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Novembro 2010
Lord of the Dance
No passado mês de Outubro, o Coliseu dos Recreios acolheu o grandioso
espectáculo Lord of the Dance, depois da sua última visita a Portugal no
ano de 2005.
Noite com uma temperatura amena e o Coliseu repleto de espectadores
… ambiente perfeito para dar início ao espectáculo. Durante a cerca de
hora e meia a plateia foi ficando cada vez mais encantada e eufórica,
chegando mesmo a vibrar com toda aquela dança artística.
Lord of the Dance é o mais famoso espectáculo de música celta do
Mundo, que combina a experiência única de movimentos, marcados pelo
sincronismo e rigor, com coreografias que exprimem a força da cultura
tradicional irlandesa.
Destaques
Lord of the Dance
Capa
Próximas Realizações
Capa
Curso de Sushi
2
Viagem à Coreia do Sul e
ao Japão
3
Cirque du Soleil
15
Vamos aos Museus …
16
XI Passeio Motard
17
Workshop de Artes
Decorativas
22
Próximas Realizações
21 a 27 Ago 2011 - Colónia de
Como não poderia deixar de ser, o Clube Galp Energia possibilitou aos Verão no Campo Aventura
seus Associados e familiares, assim como aos demais colaboradores do 29 a 30 Ago 2011 - Festa das
Grupo Galp Energia, a possibilidade de assistir a este grandioso Flores em Campomaior
espectáculo Lord of the Dance.
30 a 31 Ago 2011 - Festa das
Flores em Campomaior
Mais uma vez, é de louvar este tipo de iniciativas.
31 Ago a 01 Set 2011 - Festa
das Flores em Campomaior
Um bem-haja a todos.
02 a 03 Set 2011 - Festa das
Flores em Campomaior
Tiago Barreiro
10 Set 2011 - Campeonato
Interno de Bowling Feminino
17 Set 2011 - Passeio Pedestre:
Lendas & Mistérios
18 Set a 05 Out 2011 Viagem à Índia e ao Nepal
24 Set 2011 - Workshop
Pais & Filhos: Cupcakes
01 Out 2011 - Tapas e Petiscos
www.clubegalpenergia.com
Curso de Sushi
02/10/2010 com Chefe Clayton (Origami Campo Pequeno – Praça de Touros)
O sushi é um prato da culinária japonesa que possui origem numa antiga técnica de conservação da
carne de peixe em arroz avinagrado.
O sushi tradicionalmente é feito com arroz temperado com molho de vinagre, açúcar e sal, ao qual é
combinado com algum tipo de peixe ou frutos do mar, vegetais, frutas ou até mesmo ovo. A tradição
japonesa é de servi-lo acompanhado de wasabi e shoyu (molho de soja).
No passado dia 02/10/2010 foi-nos proposto um curso intensivo de nível I de sushi, o qual foi
ministrado pelo Chefe Clayton.
Ensinou-nos como fazer o arroz, a amanhar o peixe, como cortá-lo, e como aproveitar tudo o que dele
advém.
Fizemos algumas experiências, deliciosas, de sushi como por exemplo:
Hosomaki – rolinhos finos. Um pedaço cilíndrico fino, com o nori (alga marinha desidratada de cor
verde escura) na parte externa. Eles são geralmente feitos com apenas um recheio;
Futomaki – rolinhos grandes. Cilíndrico e grande, é um dos mais populares sushis. Possui como
recheio variada combinação de peixes, folhas e raízes. Tendo tradicionalmente recheios
ímpares, é um dos mais apreciados em festivais e datas comemorativas;
Temaki - Um pedaço grande em formato de cone, com o nori na parte externa e os ingredientes
até à boca da extremidade larga. Um temaki típico tem por volta de dez centímetros de
comprimento e é comido com as mãos, já que é muito estranho pegá-lo com pauzinhos;
Uramaki - Um pedaço cilíndrico médio, com dois ou mais recheios. Uramaki diferencia-se dos
outros maki porque o arroz está na parte externa e o nori na interna. O recheio fica no centro,
rodeada por uma camada de nori, então uma camada de arroz e uma cobertura de outro
ingrediente como ovas de peixe ou sementes de gergelim torradas. Tem como seu mais popular
representante um sushi americano, o California Roll.
Depois da nossa experiência em fazer os rolinhos (o que não é fácil) e de os degustarmos foi-nos
oferecido um delicioso almoço de sushi.
Um experiência muito enriquecedora para a qual aguardamos com expectativa o nível II.
Dora Baião e Alberto Coelho 
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Temos o mesmo coração, sentimos o mesmo!
14 a 26 de Outubro de 2010
Texto e fotografias: Clara Ramos
Sentada em frente ao computador, com uma folha de word vazia, interrogo-me: o que dizer sobre
esta viagem, que era uma das minhas (cinco) viagens de sonho? Que impressões passar, para que o meu
caro leitor possa “sentir” um pouco o que foi esta viagem, se, eventualmente, não a fez? Ou se possa
rever, se teve a felicidade de já ter ido ao Japão?
“Moderno e tradicional” talvez seja a ideia que mais vincadamente me ficou do Japão: moderno na
arquitectura, na maneira de vestir dos jovens (arrojada e muito alternativa!), nas tecnologias (embora
eu não tenha visto nenhuma máquina multibanco), nos meios de transporte, nas estradas, enfim, em
muitas coisas que nos foi dado observar; tradicional nos costumes (algumas senhoras ainda vestindo os
lindíssimos quimonos), nas comidas (que tanto agastaram a maioria das “nossas” pessoas), no não saber
comunicar noutra língua que não o japonês, na delicadeza do trato, na extrema limpeza de tudo
(mesmo sem haver recipientes para o lixo nas ruas das cidades), enfim… também em muitas coisas que
vimos.
Não sendo meu objectivo ser exaustiva quanto a tudo o que nos foi dado ver, que foi bastante, vou
deixar-vos algumas “ideias” da minha visão - necessariamente a minha, claro! - do Japão e, lá mais para
o final, um pouco da Coreia do Sul.
Tóquio, Kamakura e Nikko
Pode-se dizer que a viagem se iniciou em Frankfurt, ou melhor, quando nos sentámos nos nossos
lugares do Airbus A380 “Peking”, que nos levou a Tóquio. Uma viagem longa sim, mas confortável, com
uma aterragem tão suave que não imaginaríamos que um “bicho” daqueles o conseguisse!
Tóquio, grande urbe onde caberiam todos os portugueses e ainda mais alguns convidados, ficou um
pouco abaixo das minhas expectativas. Sim, eram muito altas e foi isso, possivelmente, que “manchou”
um pouco a minha perspectiva. Grandes prédios, muita “movida” nas ruas, muito trânsito e um metro
vazio… coisa mais paradoxal!! 
Subimos à Torre de Tóquio, estivemos próximo do Palácio Imperial, onde vive o Imperador Akihito,
fizemos um cruzeiro pelo Rio Sumida, bem agradável, com um entardecer límpido, de belas cores,
fomos ao Templo Asakusa, onde iniciámos as nossas inevitáveis compras e subimos ainda à Torre Mori
para a “Tokyo City View” nocturna.
Embora, como já disse, Tóquio não me tivesse tocado por aí além, a entrada em Tóquio no segundo dia,
ao anoitecer, com a baía em baixo, os arranha-céus iluminados à nossa frente e nós “pelos ares”, na
Rainbow Bridge, foi deslumbrante. Tóquio não foi só decepção!
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Japão e Coreia do Sul 2010
Kamakura, com o seu Buda sentado, que tem 11,4 m de altura e com as mãos em posição de meditação,
foi bonito, mas sem grande “chama”. Interessante foi termo-nos cruzado com um casamento, num dos
templos que visitámos: a noiva de vermelho (é cá das minhas!! ), o ritual, o vestuário tradicional dos
convidados, a música e… o noivo de bebé ao colo, foi bonito e enternecedor. Ainda em Kamakura,
ficámos a saber que há uma deusa Kannon (ou será Canon?!?!), que é deusa da misericórdia, cujo
templo visitámos; esperemos que a deusa Kannon tenha misericórdia das… minhas fotografias!! 
Os noivos de Kamakura
De Nikko também esperava mais, mas aqui a “culpa” não foi de Nikko, foi do pouco tempo que tivemos
para explorar todo o vasto recinto do Santuário de Tosho-gu. E o pouco tempo resultou da parada a
que assistimos, o Festival Tosho-gu, que é uma procissão feudal; muito colorida, com cerca de 600
participantes, mas o tempo não deu para tudo e o santuário foi “sacrificado”; mesmo assim, ainda
pudemos ver os conhecidos macacos “não ver maldade, não ouvir maldade, não falar maldade”.
O Parque Nacional de Nikko é muito bonito, com montanhas, lagos, cascatas e as cores de Outono:
profusões de verdes, dourados e, sobretudo, de vermelhos perante os nossos olhos.
Mas… o Japão do meu imaginário ainda não era por aqui… Ou não tive tempo de captá-lo!
Monte Fuji, Hakone e o comboio-bala
Outra expectativa que saiu gorada foi a de ver em toda a sua plenitude o Monte Fuji, monte sagrado
para os japoneses, com 3776 m de altitude, o mais alto do Japão. Pudemos vislumbrá-lo por umas três
ou quatro vezes, sendo a primeira uma fugaz vista do autocarro. Quando chegámos ao nosso ponto de
paragem no Monte Fuji, a 2305 m de altitude, estava nevoeiro quase cerrado. Apesar da desilusão, a
paragem foi muito bonita, com o mítico nevoeiro pontuado de folhagens verdes e vermelhas. Bom… mas
o frio apertava e quem ganhou foram as lojas, onde “enfeirámos” nas mais diversas coisas.
Muito curioso foi ouvir a “estrada que canta”! A nossa guia Naomi disse-nos que, em determinado
ponto, quando nos dirigíamos para esta paragem, a estrada iria cantar para nós.
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Temos o mesmo coração, sentimos o mesmo!
O que é um facto é que se ouvem mesmo sons que se assemelham a música; a explicação que a Naomi
nos deu foi que, quando se vai a cerca de 50 km/h, o atrito entre a estrada e os pneus produz estes
sons!
De tarde, fizemos um passeio de barco no Lago Ashi, já com tempo mais simpático e novo vislumbre do
Monte Fuji, só o topo, o resto com nuvens. De seguida… teleférico!! E nova vista muito tímida do
Monte Fuji!! E pronto… foi isto!!
Nesse final da tarde, algumas pessoas, nas quais eu me incluí, puderam desfrutar, no hotel em Hakone,
duma piscina com águas termais, em que “cozemos” durante alguns minutos em água a cerca de 42º.
Foi fantástico!! 
No dia seguinte, aguardava-nos um dos pontos altos da viagem: o Shinkansen ou comboio-bala,
construído para as Olimpíadas de Tóquio, em 1964. Com muitas recomendações para que não nos
chegássemos à beira-cais, lá estava o grupo todo entusiasmado para experimentar o comboio, que
atinge velocidades de 300 km/h; as nossas guias Naomi e Keiko fizeram-nos muitos avisos de que
devíamos ser rápidos a entrar, porque o comboio apenas pára um minuto. Mais ou menos rapidamente,
lá chegámos aos nossos lugares (que deviam ser respeitados religiosamente, porque às nossas guias,
muito à japonesa, não lhes agradava que houvesse trocas!!). Foi uma excitação, até parecia que nunca
tínhamos andado de comboio! Logo no início da viagem, toda a gente queria ver o Monte Fuji mas, se,
na véspera, as vistas tinham sido todas quase de fugida, do comboio foram quase inexistentes. Quer
dizer, eu acho que lhe tirei umas fotografias, mas não tenho a certeza se era mesmo mesmo o Monte
Fuji!! 

E, de Hakone a Nagoya, que são cerca de 250 km, demorámos aproximadamente uma hora!
Shinkansen ou Comboio-bala
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Nagoya, Toba e Mikimoto
O comboio-bala levou-nos a Nagoya, a quarta cidade do Japão; é também uma cidade moderna, de
arquitectura muito arrojada, mas igualmente tradicional, onde pontua o belo Castelo de Nagoya, de
que gostei muito, já bastante perto do Japão do meu imaginário, com uma bela colecção de
documentação no seu interior e uma vista bem bonita sobre a cidade no seu topo. Este Castelo, que
está a celebrar 400 anos, foi destruído durante a Segunda Guerra Mundial, tendo a sua reconstrução
terminado em 1959. O Castelo de Nagoya fica situado mais ou menos no centro do Japão, entre Tóquio
e Quioto, pelo que tinha uma posição muito estratégica à época da sua construção.
Castelo de Nagoya
Uma das curiosidades desta cidade de Nagoya é que os sinais sonoros dos semáforos para os peões
são sons de canto de pássaros, nomeadamente, de cucos!
Depois da visita a Nagoya, seguimos em direcção a Toba, onde se situava o nosso hotel e que hotel!!
Até foi pena não termos usufruído mais de tão bom hotel, mas, na manhã seguinte, a nossa viagem
tinha de prosseguir. Saímos debaixo de chuva, mas saudados pela simpatia dos japoneses, já que uma
série de empregados do hotel (incluindo o cozinheiro com o seu típico barrete!) se foram despedir de
nós e ficaram a dizer-nos adeus até os autocarros desaparecerem.
Seguimos com a visita ao Grande Santuário Xintoísta de Ise, que é um dos mais importantes
santuários do Japão, dedicado a Amaterasu, deusa do Sol, considerada a antepassada da família
imperial. Aqui, pudemos assistir a uma cerimónia de pedidos de graças, com a(s) pessoa(s) que estava
(m) a fazer o pedido a percorrer, com o sacerdote, um percurso ao ar livre. Este Santuário tem a
particularidade de ser construído a cada 20 anos noutro local, sendo destruído o santuário anterior; a
destruição / reconstrução do santuário tem por objectivo renovar a tradição. A próxima troca de
lugar do Santuário far-se-á em 2013.
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Depois, novo passeio de barco para Mikimoto, a ilha das pérolas, onde assistimos a uma demonstração
de como as mulheres procuravam as ostras no fundo do mar (apenas mulheres o faziam, numa tradição
iniciada no séc. XVIII, quando os homens estavam no alto mar); de salientar que, contados pelo meu
relógio, uma das mergulhadoras (a que eu estive a seguir) estava cerca de 30 segundos debaixo de
água, o que fez por mais que uma vez, sem qualquer ajuda para respirar.
Igualmente de destacar o museu, com explicações sobre as ostras e com uma grande mostra de
trabalhos em nácar e pérolas. Kokichi Mikimoto, cuja estátua se encontra na ilha, é o nome do inventor
das pérolas de cultura, em finais do séc. XIX, que terá dito “gostava de poder adornar o pescoço de
todas as mulheres do mundo com pérolas”. E a loja, onde ficaram alguns (muitos?) dos “nossos” ienes.
E chegávamos, finalmente, a Quioto, que eu aguardava tão ansiosamente!
Quioto (e Nara)
A localização do nosso hotel em Quioto (sétima cidade japonesa e antiga capital imperial), bem no
coração da zona comercial de Gion, permitiu simpáticos passeios a pé, que foi o que fiz mal chegámos a
Quioto e igualmente após o jantar, mais um vasto grupo de companheiros de viagem.
Na manhã seguinte, partimos para ver o Templo Budista Todaishi, em Nara (que foi a primeira capital
permanente do Japão), que tem uma estátua de Buda sentado com 16 m de altura, ladeado por
discípulos. Aqui, como noutros locais que visitámos, havia sempre muita gente, sendo de destacar
grupos de meninos, com as suas fardas escolares, alguns bem pequeninos, sempre simpáticos e com um
sorriso para os fotógrafos; no parque, há mansos veados, muito do agrado de todos!
Já de regresso a Quioto, o almoço foi num restaurante de mesas baixinhas, com o pessoal sentado no
chão e descalço, claro!  Após o almoço, seguimos para os tão aguardados templos de Quioto. Como
esta cidade não foi bombardeada durante a Segunda Guerra Mundial, há muita casa antiga preservada.
As visitas que fizemos foram: o Castelo Nijo (cujo um interior é lindíssimo, com pinturas de árvores e
pássaros nas paredes e chão de madeira, que, ao pisar-se tem um som parecido ao canto do rouxinol,
para que, sempre que alguém entrasse em casa, se desse por isso); o Kinkaku-ji ou Pavilhão Dourado
(do séc. XIV, coberto a folha de ouro, com uma inesquecível imagem de enquadramento de árvores e
reflectido no lago, um jardim lindíssimo, cheio de tons de Outono; foi destruído por um incêndio em
1950, tendo sido reconstruído depois; ou seja, o actualmente existente tem apenas cerca de 60 anos);
e o Templo de Kiyomizu (“água pura”), que foi candidato a maravilha do mundo em 2007, este já ao
entardecer; este templo tem uma varanda a 13 m de altura; antigamente, acreditava-se que, quem
saltasse dessa varanda, atingiria o Nirvana; ainda hoje, em Quioto, a expressão “saltar da varanda”
significa tomar uma grande decisão.
Afinal, o Japão do meu imaginário estava em Quioto!! Gostei muito de Quioto, destes templos e
destes jardins.
Estes sim, verdadeiras pérolas, sem dúvida!
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Templo Dourada, em Quioto
Ainda no Templo de Kiyomizu, conseguimos um tempinho no nosso apertado programa para algumas
compras, numa rua repleta de lojas e de turistas.
Para culminar este dia tão cheio de coisas bonitas, nada melhor que um jantar acompanhado de música
e danças, por gueikos (filhas das arte – mas não gueixas que, em Quioto, tem uma conotação negativa)
e maikos (jovens entre 15 e 20 anos, aprendizes da música e dança) a fazer as delícias de todos –
bom, bem mais deliciosas que o jantar, sem dúvida!! 
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Maiko em Quioto
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O dia seguinte iniciou-se com a tradicional cerimónia do chá, no Templo Budista Daitokuji (fundado em
1325), que é bastante mais do que apenas beber chá! Começou com todo um ritual que incluía
meditação, tendo, alguns dos “nossos” meditado um pouco mais do que seria de esperar! O que vale é
que, de vez em quando, o monge fazia soar um gongo…  “Sentados direitos, respiramos bem e o
pensamento fica mais direito; respirando profundamente, sentimo-nos bem e ficamos mais bonitos”
foi um dos ensinamentos do monge. Depois, seguiu-se o ritual de servir e beber chá, que se iniciou com
pequenos doces (wagashi); após ser servido o chá, deve-se sempre rodar a taça (uma espécie de malga
larga), beber um pouco de chá, rodar novamente em sentido contrário, para apreciar a taça e beber
até ao fim, para que o nosso anfitrião saiba que gostámos.
Seguimos depois para o Templo Sanjusan, também conhecido por 33. Este templo, construído no séc.
XIII, tem 1001 estátuas de Kannon (a tal deusa da misericórdia), absolutamente impressionantes.
E depois fomos para a parada Jidai Matsuri (Festa dos Séculos), que é feita a 22 de Outubro para
celebrar a decisão do Imperador Kammu, que mudou a capital para Quioto há mais de 1200 anos,
precisamente num dia 22 de Outubro. Curiosamente, a parada começa “do fim para o princípio”, ou
seja, começa pela época mais recente (período Meji, 1868-1912) para a mais antiga (período Heian,
794-1185). Cerca de 2000 pessoas desfilam em ricas indumentárias, invocando personagens
históricas.
A nossa estadia em Quioto, de que tanto gostei, estava quase terminada. Mas ainda pudemos observar
a moderna arquitectura da cidade, incluindo a estação de comboio, um impressionante edifício
futurista, que mereceria uma visita, mesmo que não tivéssemos de lá ir, para novamente apanharmos o
comboio-bala, com destino a Hiroshima.
Como curiosidade, deixo-vos aqui algumas das cidades geminadas com Quioto, todas elas grandes
cidades do Mundo: Boston, Colónia, Cusco, Florença, Kiev, Paris, Zagreb.
Hiroshima e Miyajima
Hiroshima era outro local que eu aguardava com muita curiosidade. Pode parecer estranho, mas eu
gosto muito de História e Hiroshima, tristemente, faz parte da História do séc. XX.
De manhã, seguimos para o Parque Memorial da Paz, no local exacto onde a bomba atómica caiu (a
bomba deflagrou no ar, a 600m de altitude), iniciando-se a visita pela Ponte Aioi, em forma de T, que
serviu de sinal para o lançamento da bomba, a 6 de Agosto de 1945, pelas 8:15 da manhã. Próximo, a
antiga Casa de Fomento da Indústria, hoje conhecida pela Cúpula da Bomba Atómica, que ruiu
parcialmente, mantendo-se hoje tal como ficou e que foi classificado pela UNESCO como Património
da Humanidade.
Toda a zona ficou completamente destruída, tal como pudemos constatar em toda a vasta
documentação existente no Museu Memorial da Paz. Comovi-me profundamente neste local, onde
sabemos que 140.000 pessoas morreram instantaneamente, para além de todos os milhares de pessoas
que sofreram sequelas, algumas ainda hoje.
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Inscrição no Cenotáfio do Parque da Paz, em Hiroshima
O Parque tem vários monumentos, nomeadamente um lembrando as crianças vitimadas em 1945 e
mantém acesa uma chama que só se extinguirá quando armas nucleares deixarem de existir no Mundo.
A Cúpula da Bomba Atómica, no Parque da Paz em Hiroshima
Hiroshima é hoje uma cidade moderna, tal como as outras onde estivemos, mas mais pequena, sendo a
nona cidade do Japão, essencialmente dedicada à indústria.
Próximo de Hiroshima, fica o Santuário Xintoísta de Itsukushima, na ilha Miyajima, que é Património
da Humanidade e que era outro local para o qual a minha curiosidade estava bem aguçada! Nova
chegada de barco, a esta ilha… onde ninguém nasce nem ninguém morre!!  O Santuário foi
construído no séc. VI mas foi no séc. XII que foi construído tal como o vemos hoje, como uma casa
para um famoso samurai.
A Torii (porta) do Santuário está dentro de água, conforme muitas fotografias que a maioria de nós
já tinha visto, mas o que eu não sabia é que fica fora de água na maré baixa, coisa que pudemos
apreciar no regresso. Esta Torii é considerada pelos japoneses um dos três cenários mais bonitos do
Japão.
Gostei muito Miyajima, não só da Torii dentro de água, mas de toda a área, com templos muito
coloridos e um pagode de cinco andares. E mais um almoço japonês, desta vez numa casa alcandorada
no monte, com uma bela vista Santuário; e muitas lojinhas, uma tentação para todos!
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Temos o mesmo coração, sentimos o mesmo!
A Torii em Miyajima
Osaka
De Hiroshima para Osaka, fez-se a nossa terceira viagem em comboio-bala. Mas, agora, já estávamos
quase profissionais da “coisa”, ou seja, muito célebres a entrar e sair! 

Chegámos a Osaka, a terceira cidade, à noite. Ficámos um pouco “esmagados” com esta cidade
moderna, cheia de luzes e com uma “movida” imensa. Tivemos oportunidade de andar um pouco a pé
pelas ruas apertadas do centro da cidade quando nos dirigimos ao restaurante, onde nos despedimos
da comida japonesa com um jantar de sushi, que foi um momento muitíssimo divertido; pronto… houve
quem não tivesse comido nada, mas, ao menos, animou os companheiros!!  Fizemos ainda um passeio
nocturno de autocarro, tendo observado o Castelo de Osaka, numa bela visão nocturna.
Do que ainda nos foi dado ver quer nesse dia quer no dia seguinte, no trajecto para o aeroporto, a
cidade pareceu-me muito interessante e a merecer uma visita mais prolongada. Quem sabe se, um dia,
não voltaremos a estes locais do “sol nascente”!
Coreia do Sul
Chegados ao aeroporto de Seul, que dista cerca de 30 km da capital, seguimos para o que eu considero
o ponto mais alto da visita à Coreia do Sul, necessariamente rápida, porque o tempo escasseava: a
Zona Desmilitarizada. Entre as duas Coreias, após a guerra que decorreu entre 1950 e 1953, foi
estabelecida a chamada DMZ (Zona Desmilitarizada), com 2 km para cada lado entre os dois países,
percorrendo toda a fronteira, de leste a oeste. E o que teve de tão especial esta visita? Para mim, foi
estar num lugar diferente de todos aqueles que já me tinha sido dado ver.
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Estivemos em vários pontos da DMZ: num deles, há um pequeno museu e um filme a explicar o
sucedido e a maneira como as duas Coreias se têm relacionado (ou não); aqui, pudemos descer a 73 m
de profundidade e andar dentro dum túnel que foi construído pela Coreia do Norte, com o objectivo
de chegar a Seul; a Coreia do Norte construiu quatro túneis descobertos até hoje, que chegaram a
território da Coreia do Sul, tal como aquele onde andámos. Estivemos também num ponto de
observação, com a Coreia do Norte ao fundo, onde uma grossa risca amarela no chão delimita o local a
partir do qual não se podem tirar fotografias; e ainda na Dorasan Station, uma estação de comboios,
aberta em 2002, que um dia, tenhamos esperança, unirá efectivamente as duas Coreias.
Coreia do Sul, Zona Desmilitarizada
Ao final do dia, entrámos em Seul, tendo visitado o Templo Budista Jogesa, com três figuras douradas
de Buda, onde havia fiéis em oração e onde pudemos ouvir os tambores do templo.
Templo Jogesa, em Seul
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Temos o mesmo coração, sentimos o mesmo!
Naquele que seria o último dia desta viagem, antes do interminável regresso, fomos à cidade de
Suwon, que tem uma fortaleza ou castelo, com templos e muralhas, construído no séc. XVIII e
reconstruído entre 1975 e 1979; a sua reconstrução foi feita com base em documentação antiga,
exactamente como era, o que lhe valeu a classificação de Património da Humanidade pela UNESCO.
Passeámos primeiro no interior das muralhas e depois fizemos um simpático passeio de comboio
turístico pelo seu exterior.
As muralhas de Suwon
Em seguida, dirigimo-nos à Torre de Seul, para almoçar, com uma linda vista da cidade a nossos pés.
Depois de retemperadas as forças com um almoço coreano, visitámos o belo Palácio Real, bem no
centro da cidade, que fica muito próximo do hotel onde pernoitámos. A visita foi muito interessante;
as decorações são bem curiosas e coloridas. Após a visita, foi tempo de andarmos livremente, cada um
ao seu ritmo, por uma rua comercial, com oferta diversificada para turistas. Mas, aproximando-se o
pôr-do-sol, o frio era tanto que terminei o tempo livre antes do jantar em frente a uma quentinha
chávena de chá!! 

O jantar coreano teve carne a ser grelhada à nossa frente – carne óptima, mas temperada com…
açúcar!! Enfim, coisas de orientais! Já com um frio muito considerável, dirigimo-nos ao local do
espectáculo Nanta, um musical muito divertido, em que os sons são feitos com objectos comuns e em
que um dos actores “explicou”, por gestos, o que é ser maestro… pôs toda a gente a segui-lo, não sem
antes ter dividido a sala várias vezes: público à esquerda fazia uma coisa e à direita fazia outra. Bela
maneira de terminar a nossa visita à Coreia do Sul!! 

E, no dia seguinte, com um imenso frio, iniciámos o regresso…
A impressão que me ficou da Coreia do Sul (do pouco que vimos) é que é um país muito diferente do
Japão, mais sujo, com graffiti, mas com juventude de aparência “normal”, quer no vestir quer no
aspecto (contrariamente aos jovens japoneses, com aspecto andrógino e a vestir dum modo muito
diferente); mas é também um país muito desenvolvido, com prédios modernos e muito industrializado,
uma das maiores potências mundiais.
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Japão e Coreia do Sul 2010
Outras impressões
Há alguns aspectos desta fantástica viagem que ainda não abordei, reservando este espaço final para
o fazer. Embora o grupo fosse muito grande (64 pessoas), a maneira como tudo foi organizado foi
muito eficiente, não havendo, dum modo geral, atropelos nem atrasos. O autocarro um, no qual eu
andei, esteve sempre muito animado, com apresentações, cantorias, enfim, tudo contribuiu para que a
viagem fosse ainda mais interessante e nem se desse pelo decorrer de algumas longas viagens de
autocarro. Tivemos de aprender a cantar uma música japonesa, além de aprender alguns caracteres,
incluindo os números. Fomos até “avós”, uma vez que um simpático casal foi avô pela segunda vez
durante a viagem!!  Cabe aqui um agradecimento especial ao Bruno Lopes, ao Daniel Bertelo e ao
Pedro Baptista que souberam lidar com um grupo tão grande e tão diverso.
A comida, tão contestada por quase toda a gente, era, de facto, estranha para nós. Eu, que sou
muitíssimo esquisita, não comi muita coisa, é um facto, mas nunca passei fome; houve sempre alguma
coisa que consegui comer e, felizmente, beneficiei da solidariedade dos meus amigos que,
frequentemente, trocaram tempuras por sushi (entre outras coisas). Mas, claro, se vamos ao Japão e
à Coreia do Sul, não podemos esperar que nos sirvam … cozido à portuguesa!! 
As famosas “totó”, cheias de botões com funções mais ou menos curiosas (até com um botão para
música!), deram motivo para muita risota. Para quem não foi ao Japão, “totó” são as… sanitas! E
ouvimos na rua, mais que uma vez, a expressão “ó totó”, significando… pois o que cada um imaginar! 
A cerimónia do chá e os seus ensinamentos, de onde retirei a frase que dá título a esta simples
crónica de viagem, poderão servir de reflexão para as nossas vidas ocidentais, de gente correndo
sem, muitas vezes, um objectivo definido.
Cerimónia do chá, Quioto
Quioto e Hiroshima valeram, para mim, por toda a viagem. Foram, de facto, os locais mais marcantes,
que mais fundo me tocaram. O Japão dos meus sonhos esteve ao meu alcance nesta viagem, da qual
não saí defraudada. E, se a vida mo permitir, gostaria muito de poder voltar a Quioto, de preferência
com as cerejeiras em flor.
Esta foi a quarta das minhas cinco viagens de sonho, que estão no meu imaginário desde menina; três
das quatro foram feitas com o Clube Galp Energia. Será que, em breve, cumpro a minha quinta e última
viagem de sonho, também com o Clube? Assim o espero!
Até breve, meus amigos!
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Cirque du Soleil - Saltimbanco
O Clube Galp Energia – Núcleo Centro promoveu duas datas para o espectáculo Saltimbanco da
Companhia Cirque du Soleil e eu fui logo no primeiro dia, tal era a ansiedade. Já tinha visto três
espectáculos desta companhia e não consegui deixar de aceitar o convite feito pelo Clube Galp Energia
para ver Saltimbanco.
O Pavilhão Atlântico estava cheio daqueles que, como eu, já conheciam o conceito ou por aqueles que
iam à descoberta e que por certo não saíram defraudados.
Saltimbanco é a digressão mais antiga do Cirque du Soleil, mas nem por isso deixou de ser
espectacular! Antes pelo contrário!
Não me canso de falar a amigos desta noite bem passada, a assistir a um espectáculo de circo no seu
melhor, cheio de excelentes performances de arte circense (malabarismo, palhaços, acrobacias…),
valorizado pelos fatos espectaculares, pelos jogos de luz, pela originalidade da banda sonora, pela
qualidade das vozes, por toda uma magia difícil de descrever.
Foi uma mistura de música, cor, artistas de circo de elevada qualidade, humor, ficando entre muitas
recordações a ideia das personagens coloridas que participaram em todo o espectáculo e apareceram
em palco diversas vezes, rastejando pelo mesmo, como verdadeiros répteis.
O meu muito obrigada ao Clube Galp Energia – Núcleo Centro por mais esta iniciativa de extrema
qualidade.
Sorteio Britney Spears
Três Associados do Clube Galp Energia - Núcleo Centro vão ter a oportunidade de assistir ao
espectáculo que Britney Spears irá realizar, no próximo dia 09 Novembro, no Pavilhão Atlântico em
Lisboa.
Para concorrer ao sorteio de seis bilhetes (três duplos) para este concerto deve efectuar, até ao
final do dia 8 de Setembro próximo, a sua inscrição junto da Secretaria do Clube Galp Energia
através do endereço de mail interno “Clube GalpEnergia – Secretaria” ou do telefone 21 724 05 32
(extensão interna 10 532).
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Vamos aos Museus ...
Achei muito interessante a nova iniciativa lançada pelo Clube Galp Energia – Núcleo Centro este ano, a
que chamaram de “Vamos aos Museus…”.
Em Fevereiro já tinha participado no passeio de um dia em que os museus e monumentos visados foram
os situados em Belém e gostei. Agora esta proposta de ir no dia 16 de Outubro aos Museus em volta
do Fado despertou a minha atenção. A minha e a de mais cerca de 50 colegas que tal como eu,
participaram nesta data.
À hora marcada estavam os participantes, a representante do Clube Galp Energia e o nosso guia Tiago
Viana, todos prontos para iniciarmos o nosso passeio e só faltava mesmo o nosso motorista (que se
tinha perdido!). A ligação entre o Bairro da Petrogal até Sete Rios e depois até junto do Panteão
Nacional foi feita num confortável autocarro.
Por se tratar de um sábado havia Feira da Ladra e o Campo de Santa Clara estava cheio de
vendedores e compradores, de tendas a pequenas bancas e até pequenas mantas no chão. Tudo servia
para base da exposição dos mais diversos artigos. O nosso destino era o Panteão Nacional, mas todos
acabaram por dar uma outra olhadela no caminho a pé até lá.
O nosso guia Tiago deu-nos as explicações no autocarro e no exterior do Panteão por forma a
podermos aproveitar este espaço, onde nos dias de hoje se encontram sepultados vários presidentes,
escritores e a grande fadista Amália Rodrigues, motivo pelo qual ali fomos.
De seguida, e de uma forma apressada, fomos até ao Museu do Fado. A minha primeira impressão não
foi das melhores, porque para a mesma hora do nosso grupo, eles aceitaram mais pessoas, o que
tornou a nossa visita um pouco confusa. Mas deu para ir passando de sala em sala e ver desde
fotografias, cartazes, trajes, instrumentos, quadros aos mais diversos documentos que escrevem a
história do património imaterial que é o Fado.
A nossa visita para além de guiada era cantada, sendo os participantes presenteados com uma pequena
actuação de Fado no final da visita, no pequeno auditório no Museu do Fado. Aqui foi levantado o véu
daquilo que seria a nossa noite.
Falar sobre Fado é também falar de Lisboa e foi isso que fizemos a seguir ao Museu do Fado. Fomos
passear por Alfama e um pouco pelo Bairro Alto. A meio do caminho tivemos direito a uma surpresa
proporcionada pelo Clube Galp Energia … uma pequena paragem na esplanada da Pastelaria Suiça para
nos deliciarmos com um café e um dos seus maravilhosos pastéis de nata.
Depois do passeio por Lisboa, fomos jantar, na zona de Alfama, ao Restaurante “Guitarras de Lisboa”,
onde pudemos degustar um jantar típico português - linguiça de entrada, caldo verde, entrecosto no
forno e leite-creme de sobremesa. Entre os pratos tivemos sempre a oportunidade de ouvir uns
fadistas. E que melhor forma de acompanhar o nosso jantar e de terminar o nosso passeio dedicado ao
Fado.
Eu gostei imenso desta tarde/noite. Fico à espera de mais propostas, para visitar museus em Lisboa
(ou não), pois sabemos da existência de muitos, mas acabamos por não os visitar tão assiduamente
como gostaríamos. Assim com os programas do Clube Galp Energia não há desculpas, para não o
fazermos!
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XI Passeio Motard
O Passeio Motard é uma das muitas iniciativas anuais que a Direcção do Clube Galp Energia – Núcleo
Centro se orgulha de realizar e, em 2010, esse sentimento saiu reforçado pois comemorámos no
passado dia 9 de Outubro, o 11º Passeio Motard.
Desde 2000 que esta actividade mobiliza um significativo número de Associados das mais diversas
áreas da empresa e faixas etárias. O itinerário escolhido foi por terras ribatejanas, com saída das
Torres de Lisboa e breve paragem na Barragem dos Patudos em Alpiarça. De seguida avançámos até
Constância, onde nos esperava um belíssimo almoço e onde tivemos a oportunidade de falar sobre o
passeio efectuado e sobre outros já passados em conjunto.
Juntamos abaixo um mail enviado por três participantes. Um testemunho onde é possível sentir o
espírito que reina neste grupo de cerca de três dezenas de Motard’s, que todos os anos fazem
questão de estar presente...
“Vimos, por este meio, agradecer o fantástico passeio em que tivemos oportunidade de participar na
companhia de muitos motards, e que decorreu no sábado, dia 09 de Outubro de 2010, à bonita e
agradável Vila de Constância.
Gostaríamos também de realçar a óptima organização do Clube Desportivo da Galp que de uma forma
empenhada, mas ao mesmo tempo tranquila e divertida, organiza este evento, como tem sido hábito
ao longo de todos estes anos.
Parabéns...
P.S. – Fazemos votos sinceros que no próximo ano se volte a realizar esta excelente iniciativa, nesta
união entre os motards e o Clube Galp Energia.”
Luís Caetano, Ismael Teixeira e José Dias
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Campeonato Nacional de Pesca Desportiva
Realizaram-se, nos passados dias 16 e 17 de Outubro, as últimas (5ª e 6ª) provas do Campeonato
Nacional da 2ª Divisão Nacional de Pesca Desportiva, divisão onde o Clube Galp Energia se encontra a
competir e logrou alcançar um meritório 8º lugar, num total de catorze equipas, na Classificação
Geral Final.
Foi sob um calor intenso que se disputaram estas duas últimas mangas na Ribeira de Raia, em
Cabeção, no Alentejo. Terá sido este o local onde a nossa equipa teve mais dificuldades durante todo
o Campeonato, mas ao terminar na supracitada posição foi-lhe conferida a permanência neste escalão
da competição para o ano de 2011, conforme era objectivo desde o início da contenda por parte do
Clube Galp Energia – Núcleo Centro.
O campeonato foi ganho pela Sodarca Browning, na segunda posição classificou-se o Sporting Clube
de Portugal, e na posição imediata ficou o CAP da Castanheira. A equipa do Clube Galp Energia acaba
por estar de parabéns, pois alcançou um lugar no meio da tabela num campeonato muito disputado e
com equipas de grande valor e pergaminhos na modalidade. No entanto no final todos os elementos
foram unânimes em reconhecer que poderiam ter feito ainda melhor e que, para a próxima época,
teriam de se preparar melhor nos locais de competição no sentido de melhorarem a sua prestação.
Equipa do Clube Galp Energia – Núcleo Centro:
Francisco Vieira
José Cruz
Rui Batalha
Daniel Bertelo
Rui Reis
Paulo Martins
Filipe Bertelo
Francisco Novo
Rafael Passos
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more Sushi
Num sábado em que o tempo até nem estava muito convidativo lá fui para o Centro Comercial do
Campo Pequeno à procura do local onde se iria realizar o Workshop de Sushi.
Depois de várias voltas ao Centro lá me indicaram que deveria ser num dos restaurantes e lá
encontrei o local onde já se encontravam os meus companheiros de aventura. O nosso “instrutor” era
brasileiro, muito divertido e muito conhecedor do tema pelo que nos apresentou a arte do sushi como
fácil, o que para quem sabe é verdade.
Verifiquei que os meus colegas do sexo masculino eram muito mais entendidos na culinária do que eu e
quando passámos para a cozinha e tivemos a experiência de cortar as finas fatias do salmão para o
“sashimi” estávamos perante verdadeiros gourmets.
A experiência foi de facto excelente, aprendi como se deve cortar o peixe, como se pode aproveitar
todas as aparas, como se deve confeccionar o arroz e quais os equipamentos que deveremos utilizar e
onde os poderemos adquirir (no mundo que existe na zona do Martim Moniz).
Depois veio a parte melhor … saborear as nossas habilidades, ou seja, deliciar-nos com os diversos
tipos de sushi que fizemos. Surpresa das surpresas foi o excelente almoço que nos esperava no final.
O que posso dizer é que foi um excelente sábado, a repetir se possível.
Helena Goldschmidt
Nunca tinha experimentado confeccionar este tipo de cozinha e achei fascinante.
Apesar da aparente simplicidade, é muito exigente tecnicamente, o que faz com que seja cativante.
Fiquei muito contente de ter participado no workshop de sushi.
Rute Cacais
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Futebol de Onze - Fundação INATEL
Começa neste mês de Outubro de 2010 mais um Campeonato de Futebol 11 organizado pela Fundação
INATEL e no qual a equipa do Clube Galp Energia – Núcleo Centro mais uma vez irá participar.
Os jogos em casa da nossa equipa disputar-se-ão no Complexo Desportivo da Bobadela, sito no Bairro
da Petrogal.
Este ano a nossa equipa ficou incluída no Grupo F que é composto na sua totalidade por sete equipas
que, entre si, irão disputar um campeonato de todos contra todos em duas voltas, que apurará os dois
primeiros classificados para a disputa do Campeão Regional de Lisboa do INATEL e os restantes
disputarão uma outra competição denominada como Taça Reconhecimento.
Iremos participar com o intuito de obter a melhor classificação possível, mas sempre tendo presente
a disciplina e o salutar convívio dentro da competição, defendendo com orgulho a camisola do Clube
Galp Energia.
Rastreio Ocular
Através da divulgação efectuada pelo Clube Galp Energia, tive conhecimento que iria decorrer o
referido rastreio ocular por uma empresa exterior. Resolvi aproveitar esta oportunidade, na medida
em que já não efectuava há algum tempo um exame oftalmológico.
O rastreio, efectuado por técnico da MultiÓpticas, superou as minhas expectativas, visto o mesmo
ter demonstrado vastos conhecimentos e experiência na área.
O tempo disponibilizado foi o adequado para uma avaliação rigorosa e satisfatória.
Posteriormente foi-me entregue um relatório com os resultados e aconselhamento.
Vitor Pratas
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Passeando pelos Caminhos do Fado
Pelo início da tarde lá nos metemos no
autocarro a caminho dos “Caminhos do
Fado”.
Passear por Lisboa de motorista e com guia
é um luxo que só nos apercebemos quando o
fazemos e podemos olhar a nossa Capital
com outros olhos.
Começamos por visitar o Panteão Nacional
para visitarmos a última morada da nossa
querida Amália.
Quando estava mesmo a apetecer um
cafezinho lá fomos nós surpreendidos por
uma paragem na velha Pastelaria Suíça, onde
fomos recebidos com todas as atenções e os
devidos pastéis de nata…
Enfim, verdadeiros
própria Capital.
Turistas
na
nossa
Seguiu-se o Museu do Fado, que superou as
minhas expectativas, bem organizado e
ainda com direito a ouvir Fado ao vivo.
Seguimos pelo Bairro Alto e Alfama, onde
um dia passou e ainda passa o nosso querido
Fado.
Terminamos, como não poderia deixar de ser, numa casa de Fados, acompanhados de um delicioso
jantar.
Tivemos a sorte de apanhar uma antiga Fadista - Maria da Fé - que por ali passou para jantar e não
resistiu a cantar algumas canções.
No fim agradeceu-nos a presença dizendo:
“Cantar o Fado para Portugueses, que nos respondem cantando, é outra coisa!”
Por vezes esquecemo-nos de como viajar cá dentro pode ser tão agradável…
Teresa de Sousa
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Workshop de Artes Decorativas
Numa bela manhã de sábado dedicámo-nos a aprender, com a ajuda deste workshop, a técnica do
guardanapo. Mas, o que conseguimos foi mais que isso, foi uma manhã bem diferente, que
proporcionou o convívio entre colegas que ainda não conhecíamos, no meio de tintas, lixa e claro os
famosos guardanapos. O resultado final foi sem dúvida surpreendente para nós.
Porque, para além da diversão de fazer algo que não faz parte do nosso dia a dia, conseguimos atingir
o objectivo, isto é, conseguimos decorar um prato e uma caixa de chá e ainda os levámos como brinde
ou melhor “galhardete” para mostrar a toda a família e colegas a proeza que havíamos feito numa só
manhã… efectivamente é mais fácil do que parece.
É tudo uma questão de aprendizagem da técnica, e garantimos que não é necessário ter grande
habilidade nas artes, pois nós conseguimos .
Aproveitamos para agradecer ao Clube Galp Energia por este tipo de iniciativas, pois foi uma forma
de conjugar lazer com aprendizagem e convívio com outros colegas.
Ana Maio e Marina Vicente
A Direcção
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