Manual de participação do acionista Assembleia geral ordinária e extraordinária 24 de abril de 2012 Reapresentação em 12/04/2012 Jaraguá do Sul, março de 2012. Prezados Acionistas, O presente manual tem por objetivo prestar esclarecimentos acerca das matérias em deliberação na próxima Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária (“AGO/E”) da WEG S.A. (“Companhia”) a se realizar no próximo dia 24 de abril de 2012. A AGO/E será realizada na sede social da Companhia, localizada na Avenida Prefeito Waldemar Grubba, 3300, na cidade de Jaraguá do Sul, Estado de Santa Catarina, às 16 horas. Assim, seguem abaixo informações a respeito dos procedimentos e prazos relativos à Assembleia, bem como a apresentação das propostas da Administração para cada uma das matérias objeto de deliberação. Décio da Silva Presidente o Conselho de Administração Manual da AGO/E 2012 1 WEG S.A. GRUPO WEG COMPANHIA ABERTA CNPJ SOB NR. 84 429 695/0001-11 AVENIDA PREFEITO WALDEMAR GRUBBA, 3.300 JARAGUÁ DO SUL - SANTA CATARINA EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA Convidamos os Senhores Acionistas desta Sociedade a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, a ser realizada no dia 24 de abril de 2012, às 16 horas, na sua sede social à Av. Prefeito Waldemar Grubba, 3.300, nesta Cidade e Estado a fim de deliberarem sobre o seguinte: ORDEM DO DIA: Em AGO: 1. Exame, discussão e votação do Relatório da Administração, Demonstrações Financeiras, Relatório da Auditoria Externa, Parecer do Conselho Fiscal e demais documentos relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2011. 2. Destinação do Lucro Líquido do exercício e a ratificação da distribuição de Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio conforme deliberações tomadas nas reuniões do Conselho de Administração. 3. Eleição dos membros do Conselho de Administração. 4. Fixação da remuneração global anual dos Administradores. 5. Eleição dos membros do Conselho Fiscal e fixação da remuneração. 6. Aprovação dos jornais para publicação dos atos legais. Em AGE: 7. Aumento do Capital Social de R$ 2.265.367.031,00 para R$ 2.718.440.437,00, sem aumento do número de ações, mediante o aproveitamento de reservas, com a consequente alteração do caput do artigo 5º do Estatuto Social. 8. Alteração do caput do art. 17 do Estatuto Social, de modo a dispensar que os membros do Conselho de Administração sejam acionistas da Companhia. 9. Alteração do caput do art. 33 do Estatuto Social, de forma a não permitir empréstimos aos administradores. 10. Adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas de acordo com o Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&FBOVESPA, com a consequente alteração dos artigos 17, 22, 26, 36, 40, 42, 44 e inclusão do artigo 44-A. 2 Manual da AGO/E 2012 Informações adicionais: Documentos - Todos os documentos e informações necessárias ao exercício do direito de voto pelos acionistas, em especial as propostas da administração quanto às matérias a serem deliberadas encontram-se à disposição na página da Comissão de Valores Mobiliários (www.cvm.gov.br), BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br) e da Companhia (www.weg.net), na internet. Procuradores - Os acionistas podem se fazer representar por procurador constituído a menos de 1 (um) ano, que sejam acionistas, administrador da Companhia ou advogado, e a procuração deve conter os requisitos elencados na Lei nº 6.404/76 e na Instrução CVM nº 481/2009. Voto Múltiplo - Em atendimento ao disposto no art. 3º da Instrução CVM nº 165, de 11/12/91, o percentual mínimo necessário à requisição da adoção do processo de voto múltiplo para a eleição dos membros do Conselho de Administração é de 5% (cinco por cento) do total das ações da Companhia. Jaraguá do Sul (SC), 23 de março de 2012. DÉCIO DA SILVA Presidente do Conselho de Administração Manual da AGO/E 2012 3 Proposta do Conselho de Administração para deliberação na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária a ser realizada em 24 de abril de 2012 Senhores Acionistas, O Conselho de Administração da WEG S.A. vem apresentar aos Senhores Acionistas as seguintes PROPOSTAS, a serem objeto de deliberação em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, a ser realizada no dia 24.04.2012: 1- Aprovar o Relatório da Administração, Demonstrações Financeiras, Relatório da Auditoria Externa e Parecer do Conselho Fiscal, e demais atos e documentos relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2011, enviados à CVM e BM&FBOVESPA no dia 15/02/2012 e publicadas no Diário Oficial do Estado de Santa Catarina, Correio do Povo e Valor Econômico no dia 16/02/2012. (ANEXO 1 - Item 10 do Anexo 24, de acordo com a Instrução CVM nº 480/09) 2- Aprovar a destinação do Lucro Líquido do Exercício de 2011, a saber: Em R$ Mil Lucro Líquido do Exercício Reversão de Dividendos de exercícios anteriores Realização da Reserva de Reavaliação Custo Atribuído Lucro Líquido a ser destinado Reserva Legal Reserva para Orçamento de Capital Dividendos e Juros s/ o Capital Próprio: 586.936 532 50 54.249 641.767 29.347 273.389 339.031 - Intermediários (distribuídos em 17/08/11) - Complementares (distribuídos em 14/03/12) 149.990 189.041 2.1. Reserva Legal - Constituir reserva legal conforme a legislação e o Estatuto Social de 5% sobre o lucro líquido (586.936 x 5% = 29.347). 2.2. Reserva para Orçamento de Capital - propomos submeter à apreciação da AGO/E, constituir Reserva para Orçamento de Capital no montante de 273.389 (Lei das S.As. art. 196 e Lei 10.303/01- art. 202 § 6), face ao Plano de Investimentos / Orçamento de Capital. 4 Manual da AGO/E 2012 O Plano de Investimentos / Orçamento de Capital para 2012 prevê: a) Investimentos (imobilizado) previstos orçamento/2012 - Máquinas, equipamentos, ferramentas e dispositivos - Informática (hardware e software) - Construções e instalações - Controladas no Exterior - Outros b) Intangível c) Investimentos (circulante) previstos orçamento/2012 d) Total investimentos previstos (a + b + c) e) Fontes de recursos - Próprios (Reserva p/ orçamento de capital) - Terceiros (Financiamentos) 293.016 165.913 8.984 49.563 52.877 15.679 671 328.433 622.120 622.120 273.389 348.731 2.3. Cálculo dos Dividendos de 2011 Lucro Líquido do Exercício de 2011 Dividendo Obrigatório 25% (após reserva legal) Dividendos 1º semestre/11 (pagos em 17/08/2011) (R$ 0,24170588 por ação) Dividendos 2º semestre/11 (pagos em 14/03/2012) (R$ 0,30470588 por ação) Dividendos 2º semestre/11 (R$ 0,140 por ação) Juros s/ capital próprio, aprovados em 20/09/11 e 20/12/11 (R$ 0,16470588 por ação) Dividendos totais - exercício 2011 (R$ 0,54641177 por ação) Dividendos s/ Lucro Líquido (%): Nº de Ações: 620.405.029 (excluídas as 500.000 ações em tesouraria) 586.936 139.397 149.990 189.041 86.857 102.184 339.031 57,76% (Ver no ANEXO 2 a apresentação da Destinação do Lucro Líquido segundo Anexo 9-1-II, de acordo com a Instrução CVM nº 481/09) Manual da AGO/E 2012 5 3- Eleição/Reeleição dos Membros do Conselho de Administração Face o que dispõe o art. 10 da Instrução CVM nº 481/09, propõe-se a eleição/reeleição dos membros do Conselho, para um mandato de dois anos, a saber: Indicados e/ou apoiados pelos Controladores: Décio da Silva – Presidente Nildemar Secches (membro independente)- Vice-Presidente Martin Werninghaus Mirian Voigt Schwartz Moacyr Rogério Sens (membro independente) Douglas Conrado Stange Dan Iochpe (membro independente) Indicados e/ou apoiados pelos Minoritários: Wilson Pinto Ferreira Junior (membro independente) (ANEXO 3 – Item 12.6 a 12.10 do Anexo 24, de acordo com a Instrução CVM nº 480/09) 4- Fixar a remuneração global anual dos Administradores da Companhia, para o exercício de 2012, no montante de R$ 4.450 mil, sendo: a) Honorários Fixos R$ 2.250 mil b) Honorários Variáveis (de 0,0% a 2,5% do Lucro Líquido do Exercício, desde que o resultado da atividade após participação dos lucros e impostos sobre o Capital Investido seja no mínimo10%) R$ 2.200 mil c) Demonstrativo dos valores fixados na AGO de 2011, e projeção dos honorários para 2012 (tomando por base a remuneração de janeiro/12 x 13), tem-se a proposta para deliberação na AGO/E de 2012. Em R$ Mil 2011 Honorários 6 Aprovado Realizado em AGO Fixos WEG S/A 2.200 1.701 Variáveis WEG S/A 2.200 979 Manual da AGO/E 2012 Proposta Honorários para previstos AGO/E de para 2012 2012 2.018 2.250 0,0% a 2,5% 2.200 * do L.L * 0,0% a 2,5% do Lucro Líquido do Exercício (L.L.), não ultrapassando a remuneração anual dos administradores, que é o limite estabelecido na legislação. Nota: No item 13.15 informamos a remuneração obtida na controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A., e a somatória da remuneração obtida na WEG S.A. e na controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. d) Política de Remuneração dos Administradores: (i) Remuneração Fixa - No estabelecimento da remuneração fixa do Conselho de Administração e da Diretoria leva-se em consideração o disposto no artigo 152 da Lei nº 6.404/76, fixando-se o montante global dos administradores que é submetido à Assembleia Geral Ordinária de cada empresa do Grupo WEG. No estabelecimento do montante individual a ser pago mensalmente o Conselho de Administração leva em consideração, relativo ao administrador, as suas responsabilidades; o tempo dedicado às suas funções; sua competência e reputação profissional e o valor dos seus serviços no mercado. Periodicamente a Companhia realiza pesquisa de remuneração conduzida por empresa especializada. (ii) Remuneração Variável - A remuneração variável decorre da participação nos resultados e está prevista no estatuto social, artigo 38 que estabelece o valor máximo, observada as restrições legais, de até 10% (dez por cento) do lucro líquido, não ultrapassando a remuneração anual dos administradores, prevalecendo o limite que for menor (§ 1º do artigo 152 da Lei das Sociedades por Ações). Anualmente o Conselho de Administração estabelece o critério para a participação nos resultados a ser distribuída aos administradores (Diretoria Executiva e Conselho de Administração). A participação nos resultados é calculada sobre o lucro líquido consolidado, com percentual de 0,0% a 2,5%, de acordo com o indicador de desempenho “resultado da atividade após participação nos lucros e impostos sobre o capital investido” desde que seja, no mínimo, 10% no ano de 2012 (10% no ano de 2011). A Companhia considera como capital investido a somatória dos ativos e passivos de giro e imobilizado. Cabe ao Conselho de Administração fazer proposta para a Assembleia Geral a ser convocada, referente ao montante global de honorários a serem distribuídos aos Administradores (membros do Conselho de Administração e Manual da AGO/E 2012 7 Diretoria). A questão da participação nos resultados está definida no Estatuto Social, em até 10% do resultado do exercício (caput do art. 38) e; Caberá ao Conselho de Administração, conforme alínea “n” do art. 22 do Estatuto Social, fixar remuneração individual entre os membros do Conselho de Administração e da Diretoria, respeitando o limite global fixado na Assembleia Geral. (ANEXO 4 - Item 13 do Anexo 24, de acordo com a Instrução CVM nº 480/09). 5- Reeleger os membros do Conselho Fiscal para exercerem o mandato até a Assembleia Geral Ordinária de 2013, e fixar sua remuneração, a saber: Efetivos Suplentes Indicados pelo Controlador: Alidor Lueders Ilário Bruch Eduardo Grande Bittencourt Eduardo da Gama Godoy Indicado pelo Acionista não Controlador - PREVI: Hayton Jurema da Rocha Marcelo Adolfo Moser (ANEXO 5 - Itens 12.6 a 12.10 do Anexo 24, de acordo com a Instrução CVM nº 480/09) Fixar a remuneração em R$ 5.550,00 mensais para cada membro efetivo, que atende a legislação em vigor. 6- Aprovar os jornais para publicação dos atos legais, a saber: Correio do Povo – Jaraguá do Sul – SC Valor Econômico – São Paulo – SP Diário Oficial do Estado de Santa Catarina. Legislação: Art. 289 (Lei 6.404/76): As publicações ordenadas pela presente Lei serão feitas no órgão oficial da União ou do Estado ou do Distrito Federal, conforme o lugar em que esteja situada a sede da companhia, e em outro jornal de grande circulação editado na localidade em que está situada a sede da companhia. 7- Aprovar o aumento do capital social de R$ 2.265.367.031,00 para R$ 2.718.440.437,00 mediante aproveitamento de reservas sem aumento do número de ações, com a consequente alteração do estatuto social. (ANEXO 6 - Anexo 14 da Instrução CVM nº 481/09) (ANEXO 7 - Artigo 11, incisos I e II, da Instrução CVM nº 481/09) 8 Manual da AGO/E 2012 8- Alteração do caput do art. 17 do Estatuto Social de modo a dispensar que os membros do conselho de administração sejam acionistas da Companhia. Conforme apresentado no ANEXO 7 do item 7. 9- Alteração do caput do art. 33 do Estatuto Social, de forma a não permitir empréstimos aos administradores. Conforme apresentado no ANEXO 7 do item 7. 10Adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas de acordo com o Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&FBOVESPA, com a consequente alteração dos artigos 17, 22, 26, 36, 40, 42, 44 e inclusão do artigo 44-A. Conforme apresentado no ANEXO 7 do item 7. É o que o Conselho de Administração tem a propor e espera seja analisado e aprovado pelos Senhores acionistas. Jaraguá do Sul, 23 de março de 2012 Manual da AGO/E 2012 9 Anexo 1 10. COMENTÁRIO DOS DIRETORES (Valores expressos em milhares de reais, salvo se indicado de outra forma). 10.1. Condições financeiras e patrimoniais gerais Condições financeiras e patrimoniais gerais – Grupo WEG A WEG é uma corporação brasileira de atuação mundial. Desta forma as condições econômicas globais têm influência direta no comportamento dos seus mercados de atuação e na condução dos seus negócios. A atividade econômica mundial continuou a se expandir ao longo de 2011, ainda que com grandes variações na intensidade e na rapidez deste movimento nos diferentes mercados. De forma geral os mercados emergentes continuaram mais dinâmicos e são os que mais têm contribuído para o crescimento da economia mundial. As economias desenvolvidas continuaram tendo que buscar soluções para problemas estruturais. Neste contexto, verificamos que o crescimento nas economias emergentes tem sido mais robusto, em média, do que nas economias mais avançadas. Não apenas a expansão das economias emergentes é mais rápida, mas elas foram capazes de manter o dinamismo do ano anterior. Para as economias maduras, principalmente na Europa, os problemas econômicos acabaram causando desaceleração no ritmo de crescimento. No Brasil, o produto interno bruto apresentou crescimento de 2.7% em relação ao ano anterior. O crescimento foi menor, porém mais uniforme em 2011 em relação a 2010, sem grandes destaques sob a ótica da produção. A produção industrial brasileira cresceu 0,3% em 2011, segundo o IBGE. A produção de bens de capital, com expansão de 3,7% sobre o ano anterior, foi a categoria com melhor desempenho. No ano de 2011, destacamos o forte crescimento consolidado nas nossas receitas, decorrente da execução do nosso plano de negócios que busca a expansão de nossa linha de produtos e de nossa presença nos diversos mercados mundiais, bem como a concretização de aquisições e parcerias estratégicas no Brasil e no exterior. As receitas líquidas somaram R$ 5,2 bilhões, 18,2% superiores àquelas obtidas em 2010. Ressalta-se que o crescimento de dois dígitos foi obtido em um ambiente de competição acirrada, câmbio apreciado na maior parte do ano e restrição ao crédito no mercado interno, causada pelas medidas macroprudenciais adotadas pelo governo brasileiro com o objetivo de mitigar o aumento dos índices de inflação. 10 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 A geração de caixa, expressa pelo EBITDA, evoluiu 11,8% para R$ 882,3 milhões, com margem EBITDA de 17,0%. O lucro líquido registrou incremento de 12,9% em relação ao exercício anterior, atingindo R$ 587,0 milhões. Operamos em mercados de crescimento, nos quais encontramos amplas oportunidades de investimentos com retornos atraentes, conforme identificadas no Plano Estratégico WEG 2020. Este cenário demanda que tenhamos flexibilidade financeira para capturar estas oportunidades de investimento sem aumento excessivo da exposição aos riscos financeiros. Desta forma, trabalhamos para preservar o acesso a recursos e fontes de liquidez, mantendo uma estrutura de capital sólida. Esta estrutura de capital e patrimonial sólida pode ser aferida pela relação dívida líquida / EBITDA, que estava, ao final de 2011, em 0.27 vezes. A tabela abaixo apresenta ainda outros indicadores que evidenciam esta solidez. Liquidez Geral Liquidez Corrente Grau Endividamento Garantia de Capital de Terceiros Ativo Circulante + Realizável a Longo Prazo Passivo Circulante + Passivo Não Circulante Ativo Circulante Passivo Circulante Passivo Circulante + Passivo Não Circulante Ativo Total Patrimônio Líquido Passivo Circulante + Passivo Não Circulante 2011 2010 2009 1,21 1,24 1,28 2,13 2,47 2,34 0,57 0,53 0,49 0,75 0,89 1,02 Estrutura de capital e possibilidade de resgate de ações ou quotas indicando: Em 31 de dezembro de 2011 a estrutura de capital é composta por 37% de capital de terceiros (Passivo Total menos Disponível) e 63% de capital próprio (Patrimônio Líquido). A Administração entende que a estrutura de capital da Companhia é adequada para o atual momento de mercado. i - Hipótese de resgate - A Administração não antevê possibilidade de resgate das ações emitidas. ii- Fórmula de cálculo do valor de resgate - Não aplicável. Capacidade de pagamento em relação aos compromissos financeiros assumidos Operamos em mercados de crescimento, nos quais encontramos amplas oportunidades de investimentos com retornos atraentes. Este cenário demanda que tenhamos flexibilidade financeira para capturar estas oportunidades de investimento sem aumento excessivo da exposição aos riscos financeiros. Desta forma, trabalhamos para preservar o acesso a recursos e fontes de liquidez, Manual da AGO/E 2012 11 Anexo 1 mantendo uma estrutura de capital sólida. Além disso, mantemos relacionamento próximo de agentes como o BNDES, FINEP e o International Finance Corporation (IFC), fontes importantes de capital para os investimentos de longo prazo. Em 2011, aproveitamos a oportunidade criada pela pontual desvalorização da moeda brasileira para captar novos financiamentos de curto prazo em moeda estrangeira para financiamento das operações de comércio exterior, bem como, para o gerenciamento da exposição financeira ao câmbio. Os recursos em caixa são aplicados em bancos de primeira linha e tipicamente em moeda nacional. Em 31 de dezembro de 2011 as disponibilidades e aplicações financeiras totalizavam R$ 3.212,3 milhões. Sendo R$ 2.931,6 milhões classificadas como operações de curto prazo e R$ 280,6 milhões em operações de longo prazo. A dívida financeira bruta totalizava R$ 3.457,7 milhões, sendo 49% em operações de curto prazo e 51% em operações de longo prazo. Ao final de 2011 a WEG possuía dívida líquida de R$ 245,5 milhões. Disponibilidades e Aplicações - Curto Prazo - Longo Prazo FINANCIAMENTOS - Curto Prazo - Em Reais - Em outras moedas - Longo Prazo - Em Reais - Em outras moedas Caixa (Dívida) Líquida Dezembro 2011 Dezembro 2010 3.212.250 2.552.996 2.931.615 2.552.996 280.635 3.457.728 2.418.943 1.701.435 1.018.995 585.687 476.599 1.115.748 542.395 1.756.293 1.399.948 1.560.712 1.209.687 195.581 190.260 (245.478) 134.053 Aplicações no Brasil: Os CDBs e as LFs são remunerados por taxas de 100% a 106% do CDI (100% a 106% do CDI em 31 de dezembro de 2010). Aplicações no Exterior: Os certificados de depósitos emitidos por instituições financeiras no exterior estão sendo remunerados: 12 • Em Euros com juros de 0,65% a 1,7% a.a. no valor original de EUR 3.052, cujo saldo é de R$ 7.430; • Em Dólares norte-americanos mais juros de 0,02% a 0,5% a.a., no valor original de US$ 9.334 cujo saldo é de R$ 17.611; • Em moeda de origem com juros de 3,9% a 19,5% a.a. cujo saldo é de R$ 12.461; Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 • NDF – “Non Deliverable Forwards” no montante de R$ 1.700. Fontes de financiamentos para capital de giro e para investimento em ativos não circulantes utilizadas. Utilizamos as seguintes fontes de financiamento para nossos projetos de investimento: • Para financiar a aquisição e a construção de ativos fixos no Brasil utilizamos a capacidade de geração operacional de caixa e empréstimos contraídos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e demais agências de fomento, majoritariamente em moeda nacional; • Para financiar o capital de giro das controladas no exterior utilizamos financiamentos nas respectivas moedas de cada país. • Para financiamento das operações de comércio exterior usamos adiantamento de contratos de câmbio (ACC), modalidade de financiamento em moeda estrangeira, aproveitando a proteção (hedge) natural e mantendo monitoramento constante da exposição financeira ao câmbio. • Para investimentos em pesquisa e desenvolvimento utilizamos linhas de financiamento específicas da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). Fontes de financiamentos para capital de giro e para investimentos em ativos não circulantes que pretende utilizar para cobertura de deficiência de liquidez. Mantemos controle das necessidades futuras de capital de giro, o que evita a necessidade de contratação de financiamentos emergenciais para cobertura de deficiências de liquidez não previstas, que sempre implicam em custos mais elevados. Ao mesmo tempo, temos acesso a linhas de crédito pré-aprovadas, na modalidade stand-by, com os seus principais bancos de relacionamento e estas linhas podem ser utilizadas a qualquer momento. Níveis de endividamento e características de tais dívidas, descrevendo ainda: i - contratos de empréstimos e financiamentos relevantes: Em 31 de dezembro de 2011 o caixa (disponibilidades e aplicações financeiras de curto e longo prazo) totalizava R$ 3.212,3 milhões e a dívida financeira bruta totalizava R$ 3.457,7 milhões, resultando em dívida líquida de R$ 245,5 milhões (caixa líquido de R$ 134,1 milhões em 31 de dezembro de 2010). O caixa é aplicado majoritariamente em moeda nacional, em aplicações financeiras referenciadas ao CDI, em bancos de primeira linha. Segundo o prazo de vencimento, a dívida bruta se divide entre: Manual da AGO/E 2012 13 Anexo 1 • Operações de curto prazo, no total de R$ 1.701,4 milhões (49% do total), representadas pela parcela de curto prazo dos empréstimos contraídos junto ao BNDES e demais agências de fomento, majoritariamente em moeda nacional, e por operações vinculadas às atividades operacionais (trade finance) em moeda estrangeira e para o financiamento de capital de giro das subsidiárias no exterior, nas respectivas moedas de cada país. • Operações de longo prazo, no total de R$ 1.756,3 milhões (51% do total), representadas principalmente por financiamentos junto ao BNDES e outras agências de fomento, majoritariamente em moeda nacional, e, em menor parcela, por operações de financiamento de capital de giro das subsidiárias no exterior, nas respectivas moedas de cada país. O duration da parcela do longo prazo é de 26,7 meses. Segundo as moedas de referência, o endividamento total pode ser dividido em: 14 • Denominadas em Reais, no total de R$ 2.146,4 milhões (62% do total), representadas principalmente pelos financiamentos junto ao BNDES e outras agências de fomento. O custo ponderado médio da dívida denominada em Reais é de aproximadamente 6,9% ao ano. Os contratos pós-fixados são indexados principalmente à TLJP. O duration da parcela denominada em Reais é de 19,8 meses. • Denominadas em dólares norte-americanos, Euros e outras moedas, no total de R$ 1.311,8 milhões (38% do total), representadas principalmente por operações de trade finance (adiantamentos de contratos de câmbio ou ACC), tomadas no Brasil e por empréstimos de capital de giro contraídos pelas subsidiárias no exterior em suas moedas locais. O duration da parcela em moedas estrangeiras é de 11 meses. Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 No quadro abaixo são descritas as características do endividamento: Modalidade NO BRASIL CURTO PRAZO Capital de giro (ACC's) Capital de giro Capital de giro Capital de giro Capital de giro Non Deliverable Forwards (NDF) Ativo imobilizado Outras LONGO PRAZO Capital de giro Ativo imobilizado Capital de giro Ativo imobilizado Capital de giro Capital de giro Pré-Pagamento de Exportação Outras NO EXTERIOR CURTO PRAZO Capital de giro Capital de giro Capital de giro Capital de giro Capital de giro Capital de giro LONGO PRAZO Capital de giro Capital de giro Capital de giro Capital de giro TOTAL DE CURTO PRAZO TOTAL DE LONGO PRAZO CONSOLIDADO 31/12/11 31/12/10 Encargos Anuais 1.204.287 596.087 760.349 276.411 247.694 330.505 15.868 6.335 310 388.700 82.560 4.801 67 - 5.939 1.549 5.340 2.470 1.732.781 812.841 55.016 678.941 13.914 56.241 40.642 75.004 182 1.311.643 488.272 41.500 662.216 17.700 59.876 41.655 424 EURIBOR (+) 0,6% a 3,5% a.a. LIBOR (+) 0,9% a 4,5% a.a. 90% do PBOC (4,5% a 5,0%) a.a. BBSY (+) 1,3% a 1,5% a.a. JIBAR (+) 3,5% a.a. Juros 0,8% a 17,2% a.a. 497.148 176.198 94.921 50.965 30.900 144.164 258.646 40.524 72.358 8.059 18.277 14.058 105.370 90% do PBOC (4,5% a 5,0%) a.a. BBSY (+) 1,3% a 1,5% a.a. JIBAR (+) 3,0% a 3,5% a.a. Juros 5,0% a 11,7% a.a. 23.512 11.900 309 9.390 1.913 88.305 51.079 302 32.338 4.586 1.701.435 1.756.293 1.018.995 1.399.948 Juros 0,9% a 3,9% a.a. (+) variação cambial TJLP (+) 1,4% a 5,0% a.a. Juros de 1,6% a 9,0% a.a. US$ (+) 1,4% a 1,8% a.a. US$ (+) Libor (+) 3,25% a.a. Variação cambial TJLP (+) 1,0% a 5,0% a.a. Diversos TJLP (+) 1,4% a 6,8% a.a. UFIR (+) 1,0% a 4,0% a.a. Juros de 4,0% a 9,0% a.a. TJLP (+) 1,0% a 5,0% a.a. US$ (+) 1,4% a 1,8% a.a. US$ (+) Libor (+) 3,25% a.a. Variação cambial Diversos Manual da AGO/E 2012 15 Anexo 1 ii - (cont.) outras relações de longo prazo com instituições financeiras, - não aplicável iii - (cont.) grau de subordinação entre as dívidas - todos os contratos de financiamento possuem as mesmas condições de senioridade. iv - (cont.) eventuais restrições em relação a: • Limites de endividamento e contratação de novas dívidas - alguns contratos da Companhia junto ao BNDES e ao IFC estipulam condições mínimas de: • capitalização (patrimônio líquido / ativo total) • relação dívida líquida / EBITDA • liquidez corrente (ativo circulante / passivo circulante) • Distribuição de dividendos – o contrato de financiamento junto ao IFC estipula que a Companhia não poderá pagar proventos em dinheiro se houver atraso no pagamento das parcelas do contrato. • Alienação de ativos - o contrato de financiamento junto ao IFC estipula que a Companhia não poderá alienar de ativos (i) que representem mais do que 10% dos ativos consolidados ao final do ano anterior ao evento, ou se (ii) o valor dos ativos consolidados for inferior a 50% do ativos consolidados na data de 31 de março de 2010. • Emissão de novos valores mobiliários - não existem, nos contratos de financiamento em vigor, cláusulas contratuais que imponham limites à emissão de valores mobiliários pela Companhia. • Alienação de controle societário - não existem, nos contratos de financiamento em vigor, cláusulas contratuais que imponham limites à alienação do controle acionário da Companhia. v - Limites de utilização de financiamentos já contratados - A Companhia tem acesso a linhas de crédito pré-aprovadas, na modalidade stand-by, com os seus principais bancos de relacionamento e estas linhas podem ser utilizadas a qualquer momento. 16 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 vi- Alterações significativas em cada um dos itens das demonstrações financeiras. Análise das contas patrimoniais (a) Posição em 31 de dezembro de 2011 comparada a 31 de dezembro de 2010. Ativo Circulante - Em 31 de dezembro de 2011 o Ativo Circulante totalizava R$ 5.867.061, com variação positiva de R$ 1.073.052 ou de 22,4%, sobre o total de R$ 4.794.009 em 31 de dezembro de 2010. Em relação ao ativo total, o ativo circulante manteve-se em 64%, mesma proporção observada em 31 de dezembro de 2010. As principais variações do Ativo Circulante foram: Disponibilidades - A conta “Disponibilidades”, com saldo de R$ 2.931.615 em 31 de dezembro de 2011, apresentou elevação de R$ 378.619 ou 15% em relação aos R$ 2.552.996 registrados em 31 de dezembro de 2010. Esta variação positiva é resultado da geração de caixa das atividades operacionais e das captações de novos financiamentos observadas no período. Em relação ao ativo total, a conta de disponibilidades representou 32% em 31 de dezembro de 2011, em relação aos 34% registrados em 31 de dezembro de 2010. Clientes - A conta “Créditos a Receber” apresentou saldo de R$ 1.307.692 em 31 de dezembro de 2011, com aumento de R$ 262,980 ou 25% em relação aos R$ 1.044.712 registrados em 31 de dezembro de 2010. Esta variação é resultante do aumento da necessidade de financiamento de clientes observada no período, com o crescimento dos negócios. Em relação ao ativo total, a conta de créditos a clientes representou em 31 de dezembro de 2011, os mesmos 14% registrados em 31 de dezembro de 2010. Estoques - A conta “Estoques” apresentou saldo de R$ 1.362.314 em 31 de dezembro de 2011, com aumento de R$ 353.362 ou 35% em relação aos R$ 1.008.952 registrados em 31 de dezembro de 2010. Esta variação resultado do natural aumento da necessidade de investimentos em giro observada no período, com o crescimento dos negócios. Em relação ao ativo total, a conta de estoques representou 15% em 31 de dezembro de 2011, comparado aos 13% registrados em 31 de dezembro de 2010. Ativo não Circulante - Em 31 de dezembro de 2011 o Ativo não Circulante totalizava R$ 3.238.800, representando 36% do Ativo Total, com variação positiva de R$ 521.645 ou de 19%, sobre o total de R$ 2.717.155 em 31 de dezembro de 2010. Em relação ao ativo total, o ativo não circulante manteve em 31 de Manual da AGO/E 2012 17 Anexo 1 dezembro de 2011, em 36% observados em 31 de dezembro de 2010. As principais variações do Ativo não Circulante foram: Imobilizado - A conta “Imobilizado” apresentou saldo de R$ 2.445.760 em 31 de dezembro de 2011, com aumento de R$ 50.185 ou 2% em relação aos R$ 2.395.575 registrados em 31 de dezembro de 2010. A variação é resultante dos investimentos em expansão de capacidade, líquidos dos efeitos das baixas e da depreciação e exaustão registradas no período. Em relação ao ativo total, o imobilizado representou 27% em 31 de dezembro de 2011, o que se compara com 32% registrados em 31 de dezembro de 2010. Intangível - O “Intangível” apresentou saldo de R$ 360.222 em 31 de dezembro de 2011, com aumento de R$ 176.227 ou 96% em relação aos R$ 183.995 registrados em 31 de dezembro de 2010. A variação é resultante do ágio registrado nas aquisições. Em relação ao ativo total, o intangível representou 4% em 31 de dezembro de 2011, comparado aos 2% em 31 de dezembro de 2010. Passivo Circulante - O Passivo Circulante somava R$ 2.752.960 em 31 de dezembro de 2011, com aumento de R$ 814.157 ou 42% em relação ao total de R$ 1.938.803 em 31 de dezembro de 2010. Em relação ao passivo total, o passivo circulante em 31 de dezembro de 2011 representou 30%, o que se compara aos 26% observados em 31 de dezembro de 2010. As principais variações do Passivo Circulante foram: Fornecedores - A conta “Fornecedores” apresentou saldo de R$ 298.195 em 31 de dezembro de 2011, com aumento de R$ 55.895 ou 23% em relação aos R$ 242.300 registrados em 31 de dezembro de 2010. Esta variação foi resultado natural do aumento dos negócios observado no período. Em relação ao passivo total, a conta de fornecedores representou 3% em 31 de dezembro de 2011, mesmo percentual observado em 31 de dezembro de 2010. Financiamento e Empréstimos de Curto Prazo - A conta “Financiamento e Empréstimos de Curto Prazo”, com saldo de R$ 1.701.435 em 31 de dezembro de 2011, apresentou aumento de R$ 682.440 ou 67% em relação aos R$ 1.018.995 registrados em 31 de dezembro de 2010. Esta variação é resultado da obtenção de novos financiamentos de curto prazo para fazer frente à necessidade de investimento em capital de giro, aproveitando-se de condições atraentes de mercado. Em relação ao passivo total, a conta Financiamento e Empréstimos de Curto Prazo representou 19% em 31 de dezembro de 2011, o que se compara com 14% registrados em 31 de dezembro de 2010. 18 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 Dividendos e juros sobre capital próprio a pagar - A conta “Dividendos e juros sobre capital próprio a pagar” apresentou saldo de R$ 2.804 em 31 de dezembro de 2011, com diminuição de R$ 60.636 ou 96% em relação aos R$ 63.440 registrados em 31 de dezembro de 2010. Esta variação decorre da alteração na forma contabilização dos dividendos propostos, agora parte do Patrimônio Líquido. Em relação ao passivo total, a conta deixou de ter qualquer representatividade em 31 de dezembro de 2011, em relação ao 1% registrados em 31 de dezembro de 2010. Passivo Não Circulante - O Passivo Não Circulante somava R$ 2.446.312 em 31 de dezembro de 2011, com aumento de R$ 417.787 ou 21% em relação ao total de R$ 2.028.525 em 31 de dezembro de 2010. Em relação ao passivo total, o passivo não circulante manteve-se representando os mesmos 27% observados em 31 de dezembro de 2010. As principais variações do Passivo Não Circulante foram: Financiamento e Empréstimos de Longo Prazo - A conta “Financiamento e Empréstimos de Longo Prazo”, com saldo de R$ 1.756.293 em 31 de dezembro de 2011, mostrou crescimento de R$ 356.345 ou 25% em relação aos R$ 1.399.948 registrados em 31 de dezembro de 2010. Esta variação é decorrente da contratação líquida de novos financiamentos. Em relação ao passivo total, a conta de Financiamento e Empréstimos de Longo Prazo representou 19% em 31 de dezembro de 2011, mesmo percentual registrado em 31 de dezembro de 2010. Patrimônio Líquido - O Patrimônio Líquido atingiu o montante de R$ 3.906.589 em 31 de dezembro de 2011, com crescimento de R$ 362.753 ou 10% sobre os R$ 3.543.836 registrados em 31 de dezembro de 2010. Este crescimento foi causado, principalmente, pelo Lucro Líquido gerado no exercício, líquido das distribuições de resultados efetuadas. Manual da AGO/E 2012 19 Anexo 1 (b) Posição em 31 de dezembro de 2010 comparada a 31 de dezembro de 2009. Ativo Circulante - Em 31 de dezembro de 2010 o Ativo Circulante totalizava R$ 4.794.009, com variação positiva de R$ 820.851 ou de 21%, sobre o total de R$ 3.973.158 em 31 de dezembro de 2009. Em relação ao ativo total, o ativo circulante passou de 60% em 31 de dezembro de 2009 para 64% em 31 de dezembro de 2010. As principais variações do Ativo Circulante foram: Disponibilidades - A conta “Disponibilidades”, com saldo de R$ 2.552.996 em 31 de dezembro de 2010, apresentou elevação de R$ 425.879 ou 20% em relação aos R$ 2.127.117 registrados em 31 de dezembro de 2009. Esta variação positiva é resultado da geração de caixa das atividades operacionais e das captações de novos financiamentos de longo prazo observadas no período. Em relação ao ativo total, a conta de disponibilidades representou 34% em 31 de dezembro de 2010, em relação aos 32% registrados em 31 de dezembro de 2009. Clientes - A conta “Créditos a Receber” apresentou saldo de R$ 1.044.712 em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ 134.576 ou 15% em relação aos R$ 910.136 registrados em 31 de dezembro de 2009. Esta variação é resultante do aumento da necessidade de financiamento de clientes observada no período, com o crescimento dos negócios. Em relação ao ativo total, a conta de créditos a clientes representou 14% em 31 de dezembro de 2010, mesmo percentual registrado em 31 de dezembro de 2009. Estoques - A conta “Estoques” apresentou saldo de R$ 1.008.952 em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ 250.836 ou 33% em relação aos R$ 758.116 registrados em 31 de dezembro de 2009. Esta variação resultado do natural aumento da necessidade de investimentos em giro observada no período, com o crescimento dos negócios. Em relação ao ativo total, a conta de estoques representou 13% em 31 de dezembro de 2010, em relação aos 12% registrados em 31 de dezembro de 2009. Ativo não Circulante – Em 31 de dezembro de 2010 o Ativo não Circulante totalizava R$ 2.717.155, representando 36% do Ativo Total, com variação positiva de R$ 107.247 ou de 4%, sobre o total de R$ 2.609.908 em 31 de dezembro de 2009. Em relação ao ativo total, o ativo não circulante passou de 36% em 31 de dezembro de 2009 para 40% em 31 de dezembro de 2010. As principais variações do Ativo não Circulante foram: Imobilizado - A conta “Imobilizado” apresentou saldo de R$ 2.395.575 em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ 124.382 ou 5% em relação aos R$ 20 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 2.271.193 registrados em 31 de dezembro de 2009. A variação é resultante dos investimentos em expansão de capacidade, líquidos dos efeitos das baixas e da depreciação e exaustão registradas no período. Em relação ao ativo total, o imobilizado representou 32% em 31 de dezembro de 2010, o que se compara com 35% registrados em 31 de dezembro de 2009. Intangível - O “Intangível” apresentou saldo de R$ 183.995 em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ 55.135 ou 43% em relação aos R$ 128.860 registrados em 31 de dezembro de 2009. A variação é resultante do ágio registrado nas aquisições. Em relação ao ativo total, o intangível representou 2% em 31 de dezembro de 2010, mesmo percentual registrado em 31 de dezembro de 2009. Passivo Circulante - O Passivo Circulante somava R$ 1.938.803 em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ 240.242 ou 14% em relação ao total de R$ 1.698.561 em 31 de dezembro de 2009. Em relação ao passivo total, o passivo circulante em 31 de dezembro de 2010 manteve os mesmo 26% observado em 31 de dezembro de 2009. As principais variações do Passivo Circulante foram: Fornecedores - A conta “Fornecedores” apresentou saldo de R$ 242.300 em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ 53.521 ou 28% em relação aos R$ 188.779 registrados em 31 de dezembro de 2009. Esta variação foi resultado natural do aumento dos negócios observado no período. Em relação ao passivo total, a conta de fornecedores representou 3% em 31 de dezembro de 2010, mesmo percentual observado em 31 de dezembro de 2009. Financiamento e Empréstimos de Curto Prazo - A conta “Financiamento e Empréstimos de Curto Prazo”, com saldo de R$ 1.018.995 em 31 de dezembro de 2010, apresentou aumento de R$ 123.110 ou 14% em relação aos R$ 895.885 registrados em 31 de dezembro de 2009. Esta variação é resultado da obtenção de novos financiamentos de curto prazo para fazer frente à necessidade de investimento em capital de giro. Em relação ao passivo total, a conta Financiamento e Empréstimos de Curto Prazo representou 14% em 31 de dezembro de 2010, o que se compara com 14% registrados em 31 de dezembro de 2009. Dividendos e juros sobre capital próprio a pagar - A conta “Dividendos e juros sobre capital próprio a pagar” apresentou saldo de R$ 63.440 em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ 26.591 ou 72% em relação aos R$ 36.849 registrados em 31 de dezembro de 2009. Esta variação decorre da alteração na contabilização dos dividendos declarados mas ainda não efetivamente pagos acima do limite mínimo legal de 25% do lucro líquido ajustado. Em relação ao Manual da AGO/E 2012 21 Anexo 1 passivo total, a conta representou 1% em 31 de dezembro de 2010, em relação ao 1% registrados em 31 de dezembro de 2009. Passivo Não Circulante - O Passivo Não Circulante somava R$ 2.028.525 em 31 de dezembro de 2010, com aumento de R$ 471.306 ou 30% em relação ao total de R$ 1.557.219 em 31 de dezembro de 2009. Em relação ao passivo total, o passivo não circulante passou de 24% em 31 de dezembro de 2009 para 27% em 31 de dezembro de 2010. As principais variações do Passivo Não Circulante foram: Financiamento e Empréstimos de Longo Prazo - A conta “Financiamento e Empréstimos de Longo Prazo”, com saldo de R$ 1.399.948 em 31 de dezembro de 2010, mostrou crescimento de R$ 423.300 ou 43% em relação aos R$ 976.648 registrados em 31 de dezembro de 2009. Esta variação é decorrente do alongamento do perfil do endividamento da Companhia e da contratação de novos financiamentos. Em relação ao passivo total, a conta de Financiamento e Empréstimos de Longo Prazo representou 19% em 31 de dezembro de 2010, em relação aos 15% registrados em 31 de dezembro de 2009. Patrimônio Líquido - O Patrimônio Líquido atingiu o montante de R$ 3.543.836 em 31 de dezembro de 2010, com crescimento de R$ 216.550 ou 7% sobre os R$ 3.327.286 registrados em 31 de dezembro de 2009. Este crescimento foi causado, principalmente, pelo Lucro Líquido gerado no exercício, líquido das distribuições de resultados efetuadas. 22 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 10.2. Resultados das operações do emissor (a) Resultados das operações do emissor i. Descrição de quaisquer componentes importantes da receita Posição em 31 de dezembro de 2011 comparada a 31 de dezembro de 2010. Receita Operacional - Em 2011 a Receita Operacional Líquida (ROL) consolidada atingiu R$ 5.189,4 milhões, mostrando crescimento de 18,2% em relação ao ano anterior. As principais áreas de negócio mostraram crescimento em relação ao ano anterior. Nas áreas de equipamentos eletroeletrônicos industriais e de tintas & vernizes este crescimento das receitas em 2011 seguiu-se ao bom desempenho já observado no ano anterior. Na área de GTD (equipamentos para o setor de geração, transmissão e distribuição de energia) houve retomada do crescimento, revertendo a queda de receitas observada no ano anterior. Apenas na área de motores para uso doméstico houve queda em relação à receita de 2010. Destacamos o seguinte em cada uma destas áreas: Equipamentos eletroeletrônicos industriais – Obtivemos crescimento de 29% de receitas nesta área de negócios e expandimos nossos negócios nos diversos mercados, apesar da produção industrial, tanto no Brasil como no resto do mundo, mostrar tendência de estabilidade ou crescimento lento. Nossa atuação se caracteriza pela busca de oportunidades em segmentos industriais que têm dinamismo próprio, não diretamente relacionado ao ambiente macroeconômico geral, como, por exemplo, o negócio de petróleo e gás no Brasil. De outra forma, continuamos expandindo nossa linha de negócios em todos os mercados, agregando produtos e serviços novos ou aumentado o escopo de nossa oferta nos mercados externos, ofertando produtos com maior grau de customização naqueles mercados nos quais nossa atuação como fornecedor de equipamentos já é tradicional. Além disso, integramos novos produtos aos nossos negócios, como, por exemplo, em soluções de power transmission (redutores e motorredutores), sempre dentro do conceito de fornecimento amplo de produtos e serviços aos nossos clientes. Equipamentos para geração, transmissão e distribuição de energia (GTD) – nesta área observamos crescimento de 15% na ROL em relação a 2010. Neste segmento, com característica de “ciclo longo”, o desempenho em 2011 é resultado da entrada de pedidos obtidos já a partir de 2010, mas que somente se converteram em receitas efetivas quando entregues aos clientes finais, ao longo de 2011. A entrada de pedidos já se encontra em ritmo normalizado, o que deve significar menores variações ao longo dos próximos períodos. Nos Manual da AGO/E 2012 23 Anexo 1 equipamentos para a geração de energia (G) temos foco em fontes de energia renovável e distribuída, como as pequenas centrais hidrelétricas e a energia térmica de biomassa. Em 2011 anunciamos a joint venture com a MTOI, que vai nos permitir ofertar soluções completas também para o mercado de energia eólica. Entretanto, já estamos nos beneficiando do crescimento expressivo dos investimentos em energia eólica em nossa unidade de negócios de Transmissão & Distribuição (TD), fornecendo transformadores e subestações de energia completas para os projetos eólicos. Motores para uso doméstico – Esta área de negócios é caracterizada como de “ciclo curto”, ou seja, as mudanças nas condições de mercado são rapidamente transferidas para as vendas e as receitas. Observamos queda de 10% da ROL em relação a 2010, que foi uma base de comparação elevada. Fundamentalmente, as condições do mercado se mantiveram positivas em 2011, com expansão de emprego, renda e crédito. Tintas e vernizes – Buscamos atender aos mesmos clientes que conquistamos nas outras áreas de negócios, maximizando o retorno de nosso esforço de vendas. As boas condições da indústria brasileira e nossa expansão para a América Latina nos permitiram manter crescimento da ROL, de 12% em relação ao ano anterior. Mercado Interno - A receita operacional líquida no mercado interno atingiu R$ 2.903,0 milhões, com crescimento de 9% sobre o ano anterior e representando 56% da nossa receita operacional líquida total. O crescimento no mercado interno é resultado da continuidade da recuperação do dinamismo em alguns segmentos do setor industrial com destaque para bens de capital para investimentos em expansão de capacidade produtiva. Continuamos líderes no mercado brasileiro em todas as nossas áreas de atuação e também continuamos expandindo nosso portfólio de produtos e serviços, com o objetivo de prover soluções industriais cada vez mais completas e integradas. Mercado Externo - Nos mercados externos a receita operacional líquida atingiu R$ 2.286,4 milhões, correspondendo a 44% da receita operacional líquida total. Isso significou crescimento de 33% sobre o ano anterior quando a comparação é feita pelos valores em reais (R$). Esta receita operacional líquida no mercado externo convertida em dólares norte-americanos atingiu US$ 1.361,8 milhões, mostrando crescimento de 38,6% em relação a 2010. O bom desempenho nos mercados externos em 2011 foi conseguido tanto com a ampliação de nossa atuação em nossos mercados tradicionais como com a expansão em novos mercados e negócios. As aquisições realizadas em 2010, de 24 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 participação adicional no capital da Voltran no México e do controle da ZEST na África do Sul, puderam contribuir ao longo de todo o ano para o aumento da receita. Mesmo nos mercados desenvolvidos, nos quais a recuperação do dinamismo macroeconômico é lenta, conseguimos encontrar oportunidades de crescimento pela exploração focada em nichos interessantes de negócio. Adicionalmente, continuamos expandindo nossas operações fabris no mercado externo, com novas aquisições importantes ao longo do ano: Pulverlux, fabricante de tintas na Argentina, Watt Drive, produtor de redutores e motorredutores na Áustria, e a Electric Machinery, um dos mais tradicionais fabricantes de máquinas elétricas girantes de alta tensão nos Estados Unidos. Posição em 31 de dezembro de 2010 comparada a 31 de dezembro de 2009. Receita Operacional - Em 2010 a Receita Operacional Líquida (ROL) consolidada atingiu R$ 4.391.973, mostrando crescimento de 4,3% em relação ao ano anterior. A recuperação do dinamismo em cada uma de nossas diferentes áreas de atuação, contudo, não foi uniforme. Observamos taxas de crescimento saudáveis nas áreas de equipamentos eletroeletrônicos industriais, de motores para uso doméstico e de tintas & vernizes. A área de GTD (equipamentos para o setor de energia), contudo, se ressentiu do fraco desempenho de entrada de pedidos em 2009. Destacamos os seguintes aspectos em cada uma destas áreas: Equipamentos eletroeletrônicos industriais – com a recuperação do ritmo da produção industrial, tanto no Brasil como no resto do mundo, e a consequente expansão do investimento na capacidade produtiva industrial, observamos crescimento de 12% na ROL desta área de atuação em relação a 2009. Esta é a área de negócios que concentra a maior parte de nossos negócios no exterior, conduzidos em outras moedas que não o real. Desta forma, apesar do bom desempenho, a valorização da moeda brasileira prejudica as comparações, o que explica o crescimento relativamente menor. Equipamentos para geração, transmissão e distribuição de energia (GTD) – nesta área observamos queda de 24% na ROL em relação a 2009. Este é um segmento caracterizado como de “ciclo longo”, no qual os efeitos das mudanças nos fundamentos de demanda são lentamente transferidos para as vendas e as receitas, e nossa atuação nesse segmento é focada em alguns nichos de mercado. Em geração de energia temos foco claro nas fontes que possibilitam geração renovável e distribuída, como as pequenas centrais hidrelétricas e a energia térmica de biomassa. Conforme mencionado, o desempenho negativo em GTD em 2010 é resultado do baixo volume de Manual da AGO/E 2012 25 Anexo 1 entrada de novos pedidos em 2009, quando a crise internacional ocasionou a diminuição dos investimentos. Já o desempenho das vendas, medido pela entrada de novos pedidos, mostrou aquecimento ao longo do ano, principalmente nos produtos de transmissão e distribuição. Os impactos desta melhora deverão ser mais evidentes ao longo de 2011. Motores para uso doméstico – Esta área de negócios manteve bom desempenho ao longo de todo o ano com crescimento de 24% na ROL em relação a 2009, mesmo com a gradual retirada dos incentivos ao consumo na forma de reduções de impostos. Esta área de negócios, contudo, é caracterizada como de “ciclo curto”, ou seja, as mudanças nas condições de mercado são rapidamente transferidas para as vendas e as receitas. Ainda assim, as condições do mercado se mantiveram positivas, com expansão de emprego, renda e crédito impulsionando o mercado. Tintas e vernizes – as boas condições da indústria brasileira permitiram obter crescimento da ROL de 20% em relação ao ano anterior nesta área de negócios. Este comportamento positivo está dentro das expectativas, uma vez que buscamos atender, em tintas e vernizes, os mesmos clientes que conquistamos nas outras áreas de negócios. Mercado Interno - A Receita Operacional Líquida no mercado interno atingiu R$ 2.670.443, representando 61% da nossa ROL e mostrando crescimento de 5,7% sobre o ano anterior. Este crescimento foi decorrente da recuperação da atividade econômica, com reflexos positivos sobre a demanda de produtos de consumo durável e bens de capital para investimentos em expansão de capacidade produtiva. Construímos, ao longo dos últimos 50 anos, posição de liderança em todas as áreas de atuação no mercado brasileiro, expandindo continuamente nossa linha de produtos e serviços. Somos líderes na produção de equipamentos elétricos como motores elétricos, transformadores, geradores e, ao longo dos anos, temos evoluído na direção de oferecer soluções industriais completas e integradas. Mercado Externo - A Receita Operacional Líquida obtida em nossos negócios nos mercados externos atingiu R$ 1.721.530, correspondendo a 39% da ROL. A comparação dos valores da ROL em reais mostra crescimento de 2,2% em relação ao ano anterior. Considerados os valores em dólares norte-americanos, a Receita Operacional Líquida no mercado externo atingiu US$ 892,9 milhões, atingindo crescimento de 15,7% em relação a 2009. Em 2010 continuamos avançando em nossa atuação internacional. Aumentamos nossa participação no mercado mexicano de transformadores, adquirindo 26 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 participação adicional no capital de nossa coligada Voltran, um dos líderes naquele mercado. Além disso, adquirimos o controle da ZEST, empresa líder na comercialização de produtos eletroeletrônicos para uso industrial na África do Sul. Além dessas aquisições, continuamos expandindo nossas operações fabris para além do Brasil. Construímos, em 2010, instalações industriais na Índia, que se somam às fábricas que possuímos na Argentina, México, Portugal e China. Atualmente distribuímos nossos produtos em mais de 100 países nos cinco continentes e temos presença direta nos principais mercados mundiais. Buscamos diversificar nossa presença geográfica, mantendo taxas de crescimento consistentes no mercado externo e evitando os efeitos das variações do ciclo econômico de cada país. ii. Fatores que afetaram materialmente os resultados operacionais Posição em 31 de dezembro de 2011 comparada a 31 de dezembro de 2010. Custo dos Produtos Vendidos - O Custo dos Produtos Vendidos (CPV) atingiu R$ 3.633,4 milhões representando 70% da receita operacional líquida (68% em 2010), gerando margem bruta de 30%, com pequena diminuição em relação ao ano anterior. Observamos que os principais impactos sobre o CPV foram: • A elevada volatilidade cambial e dos preços das principais matérias primas no início do ano, com aumentos que não puderam ser repassados na velocidade e intensidade que seriam necessárias. Ao longo do ano essas pressões foram sendo mitigadas, tanto pela diminuição desta volatilidade como pela gestão ativa sobre custos e preços de vendas. Ainda que a moeda brasileira tenha se desvalorizado no último trimestre, na média anual houve valorização de 5% em relação ao dólar norte americano; • A entrada em operação da nova capacidade produtiva nas fábricas de motores elétricos em Linhares, Espírito Santo, e em Hosur, na Índia, com o consequente impacto negativo na diluição de custos fixos durante o processo de ramp-up da produção. Este efeito está sendo gradualmente superado com o crescimento da produção e a consequente ocupação da capacidade produtiva das novas unidades. Despesas de Vendas, Gerais e Administrativas - As Despesas com Vendas, Gerais e Administrativas consolidadas totalizaram R$ 768,4 milhões, representando 14,8% da receita operacional líquida (R$ 697,0 milhões em 2010, representando 15,9% da receita operacional líquida). Em relação ao ano anterior as despesas operacionais cresceram 10% em termos absolutos, mas mostraram Manual da AGO/E 2012 27 Anexo 1 diminuição relativa de 1,1 pontos percentuais, conseguida principalmente com forte atuação sobre as despesas administrativas, buscando maior eficiência operacional. EBITDA - Como resultado dos efeitos apresentados anteriormente, o EBITDA atingiu R$ 882,3 milhões (calculado segundo a metodologia definida pela CVM no Ofício Circular 01/07), com crescimento de 12% sobre o resultado obtido em 2010. A margem EBITDA foi de 17%, um ponto percentual abaixo da margem EBITDA do ano anterior. Receitas e Despesas Financeiras - As Receitas Financeiras somaram R$ 499,6 milhões (R$ 348,5 milhões em 2010) e as Despesas Financeiras atingiram R$ 396,6 milhões (R$ 225,4 milhões em 2010). Desta forma, o resultado financeiro foi positivo em R$ 103,0 milhões (R$ 123,1 milhões em 2010). É importante observar que a volatilidade nas taxas de câmbio no segundo semestre geraram impacto contábil de curto prazo sobre as despesas financeiras nas operações de financiamento de vendas no mercado externo. Este impacto é totalmente compensado pela apreciação dos recebíveis em moedas estrangeiras, mas este efeito positivo na receita ocorre ao longo do tempo. Lucro Líquido - Como resultado dos efeitos anteriormente mencionados, o Lucro Líquido Consolidado atribuível aos acionistas da WEG S.A. atingiu R$ 586,9 milhões, com crescimento de 13% sobre os R$ 519,8 milhões obtidos em 2010. O retorno sobre o patrimônio líquido foi de 17% em 2011 (15,8% em 2010) e a margem líquida atingiu 11,3% (11,8% em 2010). Posição em 31 de dezembro de 2010 comparada a 31 de dezembro de 2009. Custo dos Produtos Vendidos - O Custo dos Produtos Vendidos (CPV) atingiu R$ 3.005.021 em 2010 representando 68,4% em relação a ROL (67,8% em 2009). Desta forma, houve retração de 0,6 pontos percentuais em relação ao ano anterior na margem bruta, que atingiu 31,6%. Observamos que os principais impactos sobre o CPV foram: • 28 Alteração relativa no mix dos produtos vendidos, com maior presença de produtos de menor valor agregado, trazendo o aumento do custo de transformação e menor diluição dos custos fixos. Este é um efeito esperado, uma vez que a recuperação da demanda normalmente acontece mais rapidamente nos mercados e nos produtos menos elaborados. Temos notado a gradual expansão da recuperação da demanda nos produtos e mercados mais elaborados. Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 • A apreciação da moeda brasileira tem exercido pressão sobre nossas margens ao elevar os custos em reais relativamente aos denominados em outras moedas. Trabalhamos para minimizar estas pressões combinando nossa política de compras globais de insumos com a política de hedge cambial. Despesas de Vendas, Gerais e Administrativas - As Despesas com Vendas, Gerais e Administrativas consolidadas totalizaram R$ 696.973, representando 15,9% da ROL em 2010. Houve crescimento absoluto de 10% sobre os R$ 633.467 acumulados em 2009, embora o crescimento relativo tenha sido de apenas 0,9 pontos percentuais em relação a ROL. Da mesma forma que anteriormente descrito no caso do CPV, os efeitos das alterações de mix de produção explicam as variações negativas nas despesas operacionais. EBITDA - Como resultado dos efeitos discutidos anteriormente, o EBITDA, calculado segundo a metodologia definida pela CVM no Ofício Circular 01/07, atingiu o montante de R$ 789.110 em 2010, com queda de 5,8% sobre o resultado obtido em 2009. A margem EBITDA foi de 18%, 1,9 pontos percentuais abaixo da margem EBITDA do ano anterior. Despesas e Receitas Financeiras - As Receitas Financeiras somaram R$ 348.471 (R$ 383.468 em 2009) e as Despesas Financeiras totalizaram R$ 225.356 (R$ 272.149 em 2009). Desta forma, o resultado financeiro foi positivo em R$ 123.115 (R$ 111.319 em 2009). Lucro Líquido - Como resultado dos efeitos anteriormente mencionados, o Lucro Líquido Consolidado atribuível aos acionistas da WEG S.A. atingiu R$ 519.782, 5,6% inferior aos R$ 550.543 obtidos em 2009. O retorno sobre o patrimônio líquido foi de 15,8% em 2010 (17,9% em 2009). (b) Variações das receitas atribuíveis a modificações de preços, taxas de câmbio, inflação, alterações de volume e introdução de novos produtos e serviços As principais variações das receitas já foram discutidas item (a.i) anterior. (c) Impacto da inflação, da variação de preços dos principais insumos e produtos, do câmbio e da taxa de juros no resultado operacional e no resultado financeiro do emissor O aço e o cobre são as principais matérias primas utilizadas em nossos processos produtivos. Essas matérias primas são cotadas no mercado internacional. Nossos preços de venda são recalculados de acordo com as características de cada pedido e tendem a refletir as condições correntes do Manual da AGO/E 2012 29 Anexo 1 mercado, incorporando aumentos dos custos dos insumos de forma natural e gradual, ainda que não necessariamente esses repasses sejam efetuados na mesma velocidade dos aumentos dos custos. O resultado financeiro foi positivo nos últimos três anos, em R$ 111,3 milhões em 2009, R$ 123,1 milhões em 2010 e R$ 103,0 milhões em 2011. De forma geral nossos resultados financeiros refletem a preocupação da Companhia em evitar a exposição excessiva aos riscos financeiros e a manutenção de uma posição de capital bastante sólida. 30 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 10.3. Eventos com efeitos demonstrações financeiras relevantes, ocorridos e esperados, nas Introdução ou alienação de segmento operacional. Não se aplica. Constituição, aquisição ou alienação de participação societária. Aquisição Electric Machinery (EUA) - Em 03 de novembro anunciamos a assinatura do acordo com a GE Energy para a aquisição da Electric Machinery (“EM”). A aquisição foi concluída ao final de 2011. A Electric Machinery, fundada em 1891 e baseada em Minneapolis (EUA), desenvolve e fabrica motores, geradores e excitatrizes que são fornecidas principalmente nos mercados globais de petróleo e gás e geração de energia. A empresa também fornece uma gama completa de serviços de pós-venda, incluindo instalação, suporte de campo, partes e peças, reparos, rebobinagem, rebalanceamento e suporte técnico. A Electric Machinery tem uma base instalada de mais de 5.500 unidades em operação e é líder no desenvolvimento tecnológico de produtos de alto valor agregado como geradores de 2 pólos e motores síncronos de baixa rotação. A reputação construída pela Electric Machinery em máquinas de grande porte ao longo dos 100 anos de história, com produtos de alta qualidade e grande reconhecimento de marca em segmentos de mercado importantes, como petróleo e gás e de geração de energia, vai se somar a nossa plataforma na América do Norte em Minneapolis, permitindo flexibilidade no fornecimento de soluções integradas na região. Aquisição Watt Drive (Áustria) - Em 08 de novembro anunciamos a aquisição da Watt Drive Antriebstechnik GmbH (“Watt Drive”), companhia austríaca especializada no desenvolvimento e fabricação de redutores, motorredutores, inversores de frequência e sistemas de acionamento. Fundada em 1972 nas proximidades de Viena, Áustria, a Watt Drive era um tradicional player europeu no segmento de power transmission, com unidade fabril na Áustria e unidades de montagem na Alemanha e Cingapura e com extensa rede de representantes comerciais. Com a aquisição da Watt Drive a WEG passa a oferecer soluções power transmission nos mercados externos, em linha com a estratégia de oferecer um portfólio de produtos e soluções cada vez mais amplo. As soluções power transmission integram motor elétrico, inversor de frequência e redutor de Manual da AGO/E 2012 31 Anexo 1 velocidade e melhoram o desempenho operacional e maximizam a eficiência energética. Joint Venture com a CESTARI - Em 19 de outubro de 2011 anunciamos acordo de entendimentos assinado com a CESTARI Industrial e Comercial S.A. (“CESTARI”), para o desenvolvimento, a fabricação e comercialização de redutores e motorredutores. A CESTARI é um dos líderes no mercado brasileiro de redutores de velocidade e está sediada em Monte Alto, Estado de São Paulo, onde possui estrutura verticalizada de produção, com processos de fundição em ferro, bronze e alumínio, usinagem em modernos centros computadorizados. A WEG-Cestari Redutores e Motorredutores S.A., engloba especificamente os negócios e ativos relacionados à fabricação de redutores de velocidade e motorredutores, combinando as soluções de motores elétricos e sistemas de automação industrial com os redutores de velocidade e motorredutores em pacotes de soluções integradas, conhecidos como “soluções power transmission”, cada vez mais demandadas pelo mercado, pois melhoram o desempenho operacional e maximizam a eficiência energética. Joint Venture com MTOI - Em 03 de março de 2011 anunciamos a assinatura de Memorando de Entendimento e o Acordo de Transferência de Tecnologia com o Grupo M. Torres Olvega Industrial (MTOI) para a criação de uma joint venture para a fabricação, montagem, instalação e comercialização de aerogeradores e fornecimento de serviços de operação e manutenção, no Brasil. O Grupo M Torres foi fundado em 1975 para projetar, desenvolver e fabricar sistemas para processos de automação industrial e soluções para os setores de aeronáutica, papel e energia. A tecnologia desenvolvida pela MTOI permite que o gerador elétrico seja acoplado diretamente ao eixo da turbina eólica, não sendo necessária a instalação do multiplicador de velocidade, o que representa uma vantagem competitiva, pois reduz o número de componentes e consequentemente a possibilidade de problemas operacionais e de custos de manutenção. Esta parceria nos possibilita participar diretamente no negócio de geração de energia eólica com uma oferta integrada, que incorpora vários produtos da nossa linha de negócios, tais como geradores, transformadores, inversores de frequência, motores e tintas. 32 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 Aquisição Pulverlux (Argentina) - Em 11 de maio anunciamos a aquisição do controle acionário da Pulverlux S.A., empresa especializada na fabricação e comercialização de tintas em pó na Argentina. Nesta mesma oportunidade anunciamos a abertura de uma nova unidade de fabricação em Mauá (SP) e uma unidade de distribuição em Cabo de Santo Agostinho (PE). A Pulverlux atuava nos segmentos de arquitetura, perfis de alumínio, painéis elétricos, eletrodomésticos, autopeças, máquinas e equipamentos há mais de 10 anos, e contava, quando de sua aquisição, com 42 colaboradores, área fabril de 10.000m2 em Buenos Aires e faturamento anual de aproximadamente US$ 7,0 milhões. A nova fábrica de tintas em Mauá (SP) responde ao crescimento dos investimentos na exploração das reservas de petróleo da camada do pré-sal, melhorando a logística de atendimento na Região Sudeste e aumentando a capacidade produtiva de tintas líquidas. A unidade de Cabo de Santo Agostinho (PE), localizada a 25 km do Porto de Suape e a 17 km de Recife, facilita o atendimento nas Regiões Norte e Nordeste do Brasil. Nova Unidade Fabril na Índia - A Companhia construiu, ao longo de 2010 inclusive, uma nova unidade fabril na cidade de Husur, Estado de Tamil, na Índia. Esta unidade produz motores elétricos de alta tensão e geradores de energia elétrica e iniciou operações no início de 2011. Este é um empreendimento pioneiro para a Companhia na fabricação de equipamentos de alta tensão no exterior, buscando aproveitar a oportunidade oferecida pela rápida expansão do mercado indiano. Outro aspecto inédito é que este é um projeto greenfield, projetado e executado para atender as exigências do padrão WEG desde o início das operações. Novo Parque Fabril em Linhares (ES) - Em agosto de 2009 foi anunciada a conclusão das negociações os governos do estado de Espírito Santo e do município de Linhares para a instalação de uma nova unidade industrial de produção de motores elétricos. Na construção deste parque fabril a Companhia está adotando a mesma concepção modular, utilizada pela WEG em suas outras unidades fabris no Brasil e no exterior e que permite o aumento gradual e contínuo da capacidade produtiva, atendendo às necessidades de expansão da Companhia ao longo de vários anos. O primeiro destes módulos produtivos em Linhares entrou em operação em 2011. O investimento projetado para esta fase do projeto é de R$ Manual da AGO/E 2012 33 Anexo 1 160 milhões ao longo dos próximos 4 a 6 anos.O projeto está sendo implantado na região incentivada da SUDENE. Eventos ou operações não usuais. Não se aplica. 34 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 10.4. Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do auditor Mudanças significativas nas práticas contábeis Não se aplica Efeitos significativos das alterações nas práticas contábeis. Não se aplica Ressalvas e ênfases no parecer do auditor. O auditor independente emitiu o parecer com as seguintes observações: Ênfase Conforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da WEG S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Manual da AGO/E 2012 35 Anexo 1 10.5. Políticas contábeis criticas A preparação das demonstrações financeiras requer o uso de certas estimativas contábeis, suportadas por avaliações e julgamento da Administração. A preparação das estimativas que levou em consideração experiências de eventos passados e correntes, pressupostos relativos a eventos futuros, e outros fatores objetivos e subjetivos. Os itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas são: • análise do risco de crédito para determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa; • revisão da vida útil econômica do ativo imobilizado e de sua recuperação nas operações; • mensuração do valor justo de instrumentos financeiros; • compromissos com plano de benefícios de colaboradores; • transações com plano de opções de compra de ações; e • imposto de renda diferido ativo sobre prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, assim como da análise dos demais riscos para determinação de outras provisões, inclusive para contingências advindas de processos administrativos e judiciais e demais ativos e passivos na data das demonstrações financeiras. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores divergentes dos registrados nas demonstrações financeiras devido às imprecisões inerentes ao processo de estimativa. Essas estimativas e premissas são revisadas periodicamente. A autorização para conclusão da preparação destas demonstrações financeiras ocorreu na reunião de diretoria realizada em 30 de janeiro de 2012. Em relação às demonstrações financeiras consolidadas e individuais as políticas adotadas foram: Demonstrações financeiras individuais (controladora) As demonstrações financeiras individuais foram preparadas com as práticas contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e são publicadas em conjunto com as demonstrações consolidadas. As práticas contábeis adotadas no Brasil aplicadas nas demonstrações financeiras individuais diferem do IFRS, aplicável às 36 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 demonstrações contábeis separadas, apenas pela avaliação dos investimentos pelo método da equivalência patrimonial em controladas enquanto que pelo IFRS seria pelo custo ou valor justo. Demonstrações financeiras consolidadas As demonstrações financeiras consolidadas foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as políticas contábeis adotadas no Brasil, que compreendem as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e os pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), que estão em conformidade com as normas internacionais de contabilidade emitidas pelo IASB. I. Base de consolidação São elaboradas no mesmo período de divulgação da controladora, utilizando políticas contábeis consistentes. São eliminados todos os saldos, receitas, despesas, ganhos e perdas não realizados, oriundos de transações entre as empresas do Grupo incluídas na consolidação. As demonstrações financeiras são inclusas na consolidação a partir da sua data de aquisição de acordo com os respectivos contratos. O resultado do período e o resultado abrangente são atribuídos aos acionistas da controladora e à participação dos não controladores das companhias consolidadas. Perdas são atribuídas à participação de não controladores, mesmo que resultem em um saldo negativo. II. Combinações de negócios Ao adquirir um negócio, a Companhia avalia os ativos e passivos financeiros assumidos com o objetivo de classificá-los e alocá-los de acordo com os termos contratuais, as circunstâncias econômicas e as condições pertinentes, em até um ano após a data de aquisição. Se a combinação de negócios for realizada em estágios, o valor justo na data de aquisição da participação societária previamente detida no capital da adquirida é reavaliado a valor justo na data de aquisição, sendo os impactos reconhecidos na demonstração do resultado. O ágio é inicialmente mensurado como sendo o excedente da contraprestação transferida em relação aos ativos líquidos adquiridos (ativos identificáveis e passivos assumidos). Se a contraprestação for menor do que o valor justo dos ativos líquidos adquiridos, a diferença é reconhecida como ganho na demonstração do resultado. Manual da AGO/E 2012 37 Anexo 1 Após o reconhecimento inicial, o ágio é mensurado pelo custo, deduzido de quaisquer perdas acumuladas do valor recuperável. Para fins de teste do valor recuperável, o ágio adquirido em uma combinação de negócios é, a partir da data de aquisição, alocado a cada uma das unidades geradoras de caixa da Companhia que se espera sejam beneficiadas pelas sinergias da combinação, independentemente de outros ativos ou passivos da adquirida serem atribuídos a essas unidades. Quando um ágio fizer parte de uma unidade geradora de caixa e uma parcela dessa unidade for alienada, o ágio associado à parcela alienada deve ser incluído no custo da operação ao apurar-se o ganho ou a perda. O ágio desta operação é apurado com base nos valores proporcionais da parcela alienada em relação à unidade geradora de caixa. III. Conversão de moeda estrangeira a. Moeda Funcional das empresas do Grupo As demonstrações financeiras consolidadas são apresentadas em Reais (R$), que é a moeda funcional da controladora e de suas controladas localizadas no Brasil. A moeda funcional das controladas no exterior é determinada com base no ambiente econômico principal em que ela opera, sendo que quando a moeda for diferente da moeda funcional de apresentação das demonstrações financeiras, essas são convertidas para o Real (R$) na data das demonstrações financeiras. b. Transações e saldos As transações em moeda estrangeira são registradas à taxa de câmbio da moeda funcional em vigor na data da transação. Os ativos e passivos monetários denominados em moeda estrangeira são convertidos à taxa de câmbio da moeda funcional em vigor na data das demonstrações financeiras. Todas as diferenças são registradas na demonstração do resultado. Itens não monetários mensurados com base no custo histórico em moeda estrangeira são convertidos utilizando a taxa de câmbio em vigor nas datas das transações iniciais. Itens não monetários mensurados ao valor justo em moeda estrangeira são convertidos utilizando as taxas de câmbio em vigor na data em que o valor justo foi determinado. c. Conversão de balanços das empresas do Grupo Os ativos e passivos das controladas no exterior são convertidos para Reais pela taxa de câmbio na data das demonstrações financeiras, e as correspondentes demonstrações do resultado são convertidas pela taxa de câmbio média mensal. 38 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 As diferenças cambiais resultantes da referida conversão são contabilizadas separadamente no patrimônio líquido. No momento da venda de uma controlada no exterior, o valor diferido acumulado reconhecido no patrimônio líquido, referente a essa controlada no exterior, é reconhecido na demonstração do resultado. IV. Caixa e equivalentes de caixa Incluem os saldos em conta movimento e aplicações financeiras de curto e longo prazo. São registradas aos valores de custo acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do encerramento do período, de acordo com as taxas pactuadas com as instituições financeiras e não excedem o seu valor de mercado ou de realização. As aplicações financeiras com vencimentos até 365 dias possuem liquidez imediata. V. Clientes Correspondem aos valores a receber de clientes pela venda de mercadorias ou prestação de serviços no decurso normal das atividades, demonstrados a valores presente e de realização. A provisão com perdas de créditos de clientes é calculada com base em análise de risco dos créditos, que considera o percentual de duplicatas vencidas, a liquidez de mercado e o nível de crédito, sendo suficiente para cobrir perdas sobre os valores a receber. VI. Estoques Os estoques são avaliados e estão demonstrados ao custo médio de produção ou aquisição considerando o valor presente, quando aplicável. A Companhia custeia seus estoques por absorção, utilizando a média móvel ponderada. As provisões de estoques para: (i) realização; (ii) baixa rotatividade; e (iii) estoques obsoletos são constituídas quando consideradas necessárias pela Administração. As importações em andamento são demonstradas ao custo acumulado de cada importação. VII. Partes relacionadas As transações de compras e vendas de insumos e produtos são efetuadas em condições e prazos semelhantes às transações com terceiros não relacionados. VIII. Imobilizado Manual da AGO/E 2012 39 Anexo 1 Os ativos imobilizados estão avaliados ao custo de aquisição e/ou construção, acrescido de juros capitalizados durante o período de construção, quando aplicável. Os ativos imobilizados são apresentados deduzidos das respectivas depreciações, com exceção de terrenos, que não são depreciados. Estão inclusos os custos incorridos dos empréstimos durante o período de construção, modernização e expansão de unidades industriais. Os gastos com manutenção ou reparos, que não aumentam significativamente a vida útil dos bens, são contabilizados como despesas, quando ocorridos. Os ganhos e as perdas em alienações são apurados comparando-se o produto da venda com o valor residual contábil e são reconhecidos na demonstração do resultado. A depreciação é calculada pelo método linear e leva em consideração a vida útil econômica dos bens, sendo revisada periodicamente com objetivo de adequar as taxas de depreciação. IX. Intangível São avaliados ao custo de aquisição, deduzido da amortização e de eventual provisão para ajustá-los a seus prováveis valores de realização, quando necessário. Os ativos intangíveis com vida útil definida são amortizados levando em conta o prazo estimado de geração de benefícios econômicos futuros. O ágio por expectativa de rentabilidade futura, sem prazo de vida útil definida, foi amortizado até 31 de dezembro de 2008, estando sujeito a teste de recuperabilidade anualmente ou sempre que indícios indicarem eventual perda de valor econômico. X. Avaliação a valor recuperável de ativos Os ativos imobilizados, intangíveis e, quando aplicável, outros ativos não circulantes são avaliados, anualmente, ao valor recuperável através dos fluxos de caixa futuros. São consideradas como premissas taxas de crescimento de vendas no patamar conservador de 90% do orçamento, margens equivalentes às obtidas no último exercício social e taxas de descontos que representam os retornos esperados. Em 31 de dezembro de 2011 não foi apurada a redução sobre esses ativos. XI. 40 Provisões para contingências Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 As provisões são reconhecidas quando a Companhia e as suas controladas têm a obrigação presente ou não formalizada como resultado de eventos passados, sendo provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e o valor possa ser estimado com segurança. As provisões são revisadas periodicamente observadas as suas naturezas e fundamentadas na opinião dos advogados da Companhia. XII. Juros sobre o capital próprio e dividendos A distribuição dos juros sobre o capital próprio e dos dividendos é reconhecida como um passivo com base nos dividendos mínimos definidos pelo estatuto social da Companhia. Qualquer valor acima do mínimo obrigatório somente é reconhecido como um passivo quando aprovado pelo acionista em Assembleia Geral ou Conselho de Administração. XIII. Ajuste a valor presente Os ativos e passivos decorrentes de operações de curto prazo, quando relevante, foram ajustados a valor presente com base em taxas de desconto que reflitam as melhores avaliações do mercado. A taxa de desconto utilizada é o CDI “Certificados de Depósitos Interbancários”. A mensuração do ajuste a valor presente foi realizada em base exponencial “pro rata die”, a partir da origem de cada transação. XIV. Plano de benefícios A Companhia patrocina plano de previdência do tipo contribuição variável. O custeio do plano é estabelecido utilizando o método do crédito unitário projetado. Os compromissos atuariais com os benefícios de pensão e aposentadoria são provisionados com base em cálculos atuariais, elaborados anualmente por atuários independentes, de acordo com o método da unidade de crédito projetada, líquido dos ativos garantidores do plano, sendo os custos correspondentes reconhecidos durante o período laborativo dos empregados. São utilizadas premissas atuariais, tais como estimativa da evolução dos custos com assistência médica, hipóteses biológicas e econômicas e, também, dados históricos de gastos incorridos e de contribuições dos empregados. XV. Instrumentos financeiros Os instrumentos financeiros da Companhia incluem: • Caixa e equivalentes de caixa: Apresentados ao seu valor de mercado, que equivale ao seu valor contábil. Manual da AGO/E 2012 41 Anexo 1 • Aplicações financeiras: O valor de mercado está refletido nos valores registrados nos balanços patrimoniais. As aplicações financeiras estão classificadas como destinadas à negociação. • Clientes: Encontram-se reconhecidos pelo seu valor de realização por meio da utilização do método da taxa efetiva de juros e são classificados como empréstimos e recebíveis. • Fornecedores: Encontram-se reconhecidos pelo seu custo amortizado por meio da utilização do método da taxa efetiva de juros e são classificados como recebíveis. • Financiamentos e empréstimos: O principal propósito desse instrumento financeiro é gerar recursos para financiar os programas de expansão da Companhia e eventualmente suprir as necessidades de seus fluxos de caixa no curto prazo. o Financiamentos e empréstimos em moeda nacional - são classificados como passivos financeiros não mensurados ao valor justo e estão contabilizados pelos seus valores atualizados de acordo com as taxas contratadas. Os valores de mercado destes empréstimos são equivalentes aos seus valores contábeis por se tratarem de instrumentos financeiros com características exclusivas oriundas de fontes de financiamento específicas. o Financiamentos e empréstimos em moeda estrangeira - são financiamentos contratados para sustentar o capital de giro das operações comerciais no Brasil e nas controladas no exterior e estão atualizados de acordo com as taxas contratadas. • XVI. Operações de NDF – “Non Deliverable Forwards”: Classificadas como instrumentos financeiros derivativos, registradas com base em seu preço de mercado. Plano de opções de compras de ações A Companhia outorga opções de compra de ações a seus diretores estatutários ou de suas controladas no Brasil, os quais somente exercerão após prazo específico de carência. As opções são mensuradas a valor justo com base na data da outorga, utilizando o modelo de precificação Black-Sholes-Merton e são reconhecidas como despesas na rubrica de outros resultados na demonstração do resultado do exercício em contrapartida de reserva de capital no Patrimônio Líquido à medida que os prazos dos períodos de exercício das opções sejam realizados. 42 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 XVII. Subvenções e assistências governamentais Subvenções governamentais são reconhecidas quando houver razoável certeza de que o benefício será recebido e que todas as correspondentes condições serão satisfeitas. Quando o benefício se refere a um item de despesa, é reconhecido como receita ao longo do período do benefício, de forma sistemática em relação aos custos cujo benefício objetiva compensar. Quando o benefício se referir a um ativo, é reconhecido como receita diferida e lançado no resultado em valores iguais ao longo da vida útil esperada do correspondente ativo. Quando a Companhia receber benefícios não monetários, o bem e o benefício são registrados pelo valor nominal e refletidos na demonstração do resultado ao longo da vida útil esperada do bem, em prestações anuais iguais. XVIII. Reconhecimento de receita A receita de venda de mercadoria é reconhecida no resultado quando todos os riscos e benefícios inerentes ao produto são transferidos para o comprador e é provável que benefícios econômicos serão gerados a favor da Companhia. A receita de serviços é reconhecida no resultado em função da sua realização. XIX. Tributos a. Imposto de renda e contribuição social – corrente e diferido Os impostos correntes e diferidos são apurados de acordo com a legislação em vigor nos países em que o Grupo opera e gera receita tributável. b. Demais impostos Receitas, despesas e ativos são reconhecidos líquidos dos impostos sobre vendas, exceto: (i) quando os impostos sobre vendas incorridos na compra de bens ou serviços não for recuperável junto às autoridades fiscais, hipótese em que o imposto sobre vendas é reconhecido como parte do custo de aquisição do ativo ou do item de despesa, conforme o caso; (ii) quando os valores a receber e a pagar forem apresentados juntos com o valor dos impostos sobre vendas; e (iii) o valor líquido dos impostos sobre vendas, recuperável ou a pagar, é incluído como componente dos valores a receber ou a pagar no balanço patrimonial. c. Lucro por ação – básico e diluído O lucro básico por ação é calculado mediante a divisão do lucro atribuível aos acionistas da Companhia, pela quantidade média Manual da AGO/E 2012 43 Anexo 1 ponderada de ações ordinárias emitidas durante o exercício social. O lucro diluído por ação é calculado ajustando-se a média ponderada da quantidade de ações ordinárias em circulação supondo todas as ações ordinárias potenciais que provocariam diluição. XX. Novos Pronunciamento que ainda não estão em vigor A Administração vem acompanhando os pronunciamentos que: (i) já foram emitidos, porém terão vigência somente a partir de 01 de janeiro de 2012; e (ii) estão em estudo pelos órgãos reguladores e são de conhecimento público, e concluiu que nenhum desses pronunciamentos deverá trazer impactos significativos sobre as demonstrações financeiras da Companhia. 44 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 10.6. Controles financeiras internos relativos à elaboração das demonstrações Grau de eficiência de tais controles, indicando eventuais imperfeições e providências adotadas para corrigi-las. Consideramos que o sistema contábil e de controle interno adotado pela Companhia é adequado ao seu tipo de atividade e volume de transações. O sistema contábil e de controle interno é suficientemente confiável para que as demonstrações financeiras estejam livres de erros materiais. Os controles internos são efetuados em sua maioria de forma sistêmica, através de sistema de informações integrado (SAP), sendo considerado como adequado para a prevenção e/ou detecção de eventuais fraudes ou erros. A Companhia tem realizado investimentos em sistemas de informação, com a implantação de sistemas do tipo enterprize resource planning (ERP) avançados e que permitem grande qualidade na coleta, gerenciamento e análise de informações contábeis e de negócios. Ao mesmo tempo, a Companhia possui sistemas e procedimentos de auditoria interna que visam validar e dar consistência aos processos de negócios. Deficiências e recomendações sobre os controles internos presentes no relatório do auditor independente. A Companhia recebe, como resultado usual do processo de revisão pelos auditores externos, um relatório de recomendações. Essas recomendações são regularmente avaliadas, com vistas ao constante aperfeiçoamento dos controles internos. O relatório de recomendações do auditor externo com base nos trabalhos do ano de 2011 ainda não foi apresentado. Assim que recebermos o relatório e caso haja algum assunto que mereça destaque, atualizaremos o Formulário de Referência. Manual da AGO/E 2012 45 Anexo 1 10.7. Destinação de recursos de ofertas públçicas de distribuição e eventuais desvios A companhia não efetuou distribuição de valores mobiliários. 10.8. Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras A Companhia divulgou as suas demonstrações financeiras em fevereiro de 2012 já incluindo as informações relevantes até aquela data. Até o presente momento não há outros itens relevantes a serem informados. 10.9. Comentários sobre os itens não evidenciados nas demonstrações financeiras Não se aplica. 10.10. Plano de negócios Nosso plano de negócios está baseado em fatores que estimulam o crescimento de longo prazo na demanda pelos nossos produtos. Acreditamos que estes fatores são estruturais e continuarão presentes, com maior ou menor intensidade nos próximos anos. São eles: A crescente demanda por equipamentos industriais (motores elétricos, equipamentos e sistemas de automação e equipamentos associados) que ofereçam maior eficiência energética e industrial. Esta demanda crescente é decorrência da busca por aumentos de produtividade e redução de custos de operação pelas empresas industriais; A crescente preocupação com os impactos ambientais dos meios tradicionais de geração de energia elétrica faz com que a utilização de fontes energéticas renováveis, como pequenas centrais hidroelétricas, usinas térmicas movidas com biomassa e centrais eólicas, sejam cada vez mais atraentes, impulsionando a demanda por geradores, transformadores e sistemas e equipamentos de automação. Finalmente, é cada vez mais intensa a utilização de equipamentos e sistemas de sensoreamente e controle digital em todas as etapas de geração, transmissão, distribuição e consumo da energia elétrica. Nossos produtos elétricos tradicionais estão cada vez mais intrinsecamente conectados com sistemas eletrônicos mais amplos, em sistemas que recebem o nome genérico de smart grid. Somos líderes absolutos do mercado brasileiro de motores elétricos e temos posições de destaque em todas as áreas de atuação no mercado nacional. Esta posição vem sendo construída ao longo do tempo com a contínua expansão da 46 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 linha de produtos e elevação do conteúdo tecnológico dos nossos produtos, dentro da estratégia de oferecer soluções industriais completas e integradas. Além disso, possuímos atuação global, distribuindo nossos produtos em mais de 100 países nos cinco continentes, com atuação direta em mais de 20 dos principais mercados mundiais e operações industriais no Brasil, Argentina, México, Portugal e China. Atualmente, cerca de 10% da produção é feita nas unidades no exterior. Esta cobertura geográfica tem nos permitido crescer continuamente no mercado externo, minimizando os efeitos das variações de desempenho econômico especificas de cada país ou região. Continuamos buscando ativamente novas oportunidades nos diversos mercados mundiais e esperamos manter nosso padrão de desempenho empresarial tanto do ponto de vista do crescimento das receitas como do resultado das operações. a) Investimentos, incluindo: i. Descrição quantitativa e qualitativa dos andamento e dos investimentos previstos investimentos em Pela natureza dos equipamentos e instalações que utilizamos em nosso processo produtivo, possuímos grande flexibilidade para gerenciar o programa de investimentos de acordo com a demanda efetivamente observada. Assim, buscamos otimizar a ocupação da capacidade acelerando ou retardando os investimentos, e maximizando assim o retorno sobre o capital investido. Exercício de 2011 Os investimentos em ativos fixos para expansão e modernização da capacidade produtiva somaram R$ 187,9 milhões em 2011, sendo 90% destinados aos parques industriais e demais instalações no Brasil e o restante às unidades produtivas e demais subsidiárias no exterior. Os desembolsos em expansão de capacidade ao longo de 2011 foram menores do que no ano anterior em função da entrada em operação de duas novas unidades produtiva,: WEG Linhares, onde estamos implantando um novo parque fabril, iniciando um projeto de longo prazo para a produção, inicialmente, de motores elétricos e que deverá, ao longo dos próximos anos, receber investimentos adicionais para a produção verticalizada de ampla linha de produtos; WEG Índia, nossa primeira unidade produtiva neste país, voltada para a produção de equipamentos de alta tensão para aplicações industriais e de infra-estrutura. Manual da AGO/E 2012 47 Anexo 1 Exercício de 2010 Os investimentos em ativos fixos para expansão da capacidade produtiva somaram R$ 233 milhões em 2010, sendo 60% destinados aos parques industriais e demais instalações no Brasil e o restante às unidades produtivas e demais subsidiárias no exterior. Os desembolsos em expansão de capacidade ao longo de 2010 cresceram gradualmente com a melhoria das condições de demanda ao longo do ano. Exercício de 2009 Os investimentos em ativos fixos para expansão da capacidade produtiva somaram R$ 226,3 milhões em 2009, sendo 72% destinados aos parques industriais e demais instalações no Brasil e o restante às unidades produtivas e demais subsidiárias no exterior. Dadas as condições de demanda desaquecida que enfrentamos em 2009, o programa de investimentos foi gerenciado no sentido de evitar a expansão de capacidade produtiva ociosa. Previsão para 2012 Nosso orçamento de capital para 2012 prevê os seguintes investimentos (em R$ milhões): Investimentos Imobilizado (ampliação/modernização fabril) Circulante (capital de giro) Total de Investimentos (R$ milhões) 293,7 328,4 622,1 ii. Fontes de financiamento dos investimentos Estes investimentos serão financiados pela utilização da Reserva para Orçamento de Capital e de recursos a serem captados junto às instituições financeiras no Brasil e no exterior. iii. Desinvestimentos relevantes em andamento e desinvestimentos previstos A Companhia não antevê desinvestimentos em qualquer de suas principais áreas de negócios. b) Desde que já divulgada, indicar a aquisição de plantas, equipamentos, patentes ou outros ativos que devam influenciar materialmente a capacidade produtiva do emissor 48 Manual da AGO/E 2012 Anexo 1 Ao longo de 2010 anunciamos a aquisição de operações industriais na África do Sul, como parte da aquisição do Zest Group, e o aumento de nossa participação no capital da Voltran, um fabricante de transformadores baseado no México. Além disso, no início de 2011 iniciamos a produção em nossa nova fábrica de motores elétricos na Índia. No final de 2011 anunciamos a aquisição da Electric Machinery, empresa norteamericana com mais de 100 anos de experiência na fabricação de máquina elétricas girantes de grande porte, incorporando capacidade produtiva nos Estados Unidos da América, capacidade de penetração em importantes clientes globais e tecnologia de desenvolvimento de equipamentos de alta tensão. Adicionalmente, anunciamos a criação da joint venture WEG Cestari e a aquisição da Watt Drive da Áustria, para o desenvolvimento da oferta de redutores de velocidade e motorredutores. Estas duas transações também agregara, além da capacidade produtiva, forte componente tecnológico. c) novos produtos e serviços, indicando: i. descrição das pesquisas em andamento já divulgadas Nossos mercados estão passando por constantes transformações tecnológicas e nossos esforços em pesquisa e desenvolvimento incluem dispêndios voltados ao desenvolvimento de novos produtos, ao aprimoramento contínuo de produtos já disponíveis, na engenharia da aplicação e adaptação de produtos e sistemas, e no aprimoramento dos nossos processos industriais. Não antevemos a introdução de novos produtos fora de nosso foco principal de negócios, conforme anteriormente descrito. ii. montantes totais gastos pelo emissor em pesquisas para desenvolvimento de novos produtos ou serviços Em 2011 os dispêndios em pesquisa e desenvolvimento, incluindo pesquisa de novos materiais, novos produtos, evoluções em linhas de produtos existentes e pesquisa para melhoria nos processos produtivos, somaram R$ 134,8 milhões, representando 2,5% da Receita Operacional Líquida. iii. projetos em desenvolvimento já divulgados O desenvolvimento de produtos elétricos tem como linha mestra o aumento da eficiência industrial e energética. Por exemplo, identificamos oito tendências no desenvolvimento tecnológico de motores elétricos industriais: (i) redução de ruído (ii) aumento de rendimento (iii) velocidade variável (iv) alta rotação / alta potência Manual da AGO/E 2012 49 Anexo 1 (v) baixa rotação / alto torque (vi) novos materiais (vii) motor eletrônico (viii) novas tecnologias. Como exemplo de projeto de desenvolvimento tecnológico divulgado recentemente que inclui diversas das tendências anteriormente mencionas citamos o desenvolvimento de sistema de tração para veículos elétricos híbridos e puramente elétricos. Entre as tecnologias inovadoras estão o desenvolvimento de um sistema de tração mais leve, compacto e eficiente em comparação aos existentes e de um novo sistema de refrigeração que permita a redução de peso e aumento da confiabilidade. Neste projeto a WEG obterá recursos do BNDES, na linha inovação tecnológica, e da Finep, na linha de subvenção econômica. Existem ainda outras pesquisas ligadas aos demais produtos de nossa linha, incluindo o desenvolvimento de máquinas elétricas girante de grande potência, inversores e conversores para aplicações em novas energias e produtos para aplicação no conceito de smart grid. iv. montantes totais gastos pelo emissor no desenvolvimento de novos produtos ou serviços O desenvolvimento de novos produtos e serviços está intimamente relacionado ao nosso esforço de pesquisa e desenvolvimento, cujos valores foram descriminados no item 10.c.ii acima. 10.11. Outros fatores com influência relevante Não se aplica. 50 Manual da AGO/E 2012 Anexo 2 Destinação do Lucro Líquido (Em R$ mil) 2011 1. Lucro Líquido do Exercício 2. Dividendos 2.1. Montante global dos dividendos 2.2. Dividendos e juros s/ capital próprio/ação 3. % do lucro líquido do exercício distribuído 4. Montante global e valor por ação de dividendos distribuídos com base em lucro de exercícios anteriores 5. Dividendos e juros s/ capital próprio (deduzido dos dividendos antecipados e JSCP já declarados): 5.a) Dividendos Brutos por ação de cada espécie/classe 5.b)Forma e prazo de pagamento dos dividendos e juros sobre o capital próprio 5.c) eventual incidência de atualização e juros sobre os dividendos e juros sobre o capital próprio 5.d) Data da declaração de pagamento dos dividendos e juros sobre o capital próprio considerada para identificação dos acionistas que terão direito ao seu recebimento 6. Dividendos ou juros s/ capital próprio com base em lucros apurados em balanços semestrais ou em períodos menores: 6.a) Dividendos e Juros sobre o capital próprio já declarados 6.b) Data do pagamento 7. Valores por ação (somente ordinárias): 7.a) Lucro líquido do exercício 7.b)Dividendos/Juros s/ capital próprio distribuídos 8. Destinação para reserva legal: 8.a) Montante destinado à reserva legal 8.b) Forma de cálculo da reserva legal 9. Dividendos para ações preferenciais 10. Dividendo obrigatório: 586.936 339.031 0,54641176 57,76% Não se aplica 0,14000000 Forma: Pagamento em espécie Prazo: 14/03/12 Não se aplica Dividendos complementares 2011 – 15/02/12 JCP 1T11 – R$ 42.368 JCP 2T11 – R$ 47.443 Dividendos Intermediários – R$ 60.179 JCP 3T11 – R$ 51.092 JCP 4T11 – R$ 51.092 1º Semestre/11 – 17/08/11 2º Semestre/11 – 14/03/12 2011 0,95 0,5464 2010 0,84 0,4935 29.347 25.989 5% s/ L.L 5% s/ L.L Não se aplica - a Companhia possui somente ações ordinárias 2009 0,89 0,4847 27.420 5% s/ L.L Manual da AGO/E 2012 51 Anexo 2 10.a) Forma de cálculo prevista no estatuto 10.b) Informa se está sendo pago integralmente 10.c) Montante eventualmente retido 11. Informações sobre a retenção do dividendo obrigatório devido à situação financeira da Companhia 12. Reserva de Contingência 13. Reserva de Lucros a realizar 14. Reservas Estatutárias 15. Retenção de lucros prevista em orçamento de capital - reserva (Reversão) de reserva para expansão 16. Reserva de incentivos fiscais 52 Manual da AGO/E 2012 O estatuto social da Companhia determina a distribuição de um dividendo mínimo de 25% do lucro líquido do exercício ajustado na forma do art. 202 da Lei nº 6.404/76 a ser distribuído a todas as ações da Companhia. Sim. Não se aplica. Não se aplica. Não se aplica. Não se aplica. Não se aplica. 273.389 Não se aplica. 239.967 223.412 Anexo 2 Reserva para Orçamento de Capital Propomos submeter à apreciação da AGO/E, constituir Reserva para Orçamento de Capital no montante de R$ 273.389 (Lei das Sociedades Anônimas, artigo 196 e Lei 10.303/01, artigo 202, § 6º), face ao Plano de Investimentos / Orçamento de Capital. O Plano de Investimentos / Orçamento de Capital para 2012 prevê: a) Investimentos (Imobilizado) previstos orçamento 2012 - Máquinas equipamentos ferramentas e dispositivos - Informática (hardware e software) - Construções e instalações - Controladas no Exterior - Outros 293.016 165.913 8.984 49.563 52.877 15.679 b) Intangível 671 c) Investimentos (circulantes) previstos orçamento 2012 328.433 d) Total investimentos previstos (a + b + c) 622.120 e) Fontes de Recursos - Próprios (reserva para orçamento de capital) - Terceiros (financiamentos) 622.120 273.389 348.731 Manual da AGO/E 2012 53 Anexo 3 12.6. Informações sobre os candidatos indicados a membros do Conselho de Administração Nome Idade Décio da Silva Nildemar Secches Martin Werninghaus Miriam Voigt Schwartz Moacir Rogério Sens Douglas Conrado Stange Dan Iochpe Wilson Pinto Ferreira Junior 55 63 51 49 68 66 46 53 Profissão Industrial Industrial Empresário Empresário Empresário Empresário Industrial Industrial CPF 344.079.289-72 589.461.528-34 485.646.309-82 514.080.829-34 019.552.339-34 006.287.949-91 439.240.690-34 012.217.298-10 Cargo Eletivo Ocupado Presidente Vice-Presidente Membro Membro Membro Membro Membro Membro Data da Eleição / Posse 24/04/12 24/04/12 24/04/12 24/04/12 24/04/12 24/04/12 24/04/12 24/04/12 Prazo do Mandato 02 Anos 02 Anos 02 Anos 02 Anos 02 Anos 02 Anos 02 Anos 02 Anos Indicado Outros por Cargos Controlador Sim 1 Sim 2 Sim 1 Sim 1 Sim 2 Sim 2 Sim 2 Não 2 1 Participam do Conselho de Administração das controladas WEG Equipamentos Elétricos S.A., RF Reflorestadora Ltda; WEG Amazônia S.A. 2 Não exercem outros cargos. 12.7. Informações sobre os membros dos comitês estatutários, bem como dos comitês de auditoria, de risco, financeiro e de remuneração. A Companhia não possui comitês específicos. Todos os assuntos são apresentados e discutidos nas reuniões do Conselho de Administração. 54 Manual da AGO/E 2012 Anexo 3 12.8. Informações em relação a cada um dos indicados a membros do Conselho de Administração. 12.8.a. Currículo de cada um dos candidatos para o Conselho de Administração. DÉCIO DA SILVA – Presidente Formação Acadêmica: • Bacharel em Engenharia Mecânica – Universidade Federal de SC/UFSC • Bacharel em Administração de Empresas – FURJ – Joinville/SC • INSEADE – Programa de Gestão Avançada – Fundação Dom Cabral/Inseade (Brasil/França) Experiências Profissionais: No Grupo WEG: • 1979 a 1979 - Assistente da divisão de Controle de Qualidade • 1980 a 1980 - Chefe da Seção de Controle de Qualidade • 1980 a 1982 - Gerente do Departamento de Fabricação • 1982 a 1985 - Gerente do Departamento Produção Eletromecânica • 1985 a 1986 - Diretor de Produção • 1986 a 1988 - Diretor Regional WEG (SP) • 1988 a 1989 - Diretor de Vendas • 1989 a 2007 - Diretor Presidente Executivo • A partir de 2008 - Presidente do Conselho de Administração. Em Outras Companhias (anteriormente): • 2008 a 2010 - Membro do Conselho de Administração do Grupo Algar Em Outras Companhias (atualmente): • Membro do Conselho de Administração da BRF – Brasil Foods S.A. • Membro do Conselho de Administração da Iochpe Maxion S.A. • Presidente Conselho de Administração da Oxford S.A. • Membro do Conselho de Administração da TECSIS Tecnologia e Sistemas Avançados S.A. • Diretor da WPA Participações e Serviços S.A. • Presidente do Conselho de Administração da WPA Participações e Serviços S.A. Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Manual da AGO/E 2012 55 Anexo 3 NILDEMAR SECHES – Vice-Presidente Formação Acadêmica: • Bacharel em Engenharia Mecânica – USP de São Carlos • Especialização em Finanças – PUC do Rio de janeiro • Doutorado em Economia – Unicamp de Campinas Experiências Profissionais: No Grupo WEG: • Foi Presidente do Conselho de Administração • Atualmente - Membro do Conselho de Administração Em Outras Companhias (anteriormente): • Diretor Presidente da atual BRF - Brasil Foods S.A. e Diretor do BNDES Em Outras Companhias (atualmente): • Presidente do Conselho de Administração da BRF – Brasil Foods S.A. • Membro Conselho de Administração da Ultrapar Participações S/A. • Membro Conselho de Administração da Iochpe Maxion S/A. • Membro Conselho de Administração da Suzano Papel e Celulose S.A. Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. 56 Manual da AGO/E 2012 Anexo 3 MARTIN WERNINGHAUS – Membro Formação Acadêmica: • Bacharel em Economia - Fundação Educacional e Regional de Joinville/SC • Especialização em Administração de Empresas – Escola Superior de Administração e Gerência – ESAG Experiências Profissionais: No Grupo WEG: • 1984 a 1986 - Chefe da Seção de Apoio a Vendas • 1986 a 1988 - Gerente de Vendas – WEG Transformadores • 1988 a 1991 - Diretor Regional da WEG S.A. - SP • 1991 a 1998 - Diretor Superintendente da WEG Transformadores • 1998 a 2002 - Diretor de Produção da WEG Motores • 2002 a 2004 - Diretor Superintendente da WEG Euro (Portugal) • 2004 a 2006 - Diretor Superintendente da WEG Química • Atualmente - Membro do Conselho de Administração Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): • Membro do Conselho de Administração da WPA Participações e Serviços S.A. Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Manual da AGO/E 2012 57 Anexo 3 MIRIAM VOIGT SCHWARTZ – Membro Formação Acadêmica: • Bacharel em Odontologia - Universidade Federal de SC – UFSC • Especialização em Odontopediatria – Associação Odontológica do Norte do Paraná Experiências Profissionais: No Grupo WEG: • Atualmente - Membro do Conselho de Administração Em Outras Companhias (anteriormente): • Diretora da WPA Participações e Serviços S.A. Em Outras Companhias (atualmente): • Coordenadora do Conselho de Família da WPA Participações e Serviços S.A. • Dentista Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. 58 Manual da AGO/E 2012 Anexo 3 MOACYR ROGÉRIO SENS – Membro Independente Formação Acadêmica: • Bacharel em Engenharia Mecânica Universidade Federal de SC/UFSC Experiências Profissionais: No Grupo WEG: • 1968 a 1969 - Projetista de Máquinas e Ferramentas • 1969 a 1972 - Chefe do Departamento de Controle de Qualidade • 1972 a 1974 - Chefe do Departamento de Planejamento Controle de Produção • 1974 a 1975 - Gerente da Divisão de Engenharia • 1975 a 1977 - Gerente da Fábrica III • 1977 a 1978 - Gerente da Divisão de Tecnologia • 1978 a 2006 - Diretor Técnico do Grupo WEG • 1986 a 1991 - Diretor superintendente da WEG Automação • 1994 a 2005 - Diretor Superintendente da WEG Motores • Desde 2007 é membro do Conselho de Administração. Em Outras Companhias (anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (atualmente): • Membro do Conselho de Administração da Intelbrás S.A. • Presidente do Conselho de Curadores da Fundação CERTI – Centro de Referência de Tecnologias Inovadoras. Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Manual da AGO/E 2012 59 Anexo 3 DOUGLAS CONRADO STANGE – Membro Formação Acadêmica: • Bacharel em Administração – Fundação Universitária de Joinville/SC • Especialização em Administração de Empresas – Escola Superior de Administração e Gerência - Florianópolis/SC Experiências Profissionais: No Grupo WEG: • 1967 a 1970 – Auxiliar de Escritório • 1970 a 1974 – Chefe da Seção de Custos e Orçamento • 1974 a 1978 – Gerente de Planejamento, Orçamento, Custos e Finanças • 1978 a 1979 – Gerente da Divisão de Contabilidade e Custos • 1979 a 1984 - Diretor de Controle • 1984 a 1994 - Diretor Superintendente WEG Motores • 1994 a 2007 - Diretor Superintendente WEG Exportadora • 2007 a 2008 - Diretor Superintendente WEG Motores • Desde 2009 é membro do Conselho de Administração. Em Outras Companhias (anteriormente): • Operador de som da Rádio Jaraguá/SC • Sócio Gerente da Eletro Produtos Wersta / Jaraguá do Sul/SC • Presidente do Conselho de Administração da TRAFO Equipamentos Elétricos S.A. Em Outras Companhias (atualmente): Inexistente Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. 60 Manual da AGO/E 2012 Anexo 3 DAN IOCHPE – Membro Independente Formação Acadêmica: • Bacharel em Jornalismo – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) • Especialização e Marketing – Escola Superior de Propaganda e Marketing de SP (ESPM) • MBA na Amos Tuck School, Dartmouth Colege (EUA) Experiências Profissionais: Em Outras Companhias (anteriormente): • • • • • • • Departamento de Marketing da RBS Área de Vendas e Marketing - Iochpe-Maxion S.A. Summer Internship - Procter e Gamble (Chile) Área de desenvolvimento de novos negócios - Iochpe-Maxion S.A. Superintendência da Divisão de Máquinas Agrícolas da Iochpe-Maxion S.A. Presidente da AGCO do Brasil. Diretor Geral de Operações - Iochpe-Maxion S.A. Em Outras Companhias (atualmente): • Presidente da Iochpe-Maxion S.A. Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Manual da AGO/E 2012 61 Anexo 3 WILSON PINTO FERREIRA JUNIOR – Membro Independente Formação Acadêmica: • Bacharel em Administração de Empresas – Universidade Mackenzie • Bacharel em Engenharia Elétrica – Escola de Engenharia da Universidade Mackenzie • Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho - Universidade Mackenzie • Especialização em Marketing - Fundação Getúlio Vargas • Especialização em Administração de Distribuição de Energia Elétrica – Swedixh Power Co. • Mestrado em Engenharia - Universidade de São Paulo - USP Experiências Profissionais: Em Outras Companhias (anteriormente): • Presidente do Conselho de Administração da Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) • Presidente do Conselho de Administração da Bandeirante Energia S.A. • Presidente da Rio Grande Energia S.A. • Presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE) Em Outras Companhias (atualmente): • Membro do Conselho de Administração da Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) • Diretor Presidente do Grupo CPFL Energia e controladas • Vice Presidente da Associação Brasileira de Infra-Estrutura e Indústria de Base (ABDIB) Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. 62 Manual da AGO/E 2012 Anexo 3 12.8.b. Descrição de qualquer condenação: (i) criminal, (i) processo administrativo da CVM e penas aplicadas (iii) transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer. Todos os Administradores declaram a inexistência de qualquer condenação que os tenham suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer. 12.9 Informar a existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o segundo grau. Com exceção da Sra. Miriam Voigt Schwartz membro do Conselho de Administração e o Diretor Vice-Presidente Sr. Sérgio Luiz Silva Schwartz, que são casados sob o regime de comunhão universal de bens, não há relação familiar entre (i) nossos administradores, (ii) nossos administradores e administradores de controladas diretas e indiretas da Companhia, (iii) nossos administradores ou administradores de nossas controladas diretas ou indiretas com controladores diretos ou indiretos de nossa companhia. (iv) administradores da Companhia e administradores das controladoras diretas ou indiretas da Companhia. 12.10 Informar sobre relações de subordinação, prestação de serviços ou controle mantidas nos últimos 03 exercícios sociais, entre administradores da Companhia e (i) sociedades controladas direta ou indiretamente pela Companhia, (ii) controlador direto ou indireto da Companhia, (iii) fornecedor, cliente, devedor ou credor da Companhia (caso seja relevante). Não se aplica. Manual da AGO/E 2012 63 Anexo 4 13. REMUNERAÇÃO DOS ADMINISTRADORES Os valores apresentados estão expressos em milhares de reais, exceto se indicado de outra forma. 13.1. Descrever as políticas ou práticas de remuneração do conselho de administração, da diretoria estatutária e não estatutária, do conselho fiscal, dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, de risco, financeiro e de remuneração Objetivos da política ou prática de remuneração A política de remuneração da Companhia para seus administradores objetiva atrair e reter profissionais qualificados, com competência e perfil adequado às características e necessidades do negócio. Conselho de Administração e Diretoria Executiva - A remuneração tem por objetivo retribuir a contribuição pela atuação de cada membro na continuidade e desenvolvimento dos negócios organizacionais sob sua responsabilidade, bem como na obtenção dos resultados e do desempenho alcançados pela Companhia. Conselho Fiscal - A remuneração objetiva remunerar cada membro pelo desempenho de suas funções legais e estatutárias. Não há remuneração variável para o Conselho Fiscal. Composição da remuneração b.i.) Descrição dos elementos da remuneração e os objetivos de cada um deles Remuneração do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva Remuneração fixa – Os membros do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva recebem remuneração fixa, estabelecida de acordo com a legislação específica, as determinações estatutárias e o padrão de mercado. No estabelecimento do montante individual a ser pago mensalmente consideram-se as responsabilidades; o tempo dedicado às suas funções; sua competência e reputação profissional e o valor dos seus serviços no mercado sendo diferenciadas de acordo com as funções específicas e responsabilidades inerentes a cada cargo. A remuneração considera ainda pesquisas de mercado e o alinhamento estratégico da Organização. Remuneração Variável - Os membros do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva recebem ainda remuneração variável contingente ao atingimento de metas e indicadores de desempenho. Tal forma de remuneração 64 Manual da AGO/E 2012 Anexo 4 promove o compartilhamento dos resultados de forma coerente e transparente e promove o alinhamento dos interesses da Companhia, dos Administradores e dos acionistas, de acordo com as melhores práticas de gestão e de governança corporativa. Remuneração do Conselho Fiscal A remuneração dos membros do Conselho Fiscal obedece ao contido no § 3º do Art. 162 da lei nº 6.404/76 e é fixado pela Assembleia Geral que os eleger, com base em proposta do Conselho de Administração, não sendo inferior a 10% do que em média for atribuída a cada Diretor, não computados benefícios, verbas de representação e participação nos lucros. Além disso, os reembolso de todas as despesas de estadia e locomoção vinculadas ao exercício das atribuições que fora eleito. A Assembleia Geral Ordinária de 26 de abril de 2011 estabeleceu o valor mensal individual no montante de R$ 5.375,00. Propõe-se para a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária de 2012 o valor mensal individual no montante de R$ 5.550,00. b.ii.) Qual a proporção de cada elemento da remuneração Em 2011, a remuneração fixa do Conselho de Administração correspondeu, em média, a 63% da remuneração total, enquanto a remuneração variável respondeu por 37%. Para a Diretoria Executiva a remuneração fixa em 2011 respondeu por 72% e a remuneração variável respondeu por 23% da remuneração total. Para o Conselho Fiscal a remuneração é 100% fixa. b.iii.) metodologia de cálculo e de reajuste da cada um dos elementos da remuneração Remuneração fixa – Conforme anteriormente discutido, no estabelecimento do montante individual a ser pago mensalmente considera-se as responsabilidades; o tempo dedicado às suas funções; sua competência e reputação profissional e o valor dos seus serviços no mercado. Periodicamente a Companhia realiza pesquisa de remuneração conduzida por empresa especializada. Remuneração Variável - A remuneração variável decorre da participação nos resultados e está prevista no estatuto social, artigo 38 que estabelece o valor máximo, observada as restrições legais, de até 10% (dez por cento) do lucro líquido, não ultrapassando a remuneração anual dos administradores, Manual da AGO/E 2012 65 Anexo 4 prevalecendo o limite que for menor (§ 1º do artigo 152 da Lei das Sociedades por Ações). b.iv.) razões que justificam a composição da remuneração O balanceamento entre os componentes fixos e variáveis da remuneração dos Administradores busca, ao mesmo tempo, atrair e reter talentos e estimular a criação de valor para a Companhia pelo compartilhamento de riscos e resultados. principais indicadores de desempenho que são levados em consideração na determinação de cada elemento da remuneração. Anualmente o Conselho de Administração estabelece o critério para a participação nos resultados a ser distribuída aos administradores (Diretoria Executiva e Conselho de Administração). A participação nos resultados é calculada sobre o lucro líquido consolidado, com percentual de 0,0% a 2,5%, de acordo com o indicador de desempenho “resultado da atividade após participação nos lucros e impostos sobre o capital investido” desde que seja, no mínimo, 10% no ano de 2012 (12% no ano de 2011). Capital investido é a somatória dos ativos e passivos de giro e imobilizado. como a remuneração é estruturada para refletir a evolução dos indicadores de desempenho Conforme discutido anteriormente, a remuneração total dos Administradores busca, ao mesmo tempo, atrair e reter talentos e estimular a criação de valor para a Companhia pelo compartilhamento de riscos e resultados. Como também anteriormente discutido, a remuneração fixa é baseada e fatores como experiência e condições de mercado, enquanto a remuneração variável é contingente de metas específicas de retorno sobre o capital investido. A evolução contínua do padrão operacional da Companhia está incluída no estabelecimento das metas anuais de retorno que contingenciam a remuneração variável. como a política ou prática de remuneração se alinha aos interesses do emissor de curto, médio e longo prazo A remuneração variável dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva está atrelada a metas e indicadores de desempenho a serem atingidas, promovendo o alinhamento dos interesses destes com aqueles da Companhia no sentido de criação de valor, estando em linha com as melhores práticas de gestão e de governança corporativa. 66 Manual da AGO/E 2012 Anexo 4 existência de remuneração suportada controladores diretos ou indiretos. por subsidiárias, controladas ou Os administradores recebem remuneração tanto da WEG S.A., companhia controladora, como da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A.. As informações sobre a remuneração obtida na controladora são apresentadas nos itens 13.2 a 13.14, enquanto que as informações sobre a remuneração obtida na controlada, bem como os valores consolidados, são apresentadas no item 13.15. Os valores consolidados apresentados no item 13.15 consideram apenas a remuneração obtida pelos administradores estatutários da WEG S.A.. Não estão incluídas as informações percebidas por outros administradores de companhias controladas, direta ou indiretamente, pela WEG S.A. existência de qualquer remuneração ou benefício vinculado à ocorrência de determinado evento societário, tal como a alienação do controle societário do emissor. Não se aplica. Manual da AGO/E 2012 67 Anexo 4 13.2. Apresentação, em forma de tabela, a remuneração reconhecida no resultado dos 03 últimos exercícios sociais e à prevista para o exercício social corrente do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal. Remuneração (1) (em R$ Mil) Ano 2009 2010 2011 2012 Proposta Órgão Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Total Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Total Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Total Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Total Nº de Membros 7,00 3,00 7,00 17,00 7,00 4,33 11,17 22,50 7,00 3,00 11,00 21,00 7,66 3,00 12,00 22,66 Fixa Anual Variável PróBenefícios labore Total 1.077 167 370 1.614 1.052 256 528 1.837 1.124 229 577 1.930 1.500 200 750 2.450 1.109 167 370 1.646 1.087 256 528 1.872 1.124 229 578 1.931 1.500 200 750 2.450 32 32 35 35 1 1 - Participação nos lucros 581 200 781 484 243 727 647 332 979 1.500 700 2.200 Total 581 200 781 484 243 727 647 332 979 1.500 700 2.200 Benefícios pósemprego n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. Benefícios Remuneração pela baseada em cessação de ações (2) cargo n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. Total 1.690 167 570 2.427 1.571 256 771 2.598 1.771 229 910 2.910 3.000 200 1.450 4.650 (1) Este quadro apresenta as informações referentes à remuneração dos administradores percebida na empresa WEG S.A.. Estes administradores também percebem remuneração pela controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A.. As informações sobre esta remuneração adicional da controlada, bem como os valores consolidados estão descritas no item 13.15. 68 Manual da AGO/E 2012 Anexo 4 (2) A Companhia adotou, após aprovação na Assembleia Geral Extraordinária de 22.02.2011, o Plano de Opções de Compra de Ações (ver Item 13.16 para a descrição completa do “Plano”), que prevê a outorga de opções de compra de ações de acordo com o número de ações adquiridas por cada administrador durante um período pré-estabelecido. Desta forma, o número de opções eventualmente outorgadas não tem relação com a remuneração obtida por cada administrador e, portanto, é entendimento da Companhia que este Plano não se configura em um “plano de remuneração baseado em ações”. Ainda assim, e no sentido de prover todas as informações necessárias para o exercício do direito de voto dos acionistas, a Companhia está apresentado as informações solicitadas pela Instrução CVM 480/09. Manual da AGO/E 2012 69 Anexo 4 13.3. Apresentação, em forma de tabela, a remuneração variável dos 3 exercícios sociais e à prevista no exercício social corrente. Exercício de 2009 (Em R$ Mil) Órgão Nº de Membros Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - Valor Máximo Previsto no plano de remuneração - Valor previsto no plano de remuneração (até 100% do honorário fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado Conselho de Administração 7,00 Conselho Fiscal 3,00 Diretoria Estatutária 7,00 315 1.111 N/A N/A 108 382 423 1.493 1.111 581 N/A N/A 382 200 1.493 781 Conselho de Administração 7,00 Conselho Fiscal 4,33 Diretoria Estatutária 11,17 969 N/A N/A 487 1.456 969 484 N/A N/A 487 243 1.456 727 Total 17,00 ‘ Exercício de 2010 (Em R$ Mil) Órgão Nº de Membros Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - Valor Máximo Previsto no plano de remuneração - Valor previsto no plano de remuneração (até 100% do honorário fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado 70 Manual da AGO/E 2012 Total 22,50 Anexo 4 Exercício de 2011 (Em R$ Mil) Órgão Nº de Membros Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - Valor Máximo Previsto no plano de remuneração - Valor previsto no plano de remuneração (até 100% do honorário fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado Conselho de Administração 7,00 Conselho Fiscal 3,00 Diretoria Estatutária 11,00 992 n.a. n.a. 510 1.502 992 647 n.a. n.a. 510 332 1.502 979 Total 21,00 Exercício de 2012 - Proposta (Em R$ Mil) Órgão Nº de Membros Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - Valor Máximo Previsto no plano de remuneração - Valor previsto no plano de remuneração (até 100% do honorário fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado Conselho de Conselho Administração Fiscal 7,66 3,00 0,0% sobre o lucro líquido 2,5% sobre o lucro líquido 2,5% sobre o lucro líquido - n.a. n.a. n.a. n.a. Diretoria Estatutária 12,00 Total 22,66 0,0% sobre o lucro líquido 2,5% sobre o lucro líquido 2,5% sobre o lucro líquido - Manual da AGO/E 2012 71 - Anexo 4 13.4. Em relação ao plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária, em vigor no último exercício social e previsto para o exercício social corrente, descrever: A Companhia adotou, após aprovação na Assembleia Geral Extraordinária de 22.02.2011, o Plano de Opções de Compra de Ações (o “Plano”), que prevê a outorga de opções de compra de ações de acordo com o número de ações adquiridas por cada administrador durante um período pré-estabelecido. Desta forma, o número de opções eventualmente outorgadas não tem relação com a remuneração obtida por cada administrador, e, portanto, é entendimento da Companhia que este Plano não se configura em um “plano de remuneração baseado em ações”.. Ainda assim, e no sentido de prover todas as informações necessárias para o exercício do direito de voto dos acionistas, a Companhia está apresentado as informações solicitadas pela Instrução CVM 480/09. As demonstrações financeiras encerradas em 31 de dezembro de 2011 detalham as opções outorgadas no âmbito deste Plano, conforme nota explicativa 15. Estas informações foram reproduzidas abaixo para fins informativos. a) termos e condições gerais O Conselho de Administração poderá aprovar, semestralmente, seguindo a atual política de distribuição de dividendos da Companhia, Programas de Opção de Compra de Ações (“Programas”), nos quais serão definidos os participantes, o número de opções, o preço de exercício, a distribuição das opções, a data de vigência e as demais regras específicas de cada Programa, observadas as linhas básicas do Plano. Quando do lançamento de cada Programa, o Conselho de Administração fixará os termos e as condições de cada Opção em Contrato de Outorga de Opção de Compra de Ações e Outras Avenças (“Contrato”), a ser celebrado entre a Companhia e cada Participante, com referência ao Programa estabelecido pelo Conselho de Administração. O Contrato deverá definir pelo menos as seguintes condições: a) o número de ações que o Participante terá direito de adquirir com o exercício da opção e o preço por ação, de acordo com o Programa; b) o prazo durante o qual a opção não poderá ser exercida e as datas-limite para o exercício total ou parcial da opção e em que os direitos decorrentes da Opção expirarão; 72 Manual da AGO/E 2012 Anexo 4 c) eventuais normas sobre quaisquer restrições à transferência das ações adquiridas como condição de participação no Plano e disposições sobre penalidades para o descumprimento destas restrições; e d) quaisquer outros termos e condições que se fizerem necessários, observadas as diretrizes gerais deste Plano. Como pré-condição para participação em cada Programa, o Participante terá de investir 20% (vinte por cento), ou 40% (quarenta por cento) ou 60% (sessenta por cento) de sua remuneração variável no período, em ações da Companhia (as “Ações Investidas”). Para fins deste Plano, o termo "remuneração variável" significa o valor líquido recebido pelo Participante a título de Participação nos Lucros e Resultados (“PLR”) da Companhia, de acordo com os critérios de distribuição e as metas de desempenho definidas periodicamente pela Companhia. A Companhia outorgará, a cada Participante, Opções de compra de ações proporcionalmente ao número de Ações Investidas, a saber: a) No caso do participante investir do seu PLR um percentual igual ou maior que 20% (vinte por cento) e menor que 40% (quarenta por cento) na compra de ações (Ações Investidas), a quantidade de opções de compra de ações a serem outorgadas será igual ao número de Ações Investidas adquiridas pelo participante. b) No caso do participante investir do seu PLR um percentual igual ou maior que 40% (quarenta por cento) e menor que 60% (sessenta por cento) na compra de ações (Ações Investidas), a quantidade de opções de compra de ações a serem outorgadas será igual a uma vez e meia (1,5) ao número de Ações Investidas adquiridas pelo participante. c) No caso do participante investir do seu PLR um percentual igual ou maior que 60% (sessenta por cento) e até 100% (cem por cento) na compra de ações (Ações Investidas), a quantidade de opções de compra de ações a serem outorgadas será igual a duas vez (2,0) ao número de Ações Investidas adquiridas pelo participante. O Conselho de Administração poderá alterar os percentuais do PLR a serem investidos, bem como o múltiplo de Opções a serem outorgadas a cada Participante em função do número de Ações Investidas, quando da aprovação de cada Programa. As outorgas fixadas em cada Programa não serão necessariamente, iguais para cada participante, nem por equidade ou equiparação, nem divididas pro rata. Manual da AGO/E 2012 73 Anexo 4 O participante terá o prazo de 15 (quinze) dias contados da data em que a Companhia lhe efetuar o pagamento ou crédito do PLR para adquirir as Ações Investidas e informar à Companhia dentro do mesmo prazo. b) principais objetivos do plano O Plano de Opções de Compra de Ações (“Plano”) tem por objetivo a outorga de Opções de compra de ações de emissão da WEG S.A. (“Companhia”) a diretores da Companhia ou de suas controladas sediadas no Brasil, com o objetivo de atraí-los, motivá-los e retê-los, bem como alinhar seus interesses aos interesses da Companhia e de seus acionistas. c) forma como o plano contribui para esses objetivos Este Plano prevê a outorga de opções de compra de ações de acordo com o número de ações adquiridas por cada administrador durante um período préestabelecido. Estas ações devem ser mantidas por períodos que variam entre 2 e 4 anos para que as opções possam ser exercidas. Ao estimular que os administradores se tornem acionistas de longo prazo o Plano contribui para alinhar os interesses destes administradores com os dos demais acionistas e da Companhia como um todo. d) como o plano se insere na política de remuneração do emissor O Plano prevê a outorga de opções de compra de ações de acordo com o número de ações adquiridas por cada administrador durante um período préestabelecido Desta forma, o número de opções eventualmente outorgadas não tem relação com a remuneração obtida por cada administrador, e, portanto, é entendimento da Companhia que este Plano não se configura em um “plano de remuneração baseado em ações”. Ainda assim, a Companhia entende que o Plano é parte das condições que permitem atrair, motivar e reter talentos, bem como alinhar seus interesses aos interesses da Companhia e de seus acionistas. e) como o plano alinha os interesses dos administradores e do emissor a curto, médio e longo prazo Conforme descrito no item c acima, este Plano prevê a outorga de opções de compra de ações de acordo com o número de ações adquiridas por cada administrador durante um período pré-estabelecido. Estas ações devem ser mantidas por períodos que variam entre 2 e 4 anos para que as opções possam ser exercidas. Ao estimular que os administradores se tornem acionistas de longo prazo o Plano contribui para alinhar os interesses destes administradores com os dos demais acionistas e da Companhia como um todo. 74 Manual da AGO/E 2012 Anexo 4 f) número máximo de ações abrangidas O número máximo de opções de compra de ações a serem outorgados pelo Plano está limitado a um máximo de 2% (dois por cento) do total das ações representativas do Capital Social da Companhia. O Conselho de Administração estabelecerá o critério de rateio das opções entre os Participantes, sempre que a quantidade total de opções possa ultrapassar o nível quantitativo aqui estabelecido. Exercida a Opção, o Conselho de Administração definirá se o capital social da Companhia deverá ser aumentado mediante a emissão de novas ações a serem subscritas pelos Participantes, de acordo com o art. 166, inciso III, da Lei nº. 6.404/76 ou se serão utilizadas para liquidação do exercício das Opções de Compra de Ações mantidas em tesouraria, observada a regulamentação aplicável. Os acionistas, nos termos do que dispõe o art. 171, § 3º, da Lei nº. 6.404/76, não terão preferência na outorga e no exercício das Opções originárias do Plano. g) número máximo de opções a serem outorgadas Conforme informado no item f acima, o número máximo de opções de compra de ações a serem outorgados por este Plano está limitado a um máximo de 2% (dois por cento) do total das ações representativas do Capital Social da Companhia. h) condições de aquisição de ações As Opções poderão ser exercidas pelos Participantes dentro do prazo de 24 (vinte e quatro) meses a contar da data em que ocorrer o respectivo Vesting (“Prazo da Opção”). O exercício de cada Opção será feito mediante entrega do competente Termo de Exercício de Opção devidamente preenchido e assinado pelo Participante. Observada a Política de Negociação com Valores Mobiliários de Emissão da Companhia, o Diretor de Relações com Investidores poderá estabelecer a qualquer tempo restrições adicionais para o exercício das Opções em datas que antecedam a divulgação de fatos relevantes pela Companhia incluindo, mas não se limitando a datas que antecedam o encerramento do exercício social e a publicação de demonstrações financeiras da Companhia, datas compreendidas entre decisões de aumento de capital, distribuição de dividendos, bonificação em ação ou desdobramento e a publicação dos respectivos editais ou anúncios e outros datas nas quais seja recomendável a suspensão do exercício das Opções. As Opções não exercidas durante o Prazo da Opção restarão automaticamente extintas, de pleno direito, independentemente de aviso prévio ou indenização. Caso a última data fixada para exercício durante o Prazo da Opção coincida com período de vedação à negociação com valores mobiliários de emissão da Manual da AGO/E 2012 75 Anexo 4 Companhia, nos termos de sua Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante ou da legislação aplicável, o Prazo da Opção será prorrogado até a próxima data fixada pelo Conselho de Administração para o exercício das Opções. i) critérios para fixação do preço de aquisição ou exercício O preço de exercício das Opções será equivalente à média ponderada por volume de negociações das cotações de fechamento das ações ordinárias da Companhia, na BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBOVESPA: “WEGE3”), nos 20 (vinte) pregões anteriores ao último dia do mês anterior ao mês de aprovação do respectivo Programa. O Conselho de Administração poderá, a seu exclusivo critério, estabelecer um desconto de até 10% (dez por cento) sobre a média apurada, bem como estabelecer que o preço de exercício deva ser corrigido monetariamente, a partir da data-base de sua determinação, por meio de índice de preços a ser definido pelo Conselho de Administração da Companhia em cada Programa ou ainda estabelecer um preço de exercício com correção monetária pré-fixada. j) critérios para fixação do prazo de exercício A aquisição do direito ao exercício das Opções (“Vesting”) estará sujeita ao cumprimento cumulativo do Prazo de Retenção das Ações Investidas e dos prazos de carência de cada Programa. Desde que cumprido o Prazo de Retenção das Ações Investidas, o Vesting das opções ocorrerá em três parcelas anuais, iguais e consecutivas de 1/3 (um terço) cada uma, sendo a primeira parcela a partir do segundo aniversário de vigência do Programa e as demais parcelas a partir dos aniversários subsequentes, conforme indicado na tabela abaixo: Vesting das Opções (a partir da data de vigência de cada Programa) Antes do segundo aniversário A partir do segundo aniversário A partir do terceiro aniversário A partir do quarto aniversário Percentual de Opções Vested 0% 33,3% 66,6% 100% O Conselho de Administração poderá, com base nas projeções de evolução das cotações de bolsa de valores das ações da Companhia, bem como em outros fatores de mercado, alterar as regras de Vesting das Opções, quando da aprovação de novos Programas. k) forma de liquidação O pagamento deverá ser feito à vista, no ato da aquisição das ações, na forma determinada pelo Conselho de Administração em cada Programa, salvo na 76 Manual da AGO/E 2012 Anexo 4 hipótese de o Participante optar por vender imediatamente, em bolsa de valores, parte ou a totalidade das ações adquiridas, observadas as limitações previstas neste Plano, caso em que o pagamento poderá ser feito mediante a emissão pelo Participante de nota promissória pró-soluto com vencimento no primeiro dia útil após a liquidação financeira da transação. l) restrições à transferência das ações Não há restrição à transferência das ações adquiridas pela conversão das opções após os prazos definidos no Plano. m) critérios e eventos que, quando verificados, ocasionarão a suspensão, alteração ou extinção do plano O Plano entra em vigor imediatamente após a sua aprovação pela Assembleia Geral Extraordinária da Companhia, e poderá ser extinto, suspenso ou alterado, a qualquer tempo, por proposta aprovada pelo Conselho de Administração da Companhia. n) efeitos da saída do administrador dos órgãos do emissor sobre seus direitos previstos no plano de remuneração baseado em ações Em caso de Desligamento do Participante, todas as Opções que lhe tenham sido concedidas e que ainda não sejam exercíveis (“Opções Não-vested”) restarão automaticamente extintas, de pleno direito, independentemente de aviso prévio ou indenização. Não obstante, caberá ao titular o direito de exercer as Opções já exercíveis na data do Desligamento (“Opções Vested”), no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data do Desligamento. Para fins deste Plano, o termo “Desligamento” significa qualquer ato ou fato que ponha fim à relação jurídica do titular da Opção com a Companhia, exceto falecimento, invalidez permanente ou Desligamento Especial. Desligamento abrange, entre outras, as hipóteses de desligamento voluntário do Participante, pedido de demissão, renúncia ao cargo, substituição ou não reeleição como diretor e rescisão sem ou com justa causa de contrato de trabalho ou de prestação de serviços. No caso de Desligamento Especial do Participante, todas as Opções Vested poderão ser exercidas no prazo de 12 (doze) meses, contados da data de Desligamento Especial, mediante pagamento à vista, e todas as Opções Nãovested poderão ser exercidas em seus prazos e regras normais de Vesting. Considera-se “Desligamento Especial”, para os fins deste Plano, o encerramento da carreira do Participante na Companhia mediante aprovação caso-a-caso do Conselho de Administração, a seu exclusivo critério. Caso o pedido de Desligamento Especial seja de iniciativa do próprio Participante, ao avaliar o pedido o Conselho de Administração levará em consideração (i) a antecedência Manual da AGO/E 2012 77 Anexo 4 do pedido, a ser formulado com pelo menos 6 (seis) meses de antecedência; (ii) o eventual plano de atividade profissional pós-desligamento do Participante, que não deverá contemplar qualquer atividade concorrente às atividades desempenhadas pela Companhia; (iii) outras circunstâncias aplicáveis ao caso. A decisão do Conselho de Administração será discricionária e desvinculada das regras para aposentadoria por tempo de serviço ou por idade, no termos das regras da previdência oficial (INSS) ou das regras para suplementação de aposentadoria de qualquer plano privado eventualmente patrocinado pela Companhia. Na hipótese de vir a ser constatada a atuação do Participante em atividades concorrentes às atividades desempenhadas pela Companhia, o Conselho de Administração poderá declarar extintas, de pleno direito, independentemente de aviso prévio ou indenização, todas as Opções Não-vested que tenham sido concedidas ao Participante. No caso de falecimento ou invalidez permanente do Participante, todas as Opções Não-vested tornar-se-ão exercíveis antecipadamente. As Opções Vested ou Não-vested estender-se-ão aos seus herdeiros e sucessores, por sucessão legal ou por imposição testamentária, podendo ser exercidas no todo ou em parte pelos herdeiros, sucessores ou cônjuges meeiros do Participante, mediante pagamento à vista, pelo prazo de 12 (doze) meses a contar da data do falecimento. 13.5. Quantidade de Ações diretas e indiretas detidas por membros do conselho de Administração, Diretoria e Conselho Fiscal em 31/12/2011: Órgão Conselho de Administração - direta Diretoria Conselho Fiscal TOTAL Total de Ações Detidas (Somente Ações Ordinárias) 3.065.716 747.717 1.317.677 5.131.110 13.6. Em relação à remuneração baseada em ações reconhecida no resultado dos 3 últimos exercícios sociais e à prevista para o exercício social corrente, do conselho de administração e da diretoria estatutária: Conforme informado no item 13.4 acima a Companhia não possui um plano de remuneração baseada em ações. As opções outorgadas referem-se ao “Plano de Opções de Compra de Ações”. As demonstrações financeiras encerradas em 31 de dezembro de 2011, detalham as opções outorgadas no âmbito deste Plano, conforme nota explicativa 15. 78 Manual da AGO/E 2012 Anexo 4 EXERCÍCIO DE 2009 Não se aplica, o Plano de Opções de Compra de Ações foi aprovado em Assembleia Geral Extraordinária em 22.02.2011. EXERCÍCIO DE 2010 Não se aplica, o Plano de Opções de Compra de Ações foi aprovado em Assembleia Geral Extraordinária em 22.02.2011. EXERCÍCIO DE 2011 Membros Outorga de Opção de Compra de Ações data de outorga quantidade de opções outorgadas prazo para que as opções se tornem exercíveis prazo máximo para exercício das opções prazo de restrição à transferência das ações preço médio ponderado de exercício de opções: a) em aberto no início do exercício social b) perdidas durante o exercício social c) exercidas durante o exercício social d) expiradas durante o exercício social valor justo das opções na data de outorga diluição potencial em caso de exercício de todas as opções outorgadas Diretoria 16 15 Programa Programa Abril/11 Setembro/11 06/04/11 08/09/11 93.006 37.894 1/3 das opções a partir do 2º ano 1/3 das opções a partir do 3º ano 1/3 das opções a partir do 4º ano 06 anos 06 anos Não há restrição após a conversão das opções de ações n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. R$ 8,61 0,000150 R$ 6,60 0,000061 13.7. Em relação às opções em aberto do conselho de administração e da diretoria estatutária ao final do último exercício social EXERCÍCIO DE 2011 Diretoria Membros Opções ainda não exercíveis quantidade Data em que se tornarão exercíveis prazo máximo para exercício das opções prazo de restrição à transferência das ações preço médio ponderado de exercício valor justo das opções no último dia do exercício social Opção exercíveis 16 Programa Abril/11 15 Programa Setembro/11 93.006 A partir de 07/04/2013 06 anos n.a. R$ 24,34 R$ 4,35 37.894 A partir de 09/09/2013 06 anos n.a. R$ 20,45 R$ 7,17 n.a. n.a. Manual da AGO/E 2012 79 Anexo 4 13.8. Em relação às opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária, nos 3 últimos exercícios sociais: Em 31 de dezembro de 2011 a Companhia não possuía opções exercidas ou ações entregues. 13.9. Descrição sumária das informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.6 a 13.8. Conforme informado no item 13.4 acima a Companhia entende que não possui um plano de remuneração baseada em ações. As opções outorgadas referem-se ao “Plano de Opções de Compra de Ações”. A contabilização das despesas com opções de ações é efetuada ao longo do período de aquisição de direito “vesting period”. Em 31 de dezembro de 2011 foi registrado o montante de R$ 239 na rubrica de outros resultados na demonstração do resultado do exercício em contrapartida de reserva de capital no Patrimônio Líquido. Quantidade de Ações Programa Em Reais (R$) Período Quantidade Em R$ Mil de de Opções Preço Vesting de Direito Preço de Corrigido Precificação Diferença Despesas Outorgadas Adquiridas Direito Exercício da Opção da Opção IPCA De Abril/11 274.678 47.953 93.006 1º 31.002 21,01 23,16 30,60 7,43 230 2º 31.002 21,01 24,32 32,98 8,66 268 3º 31.002 21,01 25,54 35,29 9,76 303 1º 12.631 17,45 19,39 25,08 5,70 72 2º 12.631 17,45 20,43 27,05 6,62 84 3º 12.632 17,45 21,54 29,00 7,46 Subtotal 93.006 Setembro/11 274.678 19.072 37.894 Subtotal Total Geral 801 94 37.894 250 130.900 1.051 a) modelo de precificação O valor justo médio ponderado foi determinado com base no método BlackScholes-Merton. 80 Manual da AGO/E 2012 Anexo 4 b) dados e premissas utilizadas no modelo de precificação, incluindo o preço médio ponderado das ações, preço de exercício, volatilidade esperada, prazo de vida da opção, dividendos esperados e a taxa de juros livre de risco Programa Período de Vesting Fatores: Preço de exercício da opção (R$) Prazo de vida da opção - Em dias Preço corrente de ação correspondente (R$) Volatilidade esperada no preço da ação (%) Taxa de juros livre de risco para o prazo de vida da opção (%) 1º 21,01 755 22,10 26,33 12,79 Abril/11 2º 3º 21,01 1.008 22,10 26,33 12,81 21,01 1.260 22,10 26,33 12,83 1º Setembro/11 2º 3º 17,45 756 18,06 29,88 10,90 17,45 1.008 18,06 29,88 11,05 17,45 1.259 18,06 29,88 11,22 c) método utilizado e as premissas assumidas para incorporar os efeitos esperados de exercício antecipado Não se aplica. Não existe hipótese de exercício antecipado. d) forma de determinação da volatilidade esperada Utilizada a volatilidade anualizada observado o período em referência, calculado em bases anuais (volatilidade do período x v252) onde 252 é o total de dias úteis do ano. e) se alguma outra característica da opção foi incorporada na mensuração de seu valor justo A aquisição do direito ao exercício das Opções (“Vesting”) estará sujeita ao cumprimento cumulativo do Prazo de Retenção das Ações Investidas e dos prazos de carência de cada Programa. Desde que cumprido o Prazo de Retenção das Ações Investidas, o Vesting das opções ocorrerá em três parcelas anuais, iguais e consecutivas de 1/3 (um terço) cada uma, sendo a primeira parcela a partir do segundo aniversário de vigência do Programa e as demais parcelas a partir dos aniversários subsequentes, conforme indicado na tabela abaixo: Vesting das Opções (a partir da data de vigência de cada Programa) Antes do segundo aniversário A partir do segundo aniversário A partir do terceiro aniversário A partir do quarto aniversário Percentual de Opções Vested 0% 33,3% 66,6% 100% O Conselho de Administração poderá, com base nas projeções de evolução das cotações de bolsa de valores das ações da Companhia, bem como em outros Manual da AGO/E 2012 81 Anexo 4 fatores de mercado, alterar as regras de Vesting das Opções, quando da aprovação de novos Programas. 13.10. Plano de Previdência em vigor conferido aos membros do conselho de Administração e Diretoria. A política de previdência complementar tem como objetivo principal suplementar os benefícios de aposentadoria fornecidos pelo sistema oficial da previdência social e contempla os benefícios de renda mensal, suplementação de auxíliodoença, suplementação de aposentadoria por invalidez, suplementação da pensão por morte e pecúlio por morte. Em R$ Mil Conselho de Diretoria Administração Estatutária 7,00 11,00 Plano de Benefício Órgão Número de Membros Nome do Plano Quantidade de Administradores que reúnem as condições para se aposentar Condições para se aposentar antecipadamente 2 Vide item 13.15 50 anos de idade e 10 anos de contribuição Valor atualizados das contribuições acumuladas no plano de previdência até o encerramento do último exercício social, descontada a parcela relativa a contribuição feita diretamente pelos administradores Valor total acumulado das contribuições realizadas durante o último exercício social, descontada a parcela relativa a contribuição feita diretamente pelos administradores Se há a possibilidade de resgate antecipado e quais as condições 4.006 Vide item 13.15 425 Vide item 13.15 Sim, mediante desligamento do plano e o valor correspondente a 2% para cada ano de empresa limitado a 50% do saldo. 13.11 Indicar, para os 03 últimos exercícios sociais, em relação ao Conselho de Administração, Conselho Fiscal e Diretoria, os valores de remuneração. Em R$ Mil Ano 2009 2010 2011 82 Órgão Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Manual da AGO/E 2012 Membros 7,00 3,00 7,00 7,00 4,33 11,17 7,00 3,00 11,00 Maior Menor Remuneração Remuneração 359 112 56 56 125 67 302 98 59 40 116 42 350 113 63 63 135 60 Remuneração Média 241 56 81 224 59 69 253 76 83 Anexo 4 13.12. Descrever arranjos contratuais, apólices de seguros ou outros instrumentos que estruturem mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de destituição do cargo ou de aposentadoria, indicando quais as consequências financeiras para a Companhia. Não se aplica. 13.13. Em relação aos 3 últimos exercícios sociais, indicar o percentual da remuneração total de cada órgão reconhecida no resultado da Companhia referente a membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores, diretos ou indiretos, conforme definido pelas regras contábeis que tratam desse assunto ANO 2009 2010 2011 ÓRGÃO Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária % da Remuneração Total 35,28% 33,37% 33,58% - 13.14. Em relação aos 3 últimos exercícios sociais, indicar os valores reconhecidos no resultado da Companhia como remuneração de membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal, agrupados por órgão, por qualquer razão que não a função que ocupam, como por exemplo, comissões e serviços de consultoria ou assessoria prestados Não se aplica. Manual da AGO/E 2012 83 Anexo 4 13.15. Em relação aos 3 últimos exercícios sociais, indicar os valores reconhecidos no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas da Companhia, como remuneração de membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal da Companhia, agrupados por órgão, especificando a que título tais valores foram atribuídos a tais indivíduos. Os administradores recebem remuneração tanto da WEG S.A., companhia controladora, como da controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. As informações sobre a remuneração obtida na controladora WEG S.A. são apresentadas nos itens 13.2 a 13.14, enquanto que as informações sobre a remuneração obtida na controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A., bem como os valores consolidados, são agora apresentadas neste item 13.15. 84 Manual da AGO/E 2012 Anexo 4 a) Remuneração obtida na WEG Equipamentos Elétricos S.A. a.1)Remuneração Remuneração Ano 2009 2010 2011 2012 Proposta Órgão Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Total Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Total Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Total Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Total Nº de Membros 4,00 n.a. 7,00 11,00 3,00 n.a. 11,17 14,17 3,00 n.a. 11,00 14,00 3,00 n.a. 12,00 15,00 Fixa Anual PróBenefícios labore 481 n.a. 3.949 4.428 484 n.a. 5.830 6.314 449 n.a. 6.056 6.505 550 n.a. 7.200 7.750 n.a. n.a. 552 552 n.a. n.a. 726 726 n.a. n.a. 947 947 n.a. n.a. n.a. n.a. Variável Total Participação nos lucros 481 n.a. 4.501 4.982 484 n.a. 6.556 7.040 449 n.a. 7.003 7.452 550 n.a. 7.200 7.750 Manual da AGO/E 2012 166 n.a. 1.467 1.633 222 n.a. 1.757 1.979 259 n.a. 2.608 2.867 450 n.a. 6.800 7.250 Total 166 n.a. 1.467 1.633 222 n.a. 1.757 1.979 259 n.a. 2.608 2.867 450 n.a. 6.800 7.250 85 Benefícios Benefícios Remuneração pela pósbaseada em cessação de emprego ações cargo n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. Total 647 n.a. 5.966 6.613 706 n.a. 8.313 9.019 708 n.a. 9.611 10.319 1.000 n.a. 14.000 15.000 Anexo 4 a.2) Remuneração Variável Exercício de 2009 Órgão Nº de Membros Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - Valor Máximo Previsto no plano de remuneração - Valor previsto no plano de remuneração, caso as metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado Conselho de Conselho Diretoria Total Administração Fiscal Estatutária 4,00 7,00 11,00 47 402 402 N/A N/A N/A 494 3.380 3.380 541 3.782 3.782 166 N/A 1.467 1.633 Exercício de 2010 Órgão Nº de Membros Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - Valor Máximo Previsto no plano de remuneração - Valor previsto no plano de remuneração, caso as metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado Conselho de Conselho Diretoria Total Administração Fiscal Estatutária 3,00 11,17 14,17 446 446 N/A N/A N/A 4.446 4.446 4.892 4.892 222 N/A 1.757 1.979 Exercício de 2011 Órgão Nº de Membros Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - Valor Máximo Previsto no plano de remuneração - Valor previsto no plano de remuneração (até 100% do honorário fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado 86 Manual da AGO/E 2012 Conselho de Conselho Diretoria Total Administração Fiscal Estatutária 3,00 11,00 14,00 397 N/A N/A 4.468 4.865 397 N/A 4.468 4.865 259 N/A 2.608 2.867 Anexo 4 Exercício de 2012 - Proposta Órgão Nº de Membros Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - Valor Máximo Previsto no plano de remuneração - Valor previsto no plano de remuneração (até 100% do honorário fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado Conselho de Conselho Administração Fiscal 3,00 0,0% sobre o lucro líquido 2,5% sobre o lucro líquido 2,5% sobre o lucro líquido - Diretoria Estatutária 12,00 Total 15,00 0,0% sobre o lucro líquido 2,5% sobre o N/A lucro líquido N/A N/A N/A - 2,5% sobre o lucro líquido - - a.3) Plano de Previdência em Vigor Conselho de Diretoria Estatutária Administração 3,00 11,00 Plano de Benefício Órgão Número de Membros Nome do Plano Quantidade de Administradores que reúnem as 9,00 condições para se aposentar Condições para se aposentar antecipadamente 50 anos de idade e 10 anos de contribuição Valor atualizados das contribuições acumuladas no plano de previdência até o encerramento do último 12.649 exercício social, descontada a parcela relativa a contribuição feita diretamente pelos administradores Valor total acumulado das contribuições realizadas durante o último exercício social, descontada a 2.187 parcela relativa a contribuição feita diretamente pelos administradores Se há a possibilidade de resgate antecipado e quais Sim, mediante desligamento do plano e o as condições valor correspondente a 2% para cada ano de empresa limitado a 50% do saldo. a.4) Valores da Remuneração Ano 2009 2010 2011 Órgão Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Nº de Maior Menor Remuneração Membros Remuneração Remuneração Média 4,00 7,00 3,00 11,17 3,00 11,00 291 1.020 399 1.134 463 1.333 72 592 98 336 114 494 Manual da AGO/E 2012 162 852 235 744 236 874 87 Anexo 4 b) Remuneração Consolidada b.1) Remuneração Ano Órgão 2009 2010 2011 2012 Proposta Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Outros Administradores Total Total sem Conselho Fiscal Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Outros Administradores Total Total sem Conselho Fiscal Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Outros Administradores Total Total sem Conselho Fiscal Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Total Fixa Anual Membros 7,00 3,00 7,00 26,00 43,00 7,00 4,33 11,17 22,83 45,33 7,00 3,00 11,00 22,00 43,00 7,66 3,00 12,00 22,66 Total Remuneração Variável Benefícios pósParticip. nos Total emprego lucros Benefícios pela cessação de cargo Remuneração baseada em ações Total Honorários Benefícios 1.723 167 4.317 7.800 14.007 13.840 1.596 256 6.358 9.382 17.592 17.336 1.588 229 6.633 8.767 17.217 16.988 2.050 200 7.950 10.200 32 n.a. 552 584 1.755 167 4.869 7.800 14.591 747 n.a. 1.667 2.225 4.639 747 n.a. 1.667 2.225 4.639 n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 2.502 167 6.536 10.025 19.230 35 n.a. 726 761 1.631 256 7.084 9.382 18.353 706 n.a. 2.000 1.507 4.213 706 n.a. 2.000 1.507 4.213 n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 2.337 256 9.084 10.889 22.566 n.a. n.a. 948 948 1.588 229 7.581 8.767 18.165 906 n.a. 2.940 2.283 6.129 906 n.a. 2.940 2.283 6.129 n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 2.494 229 10.521 11.050 24.294 n.a. n.a. n.a. n.a. 2.050 200 7.950 10.200 1.950 n.a. 7.500 9.450 1.950 n.a. 7.500 9.450 n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. n.a. 4.000 200 15.450 19.650 Observação: Nas notas explicativas das demonstrações financeiras, o conselho fiscal não foi considerado na remuneração da administração. 88 Manual da AGO/E 2012 Anexo 4 b.2) Remuneração Variável Exercício de 2009 Órgão Nº de Membros Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - Valor Máximo Previsto no plano de remuneração - Valor previsto no plano de remuneração, caso as metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado Outros Conselho de Conselho Diretoria Total Administração Fiscal Estatutária Administradores 7,00 3,00 7,00 26,00 43,00 362 N/A 602 618 1.582 1.513 N/A 3.762 4.466 9.741 1.513 N/A 3.762 4.466 9.741 747 N/A 1.667 2.225 4.639 Exercício de 2010 Órgão Nº de Membros Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - Valor Máximo Previsto no plano de remuneração - Valor previsto no plano de remuneração, caso as metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado Conselho de Conselho Diretoria Outros Total Administração Fiscal Estatutária Administradores 7,00 4,33 11,17 22,83 45,33 - N/A - - - 1.415 N/A 4.933 3.708 10.056 1.415 N/A 4.933 3.708 10.056 706 N/A 2.000 1.507 4.213 Exercício de 2011 Órgão Nº de Membros Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração - Valor Máximo Previsto no plano de remuneração - Valor previsto no plano de remuneração (até 100% do honorário fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado Conselho de Conselho Diretoria Outros Total Administração Fiscal Estatutária Administradores 7,00 3,00 12,00 22,00 22,00 - N/A - - - 1.389 N/A 4.978 3.913 10.280 1.389 N/A 4.978 3.913 10.280 906 N/A 2.940 2.283 6.129 Manual da AGO/E 2012 89 Anexo 4 Exercício de 2012 - Proposta Conselho de Conselho Diretoria Administração Fiscal Estatutária Órgão Nº de Membros Em relação a Participação no resultado: - Valor Mínimo Previsto no plano de remuneração 7,66 0,0% sobre o lucro líquido 2,5% sobre o lucro líquido - Valor Máximo Previsto no plano de remuneração - Valor previsto no plano de remuneração (até 100% do honorário fixo), caso as metas estabelecidas fossem atingidas - Valor efetivamente reconhecido no resultado 3,00 N/A N/A Total 12,00 22,66 0,0% sobre o lucro líquido 2,5% sobre o lucro líquido - 2,5% sobre o lucro líquido N/A 2,5% sobre o lucro líquido - - N/A - - b.3) Plano de Previdência em Vigor Órgão Número de Membros Nome do Plano Quantidade de Administradores que reúnem as condições para se aposentar Condições para se aposentar antecipadamente Valor atualizados das contribuições acumuladas no plano de previdência até o encerramento do último exercício social, descontada a parcela relativa a contribuição feita diretamente pelos administradores Valor total acumulado das contribuições realizadas durante o último exercício social, descontada a parcela relativa a contribuição feita diretamente pelos administradores Se há a possibilidade de resgate antecipado e quais as condições Conselho de Administração 3,00 2 Diretoria Outros Estatutária Administradores 11,00 13 Plano de Benefício 9 12 50 anos de idade e 10 anos de contribuição 4.006 12.649 10.947 425 2.187 1.920 Sim, mediante desligamento do plano e o valor correspondente a 2% para cada ano de empresa limitado a 50% do saldo. b.4) Valores da Remuneração Ano 2009 2010 2011 90 Órgão Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Outros Administradores Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Outros Administradores Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Outros Administradores Manual da AGO/E 2012 Membros 7,00 3,00 7,00 26,00 7,00 4,33 11,17 22,83 7,00 3,00 11,00 22,00 Maior Menor Remuneração Remuneração 650 184 56 56 1.145 659 618 404 701 196 59 40 1.250 378 661 471 813 228 65 65 1.468 555 763 529 Remuneração Média 357 56 933 386 333 59 813 477 356 76 956 502 Anexo 4 (v) - Percentual da remuneração total de cada órgão reconhecida no resultado da Companhia referente a membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores, diretos ou indiretos ANO 2009 2010 2011 ÓRGÃO Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Outros Administradores Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Outros Administradores Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria Estatutária Outros Administradores % da Remuneração Total 43,68 49,30 52,55 - Manual da AGO/E 2012 91 Anexo 4 13.16. Fornecer outras informações que o emissor julgue relevante. PLANO DE OPÇÕES DE COMPRA DE AÇÕES DA WEG S.A. 1. OBJETIVO DO PLANO O Plano de Opções de Compra de Ações (“Plano”) tem por objetivo a outorga de Opções de compra de ações de emissão da WEG S.A. (“Companhia”) a diretores estatutários da Companhia ou de suas controladas sediadas no Brasil, com o objetivo de atraí-los, motivá-los e retê-los, bem como alinhar seus interesses aos interesses da Companhia e de seus acionistas. 2. GESTÃO DO PLANO O Plano será gerido pelo Conselho de Administração, observados os termos e as condições básicas aqui previstos. 3. OPÇÃO Cada opção de compra atribui ao seu titular o direito à aquisição de 1 (uma) ação ordinária de emissão da Companhia (BM&FBOVESPA: “WEGE3”), estritamente nos termos e condições estabelecidos neste Plano (“Opção”). 4. PROGRAMAS O Conselho de Administração poderá aprovar, semestralmente, seguindo a atual política de distribuição de dividendos da Companhia, Programas de Opção de Compra de Ações (“Programas”), nos quais serão definidos os Participantes, o número de Opções, o preço de exercício, a distribuição das Opções, a data de vigência e as demais regras específicas de cada Programa, observadas as linhas básicas deste Plano. Quando do lançamento de cada Programa, o Conselho de Administração fixará os termos e as condições de cada Opção em Contrato de Outorga de Opção de Compra de Ações e Outras Avenças (“Contrato”), a ser celebrado entre a Companhia e cada Participante, com referência ao Programa estabelecido pelo Conselho de Administração. O Contrato deverá definir pelo menos as seguintes condições: e) o número de ações que o Participante terá direito de adquirir com o exercício da Opção e o preço por ação, de acordo com o Programa; f) o prazo durante o qual a Opção não poderá ser exercida e as datas-limite para o exercício total ou parcial da Opção e em que os direitos decorrentes da Opção expirarão; g) eventuais normas sobre quaisquer restrições à transferência das ações adquiridas como condição de participação no Plano e disposições sobre penalidades para o descumprimento destas restrições; e h) quaisquer outros termos e condições que se fizerem necessários, observadas as diretrizes gerais deste Plano. 5. PARTICIPANTES DO PLANO Os diretores estatutários da Companhia ou de suas controladas sediadas no Brasil são elegíveis ao Plano. O Participante que tiver interesse em participar do Programa para o 92 Manual da AGO/E 2012 Anexo 4 qual foi designado deverá firmar o competente Termo de Adesão, no prazo fixado em cada Programa. A participação será sempre voluntária. 6. CONDIÇÃO PARA PARTICIPAÇÃO EM CADA PROGRAMA E DISTRIBUIÇÃO DE OPÇÕES Como pré-condição para participação em cada Programa, o Participante terá de investir 20% (vinte por cento), ou 40% (quarenta por cento) ou 60% (sessenta por cento) de sua remuneração variável no período, em ações da Companhia (as “Ações Investidas”). Para fins deste Plano, o termo "remuneração variável" significa o valor líquido recebido pelo Participante a título de Participação nos Lucros e Resultados (“PLR”) da Companhia, de acordo com os critérios de distribuição e as metas de desempenho definidas periodicamente pela Companhia. A Companhia outorgará, a cada Participante, Opções de compra de ações proporcionalmente ao número de Ações Investidas, a saber: d) No caso do Participante investir do seu PLR um percentual igual ou maior que 20% (vinte por cento) e menor que 40% (quarenta por cento) na compra de ações (Ações Investidas), a quantidade de opções de compra de ações a serem outorgadas será igual ao número de Ações Investidas adquiridas pelo Participante. e) No caso do Participante investir do seu PLR um percentual igual ou maior que 40% (quarenta por cento) e menor que 60% (sessenta por cento) na compra de ações (Ações Investidas), a quantidade de opções de compra de ações a serem outorgadas será igual a uma vez e meia (1,5) ao número de Ações Investidas adquiridas pelo Participante. f) No caso do Participante investir do seu PLR um percentual igual ou maior que 60% (sessenta por cento) e até 100% (cem por cento) na compra de ações (Ações Investidas), a quantidade de opções de compra de ações a serem outorgadas será igual a duas vez (2,0) ao número de Ações Investidas adquiridas pelo Participante. O Conselho de Administração poderá alterar os percentuais do PLR a serem investidos, bem como o múltiplo de Opções a serem outorgadas a cada Participante em função do número de Ações Investidas, quando da aprovação de cada Programa. As outorgas fixadas em cada Programa não serão necessariamente, iguais para cada Participante, nem por equidade ou equiparação, nem divididas pro rata. O Participante terá o prazo de 15 (quinze) dias contados da data em que a Companhia lhe efetuar o pagamento ou crédito do PLR para adquirir as Ações Investidas e informar à Companhia dentro do mesmo prazo. 7. PRAZO DE RETENÇÃO DAS AÇÕS INVESTIDAS Para que o Participante possa fazer uso do direito de exercício das opções de compra de ações previstas neste Plano, é condição indispensável que o mesmo mantenha a sua posição acionária (Retenção das Ações Investidas), nos seguintes níveis mínimos: Manual da AGO/E 2012 93 Anexo 4 a) 100% (cem por cento) até a data do efetivo exercício pelo Participante do direito de opção de compra de ações referente à primeira parcela (1/3) liberada para exercício do direito de opção compra de ações; b) 66,67% (sessenta e seis por cento e sessenta e sete centésimos) até a data do efetivo exercício pelo Participante do direito de opção de compra de ações referente à segunda parcela (1/3) liberada para exercício do direito de opção de compra de ações; c) 33,33% (trinta e três por cento e trinta e três centésimos) até a data do efetivo exercício pelo Participante do direito de opção de compra de ações referente à terceira e última parcela (1/3) liberada para exercício do direito de opção de compra de ações. O Participante deverá autorizar o bloqueio para negociação das Ações Investidas nos livros da Instituição depositária das ações da Companhia, durante o prazo de retenção das Ações Investidas. Na hipótese de que não tenha mantido a sua posição acionária nos seus níveis mínimos previstos nesta cláusula, o Participante perderá o direito às opções de ações ainda não exercidas. Para fins desta cláusula, somente serão consideradas as posições acionárias adquiridas de acordo com o Plano. 8. VESTING A aquisição do direito ao exercício das Opções (“Vesting”) estará sujeita ao cumprimento cumulativo do Prazo de Retenção das Ações Investidas e dos prazos de carência de cada Programa. Desde que cumprido o Prazo de Retenção das Ações Investidas, o Vesting das opções ocorrerá em três parcelas anuais, iguais e consecutivas de 1/3 (um terço) cada uma, sendo a primeira parcela a partir do segundo aniversário de vigência do Programa e as demais parcelas a partir dos aniversários subsequentes, conforme indicado na tabela abaixo: Vesting das Opções (a partir da data de vigência de cada Programa) Antes do segundo aniversário A partir do segundo aniversário A partir do terceiro aniversário A partir do quarto aniversário Percentual de Opções Vested 0% 33,3% 66,6% 100% O Conselho de Administração poderá, com base nas projeções de evolução das cotações de bolsa de valores das ações da Companhia, bem como em outros fatores de mercado, alterar as regras de Vesting das Opções, quando da aprovação de novos Programas. 9. EXERCÍCIO DAS OPÇÕES As Opções poderão ser exercidas pelo Participante dentro do prazo de 24 (vinte e quatro) meses a contar da data em que ocorrer o respectivo Vesting (“Prazo da Opção”). 94 Manual da AGO/E 2012 Anexo 4 O exercício de cada Opção será feito mediante entrega do competente Termo de Exercício de Opção devidamente preenchido e assinado pelo Participante. Observada a Política de Negociação com Valores Mobiliários de Emissão da Companhia, o Diretor de Relações com Investidores poderá estabelecer a qualquer tempo restrições adicionais para o exercício das Opções em datas que antecedam a divulgação de fatos relevantes pela Companhia incluindo, mas não se limitando a datas que antecedam o encerramento do exercício social e a publicação de demonstrações financeiras da Companhia, datas compreendidas entre decisões de aumento de capital, distribuição de dividendos, bonificação em ação ou desdobramento e a publicação dos respectivos editais ou anúncios e outros datas nas quais seja recomendável a suspensão do exercício das Opções. As Opções não exercidas durante o Prazo da Opção restarão automaticamente extintas, de pleno direito, independentemente de aviso prévio ou indenização. Caso a última data fixada para exercício durante o Prazo da Opção coincida com período de vedação à negociação com valores mobiliários de emissão da Companhia, nos termos de sua Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante ou da legislação aplicável, o Prazo da Opção será prorrogado até a próxima data fixada pelo Conselho de Administração para o exercício das Opções. 10. PREÇO DE EXERCÍCIO O preço de exercício das Opções será equivalente à média ponderada por volume de negociações das cotações de fechamento das ações ordinárias da Companhia, na BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBOVESPA: “WEGE3”), nos 20 (vinte) pregões anteriores ao último dia do mês anterior ao mês de aprovação do respectivo Programa. O Conselho de Administração poderá, a seu exclusivo critério, estabelecer um desconto de até 10% (dez por cento) sobre a média apurada, bem como estabelecer que o preço de exercício deva ser corrigido monetariamente, a partir da data-base de sua determinação, por meio de índice de preços a ser definido pelo Conselho de Administração da Companhia em cada Programa ou ainda estabelecer um preço de exercício com correção monetária pré-fixada. 11. CONDIÇÃO DE PAGAMENTO O pagamento deverá ser feito à vista, no ato da aquisição das ações, na forma determinada pelo Conselho de Administração em cada Programa, salvo na hipótese de o Participante optar por vender imediatamente, em bolsa de valores, parte ou a totalidade das ações adquiridas, observadas as limitações previstas neste Plano, caso em que o pagamento poderá ser feito mediante a emissão pelo Participante de nota promissória pró-soluto com vencimento no primeiro dia útil após a liquidação financeira da transação. 12. LIMITE QUANTITATIVO O número máximo de opções de compra de ações a serem outorgados por este Plano está limitado a um máximo de 2% (dois por cento) do total das ações representativas do Capital Social da Companhia. Manual da AGO/E 2012 95 Anexo 4 O Conselho de Administração estabelecerá o critério de rateio das opções entre os Participantes, sempre que a quantidade total de opções possa ultrapassar o nível quantitativo aqui estabelecido. Exercida a Opção, o Conselho de Administração definirá se o capital social da Companhia deverá ser aumentado mediante a emissão de novas ações a serem subscritas pelos Participantes, de acordo com o art. 166, inciso III, da Lei nº. 6.404/76 ou se serão utilizadas para liquidação do exercício das Opções de Compra de Ações mantidas em tesouraria, observada a regulamentação aplicável. Os acionistas, nos termos do que dispõe o art. 171, § 3º, da Lei nº. 6.404/76, não terão preferência na outorga e no exercício das Opções originárias do Plano. 13. NÃO-VINCULAÇÃO Este Plano constitui negócio oneroso de natureza exclusivamente civil e não cria qualquer obrigação de natureza trabalhista ou previdenciária entre a Companhia e o Participante. 14. NÃO INTERFERÊNCIA NA RELAÇÃO DE EMPREGO E/OU MANDATO Nenhuma disposição do presente Plano poderá ser interpretada como constituição de direitos ao Participante, além daqueles inerentes às Opções, cuja natureza é exclusivamente civil, e nem conferirá direitos aos Participantes relativos à garantia de permanência, seja como diretor ou como empregado. Nenhuma disposição deste Plano conferirá, ainda, a qualquer Participante, titular de uma Opção, direitos concernentes à sua permanência até o término do seu mandato, ou interferirá de qualquer modo com o direito da Companhia em destituí-lo, nem assegurará o direito à sua reeleição para o cargo. 15. DESLIGAMENTO Em caso de Desligamento do Participante, todas as Opções que lhe tenham sido concedidas e que ainda não sejam exercíveis (“Opções Não-vested”) restarão automaticamente extintas, de pleno direito, independentemente de aviso prévio ou indenização. Não obstante, caberá ao titular o direito de exercer as Opções já exercíveis na data do Desligamento (“Opções Vested”), no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data do Desligamento. Para fins deste Plano, o termo “Desligamento” significa qualquer ato ou fato que ponha fim à relação jurídica do titular da Opção com a Companhia, exceto falecimento, invalidez permanente ou Desligamento Especial. Desligamento abrange, entre outras, as hipóteses de desligamento voluntário do Participante, pedido de demissão, renúncia ao cargo, substituição ou não reeleição como diretor e rescisão sem ou com justa causa de contrato de trabalho ou de prestação de serviços. 16. DESLIGAMENTO ESPECIAL No caso de Desligamento Especial do Participante, todas as Opções Vested poderão ser exercidas no prazo de 12 (doze) meses, contados da data de Desligamento Especial, mediante pagamento à vista, e todas as Opções Não-vested poderão ser exercidas em seus prazos e regras normais de Vesting. Considera-se “Desligamento Especial”, para os fins deste Plano, o encerramento da carreira do Participante na Companhia mediante aprovação caso-a-caso do Conselho de 96 Manual da AGO/E 2012 Anexo 4 Administração, a seu exclusivo critério. Caso o pedido de Desligamento Especial seja de iniciativa do próprio Participante, ao avaliar o pedido o Conselho de Administração levará em consideração (i) a antecedência do pedido, a ser formulado com pelo menos 6 (seis) meses de antecedência; (ii) o eventual plano de atividade profissional pós-desligamento do Participante, que não deverá contemplar qualquer atividade concorrente às atividades desempenhadas pela Companhia; (iii) outras circunstâncias aplicáveis ao caso. A decisão do Conselho de Administração será discricionária e desvinculada das regras para aposentadoria por tempo de serviço ou por idade, no termos das regras da previdência oficial (INSS) ou das regras para suplementação de aposentadoria de qualquer plano privado eventualmente patrocinado pela Companhia. Na hipótese de vir a ser constatada a atuação do Participante em atividades concorrentes às atividades desempenhadas pela Companhia, o Conselho de Administração poderá declarar extintas, de pleno direito, independentemente de aviso prévio ou indenização, todas as Opções Não-vested que tenham sido concedidas ao Participante. 17. FALECIMENTO E INVALIDEZ PERMANENTE No caso de falecimento ou invalidez permanente do Participante, todas as Opções Nãovested tornar-se-ão exercíveis antecipadamente. As Opções Vested ou Não-vested estender-se-ão aos seus herdeiros e sucessores, por sucessão legal ou por imposição testamentária, podendo ser exercidas no todo ou em parte pelos herdeiros, sucessores ou cônjuges meeiros do Participante, mediante pagamento à vista, pelo prazo de 12 (doze) meses a contar da data do falecimento. 18. DELIMITAÇÃO DOS DIREITOS DO PARTICIPANTE Nenhum Participante terá quaisquer dos direitos e privilégios de acionista da Companhia até que as Opções sejam devidamente exercidas e esteja concluída a transferência das ações objeto das Opções. 19. DIVIDENDOS E BONIFICAÇÕES As ações adquiridas pelos Participantes das Opções farão jus aos dividendos, juros sobre o capital próprio e demais proventos declarados pela Companhia a partir da data da liquidação física da aquisição do exercício mediante a transferência de tais ações aos Participantes. 20. AJUSTES Caso venham a ser feitas modificações na estrutura acionária da Companhia, envolvendo um aumento, diminuição, desdobramento, grupamento, bonificações em ações, ou modificação semelhante nas ações da Companhia, ficará resguardado ao Conselho de Administração da Companhia, o direito de também poder ajustar essas modificações às Opções não exercidas pelos seus titulares. 21. REORGANIZAÇÃO SOCIETÁRIA Caso os acionistas reunidos em Assembleia Geral Extraordinária deliberarem (i) a saída da Companhia do Novo Mercado para que as suas ações passem a ter registro para negociação fora do Novo Mercado; ou (ii) uma operação de reorganização societária, na qual a Companhia resultante dessa reorganização não seja admitida para negociação no Novo Mercado, as Opções serão liberadas para serem exercidas ao todo ou em parte Manual da AGO/E 2012 97 Anexo 4 pelos Participantes. O Conselho de Administração da Companhia deverá estabelecer regras especiais que permitam que as ações objeto das Opções possam ser vendidas na oferta pública de aquisição a ser efetivada nos termos do Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&FBOVESPA e do Estatuto Social então em vigor. 22. ALIENAÇÃO DE CONTROLE No caso alienação, direta ou indireta, pelos controladores da Companhia, tanto por meio do uma única operação, como por meio de operações sucessivas, do número de ações que implique alteração do controle da Companhia, nos termos do Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&FBOVESPA, as Opções serão liberadas para serem exercidas no todo ou em parte pelos Participantes. O Conselho de Administração da Companhia deverá estabelecer regras especiais que permitam que as ações objeto das Opções possam ser vendidas na oferta pública de aquisição a ser efetivada nos termos do Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&FBOVESPA o do Estatuto Social então em vigor. 23. RESPONSABILIDADE POR TRIBUTOS Cabe exclusivamente ao Participante a responsabilidade por quaisquer encargos de natureza tributária que venha a incidir por ocasião do exercício do direito de opção de compra de ações, ou no ato de alienação destas. 24. DATA DE VIGÊNCIA E TÉRMINO DO PLANO O Plano entra em vigor imediatamente após a sua aprovação pela Assembleia Geral Extraordinária da Companhia, e poderá ser extinto, suspenso ou alterado, a qualquer tempo, por proposta aprovada pelo Conselho de Administração da Companhia. 25. DISPOSIÇÕES COMPLEMENTARES O Conselho de Administração, no interesse da Companhia e de seus acionistas, poderá rever as condições de cada Programa, desde que não altere os respectivos princípios básicos, especialmente os limites máximos para a emissão de ações do Plano, aprovados pela Assembleia Geral. O Conselho de Administração poderá ainda estabelecer tratamento particular para casos e situações especiais, durante a vigência do Plano, desde que não sejam afetados os direitos já concedidos aos Participantes, nem os princípios básicos do Plano. Tal tratamento particular não constituirá precedente invocável por outros Participantes. Qualquer alteração legal significativa no tocante à regulamentação das sociedades por ações e/ou aos efeitos fiscais de um plano de opções de compra de ações poderá levar à sua revisão parcial ou integral, ou mesmo sua suspensão ou extinção, a critério do Conselho de Administração. Os casos omissos serão regulados pelo Conselho de Administração. 98 Manual da AGO/E 2012 Anexo 4 Item 13.16 Fornecer Outras Informações que o Emissor Julgue Relevante Demonstração da posição dos programas do “Plano de Opções de Compra de Ações”, divulgada em nota explicativa das Demonstrações Financeiras de 31 de dezembro de 2011: Em Reais (R$) Quantidade de Ações Programa Abril/11 Outorgadas Adquiridas 274.678 47.953 Quantidade de Período Opções de de Vesting Direito De Direito 93.006 1º 2º 3º 37.894 1º 2º 3º Subtotal Setembro/11 Subtotal Total Geral 274.678 19.072 Preço de Exercício 31.002 31.002 31.002 93.006 12.631 12.631 12.632 37.894 130.900 21,01 21,01 21,01 17,45 17,45 17,45 Em R$ Mil Preço Precificação da Diferença da Corrigido Opção Opção IPCA 23,16 30,60 7,43 24,32 32,98 8,66 25,54 35,29 9,76 19,39 20,43 21,54 25,08 27,05 29,00 Despesas 5,70 6,62 7,46 230 268 303 801 72 84 94 250 1.051 Nota: O valor justo médio ponderado foi determinado com base no método Black-Scholes-Merton. A contabilização das despesas com opções de ações é efetuada ao longo do período de aquisição de direito “vesting period”. Em 31 de dezembro de 2011 foi registrado o montante de R$ 239 na rubrica de outros resultados na demonstração do resultado do exercício em contrapartida de reserva de capital no Patrimônio Líquido. Manual da AGO/E 2012 99 Anexo 5 12.6. Informações sobre os candidatos indicados a membros do Conselho Fiscal Nome Idade Profissão CPF Cargo Eletivo Ocupado Data da Eleição/ Posse Prazo do Indicado p/ Outros Mandato Controlador Cargos Alidor Lueders 63 Empresário 114.466.179-04 Membro Efetivo 24/04/12 Próxima AGO Sim 1 Eduardo Grande Bittencourt 74 Contador 003.702.400-06 Membro Efetivo 24/04/12 Próxima AGO Sim 1 Hayton Jurema da Rocha 54 Economista 153.667.404-44 Membro Efetivo 24/04/12 Próxima AGO Não 1 Ilário Bruch 61 Empresário 069.088.619-53 Membro Suplente 24/04/12 Próxima AGO Sim 1 Eduardo da Gama Godoy 48 Contador 395.416-650-04 Membro Suplente 24/04/12 Próxima AGO Sim 1 Marcelo Adolfo Moser 57 Economista 217.282.409-72 24/04/12 Próxima AGO Não 1 Membro Suplente 1 Os membros do Conselho Fiscal não exercem outros cargos dentro da Companhia do que aquele para o qual foram indicados. 100 Manual da AGO/E 2012 Anexo 5 12.7. Informações sobre os membros dos comitês estatutários, bem como dos comitês de auditoria, de risco, financeiro e de remuneração. A Companhia não possui comitês específicos. Todos os assuntos são apresentados e discutidos nas reuniões do Conselho de Administração. 12.8. Informações em relação a cada um dos indicados a membros do Conselho Fiscal. 12.8.a. Currículo de cada um dos candidatos para o Conselho Fiscal. ALIDOR LUEDERS – Membro Efetivo Formação Acadêmica: • Bacharel em Direito – FURB – Blumenau/SC • Especialização em Administração de Empresas -ESAG • Especialização na França PGA – Programa de Gestão Avançada • CTE e INSEAD – The European Institute of Business Administration • MBA em Administração de Negócios (FURB-INPG) • Certificação de Conselho de Administração (IBGC) • Certificação de Conselheiro Fiscal (IBGC) Experiências Profissionais: No Grupo WEG: • 1971 a 1979 - Gerente do Departamento de Auditoria/Jurídico e Sistemas • 1979 a 2010 - Diretor Administrativo/Financeiro e de Relações com Investidores. Exerceu cargos como Diretor Secretário, Diretor de Controle, Diretor Superintendente da WEG Transformadores Em Outras Companhias (anteriormente): • Foi Professor de Direito Tributário • Presidente do União Saúde Ltda • Membro do Conselho de Administração da HISA S.A. (controlada da WEG S.A.) • Membro do Conselho Fiscal da Fras-Le S.A. • Assessoria em Governança Corporativa da M. Abuhad Participações S.A./Neogrid Software S.A. • Membro do Conselho de Administração da Lunender Têxtil Ltda • Consultoria em Governança Corporativa Leardini Pescados Ltda • Vice-Presidente da WEG Seguridade Social Em Outras Companhias (atualmente): • Membro Conselho de Administração da Zen S.A. • Membro Conselho Fiscal da Marisol S.A. • Membro Conselho de Administração da Frigorífico Riosulense S.A. • Vice-Presidente do Conselho de Administração da Dudalina S.A. • Membro do Conselho de Administração da Tuper S.A. • Membro do Conselho de Administração da Dancor S.A. • Membro do Conselho Deliberativo da WEG Seguridade Social • Membro do Conselho Consultivo da Lunender Têxtil Ltda • Membro do Conselho Consultivo da Zanotti S.A. • Sócio da DPL Assessoria Empresarial Ltda Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Manual da AGO/E 2012 101 Anexo 5 EDUARDO GRANDE BITTENCOURT – Membro Efetivo Formação Acadêmica: • Bacharel em Ciências Contábeis – Faculdade de Ciências Econômicas do RS • Especialização em Administração de Empresas - Universidade Federal do RS Experiências Profissionais: Em Outras Companhias (Anteriormente): • Ex sócio-gerente da Handel, Bittencourt & Cia Auditores Independentes • Ex auditor da Treuhabd Auditores Ltda (hoje KPMG Peat Marwick) • Presidente do Comitê Especial Independente da TRAFO Equips. Elétricos S.A. • Membro do Conselho de Administração da TRAFO Equips. Elétricos S.A. • Membro do Conselho de Administração da CP Eletrônica S.A. • Membro do Conselho Fiscal da Tupy S.A. • Membro do Conselho fiscal do Banco do Brasil S.A. • Membro do Conselho Fiscal da Brasil Telecom Participações S.A. • Membro do Conselho Fiscal da Ligth S.A. • Membro do Conselho Fiscal das Lojas Americanas S.A. Em Outras Companhias (Atualmente): • Membro do Conselho Fiscal da Santos Brasil Participações S.A. • Membro do Conselho Fiscal da Santos Brasil S.A. • Membro do Conselho Fiscal da Bematech S.A. Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. HAYTON JUREMA DA ROCHA – Membro Efetivo Formação Acadêmica: • Bacharel em Ciências Econômicas – Universidade Federal de Alagoas • MBA em Gestão de Negócios – Universidade Federal de Pernambuco • Governança Corporativa – Faculdade de Economia e Administração – USP • Especialização em Marketing – IAG/ PUC RJ Experiências Profissionais: Em Outras Companhias (Anteriormente): • Membro do Conselho Deliberativo do Sebrae/BA • Membro do Conselho Deliberativo da Cassi-Brasília (DF) • Membro do conselho de Administração da Coelba-BA • Membro do Conselho de Administração da Paranapanema/RJ • Diretor de Gestão de Pessoas - Banco do Brasil • Membro do Conselho deliberativo do Sebrae/DF • Superintendente Estadual - Banco do Brasil • Superintendente de Governo – Banco do Brasil • Presidente da Cassi Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil Em Outras Companhias (Atualmente): • Membro do Conselho Fiscal da CELESC Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. 102 Manual da AGO/E 2012 Anexo 5 ILÁRIO BRUCH – Membro Suplente Formação Acadêmica: • Bacharel em Administração Financeira • Especialização em Gerência da Qualidade nos Serviços Contábeis Experiências Profissionais: Em Outras Companhias (Anteriormente): Inexistente Em Outras Companhias (Atualmente): • Membro Conselho Fiscal da Marisol S.A. • Contador e Gerente Administrativo da Menegotti Indústrias Metalúrgicas Ltda. • Sócio-gerente e Contador da Bruch Contabilidade e Assessoria S/C Ltda. Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. EDUARDO DA GAMA GODOY – Membro Suplente Formação Acadêmica: • Bacharel em Ciências Contábeis – Faculdade Porto Alegrense – FAPCCA-RS • Bacharel em Administração de Empresas – Faculdade Porto Alegrense – FAPCCA-RS Experiências Profissionais: Em Outras Companhias (Anteriormente): • Membro do Conselho Fiscal da Marisol • Membro do Conselho Fiscal da Trafo Componentes Elétricos S.A. Em Outras Companhias (Atualmente): • Auditor Sócio da HB Audit – Auditores Independentes S.S. • Contador Sócio da Godoy Empresarial Serviços Contábeis • Membro do Conselho Fiscal da Padtec S.A. • Membro do Conselho Fiscal da IdeiasNet S.A. • Membro do Conselho Fiscal da Officer Distribuidora S.A • Membro do Conselho Fiscal do Instituto Cultural Brasileiro Norte Americano • Membro Suplente do Conselho Fiscal da TPI Triunfo Participações e Investimentos S.A. • Membro Suplente do Conselho Fiscal da Brasil Telecom S.A. • Membro Suplente do Conselho Fiscal Tegma Gestão e Logística S.A. • Membro Suplente do Conselho Fiscal da Ondontoprev Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. Manual da AGO/E 2012 103 Anexo 5 MARCELO ADOLFO MOSER – Membro Suplente Formação Acadêmica: • Bacharel em Ciências Econômicas – Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas Cândido • MBA Finanças Avançadas – FIPECAFI – USP • Governança Corporativa – FIPECAFI – USP • Especialização em Finanças Internacionais – IBMEC Experiências Profissionais: Outras Companhias (Anteriormente): • Membro e Vice Presidente da Brasilian American Merchanat Bank – BAMB • Diretor da BB Securities Ltd. Outras Companhias (Atualmente): • Diretor e Diretor Executivo do Banco do Brasil Leasing CO. • Membro do Conselho Fiscal da BB Viena AG • Membro do Conselho Fiscal da BB Turismo Ltda Condenações nos últimos 05 anos: Inexistente NOTA: Não existem informações adicionais. 12.8.b. Descrição de qualquer condenação: (i) criminal, (i) processo administrativo da CVM e penas aplicadas (iii) transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer. Todos os Administradores declaram a inexistência de qualquer condenação que os tenham suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer. 12.9 Informar a existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o segundo grau. Não se aplica 12.10 Informar sobre relações de subordinação, prestação de serviços ou controle mantidas nos últimos 03 exercícios sociais, entre administradores da Companhia e (i) sociedades controladas direta ou indiretamente pela Companhia, (ii) controlador direto ou indireto da Companhia, (iii) fornecedor, cliente, devedor ou credor da Companhia (caso seja relevante). Não se aplica. 104 Manual da AGO/E 2012 Anexo 6 Art. 14. Sempre que a assembleia geral dos acionistas for convocada para deliberar sobre aumento de capital, a companhia deve fornecer aos investidores, no mínimo, as informações indicadas no Anexo 14 da instrução CVM nº 481/09: 1. Informar valor do aumento e do novo capital social. Com o aumento do capital no montante de R$ 453.073.406,00, este passará de R$ 2.265.367.031,00 para R$ 2.718.440.437,00 2. Informar se o aumento será realizado mediante: (a) conversão de debêntures em ações; (b) exercício de direito de subscrição ou de bônus de subscrição; (c) capitalização de lucros ou reservas; ou (d) subscrição de novas ações O aumento será mediante aproveitamento das seguintes reservas: R$ 29.346.808,00 R$ 423.726.598,00 R$ 453.073.406,00 Reserva legal Reserva para orçamento de Capital Total 3. Explicar, pormenorizadamente, as razões do aumento e suas conseqüências jurídicas e econômicas Aumento do capital social no valor de R$ 453.073.406,00 (quatrocentos e cinquenta e três milhões, setenta e três mil e quatrocentos e seis reais), sem emissão de ações mediante a capitalização das reservas legal e de orçamento de capital, com a consequente alteração do caput do art. 5 do estatuto social. Essa alteração visa fortalecer o capital social da companhia, sem alteração do patrimônio líquido e sem direito de recesso aos acionistas dissidentes. 4. Fornecer cópia do parecer do conselho fiscal, se aplicável O Conselho Fiscal da WEG S.A., no desempenho de suas funções legais, tendo examinado o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras do Exercício Social encerrado em 31/12/2011, e as propostas dos órgãos da Administração para a destinação do Lucro Líquido, com base nos exames efetuados e considerando os esclarecimentos prestados pela Administração da Companhia, pelos representantes dos Auditores Independentes e, ainda, com base no relatório da ERNST & YOUNG TERCO – Auditores Independentes S.S., sobre as Demonstrações Financeiras, sem ressalvas, datado de 30/01/2012, opina que os referidos documentos estão em condições de serem examinados e votados pela Assembleia Geral Ordinária. Manual da AGO/E 2012 105 Anexo 6 5. Em caso de aumento de capital mediante subscrição de ações Não se aplica. 6. Em caso de aumento de capital mediante capitalização de lucros ou reservas a. Informar se implicará alteração do valor nominal das ações, caso existente, ou distribuição de novas ações entre os acionistas Não se aplica. b. Informar se a capitalização de lucros ou reservas será efetivada com ou sem modificação do número de ações, nas companhias com ações sem valor nominal O aumento será mediante aproveitamento de reservas sem aumento do número de ações c. Em caso de distribuição de novas ações Não se aplica d. Informar o prazo previsto no § 3º do art. 169 da Lei 6.404, de 1976 Não se aplica. e. Informar e fornecer as informações e documentos previstos no item 5 acima, quando cabível Não se aplica. 106 Manual da AGO/E 2012 Anexo 7 Tendo em vista a nova redação do art. 146 da Lei nº 6.404/76 promovida pela Lei nº 12.431/2011, bem como a necessidade de adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F BOVESPA, aprovar a alteração (destacado e negrito) dos artigos 17, 22, 26, 33, 36, 40, 42 e 44 do Estatuto Social, os quais passam a vigorar com a seguinte redação, permanecendo inalterados os demais parágrafos: Adaptação Estatuto Social WSA – AGO/E 2012 Redação Atual Redação Proposta CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E PRAZO DE DURAÇÃO Art. 1º - WEG S.A. é uma sociedade anônima, de capital aberto, com seus atos constitutivos arquivados na Junta Comercial do Estado de Santa Catarina em 30 de junho de 1.961, sob nº 25.254 e reger-se-á pelo presente Estatuto Social e pelas disposições legais que lhe forem aplicáveis. Art. 2º - A Companhia tem sua sede e foro na cidade de Jaraguá do Sul, Santa Catarina, à Avenida Prefeito Waldemar Grubba, 3.300, podendo abrir e fechar filiais, agências, depósitos, postos de vendas e escritórios em qualquer localidade do país ou no exterior. Art. 3º - A Companhia tem por objetivo: Justificativa Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração I- a participação em outras sociedades, negócios e Manual da AGO/E 2012 107 Anexo 7 empreendimentos; II - a prestação de serviços, consultoria, controle, assistência técnica, administração de bens; III- a produção, industrialização, exportação e importação de: comércio, a) sistemas industriais, eletromecânicos e eletrônicos, máquinas elétricas girantes, máquinas e equipamentos em geral, aparelhos para produção, distribuição e conversão de energia elétrica, material elétrico, controladores programáveis, partes e componentes de máquinas, aparelhos e equipamentos em geral; e b) resinas em geral, materiais tintoriais, substâncias e produtos de origem vegetal e química destinados à indústria e a ciência; IV - o comércio, exportação, importação, extração e industrialização de produtos e serviços de silvicultura, agricultura, pecuária, pesquisa e lavra de jazidas minerais. Art. 4º - O prazo de duração da Companhia é indeterminado. 108 Manual da AGO/E 2012 Mantido sem alteração Anexo 7 CAPÍTULO II - DO CAPITAL SOCIAL E AÇÕES Art. 5º - O Capital Social subscrito e integralizado é de R$ 2.265.367.031,00 (dois bilhões, duzentos e sessenta e cinco milhões, trezentos e sessenta e sete mil e trinta e um reais), representado por 620.905.029 (seiscentas e vinte milhões, novecentas e cinco mil e vinte e nove) ações ordinárias escriturais nominativas, sem valor nominal, todas com direito a voto. § 1º - Fica autorizada a emissão de até 12.418.000 (doze milhões, quatrocentos e dezoito mil) novas ações ordinárias escriturais nominativas, sem valor nominal, todas com direito a voto, independentemente de reforma estatutária e mediante deliberação do Conselho de Administração. § 2º - A Companhia poderá oferecer Plano de Opção de Compra de suas Ações aos seus administradores, nas condições propostas pelo Conselho de Administração e aprovadas pela Assembleia Geral, mediante emissão de novas ações, respeitado o limite de que trata o parágrafo anterior. § 3º - O Plano de Opção de Compra de Ações de que trata o parágrafo anterior poderá prever que sejam utilizadas ações em tesouraria, respeitado o limite de 2% (dois por cento) do total das ações representativas do Capital Social da Companhia. Art. 5º - O Capital Social subscrito e integralizado é de R$ 2.718.440.437,00 (dois bilhões, setecentos e dezoito milhões, quatrocentos e quarenta mil, quatrocentos e trinta e sete reais), representado por 620.905.029 (seiscentas e vinte milhões, novecentas e cinco mil e vinte e nove) ações ordinárias escriturais nominativas, sem valor nominal, todas com direito a voto. Alteração do capital social subscrito e integralizado, de acordo com item 7 das propostas da Administração. Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Manual da AGO/E 2012 109 Anexo 7 § 4º - Na hipótese de emissão de ações nos termos do parágrafo 2º deste artigo, fica excluído o direito de preferência dos antigos acionistas, nos termos do art. 172 da Lei nº 6.404/76, com a redação dada pela Lei nº 10.303/2001. § 5º - A Companhia não poderá emitir ações preferenciais e nem partes beneficiárias de que tratam os artigos 46 e seguintes da Lei das Sociedades por Ações. § 6º Todas as ações da Companhia serão mantidas em custódia, em nome de seus titulares, em instituição depositária autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários, doravante denominada simplesmente CVM, com quem a Companhia mantenha contrato de custódia em vigor, sem emissão de certificados. § 7º - A instituição financeira poderá cobrar dos Acionistas o custo dos serviços de transferência e averbação da propriedade das ações escriturais, assim como o custo dos serviços relativos às ações custodiadas, observados os limites máximos fixados pela CVM. Art. 6º - Prescrevem a favor da Companhia os dividendos não reclamados em 3(três) anos, contados da data em que tenham sido postos à disposição dos Acionistas. 110 Manual da AGO/E 2012 Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Anexo 7 Art. 7º - A subscrição de novas ações para aumento de capital processar-se-á nos termos e condições estipulados pela Assembleia Geral, que também fixará o preço de emissão. § 1º - Os acionistas têm direito de preferência na subscrição das novas ações, na sua respectiva proporção, cujo direito deverá ser exercido no prazo de 30 (trinta) dias da data fixada pela Assembleia ou pelo Conselho de Administração. § 2º - A mora do Acionista na realização do capital subscrito, importará na cobrança, pela Companhia, de multa de 10% (dez por cento) do valor da prestação vencida, além de juros de 1% (um por cento) ao mês de acordo com a legislação em vigor. CAPÍTULO III - DOS ACORDOS DE ACIONISTAS Art. 8º - Os acordos de acionistas, devidamente registrados na sede da Companhia, que disciplinem a compra e venda de ações, o direito de preferência na sua compra ou o exercício do direito de voto, serão sempre observados pela Companhia. § 1º - As obrigações e responsabilidades resultantes de tais acordos serão oponíveis a terceiros, tão logo tais acordos tenham sido devidamente averbados nos livros de registro da Companhia e nos certificados de ações, se emitidos, observado o artigo 118 da Lei das Sociedades por Ações. Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Manual da AGO/E 2012 111 Anexo 7 § 2º - A Companhia não registrará acordo de acionistas que disponha sobre o exercício do poder de controle, enquanto os seus signatários não subscreverem o Termo de Anuência dos Controladores a que se refere o Regulamento de Listagem do Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo – BOVESPA. CAPÍTULO IV - DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS Art. 9º - As Assembleias Gerais serão convocadas pelo Conselho de Administração ou pelas demais formas legais. § Único - O edital de convocação será publicado com antecedência mínima de 15(quinze) dias para a primeira convocação, e de 8(oito) dias para a segunda convocação. O edital de segunda convocação somente poderá ser publicado caso a Assembleia não tenha se realizado na primeira convocação. Art.. 10 - As Assembleias Gerais serão presididas pelo Presidente do Conselho de Administração ou seu substituto em exercício. No impedimento destes, as Assembleias Gerais poderão ser presididas por Acionista escolhido pelos presentes. O Presidente da Assembleia Geral convidará um dos presentes para secretariar os trabalhos. Art. 11 - Para participar e deliberar nas Assembleias 112 Manual da AGO/E 2012 § 2º - A Companhia não registrará acordo de acionistas que disponha sobre o exercício do poder de controle, enquanto os seus signatários não subscreverem o Termo de Anuência dos Controladores a que se refere o Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Ajuste na redação da denominação da BM&F Bovespa. Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Anexo 7 Gerais, o Acionista se identificará e apresentará à Companhia comprovantes de sua condição de Acionista, mediante documento fornecido pela instituição depositária. Para efeito de deliberação, serão desconsideradas as alterações de posições acionárias ocorridas na data da Assembleia Geral. § 1º - A Companhia adotará, na fiscalização da regularidade documental da representação do acionista, o princípio da boa-fé, presumindo-se verdadeiras as declarações que prestar. Com exceção da não apresentação da procuração, se for o caso, e do comprovante de custódia de ações, quando estas constem nos registros da Companhia como de titularidade da instituição custodiante, nenhuma irregularidade formal, como a apresentação de documentos por cópia, ou a falta de autenticação das cópias, será motivo para impedimento do voto do acionista cuja regularidade da documentação for colocada em dúvida. § 2º - Na hipótese do parágrafo anterior, os votos do acionista impugnado serão computados normalmente, cabendo à Companhia, no prazo de 5(cinco) dias úteis posteriores à Assembleia Geral, notificar o acionista impugnado de que, através de elementos definitivos de prova posteriormente obtidos, demonstrou-se que: a) o acionista Mantido sem alteração Mantido sem alteração Manual da AGO/E 2012 113 Anexo 7 impugnado não estava corretamente representado na Assembleia Geral; ou, b) o acionista impugnado não era titular, na data da Assembleia Geral, da quantidade de ações declarada. Nestas hipóteses, independentemente de realização de nova Assembleia Geral, a Companhia desconsiderará os votos do acionista impugnado, que responderá por eventuais perdas e danos que o seu ato tiver causado. Art. 12 - As Assembleias Gerais terão as atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor. § 1º – Além das matérias que são de sua competência, conforme previsto na legislação em vigor e no presente Estatuto Social, competirá também à Assembleia Geral Extraordinária deliberar sobre: a) o cancelamento de registro de companhia aberta perante a CVM; b) saída do Novo Mercado; c) a escolha da instituição ou empresa especializada responsável pela determinação do Valor Econômico da Companhia para fins das ofertas públicas previstas nos Capítulos XII e XIII do presente Estatuto Social, a partir de lista tríplice apresentada pelo Conselho de Administração. 114 Manual da AGO/E 2012 Mantido sem alteração Mantido sem alteração Anexo 7 § 2º - Para as deliberações sobre as matérias de que trata o parágrafo anterior, será observado o quorum mínimo previsto no Regulamento de Listagem do Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo – BOVESPA. Art. 13 - A cada ação corresponde um voto nas deliberações da Assembleia Geral. No caso de empate, o Presidente da Assembleia Geral terá, além de seu voto, o voto de qualidade. Art. 14 - As deliberações da Assembleia Geral, ressalvadas as exceções previstas na legislação e no Estatuto Social, serão tomadas por maioria absoluta de votos, não se computando os votos em branco. Art. 15 - O Acionista poderá ser representado nas Assembleias Gerais por procurador constituído há menos de um ano, que seja Acionista, Administrador da Companhia ou Advogado, desde que este comprove sua qualidade por meio de mandato com poderes especiais, cujo instrumento de mandato ficará arquivado na Companhia. CAPÍTULO V - DA ADMINISTRAÇÃO Art. 16 - A Companhia será administrada por um Conselho de Administração e por uma Diretoria. CAPÍTULO VI DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Art. 17 - O Conselho de Administração compor-se-á § 2º - Para as deliberações sobre as matérias de que trata o parágrafo anterior, será observado o quorum mínimo previsto no Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Ajuste na redação da denominação da BM&F Bovespa. Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Art. 17 - O Conselho de Administração compor-se-á Ajustes de redação de acordo Manual da AGO/E 2012 115 Anexo 7 de 5 (cinco) membros, no mínimo, e de 10 (dez) membros no máximo, Acionistas, dos quais 20%, no mínimo, deverão ser Conselheiros Independentes, eleitos pela Assembleia Geral para um mandato unificado de 2 (dois anos), podendo ser reeleitos. de 5 (cinco) membros, no mínimo, e de 10 (dez) membros no máximo, dos quais 20%, no mínimo, deverão ser Conselheiros Independentes, eleitos e destituíveis pela Assembleia Geral para um mandato unificado de 2 (dois anos), podendo ser reeleitos. § 1º – Considera-se Conselheiro Independente, para fins deste Estatuto Social, aquele que atende o disposto no Regulamento de Listagem do Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo BOVESPA. § 1º – Considera-se Conselheiro Independente, para fins deste Estatuto Social, aquele que atende o disposto no Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&FBOVESPA, bem como o conselheiro eleito mediante faculdade prevista nos §§ 4º e 5º do art. 141 da Lei nº 6.404/76. § 2º - Quando, em decorrência da observância do percentual referido no parágrafo anterior, resultar número fracionário de conselheiros, proceder-se-á ao arredondamento nos termos do Regulamento do Novo Mercado. § 2º - A Assembleia Geral que eleger os membros do § 3º - A Assembleia Geral que eleger os membros do Conselho de Administração indicará, entre eles, o Conselho de Administração indicará, entre eles, o Presidente e o Vice-Presidente do Conselho de Presidente e o Vice-Presidente do Conselho de 116 Manual da AGO/E 2012 com item 8 das propostas da Administração e para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Ajustes de redação para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Inclusão para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa.. Ajustes de redação para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias Anexo 7 Administração. Administração.. § 3º - Os Conselheiros serão investidos nos seus cargos mediante assinatura de termo de posse no Livro de Atas do Conselho de Administração, e da assinatura do Termo de Anuência dos Administradores a que se refere o Regulamento de Listagem no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA. § 4º - Os Conselheiros serão investidos nos seus cargos mediante assinatura de termo de posse no Livro de Atas do Conselho de Administração, e da assinatura do Termo de Anuência dos Administradores a que se refere o Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&FBOVESPA, bem como deverão atender os demais requisitos legais. § 5º - Os cargos de Presidente do Conselho de Administração e de Diretor Presidente Executivo não poderão ser acumulados pela mesma pessoa. Art. 18 - O Conselho de Administração reunir-se-á sempre que necessário, ao menos trimestralmente, por convocação do seu Presidente, ou, na ausência ou impedimento deste, do Vice-Presidente, com antecedência mínima de 3 (três) dias. Art. 19 - As reuniões do Conselho de Administração serão realizadas com a presença de, no mínimo, 2/3 (dois terços) de seus membros. mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Ajustes de redação para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Inclusão para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Mantido sem alteração Mantido sem alteração Manual da AGO/E 2012 117 Anexo 7 § Único - As reuniões poderão ser realizadas através de teleconferência, videoconferência ou qualquer outro meio eletrônico ou tecnologicamente disponível. Os membros do Conselho poderão expressar seu voto em tal reunião através de carta, declaração ou mensagem encaminhada à Companhia, anteriormente ou durante a realização da reunião, por fax, correio eletrônico ou qualquer outro meio eletrônico ou tecnologicamente disponível. O Conselheiro, agindo conforme disposto acima, será considerado presente à reunião, e seu voto será considerado válido para todos os efeitos legais e incorporado à ata da referida reunião. Art. 20 - O Conselho de Administração deliberará por maioria de votos dos membros presentes. Das deliberações lavrar-se-á a ata devida. Art. 21 - Sempre que o Conselho de Administração se reunir para tratar de matéria cuja decisão dependa de esclarecimentos adicionais da Diretoria, esta poderá ser total ou parcialmente convocada, para participar da reunião, sem direito a voto nas deliberações Art. 22 - Compete ao Conselho de Administração: a) fixar a orientação geral dos negócios da Companhia; b) examinar e manifestar-se sobre propostas da Dire- 118 Manual da AGO/E 2012 Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Anexo 7 toria a serem submetidas à Assembleia Geral; c) submeter à Assembleia Geral a proposta de distribuição do lucro líquido do exercício, nos termos do Artigo 38 deste Estatuto; d) propor à Assembleia Geral alterações estatutárias; e) eleger e destituir os Diretores da Companhia e fixarlhes as atribuições, aprovando o organograma da Companhia; f) indicar o substituto do Diretor em caso de ausência, impedimento temporário ou vacância do cargo, observado o disposto no artigo 31 deste Estatuto Social; g) fiscalizar a gestão da Diretoria e manifestar-se sobre o relatório da Administração e das contas da Diretoria; h) convocar as Assembleias Gerais; i) pronunciar-se previamente em relação aos seguintes atos a serem praticados pela Diretoria Executiva, quando os valores e/ou prazos ultrapassarem os Manual da AGO/E 2012 119 Anexo 7 fixados pelo Conselho de Administração: i.1) quaisquer contratos de mútuo, empréstimos e/ou financiamentos a serem firmados pela Companhia e/ou por suas controladas, junto as instituições financeiras de crédito; i.2) aquisição, alienação e/ou oneração a qualquer título de bens do ativo permanente da Companhia;e i.3) estabelecimento de limites de crédito a clientes. j) autorizar a prestação pela Companhia, de aval, fiança e outras garantias a favor de empresas coligadas, associadas ou controladas, para garantia de qualquer valor; l) aprovar a cessão, transferência, aquisição de licença de quaisquer direitos referentes a marcas, patentes, processos de produção industrial e tecnologia; m) escolher e destituir os auditores independentes; n) distribuir entre os membros do Conselho de Administração e Diretoria, a remuneração e 120 Manual da AGO/E 2012 Anexo 7 gratificação global fixadas na Assembleia Geral dos Acionistas; o) autorizar investimentos e participação em outras empresas ou empreendimentos, no Brasil e no exterior; p) aprovar o planejamento estratégico orçamentos operacionais da Diretoria; e os q) aprovar planos de expansão e diversificação de atividades, bem como a abertura e encerramento de filiais, agências ou escritórios; r) autorizar a aquisição de ações da Companhia, para efeito de cancelamento ou permanência em tesouraria para posterior alienação; s) resolver os casos não previstos neste Estatuto Social, e que por lei não sejam de competência da Assembleia Geral, nem do Conselho Fiscal; t) deliberar sobre a celebração de contratos de mútuo pela Companhia com: t.1) seu Acionista Controlador; Manual da AGO/E 2012 121 Anexo 7 t.2) empresas por estes controladas; e T.3) coligadas nas quais a Companhia detenha participação inferior a 75%; (u) deliberar sobre a emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações e sem garantia real, e autorizar a emissão de quaisquer instrumentos de crédito para a captação de recursos, como bonds, notes, commercial papers, e outros, de uso comum no mercado, deliberando ainda sobre as condições de sua emissão e resgate; (v) fixar a lista tríplice de instituições a ser apresentada à Assembleia Geral para preparação do laudo de avaliação das ações da Companhia, para fins das ofertas públicas previstas nos Capítulos XII e XIII do presente Estatuto Social; e (x) Submeter à aprovação da Assembleia Geral o Plano de Opção de Compra de suas Ações aos seus administradores, na forma do parágrafo 3º do art. 168 da Lei nº 6.404/76. z) manifestar-se favorável ou contrariamente a respeito de qualquer oferta pública de aquisição de ações que tenha por objeto as 122 Manual da AGO/E 2012 Inclusão para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas Anexo 7 ações de emissão Companhia, por meio de parecer prévio fundamentado, divulgado até 15 (quinze) dias da publicação do edital da oferta pública de aquisição de ações, que deverá abordar, no mínimo: (i) a conveniência e oportunidade da oferta pública de aquisição de ações quanto ao interesse do conjunto de acionistas e em relação à liquidez dos valores mobiliários de sua titularidade; (ii) as repercussões da oferta pública de aquisição de ações sobre os interesses da Companhia; (iii) os planos estratégicos divulgados pelo ofertante em relação à Companhia; (iv) outros pontos que o Conselho de Administração considerar pertinente, bem como as informações exigidas pelas regras aplicáveis estabelecidas pela CVM. estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Art. 23 - Competirá ao Presidente do Conselho de Administração: Mantido sem alteração a) convocar e presidir as reuniões do Conselho; e b) presidir as Assembleias Gerais da Companhia. § Único - Nas decisões do Conselho de Administração, o Presidente terá, além do voto comum, o voto de qualidade em caso de empate na votação. Art. 24 - Competirá ao Vice-Presidente do Conselho Mantido sem alteração Mantido sem alteração Manual da AGO/E 2012 123 Anexo 7 de Administração substituir o Presidente nos casos de eventual ausência ou impedimento temporário, bem como em caso de vacância do cargo de Presidente do Conselho, até que a Assembleia Geral decida quanto ao seu preenchimento. Art. 25 - Em caso de vacância do cargo de Conselheiro Efetivo, assumirá o Conselheiro Suplente, se houver. No caso de vacância do cargo de qualquer dos demais Conselheiros, caberá ao Conselho de Administração a escolha do substituto, que exercerá a função até a data da realização da primeira Assembleia Geral. CAPÍTULO VII - DA DIRETORIA Artigo 26 - A Diretoria será composta de 3(três) a 15 (quinze) membros, Acionistas ou não, sendo: um Diretor Presidente Executivo, um Diretor Vice Presidente, um Diretor de Relações com Investidores e demais Diretores sem designação, cabendo ao Conselho de Administração decidir pela necessidade de criação dos demais cargos, bem como suas atribuições. Todos os membros da Diretoria serão eleitos e destituíveis, a qualquer tempo, pelo Conselho de Administração e poderão acumular funções. § 1º - O prazo do mandato será de 2(dois) anos, admitida a reeleição. § 2º - Os Diretores serão investidos nos seus cargos, § 2º - Os Diretores serão investidos nos seus cargos, 124 Manual da AGO/E 2012 Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Ajustes de redação para Anexo 7 mediante assinatura do termo de posse no livro de atas do Conselho de Administração, e da assinatura do Termo de Anuência dos Administradores a que se refere o Regulamento de Listagem no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA . Art. 27 - A Diretoria, dentro dos limites fixados em lei e por este Estatuto, fica investida de amplos e gerais poderes de gestão, que possibilitem a prática de todos os atos necessários ao regular funcionamento da Companhia, com vistas à consecução dos seus objetivos sociais. § 1º - A representação ativa e passiva da Companhia, em juízo ou fora dele, bem como a prática de todos os atos jurídicos que criem, modifiquem ou extingam quaisquer direitos e obrigações, compete a 2 (dois) membros da Diretoria, assinando em conjunto, sendo um deles o Diretor Presidente Executivo, ou o Diretor Vice-Presidente ou o Diretor de Relações com Investidores. § 2º - A Companhia será representada isoladamente por qualquer dos membros da Diretoria, nos casos de recebimento de citações, intimações ou notificações judiciais e na prestação de depoimento pessoal. Art. 28 - A Diretoria, por intermédio de 2(dois) membros em conjunto, sendo um deles o Diretor mediante assinatura do termo de posse no livro de atas do Conselho de Administração, e da assinatura do Termo de Anuência dos Administradores a que se refere o Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa, bem como deverão atender os demais requisitos legais. adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Manual da AGO/E 2012 125 Anexo 7 Presidente Executivo, ou o Diretor Vice-Presidente ou o Diretor de Relações com Investidores poderá constituir, em nome da Companhia, procuradores com poderes “ad negotia” e “ad judicia” a serem especificados no instrumento de mandato. Tais procurações terão prazo de validade até o dia 31 de dezembro do ano em que forem outorgadas, ressalvadas as procurações outorgadas no último trimestre do ano, as quais poderão ter prazo de validade até o dia 31 de dezembro do ano imediatamente subsequente. Para a representação em Juízo, os mandatos poderão ser outorgados com prazo indeterminado, com poderes específicos. Art. 29 - Ao Diretor Presidente Executivo cabe o exercício, entre outras, das seguintes atribuições: a) exercer a representação institucional Companhia e dirigir as suas atividades gerais; da b) estabelecer políticas para o desenvolvimento da Companhia e de suas controladas; c) aprovar os planos estratégicos, orçamentários e de investimentos da Companhia e de suas controladas, submetendo-os ao referendo do 126 Manual da AGO/E 2012 Mantido sem alteração Anexo 7 Conselho de Administração; d) orientar, coordenar e supervisionar o trabalho dos Diretores; e) convocar e presidir as reuniões da Diretoria; e, f) zelar pelo fiel cumprimento deste Estatuto, das deliberações da Assembleia Geral e do Conselho de Administração. § Único - O Diretor Presidente Executivo terá, além do voto comum, o voto de qualidade no caso de empate nas decisões de competência da Diretoria. Art. 30 - Ao Diretor de Relações com Investidores compete: a) representar a Companhia perante a CVM e demais entidades do mercado de capitais e instituições financeiras; Mantido sem alteração b) fazer cumprir as normas editadas pela CVM aplicáveis à Companhia; e c) administrar a política de relacionamento com investidores. Manual da AGO/E 2012 127 Anexo 7 § Único - Aos demais Diretores compete: a) substituírem-se entre si, em suas ausências ou impedimentos; e Mantido sem alteração b) exercer as funções executivas e os poderes que lhes são atribuídos no sentido de planejar, desenvolver e controlar os negócios da Companhia e suas controladas. Art. 31 - No caso de ausência ou impedimento do Diretor Presidente Executivo, este será substituído pelo Diretor Vice Presidente e, em caso de ausência ou impedimento deste, pelo substituto indicado pelo Conselho de Administração. Art. 32 - A Diretoria reunir-se-á sempre que convocada pelo Diretor Presidente Executivo, sendo suas deliberações tomadas por maioria dos votos e registradas em atas. Art. 33 “caput” – Aos Diretores e eventuais Procuradores é expressamente vedado o uso do nome da Companhia em atos estranhos aos interesses sociais e de modo especial na concessão de avais, fianças ou endossos de favor. § Único - Será permitido, entretanto, aos Diretores, em nome da Companhia e de suas controladas, 128 Manual da AGO/E 2012 Mantido sem alteração Mantido sem alteração Art. 33 “caput” – Aos Diretores e eventuais Procuradores é expressamente vedado o uso do nome da Companhia em atos estranhos aos interesses sociais e de modo especial na concessão de avais, fianças ou endossos de favor ou empréstimos a seus administradores. Alteração decorrente do item 9 das propostas da Administração. Mantido sem alteração Anexo 7 prestarem fiança perante entidades autárquicas ou paraestatais ou ainda às fazendas públicas em favor de entidades comerciais ou industriais, dentro do limite de sua competência, sendo necessárias as assinaturas de dois Diretores, sendo um deles o Diretor Presidente Executivo, ou o Diretor VicePresidente ou o Diretor de Relações com Investidores ou o substituto indicado pelo Conselho de Administração. Art. 34 - Os Diretores terão as funções e encargos de direção da Companhia na forma do organograma e definição de atribuições e responsabilidades de cada um, aprovado pelo Conselho de Administração. CAPÍTULO VIII - DO CONSELHO FISCAL Art. 35 - A Companhia terá um Conselho Fiscal de funcionamento permanente, composto de até 5(cinco) membros efetivos e igual número de suplentes, cabendo anualmente à Assembleia Geral Ordinária a eleição dos seus membros e a fixação da remuneração dos mesmos. § Único – Os membros do Conselho Fiscal e seus suplentes exercerão seus cargos até a primeira Assembleia Geral Ordinária que se realizar após sua eleição. Artigo 36 - O Conselho Fiscal deliberará pela maioria de seus membros, e as suas reuniões somente se Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Manual da AGO/E 2012 129 Anexo 7 instalarão se presente a maioria dos seus membros. § 1º - O Conselho Fiscal reunir-se-á trimestralmente, ou quando convocado por escrito, por qualquer de seus membros, com antecedência de 5(cinco) dias da reunião. § 2º - As reuniões poderão ser realizadas através de teleconferência, videoconferência ou qualquer outro meio eletrônico ou tecnologicamente disponível. Os membros do Conselho Fiscal poderão expressar seu voto em tal reunião através de carta, declaração ou mensagem encaminhada à Companhia, anteriormente ou durante a realização da reunião, por fax, correio eletrônico ou qualquer outro meio eletrônico ou tecnologicamente disponível. O membro do Conselho Fiscal, agindo conforme disposto acima, será considerado presente à reunião, e seu voto será considerado válido para todos os efeitos legais e incorporado à ata da referida reunião. § 3º - Das reuniões do Conselho Fiscal lavrar-se-ão atas, em livro próprio, que ficará disponível aos acionistas na sede Companhia. § 4º - Os membros do Conselho Fiscal serão investidos nos seus cargos mediante a assinatura de termo de posse no Livro de Atas de Reuniões do Conselho Fiscal, bem como a assinatura do Termo de Anuência dos Membros do Conselho Fiscal a que se 130 Manual da AGO/E 2012 Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração § 4º - Os membros do Conselho Fiscal serão investidos nos seus cargos mediante a assinatura de termo de posse no Livro de Atas de Reuniões do Conselho Fiscal, bem como a assinatura do Termo de Anuência dos Membros do Conselho Fiscal a que se Ajustes de redação para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Anexo 7 refere o Regulamento de Listagem do Novo Mercado refere o Regulamento de Listagem do Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA. da BM&FBOVESPA, bem como deverão atender os demais requisitos legais. CAPÍTULO IX - DO EXERCÍCIO SOCIAL Art. 37 - O exercício social terminará no último dia do mês de dezembro de cada ano, data em que será levantado o inventário geral e o balanço anual. § Único – Ad Referendum da Assembleia Geral, o Conselho de Administração poderá decidir sobre a distribuição de dividendos intermediários e/ou juros sobre capital próprio, na forma da Lei nº 9.249/95, bem como sobre o pagamento de dividendos intercalares, desde que seja levantado balanço na forma da legislação vigente. Art. 38 - O resultado do exercício, após as deduções previstas no Artigo 189 da Lei das Sociedades por Ações e após a dedução, observadas as restrições legais, de até 10% (dez por cento) a título de participação dos administradores (Artigo 190 da Lei das Sociedades por Ações), terá a seguinte destinação: Novo Mercado da BM&F Bovespa. Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração a) 5% (cinco por cento) para constituição de reserva legal, que não excederá de 20% (vinte por cento) do capital social; Manual da AGO/E 2012 131 Anexo 7 b) importância, quando necessária e devidamente justificada pelos administradores, para a formação de Reservas para Contingências e para a formação de Reserva de Lucros a Realizar, na forma da legislação; c) 25% (vinte e cinco por cento) no mínimo, do lucro líquido ajustado na forma do artigo 202 da Lei das Sociedades por Ações, para distribuição de dividendos e/ou juros sobre capital próprio, na forma da Lei nº 9.249/95, imputados aos dividendos; d) Retenção do lucro, quando devidamente justificado pelos Administradores, para financiar orçamento de capital aprovado pela Assembleia Geral e revisado anualmente; e) o saldo que se verificar, depois das deduções acima, será distribuído aos Acionistas na forma de dividendos. § Único - Em face da Lei nº 9.249/95, o Conselho de Administração deliberará sobre: Mantido sem alteração a) o montante dos juros a título de remuneração do capital próprio, a serem pagos ou creditados aos 132 Manual da AGO/E 2012 Anexo 7 Acionistas, em espécie ou “in natura”, total ou parcialmente; e b) a imputação e dedução, do dividendo obrigatório, do valor dos juros pagos ou creditados aos Acionistas a título de remuneração do capital próprio. CAPÍTULO X - DA LIQUIDAÇÃO Art. 39 - A Companhia entrará em liquidação nos casos previstos em lei, cabendo à Assembleia Geral eleger o liquidante ou liquidantes, obedecidas as formalidades legais. CAPÍTULO XI - DA ALIENAÇÃO DO CONTROLE Artigo 40 - A alienação de Controle da Companhia, tanto por meio de uma única operação, como por meio de operações sucessivas, deverá ser contratada sob a condição, suspensiva ou resolutiva, de que o adquirente se obrigue a efetivar oferta pública de aquisição das demais ações dos outros acionistas da Companhia, observando as condições e os prazos previstos na legislação vigente e no Regulamento de Listagem no Novo Mercado, de forma a lhes assegurar tratamento igualitário àquele dado ao Acionista Controlador Alienante. § (único) - Para os fins deste Estatuto, os termos § 1º - Para os fins deste Estatuto, os termos Acionista Controlador, Acionista Controlador Acionista Controlador, Acionista Controlador Mantido sem alteração Mantido sem alteração Adequação da numeração Manual da AGO/E 2012 133 Anexo 7 Alienante, Ações de Controle da Companhia, Poder de Controle e Valor Econômico terão os significados definidos no Regulamento de Listagem do Novo Mercado - BOVESPA. § 2º - Não existe. Art. 41 - A oferta pública a que se refere o caput do artigo 40 será exigida ainda quando houver cessão onerosa de direitos de subscrição de ações e de outros títulos ou direitos relativos a valores mobiliários conversíveis em ações, que venha a resultar na alienação do controle da Companhia, assim como em caso de alienação de controle de sociedade que detenha o Poder de Controle da Companhia, sendo que, neste caso o Acionista Controlador Alienante ficará obrigado a declarar à Bolsa de Valores de São Paulo o valor atribuído à Companhia nessa alienação e anexar documentação que comprove esse valor. Artigo 42 - A oferta pública prevista no caput do artigo 40 também aplicar-se-á caso o adquirente já detenha ações da Companhia e venha, por meio de contrato 134 Manual da AGO/E 2012 Alienante, Ações de Controle da Companhia, Poder de Controle e Valor Econômico terão os significados definidos no Regulamento de Listagem do Novo Mercado. § 2º - As disposições do Regulamento do Novo Mercado prevalecerão sobre as disposições estatutárias, nas hipóteses de prejuízo aos direitos dos destinatários das ofertas públicas previstas neste Estatuto. Inclusão para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Mantido sem alteração Mantido sem alteração Anexo 7 particular envolvendo qualquer quantidade de ações, adquirir o Poder de Controle da Companhia. Nesta hipótese, o adquirente estará obrigado a: a) efetivar a oferta pública a que se refere o caput do artigo 40; e, b) ressarcir os acionistas de quem tenha comprado ações em bolsa nos 6 (seis) meses anteriores à data da Alienação de Controle, a quem deverá pagar a diferença entre o preço pago ao Acionista Controlador Alienante e o valor pago em bolsa por ações da Companhia neste período, devidamente atualizado. § Único- A Companhia não registrará qualquer transferência de ações para o comprador do Poder de Controle, ou para aquele(s) que vier(em) a deter o Poder de Controle, enquanto este(s) não subscrever(em) o Termo de Anuência dos Controladores ao Regulamento de Listagem do Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo. Mantido sem alteração b) ressarcir os acionistas de quem tenha comprado ações em bolsa nos 6 (seis) meses anteriores à data da Alienação de Controle, a quem deverá pagar a diferença entre o preço pago ao Acionista Controlador Alienante e o valor pago em bolsa por ações da Companhia neste período, devidamente atualizado. Referida quantia deverá ser distribuída entre todas as pessoas que venderam ações da Companhia nos pregões em que o Adquirente realizou as aquisições, proporcionalmente ao saldo líquido vendedor diário de cada uma, cabendo à BM&F Bovespa operacionalizar a distribuição, nos termos de seus regulamentos. § Único- A Companhia não registrará qualquer transferência de ações para o comprador do Poder de Controle, ou para aquele(s) que vier(em) a deter o Poder de Controle, enquanto este(s) não subscrever(em) o Termo de Anuência dos Controladores ao Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Ajuste de redação para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Ajuste na redação da denominação da BM&F Bovespa. Manual da AGO/E 2012 135 Anexo 7 CAPÍTULO XII – DO CANCELAMENTO DE REGISTRO DE COMPANHIA ABERTA Art. 43 - O cancelamento do registro de companhia aberta perante a CVM deverá ser precedido da efetivação, por parte do acionista que detiver o Poder de Controle ou pela Companhia, conforme o caso, de oferta pública de aquisição de ações pertencentes aos demais acionistas da Companhia. §1º - A oferta pública prevista no caput deste artigo deverá ter como preço mínimo, obrigatoriamente, o Valor Econômico que vier a ser determinado em laudo de avaliação, por meio da utilização de metodologia reconhecida ou com base em outro critério que venha a ser definido pela CVM. O laudo de avaliação deverá ser elaborado por instituição ou empresa especializada, com experiência comprovada e independente quanto ao poder de decisão da Companhia, seus Administradores e/ou Acionista Controlador, além de satisfazer os requisitos do § 1º do artigo 8º da Lei das Sociedades por Ações, e conter a responsabilidade prevista no § 6º do mesmo artigo. §2º A escolha da instituição responsável pela determinação do Valor Econômico da Companhia é de competência privativa da Assembleia Geral, a partir da apresentação, pelo Conselho de Administração, de 136 Manual da AGO/E 2012 Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Anexo 7 lista tríplice, devendo a respectiva deliberação, não se computando os votos em branco, ser tomada pela maioria dos votos dos acionistas representantes das Ações em Circulação presentes na Assembleia Geral, que, se instalada em primeira convocação, deverá contar com a presença de acionistas que representem, no mínimo, 20% (vinte por cento) do total de Ações em Circulação, ou que, se instalada em segunda convocação, poderá contar com a presença de qualquer número de acionistas representantes das Ações em Circulação. §3º Os custos de elaboração do laudo de avaliação deverão ser assumidos integralmente pelo ofertante. CAPÍTULO XIII – DA SAÍDA DO NOVO MERCADO Artigo 44 - Caso os acionistas reunidos em Assembleia Geral Extraordinária deliberem: (a) a saída da Companhia do Novo Mercado para que suas ações tenham registro para negociação fora do Novo Mercado ou (b) a reorganização societária da qual a companhia resultante não seja admitida no Novo Mercado no prazo mínimo necessário para listagem de suas ações, o Acionista Controlador deverá efetivar oferta pública de aquisição de ações dos demais acionistas da Companhia, cujo preço mínimo a ser ofertado deverá corresponder ao Valor Econômico, definido no Artigo 43, apurado em laudo de avaliação, Mantido sem alteração Mantido sem alteração Manual da AGO/E 2012 137 Anexo 7 respeitadas as normas legais e regulamentares aplicáveis. § 1º - Na hipótese de não haver Acionista Controlador, caso seja deliberada a saída da Companhia do Novo Mercado para que os valores mobiliários por ela emitidos passem a ter registro para negociação fora do Novo Mercado, ou em virtude de operação de reorganização societária, na qual a sociedade resultante dessa reorganização não tenha seus valores mobiliários admitidos à negociação no Novo Mercado no prazo de 120 (cento e vinte) dias contados da data da assembleia geral que aprovou a referida operação, a saída estará condicionada à realização de oferta pública de aquisição de ações nas mesmas condições previstas no artigo acima. § 2º - A referida assembleia geral deverá definir o(s) responsável(is) pela realização da oferta pública de aquisição de ações, o(s) qual(is), presente(s) na assembleia, deverá(ão) assumir expressamente a obrigação de realizar a oferta. § 3º - Na ausência de definição dos responsáveis pela realização da oferta pública de aquisição de ações, no caso de operação de reorganização 138 Manual da AGO/E 2012 Inclusão para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Inclusão para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Inclusão para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas Anexo 7 societária, na qual a companhia resultante dessa reorganização não tenha seus valores mobiliários admitidos à negociação no Novo Mercado, caberá aos acionistas que votaram favoravelmente à reorganização societária realizar a referida oferta. Art. 44-A - A saída da Companhia do Novo Mercado em razão de descumprimento de obrigações constantes do Regulamento do Novo Mercado está condicionada à efetivação de oferta pública de aquisição de ações, no mínimo, pelo Valor Econômico das ações, a ser apurado em laudo de avaliação de que trata o Artigo 43 deste Estatuto, respeitadas as normas legais e regulamentares aplicáveis. § 1º - O Acionista Controlador deverá efetivar a oferta pública de aquisição de ações prevista no caput desse artigo. § 2º - Na hipótese de não haver Acionista Controlador e a saída do Novo Mercado referida no caput decorrer de deliberação da assembleia geral, os acionistas que tenham votado a favor da deliberação que implicou o respectivo estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Inclusão para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Inclusão para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Inclusão para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Manual da AGO/E 2012 139 Anexo 7 descumprimento deverão efetivar a oferta pública de aquisição de ações prevista no caput. § 3º - Na hipótese de não haver Acionista Controlador e a saída do Novo Mercado referida no caput ocorrer em razão de ato ou fato da administração, os Administradores da Companhia deverão convocar assembleia geral de acionistas cuja ordem do dia será a deliberação sobre como sanar o descumprimento das obrigações constantes do Regulamento do Novo Mercado ou, se for o caso, deliberar pela saída da Companhia do Novo Mercado. § 4º - Caso a assembleia geral mencionada no Parágrafo anterior delibere pela saída da Companhia do Novo Mercado, a referida assembleia geral deverá definir o(s) responsável(is) pela realização da oferta pública de aquisição de ações prevista no caput, o(s) qual(is), presente(s) na assembleia, deverá(ão) assumir expressamente a obrigação de realizar a oferta. CAPÍTULO XIV – DA SOLUÇÃO DE CONFLITOS Art. 45 - A Companhia, seus acionistas, administradores e membros do Conselho Fiscal obrigam-se a resolver, por meio de arbitragem, nos termos do Regulamento da Câmara de Arbitragem do Mercado da BOVESPA, toda e qualquer disputa ou 140 Manual da AGO/E 2012 Novo Mercado da BM&F Bovespa. Inclusão para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Inclusão para adequação do Estatuto Social às cláusulas obrigatórias mínimas estabelecidas pelo Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa. Mantido sem alteração Anexo 7 controvérsia que possa surgir entre eles, relacionada ou oriunda, em especial, da aplicação, validade, eficácia, interpretação, violação e seus efeitos, das disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações, no Estatuto Social da Companhia, nas normas editadas pelo Conselho Monetário Nacional, pelo Banco Central do Brasil e pela CVM, bem como nas demais normas aplicáveis ao funcionamento do mercado de capitais em geral, além daquelas constantes do Regulamento de Listagem do Novo Mercado, do Contrato de Participação do Novo Mercado e do Regulamento de Arbitragem da Câmara de Arbitragem do Mercado. CAPÍTULO XV - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 46 - A Assembleia Geral poderá a todo tempo, deliberar a transformação do tipo jurídico da Companhia, na forma da legislação em vigor, devendo observar, no que couber, as demais disposições deste Estatuto. Art. 47 - Os casos omissos neste Estatuto serão resolvidos pela legislação vigente. Art. 48 - A Companhia participa de grupo de sociedade, designado "Grupo WEG", na qualidade de Sociedade de Comando, por prazo indeterminado, mediante convenção pela qual se obriga a combinar recursos e esforços para a realização dos respectivos Mantido sem alteração Mantido sem alteração Mantido sem alteração Manual da AGO/E 2012 141 Anexo 7 objetos sociais das Empresas do Grupo ou a participar de atividades ou empreendimentos comuns. 142 Manual da AGO/E 2012