Portfólio
Universidade Federal do
Rio Grande do Norte
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Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes
Departamento de Artes
Curso: Artes Visuais
Disciplina: Desenho de Produto
Professor: Ms. Luciano Barbosa
Nome: Conceição Ferreira da Silva de Oliveira
Natal, junho de 2008.
Primeiro dia de aula
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Natal, 18 de fevereiro de 2008. Primeiro dia de aula do meu
5º período do Curso de Artes Visuais na UFRN. Aula de
Desenho de Pr oduto, com Professor Luciano. Confesso que
houve certa resistência para me matricular nesta disciplina,
pois quando vi a ementa no PPP, fiquei preocupada devido
ao desenho tridimensional. Mas, o examinei cuidadosament e
e logo me animei por que havia oficina de maquete, que é a
“minha praia”. Fiquei um pouco decepcionada quando o
Professor disse que depender ia muito de cada um para que
essa oficina acontecesse (não entendi direito).
Exercícios para casa
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Leitura dos textos: Utilização do portfólio na
Avaliação do ensino a Distância; Portfólio: uma
proposta de avaliação como reconstrução do
processo de aprendizagem; Texto do Livro
“Cultura Visual, Mudança Educativa e Projeto de
Trabalho” de Fernando Hernandez - O portfólio:
avaliação como reconstrução do processo de
aprendizagem. Mudanças no ensino e na
aprendizagem e mudanças na avaliação e
Desenho Industrial ou Design. Textos, frutos da
apresentação da ementa no que se refere sobre
avaliação.
Diário de bordo
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Natal, 19 de feverei ro de 2008. Comecei a
fazer as primeiras leituras. Fiquei
encantada com o método de avaliação. Já
tinha visto algo em disciplinas com o Prof.
Vicente (scrap book). Estou mui to animada
com a idéia e me propus a enfrentar esse
desafio. Então...
Philipe Starck.
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Logo que começar am as aulas, o professor nos deu
algumas referências bibliogr áficas, uma delas era o
livro de Philipe Star ck. Extremamente excêntrico!
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Designer francês que promove o seu nome com
entrevistas que exaltam o culto a sua grife. Dono de
uma irreverência incontestável, Starck trabalha com
peças as quais são dadas uma nova forma
(excêntrica) , quer seja em mobiliário ou em
vestimenta.
Imagens Philipe Starck.
Moore Armchair
bedside gun lamp.
PERGUNTAS SOBRE PORTIFÓLIO
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I) O que é portfólio?
De maneira geral é um local (pode ser uma pasta de arquivo,
caixa, CD, etc.) onde se organizam e classificam dados, reflexões
e impressões de um determinado objeto de estudo.
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II) Para que serve?
Serve para registrar a evolução do indivíduo ao longo do processo
de ensino-aprendizagem, em uma pesquisa ou mesmo em um
trabalho artístico, onde os indivíduos envolvidos possam detectar o
andamento da disciplina ou pesquisa, proporcionando possíveis
mudanças, com a finalidade de aproximar o máximo possível do
objetivo proposto.
III) Onde se aplica?
Em todas as áreas do conhecimento, pode ser aplicado como
coletânea de trabalhos realizados por publicitários, como processo de
avaliação continuada das escolas de ensino fundamental , médio e
universidade aos quais são feitos de forma pres encial ou à distância.
IV) O que são conteúdo e continente?
Conteúdo: Material coletado ao longo do processo de
pesquisa, disciplina ou curso. Como impressões, reflexões, reações
aos textos indicados, sentimentos, trabalhos, dados coletados na
internet etc.
Continente: Local onde o materi al coletado (conteúdo),
deverá ser colocado (arquivado). Pode ser uma caixa, um classificador
de documentos , uma pasta, ou um CD-ROOM (continente virtual).
Continuando...
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V) Como avaliar o aluno através do Portfólio?
O aluno deverá estar em constante avaliação. O material coletado
ao longo da disciplina deverá ser constantemente visto e revisto e
discutido pelo professor, que com o aluno indicará o caminho. O
professor deverá ser objetivo (claro) no que se refere aos
propósitos do portfólio, na instrução da reflexão, na aprendizagem
de cada aluno e nas finalidades do curso. Barton e Collins nos
propõem alguns critérios de avaliação. HERNÁDEZ (2000, p. 173):
Técnicos:
a- Tem algumas metas e reflexões explícitas?
b- Cada documento tem um cabeçalho que lhe dê sentido?
Qualitativos:
a- Até que ponto o estudante evoluiu para as metas
estabelecidas?
b- O que aprendeu?
c- É suficiente ou deve aprofundar algum aspecto?
d- Que qualificação lhe corresponde em função do critério
estabelecido pela escola ou sistema escolar.
6) Exemplos e sugestões para construir um bom portfólio.
Exemplo: Construir imediatamente as informações diárias
coletadas em sala de aula para um melhor aproveitamento
Sugestão: Não deixar de anotar todas as fontes.
Já vou aplicar...
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Natal, 20 de fevereiro de 2008. Propus em meio
a uma reunião do estágio no CMP -Centro
Pastoral Marista- (na qual havia uma dúvida
para avaliação se seria individual ou coletiva)
ser realizada por meio da técnica de Port fólio.
Houve uma excelente aceitação. As idades dos
alunos vão de 12 a 18 anos.
Aula de Introdução de História do
Desenho Industrial.
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Importante anotar que o termo design tem origem na língua
inglesa e significa desenho ou projeto. Em latim designare –
escolher por sinais. Em português: projeto, composição visual ou
intenção de colocar em prática um plano intencional a serviço
dos meios de reprodução em massa. Aqui, eu escolho a citação
de Jean Pierre Vitrac, designer francês: ‘O design é uma
atividade que consiste em criar, segundo parâmetros
econômicos, técnicos e estéticos, produtos e objetos que serão
em seguida fabricados e comercializados’ (VITRAC apud
SCHULMANN, 1991).
Coleta de dados
Couverts pour enfants Tri Bambini,
2000 – por Vitrac
Histórico do Design
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O design surgiu gradualmente com a revolução
industrial. Com o surgimento da indústria, tenta-se
aproximar artesão e máquina, procurando uma
interação entre ambos. Surgem os objetos, que
produzidos em quantidade vem atender as
necessidades da massa. O objeto mais importante que
marcou o surgimento do sistema americano de
produção foi o automóvel, mas primeiro produzido em
massa nos EUA f oi o rifle de pederneira. Mas, na
Europa, um dos primeiros produtos popularizados pelos
novos meios de produção foi a bicicleta “Segura” de
John Kemp.
Algumas imagens da história do design.
Em 1908, Henry Ford criou o Modelo T.
Rifle de pederneira (sílex
que produz faísca ao
atritar com metal) de John
H. Hall, 1824
Mais imagens...
Bicicleta “Segura” de John Kemp
Movimento, estilos e escolas.
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Movimento
Arts and Crafts- artes
e ofícios
( segunda metade do
século XIX)
Reação contra
Revolução Industrial
Renascimento das
artes decorativas
Silla de mesa - A. H. Mackmurdo
– 1882
Estilo - Art Noveau
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Nome derivado da loja de Samuel Bing, de Paris, onde eram
expostos trabalhos de alguns artistas. (por volta de 1900).
Valorizava o trabalho individual do artista que buscava reproduzir a
natureza.
Falava da vida bucólica que começava a sumir da Europa.
Caracteriza-se pelas formas botânicas, florais, curvas assimétricas,
mas também pela austeridade das formas geométricas, planos
retos e delgados.
Mobiliário e acessórios (vestimentas)
Art Noveau
nFIVELAS
PARA CINTO
DE 1904, E CADEIRA
DE BALANÇO DE 1903
DE HENRY VAN DE
VELDE
Publicidade
RÓTULO DE LOÇÃO
Arquitetura
CASA MILÀ DE ANTÔNIO GAUDÍ
Campo gráfico (Brasil)
EMBLEMA DA BIBLIOT ECA
NACIONAL
Estilo - Art Déco
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Estilo decorativo (Décadas 20 e 30 do séc. XX)
Associado ao espírito modernista nas décadas de 20 e
30.
Diferença básica entre os estilos:
n Art Nouveau: estilo de elite europeu
n Art Déco: estilo popular/de massa nos Estados
Unidos
Arquitetura
Mobiliário
Deutscher Werkbund
Moldagens de produto
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Associação de artistas (artesãosindustriais e publicitários) que
visava melhorar o trabalho
profissional mediante a educação
e a publicidade através da ação
conjunta entre arte, artes anato e
indústria.
Caráter social: enobrecer o
trabalho com a cooperação da
arte, da indústria e do trabal ho
manual.
Caráter econômico: melhorar a
qualidade dos produtos alemães
e favorecer sua exportaç ão.
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Reflexão:
Interessante a proposta
desta associação.
Penso que ela não é
elitista, pois dá
oportunidade para esse
conhecimento e
trabalho mútuo. Será
que é essa a proposta
mesmo?????
São parecidas com Art
Déco.
Imagens sobre Deutscher Werkbund
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Utilitário
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Arquitetura
Mobiliário
Grupo De Stijl – O Estilo
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Linhas retas
Cores primárias
Sintonia de propósi tos entre arqui tetura, as
artes plásticas e o design.
Influenciou a Bauhaus
Imagens Grupo De Stijl
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Mobiliário
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Interiores
Bauhaus – Casa da construção
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Novo caráter a relação artífice-artista
Pesquisava a fundo a arquitetura, a escultura, cenários para
teatro e dança, entre outras coisas.
Pregava a produção artística com a industrial, tentando
transformar o artesão em produtor industrial.
Inserir aos poucos o artesanato na indústria, já que este
havia sido eliminado da vida econômica com advent o da
revolução Industrial, e introduzi-lo na vida cotidiana da
sociedade moder na.
Início da década de 30: Forma deveria seguir à função. O
homem moderno deveria estar cercado de objetos
funcionais, inclusive sua casa, que passa a ser pensada não
só esteticamente, mas também funcionalmente.
Imagens Bauhaus
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Arquitetura
Mobiliário
Utilitário
Reflexão
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Há poucos dias levantei um debate na turma diante de um
questionamento que trago desde o ano passado quando
estudei cultura Brasileira. “Por que em nossa sociedade o
artesão é descriminado?”
O seu produto tem que ser mais barato - não é valorizado; o
seu talento é popular, comum; as pessoas que fazem não
precisam de conhecimento intelectual; e muitas outras coisas
que o afastam da elite. Criando um abismo entre a arte e o
artesanato. Hoje eu já posso depois do que eu li estes textos
da Bauhaus, Deutscher Werkbund. Penso que a proposta de
valorizar o artesão já foi levantada, e essas pessoas que cultuam a
arte erudita, elitizada, também cultuam a Bauhaus. Será que elas
ENTENDERA M a proposta de verdade? Ou estão seguindo a
onda?
Aula: Desenvolvimento do Design em diferentes países
Natal, 03/03/08 – Esta aula tem o objetivo de abordar o progresso e o
destaque do design em alguns países.
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Estados Unidos
A grande contribuição dos EUA para o design
industrial é a criação do que se convencionou chamar
de “sistema americano de fabricação”. Eles
estabeleceram os padrões e processos fundamentais
da moderna produção em massa industrial. Sua
característica básica era a produção em larga escala
de produtos padronizados, com partes
intercambiáveis, utilizando máquinas -ferramentas
numa seqüência de operações mecânicas
simplificadas (HESKETT,1997).
Imagens EUA
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Máquina Singer – Isaac Merrit Singer
Criou venda a prazo
Norman Bel Guedes – projeto de
aviões e automóvei s
Frank Lloyd Wright – projetou móveis, prédios,
residências, e se tornou um dos maiores
arquitetos do século XX.
Mais sobre o progresso e o destaque do design em
alguns países.
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Itália
1940 – Exposição industrial
marco para o design italiano
Pós-guerra – forte influência
da Pop-Arte norte-americana
na cultura italiana – nova
estética para a linguagem pop
européia.
Filosofia Menphis – prega a
idéia de que o objeto
prescinde do conforto,
importando mais sua
expressividade que sua
funcionalidade
Sillón estilo pop europeu
Ettore Sottsass
Agora ... Alemanha
Influenciados pela Bauhaus,
trabalham em conjunto com os
engenheiros.
Possui um forte conteúdo
técnico e uma estética
despojada.
Destaca-se com projetos para
AEG alemã tais como:
eletrodomésticos, utensílios
para cozinha etc.
Design bélico transformou a
Alemanha num celeiro de
experimentos antes e durante
a segunda guerra mundial.
Dieter Rams
Desklight
Dieter Rams
Os dez princípios do design.
Agora é a vez do Japão
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Fenômeno recente que integra
as estruturas industriais
As empresas dispõem, ao
mesmo tempo, de Designers
internos e recorre a designers
consultores externos.
Destaca-se principalmente do
design e produção de
produtos eletro-eletrônicos, de
precisão (relógios por ex.),
televisão, vídeo e automóveis.
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REFLEXÃO
Muito me impressionou o
destaque do Japão e sua
ascendência no campo do
design.
São criativos e competentes.
ImagenS
Lata de lixo desenhada por Shinsaku
Inoue para espaços públicos na cidade de
Osaka
A primeira TV portátil do mundo, desenvolvido pela Sony
Finalmente... BRASIL
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Design mobiliário e produção de objetos nasce a partir
de um processo de importação e de assimilação direta
de conceitos estéticos internacionais.
Maior campo de atuação: Indústria do mobiliário –
Criação de móveis sincronizados com arquitetura
moderna.
Destaque em móveis para escritório.
Objeto e a matéria são abordados do ponto de vista
técnico, mas com acabamento artesanal.
BrasiL
Década de 70 e 80: móvel de autor (p/elite, grife),
móvel de massa, móvel reciclado.
Tecnologia, matéria-prima, metodologia e produção
são os principais recursos da geração atual.
Avanço tecnológico, novos materiais, preocupações
ecológicas entre outros tópicos são destacados no
design de produtos no Brasil na revolucionária década
de noventa.
Por que no Brasil o mobiliário era mais importante?
Porque poderia ser construído de forma artesanal. O
Brasil ainda não era um país industrializado.
Algumas imagens de produtos e designers
brasileiros
PARQUE DA CIDADE
NATAL
Oscar Niemeyer
Museu Oscar Niemeyer
Mais imagens...
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Romero Brito
Nasceu no Recife em 1963, e começou a vender os seus primeiros
quadros nas feiras de sua cidade natal, por alguns trocados. Em
1989, um empresário sueco o conheceu e gostou de seus
trabalhos, assim, contratando o para promover seus produtos nos
Estados Unidos.
Algumas peças produzidas em telas foram
adaptadas para chinelos, perfumes , etc.
João Dias-Design em Natal
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Objeto
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Interiores
Design em Natal- João Dias
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Marcas
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Fachadas
Pós-Modernismo
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O Pós- Modernismo admite
que com o funcionalismo
resultou um formalismo. O
paradigma da complexidade
tornou-se uma referência
contemporânea. Em vez de
forma-função, decerto com
uma dimensão lúdica, o
designer equaciona o
problema de forma-função
. Cama do grupo
Archizoom .
Mais design Pós-Moderno
Manifesto do Bolor - "A arquitetura funcional provou estar no caminho
errado, é como pintar com uma régua... Só depois das coisas estarem
criativamente cobertas de musgo, com o qual temos muito a aprender,
teremos uma nova e maravilhosa arquitetura". Este extrato do "Manifesto
do Bolor Contra o Racionalismo em Arquitetura" de Hundertwas ser é um
dos primeiros programas pós-modernos.
Oposição - A tomada de consciência de que havia vários universos de
gosto abriu o caminho para a consciência das insuficiências emocionais do
funcionalismo que insistia em determinar o que era "bom" e o que era
"mau" e quais as funções que um objeto pode desempenhar. Esta situação
gerou uma onda de oposição ao modernismo, questionando-se os padrões
e os valores preestabelecidos.
AINDA DESIGN PÓS-MODERNO
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Forma - Fruição - Com a cultura pop dos anos 1960, nas esferas
culturais começava-se decididamente a rejeitar as divisões entre
"good" e "bad design", entre "good form" e "kitsch", entre cultura
erudita e cultura popular. A própria equação problemática do
design, a relação forma - função, deixava de ser aceite. Para o pósmodernismo o problema punha-se nas condições de uma relação
forma - fruição.
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Less is Bore - Outro pioneiro foi Robert Venturi que ao "less is
more" do funcionalismo opunha o "less is bore". Venturi propunha o
vernáculo ou uma arquitetura de banda desenhada, eclética,
ambígua, bem-humorada e despretensiosa, "aquilo que as pessoas
realmente gostam".
Mais...
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Diversos Univ ersos - As influências estéticas do Pop Des ign e de
movimentos como o Antidesign geraram entre os consumidores um largo
espectro de gostos, uma corrente diversificada de estilos de vida em
contradição completa com o programa unificador do funcionalismo ou dos
conceitos da Good Form.
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Alchimia - Admite-se que os primeiros objetos de design
deliberadamente pós-modernos foram os dos grupos italianos Archizoom
(1966), Alchimia (1976) e Memphis (1981). Entre os membros do grupo
Alchimia salientam-se Ettore Sotts ass e Alessandro Mendini. No seu
programa pretendiam afirmar-se como um "pós-radical fórum de
discussão". Em vez de s e concentrarem num design voltado para a
produção em massa ou sobre a utilidade dos objetos, eles voltavam-se
para uma expres siva, imaginativa, poética e irônica atitude projetual.
Um pouco mais...
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New Design - O grupo Memphis (1981) levava os coloridos laminados
plásticos (fórmica, melamina) dos bares e cafés dos anos 1950 para o
ambiente doméstico. A intenção era estabelecer uma comunicação
espontânea entre o objeto e o utilizador. Os grupos Alchimia (1976) e
Memphis foram os catalisadores do denomi nado New Design (anos 1980),
uma larga frente de des envolvimentos anti-funcionalistas na Itália,
Espanha, Alemanha, França, Grã-Bretanha, EUA e Japão.
n
Designers Pop-Stars - Entre os designers pós-modernos do New
Design refiram-se os nomes dos italianos Sottsass, Mendini, Gaetano
Pesce, o americano Michael Graves, os ingleses Jasper Morrison, Ron
Arad e Tom Dixon, o franc ês Philip Starck, o espanhol Javier Mariscal, os
japoneses Kuramata e Umara, e mui tos outros poderiam ser citados. O
design pós-moderno sente-se livre de escolher e combinar a gramática
modernista com elementos historicistas, a ornamentaç ão e o minimalismo,
o neo-barroco e o abstrato, os materiais nobres e o kitsch, a produç ão em
massa, a série limitada ou a peça única.
Imagens do design Pós -Moderno
Candeeiro de
Umeda (1982)
Trolei de Mariscal.
Mais...
Cadeira de Robert
Venturi (1984).
Verner Panton. Instalação para a
exposição da Bayer "Visiona II" em
Colónia (1970).
Ergonomia
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“A abordagem ergonômica de um produto consiste em
certificar-se de que sua estrutura e suas dimensões
levem a uma utilização conf ortável, levando em conta
as proporções do corpo humano ”. (Schulmann, 1994).
Alguns exemplos de incompatibilidade do
trabalhador com seu posto de trabalho
* Esticar o pescoço para ver além e seu
alcance.
* Comprimir os joelhos na mesa de trabalho.
•
* Tentar esticar-se a todo momento para
alcançar algo.
* Ficar horas em uma mesma posição.
* Trabalhar com mobiliários de escritório
inadequados.
A LER pode ser classificada em 3 estágios:
n
Segundo BRAW NE (apud, CUNHA et al., 1992, p.48), a LER pode
ser classificada em 3 estágios:
n
I. Há dor e fadiga do braço afetado, durante o trabalho, cessando à
noite e nos dias de folga.
Não há redução significativa da produtividade.
Não há sinais físicos
O quadro persiste por semanas ou meses, mas é REVERSÍVEL.
Mais LER
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II. Há dor recorrente e fadiga, que aumentam inicialmente durante a
jornada de trabalho e permanecem por mais tempo.
Os sistomas não mais desaparecem à noite, perturbando o sono
do indivíduo.
Redução da produtividade quando em trabalhos repetitivos.
Sinais físicos podem estar presentes.
Usualmente persiste por meses.
n
III. A dor, a fadiga e a fraqueza agora persistem mesmo em
repouso e pode haver dor mesmo sem movimentos repetitivos.
Esses sintomas perturbam o sono.
O paciente é incapaz de boa performance até para trabalhos leves.
Os sinais agora estão presentes.
Poderá permanecer o quadro por meses ou anos.
Projeção Ortogonal
n
A finalidade principal de um desenho técnico é fazer
com que os objetos possam ser manuf aturados, ou
dispostos de acordo com o plano de quem os projetou.
Por conseguinte , o desenho deve dar uma idéia
inteiramente clara das partes, sem qualquer conf usão
possível, sendo também apropriado para indicação das
dimensões. A PROJEÇÃO ORTOGONAL atende
inteiramente esses pré-requisitos.
Projeção Ortogonal
n
REFLEXÃO
Considero este tipo de desenho muito interessante. Gostaria de
entender melhor e ter mais tempo para realizá-lo. Nas disciplinas
que tive , não consegui ainda aprender.
Durante esse conteúdo, realizamos alguns exercícios.
Apresentação da Página
Ricardo (funcionário do Deart) a pedido do Prof essor,
montou uma página na internet para apresentação dos
Portfólios executados durante o semestre.
Interessante a forma na qual vão ser apresentados o
produto final da disciplina.
Ficou muito boa. Gostaria de aprender a faz er o
portfólio igual o que o Professor Luciano nos mostrou.
METODOLOGIA DE PROJETO
n
Legenda da imagem ou
do elemento gráfico.
Objetivo:
A metodologia tem como objetivo disciplinar o projetista ou
designer no sentido de apontar-lhe um caminho dentro das infinitas
possibilidades projetuais que lhes são oferecidas.
O designer tem que dominar um método que permita a realização
do seu projeto com os materiais corretos, as técnicas indicadas e
na forma que corresponde a função. Deve também projetar objetos
que não possuam apenas qualidades estéticas, mas onde cada
componente , mesmo a econômica, deva ser considerada ao
mesmo nível. Além disso, o designer deve preocupar-se com a
compreensão do seu produto por parte do público.
Passos do meu projeto
n
I) Assistindo a uma reportagem s obre a Companhi a Vale do Rio Doce,
pude ter a informação de que o Bras il têm a maior mineradora de materiais
ferrosos do mundo. Refl eti que em mei o a tamanha exploração das
florestas, por que não faz er um projeto de um guarda -roupa para
completar o mobiliário já existente em ferro, aç o e alumínio?
n
II) Comecei
a pesquisa:
a- Visitei o site da Vale e obtive os seguintes resultados:
Política de reflorestamento aprovada pelo Ministério do Meio Ambiente
Confirmação que é a mai or produtora de minério de Ferro do mundo
A mina explorada tem a capacidade de oferec er minério de ferro por mai s
200 anos. (tempo suficiente para retomada de nossas florestas).
Mais pesquisas...
n
III) Estudei os textos fornecidos pelo Professor e conclui que levando em
conta o clima tropical do Brasil, o guarda -roupas tornaria o ambiente
agradável.
n
IV) Pesquisei alguns modelos de guarda -roupa.
Apresentação prévia para o Professor
Legenda da imagem ou do
elemento gráfico.
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V) Precisava entender melhor, para realiz ar melhor.
VI) Fiquei perdida no assunto, mas aos poucos fui me
encontrando...
VII) Comecei novamente. Agora usando a Metodologia
segundo Bruno Munari.
VIII) Participei de uma Oficina de Portfólio – Capitania
das Artes
O Projeto
IX) Ficou:
n
Enunciado do Problema: Pensando no comércio ilegal
da madeira e em razão do Brasil ser – através da
Mineradora Vale do Rio Doce – a maior produtora de
minérios de ferrosos do mundo.
n
Li que muita madeira é usada no Brasil para fazer
móveis. E que grande parte desta madeira é
desperdiçada, e as grandes fábricas, através de um
rígido controle de qualidade, buscam apenas as partes
nobres dos troncos, aquelas de cor uniforme e sem
“defeitos”, o resto é descartado .
Segue a proposta
n
X) Por isso, segue a proposta cujo objetivo é
complement ar aos mobiliários já existentes
como mesas, cadeiras, estantes, etc. um
guarda-roupas de aço e alumí nio, moderno,
baixo impact o ambiental, durabilidade superior
a dez anos, em material reciclável e
reaproveitável, com design arrojado e
compatível com o clima tropical do Brasil.
Mais dados...
Coleta de dados.
n
XI) Entreguei a metodologia para o Professor. Fiz um primeiro
ensaio na mão e coloquei na exposição de 8 de maio (Dia do
Artista Plástico).
n
XII) Minha Visita na Spazzio (Loja)
Fabrica peças em aço inox sob encomenda e trabalha com
alumínio. Fui atendida por Henrique – Arquiteto que me ajudou
muito e forneceu vários catálogos, folhetos e informações.
Primeira idéia do objeto
Reflexão
n
“Pensei que estava no caminho certo. Foi quando
encontrei várias dificuldades e limitações no
desenvolvimento do projeto. Consegui superar. Gosto
de pensar de que de alguma forma estou contribuindo
com a preservação das árvores. ”
n Conceição Oliveira
2,50 m
Reflexões
n
Apresentei o desenho ao professor. El e
disse que em perspecti va ficou muito
confusa a leitura visual do guarda-roupa e
de seus comparti mentos e aconsel hou-me
a fazer bidimensional e sem as portas para
facilitar a visualização.
PROJETO FINAL
VISTA FRONTAL 2d
SEM PORTAS
VISTA FRONTAL SEM PORTAS DE VIDRO
2003.doc
PROJETO FINAL
VISTA FRONTAL 2d
COM PORTAS
projeto com porta Doc1.doc
MEMORIAL
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n
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
DESENHO DE PRODUTO
DEPARTAMENTO DE ARTES
PROF. MS. LUCIANO BARBOSA
MEMORIAL
PROJETO DE DESIGN
GUARDA-ROUPAS EM AÇO E VIDRO
Conceição Ferreira da Silva de Oliveira
Natal, junho de 2008.
SUMÁRIO
n
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n
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APRESENTAÇÃO DO TEMA - Objetivo.......................................03
APRESENTAÇÃO DO
OBJETO.........................................................................................04
MEDIDAS TOTAIS DO GUARDA ROUPA....................................05
PESQUISA
HISTÓRICA....................................................................................06
JUSTIFICATIVAS PARA SOLUÇÕES ADOTADAS......................07
CONCLUSÃO.................................................................................08
REFERÊNCIAS............................................................................. 09
I – APRESENTAÇÃO
n
DO TEMA
OBJETIVO
O projeto tem como ponto inicial complementar aos
mobiliários já existentes no mercado como mesas,
cadeiras, estantes, etc. um guarda-roupa em aço e vidro
visando atender a demanda crescente de preservação
das árvores, com baixo impacto ambiental. Outro objetivo
é realizar um produto com estética, materiais corretos e
técnicas indicadas na f orma que corresponde à função.
II - APRESENTAÇÃO DO
OBJETO:
n
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a) De acordo com dados coletados
Em reportagem do Jornal Hoje (Rede Globo) no mês de
junho/2008, na qual mostrava o comércio ilegal da madeira e o
índice de desmatamento, que em abril de 2008 foi de 1123 Km2 na
Amazônia, equivalente ao Estado do Rio de Janeiro;
Do artigo na Revista Formas - nº 89, onde relata que muita madeira
é usada no Brasil para fazer móveis e grande parte desta madeira
é desperdiçada, pois as grandes fábricas através de um rígido
controle de qualidade buscam apenas as partes nobres dos
troncos, aquelas de cor uniforme e sem defeito;
Do site da MINERADORA VALE, no qual relata que o Brasil é –
através da Mineradora Vale do Rio Doce – a maior produtora de
minérios de ferro do mundo.
Descrição do Objeto
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Segue a proposta de um guarda-roupa com estrutura em aço
tubular, laterais em vidro temperado e portas deslizantes.
Prateleiras em vidro temperado, sustentada por suportes em aço.
Gavetas com estruturas em aço com corrediças em aço, lateral e
fundo em vidro temperado. Calceiro com 12 varetas, com
corrediças, altamente resistente. Tubo cromado em “T” (móvel) e
reto para cabides e gravatas. Suportes e arremates; porta cintos
com 6 ganchos; parafusos; ferragens; batoque e pés em aço
cromado. Puxadores em aço.
Possuindo excelente custo benefício, inclusive no que se refere
aos predadores como cupins, o objeto constitui de durabilidade
superior a dez anos, matéria-prima reciclável e reaproveitável e
oferece design arrojado e compatível com o clima tropical do Brasil.
b) Medidas totais do guarda -roupa:
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Estrutura em forma tubular em aço quadrado medindo 3X3 cm;
Altura: 2,00; Largura: 2,50; Profundidade: 0,55 cm;
04 tubos cilíndrico em aço medindo cada 2100 mm X 50,8 mm (2
polegadas) anexado a estrutura do guarda-roupa com extensão
para os pés;
02 Laterais em vidro temperado medindo cada 1,94 m X 0,52 cm;
02 Partes superiores (separadas pela estrutura central) em vidro
temperado medindo cada 1,20 m X 0,52;
02 Partes inferiores (separadas pela estrutura central) em vidro
temperado medindo cada 1,20 m X 0,52;
02 partes nas costas (separadas pela estrutura em aço) em vidro
temperado medindo cada 1,94 m X 1.205 m;
Ainda as medidas
n
n
n
n
02 pés medindo cada100 mm X 50,8 mm (2 polegadas);
02 portas em vidro temperado, medindo cada 1,27 m X 2,00 m (à
esquerda);
02 portas em vidro temperado, medindo cada 1,27 m X 1,57 m (à
direita);
04 roldanas convencionais em aço, com corrediças em aço,
medindo cada 1,5 cm X 1,25 cm.
MEDIDAS
À direita
04 gavetas medindo cada 0,60 X 0,25 cm X 0,55 cm
02 prateleiras 0,20 X 0,55cm;
01 divisória em vidro, medindo 2,04 m X 0,55 cm
01 divisória em vidro, medindo 1 m X 0,55 cm
01 prateleira em vidro, medindo 1, 25 X 0, 55 cm
01 tubo cromado em “T” (para cabides móveis) medindo 650
X 25,4mm X 700 X 25,4mm (1 polegada)
01 tubo cromado reto (para gravatas) medindo 300 X 25,4
mm; (1 polegada);
Ainda a direita
02 suportes e arremates (para haste), medindo 25,4m m (1
polegada);
Suporte com 06 ganchos para cintos, medindo 315 X 33 X 60 mm;
02 batoques cromados;
Calceiro T.T. com 12 varetas, medindo 445 X 180 X 430 mm;
02 batoques cromados.
MEDIDAS
n
À esquerda:
04 gavetas medindo 0,62 X 0,20 X 0,55 cm – cada;
03 prateleiras medindo 0,32 X 0,55 cm – cada;
01 divisória em vidro medindo 1,70 X 0,55 cm;
01 tubo cromado medindo 300 X 25,4mm (1
n
n
n
n
polegada);
n
n
n
n
01 divisória em vidro medindo 1,70 X 0,55 cm;
06 prateleiras em vidro medindo 0,20 X 0,31X0,55cm
06 batoques
01 tubo cromado em “T” (para cabides móveis) medindo 650 X
25,4mm X 700 X 25,4mm (1 polegada).
c) PESQUISA HISTÓRICA:
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n
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Tendência brasileira: o maior campo de atuação do design
está na Indústria do mobiliário – Criação de móveis
sincronizados com ar quitetura moderna.
Década de 70 e 80: móvel de autor (p/elite, grife), móvel de
massa, móvel reciclado.
Tecnologia, matéria-prima, metodologia e produção são os
principais recursos da geração atual.
Materiais, avanço tecnológico, novos materiais,
preocupações ecológicas entre outros tópicos são
destacados no design de produtos no Brasil na
revolucionária década de noventa.
06
d) JUSTIFICATIVAS PARA AS SOLUÇÕES
ADOTADAS
n
A preocupação do designer em projetar um objeto que visa atender
as necessidades do consumidor e concomitantemente respeitar as
normas ergonômicas nas quais Schulmann, 1994 cita: “A
abordagem ergonômica de um produto consiste em certificar-se de
que sua estrutura e suas dimensões levem a uma utilização
confortável, levando em conta as proporções do corpo humano”,
condicionou-me adotar medidas e adicionar ao objeto conteúdos
que proporcionem ao consumidor praticidade, versatilidade e
funcionalidade, transformando o espaço em grandes soluções
como, por exemplo, cabide em “T” móvel e calceiro com corrediças
altamente resistentes.
Justificativas
n
Projetado para casal, o guarda-roupas em seu interior apresenta
design estratégico dividido em duas partes buscando organização
do vestuário tanto masculino, quanto feminino. As divisórias foram
pensadas a partir de pesquisas realizadas em revistas de design
de interiores e mobiliários e projetadas de forma a aproveitar os
espaços e atingir os objetivos propostos: Praticidade e
funcionalidade com estética.
III - CONCLUSÃO
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n
n
É importante ressaltar que a realização do projeto foi um desafio
proveitoso, pois em cada passo, em cada dado coletado, nas
entrevistas, o objeto foi tomando forma. Acredito que consegui projetar
um mobiliário com design arrojado, atendendo as normas estéticas e
funcionais, pois todas as etapas foram refletidas e pesquisadas com a
finalidade de ati ngir o objetivo proposto pelo professor e o melhor
resultado do produto.
A mediação também é muito importante, pois através de um mestre
dedicado e conhecedor do conteúdo aplicado, que o aluno se reflete e
se empenha em fazer o melhor.
Enfim, durante todo período da disciplina Desenho de Produto, pude
conhecer o universo do design até então somente visto por mim
superficialmente. A experiência acrescentou muito para meu
conhecimento.
IV - BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
INTERNET
RCK STUDIO. LOJA VIRTUAL DE MÓVEIS. Disponível em: www.rckstudio.com.br.
Acessado em: 15 de maio de 2008.
ELETROSOM. LOJA VIRTUAL DE MÓVEIS. Disponível em:
www.eletrosom.com.br. Acessado em: 15 de maio de 2008.
VALE. MINERADORA
Disponível em: http://www.vale.com/vale/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=2
Acessado em: 29 de abril de 2008.
PERIÓDICO:
INESMOL. Móveis que respeitam a natureza. FORMAS, Arquitetura Potiguar.
Natal/RN. n. 89, p.35-36, maio 2008.
Consulta
CATÁLOGOS:
CASA SHOW ROOM. Natal/RN, n.001, p. 04-21, abr. 2008.
AÇObrasil. Brasilidade nos detalhes. Parnamirim/RN.
PUXADORES HASTVEL. Cascavel/PR.
ARAMADOS JOMER. Granja Viana Cotia/SP.
LIVRO:
SHULMANN, Denis. O desenho Industrial, Campinas, SP: Ed. Papirus, 1994.
Bibliografia consultada -Portfólio
n
Seguem as fontes da coleta de dados para confecção do portfólio.
n
INTERNET
DESIGN JAPONÊS. Di sponível
em:http://diversao.uol.com.br/album/design_japao100_album.jhtm
acessado em : 20 de abri l de 2008.
DESIGN PÓS-MODERNO. Disponível em:
http://nauti lus.fis.uc.pt/cec/designintro/posmod.html
Acessado em: 02 de mai o de 2008.
BAUHAUS. Di sponível em:
http://images.google.com.br/i mages?q=Bauhaus&gbv=2&hl =ptBR&start=20&s a=N&ndsp=20 . Acessado em: 09 de abri l de 2008.
Ainda consulta...
GRUPO DE STIJ L. Disponível em:
http://images.google.com.br/i mages?q=Grupo+De+Sti jl+&gbv=2&hl=pt BR&start=20&s a=N&ndsp=20 . Acessado em: 09 de abri l de 2008.
DEUTSCHER W ERKBUND. Disponível em:
http://images.google.com.br/i mages?gbv=2&hl=ptBR&q=Deuts cher+Werkbund+&btnG=Pes quisar+imagens . Acessado em:
09 de abril de 2008.
DESIGN JEAN PIERRE VITRAC. Disponível em:
http://www.strategies.fr/archives/1174/117404801/ ----jean-pierre-vitrac.html
Acessado em: 25 de març o de 2008.
Mais dados...
ERGONOMIA. Disponível em:
www.eps.ufsc.br/disserta97/viera/cap2.htm . Acessado em: 15 de abri l
de 2008.
PARQUE DA CIDADE. Di sponível em:
http://images.google.com.br/i mages?hl=ptBR&q=parque+da+ci dade+Natal&btnG=Pes quisar+imagens.&gbv=2
Acessado em : 25 de mai o de 2008.
DESIGN JOÃO DIAS. Di sponível
em:http://i mages.google.com.br/i mages?hl=ptBR&q=JO%C3%83O+DIAS&btnG=Pesquis ar+imagens&gbv=2.
Acessado em: 30 de mai o de 2008.
Mais dados
LIVRO
AZEVEDO, Wilton. O que é design. Brasiliense, 1988.
HERNÁNDEZ, Fernando. Cultura Visual, Mudança Educat iva e
Projeto de Trabalho. Porto Alegre: Artmed, 2006.
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Portfólio da aluna ConceiçãoOliveira, Desenho de Produto