r b . m o CONFORTO TÉRMICO c . a s e r NAS EDIFICAÇÕES p m e a u s e Sistemasizde Ar Condicionado m i t X o . w w Gestão Energética w Ronaldo D. Monteiro Junho/2012 OBJETIVO s e pr r b . m o c a. Fornecer parâmetros qualitativos para gestão de sistemas de ar condicionado (HVAC) com foco na “Eficientização m e a u s e z i Energética das Instalações”. m i t o . w w w 2 DEFINIÇÃO Condicionamento de Ar r b . m o c . a Processo que objetiva controlar simultaneamente: s e r – temperatura p m – umidade e a – movimentação u s e – renovação iez m – qualidade do ar de um recinto (ambiente) i t o . w w Em certas aplicações, controla também o nível de wpressão interna do ambiente em relação aos ambientes vizinhos 3 TÓPICOS ABORDADOS Determinação do Tipo de Instalação: – – – – – – – – o c a. Desenho / Lay-Out do Recinto Carga Térmica de Resfriamento / Aquecimento Tipos de Instalação Nível de Ruído Qualidade do Ar Conforto Térmico Acabamento Escolha do Equipamento e Tipo de Instalação w w w s e pr r b . m m e a u s i t .o e z i m 4 TÓPICOS ABORDADOS (cont.) Soluções para “Sustentáveis” – – – – Instalações s e pr de r b HVAC . m o c a. Minimização da Carga Térmica Eficiência Energética dos Equipamentos Conservação de Energia / Automação e Controle Equiptos. “Ecológicos” m e a u s e z i m i t Operação e Manutenção do Sistema o . w w w Bibliografia Recomendada 5 DETERM. TIPO DE INSTALAÇÃO Desenho / Lay-Out do Recinto: – – – – – – – – – – – – – – o c a. lay-out materiais construtivos posição do NORTE temperaturas em recintos “vizinhos” temperatura e umidade desejada atividade e nº de pessoas portas abertas para outros recintos potência de iluminação potência de equipamentos local para instalação do condicionador de ar energia elétrica (ou outra fonte disponível) ponto de drenagem de água ponto de abastecimento de sistema central (se houver) local para captação de ar exterior w w w r b . m s e pr m e a u s i t .o e z i m 6 DETERM. TIPO DE INSTALAÇÃO – – – – – – – w o c a. condições de temperatura e umidade (internas e externas) penetração de calor por condução penetração de calor por insolação ocupação (pessoas) iluminação equipamentos eletro-eletrônicos infiltração e/ou renovação de ar w w r b . m Carga Térmica de Resfriamento / Aquecimento: s e pr m e a u s i t .o e z i m Tipos de Instalação: – sem rede de distribuição de ar – com rede de distribuição de ar 7 Instalações Sem Rede de Distribuição de Ar s e pr w w w m e a u s r b . m o c a. i t .o e z i m Condicionador Compacto (de janela) Condicionador Portátil 8 Instalações Sem Rede de Distribuição de Ar (cont.) r b . m Mini-Splits s e pr m e a u s e z i m Teto ou Piso Teto (forro) Embutir Hi-wall (parede) w w w o c a. i t .o 9 Instalações Sem Rede de Distribuição de Ar (cont.) s e pr w w w m e a u s r b . m o c a. i t .o e z i m 10 Instalações Sem Rede de Distribuição de Ar (cont.) s e pr w w w m e a u s r b . m o c a. i t .o e z i m 11 Instalações Sem Rede de Distribuição de Ar (cont.) s e pr w w w m e a u s r b . m o c a. i t .o e z i m 12 Instalações Sem Rede de Distribuição de Ar (cont.) s e pr w w w m e a u s r b . m o c a. i t .o e z i m 13 Instalações Com Rede de Distribuição de Ar r b . m Self-Contained s e pr w w w m e a u s i t .o e z i m o c a. Condensação a Ar Remoto Condensação a Água Condensação a Ar Incorporado 14 Instalações Com Rede de Distribuição de Ar (cont.) s e pr w o c a. Splits para Duto e z i m Rooftop w w m e a u s r b . m i t .o Fan&Coil 15 Instalações Com Rede de Distribuição de Ar (cont.) r b . m o c a. Casas de Máquinas com Condicionadores do tipo Fan&Coil s e pr w w w m e a u s i t .o e z i m 16 Instalações Com Rede de Distribuição de Ar (cont.) r b . m Condicionador do tipo Fan&Coil no Ambiente (Recinto) s e pr w w w m e a u s o c a. i t .o e z i m 17 Instalações Com Rede de Distribuição de Ar (cont.) s e pr w w w m e a u s r b . m o c a. i t .o e z i m 18 Instalações Com Rede de Distribuição de Ar (cont.) s e pr w w w m e a u s r b . m o c a. i t .o e z i m 19 Instalações Com Rede de Distribuição de Ar (cont.) s e pr w w w m e a u s r b . m o c a. i t .o e z i m 20 Instalações Complementares s e pr r b . m o c a. Central de Geração de Agua Gelada w w w m e a u s i t .o e z i m 21 Instalações Complementares (cont.) r b . m o c a. Torres de Resfriamento s e pr w w w m e a u s i t .o e z i m 22 Conceito de Funcionamento Condicionador de Ar Tipo Fan&Coil (Climatizador w w w m e a u s s e pr r b . m o c a. i t .o e z i m 23 Conceito de Funcionamento (cont.) r b . m Distribuição de Ar - Difusores s e pr w w w m e a u s o c a. i t .o e z i m 24 DETERM. TIPO DE INSTALAÇÃO Nível de Ruído r b . m o c a. – Deseja-se um baixo nível de ruído para as instalações, porém projetos com menor ruído implicam em maior custo. s e pr – A melhor solução é de se projetar o sistema verificando o máximo nível de ruído permitido, determinado a partir do tipo de ocupação do recinto (ex.: escritórios, dormitórios). m e a u s e z Qualidade doi Ar: m i t o – Remoção de impurezas do ar interno e externo (filtragem) . w w – Renovação de ar externo adequada w Equipamentos “standard” possuem filtragem somente para poeira grossa e insetos. 25 DETERM. TIPO DE INSTALAÇÃO Conforto Térmico r b . m o c a. – Variação de temperatura e umidade admitida menor variação maior custo s e r p – Velocidade e distribuição do ar em circulação no recinto m e menor velocidade ou variação maior custo a u s e z i m i t Acabamento: o . w – Diversas marcas e modelos de equipamentos w w – Difusores e grelhas de diversos formatos e cores – Dutos retangulares, redondos ou ovais – Revestimento em isolamentos térmicos 26 DETERM. TIPO DE INSTALAÇÃO r b . m Escolha do Equipamento e Tipo de Instalação o c a. – Mais completa ou complexa maior custo de instalação s e pr – Maior eficiência energética maior custo de instalação menor custo operacional w m e a – Conciliar CUSTO X BENEFÍCIO das alternativas: u s e z i m A melhor solução é aquela obtida a partir do estudo i t o . técnico-econômico das possíveis soluções de w w climatização com as alternativas de projeto de arquitetura, de materiais construtivos e respectivos impactos ambientais e custos operacionais ao longo da vida útil da edificação. 27 SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS r b . m o c . O 1º passo para uma “solução sustentável” de um a s sistema HVAC é a interação entre o projeto de e r p buscando-se a climatização e o projeto da m edificação, e otimização do “tamanho” e do custo operacional do a u sistema HVAC. es z i m i t o . w Destaca-se a seguir os itens mais relevantes. w w 28 SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS Minimização da Carga Térmica s e pr r b . m o c a. – Materiais construtivos mais adequados para as paredes, janelas e tetos/telhados (menor condutibilidade térmica e/ou uso de m e a u – Evitar luz solar direta nas janelas/ambientes climatizados s e z i m i – Iluminação de alta eficiência e/ou natural t o . w w – Redução da infiltração de ar externo isolamentos térmicos); – Cores claras ou reflexivas (menor absorção de calor); (uso de brise-soleil, vidros e/ou películas de controle solar); (indireta e/ou com w redução da penetração de raios UV); (melhor vedação das portas e janelas, uso de portas automáticas, entre outros); – Vegetação/gramado no entorno das edificações (redução da absorção e reflexão dos raios solares). 29 SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS s e pr w w w m e a u s r b . m o c a. i t .o e z i m 30 SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS Eficiência Energética dos Equipamentos s e pr r b . m o c a. – Seleção de equipamentos com melhor performance energética (menor consumo de energia para uma mesma capacidade m e a u s térmica – comparativo no slide a seguir); – Evitar grandes distâncias entre os condicionadores de ar e os ambientes climatizados (menor consumo de energia para e z i – Quandom da utilização de sistemas com condensação a água i t prever aproveitamento de água pluvial o . como fonte de reposição w w circulação do ar); (torres de resfriamento), w (Equiptos. de alta eficiência também reduzem o consumo de água nas torres); – Utilização de motores elétricos de alta eficiência para os equiptos. (ventiladores, bombas e condicionadores). 31 SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS Equipto. Convencional 1,1 i im t o . w w w s e pr Ap. Janela & Split (Ar) 1,4 1,2 m e a 1,1 u s ze Self Contained (Ar) o c a. Equipto. Alta Eficiência 1,4 1,3 1,0 Self Contained (Água)* 1,2 Chiller + Fan&Coil (Ar)** r b . m (0,5) -36% Consumo em kW/TR 1,1 0,9 Chiller + Fan&Coil (Água)*** * Incluso consumo das bombas de circulação de água e ventiladores das torres de resfriamento ** Bombas de circulação de água gelada *** Bombas e ventiladores das torres de resfriamento + bombas de água gelada 32 SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS r b . m Conservação de Energia / Automação e Controle o c a. Os sistemas de HVAC são dimensionados para atender os picos de carga térmica das edificações, ou seja: dias mais quentes (ou mais frios), máxima dissipação de calor dos equiptos. alocados no interior dos recintos e máxima ocupação. s e pr w m e a Dessa forma, verifica-se que em boa parte do período de u s operação do sistema de ar condicionado, os equiptos. e z poderiam m ser idesligados e/ou ter sua capacidade reduzida i t momentaneamente, de forma a se otimizar o consumo de o . insumos nos períodos de menor demanda. w w A seguir, descreve-se algumas soluções e/ou tecnologias que possibilitam essa redução momentânea. 33 SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS r b . m Conservação de Energia / Automação e Controle o c a. – Variadores de freqüência nas bombas de circulação de água gelada e válvulas de controle de 2 vias nos condicionadores de ar (Fan&Coils); s e pr m e a u s – Instalações modulares, com possibilidade de desligamento de conjuntos de equiptos. (chillers, bombas e torres) em momentos de menor demanda; – Setorização dos ambientes (01 condicionador por área contígua, com atendimento somente das áreas/setores em que houver ocupação); w w w i t .o e z i m – Chillers com recuperador de calor (heat recovery) quando da necessidade de geração de água quente (uso no próprio sistema de ar condicionado ou para uso em outros processos: banho, cozinhas, lavanderias, etc.); 34 SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS r b . m Conservação de Energia / Automação e Controle o c a. – Sistema de controle e distribuição do ar nos ambientes tipo VAV (volume de ar variável – controle de temperatura por vazão de ar); s e r p – Controle automático de renovação de ar externo m e a u s e – Sistema “entálpico” para utilização do ar externo para z i m resfriamento, quando viável i t o . w w (injeção de ar para renovação conforme necessidade, com base na concentração de CO2 medida “on-line” ambientes e/ou na pressurização mínima requerida); w (aumento da injeção de ar externo para minimizar a necessidade de água gelada no condicionador – período de inverno); – Sistema de automação com foco na eficiência energética (operação automática do sistema – Ex.: desligamento de equiptos., redução momentânea de capacidade, controle da iluminação natural/artificial, etc.). 35 SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS r b . m FLUXOGRAMA BÁSICO – SISTEMA MODULAR s e pr w w w m e a u s o c a. i t .o e z i m 36 SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS r b . m FLUXOGRAMA BÁSICO – CHILLER COM RECUPERADOR DE CALOR s e pr w w w m e a u s o c a. i t .o e z i m 37 SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS r b . m SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE AR TIPO VAV s e pr w w w i t .o e z i m m e a u s o c a. SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS r b . m SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE AR TIPO VAV s e pr w w w i t .o e z i m m e a u s o c a. SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS SISTEMA VAV COM CONTROLE DE CO2 s e pr w w w i t .o e z i m m e a u s o c a. r b . m SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS SISTEMA VAV COM AQUECIMENTO E CONTROLE DE CO2 s e pr w w w i t .o e z i m m e a u s o c a. r b . m SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS CONTROLE AUTOMÁTICO DA TEMPERATURA DO AR DE INSUFLAMENTO EM MOMENTOS DE MENOR DEMANDA s e pr w w w i t .o e z i m m e a u s o c a. r b . m SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS r b . m PROGRAMAÇÃO HORÁRIA s e pr w w w i t .o e z i m m e a u s o c a. SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS Equiptos. “Ecológicos” r b . m o c a. Além de podemos considerar os equiptos. de alta eficiência como sendo ecológicos, também se enquadra nesta categoria os equiptos. que se utilizam de gases refrigerantes que, quando lançados na atmosfera, não agridem a camada de ozônio (não possuem de cloro em sua composição). s e pr m e a u Dentre os gases refrigerante utilizados, destacam-se: s e z i R134A m TETRAFLUOROMETANO i t o R407C R32+R125+R134A . w w R410A R32+R125 w 44 LEGISLAÇÃO E NORMAS r b . m Atendimento à Legislação e/ou Normas Técnicas ABNT s e pr o c a. NBR 16401/2008 Instal. Ar condicionado – Sist. Centrais e Unitários m e a u s Ministério da Saúde / ANVISA Regulamento Técnico: “Qualidade do Ar Interior Climatizados” - Portaria Nº 3.523 de 28/08/1998 em Ambientes e z i m - PMOC (Plano de Manutenção, Operação e Controle) i t .o Padrões Referenciais de Qualidade do Ar Interior em Ambientes Climatizados Artificialmente de Uso Público e Coletivo - Resolução 9 de 16/01/2003 w w w - Periodicidades mínimas p/ limpeza dos equiptos./acessórios dos sistemas - Análises semestrais da qualidade do ar e respectivas ações corretivas Ministério do Trabalho NR 17 - Ergonomia (17.5. Condições ambientais de Trabalho) NR 9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais 45 OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO r b . m Operação o c a. – Manual: botões no próprio equipamento quadro elétrico no recinto controle remoto (com ou sem fio) – Automatizada: m e a u s s e pr CLPs/IHMs e/ou sistemas supervisórios (ideal para garantir performance energética) e z i m Manutenção i t .o – Acesso facilitado (redução do custo) w – Manutenção preventiva é primordial para garantir: w w funcionamento adequado qualidade do ar (saúde ocupacional/legislação) vida útil da instalação eficiência energética 46 OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO r b . m Manutenção Focada na Eficientização Energética o c . na obtenção de resultados operacionais desejados a , ficandore emssegundo plano a p avaliação da performance energética dos sistemas. m e Quando se efetuaua esta avaliação e consequente s implementação e de um plano de manutenção que garanta a z i operaçãom dos equipamentos próximo às condições ideais de i t performance energética, pode-se promover uma redução o . de até 10% no consumo de energia elétrica w w , sem comprometimento algum w Via de regra, a manutenção está focada na disponibilidade e (ex.: temperatura e umidade) (ou outra eventual fonte de energia utilizada) dos resultados operacionais. 47 OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO r b . m Manutenção Focada na Eficientização Energética o c a. São inúmeros os itens e/ou parâmetros a serem observados e eventualmente adequados. Dentre eles destacam-se: - carga de gás refrigerante nos equipamentos; - temperatura e vazão de água ou ar nos trocadores de calor; - periodicidade de limpeza dos trocadores de calor; - taxa de renovação de ar externo nos ambientes; - gradientes de temperatura e umidade adotados; - performance dos compressores de refrigeração, bombas e ventiladores; - funcionamento da automação e controle. w w w m e a u s s e pr i t .o e z i m 48 OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO r b . m o c a. s e A falta de manutenção preventiva na instalação e/ou a escolha r p de uma instalação inadequada ao tipo de ocupação, são os m e principais motivos para a expressão: a u s e z i m i “ NÃO GOSTO DE AR CONDICIONADO! t o . FAZ MAL À MINHA SAÚDE “ w w w 49 BIBLIOGRAFIA Instalações de Ar Condicionado o c a. Autor: Eng. Hélio Creder Editora: Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. s e pr r b . m Instalações de Ar condicionado - Sistemas centrais e unitários m e a ASHRAE Guide and Data Book u s e z i m i t o Sites . de fabricantes de equipamentos e componentes: w w w ABNT-NBR 16401/2008 (Antiga NBR 6401/80) American Society of Conditioning Engineers. www.trane.com.br www.hitachisa.com.br www.springer.com.br www.johnsoncontrols.com.br Heating, Refrigerating and Air www.multivac.com.br www.troxbrasil.com.br www.abrava.com.br entre outros 50 s e pr OBRIGADO! m w w w e a su r b . m o c a. i t .o e z i m Ronaldo D. Monteiro [email protected] www.otimizesuaempresa.com.br 51