Gestão de Comunicação
Assessoria de Promoção e Inteligência Competitiva
Monitoramento das Notícias da UNISUL
Dia 01 de junho de 2015
JORNAIS
Jornal: Notícias do Dia
Data: 30 e 31/05/15
Editoria: Opinião
Página: 08
Jornal: Notícias do Dia
Data: 30 e 31/05/2015
Editoria: Plural
Página: 08
Jornal: Notícias do Dia
Data: 30 e 31/05/2015
Página: 16
Jornal: Notícias do Dia
Data: 30 e 31/05/2015
Editoria: A Vida Segue - Paulo Clóvis
Página: 27
Jornal: Diário Catarinense
Data: 01/06/2015
Editoria: Coluna- Moacir Pereira
Página: 08
Jornal: Diário do Sul
Data: 1º/06/15
Editoria: Publicidade
Página: 05
Jornal: Diário do Sul
Data: 1º/06/15
Editoria: Esportes – Eduardo Ventura
Página: 05
Jornal: Diário do Sul
Data: 1º/06/15
Editoria: Esportes – Eduardo Ventura
Página: 05
Jornal: Notisul
Data: 1º/06/15
Editoria: Geral
Página: 04
Jornal: Notisul
Data: 1º/06/15
Editoria: Segurança
Página: 15
Jornal: Diário do Sul
Data: 29/05/15
Editoria: Geral – Arilton Barreiros
Página: 02
Jornal: Diário do Sul
Data: 29/05/15
Editoria: Geral – Néia Lopes
Página: 03
Jornal: Diário do Sul
Data: 29/05/15
Editoria: Geral
Página: 05
Jornal: Diário do Sul
Data: 29/05/15
Editoria: Esportes – Eduardo Ventura
Página: 11
Jornal: Diário do Sul
Data: 29/05/15
Editoria: Geral
Página: 04
Jornal: Diário do Sul
Data: 29/05/15
Editoria: Extra – Arlan Alves
Página: 08
Jornal: Diário do Sul
Data: 28/05/15
Editoria: Geral – Arilton Barreiros
Página: 02
Jornal: Diário do Sul
Data: 31/05/15
Editoria: Geral
Página: 06
TELEVISÃO
Veículo: RBS TV
Programa: Jornal do Almoço (SC).
Assunto: Tecnologia é debatida em semana de inovação da Unisul
Link: http://globotv.globo.com/rbs-sc/jornal-do-almoco-sc/v/tecnologia-e-debatida-em-semana-deinovacao-da-unisul/4216732/
SITES
Veículo: Site Clic RBS
Data: 31/05/2015
Link: http://wp.clicrbs.com.br/moacirpereira/2015/05/31/engenharia-da-computacaoda-ufsc-em-ararangua-so-frustracoes/?topo=67,2,18,,,77
Engenharia da Computação da UFSC em Araranguá: "Só
frustrações"
De um acadêmico que pediu anonimato, via e-mail:
“Sou estudante de Engenharia da Computação na Universidade Federal de Santa
Catarina, campus Araranguá e venho, por meio deste e-mail, demonstrar a minha
completa indignação com a situação atual da infraestrutura do campus. Toda a semana
ouço, em rodas de conversa na universidade, comentários sobre a expectativa frustrada
de novos alunos em estudar em um local que condiz com a conhecida qualidade da
UFSC. Eu tinha outras opções de locais para realizar esse curso, mas escolhi essa
universidade pensando que teria qualidade de ensino aliada a uma infraestrutura
adequada. Entretanto, fiquei indignado quando descobri que o local de estudo é
localizado em outra universidade, a Unisul, que não possui boas instalações. Caso não
conheça a história do campus Araranguá, deixo um resumo a seguir. Em 2008, aderindo
ao projeto Reuni, a Universidade Federal de Santa Catarina começou a implementação
de uma unidade na cidade em questão com um prédio e o curso de Tecnologia da
Informação e Comunicação. Após, foram abertos os cursos de Fisioterapia, Engenharia
de Energia e, finalmente, Engenharia da Computação. O prédio foi finalizado e depois
disso, nada mais foi construído. Com o aumento de alunos, as salas de aula até então
construídas não eram suficientes. Uma solução encontrada pela direção do campus foi
alugar, temporariamente, um espaço da Universidade do Sul de Santa Catarina, Unisul.
Isso ocorreu em 2012. Até hoje, não foram construídos mais nenhum prédio na sede do
campus e nenhuma melhoria foi implementada no campus da Unisul. A reitora da
UFSC confirmou, há muitos anos, que esse prédio que é alugado, seria comprado, mas
nenhuma mudança ocorrei até então. A justificativa é de que a Unisul possui dívidas
com a União que devem ser quitadas antes da compra. Entretanto, não há explicações
concretas para a completa paralisação da construção do campus inicial. A infraestrutura
da Unisul possui computadores arcaicos e instalações precárias. Professores devem
compartilhar salas com outros setores para trabalhar. Os laboratórios para o curso de
Fisioterapia quase não existem e os de informática são completamente insatisfatórios
considerando que temos cursos que estudam e utilizam constantemente a tecnologia.
Alguns docentes comentaram informalmente que uma greve seria de bom grado para
reivindicar melhores condições de trabalho e infraestrutura no campus. A unidade da
UFSC localizada em Curitibanos vive uma realidade muito diferente da nossa, com
laboratórios bem equipados e estrutura quase completa. Eu e meus colegas sentimos que
estamos nas mãos da Unisul, estudando nesta instituição, mas fingindo que estamos na
famosa e qualificada UFSC. O clima é de completo improviso, indignante. Peço, ou
melhor, imploro, que divulgue esse fato na mídia para que a comunidade fique ciente da
situação dessa unidade. Há muitos fatos que não relatei neste e-mail, que me deixa
muito mais indignado, mas basta uma simples pesquisa nos grupos das redes sociais
para descobri-las. Esse fato não pode continuar assim. Estamos há mais de 5 anos
esperando a construção de um local próprio e de qualidade, o que recebemos, a cada dia,
é mais incerteza e desânimo ao ver esse caso. Lembro que sou apenas um aluno
indignado, mas tenho certeza que a maioria dos outros alunos estão sentindo o mesmo.
Peço que não divulgue minha identidade caso atenda ao meu pedido. Agradeço qualquer
ajuda”.
Veículo: Site JI News
Data: 29/05/2015
Link: http://jinews.com.br/home/ver.php?id=259179
Alunos da Unisul terão mais uma alternativa de crédito universitário
A Unisul acaba de fazer uma parceria com a Fundaplub para oferecer crédito universitário a
alunos com carência financeira
A Unisul e a Fundaplub assinaram na manhã desta sexta-feira, dia 29 de maio, um
convênio que oferecerá crédito educativo aos alunos de graduação. O reitor da Unisul,
professor Sebastião Salésio Herdt, e o presidente da Fundaplub, Nelson Wedekin,
lavraram o contrato em ato solene que ocorreu na unidade Dib Missi, em Florianópolis.
Com este convênio, a Unisul terá mais uma alternativa de crédito universitário, o
CredIES da FUNDAPLUB - Fundação APLUB de Crédito Educativo, que atenderá, no
primeiro momento, mais de 3 mil estudantes das modalidades presencial e a distância. A
Unisul é uma universidade comunitária e, pensando no seu compromisso de inclusão
social, buscou mais uma alternativa aos seus alunos que possuem carência financeira e
que poderão ser beneficiados ainda este ano. Um dos diferenciais desta alternativa é que
o aluno poderá financiar o curso inteiro, em até 50% do valor da mensalidade.
Para o presidente da Fundaplub esta parceria vem de encontro com um dos sonhos da
instituição, que é o de transformar dificuldades em oportunidades, oferecendo assim, a
chance para os que querem concluir um curso universitário. “Creio que o que estejamos
fazendo aqui seja mais do que um convênio, e sim, elevando o patamar de Santa
Catarina ao oferecer mais esta oportunidade de crédito educativo”.
A Unisul é a primeira universidade em Santa Catarina que oferecerá este tipo de
benefício aos seus alunos. O convênio atenderá a concessão, contratação e
administração do programa de crédito educativo, com o objetivo de apoiar os estudantes
em sua formação superior. A FUNDAPLUB opera no mercado há mais de 40 anos e
atende cerca de 60 mil alunos em todo país.
“Com a ampliação da rede de instituições e a dedicação dos envolvidos, acreditamos
que chegaremos mais rápido à nossa missão de promover o acesso universal ao ensino
superior de forma sustentável e permanente em parceria com instituições de ensino
superior de todo o Brasil”, ressalta o diretor superintendente da FUNDAPLUB, Nivio
Delgado.
Para o reitor da Unisul, professor Sebastião Salésio Herdt, esta parceria possibilitará
novas alternativas de acesso ao crédito educativo, propiciando ainda mais oportunidades
de inclusão, de acesso, de retorno e de manutenção na trajetória universitária dos nossos
atuais e futuros estudantes, nas diferentes comunidades onde atuamos. “Para nós quando
falamos em inclusão social estamos pensando e tendo a esperança de um país mais
forte”.
Como vai funcionar o convênio?
O aluno assina o contrato de gestão da conta, paga 50% da mensalidade e a outra
metade só pagará no final do curso, no mesmo número de vezes que pagou o semestre
letivo. A parte que ficar para o futuro será atualizada pelo valor do crédito, sem juros. O
crédito vale tanto para quem está entrando na universidade, como para quem já está
matriculado.
Quem optar pelo crédito universitário Fundaplub deverá fazer a inscrição na instituição
de ensino escolhida de forma online, no próprio site e fazer um cadastro solicitando o
crédito. É necessário ter um fiador. Os dois irão assinar o contrato na Universidade. Não
é cobrado juros do aluno, apenas uma taxa administrativa de 0,35% ao mês, equivalente
a 4,2% ao ano.
Presentes na solenidade da assinatura do convênio:
Representando a Fundaplub estavam: diretor-presidente Nelson Wedekin, diretor vicepresidente Carlos Henrique Moreira Becker, diretor-superintendente Nivio Júnior
Lewis, coordenador comercial Frederico Silveira da Silveira e Consultor Comercial
Alessandro Lohmeyer. Representando a Unisul: reitor professor Sebastão Salésio Herd,
vice-reitor professor Mauri Heerdt, diretor do campus da Grande Florianópolis Hercules
Araujo, diretor do campus Tubarão Heitor Wensing Junior, diretor do campus
UnisulVirtual Fabiano Ceretta, procuradora jurídica Tatiana Meneghel, diretor
financeiro, Adriano Dias Souza, diretor de comunicação Ildo Silva da Silva e demais
convidados.
Veículo: Site ND Online
Data: 29/05/2015
Link: http://m.ndonline.com.br/florianopolis/noticias/259158-unisul-assina-parceriapara-credito-educativo.html
Com restrições do Fies, Unisul assina parceria para crédito educativo
Mais de 3.000 estudantes poderão acessar o financiamento para pagar a graduação
Uma parceria entre a Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina) e a Fundaplub
(Fundação Aplub de Crédito Educativo) permitirá que estudantes de graduação
financiem seus estudos. O contrato entre as instituições foi assinado nesta sexta-feira,
em Florianópolis. Alunos que não conseguiram bolsas de estudos ou foram prejudicados
pelos cortes do Fies (Financiamento Estudantil), poderão contratar o financiamento, que
deverá ser pago metade durante o curso e o restante após a formatura.
Reitor Sebastião Salésio Herdt assina o convênio
No primeiro semestre de 2014, mais de 480 mil estudantes de todo o país tiveram
acesso ao Fies. Em 2015, esse número caiu para 252.442. A redução pode afetar mais de
8.000 universitários no Estado, de acordo com as estimativas da Ampesc (Associação
de Mantenedoras Particulares de Educação Superior de Santa Catarina). Na busca de
soluções que permitam o ingresso e a permanência no curso superior, a Unisul fechou
um contrato com a Fundaplub, instituição de Porto Alegre (RS), que há mais de 40 anos
fornece crédito para estudantes universitários.
“Com as restrições do Fies, a demanda cresceu muito. Além da Unisul, outras
instituições têm nos procurado para auxiliar seus estudantes”, relatou o diretorpresidente da Fundaplub, Nelson Wedekin, ao ressaltar que mais de 60.000 alunos já
foram beneficiados no Brasil, durante os 40 anos de existência da fundação. Salientando
que se trata de um sistema autossustentável de gestão de recursos, Wedwkin lembra que
o crédito é administrado pela Fundaplub. Para ter acesso ao financiamento (que é
semestral), os candidatos devem se inscrever no site da fundação. É necessário fiador
para receber o crédito. “Os estudantes pagam a metade do valor da faculdade durante o
curso e outra metade depois de formados, no mesmo período que cursaram o ensino
superior, ou seja, quatro, seis ou mais anos”, afirmou.
Caberá à Unisul apontar os estudantes habilitados a receber o financiamento, segundo
Wedekin. Isso porque a prioridade será dada aos estudantes que tentaram bolsas de
estudo ou crédito estudantil via Fies. “Após a conclusão do curso, o graduado pagará
50% do valor atual da mensalidade do curso no qual se formou”, explicou o presidente
sobre o fator de correção do sistema.
Para o reitor da Unisul, professor Sebastião Salésio Herdt, esta parceria possibilitará
novas alternativas de acesso ao crédito educativo, "propiciando ainda mais
oportunidades de inclusão, de acesso, de retorno e de manutenção na trajetória
universitária dos nossos atuais e futuros estudantes, nas diferentes comunidades onde
atuamos".
Veículo: Site Clique Esporte
Data: 30/05/2015
Link: http://cliqueesporte.blogspot.com.br/2015/05/lnf-copagril-busca-empate-nofinal.html
LNF: Copagril busca empate no final contra a Unisul e é o único
paranaense a pontuar na rodada
A 12ª rodada da Liga Nacional de Futsal
(LNF) foi ruim para as equipes paranaenses.
O único time do estado que conseguiu
pontuar foi a Copagril/Sempre
Vida/Penalty/Marechal Cândido Rondon, que
ficou em 2x2 com o
Orleplast/Unisul/Tubarão, em Santa Catarina.
Mesmo com o ponto conquistado, a equipe
rondonense segue de fora da zona de classificação, com 12 pontos ganhos. Já a Unisul
segue na lanterna, com apenas 4 pontos.
Os catarinenses abriram o marcador na primeira etapa, com Rafinha. A Copagril
pressionou bastante, mas perdeu muitas chances. Foi o caso do ala Guerra que perdeu
oportunidade, com o goleiro já batido no lance. Mesmo assim, a Copagril chegou ao
empate com Alvim, que deixou tudo igual: 1x1.
No segundo tempo, o goleiro Donny foi expulso e a Unisul aproveitou a vantagem
numérica para voltar a ficar na frente do placar, com William. Nos instantes finais,
Rafinha Müller mandou uma bomba, em cobrança de falta, empatando o jogo e
encerrando o placar em 2x2.A Copagril volta a jogar na segunda-feira, dia 1º, no estado
do Rio Grande do Sul, contra a tradicional equipe de Carlos Barbosa. O time paranaense
precisa de um resultado positivo para entrar no G-14.
Veículo: Site ND Online
Data: 29/05/2015
Link: http://ndonline.com.br/florianopolis/colunas/expressao/258990-biguacu-presentena-marcha-em-brasilia-por-mais-recursos-federais.html
Saltos Ornamentais
O Complexo Aquático da Unisul está com as inscrições abertas para aulas de saltos
ornamentais que serão oferecidas para crianças de 6 a 14 anos. O projeto é inédito em
Santa Catarina e foi estruturado ao longo de anos, mas só agora foi lançado na Unidade
Pedra Branca. O professor do curso de EducaçÃO Física e responsável pelas atividades
no Complexo Aquático, Carlos Camargo, explica que o projeto vem sendo estruturado
há muito tempo, mas agora que foi possível realiza-lo porque dependia de estrutura e de
profissionais capacitados. Inscrições e mais informações pelo telefone (48) 3279-1197
Veículo: Site Futsal de Primeira
Data: 30/05/2015
Link:http://www.futsaldeprimeira.com/site/noticiasVer.php?cs=b31239e16f8433387f8
d71b739a2773720150530220531
Liga Futsal: Copagril empata com a Unisul e é o único paranaense a
pontuar na rodada
A 12ª rodada da Liga Nacional de Futsal (LNF) foi ruim para as equipes paranaenses. O
único time do estado que conseguiu pontuar foi a Copagril/Sempre
Vida/Penalty/Marechal Cândido Rondon, que ficou em 2x2 com o
Orleplast/Unisul/Tubarão, em Santa Catarina. Mesmo com o ponto conquistado, a
equipe rondonense segue de fora da zona de classificação, com 12 pontos ganhos. Já a
Unisul segue na lanterna, com apenas 4 pontos.
Os catarinenses abriram o marcador na primeira etapa, com Rafinha. A Copagril
pressionou bastante, mas perdeu muitas chances. Foi o caso do ala Guerra que perdeu
oportunidade, com o goleiro já batido no lance. Mesmo assim, a Copagril chegou ao
empate com Alvim, que deixou tudo igual: 1x1.
No segundo tempo, o goleiro Donny foi expulso e a Unisul aproveitou a vantagem
numérica para voltar a ficar na frente do placar, com William. Nos instantes finais,
Rafinha Müller mandou uma bomba, em cobrança de falta, empatando o jogo e
encerrando o placar em 2x2.
A Copagril volta a jogar na segunda-feira, dia 1º, no estado do Rio Grande do Sul,
contra a tradicional equipe de Carlos Barbosa. O time paranaense precisa de um
resultado positivo para entrar no G-14.
Veículo: Site Esporte Maringá
Data: 31/05/2015
Link: http://esportemaringa.blogspot.com.br/2015/05/radio-maringa-copagril-garanteempate.html
RÁDIO MARINGÁ - Copagril garante empate com a Unisul
A 12ª rodada da Liga Nacional de Futsal (LNF) foi ruim para as equipes paranaenses.
O único time do estado que conseguiu pontuar foi a Copagril/Sempre
Vida/Penalty/Marechal Cândido Rondon, que ficou no 2 a 2 com o
Orleplast/Unisul/Tubarão, em Santa Catarina
Veículo: Site Liga Futsal
Data: 01/06/2015
Link: http://ligafutsal.com.br/pela-vitoria-dois-ex-campeoes-brasilienses-jogam-nestasegunda-feira/
Pela vitória, dois ex-campeões brasilienses jogam nesta segunda-feira
Duas equipes em busca de vitória. Com este
pensamento Orleplast/Unisul e
Gazin/Umuarama entram em quadra nesta
segunda-feira (1), a partir das 19h15, pela fase
classificatória da LNF (Liga Nacional de
Futsal). O duelo acontece no ginásio
‘Salgadão’, em Tubarão (SC), onde o canal
SporTV transmite ao vivo, com exclusividade.
A partida marca o reencontro dos atletas Duda Bello (Unisul) e Ariel (Gazin). Ambos
foram campeões estaduais pelo Green Team/SESI, de Brasília (DF). De quebra, Ariel
defendeu as cores da Unisul por muitos anos. A seguir, ambos os atletas falam da
necessidade dos três pontos:
Duda Bello: “Viemos de um empate com a Copagril e desta vez, também será um jogo
difícil. Mas estamos precisando muito da vitória e que vamos com tudo atrás do
resultado positivo, mesmo porque jogamos em casa”
Ariel: “Será um jogo importante para nossa equipe. Precisamos do resultado positivo
para continuar lutando pela classificação. Também um jogo especial para mim. Volto
atuar em Tubarão, por onde joguei por 5 temporadas e tenho um carinho especial por
esta cidade. Espero voltar a jogar se sentir dores, até porque no último jogo fiquei em
quadra por apenas dois minutos”.
Lembrando que na última rodada, a equipe da Orleplast (20ª) empatou com a
Copagril/Semprevida por 2 x 2, enquanto o time paranaense (18º) foi superado em 5 x 1
pelo Carlos Barbosa (RS).
Veículo: Rádio Gol
Data: 30/05/2015
Link: http://www.radiogol.com.br/?dep=not&id=47851
LigaFutsal: Copagril garante empate com a Unisul
A 12ª rodada da Liga Nacional de Futsal (LNF) foi ruim para as equipes paranaenses. O
único time do estado que conseguiu pontuar foi a Copagril/Sempre
Vida/Penalty/Marechal Cândido Rondon, que ficou em 2x2 com o
Orleplast/Unisul/Tubarão, em Santa Catarina. Mesmo com o ponto conquistado, a
equipe rondonense segue de fora da zona de classificação, com 12 pontos ganhos. Já a
Unisul segue na lanterna, com apenas 4 pontos.
Os catarinenses abriram o marcador na primeira etapa, com Rafinha. A Copagril
pressionou bastante, mas perdeu muitas chances. Foi o caso do ala Guerra que perdeu
oportunidade, com o goleiro já batido no lance. Mesmo assim, a Copagril chegou ao
empate com Alvim, que deixou tudo igual: 1x1.
No segundo tempo, o goleiro Donny foi expulso e a Unisul aproveitou a vantagem
numérica para voltar a ficar na frente do placar, com William. Nos instantes finais,
Rafinha Müller mandou uma bomba, em cobrança de falta, empatando o jogo e
encerrando o placar em 2x2.
A Copagril volta a jogar na segunda-feira, dia 1º, no estado do Rio Grande do Sul,
contra a tradicional equipe de Carlos Barbosa. O time paranaense precisa de um
resultado positivo para entrar no G-14.
Veículo: Site New ACAFE
Data: 29/05/2015
Link: http://www.new.acafe.org.br/acafe/noticias/detalhes/17/seminario-de-inovacaodiscute-papel-das-universidades-comunitarias
Seminário de inovação discute papel das Universidades Comunitárias.
O papel das Universidades Comunitárias foi um dos assuntos no Seminário Nacional de
Inovação realizado nessa semana na Unisul Campus Pedra Branca.
O Seminário contou com a presença do Presidente da ACAFE, Profº Aristides Cimadon, Profº
Sebastião Salésio Herdt - Vice Presidente e Reitor da Unisul e o Senhor Ney Josá Lazzari Presidente da Comung.
Assista ao vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=WCnW_El_Ggs
Veículo: Site Futsal Paraná
Data: 01/06/2015
Link:http://www.futsalparana.com.br/index.php?option=com_content&view=article&i
d=3315:guarapuava-e-cascavel-futsal-vencem-pela-liga-nacional-defutsal&catid=48:destaque
Guarapuava e Cascavel Futsal seguem com as
melhores campanhas dentre os times paranaenses que
disputam a edição de 2015 da Liga Nacional de Futsal.
O time guarapuavano, ontem à noite, fez um grande
jogo no Joaquinzão, goleou o Carlos Barbosa por 5 a 2
e assumiu a liderança da competição nacional. Pelo
mesmo placar, mas no Ginásio da Neva, a Serpente conquistou sua primeira vitória em
casa no certame diante da Unisul de Tubarão. A Copagril Futsal empatou com a Krona
Futsal de Joinville em 1 a 1 e o Umuarama perdeu em casa para o Jaraguá por 4 a 3.
No Ginásio Joaquim Prestes, o Guarapuava assumiu a liderança ao vencer o Carlos
Barbosa em uma partida bastante disputada. O primeiro tempo terminou empatado em 2
a 2. Na etapa final, o time guarapuavano foi mais eficiente e conseguiu a vitória, que foi
comandada pelo pivô André Maluko. Mais uma vez em casa, o time do técnico Banana
terá pela frente nesta segunda-feira, às 20h15min, o time da Unisul de Tubarão, lanterna
da competição nacional.
Outro time paranaense que se deu bem na rodada foi o Cascavel Futsal. Depois de sair
perdendo por 2 a 0, o time do técnico Nei Victor conseguiu a virada e goleou a Unisul
de Tubarão por 5 a 2.
Caça e Issamu marcaram duas vezes cada e Guilherme comandaram a vitória do time
cascavelense. Agora com 14 pontos, o time cascavelense chegou aos 14 pontos, está na
décima posição e poderá subir até para a sexta colocação se vencer o Carlos Barbosa,
nesta segunda-feira, no Ginásio da Neva.
Escapou por pouco a vitória da Copagril Futsal e Krona Futsal de Joinville, que se
enfrentaram em Marechal Cândido Rondon. O empate em 1 a 1 deixou o time
rondonense com oito pontos, fora da área de classificação da Liga Nacional. A equipe
paranaense saiu na frente com gol de Valença no final da etapa inicial. No segundo
tempo, Dé empatou para os catarinenses. O time do técnico Juninho vai tentar
recuperação diante do Jaraguá Futsal, nesta segunda-feira, às 20h15min, novamente no
Ginásio Ney Braga.
Foi do Gazin/Umuarama Futsal o único revés paranaense na rodada deste final de
semana. A derrota por 4 a 3 para o Jaraguá Futsal, dentro de casa, complicou as
pretensões do time umuaramense na competição nacional. Com oito pontos, a equipe do
Noroeste está no limite da classificação à próxima fase do torneio e, se não vencer a
Krona Futsal, nesta segunda-feira, no Ginásio Amário Vieira da Costa, poderá terminar
a rodada fora do G-14 da Liga Nacional de Futsal.
Veículo: Site Catve
Data: 01/06/2015
Link: http://catve.com/noticia/3/118655/futsal-paranaenses-buscam-reabilitacao-na-lnfnesta-segunda-feira
Futsal: paranaenses buscam reabilitação na LNF nesta segunda-feira
Apenas a Copagril pontuou no sábado. Já Umuarama, Cascavel e Guarapuava perderam seus
jogos
O último fim de semana foi de resultados ruins para as quatro equipes paranaenses que
disputam a Liga Nacional de Futsal (LNF). Longe de suas torcidas foram três derrotas e
um empate. O único time que conseguiu pontuar foi a Copagril/Sempre
Vida/Penalty/Marechal Cândido Rondon, que ficou em 2 a 2 com a
Orleplast/Unisul/Tubarão, em Santa Catarina. Mas, mesmo com o ponto fora de casa, os
rondonenses seguem fora do G-14, na 18º colocação, com 12 pontos ganhos. Nesta
segunda-feira (1º), a equipe terá um confronto difícil, no Rio Grande do Sul, contra a
Associação Carlos Brabosa Futsal.
Outra equipe que está fora da zona de classificação, também com 12 pontos, é o
Gazin/Penalty/Umuarama Futsal. O time do noroeste paranaense foi goleado pela
ACBF por 5x1 agora precisa somar pontos contra a Unisul, em Tubarão-SC. O jogo do
Umuarama será o único da rodada realizado às 19h15.
Apesar de ainda permanecer no G-14, o time do Red Panther/Muffatão/Cascavel Futsal
ficou em uma situação preocupante depois da derrota para o São José Futsal-SP, por
3x2. Os demais resultados na rodada não ajudaram e a Serpente caiu para a 14ª, com 14
pontos. Os cascavelenses só seguem na zona de classificação por terem um saldo de gol
melhor que a Krona/Joinville-SC, que também chegou aos 14 pontos e aparece em 15º.
Para poder "respirar", o time de Cascavel terá a difícil missão de pontuar contra o
Corinthians, em pleno ginásio do Parque São Jorge, na capital paulista.
O único paranaense que, no momento, não sofre perigo de ficar de fora da segunda fase
é o Poker/Óleo Leve/Guarapuava Futsal. Porém a derrota no último sábado para o
Corinthians, por 5x2, tirou os guarapuavanos da liderança da competição nacional. Para
retornar ao primeiro posto e para evitar perder novas posições, uma vitória contra o São
José Futsal, no ginásio do Tênis Clube, em São José dos Campos-SP, é fundamental.
Confira a programação da 13ª rodada:
01/06 (segunda-feira)
19h15 - Orleplast/Unisul/Tubarão x Gazin/Umuarama/Penalty
20h15 - Krona Futsal x Futsal Brasil Kirin/Umbro
20h15 - Jaraguá Futsal x São Paulo FC/São Bernardo
20h15 - A.Carlos Barbosa Futsal-RS x Copagril/SempVida/Penalty
20h15 - Floripa Futsal x Assoeva/Unisc/ALM
20h15 - A.D. Hering Blumenau/SCF x Alaf/Jaclani
20h15 - S.C. Corinthians Paulista x Red Panther/Muffatão/Cvel
20h15 - SãoJosé/ValeSulSh/Unimed x Poker/Óleo Leve/Guarapuava-PR
20h15 - A.D.C. Intelli/Orlândia x Atlântico/Apti/UriErechim
20h15 - Minas T.C. x Concórdia/Umbro
Veículo: Site Néia Lopes
Data: 29/05/2015
Link: http://www.neialopes.com.br/
Convênio
A Unisul e a Fundaplub (Fundação APLUB de Crédito Educativo) assinam hoje uma
parceria de convênio para crédito universitário que atenderá alunos dos cursos de
graduação. A solenidade de assinatura acontecerá no auditório da Unisul Unidade
Florianópolis – Dib Mussi, no centro da capital.
Veículo: Site Rádio Progresso
Data: 01/06/2015
Link: http://www.radioprogresso640.com.br/?p=156261
“O Eric não merecia essa tragédia; tiraram o futuro do meu filho”
Mãos amarradas, encostado em uma árvore, dois
bandidos em volta e um tiro fatal. Esses foram os
relatos feitos por Leonildo Severo, de 49 anos, pai do
jovem estudante de medicina Éric Francio Severo, de
21 anos, sobre últimos momentos de vida do seu filho,
após um assalto na cidade de Sinop (500 km ao Norte
de Cuiabá), em dezembro de 2014.
Em entrevista exclusiva ao MidiaNews, Leonildo contou, emocionado, como recebeu a
notícia da morte do filho até a luta para a mudança do Código Penal Brasileiro, para
aumentar a pena do crime de latrocínio (roubo seguido de morte).
“Eu ainda tinha a esperança de ver o meu filho com vida, mas quando confirmaram a
sua morte, eu cai e vi todos que estavam ao meu redor caindo. Aí, fui entender que não
tinha mais esperanças de vê-lo com vida. O velório foi com o caixão lacrado, não teve
como vê-lo mais”, contou.
Eric, que fazia medicina na Unisul, em Tubarão, no Estado de Santa Catarina, estava de
férias em Sinop. No dia 27 de dezembro, ele saiu com os amigos à noite, na
caminhonete do pai, para se divertir.
Por volta de 22 horas, ele chegou ao bar Botequim e estacionou o carro ao lado de um
poste de luz. Caminhou cerca de 150 metros até o estabelecimento, quando foi abordado
por dois bandidos.
Os assaltantes roubaram a caminhonete e percorreram cerca de 100 km com o estudante
no carro e, depois, o mataram.
O corpo foi encontrado às margens de uma estrada entre o Distrito de Primaverinha, em
Sorriso, e Lucas do Rio Verde, a 420 km e 360 km da capital, respectivamente.
Os dois homicidas estão presos no Presídio Ferrugem, em Sinop, mas ainda não foram
sentenciados.
Leonildo Severo disse que Eric era extremamente aplicado e tinha como objetivo de
vida ajudar o desenvolvimento do país.
“Eles tiraram o futuro do meu filho, um garoto estudioso, aplicado, centrado, já estava
no terceiro ano de medicina. Ele nunca levantou a voz para ninguém, nunca disse um
palavrão, nem nunca ofendeu uma pessoa. O Eric não merecia essa tragédia”, disse.
Na tentativa de buscar justiça e impedir que esse tipo de crime continue aumentando, a
família do rapaz está realizando um abaixo-assinado, para aumentar a pena do crime de
latrocínio.
De acordo com Leonildo, foram impressos 30 mil formulários para colher pelo menos
300 mil assinaturas e cobrar a aprovação de uma lei mais severa para quem cometer
latrocínio.
Para o pai, o projeto será referência para as famílias de bem, no futuro.
“Uma criança que está nascendo hoje precisa saber o que pode acontecer com ela se
cometer um crime desse. Tem que ter uma referência. Se tivesse uma referência há dez,
vinte anos atrás, isso talvez não teria acontecido com o Eric”.
É possível assinar o abaixo-assinado Eric Francio Severo pela internet.
Confira os principais trechos da entrevista:
Mídia News: Como está o trabalho de colhimento de assinaturas para pedir a mudança
no Código Penal e quando deu início?
Leonildo: Em janeiro, nos mandamos cartas para todo os deputados e senadores pedindo
a mudança no Código Penal, porque no caso de latrocínio a pena vai de 20 a 30 anos,
mas o acusado acaba cumprindo apenas a progressão que é de 2/5 dessa condenação.
Então, se o suspeito for condenado a 30 anos, só vai cumprir 2/5, que dá 12 anos e vai
para a rua. Para ficar 18 anos preso, o criminoso teria que matar de novo. Então, nos
entendemos que um caso de latrocínio é um absurdo, é pouca pena, há uma sensação de
impunidade que não vai acontecer nada pela gravidade do crime.
MidiaNews: Qual a mudança que a carta pede?
Leonildo: Na primeira carta, pedimos para que o Congresso tomasse medidas, proposta
para garantir a segurança aumentando a pena. E o deputado federal Major Olímpio
Gomes apresentou um projeto de lei e colocou a carta como justificava do projeto.
Depois desse projeto, fizemos um folheto mostrando os movimentos que realizamos em
Sinop, relatamos o caso do Eric e colocamos também o quadro da violência no Brasil.
Conforme os dados, foram mais de 56 mil mortos em 2014 no país, e em Sinop quase
100 mortes no ano. Esses folhetos nós distribuímos para todo o Brasil, junto com o
formulário de abaixo assinado.
Mandamos de novo para todos os senadores, deputados, prefeitos de todas as capitais.
Mandamos para os cinquenta maiores municípios de cada Estado, para todos os
prefeitos de Mato Grosso e cinquenta Câmara Municipais. Com isso, já temos 30 mil
formulários desses circulando pelo país.
MidiaNews: Qual a proposta de mudança desse projeto?
Leonildo: Esse projeto prevê o aumento da pena de até 50 anos para o crime de
latrocínio e outros crimes hediondos como extorsão mediante sequestro, estupro e
estupro de vulnerável.
MidiaNews: O projeto também prevê a mudança da progressão?
Leonildo: Não. Ele não mexe muito na questão da progressão, ele trabalha o aumento da
pena. Mas o deputado federal Júlio Delgado, atendendo a nossa carta, criou um projeto
que não muda a pena, porém diminuiu a progressão. E existe uma proposta de Emenda
Constitucional do deputado Valtenir Pereira que constitui a prisão perpetua para os
crimes hediondos
MidiaNews: No seu ponto de vista, por que a pena não mudou ainda? É falta de vontade
política ou falta de mobilização?
Leonildo: Falta de vontade política e mobilização da sociedade, o que acontece, com
aquelas famílias que sofrem com latrocínio, estupro, extorsão, elas ficam com aquela
dor e muitas vezes não tem condições de seguir em frente, lutando. Depois de certo
tempo a tendência é esquecer. Aquelas pessoas que não sofreram nada disso, elas não
têm noção de como é difícil essa situação, então é complicado você convencer.
Nós começamos um trabalho de visitas a cidades para colher a assinatura. E de um
universo de 10 mil pessoas, por exemplo, apenas 10% paravam, olhavam e assinavam,
então falta sim mobilização da sociedade. Parece um absurdo termos que fazer um
abaixo assinado para um deputado ou senador fazer o óbvio. O que é o óbvio? É eles
trabalharem. Agora, não sei qual a razão, mas a segurança não é colocada como
prioridade.
O estado brasileiro pode fazer uma pena mais dura e cadeia suficiente para manter essas
pessoas presas, afastadas da sociedade. Agora, é preciso colocar a segurança como
prioridade.
MidiaNews: Quantas assinaturas o projeto precisa?
Leonildo: Não há necessidade de um número de assinaturas porque já tem um projeto
de lei, depende mesmo da vontade política. As assinaturas apenas reforçam o projeto.
Em junho faremos um balanço para sabermos quantas pessoas assinaram.
MidiaNews: Até agora você, avalia a campanha como positiva?
Leonildo: Muito positiva, a receptividade é muito boa.
MidiaNews: Você considera essa receptividade como uma vitória em favor do Eric?
Leonildo: Sim, porque ele como uma pessoa boa, ele falava sempre: pai eu vou me
formar, ter uma estabilidade financeira e contribuir com o Brasil. Então, isso é o
mínimo que nós podemos fazer pela memória dele. Eu tenho certeza que ele faria o
mesmo pelo irmão ou um amigo. Então, isso é o mínimo que nós podemos fazer levar o
nome, a memória dela para melhorar alguma coisa para a sociedade.
MidiaNews: O senhor buscou apoio da Comissão de Direitos Humanos do Congresso?
Leonildo: Eu não lembro o nome do presidente da Comissão, mas ele me disse que tem
estudos que comprovam que aumentar a pena não resolve, daí eu disse a ele que ele
devia propor abrir todas as cadeias, porque se a pena não resolve, então solta todo
mundo e vamos ver o que acontece.
O Brasil optou por ressocializar o preso e não punir. Então o criminoso fica nessa aí, eu
não vou ser punido, vou ser ressocializado.
MidiaNews. Há, então, uma confiança na impunidade?
Leonildo: Com certeza. O preso tem mais estrutura que a vítima. Eu e minha família
ainda temos mais condições de mobilizar, mas nós conversamos com vários pais de
família com os mesmos problemas que não tem as mesmas condições. Se direito
humanos é para preservar a vida, qual é a preocupação dos direitos humanos com a
vítima, com a família das vítimas? Ninguém lembra das vítimas.
Eu tenho que dar comida, segurança, médico, psicólogo e pensão para o preso, mas para
a família da vítima nada, nem para a vítima quanto as questões de sepultamento, nada.
Não estou falando de bens, estou falando de apoio.
MidiaNews: O senhor recebeu apoio do Governo do Estado?
Leonildo: Não, o governador Pedro Taques não respondeu a nossa carta. Eu cobrei o
secretário de Segurança Pública, Mauro Zaque, mas também não resultou em nada.
MidiaNews: O senhor disse que em Sinop houve 100 mortes em 2014. É frequente esse
tipo de crime no Norte do Estado? Com o caso do Eric, houve mais segurança em
Sinop?
Leonildo: No caso de Sinop, não sei se é por causa desse acontecimento, houve um
pouco mais de segurança. Não posso reclamar das forças policiais, porque no caso do
Eric, eles se empenharam para encontrar ele.
Mas em questão de segurança, o Município pode fazer algumas coisas básicas, como
convocar os comerciantes e pedir para que eles mantenham segurança nos locais,
cuidadores de carros para acompanhar os clientes até o veículo.
É preciso também investir em câmaras de segurança na cidade e nas rodovias que
detectas as placas dos carros, isso é uma medida que até o governo do estado pode fazer.
Tem que ter escola, saúde, estradas, mas se não tivermos segurança nós perdemos todas
as outras conquistas.
MidiaNews: Como o senhor e a sua esposa se sentiram ao saber do crime?
Leonildo: Nos sentimos impotente. Ficamos nos questionando: o que poderíamos ter
feito? Naquela noite, foi a segunda vez que o Eric pegou a caminhonete, agora um
menino que está de férias, passou para o terceiro ano de medicina, não fez nada de
errado, recebe a caminhonete da mãe, ele não pediu, o que você vai esperar disso? Isso
acaba com você.
Aí ficamos naquela situação: se tivéssemos colocado rastreador na caminhonete, se
tivesse feito isso, aquilo? Será que teria acontecido? A gente fica sem chão, sem
horizonte. Agora tem que manter a fé, trabalhar e tentar canalizar uma energia para
evitar que isso aconteça com outra família.
A gente acredita que o aumento da pena vai diminuir esses crimes. Uma criança que
está nascendo hoje precisa saber o que pode acontecer com ela se cometer um crime
desse. Tem que ter uma referência. Se tivesse uma referência há dez, vinte anos atrás
isso talvez não teria acontecido com o Eric.
MidiaNews: A luta pela mudança no Código Penal é a forma que o senhor e sua família
têm encontrado forças para superar a morte do Eric?
Leonildo: Isso acaba contribuindo. Nós nos mantemos firme na fé em Deus para
trabalhar no dia a dia e também trabalhar em prol de melhorias para a sociedade. De
alguma forma, isso acaba dando uma energia, uma forma para seguir em frente. Agora
não tem um manual, a pessoa que não passa por isso não pode imaginar como é. Para
nós, o tempo parou naquele dia.
No início, tivemos até um abalo na fé porque a família é religiosa, reza terço todos os
dias, o Eric e o irmão sempre usaram escapulário, agradecemos todos os dias, missa
todo semana, então assim, a gente não imagina, porque dessa forma, mas mesmo assim
estamos seguindo em frente firme na fé.
MidiaNews: Como o Eric era?
Leonildo: Ele sempre foi muito bem aplicado, era um menino que não era muito de
anotar, era mais visual, ouvir. Lá na Unisul, era o zagueiro da turma, jogava muito bem
poker também. Uma pessoa sempre muito centrada, não criava confusão, carinhoso com
todo mundo, gostava de cozinhar, lavava a própria roupa, ia a pé para a faculdade.
Gostava muito de pescar, gostava de vir de férias para pescar e pescava muito bem,
tinha uma sensibilidade na hora de tocar a linha. Enfim, preparado para a vida. Não
tinha noção do perigo talvez, não percebeu que estava sendo observado.
MidiaNews: Sabemos que o senhor não tem detalhes do crime, mas, como está
descrevendo o seu filho, ele não reagiu?
Leonildo: Não. A gente sempre orientou a não reagir. Ele preservou a vida. Há
informação, inclusive, que ele não tentou lutar contra a corda que estava amarrando suas
mãos. O Eric, na hora que saiu do carro, saiu aliviado, acreditando que seria solto. Os
criminosos disseram que ele seria, na verdade. Não sabemos ainda, qual a razão de
terem matado meu filho.
O que dá para imaginarmos é o pavor de você ter o tempo todo dois criminosos
armados, que te amarram e anda com você por mais de 100 quilômetros.
Os criminosos tiveram tempo suficiente para deixar o Eric na estrada, para não fazer
nada de mal e para quê? Para nada, achando que a família dele não ia sentir falta, não ia
dar o alerta.
MidiaNews: Como vocês receberam a notícia?
Leonildo: Às 2h40 da manhã, a Sueli acordou preocupada. Mãe, você sabe como é. Ela
mandou uma mensagem, perguntando se estava tudo bem, ele não respondeu. Ai ela me
chamou às 4h, liguei o celular e vi que ele tinha visto o whatsapp pela última vez às
1h30, mandei uma mensagem, dizendo: a mãe mandou mensagem há duas horas já, está
tudo bem? Ele não respondeu, não era normal.
Liguei para ele e não atendia. Na quarta vez, que liguei apareceu no celular 015, eu
gelei, e imaginei que ele não estava no município, levantei, tomei um banho rápido e fui
para a rua. Andei em todos os botequins da cidade e todos estavam fechados, entrei em
contato com os amigos, e um deles disse que o Eric tinha saído com a ex namorada,
fomos até a casa dela, mas nada.
O dia foi amanhecendo e nenhuma notícia. Fomos até a delegacia e os policiais
disseram que isso era normal, bebedeira de jovem. Eu sabia que não era normal, o Eric
teria avisado.
Fui a todos os hospitais, liguei para o site Só Notícias para informaram que o Eric
estava desaparecido, liguei para a Rota do Oeste, para Polícia Federal. Mas consegui
registrar o boletim só as 10h da manhã.
Mesmo assim, a caminhonete foi pega em Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, por
uma coincidência, segundo os policiais de lá, eles estavam atrás de outra caminhonete
de um fazendeiro, acharam que era essa, mandaram parar, eles não pararam, saíram
atrás, atiraram e aí pararam na barreira da Polícia Rodoviária Federal. Ai que os
policiais foram ver que a caminhonete era roubada.
Eu deixava alguns cartões no veículo e os policiais entraram em contato comigo.
Mas os criminosos falaram que não tinham roubado a caminhonete, e sim receptado o
carro, que tinha pego com um tal de Bocão no Alto da Glória e que não tinha levado o
menino. Bom, sábado, 15h30 da tarde, uma angústia, era uma boa notícia, encontraram
a caminhonete não tinha sinal de sangue, mas ficou aquela agonia.
A polícia começou a investigar, não tinha essa tal de Bocão. Às 20h, o delegado de
Sinop me ligou, eu fui lá, fiz o depoimento.
Depois, fiquei sabendo que o delegado investigou, foi atrás dos parentes dos criminosos
presos em Campo Grande, porque ele achava que o Eric poderia estar como refém, mas
não estava. 1h43 da madrugada de domingo, o delegado me ligou e disse que os
bandidos confessaram que mataram o meu filho. Na hora gelei, mas ainda não estava
acreditando, tinha esperanças.
Só às 16h, o delegado disse que encontraram meu filho, aí que fui entender que não
tinha mais esperanças de vê-lo com vida. Aí, quando você não vê que não tem mais
jeito, você cai e todo mundo em volta também cai. O velório foi com o caixão lacrado,
não teve como vê-lo mais.
MidiaNews: A prisão dos acusados não alenta?
“Nada alenta. A prisão perpetua, não estamos pedindo isso, mas talvez, aliviaria um
pouco, porque saberíamos que esses criminosos nunca mais fariam algum mal para
sociedade”
Leonildo: Nada alenta. A prisão perpetua, não estamos pedindo isso, mas talvez,
aliviaria um pouco, porque saberíamos que esses criminosos nunca mais fariam algum
mal para sociedade, pois, mesmo com a prisão perpetua, a família desses criminosos
pode vê-los, mas nós nunca mais poderemos ver o Eric. Não é nem por nós, mas o Eric
não merecia esse tipo de tragédia, ele nunca levantou a voz pra ninguém, nunca disse
um palavrão, nem ofensa.
A dor da perda de um filho é muito maior que passar a vida segredado, nós vamos
passar o resto da vida com essa dor, dor essa que é muito maior que ficar na prisão para
sempre. Até porque na prisão, eles estarão vivos, vão poder trabalhar, ler, ajudar a
família que está aqui fora. Agora, todo o futuro do Eric foi tirado dele, ele nunca repetiu
de ano, saia uma vez por mês, então são situações que o estado brasileiro tem que
resolver.
A primeira providência é aumentar a pena dura, pois com a pena dura diminui a
criminalidade será reduzida, porque as pessoas vão pensar duas, três vezes em cometer
um crime.
MidiaNews: O senhor acredita que as leis são brandas?
Leonildo: O maior problema hoje é o prende e solta, essa sensação de impunidade.
Quando visitamos cidades em busca de assinaturas, a maioria das pessoas perguntam se
é sobre a maioridade penal.
MidiaNews: O senhor acredita que a redução da maioridade penal resolve?
Leonildo: Eu acredito que tem que responsabilizar pelo crime. Se um menino de 12
anos representa risco para a sociedade, ele tem que ser tirado do convívio da população,
ele precisa pagar. Então, eu acredito que a redução da maioridade vai dar ao menos ao
pai de família que não sabe mais o que fazer com filho, dizer, alto lar, se você fizer
algum crime, você vai ser preso.
MidiaNews: O fato de o senhor ser bastante religioso o levaria a perdoar os criminosos?
Não. Não tem perdão. Se Deus, vai perdoá-los isso é com Ele. Nós não conseguimos
perdoar, porque o Eric não ofereceu risco nenhum a eles, não tinha nenhuma razão de
ter matado o meu filho, então não tem como perdoar. A gente segue com fé em Deus,
acreditando na Justiça na terra e na Justiça divina. E pedimos que o Congresso Nacional
aumente a pena dos crimes hediondos e a sociedade que se mobilize.
Veículo: Site Capital do Pantanal
Data: 01/06/2015
Link: http://www.capitaldopantanal.com.br/index.php/noticia&id=33810
Maratonista de MS conquistou o “Green Number” na África do Sul
Residente em Campo Grande, Ana Márcia é
natural de Rio Verde de Mato Grosso do Sul
A atleta sul-mato-grossense Ana Márcia Borges
Gomes conquistou o “Green Number”, honraria
concedida a quem corre 10 vezes a Comrades
Marathon, a famosa ultramaratona da África do Sul,
de 89 quilômetros, realizada no dia 29 de maio.
Após concluir a prova, Ana Márcia escreve seu
nome no hall da fama do atletismo internacional, sendo a primeira mulher da América do Sul
a receber o “Green Number”, que é a perpetuação de seu número de prova, título entregue
apenas aos atletas que concluíram 10 vezes a ultra-maratona.
A largada foi na cidade de Durban e a chegada na cidade de Pietermaritzburg. O percurso foi
muito difícil, sendo a maioria de subidas muito íngremes; uma paisagem muito linda, um
povo muito acolhedor, avaliou a atleta. Sua estreia nessa maratona foi em 16 de junho de
2006, na cidade de Durban. De lá para cá, foram 9 participações consecutivas e a 10ª foi na
sexta-feira.
“Este foi o maior prêmio de minha vida. Estou realizada por concluir a prova de 87
quilômetros. Agradeço muito ao apoio da família e dos amigos “, afirmou a atleta que
completou a prova em 10h27min34.
A prova contou com a participação de 23 mil atletas de 60 países.Ana Márcia Borges Gomes
é oficial de justiça federal (Justiça Federal/MS), formada em direito pela UCDB/MS; Pósgraduação: especialista em direito constitucional pela Unisul-SC e é filiada ao Sindjufe/MS
(Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal e Ministério Público da União em
Mato Grosso do Sul), que a apoia integralmente nas atividades esportivas em que participa,
no Brasil e no mundo, levando e enaltecendo o nome do Estado e do País pelos 54 países em
que já visitou.
A atleta conta que até a sua estreia na COMRADES
MARATHON, ela havia participado apenas de
competições de até 50 km. “Tudo começou com um
convite do meu grande amigo residente em Brasília/DF –
Wilson Bonfim, o qual me convidou para em junho/2006
irmos correr a Comrades; na ocasião do convite, era
véspera da Corrida de São Silvestre/2005 e eu estava na
cidade de São Paulo me concentrando para participar da
São Silvestre. Como sempre gostei de superar desafios, aceitei imediatamente o convite do
amigo e fomos estrear na Comrades no ano de 2006. Viajamos 05 (cinco) dias antes da
prova para irmos nos acostumando com o fuso horário de diferença de seis horas do meu
Estado”.
Antes da prova, ela lembra que ela e o Wilson brincavam muito, “falávamos que não
queríamos correr juntos para não ver o outro passar mal e ter que desistir da prova para dar
assistência, mas na verdade, corremos os 30 km iniciais juntos, depois cada um foi no seu
ritmo. As medalhas da COMRADES são conquistadas de acordo com o tempo do atleta,
portanto, já conquistei 09 (nove) medalhas, sendo 06 de bronze e 03 de cobre (chamada Vic
Clapton), sendo que o meu record pessoal é de 09h00m35s (nove horas e trinta e cinco
segundos) ”.
Por ser a Comrades uma prova muito difícil, o atleta que completa tal corrida por 10 (dez)
vezes, é tido como herói pelo desafio conquistado, sendo premiado com o “Green Number”,
que é a perpetuação do seu número de prova. Este é o prêmio máximo concedido pela
Organização e almejado por milhares de corredores. Ao cruzar a linha de chegada pela 10ª
vez, o atleta recebe a sua medalha e é conduzido a uma área reservada onde é feita a
solenidade de entrega do Green Number, e um ex-campeão da prova entrega ao atleta essa
condecoração, bordado em amarelo-ouro sobre um tecido na cor verde e ladeado de folhas
de louro, o número passa a ser daquele atleta para a posteridade.
E, a partir do ano seguinte, o seu número é diferenciado, na cor verde, para que todos os
atletas e o público saibam que se trata de um Green Number.
Residente em Campo Grande, Ana Márcia é natural de Rio Verde de Mato Grosso do Sul.
“Amo correr e mesmo não tendo patrocínio, tenho muito prazer e orgulho em representar o
meu Estado, bem como, o meu País, nestas Maratonas e Ultramaratonas”afirma.
Veículo: Site Folha Max
Data: 01/06/2015
Link: http://www.folhamax.com.br/politica/marcelo-de-pieri-e-nomeado-para-otre/47650
Marcelo de Pieri é nomeado para o TRE
A presidente da República, Dilma Rousseff, nomeou o advogado Marcelo de Pieri para
o cargo de juiz-membro substituto do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, na
categoria Jurista, em vaga decorrente do término do biênio do também advogado André
Stumpf Jacob Gonçalves.
O decreto foi publicado no último dia 29 de maio. O TRE-MT aguarda a comunicação
oficial por parte da Presidência da República, para adotar as providências relativas à
posse do novo juiz-membro substituto.
A lista tríplice com os nomes dos juristas que concorriam à vaga de juiz-membro
subtituto foi definida pelo Tribunal de Justiça em sessão plenária realizada em 21 de
agosto de 2014. Na ocasião foram escolhidos os nomes dos advogados Divanir Marcelo
de Pieri, Darlã Martins Vargas e Eliel Alves de Souza.
Marcelo De Pieri é advogado formado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa –
PR (1996), mestre em Direito pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita
Filho (2001), especialista em Direito Civil pela Unisul – SC (2004) e especializando em
Direito e Transações Imobiliárias pelo Inesp. É professor de Direito Empresarial na
UFMT.
Veículo: Site O Vale
Data: 31/05/2015
Link: http://www.ovale.com.br/viver/150-anos-de-alice-no-pais-das-maravilhas1.591245
150 anos de ‘Alice no País das Maravilhas’
História criada por Lewis Carroll possui
diferentes leituras de acordo com o tempo
Eis os personagens: um gato que desaparece
quando quer, um chapeleiro organizador de
um chá maluco, um exército formado por
cartas de baralho, um coelho constantemente
atrasado e uma rainha adepta a decapitações...
No meio disso, Alice. Uma menina cuja
curiosidade a levou para um universo mágico, talvez um pouco (ou muito!) Lisérgico.
“Alice no País das Maravilhas”, história criada em 1862 pelo reverendo Charles
Lutwidge Dodgson, conhecido pelo pseudônimo Lewis Carroll (1832-1898), completa
neste ano 150 anos de publicação. Cheio de jogos de palavras, a obra prima publicada
oficialmente em 1865 até hoje produz debates interessantes e várias teses acadêmica.
Aquela história maluca que antes era vista como as descobertas de uma criança frente a
um mundo repleto de novidades para ela, em um segundo momento, na década de 1930,
entrou em observação pela psicanálise freudiana.
Segundo a psicóloga Renata Corbetta Tavares e o psicanalista Maurício Eugênio
Maliska, em artigo apresentado em uma jornada acadêmica da Unisul, a entrada da
Alice no mundo fantástico corresponde a uma manifestação simbólica de seu
inconsciente.
“O sonho manifesto apresenta-se muitas vezes de forma absurda e desordenada.
Contudo, o sonhador possui as condições necessárias para compreendê-lo, pois os
conteúdos que se arranjam de forma a constituir o sonho são aspectos dos quais ele tem
conhecimento”, defendem n o artigo. “O conteúdo constitui grande parte da história do
sonhador estando, contudo, reprimido ao longo da vida desperta, e vindo manifestar-se
por meio de disfarces, metáforas e simbolismos”.
Entorpecentes. Nos anos 1960, o mundo de Alice foi encarado como uma viagem
psicodélica frente ao crescente uso do LSD, entre outras drogas. Por fim, em 1990, o
debate pairou em cima da relação entre o escritor e a menina Alice, na época com dez
anos de idade (ambos eram muito próximos). A pedofilia foi colocada em questão. “É
natural que um texto seja lido de acordo com sua época, principalmente quando se trata
de clássicos”, afirmou Ivan Reis, especialista em literatura e estudioso de contos de
fadas. “A obra de Carroll inaugurou uma corrente nonsense na literatura, bastante
incomum em uma Inglaterra da época. Ao mesmo tempo sua obra traz inúmeros
momentos em que se aplicam a filosofia. O que queremos e para onde vamos”.
Drogado, nonsense, pedófilo ou um amante das descobertas infantis, a verdade é que a
natureza humana do autor continua desconhecida.
No ano passado, uma carta inédita de Carroll, leiloada pela casa Bonhams contribuiu
com um pedaço da ambígua personalidade dele.
Quatro dos treze volumes de seus diários desapareceram e sete páginas destes que
restaram -- e que trariam informações chaves -- foram arrancadas, provavelmente por
seus herdeiros. Ou seja, um legado incompleto que continua incitando novas leituras
acerca de “Alice no País das Maravilhas” e um suspeitas sobre a personalidade de
Carroll.
Veículo: Site O Nortão
Data: 31/05/2015
Link: http://www.onortao.com.br/noticias/sinop-o-eric-nao-merecia-essa-tragediatiraram-o-futuro-do-meu-filho,43109.php
Sinop: “O Eric não merecia essa tragédia; tiraram o futuro do meu
filho”
Mãos amarradas, encostado em uma árvore, dois bandidos em volta e um tiro fatal. Esses
foram os relatos feitos por Leonildo Severo, de 49 anos, pai do jovem estudante de medicina
Éric Francio Severo, de 21 anos, sobre últimos momentos de vida do seu filho
O advogado e publicitáio Leonildo Severo conta como tenta superar a morte do
filho
Leonildo Severo tem o apoio da esposa na
campanha para mudança do Código Penal
Mãos amarradas, encostado em uma árvore, dois
bandidos em volta e um tiro fatal. Esses foram os
relatos feitos por Leonildo Severo, de 49 anos, pai
do jovem estudante de medicina Éric Francio
Severo, de 21 anos, sobre últimos momentos de
vida do seu filho, após um assalto na cidade de
Sinop (500 km ao Norte de Cuiabá), em dezembro
de 2014.
Em entrevista exclusiva ao MidiaNews, Leonildo contou, emocionado, como recebeu a
notícia da morte do filho até a luta para a mudança do Código Penal Brasileiro, para
aumentar a pena do crime de latrocínio (roubo seguido de morte).
“Eu ainda tinha a esperança de ver o meu filho com vida, mas quando confirmaram a
sua morte, eu cai e vi todos que estavam ao meu redor caindo. Aí, fui entender que não
tinha mais esperanças de vê-lo com vida. O velório foi com o caixão lacrado, não teve
como vê-lo mais”, contou.
Eric, que fazia medicina na Unisul, em Tubarão, no Estado de Sana Catarina, estava de
férias em Sinop. No dia 27 de dezembro, ele saiu com os amigos à noite, na
caminhonete do pai, para se divertir.
Por volta de 22 horas, ele chegou ao bar Botequim e estacionou o carro ao lado de um
poste de luz. Caminhou cerca de 150 metros até o estabelecimento, quando foi abordado
por dois bandidos.
Os assaltantes roubaram a caminhonete e percorreram cerca de 100 km com o estudante
no carro e, depois, o mataram.
O corpo foi encontrado às margens de uma estrada entre o Distrito de Primaverinha, em
Sorriso, e Lucas do Rio Verde, a 420 km e 360 km da capital, respectivamente.
Os dois homicidas estão presos no Presídio Ferrugem, em Sinop, mas ainda não foram
sentenciados.
Leonildo Severo disse que Eric era extremamente aplicado e tinha como objetivo de
vida ajudar o desenvolvimento do país.
“Eles tiraram o futuro do meu filho, um garoto estudioso, aplicado, centrado, já estava
no terceiro ano de medicina. Ele nunca levantou a voz para ninguém, nunca disse um
palavrão, nem nunca ofendeu uma pessoa. O Eric não merecia essa tragédia”, disse.
Na tentativa de buscar justiça e impedir que esse tipo de crime continue aumentando, a
família do rapaz está realizando um abaixo-assinado, para aumentar a pena do crime de
latrocínio.
De acordo com Leonildo Severo, foram impressos 30 mil formulários para colher pelo
menos 300 mil assinaturas e cobrar a aprovação de uma lei mais severa para quem
cometer latrocínio .
Para o pai, o projeto será referência para as famílias de bem, no futuro.
"Uma criança que está nascendo hoje precisa saber o que pode acontecer com ela se
cometer um crime desse. Tem que ter uma referência. Se tivesse uma referência há dez,
vinte anos atrás, isso talvez não teria acontecido com o Eric".
É possível assinar o abaixo-assinado Eric Francio Severo pela internet.
Confira os principais trechos da entrevista:
Mídia News: Como está o trabalho de colhimento de assinaturas para pedir a
mudança no Código Penal e quando deu início?
Leonildo: Em janeiro, nos mandamos cartas para todo os deputados e senadores
pedindo a mudança no Código Penal, porque no caso de latrocínio a pena vai de 20 a 30
anos, mas o acusado acaba cumprindo apenas a progressão que é de 2/5 dessa
condenação.
Então, se o suspeito for condenado a 30 anos, só vai cumprir 2/5, que dá 12 anos e vai
para a rua. Para ficar 18 anos preso, o criminoso teria que matar de novo. Então, nos
entendemos que um caso de latrocínio é um absurdo, é pouca pena, há uma sensação de
impunidade que não vai acontecer nada pela gravidade do crime.
MidiaNews: Qual a mudança que a carta pede?
Leonildo: Na primeira carta, pedimos para que o Congresso tomasse medidas, proposta
para garantir a segurança aumentando a pena. E o deputado federal Major Olímpio
Gomes apresentou um projeto de lei e colocou a carta como justificava do projeto.
Depois desse projeto, fizemos um folheto mostrando os movimentos que realizamos em
Sinop, relatamos o caso do Eric e colocamos também o quadro da violência no Brasil.
Conforme os dados, foram mais de 56 mil mortos em 2014 no país, e em Sinop quase
100 mortes no ano. Esses folhetos nós distribuímos para todo o Brasil, junto com o
formulário de abaixo assinado.
Mandamos de novo para todos os senadores, deputados, prefeitos de todas as capitais.
Mandamos para os cinquenta maiores municípios de cada Estado, para todos os
prefeitos de Mato Grosso e cinquenta Câmara Municipais. Com isso, já temos 30 mil
formulários desses circulando pelo país.
MidiaNews: Qual a proposta de mudança desse projeto?
Leonildo: Esse projeto prevê o aumento da pena de até 50 anos para o crime de
latrocínio e outros crimes hediondos como extorsão mediante sequestro, estupro e
estupro de vulnerável.
MidiaNews: O projeto também prevê a mudança da progressão?
Leonildo: Não. Ele não mexe muito na questão da progressão, ele trabalha o aumento da
pena. Mas o deputado federal Júlio Delgado, atendendo a nossa carta, criou um projeto
que não muda a pena, porém diminuiu a progressão. E existe uma proposta de Emenda
Constitucional do deputado Valtenir Pereira que constitui a prisão perpetua para os
crimes hediondos
MidiaNews: No seu ponto de vista, por que a pena não mudou ainda? É falta de
vontade política ou falta de mobilização?
Leonildo: Falta de vontade política e mobilização da sociedade, o que acontece, com
aquelas famílias que sofrem com latrocínio, estupro, extorsão, elas ficam com aquela
dor e muitas vezes não tem condições de seguir em frente, lutando. Depois de certo
tempo a tendência é esquecer. Aquelas pessoas que não sofreram nada disso, elas não
tem noção de como é difícil essa situação, então é complicado você convencer.
Nós começamos um trabalho de visitas a cidades para colher a assinatura. E de um
universo de 10 mil pessoas, por exemplo, apenas 10% paravam, olhavam e assinavam,
então falta sim mobilização da sociedade. Parece um absurdo termos que fazer um
abaixo assinado para um deputado ou senador fazer o óbvio. O que é o óbvio? É eles
trabalharem. Agora, não sei qual a razão, mas a segurança não é colocada como
prioridade.
O estado brasileiro pode fazer uma pena mais dura e cadeia suficiente para manter essas
pessoas presas, afastadas da sociedade. Agora, é preciso colocar a segurança como
prioridade.
MidiaNews: Quantas assinaturas o projeto precisa?
Leonildo: Não há necessidade de um número de assinaturas porque já tem um projeto
de lei, depende mesmo da vontade política. As assinaturas apenas reforça o projeto. Em
junho faremos um balanço para sabermos quantas pessoas assinaram.
MidiaNews: Até agora você, avalia a campanha como positiva?
Leonildo: Muito positiva, a receptividade é muito boa.
MidiaNews: Você considera essa receptividade como uma vitória em favor do
Eric?
Leonildo: Sim, porque ele como uma pessoa boa, ele falava sempre: pai eu vou me
formar, ter uma estabilidade financeira e contribuir com o Brasil. Então, isso é o
mínimo que nós podemos fazer pela memória dele. Eu tenho certeza que ele faria o
mesmo pelo irmão ou um amigo. Então, isso é o mínimo que nós podemos fazer levar o
nome, a memória dela para melhorar alguma coisa para a sociedade.
MidiaNews: O senhor buscou apoio da Comissão de Direitos Humanos do
Congresso?
Leonildo: Eu não lembro o nome do presidente da Comissão, mas ele me disse que tem
estudos que comprovam que aumentar a pena não resolve, daí eu disse a ele que ele
devia propor abrir todas as cadeias, porque se a pena não resolve, então solta todo
mundo e vamos ver o que acontece.
O Brasil optou por ressocializar o preso e não punir. Então o criminoso fica nessa aí, eu
não vou ser punido, vou ser ressocializado.
MidiaNews. Há, então, uma confiança na impunidade?
Leonildo: Com certeza. O preso tem mais estrutura que a vítima. Eu e minha família
ainda temos mais condições de mobilizar, mas nós conversamos com vários pais de
família com os mesmos problemas que não tem as mesmas condições. Se direito
humanos é para preservar a vida, qual é a preocupação dos direitos humanos com a
vítima, com a família das vítimas? Ninguém lembra das vítimas.
Eu tenho que dar comida, segurança, médico, psicólogo e pensão para o preso, mas para
a família da vítima nada, nem para a vítima quanto as questão de sepultamento, nada.
Não estou falando de bens, estou falando de apoio.
MidiaNews: O senhor recebeu apoio do Governo do Estado?
Leonildo: Não, o governador Pedro Taques não respondeu a nossa carta. Eu cobrei o
secretário de Segurança Pública, Mauro Zaque, mas também não resultou em nada.
MidiaNews: O senhor disse que em Sinop houve 100 mortes em 2014. É frequente
esse tipo de crime no Norte do Estado? Com o caso do Eric, houve mais segurança
em Sinop?
Leonildo: No caso de Sinop, não sei se é por causa desse acontecimento, houve um
pouco mais de segurança. Não posso reclamar das forças policiais, porque no caso
do Eric, eles se empenharam para encontrar ele.
Mas em questão de segurança, o Município pode fazer algumas coisas básicas, como
convocar os comerciantes e pedir para que eles mantenha segurança nos locais,
cuidadores de carros para acompanhar os clientes até o veículo.
É preciso também investir em câmaras de segurança na cidade e nas rodovias que
detectas as placas dos carros, isso é uma medida que até o governo do estado pode fazer.
Tem que ter escola, saúde, estradas, mas se não tivermos segurança nós perdemos todas
as outras conquistas.
MidiaNews: Como o senhor e a sua esposa se sentiram ao saber do crime?
Leonildo: Nos sentimos impotente. Ficamos nos questionando: o que poderíamos ter
feito? Naquela noite, foi a segunda vez que o Eric pegou a caminhonete, agora um
menino que está de férias, passou para o terceiro ano de medicina, não fez nada de
errado, recebe a caminhonete da mãe, ele não pediu, o que você vai esperar disso? Isso
acaba com você.
Aí ficamos naquela situação: se tivéssemos colocado rastreador na caminhonete, se
tivesse feito isso, aquilo? Será que teria acontecido? A gente fica sem chão, sem
horizonte. Agora tem que manter a fé, trabalhar e tentar canalizar uma energia para
evitar que isso aconteça com outra família.
A gente acredita que o aumento da pena vai diminuir esses crimes. Uma criança que
está nascendo hoje precisa saber o que pode acontecer com ela se cometer um crime
desse. Tem que ter uma referência. Se tivesse uma referência há dez, vinte anos atrás
isso talvez não teria acontecido com o Eric.
MidiaNews: A luta pela mudança no Código Penal é a forma que o senhor e sua
família têm encontrado forças para superar a morte do Eric?
Leonildo: Isso acaba contribuindo. Nós nos mantemos firme na fé em Deus para
trabalhar no dia a dia e também trabalhar em prol de melhorias para a sociedade. De
alguma forma, isso acaba dando uma energia, uma forma para seguir em frente. Agora
não tem um manual, a pessoa que não passa por isso não pode imaginar como é. Para
nós, o tempo parou naquele dia.
No início, tivemos até um abalo na fé porque a família é religiosa, reza terço todos os
dias, o Eric e o irmão sempre usaram escapulário, agradecemos todos os dias, missa
todo semana, então assim, a gente não imagina, porque dessa forma, mas mesmo assim
estamos seguindo em frente firme na fé.
MidiaNews: Como Eric era?
Leonildo: Ele sempre foi muito bem aplicado, era um menino que não era muito de
anotar, era mais visual, ouvir. Lá na Unisul, era o zagueiro da turma, jogava muito bem
poker também. Uma pessoa sempre muito centrada, não criava confusão, carinhoso com
todo mundo, gostava de cozinhar, lavava a própria roupa, ia a pé para a faculdade.
Gostava muito de pescar, gostava de vir de férias para pescar e pescava muito bem,
tinha uma sensibilidade na hora de tocar a linha. Enfim, preparado para a vida. Não
tinha noção do perigo talvez, não percebeu que estava sendo observado.
MidiaNews: Sabemos que o senhor não tem detalhes do crime, mas, como está
descrevendo o seu filho, ele não reagiu?
Leonildo: Não. A gente sempre orientou a não reagir. Ele preservou a vida. Há
informação, inclusive, que ele não tentou lutar contra a corda que estava amarrando suas
mãos. O Eric, na hora que saiu do carro, saiu aliviado, acreditando que seria solto. Os
criminosos disseram que ele seria, na verdade. Não sabemos ainda, qual a razão de
terem matado meu filho.
O que dá para imaginarmos é o pavor de você ter o tempo todo dois criminosos
armados, que te amarram e anda com você por mais de 100 quilômetros.
Os criminosos tiveram tempo suficiente para deixar o Eric na estrada, para não fazer
nada de mal e pra quê? Para nada, achando que a família dele não ia sentir falta, não ia
dar o alerta.
MidiaNews: Como vocês receberam a notícia?
Leonildo: Às 2h40 da manhã, a Sueli acordou preocupada. Mãe, você sabe como é. Ela
mandou uma mensagem, perguntando se estava tudo bem, ele não respondeu. Ai ela me
chamou às 4h, liguei o celular e vi que ele tinha visto o whatsapp pela última vez às
1h30, mandei uma mensagem, dizendo: a mãe mandou mensagem há duas horas já, está
tudo bem? Ele não respondeu, não era normal.
Liguei para ele e não atendia. Na quarta vez ,que liguei apareceu no celular 015, eu
gelei, e imaginei que ele não estava no município, levantei, tomei um banho rápido e fui
para a rua. Andei em todos os botequins da cidade e todos estavam fechados, entrei em
contato com os amigos, e um deles disse que o Eric tinha saído com a ex namorada,
fomos até a casa dela, mas nada.
O dia foi amanhecendo e nenhuma notícia. Fomos até a delegacia e os policiais
disseram que isso era normal, bebedeira de jovem. Eu sabia que não era normal, o Eric
teria avisado.
Fui a todos os hospitais, liguei para o site Só Notícias para informaram que o Eric
estava desaparecido, liguei para a Rota do Oeste, para Polícia Federal. Mas consegui
registrar o boletim só as 10h da manhã.
Mesmo assim, a caminhonete foi pega em Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, por
uma coincidência, segundo os policiais de lá, eles estavam atrás de outra caminhonete
de um fazendeiro, acharam que era essa, mandaram parar, eles não pararam, saíram
atrás, atiraram e aí pararam na barreira da Polícia Rodoviária Federal. Ai que os
policiais foram ver que a caminhonete era roubada.
Eu deixava alguns cartões no veículo e os policiais entraram em contato comigo.
Mas os criminosos falaram que não tinham roubado a caminhonete, e sim receptado o
carro, que tinha pego com um tal de Bocão no Alto da Glória e que não tinha levado o
menino. Bom, sábado, 15h30 da tarde, uma angústia, era uma boa notícia, encontraram
a caminhonete não tinha sinal de sangue, mas ficou aquela agonia.
A polícia começou a investigar, não tinha essa tal de Bocão. Às 20h, o delegado de
Sinop me ligou, eu fui lá, fiz o depoimento.
Depois, fiquei sabendo que o delegado investigou, foi atrás dos parentes dos criminosos
presos em Campo Grande, porque ele achava que o Eric poderia estar como refém, mas
não estava. 1h43 da madrugada de domingo, o delegado me ligou e disse que os
bandidos confessaram que mataram o meu filho. Na hora gelei, mas ainda não estava
acreditando, tinha esperanças.
Só às 16h, o delegado disse que encontraram meu filho, aí que fui entender que não
tinha mais esperanças de vê-lo com vida. Aí, quando você não vê que não tem mais
jeito, você cai e todo mundo em volta também cai. O velório foi com o caixão lacrado,
não teve como vê-lo mais.
MidiaNews: A prisão dos acusados não alenta?
Leonildo: Nada alenta. A prisão perpetua, não estamos pedindo isso, mas talvez,
aliviaria um pouco, porque saberíamos que esses criminosos nunca mais fariam algum
mal para sociedade, pois, mesmo com a prisão perpetua, a família desses criminosos
podem vê-los, mas nós nunca mais poderemos ver o Eric. Não é nem por nós, mas o
Eric não merecia esse tipo de tragédia, ele nunca levantou a voz pra ninguém, nunca
disse um palavrão, nem ofensa.
A dor da perda de um filho é muito maior que passar a vida segredado, nós vamos
passar o resto da vida com essa dor, dor essa que é muito maior que ficar na prisão para
sempre. Até porque na prisão, eles estarão vivos, vão poder trabalhar, ler, ajudar a
família que está aqui fora. Agora, todo o futuro do Eric foi tirado dele, ele nunca repetiu
de ano, saia uma vez por mês, então são situações que o estado brasileiro tem que
resolver.
A primeira providencia é aumentar a pena dura, pois com a pena dura diminui a
criminalidade será reduzida, porque as pessoas vão pensar duas, três vezes em cometer
um crime.
MidiaNews: O senhor acredita que as leis são brandas?
Leonildo: O maior problema hoje é o prende e solta, essa sensação de impunidade.
Quando visitamos cidades em busca de assinaturas, a maioria das pessoas perguntam se
é sobre a maioridade penal.
MidiaNews: O senhor acredita que a redução da maioridade penal resolve?
Leonildo: Eu acredito que tem que responsabilizar pelo crime. Se um menino de 12
anos representa risco para a sociedade, ele tem que ser tirado do convívio da população,
ele precisa pagar. Então, eu acredito que a redução da maioridade vai dar ao menos ao
pai de família que não sabe mais o que fazer com filho, dizer, alto lar, se você fizer
algum crime, você vai ser preso.
MidiaNews: O fato de o senhor ser bastante religioso o levaria a perdoar os
criminosos?
Não. Não tem perdão. Se Deus, vai perdoá-los isso é com Ele. Nós não conseguimos
perdoar, porque o Eric não ofereceu risco nenhum a eles, não tinha nenhuma razão de
ter matado o meu filho, então não tem como perdoar. A gente segue com fé em Deus,
acreditando na Justiça na terra e na Justiça divina. E pedimos que o Congresso Nacional
aumente a pena dos crimes hediondos e a sociedade que se mobilize.
Veículo: Site Caros Ouvintes
Data: 29/05/2015
Link: http://www.carosouvintes.org.br/jornalistas-contam-em-livro-os-anos-loucos-dojornal-o-estado/
Jornalistas contam em livro os anos “loucos” do jornal O ESTADO
Histórias lembradas por 58 jornalistas que trabalharam no jornal preenchem as 416 páginas da
obra, que será lançada no dia 30 de maio
O período considerado memorável e louco, entre 1972 e
1986 do jornal O ESTADO, de Santa Catatina, que este
ano completaria o centenário, rendeu um livro de 416
páginas, escrito por 58 jornalistas, a ser lançado no
próximo dia 30 de maio, pela Editora Unisul. A obra foi
organizada pelos jornalistas Laudelino José Sardá e Mário
Medaglia.
O livro, intitulado “Loucos e Memoráveis anos – o
centenário do jornal O Estado”, publicação de leitura
estimulada pela singularidade de conteúdo e por diferentes
estilos de textos jornalísticos, lembra os principais
acontecimentos que marcaram parte do período do centenário de O ESTADO, entre
1972 e 1986, a belle époque do jornal. O impresso nasceu em 1915 quando Santa
Catarina estava mergulhada na Guerra do Contestado, e em 1986 iniciou-se o processo
lento de derrocada.
“São fragmentos riquíssimos de uma história marcada pelo ineditismo, de um jornal ter
ajudado a integrar um estado que até meados dos anos 80 não tinha estrada asfaltada
que permitisse acesso à sua região Oeste, onde se concentra um dos mais expressivos
polos da indústria de alimentos do país”, explicam os organizadores do livro, jornalistas
Laudelino José Sardá e Mário Medaglia.
Além das contribuições memoráveis dos 58 jornalistas, o livro lembra as figuras
folclóricas que atuaram no apoio logístico do dia a dia da produção do jornal, o último a
circular em mais de 80% das cidades catarinenses, além das principais capitais do país.
Sardá, lembra, que o fotógrafo Paulo Dutra, por exemplo, convenceu a direção de
redação a publicar uma foto de um disco voador. Depois que a aeronáutica exigiu
comprovação – época da ditadura – Dutra resolveu confessar que jogara uma tampa de
panela contra o sol e que resultou na simulação do disco voador. “Cada um dos
jornalistas lembra fatos e a sua vivência no impresso, como que uma dramaturgia
reconstituindo verdadeiras histórias confundidas com ficção”.
Duas pessoas que conquistaram espaço e fama através de O ESTADO ganham artigos
especiais: Beto Stodieck, marcado pela irreverência no texto, e Sérgio Bonson, cujas
charges incomodaram políticos, principalmente.
O livro “Loucos e Memoráveis anos – o centenário do jornal O Estado” terá edição
limitada e será distribuído durante a “Festa dos Dinossauros”, que deverá reunir cerca
de 250 jornalistas no salão de festas da Fiesc – Federação das Indústrias do Estado de
Santa Catarina, na noite do próximo sábado, dia 30 de maio.
Os jornalistas que escreveram os tempos memoráveis de O Estado
São os seguintes os profissionais que participam do livro comemorativo do centenário
de fundação do jornal “O Estado”,que está sendo lançado esta noite na Fiesc, sob
organização de Laudelino José Sardá e Mário Medaglia:
Adelor Lessa, Aldo Grangeiro, Antoninha Santiago, Antunes Severo, Arthur Monteiro,
Beth Karam, Cacau Menezes, Carlos de Carvalho Neto, Carlos Stegmann, Cau
Cancelier, Celso Vicenzi, Cesar Valente, Deborah Matte, Denise Christians, Fabio
Veiga, Fifo Lima, Flavio Sturdze, Francisco Cunha, Gervásio Luz, Imara Stallbaum,
Ionice Lorenzoni, José Matusalém Comelli, Jucélia Fernandes, Laudelino José Sardá,
Laudelino Santos Neto, Lena Obst, Lourenço Cazarré, Ludmila Souza, Luiz Fernando
Bond, Luiz Henrique Tancredo, Luiz Lanzetta, Marco Cezar Nascimento, Marcos A.
Bedin, Marcos Heise, Marcílio Medeiros Filho, Marinho Jesus, Mauro Júlio Amorim,
Moacir Loth, Moacir Pereira, Moema Costa, Mário Medaglia, Nei Duclós, Nelson
Rolim de Moura, Olivete Salmoria, Orestes de Araújo, Osmar Schlindwein, Paulo Brito,
Paulo Clóvis Schmitz, Paulo da Costa Ramos, Pedro Evory Schmitt, Pinheiro Neto,
Raul Caldas Filho, Raul Sartori, Ricardo Garcia, Rogério Junkes, Saint-Clair Monteiro,
Sergio Lopes, Sérgio da Costa Ramos e Ubald
Veículo: Blog do Raul Sartori
Data: 30/05/2015
Link: http://www.raulsartori.com.br/?p=31729
Anos Loucos
O período considerado memorável e louco, entre 1972 e 1986 do jornal “O Estado”, de
Florianópolis, que este ano completaria o centenário, resultou em livro de 416 páginas,
escrito por 58 jornalistas, a ser lançado neste sábado, pela Editora Unisul. A obra foi
organizada pelos jornalistas Laudelino José Sardá e Mário Medaglia. O diário, que
nasceu em 1915, quando SC estava mergulhada na Guerra do Contestado, começou em
1986 seu processo lento de derrocada, até seu final, em 2007.
Veículo: Site Casa do Jornalista
Data: 29/05/2015
Link:http://www.casadojornalista.org/noticias/jornalistas_contam_em_livro_os_anos_rl
oucosr_do_jornal_o_estado-020117.html
Jornalistas contam em livro os anos “loucos” do jornal O ESTADO
O período considerado memorável e louco,
entre 1972 e 1986 do jornal O ESTADO, de
Santa Catatina, que este ano completaria o
centenário, rendeu um livro de 416 páginas,
escrito por 58 jornalistas, a ser lançado no
próximo dia 30 de maio, pela Editora
Unisul. A obra foi organizada pelos jornalistas Laudelino José Sardá e Mário
Medaglia.
O livro, intitulado “Loucos e Memoráveis anos – o centenário do jornal O Estado”,
publicação de leitura estimulada pela singularidade de conteúdo e por diferentes
estilos de textos jornalísticos, lembra os principais acontecimentos que marcaram
parte do período do centenário de O ESTADO, entre 1972 e 1986, a belle époque do
jornal. O impresso nasceu em 1915 quando Santa Catarina estava mergulhada na
Guerra do Contestado, e em 1986 iniciou-se o processo lento de derrocada.
“São fragmentos riquíssimos de uma história marcada pelo ineditismo, de um jornal
ter ajudado a integrar um estado que até meados dos anos 80 não tinha estrada
asfaltada que permitisse acesso à sua região Oeste, onde se concentra um dos mais
expressivos polos da indústria de alimentos do país”, explicam os organizadores do
livro, jornalistas Laudelino José Sardá e Mário Medaglia.
Além das contribuições memoráveis dos 58 jornalistas, o livro lembra as figuras
folclóricas que atuaram no apoio logístico do dia a dia da produção do jornal, o
último a circular em mais de 80% das cidades catarinenses, além das principais
capitais do país.
Sardá, lembra, que o fotógrafo Paulo Dutra, por exemplo, convenceu a direção de
redação a publicar uma foto de um disco voador. Depois que a aeronáutica exigiu
comprovação – época da ditadura – Dutra resolveu confessar que jogara uma tampa
de panela contra o sol e que resultou na simulação do disco voador. “Cada um dos
jornalistas lembra fatos e a sua vivência no impresso, como que uma dramaturgia
reconstituindo verdadeiras histórias confundidas com ficção”.
Duas pessoas que conquistaram espaço e fama através de O ESTADO ganham
artigos especiais: Beto Stodieck, marcado pela irreverência no texto, e Sérgio
Bonson, cujas charges incomodaram políticos, principalmente.
O livro “Loucos e Memoráveis anos – o centenário do jornal O Estado” terá edição
limitada e será distribuído durante a “Festa dos Dinossauros”, que deverá reunir
cerca de 250 jornalistas no salão de festas da Fiesc - Federação das Indústrias do
Estado de Santa Catarina, na noite do próximo sábado, dia 30 de maio.
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