Resoluções Segmento: Pré-vestibular Coleção: Alfa, Beta e Gama. Disciplina: Física Caderno de Exercícios 1 Unidade I – Cinemática Série 3 – Movimento uniformemente variado 1. D Substituindo o valor de t = 4 s, na equação da velocidade dada tem-se; v = 5 – 2t → v = 5 – 2 . 4 → v = - 3 m/s. Portanto a velocidade nesse instante tem intensidade de 3 m/s e, como é negativa, tem sentido oposto ao da orientação da trajetória. A velocidade inicial é positiva (v0 = 5 m/s), logo a velocidade no instante t = 4 s tem sentido oposto ao da velocidade inicial. 2. C Dados: v0 = 72 km/h = 20 m/s; v = 54 km/h = 15 m/s; ∆t = 2,5 s. Como a aceleração é constante: ∆v 15 - 20 a= →a= → a = - 2 m/s² → |a| = 2 m/s² ∆t 2,5 3. B Como a aceleração é constante tem-se um MUV, cuja equação da velocidade em função do tempo é: v = v 0 + at → v 2 = 0+2t → v 2 = 2t . instante em que v2 é igual a v1 = 72 km/h = 20 m/s é assim calculado: 2t = 20 → t = 2 s. 4. E A partir das informações do enunciado tem-se: m m 1 v0 = 10 m/s; a = 60 s → a = 60 ⋅ ⋅ → a = 1 m/s² o intervalo ∆t = 0,5 min = min s 60 s 30 s, a velocidade tem intensidade igual a: v = v 0 + at → v = 10 + 1 .30 → v = 40 m/s . o deslocamento é: t2 30 2 → s - s 0 =10 .30 + 1 . → ∆s = 750 m . 2 2 Assim a velocidade média nesse intervalo é: s = s0 + v0 t + a vm = ∆s 750 → vm = → v m = 25 m/s . ∆t 30 5. B Como o módulo da aceleração |a| é constante, tem-se um movimento uniformemente variado (MUV). Então equação da velocidade em função do t empo v = v0 + at ) ( do primeiro grau, cujo gráfico é uma reta. Como o carro está freando, a aceleração é negativa () e o módulo de v é decrescente. Os gráficos mais adequados a esta situação são os da alternativa b. 6. B A aceleração escalar do M.U.V em questão é: ∆v a =am = ∆t 4-0 a= = 2m/s2 5-3 Da equação horária da velocidade, vem que: v = v 0 + at 4 = v 0 + 2 ⋅ (5) v 0 = -6m/s O deslocamento escalar pode ser pela propriedade gráfica: ∆s ≜ A1+A 2 ∆s = -9 + 4 ∆s = -5 m 7. B A partir da análise do gráfico verifica-se que nos trechos I e III o gráfico de v × t são segmentos de reta não paralelos ao eixo do tempo, portanto, trata-se de movimento uniformemente variado. Já no trecho II a velocidade é constante que é a característica de um movimento uniforme. 8. 05 Da análise do gráfico tem-se: De 0 a 10 s: A velocidade é constante. v = 12 m/s → v = 12 . 3,6 = 43,2 km/h De 10 s a 25 s: A aceleração é constante. ∆v 20-12 a = →a= → a ≅ 0,53 m/s² o deslocamento é ∆t 25 - 10 ( 20 + 12 ) ⋅15 → ∆s = 240 m Assim os itens (01) e (04) estão ∆s ≜ área → ∆s = 2 corretos e o item (02) está errado. O item (08) está errado pois o deslocamento nesse intervalo é dado por ∆s = v . ∆t → ∆s = 12 . ∆t. O item (16) está errado pois não há informações sobre a trajetória. 9. a) ∆s km m = 90 = 25 ∆t h s A distância de segurança (∆t = 2 s) para veículos com velocidade constante de 25 m/s vale: v= v= ∆s ∆s ⇒ 25 = ∴ ∆ssegurança = 50 m ∆t 2 b) O móvel 1 desloca-se até parar: v 2 = v 0 2 + 2 ⋅ a1 ⋅ ∆s1 0 = 252 - 2 ⋅ (-5) ⋅ ∆s1 ∴ ∆s1 = 62,5 m Estando os veículos nas condições de segurança inicialmente distanciados de 50 m e sabendo que existe um tempo de reação de 0,5 s, o deslocamento do móvel 2, para que não haja colisão vale ∆s2 = ∆ssegurança - ∆satraso + ∆s1 ∆s2 = 50 - 25 ⋅ 0,5 + 62,5 = 100 m A aceleração mínima do móvel 2 pode ser calculada por: v 2 = v 0 2 + 2 ⋅ a2 ⋅ ∆s 0 = 252 + 2 ⋅ a2 ⋅ 100 ∴ a2 = 3,125m/s2 10. O corpo executa um movimento uniformemente variado com: v0 = 36 km/h = 10 m/s a = - 4m/s2 a) No instante em que o veículo para: v = 0 v = v0 + at v = 10 – 4t=0 → t = 2,5 s b) 1 s = s0 + v 0 t + at 2 2 1 ∆s = 10t+ ⋅ (-4) ⋅ t 2 2 Para t = 2,5 s: ∆s = 10 ⋅ (2,5) - 2 ⋅ (2,5)2 ⇒ ∆s = 12,5 m 11. D Representando abaixo o gráfico dado e seus ângulos associados: Sendo os ∆OAB e ∆ECD: OB OB 2 10 = ⇒ = ∴ ED = 5 1 CE ED ED Como v D = -ED, temos que v D = -5 m/s 12. C Sabendo que o corpo, partindo do repouso, adquire movimento uniformemente variado acelerando, temos a cada intervalo de tempo de um segundo, deslocamentos crescentes. 13. A A partir do gráfico conclui-se que o movimento é uniformemente variado, assim: ∆v 10 - 20 a = cte → a = →a= → a = - 1 m/s² . ∆t 10 - 0 Sendo s0 = -10 m e v0 = 20 m/s, substituindo os valores na função horária para um MUV, tem-se: s = s0 + v0 t + a t2 1 → s = - 10 + 20t - t² ou x = - 10 + 20t - 0,5t² . 2 2 14. a) A partir da equação x = 5 + 16t – 2t², conclui-se que o movimento é uniformemente variado, cujo gráfico é uma parábola, sendo s0 = 5 m. Como a aceleração é negativa a concavidade da parábola é para baixo. A posição que corresponde ao vértice da parábola ocorre no instante em que o corpo para e inverte o sentido do movimento, assim: v = v0 + at → 0 = 16 – 4t → t = 4 s. Substituindo esse valor na função horária x = 5 + 16t – 2t², tem-se que x = 37 m. Resolvendo a equação x = 5 + 16t – 2t² = 0 tem-se t’ ≈ - 0,3 s e t’’≈ 8,3 s. Com essa informações montase o esboço. b) Comparando as equações: x = 5 + 16t – 2t² e s = s 0 + v 0 t + a t2 tem-se 2 que: v0 = 16 m/s e a/2 = - 2 → a = - 4 m/s². Substituindo em v = v0 + at → v = 16 – 4t . Em t = 4 s, v = 16 – 4 . 4 → v = 0. c) Utilizando a função horária x = 5 + 16t – 2t² , vem: t= 0 → x = 5 m; t = 4s → x = 37 m; t = 5s → x = 35 m. Então o deslocamento nesse intervalo é: ∆s = 35 – 5 = 30 m De 0s a 4s o movimento é favor da trajetória assim o deslocamento é igual à distância percorrida. ∆s = 37 - 5 = 32m. De 4s a 5s o movimento é contra a orientação da trajetória, então a distância percorrida é igual ao módulo do deslocamento. |∆s| = | 35 – 37| = 2m. Portanto, Dtotal = 32 + 2 = 34 m 15. x = -2-4t + 2t2 (SI) Para t = 0 : x = -2 m Para t’ = 4 s : x’ = -2 -44+242 = + 14 m x' - x +14 - (-2) 16 vm = = = t' - t 4-0 4 ∴ v m = 4m/s 16. B O instante em que o bloco a estará mais distante da roldana será quando sua velocidade for igual a zero. Comparando as equações: s = 8 + 4t – t² e t2 tem-se que: 2 v0 = 4 m/s e a/2 = - 1 → a = - 2 m/s². Substituindo em v = v0 + at → v = 4 – → 0 = 4 – 2t →t=2s s = s0 + v0 t + a 17. C Utilizando-se a definição de velocidade escalar média: ∆s 900 vm = ⇒ 15 = ∴ t = 60s ∆t t-0 Substitundo t = 60 sno gráfico I, obtemos: Sendo o gráfico v x t numericamente igual ao deslocamento e S(t = 0) = 0: 0 até 60 s ( 60+20 ) ⋅ v = 900 ⇒ v = 22,5 m/s 2 de 0 a 20 s 20 ⋅ v = 10 ⋅ 22,5 ∴ SR = 225 m 2 de 0 a 40 s SR = SS = ( 40+20 ) ⋅ v 2 = 30 ⋅ 22,5 ∴ SS = 675 m 18. C O gráfico de espaço em função do tempo indica que no instante t = 15 s, o móvel inverte o sentindo de seu movimento, logo: v = v0 +at 0 = v0 + a(1,5) → v0 = - 1,5ª E ainda, para o mesmo instante: s = s0 + v 0 t + at 2 2 a(1,5)2 ⇒ 1,5v 0 +1,125a = -4,5 2 Efetuando as devidas substituiçoes, vem que -2 = 2,5 + v 0 (1,5) + a = 4m/s2 e v 0 = -6m/s Assim, o gráfico da velocidade em função do tempo correspondente ao M.U.V em questão é: v = -6 + 4t 19. B Escrevendo a equação de Torricelli do automóvel: v 2 = v 0 2 + 2 ⋅ a ⋅ (x - x 0 ) (6)2 = 2 ⋅ a ⋅ (9) ⇒ a = 2m/s2 20. B I. (Correta) De acordo com o gráfico do espaço, o automóvel apresenta velocidade constante. II. (Correta) De acordo com o gráfico ocorreram 2 ultrapassagens. III. (Correta) Como o ônibus não apresenta deslocamentos iguais em intervalos de tempo iguais, seu movimento apresenta aceleração. 21. a) ) tempo que o jogador L tem para lançar a bola é igual ao tempo necessário para que A encontre Z. Admitindo que suas acelerações sejam constantes, podemos usar a função horária. s = s0 + v 0 t + at 2 2 para o jogador A: s A = 3t 2 2 3t 2 para o jogador B: sB = 12 2 No encontro do jogador A com Z: s A = sB 3t 2 3t 2 = 12 2 2 2 6t = 12 2 t = 2 s ou t = -2 s Portanto o tempo que o jogador L tem para lançar a bola depois da partida do jogador A é 2 s b) Cálculo do instante do encontro: SA = 6t e SZ = 12 – 6t No encontro: SA = SZ → 6te = 12 – 6te ∴ te = 1 s A distância mínima procurada é igual a que separa os jogadores A e Z no instante t = 1 – 0,1= 0,9 s que corresponde à diferença entre o tempo de encontro e o tempo de reação do árbitro. Como os movimentos são uniformes, então: SA = 6t → para t = 0,9 s: SA = 6·0,9 = 5,4 m SZ = 12 – 6t → para t = 0,9 s: SZ = 12 – 6·0,9 = 6,6 m 22. E No instante em que o ciclista brasileiro ultrapassa o ciclista francês tem-se a seguinte situação: t2 0,4t 2 → s B = 0 + 24t + → s B = 24t + 0,2t² i 2 2 Inglês: s = s 0 + vt → s I = 15 + 22t instante da ultrapassagem ocorre quando: Brasileiro: s = s 0 + v 0 t + a sB = sI . serve que no instante t = 5 s os ciclistas percorreram 125 m, faltando ainda 75 m para a linha de chegada. 23. B A velocidade escalar média é obtida pela equação: ∆s v= ∆t O deslocamento escalar (∆s) é numericamente igual a área do gráfico obtido pela velocidade x tempo ( v x t). A resolução do exercício será fundamentada na elaboração do gráfico v x t, a partir dos intervalos de tempo em cada trecho. Analisando o trecho AB, temos: v0 = v A = 0 v = v B = 108 km/h = 30 m/s a = 0,5 m/s2 Aplicando a equação da aceleração escalar média para o trecho AB, ficamos com: v - v0 ∆v 30 - 0 a= ⇒a= ⇒ 0,5 = ∴ ∆t = 60 s ∆t ∆t ∆t Analisando o trecho BC, temos: v0 = vB = 0 v = v C =15 m/s a = -0,25m/s2 A aceleração é negativa por ter sentido oposto ao da velocidade inicial. Aplicando a equação da aceleração escalar média para o trecho BC, ficamos com: v - v0 ∆v 15-30 a= ⇒a= ⇒ -0,25 = ∴ ∆t = 60 s ∆t ∆t ∆t Analisando o trecho CD, temos: v 0 = v c = 15 m/s v = v D = 30 m/s a = 0,25 m/s2 Aplicando a equação da aceleração escalar média para o trecho CD, ficamos com: v - v0 ∆v 30 - 15 a= ⇒a= ⇒ 0,25 = ∴ ∆t = 60 s ∆t ∆t ∆t Com base nos dados obtidos, é possível elaborar o gráfico v x t: ∆s ≜ ÁreaTotal ∆s ≜ A1+A 2 +A 3 ( 30+15 ) ⋅ 60 + ( 30+15 ) ⋅ 60 60 ⋅ 30 + 2 2 2 ∆s = 3600 m ∆s = Como: ∆s 3600 v= ⇒v= ∴ v = 20 m/s = 72 km/h ∆t 180 24. A partir dos dados do enunciado, utilizando a equação de Torricelli, tem-se: v 2 = v 02 + 2 ⋅ a ⋅ ∆s → 80² = 0 + 2 ⋅ 2 ⋅ L min → L min = 1600 m . 25. A Considerando que o avião realizará um movimento uniformemente variado, a aceleração mínima pode ser determinada como segue: v 2 = v 0 2 + 2 ⋅ a ⋅ ∆s em que: v0 = 0 v = 252 km/h = 70 m/s ∆s = 1960 m amin = 702 ∴ amin = 1,25 m/s2 2(1960) 26. E Se considerarmos o movimento da bala como uniformemente variado, a aceleração instantânea coincidirá com a aceleração média, assim, utilizando a equação de Torricelli: v 2 = v 02 + 2 ⋅ a ⋅ ∆s → 400² = 0 + 2 ⋅ a ⋅ 4 ⋅10-1 → a = 2 ⋅105 m/s² . 27. A Considerando o movimento do automóvel uniformemente variado, o tempo e a distância da frenagem podem ser calculados por: v0 = 108 km/h (÷ 3,6) = 30 m/s v = v 0 + at → 0 = 30 - 5t → t = 6 s . 28. a) Durante o tempo de reação do motorista o carro realiza um movimento uniforme, nesse intervalo ele percorre: v = 54 km/h (÷ 3,6) = 15 m/s ∆s v= → ∆s = v ⋅ ∆t → ∆s = 15 ⋅ 0,5 = 7,5 m . ∆t partir do instante em que ele freia, com desaceleração máxima, até o instante em que para, ele percorrerá: v 2 = v 02 + 2 ⋅ a ⋅ ∆s → 0 = 15 - 2 ⋅ 3 ⋅ ∆s → ∆s = 37,5 m Logo, o carro percorrerá uma distância total até parar de 45m (7,5 + 37,5 = 45m), portanto, o motorista não conseguirá parar o carro antes de chegar ao semáforo. Como inicialmente o carro estava a 38 m do semáforo, ele para 7m (45 – 38 = 7m) após o semáforo. b) Quando o motorista acelerar ele estará a 30,5 m do semáforo (38 – 7,5 = 30,5 m), para conseguir atravessar o cruzamento o carro deverá percorrer 35,5 m (30,5 + 5 = 35,5 m). Descontando o tempo de reação restarão apenas 2 s. Utilizando a máxima aceleração ele percorrerá nesse intervalo de tempo: t2 3 .22 → s – s 0 =15 .2+ → ∆s = 36 m . 2 2 portanto ele conseguirá atravessar o cruzamento com uma folga de 0,5 m. s = s0 + v0 t + a