Cases de sucesso WEG Motores
Nossa essência
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Cases de sucesso WEG Motores
A WEG, que começou em 1961 como uma pequena fábrica de motores elétricos, tornou-se um dos principais
fornecedores globais de produtos eletroeletrônicos para os segmentos de Óleo e Gás, Açúcar e Etanol,
Siderurgia, Mineração, Alimentos e Bebidas, Construção Civil, Papel e Celulose, e Saneamento, entre outros.
A busca pela excelência desde seu início resultou na diversificação dos negócios da empresa, agregando aos
motores elétricos produtos que proporcionam desde a geração de energia até o uso da mesma de maneira mais
eficiente.
Essa diversificação foi uma das bases sólidas para o crescimento da empresa que, por oferecer soluções cada
vez mais completas, atualmente atende de maneira dedicada seus clientes.
Mesmo após mais de 50 anos de história e de crescimento contínuo, os motores elétricos continuam sendo um
dos principais produtos da WEG que, em constante sintonia com o mercado, desenvolve seu portfólio de
produtos sempre pensando nas características especiais de cada aplicação.
Com o intuito de apresentar parcerias de sucesso da WEG Motores com seus clientes, formadas ao longo de 50
anos de trajetória, e demonstrar a vasta gama de produtos, aplicações e segmentos com que a WEG atua,
elaboramos esta coletânea de 50 cases para relembrar alguns dos principais fornecimentos de motores elétricos
da WEG.
Celebrando seu cinquentenário, são 50 cases que atestam a experiência da WEG e sua presença nas mais
diversas aplicações.
Boa leitura.
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Siderurgia
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CST - Companhia Siderúrgica de Tubarão
Fornecimento recorde de motores
A WEG registrou um dos maiores fornecimentos
individuais de sua história, envolvendo 703 motores
de baixa tensão para a obra de LTQ (Laminação de
Tiras a Quente) da CST - Companhia Siderúrgica de
Tubarão, localizada em Serra (ES). Do pacote, 340
motores foram fornecidos para a empresa japonesa
Toshiba Corporation, 57 motores para a empresa
brasileira Inepar e 306 motores para a multinacional
japonesa Sumitomo. Todos os motores, que foram
instalados na otimização dos processos industriais
e na instalação em uma nova linha de produção de
LTQ da CST, foram desenvolvidos com
características específicas para aplicação em
projetos da área siderúrgica.
Julho, 2001
Usiminas
Um desejo que virou necessidade
O segmento siderúrgico, importante segmento da
indústria brasileira de destaque no cenário mundial,
desejava obter motores elétricos aptos a suportar o
máximo tempo possível sem a necessidade de
intervenções para manutenção, para operar nas
severas condições encontradas nas linhas de
laminação a quente. Nesta etapa do processo de
produção das usinas siderúrgicas, uma placa de
aço de aproximadamente 250 milímetros de
espessura é reduzida para uma placa em torno de
2 milímetros. São processadas 3,52 milhões de
toneladas de chapas por ano. Nesta linha
funcionam inúmeros motores elétricos. Sempre que
um motor para de funcionar prejudica seriamente o
processo. No final da linha, as bobinadeiras dão ao
produto a forma de bobinas, que serão
processadas na etapa de laminação a frio até atingir
a espessura exigida pelos consumidores.
Muitos desejos se tornam necessidades, tanto
para quem tem o desejo, quanto para quem ajuda
a realizá-lo. E por vezes surgem as inovações e as
descobertas, e não somente as melhorias nas
soluções já conhecidas e aplicadas.
Um bom exemplo é a Usiminas, que utilizava
motores importados que não estavam suportando
as condições da linha adequadamente. Para
atender a essa necessidade do mercado, a WEG
criou uma solução nacional, o motor Roller Table.
“Agora temos um motor realmente apto a suportar
as condições do laminador”, afirmou Pedro
Fioravante, engenheiro de Manutenção da
Usiminas. “A WEG, além de resolver nosso
problema, atendeu também a uma necessidade
do mercado siderúrgico como um todo”,
acrescenta o engenheiro de Manutenção Elétrica
da Usiminas, Bras Augusto de Oliveira.
Julho, 2005
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Petróleo e Gás
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Petrobras
Sinergia entre WEG e Petrobras
É para prestar o melhor atendimento e oferecer
os melhores produtos que todas as pessoas que
trabalham na WEG empregam a sua energia
diariamente. O objetivo é atender necessidades e
contribuir com os diferentes parceiros no
desenvolvimento de grandes projetos nas mais
diferentes áreas.
Um dos exemplos é a especialidade da WEG em
fornecer para a indústria de petróleo, que está
em permanente evolução. Entre os principais
clientes finais neste setor está a Petróleo
Brasileiro S. A. (Petrobras), companhia líder em
distribuição de derivados no Brasil e que, em
março de 2003, atingiu o volume recorde de
2,043 milhões de barris de óleo equivalente por
dia (boe/d), ingressando no grupo das
companhias de petróleo de capital aberto que
produzem mais de 2 milhões boe/d.
A WEG é parceira dos principais fabricantes de
bombas e de compressores fornecedores da
Petrobras (como KSB, Sulzer, Netzsch, Weir
Pumps, Omel, Mark e outros), e é especialista
quando se trata de produtos para a Petrobras.
Entendemos as exigências e características dos
equipamentos e desenvolvemos tecnologia de
acordo com as normas Petrobras. Isto possibilita
cotações rápidas para os fabricantes contratados
pela companhia, sejam eles nacionais ou
estrangeiros. Em 2002, os motores fornecidos pela
empresa, tendo como cliente final a Petrobras,
somaram 34.500 cv. E a meta é continuar
investindo em pesquisa e desenvolvimento de
novos produtos para atender a evolução da
companhia e oferecer as melhores soluções.
Diariamente, saem da fábrica motores para a área
de risco - as linha à prova de explosão Ex-d e de
produtos não acendíveis Ex-n - certificados no
Cepel/Inmetro, tendo como cliente final a
Petrobras. Todos estes motores saem da fábrica
com uma placa Padrão Petrobras.
Maio, 2003
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Petroquímica União, IBT Moldes e Motobombas Schneider
Soluções próprias
A paulista, Petroquímica União e as catarinenses,
IBT Moldes e Motobombas Schneider (do grupo
Franklin Eletric) resolveram problemas em suas
aplicações desenvolvendo soluções próprias a
partir de investimentos na aplicação de motores
da linha WELL (WEG Extra Long Life).
O grande desafio que a Petroquímica União (PQU),
empresa do setor petroquímico situada na região
do ABC entre Santo André e Mauá, precisava
enfrentar era aumentar a disponibilidade da planta
e reduzir o índice de falhas e de paradas para
manutenção. Em 1999, a empresa estendeu o seu
desafio à WEG com quem tem parceria desde a
década de 70. As duas empresas passaram,
então, a desenvolver um motor mais resistente que
possibilitasse um melhor desempenho da linha de
produção através da redução do índice de falhas.
O novo modelo de motor passou a ser aplicado no
acionamento de cargas em geral: bombas,
ventiladores, compressores etc.
“De 1999 para cá, houve uma evolução no projeto
que culminou no lançamento da linha WELL, com
a participação da Engenharia de Manutenção da
PQU e dos departamentos de Vendas, Engenharia
e Assistência Técnica da WEG”, explica Fernando
Fontes, representante WEG para a região. O motor
WELL foi inspirado na exigente norma americana
Novembro, 2005
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IEEE841 (referência na indústria petroquímica
industrial). A parceria com a PQU, somada aos
atributos baseados no know-how da WEG, fazem
do WELL um produto top de linha em motores
elétricos. A PQU investiu na troca de 40 motores
submetendo-os a testes de durabilidade. Os testes
foram concluídos com sucesso em julho de 2005 e
a empresa decidiu substituir outros 80 motores.
“Nossa política visa buscar o aprimoramento da
eficiência e a redução de falhas e de tempo de
parada dos equipamentos para manutenção”, afirma
o gerente de Manutenção da PQU, Nelson Baldi.
“Felizmente nossa parceria com a WEG deu certo,
pois temos equipamentos operando desde 2001 e
que ainda não enguiçaram. Os bons resultados se
devem aos valores e princípios comuns das duas
empresas. Ao resolver nosso problema, a WEG
acabou criando um produto novo, um diferencial
competitivo para si e para a PQU”, complementa Baldi.
Graças aos bons resultados do investimento, a PQU
está entre as cinco primeiras empresas do ramo no
mundo com menor índice de paradas para
manutenção. A média mundial de horas paradas
por ano é de 130 horas. Na Petroquímica União, em
2004, este total não passou de 54 horas. Em 2005,
a empresa ganhou o Prêmio Nacional da Qualidade
- PNQ 2005.
Petrobras
Oportunidade histórica
“Oportunidade histórica” foram as duas palavras
que sintetizaram o novo momento dos
fornecedores de bens e serviços do setor
petroleiro desde o descobrimento das gigantescas
reservas de petróleo na camada do pré-sal da
costa brasileira. Não poderia ser diferente.
A Petrobras estima a aquisição de 200
plataformas, o suficiente para provocar uma onda
de investimento e expansão em toda a cadeia.
E essa é só uma parte da demanda. Mas, se
atravessar os cerca de sete quilômetros de
profundidade para chegar à camada de pré-sal
ainda significa um grande desafio para a indústria
nacional - e que tem que ser superado em pouco
tempo - também é certo que o primeiro passo
rumo às novas tecnologias foi dado com o pé
direito: a plataforma P-57, que entrou em operação
no final de 2010 no campo de Jubarte, na porção
capixaba da Bacia de Campos, servirá como
modelo para as unidades que irão operar no présal da Bacia de Santos. A complexidade da
plataforma pode ser exemplificada pelo roteiro de
sua construção. O casco desta unidade resultou
da conversão do navio petroleiro “Island Accord”,
no estaleiro Keppel FELS, em Cingapura, entre
outubro de 2008 e março de 2010.
Simultaneamente, foram construídos no Brasil os
módulos de processamento de óleo e gás no
canteiro da UTC Engenharia, em Niterói (RJ), e no
estaleiro Brasfels, em Angra dos Reis, em abril de
2010. (RJ). O casco chegou ao estaleiro Brasfels
em abril do mesmo ano, sendo então concluídos a
instalação dos módulos, a interligação de todos os
sistemas e os testes finais da unidade.
Segundo a Petrobras, a inauguração da P-57, que
ocorreu em outubro de 2010, marcou uma nova
geração de plataformas concebidas e montadas a
partir do conceito de engenharia que privilegia a
simplificação de projetos e a padronização de
equipamentos. Seguindo a máxima da eficiência,
as inovações tecnológicas conduziram todo o
projeto da P-57.
Na construção da embarcação, o índice de
conteúdo nacional contratual chegou a
aproximadamente 68%, mostrando a preferência
da Petrobras por fornecedores brasileiros e a
competência deles em superar os desafios de
engenharia. Mantendo a parceria de longa data
com a companhia, a WEG é uma das gigantes
nacionais presentes na P-57. Participando de uma
tomada de preços internacional feita pela Single
Buoy Moorings (SBM), empresa que assinou o
contrato de engenharia, suprimento e construção
com a Petrobras, a WEG foi escolhida para
fornecer motores, transformadores e painéis por
apresentar a melhor solução técnico-comercial.
“O trabalho conjunto da SBM e da WEG não foi
uma simples parceria, foi uma união em torno de
um objetivo comum. A P-57 foi um projeto grande
e complexo com cronograma apertado e as duas
empresas ficaram lado a lado, mantendo uma
ótima comunicação entre elas e com a Petrobras”
afirmou Jean-François Labrunie, Gerente do
Pacote da SBM.
Outubro, 2010
Escopo da solução fornecida à P-57:
g 39 Painéis de Média Tensão
g 136 Painéis de Baixa Tensão
g 22 Painéis de Baixa Tensão à Prova de Explosão (Ex-de)
g 8 Transformadores Secos de Média Tensão
g 9 Transformadores de Baixa Tensão
g 10 Motores de Média Tensão para Bombas
g 4 Motores de Média Tensão para Compressores
g 150 Motores em Geral / OEMs (BT)
g 1 PMS - Sistema de Gerenciamento de Potência
g 1 UPS - Fornecimento Ininterrupto de Energia
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Sulzer Pumps
Segurança aumentada
A empresa Sulzer Pumps (um dos maiores
fabricantes de bombas do mundo), contratou a
WEG no Brasil para o fornecimento de 4 motores
HGF315 de segurança aumentada Ex-e,
certificados pelo PTB para acoplar nas suas
bombas. Os motores foram enviados para a
fábrica da Sulzer na Índia e depois enviados para
Taiwan onde foram instalados na refinaria da CPC
Corporation (Chinese Petroleum Co.).
Ano de 2003
Ecopetrol
Cavalo de pau
A filial da WEG na Colômbia forneceu um pacote
de 55 motores, potências de 5 até 7.5 cv para a
Ecopetrol, empresa estatal do país. Os motores
operam em poços de petróleo do tipo “cavalo de
pau”. Também foram fornecidos no mesmo
pacote, 2 motores de 250 cv para estações de
bombeamento. Este pacote é importante porque
evidencia a experiência da WEG no fornecimento
para o segmento de petróleo e gás também no
mercado externo.
Ano de 2006
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Mineração
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Mineradora Collahuasi
Maior carcaça do mundo
As maiores carcaças fundidas atualmente no
mundo (IEC 630), foram fabricadas pela WEG
em maio de 2003.
Elas foram entregues à mineradora Collahuasi,
no Chile, em agosto deste ano, e servirão para
mover uma correia transportadora de pedras.
O peso final de cada motor é de 15 mil quilos,
potência de 2.788 HP e tensão de 2.300 volts.
As máquinas têm uma eficiência de 97,5% e
trabalham a uma altura de 4.700 metros acima
do nível do mar.
As carcaças têm 1,4 metro de diâmetro por 2,1 metros de comprimento e consumiram 20 toneladas de areia para fazer o molde,
exigindo o trabalho de 42 colaboradores para o
processo de fundição.
CBMM
Julho, 2003
Motor a toda prova
Única produtora brasileira de nióbio com presença
em todos os segmentos de mercado, a
Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração CBMM - utiliza, em sua planta de Araxá/MG,
motores da linha WMining, destinados ao
segmento de mineração. Tudo começou em
outubro de 2005 quando a CBMM contatou a
WEG - com quem tem parceria há muitos anos para o que parecia ser um processo normal de
compra para reposição de um motor. “Porém, as
análises dos engenheiros do departamento de
Vendas da WEG constataram que a simples
reposição de um motor normal já não atenderia às
necessidades da CBMM”, explica o analista de
vendas Ricardo Formento. Era preciso, portanto,
oferecer um produto específico para aquela
aplicação. “Nós temos um ambiente crítico,
agressivo, extremamente úmido, que coloca à
prova toda a resistência de um motor”, diz o
supervisor de Controle e Manutenção da CBMM,
Márcio Teixeira. A partir dos contatos com
Teixeira, os engenheiros da WEG começaram a
trabalhar na especificação do motor mais
adequado para aquele caso. “A CBMM precisava
de um motor que acionasse uma bomba d’água
da caldeira, num ambiente quente (60 ºC no
ambiente), com presença de vapor d’água”,
lembra Formento. Ou seja, o ambiente crítico a
que se refere o supervisor Márcio Teixeira. A WEG
e CBMM trabalharam em conjunto até definir a
melhor solução. E ela veio na forma da linha
WMining lançada em 2005. “Compramos um
motor destes para experimentar, o produto
suportou as severas condições de operação e
está funcionando sem causar paradas ou
perdas de produção”, garante Teixeira,
concluindo que a tendência, agora, é utilizar
apenas motores WMining.
Julho, 2006
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Votorantim
Nas mais severas aplicações
A primeira fábrica completa de cimentos da
Votorantim em Santa Catarina já está em operação.
Equipada com tecnologia WEG em acionamento e
motorização, a unidade construída em Vidal Ramos,
no Vale do Itajaí, a 180 quilômetros de Florianópolis,
custou aproximadamente R$ 400 milhões e vai
impulsionar a produção de cimento, suprindo os
mercados catarinense e gaúcho e desafogando as
demais fábricas da região. A obra faz parte de um
conjunto de investimentos da Votorantim que prevê a
construção de outras unidades no país até 2014.
Parceiros comerciais desde 2005, esta é a primeira
vez que a WEG fornece todo o sistema de
distribuição de alta e baixa tensão e acionamentos
para uma unidade de fabricação de cimento da
Votorantim. Um fornecimento integrado, com a
habitual sinergia entre as empresas do grupo WEG
na elaboração de um pacote integrado para atender
as necessidades do cliente. São transformadores
para a subestação de energia, painéis de
acionamento de média e alta tensão, drives e
motores de baixa e média tensão para o
acionamento de britadores, moinhos, exaustores e
do forno. O último equipamento foi entregue em
janeiro de 2011. De acordo com o engenheiro Rafael
Fabro de Almeida da WEG, a empresa trabalhou em
sinergia com o cliente desde a especificação dos
equipamentos necessários para a operação de cada
aplicação, de forma individual, até o fornecimento,
instalação e start-up. “Além de contribuir para o
cumprimento dos cronogramas previstos,
trabalhamos para que o retorno do investimento do
cliente ocorra da maneira mais rápida possível”,
comenta. “A qualidade no atendimento e o
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desempenho dos produtos WEG”, continua o
engenheiro, “somados à abrangente rede de
assistência técnica no país também garante ao
cliente a tranquilidade necessária”. Entre os
destaques do fornecimento para a fábrica de Vidal
Ramos estão os motores de anéis com levantamento
automático das escovas (para acionamento dos
moinhos), motores linha Master nas carcaças 500 e
560 (mais robustos graças ao aprimoramento da
tecnologia de fundição WEG), motores W22 e HGF
WMining. A intercambiabilidade dos motores de
média tensão com outros motores WEG já instalados
em unidades da Votorantim pelo Brasil reduz
consideravelmente a quantidade de motores reserva
necessários para a operação confiável da unidade.
“Os motores de média e baixa tensão são todos
fechados e robustos o suficiente para suportarem as
condições de operação necessárias em plantas de
cimento devido ao regime do ambiente onde são
instalados e dos esforços requisitados para as
severas aplicações”, explica o engenheiro Rafael
Almeida. O coordenador de projetos da obra em
Vidal Ramos, engenheiro Clovis Antonio Santana,
afirma que a WEG é, atualmente, um dos maiores
parceiros da Votorantim Cimentos.
“E isso tende a continuar assim, haja vista o bom
desempenho de produtos e serviços”, anuncia.
Segundo ele, a unidade construída em Santa
Catarina faz parte da segunda onda de investimentos
da Votorantim Cimentos no Brasil que já tem novos
projetos para os anos 2011, 2012 e 2013 para a
chamada terceira onda, e prospecta novos
investimentos em sequência, alinhados com a
evolução do mercado brasileiro e internacional.
Escopo do fornecimento:
07 motores de média tensão (potências diversas de
8 0 cv até 3.500 cv)
g 31 motores de baixa tensão com rotor em gaiola,
modelos HGF WMining e W22 WMining (potências
diversas, variando de 2 cv até 350 cv)
g Mais de 300 motores de baixa tensão acionando
equipamentos de subfornecedores (pré-requisito
para o fornecimento)
g 01 subestação completa, incluindo
transformadores, painéis, proteção, cabos (25 MVA)
g 14 transformadores a seco (potências diversas de
300 kVA até 2.000 kVA)
g Painéis de distribuição de baixa tensão, cubículos
de baixa e média tensão, soft starters e inversores
de frequência de baixa e média tensão
g
Aggmin Equipment
Britador vertical de impacto
A Aggmin é um dos maiores fabricantes e distribuidores canadenses de
britadores.
Os motores WEG para esta aplicação em especial são fabricados para operar
em ambientes agressivos e adequados para projetos no segmento de
mineração e cimento.
Ano de 1997
Julho, 2011
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Woerner
Custo x benefício
Destaque nacional no segmento de
lubrificação, a Woerner, empresa alemã
presente no Brasil há quase 35 anos, em
parceria com a WEG ofereceu a um de
seus clientes, mineradora do segmento
aurífero, uma solução completa com 16
motores da linha WMining. Exclusividade
WEG para o segmento, os motores podem
ser empregados desde a extração até o
processamento dos minérios.
Aplicados nos sistemas de lubrificação,
que têm por objetivo a redução do atrito
entre os mancais e o eixo de moinhos que
processam minério para obtenção de
ouro, os motores WMining têm a função
de acionar as bombas que são
responsáveis pelo deslocamento do
lubrificante no interior do sistema de
lubrificação, em condições controladas de
vazão, pressão e temperatura.
No decorrer do projeto, a mineradora
poderá fazer comparações práticas entre
os motores da linha WMining e os
tradicionais, uma vez que os
equipamentos WEG dividirão espaço em 2
dos 4 moinhos da companhia com
equipamentos tradicionais.
“Nosso cliente ficou muito satisfeito em
conhecer a linha WMining que deve
oferecer uma relação custo x beneficio
melhor que os motores tradicionais”,
explica Axel van den Kerkhoff, diretor da
Woerner. A expectativa da mineradora é
de que haja a redução de paradas para
manutenção dos motores e dos custos
com reposição de peças.
Entre as principais características dos
motores WMining destacam-se a
resistência contra choques de alto
impacto, maior economia de energia
elétrica, níveis de rendimento superiores
aos da norma NBR 7094, além de
estarem preparados para operar em
ambientes severos, oferecendo uma
maior vida útil às aplicações. Para a
Woerner, a linha de motores WMining
está permitindo fornecer aos seus
clientes melhor desempenho na
operação dos sistemas de lubrificação.
Localizada em Garuva (SC), a Woener
atende, além do setor de mineração, o de
siderurgia, cimento, papel e celulose,
açúcar e álcool, automotivo, entre outros,
e utiliza motores WMining na maior parte
dos sistemas de lubrificação fornecidos
aos seus clientes.
Escopo do fornecimento:
2
Motores de 4 cv
g 4
Motores de 7,5 cv
g 3 Motores de 20 cv
g 2
Motores de 25 cv
g 2 Motores de 50 cv
g 3
Motores de 125 cv
g
Fevereiro, 2011
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Alcoa
Confiabilidade na Amazônia
No coração da Amazônia, no Oeste do Estado do
Pará, a cidade de Juruti possui um dos maiores
depósitos de bauxita de alta qualidade do mundo.
É neste local que a Alcoa, multinacional da
indústria de alumínio, tem um empreendimento
que produz anualmente milhões de toneladas de
minério. Em virtude desse alto volume, um dos
maiores desafios da Mina de Bauxita de Juruti é
equilibrar a produção com o processo de
estocagem, sem gerar custos desnecessários. Era
preciso investir no desenvolvimento de um projeto
estratégico e sustentável, e, para isso, a empresa
contou com a expertise da WEG no atendimento
ao segmento de Mineração.
Com um trabalho especializado feito pela empresa
foi possível dimensionar exatamente o que o
cliente necessitava em sua planta.
Foi desenvolvido o projeto de intercambiabilidade
e dimensionamento do estoque de motores
elétricos para rápida reposição, garantindo a
continuidade da manutenção e operação da
planta. Para um parque instalado de mais de 700
motores, a WEG definiu o fornecimento de 146
motores para garantir o funcionamento da planta.
O escopo envolveu motores de baixa e alta tensão
assim como motorredutores intercambiáveis para
os redutores existentes. O projeto foi concebido
utilizando a linha WMining, específica para a área
de Mineração. De acordo com Rafael Fonseca
Stuchi e Dany de Moraes Venero, da área Service
da WEG, estes equipamentos foram desenvolvidos
para garantir a disponibilidade da planta através
de um estoque de motores bem dimensionados,
seguindo critérios baseados em manutenção
(MTBF - Mean Time Between Failures), produção
(criticidade) e logística. “Com o estoque de
motores dimensionado corretamente oferecemos
ao cliente maior confiabilidade e disponibilidade
operacional na reposição imediata caso ocorra
falha de um equipamento em campo, além da
otimização dos ativos estocados, eliminando
custos desnecessários”, explica Rafael.
Retorno do investimento
“Para a Alcoa, representou uma solução
customizada que garantiu a otimização no seu
estoque e a eliminação de custos já que foi
realizado um estudo detalhado dos motores
instalados na Mina de Juruti juntamente com a
WEG”, comenta Carlos Nelo, Supervisor de
Engenharia e Confiabilidade da Alcoa Mina de
Bauxita de Juruti.
Mina de oportunidades
A Mineração é um dos principais segmentos em que a
WEG atua, sempre desenvolvendo projetos de
expansão e grandes investimentos para o setor.
Neste contexto, a Alcoa representa um importante
cliente cuja atuação é marcada por um histórico de
parceria e compras de produtos da WEG.
“A WEG possui uma metodologia de dimensionamento
específico e tem um corpo técnico disponível para
solucionar os problemas do cliente”, afirma Sidnei Volpi,
da área de Vendas Técnicas da WEG. Rafael Stuchi
também indica os benefícios para a equipe. “Este
fornecimento demonstra todo o know-how que a WEG
possui para este tipo de aplicação na área de
Mineração, na qual redução dos custos, disponibilidade
operacional e confiabilidade são os focos dos projetos
desenvolvidos pela área da Service”, afirma.
Novembro, 2010
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Alimentos e Bebidas
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Cargill
Economia de energia
Na unidade de Ponta Grossa/PR, integrante do
Complexo Soja (que compra, comercializa e
processa soja e outras oleaginosas), a Cargill
instalou no início de 2009 dois inversores de
frequência WEG nos motores da caldeira.
Segundo Gilmar Weidner, da WEG Service, os
trabalhos de eficiência energética realizados
estão dando os resultados esperados.
“O cliente vem atingindo seu objetivo, que é
economizar energia, mensalmente, produzindo
com a mesma qualidade.”
Em parceria com a Cargill, no ano passado a
WEG realizou estudos e testes para verificar a
melhor forma de economizar energia,
racionalizar operações e atualizar o complexo
fabril por intermédio da avaliação do consumo
energético e engenharia de aplicação de novos
produtos. Com a verificação in loco foi possível
detectar oportunidades de melhoria, como o
repotenciamento do motor do ventilador, a
instalação de inversor de frequência nos
motores dos ventiladores de 200 cv e 60 cv e a
automatização do sistema. Com os inversores,
foi possível eliminar o damper mecânico e obter
ganhos também no processo produtivo do
equipamento.
Resultado de eficiência energética
com motor de 60 cv:
g Economia de 37 kWh
g
Economia estimada de 144.607 kWh por
ano de energia elétrica.
g Retorno de investimento: 11 meses
g
Economia de energia com motor +
inversor de frequência: R$ 26.078,60/ano
g I
nvestimento com motor + Inversor de
frequência: R$ 22.000,00
Resultado de engenharia de
aplicação com motor 200 cv:
g Economia de 48 kWh
g Economia estimada de 509.416 kWh/ano
g
Retorno de investimento após a troca
pelo W22 Premium 150 cv: 7 meses
g
Economia de energia com motor +
inversor de frequência: R$ 76.412,51/ano
g
Investimento com motor + inversor de
frequência: R$ 42.000,00
Outubro, 2009
19
Nestlé
Solução rápida e resultados garantidos
Enquanto o consumo de energia cresce no país, o
aumento da capacidade de geração requer altos
investimentos e longos prazos. O resultado é o
aumento do custo da eletricidade e ameaças de
desabastecimento, preocupando o governo, os
consumidores e as empresas. Promover a
economia com redução da produção traria mais
perdas do que ganhos.
A resposta é a adoção de soluções que
economizem energia, sem interferir na produção.
Os motores, responsáveis por quase 70% do
consumo anual de energia da indústria são
considerados focos importantes em projetos de
economia de energia bem sucedidos. Entre vários
projetos de redução de consumo de energia, a
Nestlé está promovendo a substituição de motores
elétricos antigos por motores de alto rendimento.
O projeto de troca concentrou-se nos motores que
funcionam de 20 a 24 horas por dia. O seu
idealizador foi o engenheiro Gilberto Tonim que
gerencia a Engenharia de Eletricidade e Automação
na Nestlé Brasil, contando também com o trabalho
do engenheiro de projetos elétricos Edson Zutin e
dos especialistas em elétrica de cada unidade.
“Nosso objetivo é economizar energia, por isso
decidimos trocar motores obsoletos, que gastam
mais eletricidade, por motores de alto rendimento.
O custo da energia está subindo num patamar
acima do preço do motor”, diz Tonim. “Não vale a
pena comprar motor standard. A diferença de custo
do motor de alto rendimento é pequena comparada
à economia de energia gerada”, explica.
Segundo Tonim, o projeto focou nos motores que
rodam durante 90 a 100% do tempo pois eles
permitem um retorno mais rápido do investimento.
20
“A troca de um motor antigo que funciona 24 horas
por um de alto rendimento se paga em dois anos”,
afirma. Para dar o pontapé inicial ao projeto, a
Nestlé contou com o apoio da distribuidora de
energia CMS Energy. A CMS financiou a compra
dos primeiros 141 motores por meio de uma
resolução da ANEEL que determina que as
empresas de distribuição de energia elétrica devem
destinar um percentual de sua receita operacional
anual a projetos e ações de economia de energia
ou eficiência energética. A WEG forneceu os
motores de alto rendimento para a Nestlé e deu
todo o suporte no levantamento inicial para a
definição dos que seriam trocados e a
especificação daqueles que seriam ideais para
substituí-los.
Foram trocados motores de compressores, torres
de resfriamento, caldeira, bombas, ventiladores e
exaustores. Estes são alguns dos equipamentos
que mais consomem energia numa indústria. Os
compressores consomem 25% do total, seguidos
pelas bombas (22%) e pelos ventiladores (16%),
segundo pesquisas feitas em indústrias europeias.
De acordo com Roberto Carlos Contini, engenheiro
de aplicação e vendas da WEG que atendeu a
Nestlé nesta ocasião, a principal vantagem da troca
é a economia de energia, mas há outras vantagens.
“Você troca motores antigos (com cerca de 20
anos) por motores produzidos com uma nova
concepção, com um fator de serviço de 15% a
mais do que a potência nominal, com melhor
rendimento e ecologicamente corretos, pois a WEG
recicla os motores antigos, e ainda têm dois anos
de garantia”, resume. Depois da troca dos motores,
o próximo passo para economizar ainda mais é a
utilização de inversores de frequência.
O retorno da substituição é proporcional ao grau de
utilização do motor. Quanto mais contínuo seu
funcionamento, maior a diferença de energia
economizada ao longo dos meses e mais rápido o
investimento se paga. Tonim afirma que a empresa
escolheu a WEG como fornecedora por ser uma
empresa presente em todo o Brasil. Para a Nestlé,
essa presença em todo o Brasil é um assunto muito
sério. “Temos fábricas espalhadas em vários
lugares e com a WEG temos um agente sempre
próximo. Além disso, a presença também mundial.
Quando estive na Tailândia, me deparei com um
equipamento importado da Europa que usava um
motor WEG.”
Setembro, 2003
Buaiz Alimentos
Ação sugerida x R$ investidos e retorno anual
Identificando a necessidade
Com a aplicação da metodologia de Eficiência Energética
realizada na Buaiz Alimentos, sediada em Vitória/ES pela
equipe de Service da WEG verificou-se uma economia
estimada em R$ 163 mil por ano com energia elétrica. O
trabalho consistiu no estudo diagnóstico em 193 motores de
várias áreas da empresa. Com isso, foi identificada a
necessidade da troca de 156 motores por modelos de Alto
Rendimento Plus e o repotenciamento (para uma potência
menor ou maior que a atual) de outros 23.
Os resultados são tão positivos que a avaliação feita num
grupo-teste de 26 motores mostrou uma economia de
energia, em kWh/ano consumidos, 7,2% maior do que a
estimativa inicial.
Outubro, 2007
21
Garoto
Confiabilidade da planta
Durante a fase de avaliação dos motores da
Chocolates Garoto foram identificados 182
motores com potencial para serem substituídos.
Após as medições instantâneas de corrente em
regime permanente, avaliaram-se os
carregamentos dos motores e identificou-se que
as ações ocorreriam conforme resumido abaixo:
g 47 motores foram identificados para
repotenciamento com motores de alto
rendimento
g 28 motores das refinarias nas Linhas 1 e 2 foram
identificados para substituição por 14 motores
de alto rendimento com potência superior
g 02 motores das torres de resfriamento da
central de água gelada foram avaliados quanto à
viabilidade de substituir por motores de 12 polos
por 8 polos e inversor de frequência
g 85 motores foram identificados para
substituição por motores de alto rendimento
mantendo a mesma potência
g
20 motores eram alto rendimento, que em sua
maioria já foram adquiridos junto com os
equipamentos e seriam mantidos
A adoção da solução proposta para as conchas
dos refinadores propiciou uma série de benefícios
e ganhos, não apenas com a redução do
consumo de energia pela melhoria do rendimento
do motor padrão para um motor alto rendimento,
mas também:
g Redução da rotina e custos com manutenção
g Redução do estoque de partes e peças
g Aumento da confiabilidade da planta
g Redução de H/h para troca e religamento dos
motores
g Redução da quantidade de motores
g Redução da demanda instalada (kW)
g Menor custo para aquisição
g Disponibilidade de mão de obra
g Redução do ciclo de operação em 1 hora
g Novo motor na mesma carcaça que o anterior
Julho, 2009
22
Sadia
Limpeza constante
A substituição de motores elétricos standard por
motores de alta eficiência da linha WWash com a
recuperação do investimento através dos ganhos
de eficiência energética e redução dos custos de
manutenção e operação representam uma das
ações de Engenharia de Aplicação e Eficiência
Energética mais representativa para aplicação na
indústria.
A metodologia utilizada pela WEG é ordenada pelas
seguintes etapas:
g Análise dos dados e definição dos motores
potencialmente ineficientes
g Visão geral dos processos
g Diagnóstico das condições operacionais
g Estudo de Engenharia de Aplicação de Medições
para a avaliação de resultados
g Substituição dos motores e medições para a
avaliação de resultados
O projeto foi aplicado no disco de corte, substituindo o
motor standard por um motor de alta eficiência da linha
WWash. Motor este apropriado para aplicações onde a
higiene e a limpeza são fundamentais, possuindo o
mais completo sistema de vedação, atendendo
perfeitamente esta aplicação que necessita de limpeza
constante. O motor possui também a exclusiva tinta
WEG NOBAC que impede a proliferação de bactérias
garantindo a qualidade do processo.
Escopo do fornecimento:
g Motor Linha WWash Alta Eficiência, 2 cv, 1770
RPM, Partida direta, 380 V, Acoplamento polia/
correia.
A substituição do motor standard pelo motor de
alta eficiência da linha WWash proporcionou uma
redução de 42% no consumo de energia elétrica
deste motor, obtendo assim um retorno em 1,5
anos do investimento aplicado, além dos ganhos
abaixo comprovando a real viabilidade na
aplicação do projeto:
g Aumento do MTBF (de 20 dias já está em
aproximadamente 01 ano)
g Redução de demandas e custos com
manutenção
g Disponibilidade da equipe de manutenção para
a realização de outras atividades
g Maior confiabilidade do processo
g Aumento da qualidade do produto
g Aumento da disponibilidade e eficiência do
processo
Os motores elétricos, presentes em larga escala
nas indústrias, têm papel fundamental na
continuidade dos processos. Sendo assim, um
adequado estudo de engenharia de aplicação e
eficiência energética pode proporcionar uma
substancial redução dos custos em geral.
Novembro, 2010
23
Sadia
Eficiência energética
Em busca de ações que contribuam para a economia
de energia elétrica, a Sadia em Dois Vizinhos/PR,
substituiu o motor tipo standard do sistema de
exaustão da turbina Kopper da sua fábrica de rações,
por um motor Alto Rendimento.
A economia gerada só nessa aplicação provocou
uma redução de 9,4% no consumo de energia
elétrica, o que representa R$ 4.800,00 a menos no
orçamento anual da Sadia (retorno do investimento
em 10 meses). As substituições nestes casos
representam uma das ações mais representativas
para aplicação na indústria, pois o investimento é
rapidamente recuperado através dos ganhos de
eficiência energética.
Metodologia
Para selecionar os motores que representam potencial economia na substituição é necessário
conhecer as características de funcionamento no regime de operação e as especificações técnicas
dos equipamentos, implicando também no conhecimento do
processo no qual o equipamento será utilizado. A metodologia
utilizada pela WEG foi ordenada por cinco etapas para encontrar
soluções quanto às oportunidades em economia de energia:
g Análise dos dados e definição dos motores potencialmente
ineficientes
g Visão geral dos processos
g Diagnóstico das condições operacionais
g Substituição dos motores
g Medições para a avaliação de resultados
Dezembro, 2009
Cocari
Eficiência no armazenamento de grãos
A demanda de grãos no Brasil vem crescendo mais a
cada dia e a WEG, em conjunto com a empresa
Agroindustrial Rezende, está acompanhando este
processo de evolução, sendo pioneira ao inovar e
desenvolver uma solução em eficiência energética
para a aeração dos silos de armazenagem de grãos.
A solução foi implantada na COCARI - Cooperativa
Agrícola do Norte do Paraná, mostrando todo o
potencial de economia de energia, além dos reflexos
na qualidade do produto e funcionalidade do sistema.
A solução consiste na aplicação do Motor W22
Premium acionado por um Inversor de frequência
interligado ao controlador de Aeração EF-ENERGY,
não sendo necessária a substituição do sistema de
termometria usualmente já presente nos silos.
Foi feito um abastecimento dos Silos 01 e 02 com
24
milho. A solução de eficiência energética foi aplicada
apenas no Silo 02, mantendo a igualdade de nível,
tempo de aeração, potência dos motores,
especificação dos ventiladores, enfim, todas as
características em geral, possibilitando assim, um
comparativo real dos ganhos entre os dois silos.
Foram realizadas as medições com o analisador de
energia IMS para comparação do consumo de energia
elétrica entre os dois silos. A aplicação da solução
proporcionou ao Silo 02 uma redução de 90% no
consumo de energia elétrica, obtendo assim um retorno
em 03 meses do investimento aplicado.
Controlador de Aeração
EF-ENERGY
Inversor de Freqüência
CFW-11
Motor Alto Rendimento
W22 Premium
Fevereiro, 2011
Doux Frangosul
Facilidade na limpeza
Na indústria de processamento de alimentos
precisa-se de cuidados redobrados com a higiene.
É por isso que a linha de motores elétricos WWash
da WEG vem se destacando nesse mercado, já
que atende os requisitos do setor alimentício em
relação à necessidade de limpeza constante.
A Doux Frangosul - pertencente ao grupo francobrasileiro Doux e uma das três maiores
exportadoras de frangos do País - é uma das
empresas que passaram a contar com essa
solução na sua Unidade de Abate de Aves, em
Passo Fundo (RS). No total, 24 motores WWash
trabalham cerca de 21 horas por dia nas linhas de
corte de frango automatizadas, da marca Stork.
A solução tem se encaixado perfeitamente ao
ambiente que, por ser extremamente úmido,
precisa de higienização de jatos de água de alta
pressão três vezes ao dia. O WWash conta com o
mais completo sistema de vedação (o W3Seal®) e
proteção (IP66W) em motores elétricos, evitando a
entrada de água e sujeira no motor e garantindo a
durabilidade que a aplicação necessita. E sua
pintura é feita com exclusiva tinta WEG NOBAC®,
que possui propriedades antimicrobianas. Para
completar o pacote anticorrosão, o eixo e os
parafusos são em aço inoxidável.
A Doux Frangosul comemora o sucesso da
escolha pelo WWash. “Houve uma redução
imediata no custo de manutenção, com aumento
da vida útil dos motores e da produtividade na
linha. Outros ganhos são a economia de energia
por serem motores de alto rendimento operando
21h/dia, e o fator de serviço 1.15 e isolação
especial que diminuiu queimas por sobrecarga.
Há ainda a facilidade na limpeza dos motores”,
afirma Junior Biazi, coordenador de Manutenção
da Doux Frangosul.
“Como a solução resolveu os problemas de
queimas constantes (média de quatro falhas em
motores por mês), principalmente por conta das
vedações, já em 2008 foram adquiridos e
instalados 24 motores, substituindo uma linha
inteira por WWash”, afirma. Esse fornecimento faz
parte de um projeto da Doux Frangosul que visa a
redução do custo de manutenção e paradas de
produção das linhas Stork, em virtude da baixa
confiabilidade de motores convencionais. Antes,
era comum a parada completa de um módulo, já
que a queima de apenas um motor
automaticamente cancelava todo o processo.
Março, 2010
25
Construção Civil
26
Teatro Nacional da Hungria
Cenário moderno
O Teatro Nacional da Hungria, na capital
Budapeste, tem equipamentos WEG na maquinaria
superior e inferior do palco principal. A obra é o
resultado da combinação de múltiplas tecnologias.
Por fora, o Teatro Nacional Húngaro impressiona
por sua arquitetura ousada e perfeitamente
integrada à paisagem. Mas é por dentro que se vê
suas características mais especiais. É todo
equipado com acionamentos comandados por
computador que permitem a realização das mais
diferentes alterações no cenário. O acionamento
elétrico é composto por tubos montados com guia
integrado, sistema de medição de posicionamento
e uma unidade de acionamento e de frenagem
onde são utilizados os motofreios WEG certificados
pelo VDE na Alemanha. Da maquinaria superior,
fazem parte 48 tornos individuais equipados com
motores WEG com uma força de tração de 300 kg
e uma potência de acionamento de 5,5 kW, e 33
tornos para o movimento do cenário com uma força
de tração de 400 kg e uma potência de
acionamento de 7,5 kW.
Setembro, 2003
Gotthard Base Tunnel
Maior túnel de estrada de ferro do mundo
Motores WEG equipam o sistema de ventilação do
Gotthard Base Tunnel, o maior túnel de estrada de
ferro do mundo, na Suíça. Com 57 quilômetros, o
túnel está localizado entre Erstfeld e Biasca,
unindo-se em Zurique para Lugano. Até 2025,
haverá uma rede de 6 mil quilômetros de linhas de
trem de alta velocidade na Europa.
A Alp Transit é o projeto responsável por levar o
sistema de trens de alta velocidade para a Suíça.
Março, 2004
27
Ponte Middlesbrough
Renovação do patrimônio histórico
Um dos cartões postais da Inglaterra, a ponte
transportadora de Middlesbrough recebeu uma
nova injeção de ânimo com a substituição do
motor elétrico e do sistema de acionamento
originais em operação há quase 100 anos, por
motores e inversores de frequência WEG,
fornecidos e instalados pela Deritend RMB.
A substituição garantiu excelentes condições para
a celebração do centenário em 2011. “Ficamos
muito satisfeitos com a escolha dos motores WEG
para a execução de um projeto tão importante”,
comenta Marek Lukaszczyk, Gerente de Marketing
da WEG Europa. “Nossos motores têm uma
reputação de qualidade e confiabilidade,
evidenciada na escolha para as aplicações de
mais alto perfil, como a Burj Tower em Dubai, o
prédio mais alto do mundo, e os túneis rodoviários
em Sidnei, Madri e Hong Kong”, acrescenta
Lukaszczyk. A ponte de Middlesbrough foi
fechada em maio de 2010 para permitir a
substituição dos motores elétricos e do sistema de
acionamento originais. Os produtos WEG foram
escolhidos para melhorar a confiabilidade e
segurança da construção e assegurar uma
redução no tempo em que fica fechada para
manutenção de rotina. Como benefício adicional, o
novo sistema de
motor/acionamento permite que a ponte seja
operada com segurança em velocidades de vento
maiores do que as possíveis anteriormente.
A Deritend forneceu e instalou 3 motores W22 de
45 kW, 4 polos (2 operacionais, 1 sobressalente)
de alto rendimento. Equipados com encoders
1024 PPR, os motores são controlados por dois
inversores CFW-11. De forma geral, o pacote
fornece controle rápido e preciso, com altos níveis
28
de eficiência energética, o que ajuda na redução
dos custos operacionais da ponte. “Este projeto foi
perfeitamente adaptado à abordagem
eletromecânica multifacetada da Deritend,
incorporando tudo desde o comissionamento à
fabricação e instalação”, comenta Mark
Westwood, Gerente de Operações da Deritend.
“Um dos principais critérios citados na licitação
era que o sistema de acionamento original
continuasse, na medida do possível, intacto,
reconhecendo o status do patrimônio local e
tratando-o de forma adequada. A WEG atendeu
às exigências desenvolvendo uma solução
customizada, construída em torno do
equipamento já existente. A solução de
acionamento mecânico fornecida pela Deritend
possibilitou que o antigo drive permanecesse
inteiro, desconectando apenas os parafusos em
ambos os acoplamentos do motor”, complementa
Mark Westwood.
“Middlesbrough é um importante monumento
Dezembro, 2010
reconhecido no mundo inteiro, e do qual temos
verdadeiro orgulho. É fantástico que 100 anos
depois que começou a transportar pessoas de uma
margem do rio para a outra, ainda esteja em boas
condições de funcionamento e mantenha a mesma
aparência de quando foi inaugurada. Isto se deve
em parte aos esforços de empresas como a WEG
cujo conhecimento garantirá que a ponte ainda
esteja em pé e operando daqui a 100 anos”,
comenta Paul Thompson, Membro Executivo do
Conselho de Middlesbrough para Serviços de
Estradas e Transportes.
Única ponte transportadora em operação na
Inglaterra, a Tees Transporter Bridge liga
Middlesbrough a Port Clarence às margens do rio
Tees. Foi construída originalmente em 1910 pela Sir
William Arrol and Co. de Glasgow para substituir
uma antiga balsa a vapor. A ponte foi escolhida
porque o parlamento da época determinou que o
novo método de cruzar o rio não deveria afetar a
navegação.
29
Projeto HADERA
Água potável
Garantir água potável para o consumo humano
nos próximos 22 anos. Este foi o objetivo do
Projeto HADERA, de Israel, uma das maiores
plantas de dessalinização do mundo e estratégica
em uma região onde a água vale ouro. Entre 2007
e 2008, o país vivia um período de escassez de
chuva que reforçou a necessidade de
investimentos em produção de água potável.
Em Israel, a região é árida e o país desenvolveu
avançadas tecnologias de reutilização de água e
irrigação permanente por sistemas de dutos. No projeto HADERA, 100 milhões de m³/ano de
água serão retirados do Mar Mediterrâneo para
serem dessalinizados e destinados,
principalmente, ao consumo diário de cerca de 1,5 milhão de pessoas. A WEG participou deste
desafio com o fornecimento de todo o pacote de
motores elétricos. Foram mais de 70 motores de
indução, com potências variando de 160 a 6000
kW, fornecidos para uma empresa privada
israelense, de alta tecnologia e foco em plantas de
dessalinização, cliente da WEG desde 2005.
Os motores atuaram em uma grande estação de
energia termoelétrica ciclo-combinada, que
otimiza e reaproveita energia no processo de
dessalinização junto ao ciclo de geração de
eletricidade. Um dos diferenciais destes motores é
a operação com inversores de frequência,
variando sua rotação de acordo com a
necessidade da aplicação e da carga.
Maio, 2008
Delhi Metro
Segurança no metrô
A WEG esteve envolvida no projeto Delhi Metro, na
Índia, equipando o sistema de ventilação de
estações de metrô da cidade de Delhi. A WEG
forneceu motores da linha Smoke Extraction para
as estações de metrô, através da Flakt-Woods UK
(fornecedor de ventiladores/exaustores). São 44
motores, 29 deles com potência de 37 kW e 15
com potência de 200 kW. A linha Smoke
Extraction foi desenvolvida para fazer a exaustão
de fumaça, com a garantia, em caso de incêndio,
de que o motor opere por um determinado
período num ambiente com temperaturas até 400
graus Celsius.
Março, 2004
30
Sidnei Opera House
WEG presente em Sidnei
A WEG teve um fornecimento
importante entre os milhares de
produtos aplicados no teatro: foram 11
motores elétricos de 200 kW, 6 polos,
carcaça 355. Os motores acionam o
sistema de exaustão e ar condicionado
do Sydney Opera House. O teatro foi
construído em 1973 e é uma das
principais atrações da cidade. O teatro
é também considerado como uma
obra prima da engenharia devido à sua
arquitetura inovadora com conchas
gigantes de concreto branco.
Ano de 1993
31
Ponte de Leixões
Fluidez do trânsito marítimo
A Administração dos Portos do Douro e Leixões
inaugurou sua nova ponte móvel. A obra teve
participação da WEG no fornecimento dos
equipamentos e se tornou a quarta maior ponte
basculante do mundo. Localizado no Norte de
Portugal, em Matosinhos, próximo a cidade do
Porto, o Porto de Leixões é um dos mais
importantes de Portugal, responsável por 25% das
exportações do país e pela movimentação de
15 milhões de toneladas de mercadorias por ano.
Como parte integrante de seu Plano Estratégico
de Desenvolvimento, um projeto que visa
melhorias na infraestrutura portuária, foi
inaugurada em abril de 2008 a nova ponte móvel
do Porto de Leixões. A nova travessia substituiu a
estrutura antiga permitindo o alargamento do
espaço navegável em mais de 20 metros, além de
aumentar os viadutos de acesso terrestre.
O inovador sistema hidráulico acionado por
produtos WEG facilita a abertura e o fechamento
da ponte, o que implica na redução significativa do
tempo de espera nas margens. A ponte possui um
vão de 92 metros e permite que o canal de
navegação se alargue de 59 para 77,5 metros.
Essa medida significa uma grande melhoria na
fluidez do trânsito marítimo, permitindo a entrada
de navios maiores no complexo portuário.
Outra vantagem da nova ponte é o alargamento
das vias terrestres, já que diferentemente da antiga
estrutura, a ponte móvel permite a passagem de
veículos maiores.
A WEG participou do projeto fornecendo 8
motores elétricos W21, 280 e 125 cv. Além dos
32
Abril, 2008
equipamentos, a empresa também concebeu uma
pintura especial para ambientes marítimos, que foi
aplicada nos motores.
Idealizado pela Gustavo Cudell Ltda., empresa do
ramo de automação industrial, a nova ponte fez
parte de um projeto maior que visa remodelar e
modernizar a estrutura portuária de Leixões.
O projeto foi finalizado e entregue à Administração
dos Portos do Douro e Leixões em 2007. Os equipamentos WEG contam com garantia a fim
de assegurar a qualidade e o sucesso da
instalação na estrutura de Leixões.
33
WEG Motores
Açúcar e Etanol
34
Ypióca
Modernização na planta
A WEG esteve à frente do projeto de automação de
uma das mais modernas usinas de álcool do país.
Famoso em todo o país e no exterior por sua
tradicional aguardente, o Grupo Ypióca está
investindo em um novo mercado: o de etanol.
A empresa inaugurou a usina de Jaguaruana, no
Ceará, em 23 de outubro de 2009, com
capacidade para produzir entre 40 e 60 milhões de
litros/ano de etanol, cerca de 90 milhões de litros/
ano de cachaça, além da possibilidade de fabricar
álcool neutro. Totalmente automatizada, a nova
unidade foi resultado de um investimento de cerca
de R$ 80 milhões. A unidade está entre as mais
modernas do mundo e é estratégica para a
empresa. Com ela, o objetivo é abastecer um terço
do mercado cearense de etanol nos próximos três
a quatro anos e aumentar, em cerca de 20%, o
faturamento do grupo. Hoje, o Ceará importa 160
milhões de litros/ano de etanol, praticamente todo o
produto encontrado nas bombas de combustíveis.
Para este novo desafio, a Ypióca foi buscar as
soluções WEG, parceira há mais de três décadas
da empresa, com produtos em operação desde o
plantio da cana (como os painéis de acionamento
das bombas de captação de água e irrigação, por
exemplo) até nas usinas e fábricas. No acionamento
do terno da moenda está o motor (Linha HGF) de
500 cv em 690 V.
No desfibrador, navalha 1 e navalha 2, estão
instalados motores de 1100 cv, 900 cv e 500 cv em
690 V. O gerente de Engenharia da Ypióca, José
Paulo dos Santos, conta que foi aberta uma
concorrência para a escolha do fornecedor e a
disputa foi acirrada. Mas, devido à tecnologia 100%
brasileira e à assistência pós-venda exemplar que a
Ypióca já conhecia de longa data, a decisão foi por
ampliar a parceria. “A WEG tem um serviço de
assistência ao cliente muito bom. Não tem outro
melhor no país”, destaca José Paulo dos Santos.
Janeiro, 2010
35
Usina Miriri
Eletrificação do processo
Grande parte das usinas de açúcar e etanol
trabalham com turbinas a vapor. Porém, esta
tecnologia não garante um controle total do que
está sendo produzido. Por isso, as usinas estão
eletrificando os processos, adquirindo motores
com inversores para o acionamento das moendas,
aumentando a geração de energia e melhorando o
funcionamento como um todo. Com a eletrificação
do processo, a usina consome menos e vende
mais. Exemplo disso é a Usina Miriri, localizada na
Paraíba, produtora de etanol e açúcar, que
possuía uma turbina a vapor e adquiriu produtos
WEG para alterar este sistema por meio da
eletrificação.
A WEG forneceu cubículos de proteção, painéis de
controle e automação, gerador, transformadores,
centros de controle de motores, inversores de
frequência e motores elétricos trifásicos de alto
rendimento. Os equipamentos serviram para
geração, distribuição e controle dos processos.
“Estamos modernizando a usina, começando a
trabalhar com uma nova linha que até então não
explorávamos, que é o açúcar, e aumentando a
geração de energia. Tudo isso com as soluções
WEG”, conta Emanuel Pinheiro de Melo, Gerente
Industrial da Miriri. Através da eletrificação dos
ternos de moenda, o cliente minimizou gastos
excessivos com manutenção. Agora, a redução do
consumo de vapor é redirecionada para a caldeira.
“Em seguida, este vapor é enviado para o novo
gerador, produzindo muito mais energia para a
Miriri, que pode desfrutar da venda deste insumo”,
explica Marcos Hubner, engenheiro e analista do
segmento Sucroalcooleiro da WEG.
A aquisição dos novos acionamentos com
variação de velocidade proporciona maior controle
e monitoramento que, somados aos motores de
Alto Rendimento, minimizam o custo operacional
reduzindo os índices de manutenção e consumo.
Segundo Emanuel, a WEG foi escolhida para o
fornecimento por ser uma empresa nacional e
porque eles já conheciam a qualidade dos
produtos. “Como somos parceiros há bastante
tempo, observamos o nível tecnológico dos
produtos WEG crescendo a cada dia”, salienta.
O gerente industrial da Miriri menciona também a
assistência técnica e o pós-venda. “Sempre que
precisamos conseguimos facilmente contato com
os representantes da região e temos nossas
dúvidas esclarecidas.” Para se chegar à solução
ideal, a equipe WEG realizou várias visitas técnicas
e houve envolvimento direto de diversas unidades
da empresa, coordenadas pelo Centro de
Negócios de Energia. Após as visitas, propostas
técnicas comerciais foram geradas e a trajetória de
toda a negociação durou cerca de seis meses.
Escopo Miriri detalhado:
g G erador 7.500 kVA / 13,8 kV
g Cubículo de Saída do Gerador
g Cubículo de Surtos e Excitação do Gerador
g Cubículo de Neutro do Gerador
g Painel de Comando e Proteção do Gerador
g Motores Linha HGF355, 500 cv, 6 polos, 480 V
g Transformadores a óleo de 750 kVA
g Transformador a óleo de 1.500 kVA
g Transformador a óleo de 1.000 kVA
g Cubículo de Distribuição MT
g Painéis de Distribuição B.T
g C entros de Controle de Motores
g Inversores de Frequência Modelo CFW11
g Inversores de Frequência Modelo CFW09
g A proximadamente 2300 cv de Motores WEG
Alto Rendimento
Agosto, 2010
36
Usina Costa Bioenergia
Otimização da planta
“A WEG desenvolveu todo o projeto elétrico e de
instrumentação, implantou o sistema de software e
gerenciamento de automação. Sistemas de
comunicação, motores, transmissores de pressão,
radares, geradores de energia, tudo trabalha em
cima da plataforma WEG”, destaca Valmir Costa,
diretor superintendente da Costa Bioenergia. Com
as soluções completas, exceto pela parte
mecânica, a usina foi entregue pronta para
funcionar. O pacote elétrico, vendido na modalidade
turn key, permite ao cliente uma negociação
diferenciada com a empresa. Nesse sistema de
fornecimento, a WEG define os critérios do projeto
em uma única base, otimizando a planta. Ao entrar
na usina, a cana chega crua ou queimada e é
colocada em uma mesa de alimentação de uma
esteira metálica onde é limpa por ventiladores que
usam motores WEG de alta potência. Depois, ela
passa pelo picador que reduz o tamanho dos “paus
de cana”. Seguindo na mesma esteira, passa por
martelos girantes chamados de conjunto
desfibrador que têm a função de abrir a fibra da
planta e garantir o índice de processo “open cell”. A cana picada e desfibrada é despejada da esteira
metálica para outra de borracha de mesma largura,
mas com velocidade maior. Ao final desse
desfibramento, a cana passa por baixo de um
dispositivo eletromagnético chamado de eletroímã
que tem a função de remover impurezas metálicas
que possam atrapalhar ou enroscar as moendas
(próxima etapa). Um motor WEG também aciona o
tambor espalhador que tem a função de distribuir
uniformemente a cana sobre a esteira. Nesta fase
de preparo, a WEG desenvolveu software que faz o
controle completo do avanço das esteiras, da
rotação dos motores, dos níveis nas caixas
Donnelly, dos tempos de parada, dos
intertravamentos do sistema e de segurança.
O objetivo é suprir a necessidade da usina
conciliando alto rendimento com eficiência. Através da unidade Energia, a WEG consegue
diminuir o volume das máquinas em estoque na
usina por projetar motores intercambiáveis
mecanicamente com motores existentes. A cana
segue pela esteira de borracha e chega até a
entrada dos ternos de moendas, iniciando a fase de
moagem. Neste ponto, existem caixas verticais
denominadas “Donnellychutes” (calhas de
alimentação forçada), em que a cana forma um
colchão compactado para garantir peso constante
na entrada dos rolos de separação e caldo. O nível
da cana dentro da calha é utilizado para controlar a
velocidade da esteira de borracha e,
consequentemente, a alimentação da moenda. São
realizados complexos ajustes de rotação entre os
motores de acionamento para garantir o perfeito
sincronismo entre eles. Se a rotação for pequena,
forma um atoramento de fibra e o processo é
interrompido. Se a rotação for grande, pode haver
perdas na extração do caldo na fibra. No Brasil,
normalmente se inicia uma usina com quatro
conjuntos (ternos) de moenda com possibilidade de
expansão para mais dois. Constituem-se assim os
chamados seis tandens de moagem. O caldo
separado nos quatro ternos vai sendo devolvido ao
terno anterior em uma cadeia de
retrobombeamento denominada embebição. A necessidade da lavagem ocorre porque a fibra já
tem pouca sacarose (menos de 3%). Após a
separação do caldo e do bagaço, o líquido é
enviado para um tanque que alimenta os processos
de produção de açúcar e etanol, enquanto a fibra
corre por esteiras à caldeira ou ao pátio de
biomassa para ser queimada, gerando o vapor
necessário ao processo de fabricação da usina.
Todo o controle dos 25 motores das moendas e de
outros dos conjuntos de motobombas é realizado
por software da WEG. Intertravamentos e
estratégias de avanço e parada foram
desenvolvidos para garantir a melhor forma de
controle no preparo e na extração.
O sincronismo dessas etapas possibilita a extração
contínua e repetitiva nos parâmetros de
deslocamento e velocidade.
“Toda essa tecnologia nos permite ser mais
eficientes, propiciando um retorno muito maior sobre
o investimento”, afirma Valmir Costa, diretor
superintendente da Costa Bioenergia
“Na análise das propostas, foi muito fácil trabalhar
com a da WEG porque era uma das mais completas.
Às vezes surgiam dúvidas e o nosso contato com a
área de engenharia da WEG sempre foi muito direto
e tranquilo. Já conhecíamos a performance dos
produtos e esse fornecimento superou as nossas
expectativas”, diz Cícero Furtado, encarregado de
Manutenção da Costa Bioenergia.
Julho, 2010
37
Usina Trapiche
Aumento de produtividade
Localizada em Sirinhaém, no Estado de
Pernambuco, a Usina Trapiche possui geração de
energia elétrica auxiliar própria e também busca
constantemente a evolução e a modernização dos
processos. Por isso, a WEG elaborou um projeto
que prevê a eletrificação de três ternos de moenda
e ainda permite a utilização de um único motor
como sobressalente em duas posições no preparo
da cana. “Escolhemos a WEG pelo que ela
representa no Brasil e no mundo, pela qualidade
dos equipamentos e garantia do cumprimento da
data de entrega”, afirma Eduardo Mota Valença,
Gerente Industrial da Trapiche. Uma das vantagens
desse fornecimento é a possibilidade do cliente
poder alterar a instalação do sistema de
refrigeração do motor. Em uma posição, o trocador
de calor é instalado no topo do motor e, em outra,
por limitação de espaço, fica na lateral. Os motores
WEG utilizados na Trapiche, destinados aos
processos em geral, são da linha W22 PLUS.
A troca das máquinas faz parte de um plano de
expansão da usina que tem duração de três anos.
“Este primeiro passo aumentou a moagem da cana
sem sobrecarregar os demais equipamentos.
Assim, consegui mais capacidade mantendo a
segurança”, ressalta Valença. Segundo ele, a
parceria com a WEG permite que o investimento
seja feito aos poucos. “Ao longo de três anos
vamos comprando os equipamentos até chegar ao
objetivo de desenvolvimento que queremos.
Fazemos o desembolso somente quando temos
matéria-prima suficiente”, completa Valença. O gerente industrial da Trapiche explica que não
precisa substituir todos os equipamentos de uma
vez pois a mudança é muito grande e envolve um
novo conceito de funcionamento da usina.
“Estamos preparando a Trapiche para o futuro e a
WEG permite que façamos isso gradativamente,
sem deixar de ter retorno financeiro”, conclui.
Vale ressaltar que o diferencial deste fornecimento
foi a customização de um motor de 2000 kW para o
desfibrador de cana. O espaço destinado ao
equipamento é pequeno e, para a substituição, era
preciso desenvolvê-lo nas medidas adequadas e
com um trocador de calor especial. A Engenharia
da WEG produziu a solução perfeita para o espaço
disponível.
Escopo Trapiche detalhado:
g Motores Linha HGF355, 550 cv, 6 polos, 690 V
g Motores Linha W22, 100 cv, 6 polos, 690 V
g Acionamento com Inversor de Frequência
AFW11M
g Transformadores a Seco 2000 kVA, 13,8/0,69 kV
g Cubículos MT - CWMT / Classe 15 kV
g Cubículo de Entrada e Saída e Cabos
g Cubículos para os ternos 1, 2 e 5
g Motor para Desfibrador Linha MAI560, 2.000 kW,
6 polos, 6.600 V
g Motores Linha W22, 50 cv, 4 polos, 380 V
Agosto, 2010
38
Companhia Energética Vale do São Simão
Qualidade em serviços
A exclusividade tanto nos serviços quanto no
atendimento é um dos principais motivos para a
Companhia Energética Vale do São Simão
escolher a WEG como sua principal fornecedora
de equipamentos elétricos. “Confiamos na
empresa pela excelência de seus equipamentos e
serviços”, afirma Alexandre Bicalho de Andrade,
Diretor do Grupo Andrade, responsável pela Cia
Energética Vale do São Simão.
Painéis de acionamento, cubículos de distribuição,
quadros de distribuição e manobra do gerador,
motores de 1 a 350 cv, transformadores (a seco e
a óleo) de 112,5 a 2500 kVA e turbogeradores de
31,25 e 37,50 MVA, foram os produtos instalados
pela WEG para a modernização da Vale do São
Simão, localizada no município de Santa Vitória,
em Minas Gerais.
Os motores de 1 a 350 cv são Alto Rendimento e
apresentam custos operacionais extremamente
vantajosos. O elevado rendimento possibilita a
recuperação do capital investido devido aos
motores proporcionarem acentuada economia de
energia elétrica e garantirem o rápido retorno do
investimento.
Com capacidade instalada de 2.500.000
toneladas de cana, a produção diária da
Companhia Energética Vale do São Simão chega
a 22 mil sacas de açúcar, 600 mil litros de etanol
hidratado e geração de 55 MW/h com exportação
de 25 MW/h de energia.
Escopo São Simão detalhado:
g Painéis de acionamento
g Inversor de Frequência MVW-01
g Cubículos de distribuição
g Quadros de distribuição e manobra do gerador
g Motores de 1 a 350 cv de alto rendimento
g Transformadores (a seco e a óleo) de 112,5 a
2500 kVA
g Turbogeradores: 31,25 e 37,50 MVA
g Motores HGF 400, 550 kW, 6 polos, 690 V
g Motores HGF 315 C, 230 kW, 6 polos, 690 V
g Motores MGI 710, 4000 kW, 6 polos, 13800 V
g Transformador 5.000 kVA (a seco)
Agosto, 2010
39
Usina Santo Antônio
Pioneirismo no Nordeste
Em Alagoas, a Usina Santo Antônio foi a primeira
da região nordeste a operar com uma moenda
totalmente eletrificada. O investimento permitiu
que ela diversificasse novo negócio: a geração e
fornecimento de energia elétrica. A WEG dá
suporte a essa evolução da Santo Antônio desde
2001, quando a usina iniciou a busca por eficiência
energética. Até o final do ano de 2007, a usina
havia instalado três geradores (dois de 6,25 e um
de 18,75 MVA ), automatizado processos e
implantado a eletrificação da moenda (dois
motores de 1.600 cv, inversores, transformadores,
mais um motor de 900 cv com inversor e
transformador). Na safra do final de 2007, entraram
em operação sete motores com inversores para
acionamento dos exaustores de caldeira, com
mais economia de energia, que gerou dividendos,
pois também começou a operar uma subestação
para exportação de eletricidade com
transformador de 25 MVA.
A WEG forneceu toda a solução necessária para
essa transformação de economia em lucros. Hoje, o vapor que antes movia a moenda é
transformado em energia elétrica que, além de
mover a usina, tem seu excedente vendido,
tornando-se assim o terceiro produto da empresa,
juntamente com o álcool e o açúcar.
O funcionamento inteligente dos motores WEG
com a variação da velocidade proporcionada
pelos inversores, reduz o consumo de energia
fazendo com que sobre ainda mais para a venda.
Para a WEG, este fornecimento tornou-se uma
referência de grande importância devido ao
caráter inovador e pioneiro para a região Nordeste.
Até então, a Usina Santo Antônio era muito pouco
40
eficiente em termos energéticos. Chegaram a ter
que adquirir mensalmente cerca de 1.000.000
kWh para o processo produtivo. A revolução veio
em 2001. Já na primeira safra que operaram com
novos geradores, deixaram de adquirir energia
Setembro, 2007
(uma economia mensal de R$ 217 mil) e chegaram
a exportar cerca de 6.500.000 kW.
Assim, acabaram gerando recursos suficientes
para, em apenas uma safra, pagar todo o
investimento feito na época.
Grupo Santa Terezinha
Tecnologia WEG na produção de açúcar e etanol
Entre os grandes produtores sucroalcooleiros do país
está o Grupo Santa Terezinha, criado no início dos
anos 60 e com oito unidades na região Noroeste do
Paraná, que buscou na WEG a solução para uma
importante mudança em seu processo industrial.
Nesse mercado cada vez mais exigente, o Grupo
investiu na eletrificação dos exaustores das caldeiras 1 e 2 da usina localizada no município de Cidade
Gaúcha/PR. Foi efetivada a troca das turbinas das
caldeiras por motores elétricos acionados por
inversores de frequência onde a variação de
velocidade e controle do processo possibilita eficiência
energética e confiabilidade, somada à diminuição das
paradas e manutenções corretivas. No antigo modelo,
as turbinas eram alimentadas pelo vapor gerado no
processo de queima do bagaço da cana, com baixa
eficiência e manutenção elevada, não alcançando os
padrões atuais exigidos pelo mercado sucroalcooleiro.
Há algum tempo a WEG vem apresentando projetos
de eletrificação e mecanização de sistemas que
utilizam turbinas a vapor. Como Cidade Gaúcha já
operava com dois exaustores similares eletrificados,
passou a contar com quatro exaustores com as
mesmas características. A usina também adquiriu um
motor reserva que foi construído para ser totalmente
intercambiável entre os quatro sistemas, dando maior
confiabilidade à operação.
O fornecimento para a Usina Santa Terezinha foi
coordenado pela equipe de Centro de Negócios da
WEG, onde apenas uma pessoa fica responsável pelo
processo de fabricação de todos os componentes
dentro da empresa. Desta forma o cliente ganha maior
segurança e principalmente maior agilidade no fluxo de
informações e definições técnicas comerciais.
Escopo do fornecimento:
2 equipamentos de acionamento com inversor
de frequência montado em painel modelo
AFW09 0600T / 440 V - Regenerativo
g 3 motores elétricos trifásicos, modelo HGF 500
cv 4 Polos 440 V
g 1 transformador trifásico a seco com potência
de 1500 kVA - 13,8 kV / 0,44 kV
g Start-up dos equipamentos
g
Setembro, 2011
41
WEG Motores
Saneamento
42
Tupras
Saneamento
Lost City - The Valley of the
Waves Water Park
Aquasystems
Maior parque temático da África do Sul
Estação de purificação de água
Os produtos WEG para o segmento de água e
saneamento continuam abrindo fronteiras e
conquistando mercados. A WEG forneceu dois projetos
para irrigação para a empresa turca Tupras através das
filiais WEG na Espanha e Japão.
Projeto Izmit:
g 1
66 motores Ex-d e Ex-n, 2 e 4 polos, 110 kW
Projeto Kirikkale:
g 6
motores HGF315C, HGF355 e HGF500 - 1.200 kW
g 2
9 motores Ex-n, baixa tensão, potências entre 3 e 90 kW
O sistema de acionamento de ondas do parque,
funciona da seguinte forma: a água é represada até
um nível determinado e então, aproximadamente 40
motores da WEG com potências de 0,75 kW até 30
kW começam a operar acionando as bombas
hidráulicas que são responsáveis pela abertura do
portão de inundação. A água cai por gravidade e
produz as ondas.
Motores WEG equipam estação de purificação de
água na Bélgica, através da empresa
Aquasystems. O fornecimento foi de 36 motores
potência 110 kW, 6 polos, fabricados na planta da
WEG em Portugal. Os motores são aplicados em
aeradores de superfície no sistema de purificação
de água. Tratam-se de produtos diferenciados
porque a Aquasystem fornece os seus aeradores
para diversas partes do mundo, exigindo
flexibilidade em diferentes tensões e frequências.
Ano de 2005
Ano de 1993
Ano de 2005
43
Papel e Celulose
44
Fibria
Confiabilidade desde o início
A Fibria, empresa resultante da fusão da Nova
Aracruz com a VCP (Votorantim Celulose e Papel),
atualmente é a maior empresa do segmento com
capacidade produtiva de 5,25 milhões de toneladas
de celulose e 179 mil toneladas de papel por ano.
A empresa possui três fábricas distribuídas no Brasil.
A unidade de Três Lagoas (MS) é a maior planta de
celulose do país com uma única linha de produção
que entrou em operação no primeiro semestre de
2009, e foi equipada com as mais avançadas
tecnologias dentro dos melhores padrões de gestão
ambiental. Praticamente 100% dos motores da
planta industrial são WEG, somando cerca de 1.250
unidades, entre linha Alto Rendimento, média tensão
e motores de grande porte, além de 47
transformadores (até 80/105 MVA). Um dos
diferenciais do fornecimento da WEG para este
projeto foi a atividade de comissionamento e
acompanhamento do start-up. Conforme explica o
chefe da seção Service da unidade Motores da
WEG, Leandro Ávila, o trabalho consiste em ser “os
olhos do cliente” na fase de recebimento e instalação
dos equipamentos na obra. Isso, porque os motores
e transformadores da WEG são entregues antes da
fábrica estar concluída.
E no período entre a entrega e a efetiva operação que leva vários meses, até mesmo anos - os
produtos correm o risco de serem expostos à chuva,
lama e outras condições, inclusive de instalação, que
podem comprometer seu desempenho futuro. Por isso, a WEG tem ao menos 1 responsável
presente na obra, por meio de sua assistência
técnica na região. Estes profissionais verificam as
condições de instalação e armazenamento dos
equipamentos para garantir que os procedimentos
sejam adequados. “Fazemos diversas inspeções
enquanto os motores estão parados e também
acompanhamos na fase de testes para ver se estão
funcionando adequadamente”, afirma Ávila. “Com
isso, a WEG assegura a confiabilidade desde o início
da operação”, completa.
A WEG forneceu para a Fibria no Espírito Santo, um
motor desenvolvido especialmente para enfrentar
toda a carga química envolvida no processo.
“Os motores utilizados anteriormente não duravam 5
mil horas sem manutenção. O novo motor foi feito
para operar 17 mil horas sem paradas”, explica Ávila.
O equipamento tem, entre suas características,
pintura especial, eixo de inox e não necessitará de
relubrificação. A entrega do produto também contou
com o serviço de verificação da instalação para
garantir o funcionamento adequado. “Um arranhão
na tinta que exponha o metal já é uma porta para a
corrosão”, ressalta Ávila.
Setembro, 2008
45
Klabin
Projeto Dedicado
Em setembro de 2008, o mercado se aqueceu com a
inauguração do Projeto de Expansão MA-1100 da
Klabin. O projeto, realizado na Unidade Monte Alegre/
PR, representou um investimento de R$ 2.2 bilhões e
aumentou a capacidade de produção da unidade de
700 mil toneladas de papel por ano para 1.1 milhão.
O ponto principal da expansão foi a nova máquina de
papel, a MP 9, considerada a mais moderna do
mundo para a produção de papel cartão. A WEG
forneceu para o empreendimento, 593 motores da
linha Alto Rendimento e mais 76 motores de médio e
grande porte. A parceria entre a WEG e a Klabin se
estabeleceu desde o início do processo.
Os motores fornecidos foram fabricados
especificamente para as necessidades do cliente.
Como tradicional parceira da Klabin, a WEG participou
do Projeto MA-1100 com importante contribuição por
meio do fornecimento de motores elétricos para todas
as plantas que integraram a expansão. Isto incluiu o
fornecimento de motores de tecnologia diferente da
usada até então na unidade industrial da Klabin
Papéis Monte Alegre.
Setembro, 2008
Kronospan na Suiça
Plano de expansão
A HS Antriebssysteme AGO, representante WEG
na Suiça, forneceu um pacote com 30 motores de
alto rendimento nas carcaças 160 até 355 para
plano de expansão da Kronospan na Suiça, um
dos maiores fabricantes de produtos à base de
madeira do mundo.
Os motores são aplicados em bombas,
ventiladores e transportadores de rosca e os
motores de alto rendimento asseguram um rápido
retorno do capital investido.
Ano de 2003
46
Cocelpa
Estudo de viabilidade garante eficiência energética
Foi feito um estudo de viabilidade em 28
motores entre bombas, ventiladores e filtros,
com potência de 30 cv até 350 cv que
funcionam praticamente 24 horas por dia.
O resultado mostrou que o tempo de retorno do
investimento seria de 1 ano e 9 meses para
todos os motores. Foi optado por substituir um
grupo de 7 motores numa primeira etapa de
implementação, totalizando 1600 cv. Todos os
motores mantiveram a potência.
Um foi substituído por outro de potência menor,
Entre os motores que foram substituídos por
motores de alto rendimento, estão a bomba da
caldeira de recuperação, mantendo a potência
de 250 cv.
O outro motor substituído foi do acionamento do
exaustor de tiragem do forno de cal, com
potência de 350 cv.
As alterações sugeridas compreendem a
substituição de motores elétricos de indução
tipo padrão por motores elétricos de indução de
alto rendimento.
Julho, 2009
Benefícios gerados pelo estudo de
engenharia de aplicação:
g Otimização da relação custo x benefícios dos
motores
g Melhoria da disponibilidade e eficiência da
planta através da identificação e atuação sobre
os motores obsoletos e de difícil manutenção
g Garantia da eficiência no uso adequado da
energia
g Identificação e adequação de motores com
elevados custos de manutenção devido a
frequentes falhas em função da má
especificação
g Redução das demandas de manutenção
g Disseminação do conceito / importância da
correta especificação dos equipamentos
47
Trombini
Inovação extra
A partir de uma sugestão da WEG, a Trombini
Embalagens S.A. está investindo numa nova
tecnologia de motores que promete se tornar
referência no mercado de papel e celulose, por trazer
excelentes resultados. A fábrica de papel adquiriu
todo o pacote elétrico e de automação para a nova
máquina de papel da unidade de Fraiburgo (SC), a
MP4, com a WEG. E apostou na ideia de substituir
os tradicionais motores de indução utilizados nesse
tipo de equipamento pelos modernos WMagnet, que
são motores com rotor de ímãs permanentes.
A MP4 já seria diferenciada por sua velocidade de
operação: 1.000 metros por minuto, característica
encontrada em poucas máquinas atualmente em
funcionamento no país, e a rebobinadeira de 2.500
metros por minuto com sistema de frenagem
regenerativa.
A utilização desse tipo de motor é uma novidade não
só para a Trombini, mas para o mercado brasileiro.
“A grande maioria das máquinas de papel para
embalagens trabalha com motores de indução.
A utilização do WMagnet nessa aplicação será uma
referência para o mercado”, explica Sidnei Volpi,
analista de vendas da WEG para o segmento de
Papel & Celulose. E toda essa disposição para o
novo tem DNA catarinense do começo ao fim, já que
a máquina foi projetada e construída pela Hergen,
fabricante de equipamentos para a indústria de
papel, de Rio do Sul (SC). “Ambos os fornecedores
são antigos parceiros de negócios da Trombini e
depositamos total confiança em suas competências.
48
A integração entre o fornecedor da máquina e o
fornecedor dos acionamentos e automação foi muito
efetiva desde a fase de projeto, garantindo
plenamente o atendimento dos objetivos”, explica
Fernando Volpato, gerente da unidade de Fraiburgo
da Trombini.
Segundo o gerente geral da Hergen, William
Rodrigues dos Santos, essa foi a maior máquina já
produzida pela empresa e será uma referência para
a companhia no mercado papeleiro. A avaliação
geral deste projeto foi a melhor possível pois todos
os objetivos de qualidade e produtividade foram
atingidos demonstrando a capacidade técnica da
WEG em soluções integradas a esse nível de
velocidade (1.000 metros por minuto). William
Rodrigues dos Santos acredita que é muito provável
haver novos projetos no futuro em que será possível
oferecer ao cliente uma proposta em parceria com a
WEG, utilizando os motores com rotor de ímãs
permanentes. E por que investir no novo, já que a
maioria segue com o modelo tradicional? Apesar
dos motores com ímãs permanentes terem um custo
mais elevado em relação aos de indução, os
benefícios dessa tecnologia justificam essa
diferença. A primeira delas consiste na ausência de
perdas Joule (RI²) no rotor, uma vez que não há
correntes circulando no mesmo. Dessa forma, o
motor trabalha mais frio, permitindo elevar
consideravelmente seu rendimento, resultando num
menor consumo de energia.
Outra vantagem da linha WMagnet está em trabalhar
com torque constante sem necessidade de
ventilação forçada, eliminando assim mais um item
de manutenção, liberando uma gaveta do CCM
(Centro de Controle de Motores) e economizando a
energia que seria consumida pelo motor da
ventilação. A redução no consumo de energia pode
chegar a 150.000 kW por ano numa máquina como
a MP4 da Trombini.
Existem outras vantagens relacionadas ao inversor
de frequência CFW11 que aciona o WMagnet,
principalmente em aplicações que exigem
sincronismo e precisão de velocidade. Como
benefícios extras, o WMagnet gera menos ruído, e
dispõe de mais potência mecânica numa carcaça
menor, o que quer dizer que ocupa menos espaço
(artigo caro hoje em dia no mercado).
“Por se tratar de um produto com alta eficiência
energética e considerando que não será necessária
a utilização de ventilação forçada, o retorno do
capital investido é excelente. Se considerarmos todo
o pacote de acionamento, o investimento se dá em
menos de dois anos”, calcula Volpi. A máquina já
está em funcionamento desde fevereiro de 2011 e o
resultado, na avaliação do cliente, não poderia ser
melhor. “Estamos muito satisfeitos com o
fornecimento, incluindo engenharia, equipamentos,
software, pós venda, etc.
Na realidade, o desempenho dos sistemas WEG
superou totalmente nossas expectativas”, elogia
Fernando Volpato.
Outubro, 2011
Escopo do fornecimento:
g Motores CA da linha W22 Plus
g Motores CA da linha WMagnet
g Painéis de Acionamentos com
Inversores de Frequência da linha CFW11
g Chaves Soft-starters SSW-06
g Painéis com CLPs e unidades remotas
g Sistemas de controle e supervisão
(estações de controle e engenharia)
g Cubículos tipo MTW03
g Transformadores a seco
g Serviços de engenharia de software aplicativo/supervisão
g Serviços de posta em marcha (Start-Up)
g Serviços de treinamento
49
Veracel
Maior picador de toras do mundo
Com 220 empresas atuando no país e 2 milhões de
hectares de área plantada para fins industriais, o
Brasil produz hoje 12,7 milhões de toneladas de
celulose ao ano e desponta como o quarto
produtor mundial do produto, atrás apenas dos
Estados Unidos, China e Canadá. E quer continuar
avançando. Dados da Associação Brasileira de
Celulose e Papel (Bracelpa) mostram que, nos
últimos 10 anos, os investimentos no setor
somaram US$ 12 bilhões, com tendência a
aumentar.
Para chegar a estes resultados, o setor aposta em
tecnologia e inovação. Um exemplo é a Veracel
Celulose, um projeto agroindustrial integrado, que
abrange todas as fases da produção de celulose desde o plantio até a entrega do produto final.
Em junho de 2009, a empresa, com sede em
Eunápolis (BA), colocou em operação o picador de
toras de madeiras da linha 3, o maior em operação
no mundo, com capacidade para processar 400
metros cúbicos de madeira por hora.
Fornecido pela Andritz, líder mundial em sistemas e
serviços para indústrias de papel e celulose, entre
outros, o Picador Horizontal - HHQ-Chippers™ conta com quatro motores WEG de alta tensão
(400 kW, com quatro polos), que trabalham em
regime pesado para garantir o fornecimento de
cavaco para produção de celulose e para a geração
de biomassa, utilizada como fonte de energia.
Para aumentar a confiabilidade, a WEG criou uma
sistemática de Comissionamento e Start-up via
smart phone. Com isto, além do profissional de
50
campo ter acesso imediato a todas as informações
de que necessita, é realizada a transmissão
automática dos dados de campo para a WEG, o
que possibilita mais agilidade na solução de
eventuais problemas.
Com a entrada em funcionamento da nova linha,
praticamente todos os motores usados no
processo produtivo da Veracel são WEG - um dos
fatores decisivos na hora de escolher o fornecedor
do equipamento. A instalação da nova linha de
picadores eliminou um gargalo na produção de
cavacos para a celulose e proporcionou ganhos
ambientais e econômicos para a empresa, com a
geração de energia excedente. Além disso, permitiu
disponibilidade operacional das outras duas linhas,
o que é importante para a manutenção.
O picador de toras está no início do processo
produtivo da celulose. É lá que os troncos de
eucalipto e pinus, já descascados, serão
transformados em cavacos de diversos tamanhos.
Ou seja, a tora entra inteira no equipamento e sai
picada. Nesta etapa são necessários motores
potentes para dar conta do recado. No picador de
toras da Veracel cada um dos quatro motores WEG
tem a potência de 400 kW - cerca de 2.200 cv no
total. Um carro popular, por exemplo, tem um motor
de cerca de 70 cv.
O cavaco é levado para o digestor, onde é cozido a
alta temperatura e pressão com produtos químicos.
Isto dá origem à polpa de celulose que seguirá para
lavadores e será separada do licor preto. Nesta
etapa, a polpa, que é marrom, pode passar (ou não)
pelo branqueamento, dependendo do uso que terá.
Depois é seca e separada em fardos. E está pronta
para ir para a máquina de papel - na própria
indústria onde foi extraída ou em outra.
O pinus, de fibras longas, é utilizado para a
confecção de papéis mais resistentes, como os de
embalagem. Já o eucalipto, com fibras curtas, é
usado para fazer papéis descartáveis ou destinados
à escrita.
Janeiro, 2010
Grupo Portucel-Soporcel
Maior máquina de fazer papel do mundo
Os motores WEG oferecem até 30% de economia
energética na operação da maior e mais
sofisticada máquina produtora de papel do
mundo. Parte de um investimento de 550 milhões
de euros realizado pelo grupo Portucel-Soporcel
de Portugal, um dos maiores do mundo na
indústria papeleira. O equipamento apresenta 11,1
metros de largura e é capaz de produzir
aproximadamente 500.000 toneladas de papel por
ano, valor que corresponde a cerca de 80
toneladas de papel por hora.
Além de ser líder no setor de polpa e papel em
Portugal, o Grupo Portucel-Soporcel também
conta com uma presença expressiva no mercado
global de celulose com cerca de 92% das suas
vendas exportadas para mais de 50 países.
Em 2010, a empresa, responsável pela produção
de papel para uso em material de escritório e
reprodução gráfica, decidiu investir em uma nova
fábrica e em novo maquinário, aumentando seus
negócios internacionais para mais de 1.2 bilhões
de euros.
Como parceira nesse desafio, a companhia pôde
contar com o apoio da WEG, que forneceu 650
motores W21 de baixa tensão e 16 motores de 6
kV com capacitores entre 0,37 kW e 2.800 kW
para aperfeiçoar o processo de produção da
empresa. O principal fator na escolha da WEG
para o projeto foi a experiência comprovada da
empresa na fabricação de produtos de alta
qualidade, além do fato de ser a única fabricante
de motores elétricos a operar uma filial em
Portugal, tendo uma extensa plataforma de apoio
industrial na Europa, o que tornou possível, por
exemplo, a realização de testes e ensaios finais
durante a fabricação dos produtos.
“Ter a WEG como parceira neste projeto garante a
proximidade e o apoio em tempo real entre o
fornecedor e o cliente, o que é sempre muito
importante”, diz Antonio Duarte, Diretor da WEG
Euro. “Além disso, como principal fornecedor de
motores, estamos cientes das exigências e
realidades do mercado de modo que a solução
que apresentamos foi a mais competitiva em
termos técnicos e econômicos.”
Além de economizar energia, os motores WEG
também desempenham um papel importante na
otimização do tempo de operação de fabricação
do papel, garantindo a continuidade da operação.
Isto só pode ser alcançado graças a um sistema
de informação confiável totalmente integrado e
capaz de monitorar as operações da fábrica
interagindo em tempo real com os diversos itens
do equipamento de produção. Nesta área, a gama
de motores WEG W21 oferece um alto grau de
confiabilidade e baixa manutenção, contribuindo
substancialmente na redução dos custos de
manutenção.
Os produtos WEG também aperfeiçoaram o
mecanismo de arranque das bombas de vácuo,
uma das operações mais importantes no processo
de fabricação do papel, assegurando o
funcionamento correto do processo.
“O resultado não poderia ser mais positivo”, conta
Antonio Duarte. “A WEG cumpriu o acordo em
todos os aspectos relacionados com a execução
deste projeto, beneficiando o cliente com a
redução de custos da operação e a excelente
confiabilidade pela qual os produtos WEG são
reconhecidos no mercado.”
Outubro, 2011
51
Aplicações Gerais
52
Mecaltec
Níveis mais elevados de rendimento
Imagine aliar a tecnologia de ponta na fabricação
de equipamentos para a indústria de fundição que proporciona uma mistura de maior qualidade
com mais eficiência - com um motor de alta
performance. Tem-se o maior rendimento do
mercado. “Os resultados são excelentes”, avalia
Enrique González, diretor da Mecaltec, que trouxe
para o Brasil o know-how da Fondarc
Technologies empresa sediada na França, usando
misturadores e misturadores-resfriadores para
areias de fundição. Nestes equipamentos, foram
instalados motores WMagnet WEG, com reduzido
custo operacional, maior eficiência e uma vida útil
cerca de quatro vezes maior do que a média no
mercado. Uma parceria pioneira no setor.
Na prática, levando-se em conta o número de
horas de trabalho dos motores e o custo do kWh,
quanto maior o rendimento dos motores, mais
rápido é o retorno para o cliente. No WMagnet, a
presença dos ímãs permanentes faz com que as
perdas sejam reduzidas, permitindo que o motor
trabalhe com menor temperatura e com níveis
mais elevados de rendimento. Outro importante
benefício que a linha WMagnet oferece é a
possibilidade de manter o mesmo torque numa
carcaça menor, podendo haver casos em que há
uma redução de dois tamanhos de carcaça para
uma mesma potência. Isso se deve principalmente
à redução na temperatura dos motores.
Novembro, 2008
53
Buettner
Menor custo de manutenção
Às vezes, uma medida simples provoca
resultados além da expectativa. Foi o que
aconteceu na Buettner, empresa catarinense que
atua no setor têxtil há mais de 100 anos e produz
a cada mês mais de dois milhões de toalhas de
banho para cerca de 40 países. A troca dos
motores standard na máquina filatória de anéis
pelos motores WMagnet, da WEG fez com que o
aproveitamento do equipamento aumentasse em
80%. A mudança e a otimização do processo
provocaram ainda uma redução de 33% no
consumo de energia. O resultado foi economia
no custo de produção e o consequente ganho na
receita final.
É nos filatórios de anéis que o algodão tosco
transforma-se em fio da espessura desejada para
cada uso e é rebobinado em carretéis. Esses
equipamentos contam com uma presilha que
determina qual a bitola do fio que será produzido.
Para cada espessura de fio, existe uma presilha
54
com diâmetro diferente. Antes, a máquina
operava com motores antigos, com duas
velocidades, e era preciso parar a máquina a
cada troca de engrenagem. Eram motores com
potência de 17/25 cv e rotação 1180/1765 rpm.
Sem contar que cada novo anel leva de uma a
duas horas para ser “amaciado” antes de
começar a fiação, o tempo perdido na operação
era grande.
Foram instalados WMagnet de 20 cv (operados
somente com inversor de frequência que sai
parametrizado da WEG) que variam a rotação de
zero rpm a 1.800 e são totalmente
automatizados. As vantagens da troca se
evidenciaram logo: além do menor custo de
manutenção (praticamente zero), a variação de
velocidade do motor com torque constante e a
economia de energia aumentaram a
confiabilidade e o desempenho da linha de
produção.
LINK NO WORD
Outubro, 2009
55
Teka
Maior produtividade e economia de energia
Buscar maior eficiência energética é um dos
grandes objetivos da Teka, uma das maiores
fabricantes de artigos de cama, mesa e banho
da América Latina, com sede em Blumenau
(SC). Como parte de seu planejamento
estratégico, a empresa desenvolve dois
programas com este intuito: o primeiro
compreende a troca de motores queimados por
outros de alto rendimento e o segundo, a
substituição através de estudos de
repotencialização.
Assim, quando o motor original (de anéis) da
máquina de engomar fio para urdume queimou,
a decisão de buscar uma alternativa mais
eficiente foi o caminho natural. Antigo, o
equipamento que era usado tinha escovas que
precisavam ser substituídas periodicamente, e
exigia manutenção constante. Além disso,
consertá-lo custaria 115% do valor de um motor
novo e mais eficiente.
primordial para a qualidade da engomagem,
processo anterior à produção do tecido na
Tecelagem.
A instalação foi simples, com a automatização
entre o motor, inversor e máquina e adaptações
mecânicas, já que o WMagnet é duas vezes
menor que o motor original. Enquanto o antigo
pesava cerca de 360 kg, o motor novo tem 70 kg,
o que demanda menos espaço e facilita
eventuais manutenções.
Após um estudo com a Eletromecânica
Standard parceira na manutenção de motores,
em conjunto com técnicos da WEG, a Teka
optou por instalar o conjunto Motor WMagnet
Drive System de 15 kW, que permite a variação
de rotação. Os resultados não tardaram a
aparecer. A mudança permitiu a redução de
custos de manutenção (praticamente zero) e de
horas de máquina parada, variação de
velocidade do motor com torque constante (que
se traduz em economia de energia) e mais
potência na operação. E garantiu maior
versatilidade no controle de velocidade, o que é
Novembro, 2009
56
WEG
Redução de emissão de CO2
Ser sustentável e reduzir a emissões de gases na
atmosfera com uso racional e eficiente de energia.
Esta foi a forma que a WEG Equipamentos Elétricos
S.A, de Jaraguá do Sul (SC), encontrou para
alcançar a redução de 23 toneladas por ano de
emissões de CO2.
Voltando a sua atenção à preservação do meio
ambiente e ao desenvolvimento econômico
sustentável, a WEG identificou a influência
ocasionada pelo consumo de energia no custo da
produção. “Vimos no mercado a necessidade de
desenvolver um projeto com foco na eficiência
energética, sobretudo com a grande demanda atual
de matérias-primas”, afirma o analista responsável
pelo projeto na WEG, Rodrigo Augusto Neves.
Instalado no parque fabril da WEG, em Jaraguá do
Sul, a empresa promoveu a implantação da
automatização no “Filtro Manga na Fundição I”, e
acompanhou um desempenho significativo em seu
processo de consumo energético. Devido às
variações e demanda de processo, a WEG
detectou que algumas máquinas de rebarbação
ficavam inoperantes por algumas horas. Isto fazia
com que alguns pontos de capacitação destas
máquinas gerassem um consumo desnecessário.
Segundo Neves, entre outras aplicabilidades, a
substituição do sistema tradicional proporcionou
mais controle e mais frequência nos sistemas de
limpeza, regulagem, além de controlar, por pressão
do sistema, o processo. “Os benefícios vão desde a
melhora no processo de ar comprimido, ao ganho
na performance do sistema. Além disso, há o
aumento da vida útil das mangas. Isto evita que
estas mangas se rasguem facilmente e acabem
poluindo o meio ambiente”, afirma.
De acordo com Neves, o projeto parte da
premissa da WEG de promover sempre o
desenvolvimento consciente, pautada por ações
sustentáveis de preservação ao meio ambiente.
Segundo ele, a empresa pretende expandir sua
linha de estudos, criando novos produtos e
sistemas que promovam a preservação ambiental,
sobretudo proporcionando a outras companhias
estas soluções ambientais e sustentáveis. “Desde
a sua fundação, a WEG sempre se preocupou em
ser inovadora e promover ações que visam a
economia de energia, tendo um departamento
especifico para os clientes que estão em busca de
soluções eficientes para os seus sistemas.
São profissionais altamente capacitados, que
passam por treinamentos contínuos em busca de
mapear a melhor solução para cada empresa”,
conclui.
Março, 2011
57
Oxford Porcelanas
Melhorias no processo produtivo
A Oxford Porcelanas surgiu para atender o
mercado com produtos inovadores, que
surpreendam os consumidores. Fundada em
1953, a empresa está instalada na cidade de
São Bento do Sul, no estado de Santa Catarina.
Especializada em peças de cerâmica, tornou-se
líder nacional e a maior exportadora brasileira do
segmento.
Atualmente a Oxford trabalha na busca de
soluções que propiciem maior competitividade
através da atualização de seu complexo fabril e
está ciente de que os motores elétricos são
componentes significativos em projetos que
visam a melhoria da eficiência energética. Neste
sentido, a Oxford decidiu avaliar suas
instalações e o potencial de economia de
energia possível de ser alcançado dentro de seu
processo produtivo. Na etapa pré-projeto foram
elaborados diagnósticos energéticos em
motores elétricos aplicados nos Moinhos de
Bolas, utilizados para moagem de materiais e
que são parte fundamental do processo de
fabricação dos produtos cerâmicos e de
porcelana. Dados obtidos em medições com
analisadores eletrônicos mostram que os
motores de indução do tipo padrão, existentes
nos moinhos, apresentam baixo rendimento e
alto consumo de energia elétrica. As avaliações
dos equipamentos em regimes de trabalho
possibilitam não somente traçar a curva de
carga dos motores, mas também conhecer as
condições de partida, torque, inércia e as
características das cargas acionadas. A partir
destas informações é possível analisar o
desempenho e o dimensionamento dos motores
58
além do rendimento e do consumo de energia.
Os resultados obtidos mostraram a necessidade
de maior eficiência energética e potencial de
melhorias no processo produtivo.
A solução para alcançar os melhores resultados
em eficiência energética e ganhos no processo
é utilizar nos moinhos motores com o melhor
rendimento possível e que possuam
acionamento com velocidades variáveis. Os
motores de alto rendimento são aqueles
projetados para fornecerem a mesma potência
útil que os convencionais, porém com um
consumo reduzido de energia elétrica. Por
possuírem cerca de 20% mais cobre, sua
temperatura de operação é menor e,
consequentemente, suas perdas são reduzidas.
A correta especificação dos motores de alto
rendimento propicia um melhor desempenho de
operação e um melhor aproveitamento da
energia. Se ainda for considerado o rotor de
imãs permanentes, obtém-se o maior
rendimento existente em termos de motores
industriais nacionais.
A melhor solução evidenciada foi modernizar o
acionamento do moinho de bolas para obter
uma melhor relação de energia por batelada
produzida. Esta modernização não se limitou a
simples substituição por um motor mais
eficiente, mas também permitiu melhorias na
operação do equipamento como um todo. A
decisão em escolher motores com maior
rendimento, baixo custo de operação e maior
confiabilidade está baseada em critérios
financeiros de retorno do capital e também nos
ganhos em competitividade, economia de
energia e melhoria de processos.
Para a Oxford, o projeto é importante por
promover oportunidades de melhoria e também
por estar de acordo com sua política de
responsabilidade socioambiental reduzindo o
consumo de energia e evitando desperdícios.
A economia com a implementação do projeto e
substituição dos motores confirmaram as
expectativas planejadas, destacando-se a
melhoria na condição de processo do
equipamento. A variação de velocidade permitiu
o estabelecimento de uma nova configuração de
trabalho no moinho, reduzindo o período de 8h
para 7h em cada ciclo, ou seja, o equipamento
consome menos energia e realiza a operação em
menor tempo. Este controle de velocidade
também contribui para uma melhor gestão da
qualidade do processo. A redução da velocidade
a valores muito baixos, somente é possível
graças à característica ímpar do motor de imãs
permanentes, que consegue manter o torque
constante, sem a necessidade de ventilação
externa. O benefício de variação de velocidades
obtido pelo inversor também permitiu eliminar a
necessidade do acoplamento hidráulico, pois o
inversor faz a partida suave e torque constante
protegendo assim todo o sistema e
apresentando expressivos benefícios em
redução dos custos de manutenção.
A análise financeira do projeto mostrou que a
economia anual de energia é de R$ 6.649,86,
considerando a tarifa local vigente. Como o
investimento para implantação da solução foi de
R$ 15.977,21, o retorno do investimento é obtido
no prazo de 2 anos e 4 meses.
Antes
Com esta solução completa, cerca de 7,38
toneladas de CO2 deixará de ser emitido o que
equivale ao trabalho de absorção de 37 árvores
nativas!
“O uso racional da matriz energética na Oxford é
sempre motivo de muita atenção, pois representa
um percentual significativo em nosso custo de
produção, portanto, estamos sempre sintonizados
com o mercado para descobrir novas soluções
que promovam a eficiência energética. A WEG tem
sido uma grande parceira, sempre apresentando
Depois
Maio, 2010
produtos que, além da qualidade
inquestionável, também propiciam economia
de energia. Prova disto é o estudo e a
implantação dos motores da linha WMagnet
em nosso processo de preparação de massa
líquida, sendo todo o trabalho efetuado com
o fornecimento de indicadores que
possibilitam uma segura tomada de decisão”,
afirma Lucélio Henning, Coordenador de
Manutenção da Oxford Porcelanas, Unidade
São bento do Sul/SC.
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WEG Equipamentos Elétricos S.A.
Jaraguá do Sul - SC
Fone (47) 3276-4000 - Fax (47) 3276-4040
São Paulo - SP
Fone (11) 5053-2300 - Fax (11) 5052-4212
[email protected]
www.weg.net
www.youtube.com/wegvideos
@weg_wr
50034810 | Rev: 01 | Data (m/a): 05/2012
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Cases de sucesso WEG Motores