87ª REUNIÃO DO FONSET BRASÍLIA – DF Dia: 1º de agosto de 2012 Local: Ministério do Trabalho e Emprego – MTE Rua Pedro Ivo, 750, Centro, Curitiba, CEP 80.010-020 Telefones: (41 3883 2692 email: [email protected] 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 No primeiro dia do mês de agosto de dois mil e doze, no Edifício-Sede do Ministério do Trabalho e Emprego, sito à Esplanada dos Ministérios, Bloco F, 9º andar (sala de reuniões do Ministério da Previdência Social) em Brasília, Distrito Federal, ocorreu a Octogésima Sétima reunião do Fórum Nacional de Secretarias do Trabalho, com a presença de sua excelência o senhor Ministro do Trabalho e Emprego - Brizola Neto, do Senhor Presidente do FONSET e Secretário de Estado do Paraná, Sr. Luiz Cláudio Romanelli; da Diretora da OIT no Brasil - Sra. Laís Abramo; do Sr. Secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC - Sr. Marco Antônio de Oliveira; do Sr. Secretário de Políticas Públicas de Emprego do MTE - Sr. Marcelo Aguiar de Sá; Diretor de Relações Internacional e Coordenador da CNTD/MTE – Dr. Mário Barbosa e dos representantes dos Estados: Sra. Larissa Mendes Martins Maia – Secretária do Trabalho do Piauí; Sr. Jorge Carlos – representando o Governo do Amazonas; Sra. Tânia Mara Garibe – Secretária de Estado do Mato Grosso do Sul; Sr. Tarcísio Celso Vieira Vargas – Secretário do Trabalho do Espírito Santo; Sr. Washington Luiz Sousa Sales – Secretário de Estado do DF; Alberto Sexta Feira – Secretário de Estado de Alagoas; Sra. Marise Salles Coelho – Subsecretária do Trabalho de Tocantins; Sra. Célia Mota Carvalho – Secretária de Estado de Roraima; Laureci Siqueira dos Santos – Secretário Executivo da Paraíba; Sr. Carlos André Ortiz – Secretário de Estado de São Paulo; Sr. Antônio Carlos – Secretário do Trabalho de Qualificação de Pernambuco; Sr. José Antônio Barros – Secretário de Estado do Maranhão; Nilton Vasconcelos Júnior - Secretário de Trabalho e do Esporte da Bahia; Sr. Paulo Roberto Varejão Novaes – Secretário do Trabalho do Rio de Janeiro; Sr. Hélio Rabelo – Secretário de Estado de Minas Gerais; Sr. Luiz Eduardo Carneiro Costa – Secretário de Estado do Rio Grande do Norte; Sra. Maria Luci Silva – Secretária de Estado de Sergipe; Sr. Edson Luiz Vicente – Secretário de Rondônia; Sr. Paulo Henrique Parente Neiva – Representante do Ceará e o Sr. Secretário do Trabalho de Sergipe, José Lauro Seixas Lima e o Sr. Manoel Messias, Secretário de Relações do Trabalho do MTE que chegaram após o início da reunião. Assinaram a lista de presença: Alberto José Mendonça Cavalcante; Jorge Carlos Santos Guedes; Jean Estevan Campos Oliveira; Robson de Oliveira Vera; Célia Mota de Carvalho; Tarciso Vargas, Ligia de Oliveira Lara; Hermínio Oliveira; Elietti de Souza Vilela; Claudete Revs; Rejane Araújo; Keisiane Gonçalves; Nilton Vasconcelos; Eliane de Moura Martins; Antonio Carlos M. de Aguiar; Marcílio Coelho Nunes; Paulo Roberto V. Novaes; Larissa Mendes Martins Maia; Luis Eduardo C. Costa; Mariza Sales Coêlho; Glaucia G. Mota da Silva; Adriana de B. Q., Greicy Pessoa; Ângela Machel; Jose Maurino O. Jhildásio Pitanga; Leonardo Ramos; Marcos Barbosa da Silva; Viviane Cesário; Agnus Rodrigues; Wlanete C. de Barros Justino; Tânia Mara Garib; Marcelo Alves Borges; Marcelo Aguiar; Gleide Santos Costa e Roberto Marinho A. Silva. Compuseram a mesa: excelentíssimo senhor Ministro de Estado do Trabalho e Emprego – Carlos Daudt Brizola, o Presidente do FONSET – Sr.Luiz Claudio Romanelli; Secretários de Estado do Rua Pedro Ivo, 750, Centro, Curitiba, CEP 80.010-020 Telefones: (41 3883 2692 email: [email protected] 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 Trabalho de todo o país, Secretário de Políticas de Emprego e Salário do Ministério do Trabalho e Emprego – Marcelo Aguiar de Sá, Secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação – Marco Antônio de Oliveira, a Diretoria da OIT – Dra. Laís Abramo e o Diretor de Relações Internacional do MTE e Coordenador da CNTD/MTE – Dr. Mário Barbosa. A Sra. Rosana do cerimonial procedeu à abertura da reunião anunciando o nome dos presentes. Em seguida houve a execução do hino nacional. Convidou o Senhor Presidente do FONSET, Luiz Cláudio Romanelli a abrir os trabalhos. O Presidente cumprimentou a todos e agradeceu ao Ministro do Trabalho – Brizola Neto pela inauguração de um processo para construção coletiva com os Estados, um modelo para melhorar a vida do trabalhador. Fez um breve histórico sobre o Sistema Nacional de Emprego. Destacou a brutal redução de recursos para financiar a rede em todo o país que resultou na diminuição da capacidade de atendimento contrastando com o grande aumento da oportunidade de intermediar mão-de-obra, em função do mercado de trabalho. Defendeu a reconstrução dentro do atual modelo de pacto federativo de uma forma de “co-financiamento” a exemplo do sistema SUS e SUAS e um modelo de transferência de recursos que não seja através de convênio, mas que seja uma garantia para todos os gestores públicos. Asseverou a necessidade de padronizar as unidades de atendimento ao trabalhador no país, definindo claramente o que é Sistema Público - Trabalho, Emprego e Renda, padronização, uniformização e o realinhamento das políticas públicas através da rede. Destacou alguns pontos básicos a serem discutidos: rever os critérios das transferências em relação aos recursos do FAT para os Estados; discutir a política de microcrédito. Na área da qualificação profissional destacou a necessidade de ampliar o diálogo entre a área da educação e a área do trabalho; buscar construir uma gestão tripartite em relação ao sistema; criar uma Política Nacional de Valorização dos Conselhos Municipais do Trabalho com a participação dos trabalhadores e dos empregadores e discutir a questão da Conferência Nacional do Trabalho Decente, prevista para a próxima semana. Colocou o FONSET como parceiro do Ministério do Trabalho e declarou aberta a octogésima sétima reunião do Fórum Nacional de Secretarias do Trabalho. O senhor Nilton Vasconcelos Júnior foi homenageado pelos brilhantes trabalhos prestados à frente do FONSET, na condição de Presidente do Fórum, no período de março de 2009 a março de 2012. Após, a Sra. Laís Abramo (OIT) falou da importância da reunião às vésperas da Primeira Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente inédita na área do emprego onde serão discutidos os temas constantes da pauta da reunião que são: a questão das políticas públicas de emprego, as políticas de intermediação, o sistema de trabalho e as políticas de formação profissional. Comunicou o lançamento do relatório sobre indicadores do trabalho decente com dados sobre o país e de todas as vinte e sete Unidades da Federação e os desafios a serem enfrentados. Ressaltou a importância que o FONSET e as Secretarias Estaduais do Trabalho tiveram no processo de organização das Conferências Estaduais de Emprego e Trabalho Decente totalizando 273 eventos e o fortalecimento das agendas estaduais de trabalho decente. Em seguida falou o Sr. Marco Antônio de Oliveira – Secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC responsável pela tarefa de conduzir a política de educação profissional referente à Rua Pedro Ivo, 750, Centro, Curitiba, CEP 80.010-020 Telefones: (41 3883 2692 email: [email protected] 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 implantação do PRONATEC – Programa Nacional de Ensino Técnico e Emprego eleito pelo governo federal e estabelecido como uma prioridade pela Presidência da República. Segundo ele uma das grandes dificuldades de se implementar uma política de alcance nacional, decorre da necessidade e da complexidade que envolve o processo de pactuação entre a União, Estados e Municípios, além de vencer a fragmentação, a sobreposição e a dispersão de recursos. Disse que o PRONATEC deu um passo importante no sentido de estruturar a oferta de educação profissional tanto para cursos de curta duração, sob a forma de formação inicial e continuada, como para cursos de nível técnico médio e que o grande desafio em relação ao PRONATEC diz respeito ao dimensionamento da demanda. Para isso propôs um mapa da educação profissional no Brasil para o qual já conta com a parceria do MTE e a partir dele visualizar no território a questão da qualificação pelo lado da demanda. No que concerne, ainda, ao arranjo institucional da política ressaltou duas dimensões: a primeira é que a Lei do PRONATEC que prevê a criação de um Conselho Deliberativo da Política de Qualificação e Formação Profissional e propõem a implantação nos Estados de Fóruns Estaduais de Qualificação e Educação Profissional. Outra questão que ressaltou foi a transferência direta, pactuando a entrada dos Estados como parceiros ofertantes na rede PRONATEC para dar agilidade, permitindo planejar e pactuar a transferência de recursos em cima de metas préestabelecidas. Ressaltou o resultado que estão alcançando em relação à parceria com o MTE e com as Secretarias Estaduais do Trabalho na implementação do PRONATEC na modalidade de seguro-desemprego: ampliar a chance de colocação do jovem no mercado de trabalho, reforçando o papel dos “SINES” que devem ser, por excelência, uma agência sem prejuízo de outras formas de acesso ao programa. Em relação à certificação das entidades privadas sem fins-lucrativos, ficou previsto que a rede federal deverá ser o agente habilitador das entidades privadas sem fins lucrativos para a implementação de outras políticas de qualificação profissional e que já iniciaram uma discussão com a Secretaria de Políticas de Emprego e Salário para encontrar saídas que permitam dar vazão a essas políticas da maneira mais articulada, coordenada e com os melhores ganhos, sobretudo para os trabalhadores. Representando a região norte a Sra. Célia Mota de Carvalho (RR) disse que é preciso definir os papéis dos entes federados e questionou a relação tripartite na implementação da política pública de trabalho emprego e renda, ou melhor, o modelo de co-financiamento tripartite dessa política a fim de atender às necessidades de uma oferta contínua que garanta a continuidade de serviços, programas e ações no âmbito da política. Destacou a necessidade de se ter assegurado o protagonismo da política de trabalho onde a intersetorialidade com outras políticas sejam coadjuvantes nesse processo. Nesta construção que fossem observadas as diferenças, diversidades regionais que devem ser consideradas, inclusive, inter-regionais em toda a construção. Representando a região nordeste, o Sr. Antônio Carlos Maranhão (PE) disse que a inversão da lógica da oferta pelo atendimento à demanda é essencial. Que o papel do MTE é insubstituível na coordenação da escuta ao mundo do trabalho e que o mundo do trabalho é mais amplo do que o mercado na definição dos novos perfis profissionais que são necessários a operar esse mercado. Que a CBO e as competências requeridas é um trabalho que o Rua Pedro Ivo, 750, Centro, Curitiba, CEP 80.010-020 Telefones: (41 3883 2692 email: [email protected] 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 Ministério do Trabalho tem que coordenar. Saudou o reconhecimento do esgotamento do modelo de convênio. Considerou absolutamente desatualizado iniciar a aprendizagem no ensino fundamental em vez de investir na permanência do jovem na escola até ele chegar ao ensino médio e, então prepara-lo adequadamente para a entrada no mundo do trabalho. Solicitou incluir nas discussões a questão da modernização da aprendizagem no País. Pela região Sudeste falou o Sr. Carlos André Ortiz (SP) que destacou: o sucateamento do SINE em São Paulo; a proposta que o governo tem de reorganizá-lo em todos os Estados; a questão de trabalhar o tripartismo fortalecendo as Secretarias Municipais de Emprego e a política de microcrédito. Representando a Região Centro-Oeste falou a Sra. Tânia Garibe (CO) que sugeriu lançar um grupo de trabalho com Municípios, Estados e Governo Federal para estudar um sistema único de política pública de emprego. Disse que o PRONATEC aumentou o valor da hora-aula agradecendo ao Ministro pela busca da justiça e da equidade no âmbito de qualificações. Sugeriu convidar o CONGEMAS – Colegiado Nacional dos Gestores Municipais de Assistência Social para fazer parte do processo a fim de fortalecer o sistema. Em seguida passou-se a palavra ao Ministro Carlos Brizola que cumprimentou a todos os presentes fazendo uma citação genérica sobre a inauguração de uma nova fase da relação das Secretarias Estaduais de Trabalho com o Ministério do Trabalho. Destacou: o processo de retomada de protagonismo do Ministério do Trabalho; o PRONATEC como um salto de qualidade em relação à qualificação profissional aumentando o valor pago per capta, por aluno, da hora-aula possibilitando que as instituições com maior expertise participassem das concorrências públicas; a perda da capacidade de o Estado Brasileiro executar as próprias políticas, terceirizando a execução; apresentar ao Conselho do Fundo de Amparo ao Trabalhador – CODEFAT a modalidade de transferência de recursos e mudar o modelo de convênios; um compromisso maior com o sistema “S” que tem uma grande rede espalhada pelo Brasil com instalações adequadas, apropriadas e com a expertise para fazer uma qualificação profissional de excelência; produzir estudos em cima da base de dados; a execução de benefícios como o seguro-desemprego por meio da CEF e não do SINE, deixando de haver a qualificação e intermediação da mão-de-obra; solicitação de aumento de recursos ao Ministério do Planejamento para o êxito do PRONATEC; o Portal Mais Emprego precisa de ajustes, dar mais atenção aos que não têm experiência e que o próprio sistema de intermediação de mão-de-obra deixa com última opção justamente pela sua falta de experiência; Buscar um padrão de qualidade das agências do SINE e de seus profissionais, a exemplo da Previdência, do Banco do Brasil; o desequilíbrio entre a taxa de pleno emprego x pagamento de seguro desemprego onde o vilão é a rotatividade; a diferença entre o orçamento do CODEFAT para investimento e as vinculações obrigatórias de seguro-desemprego e o abono; mobilização das bancadas estaduais para votar a Convenção da OIT que trata de demissão imotivada para coibir os índices de rotatividade; incluir na agenda do trabalho decente o processo de desenvolvimento tecnológico, de inovação porque não existe sustentabilidade sem trabalho decente e não existe trabalho decente sem um processo de desenvolvimento econômico soberano e que tenha como objetivo a qualidade de vida e o aumento da Rua Pedro Ivo, 750, Centro, Curitiba, CEP 80.010-020 Telefones: (41 3883 2692 email: [email protected] 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 produtividade, da competitividade brasileira para mudar o viés do parque produtivo. Falou da Conferência Nacional de Trabalho e Emprego Decente formulada num modelo com ampla participação popular, com a representação de classe de trabalhadores e empregadores, organizada de forma tripartite e do Programa Bolsa Família, reconhecido pela OIT e pelos organismos internacionais com a maior experiência de um piso de proteção social, de um programa de transferência de renda mínima que contribuiu sobremaneira para o aumento da formalização do mercado de trabalho. Encerrando, pediu ao Presidente do FONSET que assumisse o comando dos trabalhos da reunião. A Sra. Rosana do cerimonial convidou a todos para uma foto oficial e um coffe break. Após, passou a condução dos trabalhos ao Presidente do FONSET, Dr. Romanelli para discutir a construção da Sinergia da bancada de Governo dos Estados na Conferência Nacional do Trabalho Decente. A Dra. Laís Abramo foi convidada a falar sobre o tema da conferência, o Secretário Nilton Vasconcelos, representando o FONSET para debater e o Dr. Mário Barbosa representou o Ministério do Trabalho. Antes, passou a palavra ao Dr. Marcelo Aguiar - Secretário de Políticas de Emprego que citou como principais pontos a serem discutidos na conferência: a questão da negociação coletiva de trabalho; o interdito proibitório; a unicidade sindical; a convenção n. 87 da OIT; a jornada de 40 horas semanais; a questão da terceirização; do imposto sindical; do seguro-desemprego (alguns pontos tratam do segurodesemprego) e a relação dos empregados na negociação trabalhista, agregados aos pontos que os Secretários também identificaram nos seus Estados. Convidou o FONSET a assumir a coordenação da mesa n.07 - Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda e Educação Profissional, a mesa n. 04 - Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil; Prevenção e Erradicação do Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas. O convite foi aceito pelo presidente do FONSET que indicou o Sr. Nilton para coordenar os trabalhos. O Sr. Nilton Vasconcelos Júnior (BA) fez uma abordagem restrita do tema em função do tempo. Destacou como prioritário avançar no debate sobre a construção de uma clara definição sobre os papéis de Estado, Municípios e União na implementação do sistema público de emprego. Disse que o GT FONSET iniciou o debate e recebeu contribuições de 14 estados: Alagoas, Pernambuco, Minas, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Amazonas, Paraíba, Paraná, Mato Grosso, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Roraima e Distrito Federal no sentido de estabelecer o que será prioritário dentro desse conjunto de proposições e o que serão temas polêmicos os quais terão mais dificuldade em unificar. Propôs que cada estado defina quem será o coordenador de bancada de representação estadual que pode falar pela Secretaria do Estado e atuar como delegado na conferência. Sugeriu no dia 08 fazer o alinhamento da intervenção e a produção de um material de divulgação entre os delegados. Acrescentou que na página 37, o eixo três – trabalho e emprego. Dr. Mário Barbosa, Assessor Especial do Ministro e Coordenador Geral da conferência falou sobre o tema em termos dos quatro eixos e toda a temática de princípios e direitos; temática da proteção social; a questão do trabalho e emprego e do diálogo social. Disse que o pós-conferência será tão ou mais importante do que a própria conferência os destacou os esforços para garantir o financiamento da conferência e demais temas relacionados à logística do evento. Rua Pedro Ivo, 750, Centro, Curitiba, CEP 80.010-020 Telefones: (41 3883 2692 email: [email protected] 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 Informou, ainda, que todo o processo de credenciamento, acesso e votação será eletrônico e, em caso de falha, por meio do crachá. Dra. Laís Abramo (OIT) falou sobre o relatório de indicadores de trabalho decente do Piauí (campeão da taxa de sindicalização no Brasil); a regra definida pela ACON para a participação dos delegados nos grupos temáticos; a representação tripartite em cada grupo no total de doze grupos; a possibilidade de elaboração de moções e mecanismo de apresentação. Ressaltou o papel das bancadas governamentais com uma proposta de manutenção da jornada de trabalho e outra de ampliação da jornada de trabalho. A questão da convenção n. 87 -, que é polêmica dentro das centrais sindicais e entre as confederações empresariais. Falou do sistema de rastreamento de proposta a fim de evitar problemas de questionamento da legitimidade do processo. Por último, a importância do pós-conferência que será a elaboração da Política Nacional de Trabalho e Emprego Decente e a agenda estadual do trabalho decente. Na oficina realizada em Brasília com a presença de 11 estados sobre o processo das agendas estaduais foi sugerido a criação de uma espécie de manual que sirva de sistematização das experiências existentes e auxilie o processo de construção de novas agendas e que o FONSET fosse um espaço permanente de troca de experiências em relação à questão das agendas estaduais. O Sr. Hélio Rabelo (MG) questionou a participação dos estados na comissão organizadora nacional. Dr. Mário Barbosa explicou que o FONSET na qualidade de convidado da conferência tem o mesmo status que a OIT e que, portanto tem direito a voz em todas as conferências para influenciar, inclusive, nas decisões. O Presidente do FONSET submeteu a voto a proposição feita pelo Secretário Hélio de que o FONSET tenha um papel de deliberação naquilo que for a estrutura coletiva e obteve a aprovação dos presentes. O Sr. Fernando explicou o processo de credenciamento na Conferência e esclareceu que pela distribuição estará garantida a participação de todas as delegações dos estados, com representação paritária e tripartite, dentro de cada grupo temático. Dr. Mário Barbosa lembrou que as bancadas sofreram processo de atualização e substituição de delegados. A Ata da octogésima sexta reunião do FONSET realizada na Bahia que foi aprovada por todos. A Dra. Laís Abramo (OIT) retirou-se para participar da Comissão Organizadora Nacional – CON. A Sra. Anne Postuma, especialista em emprego, funcionária do escritório da OIT no Brasil ficou para acompanhar a discussão dos temas. Distribuiu o folder institucional sobre a OIT no Brasil e um vídeo preparado nas conferências estaduais sobre o trabalho decente no Brasil que também está disponível no site da OIT. O Sr. Romanelli indicou a Sra. Sandra de São Paulo para representar o FONSET na reunião organizadora da conferência. À tarde falou-se sobre o tema que envolve o PRONATEC. Começou com uma análise feita pelo GT FONSET em que se fez um diagnóstico das dificuldades operacionais com a presença do Dr. Márcio Borges que foi um dos debatedores do tema. Em nome do GT FONSET o Dr. Agnus Rodrigues (MG) fez a apresentação. Destacou sinteticamente os pontos que foram consenso no grupo, a saber: 1) estabelecer com as entidades executoras que a alteração ou o cancelamento de cursos deve ser precedido de pactuação com a Secretaria Estadual SINE; 2) alterar no portal Mais Emprego o relatório do encaminhamento do trabalhador, acrescentando um campo Rua Pedro Ivo, 750, Centro, Curitiba, CEP 80.010-020 Telefones: (41 3883 2692 email: [email protected] 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 com os cursos concluídos pelo trabalhador no âmbito dos programas federais (carga horária e entidade certificadora); 3) elaborar uma resolução do MTE uniformizando todos os procedimentos e documentos a serem exigidos do trabalhador quando da matrícula no curso; 4) que a exemplo do PLANTEC e PLANSEC, os ministérios exerçam controle sobre as entidades executoras quanto à obrigatoriedade do lançamento da frequência dos alunos nos cursos dentro do SISTEC como condição para o repasse, ou seja, a regra do Ministério com os Estados no PLANTEC é alimentação do sistema; 5) que as entidades executoras sejam orientadas a repassar às unidades de atendimento ao trabalhador a relação de alunos em frequentes evadidos para as providências de suspensão do seguro desemprego; 6) para assegurar a integração da política pública de emprego e renda é necessário agilidade no atendimento aos trabalhadores que a qualificação, o FIQUE a exemplo do PLANTEC seja lançada, controlada e monitorada no MAIS EMPREGO que é o sistema do ministério do trabalho. E, ainda; que os prérequisitos dos cursos e condicionantes sejam devidamente informados no sistema, de forma que os atendentes não encaminhem trabalhadores sem perfil para as executoras, causando descrédito às unidades de atendimento e perda de efetividade na prématrícula e gerar relatórios para as unidades de atendimento ao trabalhador referente ao PRONATEC. Quantos estão matriculados, a frequência, a evasão, cursos e vagas disponíveis e, criar relatório de prioridade no MAIS EMPREGO com informações dos trabalhadores que foram qualificados pelos programas federais para o encaminhamento dos segurados com maior acerto e efetividade. O Sr. Márcio Borges (MTE) disse que o Decreto de 16 de abril de 2012 deu aos trabalhadores a prerrogativa de serem encaminhados para cursos do PRONATEC. A partir desse Decreto ficou estabelecido que todo trabalhador que se apresentar mais de três vezes para recebimento do seguro desemprego é candidato a ingressar em proposta de qualificação e apresentou um diagnóstico contextualizado. Destacou que o GT anseia que todas as informações do SISTEC e as relativas à qualificação estejam acessíveis no PORTAL MAIS EMPREGO e que para este assunto ainda não tem uma solução, mas certamente as informações relacionadas com o trabalhador segurado estarão acessíveis. O Sr. Romanelli asseverou que é necessário estabelecer quem vai coordenar nos Estados o PRONATEC. A Dra. Nilva Schroeder (MEC) apresentou um quadro mostrando a pré-matrícula ativa por Estado. Considerou como avanço o acesso aos relatórios on-line, com senha, dando transparência ao processo e possibilitando fazer uma leitura do andamento do processo e fazer as devidas intervenções. Disse que o sistema vai coletar os dados do SISTEC em cada instituição, mas apenas os dados em relação à situação do aluno mensalmente e ao concluir o curso. Esse módulo do SISTEC começa a rodar semana que vem. Destacou a pré-matrícula prioritária para assegurar a vaga dos beneficiários reincidentes, a chamada pré-matrícula prioritária e a implantação do cadastro único que será on line na página, que estará disponível em agosto. Explicou que qualquer cidadão poderá acessar a internet no portal do PRONATEC fazer o seu cadastro. O SISTEC fará uma leitura da aderência do perfil desse cidadão aos perfis que do PRONATEC ficando numa fila única para ocupar as vagas a partir da captação feita pelos demandantes e dando a possibilidade de atender a todo e qualquer trabalhador. A lei prevê dentre as Rua Pedro Ivo, 750, Centro, Curitiba, CEP 80.010-020 Telefones: (41 3883 2692 email: [email protected] 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 categorias prioritárias: o estudante do ensino médio, o trabalhador de forma genérica (até o momento não estão atendendo) e o beneficiário de programas e transferência de renda. Falou, também, sobre o desafio de operacionalizar a suspensão e cancelamento do benefício. O Sr. Romanelli (PR) solicitou ao Dr. Mário e a Dra. Nilva cópia das duas apresentações para repartir com todos os secretários. Disse que não adianta mudar o nome da qualificação para FIQUE se não mudar o conceito de educação de jovens e adultos e quem tem que redefinir isto é o MEC. O Sr. Robson (CE) criticou a falta de informação e de interlocução e questionou a existência de algum instrumento onde as Secretarias de Trabalho possam ser reconhecidas formalmente do seu papel local. O Sr. Antônio Carlos (PE) – Disse que o trabalhador deve lidar apenas com sistema informático que é o MTE MAIS EMPREGO. Considerou que deve haver um entendimento imperioso entre o MEC e o MTE para se adotar um sistema que seja a entrada no mundo do trabalho, a entrada num programa de qualificação, a saída do programa de qualificação reforçado para o mundo do trabalho. Criticou a repartição do PRONATEC e a possibilidade de concessão de bolsa pecuniária ligada à frequência para resolver o problema do vale transporte e do auxílio alimentação. A Sra. Tânia Garis (MS) falou da questão de governança. Sugeriu a participação dos fóruns na estrutura nacional. E que no âmbito municipal se convidasse o CONGEMAS porque normalmente as ações da política do trabalho, em âmbito municipal, estão nas Secretarias de Assistência. No âmbito estadual, além do Fórum que reúne todos que trabalham na execução dessa política, que se pensasse num comitê gestor para conduzir o processo e dar agilidade às questões levantadas. Sr. Jean Oliveira (MT) destacou as ações positivas conquistadas em Mato Grosso em relação ao PRONATEC – Bolsa Formação Estudante e o relacionamento extremamente profícuo com o sistema S em Mato Grosso com a Superintendência Regional de Trabalho e Emprego, com o TRT, MPT, Conselho Estadual do Trabalho e todo o apoio do Ministério do Trabalho e Emprego e a abertura de espaço na casa do trabalhador para que o sistema S e o Instituto Federal pudessem instalar seus balcões. A Sra. Eliane Martins (RS) comentou sobre o tema da transversalidade, do encontro do desenvolvimento econômico com a inclusão social e que o PRONATEC é uma ferramenta para colocar os trabalhadores dentro desse movimento do desenvolvimento econômico. Falou também sobre a quebra de paradigmas com relação ao sistema S, sua história e que as mudanças necessárias precisam ser feitas com diálogo e trabalho pedagógico. Sr. Hélio Rabelo (MG) elogiou o projeto do PRONATEC e dos avanços conquistados em Minas Gerais e parabenizou o grupo do GT FONSET. O Sr. Washington Sales (DF) perguntou se a Secretaria do Trabalho de Brasília poderia ser cadastrada como entidade demandante e ofertante e demonstrou preocupação quanto ao sistema S. O Sr. Romanelli (PR) respondeu que o MEC vai ter que discutir a relação com o sistema S. como contratante numa postura séria, pois percebe que a questão tem que ser repactuada numa outra dinâmica. A Dra. Nilva Schroeder (MEC) respondeu às questões formuladas pelos Secretários (as). A Sra. Tânia Garis (MS) falou de um projeto experimental com o índio a fim de inserilos no mercado de trabalho das cidades circunvizinhas propondo às lideranças cursos de qualificação. Dra. Nilva Schroeder (MEC) – comentou o PRONACAMPO e o Rua Pedro Ivo, 750, Centro, Curitiba, CEP 80.010-020 Telefones: (41 3883 2692 email: [email protected] 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 tensionamento em relação à participação do SENAR. O Sr. Romanelli (PR) acrescentou dizendo que o SENAR tem uma questão ideológica, mas dos S talvez seja o mais enxuto e que melhor resultado dá com o pouco dinheiro. Considera o SENAR um parceiro absolutamente fundamental. Dra. Nilva Schroeder (MEC) disse que o monitoramento é uma questão crucial, fundamental e que no segundo semestre começará começar a executar o monitoramento in loco, com visitas e avaliadores na unidade conversar com o estudante, com quem faz gestão, com quem faz a captação. No monitoramento à distância já existe um acompanhamento com intervenção em algumas questões. Sr. Romanelli (PR) insistiu na questão da intermediação integrada porque não adianta mandar o segurado fazer o curso se não tiver, de fato, o controle sobre esse processo todo. Passou para o tema: um diagnóstico das dificuldades do MTE Mais Emprego apresentado pela Sra. Lígia de Oliveira (MG) e como debatedores o Dr. Marcelo Aguiar e Dr. Gleide da Costa que tem sido o interlocutor como coordenador do SINE. A Sra. Ligia de Oliveira (MG) fez uma atualização de todas as reuniões juntamente com os integrantes do grupo, e considerou um avanço o sistema ter deixado de ser intermitente. Falou da implantação da nova versão da administração de vagas e do treinamento de toda a equipe da rede. Disse que não se pode discutir o portal Mais Emprego, o programa, sem envolver a qualificação profissional e o seguro desemprego. Então, fizeram um corte na pizza para mostrar as demandas não atendidas tanto na qualificação quanto no seguro desemprego. Essa leitura de todo o grupo foi respaldada pelos 14 estados que estavam em Minas Gerais. O Sr. Leonardo Ramos (BA) apresentou as seis lâminas com os dados estatísticos. O Sr. Gleide Costa (SINE) disse que o problema da intermitência do sistema está 95% superado. Acrescentou que a versão da administração de vaga está pronta para ser lançada e muda completamente o sistema dando agilidade a intermediação e já tem calendário de treinamento marcado para essa nova versão. Foi firmado com a DATAPREV o entendimento de que a partir de agora toda versão nova que for lançada tem que ter um vídeo de instrução na web. O Dr. Marcelo Aguiar complementou dizendo que do ponto de vista do funcionamento técnico, a equipe do Gleide está sendo extremamente competente para fazer os encaminhamentos, mas com relação à prestação de contas que tem que ser apresentada no SICONV foi decidido excluí-lo do Mais Emprego e a partir de agora será feito somente dentro do SICONV. A orientação já foi autorizada. Os convênios novos que estão chegando daqui a três meses terão esse procedimento. Dr. Marcelo Aguiar complementou dizendo que o Ministro orientou que os técnicos do Ministério a aprofundarem a relação com as Secretarias. Colocou-se à disposição do FONSET para participar de todas as reuniões do FONSET a fim de estreitar a relação com o MTE, de preferência fora de Brasília, por questões de demandas do Ministério que impossibilitam uma participação efetiva. Sr. Nilton Vasconcelos (BA) solicitou que as reuniões do FONSET sejam mais objetivas, mais produtivas e que em vez de se reunir três ou quatro vezes ao ano, reúnam-se seis ou oito vezes. Criticou a forma de apresentação do Sr. Leonardo por abordar questões estatísticas e pediu que as apresentações facilitassem a vida dos Secretários. O Sr. Gleide Costa (SINE) pediu aos Secretários de Trabalho que respondessem ao pedido de encaminhamento de Rua Pedro Ivo, 750, Centro, Curitiba, CEP 80.010-020 Telefones: (41 3883 2692 email: [email protected] 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 401 402 403 404 405 406 407 408 planilha com a discriminação do custo dos postos, contendo número de funcionários, número de recepções que são feitas, número de atendimentos do Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Pará, Tocantins, Alagoas, Ceará, Paraíba, Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná e do Rio Grande do Sul. Informou a existência de pendências em Minas Gerais, Pernambuco, Piauí e Rio de Janeiro, Santa Catarina e Sergipe. Disse que em São Paulo a informação está chegando toda padronizada como se todos os postos tivessem o mesmo número de atendimento e o salário fosse o mesmo. Dr. Marcelo Aguiar (MTE) disse que as informações irão balizar a demanda apresentada pelo Ministro ao governo para aumentar os recursos da rede para 600 milhões de reais. O Dr. Marcelo Aguiar (MTE) ratificou ao Secretário Nilton que o CODEFAT seria apresentado primeiro aos Secretários. Sra. Tânia Garis (MS) colocou-se à disposição para auxiliar no desenvolvimento do sistema e falou do modelo do MDS, SUS. Gleide Costa (SINE) comentou sobre o CADE Único e da possibilidade de verificar quantos trabalhadores do CADE Único estão inscritos no SINE. O Sr. Romanelli (PR) falou da pertinência das questões colocadas pelo Sr. Gleide e do apoio dado por ele e pelo Rodolfo Torelli entre outros ao FONSET, e dos Estados, inclusive, na construção do Mais Emprego. Disse que eles foram referência numa época de grandes dificuldades. Fez um resumo da reunião solicitando por partes dos Secretários e Secretárias a continuidade da conversa. Encerrou a reunião agradecendo ao Secretário Marcelo Aguiar, ao Ministro Brizola Neto pelas palavras e pelo apoio e também a Annie representante da OIT internacional. Informou que as fotos e os documentos estariam disponíveis no site do FONSET. Os trabalhos foram encerrados por volta das 17h30min. Nada mais havendo a tratar, lavrou-se a Ata que depois de lida e aprovada será assinada pelos participantes presentes. 409 410 Brasília, 01 de agosto de 2012. 411 412 Tânia Mara Garib Secretária de Estado do Mato Grosso do Sul Luiz Cláudio Romanelli Secretário de Estado do Paraná Larissa Mendes Martins Maia Secretária de Estado do Piauí Nilton Vasconcelos Júnior Secretário de Estado da Bahia Rua Pedro Ivo, 750, Centro, Curitiba, CEP 80.010-020 Telefones: (41 3883 2692 email: [email protected] Washington Luiz Sousa Sales Secretário de Estado do DF Alberto Sexta Feira Secretário de Estado de Alagoas Marise Salles Coelho Subsecretária de Estado do Tocantins Célia Mota Carvalho Secretária de Estado de Roraima Laureci Siqueira dos Santos Secretário Executivo da Paraíba Carlos Andreu Ortiz Secretário de Estado de São Paulo Antonio Carlos Maranhão de Aguiar Secretário de Estado do Pernambuco José Antônio Barros Secretário de Estado do Maranhão Maria Luci Silva Secretária de Estado de Sergipe Paulo Roberto Varejão Novaes Secretário de Estado do Rio de Janeiro Rua Pedro Ivo, 750, Centro, Curitiba, CEP 80.010-020 Telefones: (41 3883 2692 email: [email protected] Hélio Rabelo Secretário de Estado de Minas Gerais Luiz Eduardo Carneiro Costa Secretário de Estado do Rio Grande do Norte José Lauro Seixas Lima Secretário de Estado de Sergipe Edson Luiz Vicente Secretário de Estado de Rondônia Paulo Henrique Parente Neiva Representante do Secretário de Estado do Ceará Tarcísio Celso Vieira Vargas SubSecretário de Estado do Espírito Santo Jorge Carlos Representante da Secretaria de Estado do Amazonas 413 Rua Pedro Ivo, 750, Centro, Curitiba, CEP 80.010-020 Telefones: (41 3883 2692 email: [email protected]