais (lançando o desafio a autores para arriscarem a escrita dramatúrgica),
com a criação de novas dramaturgias baseadas em adaptações de textos não teatrais (com
relevo para a ligação ao universo da lusofonia, procurando fazer da língua portuguesa um
encontro com a sua própria história), com a encenação e adaptação de textos maiores da
dramaturgia mundial, e com a criação de espectáculos onde a palavra não é a principal
forma de comunicação cénica.
Companhia fundada em 1992, realizou até à data 50 produções, tendo já apresentado os seus
trabalhos em 21 países. Os trabalhos do Teatro Meridional já foram distinguidos 27 vezes a
nível nacional e 9 a nível internacional, dos quais se releva o Prémio Europa Novas
Realidades Teatrais, 2010.
O Teatro Meridional é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal e apoiada pela C.M.Lisboa.
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BIOGRAFIAS
António Lobo Antunes – Autor
Lisboa, 1942.
É o mais importante escritor português vivo e um dos mais respeitados autores de todo o
mundo. Médico psiquiatra de formação, antes do 25 de Abril combateu na frente angolana da
Guerra Colonial. Tem mais de 30 romances publicados e está traduzido em mais de 20 línguas.
Entre os inúmeros prémios e condecorações, destacam-se: Prémio Franco-Português, 1987
("Cus de Judas"). Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de
Escritores, 1985 ("Auto dos Danados"). Prémio Melhor Livro Estrangeiro publicado em França,
1997 ("Manual dos Inquisidores”). Prémio Tradução Portugal/Frankfurt, 1997 ("Manual dos
Inquisidores"). Prémio France-Culture ("A Morte de Carlos Gardel"). Prémio de Literatura
Europeia do Estado Austríaco, 2000. Prémio União Latina, 2003. Prémio Ovídio da União dos
Escritores Romenos, 2003. Prémio Fernando Namora, 2004. Prémio Jerusalém, 2005. Prémio
José Donoso, 2008, atribuído pela Universidade de Talca. Prémio Juan Rulfo, 2008 (o mais
importante prémio das letras latino-americanas), Prémio Clube Literário do Porto, 2008.
Prémio Nonino 2013 (Itália).
Rui Cardoso Martins – Dramaturgia e Adaptação
Portalegre, 1967.
Licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa, esteve na
fundação do Público (1989), jornal onde foi repórter nacional e internacional (guerra civil da
Bósnia, primeiras eleições livres na África do Sul, etc.) e onde mantém crónica dominical
(prémios Gazeta de Jornalismo em 1991 e 1994).
Publicou os romances E se eu gostasse muito de morrer (2006), Deixem passar o homem
invisível (2009) - Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (APE/DGLB), Se fosse
fácil era para os outros (2012) e O osso da borboleta (2014).
Autor das peças de teatro “Divisão B” (festival Mergulho no Futuro, da Expo 98, estreado no
Teatro Nacional D. Maria II, encenação e dramaturgia de Maria Emília Correia), “Duas
Estrelas” (espectáculo Urgências 2007, Teatro Municipal Maria Matos, Lisboa) e “ApanhaBolas” (projecto “Panos”, da Culturgest, 2010). É co-autor do livro-disco infantil e da peça de
teatro “Bom Dia Benjamim” (CCB, 1998).
Autor do argumento e do guião original “Zona J” que deu origem a filme de longa-metragem
da MGN Produções (Real. Leonel Vieira, 1998). É autor do argumento adaptado “Em Câmara
Lenta”, de Fernando Lopes. Foi o último filme do mestre.
Co-criador e autor dos programas da RTP “Contra-Informação” e de “Herman Enciclopédia”. É
também co-autor da série dramática “Sociedade Anónima” e “República”.
É a primeira vez que colabora com o Teatro Meridional.
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Miguel Seabra - Direcção Artística do TM, Encenação e Desenho de Luz
Lisboa, 1965
Licenciado em Teatro, Curso de Formação de Actores, pela Escola Superior de Teatro e
Cinema. Em 1992 funda o Teatro Meridional, Companhia que dirige e que tem marcado o seu
percurso artístico como Actor, Encenador, Designer de Luz, Formador e Produtor. Está
diretamante ligado a todas as distinções recebidas pelo Teatro Meridional.
Como actor participou também nas séries de TV, Pedro e Inês (Realiz. João Cayatte - 2005) e
Equador (Realiz. André Cerqueira - 2008), e no cinema nos filmes Coitado do Jorge (Realiz.
Jorge Silva Melo - 1993), Uma Cidade Qualquer, (Realiz. Joaquim Leitão - no âmbito de Lisboa
94 Capital Europeia da Cultura), Logo Existo (Realiz. Graça Castanheira - 2006) e
Singularidades de uma Rapariga Loura (Realiz. Manoel Oliveira - 2009).
Responsável pelo desenho de Luz dos espetáculos Ode Marítima, de Álvaro de Campos (Enc.
de Natália Luiza, S.Luiz Teatro Municipal, 2014) e O Ano do Pensamento Mágico, de (Enc. De
Diogo Infante, TNDM II, 2009)
É Presidente do Conselho de Administração da Fundação Lucinda Atalaya, entidade
responsável pela gestão e funcionamento do Jardim-Infantil Pestalozzi, escola primária
sediada em Lisboa.
Maria Rueff
Beira, Moçambique, 1972
Actriz de comédia de referência na sua geração, esteve prestes ingressar na Faculdade de
Direito da Universidade de Lisboa, acabando por enveredar pela representação. Diplomou-se
em Formação de Actores, na Escola Superior de Teatro e Cinema, e teve a sua estreia
profissional numa peça do castelhano Francisco Ors, Quem muda a fralda à menina?, sob a
direcção de Armando Cortez, no Teatro Villaret, em 1991. Com o actor João Baião iniciou
uma série de cafés-teatro na noite de Lisboa, onde seria descoberta por Herman José e
recomendada a Ana Bola. Com esta participaria na sitcom A Mulher do Senhor Ministro,
popularizando-se no papel de Rosa, a empregada doméstica. Ainda em 1994 faz rábulas
no talk-show de Marco Paulo, Eu tenho dois amores e, a partir de Herman Zap (1996), inicia
com Herman
José uma
longa
colaboração.
Integrou
o
elenco
de
Herman
Enciclopédia (1997), Herman 98 (1998), Herman 99 (1999), Herman SIC (2000) e Hora
H (2007).
Ao longo desses anos criou figuras conhecidas do grande público, de que se destacam Zé
Manel Taxista, Rosete ou Idália, a esposa de Nelo na rubrica Nelo e Idália. Em 2001 estreouse a solo, em O Programa da Maria, ajudando a revelar novos talentos, como Nuno
Lopes, Pedro Tochas ou Mina Andala. Em 2006/2007 estreou-se nas novelas, onde teve
surpreendentemente um papel dramático, interpretando Vitória uma médica. Voltou
esporadicamente ao teatro, em espectáculos como Inox (2002), Antes eles que
nós (2005), Celadon (2005), Avalanche (2006) ou Vip Manicure (2009). No cinema, além de
vários telefilmes, marcou presença em Os Imortais de António Pedro Vasconcelos (2003) e A
Passagem da Noite, de Luís Filipe Rocha. Na rádio assinou e interpretou, a partir de 2003, a
rubrica Os Cromos da Bola, transmitida na TSF. Atualmente, é uma das protagonistas da
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telenovela da TVI Mulheres, onde encarna a personagem Margarida Gomes, que tem uma vida
dramática.
No dia 8 de Março de 1999, foi agraciada com o grau de Oficial da Ordem do Mérito.
É a primeira vez que colabora com o Teatro Meridional.
Marta Carreiras – Espaço Cénico e Figurinos
Lisboa, 1975.
O seu percurso artístico iniciou-se na Escola Secundária Artística António Arroio, após o qual
se licencia em Design de Cena na Escola Superior de Teatro e Cinema e completa uma PósGraduação em Estudos Teatrais na Faculdade de Letras da Universidade Técnica de Lisboa.
Desenvolve a sua actividade profissional como cenógrafa, figurinista e formadora em diversas
Instituições de ensino artístico.
Paralelamente ao seu trabalho no Teatro Meridional, colabora com várias estruturas e
criadores como Natália Luiza, Miguel Seabra, Madalena Vitorino, Nuno Pino Custódio, José
Peixoto, Eduardo Barreto, Pedro Sena Nunes, Ana Rita Barata, ESTE – Estação Teatral,
Vo’Arte, UAU, Truta e O Bando.
Atualmente integra a direção da Associação Portuguesa de Cenografia (APCEN) e é curadora
da representação oficial portuguesa na Quadrienal de Praga 2015.
É a 30ª colaboração com o Teatro Meridional, Companhia da qual faz parte desde 1997.
Rui Rebelo – Música Original e Espaço Sonoro
Lourenço Marques, Moçambique, 1973.
Tem uma formação ecléctica que vai da música clássica ao jazz, passando pela música étnica,
música experimental e tradicional portuguesa. Desenvolve a sua actividade profissional como
multi-instrumentista, compositor, professor, encenador e actor, e trabalha maioritariamente
para teatro, dança e audiovisuais.
A sua música caracteriza-se pelo cruzamento e a variedade de linguagens, a utilização de
todo o tipo de sons e objectos enquanto instrumentos musicais, bem como pela dimensão
performativa e plástica das suas actuações ao vivo, desenvolvendo uma linguagem de
compreensão universal.
Com mais de uma centena de actuações em palcos internacionais, tem feito da
internacionalização um dos principais meios de divulgação dos seu trabalho, tendo actuado e
dado formação em mais de 20 países espalhados pelo mundo.
É a oitava colaboração com o Teatro Meridional, Companhia com a qual trabalha desde 2011.
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CLIPPING
In Público, 07.05.2015
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In Visão, 07.05.2015
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in. Observador, 07.05.2015
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In Sol, 08.05.2015
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In Expresso, 09.05.2015
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CONDIÇÕES PARA APRESENTAÇÃO
(Portugal)
Cachet
3.500,00€ (três mil euros e quinhentos euros) - 1 espetáculo
5.500,00€ (Cinco mil e quinhentos euros) – 2 espetáculos
[Nota: O valor do cachet está isento de IVA.]
Transporte
•
Antevéspera do espetáculo – Manhã [Lisboa/local do espetáculo]
Transporte de cenografia, adereços e figurinos + 4 pessoas
Véspera do espetáculo - tarde [Lisboa/local do espetáculo] - 1 pessoa
Dia após o espetáculo – regresso de toda a equipa e material
Nota: A Companhia não possui transporte próprio. O transporte poderá ser providenciado pelo
espaço de acolhimento ou alugado pela Companhia (neste caso, deverá ser faturado ao
espaço de acolhimento o valor do aluguer acrescido de 0,40€/km).
Alojamento
Antevéspera do espetáculo - 4 pessoas (montagem) = 4 quartos individuais;
Véspera e dia do espetáculo – 5 pessoas (inclui tb as do dia anterior) = 5 individuais
Alimentação
• Antevéspera do espetáculo - 4 jantares
• Véspera - 5 almoços + 5 jantares
• Dia do espetáculo - 5 almoços + 5 jantares
Equipa para Itinerância
5 pessoas
1 encenador, 1 diretor de cena, 2 técnicos, 1 actor
Plano de trabalhos técnicos
•
•
•
Antevéspera: descarga do material e visita técnica (noite)
Véspera: montagens – montagens manhã, tarde e noite
Dia do espetáculo: Manhã - Ajustes técnicos
Tarde - Ensaio geral
Noite - Espetáculo e desmontagens (2h)
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Outras responsabilidades da entidade programadora
•
•
•
•
Pagamento de direitos autorais à Sociedade Portuguesa de Autores (caso se
verifiquem);
Promoção e divulgação do espetáculo ;
(Nota: os materiais devem ser revistos pelo TM antes da sua impressão/finalização)
Garantir o material técnico constante no rider deste espetáculo;
Disponibilizar equipa técnica no Teatro, de acordo com as necessidades para
montagem, apresentação do espetáculo e desmontagem.
Contactos
PRODUÇÃO – Natália Alves
Tlm: (+351) 91 8046631 / Tel: (+351) 218 689 245 / Fax: (+351) 218 689 247
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