AU TO R AL D IR EI TO UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO “LATO SENSU” PE LA LE ID E AVM FACULDADE INTEGRADA O ANÁLISE CRÍTICA DO PROCESSO DE REAPROVEITAMENTO ID DE ÓLEO VEGETAL PRODUZIDO POR ESTABELECIMENTOS JANEIRO Por: João Paulo Queyroi Moreira Gomes D O C U M EN TO PR O TE G GASTRONÔMICOS NA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE Orientador Prof. Luiz Cláudio Lopes Alves Rio de Janeiro 2014 2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO “LATO SENSU” AVM FACULDADE INTEGRADA ANÁLISE CRÍTICA DO PROCESSO DE REAPROVEITAMENTO DE ÓLEO VEGETAL PRODUZIDO POR ESTABELECIMENTOS GASTRONÔMICOS NA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO Apresentação de monografia à AVM Faculdade Integrada como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Engenharia da Produção Por: João Paulo Queyroi Moreira Gomes 3 AGRADECIMENTOS Aos meus pais que sempre me deram apoio nesta difícil e árdua trajetória, fazendo, inclusive, além de suas possibilidades para minha conclusão de curso. Ao meu irmão, pela paciência e demonstração de amizade genuína em todos os momentos de minha existência. À minha namorada Aline Paiva, pela força, atenção e carinho dados nos momentos de turbulência e de calmaria. Ao meu professor de curso preparatório Antônio Barros e ao professor André Canellas do CEFET-RJ por me fazerem acreditar que era possível, mesmo nos momentos em que quase nada conspirava a favor. Ao professor Luiz Cláudio, pela orientação, pela dedicação e disponibilidade para atender todas as problemáticas de uma monografia. Claro, aos meus amigos para toda vida, que dentre eles, estão Wellington Silva, Yassine Lagraf, Anna Paula Evangelista, Marcelo de Lima, Carlos Arbach e Israel Rocha. 4 DEDICATÓRIA Agradeço а todos os meus professores, prestadores de bastante auxílio e que foram fundamentais na conclusão do trabalho e, agradeço também a todos os meus colegas de classe, peças primordiais que mostraram о quanto o estudo é crucial e recompensador. 5 RESUMO Reaproveitar óleo vegetal residual (OGR) significa um grande avanço para a questão ambiental e, uma boa alternativa como fonte de renda para os trabalhadores. No Brasil, há um descaso grande e pouca informação, no que diz respeito ao reaproveitamento do óleo vegetal residual, já que nem lei específica existe para este tema. O processo de coleta seletiva de OGR ainda é pouco abrangente e amador em todos os estados brasileiros. Assim, neste trabalho foi feita uma análise crítica do processo de reaproveitamento do óleo vegetal residual produzido por restaurantes da região metropolitana do Rio de Janeiro para seu retorno à cadeia produtiva, avaliando os pontos positivos e as falhas presentes desde o estabelecimento gerador até a empresa que beneficia este produto. Palavras-chaves: crítica, óleo, residual. 6 METODOLOGIA Foi feita uma pesquisa de campo sobre os procedimentos adotados pelos restaurantes da região metropolitana do Rio de Janeiro quanto à coleta seletiva e recolhimento de óleo vegetal residual. Foram realizadas entrevistas com gerentes e funcionários de estabelecimentos gastronômicos. Os restaurantes foram pesquisados em cidades como Rio de Janeiro, Duque de Caxias, São João de Meriti e Nova Iguaçu. No total, 20 restaurantes foram entrevistados, selecionados de forma aleatória de acordo com a disponibilidade do administrador ou gerente e do funcionário que executava a segregação no instante da entrevista, que optaram pela não exposição do nome do estabelecimento e, também por não se identificarem. A entrevista estruturada foi utilizada, contendo uma lista de perguntas (ANEXOS), cuja ordem e redação não mudaram entre os entrevistados. Foram feitas perguntas que abordavam desde número de funcionários até recolhimento de óleo residual, dentre outros aspectos para contribuir na análise e nas propostas de otimização. 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 08 CAPÍTULO I - Objetivos 10 CAPÍTULO II - Revisão Bibliográfica 11 CAPÍTULO III – Resultados da Pesquisa e Discussão 20 CONCLUSÃO 29 ANEXOS 30 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 51 LISTA DE TABELAS 53 ÍNDICE 54 FOLHA DE AVALIAÇÃO 56 8 INTRODUÇÃO O crescimento vertiginoso da população mundial tem implicado num maior consumo de matérias primas e consequentemente, gerando cada vez mais resíduos. O sinal de alerta foi ligado, afim de que o meio ambiente não seja impactado sobremaneira com o descarte inadequado. O descarte irresponsável, em lixões ou no próprio meio ambiente, dificulta o controle de doenças, prejudica o solo, os mares, as lagoas, os rios, dentre outros recursos naturais, diminuindo ou inviabilizando o tempo de aproveitamento destes. Diversos resíduos tais como o óleo e a gordura vegetal, o alumínio, o papel podem retornar ao usufruto da sociedade, gerando dentre outras vantagens, empregos para a própria população, que pode ser proativa no meio em que vive, buscando a mudança deste panorama ambiental, sendo ao mesmo tempo a maior beneficiada. Além do mais, a forma de vida adotada pela maior parte da população gera cada vez mais resíduos. Podem-se citar como exemplos os “fast foods”, que devido ao menor tempo disponível da população urbana ativa, foram enraizados na mesa das famílias brasileiras e do restante do mundo, o que facilitou visivelmente a entrada de alimentos congelados, posteriormente fritos e até mesmo os pré-fritos, gerando um crescimento muito grande dos resíduos de óleos e gorduras vegetais, que são, em sua esmagadora maioria, descartados no lixo, no meio ambiente ou por intermédio de pias e vasos sanitários, no esgoto doméstico, ocasionando diversos impactos ambientais. 9 O beneficiamento de óleo e gordura residual surge como grande alternativa para a produção de rações animais, de sabão (para uso doméstico), de biodiesel, dentre outros. No presente estudo foi feita uma análise crítica do sistema de reaproveitamento de óleo vegetal residual produzido por alguns dos estabelecimentos gastronômicos na região metropolitana do Rio de Janeiro, visando identificar falhas e apontar formas que possibilitem sua otimização. 10 CAPÍTULO I OBJETIVOS 1.1 - Geral Ø Analisar, de forma crítica, a disposição do óleo como resíduo, identificando falhas nesse processo e apontando formas de otimização. 1.2 – Específicos Ø Detectar e estudar o papel do Poder Público, mediante instituições, no monitoramento da produção e na coleta seletiva de óleo e gordura vegetal residual dos restaurantes da região metropolitana do Rio de Janeiro e, suas providências junto aos responsáveis pela geração deste resíduo; Ø Analisar as atitudes tomadas pelos restaurantes geradores de óleo e gordura vegetal residual, no que diz respeito ao controle do descarte deste resíduo; Ø Identificar as ações de separação utilizadas para a coleta de óleo vegetal residual, realizadas pelos estabelecimentos alimentícios, tendo como finalidade futura, a reciclagem. Ø Analisar o trabalho do principal programa de coleta seletiva de óleo vegetal residual, com o intuito de recolocá-lo na cadeia produtiva. 11 CAPÍTULO II REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1 – Óleo Vegetal 2.1.1 – Características gerais Sem dúvida, há um potencial bastante relevante no Brasil, no que diz respeito a espécies vegetais nas quais contenham óleo e, área com disponibilidade para esses cultivos. O óleo vegetal é retirado destas espécies de plantas que possuem altos índices de gordura. Este óleo pode ser utilizado de diversas formas depois do refino e da produção, tais como: em pintura, em combustível, além, claro, em alimentos. A soja tem baixo percentual oleaginoso, custo baixo no que diz respeito à produção de óleo, acarretando um preço reduzido na revenda. Logo, o uso da soja como óleo, torna-se bastante viável, sendo bem utilizado, quando falamos em fritura (ABIOVE, 2010). Quanto a saturação dos óleos vegetais, quando beneficiados, são produtos naturais, contendo ésteres e ácidos graxos. Os ácidos graxos apresentam-se em quantidades diferentes no óleo, dependendo da forma de cultivo e das características da oleaginosa. O óleo vegetal apresenta-se como saturado e insaturado, dependendo do número de duplas ligações na sua cadeia de carbono. 12 A gordura saturada é encontrada principalmente em produtos animais, óleo de coco, óleo de palma. Esta gordura é nociva à saúde, já que está diretamente associada a doenças cardiovasculares (MINAYO, 2002). A gordura monoinsaturada tem como principais representantes, o azeite, o óleo de canola, oleaginosas (nozes, amêndoas, castanhas, dentre outras), já como gordura poliinsaturada, temos os óleos vegetais (girassol, milho, soja, dentre outros), peixes gordurosos, semente de linhaça, dentre outros. (MINAYO, 2002) Deve-se evitar a ingestão excessiva de óleos poliinsaturados, pois causam diversos danos aos órgãos do corpo humano, acarretando várias doenças. Este tipo de óleo é tão prejudicial à saúde porque quando submetido à umidade, ao oxigênio, ou calor, ficam rançosos ou oxidados. Além disso, contém excessiva quantidade de ômega 6, o que causa grande desequilíbrio digestivo e, déficit de ômega 3, que é tão necessária para o desenvolvimento humano (FERNANDES, 2003). O óleo de soja é o mais consumido, por causa do seu baixo custo, quando comparado com os demais óleos. Monoinsaturado é o óleo mais recomendado para consumo, pois possui estabilidade de oxidação satisfatória (MINAYO, 2002). Em contato com corpos hídricos, o OGR tende a formar uma camada oleosa pouco espessa, dificultando a troca natural de gases da água com a atmosfera, além de elevar sobremaneira a temperatura e, diminuir a qualidade das águas, acarretando a morte de peixes e demais criaturas (GRUPO BIOSOJA, 2010). A fauna e a flora também sofrem com a presença de óleos e gorduras nos efluentes de águas residuais, ocasionando problemas ambientais e surgimento de odores. 13 Quando presentes em redes públicas de esgoto e coletores municipais prejudicam os seus funcionamentos, pois resíduos desta natureza, entopem e obstruem a passagem, contribuindo para enchentes e expansão de doenças. Por consequência, as estações de tratamento também são afetadas, porque aumentará sensivelmente o consumo de energia, a demanda de manutenção e limpeza dos equipamentos, e aumento de tempo de operação (GRUPO BIOSOJA, 2010). 2.1.2 – Uso de Óleo Vegetal A vida cada vez mais corrida das pessoas e a consequente falta de tempo para preparo dos alimentos, propiciaram um aumento exponencial no consumo de óleos e gorduras, ou seja, os alimentos fritos e pré-fritos. Os principais contribuintes para a geração de óleo e gordura residual (OGR) são as atividades domésticas, as atividades industriais e os estabelecimentos ligados à culinária. Quanto ao resíduo de óleo vegetal, a gordura que não se junta ao alimento depois do processo de fritura, torna-se resíduo. Uma boa atitude por parte dos estabelecimentos comerciais é a utilização da medição da saturação do óleo, já que indicará o momento adequado para o descarte. É óbvio que este procedimento ocasionará mais resíduo, dado que o óleo não será utilizado tão repetidas vezes. O óleo vegetal e a gordura residual podem ser novamente bens de consumo, servindo para produção de ração animal, biocombustível, sabão, dentre outros. Os estabelecimentos comerciais pouco sabem sobre o valor que se pode agregar com ações de beneficiamento do óleo e gordura residual, 14 realocando-os entre os bens de consumo, ou então, comercializando-o para quem queira beneficiá-lo. Entretanto, é importante que os geradores de resíduos comecem a buscar formas de redução e tratamento dos resíduos, visto que a Política Nacional de Resíduos Sólidos ressalta em seu artigo 31 a responsabilidade compartilhada e a responsabilidade que incide sobre os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes quanto ao recolhimento dos produtos e dos resíduos remanescentes após o uso, assim como sua subsequente destinação final ambientalmente adequada, no caso de produtos objeto de sistema de logística reversa (BRASIL, 2010). 2.2 – Logística 2.2.1 – Logística Reversa Logística reversa é o processo de planejamento, implementação e controle do fluxo dos resíduos de pós consumo e pós-venda e seu fluxo de informação do ponto de consumo até o ponto de origem, com o objetivo de recuperar valor ou realizar um descarte adequado. Desta forma, contribuindo para a consolidação do conceito de sustentabilidade no meio empresarial, apoiada nos conceitos de desenvolvimento ambiental, social e econômico. (GUARNIERI, 2006) Inicialmente, é feito o acondicionamento em recipientes. Na sequência, faz-se a coleta seletiva. Um veículo apropriado recebe a caçamba ou os recipientes. Logo após, armazena-se, indo para a produção ou ainda passando pelo processo de filtragem, para que sejam removidas as impurezas contatadas com o óleo vegetal. Para que seja viável o retorno do OGR, é imprescindível que o custo das dessas etapas seja menor que o valor da matéria-prima que retornou. 15 2.2.2 – Coleta Seletiva de Óleo Residual A coleta seletiva tem como maior finalidade, o restabelecimento dos materiais que constituem os bens depois do consumo, cooperando para um destino mais qualificado dos resíduos da cidade, já que remetê-los aos aterros sanitários, reúne-os mais uma vez à cadeia produtiva (SAMPAIO, 2003). A capacitação e a informação são de suma importância para o processo logístico de preparo do alimento, afim de que haja a inclusão da seleção na coleta. É impossível que, após a fritura, o óleo deixe de levar junto a si próprio, corpos ou substâncias estranhas que alterem a sua pureza. Ao selecionar a coleta, trata-se como primordial a distinção do resíduo que se vai aproveitar e guardado em lugar conveniente, vislumbrando o adequado envio a reciclagem. Lamentavelmente, no Brasil, o óleo e a gordura residual ainda são descartados nas pias das residências ou para o solo de forma imediata, sendo uma quantidade ínfima remetida para beneficiamento e reutilização. 2.3 – Legislação sobre Óleo e Gordura Residual No Brasil, a legislação sobre óleo e gordura residual ainda é amadora ou inexistente na maioria dos estados que compõem o país, já que é notória a falta de intervenções de controle quanto a este tema. Não há dúvida de que a inócua fiscalização e ausência de uma legislação específica alimentam o irresponsável descarte, pois destinar 16 corretamente os resíduos de óleo e gordura residual demanda mais trabalho que o contrário. O Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), por exemplo, um órgão que regulamenta a deposição limite de resíduos inadequadamente, não manifestou direcionamento especial quanto ao óleo e gordura residual até o presente momento. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) também nada tem de forma específica quanto a este assunto. A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) contempla, de forma exclusiva, apenas os óleos lubrificantes, impondo a necessidade de implantação da logística reversa na cadeia produtiva (BRASIL, art. 33, IV, 2010). Porém, a PNRS coloca como um de seus princípios o incentivo à indústria da reciclagem, visando fomentar o uso de matérias-primas e insumos 0 derivados de materiais recicláveis e reciclados (BRASIL, art. 6 , VI, 2010). Entretanto, a lei Federal executável de maior relevância no que diz respeito a punir quanto a atividades lesivas ao meio ambiente é a de número 9605 (BRASIL, 1998), que inclui como crime o lançamento de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos, ou detritos, óleos ou substâncias oleosas, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos, prevendo pena de reclusão de um a cinco anos (BRASIL, art. 54, § 2º, V, 1998: Portanto, programas que envolvam a reciclagem/reuso de resíduos como o óleo serão cada vez mais frequentes. 2.4 – Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais da SEA/RJ Apesar da pouca abrangência, o Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais (PROVE) é o que há de mais efetivo em termos de retorno de OGRs à cadeia produtiva até o momento no estado do Rio de Janeiro. 17 O PROVE, surgiu de uma ideia de Carlos Minc (Secretário Estadual do Meio Ambiente) e da refinaria de Manguinhos, localizada em Bonsucesso (município do Rio de Janeiro), que conta com uma usina para produção de biodiesel, em conjunto com o órgão responsável do projeto, que é a Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro. Este programa tem como objetivos estimular a coleta de óleo vegetal de cozinha usado e, sua reutilização para a produção de sabão, biodiesel e demais fontes alternativas de energia em todo estado fluminense, evitando, desta forma, seu descarregamento em corpos hídricos e solo, atenuando os impactos ambientais e poluição. As atividades do PROVE foram iniciadas no ano de 2008, com a fase de certificação de apoiadores, tais como: condomínios, hotéis, escolas e restaurantes. O PROVE tem como principais parceiros: Ø Refinaria de Manguinhos; Ø Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP/COPPE/UFRJ); Ø Federação das Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis (FEBRACOM); Ø Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR); Ø Rede Independente de Catadores de Materiais Recicláveis do Estado Rio de Janeiro (RICAMARE). Mediante o pagamento de dez centavos por litro de óleo, os catadores obtêm a filtragem, propiciando a comercialização com empresas que produzem biocombustíveis e sabão. As empresas que integram a Associação Brasileira das Indústrias Saboeiras e Afins estão pagando noventa centavos por litro de óleo usado filtrado, já a Refinaria de Manguinhos paga cinquenta ou sessenta centavos (PROVE, 2012) 18 O óleo vegetal usado recolhido é embalado e, enviado para a Refinaria de Manguinhos e, neste local, ocorre o processamento e, dependendo de sua acidez, sofre a transformação para biodiesel ou sabão. Segundo a coordenação do programa, 5 milhões de litros de óleo foram recolhidos pelas 50 cooperativas filiadas, em alguns municípios do estado (PROVE, 2012). No município de Duque de Caxias, duas cooperativas participam com 250 mil litros por mês. Nos primeiros seis meses de 2011, recolheu-se 2,7 milhões de litros. Segundo dados da SEA/RJ, em 2011, as cooperativas filiadas do PROVE recolheram 5,5 milhões de litros de óleo, ou seja, cerca de 400 a 500 mil litros/mês. O programa é munido de somente um caminhão com quatro mil litros de capacidade, que está sendo utilizado pela Federação das Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis. Este único caminhão vai ao encontro de pontos de entrega de óleo de cozinha situados pela cidade, migrando este produto recolhido pelos catadores para serem reaproveitados em usinas. Nos SESC’s (Serviço Social do Comércio) localizados em Engenho de Dentro, Nova Iguaçu, São João de Meriti e Duque de Caxias, as garrafas pets contendo OGR são recolhidas e, repassadas para o PROVE, no intuito de reaproveitar esse óleo vegetal residual para produzir biodiesel. Os SESC’s de São João de Meriti e Duque de Caxias contam com a parceria da CooperAngel, que é uma cooperativa composta, em sua esmagadora maioria, por mulheres abandonadas pelos esposos e, que sustentam seus filhos por intermédio deste trabalho. Hoje em dia, considerando que ainda são incipientes os sistemas e projetos para coleta do óleo residual, a parte majoritária de óleo vegetal é 19 lançada em ralos, contaminando o lixo e comprometendo os dutos residenciais e as redes de tratamento de esgoto. Onde inexiste rede coletora, o óleo flui de forma direta para rios e lagoas, acarretando aumento significativo da poluição e da degradação do meio ambiente. Com isso, os prejuízos à população, às concessionárias de saneamento e aos governos são recorrentes. Sabe-se que um litro de óleo possui capacidade de contaminar um milhão de litros de água. E, dados da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (2012) denotam que quatro milhões de litros de óleo são descarregados nos rios, lagoas, baías, proporcionando um grande impacto ambiental. 20 CAPÍTULO III RESULTADOS DA PESQUISA E DISCUSSÃO Cultura e nível social causam interferência no que diz respeito ao nível de consumo de óleo. Diariamente, nos preparos de alimentos, é comum o uso de óleo vegetal em frituras e como ingrediente de outros alimentos. Por causa do baixo custo, o óleo de soja é um dos mais consumidos, apesar do teor alto de gordura poliinsaturada nele contido. Os restaurantes mais requintados, que elaboram pratos mais refinados, inclusive por ter maior diversidade em seu cardápio, costumam consumir uma quantidade menor de óleo em seus pratos e, por consequência, geram menos resíduos relacionados ao óleo. 3.1 – Análise dos dados obtidos Assim, para a entrevista buscou-se uma maior variedade de público, considerando estabelecimentos sediados em algumas cidades da região metropolitana do Rio de Janeiro. Vale ressaltar que as empresas beneficiadoras interessam-se cada vez mais por ações de qualidade na produção, incluindo a coleta seletiva de OGR. Na tabela 1, nota-se que dos 20 restaurantes entrevistados, a maioria, possuía poucos funcionários em seu quadro funcional (65% da amostra), sendo estes dispostos no setor administrativo (contabilidade, gerência, comunicação) e no setor operacional (limpeza, segurança, cozinha). 21 Tabela 1 – Número de funcionários por restaurante: Porte do Restaurante Pequeno Médio Grande Número de Funcionários Até 25 funcionários De 25 a 50 funcionários Acima de 50 funcionários Total Quantidade 13 5 2 20 % Amostra 65 25 10 100 No setor operacional dos restaurantes, são encontrados os funcionários que manipulam e segregam o óleo e a gordura residual e, que evidentemente, são peças fundamentais na coleta seletiva de OGR, já que controlam o gasto do óleo e a frequência do respectivo descarte (Tabelas 2, 3 e 4). Tabela 2 – Número de funcionários que manipulam o OGR. Porte do Restaurante Pequeno Pequeno Pequeno Número de Funcionários Até 10 funcionários De 10 a 20 funcionários Acima de 20 funcionários Total Quantidade 11 2 0 13 % Amostra 84,61 15,39 0,00 100,00 Tabela 3 – Número de funcionários que manipulam o OGR. Porte do Restaurante Médio Médio Médio Número de Funcionários Até 10 funcionários De 10 a 20 funcionários Acima de 20 funcionários Total Quantidade 2 3 0 5 % Amostra 40,00 60,00 0,00 100,00 Tabela 4 – Número de funcionários que manipulam o OGR. Porte do Restaurante Grande Grande Grande Número de Funcionários Até 10 funcionários De 10 a 20 funcionários Acima de 20 funcionários Total Quantidade 1 1 0 2 % Amostra 50,00 50,00 0,00 100,00 O consumo de óleo vegetal está conectado de forma direta com o tipo de alimento produzido e pela quantidade de alimento produzido pelo estabelecimento. 22 Na Tabela 05, os restaurantes consumidores de até 100 litros mensais representam os restaurantes que possuem até 25 funcionários, ou seja, os menores. Os restaurantes com consumo de óleo vegetal entre 100 a 300 litros mensais são os restaurantes entre 25 e 50 funcionários e, acima de 300 litros mensais são os restaurantes de maior porte. Podemos perceber que o consumo de óleo vegetal teve crescimento proporcional entre pequenos e grandes restaurantes. Tabela 5 – Consumo de óleo vegetal mensal por restaurante. Porte do Restaurante Pequeno Médio Grande Consumo de óleo vegetal Até 100 L/mês De 100 a 300 L/mês Acima de 300 L/mês Total Quantidade 13 5 2 20 % Amostra 65 25 10 100 É relevante dizer que nem sempre a quantidade de óleo que será consumido, irá representar a geração proporcional de mesmo volume residual, já que dependerá das inúmeras formas de preparo. Em alguns casos, inclusive, o óleo vegetal é ingrediente, não gerando resíduo. Foi constatado que além do comprometimento da gerência do estabelecimento, é de suma importância uma ação contínua entre o funcionário do restaurante que executa e estoca o resíduo e a pessoa ou empresa que recolhe o óleo vegetal residual rumo à reciclagem, pois a morosidade de uma das partes inviabiliza o prosseguimento do processo. A retirada do volume de OGR pelo caminhão do PROVE é efetuada, mediante solicitação, quando atinge quantidade limite aceitável. Todos os restaurantes entrevistados têm o seu óleo residual encaminhado para o Serviço Social do Comércio (SESC) mais próximo do estabelecimento através do caminhão do PROVE. 23 Os bairros onde existem restaurantes mais próximos uns dos outros são privilegiados com o recolhimento semanal, pois a logística fica mais viável, já que conjuntamente, produzem mais óleo residual que os restaurantes mais isolados, mesmo que este último seja de grande porte e, o PROVE é munido de apenas um caminhão. As tabelas 6, 7 e 8 mostram a frequência com que o óleo usado é recolhido nos restaurantes estudados. Tabela 6 – Recolhimento periódico de óleo usado Porte do Restaurante Pequeno Pequeno Pequeno Frequência do Recolhimento Semanal Quinzenal Mensal Total Quantidade 6 5 2 13 % Amostra 46,15 38,45 15,40 100,00 Quantidade 3 2 0 5 % Amostra 60,00 40,00 0,00 100,00 Quantidade 2 0 0 2 % Amostra 100,00 0,00 0,00 100,00 Tabela 7 – Recolhimento periódico de óleo usado Porte do Restaurante Médio Médio Médio Frequência do Recolhimento Semanal Quinzenal Mensal Total Tabela 8 – Recolhimento periódico de óleo usado Porte do Restaurante Grande Grande Grande Frequência do Recolhimento Semanal Quinzenal Mensal Total Para o funcionamento regular do estabelecimento é necessária a visita periódica da Vigilância Sanitária, de modo tal que vistorie periodicamente e analise sua estrutura. E, isto independe de logística na produção dos alimentos e da coleta seletiva. 24 Visitas regulares da Vigilância Sanitária estimulariam os proprietários a atentarem para as condições de funcionamento do restaurante quanto às normas estabelecidas pela ANVISA. Como podemos perceber nas tabelas 9, 10 e 11, dentre os 20 restaurantes estudados, não houve uma regularidade nas visitas da Vigilância Sanitária para fiscalização. Tabela 9 – Visitação da Vigilância Sanitária aos estabelecimentos Porte do Restaurante Pequeno Pequeno Pequeno Pequeno Pequeno Pequeno Pequeno Período 1 mês 2 meses 4 meses 6 meses 8 meses 10 meses 12 meses Total Quantidade 3 3 1 1 2 2 1 13 % Amostra 23,07 23,07 7,70 7,70 15,38 15,38 7,70 100,00 Tabela 10 – Visitação da Vigilância Sanitária aos estabelecimentos Porte do Restaurante Médio Médio Médio Médio Médio Médio Médio Período 1 mês 2 meses 4 meses 6 meses 8 meses 10 meses 12 meses Total Quantidade 2 1 2 0 0 0 0 5 % Amostra 40,00 20,00 40,00 0,00 0,00 0,00 0,00 100,00 Tabela 11 – Visitação da Vigilância Sanitária aos estabelecimentos Porte do Restaurante Grande Grande Grande Grande Grande Grande Grande Período 1 mês 2 meses 4 meses 6 meses 8 meses 10 meses 12 meses Total Quantidade 1 1 0 0 0 0 0 2 % Amostra 50,00 50,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 100,00 25 Em relação a dúvidas quanto ao momento em que o reuso do óleo começa a prejudicar a produção dos alimentos com qualidade ideal, 85% dos restaurantes visitados disseram que medem o nível de saturação do óleo, conforme mostram as Tabelas 12, 13 e 14. Todos os restaurantes visitados não têm a medição de saturação como prática diária. Os restaurantes visitados que não medem a saturação utilizando medidores trocam o óleo uma vez por semana ou, no caso de apresentarem cor escura ou contribuição orgânica excessiva. Tabela 12 – Óleo residual medido quanto à saturação Porte do Restaurante Pequeno Pequeno Pequeno Faz Não faz Total Quantidade 10 3 13 % Amostra 76,92 23,08 100,00 Tabela 13 – Óleo residual medido quanto à saturação Porte do Restaurante Médio Médio Médio Faz Não faz Total Quantidade 5 0 5 % Amostra 100,00 0,00 100,00 Tabela 14 – Óleo residual medido quanto à saturação Porte do Restaurante Grande Grande Grande Faz Não faz Total Quantidade 2 0 2 % Amostra 100,00 0,00 100,00 A filtração de óleo vegetal residual antes da segregação, objetiva deixálo mais limpo, acarretando um aumento consistente de qualidade. 26 O beneficiamento de óleo vegetal residual é dificultado pela contribuição orgânica. Contudo, somente 35% dos restaurantes entrevistados realizam a filtração no instante da segregação, conforme mostram as tabelas 15, 16 e 17. Tabela 15 – Filtração de óleo residual Porte do Restaurante Pequeno Pequeno Pequeno Faz Não faz Total Quantidade 2 11 13 % Amostra 15,40 84,60 100,00 Tabela 16 – Filtração de óleo residual Porte do Restaurante Médio Médio Médio Faz Não faz Total Quantidade 3 2 5 % Amostra 60,00 40,00 100,00 Tabela 17 – Filtração de óleo residual Porte do Restaurante Grande Grande Grande Faz Não faz Total Quantidade 2 0 2 % Amostra 100,00 0,00 100,00 Nenhum dos estabelecimentos estudados soube informar a quantidade de óleo residual gerado mensalmente. 3.2 – Análise do processo de reaproveitamento de OGR Os proprietários dos restaurantes pesquisados não se mostraram sensibilizados com a problemática do processo de reaproveitamento de óleo vegetal residual. Se considerarmos o processo de fiscalização e a ausência em sua sistemática, bem como na ausência de leis aplicáveis ao óleo residual dada a sua importância como poluente se lançado inadequadamente no ambiente, podemos considerar que também o governo do estado do Rio de 27 Janeiro não se mostra sensibilizado com o processo de reciclagem/reuso do óleo vegetal. Os donos de restaurantes, além da má vontade, quanto ao tema óleo e gordura residual, possuem uma grande desinformação sobre o assunto, que é transferida para seus funcionários, em especial, para os que manipulam o OGR. A Vigilância Sanitária realiza visitas irregulares, alterando pouco o quadro dos restaurantes quanto ao estímulo por mudanças nas condições do estabelecimento. Verificou-se que quase todos os restaurantes entrevistados mediam o óleo residual quanto à saturação, entretanto, não realizavam a filtração, o que prejudica o seu beneficiamento. O Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais (PROVE), da Secretaria de Estado e Ambiente (SEA-RJ) é organizado, mas recebe poucos investimentos do Governo do Estado do Rio de Janeiro. Por isso, tem pouca abrangência, possuindo apenas um caminhão para recolhimento do OGR, prejudicando a todos, mas principalmente os restaurantes mais isolados, que não possuem outros estabelecimentos próximos, já que são os últimos a terem seu óleo residual coletado. 3.3 – Formas de otimização da coleta e disposição do OGR A informação e a fiscalização são cruciais na melhoria das etapas para o reaproveitamento de óleo e gordura residual. Os donos de restaurantes e funcionários deveriam receber informações sobre os riscos ambientais do descarte de óleos residuais na rede de esgotos ou em outros locais inadequados e, também dos benefícios que se pode 28 conseguir ao transformar resíduo em insumos, o que vai além de um apelo ambiental visto que demonstra a possibilidade de agregar valor ao mesmo tempo em que se adéqua à legislação, ainda que futura. Os funcionários dos restaurantes, em especial, deveriam ser orientados quanto ao desperdício de óleo, pois acarreta na produção de mais resíduos. Portanto faz-se necessária a adoção de um programa de educação ambiental para formação dos envolvidos no processo de geração, reciclagem e reuso de OGR. Tal programa poderia ser realizado pela PROVE com o apoio de verba do governo do estado ou por universidades, em seus órgãos de extensão. Dependendo do custo financeiro, operacional poderiam ser utilizados de treinamentos a distribuição de folders. As visitas da Vigilância Sanitária poderiam ser regulares e menos espaçadas e, mais didáticas e informativas quanto aos procedimentos necessários, o que auxiliaria no processo de educação ambiental não formal. Empresas beneficiadoras estão cada vez mais interessadas no beneficiamento de óleo residual. Logo, poderiam ajudar financeiramente na logística de reaproveitamento dos óleos residuais visto que o custo ainda é bastante elevado. O Governo Estadual do Rio de Janeiro poderia aumentar o campo de ação do Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais (PROVE), já que contempla parte irrisória da região metropolitana do Rio de Janeiro. 29 CONCLUSÃO A partir deste estudo foi possível evidenciar que o processo de reutilização de óleo e gordura residual (OGR) pode ser melhorado sobremaneira por intermédio de ações do Poder Público, através da disponibilização de informação, fiscalização e monitoramento mais próximo do processo de reaproveitamento de óleo e gordura residual e, respectivas punições aos responsáveis quando necessárias. Quanto aos administradores e funcionários dos estabelecimentos gastronômicos, verificou-se que as falhas mais frequentes são até quando utilizar o óleo, o desconhecimento da filtração antes do armazenamento como etapa após a medição de saturação e a disposição do resíduo nos ralos. Portanto, há carência de conhecimentos gerais sobre o óleo residual e suas ações de separação, afim de que haja um maior controle deste resíduo e correta destinação. Já o principal Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais (PROVE) do estado do Rio de Janeiro, mostrou-se eficaz dentro das possibilidades, necessitando de maiores investimentos do governo estadual para que possa alcançar mais produtores de resíduos. 30 ANEXOS QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Exemplo 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( ) até 10 ( ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( ) semanal ( ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( ) 1 mês ( ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( ) sim ( ) não 31 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 1 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( X ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( X ) até 10 ( ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( X ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( X ) semanal ( ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( ) 1 mês ( ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( X ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( ) sim ( X ) não 32 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 2 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( X ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( X ) até 10 ( ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( X ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( ) semanal ( ) quinzenal ( X ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( ) 1 mês ( ) 2 meses ( ) 4 meses ( X ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( ) sim ( X ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( ) sim ( X ) não 33 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 3 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( X ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( X ) até 10 ( ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( X ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( ) semanal ( X ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( ) 1 mês ( ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( X ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( ) sim ( X ) não 34 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 4 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( ) até 25 ( X ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( X ) até 10 ( ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( ) Até 100 L/mês ( X ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( X ) semanal ( ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( X ) 1 mês ( ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( X ) sim ( ) não 35 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 5 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( ) até 25 ( X ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( ) até 10 ( X ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( ) Até 100 L/mês ( X ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( ) semanal ( X ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( ) 1 mês ( X ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( X ) sim ( ) não 36 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 6 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( X ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( X ) até 10 ( ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( X ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( X ) semanal ( ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( ) 1 mês ( X ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( X ) sim ( ) não 37 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 7 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( X ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( ) até 10 ( X ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( X ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( ) semanal ( X ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( X ) 1 mês ( ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( ) sim ( X ) não 38 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 8 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( X ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( X ) até 10 ( ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( X ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( ) semanal ( ) quinzenal ( X ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( X ) 1 mês ( ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( ) sim ( X ) não 39 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 9 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( ) até 25 ( X ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( ) até 10 ( X ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( ) Até 100 L/mês ( X ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( X ) semanal ( ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( X ) 1 mês ( ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( ) sim ( X ) não 40 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 10 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( X ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( X ) até 10 ( ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( X ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( X ) semanal ( ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( ) 1 mês ( ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( X ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( ) sim ( X ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( ) sim ( X ) não 41 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 11 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( X ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( ) até 10 ( X ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( X ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( X ) semanal ( ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( ) 1 mês ( X ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( X ) sim ( ) não 42 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 12 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( X ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( X ) até 10 ( ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( X ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( X ) semanal ( ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( ) 1 mês ( ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( X ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( X ) sim ( ) não 43 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 13 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( ) até 25 ( X ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( ) até 10 ( X ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( ) Até 100 L/mês ( X ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( X ) semanal ( ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( ) 1 mês ( ) 2 meses ( X ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( X ) sim ( ) não 44 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 14 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( X ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( ) até 10 ( X ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( X ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( ) semanal ( X ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( ) 1 mês ( ) 2 meses ( X ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( ) sim ( X ) não 45 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 15 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( X ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( X ) até 10 ( ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( X ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( ) semanal ( X ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( ) 1 mês ( X ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( ) sim ( X ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( ) sim ( X ) não 46 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 16 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( X ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( X ) até 10 ( ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( X ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( ) semanal ( X ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( X ) 1 mês ( ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( ) sim ( X ) não 47 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 17 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( ) até 25 ( X ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( X ) até 10 ( ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( ) Até 100 L/mês ( X ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( ) semanal ( X ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( ) 1 mês ( ) 2 meses ( X ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( ) sim ( X ) não 48 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 18 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( X ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( X ) até 10 ( ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( X ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( X ) semanal ( ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( X ) 1 mês ( ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( X ) sim ( ) não 49 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 19 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( X ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( X ) até 10 ( ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( X ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( X ) semanal ( ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( ) 1 mês ( X ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( ) sim ( X ) não 50 QUESTIONÁRIO Questionário de levantamento rápido Restaurante 20 1) Quantos funcionários o restaurante possui? ( X ) até 25 ( ) entre 25 e 50 ( ) acima de 50 2) Quantos funcionários manipulam o OGR no restaurante? ( X ) até 10 ( ) entre 10 e 20 ( ) acima de 20 3) Qual o consumo de óleo vegetal do restaurante? ( X ) Até 100 L/mês ( ) entre 100 e 300 L/mês ( ) acima de 300 L/mês 4) Qual a freqüência de recolhimento do óleo vegetal residual? ( X ) semanal ( ) quinzenal ( ) mensal 5) Qual a freqüência de visitação da Vigilância Sanitária? ( ) 1 mês ( ) 2 meses ( ) 4 meses ( ) 6 meses ( ) 8 meses ( X ) 10 meses ( ) 12 meses 6) O óleo residual é medido quanto à saturação no restaurante? ( X ) sim ( ) não 7) O óleo residual é filtrado no restaurante? ( ) sim ( X ) não 51 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ABIOVE. Rendimento de óleo das sementes. São Paulo, SP. Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais, 2010. ANVISA. Política de recursos humanos para o SNVSA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Serviço Nacional de Vigilância Sanitária, 2010. ARAÚJO, J.M.A. Química dos alimentos: Teoria e Prática 2. Viçosa. Editora Viçosa. Universidade de Viçosa, 1999. CELLA, Roseneide C. Ferraz. REGITANO-D.ARCE, Marisa A.B. SPOTO, Marta Helena Fillet. Comportamento do Óleo de Soja refinado utilizado em frituras por imersão com alimentos de origem vegetal. Campinas, mai/ago. 2002. Ciência e Tecnologia de Alimentos. CLEANDIESEL. A consciência ecológica na prática. Óleos e gorduras são definidos como substâncias insolúveis. 2008 http://www.cleandiesel.com.br FERNANDES, Tadeu Fernando. A importância dos ácidos graxos poliinsaturados para a saúde humana – Medicina pediátrica. (2003) GUARNIERI, Patrícia ET AL. A caracterização da logística reversa no ambiente empresarial em suas áreas de atuação: pós-venda e pós-consumo agregando valor econômico e legal. Universidade Tecnológica Federal do Paraná, 2006. GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 2008. 6ª edição, p. 113. 52 LEITE, Paulo Roberto. Logística reversa: meio ambiente e competitividade, São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003 MINAYO, Maria Cecilia. Saúde e Ambiente Sustentável: Estreitando nós. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2002. SAMPAIO, Luiz Augusto Grimaldi. Reaproveitamento de Óleos e Gorduras Residuais de Frituras: Tratamento, Matéria Prima para produção de Biodiesel, 2003. SEA (Secretaria de estado do ambiente), http://www.rj.gov.br/web/sea/exibeconteudo?article-id=180508 2013 53 LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Número de funcionários por restaurante 21 Tabela 2 – Número de funcionários que manipulam o OGR 21 Tabela 3 – Número de funcionários que manipulam o OGR 21 Tabela 4 – Número de funcionários que manipulam o OGR 21 Tabela 5 – Consumo de óleo vegetal mensal por restaurante 22 Tabela 6 – Recolhimento periódico de óleo usado 23 Tabela 7 – Recolhimento periódico de óleo usado 23 Tabela 8 – Recolhimento periódico de óleo usado 23 Tabela 9 – Visitação da Vigilância Sanitária aos estabelecimentos 24 Tabela 10 – Visitação da Vigilância Sanitária aos estabelecimentos 24 Tabela 11 – Visitação da Vigilância Sanitária aos estabelecimentos 24 Tabela 12 – Óleo residual medido quanto à saturação 25 Tabela 13 – Óleo residual medido quanto à saturação 25 Tabela 14 – Óleo residual medido quanto à saturação 25 Tabela 15 – Filtração de óleo residual 26 Tabela 16 – Filtração de óleo residual 26 Tabela 17 – Filtração de óleo residual 26 54 ÍNDICE FOLHA DE ROSTO 02 AGRADECIMENTO 03 DEDICATÓRIA 04 RESUMO 05 METODOLOGIA 06 SUMÁRIO 07 INTRODUÇÃO 08 CAPÍTULO I OBJETIVOS 10 1.1 – Geral 10 1.2 – Específicos 10 CAPÍTULO II REVISÃO BILIOGRÁFICA 11 2.1 – Óleo vegetal 11 2.1.1. – Características gerais 11 2.1.2. – Uso de óleo vegetal 13 2.2 – Logística 14 2.2.1. – Logística reversa 14 2.2.2. – Coleta seletiva de óleo residual 15 2.3 – Legislação sobre óleo e gordura residual 15 2.4 – Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais da SEA/RJ 16 CAPÍTULO III RESULTADOS DA PESQUISA E DISCUSSÃO 20 3.1 – Análise dos dados obtidos 20 3.2 – Análise do processo de reaproveitamento de OGR 26 3.3 – Formas de otimização da coleta e disposição do OGR 27 CONCLUSÃO 29 55 ANEXOS 30 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 51 LISTA DE TABELAS 53 ÍNDICE 54 FOLHA DE AVALIAÇÃO 56