0
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
DE
LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
São José do Rio Preto
2013
1
SUMÁRIO
1. FACULDADE FACMIL
1.1 MANTENEDORA
1.2 MANTIDA
1.2.1 BREVE HISTÓRICO DA FAIMI
1.2.2 MISSÃO E VISÃO INSTITUCIONAIS
1.2.3 PRINCÍPIOS E OBJETIVOS DA INSTITUICÃO
1.2.4 DIRIGENTE DA FACMIL
3
3
3
3
3
4
6
2. CONTEXTO EDUCACIONAL
2.1. INSERÇÃO REGIONAL
2.1.1 INDICADORES SOCIOECONÔMICOS
2.2 JUSTIFICATIVA PARA IMPLANTAÇÃO DO CURSO
2.2.1
IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS
CONSTANTES NO PDI, NO ÃMBITO DO CURSO
7
7
10
12
13
3. CURSO
16
3.1 CARACTERIZAÇÃO
16
3.2 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS
23
3.2.1 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
23
3.2.2 AVALIAÇÃO DO CURSO
24
3.3 ATIVIDADE COMPLEMENTAR DO CURSO
25
3.4 PERFIL DO EGRESSO
26
3.5 FORMAS DE ACESSO AO CURSO
28
3.6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO (TCC)
28
3.7 ESTÁGIO CURRICULAR
28
3.8 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM 30
PEDAGOGIA
3.9 EMENTÁRIO
32
4. CORPO DOCENTE
4.1 CARACTERIZAÇÃO
4.2 PERFIL DO DOCENTE
4.3 ATIVIDADES DOCENTES
4.4 ATIVIDADES DE ENSINO
4.5 PLANOS DE CARGOS, SALÁRIO E CARREIRA DOS DOCENTES
4.6 PROGRAMAS ESTADUAIS DE FINANCIAMENTO DE ESTUDO
4.7 COORDENAÇÃO DE CURSO
4.7.1 DADOS DA COORDENADORA
4.8 CORPO DOCENTE DO CURSO
4.9 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE
77
77
77
78
78
79
79
80
80
81
83
2
5. CORPO DISCENTE
5.1 PERFIL DO CORPO DISCENTE
5.2 APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS
5.3 MECANISMO DE NIVELAMENTO
5.4 ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS
5.5 BOLSAS DE ESTUDOS
5.5.1 PROGRAMAS INSTITUCIONAIS DE FINANCIAMENTO DE
ESTUDOS
5.5.2 PROGRAMAS FEDERAIS DE FINANCIAMENTO DE ESTUDOS
5.5.3 PROGRAMAS ESTADUAIS DE FINANCIAMENTO DE ESTUDOS
84
84
85
85
86
86
86
89
90
3
1. FACULDADE FACMIL
1.1 MANTENEDORA
Mantenedora:
Unimil
Sociedade
Av. Francisco das Chagas Oliveira, n. 791
Chácara Municipal, São José do Rio Preto
Fone-Fax: (17) 3611 6550
de
Educação
e
Cultura
S/S
Ltda
1.2 MANTIDA
Mantida:
Faculdade Facmil
CNPJ. 05.372.411/0001-21
IES 5124
Credenciada pela Portaria de autorização n. 833, de 04/07/2008.
Av. Francisco das Chagas Oliveira, n. 791,
Chácara Municipal, São José do Rio Preto
Fone-Fax: (17) 3611 6550
1.2.1 BREVE HISTÓRICO DA FACMIL
A Faculdade surgiu do ideal de criar uma instituição de educação superior voltada
inicialmente para o ensino de Graduação em Administração e Direito, visando a suprir a
crescente demanda de pessoal qualificado em gerência executiva na Região de São José do Rio
Preto-SP, estabelecendo como premissa principal a qualidade de ensino, tendo como referência
as melhores escolas de ensino superior do país.
A FACULDADE FACMIL é uma instituição mantida pela UNIMIL Sociedade de
Educação e Cultura S/S Ltda, pessoa jurídica de direito privado, com atuação educacional inscrita
no CNPJ nº 05.372.411.0001-21, com seus atos constitutivos devidamente arquivados na Junta
Comercial do Estado de São Paulo - JUCESP.
A UNIMIL tem por objeto social criar e manter estabelecimento de ensino superior
de Administração e outros a serem futuramente criados. Seu contrato social está registrado na
Junta Comercial do Estado de São Paulo, sob nº 10.686, deferido em 14/12/2005, assim como as
alterações contratuais posteriores.
1.2.2 MISSÃO E VISÃO INSTITUCIONAIS
Missão:
Promover o ensino superior voltado para as realidades e potencialidades regionais,
contribuindo para a formação de cidadãos comprometidos com o desenvolvimento sustentável e
4
oferecer uma educação socialmente responsável, com alto grau de qualidade, propiciando o
desenvolvimento dos projetos de vida de seus alunos.
Esta missão se concretiza na promoção da educação por meio do ensino, das formas
de pesquisa e na abertura de seus espaços para que a extensão do domínio do conhecimento se
estenda a toda a comunidade, facilitando, assim, a congruência de todos os espaços habilitados a
formar novos conhecimentos, hábitos, atitudes e competências.
Visão:
Ser uma organização de referência regional nas áreas de formação que oferece, com
ações que promovam a melhoria da qualidade de vida na sociedade.
1.2.3 PRINCÍPIOS E OBJETIVOS DA INSTITUIÇÃO
A Facmil tem por princípios (valores):
 Igualdade: todos os indivíduos são iguais perante a sociedade, possuindo os mesmos direitos e
deveres, e serão possuidores, com igualdade, ao final de cada curso, do melhor conhecimento.
 Qualidade: o ensino e a vivência escolar serão desenvolvidos de modo a criar as melhores e mais
apropriadas oportunidades para que os indivíduos se desenvolvam na sua total potencialidade
cultural, política, social, humanística e profissional.
 Democracia: a responsabilidade pelo cumprimento deste compromisso está dividida entre
alunos, professores, funcionários, administradores e comunidade, que, participando crítica e
efetivamente do processo acadêmico, promoverão o exercício pleno da cidadania.
 Humanismo: o rompimento do individualismo em todos os níveis, de modo a estimular a ética
e os ideais de solidariedade humana.
A FACMIL se dispõe a ampliar sua atuação na área de formação de professores,
pretendendo contribuir para uma nova escola, engajada com a construção de um Brasil mais
solidário, preocupado e disposto a minimizar os preconceitos e a injustiça social.
O avanço e a disseminação das tecnologias da informação e da comunicação
estão impactando as formas de convivência social, de organização do trabalho e
do exercício da cidadania. A internacionalização da economia confronta o Brasil
com a necessidade indispensável de dispor de profissionais qualificados.
Quanto mais o Brasil consolida as instituições políticas democráticas, fortalece
os direitos da cidadania e participa da economia mundializada, mais se amplia o
reconhecimento da importância da educação para a promoção do
desenvolvimento sustentável e para a superação das desigualdades sociais
(BRASIL CNE/CP 09/2001 p.3-4).
5
Sob esta ótica, exige-se um novo conjunto de conhecimentos e competências a serem
aprendidas e desenvolvidas pelas instituições de nível superior responsáveis pela democratização
e produção, e a FACMIL, ciente dessa nova realidade, e comprometida com os princípios que
regem a ciência e a ética contemporâneas, tem como meta para o curso de Pedagogia formar
profissionais com uma visão crítica do mundo e que estejam aptos para o exercício da profissão
de pedagogo.
Formar criticamente os educandos é, sem dúvida, um dos grandes desafios que se
apresenta para todos os níveis da educação, notadamente, para o ensino superior. É preciso
torná-los, portanto, capazes de pensar e refletir sobre a realidade atual, questionando as bases da
educação no contexto brasileiro, sua problemática, suas nuances, mas, sobretudo, suas
possibilidades.
Nessa direção, propõe-se uma formação que visa à construção individual e coletiva do
conhecimento, oferecendo uma base teórico-prática consistente para a formação do educador, voltada
para a compreensão ampla e fundamentada do fenômeno educacional.
A FACMIL pretende contribuir para uma nova escola, que construa o conhecimento, no
sentido de permitir uma sociedade capaz de aprender, visando à emancipação humana,
concordando com Protágoras:
[...] o homem é a medida de todas as coisas, o que nos induz a concluir que as
coisas só evoluem se evoluirmos o homem e, o homem só evolui por
intermédio da educação, e, educação desejada é aquela que alia o conhecimento
com a competência para usá-lo.
Enfim, é necessário um curso de Pedagogia que forme professores habilitados e
competentes para o trabalho em todas as vertentes da área educacional, com sólidos
conhecimentos teóricos, que se articule com as práticas e que garanta qualidade e efetividade na
educação do país.
Sob a perspectiva de uma educação crítica e transformadora, vislumbrando a
modernidade e, consequentemente, os avanços tecnológicos, o curso de Pedagogia da FACMIL
apoia-se nos quatro princípios básicos que fundamentam as mudanças curriculares: flexibilidade,
autonomia, articulação e atualização.
Esses aspectos estão contextualizados e embasados pelas novas diretrizes curriculares
para o curso de Pedagogia, bem como pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
9394/1996, sempre voltada para a formação de profissionais de caráter generalista com pleno
domínio da realidade de seu tempo.
6
Para tanto, o curso vem estimulando a reflexão sobre os novos paradigmas cuja
complexidade e heterogeneidade impõem profissionais com perfil diferenciado e assume o
compromisso com uma formação holística por meio do ensino, da iniciação científica e da
extensão.
1.2.4 DIRIGENTE DA FACMIL
Diretor Geral: Jorge Luiz Marcheti
7
2. CONTEXTO EDUCACIONAL
2.1 INSERÇÃO REGIONAL
A FACMIL, mantida pela UNIMIL, está sediada à Av. Francisco Chagas de Oliveira n°
791, Chácara Municipal, na cidade de São José do Rio Preto, localizado a noroeste da capital do
estado,
distando
desta
cerca
de
443 km.
Ocupa
uma área de 431,3 km², sendo
que 119,48 km² estão em perímetro urbano.
A cidade é servida pelas rodovias: Washington Luis (SP 310), Feliciano Sales Cunha,
Transbrasiliana (BR 153), Euclides da Cunha e Assis Chateaubriand, unindo a região com as
principais capitais (São Paulo, Brasília, Belo Horizonte) e outras macrorregiões do Estado de São
Paulo e Triângulo Mineiro. O Aeroporto de São José do Rio Preto é um dos maiores do interior
do Estado.
A temperatura média anual é de 23,6°C e na vegetação do município predomina uma
formação arbórea esparsa. Em relação à frota automobilística, em maio de 2012, foram
contabilizados 311 050 veículos. Com uma taxa de urbanização da ordem de 94,08%, o
município contava, em 2009, com 157 estabelecimentos de saúde. O seu Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,834, considerado como elevado em relação ao estado.
A população, no ano de 2010, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), era de 408.258 habitantes, o décimo segundo município mais populoso de São Paulo, e
primeiro de sua região. O IBGE estima, para 2012, 415.769 habitantes.
A Região Administrativa de São José do Rio Preto conta com 96 municípios, com
população aproximada a 1,4 milhões de habitantes. Está em discussão, a nível estadual, um
Projeto de Lei para a criação da Região Metropolitana de Rio Preto, que abrangerá um raio de
30km, com os seguintes municípios e suas respectivas populações:
População
Município
Adolfo
Bady Bassit
(Censo 2010)
3.557
14.605
Balsamo
8.160
Cedral
7.968
Guapiaçú
17.885
8
Ibirá
10.868
Icém
7.462
Ipiguá
4.459
Jaci
5.657
José Bonifácio
32.774
Mendonça
4.640
Mirassol
53.809
Mirassolandia
4.295
Monte Aprazível
21.748
Nova Aliança
5.891
Nova Granada
19.178
Olímpia
50.024
Onda Verde
3.884
Potirendaba
15.453
São José do Rio Preto
408.435
Tanabi
24.055
Ubarana
5.286
Uchoa
9.475
Zacarias
2.334
Total de habitantes
741.902
A pirâmide etária do município de São José do Rio Preto foi divulgada no documento
Conjuntura
Econômica
2012,
disponível
http://www.riopreto.sp.gov.br/PortalGOV/do/subportais_Show?c=60202,
abaixo:
em
demonstrada
9
Educação
O município conta com escolas em todas as suas regiões. A população da zona rural tem
fácil acesso a escolas em bairros urbanos próximos em razão da alta taxa de urbanização.
O município contava, em 2008, com aproximadamente 40 639 matrículas, 2 673 docentes
e 193 escolas nas redes públicas e particulares. O município tem características de cidade
universitária por possuir diversas instituições de ensino superior. No ensino público, destacam-se
o campus da Unesp, mais especificamente o Instituto de Biociências, Letras e Ciências
Exatas (IBILCE),
a Faculdade
de
Medicina
de
São
José
do
Preto (FAMERP)http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Jos%C3%A9_do_Rio_Preto
cite_note-83 e a Faculdade de Tecnologia de São José do Rio Preto (Fatec Rio Preto).
Educação de São José do Rio Preto em números
Nível
Matrículas Docentes Escolas (total)
Ensino pré-escolar
2415
8259
148
Ensino fundamental 29036
2217
142
Ensino médio
1015
55
14731
Rio
-
10
Ensino Superior- Graduação
Ano
Unidades
N° Cursos
N° alunos
N° professores
2008
10
129
30300
1872
2009
10
132
28778
1846
2010
10
154
27332
1820
2011
9
164
28541
1723
2.1.1 INDICADORES SOCIOECONÔMICOS
O Produto Interno Bruto - PIB - de Rio Preto é o 57º maior do Brasil, destacando-se na
área de prestação de serviços. De acordo com dados do IBGE, relativos a 2009, o PIB do
município era de R$ 7 879,048 mil. O PIB per capita é de R$ 18 776,09.
Dos 5 565 municípios brasileiros, São José do Rio Preto ocupa a 18ª colocação
no ranking das mais promissoras cidades brasileiras para se construir uma carreira profissional,
segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, publicada na revista Você S.A.
Setor primário
Produção de cana-de-açúcar, milho e tomate (2007)
Produto
Área colhida (Hectares) Produção (Tonelada)
Cana-de-açúcar 6 600
594 000
Milho
200
840
Tomate
5
150
A agricultura é o setor menos relevante da economia de São José do Rio Preto. De todo o
PIB da cidade, 17. 247 mil reais é o valor adicionado bruto da agropecuária. Em 2009, a cidade
produziu 3,562 milhões de litros de leite de 5.086 vacas. Na lavoura temporária, são produzidos
principalmente a cana-de-açúcar (594 000 toneladas), o milho (840 toneladas) e o tomate (150
toneladas).
11
Setor Secundário
A indústria, atualmente, é o segundo setor mais relevante para a economia do
município. R$942 684,00 do PIB municipal são do valor adicionado bruto da indústria (setor
secundário). Grande parte da renda oriunda do setor secundário é original do seu distrito
industrial, que é composto em geral por micros, pequenas e médias empresas.
Também possui relevante participação na área industrial da cidade o chamado Setor de
Minidistritos e Centro Incubador de Empresas. Foi elaborado pela Secretaria Municipal de
Planejamento e Gestão Estratégica, no final de 1983, quando foi detectada a existência de vários
micros e pequenos empreendedores mal instalados ou que desejavam iniciar suas atividades em
local próprio. Hoje, o programa conta com 12 minidistritos industriais, onde estão instaladas 743
empresas, que geram cerca de 3.536 empregos diretos.
O segmento de alimentos e bebidas, fortemente apoiado na agropecuária, é a atividade de
maior peso, sendo responsável por 50,3% do valor adicionado da indústria regional, e
empregando 30,3% do pessoal ocupado. A fabricação de artigos de borracha e plástico (5,8% do
valor adicionado) e a fabricação de produtos de metal (4,2%) vêm a seguir. A indústria moveleira
tem se disseminado na região, a partir dos anos 1990, tendo peso em municípios como
Catanduva, Valentim Gentil, Mirassol e Jaci.
Setor Terciário
O setor de serviços vem expandindo ano após ano, com a multiplicação das agências
bancárias e escritórios operacionais.
A prestação de serviços rende R$ 5. 247.106,00 ao PIB municipal. O setor terciário
atualmente é a maior fonte geradora do PIB rio-pretense. De acordo com o IBGE, a cidade
possuía, no ano de 2008, 21 604 unidades locais, 20 955 empresas e estabelecimentos comerciais
atuantes e 256 797 trabalhadores, sendo 142.536 pessoal ocupado total e 114 261 ocupado
assalariado. Salários juntamente com outras remunerações somavam R$ 1 714 087,00 e o salário
médio mensal de todo município era de 2,9 salários mínimos. Um dos principais pontos
comerciais da cidade é o Riopreto Shopping Center, localizado em frente à Facmil, inaugurado
em 1989. Hoje, recebe mensalmente cerca de 1 500 000 de consumidores e é o maior centro de
compras e lazer de uma região que abrange 250 municípios com população de 2,5 milhões de
habitantes, nos estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná. Em
outubro de 2012, foi inaugurado o Shopping Cidade Norte, e, em 2014, está prevista a
inauguração do Shopping Iguatemi Rio Preto.
12
2.2 JUSTIFICATIVA PARA IMPLANTAÇÃO DO CURSO
Afinados às características socioeconômicas da cidade de Mirassol e região, os cursos da
Faculdade têm por finalidade suprir a necessidade no tocante à carência e demanda por
profissionais da área da educação, justificado pelo número de Escolas de Educação Básica da
região de Mirassol que absorverão os egressos do curso.
Considerando também o número de alunos concluintes do Ensino Médio da cidade de
Mirassol e região, visualiza-se a necessidade do profissional Licenciado em Pedagogia, que deverá
desenvolver a docência e a gestão na escola básica, a fim de promover a educação científica e o
desenvolvimento integral dos alunos neste nível de escolaridade.
O curso de Pedagogia visa à formação dos seguintes profissionais: docentes para a
Educação Infantil e para as séries iniciais do Ensino Fundamental e profissionais da educação
para a gestão escolar.
Quanto à docência, o curso se pauta, de acordo com as Diretrizes Curriculares para o curso de
Pedagogia (2006), na
[...] ação educativa e processo pedagógico metódico e intencional, construído
em relações sociais, étnico-raciais e produtivas, as quais influenciam conceitos,
princípios e objetivos da Pedagogia, desenvolvendo-se na articulação entre
conhecimentos científicos e culturais, valores éticos e estéticos inerentes a
processos de aprendizagem, de socialização e de construção do conhecimento,
no âmbito do diálogo entre diferentes visões de mundo. (p. 1)
Portanto, a esses profissionais, o curso visa a:
•
Oportunizar investigações, a fim de entender o desenvolvimento cognitivo, afetivo, social e moral
dos educandos, possibilitando a atuação e a transformação da realidade educacional,
considerando a especificidade da habilitação;
•
Desenvolver a capacidade de compreensão e leitura do contexto social histórico, buscando novas
alternativas curriculares fundamentadas na pesquisa, na diversidade cultural e na perspectiva de
modernidade;
•
Possibilitar uma formação capaz de refletir e analisar o seu próprio perfil profissional, visando à
continuidade do seu desenvolvimento profissional, individual e coletivo para além do âmbito
acadêmico;
•
Possibilitar o conhecimento e a compreensão crítica da realidade educacional e do pensamento
pedagógico nas suas diferentes influências e implicações;
13
•
Fornecer subsídios teóricos e metodológicos fundamentados na qualidade das atividades de
ensino, pesquisa e extensão e nos desafios postos pelo contexto social, econômico, político e
cultural;
•
Participar da construção de um conhecimento pedagógico mediador de uma prática educativa de
caráter interdisciplinar e transformadora.
Para tanto, cabe ao profissional do curso de Pedagogia, o pedagogo, além de educar,
aprimorar, planejar, administrar, supervisionar e orientar as diversas instâncias do processo
educacional. Ele é também o responsável pela integração entre a escola e a comunidade.
2.2.1 IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS CONSTANTES NO
PDI, NO ÂMBITO DO CURSO
De acordo com o Regimento Interno da Faculdade, cabe ao Coordenador, ao Colegiado
de Curso e ao NDE (Núcleo Docente Estruturante), sua gestão, em articulação com as demais
instâncias acadêmico-administrativas, visando à realização dos objetivos do curso em
consonância com a finalidade da Instituição.
A Instituição, como um todo, busca, de forma integrada e coerente, a realização
concreta dos objetivos descritos no Regimento Interno, no Plano de Desenvolvimento
Institucional, no PPI, que abordam as políticas institucionais, destacando-se as políticas de
ensino, pesquisa e extensão:
Ensino: Propiciar ao aluno uma formação global que lhe permita construir competências,
hábitos, habilidades e atitudes de forma crítica e criativa, estimulando-o a resolver problemas,
estudar casos, intervir em realidades, prever crises e fazer predições, sempre de forma ágil, versátil
e ética, buscando seu autoaprimoramento e autorrealização como pessoa e como cidadão,
qualificando-o profissionalmente e o tornando ciente de suas responsabilidades, usando, para
isso, os recursos do conhecimento em seus vários níveis e modalidades, além das vivências e
intervenções em realidades do seu cotidiano próximo ou remoto;
Pesquisa: Desenvolver o gosto pela pesquisa, a ação criadora, responsável e ética, a partir de
uma postura de investigação, reflexão, de curiosidade perante o novo e o diferente, buscando
novos conhecimentos e procedimentos que possam complementar e estimular o ensino e a
aprendizagem a alcançar graus mais elevados de excelência e a melhorar a qualidade de vida da
população envolvida;
Extensão: Integrar, de forma efetiva e permanente, as atividades de extensão às suas propostas
de ensino e de pesquisa, para que possam corresponder às necessidades e possibilidades da
14
instituição envolvida, da realidade local e regional e da sociedade como um todo, unindo, por
objetivos comuns, as suas comunidades interna e externa com benefício para ambas.
O Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia mantém articulação com o Projeto
Institucional (PPI) e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), atendendo às políticas
voltadas para a graduação, buscando a qualificação, a dinamização, a diversificação e a ampliação
de oportunidades que resultem na melhoria da qualidade acadêmica e de sua contribuição para o
desenvolvimento científico, tecnológico e social na região de abrangência.
O PPC, para atender de modo cada vez mais satisfatório à realidade social e profissional,
local e regional, trabalha com currículos flexíveis, possibilitando aproveitamento de estudos e de
competências, bem como a inserção do aluno na vida profissional, enquanto dá continuidade à
sua formação acadêmica. Algumas políticas definidas para a área acadêmica são:
a) Priorizar a integração do ensino, da pesquisa e da extensão;
b) Priorizar a formação de profissionais e cidadãos socialmente responsáveis e
empreendedores nas diferentes áreas do conhecimento, aptos à participação no desenvolvimento
da sociedade em que interagem;
c) Estabelecer áreas preferenciais para o desenvolvimento de cursos, orientando-os para
responder às demandas do mercado de trabalho local, regional e nacional;
d) Aprimorar a qualidade do estudante universitário, na sua formação científica, que
reflita no preparo profissional, capacitado a enfrentar os desafios da sociedade contemporânea;
e) Implementar ações que contribuam para o desenvolvimento social e para o
desenvolvimento da investigação científica e tecnológica.
Para atender de forma especial à articulação, o Curso de Pedagogia da Faimi
proporcionará ao aluno, além da sua formação técnico-profissional para o exercício da Pedagogia,
sua formação como cidadão participativo.
Conforme o Regimento Geral da Facmil, cabe ao Coordenador, Colegiado de Curso e
NDE (Núcleo Docente Estruturante) o processo de gestão do curso de Licenciatura em
Pedagogia, em articulação com as demais instâncias acadêmico-administrativas, objetivando a
realização do curso em consonância com os fins maiores da Instituição.
A prática das Políticas Institucionais e sua articulação refletem, na realidade, o previsto
regimental, pois a Instituição busca, de forma integrada e coerente, a realização concreta dos
objetivos descritos em seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), que aborda três
aspectos relativos às políticas institucionais:
a) Política de Educação Inclusiva: tendo como objetivo inserir a população carente no
processo educativo. Uma das dimensões deste processo de inclusão social é a de levar o curso
15
superior a todos os segmentos da sociedade, principalmente por meio de projetos sociais
vinculados ao governo (Escola da Família, PROUNI e Novo FIES) e projetos desenvolvidos
pelo próprio grupo UNIESP (Universitário Cidadão e Bolsa Escola Municipal, dentre outros);
b) Política de Plano de Carreira do Corpo Docente: de acordo com o Plano de Carreira
Docente seguem alguns critérios específicos como: seleção de currículo, entrevista do candidato
com o coordenador do curso e posterior contratação de titulados com lato sensu ou stricto sensu;
Política de Estágio: o estágio é componente obrigatório, sendo eixo articulado da teoria e da
prática e oportuniza ao aluno o contato direto com a realidade profissional. A gestão e o
acompanhamento dessa atividade estão sob a orientação da Diretoria Acadêmica, junto aos
coordenadores de curso e ao professor orientador de estágio.
16
3.
CURSO
3.1 CARACTERIZAÇÃO
O curso de Pedagogia, de acordo com a Secretaria de Ensino Superior do Ministério da
Educação, tem por objetivos formar o profissional para atuar no magistério de Educação Infantil,
nas séries iniciais do Ensino Fundamental, e na Gestão do trabalho pedagógico na educação
formal e não-formal, de acordo com a legislação vigente, sendo entendida como organização do
trabalho pedagógico a ser desenvolvida no campo da organização, planejamento, coordenação,
acompanhamento e avaliação do processo educativo formal e não-formal.
O projeto acadêmico do curso deve abranger as seguintes dimensões:
a) conhecimentos relativos à reflexão crítica sobre educação, escola e sociedade;
b) conhecimentos relativos ao exercício da docência nos anos iniciais do ensino
fundamental e da educação infantil;
c) conhecimentos relativos ao exercício da docência na formação pedagógica do
profissional docente;
d) conhecimentos relativos à gestão e à organização do trabalho pedagógico na educação
formal e não-formal;
e) conhecimentos relativos ao aprofundamento e/ou diversificação da formação do
pedagogo;
f) desenvolvimento da prática pedagógica, devendo constituir-se em espaço de integração
teórico e prática do currículo e em instrumento de aproximação do aluno à realidade social e
pedagógica do trabalho educativo por meio da pesquisa e do trabalho de conclusão de curso.
As normas e recomendações nacionais surgem nos marcos de um quadro geral de
flexibilização da gestão pedagógica e reafirmação da autonomia escolar, aliado à proposta de
atuação ético-profissional responsável com a construção de uma sociedade includente.
Reforça-se assim, a concepção de escola voltada para a construção de uma cidadania
consciente e ativa. O pedagogo, neste novo contexto, deve desenvolver competências que
ofereçam as bases culturais que permitam ao cidadão, seja criança, jovem ou adulto, posicionar-se
de forma crítica na vida produtiva e sócio-política.
Para tanto, o curso proposto toma como referência os eixos norteadores da DCN do
curso de Pedagogia, emanadas do Conselho Nacional de Educação, em 2006, buscando:
17
•
Sólida formação teórica e interdisciplinar sobre o fenômeno educacional e seus
fundamentos históricos, políticos e sociais, bem como o domínio dos conteúdos a serem
ensinados pela IES, que permita a apropriação do processo de trabalho pedagógico, criando
condições de exercer a análise crítica da sociedade brasileira e da realidade educacional;
•
Articulação entre teoria/prática que implica assumir uma postura em relação à produção
de conhecimento que impregna a organização curricular dos cursos, e não se reduz à mera
justaposição da teoria e prática em uma grade curricular; teoria e prática que perpassam todo o
curso de formação e não apenas a prática de ensino, o que implica novas formas de organização
curricular dos cursos de formação; a ênfase no trabalho docente como base da formação e fonte
dessa forma nova de articulação teoria/prática; ênfase no desenvolvimento de metodologias para
o ensino dos conteúdos das áreas específicas; tomar o trabalho como princípio educativo na
formação profissional, revendo-se os estágios e sua relação com as escolas das redes públicas e
privada e a forma de organização do trabalho docente na escola; e ênfase na pesquisa como meio
de produção de conhecimento e intervenção na prática social;
Gestão democrática como instrumento de luta contra a gestão autoritária na escola. O
•
profissional da educação deve conhecer e vivenciar formas de gestão democrática, entendida
como superação do conhecimento de administração enquanto técnica, na direção de apreender o
significado social das relações de poder que se reproduzem no cotidiano da escola, nas relações
entre os profissionais, entre estes e os alunos, assim como na concepção e elaboração dos
conteúdos curriculares;
Compromisso social e ético do profissional da educação, com ênfase na concepção sócio-
•
histórica de educador, estimulando a análise política da educação e das lutas históricas destes
profissionais professores articuladas com os movimentos sociais;
Trabalho coletivo e interdisciplinar entre alunos e entre professores como eixo norteador
•
do trabalho docente na universidade e da redefinição da organização curricular; a vivência e a
significação dessa forma de trabalho e produção de conhecimento permitem a apreensão dos
elementos do trabalho pedagógico na escola e das formas de construção do projeto pedagógicocurricular de responsabilidade do coletivo escolar;
•
Articular formação inicial e continuada, assegurando solidez teórico-prática na formação
inicial e diálogo permanente entre o lócus de formação inicial e o mundo do trabalho, via
programas e projetos de educação continuada, correspondendo à concepção de uma formação
em redes de conhecimento e saberes e, inclusive, programas de complementação pedagógica e
gestão educacional para licenciados em outra áreas e programas de pós-graduação.
18
A concepção adotada no Curso de Pedagogia da Facmil é de cunho emancipatório e tem
na educação o grande fator de humanização, posto que é a escola que preparara os indivíduos
para a participação e reestruturação da civilização, tendo em vista o desenvolvimento de toda a
humanidade.
Todavia, para a educação escolar sobreviver na Sociedade do Conhecimento, fortemente
impactada pelas novas tecnologias de informação e comunicação faz necessária a conciliação
entre o projeto de emancipação humana e os novos padrões econômicos de produção e
competitividade.
Desse modo, o curso de Pedagogia proporcionará ao egresso uma sólida formação nos
campos: científico, técnico, político e cultural, no sentido de oferecer-lhe uma prática pedagógica
questionadora, criativa, reflexiva, fundada nas crenças sobre o homem e o seu papel na sociedade,
de modo a encarar os desafios de sobreviver nesta mesma sociedade, notadamente marcada pela
exclusão, pelos contrastes, e transitar por ela com os saberes necessários para a prática da
cidadania.
Assim, o curso de Pedagogia tem por finalidade formar o profissional para a atuação em
várias instâncias da prática educativa, tendo em vista os objetivos de formação humana definidos
em sua contextualização histórica, num processo que envolve os elementos da prática educativa:
o educando, o educador, o saber e o contexto em que ocorre tal prática.
Constitui-se a missão do Curso de Pedagogia promover o ensino, a pesquisa e a extensão,
objetivando a produção de conhecimentos científicos que (re)signifiquem a existência humana,
possibilitando uma participação efetiva do profissional de pedagogia nas relações sociais,
políticas, econômicas e culturais, para atuar nos diversos espaços da sociedade.
● OBJETIVOS
Definem-se como objetivos:
GERAIS:

Formar profissionais comunicativos, reflexivos e conscientes de seu papel social na concepção de
uma escola que esteja voltada para a construção de uma cidadania ativa, aliando saberes e práticas
produzidas nos diferentes espaços de vivência.

Formar cidadãos conscientes e responsáveis para assumirem o papel de educadores
comprometidos com a construção de uma sociedade includente;

Capacitar o gestor escolar para organizar, planejar, desenvolver e avaliar projetos pedagógicos,
bem como estabelecer vínculos entre instituição de ensino, família, comunidade e autoridades no
setor educacional.
19

Proporcionar formação ampla e integrada para atuação nos processos educacionais em geral.

Formar profissionais para organizar a escola enquanto uma instituição social, que estabelece
relações internas e externas por meio da concepção de comunidade escolar que adote a gestão
escolar democrática a partir da constituição de um Conselho Escolar participativo, um projeto
pedagógico comprometido com a participação social e a atuação multidisciplinar, entre outros.

Assegurar um conhecimento atualizado a respeito das políticas públicas da educação nacional.

Assegurar conhecimentos sobre os aspectos físicos, cognitivos, afetivos e emocionais do
desenvolvimento humano, tanto de uma perspectiva científica, quanto relativas às representações
culturais e às práticas sociais de diferentes grupos e/ou classes sociais.

Assegurar uma formação sólida no sentido de formar o profissional, com qualidade,
competência, visão holística, para compreender a educação em sua totalidade, a dimensão e as
necessidades humanas, para atuar na docência ou na gestão educacional, considerando os
princípios éticos e sobre os princípios da cidadania, para a construção de uma escola que valide as
competências, as habilidades e atitudes dos sujeitos que a ela acessem.
ESPECÍFICOS:
- Analisar situações educacionais, procurando realizar pesquisas, de modo a produzir
conhecimentos teóricos e práticos;
- Incorporar as tecnologias de informação e comunicação ao planejamento e atividades
educativas;
- Planejar, organizar, realizar, gerir e avaliar situações de ensino/aprendizagem adequadas aos
objetivos, conteúdos e metodologia das diferentes áreas, à realidade dos alunos, visando à
melhoria da qualidade do ensino;
- Articular e integrar saberes e processos investigativos dos diversos campos do conhecimento,
visando à formação do cidadão.
● COMPETÊNCIAS E HABILIDADES:
● o aluno deverá estar habilitado a exercer atividades nas seguintes áreas e/ ou campos
profissionais: docência na Educação Infantil, nas séries iniciais do Ensino Fundamental regular e
de jovens e adultos; planejamento, organização, avaliação e gestão nos sistemas de ensino, escolas
e outros espaços educativos; produção e difusão do conhecimento no campo educacional;
● deverá possuir perfil em que apresente a capacidade de:
20
a) compreensão dos vários domínios do conhecimento pedagógico e dos conteúdos
disciplinares de formação contínua e autoaperfeiçoamento;
b) participação na implementação de projetos educativos que contemplem a diversidade e
as inter-relações das distintas esferas do social : cultura, ética, estética, científica e tecnológica;
c) mobilização e integração do conhecimento, capacidades e tecnologias para servir
efetivamente em situações pedagógicas concretas;
d) articulação, mediante práticas participativas, de recursos humanos, metodológicos,
técnicos e operativos;
e) investigação de situações educativas, sabendo mapear contextos e problemas, captar e
analisar as contradições, argumentar e produzir conhecimentos;
f) atuação ético-profissional, implicando responsabilidade social para a construção de uma
sociedade includente, justa e solidária.
● habilidades e competências quanto a:
Saberes pedagógicos amplos:
a) conhecer a realidade em que se inserem os processos educativos e desenvolver formas
de intervenção, com base na compreensão dos aspectos filosóficos, sociais, históricos,
econômicos, políticos e culturais que a configuram e a condicionam;
b) conhecer e avaliar as concepções filosóficas e pedagógicas das políticas educacionais e
seus processos de implementação, especialmente no que se refere à educação infantil, séries
iniciais do ensino fundamental, educação de jovens e adultos e formação de professores;
c) compreender o desenvolvimento e a aprendizagem de crianças, jovens e adultos,
inseridos em seus contextos culturais e sociais, considerando as dimensões cognitivas, afetivas,
éticas e estéticas;
d) articular as teorias pedagógicas e curriculares no processo ação–reflexão, envolvendo a
docência, a elaboração e avaliação de projetos pedagógicos e o desenvolvimento da organização e
gestão do trabalho educativo;
Saberes pedagógicos – didáticos:
a) participar da formulação, discussão, implementação e avaliação do projeto pedagógicocurricular da escola;
b) planejar, organizar, realizar, gerir e avaliar o trabalho pedagógico escolar e não escolar, a
partir do entendimento da dinâmica institucional e seus processos organizativos;
21
c) planejar, organizar, realizar, gerir e avaliar situações de ensino e aprendizagem, de modo
a adequar objetivos, conteúdos e metodologias específicos das diferentes áreas à diversidade dos
alunos e à promoção da qualidade da educação;
d) incorporar as tecnologias de informação e comunicação ao planejamento e às práticas
educativas;
e) analisar situações educativas e de ensino e realizar pesquisas, de modo a produzir
conhecimentos teóricos e práticos.
Saberes das áreas específicas:
a) Conhecer e articular conteúdos e metodologias específicas das áreas de conhecimento
envolvidas nos diferentes âmbitos de formação e atuação profissional;
b) Proceder à seleção e organização de conteúdos, de modo a converter o conhecimento
científico em conhecimento curricular, considerando contextos sócio-culturais e capacidades
cognitivas e afetivas dos alunos;
c) Promover a articulação e integração entre saberes e processos investigativos dos
diversos campos do conhecimento, visando à formação do cidadão.
● FORMAÇÃO ESPECÍFICA
Propõe-se desenvolver o processo formativo para que o egresso cumpra o seu
compromisso social em empreender a inserção da escola na realidade social, em lutar pela
melhoria da qualidade de vida dos alunos, ensinando-os a olhar criticamente a realidade e a
procurar formas responsáveis de transformá-la, seja em sua atuação como docente dos anos
iniciais, ou como gestor escolar, e:

saiba articular os conhecimentos técnico-científicos, artísticos e tecnológicos;

alicerce a formação das competências, habilidades e atitudes em princípios e
valores;

participe ativa e criativamente do projeto político-pedagógico da escola;

analise com perspicácia as múltiplas e complexas situações de aprendizagem;

oriente o processo pedagógico ao desenvolvimento cognitivo e cuide da educação
dos sentimentos;

revele autonomia, cidadania e ética em sua atuação profissional;

dedique-se ao aperfeiçoamento da condição humana pelo respeito à diversidade e
às diferenças.
22
Que o egresso ainda:

Perceba a necessidade de construir um projeto educativo para garantir a qualidade
da prática pedagógica;

Que desenvolva condições para o planejar, executar e avaliar situações eficazes
para o processo de ensino e de aprendizagem;

Desenvolva habilidades para planejar e gerenciar o tempo, o espaço, as rotinas
escolares, e que selecione e se utilize de diferentes materiais para enriquecer as atividades
didático-pedagógicas;

Aproprie-se de formação para desenvolvimento e avaliação da organização
institucional e da gestão escolar;

Trabalhe temas dos parâmetros curriculares nacionais e sua transversalidade,
analisando-os, avaliando-os e criando situações de ensino-aprendizagem próprias a sua aplicação;

Amplie a compreensão sobre as possibilidades de aprendizagem da criança, do
jovem e do adulto, diferenciando-os em suas etapas de aprendizagem e de construção do
conhecimento;

Identifique a importância de criar um ambiente de comunicação dentro da sala de
aula entre professor e alunos, como condição básica para o desenvolvimento da linguagem,
propondo situações de intervenção;

Apreenda amplos conhecimentos relativos à realidade social e política brasileira e
sua repercussão na educação em contextos históricos diferenciados para servir de parâmetro de
comparação com propostas atuais de ensino e gestão educacional;

Aproprie-se de novos conhecimentos para construir novas metodologias voltadas
à ação educativa;

Articule, ao longo do curso a teoria à prática, questionando os saberes, suas
relações, suas possibilidades na geração de novos conhecimentos;

Exerça a cidadania ativa para pensar a escola, seu espaço, seu tempo, seu clima,
sua organização, seu papel e sua função social;

Aproprie-se de conhecimentos específicos e de legislação que lhe permita
compreender a educação inclusiva enquanto direito do cidadão, desde a educação infantil ao
ensino superior;

Perceba as condições para o desenvolvimento de trabalho entre as diferenças e as
diversidades;

Adquira uma postura ética, estética e política para sua atuação profissional;
23

Qualifique-se para a aplicação das novas tecnologias da informação e
comunicação para o ensino a partir de novos códigos de linguagens;

Desenvolva o espírito de investigador da prática pedagógica a partir do
envolvimento com a pesquisa acadêmica enquanto olhar reflexivo sobre o trabalho do professor
e do gestor; Seja o enunciador de sua própria palavra, argumentando sobre a educação e sua
dimensão para a emancipação humana.
3.2 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS
3.2.1 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Na organização de um trabalho de natureza educativa, o planejamento tem como função a
definição dos objetivos, dos conteúdos e dos meios a serem utilizados, a execução é responsável
pela construção de resultados e a avaliação serve de instrumento de verificação dos resultados
que estão sendo obtidos, assim como da fundamentação das decisões que devem ser tomadas
para que os resultados sejam, de fato, construídos. Nesta perspectiva, a avaliação da
aprendizagem se configura como um mecanismo subsidiário do planejamento e da execução. É
uma atividade subsidiária e estritamente articulada com a execução. É uma atividade que não
existe e subsiste por si mesma. Ela só faz sentido na medida em que serve para o diagnóstico da
execução e dos resultados que estão sendo buscados e obtidos.
No que se refere ao processo de ensino e aprendizagem, a avaliação tem sido de maneira
geral executada como se existisse independente do projeto pedagógico. Nesse sentido, tem-se
destinado exclusivamente à atribuição de notas e conceitos, o que significa a sua utilização apenas
como instrumento classificatório e nunca como instrumento diagnóstico.
Na realidade, o
processo avaliativo nada tem mais feito do que classificar o educando num certo estágio de
desenvolvimento, o que, obviamente, não auxilia na construção dos resultados esperados.
Posto isto, convém ressaltar que, conforme estabelece a nova lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional, Lei nº. 9.394/96, no seu artigo 24, Alínea a, a avaliação da aprendizagem,
enquanto elemento básico para a obtenção de um ensino de qualidade, deve observar os
seguintes critérios:
a) a avaliação do desempenho do aluno deve ser contínua e cumulativa, com prevalência dos
aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados obtidos ao longo do período sobre
os de eventuais provas finais.
b) que o processo avaliativo sirva de instrumento de realimentação do esforço do aluno.
Para tanto, faz-se necessário que os resultados obtidos não sejam apenas comunicados ao
aluno, mas que sejam, efetivamente discutidos, a fim de que possam orientar o processo de
24
ensino e aprendizagem, indicando possibilidades e limites do aluno, sugerindo rumos e
advertindo sobre os riscos que podem apresentar. A avaliação do desempenho acadêmico dar-seá como um processo contínuo, diagnóstico e autoavaliativo, estimulando a construção do alunoagente de seu próprio processo de conhecimento.
Partindo do pressuposto de que uma instituição educacional se fortalece na medida em que
se avalia, a qualidade do ensino emerge como compromisso institucional com a comunidade e a
sociedade. Busca-se, ainda, o desenvolvimento do espírito de crítica e autocrítica responsável e,
consequentemente, a autoavaliação contínua dos envolvidos. Na avaliação da aprendizagem,
privilegia-se o caráter processual e integrador (conhecimentos, habilidades, visão de realidade).
Cada professor deve, tomando por base o acima exposto e as normas contidas nos
regulamentos da faculdade, elaborar o seu plano de avaliação, considerando as particularidades da
sua disciplina, e submetê-lo à aprovação do Coordenador do Curso; deve também, no início de
cada período letivo informar e esclarecer suas respectivas classes.
O plano de avaliação é parte integrante do Plano de Ensino do professor e deve ser
apresentado à Coordenação do Curso, para aprovação, após discussão com a turma, até 30(trinta)
dias após o início do semestre letivo.
De acordo com a Legislação em vigor, o aluno deverá ter frequência igual ou superior a
75% ( setenta e cinco por cento) das aulas ministradas em cada disciplina. Para cada disciplina, a
avaliação da aprendizagem é expressa numericamente numa escala de 0 (zero) a 10 (dez) pontos
no semestre, observando-se o expresso no Regimento Interno.
3.2.2 AVALIAÇÃO DO CURSO
A UNIMIL tem uma Comissão Técnica de Avaliação Institucional que terá a função de
definir e coordenar todo o processo de avaliação institucional interna. A Comissão será
coordenada pelo diretor acadêmico e assessorado pela coordenação pedagógica do curso,
podendo, ainda, recorrer a outros especialistas sempre que for necessário.
O processo de avaliação, de responsabilidade da referida comissão, abrangerá os dados de
diagnóstico das condições de ensino e de avaliação do curso de graduação. A avaliação dos cursos
de graduação se fará a partir da análise do projeto pedagógico proposto, incluindo-se aqui a
avaliação dos alunos (sobre o curso, a instituição, as disciplinas ministradas e atividades
curriculares e extracurriculares desenvolvidas) e professores (sobre a instituição, o curso, as
disciplinas ministradas e atividades curriculares e extracurriculares desenvolvidas).
Outra forma de avaliação interna da FACULDADE FACMIL se dará por meio de um
procedimento denominado de “Adequação-Readequação”, que se caracteriza como um processo
25
de acompanhamento da implantação dos cursos de graduação. Esse acompanhamento visa,
especialmente, o exame de questões relacionadas ao cumprimento do currículo e do projeto
pedagógico estabelecido para o curso e de sua real implementação em sala de aula.
Assim, ocorrerão reuniões pedagógicas, nas quais serão analisados os planejamentos de
disciplinas elaborados pelos docentes, tendo em vista examinar a aderência de tais planos ao
projeto pedagógico do curso, assim como a qualidade das propostas didáticas que constam deles.
Buscar-se-á, portanto, verificar a coerência e integração entre os diversos itens que
compõem um plano de ensino (ementa, objetivos, conteúdos programáticos, estratégias de
ensino, procedimentos para avaliação da aprendizagem e bibliografia básica e complementar)
como proposta a ser efetivada no âmbito da sala de aula.
Essa análise se realiza em dois momentos durante o semestre: no início do período letivo,
visando à reformulação e/ou reajuste nos planos de ensino das disciplinas que serão oferecidas
pela primeira vez, de forma que o professor possa incorporar as sugestões dos coordenadores
antes de as aulas começarem (procedimento denominado Adequação); no meio do semestre, para
que se possa examinar e discutir a efetividade ou não das sugestões colocadas em prática
(procedimento denominado Readequação).
A partir desse levantamento é possível a elaboração de um plano de ação estratégico de
forma que a Instituição possa se antecipar às demandas do MEC.
3.3 ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO
O aluno, após o processo seletivo da Facmil, passa por uma fase de adaptação, a fim de
que ele possa reconhecer e compreender melhor os conceitos que são utilizados nas diferentes
disciplinas, de modo a acompanhar o curso.
Embora o curso possua uma natureza curricular de matriz fechada, é possível que o
aluno possa acelerar seu processo de conhecimento e formação a partir de cursos de pequena
duração que são oferecidos, além de seminários, palestras e atividades extracurriculares, no intuito
de não só melhorar a sua formação, mas também permitir avançar nos conteúdos dos seus
cursos, como atividades complementares de formação. A organização curricular do curso permite
ao aluno o desenvolvimento mediante disciplinas ofertadas semestralmente.
Uma das ações mais importantes do curso de Pedagogia diz respeito às Atividades
Complementares, absolutamente valorizadas pela Faimi, haja vista a obrigatoriedade que lhes
atribui. Para o Planejamento das Atividades Complementares, o curso sugere uma determinada
carga horária a ser cumprida semestralmente pelo aluno, ao qual compete cumpri-la.
26
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais, as Atividades Complementares devem
ampliar o currículo básico de cada curso. Elas são um processo de aprendizagem extracurricular e
que ocorre fora da sala de aula, as quais permitem o diálogo com os acontecimentos do mundo.
Dessa forma, o futuro pedagogo terá contato com áreas relacionadas à Educação, a fim de que
possa enriquecer sua formação.
Como essa instituição prima pelo respeito às especificidades de cada curso, cada
Coordenação atribui às atividades complementares a carga horária que acredita ser compatível
com as atividades escolhidas pelos alunos. Assim, alguns Cursos têm uma tabela de validade para
as atividades complementares e outros consideram as horas de acordo com o certificado
apresentado, como é o caso do curso de Pedagogia.
Os mecanismos de acompanhamento e cumprimento das atividades complementares
são feitos mediante o preenchimento, entrega e conferência dos documentos comprobatórios das
atividades complementares: certificados, atestados, relatórios etc. Os discentes entregam,
juntamente com o relatório das atividades complementares, cópias dos documentos que
comprovam a efetiva participação nas atividades complementares, constando a carga horária e os
conteúdos de cada atividade realizada.
3.4 PERFIL DO EGRESSO
Tomando por base os princípios das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de
Pedagogia referentes à competência, compreende-se que essa concepção deve estar atrelada ao
mundo do trabalho, envolvendo a subjetividade de cada ser humano, o que é coletivo e
contextual.
Por competência, entende-se, dentre outras, a capacidade do sujeito de transformar e
articular recursos cognitivos, emocionais, estéticos e comunicacionais, o que acontece por meio
da expressão no e fora do ambiente escolar, enfrentando quaisquer situações concretas e
complexas, com as quais se defronte na vida cotidiana. Para tanto, no curso de Pedagogia, são
consideradas as seguintes competências e habilidades:
•
Conhecer o processo de construção do conhecimento no indivíduo inserido em seu contexto
social e cultural;
•
Saber propor alternativas criativas às questões da qualidade do ensino e medidas que visem
superar a exclusão social;
•
Valorizar as diferentes linguagens manifestas nas sociedades contemporâneas e as funções das
mesmas na produção do conhecimento;
27
•
Poder atuar na educação de portadores de necessidades especiais, em diferentes níveis de
organização escolar, de modo a assegurar seus direitos de cidadania, bem como na escolarização
de jovens e adultos;
•
Saber relacionar a área educacional com as demais áreas do conhecimento, assim como também
relacionar ensino e pesquisa na produção do conhecimento e na prática pedagógica;
•
Ser capaz de desenvolver metodologias e materiais pedagógicos adequados à utilização das
tecnologias da informação e da comunicação nas práticas educativas;
•
Ter uma postura que valorize a ética profissional;
•
Estar apto a desenvolver a atividade educacional nas diferentes formas de gestão educacional, na
organização do trabalho pedagógico escolar, no planejamento, execução e avaliação de propostas
pedagógicas na escola;
•
Desenvolver projetos pedagógicos, apresentando para isso o domínio de: planejamento,
organização, coordenação e avaliação.
O futuro profissional deverá ainda ter a autonomia intelectual necessária para, no
momento de seu desligamento da graduação, ter condições de sozinho desenvolver-se científica e
educacionalmente, orientando-se sempre pela meta do aprimoramento cultural e do bem estar
social.
Consideramos que a graduação deve servir de base ao pedagogo, mas que este continua
a aprender ao longo de sua trajetória profissional. Pretende-se, assim, ao final da graduação, que o
pedagogo seja capaz de:
•
Trabalhar como docente das disciplinas e atividades na Educação Infantil e nas séries iniciais do
Ensino Fundamental;
•
Estudar e analisar os processos de ensino e de aprendizagem;
•
Planejar e organizar o trabalho pedagógico;
•
Estudar as metodologias para sua docência;
•
Dirigir e administrar escolas públicas e particulares com a responsabilidade do gestor escolar;
•
Coordenar a equipe técnico-administrativa e a pedagógica;
•
Integrar sua instituição com outras instituições de ensino;
•
Prestar assistência aos alunos e pais durante o processo de escolarização;
•
Participar do planejamento escolar;
•
Orientar sobre métodos de estudo das diferentes disciplinas;
•
Planejar as atividades extracurriculares;
28
•
Integrar a escola, a família e a comunidade.
3.5 FORMAS DE ACESSO AO CURSO
A admissão aos cursos superiores ministrados pela Facmil será feita mediante um
Processo Seletivo dos candidatos que tenham escolarização completa do Ensino Médio ou
equivalente. Terá um caráter classificatório com aproveitamento dos candidatos, até o limite das
vagas fixadas no seu Edital, além de outras informações pertinentes ao respectivo processo
seletivo.
O manual do candidato deverá espelhar as condições de oferta de ensino pela Facmil,
bem como suas atividades e sua inserção regional.
3.6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
Sempre valorizando a pesquisa, uma preocupação do curso se refere ao Trabalho de
Conclusão de Curso. O TCC é uma das principais avaliações do aluno durante o curso e, por esse
motivo, constitui-se como uma obrigatoriedade e se desenvolve oficialmente durante os três
últimos semestres letivos, considerando que o trabalho de pesquisa com essa finalidade se inicia
desde o primeiro momento em que o aluno começa o curso.
Ele deve escolher a linha de pesquisa de seu interesse e indicar três profissionais para
professor orientador no início do semestre correspondente à realização do Trabalho de
Graduação. A normatização do trabalho de conclusão de curso está descrita no manual de
orientações básicas para a elaboração do trabalho de conclusão de curso.
Além de escolher os possíveis orientadores, o aluno deve comparecer às reuniões de
orientação e, após a conclusão do trabalho, apresentá-lo perante uma banca examinadora
composta por professores da FACMIL.
O trabalho de conclusão de curso se constituirá em um artigo científico.
3.7 ESTÁGIO CURRICULAR
O acompanhamento do estágio supervisionado é realizado pelo coordenador de Estágio,
a partir de encontros periódicos agendados com os alunos, os quais acontecem aos sábados, no
período da manhã. Nesses encontros, são discutidos os principais problemas vivenciados nas
escolas e suas possíveis soluções ou encaminhamentos. A documentação obrigatória de estágio
tem por objetivo acompanhar o cumprimento da carga horária do estágio nas escolas. Essa
documentação é entregue ao coordenador de Estágio, que acompanha e valida as horas
realizadas.
29
A carga horária de estágio está de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso
de Pedagogia, que é de 300 horas, sendo 50 horas para Docência em Educação Infantil, 100 horas
para Docência no Primeiro Ciclo do Ensino Fundamental, 50 horas para Docência na Educação
de Jovens e Adultos, 50 horas para Docência de Pessoas com Necessidades Especiais e 50 horas
para Gestão Escolar.
Os resultados dos estágios supervisionados são apresentados e discutidos nas aulas de
orientação e supervisão de estágio. Nesse período, o professor orientador da aula analisa os fatos
vivenciados nos estágios e propõe, juntamente com os alunos, estratégias de solução e reflexões
teóricas sobre a prática vivenciada. Ao final do estágio, os alunos entregam um relatório do
trabalho desenvolvido ao longo do semestre.
As atividades de estágio são desenvolvidas nas escolas municipais, estaduais e particulares
da cidade de Mirassol e região que possuem Educação Básica. As áreas de formação envolvem a
docência em Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental e a Gestão Escolar.
Durante as 300 horas de estágio supervisionado, os alunos vão às escolas de Educação
Básica para observar e, posteriormente, analisar a gestão do estabelecimento de ensino, tanto na
dimensão administrativa como na pedagógica. O professor fornece aos alunos na primeira aula de
orientação um roteiro de pesquisa, detalhando os aspectos relativos à docência e à gestão do
estabelecimento, que devem ser observados e analisados para, posteriormente, fazerem parte de
um relatório final. O objetivo é propor iniciativas para a melhoria do estabelecimento estudado.
Os alunos recebem orientação durante as aulas aos sábados, no total de 10/20 horas, a
depender da modalidade. Essa orientação, além de fornecer elementos para análise, procura ter
uma dimensão prática, uma vez que propõe discussões sobre os problemas que os estagiários
estão encontrando nas escolas.
As atividades que os alunos realizam são:
•
Observação direta das situações relativas à gestão do estabelecimento de ensino e das atividades
de docência no âmbito da Educação Infantil e das séries iniciais do Ensino Fundamental, da EJA
e da inclusão de pessoas com necessidades especiais;
•
Pesquisa documental: livros de atas, projeto político-pedagógico, plano de gestão, Regimento
Escolar, Estatutos das instituições auxiliares (APM, Grêmio etc.);
•
Entrevistas e aplicação de questionários a pais, professores, alunos, funcionários, coordenadores
pedagógicos, diretores etc.;
•
Participação em reuniões de Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC), reuniões da
APM, de pais, do Conselho de Escola etc.;
30
•
Participação em projetos que a unidade escolar mantém para prevenir ou solucionar problemas
próprios da escola em questão (gravidez precoce, drogas, violência escolar e doméstica, classes de
recursos, reforço escolar etc).
3.8 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
COMPONENTE CURRICULAR
CH
Semanal
1o SEMESTRE
Organização e Políticas da Educação Básica
4
História da Educação
4
Informática na Educação
2
Comunicação e Expressão
4
Seminários sobre Ética, Estética e Ludicidade na Educação Básica
2
Introdução à Psicologia
4
SUBTOTAL
20
2o SEMESTRE
Sociologia da Educação
4
Filosofia da Educação
4
Psicologia da Educação
4
Produção Textual em Educação
2
Metodologia da Pesquisa e do Trabalho Científico
4
Fundamentos da Didática
2
SUBTOTAL
20
3O SEMESTRE
Didática e Formação Docente
4
Fundamentos Psicossociais na Educação Infantil
4
Educação na Diversidade Cultural
2
Educação, Natureza e Sociedade
2
Seminários sobre Jogos e Brincadeiras
2
Educação, Espaço e Forma
2
Fundamentos e Metodologia da Alfabetização
4
SUBTOTAL
20
4o SEMESTRE
Metodologia e Prática da Alfabetização
2
Fundamentos e Práticas do Ensino da Geografia
2
Fundamentos e Práticas do Ensino de História
2
Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Educação Básica
2
Psicologia do Desenvolvimento da Aprendizagem
4
Didática e Prática Docente
4
Leitura, Interpretação e Produção de Textos Acadêmicos
4
SUBTOTAL
20
5º SEMESTRE
Projetos de Educação Ambiental, Nutrição, Cidadania e Saúde
4
Fundamentos e Práticas do Ensino de Ciências
2
Fundamentos e Práticas do Ensino de Artes
2
Matemática
2
Fundamentos e Metodologia da Educação de Jovens e Adultos
2
Currículos e Programas
4
Avaliação Educacional
4
Estágio Supervisionado em Educação Infantil e Ensino
Fundamental 1
SUBTOTAL
20
6o PERÍODO
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
Total
Hora
Relógio
80
80
40
80
40
80
400
80
80
40
80
40
80
400
66.66
66.66
33.33
66.66
33.33
66.66
333.33
80
80
80
40
80
40
400
80
80
80
40
80
40
400
66.66
66.66
66.66
33.33
66.66
33.33
333.33
80
80
40
40
40
40
80
400
80
80
40
40
40
40
80
400
66.66
66.66
33.33
33.33
33.33
33.33
66.66
333.33
40
40
40
40
80
80
80
400
40
40
40
40
80
80
80
400
33.33
33.33
33.33
33.33
66.66
66.66
66.66
333.33
80
40
40
40
40
80
80
80
40
40
40
40
80
80
66.66
33.33
33.33
33.33
33.33
66.66
66.66
Presencial
Práticas
150
400
400
483.33
31
Linguagens e Mediações Tecnológicas na Educação
2
Fundamentos e Práticas do Ensino da Matemática
4
Fundamentos e Práticas do Ensino da Língua Portuguesa
4
Didática, Estratégias e Recursos da Educação de Pessoas com
2
Necessidades Especiais
Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS
4
A Inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais na Educação
4
Básica
Práticas Curriculares I
Estágio Supervisionado na Educação de Jovens e Adultos na
Educação de Pessoas com Necessidades Especiais
SUBTOTAL
20
7o SEMESTRE
Pesquisa Educacional
4
Gestão Escolar na Educação Básica
4
Educação nas Áreas de Apoio e Serviço Escolar
4
Gestão da Educação Infantil
2
Estatística Aplicada à Educação
2
Legislação e Normas na Educação Nacional
4
Práticas Curriculares II
Estágio Supervisionado em Gestão Escolar
SUBTOTAL
20
8o SEMESTRE
Gestão Educacional em Ambientes Não Escolares
4
Políticas Públicas e Educação
2
Corpo e Movimento
2
Seminários sobre Educação, Gênero e Sexualidade
4
Trabalho de Conclusão de Curso- TCC
2
Literatura Infantojuvenil
2
Relações Sociais e Éticas
4
Práticas Curriculares III
SUBTOTAL
20
Carga Horária
CH de Disciplinas Curriculares Presenciais
CH de estágio supervisionado
CH de atividades complementares
CH de atividades de prática curricular
Carga Horária total do curso
40
80
80
40
80
80
33.33
66.66
66.66
40
40
33.33
80
80
66.66
80
80
66.66
50
50
50
100
400
80
80
80
40
40
80
400
80
40
40
80
40
40
80
400
Hora aula
3.200
3.200
3.9 EMENTÁRIO
Componentes Curriculares - 1º semestre
50
450
483.33
50
80
80
80
40
40
80
50
50
450
66.66
66.66
66.66
33.33
33.33
66.66
50
50
433.33
40
40
80
40
40
80
40
40
80
40
440
66.66
33.33
33.33
66.66
33.33
33.33
66.66
40
373.33
Hora relógio
2.666
300
100
140
3.206
32
Organização e Política da Educação Brasileira
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Refletir sobre a escola como lugar de concepção, realização e avaliação do Projeto Político
Pedagógico: discutir os princípios norteadores do Projeto Político Pedagógico como um
instrumento de organização do trabalho pedagógico da escola, elaborando a partir da prática do
trabalho coletivo: identificar as etapas de elaboração, acompanhamento e avaliação do Projeto
Político Pedagógico.
Ementa
A disciplina aborda os processos legais e políticos que regem a Educação no país, a ação
educativa como política Educacional, ações políticas e legais para efetivar educação, a formação
do educador e a educação no Estado de São Paulo, o funcionamento da educação no contexto
escolar, os parâmetros curriculares para os vários níveis de ensino, as propostas de classes de
aceleração, projeto interdisciplinares, salas ambientais, progressão continuada, organização por
ciclos, inclusão.
Bibliografia Básica
BALL, Stephen. Políticas Educacionais: Questões e Dilemas. Cortez. 2011.
NOGUEIRA, Nildo Ribeiro. Projeto Político Pedagógico. Erica. 2009.
SANTOS, Pablo. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas,
Impactos. Cengage. 2011.
Bibliografia Complementar
MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009.
ROMANELLI. Otaiza de Oliveira. História da educação no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2010.
SAVIANI, Demerval: Da Nova LDB ao FUNDEB. Autores Associados. 2009.
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Coordenação do Trabalho Pedagógico: Do Projeto
Político Pedagógico ao Cotidiano da Sala de Aula. Editora Libertad. 2009.
VEIGA, Ilma Passos A. Formação de Professores: Políticas e Debates. Papirus. 2009.
História da Educação
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Discutir os aspectos sociais, políticos e econômicos dos quais a educação não se desvincula e que
o aluno perceba com clareza as relações entre a nossa educação e a do restante do mundo, bem
como as relações de dependência e as discrepâncias entre elas. Analisar criticamente a educação
desde as sociedades tribais até as sociedades urbanas. Conhecer as linhas básicas do
desenvolvimento da cultura ocidental em que nos inserimos e as da história intelectual e
pedagógica de nosso país. Analisar criticamente a história da educação brasileira. Identificar os
condicionantes sociais, políticos e econômicos da ação humana no contexto histórico brasileiro.
Ementa
33
Discussão sobre o homem como ser histórico e os condicionantes que caracterizam o coletivo
histórico, as abordagens do ensino da história da educação, a história que os livros não contam.
Compreensão sobre a evolução do processo educativo ao longo da história da humanidade,
definindo os ideais de cada povo e de cada época, desde a antiguidade até os dias atuais, da
educação das sociedades primitivas à educação proposta do século XXI, verificação de seus
condicionamentos econômicos e a intrínseca relação com os movimentos políticos da história da
humanidade. Estudo da evolução histórica da educação no Brasil, o que permite a interface com a
Filosofia Geral, Sociologia Geral e Metodologia da Pesquisa Científica.
Bibliografia Básica
MANACORDA, M.A. História da Educação. Cortez. 2010.
ROMANELLI. Otaiza de Oliveira. História da educação no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2010.
VEIGA, C.G. Historia da Educação. Ática. 2008.
Bibliografia Complementar
ARANHA, M.L.A. História da Pedagogia e da Educação. São Paulo: Moderna, 2007.
BENCOSTA, Marcos Levy. Culturas Escolares, Saberes e Praticas Educativas. Cortez. 2008.
GENTILI, A, A., SILVA, T. T. da (org). Neoliberalismo, qualidade total e educação. Petrópolis:
Vozes, 2010.
GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. Filosofia e História da Educação Brasileira. Manole. 2009.
PILETTI, Nelson. Educação Básica. Ática. 2010
Informática na Educação
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Desenvolver atividades práticas que demonstrem a importância da informática como ferramenta
educacional presente de maneira constante na vida docente e discente.
Ementa
Reflexão sobre o papel da informática no processo pedagógico moderno e as infinitas
possibilidades de trabalho utilizando o computador como ferramenta educacional.
Bibliografia Básica
GIANOLLA, Raquel. Informática na Educação. Cortez. 2008.
TAJRA, S. F. Informática na Educação – Novas Ferramentas Pedagógicas para o Professor.
Editora Érica. 8ª Ed. 2008.
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: Conceitos Básicos. Campus. 2011.
Bibliografia Complementar
BEHAR, Patrícia A. Modelos Pedagógicos em Educação a Distancia. Artmed. 2008.
34
LEITE, Ligia Silva. Tecnologia e Educação: As Mídias na Pratica Docente. Wak. 2009
LEITE, Ligia Silva. Tecnologia Educacional: Descubra suas Possibilidades na Sala de Aula.
Vozes. 2011.
LOBUR, Júlia. Princípios Básicos de Arquitetura e Organização de Computadores.
Bookman. 2010.
SILVA, Mário Gomes da. Informática. Terminologia Básica. Erica. 2010
Comunicação e Expressão
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Expressar-se verbalmente e saber comunicar-se nas mais variadas situações, de modo a analisar as
relações entre a língua e as necessidades humanas.
Ementa
A variedade linguística e a Gramática da Língua Portuguesa, textos e intertextualidade, gramática
aplicada, literatura e suas relações com a história e a política, textos específicos da tarefa de
educar, como pareceres, relatórios, atas de reuniões e textos orientadores a problemas específicos
dos alunos.
Bibliografia básica
ANTUNES, Celso. Língua Portuguesa e Didática. Vozes. 2010.
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. Ibep. 2009.
HENRIQUES, Antonio. Língua Portuguesa. Noções Básicas para Cursos Superiores. Atlas.
2010.
Bibliografia complementar
BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010.
CEREJA; MAGALHÃES. Gramática Reflexiva: texto, semântica e interação. São Paulo: Atual,
2009.
FERNANDES, Alessandra Coutinho. Compreensão e Produção de Textos. Ibpex. 2008.
GARCIA, Othon. Comunicação em prosa moderna. Fundação Getúlio Vargas, 2009.
PINHO, Maria José de. Ensino de Língua e Literatura. Mercado de Letras. 2011.
Seminários sobre Ética, Estética e Ludicidade na Educação Básica
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Conceituar ética, estética e ludicidade através de trabalhos que promovam a integração e
incentivem a prática oral diante do grupo.
35
Ementa
O estudo sobre a ética, a estética e a ludicidade que deve envolver as propostas didáticopedagógicas nas escolas de educação básica são de fundamental importância para a construção da
cidadania e melhores condições de vida para as pessoas. O conceito de ética diferenciando-o do
conceito de moral, a objetividade ética, as responsabilidades individuais e coletivas das escolhas
feitas; a beleza nas pessoas e no mundo, a ética e estética, uma relação indissociável, níveis e
modalidades de arte e suas contribuições para a formação das crianças e adolescentes da escola
básica. O jogo, o brinquedo, as brincadeiras e a tradição popular na educação do ser humano.
Bibliografia Básica
AMORIM NETO, Roque do Carmo. Ética e Moral na Educação. Wak. 2009.
BASSO, Ilda. Uma Ética para Educar: Valores da Formação Docente. Edusc. 2008.
RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e Competência. , São Paulo: Cortez, 2011.
Bibliografia Complementar
ARROYO, Miguel. Educação e Cidadania: Quem Educa o Cidadão? Cortez. 2010.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 2011.
GOERGEN, Pedro. Pós-modernidade, ética e educação. Campinas: Autores Associados, 2004.
PILETTI, Nelson. Educação Básica. Ática. 2010.
SANTOS, Santa Marli. Brinquedoteca: O Lúdico em Diferentes Contextos. Vozes. 2011.
SANTOS, Santa Marli. Ludicidade como Ciência. Vozes. 2008.
Introdução à Psicologia
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Compreender o homem psicológico que somos através do conhecimento e análise critica dos
temas da psicologia e suas influências nas Relações Humanas e na Educação.
Ementa
Desenvolvimento da psicologia enquanto ciência, o objeto de estudo, métodos e campos de
aplicação. Principais escolas psicológicas e a relação dessas com o contexto educacional.
Fundamenta a psicologia geral. Aborda o comportamento humano em seus aspectos físicos,
afetivo, emocional, cognitivo e relaciona esses aspectos aos processos de ensino e de
aprendizagem. Enfatiza a importância da relação professor/aluno.
Bibliografia Básica
BOCK, A. M.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L.T. Psicologias: Uma introdução ao estudo
de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2009.
LOTTUS, Jeoff. Atkinson & Hilgard. Introdução a Psicologia. Cengage. 2012.
PIAGET, J. Seis Estudos de Psicologia. Ed. Forense. 2011.
36
Bibliografia Complementar
COLL, C.; MARTINS, M. Construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2007.
OLIVEIRA, M.K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: Um processo sócio-histórico. São
Paulo: Scipione, 2010.
PIAGET, Jean. Psicologia e Pedagogia. Forense Universitária. 2010.
REGO, Teresa Cristina. Cultura, Aprendizagem e Desenvolvimento. Vozes. 2011.
ROSSINI, Maria Augusta. Pedagogia Afetiva. Vozes. 2009.
Componentes Curriculares - 2º semestre
Sociologia da Educação
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Compreender a sociologia como ciência no que se refere à difusão dos aspectos sócio-históricos e
estabelecer relações com a pedagogia é um dos objetivos da disciplina. Além disso, subsidiar a
compreensão do conjunto de questões que, interligadas, balizam as relações sociais, econômicas,
políticas e culturais da sociedade.
Ementa
Educação como decorrência do contexto sócio-histórico e social e identificação das práticas
sociais do educador frente a estas mudanças. Discussão da relação Educação e Sociedade, as
características assumidas pela educação em consonância com as mudanças de regimes políticos e
econômicos. Discussão do papel da escola e do educador como agente de transformação ou de
reprodução da realidade.
Bibliografia Básica
COSTA, M.C.C Sociologia ; Introdução a ciências da sociedade. São Paulo: Ed. Moderna, 2011.
PAIXÃO, Lea Pinheiro. Sociologia da Educação. Vozes. 2011.
PILETTI, Nelson. Sociologia da Educação. Ática. 2010.
Bibliografia Complementar
ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
CUNHA, Eugenio. Práticas Pedagógicas para Inclusão e Diversidade. Wak. 2010.
DURKEIM, Emile. Educação e Sociologia. Vozes. 2011.
GARCIA, Rolando. O Conhecimento em Construção Das Formulações de Jean Piaget à Teoria
de Sistemas Complexos. Artmed. 2003.
HAECHT, Anne Van. Sociologia da Educação: A Escola Posta a Prova. Artmed. 2008.
Filosofia da Educação
Carga Horária 80h/a
37
Objetivos
As aulas visam ao pensamento filosófico, que deve se desenvolver em todos os conteúdos
abordados, propiciando um aprofundamento em torno dos mesmos, especialmente no que se
refere ao contexto educacional local e nacional, propiciando aos alunos uma oportunidade de
reflexão em torno da realidade educacional na qual estão inseridos em comparação ao panorama
nacional, com criticidade e autonomia. As aulas de Filosofia da Educação objetivam uma
formação voltada para a autonomia e cidadania dos educadores, pois possibilita que o mesmo
pense por si mesmo a respeito do mundo em que vive, compreendendo as leis que o regem e
utilizando o raciocínio lógico para refletir – pensar e repensar – sobre a vida em sociedade, que é
determinada por direitos e deveres, que devem direcionar o comportamento humano para
responsabilidade com a transformação do seu meio em prol do seu bem estar, atitude de
autonomia, e do bem estar comum, ação de cidadania.
Ementa
Ao discutir a fundamentação filosófica da educação, esta disciplina, que integra o núcleo
obrigatório do currículo, pretende que o pedagogo entenda o significado político da educação e
seu papel na superação do conhecimento ingênuo e/ou mecanicamente assimilado, buscando
relacionar teoria e prática, ideologia, educação e valores. Busca os fundamentos filosóficos, éticos,
políticos e sociais das pedagogias tradicionais, nova, progressista e ético-transcendental, de forma
a identificar seus valores, princípios e direcionamentos de ação. Analisa a concepção da práxis em
todos os expoentes da educação e da filosofia, procurando suas consequências no processo de
ensino/aprendizagem, educação/desenvolvimento, a partir de visões reacionárias ou
renovadoras, estudando as mais representativas filosofias modernas da educação, analisando-as
em seus princípios e desenvolvimento doutrinário, relacionando-as com as correntes filosóficas
contemporâneas e, finalmente examinando-as à luz dos principais problemas da educação no
mundo moderno. Identificação das conexões entre as filosofias de educação e as ideologias
dominantes em nossa época. Pressupõe como pré-requisitos os conceitos básicos trabalhados em
Filosofia Geral, exigindo do aluno possibilidades amplas para crítica, raciocínio lógico e escrita
fluente.
Bibliografia Básica
FAVERI, José Ernesto de. Filosofia da Educação. Vozes. 2011.
LUCKESI, Cipriano. Filosofia da Educação. Cortez. 2011.
OLIVEIRA, Ivanilde A. de. Filosofia da Educação. Vozes. 2011.
Bibliografia Complementar
ARANHA, Maria C. da Arruda. Filosofando: Introdução a Filosofia. Moderna. 2009.
CESCON, Everardo. Filosofia, Ética e educação. Paulinas. 2011.
CHAUÍ, Marilena. Convite a Filosofia. S. Paulo, Ática, 2010.
CHAUI, Marilena. Introdução a Historia da Filosofia. Vol. 1. Cia das Letras. 2011.
JASPERS, Karl. Introdução ao Pensamento Filosófico. Cultrix. 2010.
38
Psicologia da Educação
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Compreender o homem psicológico que somos através do conhecimento e análise critica dos
temas da psicologia e suas influências nas Relações Humanas e na Educação.
Ementa
Fundamentação teórica sobre os estudos psicológicos que interessam à educação, as relações
entre desenvolvimento e aprendizagem e a indissociabilidade dos aspectos psicológicos do ser
humano, de um lado, com o organismo biológico e, de outro, o lugar social que o indivíduo
necessariamente ocupa. Noções fundamentais para a compreensão dos processos psíquicos que
envolvem o desenvolvimento humano e o processo da aprendizagem. Discussão sobre as
principais teorias psicológicas, identificando seus reflexos e sua importância para a compreensão
do ato do conhecimento e do processo educativo em geral e suas influências. Instrumentalização
para o uso adequado de técnicas de observação do comportamento, atitudes e desempenho
global dos discentes. Conceitos básicos sobre a aprendizagem e desenvolvimento humano,
criticidade, criatividade e capacidade para buscar alternativas diante da necessidade de solucionar
problemas.
Bibliografia Básica
COLL, C. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia da Educação Escolar. Vol. 2.
Artmed. 2005.
GOULART, J. B. Psicologia da educação: fundamentos teóricos aplicados à prática pedagógica.
Petrópolis: Vozes, 2011.
PIAGET, Jean. Psicologia e Pedagogia. Forense Universitária. 2010.
Bibliografia Complementar
BEE, Helen. A Criança em Desenvolvimento. Artmed. 2011.
BOCK, A. M.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. de L.T. Psicologias: Uma introdução ao estudo
de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2009.
COLL, C.; MARTINS, M. Construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2007.
OLIVEIRA, M.K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: Um processo sócio-histórico. São
Paulo: Scipione, 2010.
PIAGET, J. Seis Estudos de Psicologia. Ed. Forense. 2011.
REGO, Teresa Cristina. Cultura, Aprendizagem e Desenvolvimento. Vozes. 2011.
Produção Textual na Educação
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Desenvolver o conceito e a prática da construção de textos.
Ementa
39
Reflexão e compreensão do conceito de texto e contexto. O texto como situação comunicativa.
Explicitação dos tipos e dos gêneros textuais e os fatores de textualidade envolvidos na
construção do sentido. Práticas da construção de textos, de modo a permitir a compreensão das
potencialidades da linguagem escrita.
Bibliografia Básica
BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010.
FARACO, Carlos Alberto. Pratica de Texto. Vozes. 2011.
MARCUSCHI, Luiz Antonio. Produção Textual: Análise de Gêneros e Compreensão. Parábola.
2008.
Bibliografia Complementar
FARACO, Carlos Alberto. Oficina de Texto. Vozes. 2010.
FIORIN, Jose Luis Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2007.
KOCH, I.V. Ler e Escrever: Estratégias de Produção Textual. Contexto. 2009.
PINHO, Maria José de. Ensino de Língua e Literatura. Mercado de Letras. 2011.
SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2008.
Metodologia da Pesquisa e do Trabalho Científico
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Dar aos alunos o conhecimento técnico-científico para a utilização adequada da pesquisa e sua
aplicação como ferramenta pedagógica. Analisar o potencial da pesquisa e sua utilização no
crescimento e desenvolvimento do trabalho educacional.
Ementa
Desenvolvimento do espírito de pesquisa e atitudes investigativas. Fundamentação teórica e
conhecimentos necessários para a realização de pesquisas e trabalhos com rigor científico e
profundidade de exploração. Análise, verificação, compreensão, inter-relação e desenvolvimento
do conhecimento na utilização das fontes de pesquisa, análise científica, pesquisas qualitativas,
estudos de caso, história de vida, monografias, bibliografias especializadas.
Bibliografia básica
ANDRADE, Maria Margarida. Introdução a Metodologia do Trabalho científico São Paulo.
Atlas. 2010.
MATIAS-PEREIRA, José. Manual de Metodologia da Pesquisa Cientifica. Atlas. 2010.
SEVERINO, Antonio Joaquim Severino. Metodologia do Trabalho científico 23ª. Ed. São
Paulo: Cortez, 2007.
Bibliografia complementar
ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Papirus, 2007.
40
CARVALHO, M.C.M. (Org.). Construindo o saber, metodologia cientifica: fundamentos e
técnicas. 13ed. Campinas: Papirus, 2010.
CEREJA, William Roberto. Interpretação de Textos: Construindo Competências e Habilidades
em Leitura. Atual. 2009.
FAZENDA, I.A.C. Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo. Cortez, 2010.
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Cientifica: Teoria da Ciência e Pratica da
Pesquisa. Vozes. 2010.
Fundamentos da Didática
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Relacionar a teoria e a prática em situações da realidade pedagógica. Compreender a relação
professor-aluno mediada pelo currículo. Saber elaborar planos de ensino.
Ementa
Desenvolvimento de conhecimentos teóricos e a instrumentalização técnica para subsidiar a
prática pedagógica do futuro educador, abrangendo os eixos: as diferentes perspectivas de análise
do processo de ensino, o papel da escola, os pressupostos de aprendizagem, a concepção de
autoridade do professor e a sala de aula como espaço político-pedagógico destinado à construção
do conhecimento.
Bibliografia Básica
CANDAU, Vera M. F. (org.) A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 2010.
PILLETI, Claudino. Didática Geral. Ática. 2010.
PIMENTA, Selma Garrido. Didática e Formação de Professores. Cortez. 2011.
Bibliografia Complementar
CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011.
GADOTTI, Moacyr. Pedagogia da Práxis. Cortez. 2007.
MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009.
ROSSANO, Joan. Ensinar e Aprender Brincando. Artmed. 2008.
ZABALA, Antoni. Como Aprender e Ensinar Competências. Artmed. 2010.
Componente Curriculares - 3º semestre
Didática e Formação Docente
Carga Horária 80h/a
Objetivos
41
Refletir sobre a construção das ideias pedagógicas, gerando o pensamento crítico e infundindo o
questionamento, o espírito de autocorreção e ponderação. Fazer indagações político-filosóficas e
concluir respostas originais no contexto histórico contemporâneo, refletindo com criticidade,
rigor e coragem sobre o que se considera importante para as questões didático-pedagógicas.
Ementa
Conhecimento, a partir das propostas de diferentes escolas e autores, do processo educacional
como construção interdisciplinar e global, aprendendo a planejá-lo e executá-lo, acompanhando e
avaliando seus resultados e buscando seu aperfeiçoamento. Unidades de conteúdo: o papel da
didática na formação do professor, o educador como sujeito da história, a pseudo neutralidade
em educação, relação entre prática educacional e prática burocrática, técnicas de ensino e o
esfacelamento da relação teoria e prática; subsídios teóricos para a organização do trabalho
docente, a aprendizagem como recurso para a aquisição de competências, hábitos, habilidades,
atitudes e convicções, recursos metodológicos para o processo de ensino e de aprendizagem,
relação educador–educando e organização do trabalho docente. A elaboração de planos
educacionais como parte constitutiva da questão de ensino e de aprendizagem no ambiente
escolar.
Bibliografia Básica
CANDAU, Vera M. F. (org.) A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 2010.
PILLETI, Claudino. Didática Geral. Ática. 2010.
PIMENTA, Selma Garrido. Didática e Formação de Professores. Cortez. 2011.
Bibliografia Complementar
CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011.
GADOTTI, Moacyr. Pedagogia da Práxis. Cortez. 2007.
MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009.
ROSSANO, Joan. Ensinar e Aprender Brincando. Artmed. 2008.
ZABALA, Antoni. Como Aprender e Ensinar Competências. Artmed. 2010.
Fundamentos Psicossociais na Educação Infantil
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Compreender a importância dos primeiros anos de vida para o desenvolvimento físico, cognitivo,
afetivo e social dos seres humanos. Conhecer e analisar textos de autores clássicos da Psicologia
do Desenvolvimento, enfocando a Educação Infantil.
Ementa
A importância dos primeiros anos de vida para o desenvolvimento físico, cognitivo, afetivo e
social dos seres humanos. Reflexão sobre a importância da escola de educação infantil em
propiciar às crianças experiências enriquecedoras que possibilitem seu pleno desenvolvimento e
garantam seu direito à infância. Concepções de infância e de educação infantil construídas ao
longo do tempo, tendo como pressupostos as diferentes correntes da psicologia e da sociologia –
42
teorias que darão subsídios para discutir as metodologias e as práticas do cotidiano das
instituições destinadas à educação infantil.
Bibliografia Básica
ASSUNPÇÃO JR, Francisco. Situações Psicossociais na Infância e na Adolescência. Atheneu.
2008.
BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil. Artmed. 2009.
MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas
Pedagógicas. Vozes. 2011.
Bibliografia Complementar
CORSINO, Patrícia. Educação Infantil: Cotidiano e Políticas. Autores Associados. 2010.
GOULART, J. B. Psicologia da educação: fundamentos teóricos aplicados à prática pedagógica.
Petrópolis: Vozes, 2011.
HAECHT, Anne Van. Sociologia da Educação: A Escola Posta a Prova. Artmed. 2008.
KRAMER, Sonia. Educação Infantil: Enfoques em Dialogo. Papirus. 2011.
OLIVEIRA, Zilma de M. Educação Infantil: Muitos Olhares. Cortez. 2010.
VARIOS AUTORES, Culturas Infantis em Creches e Pré Escolas. Autores Associados. 2011.
Educação na Diversidade Cultural
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Articular as temáticas no que se refere à educação e diversidade, destacando as relações raciais,
étnico-raciais, história e cultura Afro-brasileira e Africana, bem como outros marcadores de
identidades, tais como de gênero, desigualdades sociais, regionalidades e outras, tratando das
implicações pedagógicas nos diferentes âmbitos e contextos formativos a partir das mudanças na
LDB 9394/96, por meio das Leis 10.639/03 e 11.645/08.
Ementa
Abordar as diversidades como aspecto intrínseco à formação do Estado Nação Brasileiro é o
principal objetivo da disciplina, em especial no que se refere aos recortes de classe, raça, etnia,
gênero, regionalidade, além de outras diversidades pertinentes às situações singulares, nas quais o
processo educativo, formal e informal ganha centralidade.
Bibliografia Básica
BARROS, José Marcio. Diversidade Cultural: Da Proteção a Promoção. Autentica. 2008.
SANTOS, Maria Sirley. Pedagogia e Diversidade. Memnon. 2007.
STROHER, Marga. Educar para a Convivência na Diversidade. Paulinas. 2009.
Bibliografia Complementar
43
CAMPOS, Marília Lopes de. Diversidade e Transversalidade nas Praticas Educativas. Nau
Editora. 2010.
CHALUD, Laura Noemi. Educação e Diversidade: Um Projeto Pedagógico na Escola. Alinea.
2008.
CUNHA, Eugenio. Práticas Pedagógicas para Inclusão e Diversidade. Wak. 2011.
GOMES, Nilma Nilo. Educação e Raça: Perspectivas Políticas, Pedagógicas e Estéticas.
Autentica. 2008.
MATTOS, Regiane Augusto de Mattos. História e cultura afro-brasileira.Contexto,2012
Educação, Natureza e Sociedade
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Oferecer subsídios ao aluno para atuar como profissional da educação, no que diz respeito à
didática no ensino da Natureza e Sociedade: a organização dos conteúdos e metodologias de
trabalho, em classes de Educação Infantil. Analisar as propostas curriculares, as sequências
didáticas, o processo de planejamento e de avaliação do ensino na Educação Infantil.
Ementa
A partir de uma abordagem centrada no processo interativo de construção do conhecimento, o
trabalho referente à natureza e à sociedade na Educação Infantil parte da diversidade de
concepções pedagógicas, verificando a possibilidade do trabalho integrado, que preserva as
especificidades dos campos de conhecimento.
Bibliografia Básica
DOHME, Vânia. Ensinando a Criança a Amar a Natureza. Atividades, jogos, histórias,
artesanatos. Vozes. 2010.
KILPATRICK, W.H. Educação para Uma Sociedade em Transformação. Vozes. 2011.
MENDONÇA, Rita. Conservar e Criar: Natureza, Cultura, Complexidade. Senac. 2007.
Bibliografia Complementar
CANDAU, Vera Maria. Sociedade, Educação e Cultura. Vozes. 2010.
CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a Formação do Sujeito Ecológico.
Cortez. 2011.
CHALUD, Laura Noemi. Educação e Diversidade: Um Projeto Pedagógico na Escola. Alinea.
2008.
MORAIS, Regis de. Sociedade e Educação. Alinea. 2009.
PENTEADO, H. D. Meio ambiente e formação de professores. São Paulo: Cortez, 2010.
Educação, Espaço e Forma
44
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Esta disciplina pretende instrumentalizar o futuro educador quanto à análise e reflexão sobre o
trabalho com espaço e forma na educação infantil. Compreender e aplicar em forma de
laboratório de matemática as propostas dos Referenciais Curriculares Nacionais de Educação
Infantil.
Ementa
Fundamentação teórica para o exercício docente no ensino de matemática na educação infantil.
As mais novas contribuições dos estudiosos da epistemologia trazem novos conhecimentos sobre
a aprendizagem e sem dúvida o trabalho de sala de aula deve contemplar a apresentação das
novas estratégias, levando o docente à construção e à ampliação de seu conhecimento.
Bibliografia Básica
ARANAO, Ivana. A Matemática Através de Brincadeiras e Jogos. Papirus. 2011.
CARVALHO, Mercedes. Números - Conceitos e atividades para educação infantil e ensino
fundamental I. Vozes. 2010.
PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais. Artmed. 2008
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Celso. Matemática e Didática. Vozes. 2010.
FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. Cortez. 2011.
MACHADO, Silvia Dias A. Educação Matemática: Uma Nova Introdução. Educ. 2009.
MAGALI, Brenda Leme da Silva. Matemática nos Anos iniciais do Ensino Fundamental.
Autentica. 2010.
MIOLA, Everaldo S. Professor-Pesquisador no Ensino de Matemática. Ibpex. 2010.
Seminários sobre Jogos e Brincadeiras
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Apresentar aos educadores diversas possibilidades educativas em sala de aula, que possam auxiliálo a fazer com que os alunos participem ativamente na construção do seu conhecimento. Refletir
sobre normas, inter-relações e jogos éticos e cooperativos.
Ementa
Discussão conceitual do jogo e seus significados, a elaboração e a construção de propostas
concretas de jogos que tenham no brincar seu elemento essencial.
Bibliografia Básica
KISHIMOTO, T. M. Jogos infantis. O jogo, a criança e a educação. 7ª ed. Petrópolis: Editora
Vozes, 2010.
45
SALLES FILHO, Nei Alberto. Pedagogia do Movimento: Universo Lúdico e Psicomotricidade.
Ibpex. 2009.
SANTOS, Santa Marli. O Brincar na Escola: Metodologia lúdico-vivencial, coletânea de, Jogos,
brinquedos e dinâmicas. Vozes. 2011.
Bibliografia Complementar
FRITZEN, Silvino José. Dinâmicas de Recreação e Jogos. Vozes. 2011.
GALLARDO, J. S. P. Pratica de Ensino em Educação Física: a criança em movimento: jogo,
prazer e transformação. São Paulo: FTD, 2011.
MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas
Pedagógicas. Vozes. 2011.
NEIRA, Marcos Garcia. Pedagogia da Cultura Corporal Critica. Editora Phorte. 2009.
ROSE R, Dante de. Esporte e Atividade Física na Infância. Artmed. 2009.
Fundamentos e Metodologia da Alfabetização
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Garantir um espaço de reflexão pedagógica com os futuros professores sobre questões que
envolvem a alfabetização, o letramento e a oralidade na formação das crianças e jovens e adultos
de nossas escolas.
Ementa
Compreensão da dimensão que um trabalho com a linguagem na alfabetização inicial pode
atingir, tanto do ponto de vista da ampliação das capacidades expressivas e comunicativas da
criança, quanto de sua inserção e participação num mundo letrado, focando a escrita como um
sistema de representação da linguagem.
Bibliografia Básica
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e Linguística. Scipione. 2010.
LEITE, Sergio Antonio da Silva. Alfabetização e Letramento. Summus. 2010.
PONTES, Eglê Franchi. Pedagogia da alfabetização: da oralidade à escrita. São Paulo: Cortez,
2008.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, Marlene. Guia Prático do Alfabetizador. Ática. 2008.
COLLELO, Silvia Gasparin. Textos em Contextos: Reflexões sobre o Ensino da Língua Escrita.
Summus. 2011.
GUMPERZ, Jenny Cook. A Construção Social da Alfabetização. Artmed. 2008.
MARTINS, Maria Silvia Cintra. Oralidade, Escrita e Papéis Sociais na Infância. Mercado de
Letras. 2008.
46
RE, Alessandra Del. Aquisição da Linguagem: Uma Abordagem Pcsicolinguística. Contexto.
2008.
Componente Curriculares – 4º SEMESTRE
Metodologia e Prática da Alfabetização
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Garantir um espaço de reflexão pedagógica com os futuros professores sobre questões que
envolvem a alfabetização, o letramento e a oralidade na formação das crianças, jovens e adultos
de nossas escolas.
Ementa
Fundamentação teórica sobre a alfabetização nas séries iniciais do Ensino Fundamental, a
construção da escrita pela criança e as intervenções do professor. Discussão sobre as orientações
didáticas para o ensino da língua (leitura, escrita, oralidade), tendo como unidade básica o texto,
destacando como os diferentes tipos de textos podem ser importantes ferramentas para o Ensino
da Língua Portuguesa.
Bibliografia Básica
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e Linguística. Scipione. 2010.
LEITE, Sergio Antonio da Silva. Alfabetização e Letramento. Summus. 2010.
PONTES, Eglê Franchi. Pedagogia da alfabetização: da oralidade à escrita. São Paulo: Cortez,
2008.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, Marlene. Guia Prático do Alfabetizador. Ática. 2008.
COLLELO, Silvia Gasparin. Textos em Contextos: Reflexões sobre o Ensino da Língua Escrita.
Summus. 2011.
GUMPERZ, Jenny Cook. A Construção Social da Alfabetização. Artmed. 2008.
MARTINS, Maria Silvia Cintra. Oralidade, Escrita e Papéis Sociais na Infância. Mercado de
Letras. 2008.
RE, Alessandra Del. Aquisição da Linguagem: Uma Abordagem Pcsicolinguística. Contexto.
2008.
Fundamentos e Prática do Ensino da Geografia
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Conhecer os eixos temáticos e as metodologias de ensino da geografia e sua relação com os temas
transversais. Expor e discutir o ensino da Geografia no contexto histórico e escolar do Brasil
47
Ementa
Centrado no processo interativo de construção do conhecimento, o ensino de Geografia exige
muito mais do docente do que em décadas passadas. A compreensão dos mecanismos de
aprendizagem de Geografia num mundo globalizado e em constantes mudanças apresenta para o
docente, desafios que podem ser devidamente superados com a utilização de uma adequada
instrumentação metodológica. Assim, o conteúdo básico desta disciplina se volta para o trabalho
da sala de aula no ensino destas estratégias e metodologias de ensino.
Bibliografia Básica
ARAUJO JR, Geografia e Ensino: Abordagens Conceituais e Temáticas. All Print. 2011.
FILIZOLA, Roberto. Teoria e Prática no Ensino de Geografia. FTD. 2010.
PAGANELLI, Tomoko. Para Ensinar e Aprender Geografia. Cortez. 2008.
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Celso. Geografia e Didática. Vozes. 2010.
CALLAI, Helena C. Educação Geográfica: Reflexão e Pratica. Unijui. 2011.
CASTELLAR, Sonia. Ensino de Geografia. Cengage. 2009.
MOREIRA, Ruy. Sociedade e Espaço Geográfico no Brasil. Contexto. 2011.
PENTEADO, Heloisa Dupas. Metodologia do Ensino de Historia e Geografia. Cortez. 2009.
Fundamentos e Práticas do Ensino da História
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Desenvolver no aluno o espírito crítico para análise do cotidiano da educação; organizar
repertórios históricos e culturais que lhe permitam localizar acontecimentos numa multiplicidade
de tempo, de modo a formular explicação para algumas questões do presente e do passado.
Ementa
Partindo de uma abordagem centrada no processo interativo de construção do conhecimento, o
ensino de História exige muito mais do docente do que em décadas passadas. A compreensão
dos mecanismos de aprendizagem da história e sua constante interligação com as demais
disciplinas, bem como o estudo de Geografia num mundo globalizado e em constantes
mudanças, apresentam para o docente, desafios que podem ser devidamente superados com a
utilização de uma adequada instrumentação metodológica. Assim, o conteúdo básico desta
disciplina se volta para o trabalho da sala de aula no ensino destas estratégias e metodologias de
ensino.
Bibliografia Básica
ADUB, Kátia Maia. Ensino de Historia. Cengage. 2010.
HORN, Geraldo B. Ensino de Historia e seu Currículo: Teoria e Método. Vozes. 2010.
LAMBERT, Peter. História: Introdução ao Ensino e à Prática. Artmed. 2011.
48
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Celso. Historia e Didática. Vozes. 2010.
BITTENCOURT, C. M. F.o Ensino de Historia e a Criação do Fato. Contexto. 2009.
LINHARES, Maria Yedda. História Geral do Brasil. Campus. 2010.
RODRIGUES, José Honorário. Historia e Historiografia. Vozes. 2008.
SWAIN, Harriet. Grandes Questões da História. José Olympio. 2010.
Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Educação Básica
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Compreender as grandes teorias da educação em sua base conceitual e metodológica.
Desenvolver relações dos grandes educadores e suas propostas educacionais à luz de sua época.
Analisar as correntes de pensamento e seu significado na construção dos modelos atuais de
educação.
Ementa
Aprofundamento do conhecimento nos Fundamentos da Educação. Conhecimento dos grandes
teóricos da educação. Análise, verificação, compreensão, estabelecimento de relações e
desenvolvimento de conhecimentos necessários à formação global dos futuros educadores.
Bibliografia Básica
GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar par a Educação
Básica. Vozes. 2009.
PILETTI, Nelson. Educação Básica: Da Organização Legal ao Cotidiano Escolar. Ática. 2010.
VELOSO, Fernando. Educação Básica no Brasil. Campus. 2009.
Bibliografia Complementar
DAVIES, Nicholas. FUNDEB: A Redenção da Escola Básica? Autores Associados. 2009.
PARO, Vitor Henique. Gestão Escolar, Democracia e Qualidade no Ensino Ática. 2008.
PERRENOUD, P. As Competências para Ensinar no Século XXI: A formação dos professores e
o desafio da avaliação Porto Alegre: Artmed, 2007.
PIMENTA, Selma Garrido (coord.). Pedagogia: Ciência da Educação? São Paulo: Cortez, 2007.
PREDEBON, José. Profissão Professor. Cia. Dos Livros. 2010.
Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Os alunos deverão compreender que o desenvolvimento humano se dá ao longo da vida de
forma global, enquanto seres que somos, vinculados às condições existenciais, numa perspectiva
49
histórico-social; conhecer e analisar textos de autores clássicos da Psicologia do
Desenvolvimento; Compreender o sujeito do conhecimento através de diferentes modelos
teóricos da aprendizagem. Aplicação do conhecimento científico adquirido em situações da
prática profissional; Diagnosticar os diferentes momentos do desenvolvimento intelectual do
sujeito; Visão científica dos fatos vivenciados em educação; Uso adequado de técnicas de
observação do comportamento e atitudes e desempenho global dos alunos.
Ementa
Esta disciplina, que integra o núcleo obrigatório do currículo numa sequência lógica, pretende
tomar como temas centrais dos estudos psicológicos que interessam à educação, as relações entre
desenvolvimento e aprendizagem e a indissociabilidade dos aspectos psicológicos do ser humano,
de um lado, com o organismo biológico e, de outro, o lugar social que o indivíduo
necessariamente ocupa. Pretende garantir ao futuro pedagogo noções fundamentais para a
compreensão dos processos psíquicos que envolvem o desenvolvimento humano e o processo da
aprendizagem. Para isso, discute as principais teorias psicológicas, identificando seus reflexos e
sua importância para a compreensão do ato do conhecimento e do processo educativo em geral e
suas influências Esta disciplina instrumentaliza o futuro pedagogo para o uso adequado de
técnicas de observação do comportamento, atitudes e desempenho global dos discentes. Solicita
que o aluno domine conceitos básicos sobre a aprendizagem e o desenvolvimento humano; exige
espírito de busca, criticidade, criatividade e capacidade para buscar alternativas diante da
necessidade de solucionar problemas.
Bibliografia Básica
BIAGGIO, Angela Maria. Psicologia do Desenvolvimento. Vozes. 2009.
COLL, C. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia da Educação Escolar. Vol. 2.
Artmed. 2005.
GUIDETTI, Catherine. Introdução a Psicologia do Desenvolvimento. Vozes. 2009.
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Celso. Criatividade na Sala de Aula. Vozes. 2011.
BELSKY, Janet. Desenvolvimento humano: Experienciando o Ciclo de Vida. Artmed. 2010.
COLL, C. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia Evolutiva Vol. 1. Artmed. 2005.
OLIVEIRA, M.K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: Um processo sócio-histórico. São
Paulo: Scipione, 2010.
REGO, Teresa Cristina. Cultura, Aprendizagem e Desenvolvimento. Vozes. 2011.
Didática e Prática Docente
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Refletir sobre a construção das ideias pedagógicas, gerando o pensamento crítico e infundindo o
questionamento, o espírito de autocorreção e ponderação. Fazer indagações político-filosóficas e
concluir respostas originais no contexto histórico contemporâneo, refletindo com criticidade,
rigor e coragem sobre o que se considere importante para as questões didático-pedagógicas.
50
Ementa
O conhecimento, a partir das propostas de diferentes escolas e autores, o processo educacional
como construção interdisciplinar e global, aprendendo o planejamento, assim como executá-lo,
acompanhando e avaliando seus resultados e buscando seu aperfeiçoamento, tendo por unidades
de conteúdo: o papel da didática na formação do professor, o educador como sujeito da história,
a pseudo neutralidade em educação, relação entre prática educacional e prática burocrática,
técnicas de ensino e o esfacelamento da relação teoria e prática; subsídios teóricos para a
organização do trabalho docente, a aprendizagem como recurso para aquisição de competências,
hábitos, habilidades, atitudes e convicções, recursos metodológicos para o processo de ensino –
aprendizagem, relação educador – educando, organização do trabalho docente. A elaboração de
planos educacionais como parte constitutiva da questão ensino-aprendizagem no ambiente
escolar.
Bibliografia Básica
CANDAU, Vera M. F. (org.) A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 2010.
PILLETI, Claudino. Didática Geral. Ática. 2010.
PIMENTA, Selma Garrido. Didática e Formação de Professores. Cortez. 2011.
Bibliografia Complementar
CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011.
GADOTTI, Moacyr. Pedagogia da Práxis. Cortez. 2007.
MELO, Alessandro de. Organização e Estratégias Pedagógicas. Vol. 8. Ibpex. 2009.
ROSSANO, Joan. Ensinar e Aprender Brincando. Artmed. 2008.
ZABALA, Antoni. Como Aprender e Ensinar Competências. Artmed. 2010.
Leitura, Interpretação e Produção de Textos Acadêmicos
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Valorizar a língua como veículo de comunicação e expressão das pessoas e dos povos.
Ementa
Reflete e compreende o conceito de texto e contexto. O texto como situação comunicativa.
Apresenta os tipos e os gêneros textuais e os fatores de textualidade envolvidos na construção do
sentido. Prioriza as práticas da construção de textos, de modo a permitir a compreensão das
potencialidades da linguagem escrita.
Bibliografia Básica
CEREJA, William Roberto. Interpretação de Textos: Construindo Competências e Habilidades
em Leitura. Atual. 2009.
BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010.
51
MARCUSCHI, Luiz Antonio. Produção Textual: Análise de Gêneros e Compreensão. Parábola.
2008.
Bibliografia Complementar
FARACO, Carlos Alberto. Pratica de Texto. Vozes. 2011.
FARACO, Carlos Alberto. Oficina de Texto. Vozes. 2010.
FIORIN, Jose Luis Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2007.
KOCH, I.V. Ler e Escrever: Estratégias de Produção Textual. Contexto. 2009.
SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2008.
Estágio Supervisionado – Educação Infantil
Carga Horária 50h
Objetivos
Proporcionar ao estagiário situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as
dimensões teórica e prática de sua formação; oferecer oportunidades de participação do estagiário
nos projetos de ensino, pesquisa e extensão e nas atividades científicas e culturais faculdade;
integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da Educação Básica
na região; possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas do
conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar.
Ementa
Participação em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões
teóricas e práticas de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de
ensino e pesquisa educacional e os integrando social e profissionalmente com as comunidades
escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do
conhecimento e propiciando experiências de caráter interdisciplinar.
Bibliografia Básica
MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e Marin. 2008.
PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011.
SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea. 2011.
Bibliografia Complementar
ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage. 2009.
GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de Professores.
Avercamp. 2006.
MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno. Editora
Expressão e Arte. 2008.
OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2007.
PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008.
52
Componente Curriculares – 5º SEMESTRE
Projetos de Educação Ambiental, Nutrição, Cidadania e Saúde
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Fornecer uma visão global da pedagogia de projetos, visando a coerência com todos os aspectos
concernentes ao processo de aprendizagem e ao ambiente escolar. Analisar perspectivas que
levem ao desenvolvimento de projetos voltados para a realidade das escolas, ampliar a visão
quanto às questões ambientais, ao questionamento da realidade contemporânea e ao espírito
investigativo.
Ementa
Análise de perspectivas que levem ao desenvolvimento de projetos voltados para a realidade das
escolas, ampliando a visão quanto às questões ambientais, ao questionamento da realidade
contemporânea e ao espírito investigativo, a partir do trabalho com: Pedagogia de Projetos,
Oficinas de Estimulação Didático-pedagógicas, culturais, políticas e científicas;
Multidisciplinaridade, Pluridisciplinaridade, Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade; Projeto
Metodológico baseado em desafios didáticos; Temas Geradores; Projetos com Filmes; Projetos
Ecológicos (papel reciclado, reaproveitamento, gincana, ecológica); Elaboração de Projetos;
Grandes Projetos (Feiras, Olimpíadas, Passeatas, etc.); Projetos com Jogos Cooperativos;
Procedimentos didáticos apropriados e outros.
Bibliografia Básica
ARROYO, Miguel. Educação e Cidadania: Quem Educa o Cidadão? Cortez. 2010.
MEDINA, Naná Mininni. Educação Ambiental: Uma metodologia participativa de formação.
Vozes. 2011.
SILVESTRE, Daniela D. Manual para Cuidadores de Crianças em Creches, Berçários, Maternais
e Pré Escolas: Fundamentos para a qualidade em saúde, segurança, higiene e educação. Vozes.
2007.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a Formação do Sujeito Ecológico.
Cortez. 2011.
FAZENDA, Ivani C. A. Interdisciplinaridade: História, teoria e pesquisa. Papirus, 2010.
MANO, Eloisa Biasotto. Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem. Edgard Blucher. 2010.
MELLO, Maura Maria de Sá. Educação e Nutrição: Uma Receita de Saúde. Mediação. 2007.
MENDONÇA, Rita. Conservar e Criar: Natureza, Cultura, Complexidade. Senac. 2007.
Fundamentos e Práticas do Ensino de Ciências
Carga Horária 40h/a
Objetivos
53
Subsidiar e preparar os alunos para o planejamento e a programação de curso de ciências e
propiciar-lhes a vivência e a reflexão da prática docente. Ao final do curso, o aluno deverá estar
familiarizado com a essência e as particularidades do ensino de ciências para crianças, a partir de
uma visão ampla das várias propostas de ensino existentes. Deverá por fim ter ferramenta básica
para preparar-se para o efetivo exercício docente na área especifica para as primeiras séries do
ensino fundamental e para a educação infantil
Ementa
A construção do conhecimento dos estudantes passa pela compreensão plena do potencial das
ciências, tanto em seu aspecto humano, quanto material e científico. É preciso promover
reflexões para que o aluno desenvolva competências que lhe permitam compreender que a
proposta para o ensino Ciências na escola de educação infantil e ensino fundamental é enfocá-la
como um conhecimento que colabora para a compreensão do mundo e suas transformações,
para reconhecer o homem como parte do universo e como indivíduo, além da apropriação dos
conceitos e procedimentos da área, poder contribuir para o questionamento do que se vê e ouve,
para a ampliação das explicações acerca dos fenômenos da natureza, para a compreensão e
valoração dos modos de intervir na natureza e de utilizar seus recursos, para a compreensão dos
recursos tecnológicos que realizam essas mediações, para a reflexão sobre questões éticas
implícitas nas relações entre Ciência, Sociedade e Tecnologia. Compreender que o ensino de
Ciências Naturais pode contribuir para uma reconstrução da relação homem-natureza, a partir do
conhecimento sobre como a natureza se comporta e a vida se processa e contribuir para a criança
se posicionar com fundamentos acerca de questões bastantes polêmicas e orientar suas ações de
forma mais consciente.
Bibliografia Básica
ANGOTTI, José André. Ensino de Ciências: Fundamentos e Métodos. Cortez. 2009.
POZO, Juan. A Aprendizagem e o Ensino de Ciências. Artmed. 2009.
WARD, Helen. Ensino de Ciências. Artmed. 2010.
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Celso. Ciências e Didática. Vozes. 2010.
AUGUSTO, Silvana. Ciências: Solução para Dez Desafios do Professor ( Do 1º ao 3º ano do
Ensino Fundamental). Ática. 2011.
CARVALHO, Ana Maria Pessoa de. Formação de Professores e Ciências. Cortez. 2011.
GERALDO, Antonio Carlos Hidalgo. Didática de Ciências Naturais na Perspectiva Histórico
Critica. Autores Associados. 2009.
LIMA, Gustavo Ferreira da Costa. Educação Ambiental no Brasil: Formação, Identidade e
Desafios. Papirus. 2011
Fundamentos e Práticas do Ensino de Artes
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Esta disciplina visa desenvolver no educando sua competência estética e artística nas diversas
modalidades da área de arte, tanto para produzir trabalhos pessoais, quanto para que possa
54
progressivamente apreciar e valorizar os diferentes bens artísticos.
Ementa
Discussão de assuntos referente à arte, especialmente no que se refere ao desenvolvimento da
mesma através da história até chegar à contemporaneidade. O futuro educador terá a
oportunidade de aprimorar seus sentidos através de um olhar sensível, desenvolvendo assim o
prazer pela arte e reconhecendo as suas diversas representações, assim como a capacidade de a
criança se expressar através dela.
Bibliografia Básica
ANTUNES, Celso. Arte e Didática. Vozes. 2010.
BOWMAN, Dana. Iniciação a Arte para Crianças Pequenas. Artmed. 2007.
MATTAR, Sumaya. Sobre Arte e Educação: Entre a Oficina Artesanal e a Sala de Aula. Papirus.
2010.
Bibliografia Complementar
FRITZEN, Celdon. Educação e Arte: Linguagens Artísticas. Papirus. 2008.
RICHTER, Sandra. Criança e Pintura: Ação e Paixão de Conhecer. Mediação. 2005.
SANTOS, Regina Márcia Simão. Música, Cultura e Educação: Os Múltiplos Espaços da
Educação Musical. Sulina. 2011.
VERDERI, Erica. Dança na Escola: Uma Proposta Pedagógica. Phorte. 2009.
VYGOTSKI, L.S. A Imaginação e a Arte na Infância. Relógio D’Água. 2009
Matemática
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Compreender os principais elementos e propostas do ensino da matemática básica.
Ementa
O desenvolvimento cognitivo na área da matemática. Como disciplina básica da educação, o
conhecimento de matemática é fundamental para o docente que trabalha na educação infantil.
Conhecimento matemático necessário para trabalhar com as crianças de zero aos seis anos.
Trabalha conteúdos fundamentais e básicos da Matemática numa ampla revisão de
conhecimentos: calendário, números, quantidades, operações, problemas, grandezas e medidas –
em um aprofundamento e conhecimento que, possibilite a compreensão dos processos de
aprendizagem próprios das crianças.
Bibliografia Básica
FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. Cortez. 2011.
MACHADO, Silvia Dias A. Educação Matemática: Um Nova Introdução. Educ. 2009.
55
OLIVEIRA, Cristiane Cope de. Educação Matemática: Contextos e Praticas Docentes. Alinea.
2010.
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Celso. Matemática e Didática. Vozes. 2010.
ARANAO, Ivana. A Matemática Através de Brincadeiras e Jogos. Papirus. 2011.
MAGALI, Brenda Leme da Silva. Matemática nos Anos iniciais do Ensino Fundamental.
Autentica. 2010.
MIOLA, Everaldo S. Professor-Pesquisador no Ensino de Matemática. Ibpex. 2010.
PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais. Artmed. 2008.
Fundamentos e Metodologia da Educação de Jovens e Adultos
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Entender o papel do educador da EJA na sala de aula nos diversos segmentos.
Ementa
Reflexão sobre a modalidade da Educação de Jovens e Adultos no Brasil, sob o paradigma da
Educação Para Todos, bem como as implicações para as práticas pedagógicas é o objetivo
principal da disciplina. Aspectos que dizem respeito à produção dos analfabetismos na atual
sociedade, bem como às formas de enfrentamento, avanços e desafios na área.
Bibliografia Básica
BARCELOS, Valdo. Educação de Jovens e Adultos: Currículo e Praticas Pedagógicas. Vozes.
2010.
GADOTTI, Moacir. Educação de Jovens e Adultos: Teoria, Prática e Proposta. Cortez. 2011.
SALES, Sandra Regina. Educação de Jovens e Adultos: Políticas e Práticas Pedagógicas. Nau.
2010.
Bibliografia Complementar
BALL, Stephen. Políticas Educacionais: Questões e Dilemas. Cortez. 2011.
BARCELOS, Valdo. Formação de Professores para a Educação de Jovens e Adultos. Vozes.
2010.
CARBONELL, Sonia. Educação Estética para Jovens e Adultos. Cortez. 2010.
SAMPAIO, Maria Narcizo. Praticas de Educação de Jovens e Adultos. Complexidades, Desafios
e Propostas. Autentica. 2010.
SCHWARTZ, Susana. Alfabetização de Jovens e Adultos: Teoria e Prática. Vozes. 2010.
Currículos e Programas
Carga Horária 80h/a
56
Objetivos
Apresentar os aspectos legais concernentes aos currículos da educação básica e discutir
experiências inovadoras em currículos.
Ementa
Fundamentos do currículo: origens, desenvolvimento, tendências e propostas. Conceituação do
currículo nos diferentes paradigmas, assim como das concepções teóricas curriculares: teoria
tradicional, crítica e pós-crítica; as práticas pedagógicas decorrentes de diferentes modelos
curriculares. Reflexão sobre o papel do currículo na estrutura escolar e sua relação com a
estrutura social e o poder da produção e da construção de conhecimento no currículo.
Bibliografia Básica
DIAS, Fátima Regina Teixeira. Currículo na Educação Infantil. Scipione. 2008.
JONAERTE, Phillippe. Currículo e Competências. Artmed. 2010.
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Currículo: A Atividade Humana como Principio
Educativo. Libertad. 2009.
Bibliografia Complementar
DALMAS, Angelo. Planejamento Participativo na Escola: Elaboração, Acompanhamento e
Avaliação. Vozes. 2010.
GENTIL, Heloisa Salles. Práticas Pedagógicas: Política, Currículo e Espaço Escolar. Junqueira e
Marin. 2009.
GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação
Básica. Vozes. 2009.
SANTOS, Pablo. Guia Pratico da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas,
Impactos. Cengage. 2011.
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Planejamento: Projeto de Ensino Aprendizagem e Projeto
Político Pedagógico. Libertad. 2007.
Avaliação Educacional
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Preparar docentes para o processo de planejamento e avaliação do desempenho de discentes a
partir de uma proposta socioconstrutivista, interacionista, política e ética.
Ementa
A avaliação educacional com vistas a superar a função classificatória pela diagnóstico-formativa.
Nesse sentido, prioriza-a como elemento de inclusão, de tomada de decisão, articulada aos
demais elementos do campo educativo, destacando o significado do erro construtivo, além de
procedimentos avaliativos e tendências recentes na avaliação escolar.
Bibliografia Básica
CERVI, Rejane de Medeiros. Planejamento e Avaliação Educacional. Ibpex. 2009.
57
FREITAS, Luis Carlos de. Avaliação Educacional. Vozes. 2011
SOUZA, Alberto de Mello e. Dimensões da Avaliação Educacional. Vozes. 2011.
Bibliografia Complementar
COLASANTO, Cristina Aparecida. Relatório de Avaliação na Educação Infantil. All Print. 2011.
DALMAS, Angelo. Planejamento Participativo na Escola: Elaboração, Acompanhamento e
Avaliação. Vozes. 2010.
GANDIN, Danilo. Pratica do Planejamento Participativo. Vozes. 2010.
LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação educacional, Vozes, 2011.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Cortez. 2011.
SOUZA, Alberto de Melo e. Dimensões da Avaliação Educacional. Vozes. 2011.
Estágio Supervisionado em Educação do 1º.Ciclo do Ensino Fundamental
Carga Horária 100h/a
Objetivos
Proporcionar ao estagiário situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as
dimensões teórica e prática de sua formação; oferecer oportunidades de participação do estagiário
nos projetos de ensino, pesquisa e extensão e nas atividades científicas e culturais da faculdade;
integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da Educação Básica
na região; possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas do
conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar.
Ementa
Participação do aluno em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as
dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos
projetos de ensino e pesquisa educacional, integrando-os social e profissionalmente com as
comunidades escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas
do conhecimento e experiências de caráter interdisciplinar.
Bibliografia Básica
MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e Marin. 2008.
PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011.
SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea. 2011.
Bibliografia Complementar
ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage. 2009.
GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de Professores.
Avercamp. 2006.
58
MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno. Editora
Expressão e Arte. 2008.
OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2007.
PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008.
Componente Curriculares – 6º SEMESTRE
Linguagem e Mediações Tecnológicas na Educação
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Desenvolver atividades práticas que demonstrem a importância da informática como ferramenta
educacional presente de maneira constante na vida docente e discente.
Ementa
Reflexão sobre o papel da informática no processo pedagógico moderno e as infinitas
possibilidades de trabalho utilizando o computador como ferramenta educacional.
Bibliografia Básica
FERRETTI, Celso J. Novas Tecnologias, Trabalho e Educação. Vozes. 2011.
GIANOLLA, Raquel. Informática na Educação. Cortez. 2008.
TAJRA, S. F. Informática na Educação – Novas Ferramentas Pedagógicas para o Professor.
Editora Érica. 8ª Ed. 2008.
Bibliografia Complementar
DEMO, Pedro. Formação Permanente e Tecnologias Educacionais. Vozes. 2011.
FILE, Walter. Tecnologia e Educação: As Mídias na Prática Docente. Wak. 2009.
LEITE, Ligia Silva. Tecnologia e Educação: As Mídias na Pratica Docente. Wak. 2009
LEITE, Ligia Silva. Tecnologia Educacional: Descubra suas Possibilidades na Sala de Aula.
Vozes. 2011.
SILVA, Marco. Sala de Aula Interativa. Loyola. 2010.
Fundamentos e Práticas do Ensino da Matemática
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Esta disciplina pretende instrumentalizar o futuro educador para a coleta de dados e concepções
matemáticas e aplicações para o processo de aquisição e desenvolvimento de situações-problema.
Ementa
Capacitação para o exercício docente no ensino de matemática. As mais novas contribuições dos
estudiosos da epistemologia trazem novos conhecimentos sobre a aprendizagem e, sem dúvida, o
trabalho de sala de aula deve contemplar a apresentação das novas estratégias, levando o docente
59
à construção e à ampliação de seu conhecimento. Concepções da matemática e implicações para
o processo de aquisição e desenvolvimento de situações reais do cotidiano; numeralização e a
metodologia do ensino e da aprendizagem.
Bibliografia Básica
FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. Cortez. 2011.
MACHADO, Silvia Dias A. Educação Matemática: Uma Nova Introdução. Educ. 2009.
OLIVEIRA, Cristiane Cope de. Educação Matemática: Contextos e Práticas Docentes. Alinea.
2010.
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Celso. Matemática e Didática. Vozes. 2010.
ARANAO, Ivana. A Matemática Através de Brincadeiras e Jogos. Papirus. 2011.
MAGALI, Brenda Leme da Silva. Matemática nos Anos iniciais do Ensino Fundamental.
Autentica. 2010.
MIOLA, Everaldo S. Professor-Pesquisador no Ensino de Matemática. Ibpex. 2010.
PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais. Artmed. 2008.
Fundamentos e Práticas do Ensino da Língua Portuguesa
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Oferecer subsídios ao aluno para atuar como profissional da educação, a partir do conhecimento
das competências linguísticas.
Ementa
A construção do conhecimento do ensino, didática e metodologia de Língua Portuguesa.
Concepção de linguagem e uma compreensão do estatuto dos textos e discursos como
materialização da linguagem e unidade de ensino.
Bibliografia Básica
ANTUNES, Celso. Língua Portuguesa e Didática. Vozes. 2010.
ELIAS, Vanda Maria. Ensino de Língua Portuguesa: Oralidade, Leitura e Escrita. Contexto.
2011.
GOMES, Maria Lucia Castro. Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa. Ibpex. 2008.
Bibliografia Complementar
AUGUSTO, Silvana. Língua Portuguesa: Solução par Dez Desafios do Professor ( Do 1º ao 3º
ano do Ensino Fundamental). Ática. 2011.
BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. Vozes. 2010.
COELHO, Ligia Marta. Língua Materna nas Series Iniciais do Ensino Fundamental. Vozes. 2009.
60
PONTES, Eglê Franchi. Pedagogia da alfabetização: da oralidade à escrita. São Paulo: Cortez,
2008.
RE, Alessandra Del. Aquisição da Linguagem: Uma Abordagem Pcsicolinguistica. Contexto.
2008.
Didática, Estratégias e Recursos da Educação de Pessoas com Necessidades Especiais
(PNE)
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Conhecer os diversos tipos de deficiências.
Ementa
Conhecimento das diversas deficiências e compreensão das necessidades individuais, contribuir
com a sua inserção social, assim como desenvolver diversas estratégias para ajudar no
desenvolvimento cognitivo das pessoas com necessidades especiais, atendendo as possibilidades
de cada um.
Bibliografia Básica
LIMA, Priscila Augusta. Educação Inclusiva: Indagações e Ações nas Áreas da Educação e da
Saúde. Avercamp. 2010.
MAZOTTA, Marcos José. Educação Especial no Brasil. Cortez. 2011.
SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. Cia dos Livros. 2010.
Bibliografia Complementar
BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças com
necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010.
BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças com
necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010.
CANDAU, Vera M. F. Rumo a uma Nova Didática. Vozes. 2011.
KUBO, Olga M. Educação Especial e a Capacitação do Professor para o Ensino Unijui. 2009.
SMITH, Deborah. Introdução a Educação Especial: Ensinar em Tempos de Inclusão. Artmed.
2009.
Libras
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Capacitar os professores para incluir alunos com deficiência auditiva na sua sala de aula por meio
da aquisição das Libras (Língua Brasileira de Sinais), quebrando as barreiras de comunicação entre
aluno surdo/ professor ouvinte.
Ementa
61
Conjunto de componentes pertinentes às línguas orais (gramática, semântica, pragmática, sintaxe
e outros) destinado a preencher os requisitos científicos que tornam LIBRAS um instrumental
linguístico de força e poder como língua materna dos surdos brasileiros.
Bibliografia Básica
PEREIRA, Maria Cristina da Cunha. Libras: Conhecimento Além dos Sinais. Pearson. 2011.
PEREIRA, Raquel de Carvalho. Surdez: Aquisição da Linguagem e Inclusão Social. Revinter.
2009.
QUADROS, Ronice Müller. Língua de Sinais: Instrumentos de Avaliação. Artmed. 2011.
Bibliografia Complementar
CAPOVILLA, Fernando César. Enciclopédia da Língua Brasileira de Sinais: Palavras de Função
Gramatical. Vol. 8. Edusp. 2007.
FERREIRA, Lucinda. Por Uma Gramática de Língua de Sinais. Tempo Brasileiro. 2010.
FRIZANCO, Mary Lopes. Livro Ilustrado de Língua de Sinais Brasileira. Ciranda Cultural. 2011.
QUADROS, Ronice Müller. Educação de Surdos: A Aquisição da Linguagem. Artmed. 2007.
SLOWSKI, Vilma Geni. Educação Bilingue par Surdos: Concepções e Aplicações Praticas. Juruá.
2010.
A Inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais na Educação Básica
Carga Horária 60h/a
Objetivos
Conhecer os diversos tipos de deficiências.
Ementa
A educação especial e fundamentação legal. Integração e Inclusão. Deficiência: Mental, Auditiva,
Visual, Física e Múltipla (Conceito, causas, categorias, identificação, sinais, indicadores,
procedimentos metodológicos e papel da família). A escola como espaço inclusivo. Adaptações
curriculares e o aluno com necessidades educacionais especiais na educação infantil e nas séries
iniciais do ensino fundamental. A pessoa com deficiência e o mundo do trabalho.
Bibliografia Básica
LIMA, Priscila Augusta. Educação Inclusiva: Indagações e Ações nas Áreas da Educação e da
Saúde. Avercamp. 2010.
MAZOTTA, Marcos José. Educação Especial no Brasil. Cortez. 2011.
SMITH, Deborah. Introdução a Educação Especial: Ensinar em Tempos de Inclusão. Artmed.
2009.
Bibliografia Complementar
BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças com
necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010.
62
COLL, Cesar. Desenvolvimento Psicológico e Educação - Vol.3 Transtorno de Desenvolvimento
e Necessidades Educativas Especiais. Artmed. 2005.
KUBO, Olga M. Educação Especial e a Capacitação do Professor para o Ensino Unijui. 2009.
RAIÇA, D. Tecnologias para a Educação Inclusiva. Avercamp. 2008.
SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. Cia dos Livros. 2010
Pesquisa e Prática Educacional
Carga Horária 50h/a
Objetivos
Refletir sobre as questões educacionais ligadas às pessoas com necessidades especiais (PNE).
Conhecer a teoria e a prática educacional da PNE.
Ementa
As atividades desse componente curricular poderão ser efetivas em classes com inclusão de PNE,
em laboratórios de escolas especiais ou ONGs para o atendimento desse tipo de clientela.
Sistemáticas e recursos diferenciados para trabalho com esses alunos, além de como avaliar o
desempenho de cada um deles, a sua orientação para melhor convivência social e a preparação
para o trabalho. Competência e sensibilidade para desenvolver projetos de ensino-aprendizagemeducação e lazer para esses alunos, propondo projetos especiais de intervenção para sanar suas
dificuldades.
Bibliografia Básica
MAZOTTA, Marcos José. Educação Especial no Brasil. Cortez. 2011.
SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. Cia dos Livros. 2010
SMITH, Deborah. Introdução a Educação Especial: Ensinar em Tempos de Inclusão. Artmed.
2009.
Bibliografia Complementar
BAKER, Bruce. Passos para a Autonomia: Ensinar Atividades Diárias a Crianças com
necessidades especiais. Instituto Piaget. 2010.
FERREIRA, Lucinda. Por Uma Gramática de Língua de Sinais. Tempo Brasileiro. 2010.
LIMA, Priscila Augusta. Educação Inclusiva: Indagações e Ações nas Áreas da Educação e da
Saúde. Avercamp. 2010.
QUADROS, Ronice Müller. Educação de Surdos: A Aquisição da Linguagem. Artmed. 2007.
RAICA, Darci. 10 Questões Sobre a Educação Inclusiva da Pessoa com Deficiência Mental.
Avercamp. 2007.
Estágio Supervisionado em Educação de Jovens e Adultos
Carga Horária 50h/a
Objetivos
63
Proporcionar ao estagiário situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as
dimensões teórica e prática de sua formação; oferecer oportunidades de participação do estagiário
nos projetos de ensino, pesquisa e extensão e nas atividades científicas e culturais faculdade;
integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da Educação Básica
na região; possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas do
conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar.
Ementa
Situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões teórica e prática de
sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de ensino e pesquisa
educacional, integrando-os social e profissionalmente com as comunidades escolares da região,
possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando
experiências de caráter interdisciplinar.
Bibliografia Básica
MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e Marin. 2008.
PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011.
SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea. 2011.
Bibliografia Complementar
ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage. 2009.
GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de Professores.
Avercamp. 2006.
MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno. Editora
Expressão e Arte. 2008.
OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2007.
PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008.
Componentes Curriculares – 7º SEMESTRE
PESQUISA EDUCACIONAL
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Desenvolver nos alunos o espírito investigativo e de pesquisa, de tal forma que isso possa ser
incorporado ao cotidiano profissional e pessoal.
Ementa
Fundamentação teórica para a realização de pesquisas e trabalhos numa perspectiva científica.
Compreender os processos e métodos da pesquisa e aplicá-los na confecção e conclusão de um
tema com aprofundamento metodológico. A natureza desta disciplina concentra-se na sua ênfase
metodológica. Concretizar os conhecimentos e pressupostos teóricos na pesquisa de um assunto
educacional específico, por meio de uma produção científica, concatenada, estruturada e
64
apresentada na forma de um trabalho de conclusão de curso. Capacitação do educando para a
elaboração e apresentação final do TCC- Trabalho de Conclusão de Curso – artigo científico.
Bibliografia básica
FAZENDA, Ivani. Metodologia da Pesquisa Educacional. Cortez. 2010.
FAZENDA, Ivani. Novos Enfoques da Pesquisa Educacional. Cortez. 2011.
GADOTTI, Moacyr. Pensamento Pedagógico Brasileiro. Ática. 2006.
Bibliografia complementar
ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Papirus, 2007.
CARVALHO, M.C.M. (Org.). Construindo o saber, metodologia cientifica: fundamentos e
técnicas. 13ed. Campinas: Papirus, 2010.
CONSALTER, Maria Alice. Elaboração de Projetos: Da Introdução a Conclusão. Ibpex. 2011.
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: Teoria da Ciência e Pratica da
Pesquisa. Vozes. 2010.
SEVERINO, Antonio Joaquim Severino. Metodologia do Trabalho científico 23ª. Ed. São
Paulo: Cortez, 2007.
Gestão na Educação Básica
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Proporcionar aos alunos, na perspectiva da gestão de instituições escolares e não escolares,
conhecimentos e habilidades básicas, a respeito das condições objetivas em que se realiza o
trabalho na escola, visando à identificação de suas necessidade e à busca de formas de intervir na
realidade.
Ementa
Visão introdutória do fenômeno administrativo, buscando identificar seus fatores sócio-culturaishistóricos-políticos e éticos, a partir das teorias e modelos dos principais autores da área, com
especial ênfase aos da sociedade moderna e contemporânea, identificando princípios e aspectos
que possam ser aplicados com êxito na gestão. Estudo de gestão democrática.
Bibliografia Básica
GOMES, Maria de Fátima Cardoso. Formação Continuada de Docentes da Educação Básica:
Construindo Parcerias. Autentica. 2011.
GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação
Básica. Vozes. 2009.
PILETTI, Nelson. Educação Básica: Da Organização Legal ao Cotidiano Escolar. Ática. 2010.
Bibliografia Complementar
65
CAMPOS, Casemiro de Medeiros. Gestão Escolar e Docência. Paulinas. 2011.
HENGEMUHIE, Adelar. Gestão de Ensino e Praticas Pedagógicas. Vozes. 2010.
LUCK, Heloisa. Gestão Educacional: Uma Questão Pragmática. Vozes. 2011.
OLIVEIRA, Dalila Andrade. Gestão Democrática da Educação. Vozes. 2009.
VICENTINI, Almir. Gestão Escolar: Dicas Corporativas. Phorte. 2010.
Educação nas Áreas de Apoio e Serviço Escolar
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Conhecer os aspectos teórico-práticos da orientação educacional na escola. Compreender o papel
social da escola. Analisar a ação e a intervenção específica do orientador educacional na
comunidade escolar, no trabalho com os diversos grupos.
Ementa
Capacitação do futuro pedagogo para o trabalho de apoio escolar aos alunos da Escola Básica ou
de outras Instituições com projetos educacionais no que se refere à dificuldades de aprendizado,
de relacionamento, na resolução de problemas pessoais, escolares e familiares, no preparo para o
primeiro emprego, na orientação vocacional. Buscam também prepará-lo para o apoio ao
trabalho de apoio aos docentes na busca da efetivação de um ensino de qualidade na resolução de
problemas de classes ou grupos, na efetivação de educação continuada para todos.
Bibliografia Básica
GIACAGLIA. Lia Renata A: PENTEADO. Wilma Millan A. Orientação educacional na prática:
princípios técnicas instrumentos. Cengage, 2010.
LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação Educacional. Vozes. 2010.
SOARES, Dulce P. Orientação Vocacional Educacional. Artmed. 2009.
Bibliografia Complementar
BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil. Artmed. 2009.
COLASANTO, Cristina Aparecida. Relatório de Avaliação na Educação Infantil. All Print. 2011.
DAVIES, Nicholas. FUNDEB: A Redenção da Escola Básica? Autores Associados. 2009.
GRINSPUN, Mirian P.S. Zippin. A Orientação educacional: O conflito de paradigmas e
alternativas para a escola. Cortez, 2011
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Cortez. 2011.
MAHL, Álvaro C. POPI: Programa de Orientação Profissional. Vetor. 2006.
Gestão da Educação Infantil
Carga Horária 40h/a
66
Objetivos
Contribuir para a formação do educador, fornecendo-lhe alguns fundamentos e ideias sobre a
importância do seu trabalho com a faixa etária que corresponde de zero a 5 anos de idade.
Refletir sobre o papel da Escola de Educação Infantil, junto à criança, à família e à sociedade.
Ementa
Gestão eficiente, eficaz e efetiva de escolas de educação infantil é a preocupação deste
componente curricular, considerando a faixa etária atendida, o que implica em ações específicas, e
requer não só do educador e do gestor, habilidades e sensibilidade para gerir com competência e
afetividade equilibrada, escolas e classes que atendem esta clientela tão especial, sem esquecer de
formá-lo de forma política e ética. Especial atenção será dada ao estudo do critério para
organização das classes, seleção de docentes e demais profissionais, plano político-pedagógico da
escola, de cursos, planos de aula, avaliação de desempenho infantil, problemas de afetividade, de
aprendizagem e reunião com pais.
Bibliografia Básica
LUCK, Heloisa. Liderança em Gestão Escolar. Vozes. 2010.
MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas
Pedagógicas. Vozes. 2011.
OLIVEIRA, Ana Auxiliadora. Gestão Educacional: Novos Olhares, Novas Abordagens. Vozes.
2011.
Bibliografia Complementar
BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil. Artmed. 2009.
CORSINO, Patrícia. Educação Infantil: Cotidiano e Políticas. Autores Associados. 2010.
KRAMER, Sonia. Educação Infantil: Enfoques em Dialogo. Papirus. 2011.
OLIVEIRA, Zilma de M. Educação Infantil: Muitos Olhares. Cortez. 2010.
VARIOS AUTORES, Culturas Infantis em Creches e Pré Escolas. Autores Associados. 2011.
Estatística Aplicada à Educação
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Oferecer condições para que os alunos compreendam a natureza do objeto de estudo, além de
compreender e interpretar dados estatísticos organizados por tabelas ou gráficos.
Ementa
Instrumentalização do futuro educador para a coleta de dados, seu tratamento e registro por meio
de diferentes tipos de gráficos, procedendo às análises quantitativas e qualitativas da realidade
estudada. Aliar a estatística às facilidades da informática, aprendendo a utilizar ambos em
benefício da qualidade do trabalho de ensino aprendizagem deve ser o referencial de qualidade do
aluno ao final da disciplina. Construção de competência para entender a organização de dados
estatísticos em tabelas ou gráficos, distribuição de frequência, medidas de tendência central,
medidas de dispersão e modelos de amostragem.
67
Bibliografia básica
COSTA, Sergio Francisco. Estatística Aplicada a Pesquisa Educação. Liber Livo. 2010.
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica: Probabilidade e Inferência. Pearson. 2010.
MORETTIN, P.A.. Estatística básica: probabilidade. São Paulo: Saraiva. 2011.
Bibliografia complementar
CASELA, George. Inferência Estatística. Cengage. 2010.
CRESPO, A. Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva, 2009.
NOVAES, Diva Valério. Estatística para Educação Profissional. Atlas. 2009.
ROSS, Sheldon. Probabilidade. Bookman. 2010.
SPIEGEL, M. R. Estatística. São Paulo: Bookman. 2009.
Legislação e Normas da Educação Nacional
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Conhecer a evolução da legislação e das normas da Educação Nacional. Desenvolver o
pensamento crítico do aluno. Preparar o pedagogo para uma ação adequada e correta,
considerando a legislação e as normas da Educação Nacional.
Ementa
O conhecimento de algumas noções da legislação e das normas é indispensável à formação dos
educadores, uma vez que a disciplina representa a procura do convívio em sociedade. Os Direitos
e Deveres dos cidadãos no respeito à educação em seu sentido de compromisso social.
Bibliografia Básica
LEITE, Ligia Silva. Educação a Distancia da Legislação ao Pedagogo. Vozes. 2010.
SANTOS, Pablo. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas,
Impactos. Cengage. 2011.
VIEIRA, Jair Vieira. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e Legislação Complementar.
Edipro. 2010.
Bibliografia Complementar
ARANHA, M. VEIGA, Ilma Passos A. Formação de Professores: Políticas e Debates. Papirus.
2009.
BALL, Stephen. Políticas Educacionais: Questões e Dilemas. Cortez. 2011.
L.A. História da Educação e da Pedagogia: Geral e Brasil. São Paulo: Moderna, 2007.
ROMANELLI. Otaiza de Oliveira. História da educação no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2010.
SAVIANI, Demerval: Da Nova LDB ao FUNDEB. Autores Associados. 2009.
68
Pesquisa e Prática Educacional II
Carga Horária 50h/a
Objetivos
Refletir sobre a dinâmica do processo educacional. Conhecer a teoria e a prática educacional.
Ementa
Vivências na prática cotidiana de instituições escolares e não escolares, as noções teóricas que
orientam a educação no país em suas várias modalidades e em nível de Escola Básica. A
observação será acompanhada de levantamento de problemas a serem pesquisados. Projeto de
Intervenção abrangendo as especificidades e as variáveis a serem consideradas em cada situação,
sem perder de vista a escola no seu todo e sua integração no sistema escolar brasileiro.
Bibliografia Básica
FAZENDA, I.A.C. (org.) Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 2010.
FAZENDA, Ivani, (org). A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento.
Campinas; Papirus, SP. 2011.
HORN, Maria da Graça. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil. Artmed. 2008.
Bibliografia Complementar
BENEKE, Sallee. O Poder dos Projetos Novas Estratégias e Soluções para a Educação Infantil.
Artmed. 2005.
FONTE, Paty. Projetos Pedagógicos Dinâmicos: A Paixão de Educar o Desafio de Inovar. Wak.
2011.
GOMES, Maria de Fátima Cardoso. Formação Continuada de Docentes da Educação Básica:
Construindo Parcerias. Autentica. 2011.
GRASSI, Tânia Mara. Oficinas Psicopedagogicas. Ibpex. 2008.
GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação
Básica. Vozes. 2009.
Estágio Supervisionado na Educação de Pessoas com Necessidades Especiais Carga
Horária 50h/a
Objetivos
Proporcionar ao estagiário situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as
dimensões
teórica
e
prática
de
sua
formação;
oferecer oportunidades de participação do estagiário nos projetos de ensino, pesquisa e extensão
e nas atividades científicas e culturais faculdade; integrar social e profissionalmente os estagiários
com a comunidade escolar da Educação Básica na região; e possibilitar a interação dos estagiários
e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, propiciando experiência de caráter
interdisciplinar.
Ementa
69
Proporcionar ao aluno situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as
dimensões teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos
projetos de ensino e pesquisa educacional, integrando-os social e profissionalmente com as
comunidades escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas
do conhecimento, propiciando experiências de caráter interdisciplinar.
Bibliografia Básica
MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e Marin. 2008.
PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011.
SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea. 2011.
Bibliografia Complementar
ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage. 2009.
GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de Professores.
Avercamp. 2006.
MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno. Editora
Expressão e Arte. 2008.
OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2007.
PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008.
Componentes Curriculares – 8º SEMESTRE
Gestão Educacional em Ambientes não Escolares
Carga Horária 80h/a
Objetivos
Construir conhecimentos, atitudes e valores que tornem os estudantes solidários, críticos, éticos e
participativos na sociedade em que estão inseridos; Compreender que a escola é um canal que
contribui significativamente para a democratização da sociedade; Entender que a escola é um
lugar privilegiado para o exercício da cidadania consciente e comprometido com os interesses
coletivos.
Ementa
O Plano Nacional de Educação expressa a necessidade de promover a participação da
comunidade na gestão das escolas. Fica clara, então, a mudança de concepção de escola e suas
implicações quanto à gestão e à relação escola/comunidade. Os principais aspectos da gestão
democrática e participativa. A construção de novos caminhos e práticas em direção à melhoria da
qualidade de ensino, capaz de transformar o perfil socioeconômico e cultural do país e o
exercício da cidadania plena.
Bibliografia Básica
70
GOMES, Maria de Fátima Cardoso. Formação Continuada de Docentes da Educação Básica:
Construindo Parcerias. Autentica. 2011.
GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação
Básica. Vozes. 2009.
PILETTI, Nelson. Educação Básica: Da Organização Legal ao Cotidiano Escolar. Ática. 2010.
Bibliografia Complementar
CAMPOS, Casemiro de Medeiros. Gestão Escolar e Docência. Paulinas. 2011.
HENGEMUHIE, Adelar. Gestão de Ensino e Praticas Pedagógicas. Vozes. 2010.
LUCK, Heloisa. Gestão Educacional: Uma Questão Pragmática. Vozes. 2011.
OLIVEIRA, Dalila Andrade. Gestão Democrática da Educação. Vozes. 2009.
VICENTINI, Almir. Gestão Escolar: Dicas Corporativas. Phorte. 2010.
Políticas Públicas e Educação
Carga Horária 40 h/a
Objetivos
Desenvolver nos alunos o espírito crítico para a análise do cotidiano da educação. Ampliar e
motivar o engajamento político em um contexto positivo de participação e busca de soluções.
Utilizar o conhecimento de processos e elaboração de leis de tal forma que isso possibilite
crescimento e desenvolvimento ao trabalho educacional.
Ementa
As principais políticas públicas educacionais da atualidade. Compreensão da atual conjuntura da
organização do trabalho, da organização social, política e econômica e a sua relação com as
propostas na área educacional. Elementos teóricos para orientar as ações do profissional do
magistério no contexto educacional.
Bibliografia Básica
ARAUJO, Ronaldo Marcos de Lima. Políticas Públicas Educacionais. Alinea. 2011.
BALL, Stephen. Políticas Educacionais. Cortez. 2011.
LUCENA, Carlos. Capitalismo, Estado e Educação. Alinea. 2008.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Malu. Políticas Educacionais e Práticas Pedagógicas. Alinea. 2010.
HENGEMUHIE, Adelar.Formação de Professores: Da função de ensinar ao resgate da
educação. Vozes. 2008.
PARO, Vitor Henrique. Gestão Democrática da Escola Pública. São Paulo: Ática, 2008.
SANTOS, Pablo. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas,
Impactos. Cengage. 2011.
71
SAVIANI, Demerval. Da Nova LDB ao Fundeb: Por Uma Outra Política Educacional. Autores
Associados. 2008.
Corpo e Movimento
Carga Horária 40 h/a
Objetivo
Oferecer subsídios ao aluno para que compreenda a importância do corpo e do movimento
como elemento essencialmente humano e constituinte do processo educacional.
Ementa
Apresentação das diferentes linguagens: corporal, musical, plástica, oral e escrita e suas relações
com o processo educacional. A importância do trabalho com o corpo e o movimento na
Educação Infantil. O corpo como principal instrumento para a construção do conhecimento.
Bibliografia Básica
DAOLIO, Jocimar. Da Cultura do Corpo. Papirus. 2010.
GALLARDO, J. S. P. Pratica de Ensino em Educação Física: a criança em movimento: jogo,
prazer e transformação. São Paulo: FTD, 2011.
SALLES FILHO, Nei Alberto. Pedagogia do Movimento: Universo Lúdico e Psicomotricidade.
Ibpex. 2009.
Bibliografia Complementar
FREIRE, J. B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. 4ª ed. São Paulo:
Scipione, 2010.
KISHIMOTO, T. M. Jogos infantis. O jogo, a criança e a educação. 7ª ed. Petrópolis: Editora
Vozes, 2010.
MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas
Pedagógicas. Vozes. 2011.
NEIRA, Marcos Garcia. Pedagogia da Cultura Corporal Critica. Editora Phorte. 2009.
ROSE R, Dante de. Esporte e Atividade Física na Infância. Artmed. 2009.
Seminário sobre Educação, Gênero e Sexualidade
Carga Horária 80 h/a
Objetivos
Obter conhecimentos da sexualidade humana.
Ementa
Discussão dos assuntos referentes à sexualidade de formação educativa e científica, especialmente
no que diz respeito ao desenvolvimento físico do ser humano, no que diz respeito às diferenças
entre o corpo masculino e feminino, fecundação, gravidez, doenças sexualmente transmissíveis,
como AIDS, Sífilis, gonorreia, entre outras. Nascimento, tipos de partos, entre outros aspectos de
interesses da faixa etária atendida em Escolas Básicas ou em Instituições não escolares e projetos
72
educacionais. Os sentidos da sexualidade: natureza, cultura e educação, orientação sexual na
escola, os territórios possíveis e necessários; sexo e gênero: masculino e feminino na qualidade da
educação, o desenvolvimento sexual infantil, a educação sexual das famílias, o trabalho integrado
família-escola na educação sexual das crianças, tabu da sexualidade nas famílias e na escola, a
construção do conceito da diversidade sexual, o desenvolvimento sexual de animais e do ser
humano em desenvolvimento.
Bibliografia Básica
BATISTA, Claudia Aparecida. Educação e Sexualidade: Um Diálogo com Educadores. Ícone.
2008.
LOURO, Guacira Lopes. Corpo, Gênero, Sexualidade: Um Debate Contemporâneo na
Educação: Vozes. 2010.
LOURO, Guacira Lopes. Gênero, Sexualidade, Educação: Uma Perspectiva Pós Espiritualista.
Vozes. 2011.
Bibliografia Complementar
BARRETO, R.M.S.. Parâmetros Curriculares Nacionais 1ª à 4ª Séries: introdução aos Parâmetros
Curriculares Nacionais.. v.10 – Pluralidade Cultural e Orientação Sexual. DP&A. 2002.
ELEUTERIO JR, José. Doenças Sexualmente Transmissíveis. Contexto. 2004.
GIACAGLIA. Lia Renata A: PENTEADO. Wilma Millan A. Orientação educacional na prática:
princípios técnicas instrumentos. Cengage, 2010.
LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação educacional, Vozes, 2011.
TORRES, Marco Antonio. A Diversidade Sexual na Educação e os Direitos de Cidadania LGBT
na Escola Autêntica. 2010.
Trabalho de Conclusão de Curso
Carga Horária 40h/a
Objetivos
Desenvolver nos alunos o espírito investigativo e de pesquisa, de tal forma que isso possa ser
incorporado ao cotidiano profissional e pessoal.
Ementa
Capacitação para realização de pesquisas e trabalhos numa perspectiva científica. Compreensão
dos processos e métodos da pesquisa e aplicação na confecção e conclusão de um tema com
aprofundamento metodológico. Concentrar-se na sua ênfase metodológica. Conhecimentos e
pressupostos teóricos na pesquisa de um assunto educacional específico, por meio de uma
produção científica, concatenada, estruturada e apresentada na forma de um trabalho de
conclusão de curso. Capacitação do educando para a elaboração e apresentação final do TCCTrabalho de Conclusão de Curso.
Bibliografia Básica
FAZENDA, Ivani. Metodologia da Pesquisa Educacional. Cortez. 2010.
FAZENDA, Ivani. Novos Enfoques da Pesquisa Educacional. Cortez. 2011.
73
GADOTTI, Moacyr. Pensamento Pedagógico Brasileiro. Ática. 2006.
Bibliografia Complementar
ANDRÉ, M. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Papirus, 2007.
CARVALHO, M.C.M. (Org.). Construindo o saber, metodologia cientifica: fundamentos e
técnicas. 13ed. Campinas: Papirus, 2010.
CONSALTER, Maria Alice. Elaboração de Projetos: Da Introdução a Conclusão. Ibpex. 2011.
NASCIMENTO, Afonso. Educação: Enfoques, Problemas e Experiência.. Livraria da Fisica.
2011.
PIMENTA, Selma Garrido. Pesquisa em Educação. Loyola. 2008.
Literatura Infantojuvenil
Carga Horária 40 h/a
Objetivo
Identificar e mediar conhecimentos produzidos/adquiridos por meio da interação social, ou seja,
organizados e apresentados pela literatura. Perceber que a literatura é arte e, como tal, as relações
de aprendizagem e vivência, que se estabelecem entre ela e o indivíduo são de fundamental
importância para que este alcance a sua formação integral.
Ementa
Literatura, leitura e aprendizagem. A concepção escolar de leitura. O professor – leitor na
constituição de leitores. A literatura infantil no Brasil. Leitura de diferentes gêneros textuais. A
importância da leitura na sala de aula. Origens da literatura infanto-juvenil: mitologia e tradição
oral. Conceito de literatura na escola: a escolarização do texto. A formação do perfil do alunoprofessor e das práticas metodológicas do ensino da literatura infanto-juvenil. O papel do
professor mediador de leitura. Identificação da produção literária infanto-juvenil brasileira
contemporânea. Estudo e análise de contos de fadas, das histórias fantásticas que contêm o
maravilhoso. Estudo do texto poético na literatura infanto-juvenil. Trabalho com história em
quadrinhos. Seleção de livros infantis e o incentivo ao hábito de leitura.
Bibliografia Básica
ARROIO, Leonardo. Literatura Infantil Brasileira. Unesp. 2011.
GREGORIN FILHO, José Nicolau. Literatura Juvenil. Melhoramentos. 2011.
SOUZA, Gloria Pimentel. A Literatura Infanto-Juvenil a Brasileira. DCL. 2008.
Bibliografia Complementar
CADEMARTORI, Ligia. O Professor e a Literatura: para Pequenos, Médios e Grandes.
Autentica. 2009.
COELHO, Nelly Novaes. Panorama Histórico da Literatura Infanto Juvenil. Amarilys Editora.
2010.
DOHME, Técnicas de Contar Histórias. Vozes. 2010.
74
KRAEMER, Maria Luiza. Histórias Infantis o Lúdico Encantam as Crianças. Autores
Associados. 2008.
SOUZA, Ana Aparecida Arguelho de. Literatura Infantil na Escola: A Leitura em Sala de
Aula. Autores Associados. 2010.
TFOUNI, Leda V. Letramento, Escrita e Leitura. Mercado e Letras. 2011.
Relações Sociais e Éticas
Carga Horária 80 h/a
Objetivos
Propor a reflexão sobre as questões sociais e éticas e suas implicações para a comunidade escolar.
Ementa
Trata-se de uma reflexão mais ampla sobre a real função da escola, confrontando os paradigmas
da educação e discutindo a cultura organizacional e as relações sociais e éticas nos espaços
escolares.
Bibliografia Básica
AMORIM NETO, Roque do Carmo. Ética e Moral na Educação. Wak. 2009.
BRANCO, Maria Luisa. A Escola Comunidade Educativa e a Formação dos Novos Cidadãos.
Inst. Piaget. 2007.
BUFFA, Ester. Instituições Escolares. Alinea. 2009.
Bibliografia Complementar
ARROYO, Miguel. Educação e Cidadania: Quem Educa o Cidadão? Cortez. 2010.
ASSUMPÇÃO, Raiane. Educação Popular na Perspectiva Freiriana. Inst. Paulo Freire. 2009.
BASSO, Ilda. Uma Ética para Educar: Valores da Formação Docente. Edusc. 2008.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Paz e Terra.
2011.
RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e Competência. , São Paulo: Cortez, 2011.
SOUZA, Dileno Dustan Lucas. Movimentos Sociais, ONGs e Educação Idéias e Letras. 2009.
Pesquisa e Prática Educacional III
Carga Horária 40 h/a
Objetivos
Aprofundar os conhecimentos e a prática pedagógica em Instituições Escolares e Não Escolares
e conhecer a teoria e a prática educacional aplicável em instituições escolares e não escolares.
75
Ementa
Integrando o contexto do exercício profissional do curso, este componente curricular oferece
subsídios teóricos que norteiam as pesquisas da prática pedagógica em Instituições Escolares e
Não Escolares, em instituições Não Governamentais – ONGs - e Comunidades de Base com
projetos de educação popular e educação para a sobrevivência e cidadania dignas. Possibilita ao
aluno pedagogo construir competências como gestor escolar e social num processo de gestão
democrática, participativa e de articulação da rede de proteção social.
Bibliografia básica
FAZENDA, I.A.C. (org.) Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 2010.
FAZENDA, Ivani, (org). A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento.
Campinas; Papirus, SP. 2011.
HORN, Maria da Graça. Projetos Pedagógicos na Educação Infantil. Artmed. 2008.
Bibliografia Complementar
BENEKE, Sallee. O Poder dos Projetos Novas Estratégias e Soluções para a Educação Infantil.
Artmed. 2005.
FONTE, Paty. Projetos Pedagógicos Dinâmicos: A Paixão de Educar o Desafio de Inovar. Wak.
2011.
GOMES, Maria de Fátima Cardoso. Formação Continuada de Docentes da Educação
Básica: Construindo Parcerias. Autentica. 2011.
GRASSI, Tânia Mara. Oficinas Psicopedagógicas. Ibpex. 2008.
GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação
Básica. Vozes. 2009.
Estágio Supervisionado em Gestão Escolar
Carga Horária 50h/a
Objetivos
Participação em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões
teórica e prática de sua formação; oferecer oportunidades de participação do estagiário nos
projetos de ensino, pesquisa e extensão e nas atividades científicas e culturais da faculdade;
integrar social e profissionalmente os estagiários com a comunidade escolar da Educação Básica
na região; possibilitar a interação dos estagiários e profissionais de diferentes áreas do
conhecimento, propiciando experiência de caráter interdisciplinar.
Ementa
Participação em situações de exercício profissional, possibilitando diálogos entre as dimensões
teórica e prática de sua formação; oportunidades de participação dos estagiários nos projetos de
ensino e pesquisa educacional, integrando-os social e profissionalmente com as comunidades
escolares da região, possibilitando a interação com profissionais de diferentes áreas do
conhecimento e propiciando experiências de caráter interdisciplinar.
Bibliografia Básica
76
MIRANDA, Maria Irene. Estagio Supervisionado e Pratica de Ensino. Junqueira e Marin. 2008.
PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e Docência. Cortez. 2011.
SILVA, Nilson Robson Guedes. Estagio Supervisionado em Pedagogia. Átomo e Alinea. 2011.
Bibliografia Complementar
ALVARENGA, Marina. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. Cengage. 2009.
GEBRAN, Raimunda. Pratica de Ensino e Estagio Supervisionado na Formação de Professores.
Avercamp. 2006.
MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. Formação do Professor, Formação do Aluno. Editora
Expressão e Arte. 2008.
OLIVO, Silvio. Estagio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2007.
PIMENTA, Selma Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Cortez. 2008.
4. CORPO DOCENTE
77
4.1 CARACTERIZAÇÃO
O corpo docente da Facmil, especificamente os do curso de Pedagogia, pretende atender
às exigências da legislação educacional nos aspectos legais requeridos.
4.2 PERFIL DO DOCENTE
Os professores do curso estão permanentemente preocupados com a aprendizagem
como processo qualitativo e interdisciplinar, dando prioridade à auto-imagem dos alunos como
geradora de melhor desempenho. Estão voltados para o desenvolvimento tanto no próprio corpo
docente, quanto no discente, das características humanas requeridas pela atual sociedade em
termos de espírito empreendedor, visão estratégica e generalista, compreensão holística da
realidade e adaptabilidade aos cenários de mudança.
O corpo docente do curso está imbuído da necessidade de aperfeiçoamento constante e
contínuo de sua qualificação, competência técnica, cultural e pedagógica, atitudes responsáveis e
éticas, demonstrando comprometimento com o futuro do país e da instituição, capacidade para
trabalho coletivo, interdisciplinar e organizado, além de possibilitar aumento gradativo de sua
carga horária de trabalho na instituição.
A sua comprovada experiência na área do curso e suas habilitações são fundamentais ao
bom êxito das atividades.
Enfim, reconhecemos que, para desempenhar com qualidade suas funções, os docentes
devem:
•
construir conhecimentos, competências, habilidades e atitudes previstos para atuação na
educação superior;
•
estar consciente de que sua formação deve contemplar os diferentes âmbitos do conhecimento
profissional de sua área de atuação;
•
entender que a seleção dos conteúdos do curso deve orientar-se pelas diretrizes e orientações
previstas neste Projeto Pedagógico e ir além do ensino, no strictu sensu, buscando identificar as
necessidades dos alunos para que se garantam os conteúdos necessários às diferentes etapas da
aprendizagem do Curso de Pedagogia;
•
saber tratar os conteúdos ministrados no curso, de modo articulado com outros conteúdos e
estratégias pedagógicas;
78
•
entender que a avaliação é processo que deve orientar o trabalho do professor, a autonomia dos
alunos em relação ao seu processo de aprendizagem e a qualificação de profissionais preparados
para iniciar a carreira docente.
4.3 ATIVIDADES DOCENTES
•
•
•
•
A ocupação da carga horária docente deverá ser distribuída nas seguintes atividades,
inerentes ao cargo de Professor:
Em atividades de ensino;
Em atividades de pesquisa e de extensão;
Em atividades de capacitação;
Em atividades de administração e de representação.
A prioridade máxima de distribuição da carga horária deve ser dada ao ensino,
considerando que o processo de ensino e de aprendizagem constitui a atividade fim da
instituição. As aulas devem ser distribuídas de acordo com as necessidades de cada curso,
priorizando o atendimento para o processo de ensino e de aprendizagem, preponderando os
aspectos educativo e coletivo sobre os aspectos administrativo e individual.
A destinação de carga horária para atendimento extraclasse aos alunos será efetuada de
acordo com critérios estabelecidos para cada Curso, devidamente aprovados nos colegiados
competentes, com aprovação da mantenedora.
4.4 ATIVIDADES DE ENSINO
Entende-se como atividade de ensino, as aulas presenciais e não presenciais, o
atendimento extraclasse aos alunos, as pendências, a orientação de estágio curricular obrigatório,
de trabalho de conclusão de curso e de iniciação científica.
Para a garantia da qualidade de ensino, a diversidade de unidade curricular na carga
horária do professor deverá ser submetida a critérios estabelecidos pelo colegiado do curso de
Pedagogia.
A distribuição, efetivação e controle da carga horária semanal do professor é de
responsabilidade e orientação do coordenador do curso, com a aprovação da mantenedora. O
professor deverá reservar um percentual da carga horária semanal de aulas para atividades
didático-pedagógicas. A carga horária dedicada às atividades didático-pedagógicas se destina à
preparação de aulas e de materiais didáticos, à avaliação, às reuniões pedagógicas, entre outras
atividades voltadas à melhoria da relação de ensino e de aprendizagem.
79
4.5 PLANO DE CARGOS, SALÁRIOS E CARREIRA DOS DOCENTES
A Facmil adota uma política de recursos humanos que valoriza os seus quadros
profissionais – docentes e não docentes, visto que considera que os educadores necessitam de
ambiente democrático para o desenvolvimento de sua complexa tarefa na produção e transmissão
do saber e na formação integral do educando.
Assim, a instituição tem, como princípios fundamentais, em sua política de recursos
humanos:
•
o desenvolvimento de relações harmônicas entre os integrantes de sua comunidade acadêmica;
•
o estímulo à criatividade e à participação de docentes e não-docentes em todas as atividades da
instituição, formais e informais;
•
o incentivo e o apoio à produção científica dos professores e às iniciativas individuais ou de
setores administrativos ou acadêmicos para a capacitação docente e/ou técnico-profissional;
•
o aprimoramento das condições de trabalho, com a preocupação constante da atualização dos
padrões salariais de sua comunidade trabalhadora;
•
a busca permanente de elevados padrões éticos no desempenho profissional de docentes e nãodocentes.
•
Encontra-se na Instituição, à disposição, o “PLANO DE CARREIRA UNIESP”.
4.6 PROGRAMA INSTITUCIONAL DE EDUCAÇÃO CONTINUADA
A Instituição mantém um Programa Institucional de Educação Continuada, de caráter
permanente, com recursos próprios, com o objetivo de proporcionar possibilidades de
reciclagem, aperfeiçoamento e capacitação profissional dos docentes e técnicos administrativos,
visando ao aprimoramento dos seus recursos humanos, para a consequente melhoria das suas
atividades.
As regras e as normas de funcionamento se encontram editadas em Portaria específica
para este fim, à disposição, na Instituição.
4.7 COORDENAÇÃO DE CURSO
80
A coordenadora do Curso de Pedagogia, que também é professora do curso, dedica-se em
tempo integral às atividades acadêmicas e administrativas, que abrangem a supervisão do corpo
docente para implantação deste projeto, juntamente com o Núcleo Docente Estruturante.
Sua competência e atribuições estão expressas no Regimento Geral da Faculdade,
conforme reproduzido abaixo:
Art. 31. Compete ao Coordenador de Curso:
I - convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso;
II - representar a Coordenadoria de Curso perante as autoridades e órgãos da Faculdade;
III - elaborar o horário escolar do curso e fornecer à Diretoria os subsídios para a organização do
calendário acadêmico;
IV - orientar, coordenar e supervisionar as atividades do curso;
V - fiscalizar a observância do regime escolar e o cumprimento dos programas e planos de
ensino, bem como a execução dos demais projetos da Coordenadoria;
VI - acompanhar e autorizar estágios curriculares e extracurriculares no âmbito de seu curso;
VII - homologar aproveitamento de estudos e propostas de adaptações de curso;
VIII - exercer o poder disciplinar no âmbito do curso;
IX - executar e fazer cumprir as decisões do Colegiado de Curso e as normas dos demais órgãos
da Faculdade;
X - exercer as demais atribuições previstas neste Regimento e aquelas que lhe forem atribuídas
pelo Diretor Geral e demais órgãos da Faculdade.
Dentre suas atividades, dá suporte às necessidades do corpo discente, convocando e
coordenando ações específicas para estes fins, bem como efetua reuniões de colegiado, e com o
corpo discente para a identificação de possíveis problemas e do bom andamento do curso.
Também leciona disciplinas no próprio curso.
Essa vivência como docente lhe traz subsídios para uma gestão mais profissionalizada,
pautada na prática diária com alunos e com docentes.
4.7.1 DADOS DA COORDENADORA
Quadro n.1 – Dados da Coordenadora
Luzia de Fátima Paula
Graduação:
Curso: Letras
81
Ano de Conclusão: 1999
Graduação:
Curso: Pedagogia
Ano de Conclusão: 2003
Mestrado:
Curso: Educação
Ano de Conclusão: 2004
Doutorado:
Curso: Educação
Ano de Conclusão: 2010
4.8 CORPO DOCENTE DO CURSO
4.8.1 TITULAÇÃO E ÁREA DE CONHECIMENTO, REGIME DE TRABALHO,
EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO E PROFISSIONAL E DISTRIBUIÇÃO DE
HORAS
82
Quadro n. 2 - Docentes
NOME DO
DOCENTE
Amal Rahif Suleiman
[email protected]
9116 2555
3233 1114
Bruna Giorjiani Arruda
[email protected]
9129 5091
3218 9437
Cristina Morales Lima
[email protected]
9166 4056
Danila Scrocchio
Romero Bassi
danila.bassi@itelefonica
.com.br
9106 3783
3226 4041
3229 3744-consultório
Fabio Henrique Gulo
[email protected]
.br
8828 2989
Fernanda Cristina Gaspar
Lemes
fernandacglemes@hotmai
l.com
9206 1997
3225 2030
Flávia Rossi Rezende
Albino
[email protected]
.br
8156 3304
9724 1739
Izabella Silva
[email protected]
8161 1152
Luana Passos
[email protected]
r
9757 3205
9771 3897 (Leandro)
3217 7788
Luzia de Fatima Paula
[email protected].
br
9107 4608
3242 8078
Marcela Lopes Gomes
[email protected]
m
8126 2143
3237 4668
Maria Rojanski Araújo
[email protected]
m.br
8107 2556
Miriam Suleiman
[email protected]
9132 9899
3269 1175
Nádia Sary Suetake
[email protected]
r
9155 3114
3227 7881-clínica
TITULA
ÇÃO
ATRIBUIÇÕES
CARGA HORÁRIA
Nº DE AULAS
SEMANAIS
Nº DE HORAS DE
DEDICAÇÃO
Mestre
Docente
4
-
CARGA
HORÁRIA
SEMANAL
4
Especialis
ta
Docente
12
-
12
Especialis
ta
Docente
16
-
16
Especialis
ta
Docente
4
-
4
Mestre
Docente
4
-
4
Mestre
Docente
20
-
20
Mestre
Docente
4
-
4
Mestre
Docente
8
-
8
Mestre
Docente
12
-
12
Doutor
Coordenadora/
Docente
8
20
28
Mestre/
Doutoran
do
Docente
Mestre
Docente
20
-
20
Mestre/D
outoranda
Docente
8
-
8
Mestre
Docente
4
-
4
83
Paula Christien David
Vacirca
[email protected]
m.br
9765 7440
Rubens Alexandre da
Silva
Rubensalexandre0306@
gmail.com
8114 0306
Taciana Belluci de Araújo
[email protected]
om
3233 7132
Especialis
ta
Docente
12
-
12
Doutor
Docente
8
-
8
Mestre
Docente
12
-
12
Mestre
Doutor
Especialista
Total
Integral
Parcial
Horista
Total
11
2
4
17
Regime de Trabalho
65
11
24
100%
Quantidade
1
5
11
17
Percentual %
6
29,5
64,5
100
4.9 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE
DOCENTE
Fábio Henrique Gulo
Luana Passos
Luzia de Fátima Paula
Marcela Lopes Gomes
Taciana Belluci de Araújo
TITULAÇÃO
Mestre
Mestres
Doutora
Mestre
Mestre
REGIME DE
TRABALHO
Parcial
Parcial
Integral
Parcial
Parcial
Síntese de Titulação dos Docentes de Pedagogia – NDE
Mestre
Doutor
Total
Titulação
Quantidade
4
1
Percentual %
80
20
100
- Síntese da Jornada dos Docentes - NDE
Regime de Trabalho
Quantidade
Percentual %
Integral
1
20
Parcial
4
80
Horista
Total
5
100
84
5. CORPO DISCENTE
5.1 PERFIL DO CORPO DISCENTE
Para ser aluno de um dos cursos da Facmil é necessário demonstrar competências para
lidar, em nível pelo menos razoável, com os conteúdos mínimos que integram os diferentes
componentes do núcleo comum do currículo do ensino médio. O aluno deve apresentar
raciocínio lógico, ter redação coerente, coesa, com começo, meio e fim e abertura para a
construção de novos conhecimentos, para aprender, além de uma concepção adequada do
contexto no qual está inserido.
A figura do aluno no processo de ensino e de aprendizagem constitui um aparente
paradoxo, cuja solução passa necessariamente pela adoção de um novo paradigma pedagógico.
Ao mesmo tempo em que o aprendiz se constitui, por um lado, no objetivo e figura primordial
do processo, configura-se na realidade como o componente que, na grande maioria das vezes,
pelo menos no ensino tradicional, normalmente atua como um elemento passivo e de menor
importância no sistema.
O que se pode aí constatar é a imensa responsabilidade educacional e social do professor,
ao verificar que, com relação aos pressupostos que devem ser assimilados pelo corpo discente, a
maior parcela deles está efetivamente mais ao alcance do docente do que do aprendiz. Tal
reconhecimento, entretanto, passa despercebido na educação tradicional, posto que normalmente
foge ao conteúdo da matéria.
A seguir estão discriminados os pressupostos para o aprendiz, nos quais uma simples
análise demonstra já a necessidade da influência e participação docente, que se faz indispensável
para a sua incorporação:
•
Aprendizagem da estrutura básica do processo de ensino (forma);
•
Conhecimento com relação às suas características como aprendiz;
•
Certeza de estar inserido no estudo (conteúdo) de preferência;
•
Abertura para o desenvolvimento das orientações necessárias;
•
Participação em atendimento extraclasse;
•
Predisposição para o estudo;
•
Atitude ativa e de participação;
•
Desenvolvimento do espírito colaborativo;
85
•
Adoção de condutas externas compatíveis e favoráveis.
Partindo-se da essência da presente proposta para explicitar estes pressupostos, não se
pode conceber a possibilidade do estudante alcançar um bom nível de aproveitamento se não
tiver conhecimento dos meios de aprendizagem mais favoráveis a sua pessoa, para viabilizar os
procedimentos mais adequados ao seu próprio estudo.
Muito embora haja a necessária e indispensável participação do professor no auxílio a
vários dos aspectos aqui mencionados, existem outros inacessíveis ao docente e que dependem
fundamentalmente da conscientização, responsabilidade e maturidade do aprendiz. Veja-se que a
escolha do curso adequado, a predisposição para o estudo, o comportamento social, a experiência
extraclasse e o modus vivendi do aluno compõem um conjunto de elementos normalmente com
uma participação mais efetiva do professor.
Tratando-se aqui, entretanto, de um estudo sobre populações de adultos, entende-se
como já razoavelmente desenvolvidas muitas dessas características, sendo suficiente muitas vezes
apenas a ação de um catalizador, em que a figura do mestre pode-se fazer presente.
A Facmil adota como política dar apoio aos seus discentes, principalmente àqueles
oriundos de escolas públicas, levando em conta as dificuldades que os alunos apresentam ao
ingressarem no ensino superior.
5.2 APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS
A Facmil assume como política institucional apoiar os alunos para que participem de
eventos que possam contribuir para a atualização e aperfeiçoamento de sua formação.
Este apoio é realizado por meio de divulgação e na forma de facilitador de transporte aos
alunos para eventos, visitas, publicação de artigos científicos, elaboração de jornais e murais
didático-pedagógicos, congressos, seminários, encontros e outras atividades voltadas para a
formação adequada e atual dos discentes.
5.3 MECANISMO DE NIVELAMENTO
Considerando as dificuldades apresentadas pelos alunos, oriundos principalmente de
escolas públicas e cursos supletivos que chegam aos seus diferentes cursos, com defasagens
significativas em componentes básicos no processo de aprendizagem nos diferentes cursos
oferecidos, especialmente nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática, a Faculdade oferece aos
seus alunos um processo de ensino e de aprendizagem realizado a partir de metodologias
diferenciadas que os auxiliem a vencer suas dificuldades básicas e desenvolver um bom curso.
86
5.4 ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS
A Facmil utiliza mecanismos de acompanhamentos de seus egressos já previstos na
Avaliação Institucional.
Este acompanhamento se dá periodicamente por meio de correspondências, contatos
pessoais e via eletrônica, convites para a participação nos eventos especiais do Instituto, o que
resulta em relatórios sobre o desenvolvimento do egresso no mercado de trabalho.
Além disso, esforços estão sendo contemplados visando a formação de uma Associação
de Ex-Alunos.
5.5 BOLSAS DE ESTUDOS
São oferecidas bolsas a alunos carentes e com bom desempenho escolar para que possam
continuar seus estudos com dignidade. É política institucional oferecer aos alunos bolsas de
estudos, por meio de Projetos Sociais, a saber.
Atenta às dificuldades da região, a Facmil idealizou seus Projetos Sociais. São programas
facilitadores para o acesso de jovens e adultos carentes no ensino superior, conhecidos em todo o
Estado e reconhecidos pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo.
Coordenado por um departamento específico da Instituição, tem como missão: lançar a
oferta e a prática de uma Educação Solidária, através de parcerias com Instituições, Projetos Sociais, Educacionais
e Culturais, permitindo a Educação para todos e a Inserção Social.
5.5.1 PROGRAMAS INSTITUCIONAIS DE FINANCIAMENTO DE ESTUDOS
A Facmil é consciente de que uma grande parcela de seus alunos, principalmente as
classes C e D, são trabalhadores por vezes braçais que não dispõem de tempo e disposição para
se dedicar a um dos projetos sociais que a IES oferece. É pensando nestes alunos que a faculdade
oferece ainda aos seus alunos a possibilidade de financiar o seu estudo, por meio de parceria com
o Governo Federal através do FIES.
No entanto, conhecedores das exigências e da grande procura por este programa, de
universitários de todo o Brasil, a faculdade, por meio da sua mantenedora e em parceria com a
Fundação UNIESP Solidária, possui um financiamento próprio da Faculdade, denominado
FIENESP, num plano sem juros e sem correção.
Estes dois programas de financiamentos, em conjunto com os projetos sociais, são parte
das ações para o cumprimento de sua missão.
87
FINESP - Financiamento Estudantil da Própria Faculdade
O FINESP é um programa que tem como objetivo facilitar o acesso e formação à
faculdade, podendo financiar até 70% das mensalidades durante todo o período regular do curso
escolhido, pagando apenas 30% das mensalidades no valor do 1º dia útil; o financiamento é
oferecido de uma maneira clara e objetiva através do plano SEM: sem juros, sem correção e sem
avalista (desde que não tenha restrições financeiras).
No início de cada semestre, os alunos novos e transferidos que não conseguiram
nenhuma bolsa e estiverem interessados em fazer o FINESP, poderão se inscrever no
financiamento, desde que se enquadrem nos requisitos descritos abaixo:
-
Estar regularmente matriculado na faculdade;
-
Ter cursado o ensino médio em escola pública;
-
Condição socioeconômica de acordo com a avaliação da renda bruta total mensal familiar de no
máximo cinco salários mínimos;
-
Inscrito em algum projeto de bolsas e não ter sido contemplado;
-
Possuir comportamento e notas conforme o regimento interno da faculdade;
-
Não possuir restrições financeiras (podendo apresentar avalista);
O financiamento é válido durante todo período regular do curso ou até quando o aluno
achar necessário; o valor de desconto do financiamento virá descrito no corpo do boleto.
Para renovar o financiamento a cada semestre, o aluno precisa ter no mínimo 75% de
presença e médias suficientes para aprovação em todas as disciplinas do semestre anterior ao da
renovação. Caso contrário, o aluno perderá o seu financiamento.
O estudante poderá, a seu critério, encerrar seu financiamento a qualquer momento e sua
opção terá validade no primeiro dia útil do mês seguinte à solicitação. Para isso, o estudante
deverá comunicar a Faculdade sobre sua decisão através de requerimento. No entanto, o aluno
que encerrar o financiamento em curso começará a amortizar o valor financiado um mês após a
solicitação.
A faculdade, ciente que as instituições de ensino são por excelência o veículo natural de
disseminação da responsabilidade social e também responsáveis pela formação do cidadão, visa
proporcionar aos jovens carentes a possibilidade de ingresso ao ensino superior, e ao longo dos
seus vinte e cinco anos de existência firmou e consolidou parcerias com órgãos governamentais e
instituições para concessão de bolsas de estudo de até 100%.
88
No entanto, acreditando que em Responsabilidade Social na área educacional não pode
existir doação e sim reciprocidade, a Faculdade exige dos alunos contemplados bom desempenho
acadêmico e contrapartida social através da prestação de serviços em creches, asilos, hospitais,
associações de moradores, escolas municipais e estaduais e instituições beneficentes.
Nos Projetos Sociais, a UNIESP Solidária firmou convênios com prefeituras, sindicatos,
empresas, associações, fundações, cooperativas, dentre outras, que fazem de seus
participantes/alunos um UNIVERSITÁRIO CIDADÃO.
Para os mais de 100 parceiros, os convênios promovem a valorização do
funcionário/associado por proporcionar um elemento facilitador para ingresso no ensino
superior. Além disso, esse incentivo acarreta na melhoria da motivação do funcionário, e,
consequentemente, no aumento da produtividade. Ainda mais, este passa a aplicar o
conhecimento adquirido na faculdade em seu dia a dia, o que pode representar um trabalho de
maior qualidade, visto que há um maior conhecimento.
Nesse sentido, apresentamos uma síntese desses trabalhos abaixo, idealizados pela
UNIESP, e em parceria com os Governos Federais e Estaduais.
Universitário Cidadão
Consiste na contemplação de bolsa de até 50% tendo como proposta a prestação de
serviço voluntário do aluno bolsista em instituições filantrópicas, asilos, creches, hospitais,
ONGS e instituições sociais, transformando-as em centros comunitários, voltados para o
exercício da cidadania. Com o objetivo de inserir o jovem no ensino superior e,
consequentemente incentivar o voluntariado.
O Universitário Cidadão é sem dúvida uma criativa e contundente política social
implementada, de extraordinária dimensão social, pois atende diretamente a classe social menos
favorecida através da mais nobre ação social que uma instituição pode conceber: a educação
aliada à consciência de cidadania e dever cívico.
O aluno Universitário Cidadão será contemplado com um percentual de bolsa de acordo
com a quantidade de horas de prestação de serviços: 50% de Bolsa, 6 horas de serviço voluntário;
40% de Bolsa, 5 horas de serviço voluntário; 30% de Bolsa, 4 horas de serviço voluntário; 20%
de Bolsa, 2 horas de serviço voluntário.
O curso poderá ser válido, desde que o aluno cumpra com suas atribuições; que não seja
reprovado por notas ou faltas; que não atrase o pagamento da mensalidade; que a instituição
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continue necessitando do aluno como Universitário Cidadão, e de acordo com o orçamento da
faculdade.
Programa Fidelidade UNIESP
No Programa Fidelidade, a UNIESP concederá 5% (cinco por cento) do valor pago pelo
aluno à escola parceira que o encaminhou, que serão transformados em pontos. Com a
pontuação adquirida, a escola poderá efetuar a troca por equipamentos audiovisuais,
computadores, impressoras, máquinas fotográficas, laboratórios, material didático, livros, e
outros, de forma a atender o pedagógico.
O principal objetivo do Programa Fidelidade UNIESP é propiciar a Integração
Faculdade-Escola, através de parceria, visando à promoção do desenvolvimento das escolas com
a inclusão dos jovens egressos do ensino médio público e privado no ensino superior, de forma
integrada e sustentável, para que possam ser revertidos às escolas benefícios, alavancando assim o
processo de ensino e de aprendizagem.
O Programa Fidelidade terá vigência a partir da assinatura do Termo de Adesão, firmado
entre a UNIESP e a Escola parceira, valendo apenas para os alunos que efetuarem a matrícula
através de ingresso por vestibular ou transferência. A partir do ingresso na UNIESP do primeiro
aluno indicado, será computado para a escola e para a APM o referido percentual transformado
em pontos, conforme consta do presente regulamento.
5.5.2 PROGRAMAS FEDERAIS DE FINANCIAMENTO DE ESTUDOS
PROUNI – Programa Universidade para Todos
O Programa Universidade para Todos, denominado PROUNI, é destinado à concessão
de bolsas de estudo integrais e bolsas de estudo parciais de cinquenta por cento (meia-bolsa) para
cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de ensino
superior, com ou sem fins lucrativos e oferece ainda a implementação de políticas afirmativas de
acesso ao ensino superior aos autodeclarados indígenas ou negros e aos portadores de deficiência.
A UNIESP, diante do lançamento do PROUNI pelo Ministro da Educação e ciente da
carência social existente para o ingresso no ensino superior, apoiou o Secretário Executivo do
MEC - Fernando Haddad e foi a primeira das 35 instituições que aderiram ao programa, quando
90
do lançamento pelo Ministro da Educação, disponibilizando 10% de suas vagas iniciais para
ingresso de alunos ao ensino superior.
Poderá ser beneficiado pelo PROUNI o estudante que participou do ENEM do ano a
ingressar e que tenha cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição
privada na condição de bolsista integral, estudante portador de necessidades especiais, professor
da rede pública de ensino que se candidate a cursos de licenciatura destinada ao magistério e à
educação básica e Pedagogia, independente da renda, desde que haja vaga e após a seleção do
Ministério da Educação e da Faculdade.
Poderá participar o estudante que atenda aos requisitos anteriores e que tenha renda per
capita familiar de, no máximo, um salário mínimo e meio e também aqueles que atendam aos
requisitos anteriores e que tenha renda per capita familiar de, no máximo, três salários mínimos.
FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal
O FIES – Programa de Financiamento Estudantil do governo brasileiro, operado pelo
Ministério da Educação em conjunto com a Caixa Econômica Federal, financia até 100% das
despesas estudantis. O FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal é um programa do
Ministério da Educação destinado a financiar a graduação no Ensino Superior de estudantes que
não têm condições de arcar com os custos de sua formação e estejam regularmente matriculados
em instituições particulares, conveniadas com o Programa e com notas positivas nas avaliações
do MEC.
5.5.3 PROGRAMAS ESTADUAIS DE FINANCIAMENTO DE ESTUDOS
Bolsa Escola da Família
Visando a contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de paz, o Programa Bolsa
Escola da Família, elaborado pelo Governo do Estado de São Paulo e através da parceria com
faculdades proporciona a abertura, aos finais de semana, de várias escolas da Rede Estadual de
Ensino no estado de São Paulo, transformando-as em centro de convivência, com atividades
voltadas às áreas esportiva, cultural, de saúde e de qualificação para o trabalho.
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realizar - UNIESP