Portfólio Universidade Federal do Rio Grande do Norte n n n n n n n Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes Departamento de Artes Curso: Artes Visuais Disciplina: Desenho de Produto Professor: Ms. Luciano Barbosa Nome: Conceição Ferreira da Silva de Oliveira Natal, junho de 2008. Primeiro dia de aula n Natal, 18 de fevereiro de 2008. Primeiro dia de aula do meu 5º período do Curso de Artes Visuais na UFRN. Aula de Desenho de Pr oduto, com Professor Luciano. Confesso que houve certa resistência para me matricular nesta disciplina, pois quando vi a ementa no PPP, fiquei preocupada devido ao desenho tridimensional. Mas, o examinei cuidadosament e e logo me animei por que havia oficina de maquete, que é a “minha praia”. Fiquei um pouco decepcionada quando o Professor disse que depender ia muito de cada um para que essa oficina acontecesse (não entendi direito). Exercícios para casa n Leitura dos textos: Utilização do portfólio na Avaliação do ensino a Distância; Portfólio: uma proposta de avaliação como reconstrução do processo de aprendizagem; Texto do Livro “Cultura Visual, Mudança Educativa e Projeto de Trabalho” de Fernando Hernandez - O portfólio: avaliação como reconstrução do processo de aprendizagem. Mudanças no ensino e na aprendizagem e mudanças na avaliação e Desenho Industrial ou Design. Textos, frutos da apresentação da ementa no que se refere sobre avaliação. Diário de bordo n Natal, 19 de feverei ro de 2008. Comecei a fazer as primeiras leituras. Fiquei encantada com o método de avaliação. Já tinha visto algo em disciplinas com o Prof. Vicente (scrap book). Estou mui to animada com a idéia e me propus a enfrentar esse desafio. Então... Philipe Starck. n Logo que começar am as aulas, o professor nos deu algumas referências bibliogr áficas, uma delas era o livro de Philipe Star ck. Extremamente excêntrico! n Designer francês que promove o seu nome com entrevistas que exaltam o culto a sua grife. Dono de uma irreverência incontestável, Starck trabalha com peças as quais são dadas uma nova forma (excêntrica) , quer seja em mobiliário ou em vestimenta. Imagens Philipe Starck. Moore Armchair bedside gun lamp. PERGUNTAS SOBRE PORTIFÓLIO n I) O que é portfólio? De maneira geral é um local (pode ser uma pasta de arquivo, caixa, CD, etc.) onde se organizam e classificam dados, reflexões e impressões de um determinado objeto de estudo. n II) Para que serve? Serve para registrar a evolução do indivíduo ao longo do processo de ensino-aprendizagem, em uma pesquisa ou mesmo em um trabalho artístico, onde os indivíduos envolvidos possam detectar o andamento da disciplina ou pesquisa, proporcionando possíveis mudanças, com a finalidade de aproximar o máximo possível do objetivo proposto. III) Onde se aplica? Em todas as áreas do conhecimento, pode ser aplicado como coletânea de trabalhos realizados por publicitários, como processo de avaliação continuada das escolas de ensino fundamental , médio e universidade aos quais são feitos de forma pres encial ou à distância. IV) O que são conteúdo e continente? Conteúdo: Material coletado ao longo do processo de pesquisa, disciplina ou curso. Como impressões, reflexões, reações aos textos indicados, sentimentos, trabalhos, dados coletados na internet etc. Continente: Local onde o materi al coletado (conteúdo), deverá ser colocado (arquivado). Pode ser uma caixa, um classificador de documentos , uma pasta, ou um CD-ROOM (continente virtual). Continuando... n V) Como avaliar o aluno através do Portfólio? O aluno deverá estar em constante avaliação. O material coletado ao longo da disciplina deverá ser constantemente visto e revisto e discutido pelo professor, que com o aluno indicará o caminho. O professor deverá ser objetivo (claro) no que se refere aos propósitos do portfólio, na instrução da reflexão, na aprendizagem de cada aluno e nas finalidades do curso. Barton e Collins nos propõem alguns critérios de avaliação. HERNÁDEZ (2000, p. 173): Técnicos: a- Tem algumas metas e reflexões explícitas? b- Cada documento tem um cabeçalho que lhe dê sentido? Qualitativos: a- Até que ponto o estudante evoluiu para as metas estabelecidas? b- O que aprendeu? c- É suficiente ou deve aprofundar algum aspecto? d- Que qualificação lhe corresponde em função do critério estabelecido pela escola ou sistema escolar. 6) Exemplos e sugestões para construir um bom portfólio. Exemplo: Construir imediatamente as informações diárias coletadas em sala de aula para um melhor aproveitamento Sugestão: Não deixar de anotar todas as fontes. Já vou aplicar... n Natal, 20 de fevereiro de 2008. Propus em meio a uma reunião do estágio no CMP -Centro Pastoral Marista- (na qual havia uma dúvida para avaliação se seria individual ou coletiva) ser realizada por meio da técnica de Port fólio. Houve uma excelente aceitação. As idades dos alunos vão de 12 a 18 anos. Aula de Introdução de História do Desenho Industrial. n Importante anotar que o termo design tem origem na língua inglesa e significa desenho ou projeto. Em latim designare – escolher por sinais. Em português: projeto, composição visual ou intenção de colocar em prática um plano intencional a serviço dos meios de reprodução em massa. Aqui, eu escolho a citação de Jean Pierre Vitrac, designer francês: ‘O design é uma atividade que consiste em criar, segundo parâmetros econômicos, técnicos e estéticos, produtos e objetos que serão em seguida fabricados e comercializados’ (VITRAC apud SCHULMANN, 1991). Coleta de dados Couverts pour enfants Tri Bambini, 2000 – por Vitrac Histórico do Design n O design surgiu gradualmente com a revolução industrial. Com o surgimento da indústria, tenta-se aproximar artesão e máquina, procurando uma interação entre ambos. Surgem os objetos, que produzidos em quantidade vem atender as necessidades da massa. O objeto mais importante que marcou o surgimento do sistema americano de produção foi o automóvel, mas primeiro produzido em massa nos EUA f oi o rifle de pederneira. Mas, na Europa, um dos primeiros produtos popularizados pelos novos meios de produção foi a bicicleta “Segura” de John Kemp. Algumas imagens da história do design. Em 1908, Henry Ford criou o Modelo T. Rifle de pederneira (sílex que produz faísca ao atritar com metal) de John H. Hall, 1824 Mais imagens... Bicicleta “Segura” de John Kemp Movimento, estilos e escolas. n Movimento Arts and Crafts- artes e ofícios ( segunda metade do século XIX) Reação contra Revolução Industrial Renascimento das artes decorativas Silla de mesa - A. H. Mackmurdo – 1882 Estilo - Art Noveau n n n n n Nome derivado da loja de Samuel Bing, de Paris, onde eram expostos trabalhos de alguns artistas. (por volta de 1900). Valorizava o trabalho individual do artista que buscava reproduzir a natureza. Falava da vida bucólica que começava a sumir da Europa. Caracteriza-se pelas formas botânicas, florais, curvas assimétricas, mas também pela austeridade das formas geométricas, planos retos e delgados. Mobiliário e acessórios (vestimentas) Art Noveau nFIVELAS PARA CINTO DE 1904, E CADEIRA DE BALANÇO DE 1903 DE HENRY VAN DE VELDE Publicidade RÓTULO DE LOÇÃO Arquitetura CASA MILÀ DE ANTÔNIO GAUDÍ Campo gráfico (Brasil) EMBLEMA DA BIBLIOT ECA NACIONAL Estilo - Art Déco n n n Estilo decorativo (Décadas 20 e 30 do séc. XX) Associado ao espírito modernista nas décadas de 20 e 30. Diferença básica entre os estilos: n Art Nouveau: estilo de elite europeu n Art Déco: estilo popular/de massa nos Estados Unidos Arquitetura Mobiliário Deutscher Werkbund Moldagens de produto n n n Associação de artistas (artesãosindustriais e publicitários) que visava melhorar o trabalho profissional mediante a educação e a publicidade através da ação conjunta entre arte, artes anato e indústria. Caráter social: enobrecer o trabalho com a cooperação da arte, da indústria e do trabal ho manual. Caráter econômico: melhorar a qualidade dos produtos alemães e favorecer sua exportaç ão. n Reflexão: Interessante a proposta desta associação. Penso que ela não é elitista, pois dá oportunidade para esse conhecimento e trabalho mútuo. Será que é essa a proposta mesmo????? São parecidas com Art Déco. Imagens sobre Deutscher Werkbund n Utilitário n Arquitetura Mobiliário Grupo De Stijl – O Estilo n n n n Linhas retas Cores primárias Sintonia de propósi tos entre arqui tetura, as artes plásticas e o design. Influenciou a Bauhaus Imagens Grupo De Stijl n Mobiliário n Interiores Bauhaus – Casa da construção n n n n n Novo caráter a relação artífice-artista Pesquisava a fundo a arquitetura, a escultura, cenários para teatro e dança, entre outras coisas. Pregava a produção artística com a industrial, tentando transformar o artesão em produtor industrial. Inserir aos poucos o artesanato na indústria, já que este havia sido eliminado da vida econômica com advent o da revolução Industrial, e introduzi-lo na vida cotidiana da sociedade moder na. Início da década de 30: Forma deveria seguir à função. O homem moderno deveria estar cercado de objetos funcionais, inclusive sua casa, que passa a ser pensada não só esteticamente, mas também funcionalmente. Imagens Bauhaus n Arquitetura Mobiliário Utilitário Reflexão n Há poucos dias levantei um debate na turma diante de um questionamento que trago desde o ano passado quando estudei cultura Brasileira. “Por que em nossa sociedade o artesão é descriminado?” O seu produto tem que ser mais barato - não é valorizado; o seu talento é popular, comum; as pessoas que fazem não precisam de conhecimento intelectual; e muitas outras coisas que o afastam da elite. Criando um abismo entre a arte e o artesanato. Hoje eu já posso depois do que eu li estes textos da Bauhaus, Deutscher Werkbund. Penso que a proposta de valorizar o artesão já foi levantada, e essas pessoas que cultuam a arte erudita, elitizada, também cultuam a Bauhaus. Será que elas ENTENDERA M a proposta de verdade? Ou estão seguindo a onda? Aula: Desenvolvimento do Design em diferentes países Natal, 03/03/08 – Esta aula tem o objetivo de abordar o progresso e o destaque do design em alguns países. n n Estados Unidos A grande contribuição dos EUA para o design industrial é a criação do que se convencionou chamar de “sistema americano de fabricação”. Eles estabeleceram os padrões e processos fundamentais da moderna produção em massa industrial. Sua característica básica era a produção em larga escala de produtos padronizados, com partes intercambiáveis, utilizando máquinas -ferramentas numa seqüência de operações mecânicas simplificadas (HESKETT,1997). Imagens EUA n n Máquina Singer – Isaac Merrit Singer Criou venda a prazo Norman Bel Guedes – projeto de aviões e automóvei s Frank Lloyd Wright – projetou móveis, prédios, residências, e se tornou um dos maiores arquitetos do século XX. Mais sobre o progresso e o destaque do design em alguns países. n Itália 1940 – Exposição industrial marco para o design italiano Pós-guerra – forte influência da Pop-Arte norte-americana na cultura italiana – nova estética para a linguagem pop européia. Filosofia Menphis – prega a idéia de que o objeto prescinde do conforto, importando mais sua expressividade que sua funcionalidade Sillón estilo pop europeu Ettore Sottsass Agora ... Alemanha Influenciados pela Bauhaus, trabalham em conjunto com os engenheiros. Possui um forte conteúdo técnico e uma estética despojada. Destaca-se com projetos para AEG alemã tais como: eletrodomésticos, utensílios para cozinha etc. Design bélico transformou a Alemanha num celeiro de experimentos antes e durante a segunda guerra mundial. Dieter Rams Desklight Dieter Rams Os dez princípios do design. Agora é a vez do Japão n n n Fenômeno recente que integra as estruturas industriais As empresas dispõem, ao mesmo tempo, de Designers internos e recorre a designers consultores externos. Destaca-se principalmente do design e produção de produtos eletro-eletrônicos, de precisão (relógios por ex.), televisão, vídeo e automóveis. n n n REFLEXÃO Muito me impressionou o destaque do Japão e sua ascendência no campo do design. São criativos e competentes. ImagenS Lata de lixo desenhada por Shinsaku Inoue para espaços públicos na cidade de Osaka A primeira TV portátil do mundo, desenvolvido pela Sony Finalmente... BRASIL n n n n Design mobiliário e produção de objetos nasce a partir de um processo de importação e de assimilação direta de conceitos estéticos internacionais. Maior campo de atuação: Indústria do mobiliário – Criação de móveis sincronizados com arquitetura moderna. Destaque em móveis para escritório. Objeto e a matéria são abordados do ponto de vista técnico, mas com acabamento artesanal. BrasiL Década de 70 e 80: móvel de autor (p/elite, grife), móvel de massa, móvel reciclado. Tecnologia, matéria-prima, metodologia e produção são os principais recursos da geração atual. Avanço tecnológico, novos materiais, preocupações ecológicas entre outros tópicos são destacados no design de produtos no Brasil na revolucionária década de noventa. Por que no Brasil o mobiliário era mais importante? Porque poderia ser construído de forma artesanal. O Brasil ainda não era um país industrializado. Algumas imagens de produtos e designers brasileiros PARQUE DA CIDADE NATAL Oscar Niemeyer Museu Oscar Niemeyer Mais imagens... n Romero Brito Nasceu no Recife em 1963, e começou a vender os seus primeiros quadros nas feiras de sua cidade natal, por alguns trocados. Em 1989, um empresário sueco o conheceu e gostou de seus trabalhos, assim, contratando o para promover seus produtos nos Estados Unidos. Algumas peças produzidas em telas foram adaptadas para chinelos, perfumes , etc. João Dias-Design em Natal n Objeto n Interiores Design em Natal- João Dias n Marcas n Fachadas Pós-Modernismo n O Pós- Modernismo admite que com o funcionalismo resultou um formalismo. O paradigma da complexidade tornou-se uma referência contemporânea. Em vez de forma-função, decerto com uma dimensão lúdica, o designer equaciona o problema de forma-função . Cama do grupo Archizoom . Mais design Pós-Moderno Manifesto do Bolor - "A arquitetura funcional provou estar no caminho errado, é como pintar com uma régua... Só depois das coisas estarem criativamente cobertas de musgo, com o qual temos muito a aprender, teremos uma nova e maravilhosa arquitetura". Este extrato do "Manifesto do Bolor Contra o Racionalismo em Arquitetura" de Hundertwas ser é um dos primeiros programas pós-modernos. Oposição - A tomada de consciência de que havia vários universos de gosto abriu o caminho para a consciência das insuficiências emocionais do funcionalismo que insistia em determinar o que era "bom" e o que era "mau" e quais as funções que um objeto pode desempenhar. Esta situação gerou uma onda de oposição ao modernismo, questionando-se os padrões e os valores preestabelecidos. AINDA DESIGN PÓS-MODERNO n Forma - Fruição - Com a cultura pop dos anos 1960, nas esferas culturais começava-se decididamente a rejeitar as divisões entre "good" e "bad design", entre "good form" e "kitsch", entre cultura erudita e cultura popular. A própria equação problemática do design, a relação forma - função, deixava de ser aceite. Para o pósmodernismo o problema punha-se nas condições de uma relação forma - fruição. n Less is Bore - Outro pioneiro foi Robert Venturi que ao "less is more" do funcionalismo opunha o "less is bore". Venturi propunha o vernáculo ou uma arquitetura de banda desenhada, eclética, ambígua, bem-humorada e despretensiosa, "aquilo que as pessoas realmente gostam". Mais... n Diversos Univ ersos - As influências estéticas do Pop Des ign e de movimentos como o Antidesign geraram entre os consumidores um largo espectro de gostos, uma corrente diversificada de estilos de vida em contradição completa com o programa unificador do funcionalismo ou dos conceitos da Good Form. n Alchimia - Admite-se que os primeiros objetos de design deliberadamente pós-modernos foram os dos grupos italianos Archizoom (1966), Alchimia (1976) e Memphis (1981). Entre os membros do grupo Alchimia salientam-se Ettore Sotts ass e Alessandro Mendini. No seu programa pretendiam afirmar-se como um "pós-radical fórum de discussão". Em vez de s e concentrarem num design voltado para a produção em massa ou sobre a utilidade dos objetos, eles voltavam-se para uma expres siva, imaginativa, poética e irônica atitude projetual. Um pouco mais... n New Design - O grupo Memphis (1981) levava os coloridos laminados plásticos (fórmica, melamina) dos bares e cafés dos anos 1950 para o ambiente doméstico. A intenção era estabelecer uma comunicação espontânea entre o objeto e o utilizador. Os grupos Alchimia (1976) e Memphis foram os catalisadores do denomi nado New Design (anos 1980), uma larga frente de des envolvimentos anti-funcionalistas na Itália, Espanha, Alemanha, França, Grã-Bretanha, EUA e Japão. n Designers Pop-Stars - Entre os designers pós-modernos do New Design refiram-se os nomes dos italianos Sottsass, Mendini, Gaetano Pesce, o americano Michael Graves, os ingleses Jasper Morrison, Ron Arad e Tom Dixon, o franc ês Philip Starck, o espanhol Javier Mariscal, os japoneses Kuramata e Umara, e mui tos outros poderiam ser citados. O design pós-moderno sente-se livre de escolher e combinar a gramática modernista com elementos historicistas, a ornamentaç ão e o minimalismo, o neo-barroco e o abstrato, os materiais nobres e o kitsch, a produç ão em massa, a série limitada ou a peça única. Imagens do design Pós -Moderno Candeeiro de Umeda (1982) Trolei de Mariscal. Mais... Cadeira de Robert Venturi (1984). Verner Panton. Instalação para a exposição da Bayer "Visiona II" em Colónia (1970). Ergonomia n “A abordagem ergonômica de um produto consiste em certificar-se de que sua estrutura e suas dimensões levem a uma utilização conf ortável, levando em conta as proporções do corpo humano ”. (Schulmann, 1994). Alguns exemplos de incompatibilidade do trabalhador com seu posto de trabalho * Esticar o pescoço para ver além e seu alcance. * Comprimir os joelhos na mesa de trabalho. • * Tentar esticar-se a todo momento para alcançar algo. * Ficar horas em uma mesma posição. * Trabalhar com mobiliários de escritório inadequados. A LER pode ser classificada em 3 estágios: n Segundo BRAW NE (apud, CUNHA et al., 1992, p.48), a LER pode ser classificada em 3 estágios: n I. Há dor e fadiga do braço afetado, durante o trabalho, cessando à noite e nos dias de folga. Não há redução significativa da produtividade. Não há sinais físicos O quadro persiste por semanas ou meses, mas é REVERSÍVEL. Mais LER n II. Há dor recorrente e fadiga, que aumentam inicialmente durante a jornada de trabalho e permanecem por mais tempo. Os sistomas não mais desaparecem à noite, perturbando o sono do indivíduo. Redução da produtividade quando em trabalhos repetitivos. Sinais físicos podem estar presentes. Usualmente persiste por meses. n III. A dor, a fadiga e a fraqueza agora persistem mesmo em repouso e pode haver dor mesmo sem movimentos repetitivos. Esses sintomas perturbam o sono. O paciente é incapaz de boa performance até para trabalhos leves. Os sinais agora estão presentes. Poderá permanecer o quadro por meses ou anos. Projeção Ortogonal n A finalidade principal de um desenho técnico é fazer com que os objetos possam ser manuf aturados, ou dispostos de acordo com o plano de quem os projetou. Por conseguinte , o desenho deve dar uma idéia inteiramente clara das partes, sem qualquer conf usão possível, sendo também apropriado para indicação das dimensões. A PROJEÇÃO ORTOGONAL atende inteiramente esses pré-requisitos. Projeção Ortogonal n REFLEXÃO Considero este tipo de desenho muito interessante. Gostaria de entender melhor e ter mais tempo para realizá-lo. Nas disciplinas que tive , não consegui ainda aprender. Durante esse conteúdo, realizamos alguns exercícios. Apresentação da Página Ricardo (funcionário do Deart) a pedido do Prof essor, montou uma página na internet para apresentação dos Portfólios executados durante o semestre. Interessante a forma na qual vão ser apresentados o produto final da disciplina. Ficou muito boa. Gostaria de aprender a faz er o portfólio igual o que o Professor Luciano nos mostrou. METODOLOGIA DE PROJETO n Legenda da imagem ou do elemento gráfico. Objetivo: A metodologia tem como objetivo disciplinar o projetista ou designer no sentido de apontar-lhe um caminho dentro das infinitas possibilidades projetuais que lhes são oferecidas. O designer tem que dominar um método que permita a realização do seu projeto com os materiais corretos, as técnicas indicadas e na forma que corresponde a função. Deve também projetar objetos que não possuam apenas qualidades estéticas, mas onde cada componente , mesmo a econômica, deva ser considerada ao mesmo nível. Além disso, o designer deve preocupar-se com a compreensão do seu produto por parte do público. Passos do meu projeto n I) Assistindo a uma reportagem s obre a Companhi a Vale do Rio Doce, pude ter a informação de que o Bras il têm a maior mineradora de materiais ferrosos do mundo. Refl eti que em mei o a tamanha exploração das florestas, por que não faz er um projeto de um guarda -roupa para completar o mobiliário já existente em ferro, aç o e alumínio? n II) Comecei a pesquisa: a- Visitei o site da Vale e obtive os seguintes resultados: Política de reflorestamento aprovada pelo Ministério do Meio Ambiente Confirmação que é a mai or produtora de minério de Ferro do mundo A mina explorada tem a capacidade de oferec er minério de ferro por mai s 200 anos. (tempo suficiente para retomada de nossas florestas). Mais pesquisas... n III) Estudei os textos fornecidos pelo Professor e conclui que levando em conta o clima tropical do Brasil, o guarda -roupas tornaria o ambiente agradável. n IV) Pesquisei alguns modelos de guarda -roupa. Apresentação prévia para o Professor Legenda da imagem ou do elemento gráfico. n n n n V) Precisava entender melhor, para realiz ar melhor. VI) Fiquei perdida no assunto, mas aos poucos fui me encontrando... VII) Comecei novamente. Agora usando a Metodologia segundo Bruno Munari. VIII) Participei de uma Oficina de Portfólio – Capitania das Artes O Projeto IX) Ficou: n Enunciado do Problema: Pensando no comércio ilegal da madeira e em razão do Brasil ser – através da Mineradora Vale do Rio Doce – a maior produtora de minérios de ferrosos do mundo. n Li que muita madeira é usada no Brasil para fazer móveis. E que grande parte desta madeira é desperdiçada, e as grandes fábricas, através de um rígido controle de qualidade, buscam apenas as partes nobres dos troncos, aquelas de cor uniforme e sem “defeitos”, o resto é descartado . Segue a proposta n X) Por isso, segue a proposta cujo objetivo é complement ar aos mobiliários já existentes como mesas, cadeiras, estantes, etc. um guarda-roupas de aço e alumí nio, moderno, baixo impact o ambiental, durabilidade superior a dez anos, em material reciclável e reaproveitável, com design arrojado e compatível com o clima tropical do Brasil. Mais dados... Coleta de dados. n XI) Entreguei a metodologia para o Professor. Fiz um primeiro ensaio na mão e coloquei na exposição de 8 de maio (Dia do Artista Plástico). n XII) Minha Visita na Spazzio (Loja) Fabrica peças em aço inox sob encomenda e trabalha com alumínio. Fui atendida por Henrique – Arquiteto que me ajudou muito e forneceu vários catálogos, folhetos e informações. Primeira idéia do objeto Reflexão n “Pensei que estava no caminho certo. Foi quando encontrei várias dificuldades e limitações no desenvolvimento do projeto. Consegui superar. Gosto de pensar de que de alguma forma estou contribuindo com a preservação das árvores. ” n Conceição Oliveira 2,50 m Reflexões n Apresentei o desenho ao professor. El e disse que em perspecti va ficou muito confusa a leitura visual do guarda-roupa e de seus comparti mentos e aconsel hou-me a fazer bidimensional e sem as portas para facilitar a visualização. PROJETO FINAL VISTA FRONTAL 2d SEM PORTAS VISTA FRONTAL SEM PORTAS DE VIDRO 2003.doc PROJETO FINAL VISTA FRONTAL 2d COM PORTAS projeto com porta Doc1.doc MEMORIAL n n n n n n n n n n n UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS DESENHO DE PRODUTO DEPARTAMENTO DE ARTES PROF. MS. LUCIANO BARBOSA MEMORIAL PROJETO DE DESIGN GUARDA-ROUPAS EM AÇO E VIDRO Conceição Ferreira da Silva de Oliveira Natal, junho de 2008. SUMÁRIO n n n n n n n APRESENTAÇÃO DO TEMA - Objetivo.......................................03 APRESENTAÇÃO DO OBJETO.........................................................................................04 MEDIDAS TOTAIS DO GUARDA ROUPA....................................05 PESQUISA HISTÓRICA....................................................................................06 JUSTIFICATIVAS PARA SOLUÇÕES ADOTADAS......................07 CONCLUSÃO.................................................................................08 REFERÊNCIAS............................................................................. 09 I – APRESENTAÇÃO n DO TEMA OBJETIVO O projeto tem como ponto inicial complementar aos mobiliários já existentes no mercado como mesas, cadeiras, estantes, etc. um guarda-roupa em aço e vidro visando atender a demanda crescente de preservação das árvores, com baixo impacto ambiental. Outro objetivo é realizar um produto com estética, materiais corretos e técnicas indicadas na f orma que corresponde à função. II - APRESENTAÇÃO DO OBJETO: n n n a) De acordo com dados coletados Em reportagem do Jornal Hoje (Rede Globo) no mês de junho/2008, na qual mostrava o comércio ilegal da madeira e o índice de desmatamento, que em abril de 2008 foi de 1123 Km2 na Amazônia, equivalente ao Estado do Rio de Janeiro; Do artigo na Revista Formas - nº 89, onde relata que muita madeira é usada no Brasil para fazer móveis e grande parte desta madeira é desperdiçada, pois as grandes fábricas através de um rígido controle de qualidade buscam apenas as partes nobres dos troncos, aquelas de cor uniforme e sem defeito; Do site da MINERADORA VALE, no qual relata que o Brasil é – através da Mineradora Vale do Rio Doce – a maior produtora de minérios de ferro do mundo. Descrição do Objeto n n Segue a proposta de um guarda-roupa com estrutura em aço tubular, laterais em vidro temperado e portas deslizantes. Prateleiras em vidro temperado, sustentada por suportes em aço. Gavetas com estruturas em aço com corrediças em aço, lateral e fundo em vidro temperado. Calceiro com 12 varetas, com corrediças, altamente resistente. Tubo cromado em “T” (móvel) e reto para cabides e gravatas. Suportes e arremates; porta cintos com 6 ganchos; parafusos; ferragens; batoque e pés em aço cromado. Puxadores em aço. Possuindo excelente custo benefício, inclusive no que se refere aos predadores como cupins, o objeto constitui de durabilidade superior a dez anos, matéria-prima reciclável e reaproveitável e oferece design arrojado e compatível com o clima tropical do Brasil. b) Medidas totais do guarda -roupa: n n n n n n n Estrutura em forma tubular em aço quadrado medindo 3X3 cm; Altura: 2,00; Largura: 2,50; Profundidade: 0,55 cm; 04 tubos cilíndrico em aço medindo cada 2100 mm X 50,8 mm (2 polegadas) anexado a estrutura do guarda-roupa com extensão para os pés; 02 Laterais em vidro temperado medindo cada 1,94 m X 0,52 cm; 02 Partes superiores (separadas pela estrutura central) em vidro temperado medindo cada 1,20 m X 0,52; 02 Partes inferiores (separadas pela estrutura central) em vidro temperado medindo cada 1,20 m X 0,52; 02 partes nas costas (separadas pela estrutura em aço) em vidro temperado medindo cada 1,94 m X 1.205 m; Ainda as medidas n n n n 02 pés medindo cada100 mm X 50,8 mm (2 polegadas); 02 portas em vidro temperado, medindo cada 1,27 m X 2,00 m (à esquerda); 02 portas em vidro temperado, medindo cada 1,27 m X 1,57 m (à direita); 04 roldanas convencionais em aço, com corrediças em aço, medindo cada 1,5 cm X 1,25 cm. MEDIDAS À direita 04 gavetas medindo cada 0,60 X 0,25 cm X 0,55 cm 02 prateleiras 0,20 X 0,55cm; 01 divisória em vidro, medindo 2,04 m X 0,55 cm 01 divisória em vidro, medindo 1 m X 0,55 cm 01 prateleira em vidro, medindo 1, 25 X 0, 55 cm 01 tubo cromado em “T” (para cabides móveis) medindo 650 X 25,4mm X 700 X 25,4mm (1 polegada) 01 tubo cromado reto (para gravatas) medindo 300 X 25,4 mm; (1 polegada); Ainda a direita 02 suportes e arremates (para haste), medindo 25,4m m (1 polegada); Suporte com 06 ganchos para cintos, medindo 315 X 33 X 60 mm; 02 batoques cromados; Calceiro T.T. com 12 varetas, medindo 445 X 180 X 430 mm; 02 batoques cromados. MEDIDAS n À esquerda: 04 gavetas medindo 0,62 X 0,20 X 0,55 cm – cada; 03 prateleiras medindo 0,32 X 0,55 cm – cada; 01 divisória em vidro medindo 1,70 X 0,55 cm; 01 tubo cromado medindo 300 X 25,4mm (1 n n n n polegada); n n n n 01 divisória em vidro medindo 1,70 X 0,55 cm; 06 prateleiras em vidro medindo 0,20 X 0,31X0,55cm 06 batoques 01 tubo cromado em “T” (para cabides móveis) medindo 650 X 25,4mm X 700 X 25,4mm (1 polegada). c) PESQUISA HISTÓRICA: n n n n Tendência brasileira: o maior campo de atuação do design está na Indústria do mobiliário – Criação de móveis sincronizados com ar quitetura moderna. Década de 70 e 80: móvel de autor (p/elite, grife), móvel de massa, móvel reciclado. Tecnologia, matéria-prima, metodologia e produção são os principais recursos da geração atual. Materiais, avanço tecnológico, novos materiais, preocupações ecológicas entre outros tópicos são destacados no design de produtos no Brasil na revolucionária década de noventa. 06 d) JUSTIFICATIVAS PARA AS SOLUÇÕES ADOTADAS n A preocupação do designer em projetar um objeto que visa atender as necessidades do consumidor e concomitantemente respeitar as normas ergonômicas nas quais Schulmann, 1994 cita: “A abordagem ergonômica de um produto consiste em certificar-se de que sua estrutura e suas dimensões levem a uma utilização confortável, levando em conta as proporções do corpo humano”, condicionou-me adotar medidas e adicionar ao objeto conteúdos que proporcionem ao consumidor praticidade, versatilidade e funcionalidade, transformando o espaço em grandes soluções como, por exemplo, cabide em “T” móvel e calceiro com corrediças altamente resistentes. Justificativas n Projetado para casal, o guarda-roupas em seu interior apresenta design estratégico dividido em duas partes buscando organização do vestuário tanto masculino, quanto feminino. As divisórias foram pensadas a partir de pesquisas realizadas em revistas de design de interiores e mobiliários e projetadas de forma a aproveitar os espaços e atingir os objetivos propostos: Praticidade e funcionalidade com estética. III - CONCLUSÃO n n n É importante ressaltar que a realização do projeto foi um desafio proveitoso, pois em cada passo, em cada dado coletado, nas entrevistas, o objeto foi tomando forma. Acredito que consegui projetar um mobiliário com design arrojado, atendendo as normas estéticas e funcionais, pois todas as etapas foram refletidas e pesquisadas com a finalidade de ati ngir o objetivo proposto pelo professor e o melhor resultado do produto. A mediação também é muito importante, pois através de um mestre dedicado e conhecedor do conteúdo aplicado, que o aluno se reflete e se empenha em fazer o melhor. Enfim, durante todo período da disciplina Desenho de Produto, pude conhecer o universo do design até então somente visto por mim superficialmente. A experiência acrescentou muito para meu conhecimento. IV - BIBLIOGRAFIA CONSULTADA INTERNET RCK STUDIO. LOJA VIRTUAL DE MÓVEIS. Disponível em: www.rckstudio.com.br. Acessado em: 15 de maio de 2008. ELETROSOM. LOJA VIRTUAL DE MÓVEIS. Disponível em: www.eletrosom.com.br. Acessado em: 15 de maio de 2008. VALE. MINERADORA Disponível em: http://www.vale.com/vale/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=2 Acessado em: 29 de abril de 2008. PERIÓDICO: INESMOL. Móveis que respeitam a natureza. FORMAS, Arquitetura Potiguar. Natal/RN. n. 89, p.35-36, maio 2008. Consulta CATÁLOGOS: CASA SHOW ROOM. Natal/RN, n.001, p. 04-21, abr. 2008. AÇObrasil. Brasilidade nos detalhes. Parnamirim/RN. PUXADORES HASTVEL. Cascavel/PR. ARAMADOS JOMER. Granja Viana Cotia/SP. LIVRO: SHULMANN, Denis. O desenho Industrial, Campinas, SP: Ed. Papirus, 1994. Bibliografia consultada -Portfólio n Seguem as fontes da coleta de dados para confecção do portfólio. n INTERNET DESIGN JAPONÊS. Di sponível em:http://diversao.uol.com.br/album/design_japao100_album.jhtm acessado em : 20 de abri l de 2008. DESIGN PÓS-MODERNO. Disponível em: http://nauti lus.fis.uc.pt/cec/designintro/posmod.html Acessado em: 02 de mai o de 2008. BAUHAUS. Di sponível em: http://images.google.com.br/i mages?q=Bauhaus&gbv=2&hl =ptBR&start=20&s a=N&ndsp=20 . Acessado em: 09 de abri l de 2008. Ainda consulta... GRUPO DE STIJ L. Disponível em: http://images.google.com.br/i mages?q=Grupo+De+Sti jl+&gbv=2&hl=pt BR&start=20&s a=N&ndsp=20 . Acessado em: 09 de abri l de 2008. DEUTSCHER W ERKBUND. Disponível em: http://images.google.com.br/i mages?gbv=2&hl=ptBR&q=Deuts cher+Werkbund+&btnG=Pes quisar+imagens . Acessado em: 09 de abril de 2008. DESIGN JEAN PIERRE VITRAC. Disponível em: http://www.strategies.fr/archives/1174/117404801/ ----jean-pierre-vitrac.html Acessado em: 25 de març o de 2008. Mais dados... ERGONOMIA. Disponível em: www.eps.ufsc.br/disserta97/viera/cap2.htm . Acessado em: 15 de abri l de 2008. PARQUE DA CIDADE. Di sponível em: http://images.google.com.br/i mages?hl=ptBR&q=parque+da+ci dade+Natal&btnG=Pes quisar+imagens.&gbv=2 Acessado em : 25 de mai o de 2008. DESIGN JOÃO DIAS. Di sponível em:http://i mages.google.com.br/i mages?hl=ptBR&q=JO%C3%83O+DIAS&btnG=Pesquis ar+imagens&gbv=2. Acessado em: 30 de mai o de 2008. Mais dados LIVRO AZEVEDO, Wilton. O que é design. Brasiliense, 1988. HERNÁNDEZ, Fernando. Cultura Visual, Mudança Educat iva e Projeto de Trabalho. Porto Alegre: Artmed, 2006.