PEREGRINO DA AMÉRICA E ANDRÉ PERALTA: DOIS PERSONAGENS
ITINERANTES DO SÉCULO XVIII
Aluna: Nayara Franciele Lima
Orientadora: Prof. Drª. Kenia de Almeida Pereira
Esta pesquisa de mestrado trata-se de um estudo comparativo entre os
personagens andarilhos Peregrino da América e André Peralta, aquele aparece na obra
de Nuno Marques Pereira, enquanto este na obra de Antônio José, além de um estudo
sobre peregrinação e o tema da viagem e o narrador.
O que poderia haver em comum entre o livro Compêndio Narrativo do
Peregrino da América, de Nuno Marques Pereira e o conto Obras do Diabinho da mão
furada, de Antônio José da Silva, o Judeu. A primeira obra foi escrita no Brasil do
Barroco setecentista, a segunda, no Portugal da Inquisição de 1739. A primeira é livro
didático-moralista com evocação religiosa e mergulhada na tradição cristã. Já, Obras do
Diabinho, escrita pelo judeu, Antônio José, está mergulhada no discurso paródico e
carnavalizado, o qual satiriza os preceitos católicos.
O que então justificaria uma análise comparativa entre elas? Ora, embora possa
parecer discrepante tentar comparar uma obra didático-moralista com outra satírica,
ambas trazem em seu bojo personagens itinerantes, andarilhos, espécie de observadores
ou cronistas do século XVIII. Compêndio da América narra, em primeira pessoa, o
Brasil religioso em processo de desenvolvimento. Obras do Diabinho, por sua vez,
enfoca, em terceira pessoa, os olhos admirados do soldado André Peralta, o qual vai
enfrentando, ao longo de uma intensa jornada, os medos e aflições de uma Lisboa
caótica.
O foco principal de nosso trabalho será, então, o estudo desses dois personagens,
Peregrino da América e André Peralta, dois itinerantes, espécie de vagabundos sem
destino fixo, caminhantes e testemunhas do século XVIII.
A obra Compêndio Narrativo do Peregrino da América, de Nuno Marques
Pereira, é considerada por vários críticos como a que iniciou a prosa de ficção no Brasil.
Publicada pela primeira vez em 1728, teve sucessivas publicações o que confirma a
salutar aceitação dos leitores ao ampliar a visão conhecida do país por meio dos olhos
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de um narrador andarilho, cronista, observador de costumes, que penetra em cenas do
cotidiano colonial com a atenção voltada para o multiculturalismo brasileiro.
Esse narrador, denominado de Peregrino da América, aponta uma visão para a
cultura colonial como um mosaico de influências e etnias, embora permeadas pela
noção da fé apresentada no livro. Assim, temos nesses relatos de viagem, relatos da vida
colonial em casos e cenas reconstituídos pela visão do narrador andarilho.
Já o conto intitulado Obras do Diabinho da Mão furada, de Antônio José da
Silva, o Judeu, foi publicado no Brasil, pela primeira vez em 1860, por Manuel de
Araújo Porto-Alegre, na Revista Brasileira e em Portugal, em 1739. Nele comparece um
personagem, tal qual o Peregrino da América, também, andarilho. Um soldado
itinerante, fugido da milícia de Flandres, (norte da Bélgica), de nome André Peralta. Um
viajante vagabundo que ao deparar-se com a figura do diabinho da mão furada, caminha
para Lisboa na tentativa de livrar-se dessa entidade maligna.
Nessa travessia, o narrador, na terceira pessoa, descreve paisagens e costumes de
um Portugal renascentista que enfrenta as duras leis da Inquisição, bem como o
cotidiano das tabernas e das ruas. Como lembra a professora Kênia Maria de Almeida
Pereira, em seu estudo introdutório às Obras do Diabinho, com certeza, Antônio José
recebeu grande influência de Cervantes ao compor este conto, principalmente do livro
intitulado Novelas Exemplares. Nesta obra há:
[...] um grande número de personagens andarilhos, nômades errantes, muitos
deles bem pobres, atravessando enorme penúria, que chegam a pequenas e
humildes hospedarias. Quase todos peregrinam em busca de aventuras, de
uma fórmula mágica para mudar de vida ou esquecer-se do passado ou
mesmo enriquecer-se sem muito esforço (PEREIRA, 2006, p.26).
Pretende-se, portanto, neste estudo comparativo, analisar estes dois personagens
itinerantes tanto as características que os aproximam como as que os afastam. Aliás,
analisar e interpretar esses dois personagens do século XVIII ampliará nossas pesquisas
em torno da sociedade, da cultura e das literaturas brasileiras e portuguesas do período
barroco.
Pretende-se, estudar, ainda, a importância do conceito do narrador-viajante
apresentado na obra de Nuno Marques Pereira, na figura do personagem Peregrino da
América, que elabora um retrato do narrador da ficção brasileira, isto é, precursor do
narrador do século XIX. E mais: a imagem e as ações do personagem André Peralta,
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soldado andarilho e forasteiro que amplia o conceito de literatura picaresca de língua
portuguesa.
O tema da peregrinação dentro da obra de Nuno Marques Pereira e de Antônio
José da Silva, o Judeu, pode ser compreendido de maneira ambivalente. Primeiramente,
em Peregrino da América, veremos a caminhada do narrador como uma busca da alma
pela perfeição, tendo a terra como uma morada temporária onde o peregrino pode
redimir-se dos pecados mundanos. Outra acepção da peregrinação na obra é o próprio
deslocamento geográfico, a viagem em sentido denotativo que pode retratar o cotidiano
colonial do país formado dentro de um multiculturalismo impressionante. De acordo
com a professora Maria Francelina Drummond:
Transitando entre realidade e ficção, o peregrino concentra em si a função
histórica de agente de difusão cultural e, enquanto ser ficcional, remete à
personagem da literatura medieval teocêntrica e devota e está presente nos
autos vicentinos e no romance pastoril. (DRUMOND, 2006, p.26)
Ao percorrer seu caminho da Bahia às minas de ouro das Gerais, o narrador
demonstra extenso conhecimento letrado. De acordo com a professora Maria Francelina
Drummond, este narrador-viajante, não é um padre nem missionário, mas andarilho
leigo, convertido da vida aventureira de juventude. É “um narrador fruto de leituras”.
Ele cita livros que um dia leu, “mas não se sabe onde nem como” (DRUMMOND,
2006, p.37). Não deixando, entretanto de se caracterizar também por referências
iletradas ou orais, isto é, o aprendizado, não pequeno, que o viajante abarca ao longo de
seu caminho por meio do que viu, ouviu, percebeu e captou de pessoas, situações e
culturas.
Assim, temos um narrador formado por uma ambivalência marcante: fontes de
conhecimento letradas e orais que se cruzam na narrativa com o objetivo de prender
ainda mais a atenção do leitor e garantir a veracidade dos fatos narrados, que além de
vistos pelo peregrino, são também citações e palavras de homens importantes como
padre Antonio Viera, Aristóteles, Platão, Sêneca, Pitágoras, os evangelistas Mateus e
Lucas, os santos populares como São Francisco de Assis, Santo Agostinho, Santa Maria
Madalena de Pazzi, Santo Inácio de Loyola, entre muitos outros.
Nesse sentido, temos a formação de um “narrador prismático, porque não se
revela tão linearmente quanto aparenta” (Drummond, 2006, p.68). Ou seja, embora o
narrador apresentasse um vasto letramento, ele não contava com livros ao seu dispor
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durante a viagem, para argumentar com seus interlocutores. O narrador-viajante
apresenta de cor suas citações, inclusive cita páginas dos livros demonstrando uma
desenvoltura invejável no trato com a leitura e cultura letrada. Como no capitulo XVIII
do primeiro volume do Compêndio do Peregrino:
“Perguntado Aristóteles como seria um homem benquisto, respondeu:
Fazendo boas obras e falando pouco. E diz Marco Túlio: que quantas vezes
falemos, tantas se faz juízo do que somos.” (PEREIRA, 1988, p.195).
Já o tema da peregrinação em Antônio José vem demarcado pelo medo de perder
a alma e a tentativa de fugir do pacto estabelecido com Belzebu. Tentando esconder sua
condição de cristão-novo, o personagem apresenta um falso discurso católico, fingindose de bom rapaz cristão. Ambigüidades e ironias vão perpassar esse discurso do soldado
que se vê às voltas com bruxas, diabos, prostitutas, taberneiros e casais em desavença.
O narrador, em terceira pessoa, pinta-nos uma sociedade às voltas com advogados
corruptos, médicos charlatães, padres hipócritas, juízes corrompidos, ladrões e
inquisidores.
Se em Obras do Diabinho, o companheiro de André Peralta é um diabinho da
mão furada, já o Peregrino da América tem como companhia um velho, simbolizando
alegoricamente o tempo. Mas ambos se vêem às voltas com o Maligno, uma vez que
nessas estradas abandonadas do século XVIII, “ecoa a voz dos peregrinos que
palmilhavam estradas onde o diabo andava solto. O diabo no meio do caminho”.
(DUMMOND, 2006, p.27). Ambos são personagens pobres carregando seus alforjes e
dormindo em miseráveis pousadas.
A obra que inaugura a ficção brasileira foi o romance mais lido no século XVIII
ao lado de obras profanas e é, sem dúvida, fonte inesgotável de aprendizado da cultura,
da sociedade, e dos costumes da época, e, também, sob o prisma da narrativa, merece
uma atenção elaborada quanto à criação de um narrador tão complexo. Anne Sletlsjoe
no artigo A presença do demônio na prosa barroca lusófona, mostra a evolução do
narrador na obra de Nuno Marques Pereira.
Contudo, a crítica literária parece prender-se excessivamente aos aspectos
formais do livro, dando pouca atenção a um conceito importante como o narrador
multifacetado e sua evolução dentro da obra, bem como referência para a criação e
montagem do narrador de ficção que apareceria na narrativa do século XIX.
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Assim, nossa proposta de estudar os personagens viajantes nessas obras destacase porque se alia à discussão crítica em busca de uma melhor compreensão desse
aspecto da narrativa ficcional e pretende mostrar a importância desses itinerantes narradores, que, espécie de cronistas do século XVIII, enfocam tanto a cultura como a
religião e a sociedade brasileira e portuguesa.
Este projeto de pesquisa representa para o pesquisador uma oportunidade de
ampliar o conhecimento e a percepção crítica das fontes culturais que estão vinculadas
ao corpus a ser investigado. Além disso, este projeto deverá contribuir para uma melhor
compreensão, por parte do pesquisador, do sistema literário brasileiro e português, uma
vez que a abordagem crítica do referido exige o esforço sistemático de articulação entre
Literatura Comparada, História e Cultura brasileira e portuguesa.
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