0 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA São José do Rio Preto 2013 1 SUMÁRIO 1. FACULDADE FACMIL 1.1 MANTENEDORA 1.2 MANTIDA 1.2.1 BREVE HISTÓRICO DA FAIMI 1.2.2 MISSÃO E VISÃO INSTITUCIONAIS 1.2.3 PRINCÍPIOS E OBJETIVOS DA INSTITUICÃO 1.2.4 DIRIGENTE DA FACMIL 3 3 3 3 3 4 6 2. CONTEXTO EDUCACIONAL 2.1. INSERÇÃO REGIONAL 2.1.1 INDICADORES SOCIOECONÔMICOS 2.2 JUSTIFICATIVA PARA IMPLANTAÇÃO DO CURSO 2.2.1 IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS CONSTANTES NO PDI, NO ÃMBITO DO CURSO 7 7 10 12 13 3. CURSO 16 3.1 CARACTERIZAÇÃO 16 3.2 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS 23 3.2.1 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 23 3.2.2 AVALIAÇÃO DO CURSO 24 3.3 ATIVIDADE COMPLEMENTAR DO CURSO 25 3.4 PERFIL DO EGRESSO 26 3.5 FORMAS DE ACESSO AO CURSO 28 3.6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO (TCC) 28 3.7 ESTÁGIO CURRICULAR 28 3.8 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM 30 PEDAGOGIA 3.9 EMENTÁRIO 32 4. CORPO DOCENTE 4.1 CARACTERIZAÇÃO 4.2 PERFIL DO DOCENTE 4.3 ATIVIDADES DOCENTES 4.4 ATIVIDADES DE ENSINO 4.5 PLANOS DE CARGOS, SALÁRIO E CARREIRA DOS DOCENTES 4.6 PROGRAMAS ESTADUAIS DE FINANCIAMENTO DE ESTUDO 4.7 COORDENAÇÃO DE CURSO 4.7.1 DADOS DA COORDENADORA 4.8 CORPO DOCENTE DO CURSO 4.9 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE 77 77 77 78 78 79 79 80 80 81 83 2 5. CORPO DISCENTE 5.1 PERFIL DO CORPO DISCENTE 5.2 APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS 5.3 MECANISMO DE NIVELAMENTO 5.4 ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS 5.5 BOLSAS DE ESTUDOS 5.5.1 PROGRAMAS INSTITUCIONAIS DE FINANCIAMENTO DE ESTUDOS 5.5.2 PROGRAMAS FEDERAIS DE FINANCIAMENTO DE ESTUDOS 5.5.3 PROGRAMAS ESTADUAIS DE FINANCIAMENTO DE ESTUDOS 84 84 85 85 86 86 86 89 90 3 1. FACULDADE FACMIL 1.1 MANTENEDORA Mantenedora: Unimil Sociedade Av. Francisco das Chagas Oliveira, n. 791 Chácara Municipal, São José do Rio Preto Fone-Fax: (17) 3611 6550 de Educação e Cultura S/S Ltda 1.2 MANTIDA Mantida: Faculdade Facmil CNPJ. 05.372.411/0001-21 IES 5124 Credenciada pela Portaria de autorização n. 833, de 04/07/2008. Av. Francisco das Chagas Oliveira, n. 791, Chácara Municipal, São José do Rio Preto Fone-Fax: (17) 3611 6550 1.2.1 BREVE HISTÓRICO DA FACMIL A Faculdade surgiu do ideal de criar uma instituição de educação superior voltada inicialmente para o ensino de Graduação em Administração e Direito, visando a suprir a crescente demanda de pessoal qualificado em gerência executiva na Região de São José do Rio Preto-SP, estabelecendo como premissa principal a qualidade de ensino, tendo como referência as melhores escolas de ensino superior do país. A FACULDADE FACMIL é uma instituição mantida pela UNIMIL Sociedade de Educação e Cultura S/S Ltda, pessoa jurídica de direito privado, com atuação educacional inscrita no CNPJ nº 05.372.411.0001-21, com seus atos constitutivos devidamente arquivados na Junta Comercial do Estado de São Paulo - JUCESP. A UNIMIL tem por objeto social criar e manter estabelecimento de ensino superior de Administração e outros a serem futuramente criados. Seu contrato social está registrado na Junta Comercial do Estado de São Paulo, sob nº 10.686, deferido em 14/12/2005, assim como as alterações contratuais posteriores. 1.2.2 MISSÃO E VISÃO INSTITUCIONAIS Missão: Promover o ensino superior voltado para as realidades e potencialidades regionais, contribuindo para a formação de cidadãos comprometidos com o desenvolvimento sustentável e 4 oferecer uma educação socialmente responsável, com alto grau de qualidade, propiciando o desenvolvimento dos projetos de vida de seus alunos. Esta missão se concretiza na promoção da educação por meio do ensino, das formas de pesquisa e na abertura de seus espaços para que a extensão do domínio do conhecimento se estenda a toda a comunidade, facilitando, assim, a congruência de todos os espaços habilitados a formar novos conhecimentos, hábitos, atitudes e competências. Visão: Ser uma organização de referência regional nas áreas de formação que oferece, com ações que promovam a melhoria da qualidade de vida na sociedade. 1.2.3 PRINCÍPIOS E OBJETIVOS DA INSTITUIÇÃO A Facmil tem por princípios (valores): Igualdade: todos os indivíduos são iguais perante a sociedade, possuindo os mesmos direitos e deveres, e serão possuidores, com igualdade, ao final de cada curso, do melhor conhecimento. Qualidade: o ensino e a vivência escolar serão desenvolvidos de modo a criar as melhores e mais apropriadas oportunidades para que os indivíduos se desenvolvam na sua total potencialidade cultural, política, social, humanística e profissional. Democracia: a responsabilidade pelo cumprimento deste compromisso está dividida entre alunos, professores, funcionários, administradores e comunidade, que, participando crítica e efetivamente do processo acadêmico, promoverão o exercício pleno da cidadania. Humanismo: o rompimento do individualismo em todos os níveis, de modo a estimular a ética e os ideais de solidariedade humana. A FACMIL se dispõe a ampliar sua atuação na área de formação de professores, pretendendo contribuir para uma nova escola, engajada com a construção de um Brasil mais solidário, preocupado e disposto a minimizar os preconceitos e a injustiça social. O avanço e a disseminação das tecnologias da informação e da comunicação estão impactando as formas de convivência social, de organização do trabalho e do exercício da cidadania. A internacionalização da economia confronta o Brasil com a necessidade indispensável de dispor de profissionais qualificados. Quanto mais o Brasil consolida as instituições políticas democráticas, fortalece os direitos da cidadania e participa da economia mundializada, mais se amplia o reconhecimento da importância da educação para a promoção do desenvolvimento sustentável e para a superação das desigualdades sociais (BRASIL CNE/CP 09/2001 p.3-4). 5 Sob esta ótica, exige-se um novo conjunto de conhecimentos e competências a serem aprendidas e desenvolvidas pelas instituições de nível superior responsáveis pela democratização e produção, e a FACMIL, ciente dessa nova realidade, e comprometida com os princípios que regem a ciência e a ética contemporâneas, tem como meta para o curso de Pedagogia formar profissionais com uma visão crítica do mundo e que estejam aptos para o exercício da profissão de pedagogo. Formar criticamente os educandos é, sem dúvida, um dos grandes desafios que se apresenta para todos os níveis da educação, notadamente, para o ensino superior. É preciso torná-los, portanto, capazes de pensar e refletir sobre a realidade atual, questionando as bases da educação no contexto brasileiro, sua problemática, suas nuances, mas, sobretudo, suas possibilidades. Nessa direção, propõe-se uma formação que visa à construção individual e coletiva do conhecimento, oferecendo uma base teórico-prática consistente para a formação do educador, voltada para a compreensão ampla e fundamentada do fenômeno educacional. A FACMIL pretende contribuir para uma nova escola, que construa o conhecimento, no sentido de permitir uma sociedade capaz de aprender, visando à emancipação humana, concordando com Protágoras: [...] o homem é a medida de todas as coisas, o que nos induz a concluir que as coisas só evoluem se evoluirmos o homem e, o homem só evolui por intermédio da educação, e, educação desejada é aquela que alia o conhecimento com a competência para usá-lo. Enfim, é necessário um curso de Pedagogia que forme professores habilitados e competentes para o trabalho em todas as vertentes da área educacional, com sólidos conhecimentos teóricos, que se articule com as práticas e que garanta qualidade e efetividade na educação do país. Sob a perspectiva de uma educação crítica e transformadora, vislumbrando a modernidade e, consequentemente, os avanços tecnológicos, o curso de Pedagogia da FACMIL apoia-se nos quatro princípios básicos que fundamentam as mudanças curriculares: flexibilidade, autonomia, articulação e atualização. Esses aspectos estão contextualizados e embasados pelas novas diretrizes curriculares para o curso de Pedagogia, bem como pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/1996, sempre voltada para a formação de profissionais de caráter generalista com pleno domínio da realidade de seu tempo. 6 Para tanto, o curso vem estimulando a reflexão sobre os novos paradigmas cuja complexidade e heterogeneidade impõem profissionais com perfil diferenciado e assume o compromisso com uma formação holística por meio do ensino, da iniciação científica e da extensão. 1.2.4 DIRIGENTE DA FACMIL Diretor Geral: Jorge Luiz Marcheti 7 2. CONTEXTO EDUCACIONAL 2.1 INSERÇÃO REGIONAL A FACMIL, mantida pela UNIMIL, está sediada à Av. Francisco Chagas de Oliveira n° 791, Chácara Municipal, na cidade de São José do Rio Preto, localizado a noroeste da capital do estado, distando desta cerca de 443 km. Ocupa uma área de 431,3 km², sendo que 119,48 km² estão em perímetro urbano. A cidade é servida pelas rodovias: Washington Luis (SP 310), Feliciano Sales Cunha, Transbrasiliana (BR 153), Euclides da Cunha e Assis Chateaubriand, unindo a região com as principais capitais (São Paulo, Brasília, Belo Horizonte) e outras macrorregiões do Estado de São Paulo e Triângulo Mineiro. O Aeroporto de São José do Rio Preto é um dos maiores do interior do Estado. A temperatura média anual é de 23,6°C e na vegetação do município predomina uma formação arbórea esparsa. Em relação à frota automobilística, em maio de 2012, foram contabilizados 311 050 veículos. Com uma taxa de urbanização da ordem de 94,08%, o município contava, em 2009, com 157 estabelecimentos de saúde. O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,834, considerado como elevado em relação ao estado. A população, no ano de 2010, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), era de 408.258 habitantes, o décimo segundo município mais populoso de São Paulo, e primeiro de sua região. O IBGE estima, para 2012, 415.769 habitantes. A Região Administrativa de São José do Rio Preto conta com 96 municípios, com população aproximada a 1,4 milhões de habitantes. Está em discussão, a nível estadual, um Projeto de Lei para a criação da Região Metropolitana de Rio Preto, que abrangerá um raio de 30km, com os seguintes municípios e suas respectivas populações: População Município Adolfo Bady Bassit (Censo 2010) 3.557 14.605 Balsamo 8.160 Cedral 7.968 Guapiaçú 17.885 8 Ibirá 10.868 Icém 7.462 Ipiguá 4.459 Jaci 5.657 José Bonifácio 32.774 Mendonça 4.640 Mirassol 53.809 Mirassolandia 4.295 Monte Aprazível 21.748 Nova Aliança 5.891 Nova Granada 19.178 Olímpia 50.024 Onda Verde 3.884 Potirendaba 15.453 São José do Rio Preto 408.435 Tanabi 24.055 Ubarana 5.286 Uchoa 9.475 Zacarias 2.334 Total de habitantes 741.902 A pirâmide etária do município de São José do Rio Preto foi divulgada no documento Conjuntura Econômica 2012, disponível http://www.riopreto.sp.gov.br/PortalGOV/do/subportais_Show?c=60202, abaixo: em demonstrada 9 Educação O município conta com escolas em todas as suas regiões. A população da zona rural tem fácil acesso a escolas em bairros urbanos próximos em razão da alta taxa de urbanização. O município contava, em 2008, com aproximadamente 40 639 matrículas, 2 673 docentes e 193 escolas nas redes públicas e particulares. O município tem características de cidade universitária por possuir diversas instituições de ensino superior. No ensino público, destacam-se o campus da Unesp, mais especificamente o Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE), a Faculdade de Medicina de São José do Preto (FAMERP)http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Jos%C3%A9_do_Rio_Preto cite_note-83 e a Faculdade de Tecnologia de São José do Rio Preto (Fatec Rio Preto). Educação de São José do Rio Preto em números Nível Matrículas Docentes Escolas (total) Ensino pré-escolar 2415 8259 148 Ensino fundamental 29036 2217 142 Ensino médio 1015 55 14731 Rio - 10 Ensino Superior- Graduação Ano Unidades N° Cursos N° alunos N° professores 2008 10 129 30300 1872 2009 10 132 28778 1846 2010 10 154 27332 1820 2011 9 164 28541 1723 2.1.1 INDICADORES SOCIOECONÔMICOS O Produto Interno Bruto - PIB - de Rio Preto é o 57º maior do Brasil, destacando-se na área de prestação de serviços. De acordo com dados do IBGE, relativos a 2009, o PIB do município era de R$ 7 879,048 mil. O PIB per capita é de R$ 18 776,09. Dos 5 565 municípios brasileiros, São José do Rio Preto ocupa a 18ª colocação no ranking das mais promissoras cidades brasileiras para se construir uma carreira profissional, segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, publicada na revista Você S.A. Setor primário Produção de cana-de-açúcar, milho e tomate (2007) Produto Área colhida (Hectares) Produção (Tonelada) Cana-de-açúcar 6 600 594 000 Milho 200 840 Tomate 5 150 A agricultura é o setor menos relevante da economia de São José do Rio Preto. De todo o PIB da cidade, 17. 247 mil reais é o valor adicionado bruto da agropecuária. Em 2009, a cidade produziu 3,562 milhões de litros de leite de 5.086 vacas. Na lavoura temporária, são produzidos principalmente a cana-de-açúcar (594 000 toneladas), o milho (840 toneladas) e o tomate (150 toneladas). 11 Setor Secundário A indústria, atualmente, é o segundo setor mais relevante para a economia do município. R$942 684,00 do PIB municipal são do valor adicionado bruto da indústria (setor secundário). Grande parte da renda oriunda do setor secundário é original do seu distrito industrial, que é composto em geral por micros, pequenas e médias empresas. Também possui relevante participação na área industrial da cidade o chamado Setor de Minidistritos e Centro Incubador de Empresas. Foi elaborado pela Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão Estratégica, no final de 1983, quando foi detectada a existência de vários micros e pequenos empreendedores mal instalados ou que desejavam iniciar suas atividades em local próprio. Hoje, o programa conta com 12 minidistritos industriais, onde estão instaladas 743 empresas, que geram cerca de 3.536 empregos diretos. O segmento de alimentos e bebidas, fortemente apoiado na agropecuária, é a atividade de maior peso, sendo responsável por 50,3% do valor adicionado da indústria regional, e empregando 30,3% do pessoal ocupado. A fabricação de artigos de borracha e plástico (5,8% do valor adicionado) e a fabricação de produtos de metal (4,2%) vêm a seguir. A indústria moveleira tem se disseminado na região, a partir dos anos 1990, tendo peso em municípios como Catanduva, Valentim Gentil, Mirassol e Jaci. Setor Terciário O setor de serviços vem expandindo ano após ano, com a multiplicação das agências bancárias e escritórios operacionais. A prestação de serviços rende R$ 5. 247.106,00 ao PIB municipal. O setor terciário atualmente é a maior fonte geradora do PIB rio-pretense. De acordo com o IBGE, a cidade possuía, no ano de 2008, 21 604 unidades locais, 20 955 empresas e estabelecimentos comerciais atuantes e 256 797 trabalhadores, sendo 142.536 pessoal ocupado total e 114 261 ocupado assalariado. Salários juntamente com outras remunerações somavam R$ 1 714 087,00 e o salário médio mensal de todo município era de 2,9 salários mínimos. Um dos principais pontos comerciais da cidade é o Riopreto Shopping Center, localizado em frente à Facmil, inaugurado em 1989. Hoje, recebe mensalmente cerca de 1 500 000 de consumidores e é o maior centro de compras e lazer de uma região que abrange 250 municípios com população de 2,5 milhões de habitantes, nos estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná. Em outubro de 2012, foi inaugurado o Shopping Cidade Norte, e, em 2014, está prevista a inauguração do Shopping Iguatemi Rio Preto. 12 2.2 JUSTIFICATIVA PARA IMPLANTAÇÃO DO CURSO Afinados às características socioeconômicas da cidade de Mirassol e região, os cursos da Faculdade têm por finalidade suprir a necessidade no tocante à carência e demanda por profissionais da área da educação, justificado pelo número de Escolas de Educação Básica da região de Mirassol que absorverão os egressos do curso. Considerando também o número de alunos concluintes do Ensino Médio da cidade de Mirassol e região, visualiza-se a necessidade do profissional Licenciado em Pedagogia, que deverá desenvolver a docência e a gestão na escola básica, a fim de promover a educação científica e o desenvolvimento integral dos alunos neste nível de escolaridade. O curso de Pedagogia visa à formação dos seguintes profissionais: docentes para a Educação Infantil e para as séries iniciais do Ensino Fundamental e profissionais da educação para a gestão escolar. Quanto à docência, o curso se pauta, de acordo com as Diretrizes Curriculares para o curso de Pedagogia (2006), na [...] ação educativa e processo pedagógico metódico e intencional, construído em relações sociais, étnico-raciais e produtivas, as quais influenciam conceitos, princípios e objetivos da Pedagogia, desenvolvendo-se na articulação entre conhecimentos científicos e culturais, valores éticos e estéticos inerentes a processos de aprendizagem, de socialização e de construção do conhecimento, no âmbito do diálogo entre diferentes visões de mundo. (p. 1) Portanto, a esses profissionais, o curso visa a: • Oportunizar investigações, a fim de entender o desenvolvimento cognitivo, afetivo, social e moral dos educandos, possibilitando a atuação e a transformação da realidade educacional, considerando a especificidade da habilitação; • Desenvolver a capacidade de compreensão e leitura do contexto social histórico, buscando novas alternativas curriculares fundamentadas na pesquisa, na diversidade cultural e na perspectiva de modernidade; • Possibilitar uma formação capaz de refletir e analisar o seu próprio perfil profissional, visando à continuidade do seu desenvolvimento profissional, individual e coletivo para além do âmbito acadêmico; • Possibilitar o conhecimento e a compreensão crítica da realidade educacional e do pensamento pedagógico nas suas diferentes influências e implicações; 13 • Fornecer subsídios teóricos e metodológicos fundamentados na qualidade das atividades de ensino, pesquisa e extensão e nos desafios postos pelo contexto social, econômico, político e cultural; • Participar da construção de um conhecimento pedagógico mediador de uma prática educativa de caráter interdisciplinar e transformadora. Para tanto, cabe ao profissional do curso de Pedagogia, o pedagogo, além de educar, aprimorar, planejar, administrar, supervisionar e orientar as diversas instâncias do processo educacional. Ele é também o responsável pela integração entre a escola e a comunidade. 2.2.1 IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS CONSTANTES NO PDI, NO ÂMBITO DO CURSO De acordo com o Regimento Interno da Faculdade, cabe ao Coordenador, ao Colegiado de Curso e ao NDE (Núcleo Docente Estruturante), sua gestão, em articulação com as demais instâncias acadêmico-administrativas, visando à realização dos objetivos do curso em consonância com a finalidade da Instituição. A Instituição, como um todo, busca, de forma integrada e coerente, a realização concreta dos objetivos descritos no Regimento Interno, no Plano de Desenvolvimento Institucional, no PPI, que abordam as políticas institucionais, destacando-se as políticas de ensino, pesquisa e extensão: Ensino: Propiciar ao aluno uma formação global que lhe permita construir competências, hábitos, habilidades e atitudes de forma crítica e criativa, estimulando-o a resolver problemas, estudar casos, intervir em realidades, prever crises e fazer predições, sempre de forma ágil, versátil e ética, buscando seu autoaprimoramento e autorrealização como pessoa e como cidadão, qualificando-o profissionalmente e o tornando ciente de suas responsabilidades, usando, para isso, os recursos do conhecimento em seus vários níveis e modalidades, além das vivências e intervenções em realidades do seu cotidiano próximo ou remoto; Pesquisa: Desenvolver o gosto pela pesquisa, a ação criadora, responsável e ética, a partir de uma postura de investigação, reflexão, de curiosidade perante o novo e o diferente, buscando novos conhecimentos e procedimentos que possam complementar e estimular o ensino e a aprendizagem a alcançar graus mais elevados de excelência e a melhorar a qualidade de vida da população envolvida; Extensão: Integrar, de forma efetiva e permanente, as atividades de extensão às suas propostas de ensino e de pesquisa, para que possam corresponder às necessidades e possibilidades da 14 instituição envolvida, da realidade local e regional e da sociedade como um todo, unindo, por objetivos comuns, as suas comunidades interna e externa com benefício para ambas. O Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia mantém articulação com o Projeto Institucional (PPI) e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), atendendo às políticas voltadas para a graduação, buscando a qualificação, a dinamização, a diversificação e a ampliação de oportunidades que resultem na melhoria da qualidade acadêmica e de sua contribuição para o desenvolvimento científico, tecnológico e social na região de abrangência. O PPC, para atender de modo cada vez mais satisfatório à realidade social e profissional, local e regional, trabalha com currículos flexíveis, possibilitando aproveitamento de estudos e de competências, bem como a inserção do aluno na vida profissional, enquanto dá continuidade à sua formação acadêmica. Algumas políticas definidas para a área acadêmica são: a) Priorizar a integração do ensino, da pesquisa e da extensão; b) Priorizar a formação de profissionais e cidadãos socialmente responsáveis e empreendedores nas diferentes áreas do conhecimento, aptos à participação no desenvolvimento da sociedade em que interagem; c) Estabelecer áreas preferenciais para o desenvolvimento de cursos, orientando-os para responder às demandas do mercado de trabalho local, regional e nacional; d) Aprimorar a qualidade do estudante universitário, na sua formação científica, que reflita no preparo profissional, capacitado a enfrentar os desafios da sociedade contemporânea; e) Implementar ações que contribuam para o desenvolvimento social e para o desenvolvimento da investigação científica e tecnológica. Para atender de forma especial à articulação, o Curso de Pedagogia da Faimi proporcionará ao aluno, além da sua formação técnico-profissional para o exercício da Pedagogia, sua formação como cidadão participativo. Conforme o Regimento Geral da Facmil, cabe ao Coordenador, Colegiado de Curso e NDE (Núcleo Docente Estruturante) o processo de gestão do curso de Licenciatura em Pedagogia, em articulação com as demais instâncias acadêmico-administrativas, objetivando a realização do curso em consonância com os fins maiores da Instituição. A prática das Políticas Institucionais e sua articulação refletem, na realidade, o previsto regimental, pois a Instituição busca, de forma integrada e coerente, a realização concreta dos objetivos descritos em seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), que aborda três aspectos relativos às políticas institucionais: a) Política de Educação Inclusiva: tendo como objetivo inserir a população carente no processo educativo. Uma das dimensões deste processo de inclusão social é a de levar o curso 15 superior a todos os segmentos da sociedade, principalmente por meio de projetos sociais vinculados ao governo (Escola da Família, PROUNI e Novo FIES) e projetos desenvolvidos pelo próprio grupo UNIESP (Universitário Cidadão e Bolsa Escola Municipal, dentre outros); b) Política de Plano de Carreira do Corpo Docente: de acordo com o Plano de Carreira Docente seguem alguns critérios específicos como: seleção de currículo, entrevista do candidato com o coordenador do curso e posterior contratação de titulados com lato sensu ou stricto sensu; Política de Estágio: o estágio é componente obrigatório, sendo eixo articulado da teoria e da prática e oportuniza ao aluno o contato direto com a realidade profissional. A gestão e o acompanhamento dessa atividade estão sob a orientação da Diretoria Acadêmica, junto aos coordenadores de curso e ao professor orientador de estágio. 16 3. CURSO 3.1 CARACTERIZAÇÃO O curso de Pedagogia, de acordo com a Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação, tem por objetivos formar o profissional para atuar no magistério de Educação Infantil, nas séries iniciais do Ensino Fundamental, e na Gestão do trabalho pedagógico na educação formal e não-formal, de acordo com a legislação vigente, sendo entendida como organização do trabalho pedagógico a ser desenvolvida no campo da organização, planejamento, coordenação, acompanhamento e avaliação do processo educativo formal e não-formal. O projeto acadêmico do curso deve abranger as seguintes dimensões: a) conhecimentos relativos à reflexão crítica sobre educação, escola e sociedade; b) conhecimentos relativos ao exercício da docência nos anos iniciais do ensino fundamental e da educação infantil; c) conhecimentos relativos ao exercício da docência na formação pedagógica do profissional docente; d) conhecimentos relativos à gestão e à organização do trabalho pedagógico na educação formal e não-formal; e) conhecimentos relativos ao aprofundamento e/ou diversificação da formação do pedagogo; f) desenvolvimento da prática pedagógica, devendo constituir-se em espaço de integração teórico e prática do currículo e em instrumento de aproximação do aluno à realidade social e pedagógica do trabalho educativo por meio da pesquisa e do trabalho de conclusão de curso. As normas e recomendações nacionais surgem nos marcos de um quadro geral de flexibilização da gestão pedagógica e reafirmação da autonomia escolar, aliado à proposta de atuação ético-profissional responsável com a construção de uma sociedade includente. Reforça-se assim, a concepção de escola voltada para a construção de uma cidadania consciente e ativa. O pedagogo, neste novo contexto, deve desenvolver competências que ofereçam as bases culturais que permitam ao cidadão, seja criança, jovem ou adulto, posicionar-se de forma crítica na vida produtiva e sócio-política. Para tanto, o curso proposto toma como referência os eixos norteadores da DCN do curso de Pedagogia, emanadas do Conselho Nacional de Educação, em 2006, buscando: 17 • Sólida formação teórica e interdisciplinar sobre o fenômeno educacional e seus fundamentos históricos, políticos e sociais, bem como o domínio dos conteúdos a serem ensinados pela IES, que permita a apropriação do processo de trabalho pedagógico, criando condições de exercer a análise crítica da sociedade brasileira e da realidade educacional; • Articulação entre teoria/prática que implica assumir uma postura em relação à produção de conhecimento que impregna a organização curricular dos cursos, e não se reduz à mera justaposição da teoria e prática em uma grade curricular; teoria e prática que perpassam todo o curso de formação e não apenas a prática de ensino, o que implica novas formas de organização curricular dos cursos de formação; a ênfase no trabalho docente como base da formação e fonte dessa forma nova de articulação teoria/prática; ênfase no desenvolvimento de metodologias para o ensino dos conteúdos das áreas específicas; tomar o trabalho como princípio educativo na formação profissional, revendo-se os estágios e sua relação com as escolas das redes públicas e privada e a forma de organização do trabalho docente na escola; e ênfase na pesquisa como meio de produção de conhecimento e intervenção na prática social; Gestão democrática como instrumento de luta contra a gestão autoritária na escola. O • profissional da educação deve conhecer e vivenciar formas de gestão democrática, entendida como superação do conhecimento de administração enquanto técnica, na direção de apreender o significado social das relações de poder que se reproduzem no cotidiano da escola, nas relações entre os profissionais, entre estes e os alunos, assim como na concepção e elaboração dos conteúdos curriculares; Compromisso social e ético do profissional da educação, com ênfase na concepção sócio- • histórica de educador, estimulando a análise política da educação e das lutas históricas destes profissionais professores articuladas com os movimentos sociais; Trabalho coletivo e interdisciplinar entre alunos e entre professores como eixo norteador • do trabalho docente na universidade e da redefinição da organização curricular; a vivência e a significação dessa forma de trabalho e produção de conhecimento permitem a apreensão dos elementos do trabalho pedagógico na escola e das formas de construção do projeto pedagógicocurricular de responsabilidade do coletivo escolar; • Articular formação inicial e continuada, assegurando solidez teórico-prática na formação inicial e diálogo permanente entre o lócus de formação inicial e o mundo do trabalho, via programas e projetos de educação continuada, correspondendo à concepção de uma formação em redes de conhecimento e saberes e, inclusive, programas de complementação pedagógica e gestão educacional para licenciados em outra áreas e programas de pós-graduação. 18 A concepção adotada no Curso de Pedagogia da Facmil é de cunho emancipatório e tem na educação o grande fator de humanização, posto que é a escola que preparara os indivíduos para a participação e reestruturação da civilização, tendo em vista o desenvolvimento de toda a humanidade. Todavia, para a educação escolar sobreviver na Sociedade do Conhecimento, fortemente impactada pelas novas tecnologias de informação e comunicação faz necessária a conciliação entre o projeto de emancipação humana e os novos padrões econômicos de produção e competitividade. Desse modo, o curso de Pedagogia proporcionará ao egresso uma sólida formação nos campos: científico, técnico, político e cultural, no sentido de oferecer-lhe uma prática pedagógica questionadora, criativa, reflexiva, fundada nas crenças sobre o homem e o seu papel na sociedade, de modo a encarar os desafios de sobreviver nesta mesma sociedade, notadamente marcada pela exclusão, pelos contrastes, e transitar por ela com os saberes necessários para a prática da cidadania. Assim, o curso de Pedagogia tem por finalidade formar o profissional para a atuação em várias instâncias da prática educativa, tendo em vista os objetivos de formação humana definidos em sua contextualização histórica, num processo que envolve os elementos da prática educativa: o educando, o educador, o saber e o contexto em que ocorre tal prática. Constitui-se a missão do Curso de Pedagogia promover o ensino, a pesquisa e a extensão, objetivando a produção de conhecimentos científicos que (re)signifiquem a existência humana, possibilitando uma participação efetiva do profissional de pedagogia nas relações sociais, políticas, econômicas e culturais, para atuar nos diversos espaços da sociedade. ● OBJETIVOS Definem-se como objetivos: GERAIS: Formar profissionais comunicativos, reflexivos e conscientes de seu papel social na concepção de uma escola que esteja voltada para a construção de uma cidadania ativa, aliando saberes e práticas produzidas nos diferentes espaços de vivência. Formar cidadãos conscientes e responsáveis para assumirem o papel de educadores comprometidos com a construção de uma sociedade includente; Capacitar o gestor escolar para organizar, planejar, desenvolver e avaliar projetos pedagógicos, bem como estabelecer vínculos entre instituição de ensino, família, comunidade e autoridades no setor educacional. 19 Proporcionar formação ampla e integrada para atuação nos processos educacionais em geral. Formar profissionais para organizar a escola enquanto uma instituição social, que estabelece relações internas e externas por meio da concepção de comunidade escolar que adote a gestão escolar democrática a partir da constituição de um Conselho Escolar participativo, um projeto pedagógico comprometido com a participação social e a atuação multidisciplinar, entre outros. Assegurar um conhecimento atualizado a respeito das políticas públicas da educação nacional. Assegurar conhecimentos sobre os aspectos físicos, cognitivos, afetivos e emocionais do desenvolvimento humano, tanto de uma perspectiva científica, quanto relativas às representações culturais e às práticas sociais de diferentes grupos e/ou classes sociais. Assegurar uma formação sólida no sentido de formar o profissional, com qualidade, competência, visão holística, para compreender a educação em sua totalidade, a dimensão e as necessidades humanas, para atuar na docência ou na gestão educacional, considerando os princípios éticos e sobre os princípios da cidadania, para a construção de uma escola que valide as competências, as habilidades e atitudes dos sujeitos que a ela acessem. ESPECÍFICOS: - Analisar situações educacionais, procurando realizar pesquisas, de modo a produzir conhecimentos teóricos e práticos; - Incorporar as tecnologias de informação e comunicação ao planejamento e atividades educativas; - Planejar, organizar, realizar, gerir e avaliar situações de ensino/aprendizagem adequadas aos objetivos, conteúdos e metodologia das diferentes áreas, à realidade dos alunos, visando à melhoria da qualidade do ensino; - Articular e integrar saberes e processos investigativos dos diversos campos do conhecimento, visando à formação do cidadão. ● COMPETÊNCIAS E HABILIDADES: ● o aluno deverá estar habilitado a exercer atividades nas seguintes áreas e/ ou campos profissionais: docência na Educação Infantil, nas séries iniciais do Ensino Fundamental regular e de jovens e adultos; planejamento, organização, avaliação e gestão nos sistemas de ensino, escolas e outros espaços educativos; produção e difusão do conhecimento no campo educacional; ● deverá possuir perfil em que apresente a capacidade de: 20 a) compreensão dos vários domínios do conhecimento pedagógico e dos conteúdos disciplinares de formação contínua e autoaperfeiçoamento; b) participação na implementação de projetos educativos que contemplem a diversidade e as inter-relações das distintas esferas do social : cultura, ética, estética, científica e tecnológica; c) mobilização e integração do conhecimento, capacidades e tecnologias para servir efetivamente em situações pedagógicas concretas; d) articulação, mediante práticas participativas, de recursos humanos, metodológicos, técnicos e operativos; e) investigação de situações educativas, sabendo mapear contextos e problemas, captar e analisar as contradições, argumentar e produzir conhecimentos; f) atuação ético-profissional, implicando responsabilidade social para a construção de uma sociedade includente, justa e solidária. ● habilidades e competências quanto a: Saberes pedagógicos amplos: a) conhecer a realidade em que se inserem os processos educativos e desenvolver formas de intervenção, com base na compreensão dos aspectos filosóficos, sociais, históricos, econômicos, políticos e culturais que a configuram e a condicionam; b) conhecer e avaliar as concepções filosóficas e pedagógicas das políticas educacionais e seus processos de implementação, especialmente no que se refere à educação infantil, séries iniciais do ensino fundamental, educação de jovens e adultos e formação de professores; c) compreender o desenvolvimento e a aprendizagem de crianças, jovens e adultos, inseridos em seus contextos culturais e sociais, considerando as dimensões cognitivas, afetivas, éticas e estéticas; d) articular as teorias pedagógicas e curriculares no processo ação–reflexão, envolvendo a docência, a elaboração e avaliação de projetos pedagógicos e o desenvolvimento da organização e gestão do trabalho educativo; Saberes pedagógicos – didáticos: a) participar da formulação, discussão, implementação e avaliação do projeto pedagógicocurricular da escola; b) planejar, organizar, realizar, gerir e avaliar o trabalho pedagógico escolar e não escolar, a partir do entendimento da dinâmica institucional e seus processos organizativos; 21 c) planejar, organizar, realizar, gerir e avaliar situações de ensino e aprendizagem, de modo a adequar objetivos, conteúdos e metodologias específicos das diferentes áreas à diversidade dos alunos e à promoção da qualidade da educação; d) incorporar as tecnologias de informação e comunicação ao planejamento e às práticas educativas; e) analisar situações educativas e de ensino e realizar pesquisas, de modo a produzir conhecimentos teóricos e práticos. Saberes das áreas específicas: a) Conhecer e articular conteúdos e metodologias específicas das áreas de conhecimento envolvidas nos diferentes âmbitos de formação e atuação profissional; b) Proceder à seleção e organização de conteúdos, de modo a converter o conhecimento científico em conhecimento curricular, considerando contextos sócio-culturais e capacidades cognitivas e afetivas dos alunos; c) Promover a articulação e integração entre saberes e processos investigativos dos diversos campos do conhecimento, visando à formação do cidadão. ● FORMAÇÃO ESPECÍFICA Propõe-se desenvolver o processo formativo para que o egresso cumpra o seu compromisso social em empreender a inserção da escola na realidade social, em lutar pela melhoria da qualidade de vida dos alunos, ensinando-os a olhar criticamente a realidade e a procurar formas responsáveis de transformá-la, seja em sua atuação como docente dos anos iniciais, ou como gestor escolar, e: saiba articular os conhecimentos técnico-científicos, artísticos e tecnológicos; alicerce a formação das competências, habilidades e atitudes em princípios e valores; participe ativa e criativamente do projeto político-pedagógico da escola; analise com perspicácia as múltiplas e complexas situações de aprendizagem; oriente o processo pedagógico ao desenvolvimento cognitivo e cuide da educação dos sentimentos; revele autonomia, cidadania e ética em sua atuação profissional; dedique-se ao aperfeiçoamento da condição humana pelo respeito à diversidade e às diferenças. 22 Que o egresso ainda: Perceba a necessidade de construir um projeto educativo para garantir a qualidade da prática pedagógica; Que desenvolva condições para o planejar, executar e avaliar situações eficazes para o processo de ensino e de aprendizagem; Desenvolva habilidades para planejar e gerenciar o tempo, o espaço, as rotinas escolares, e que selecione e se utilize de diferentes materiais para enriquecer as atividades didático-pedagógicas; Aproprie-se de formação para desenvolvimento e avaliação da organização institucional e da gestão escolar; Trabalhe temas dos parâmetros curriculares nacionais e sua transversalidade, analisando-os, avaliando-os e criando situações de ensino-aprendizagem próprias a sua aplicação; Amplie a compreensão sobre as possibilidades de aprendizagem da criança, do jovem e do adulto, diferenciando-os em suas etapas de aprendizagem e de construção do conhecimento; Identifique a importância de criar um ambiente de comunicação dentro da sala de aula entre professor e alunos, como condição básica para o desenvolvimento da linguagem, propondo situações de intervenção; Apreenda amplos conhecimentos relativos à realidade social e política brasileira e sua repercussão na educação em contextos históricos diferenciados para servir de parâmetro de comparação com propostas atuais de ensino e gestão educacional; Aproprie-se de novos conhecimentos para construir novas metodologias voltadas à ação educativa; Articule, ao longo do curso a teoria à prática, questionando os saberes, suas relações, suas possibilidades na geração de novos conhecimentos; Exerça a cidadania ativa para pensar a escola, seu espaço, seu tempo, seu clima, sua organização, seu papel e sua função social; Aproprie-se de conhecimentos específicos e de legislação que lhe permita compreender a educação inclusiva enquanto direito do cidadão, desde a educação infantil ao ensino superior; Perceba as condições para o desenvolvimento de trabalho entre as diferenças e as diversidades; Adquira uma postura ética, estética e política para sua atuação profissional; 23 Qualifique-se para a aplicação das novas tecnologias da informação e comunicação para o ensino a partir de novos códigos de linguagens; Desenvolva o espírito de investigador da prática pedagógica a partir do envolvimento com a pesquisa acadêmica enquanto olhar reflexivo sobre o trabalho do professor e do gestor; Seja o enunciador de sua própria palavra, argumentando sobre a educação e sua dimensão para a emancipação humana. 3.2 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS 3.2.1 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Na organização de um trabalho de natureza educativa, o planejamento tem como função a definição dos objetivos, dos conteúdos e dos meios a serem utilizados, a execução é responsável pela construção de resultados e a avaliação serve de instrumento de verificação dos resultados que estão sendo obtidos, assim como da fundamentação das decisões que devem ser tomadas para que os resultados sejam, de fato, construídos. Nesta perspectiva, a avaliação da aprendizagem se configura como um mecanismo subsidiário do planejamento e da execução. É uma atividade subsidiária e estritamente articulada com a execução. É uma atividade que não existe e subsiste por si mesma. Ela só faz sentido na medida em que serve para o diagnóstico da execução e dos resultados que estão sendo buscados e obtidos. No que se refere ao processo de ensino e aprendizagem, a avaliação tem sido de maneira geral executada como se existisse independente do projeto pedagógico. Nesse sentido, tem-se destinado exclusivamente à atribuição de notas e conceitos, o que significa a sua utilização apenas como instrumento classificatório e nunca como instrumento diagnóstico. Na realidade, o processo avaliativo nada tem mais feito do que classificar o educando num certo estágio de desenvolvimento, o que, obviamente, não auxilia na construção dos resultados esperados. Posto isto, convém ressaltar que, conforme estabelece a nova lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº. 9.394/96, no seu artigo 24, Alínea a, a avaliação da aprendizagem, enquanto elemento básico para a obtenção de um ensino de qualidade, deve observar os seguintes critérios: a) a avaliação do desempenho do aluno deve ser contínua e cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados obtidos ao longo do período sobre os de eventuais provas finais. b) que o processo avaliativo sirva de instrumento de realimentação do esforço do aluno. Para tanto, faz-se necessário que os resultados obtidos não sejam apenas comunicados ao aluno, mas que sejam, efetivamente discutidos, a fim de que possam orientar o processo de 24 ensino e aprendizagem, indicando possibilidades e limites do aluno, sugerindo rumos e advertindo sobre os riscos que podem apresentar. A avaliação do desempenho acadêmico dar-seá como um processo contínuo, diagnóstico e autoavaliativo, estimulando a construção do alunoagente de seu próprio processo de conhecimento. Partindo do pressuposto de que uma instituição educacional se fortalece na medida em que se avalia, a qualidade do ensino emerge como compromisso institucional com a comunidade e a sociedade. Busca-se, ainda, o desenvolvimento do espírito de crítica e autocrítica responsável e, consequentemente, a autoavaliação contínua dos envolvidos. Na avaliação da aprendizagem, privilegia-se o caráter processual e integrador (conhecimentos, habilidades, visão de realidade). Cada professor deve, tomando por base o acima exposto e as normas contidas nos regulamentos da faculdade, elaborar o seu plano de avaliação, considerando as particularidades da sua disciplina, e submetê-lo à aprovação do Coordenador do Curso; deve também, no início de cada período letivo informar e esclarecer suas respectivas classes. O plano de avaliação é parte integrante do Plano de Ensino do professor e deve ser apresentado à Coordenação do Curso, para aprovação, após discussão com a turma, até 30(trinta) dias após o início do semestre letivo. De acordo com a Legislação em vigor, o aluno deverá ter frequência igual ou superior a 75% ( setenta e cinco por cento) das aulas ministradas em cada disciplina. Para cada disciplina, a avaliação da aprendizagem é expressa numericamente numa escala de 0 (zero) a 10 (dez) pontos no semestre, observando-se o expresso no Regimento Interno. 3.2.2 AVALIAÇÃO DO CURSO A UNIMIL tem uma Comissão Técnica de Avaliação Institucional que terá a função de definir e coordenar todo o processo de avaliação institucional interna. A Comissão será coordenada pelo diretor acadêmico e assessorado pela coordenação pedagógica do curso, podendo, ainda, recorrer a outros especialistas sempre que for necessário. O processo de avaliação, de responsabilidade da referida comissão, abrangerá os dados de diagnóstico das condições de ensino e de avaliação do curso de graduação. A avaliação dos cursos de graduação se fará a partir da análise do projeto pedagógico proposto, incluindo-se aqui a avaliação dos alunos (sobre o curso, a instituição, as disciplinas ministradas e atividades curriculares e extracurriculares desenvolvidas) e professores (sobre a instituição, o curso, as disciplinas ministradas e atividades curriculares e extracurriculares desenvolvidas). Outra forma de avaliação interna da FACULDADE FACMIL se dará por meio de um procedimento denominado de “Adequação-Readequação”, que se caracteriza como um processo 25 de acompanhamento da implantação dos cursos de graduação. Esse acompanhamento visa, especialmente, o exame de questões relacionadas ao cumprimento do currículo e do projeto pedagógico estabelecido para o curso e de sua real implementação em sala de aula. Assim, ocorrerão reuniões pedagógicas, nas quais serão analisados os planejamentos de disciplinas elaborados pelos docentes, tendo em vista examinar a aderência de tais planos ao projeto pedagógico do curso, assim como a qualidade das propostas didáticas que constam deles. Buscar-se-á, portanto, verificar a coerência e integração entre os diversos itens que compõem um plano de ensino (ementa, objetivos, conteúdos programáticos, estratégias de ensino, procedimentos para avaliação da aprendizagem e bibliografia básica e complementar) como proposta a ser efetivada no âmbito da sala de aula. Essa análise se realiza em dois momentos durante o semestre: no início do período letivo, visando à reformulação e/ou reajuste nos planos de ensino das disciplinas que serão oferecidas pela primeira vez, de forma que o professor possa incorporar as sugestões dos coordenadores antes de as aulas começarem (procedimento denominado Adequação); no meio do semestre, para que se possa examinar e discutir a efetividade ou não das sugestões colocadas em prática (procedimento denominado Readequação). A partir desse levantamento é possível a elaboração de um plano de ação estratégico de forma que a Instituição possa se antecipar às demandas do MEC. 3.3 ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO O aluno, após o processo seletivo da Facmil, passa por uma fase de adaptação, a fim de que ele possa reconhecer e compreender melhor os conceitos que são utilizados nas diferentes disciplinas, de modo a acompanhar o curso. Embora o curso possua uma natureza curricular de matriz fechada, é possível que o aluno possa acelerar seu processo de conhecimento e formação a partir de cursos de pequena duração que são oferecidos, além de seminários, palestras e atividades extracurriculares, no intuito de não só melhorar a sua formação, mas também permitir avançar nos conteúdos dos seus cursos, como atividades complementares de formação. A organização curricular do curso permite ao aluno o desenvolvimento mediante disciplinas ofertadas semestralmente. Uma das ações mais importantes do curso de Pedagogia diz respeito às Atividades Complementares, absolutamente valorizadas pela Faimi, haja vista a obrigatoriedade que lhes atribui. Para o Planejamento das Atividades Complementares, o curso sugere uma determinada carga horária a ser cumprida semestralmente pelo aluno, ao qual compete cumpri-la. 26 De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais, as Atividades Complementares devem ampliar o currículo básico de cada curso. Elas são um processo de aprendizagem extracurricular e que ocorre fora da sala de aula, as quais permitem o diálogo com os acontecimentos do mundo. Dessa forma, o futuro pedagogo terá contato com áreas relacionadas à Educação, a fim de que possa enriquecer sua formação. Como essa instituição prima pelo respeito às especificidades de cada curso, cada Coordenação atribui às atividades complementares a carga horária que acredita ser compatível com as atividades escolhidas pelos alunos. Assim, alguns Cursos têm uma tabela de validade para as atividades complementares e outros consideram as horas de acordo com o certificado apresentado, como é o caso do curso de Pedagogia. Os mecanismos de acompanhamento e cumprimento das atividades complementares são feitos mediante o preenchimento, entrega e conferência dos documentos comprobatórios das atividades complementares: certificados, atestados, relatórios etc. Os discentes entregam, juntamente com o relatório das atividades complementares, cópias dos documentos que comprovam a efetiva participação nas atividades complementares, constando a carga horária e os conteúdos de cada atividade realizada. 3.4 PERFIL DO EGRESSO Tomando por base os princípios das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia referentes à competência, compreende-se que essa concepção deve estar atrelada ao mundo do trabalho, envolvendo a subjetividade de cada ser humano, o que é coletivo e contextual. Por competência, entende-se, dentre outras, a capacidade do sujeito de transformar e articular recursos cognitivos, emocionais, estéticos e comunicacionais, o que acontece por meio da expressão no e fora do ambiente escolar, enfrentando quaisquer situações concretas e complexas, com as quais se defronte na vida cotidiana. Para tanto, no curso de Pedagogia, são consideradas as seguintes competências e habilidades: • Conhecer o processo de construção do conhecimento no indivíduo inserido em seu contexto social e cultural; • Saber propor alternativas criativas às questões da qualidade do ensino e medidas que visem superar a exclusão social; • Valorizar as diferentes linguagens manifestas nas sociedades contemporâneas e as funções das mesmas na produção do conhecimento; 27 • Poder atuar na educação de portadores de necessidades especiais, em diferentes níveis de organização escolar, de modo a assegurar seus direitos de cidadania, bem como na escolarização de jovens e adultos; • Saber relacionar a área educacional com as demais áreas do conhecimento, assim como também relacionar ensino e pesquisa na produção do conhecimento e na prática pedagógica; • Ser capaz de desenvolver metodologias e materiais pedagógicos adequados à utilização das tecnologias da informação e da comunicação nas práticas educativas; • Ter uma postura que valorize a ética profissional; • Estar apto a desenvolver a atividade educacional nas diferentes formas de gestão educacional, na organização do trabalho pedagógico escolar, no planejamento, execução e avaliação de propostas pedagógicas na escola; • Desenvolver projetos pedagógicos, apresentando para isso o domínio de: planejamento, organização, coordenação e avaliação. O futuro profissional deverá ainda ter a autonomia intelectual necessária para, no momento de seu desligamento da graduação, ter condições de sozinho desenvolver-se científica e educacionalmente, orientando-se sempre pela meta do aprimoramento cultural e do bem estar social. Consideramos que a graduação deve servir de base ao pedagogo, mas que este continua a aprender ao longo de sua trajetória profissional. Pretende-se, assim, ao final da graduação, que o pedagogo seja capaz de: • Trabalhar como docente das disciplinas e atividades na Educação Infantil e nas séries iniciais do Ensino Fundamental; • Estudar e analisar os processos de ensino e de aprendizagem; • Planejar e organizar o trabalho pedagógico; • Estudar as metodologias para sua docência; • Dirigir e administrar escolas públicas e particulares com a responsabilidade do gestor escolar; • Coordenar a equipe técnico-administrativa e a pedagógica; • Integrar sua instituição com outras instituições de ensino; • Prestar assistência aos alunos e pais durante o processo de escolarização; • Participar do planejamento escolar; • Orientar sobre métodos de estudo das diferentes disciplinas; • Planejar as atividades extracurriculares; 28 • Integrar a escola, a família e a comunidade. 3.5 FORMAS DE ACESSO AO CURSO A admissão aos cursos superiores ministrados pela Facmil será feita mediante um Processo Seletivo dos candidatos que tenham escolarização completa do Ensino Médio ou equivalente. Terá um caráter classificatório com aproveitamento dos candidatos, até o limite das vagas fixadas no seu Edital, além de outras informações pertinentes ao respectivo processo seletivo. O manual do candidato deverá espelhar as condições de oferta de ensino pela Facmil, bem como suas atividades e sua inserção regional. 3.6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) Sempre valorizando a pesquisa, uma preocupação do curso se refere ao Trabalho de Conclusão de Curso. O TCC é uma das principais avaliações do aluno durante o curso e, por esse motivo, constitui-se como uma obrigatoriedade e se desenvolve oficialmente durante os três últimos semestres letivos, considerando que o trabalho de pesquisa com essa finalidade se inicia desde o primeiro momento em que o aluno começa o curso. Ele deve escolher a linha de pesquisa de seu interesse e indicar três profissionais para professor orientador no início do semestre correspondente à realização do Trabalho de Graduação. A normatização do trabalho de conclusão de curso está descrita no manual de orientações básicas para a elaboração do trabalho de conclusão de curso. Além de escolher os possíveis orientadores, o aluno deve comparecer às reuniões de orientação e, após a conclusão do trabalho, apresentá-lo perante uma banca examinadora composta por professores da FACMIL. O trabalho de conclusão de curso se constituirá em um artigo científico. 3.7 ESTÁGIO CURRICULAR O acompanhamento do estágio supervisionado é realizado pelo coordenador de Estágio, a partir de encontros periódicos agendados com os alunos, os quais acontecem aos sábados, no período da manhã. Nesses encontros, são discutidos os principais problemas vivenciados nas escolas e suas possíveis soluções ou encaminhamentos. A documentação obrigatória de estágio tem por objetivo acompanhar o cumprimento da carga horária do estágio nas escolas. Essa documentação é entregue ao coordenador de Estágio, que acompanha e valida as horas realizadas. 29 A carga horária de estágio está de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Pedagogia, que é de 300 horas, sendo 50 horas para Docência em Educação Infantil, 100 horas para Docência no Primeiro Ciclo do Ensino Fundamental, 50 horas para Docência na Educação de Jovens e Adultos, 50 horas para Docência de Pessoas com Necessidades Especiais e 50 horas para Gestão Escolar. Os resultados dos estágios supervisionados são apresentados e discutidos nas aulas de orientação e supervisão de estágio. Nesse período, o professor orientador da aula analisa os fatos vivenciados nos estágios e propõe, juntamente com os alunos, estratégias de solução e reflexões teóricas sobre a prática vivenciada. Ao final do estágio, os alunos entregam um relatório do trabalho desenvolvido ao longo do semestre. As atividades de estágio são desenvolvidas nas escolas municipais, estaduais e particulares da cidade de Mirassol e região que possuem Educação Básica. As áreas de formação envolvem a docência em Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental e a Gestão Escolar. Durante as 300 horas de estágio supervisionado, os alunos vão às escolas de Educação Básica para observar e, posteriormente, analisar a gestão do estabelecimento de ensino, tanto na dimensão administrativa como na pedagógica. O professor fornece aos alunos na primeira aula de orientação um roteiro de pesquisa, detalhando os aspectos relativos à docência e à gestão do estabelecimento, que devem ser observados e analisados para, posteriormente, fazerem parte de um relatório final. O objetivo é propor iniciativas para a melhoria do estabelecimento estudado. Os alunos recebem orientação durante as aulas aos sábados, no total de 10/20 horas, a depender da modalidade. Essa orientação, além de fornecer elementos para análise, procura ter uma dimensão prática, uma vez que propõe discussões sobre os problemas que os estagiários estão encontrando nas escolas. As atividades que os alunos realizam são: • Observação direta das situações relativas à gestão do estabelecimento de ensino e das atividades de docência no âmbito da Educação Infantil e das séries iniciais do Ensino Fundamental, da EJA e da inclusão de pessoas com necessidades especiais; • Pesquisa documental: livros de atas, projeto político-pedagógico, plano de gestão, Regimento Escolar, Estatutos das instituições auxiliares (APM, Grêmio etc.); • Entrevistas e aplicação de questionários a pais, professores, alunos, funcionários, coordenadores pedagógicos, diretores etc.; • Participação em reuniões de Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC), reuniões da APM, de pais, do Conselho de Escola etc.; 30 • Participação em projetos que a unidade escolar mantém para prevenir ou solucionar problemas próprios da escola em questão (gravidez precoce, drogas, violência escolar e doméstica, classes de recursos, reforço escolar etc). 3.8 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA COMPONENTE CURRICULAR CH Semanal 1o SEMESTRE Organização e Políticas da Educação Básica 4 História da Educação 4 Informática na Educação 2 Comunicação e Expressão 4 Seminários sobre Ética, Estética e Ludicidade na Educação Básica 2 Introdução à Psicologia 4 SUBTOTAL 20 2o SEMESTRE Sociologia da Educação 4 Filosofia da Educação 4 Psicologia da Educação 4 Produção Textual em Educação 2 Metodologia da Pesquisa e do Trabalho Científico 4 Fundamentos da Didática 2 SUBTOTAL 20 3O SEMESTRE Didática e Formação Docente 4 Fundamentos Psicossociais na Educação Infantil 4 Educação na Diversidade Cultural 2 Educação, Natureza e Sociedade 2 Seminários sobre Jogos e Brincadeiras 2 Educação, Espaço e Forma 2 Fundamentos e Metodologia da Alfabetização 4 SUBTOTAL 20 4o SEMESTRE Metodologia e Prática da Alfabetização 2 Fundamentos e Práticas do Ensino da Geografia 2 Fundamentos e Práticas do Ensino de História 2 Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Educação Básica 2 Psicologia do Desenvolvimento da Aprendizagem 4 Didática e Prática Docente 4 Leitura, Interpretação e Produção de Textos Acadêmicos 4 SUBTOTAL 20 5º SEMESTRE Projetos de Educação Ambiental, Nutrição, Cidadania e Saúde 4 Fundamentos e Práticas do Ensino de Ciências 2 Fundamentos e Práticas do Ensino de Artes 2 Matemática 2 Fundamentos e Metodologia da Educação de Jovens e Adultos 2 Currículos e Programas 4 Avaliação Educacional 4 Estágio Supervisionado em Educação Infantil e Ensino Fundamental 1 SUBTOTAL 20 6o PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMESTRAL Total Hora Relógio 80 80 40 80 40 80 400 80 80 40 80 40 80 400 66.66 66.66 33.33 66.66 33.33 66.66 333.33 80 80 80 40 80 40 400 80 80 80 40 80 40 400 66.66 66.66 66.66 33.33 66.66 33.33 333.33 80 80 40 40 40 40 80 400 80 80 40 40 40 40 80 400 66.66 66.66 33.33 33.33 33.33 33.33 66.66 333.33 40 40 40 40 80 80 80 400 40 40 40 40 80 80 80 400 33.33 33.33 33.33 33.33 66.66 66.66 66.66 333.33 80 40 40 40 40 80 80 80 40 40 40 40 80 80 66.66 33.33 33.33 33.33 33.33 66.66 66.66 Presencial Práticas 150 400 400 483.33 31 Linguagens e Mediações Tecnológicas na Educação 2 Fundamentos e Práticas do Ensino da Matemática 4 Fundamentos e Práticas do Ensino da Língua Portuguesa 4 Didática, Estratégias e Recursos da Educação de Pessoas com 2 Necessidades Especiais Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS 4 A Inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais na Educação 4 Básica Práticas Curriculares I Estágio Supervisionado na Educação de Jovens e Adultos na Educação de Pessoas com Necessidades Especiais SUBTOTAL 20 7o SEMESTRE Pesquisa Educacional 4 Gestão Escolar na Educação Básica 4 Educação nas Áreas de Apoio e Serviço Escolar 4 Gestão da Educação Infantil 2 Estatística Aplicada à Educação 2 Legislação e Normas na Educação Nacional 4 Práticas Curriculares II Estágio Supervisionado em Gestão Escolar SUBTOTAL 20 8o SEMESTRE Gestão Educacional em Ambientes Não Escolares 4 Políticas Públicas e Educação 2 Corpo e Movimento 2 Seminários sobre Educação, Gênero e Sexualidade 4 Trabalho de Conclusão de Curso- TCC 2 Literatura Infantojuvenil 2 Relações Sociais e Éticas 4 Práticas Curriculares III SUBTOTAL 20 Carga Horária CH de Disciplinas Curriculares Presenciais CH de estágio supervisionado CH de atividades complementares CH de atividades de prática curricular Carga Horária total do curso 40 80 80 40 80 80 33.33 66.66 66.66 40 40 33.33 80 80 66.66 80 80 66.66 50 50 50 100 400 80 80 80 40 40 80 400 80 40 40 80 40 40 80 400 Hora aula 3.200 3.200 3.9 EMENTÁRIO Componentes Curriculares - 1º semestre 50 450 483.33 50 80 80 80 40 40 80 50 50 450 66.66 66.66 66.66 33.33 33.33 66.66 50 50 433.33 40 40 80 40 40 80 40 40 80 40 440 66.66 33.33 33.33 66.66 33.33 33.33 66.66 40 373.33 Hora relógio 2.666 300 100 140 3.206 32 Organização e Política da Educação Brasileira Carga Horária 80h/a Objetivos Refletir sobre a escola como lugar de concepção, realização e avaliação do Projeto Político Pedagógico: discutir os princípios norteadores do Projeto Político Pedagógico como um instrumento de organização do trabalho pedagógico da escola, elaborando a partir da prática do trabalho coletivo: identificar as etapas de elaboração, acompanhamento e avaliação do Projeto Político Pedagógico. Ementa A disciplina aborda os processos legais e políticos que regem a Educação no país, a ação educativa como política Educacional, ações políticas e legais para efetivar educação, a formação do educador e a educação no Estado de São Paulo, o funcionamento da educação no contexto escolar, os parâmetros curriculares para os vários níveis de ensino, as propostas de classes de aceleração, projeto interdisciplinares, salas ambientais, progressão continuada, organização por ciclos, inclusão. Bibliografia Básica BALL, Stephen. Políticas Educacionais: Questões e Dilemas. Cortez. 2011. NOGUEIRA, Nildo Ribeiro. Projeto Político Pedagógico. Erica. 2009. SANTOS, Pablo. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas, Impactos. Cengage. 2011. Bibliografia Complementar MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009. ROMANELLI. Otaiza de Oliveira. História da educação no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2010. SAVIANI, Demerval: Da Nova LDB ao FUNDEB. Autores Associados. 2009. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Coordenação do Trabalho Pedagógico: Do Projeto Político Pedagógico ao Cotidiano da Sala de Aula. Editora Libertad. 2009. VEIGA, Ilma Passos A. Formação de Professores: Políticas e Debates. Papirus. 2009. História da Educação Carga Horária 80h/a Objetivos Discutir os aspectos sociais, políticos e econômicos dos quais a educação não se desvincula e que o aluno perceba com clareza as relações entre a nossa educação e a do restante do mundo, bem como as relações de dependência e as discrepâncias entre elas. Analisar criticamente a educação desde as sociedades tribais até as sociedades urbanas. Conhecer as linhas básicas do desenvolvimento da cultura ocidental em que nos inserimos e as da história intelectual e pedagógica de nosso país. Analisar criticamente a história da educação brasileira. Identificar os condicionantes sociais, políticos e econômicos da ação humana no contexto histórico brasileiro. Ementa 33 Discussão sobre o homem como ser histórico e os condicionantes que caracterizam o coletivo histórico, as abordagens do ensino da história da educação, a história que os livros não contam. Compreensão sobre a evolução do processo educativo ao longo da história da humanidade, definindo os ideais de cada povo e de cada época, desde a antiguidade até os dias atuais, da educação das sociedades primitivas à educação proposta do século XXI, verificação de seus condicionamentos econômicos e a intrínseca relação com os movimentos políticos da história da humanidade. Estudo da evolução histórica da educação no Brasil, o que permite a interface com a Filosofia Geral, Sociologia Geral e Metodologia da Pesquisa Científica. Bibliografia Básica MANACORDA, M.A. História da Educação. Cortez. 2010. ROMANELLI. Otaiza de Oliveira. História da educação no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2010. VEIGA, C.G. Historia da Educação. Ática. 2008. Bibliografia Complementar ARANHA, M.L.A. História da Pedagogia e da Educação. São Paulo: Moderna, 2007. BENCOSTA, Marcos Levy. Culturas Escolares, Saberes e Praticas Educativas. Cortez. 2008. GENTILI, A, A., SILVA, T. T. da (org). Neoliberalismo, qualidade total e educação. Petrópolis: Vozes, 2010. GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. Filosofia e História da Educação Brasileira. Manole. 2009. PILETTI, Nelson. Educação Básica. Ática. 2010 Informática na Educação Carga Horária 40h/a Objetivos Desenvolver atividades práticas que demonstrem a importância da informática como ferramenta educacional presente de maneira constante na vida docente e discente. Ementa Reflexão sobre o papel da informática no processo pedagógico moderno e as infinitas possibilidades de trabalho utilizando o computador como ferramenta educacional. Bibliografia Básica GIANOLLA, Raquel. Informática na Educação. Cortez. 2008. TAJRA, S. F. Informática na Educação – Novas Ferramentas Pedagógicas para o Professor. Editora Érica. 8ª Ed. 2008. VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: Conceitos Básicos. Campus. 2011. Bibliografia Complementar BEHAR, Patrícia A. Modelos Pedagógicos em Educação a Distancia. Artmed. 2008. 34 LEITE, Ligia Silva. Tecnologia e Educação: As Mídias na Pratica Docente. Wak. 2009 LEITE, Ligia Silva. Tecnologia Educacional: Descubra suas Possibilidades na Sala de Aula. Vozes. 2011. LOBUR, Júlia. Princípios Básicos de Arquitetura e Organização de Computadores. Bookman. 2010. SILVA, Mário Gomes da. Informática. Terminologia Básica. Erica. 2010 Comunicação e Expressão Carga Horária 80h/a Objetivos Expressar-se verbalmente e saber comunicar-se nas mais variadas situações, de modo a analisar as relações entre a língua e as necessidades humanas. Ementa A variedade linguística e a Gramática da Língua Portuguesa, textos e intertextualidade, gramática aplicada, literatura e suas relações com a história e a política, textos específicos da tarefa de educar, como pareceres, relatórios, atas de reuniões e textos orientadores a problemas específicos dos alunos. Bibliografia básica ANTUNES, Celso. Língua Portuguesa e Didática. Vozes. 2010. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. Ibep. 2009. HENRIQUES, Antonio. Língua Portuguesa. Noções Básicas para Cursos Superiores. Atlas. 2010. Bibliografia complementar BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010. CEREJA; MAGALHÃES. Gramática Reflexiva: texto, semântica e interação. São Paulo: Atual, 2009. FERNANDES, Alessandra Coutinho. Compreensão e Produção de Textos. Ibpex. 2008. GARCIA, Othon. Comunicação em prosa moderna. Fundação Getúlio Vargas, 2009. PINHO, Maria José de. Ensino de Língua e Literatura. Mercado de Letras. 2011. Seminários sobre Ética, Estética e Ludicidade na Educação Básica Carga Horária 40h/a Objetivos Conceituar ética, estética e ludicidade através de trabalhos que promovam a integração e incentivem a prática oral diante do grupo. 35 Ementa O estudo sobre a ética, a estética e a ludicidade que deve envolver as propostas didáticopedagógicas nas escolas de educação básica são de fundamental importância para a construção da cidadania e melhores condições de vida para as pessoas. O conceito de ética diferenciando-o do conceito de moral, a objetividade ética, as responsabilidades individuais e coletivas das escolhas feitas; a beleza nas pessoas e no mundo, a ética e estética, uma relação indissociável, níveis e modalidades de arte e suas contribuições para a formação das crianças e adolescentes da escola básica. O jogo, o brinquedo, as brincadeiras e a tradição popular na educação do ser humano. Bibliografia Básica AMORIM NETO, Roque do Carmo. Ética e Moral na Educação. Wak. 2009. BASSO, Ilda. Uma Ética para Educar: Valores da Formação Docente. Edusc. 2008. RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e Competência. , São Paulo: Cortez, 2011. Bibliografia Complementar ARROYO, Miguel. Educação e Cidadania: Quem Educa o Cidadão? Cortez. 2010. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 2011. GOERGEN, Pedro. Pós-modernidade, ética e educação. Campinas: Autores Associados, 2004. PILETTI, Nelson. Educação Básica. Ática. 2010. SANTOS, Santa Marli. Brinquedoteca: O Lúdico em Diferentes Contextos. Vozes. 2011. SANTOS, Santa Marli. Ludicidade como Ciência. Vozes. 2008. Introdução à Psicologia Carga Horária 80h/a Objetivos Compreender o homem psicológico que somos através do conhecimento e análise critica dos temas da psicologia e suas influências nas Relações Humanas e na Educação. Ementa Desenvolvimento da psicologia enquanto ciência, o objeto de estudo, métodos e campos de aplicação. Principais escolas psicológicas e a relação dessas com o contexto educacional. Fundamenta a psicologia geral. Aborda o comportamento humano em seus aspectos físicos, afetivo, emocional, cognitivo e relaciona esses aspectos aos processos de ensino e de aprendizagem. Enfatiza a importância da relação professor/aluno. Bibliografia Básica BOCK, A. M.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L.T. Psicologias: Uma introdução ao estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2009. LOTTUS, Jeoff. Atkinson & Hilgard. Introdução a Psicologia. Cengage. 2012. PIAGET, J. Seis Estudos de Psicologia. Ed. Forense. 2011. 36 Bibliografia Complementar COLL, C.; MARTINS, M. Construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2007. OLIVEIRA, M.K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: Um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 2010. PIAGET, Jean. Psicologia e Pedagogia. Forense Universitária. 2010. REGO, Teresa Cristina. Cultura, Aprendizagem e Desenvolvimento. Vozes. 2011. ROSSINI, Maria Augusta. Pedagogia Afetiva. Vozes. 2009. Componentes Curriculares - 2º semestre Sociologia da Educação Carga Horária 80h/a Objetivos Compreender a sociologia como ciência no que se refere à difusão dos aspectos sócio-históricos e estabelecer relações com a pedagogia é um dos objetivos da disciplina. Além disso, subsidiar a compreensão do conjunto de questões que, interligadas, balizam as relações sociais, econômicas, políticas e culturais da sociedade. Ementa Educação como decorrência do contexto sócio-histórico e social e identificação das práticas sociais do educador frente a estas mudanças. Discussão da relação Educação e Sociedade, as características assumidas pela educação em consonância com as mudanças de regimes políticos e econômicos. Discussão do papel da escola e do educador como agente de transformação ou de reprodução da realidade. Bibliografia Básica COSTA, M.C.C Sociologia ; Introdução a ciências da sociedade. São Paulo: Ed. Moderna, 2011. PAIXÃO, Lea Pinheiro. Sociologia da Educação. Vozes. 2011. PILETTI, Nelson. Sociologia da Educação. Ática. 2010. Bibliografia Complementar ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 2008. CUNHA, Eugenio. Práticas Pedagógicas para Inclusão e Diversidade. Wak. 2010. DURKEIM, Emile. Educação e Sociologia. Vozes. 2011. GARCIA, Rolando. O Conhecimento em Construção Das Formulações de Jean Piaget à Teoria de Sistemas Complexos. Artmed. 2003. HAECHT, Anne Van. Sociologia da Educação: A Escola Posta a Prova. Artmed. 2008. Filosofia da Educação Carga Horária 80h/a 37 Objetivos As aulas visam ao pensamento filosófico, que deve se desenvolver em todos os conteúdos abordados, propiciando um aprofundamento em torno dos mesmos, especialmente no que se refere ao contexto educacional local e nacional, propiciando aos alunos uma oportunidade de reflexão em torno da realidade educacional na qual estão inseridos em comparação ao panorama nacional, com criticidade e autonomia. As aulas de Filosofia da Educação objetivam uma formação voltada para a autonomia e cidadania dos educadores, pois possibilita que o mesmo pense por si mesmo a respeito do mundo em que vive, compreendendo as leis que o regem e utilizando o raciocínio lógico para refletir – pensar e repensar – sobre a vida em sociedade, que é determinada por direitos e deveres, que devem direcionar o comportamento humano para responsabilidade com a transformação do seu meio em prol do seu bem estar, atitude de autonomia, e do bem estar comum, ação de cidadania. Ementa Ao discutir a fundamentação filosófica da educação, esta disciplina, que integra o núcleo obrigatório do currículo, pretende que o pedagogo entenda o significado político da educação e seu papel na superação do conhecimento ingênuo e/ou mecanicamente assimilado, buscando relacionar teoria e prática, ideologia, educação e valores. Busca os fundamentos filosóficos, éticos, políticos e sociais das pedagogias tradicionais, nova, progressista e ético-transcendental, de forma a identificar seus valores, princípios e direcionamentos de ação. Analisa a concepção da práxis em todos os expoentes da educação e da filosofia, procurando suas consequências no processo de ensino/aprendizagem, educação/desenvolvimento, a partir de visões reacionárias ou renovadoras, estudando as mais representativas filosofias modernas da educação, analisando-as em seus princípios e desenvolvimento doutrinário, relacionando-as com as correntes filosóficas contemporâneas e, finalmente examinando-as à luz dos principais problemas da educação no mundo moderno. Identificação das conexões entre as filosofias de educação e as ideologias dominantes em nossa época. Pressupõe como pré-requisitos os conceitos básicos trabalhados em Filosofia Geral, exigindo do aluno possibilidades amplas para crítica, raciocínio lógico e escrita fluente. Bibliografia Básica FAVERI, José Ernesto de. Filosofia da Educação. Vozes. 2011. LUCKESI, Cipriano. Filosofia da Educação. Cortez. 2011. OLIVEIRA, Ivanilde A. de. Filosofia da Educação. Vozes. 2011. Bibliografia Complementar ARANHA, Maria C. da Arruda. Filosofando: Introdução a Filosofia. Moderna. 2009. CESCON, Everardo. Filosofia, Ética e educação. Paulinas. 2011. CHAUÍ, Marilena. Convite a Filosofia. S. Paulo, Ática, 2010. CHAUI, Marilena. Introdução a Historia da Filosofia. Vol. 1. Cia das Letras. 2011. JASPERS, Karl. Introdução ao Pensamento Filosófico. Cultrix. 2010. 38 Psicologia da Educação Carga Horária 80h/a Objetivos Compreender o homem psicológico que somos através do conhecimento e análise critica dos temas da psicologia e suas influências nas Relações Humanas e na Educação. Ementa Fundamentação teórica sobre os estudos psicológicos que interessam à educação, as relações entre desenvolvimento e aprendizagem e a indissociabilidade dos aspectos psicológicos do ser humano, de um lado, com o organismo biológico e, de outro, o lugar social que o indivíduo necessariamente ocupa. Noções fundamentais para a compreensão dos processos psíquicos que envolvem o desenvolvimento humano e o processo da aprendizagem. Discussão sobre as principais teorias psicológicas, identificando seus reflexos e sua importância para a compreensão do ato do conhecimento e do processo educativo em geral e suas influências. Instrumentalização para o uso adequado de técnicas de observação do comportamento, atitudes e desempenho global dos discentes. Conceitos básicos sobre a aprendizagem e desenvolvimento humano, criticidade, criatividade e capacidade para buscar alternativas diante da necessidade de solucionar problemas. Bibliografia Básica COLL, C. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia da Educação Escolar. Vol. 2. Artmed. 2005. GOULART, J. B. Psicologia da educação: fundamentos teóricos aplicados à prática pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2011. PIAGET, Jean. Psicologia e Pedagogia. Forense Universitária. 2010. Bibliografia Complementar BEE, Helen. A Criança em Desenvolvimento. Artmed. 2011. BOCK, A. M.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L.T. Psicologias: Uma introdução ao estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2009. COLL, C.; MARTINS, M. Construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2007. OLIVEIRA, M.K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: Um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 2010. PIAGET, J. Seis Estudos de Psicologia. Ed. Forense. 2011. REGO, Teresa Cristina. Cultura, Aprendizagem e Desenvolvimento. Vozes. 2011. Produção Textual na Educação Carga Horária 40h/a Objetivos Desenvolver o conceito e a prática da construção de textos. Ementa 39 Reflexão e compreensão do conceito de texto e contexto. O texto como situação comunicativa. Explicitação dos tipos e dos gêneros textuais e os fatores de textualidade envolvidos na construção do sentido. Práticas da construção de textos, de modo a permitir a compreensão das potencialidades da linguagem escrita. Bibliografia Básica BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010. FARACO, Carlos Alberto. Pratica de Texto. Vozes. 2011. MARCUSCHI, Luiz Antonio. Produção Textual: Análise de Gêneros e Compreensão. Parábola. 2008. Bibliografia Complementar FARACO, Carlos Alberto. Oficina de Texto. Vozes. 2010. FIORIN, Jose Luis Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2007. KOCH, I.V. Ler e Escrever: Estratégias de Produção Textual. Contexto. 2009. PINHO, Maria José de. Ensino de Língua e Literatura. Mercado de Letras. 2011. SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2008. Metodologia da Pesquisa e do Trabalho Científico Carga Horária 80h/a Objetivos Dar aos alunos o conhecimento técnico-científico para a utilização adequada da pesquisa e sua aplicação como ferramenta pedagógica. Analisar o potencial da pesquisa e sua utilização no crescimento e desenvolvimento do trabalho educacional. Ementa Desenvolvimento do espírito de pesquisa e atitudes investigativas. Fundamentação teórica e conhecimentos necessários para a realização de pesquisas e trabalhos com rigor científico e profundidade de exploração. Análise, verificação, compreensão, inter-relação e desenvolvimento do conhecimento na utilização das fontes de pesquisa, análise científica, pesquisas qualitativas, estudos de caso, história de vida, monografias, bibliografias especializadas. Bibliografia básica ANDRADE, Maria Margarida. Introdução a Metodologia do Trabalho científico São Paulo. Atlas. 2010. MATIAS-PEREIRA, José. Manual de Metodologia da Pesquisa Cientifica. Atlas. 2010. SEVERINO, Antonio Joaquim Severino. Metodologia do Trabalho científico 23ª. Ed. São Paulo: Cortez, 2007. Bibliografia complementar ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Papirus, 2007. 40 CARVALHO, M.C.M. (Org.). Construindo o saber, metodologia cientifica: fundamentos e técnicas. 13ed. Campinas: Papirus, 2010. CEREJA, William Roberto. Interpretação de Textos: Construindo Competências e Habilidades em Leitura. Atual. 2009. FAZENDA, I.A.C. Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo. Cortez, 2010. KOCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Cientifica: Teoria da Ciência e Pratica da Pesquisa. Vozes. 2010. Fundamentos da Didática Carga Horária 40h/a Objetivos Relacionar a teoria e a prática em situações da realidade pedagógica. Compreender a relação professor-aluno mediada pelo currículo. Saber elaborar planos de ensino. Ementa Desenvolvimento de conhecimentos teóricos e a instrumentalização técnica para subsidiar a prática pedagógica do futuro educador, abrangendo os eixos: as diferentes perspectivas de análise do processo de ensino, o papel da escola, os pressupostos de aprendizagem, a concepção de autoridade do professor e a sala de aula como espaço político-pedagógico destinado à construção do conhecimento. Bibliografia Básica CANDAU, Vera M. F. (org.) A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 2010. PILLETI, Claudino. Didática Geral. Ática. 2010. PIMENTA, Selma Garrido. Didática e Formação de Professores. Cortez. 2011. Bibliografia Complementar CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011. GADOTTI, Moacyr. Pedagogia da Práxis. Cortez. 2007. MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009. ROSSANO, Joan. Ensinar e Aprender Brincando. Artmed. 2008. ZABALA, Antoni. Como Aprender e Ensinar Competências. Artmed. 2010. Componente Curriculares - 3º semestre Didática e Formação Docente Carga Horária 80h/a Objetivos 41 Refletir sobre a construção das ideias pedagógicas, gerando o pensamento crítico e infundindo o questionamento, o espírito de autocorreção e ponderação. Fazer indagações político-filosóficas e concluir respostas originais no contexto histórico contemporâneo, refletindo com criticidade, rigor e coragem sobre o que se considera importante para as questões didático-pedagógicas. Ementa Conhecimento, a partir das propostas de diferentes escolas e autores, do processo educacional como construção interdisciplinar e global, aprendendo a planejá-lo e executá-lo, acompanhando e avaliando seus resultados e buscando seu aperfeiçoamento. Unidades de conteúdo: o papel da didática na formação do professor, o educador como sujeito da história, a pseudo neutralidade em educação, relação entre prática educacional e prática burocrática, técnicas de ensino e o esfacelamento da relação teoria e prática; subsídios teóricos para a organização do trabalho docente, a aprendizagem como recurso para a aquisição de competências, hábitos, habilidades, atitudes e convicções, recursos metodológicos para o processo de ensino e de aprendizagem, relação educador–educando e organização do trabalho docente. A elaboração de planos educacionais como parte constitutiva da questão de ensino e de aprendizagem no ambiente escolar. Bibliografia Básica CANDAU, Vera M. F. (org.) A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 2010. PILLETI, Claudino. Didática Geral. Ática. 2010. PIMENTA, Selma Garrido. Didática e Formação de Professores. Cortez. 2011. Bibliografia Complementar CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011. GADOTTI, Moacyr. Pedagogia da Práxis. Cortez. 2007. MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009. ROSSANO, Joan. Ensinar e Aprender Brincando. Artmed. 2008. ZABALA, Antoni. Como Aprender e Ensinar Competências. Artmed. 2010. Fundamentos Psicossociais na Educação Infantil Carga Horária 80h/a Objetivos Compreender a importância dos primeiros anos de vida para o desenvolvimento físico, cognitivo, afetivo e social dos seres humanos. Conhecer e analisar textos de autores clássicos da Psicologia do Desenvolvimento, enfocando a Educação Infantil. Ementa A importância dos primeiros anos de vida para o desenvolvimento físico, cognitivo, afetivo e social dos seres humanos. Reflexão sobre a importância da escola de educação infantil em propiciar às crianças experiências enriquecedoras que possibilitem seu pleno desenvolvimento e garantam seu direito à infância. Concepções de infância e de educação infantil construídas ao longo do tempo, tendo como pressupostos as diferentes correntes da psicologia e da sociologia – 42 teorias que darão subsídios para discutir as metodologias e as práticas do cotidiano das instituições destinadas à educação infantil. Bibliografia Básica ASSUNPÇÃO JR, Francisco. Situações Psicossociais na Infância e na Adolescência. Atheneu. 2008. BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil. Artmed. 2009. MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas Pedagógicas. Vozes. 2011. Bibliografia Complementar CORSINO, Patrícia. Educação Infantil: Cotidiano e Políticas. Autores Associados. 2010. GOULART, J. B. Psicologia da educação: fundamentos teóricos aplicados à prática pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2011. HAECHT, Anne Van. Sociologia da Educação: A Escola Posta a Prova. Artmed. 2008. KRAMER, Sonia. Educação Infantil: Enfoques em Dialogo. Papirus. 2011. OLIVEIRA, Zilma de M. Educação Infantil: Muitos Olhares. Cortez. 2010. VARIOS AUTORES, Culturas Infantis em Creches e Pré Escolas. Autores Associados. 2011. Educação na Diversidade Cultural Carga Horária 40h/a Objetivos Articular as temáticas no que se refere à educação e diversidade, destacando as relações raciais, étnico-raciais, história e cultura Afro-brasileira e Africana, bem como outros marcadores de identidades, tais como de gênero, desigualdades sociais, regionalidades e outras, tratando das implicações pedagógicas nos diferentes âmbitos e contextos formativos a partir das mudanças na LDB 9394/96, por meio das Leis 10.639/03 e 11.645/08. Ementa Abordar as diversidades como aspecto intrínseco à formação do Estado Nação Brasileiro é o principal objetivo da disciplina, em especial no que se refere aos recortes de classe, raça, etnia, gênero, regionalidade, além de outras diversidades pertinentes às situações singulares, nas quais o processo educativo, formal e informal ganha centralidade. Bibliografia Básica BARROS, José Marcio. Diversidade Cultural: Da Proteção a Promoção. Autentica. 2008. SANTOS, Maria Sirley. Pedagogia e Diversidade. Memnon. 2007. STROHER, Marga. Educar para a Convivência na Diversidade. Paulinas. 2009. Bibliografia Complementar 43 CAMPOS, Marília Lopes de. Diversidade e Transversalidade nas Praticas Educativas. Nau Editora. 2010. CHALUD, Laura Noemi. Educação e Diversidade: Um Projeto Pedagógico na Escola. Alinea. 2008. CUNHA, Eugenio. Práticas Pedagógicas para Inclusão e Diversidade. Wak. 2011. GOMES, Nilma Nilo. Educação e Raça: Perspectivas Políticas, Pedagógicas e Estéticas. Autentica. 2008. MATTOS, Regiane Augusto de Mattos. História e cultura afro-brasileira.Contexto,2012 Educação, Natureza e Sociedade Carga Horária 40h/a Objetivos Oferecer subsídios ao aluno para atuar como profissional da educação, no que diz respeito à didática no ensino da Natureza e Sociedade: a organização dos conteúdos e metodologias de trabalho, em classes de Educação Infantil. Analisar as propostas curriculares, as sequências didáticas, o processo de planejamento e de avaliação do ensino na Educação Infantil. Ementa A partir de uma abordagem centrada no processo interativo de construção do conhecimento, o trabalho referente à natureza e à sociedade na Educação Infantil parte da diversidade de concepções pedagógicas, verificando a possibilidade do trabalho integrado, que preserva as especificidades dos campos de conhecimento. Bibliografia Básica DOHME, Vânia. Ensinando a Criança a Amar a Natureza. Atividades, jogos, histórias, artesanatos. Vozes. 2010. KILPATRICK, W.H. Educação para Uma Sociedade em Transformação. Vozes. 2011. MENDONÇA, Rita. Conservar e Criar: Natureza, Cultura, Complexidade. Senac. 2007. Bibliografia Complementar CANDAU, Vera Maria. Sociedade, Educação e Cultura. Vozes. 2010. CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a Formação do Sujeito Ecológico. Cortez. 2011. CHALUD, Laura Noemi. Educação e Diversidade: Um Projeto Pedagógico na Escola. Alinea. 2008. MORAIS, Regis de. Sociedade e Educação. Alinea. 2009. PENTEADO, H. D. Meio ambiente e formação de professores. São Paulo: Cortez, 2010. Educação, Espaço e Forma 44 Carga Horária 40h/a Objetivos Esta disciplina pretende instrumentalizar o futuro educador quanto à análise e reflexão sobre o trabalho com espaço e forma na educação infantil. Compreender e aplicar em forma de laboratório de matemática as propostas dos Referenciais Curriculares Nacionais de Educação Infantil. Ementa Fundamentação teórica para o exercício docente no ensino de matemática na educação infantil. As mais novas contribuições dos estudiosos da epistemologia trazem novos conhecimentos sobre a aprendizagem e sem dúvida o trabalho de sala de aula deve contemplar a apresentação das novas estratégias, levando o docente à construção e à ampliação de seu conhecimento. Bibliografia Básica ARANAO, Ivana. A Matemática Através de Brincadeiras e Jogos. Papirus. 2011. CARVALHO, Mercedes. Números - Conceitos e atividades para educação infantil e ensino fundamental I. Vozes. 2010. PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais. Artmed. 2008 Bibliografia Complementar ANTUNES, Celso. Matemática e Didática. Vozes. 2010. FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. Cortez. 2011. MACHADO, Silvia Dias A. Educação Matemática: Uma Nova Introdução. Educ. 2009. MAGALI, Brenda Leme da Silva. Matemática nos Anos iniciais do Ensino Fundamental. Autentica. 2010. MIOLA, Everaldo S. Professor-Pesquisador no Ensino de Matemática. Ibpex. 2010. Seminários sobre Jogos e Brincadeiras Carga Horária 40h/a Objetivos Apresentar aos educadores diversas possibilidades educativas em sala de aula, que possam auxiliálo a fazer com que os alunos participem ativamente na construção do seu conhecimento. Refletir sobre normas, inter-relações e jogos éticos e cooperativos. Ementa Discussão conceitual do jogo e seus significados, a elaboração e a construção de propostas concretas de jogos que tenham no brincar seu elemento essencial. Bibliografia Básica KISHIMOTO, T. M. Jogos infantis. O jogo, a criança e a educação. 7ª ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2010. 45 SALLES FILHO, Nei Alberto. Pedagogia do Movimento: Universo Lúdico e Psicomotricidade. Ibpex. 2009. SANTOS, Santa Marli. O Brincar na Escola: Metodologia lúdico-vivencial, coletânea de, Jogos, brinquedos e dinâmicas. Vozes. 2011. Bibliografia Complementar FRITZEN, Silvino José. Dinâmicas de Recreação e Jogos. Vozes. 2011. GALLARDO, J. S. P. Pratica de Ensino em Educação Física: a criança em movimento: jogo, prazer e transformação. São Paulo: FTD, 2011. MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas Pedagógicas. Vozes. 2011. NEIRA, Marcos Garcia. Pedagogia da Cultura Corporal Critica. Editora Phorte. 2009. ROSE R, Dante de. Esporte e Atividade Física na Infância. Artmed. 2009. Fundamentos e Metodologia da Alfabetização Carga Horária 80h/a Objetivos Garantir um espaço de reflexão pedagógica com os futuros professores sobre questões que envolvem a alfabetização, o letramento e a oralidade na formação das crianças e jovens e adultos de nossas escolas. Ementa Compreensão da dimensão que um trabalho com a linguagem na alfabetização inicial pode atingir, tanto do ponto de vista da ampliação das capacidades expressivas e comunicativas da criança, quanto de sua inserção e participação num mundo letrado, focando a escrita como um sistema de representação da linguagem. Bibliografia Básica CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e Linguística. Scipione. 2010. LEITE, Sergio Antonio da Silva. Alfabetização e Letramento. Summus. 2010. PONTES, Eglê Franchi. Pedagogia da alfabetização: da oralidade à escrita. São Paulo: Cortez, 2008. Bibliografia Complementar CARVALHO, Marlene. Guia Prático do Alfabetizador. Ática. 2008. COLLELO, Silvia Gasparin. Textos em Contextos: Reflexões sobre o Ensino da Língua Escrita. Summus. 2011. GUMPERZ, Jenny Cook. A Construção Social da Alfabetização. Artmed. 2008. MARTINS, Maria Silvia Cintra. Oralidade, Escrita e Papéis Sociais na Infância. Mercado de Letras. 2008. 46 RE, Alessandra Del. Aquisição da Linguagem: Uma Abordagem Pcsicolinguística. Contexto. 2008. Componente Curriculares – 4º SEMESTRE Metodologia e Prática da Alfabetização Carga Horária 40h/a Objetivos Garantir um espaço de reflexão pedagógica com os futuros professores sobre questões que envolvem a alfabetização, o letramento e a oralidade na formação das crianças, jovens e adultos de nossas escolas. Ementa Fundamentação teórica sobre a alfabetização nas séries iniciais do Ensino Fundamental, a construção da escrita pela criança e as intervenções do professor. Discussão sobre as orientações didáticas para o ensino da língua (leitura, escrita, oralidade), tendo como unidade básica o texto, destacando como os diferentes tipos de textos podem ser importantes ferramentas para o Ensino da Língua Portuguesa. Bibliografia Básica CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e Linguística. Scipione. 2010. LEITE, Sergio Antonio da Silva. Alfabetização e Letramento. Summus. 2010. PONTES, Eglê Franchi. Pedagogia da alfabetização: da oralidade à escrita. São Paulo: Cortez, 2008. Bibliografia Complementar CARVALHO, Marlene. Guia Prático do Alfabetizador. Ática. 2008. COLLELO, Silvia Gasparin. Textos em Contextos: Reflexões sobre o Ensino da Língua Escrita. Summus. 2011. GUMPERZ, Jenny Cook. A Construção Social da Alfabetização. Artmed. 2008. MARTINS, Maria Silvia Cintra. Oralidade, Escrita e Papéis Sociais na Infância. Mercado de Letras. 2008. RE, Alessandra Del. Aquisição da Linguagem: Uma Abordagem Pcsicolinguística. Contexto. 2008. Fundamentos e Prática do Ensino da Geografia Carga Horária 40h/a Objetivos Conhecer os eixos temáticos e as metodologias de ensino da geografia e sua relação com os temas transversais. Expor e discutir o ensino da Geografia no contexto histórico e escolar do Brasil 47 Ementa Centrado no processo interativo de construção do conhecimento, o ensino de Geografia exige muito mais do docente do que em décadas passadas. A compreensão dos mecanismos de aprendizagem de Geografia num mundo globalizado e em constantes mudanças apresenta para o docente, desafios que podem ser devidamente superados com a utilização de uma adequada instrumentação metodológica. Assim, o conteúdo básico desta disciplina se volta para o trabalho da sala de aula no ensino destas estratégias e metodologias de ensino. Bibliografia Básica ARAUJO JR, Geografia e Ensino: Abordagens Conceituais e Temáticas. All Print. 2011. FILIZOLA, Roberto. Teoria e Prática no Ensino de Geografia. FTD. 2010. PAGANELLI, Tomoko. Para Ensinar e Aprender Geografia. Cortez. 2008. Bibliografia Complementar ANTUNES, Celso. Geografia e Didática. Vozes. 2010. CALLAI, Helena C. Educação Geográfica: Reflexão e Pratica. Unijui. 2011. CASTELLAR, Sonia. Ensino de Geografia. Cengage. 2009. MOREIRA, Ruy. Sociedade e Espaço Geográfico no Brasil. Contexto. 2011. PENTEADO, Heloisa Dupas. Metodologia do Ensino de Historia e Geografia. Cortez. 2009. Fundamentos e Práticas do Ensino da História Carga Horária 40h/a Objetivos Desenvolver no aluno o espírito crítico para análise do cotidiano da educação; organizar repertórios históricos e culturais que lhe permitam localizar acontecimentos numa multiplicidade de tempo, de modo a formular explicação para algumas questões do presente e do passado. Ementa Partindo de uma abordagem centrada no processo interativo de construção do conhecimento, o ensino de História exige muito mais do docente do que em décadas passadas. A compreensão dos mecanismos de aprendizagem da história e sua constante interligação com as demais disciplinas, bem como o estudo de Geografia num mundo globalizado e em constantes mudanças, apresentam para o docente, desafios que podem ser devidamente superados com a utilização de uma adequada instrumentação metodológica. Assim, o conteúdo básico desta disciplina se volta para o trabalho da sala de aula no ensino destas estratégias e metodologias de ensino. Bibliografia Básica ADUB, Kátia Maia. Ensino de Historia. Cengage. 2010. HORN, Geraldo B. Ensino de Historia e seu Currículo: Teoria e Método. Vozes. 2010. LAMBERT, Peter. História: Introdução ao Ensino e à Prática. Artmed. 2011. 48 Bibliografia Complementar ANTUNES, Celso. Historia e Didática. Vozes. 2010. BITTENCOURT, C. M. F.o Ensino de Historia e a Criação do Fato. Contexto. 2009. LINHARES, Maria Yedda. História Geral do Brasil. Campus. 2010. RODRIGUES, José Honorário. Historia e Historiografia. Vozes. 2008. SWAIN, Harriet. Grandes Questões da História. José Olympio. 2010. Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Educação Básica Carga Horária 40h/a Objetivos Compreender as grandes teorias da educação em sua base conceitual e metodológica. Desenvolver relações dos grandes educadores e suas propostas educacionais à luz de sua época. Analisar as correntes de pensamento e seu significado na construção dos modelos atuais de educação. Ementa Aprofundamento do conhecimento nos Fundamentos da Educação. Conhecimento dos grandes teóricos da educação. Análise, verificação, compreensão, estabelecimento de relações e desenvolvimento de conhecimentos necessários à formação global dos futuros educadores. Bibliografia Básica GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar par a Educação Básica. Vozes. 2009. PILETTI, Nelson. Educação Básica: Da Organização Legal ao Cotidiano Escolar. Ática. 2010. VELOSO, Fernando. Educação Básica no Brasil. Campus. 2009. Bibliografia Complementar DAVIES, Nicholas. FUNDEB: A Redenção da Escola Básica? Autores Associados. 2009. PARO, Vitor Henique. Gestão Escolar, Democracia e Qualidade no Ensino Ática. 2008. PERRENOUD, P. As Competências para Ensinar no Século XXI: A formação dos professores e o desafio da avaliação Porto Alegre: Artmed, 2007. PIMENTA, Selma Garrido (coord.). Pedagogia: Ciência da Educação? São Paulo: Cortez, 2007. PREDEBON, José. Profissão Professor. Cia. Dos Livros. 2010. Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem Carga Horária 80h/a Objetivos Os alunos deverão compreender que o desenvolvimento humano se dá ao longo da vida de forma global, enquanto seres que somos, vinculados às condições existenciais, numa perspectiva 49 histórico-social; conhecer e analisar textos de autores clássicos da Psicologia do Desenvolvimento; Compreender o sujeito do conhecimento através de diferentes modelos teóricos da aprendizagem. Aplicação do conhecimento científico adquirido em situações da prática profissional; Diagnosticar os diferentes momentos do desenvolvimento intelectual do sujeito; Visão científica dos fatos vivenciados em educação; Uso adequado de técnicas de observação do comportamento e atitudes e desempenho global dos alunos. Ementa Esta disciplina, que integra o núcleo obrigatório do currículo numa sequência lógica, pretende tomar como temas centrais dos estudos psicológicos que interessam à educação, as relações entre desenvolvimento e aprendizagem e a indissociabilidade dos aspectos psicológicos do ser humano, de um lado, com o organismo biológico e, de outro, o lugar social que o indivíduo necessariamente ocupa. Pretende garantir ao futuro pedagogo noções fundamentais para a compreensão dos processos psíquicos que envolvem o desenvolvimento humano e o processo da aprendizagem. Para isso, discute as principais teorias psicológicas, identificando seus reflexos e sua importância para a compreensão do ato do conhecimento e do processo educativo em geral e suas influências Esta disciplina instrumentaliza o futuro pedagogo para o uso adequado de técnicas de observação do comportamento, atitudes e desempenho global dos discentes. Solicita que o aluno domine conceitos básicos sobre a aprendizagem e o desenvolvimento humano; exige espírito de busca, criticidade, criatividade e capacidade para buscar alternativas diante da necessidade de solucionar problemas. Bibliografia Básica BIAGGIO, Angela Maria. Psicologia do Desenvolvimento. Vozes. 2009. COLL, C. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia da Educação Escolar. Vol. 2. Artmed. 2005. GUIDETTI, Catherine. Introdução a Psicologia do Desenvolvimento. Vozes. 2009. Bibliografia Complementar ANTUNES, Celso. Criatividade na Sala de Aula. Vozes. 2011. BELSKY, Janet. Desenvolvimento humano: Experienciando o Ciclo de Vida. Artmed. 2010. COLL, C. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia Evolutiva Vol. 1. Artmed. 2005. OLIVEIRA, M.K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: Um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 2010. REGO, Teresa Cristina. Cultura, Aprendizagem e Desenvolvimento. Vozes. 2011. Didática e Prática Docente Carga Horária 80h/a Objetivos Refletir sobre a construção das ideias pedagógicas, gerando o pensamento crítico e infundindo o questionamento, o espírito de autocorreção e ponderação. Fazer indagações político-filosóficas e concluir respostas originais no contexto histórico contemporâneo, refletindo com criticidade, rigor e coragem sobre o que se considere importante para as questões didático-pedagógicas. 50 Ementa O conhecimento, a partir das propostas de diferentes escolas e autores, o processo educacional como construção interdisciplinar e global, aprendendo o planejamento, assim como executá-lo, acompanhando e avaliando seus resultados e buscando seu aperfeiçoamento, tendo por unidades de conteúdo: o papel da didática na formação do professor, o educador como sujeito da história, a pseudo neutralidade em educação, relação entre prática educacional e prática burocrática, técnicas de ensino e o esfacelamento da relação teoria e prática; subsídios teóricos para a organização do trabalho docente, a aprendizagem como recurso para aquisição de competências, hábitos, habilidades, atitudes e convicções, recursos metodológicos para o processo de ensino – aprendizagem, relação educador – educando, organização do trabalho docente. A elaboração de planos educacionais como parte constitutiva da questão ensino-aprendizagem no ambiente escolar. Bibliografia Básica CANDAU, Vera M. F. (org.) A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 2010. PILLETI, Claudino. Didática Geral. Ática. 2010. PIMENTA, Selma Garrido. Didática e Formação de Professores. Cortez. 2011. Bibliografia Complementar CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011. GADOTTI, Moacyr. Pedagogia da Práxis. Cortez. 2007. MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009. ROSSANO, Joan. Ensinar e Aprender Brincando. Artmed. 2008. ZABALA, Antoni. Como Aprender e Ensinar Competências. Artmed. 2010. Leitura, Interpretação e Produção de Textos Acadêmicos Carga Horária 40h/a Objetivos Valorizar a língua como veículo de comunicação e expressão das pessoas e dos povos. Ementa Reflete e compreende o conceito de texto e contexto. O texto como situação comunicativa. Apresenta os tipos e os gêneros textuais e os fatores de textualidade envolvidos na construção do sentido. Prioriza as práticas da construção de textos, de modo a permitir a compreensão das potencialidades da linguagem escrita. Bibliografia Básica CEREJA, William Roberto. Interpretação de Textos: Construindo Competências e Habilidades em Leitura. Atual. 2009. BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010. 51 MARCUSCHI, Luiz Antonio. Produção Textual: Análise de Gêneros e Compreensão. Parábola. 2008. Bibliografia Complementar FARACO, Carlos Alberto. Pratica de Texto. Vozes. 2011. FARACO, Carlos Alberto. Oficina de Texto. Vozes. 2010. FIORIN, Jose Luis Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2007. KOCH, I.V. Ler e Escrever: Estratégias de Produção Textual. Contexto. 2009. SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2008. Estágio Supervisionado – Educação Infantil Carga Horária 50h Objetivos Proporcionar ao estagiário situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oferecer oportunidades de participação do estagiário nos projetos de ensino, pesquisa e extensão e nas atividades científicas e culturais faculdade; integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da Educação Básica na região; possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar. Ementa Participação em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teóricas e práticas de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa educacional e os integrando social e profissionalmente com as comunidades escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento e propiciando experiências de caráter interdisciplinar. Bibliografia Básica MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e Marin. 2008. PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011. SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea. 2011. Bibliografia Complementar ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage. 2009. GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de Professores. Avercamp. 2006. MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno. Editora Expressão e Arte. 2008. OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2007. PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008. 52 Componente Curriculares – 5º SEMESTRE Projetos de Educação Ambiental, Nutrição, Cidadania e Saúde Carga Horária 80h/a Objetivos Fornecer uma visão global da pedagogia de projetos, visando a coerência com todos os aspectos concernentes ao processo de aprendizagem e ao ambiente escolar. Analisar perspectivas que levem ao desenvolvimento de projetos voltados para a realidade das escolas, ampliar a visão quanto às questões ambientais, ao questionamento da realidade contemporânea e ao espírito investigativo. Ementa Análise de perspectivas que levem ao desenvolvimento de projetos voltados para a realidade das escolas, ampliando a visão quanto às questões ambientais, ao questionamento da realidade contemporânea e ao espírito investigativo, a partir do trabalho com: Pedagogia de Projetos, Oficinas de Estimulação Didático-pedagógicas, culturais, políticas e científicas; Multidisciplinaridade, Pluridisciplinaridade, Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade; Projeto Metodológico baseado em desafios didáticos; Temas Geradores; Projetos com Filmes; Projetos Ecológicos (papel reciclado, reaproveitamento, gincana, ecológica); Elaboração de Projetos; Grandes Projetos (Feiras, Olimpíadas, Passeatas, etc.); Projetos com Jogos Cooperativos; Procedimentos didáticos apropriados e outros. Bibliografia Básica ARROYO, Miguel. Educação e Cidadania: Quem Educa o Cidadão? Cortez. 2010. MEDINA, Naná Mininni. Educação Ambiental: Uma metodologia participativa de formação. Vozes. 2011. SILVESTRE, Daniela D. Manual para Cuidadores de Crianças em Creches, Berçários, Maternais e Pré Escolas: Fundamentos para a qualidade em saúde, segurança, higiene e educação. Vozes. 2007. Bibliografia Complementar CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a Formação do Sujeito Ecológico. Cortez. 2011. FAZENDA, Ivani C. A. Interdisciplinaridade: História, teoria e pesquisa. Papirus, 2010. MANO, Eloisa Biasotto. Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem. Edgard Blucher. 2010. MELLO, Maura Maria de Sá. Educação e Nutrição: Uma Receita de Saúde. Mediação. 2007. MENDONÇA, Rita. Conservar e Criar: Natureza, Cultura, Complexidade. Senac. 2007. Fundamentos e Práticas do Ensino de Ciências Carga Horária 40h/a Objetivos 53 Subsidiar e preparar os alunos para o planejamento e a programação de curso de ciências e propiciar-lhes a vivência e a reflexão da prática docente. Ao final do curso, o aluno deverá estar familiarizado com a essência e as particularidades do ensino de ciências para crianças, a partir de uma visão ampla das várias propostas de ensino existentes. Deverá por fim ter ferramenta básica para preparar-se para o efetivo exercício docente na área especifica para as primeiras séries do ensino fundamental e para a educação infantil Ementa A construção do conhecimento dos estudantes passa pela compreensão plena do potencial das ciências, tanto em seu aspecto humano, quanto material e científico. É preciso promover reflexões para que o aluno desenvolva competências que lhe permitam compreender que a proposta para o ensino Ciências na escola de educação infantil e ensino fundamental é enfocá-la como um conhecimento que colabora para a compreensão do mundo e suas transformações, para reconhecer o homem como parte do universo e como indivíduo, além da apropriação dos conceitos e procedimentos da área, poder contribuir para o questionamento do que se vê e ouve, para a ampliação das explicações acerca dos fenômenos da natureza, para a compreensão e valoração dos modos de intervir na natureza e de utilizar seus recursos, para a compreensão dos recursos tecnológicos que realizam essas mediações, para a reflexão sobre questões éticas implícitas nas relações entre Ciência, Sociedade e Tecnologia. Compreender que o ensino de Ciências Naturais pode contribuir para uma reconstrução da relação homem-natureza, a partir do conhecimento sobre como a natureza se comporta e a vida se processa e contribuir para a criança se posicionar com fundamentos acerca de questões bastantes polêmicas e orientar suas ações de forma mais consciente. Bibliografia Básica ANGOTTI, José André. Ensino de Ciências: Fundamentos e Métodos. Cortez. 2009. POZO, Juan. A Aprendizagem e o Ensino de Ciências. Artmed. 2009. WARD, Helen. Ensino de Ciências. Artmed. 2010. Bibliografia Complementar ANTUNES, Celso. Ciências e Didática. Vozes. 2010. AUGUSTO, Silvana. Ciências: Solução para Dez Desafios do Professor ( Do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental). Ática. 2011. CARVALHO, Ana Maria Pessoa de. Formação de Professores e Ciências. Cortez. 2011. GERALDO, Antonio Carlos Hidalgo. Didática de Ciências Naturais na Perspectiva Histórico Critica. Autores Associados. 2009. LIMA, Gustavo Ferreira da Costa. Educação Ambiental no Brasil: Formação, Identidade e Desafios. Papirus. 2011 Fundamentos e Práticas do Ensino de Artes Carga Horária 40h/a Objetivos Esta disciplina visa desenvolver no educando sua competência estética e artística nas diversas modalidades da área de arte, tanto para produzir trabalhos pessoais, quanto para que possa 54 progressivamente apreciar e valorizar os diferentes bens artísticos. Ementa Discussão de assuntos referente à arte, especialmente no que se refere ao desenvolvimento da mesma através da história até chegar à contemporaneidade. O futuro educador terá a oportunidade de aprimorar seus sentidos através de um olhar sensível, desenvolvendo assim o prazer pela arte e reconhecendo as suas diversas representações, assim como a capacidade de a criança se expressar através dela. Bibliografia Básica ANTUNES, Celso. Arte e Didática. Vozes. 2010. BOWMAN, Dana. Iniciação a Arte para Crianças Pequenas. Artmed. 2007. MATTAR, Sumaya. Sobre Arte e Educação: Entre a Oficina Artesanal e a Sala de Aula. Papirus. 2010. Bibliografia Complementar FRITZEN, Celdon. Educação e Arte: Linguagens Artísticas. Papirus. 2008. RICHTER, Sandra. Criança e Pintura: Ação e Paixão de Conhecer. Mediação. 2005. SANTOS, Regina Márcia Simão. Música, Cultura e Educação: Os Múltiplos Espaços da Educação Musical. Sulina. 2011. VERDERI, Erica. Dança na Escola: Uma Proposta Pedagógica. Phorte. 2009. VYGOTSKI, L.S. A Imaginação e a Arte na Infância. Relógio D’Água. 2009 Matemática Carga Horária 40h/a Objetivos Compreender os principais elementos e propostas do ensino da matemática básica. Ementa O desenvolvimento cognitivo na área da matemática. Como disciplina básica da educação, o conhecimento de matemática é fundamental para o docente que trabalha na educação infantil. Conhecimento matemático necessário para trabalhar com as crianças de zero aos seis anos. Trabalha conteúdos fundamentais e básicos da Matemática numa ampla revisão de conhecimentos: calendário, números, quantidades, operações, problemas, grandezas e medidas – em um aprofundamento e conhecimento que, possibilite a compreensão dos processos de aprendizagem próprios das crianças. Bibliografia Básica FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. Cortez. 2011. MACHADO, Silvia Dias A. Educação Matemática: Um Nova Introdução. Educ. 2009. 55 OLIVEIRA, Cristiane Cope de. Educação Matemática: Contextos e Praticas Docentes. Alinea. 2010. Bibliografia Complementar ANTUNES, Celso. Matemática e Didática. Vozes. 2010. ARANAO, Ivana. A Matemática Através de Brincadeiras e Jogos. Papirus. 2011. MAGALI, Brenda Leme da Silva. Matemática nos Anos iniciais do Ensino Fundamental. Autentica. 2010. MIOLA, Everaldo S. Professor-Pesquisador no Ensino de Matemática. Ibpex. 2010. PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais. Artmed. 2008. Fundamentos e Metodologia da Educação de Jovens e Adultos Carga Horária 40h/a Objetivos Entender o papel do educador da EJA na sala de aula nos diversos segmentos. Ementa Reflexão sobre a modalidade da Educação de Jovens e Adultos no Brasil, sob o paradigma da Educação Para Todos, bem como as implicações para as práticas pedagógicas é o objetivo principal da disciplina. Aspectos que dizem respeito à produção dos analfabetismos na atual sociedade, bem como às formas de enfrentamento, avanços e desafios na área. Bibliografia Básica BARCELOS, Valdo. Educação de Jovens e Adultos: Currículo e Praticas Pedagógicas. Vozes. 2010. GADOTTI, Moacir. Educação de Jovens e Adultos: Teoria, Prática e Proposta. Cortez. 2011. SALES, Sandra Regina. Educação de Jovens e Adultos: Políticas e Práticas Pedagógicas. Nau. 2010. Bibliografia Complementar BALL, Stephen. Políticas Educacionais: Questões e Dilemas. Cortez. 2011. BARCELOS, Valdo. Formação de Professores para a Educação de Jovens e Adultos. Vozes. 2010. CARBONELL, Sonia. Educação Estética para Jovens e Adultos. Cortez. 2010. SAMPAIO, Maria Narcizo. Praticas de Educação de Jovens e Adultos. Complexidades, Desafios e Propostas. Autentica. 2010. SCHWARTZ, Susana. Alfabetização de Jovens e Adultos: Teoria e Prática. Vozes. 2010. Currículos e Programas Carga Horária 80h/a 56 Objetivos Apresentar os aspectos legais concernentes aos currículos da educação básica e discutir experiências inovadoras em currículos. Ementa Fundamentos do currículo: origens, desenvolvimento, tendências e propostas. Conceituação do currículo nos diferentes paradigmas, assim como das concepções teóricas curriculares: teoria tradicional, crítica e pós-crítica; as práticas pedagógicas decorrentes de diferentes modelos curriculares. Reflexão sobre o papel do currículo na estrutura escolar e sua relação com a estrutura social e o poder da produção e da construção de conhecimento no currículo. Bibliografia Básica DIAS, Fátima Regina Teixeira. Currículo na Educação Infantil. Scipione. 2008. JONAERTE, Phillippe. Currículo e Competências. Artmed. 2010. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Currículo: A Atividade Humana como Principio Educativo. Libertad. 2009. Bibliografia Complementar DALMAS, Angelo. Planejamento Participativo na Escola: Elaboração, Acompanhamento e Avaliação. Vozes. 2010. GENTIL, Heloisa Salles. Práticas Pedagógicas: Política, Currículo e Espaço Escolar. Junqueira e Marin. 2009. GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação Básica. Vozes. 2009. SANTOS, Pablo. Guia Pratico da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas, Impactos. Cengage. 2011. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Planejamento: Projeto de Ensino Aprendizagem e Projeto Político Pedagógico. Libertad. 2007. Avaliação Educacional Carga Horária 40h/a Objetivos Preparar docentes para o processo de planejamento e avaliação do desempenho de discentes a partir de uma proposta socioconstrutivista, interacionista, política e ética. Ementa A avaliação educacional com vistas a superar a função classificatória pela diagnóstico-formativa. Nesse sentido, prioriza-a como elemento de inclusão, de tomada de decisão, articulada aos demais elementos do campo educativo, destacando o significado do erro construtivo, além de procedimentos avaliativos e tendências recentes na avaliação escolar. Bibliografia Básica CERVI, Rejane de Medeiros. Planejamento e Avaliação Educacional. Ibpex. 2009. 57 FREITAS, Luis Carlos de. Avaliação Educacional. Vozes. 2011 SOUZA, Alberto de Mello e. Dimensões da Avaliação Educacional. Vozes. 2011. Bibliografia Complementar COLASANTO, Cristina Aparecida. Relatório de Avaliação na Educação Infantil. All Print. 2011. DALMAS, Angelo. Planejamento Participativo na Escola: Elaboração, Acompanhamento e Avaliação. Vozes. 2010. GANDIN, Danilo. Pratica do Planejamento Participativo. Vozes. 2010. LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação educacional, Vozes, 2011. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Cortez. 2011. SOUZA, Alberto de Melo e. Dimensões da Avaliação Educacional. Vozes. 2011. Estágio Supervisionado em Educação do 1º.Ciclo do Ensino Fundamental Carga Horária 100h/a Objetivos Proporcionar ao estagiário situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oferecer oportunidades de participação do estagiário nos projetos de ensino, pesquisa e extensão e nas atividades científicas e culturais da faculdade; integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da Educação Básica na região; possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar. Ementa Participação do aluno em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa educacional, integrando-os social e profissionalmente com as comunidades escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento e experiências de caráter interdisciplinar. Bibliografia Básica MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e Marin. 2008. PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011. SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea. 2011. Bibliografia Complementar ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage. 2009. GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de Professores. Avercamp. 2006. 58 MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno. Editora Expressão e Arte. 2008. OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2007. PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008. Componente Curriculares – 6º SEMESTRE Linguagem e Mediações Tecnológicas na Educação Carga Horária 40h/a Objetivos Desenvolver atividades práticas que demonstrem a importância da informática como ferramenta educacional presente de maneira constante na vida docente e discente. Ementa Reflexão sobre o papel da informática no processo pedagógico moderno e as infinitas possibilidades de trabalho utilizando o computador como ferramenta educacional. Bibliografia Básica FERRETTI, Celso J. Novas Tecnologias, Trabalho e Educação. Vozes. 2011. GIANOLLA, Raquel. Informática na Educação. Cortez. 2008. TAJRA, S. F. Informática na Educação – Novas Ferramentas Pedagógicas para o Professor. Editora Érica. 8ª Ed. 2008. Bibliografia Complementar DEMO, Pedro. Formação Permanente e Tecnologias Educacionais. Vozes. 2011. FILE, Walter. Tecnologia e Educação: As Mídias na Prática Docente. Wak. 2009. LEITE, Ligia Silva. Tecnologia e Educação: As Mídias na Pratica Docente. Wak. 2009 LEITE, Ligia Silva. Tecnologia Educacional: Descubra suas Possibilidades na Sala de Aula. Vozes. 2011. SILVA, Marco. Sala de Aula Interativa. Loyola. 2010. Fundamentos e Práticas do Ensino da Matemática Carga Horária 80h/a Objetivos Esta disciplina pretende instrumentalizar o futuro educador para a coleta de dados e concepções matemáticas e aplicações para o processo de aquisição e desenvolvimento de situações-problema. Ementa Capacitação para o exercício docente no ensino de matemática. As mais novas contribuições dos estudiosos da epistemologia trazem novos conhecimentos sobre a aprendizagem e, sem dúvida, o trabalho de sala de aula deve contemplar a apresentação das novas estratégias, levando o docente 59 à construção e à ampliação de seu conhecimento. Concepções da matemática e implicações para o processo de aquisição e desenvolvimento de situações reais do cotidiano; numeralização e a metodologia do ensino e da aprendizagem. Bibliografia Básica FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. Cortez. 2011. MACHADO, Silvia Dias A. Educação Matemática: Uma Nova Introdução. Educ. 2009. OLIVEIRA, Cristiane Cope de. Educação Matemática: Contextos e Práticas Docentes. Alinea. 2010. Bibliografia Complementar ANTUNES, Celso. Matemática e Didática. Vozes. 2010. ARANAO, Ivana. A Matemática Através de Brincadeiras e Jogos. Papirus. 2011. MAGALI, Brenda Leme da Silva. Matemática nos Anos iniciais do Ensino Fundamental. Autentica. 2010. MIOLA, Everaldo S. Professor-Pesquisador no Ensino de Matemática. Ibpex. 2010. PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais. Artmed. 2008. Fundamentos e Práticas do Ensino da Língua Portuguesa Carga Horária 80h/a Objetivos Oferecer subsídios ao aluno para atuar como profissional da educação, a partir do conhecimento das competências linguísticas. Ementa A construção do conhecimento do ensino, didática e metodologia de Língua Portuguesa. Concepção de linguagem e uma compreensão do estatuto dos textos e discursos como materialização da linguagem e unidade de ensino. Bibliografia Básica ANTUNES, Celso. Língua Portuguesa e Didática. Vozes. 2010. ELIAS, Vanda Maria. Ensino de Língua Portuguesa: Oralidade, Leitura e Escrita. Contexto. 2011. GOMES, Maria Lucia Castro. Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa. Ibpex. 2008. Bibliografia Complementar AUGUSTO, Silvana. Língua Portuguesa: Solução par Dez Desafios do Professor ( Do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental). Ática. 2011. BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010. COELHO, Ligia Marta. Língua Materna nas Series Iniciais do Ensino Fundamental. Vozes. 2009. 60 PONTES, Eglê Franchi. Pedagogia da alfabetização: da oralidade à escrita. São Paulo: Cortez, 2008. RE, Alessandra Del. Aquisição da Linguagem: Uma Abordagem Pcsicolinguistica. Contexto. 2008. Didática, Estratégias e Recursos da Educação de Pessoas com Necessidades Especiais (PNE) Carga Horária 80h/a Objetivos Conhecer os diversos tipos de deficiências. Ementa Conhecimento das diversas deficiências e compreensão das necessidades individuais, contribuir com a sua inserção social, assim como desenvolver diversas estratégias para ajudar no desenvolvimento cognitivo das pessoas com necessidades especiais, atendendo as possibilidades de cada um. Bibliografia Básica LIMA, Priscila Augusta. Educação Inclusiva: Indagações e Ações nas Áreas da Educação e da Saúde. Avercamp. 2010. MAZOTTA, Marcos José. Educação Especial no Brasil. Cortez. 2011. SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. Cia dos Livros. 2010. Bibliografia Complementar BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças com necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010. BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças com necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010. CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011. KUBO, Olga M. Educação Especial e a Capacitação do Professor para o Ensino Unijui. 2009. SMITH, Deborah. Introdução a Educação Especial: Ensinar em Tempos de Inclusão. Artmed. 2009. Libras Carga Horária 40h/a Objetivos Capacitar os professores para incluir alunos com deficiência auditiva na sua sala de aula por meio da aquisição das Libras (Língua Brasileira de Sinais), quebrando as barreiras de comunicação entre aluno surdo/ professor ouvinte. Ementa 61 Conjunto de componentes pertinentes às línguas orais (gramática, semântica, pragmática, sintaxe e outros) destinado a preencher os requisitos científicos que tornam LIBRAS um instrumental linguístico de força e poder como língua materna dos surdos brasileiros. Bibliografia Básica PEREIRA, Maria Cristina da Cunha. Libras: Conhecimento Além dos Sinais. Pearson. 2011. PEREIRA, Raquel de Carvalho. Surdez: Aquisição da Linguagem e Inclusão Social. Revinter. 2009. QUADROS, Ronice Müller. Língua de Sinais: Instrumentos de Avaliação. Artmed. 2011. Bibliografia Complementar CAPOVILLA, Fernando César. Enciclopédia da Língua Brasileira de Sinais: Palavras de Função Gramatical. Vol. 8. Edusp. 2007. FERREIRA, Lucinda. Por Uma Gramática de Língua de Sinais. Tempo Brasileiro. 2010. FRIZANCO, Mary Lopes. Livro Ilustrado de Língua de Sinais Brasileira. Ciranda Cultural. 2011. QUADROS, Ronice Müller. Educação de Surdos: A Aquisição da Linguagem. Artmed. 2007. SLOWSKI, Vilma Geni. Educação Bilingue par Surdos: Concepções e Aplicações Praticas. Juruá. 2010. A Inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais na Educação Básica Carga Horária 60h/a Objetivos Conhecer os diversos tipos de deficiências. Ementa A educação especial e fundamentação legal. Integração e Inclusão. Deficiência: Mental, Auditiva, Visual, Física e Múltipla (Conceito, causas, categorias, identificação, sinais, indicadores, procedimentos metodológicos e papel da família). A escola como espaço inclusivo. Adaptações curriculares e o aluno com necessidades educacionais especiais na educação infantil e nas séries iniciais do ensino fundamental. A pessoa com deficiência e o mundo do trabalho. Bibliografia Básica LIMA, Priscila Augusta. Educação Inclusiva: Indagações e Ações nas Áreas da Educação e da Saúde. Avercamp. 2010. MAZOTTA, Marcos José. Educação Especial no Brasil. Cortez. 2011. SMITH, Deborah. Introdução a Educação Especial: Ensinar em Tempos de Inclusão. Artmed. 2009. Bibliografia Complementar BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças com necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010. 62 COLL, Cesar. Desenvolvimento Psicológico e Educação - Vol.3 Transtorno de Desenvolvimento e Necessidades Educativas Especiais. Artmed. 2005. KUBO, Olga M. Educação Especial e a Capacitação do Professor para o Ensino Unijui. 2009. RAIÇA, D. Tecnologias para a Educação Inclusiva. Avercamp. 2008. SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. Cia dos Livros. 2010 Pesquisa e Prática Educacional Carga Horária 50h/a Objetivos Refletir sobre as questões educacionais ligadas às pessoas com necessidades especiais (PNE). Conhecer a teoria e a prática educacional da PNE. Ementa As atividades desse componente curricular poderão ser efetivas em classes com inclusão de PNE, em laboratórios de escolas especiais ou ONGs para o atendimento desse tipo de clientela. Sistemáticas e recursos diferenciados para trabalho com esses alunos, além de como avaliar o desempenho de cada um deles, a sua orientação para melhor convivência social e a preparação para o trabalho. Competência e sensibilidade para desenvolver projetos de ensino-aprendizagemeducação e lazer para esses alunos, propondo projetos especiais de intervenção para sanar suas dificuldades. Bibliografia Básica MAZOTTA, Marcos José. Educação Especial no Brasil. Cortez. 2011. SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. Cia dos Livros. 2010 SMITH, Deborah. Introdução a Educação Especial: Ensinar em Tempos de Inclusão. Artmed. 2009. Bibliografia Complementar BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças com necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010. FERREIRA, Lucinda. Por Uma Gramática de Língua de Sinais. Tempo Brasileiro. 2010. LIMA, Priscila Augusta. Educação Inclusiva: Indagações e Ações nas Áreas da Educação e da Saúde. Avercamp. 2010. QUADROS, Ronice Müller. Educação de Surdos: A Aquisição da Linguagem. Artmed. 2007. RAICA, Darci. 10 Questões Sobre a Educação Inclusiva da Pessoa com Deficiência Mental. Avercamp. 2007. Estágio Supervisionado em Educação de Jovens e Adultos Carga Horária 50h/a Objetivos 63 Proporcionar ao estagiário situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oferecer oportunidades de participação do estagiário nos projetos de ensino, pesquisa e extensão e nas atividades científicas e culturais faculdade; integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da Educação Básica na região; possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar. Ementa Situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa educacional, integrando-os social e profissionalmente com as comunidades escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiências de caráter interdisciplinar. Bibliografia Básica MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e Marin. 2008. PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011. SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea. 2011. Bibliografia Complementar ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage. 2009. GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de Professores. Avercamp. 2006. MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno. Editora Expressão e Arte. 2008. OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2007. PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008. Componentes Curriculares – 7º SEMESTRE PESQUISA EDUCACIONAL Carga Horária 80h/a Objetivos Desenvolver nos alunos o espírito investigativo e de pesquisa, de tal forma que isso possa ser incorporado ao cotidiano profissional e pessoal. Ementa Fundamentação teórica para a realização de pesquisas e trabalhos numa perspectiva científica. Compreender os processos e métodos da pesquisa e aplicá-los na confecção e conclusão de um tema com aprofundamento metodológico. A natureza desta disciplina concentra-se na sua ênfase metodológica. Concretizar os conhecimentos e pressupostos teóricos na pesquisa de um assunto educacional específico, por meio de uma produção científica, concatenada, estruturada e 64 apresentada na forma de um trabalho de conclusão de curso. Capacitação do educando para a elaboração e apresentação final do TCC- Trabalho de Conclusão de Curso – artigo científico. Bibliografia básica FAZENDA, Ivani. Metodologia da Pesquisa Educacional. Cortez. 2010. FAZENDA, Ivani. Novos Enfoques da Pesquisa Educacional. Cortez. 2011. GADOTTI, Moacyr. Pensamento Pedagógico Brasileiro. Ática. 2006. Bibliografia complementar ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Papirus, 2007. CARVALHO, M.C.M. (Org.). Construindo o saber, metodologia cientifica: fundamentos e técnicas. 13ed. Campinas: Papirus, 2010. CONSALTER, Maria Alice. Elaboração de Projetos: Da Introdução a Conclusão. Ibpex. 2011. KOCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: Teoria da Ciência e Pratica da Pesquisa. Vozes. 2010. SEVERINO, Antonio Joaquim Severino. Metodologia do Trabalho científico 23ª. Ed. São Paulo: Cortez, 2007. Gestão na Educação Básica Carga Horária 80h/a Objetivos Proporcionar aos alunos, na perspectiva da gestão de instituições escolares e não escolares, conhecimentos e habilidades básicas, a respeito das condições objetivas em que se realiza o trabalho na escola, visando à identificação de suas necessidade e à busca de formas de intervir na realidade. Ementa Visão introdutória do fenômeno administrativo, buscando identificar seus fatores sócio-culturaishistóricos-políticos e éticos, a partir das teorias e modelos dos principais autores da área, com especial ênfase aos da sociedade moderna e contemporânea, identificando princípios e aspectos que possam ser aplicados com êxito na gestão. Estudo de gestão democrática. Bibliografia Básica GOMES, Maria de Fátima Cardoso. Formação Continuada de Docentes da Educação Básica: Construindo Parcerias. Autentica. 2011. GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação Básica. Vozes. 2009. PILETTI, Nelson. Educação Básica: Da Organização Legal ao Cotidiano Escolar. Ática. 2010. Bibliografia Complementar 65 CAMPOS, Casemiro de Medeiros. Gestão Escolar e Docência. Paulinas. 2011. HENGEMUHIE, Adelar. Gestão de Ensino e Praticas Pedagógicas. Vozes. 2010. LUCK, Heloisa. Gestão Educacional: Uma Questão Pragmática. Vozes. 2011. OLIVEIRA, Dalila Andrade. Gestão Democrática da Educação. Vozes. 2009. VICENTINI, Almir. Gestão Escolar: Dicas Corporativas. Phorte. 2010. Educação nas Áreas de Apoio e Serviço Escolar Carga Horária 80h/a Objetivos Conhecer os aspectos teórico-práticos da orientação educacional na escola. Compreender o papel social da escola. Analisar a ação e a intervenção específica do orientador educacional na comunidade escolar, no trabalho com os diversos grupos. Ementa Capacitação do futuro pedagogo para o trabalho de apoio escolar aos alunos da Escola Básica ou de outras Instituições com projetos educacionais no que se refere à dificuldades de aprendizado, de relacionamento, na resolução de problemas pessoais, escolares e familiares, no preparo para o primeiro emprego, na orientação vocacional. Buscam também prepará-lo para o apoio ao trabalho de apoio aos docentes na busca da efetivação de um ensino de qualidade na resolução de problemas de classes ou grupos, na efetivação de educação continuada para todos. Bibliografia Básica GIACAGLIA. Lia Renata A: PENTEADO. Wilma Millan A. Orientação educacional na prática: princípios técnicas instrumentos. Cengage, 2010. LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação Educacional. Vozes. 2010. SOARES, Dulce P. Orientação Vocacional Educacional. Artmed. 2009. Bibliografia Complementar BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil. Artmed. 2009. COLASANTO, Cristina Aparecida. Relatório de Avaliação na Educação Infantil. All Print. 2011. DAVIES, Nicholas. FUNDEB: A Redenção da Escola Básica? Autores Associados. 2009. GRINSPUN, Mirian P.S. Zippin. A Orientação educacional: O conflito de paradigmas e alternativas para a escola. Cortez, 2011 LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Cortez. 2011. MAHL, Álvaro C. POPI: Programa de Orientação Profissional. Vetor. 2006. Gestão da Educação Infantil Carga Horária 40h/a 66 Objetivos Contribuir para a formação do educador, fornecendo-lhe alguns fundamentos e ideias sobre a importância do seu trabalho com a faixa etária que corresponde de zero a 5 anos de idade. Refletir sobre o papel da Escola de Educação Infantil, junto à criança, à família e à sociedade. Ementa Gestão eficiente, eficaz e efetiva de escolas de educação infantil é a preocupação deste componente curricular, considerando a faixa etária atendida, o que implica em ações específicas, e requer não só do educador e do gestor, habilidades e sensibilidade para gerir com competência e afetividade equilibrada, escolas e classes que atendem esta clientela tão especial, sem esquecer de formá-lo de forma política e ética. Especial atenção será dada ao estudo do critério para organização das classes, seleção de docentes e demais profissionais, plano político-pedagógico da escola, de cursos, planos de aula, avaliação de desempenho infantil, problemas de afetividade, de aprendizagem e reunião com pais. Bibliografia Básica LUCK, Heloisa. Liderança em Gestão Escolar. Vozes. 2010. MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas Pedagógicas. Vozes. 2011. OLIVEIRA, Ana Auxiliadora. Gestão Educacional: Novos Olhares, Novas Abordagens. Vozes. 2011. Bibliografia Complementar BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil. Artmed. 2009. CORSINO, Patrícia. Educação Infantil: Cotidiano e Políticas. Autores Associados. 2010. KRAMER, Sonia. Educação Infantil: Enfoques em Dialogo. Papirus. 2011. OLIVEIRA, Zilma de M. Educação Infantil: Muitos Olhares. Cortez. 2010. VARIOS AUTORES, Culturas Infantis em Creches e Pré Escolas. Autores Associados. 2011. Estatística Aplicada à Educação Carga Horária 40h/a Objetivos Oferecer condições para que os alunos compreendam a natureza do objeto de estudo, além de compreender e interpretar dados estatísticos organizados por tabelas ou gráficos. Ementa Instrumentalização do futuro educador para a coleta de dados, seu tratamento e registro por meio de diferentes tipos de gráficos, procedendo às análises quantitativas e qualitativas da realidade estudada. Aliar a estatística às facilidades da informática, aprendendo a utilizar ambos em benefício da qualidade do trabalho de ensino aprendizagem deve ser o referencial de qualidade do aluno ao final da disciplina. Construção de competência para entender a organização de dados estatísticos em tabelas ou gráficos, distribuição de frequência, medidas de tendência central, medidas de dispersão e modelos de amostragem. 67 Bibliografia básica COSTA, Sergio Francisco. Estatística Aplicada a Pesquisa Educação. Liber Livo. 2010. MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica: Probabilidade e Inferência. Pearson. 2010. MORETTIN, P.A.. Estatística básica: probabilidade. São Paulo: Saraiva. 2011. Bibliografia complementar CASELA, George. Inferência Estatística. Cengage. 2010. CRESPO, A. Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva, 2009. NOVAES, Diva Valério. Estatística para Educação Profissional. Atlas. 2009. ROSS, Sheldon. Probabilidade. Bookman. 2010. SPIEGEL, M. R. Estatística. São Paulo: Bookman. 2009. Legislação e Normas da Educação Nacional Carga Horária 80h/a Objetivos Conhecer a evolução da legislação e das normas da Educação Nacional. Desenvolver o pensamento crítico do aluno. Preparar o pedagogo para uma ação adequada e correta, considerando a legislação e as normas da Educação Nacional. Ementa O conhecimento de algumas noções da legislação e das normas é indispensável à formação dos educadores, uma vez que a disciplina representa a procura do convívio em sociedade. Os Direitos e Deveres dos cidadãos no respeito à educação em seu sentido de compromisso social. Bibliografia Básica LEITE, Ligia Silva. Educação a Distancia da Legislação ao Pedagogo. Vozes. 2010. SANTOS, Pablo. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas, Impactos. Cengage. 2011. VIEIRA, Jair Vieira. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e Legislação Complementar. Edipro. 2010. Bibliografia Complementar ARANHA, M. VEIGA, Ilma Passos A. Formação de Professores: Políticas e Debates. Papirus. 2009. BALL, Stephen. Políticas Educacionais: Questões e Dilemas. Cortez. 2011. L.A. História da Educação e da Pedagogia: Geral e Brasil. São Paulo: Moderna, 2007. ROMANELLI. Otaiza de Oliveira. História da educação no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2010. SAVIANI, Demerval: Da Nova LDB ao FUNDEB. Autores Associados. 2009. 68 Pesquisa e Prática Educacional II Carga Horária 50h/a Objetivos Refletir sobre a dinâmica do processo educacional. Conhecer a teoria e a prática educacional. Ementa Vivências na prática cotidiana de instituições escolares e não escolares, as noções teóricas que orientam a educação no país em suas várias modalidades e em nível de Escola Básica. A observação será acompanhada de levantamento de problemas a serem pesquisados. Projeto de Intervenção abrangendo as especificidades e as variáveis a serem consideradas em cada situação, sem perder de vista a escola no seu todo e sua integração no sistema escolar brasileiro. Bibliografia Básica FAZENDA, I.A.C. (org.) Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 2010. FAZENDA, Ivani, (org). A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. Campinas; Papirus, SP. 2011. HORN, Maria da Graça. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil. Artmed. 2008. Bibliografia Complementar BENEKE, Sallee. O Poder dos Projetos Novas Estratégias e Soluções para a Educação Infantil. Artmed. 2005. FONTE, Paty. Projetos Pedagógicos Dinâmicos: A Paixão de Educar o Desafio de Inovar. Wak. 2011. GOMES, Maria de Fátima Cardoso. Formação Continuada de Docentes da Educação Básica: Construindo Parcerias. Autentica. 2011. GRASSI, Tânia Mara. Oficinas Psicopedagogicas. Ibpex. 2008. GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação Básica. Vozes. 2009. Estágio Supervisionado na Educação de Pessoas com Necessidades Especiais Carga Horária 50h/a Objetivos Proporcionar ao estagiário situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oferecer oportunidades de participação do estagiário nos projetos de ensino, pesquisa e extensão e nas atividades científicas e culturais faculdade; integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da Educação Básica na região; e possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar. Ementa 69 Proporcionar ao aluno situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa educacional, integrando-os social e profissionalmente com as comunidades escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiências de caráter interdisciplinar. Bibliografia Básica MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e Marin. 2008. PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011. SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea. 2011. Bibliografia Complementar ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage. 2009. GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de Professores. Avercamp. 2006. MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno. Editora Expressão e Arte. 2008. OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2007. PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008. Componentes Curriculares – 8º SEMESTRE Gestão Educacional em Ambientes não Escolares Carga Horária 80h/a Objetivos Construir conhecimentos, atitudes e valores que tornem os estudantes solidários, críticos, éticos e participativos na sociedade em que estão inseridos; Compreender que a escola é um canal que contribui significativamente para a democratização da sociedade; Entender que a escola é um lugar privilegiado para o exercício da cidadania consciente e comprometido com os interesses coletivos. Ementa O Plano Nacional de Educação expressa a necessidade de promover a participação da comunidade na gestão das escolas. Fica clara, então, a mudança de concepção de escola e suas implicações quanto à gestão e à relação escola/comunidade. Os principais aspectos da gestão democrática e participativa. A construção de novos caminhos e práticas em direção à melhoria da qualidade de ensino, capaz de transformar o perfil socioeconômico e cultural do país e o exercício da cidadania plena. Bibliografia Básica 70 GOMES, Maria de Fátima Cardoso. Formação Continuada de Docentes da Educação Básica: Construindo Parcerias. Autentica. 2011. GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação Básica. Vozes. 2009. PILETTI, Nelson. Educação Básica: Da Organização Legal ao Cotidiano Escolar. Ática. 2010. Bibliografia Complementar CAMPOS, Casemiro de Medeiros. Gestão Escolar e Docência. Paulinas. 2011. HENGEMUHIE, Adelar. Gestão de Ensino e Praticas Pedagógicas. Vozes. 2010. LUCK, Heloisa. Gestão Educacional: Uma Questão Pragmática. Vozes. 2011. OLIVEIRA, Dalila Andrade. Gestão Democrática da Educação. Vozes. 2009. VICENTINI, Almir. Gestão Escolar: Dicas Corporativas. Phorte. 2010. Políticas Públicas e Educação Carga Horária 40 h/a Objetivos Desenvolver nos alunos o espírito crítico para a análise do cotidiano da educação. Ampliar e motivar o engajamento político em um contexto positivo de participação e busca de soluções. Utilizar o conhecimento de processos e elaboração de leis de tal forma que isso possibilite crescimento e desenvolvimento ao trabalho educacional. Ementa As principais políticas públicas educacionais da atualidade. Compreensão da atual conjuntura da organização do trabalho, da organização social, política e econômica e a sua relação com as propostas na área educacional. Elementos teóricos para orientar as ações do profissional do magistério no contexto educacional. Bibliografia Básica ARAUJO, Ronaldo Marcos de Lima. Políticas Públicas Educacionais. Alinea. 2011. BALL, Stephen. Políticas Educacionais. Cortez. 2011. LUCENA, Carlos. Capitalismo, Estado e Educação. Alinea. 2008. Bibliografia Complementar ALMEIDA, Malu. Políticas Educacionais e Práticas Pedagógicas. Alinea. 2010. HENGEMUHIE, Adelar.Formação de Professores: Da função de ensinar ao resgate da educação. Vozes. 2008. PARO, Vitor Henrique. Gestão Democrática da Escola Pública. São Paulo: Ática, 2008. SANTOS, Pablo. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas, Impactos. Cengage. 2011. 71 SAVIANI, Demerval. Da Nova LDB ao Fundeb: Por Uma Outra Política Educacional. Autores Associados. 2008. Corpo e Movimento Carga Horária 40 h/a Objetivo Oferecer subsídios ao aluno para que compreenda a importância do corpo e do movimento como elemento essencialmente humano e constituinte do processo educacional. Ementa Apresentação das diferentes linguagens: corporal, musical, plástica, oral e escrita e suas relações com o processo educacional. A importância do trabalho com o corpo e o movimento na Educação Infantil. O corpo como principal instrumento para a construção do conhecimento. Bibliografia Básica DAOLIO, Jocimar. Da Cultura do Corpo. Papirus. 2010. GALLARDO, J. S. P. Pratica de Ensino em Educação Física: a criança em movimento: jogo, prazer e transformação. São Paulo: FTD, 2011. SALLES FILHO, Nei Alberto. Pedagogia do Movimento: Universo Lúdico e Psicomotricidade. Ibpex. 2009. Bibliografia Complementar FREIRE, J. B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. 4ª ed. São Paulo: Scipione, 2010. KISHIMOTO, T. M. Jogos infantis. O jogo, a criança e a educação. 7ª ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2010. MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas Pedagógicas. Vozes. 2011. NEIRA, Marcos Garcia. Pedagogia da Cultura Corporal Critica. Editora Phorte. 2009. ROSE R, Dante de. Esporte e Atividade Física na Infância. Artmed. 2009. Seminário sobre Educação, Gênero e Sexualidade Carga Horária 80 h/a Objetivos Obter conhecimentos da sexualidade humana. Ementa Discussão dos assuntos referentes à sexualidade de formação educativa e científica, especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento físico do ser humano, no que diz respeito às diferenças entre o corpo masculino e feminino, fecundação, gravidez, doenças sexualmente transmissíveis, como AIDS, Sífilis, gonorreia, entre outras. Nascimento, tipos de partos, entre outros aspectos de interesses da faixa etária atendida em Escolas Básicas ou em Instituições não escolares e projetos 72 educacionais. Os sentidos da sexualidade: natureza, cultura e educação, orientação sexual na escola, os territórios possíveis e necessários; sexo e gênero: masculino e feminino na qualidade da educação, o desenvolvimento sexual infantil, a educação sexual das famílias, o trabalho integrado família-escola na educação sexual das crianças, tabu da sexualidade nas famílias e na escola, a construção do conceito da diversidade sexual, o desenvolvimento sexual de animais e do ser humano em desenvolvimento. Bibliografia Básica BATISTA, Claudia Aparecida. Educação e Sexualidade: Um Diálogo com Educadores. Ícone. 2008. LOURO, Guacira Lopes. Corpo, Gênero, Sexualidade: Um Debate Contemporâneo na Educação: Vozes. 2010. LOURO, Guacira Lopes. Gênero, Sexualidade, Educação: Uma Perspectiva Pós Espiritualista. Vozes. 2011. Bibliografia Complementar BARRETO, R.M.S.. Parâmetros Curriculares Nacionais 1ª à 4ª Séries: introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais.. v.10 – Pluralidade Cultural e Orientação Sexual. DP&A. 2002. ELEUTERIO JR, José. Doenças Sexualmente Transmissíveis. Contexto. 2004. GIACAGLIA. Lia Renata A: PENTEADO. Wilma Millan A. Orientação educacional na prática: princípios técnicas instrumentos. Cengage, 2010. LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação educacional, Vozes, 2011. TORRES, Marco Antonio. A Diversidade Sexual na Educação e os Direitos de Cidadania LGBT na Escola Autêntica. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso Carga Horária 40h/a Objetivos Desenvolver nos alunos o espírito investigativo e de pesquisa, de tal forma que isso possa ser incorporado ao cotidiano profissional e pessoal. Ementa Capacitação para realização de pesquisas e trabalhos numa perspectiva científica. Compreensão dos processos e métodos da pesquisa e aplicação na confecção e conclusão de um tema com aprofundamento metodológico. Concentrar-se na sua ênfase metodológica. Conhecimentos e pressupostos teóricos na pesquisa de um assunto educacional específico, por meio de uma produção científica, concatenada, estruturada e apresentada na forma de um trabalho de conclusão de curso. Capacitação do educando para a elaboração e apresentação final do TCCTrabalho de Conclusão de Curso. Bibliografia Básica FAZENDA, Ivani. Metodologia da Pesquisa Educacional. Cortez. 2010. FAZENDA, Ivani. Novos Enfoques da Pesquisa Educacional. Cortez. 2011. 73 GADOTTI, Moacyr. Pensamento Pedagógico Brasileiro. Ática. 2006. Bibliografia Complementar ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Papirus, 2007. CARVALHO, M.C.M. (Org.). Construindo o saber, metodologia cientifica: fundamentos e técnicas. 13ed. Campinas: Papirus, 2010. CONSALTER, Maria Alice. Elaboração de Projetos: Da Introdução a Conclusão. Ibpex. 2011. NASCIMENTO, Afonso. Educação: Enfoques, Problemas e Experiência.. Livraria da Fisica. 2011. PIMENTA, Selma Garrido. Pesquisa em Educação. Loyola. 2008. Literatura Infantojuvenil Carga Horária 40 h/a Objetivo Identificar e mediar conhecimentos produzidos/adquiridos por meio da interação social, ou seja, organizados e apresentados pela literatura. Perceber que a literatura é arte e, como tal, as relações de aprendizagem e vivência, que se estabelecem entre ela e o indivíduo são de fundamental importância para que este alcance a sua formação integral. Ementa Literatura, leitura e aprendizagem. A concepção escolar de leitura. O professor – leitor na constituição de leitores. A literatura infantil no Brasil. Leitura de diferentes gêneros textuais. A importância da leitura na sala de aula. Origens da literatura infanto-juvenil: mitologia e tradição oral. Conceito de literatura na escola: a escolarização do texto. A formação do perfil do alunoprofessor e das práticas metodológicas do ensino da literatura infanto-juvenil. O papel do professor mediador de leitura. Identificação da produção literária infanto-juvenil brasileira contemporânea. Estudo e análise de contos de fadas, das histórias fantásticas que contêm o maravilhoso. Estudo do texto poético na literatura infanto-juvenil. Trabalho com história em quadrinhos. Seleção de livros infantis e o incentivo ao hábito de leitura. Bibliografia Básica ARROIO, Leonardo. Literatura Infantil Brasileira. Unesp. 2011. GREGORIN FILHO, José Nicolau. Literatura Juvenil. Melhoramentos. 2011. SOUZA, Gloria Pimentel. A Literatura Infanto-Juvenil a Brasileira. DCL. 2008. Bibliografia Complementar CADEMARTORI, Ligia. O Professor e a Literatura: para Pequenos, Médios e Grandes. Autentica. 2009. COELHO, Nelly Novaes. Panorama Histórico da Literatura Infanto Juvenil. Amarilys Editora. 2010. DOHME, Técnicas de Contar Histórias. Vozes. 2010. 74 KRAEMER, Maria Luiza. Histórias Infantis o Lúdico Encantam as Crianças. Autores Associados. 2008. SOUZA, Ana Aparecida Arguelho de. Literatura Infantil na Escola: A Leitura em Sala de Aula. Autores Associados. 2010. TFOUNI, Leda V. Letramento, Escrita e Leitura. Mercado e Letras. 2011. Relações Sociais e Éticas Carga Horária 80 h/a Objetivos Propor a reflexão sobre as questões sociais e éticas e suas implicações para a comunidade escolar. Ementa Trata-se de uma reflexão mais ampla sobre a real função da escola, confrontando os paradigmas da educação e discutindo a cultura organizacional e as relações sociais e éticas nos espaços escolares. Bibliografia Básica AMORIM NETO, Roque do Carmo. Ética e Moral na Educação. Wak. 2009. BRANCO, Maria Luisa. A Escola Comunidade Educativa e a Formação dos Novos Cidadãos. Inst. Piaget. 2007. BUFFA, Ester. Instituições Escolares. Alinea. 2009. Bibliografia Complementar ARROYO, Miguel. Educação e Cidadania: Quem Educa o Cidadão? Cortez. 2010. ASSUMPÇÃO, Raiane. Educação Popular na Perspectiva Freiriana. Inst. Paulo Freire. 2009. BASSO, Ilda. Uma Ética para Educar: Valores da Formação Docente. Edusc. 2008. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Paz e Terra. 2011. RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e Competência. , São Paulo: Cortez, 2011. SOUZA, Dileno Dustan Lucas. Movimentos Sociais, ONGs e Educação Idéias e Letras. 2009. Pesquisa e Prática Educacional III Carga Horária 40 h/a Objetivos Aprofundar os conhecimentos e a prática pedagógica em Instituições Escolares e Não Escolares e conhecer a teoria e a prática educacional aplicável em instituições escolares e não escolares. 75 Ementa Integrando o contexto do exercício profissional do curso, este componente curricular oferece subsídios teóricos que norteiam as pesquisas da prática pedagógica em Instituições Escolares e Não Escolares, em instituições Não Governamentais – ONGs - e Comunidades de Base com projetos de educação popular e educação para a sobrevivência e cidadania dignas. Possibilita ao aluno pedagogo construir competências como gestor escolar e social num processo de gestão democrática, participativa e de articulação da rede de proteção social. Bibliografia básica FAZENDA, I.A.C. (org.) Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 2010. FAZENDA, Ivani, (org). A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. Campinas; Papirus, SP. 2011. HORN, Maria da Graça. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil. Artmed. 2008. Bibliografia Complementar BENEKE, Sallee. O Poder dos Projetos Novas Estratégias e Soluções para a Educação Infantil. Artmed. 2005. FONTE, Paty. Projetos Pedagógicos Dinâmicos: A Paixão de Educar o Desafio de Inovar. Wak. 2011. GOMES, Maria de Fátima Cardoso. Formação Continuada de Docentes da Educação Básica: Construindo Parcerias. Autentica. 2011. GRASSI, Tânia Mara. Oficinas Psicopedagógicas. Ibpex. 2008. GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação Básica. Vozes. 2009. Estágio Supervisionado em Gestão Escolar Carga Horária 50h/a Objetivos Participação em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oferecer oportunidades de participação do estagiário nos projetos de ensino, pesquisa e extensão e nas atividades científicas e culturais da faculdade; integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da Educação Básica na região; possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar. Ementa Participação em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa educacional, integrando-os social e profissionalmente com as comunidades escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento e propiciando experiências de caráter interdisciplinar. Bibliografia Básica 76 MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e Marin. 2008. PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011. SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea. 2011. Bibliografia Complementar ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage. 2009. GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de Professores. Avercamp. 2006. MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno. Editora Expressão e Arte. 2008. OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2007. PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008. 4. CORPO DOCENTE 77 4.1 CARACTERIZAÇÃO O corpo docente da Facmil, especificamente os do curso de Pedagogia, pretende atender às exigências da legislação educacional nos aspectos legais requeridos. 4.2 PERFIL DO DOCENTE Os professores do curso estão permanentemente preocupados com a aprendizagem como processo qualitativo e interdisciplinar, dando prioridade à auto-imagem dos alunos como geradora de melhor desempenho. Estão voltados para o desenvolvimento tanto no próprio corpo docente, quanto no discente, das características humanas requeridas pela atual sociedade em termos de espírito empreendedor, visão estratégica e generalista, compreensão holística da realidade e adaptabilidade aos cenários de mudança. O corpo docente do curso está imbuído da necessidade de aperfeiçoamento constante e contínuo de sua qualificação, competência técnica, cultural e pedagógica, atitudes responsáveis e éticas, demonstrando comprometimento com o futuro do país e da instituição, capacidade para trabalho coletivo, interdisciplinar e organizado, além de possibilitar aumento gradativo de sua carga horária de trabalho na instituição. A sua comprovada experiência na área do curso e suas habilitações são fundamentais ao bom êxito das atividades. Enfim, reconhecemos que, para desempenhar com qualidade suas funções, os docentes devem: • construir conhecimentos, competências, habilidades e atitudes previstos para atuação na educação superior; • estar consciente de que sua formação deve contemplar os diferentes âmbitos do conhecimento profissional de sua área de atuação; • entender que a seleção dos conteúdos do curso deve orientar-se pelas diretrizes e orientações previstas neste Projeto Pedagógico e ir além do ensino, no strictu sensu, buscando identificar as necessidades dos alunos para que se garantam os conteúdos necessários às diferentes etapas da aprendizagem do Curso de Pedagogia; • saber tratar os conteúdos ministrados no curso, de modo articulado com outros conteúdos e estratégias pedagógicas; 78 • entender que a avaliação é processo que deve orientar o trabalho do professor, a autonomia dos alunos em relação ao seu processo de aprendizagem e a qualificação de profissionais preparados para iniciar a carreira docente. 4.3 ATIVIDADES DOCENTES • • • • A ocupação da carga horária docente deverá ser distribuída nas seguintes atividades, inerentes ao cargo de Professor: Em atividades de ensino; Em atividades de pesquisa e de extensão; Em atividades de capacitação; Em atividades de administração e de representação. A prioridade máxima de distribuição da carga horária deve ser dada ao ensino, considerando que o processo de ensino e de aprendizagem constitui a atividade fim da instituição. As aulas devem ser distribuídas de acordo com as necessidades de cada curso, priorizando o atendimento para o processo de ensino e de aprendizagem, preponderando os aspectos educativo e coletivo sobre os aspectos administrativo e individual. A destinação de carga horária para atendimento extraclasse aos alunos será efetuada de acordo com critérios estabelecidos para cada Curso, devidamente aprovados nos colegiados competentes, com aprovação da mantenedora. 4.4 ATIVIDADES DE ENSINO Entende-se como atividade de ensino, as aulas presenciais e não presenciais, o atendimento extraclasse aos alunos, as pendências, a orientação de estágio curricular obrigatório, de trabalho de conclusão de curso e de iniciação científica. Para a garantia da qualidade de ensino, a diversidade de unidade curricular na carga horária do professor deverá ser submetida a critérios estabelecidos pelo colegiado do curso de Pedagogia. A distribuição, efetivação e controle da carga horária semanal do professor é de responsabilidade e orientação do coordenador do curso, com a aprovação da mantenedora. O professor deverá reservar um percentual da carga horária semanal de aulas para atividades didático-pedagógicas. A carga horária dedicada às atividades didático-pedagógicas se destina à preparação de aulas e de materiais didáticos, à avaliação, às reuniões pedagógicas, entre outras atividades voltadas à melhoria da relação de ensino e de aprendizagem. 79 4.5 PLANO DE CARGOS, SALÁRIOS E CARREIRA DOS DOCENTES A Facmil adota uma política de recursos humanos que valoriza os seus quadros profissionais – docentes e não docentes, visto que considera que os educadores necessitam de ambiente democrático para o desenvolvimento de sua complexa tarefa na produção e transmissão do saber e na formação integral do educando. Assim, a instituição tem, como princípios fundamentais, em sua política de recursos humanos: • o desenvolvimento de relações harmônicas entre os integrantes de sua comunidade acadêmica; • o estímulo à criatividade e à participação de docentes e não-docentes em todas as atividades da instituição, formais e informais; • o incentivo e o apoio à produção científica dos professores e às iniciativas individuais ou de setores administrativos ou acadêmicos para a capacitação docente e/ou técnico-profissional; • o aprimoramento das condições de trabalho, com a preocupação constante da atualização dos padrões salariais de sua comunidade trabalhadora; • a busca permanente de elevados padrões éticos no desempenho profissional de docentes e nãodocentes. • Encontra-se na Instituição, à disposição, o “PLANO DE CARREIRA UNIESP”. 4.6 PROGRAMA INSTITUCIONAL DE EDUCAÇÃO CONTINUADA A Instituição mantém um Programa Institucional de Educação Continuada, de caráter permanente, com recursos próprios, com o objetivo de proporcionar possibilidades de reciclagem, aperfeiçoamento e capacitação profissional dos docentes e técnicos administrativos, visando ao aprimoramento dos seus recursos humanos, para a consequente melhoria das suas atividades. As regras e as normas de funcionamento se encontram editadas em Portaria específica para este fim, à disposição, na Instituição. 4.7 COORDENAÇÃO DE CURSO 80 A coordenadora do Curso de Pedagogia, que também é professora do curso, dedica-se em tempo integral às atividades acadêmicas e administrativas, que abrangem a supervisão do corpo docente para implantação deste projeto, juntamente com o Núcleo Docente Estruturante. Sua competência e atribuições estão expressas no Regimento Geral da Faculdade, conforme reproduzido abaixo: Art. 31. Compete ao Coordenador de Curso: I - convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso; II - representar a Coordenadoria de Curso perante as autoridades e órgãos da Faculdade; III - elaborar o horário escolar do curso e fornecer à Diretoria os subsídios para a organização do calendário acadêmico; IV - orientar, coordenar e supervisionar as atividades do curso; V - fiscalizar a observância do regime escolar e o cumprimento dos programas e planos de ensino, bem como a execução dos demais projetos da Coordenadoria; VI - acompanhar e autorizar estágios curriculares e extracurriculares no âmbito de seu curso; VII - homologar aproveitamento de estudos e propostas de adaptações de curso; VIII - exercer o poder disciplinar no âmbito do curso; IX - executar e fazer cumprir as decisões do Colegiado de Curso e as normas dos demais órgãos da Faculdade; X - exercer as demais atribuições previstas neste Regimento e aquelas que lhe forem atribuídas pelo Diretor Geral e demais órgãos da Faculdade. Dentre suas atividades, dá suporte às necessidades do corpo discente, convocando e coordenando ações específicas para estes fins, bem como efetua reuniões de colegiado, e com o corpo discente para a identificação de possíveis problemas e do bom andamento do curso. Também leciona disciplinas no próprio curso. Essa vivência como docente lhe traz subsídios para uma gestão mais profissionalizada, pautada na prática diária com alunos e com docentes. 4.7.1 DADOS DA COORDENADORA Quadro n.1 – Dados da Coordenadora Luzia de Fátima Paula Graduação: Curso: Letras 81 Ano de Conclusão: 1999 Graduação: Curso: Pedagogia Ano de Conclusão: 2003 Mestrado: Curso: Educação Ano de Conclusão: 2004 Doutorado: Curso: Educação Ano de Conclusão: 2010 4.8 CORPO DOCENTE DO CURSO 4.8.1 TITULAÇÃO E ÁREA DE CONHECIMENTO, REGIME DE TRABALHO, EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO E PROFISSIONAL E DISTRIBUIÇÃO DE HORAS 82 Quadro n. 2 - Docentes NOME DO DOCENTE Amal Rahif Suleiman [email protected] 9116 2555 3233 1114 Bruna Giorjiani Arruda [email protected] 9129 5091 3218 9437 Cristina Morales Lima [email protected] 9166 4056 Danila Scrocchio Romero Bassi danila.bassi@itelefonica .com.br 9106 3783 3226 4041 3229 3744-consultório Fabio Henrique Gulo [email protected] .br 8828 2989 Fernanda Cristina Gaspar Lemes fernandacglemes@hotmai l.com 9206 1997 3225 2030 Flávia Rossi Rezende Albino [email protected] .br 8156 3304 9724 1739 Izabella Silva [email protected] 8161 1152 Luana Passos [email protected] r 9757 3205 9771 3897 (Leandro) 3217 7788 Luzia de Fatima Paula [email protected]. br 9107 4608 3242 8078 Marcela Lopes Gomes [email protected] m 8126 2143 3237 4668 Maria Rojanski Araújo [email protected] m.br 8107 2556 Miriam Suleiman [email protected] 9132 9899 3269 1175 Nádia Sary Suetake [email protected] r 9155 3114 3227 7881-clínica TITULA ÇÃO ATRIBUIÇÕES CARGA HORÁRIA Nº DE AULAS SEMANAIS Nº DE HORAS DE DEDICAÇÃO Mestre Docente 4 - CARGA HORÁRIA SEMANAL 4 Especialis ta Docente 12 - 12 Especialis ta Docente 16 - 16 Especialis ta Docente 4 - 4 Mestre Docente 4 - 4 Mestre Docente 20 - 20 Mestre Docente 4 - 4 Mestre Docente 8 - 8 Mestre Docente 12 - 12 Doutor Coordenadora/ Docente 8 20 28 Mestre/ Doutoran do Docente Mestre Docente 20 - 20 Mestre/D outoranda Docente 8 - 8 Mestre Docente 4 - 4 83 Paula Christien David Vacirca [email protected] m.br 9765 7440 Rubens Alexandre da Silva Rubensalexandre0306@ gmail.com 8114 0306 Taciana Belluci de Araújo [email protected] om 3233 7132 Especialis ta Docente 12 - 12 Doutor Docente 8 - 8 Mestre Docente 12 - 12 Mestre Doutor Especialista Total Integral Parcial Horista Total 11 2 4 17 Regime de Trabalho 65 11 24 100% Quantidade 1 5 11 17 Percentual % 6 29,5 64,5 100 4.9 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE DOCENTE Fábio Henrique Gulo Luana Passos Luzia de Fátima Paula Marcela Lopes Gomes Taciana Belluci de Araújo TITULAÇÃO Mestre Mestres Doutora Mestre Mestre REGIME DE TRABALHO Parcial Parcial Integral Parcial Parcial Síntese de Titulação dos Docentes de Pedagogia – NDE Mestre Doutor Total Titulação Quantidade 4 1 Percentual % 80 20 100 - Síntese da Jornada dos Docentes - NDE Regime de Trabalho Quantidade Percentual % Integral 1 20 Parcial 4 80 Horista Total 5 100 84 5. CORPO DISCENTE 5.1 PERFIL DO CORPO DISCENTE Para ser aluno de um dos cursos da Facmil é necessário demonstrar competências para lidar, em nível pelo menos razoável, com os conteúdos mínimos que integram os diferentes componentes do núcleo comum do currículo do ensino médio. O aluno deve apresentar raciocínio lógico, ter redação coerente, coesa, com começo, meio e fim e abertura para a construção de novos conhecimentos, para aprender, além de uma concepção adequada do contexto no qual está inserido. A figura do aluno no processo de ensino e de aprendizagem constitui um aparente paradoxo, cuja solução passa necessariamente pela adoção de um novo paradigma pedagógico. Ao mesmo tempo em que o aprendiz se constitui, por um lado, no objetivo e figura primordial do processo, configura-se na realidade como o componente que, na grande maioria das vezes, pelo menos no ensino tradicional, normalmente atua como um elemento passivo e de menor importância no sistema. O que se pode aí constatar é a imensa responsabilidade educacional e social do professor, ao verificar que, com relação aos pressupostos que devem ser assimilados pelo corpo discente, a maior parcela deles está efetivamente mais ao alcance do docente do que do aprendiz. Tal reconhecimento, entretanto, passa despercebido na educação tradicional, posto que normalmente foge ao conteúdo da matéria. A seguir estão discriminados os pressupostos para o aprendiz, nos quais uma simples análise demonstra já a necessidade da influência e participação docente, que se faz indispensável para a sua incorporação: • Aprendizagem da estrutura básica do processo de ensino (forma); • Conhecimento com relação às suas características como aprendiz; • Certeza de estar inserido no estudo (conteúdo) de preferência; • Abertura para o desenvolvimento das orientações necessárias; • Participação em atendimento extraclasse; • Predisposição para o estudo; • Atitude ativa e de participação; • Desenvolvimento do espírito colaborativo; 85 • Adoção de condutas externas compatíveis e favoráveis. Partindo-se da essência da presente proposta para explicitar estes pressupostos, não se pode conceber a possibilidade do estudante alcançar um bom nível de aproveitamento se não tiver conhecimento dos meios de aprendizagem mais favoráveis a sua pessoa, para viabilizar os procedimentos mais adequados ao seu próprio estudo. Muito embora haja a necessária e indispensável participação do professor no auxílio a vários dos aspectos aqui mencionados, existem outros inacessíveis ao docente e que dependem fundamentalmente da conscientização, responsabilidade e maturidade do aprendiz. Veja-se que a escolha do curso adequado, a predisposição para o estudo, o comportamento social, a experiência extraclasse e o modus vivendi do aluno compõem um conjunto de elementos normalmente com uma participação mais efetiva do professor. Tratando-se aqui, entretanto, de um estudo sobre populações de adultos, entende-se como já razoavelmente desenvolvidas muitas dessas características, sendo suficiente muitas vezes apenas a ação de um catalizador, em que a figura do mestre pode-se fazer presente. A Facmil adota como política dar apoio aos seus discentes, principalmente àqueles oriundos de escolas públicas, levando em conta as dificuldades que os alunos apresentam ao ingressarem no ensino superior. 5.2 APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS A Facmil assume como política institucional apoiar os alunos para que participem de eventos que possam contribuir para a atualização e aperfeiçoamento de sua formação. Este apoio é realizado por meio de divulgação e na forma de facilitador de transporte aos alunos para eventos, visitas, publicação de artigos científicos, elaboração de jornais e murais didático-pedagógicos, congressos, seminários, encontros e outras atividades voltadas para a formação adequada e atual dos discentes. 5.3 MECANISMO DE NIVELAMENTO Considerando as dificuldades apresentadas pelos alunos, oriundos principalmente de escolas públicas e cursos supletivos que chegam aos seus diferentes cursos, com defasagens significativas em componentes básicos no processo de aprendizagem nos diferentes cursos oferecidos, especialmente nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática, a Faculdade oferece aos seus alunos um processo de ensino e de aprendizagem realizado a partir de metodologias diferenciadas que os auxiliem a vencer suas dificuldades básicas e desenvolver um bom curso. 86 5.4 ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS A Facmil utiliza mecanismos de acompanhamentos de seus egressos já previstos na Avaliação Institucional. Este acompanhamento se dá periodicamente por meio de correspondências, contatos pessoais e via eletrônica, convites para a participação nos eventos especiais do Instituto, o que resulta em relatórios sobre o desenvolvimento do egresso no mercado de trabalho. Além disso, esforços estão sendo contemplados visando a formação de uma Associação de Ex-Alunos. 5.5 BOLSAS DE ESTUDOS São oferecidas bolsas a alunos carentes e com bom desempenho escolar para que possam continuar seus estudos com dignidade. É política institucional oferecer aos alunos bolsas de estudos, por meio de Projetos Sociais, a saber. Atenta às dificuldades da região, a Facmil idealizou seus Projetos Sociais. São programas facilitadores para o acesso de jovens e adultos carentes no ensino superior, conhecidos em todo o Estado e reconhecidos pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Coordenado por um departamento específico da Instituição, tem como missão: lançar a oferta e a prática de uma Educação Solidária, através de parcerias com Instituições, Projetos Sociais, Educacionais e Culturais, permitindo a Educação para todos e a Inserção Social. 5.5.1 PROGRAMAS INSTITUCIONAIS DE FINANCIAMENTO DE ESTUDOS A Facmil é consciente de que uma grande parcela de seus alunos, principalmente as classes C e D, são trabalhadores por vezes braçais que não dispõem de tempo e disposição para se dedicar a um dos projetos sociais que a IES oferece. É pensando nestes alunos que a faculdade oferece ainda aos seus alunos a possibilidade de financiar o seu estudo, por meio de parceria com o Governo Federal através do FIES. No entanto, conhecedores das exigências e da grande procura por este programa, de universitários de todo o Brasil, a faculdade, por meio da sua mantenedora e em parceria com a Fundação UNIESP Solidária, possui um financiamento próprio da Faculdade, denominado FIENESP, num plano sem juros e sem correção. Estes dois programas de financiamentos, em conjunto com os projetos sociais, são parte das ações para o cumprimento de sua missão. 87 FINESP - Financiamento Estudantil da Própria Faculdade O FINESP é um programa que tem como objetivo facilitar o acesso e formação à faculdade, podendo financiar até 70% das mensalidades durante todo o período regular do curso escolhido, pagando apenas 30% das mensalidades no valor do 1º dia útil; o financiamento é oferecido de uma maneira clara e objetiva através do plano SEM: sem juros, sem correção e sem avalista (desde que não tenha restrições financeiras). No início de cada semestre, os alunos novos e transferidos que não conseguiram nenhuma bolsa e estiverem interessados em fazer o FINESP, poderão se inscrever no financiamento, desde que se enquadrem nos requisitos descritos abaixo: - Estar regularmente matriculado na faculdade; - Ter cursado o ensino médio em escola pública; - Condição socioeconômica de acordo com a avaliação da renda bruta total mensal familiar de no máximo cinco salários mínimos; - Inscrito em algum projeto de bolsas e não ter sido contemplado; - Possuir comportamento e notas conforme o regimento interno da faculdade; - Não possuir restrições financeiras (podendo apresentar avalista); O financiamento é válido durante todo período regular do curso ou até quando o aluno achar necessário; o valor de desconto do financiamento virá descrito no corpo do boleto. Para renovar o financiamento a cada semestre, o aluno precisa ter no mínimo 75% de presença e médias suficientes para aprovação em todas as disciplinas do semestre anterior ao da renovação. Caso contrário, o aluno perderá o seu financiamento. O estudante poderá, a seu critério, encerrar seu financiamento a qualquer momento e sua opção terá validade no primeiro dia útil do mês seguinte à solicitação. Para isso, o estudante deverá comunicar a Faculdade sobre sua decisão através de requerimento. No entanto, o aluno que encerrar o financiamento em curso começará a amortizar o valor financiado um mês após a solicitação. A faculdade, ciente que as instituições de ensino são por excelência o veículo natural de disseminação da responsabilidade social e também responsáveis pela formação do cidadão, visa proporcionar aos jovens carentes a possibilidade de ingresso ao ensino superior, e ao longo dos seus vinte e cinco anos de existência firmou e consolidou parcerias com órgãos governamentais e instituições para concessão de bolsas de estudo de até 100%. 88 No entanto, acreditando que em Responsabilidade Social na área educacional não pode existir doação e sim reciprocidade, a Faculdade exige dos alunos contemplados bom desempenho acadêmico e contrapartida social através da prestação de serviços em creches, asilos, hospitais, associações de moradores, escolas municipais e estaduais e instituições beneficentes. Nos Projetos Sociais, a UNIESP Solidária firmou convênios com prefeituras, sindicatos, empresas, associações, fundações, cooperativas, dentre outras, que fazem de seus participantes/alunos um UNIVERSITÁRIO CIDADÃO. Para os mais de 100 parceiros, os convênios promovem a valorização do funcionário/associado por proporcionar um elemento facilitador para ingresso no ensino superior. Além disso, esse incentivo acarreta na melhoria da motivação do funcionário, e, consequentemente, no aumento da produtividade. Ainda mais, este passa a aplicar o conhecimento adquirido na faculdade em seu dia a dia, o que pode representar um trabalho de maior qualidade, visto que há um maior conhecimento. Nesse sentido, apresentamos uma síntese desses trabalhos abaixo, idealizados pela UNIESP, e em parceria com os Governos Federais e Estaduais. Universitário Cidadão Consiste na contemplação de bolsa de até 50% tendo como proposta a prestação de serviço voluntário do aluno bolsista em instituições filantrópicas, asilos, creches, hospitais, ONGS e instituições sociais, transformando-as em centros comunitários, voltados para o exercício da cidadania. Com o objetivo de inserir o jovem no ensino superior e, consequentemente incentivar o voluntariado. O Universitário Cidadão é sem dúvida uma criativa e contundente política social implementada, de extraordinária dimensão social, pois atende diretamente a classe social menos favorecida através da mais nobre ação social que uma instituição pode conceber: a educação aliada à consciência de cidadania e dever cívico. O aluno Universitário Cidadão será contemplado com um percentual de bolsa de acordo com a quantidade de horas de prestação de serviços: 50% de Bolsa, 6 horas de serviço voluntário; 40% de Bolsa, 5 horas de serviço voluntário; 30% de Bolsa, 4 horas de serviço voluntário; 20% de Bolsa, 2 horas de serviço voluntário. O curso poderá ser válido, desde que o aluno cumpra com suas atribuições; que não seja reprovado por notas ou faltas; que não atrase o pagamento da mensalidade; que a instituição 89 continue necessitando do aluno como Universitário Cidadão, e de acordo com o orçamento da faculdade. Programa Fidelidade UNIESP No Programa Fidelidade, a UNIESP concederá 5% (cinco por cento) do valor pago pelo aluno à escola parceira que o encaminhou, que serão transformados em pontos. Com a pontuação adquirida, a escola poderá efetuar a troca por equipamentos audiovisuais, computadores, impressoras, máquinas fotográficas, laboratórios, material didático, livros, e outros, de forma a atender o pedagógico. O principal objetivo do Programa Fidelidade UNIESP é propiciar a Integração Faculdade-Escola, através de parceria, visando à promoção do desenvolvimento das escolas com a inclusão dos jovens egressos do ensino médio público e privado no ensino superior, de forma integrada e sustentável, para que possam ser revertidos às escolas benefícios, alavancando assim o processo de ensino e de aprendizagem. O Programa Fidelidade terá vigência a partir da assinatura do Termo de Adesão, firmado entre a UNIESP e a Escola parceira, valendo apenas para os alunos que efetuarem a matrícula através de ingresso por vestibular ou transferência. A partir do ingresso na UNIESP do primeiro aluno indicado, será computado para a escola e para a APM o referido percentual transformado em pontos, conforme consta do presente regulamento. 5.5.2 PROGRAMAS FEDERAIS DE FINANCIAMENTO DE ESTUDOS PROUNI – Programa Universidade para Todos O Programa Universidade para Todos, denominado PROUNI, é destinado à concessão de bolsas de estudo integrais e bolsas de estudo parciais de cinquenta por cento (meia-bolsa) para cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de ensino superior, com ou sem fins lucrativos e oferece ainda a implementação de políticas afirmativas de acesso ao ensino superior aos autodeclarados indígenas ou negros e aos portadores de deficiência. A UNIESP, diante do lançamento do PROUNI pelo Ministro da Educação e ciente da carência social existente para o ingresso no ensino superior, apoiou o Secretário Executivo do MEC - Fernando Haddad e foi a primeira das 35 instituições que aderiram ao programa, quando 90 do lançamento pelo Ministro da Educação, disponibilizando 10% de suas vagas iniciais para ingresso de alunos ao ensino superior. Poderá ser beneficiado pelo PROUNI o estudante que participou do ENEM do ano a ingressar e que tenha cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada na condição de bolsista integral, estudante portador de necessidades especiais, professor da rede pública de ensino que se candidate a cursos de licenciatura destinada ao magistério e à educação básica e Pedagogia, independente da renda, desde que haja vaga e após a seleção do Ministério da Educação e da Faculdade. Poderá participar o estudante que atenda aos requisitos anteriores e que tenha renda per capita familiar de, no máximo, um salário mínimo e meio e também aqueles que atendam aos requisitos anteriores e que tenha renda per capita familiar de, no máximo, três salários mínimos. FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal O FIES – Programa de Financiamento Estudantil do governo brasileiro, operado pelo Ministério da Educação em conjunto com a Caixa Econômica Federal, financia até 100% das despesas estudantis. O FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal é um programa do Ministério da Educação destinado a financiar a graduação no Ensino Superior de estudantes que não têm condições de arcar com os custos de sua formação e estejam regularmente matriculados em instituições particulares, conveniadas com o Programa e com notas positivas nas avaliações do MEC. 5.5.3 PROGRAMAS ESTADUAIS DE FINANCIAMENTO DE ESTUDOS Bolsa Escola da Família Visando a contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de paz, o Programa Bolsa Escola da Família, elaborado pelo Governo do Estado de São Paulo e através da parceria com faculdades proporciona a abertura, aos finais de semana, de várias escolas da Rede Estadual de Ensino no estado de São Paulo, transformando-as em centro de convivência, com atividades voltadas às áreas esportiva, cultural, de saúde e de qualificação para o trabalho.