Grupo Caixa Económica Montepio Geral
APRESENTAÇÃO RESULTADOS
1º Trimestre 2015
Atividade Consolidada (Informação financeira não auditada)
12 de maio 2015
CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL
A CEMG NO PERÍODO 2007 - MARÇO 2015
ATIVIDADE E RESULTADOS CONSOLIDADOS NO 1º TRIMESTRE 2015
•
Destaques
•
Resultados
•
Balanço
•
Liquidez
•
Solvabilidade
•
Atividade Internacional
1
Contexto de desafios inéditos: período longo de crise e
eventos extraordinários, com crescentes requisitos
prudenciais e regulamentares…
Principais Acontecimentos 2007 – Março 2015
•
Crise Subprime
•
Crise das dívidas soberanas
•
Elevados défices e dívida pública
•
PAEF - Políticas de Austeridade
•
Decréscimo do PIB
•
Decréscimo do Investimento - FBCF
•
Acentuado desemprego
•
Espectro de deflação
•
Taxas de juro a 0% e negativas
PIB (% - taxa de variação homóloga)
2,5
1,9
0,9
0,2
-1,6
-1,8
-3,0
1,7
-4,0
Taxa de Desemprego (% Pop. Ativa)
15,5 16,2
8,0 7,6
9,4
10,8
12,7
13,9 13,7
2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 1ºT15
Fonte: INE e previsões de Consenso (Bloomberg/Reuters) para o PIB do 1ºT15.
2
Maior diversificação do balanço com menor exposição
ao crédito
Estrutura do Ativo
Setor(1)
14%
86%
2007
11%
89%
2008
15%
85%
2009
20%
80%
2010
22%
25%
78%
75%
2011
2012
32%
32%
32%
30%
31%
68%
68%
68%
70%
69%
2013
2014
Mar-15
2007
2014
Crédito a Clientes
Outros Ativos
(1) 3 maiores instituições bancárias portuguesas em termos de Ativo líquido, excluindo BES / Novo Banco. Fonte: Documentos de divulgação de resultados.
3
Maior diversificação dos riscos, com decréscimo da
exposição ao crédito imobiliário
Estrutura do Crédito
Setor (1)
29%
71%
2007
28%
72%
2008
30%
70%
2009
34%
66%
2010
49%
44%
47%
51%
56%
Mar-15
2007
2014
44%
46%
48%
52%
53%
56%
54%
52%
48%
2011
2012
2013
2014
Crédito Imobiliário
Outros Créditos
(1) 3 maiores instituições bancárias portuguesas em termos de Ativo líquido, excluindo BES / Novo Banco. Fonte: Documentos de divulgação de resultados.
4
Balanço sólido acomodou o acréscimo de imparidades
resultante de uma crise sem precedentes
Fluxo de Imparidades de Crédito
Rácio de Cobertura de Crédito em Risco
(M€)
983
69%
784
713
631
56% 54%
58%
51% 53%
52% 52%
2012
2013
525
396
382
379
299
207
96
2007
98
2008
148
2009
113
2010
Montepio
171
144
2011
2012
Setor(1)
2013
2014
2011
Montepio
(1) 3 maiores instituições bancárias portuguesas em termos de Ativo líquido, excluindo BES / Novo Banco. Fonte: Documentos de divulgação de resultados.
2014
Setor(1)
5
Reforço da relação com o retalho que permitiu
concretizar a antecipação da redução da alavancagem
ainda em 2008…
Estrutura do Passivo e Capitais Próprios
(% do Ativo)
Rácio de Alavancagem
(Rubricas de Balanço: Crédito a Clientes, líquido / Recursos de Clientes e outros empréstimos)
Setor(1)
180%
174%
49%
55%
160%
160%
162%
68%
74%
158%
160%
1%
0%
140%
145%
45%
50%
10%
2007
Mar-15
2007
117%
122%
CEMG
Setor
BCE
114%
120%%
107%
118%
110%
108%
106%
106%
Dez.13
Jun.14
Dez.14
Mar-15
2014
Dez.07
Mercado de Capitais
128%
6%
26%
16%
Rácio indicativo a
atingir no final de
2014
Dez.08
Dez.09
Dez.10
Dez.11
Dez.12
Depósitos e Recursos de Retalho
(1) 3 maiores instituições bancárias portuguesas em termos de Ativo líquido, excluindo
BES / Novo Banco. Fonte: Documentos de divulgação de resultados.
Fonte: Banco de Portugal, Boletim Estatístico e Desenvolvimentos Recentes do Sistema Bancário Português.
6
Aumento significativo da base de capital e antecipação
da necessidade de diversificação das fontes de
capitalização através de alterações estatutárias
Evolução do Capital
(M €)
Fundo Participação
Capital Institucional
Reservas, Resultados e Outros
+76%
+634 M€
1.635
1.647
200
1.415
200
1.470
200
1.500
1.500
1.500
-285
-230
2014
Mar-15
1.259
836
824
635
660
201
164
2007
2008
986
995
760
800
226
195
2009
1.295
2010
1.245
340
14
2011
-53
2012
2013
7
Um Grupo mais diversificado
2007 Mar-15
Balcões - Rede Doméstica
Balcões - Rede Internacional*
Escritórios de Representação
300
6
Δ
436 136
29
6
29
0
* Finibanco Angola e Banco Terra (Moçambique).
Inclui 4 Centros de Empresas em Angola.
* Inclui 2 Centros de
Empresas em Luanda,
1 em Benguela e 1 no
Lubango.
8
Reforço de clientes de retalho, através de uma maior
penetração no segmento de empresas
Quotas de Mercado
Depósitos
5,3
Nº de Clientes
6,8
5,2
6,7
7,0
7,3
Empresas
Particulares
5,4
4,8
+273.290
1.514.287
138.072
1.240.997
Crédito Total
6,8
5,8
6,1
5,6
5,4
6,2
6,4
1.376.215
5,2
1.166.297
Crédito a Empresas (ex-Imobiliário)
2,3
2,2
2,5
2,9
2007
2008
2009
2010
74.700
6,2
4,3
4,7
4,9
2011
2012
2013
2008
Mar-15
2014
Fonte: Banco de Portugal, Boletim Estatístico – Estatísticas Monetárias e Financeiras
9
Reforço da notoriedade da marca Montepio
Notoriedade da Marca
Prémios referentes a 2014
Razões de Escolha de 1º Banco
Evolução dos fatores: Confiança e Fiabilidade
9,0
8,3
8,1
1º Lugar –
Satisfação do
Cliente
Marca de
excelência pelo
6º ano
consecutivo
Distinção
Contact
Center
Serviço Net 24 –
Distinguido com a
certificação 5 Estrelas
7,3
6,4
5,5
4,6
4,8
5,3
4,9
5,3
4,7
4,2
4,4
4,4
3,7
2,9
2005
3,1
2006
Novo Banco
3,1
2007
BPI
2,8
2008
2009
CGD
2010
Montepio
2011
2012
Santander Totta
2013 092014 (YTD)
MillenniumBcp
Fonte: Marktest - BASEF
Vice-liderança no ranking bancário de
reputação
10
Conclusões
Contexto de desafios inéditos: crise prolongada, eventos extraordinários e maiores
requisitos prudenciais e de corporate governance
CRISE DO SUBPRIME
 Antecipação da
Desalavancagem
 Reforço dos Recursos de
Retalho
 Antecipação do Pagamento
da Dívida de Mercados
CRISE SOBERANA
CRISE ECONÓMICA
E REDUÇÃO HISTÓRICA
DAS TAXAS DE JURO
 Diversificação do Balanço e do
Crédito
 Aprofundamento da Diversificação
 Diversificação de Mercados
 Melhoria da Eficiência
 Desenvolvimento Internacional
 Mitigação dos Riscos
Reforço e diversificação do capital e upgrade do sistema de governance
Condições para um novo ciclo de
Crescimento Sustentado e Rendibilidade
11
CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL
A CEMG NO PERÍODO 2007 - MARÇO 2015
ATIVIDADE E RESULTADOS CONSOLIDADOS NO 1º TRIMESTRE 2015
•
Destaques
•
Resultados
•
Balanço
•
Liquidez
•
Solvabilidade
•
Atividade Internacional
12
Destaques
Resultados
 Resultado do período positivo de 9,8 M€.
 Produto Bancário atingiu 183,0 M€ (por comparação com 307,6 M€ em Mar-14), variação que se explica pelo menor
contributo dos resultados de operações financeiras e pela descida da margem financeira.
 Provisões e Imparidades decresceram 51,9%, tendo-se fixado em 81,4 M€, em linha com as provisões e imparidades
recorrentes registadas em 2014.
 Manutenção dos Gastos Operacionais, com redução de 3,4% na atividade em Portugal e aumento nas demais geografias,
face à aposta na atividade internacional, designadamente em Angola e Moçambique.
Capital
 O rácio Common Equity Tier 1 (phasing-in) melhorou face a Dez-14, passando de 8,51% para 8,57%, denotando uma
capacidade endógena de geração de capital, uma vez que não considera os efeitos do resultado do período, do já
aprovado aumento de capital e da estimativa de aplicação à CEMG do regime especial para impostos diferidos, ao abrigo
da Lei nº 61/2014.
Liquidez
 Crescimento dos Depósitos de Clientes em 2,7%.
 Rácio de transformação atingiu 105,8% (111,0%, em Mar-14), refletindo a contínua redução do Gap Comercial.
 Diminuição do financiamento junto do BCE em 20,9% (-614 M€), para 2.326 M€.
Qualidade dos Ativos
 Redução de 0,3 p.p. do rácio de crédito em risco para 12,8%.
 Rácio de cobertura do crédito em risco atinge 66,9% (55,1%, em Mar-14). Considerando garantias hipotecárias associadas,
esta cobertura é de 133,0% (131,3%, em Mar-14).
 Reforço da cobertura do crédito vencido >90 dias para 132,5% (127,0%, em Mar-14).
13
Reforço da Solvabilidade, contenção de Custos e
acentuada redução do Custo do Risco
Rácio Common Equity Tier 1 (phasing-in)
Resultado do período
(%)
(M€)
+0,06p.p.
-25,7 M€
35,5
8,51
8,57
Dez-14
Mar-15
9,8
Mar-14
Mar-15
Gastos Operacionais
Provisões e Imparidade
(M€)
(M€)
+0,6%
82,2
81,7
78,2
-3,4%
Portugal
Presença Internacional
169,0
-51,9%
81,4
75,5
3,5
Mar-14
82,3%
6,7
Mar-15
Mar-14
Mar-15
14
Aumento da captação de Recursos no Retalho,
redução do Rácio de Alavancagem e melhoria dos
indicadores de Qualidade do Ativo
Depósitos de Clientes
Rácio de Transformação
(M€)
(%)
+2,7%
-5,2 p.p.
14.288
111,0
13.918
105,8
Mar-14
Mar-15
Rácio de Crédito em Risco
13,1
Mar-15
Cobertura do Crédito Vencido >90 dias e do Crédito em Risco
-0,3 p.p.
(%)
Mar-14
(%)
12,8
127,0
132,5
Mar-14
(131,3%)
55,1
Mar-14
Mar-15
Cobertura
Crédito Vencido >90 dias
Mar-15
(133,0%)
66,9
Considerando
Cobertura por
Imparidades e
Garantias
Hipotecárias
associadas
Cobertura
Crédito em Risco
15
CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL
A CEMG NO PERÍODO 2007 - MARÇO 2015
ATIVIDADE E RESULTADOS CONSOLIDADOS NO 1º TRIMESTRE 2015
•
Destaques
•
Resultados
•
Balanço
•
Liquidez
•
Solvabilidade
•
Atividade Internacional
16
Resultado do período atingiu 9,8M€ resultando de uma
criteriosa política de gestão de tesouraria, da eficiente gestão
de custos e da redução substancial das imparidades
Mar-14
Mar-15
var.
81.878
62.610
-23,5%
24.822
106.700
24.601
87.211
-0,9%
-18,3%
34
1
-98,0%
198.970
100.572
-49,5%
1.899
-4.796
< -100%
307.603
182.988
-40,5%
Gastos com Pessoal
46.000
50.744
10,3%
Gastos Gerais Administrativos
26.510
24.474
-7,7%
9.191
6.959
-24,3%
81.700
82.177
0,6%
225.903
100.811
-55,4%
169.017
81.359
-51,9%
Crédito
149.468
67.597
-54,8%
Títulos
18.189
3.389
-81,4%
Outras
1.361
10.373
> 100%
-7.537
49.349
297
19.749
> 100%
-60,0%
-13.193
-675
-10.057
69
23,8%
> 100%
35.481
9.760
-72,5%
milhares de euros
Margem Financeira
Comissões Líquidas de Serviços a Clientes
Produto Bancário Comercial
Rendimento de Instrumentos de Capital
Resultado de Operações Financeiras
Outros Resultados
Produto Bancário
Amortizações
Gastos Operacionais
Resultado Bruto
Provisões e Imparidades Líquidas
Resultados de Associadas e Empreedimentos Conjuntos
Resultado Antes de Impostos e Interesses que não controlam
Impostos
Interesses que não controlam
Resultado do período
17
Redução do Produto Bancário decorrente, sobretudo, da
performance dos resultados de operações financeiras no
1º trim. de 2014
Produto Bancário
(M€)
307,6
-124,6 M€
1,9
199,0
183,0
100,6
24,8
81,9
24,6
62,6
-4,8
Mar-14
Margem Financeira
Res. de Serviços e Comissões
Mar-15
Res. de Operações Financeiras
Outros Proveitos
18
Margem Financeira afetada pelo nível historicamente
baixo das taxas de juro de referência
Taxas Médias da Margem Financeira
Capitais
Médios
(M€)
Mar-14
Taxa
Proveitos/ Capitais
Média
Custos
Médios
Margem Financeira
Mar-15
Taxa Proveitos/
Média
Custos
81,9
Ativos Financeiros
21.284
4,22%
222
20.705
3,72%
190
Crédito a Clientes
16.608
3,48%
143
16.529
3,11%
127
Outras Aplicações
4.676
4,50%
52
4.176
3,86%
40
Swaps
Passivos Financeiros
Depósitos
Outros Passivos
27
2,75%
140
20.454
2,52%
127
13.906
2,38%
82
14.204
1,95%
68
6.696
1,86%
31
6.250
2,28%
35
Swaps
-23,5%
62,6
23
20.602
Margem Financeira
(M€)
27
24
82
63
Taxa de Intermediação Financeira
1,56%
1,23%
Euribor 3M - média do período
0,30%
0,05%
Mar-14
Mar-15
19
Redução homóloga dos Resultados de Operações Financeiras
influenciada, sobretudo, pelos resultados da alienação de
títulos de rendimento fixo ocorrida no 1º trim. de 2014
Resultados de Operações Financeiras
Mar-14
Mar-15
Var.
1.010
13.232
> 100%
208.705
71.978
-65,5%
4.918
-85
< -100%
Outros Resultados
-15.663
15.448
> 100%
Total dos Resultados de Operações Financeiras
198.970
100.572
-49,5%
milhares de euros
Resultados de Ativos e Passivos avaliados ao justo
valor através de resultados
Resultados de Ativos Financeiros Disponíveis para
Venda
Resultados de Reavaliação Cambial
199,0
(M€)
-49,5%
100,6
Mar-14
Mar-15
20
Manutenção de uma política de contenção de custos em
Portugal e uma aposta no crescimento da atividade
internacional
Gastos Operacionais
(M€)
+0,6%
Rácio Cost-to-Income
82,2
81,7
90,1%
83,6%
66,1%
59,0%
Mar-14
Mar-15
Distribuição geográfica dos Gastos Operacionais*
(M€)
43,6%
44,9%
2014
Mar-15
-2,7
78,2
(-3,4%)
75,5
+3,0
(+82,3%)
3,7
Mar-14
Mar-15
Portugal
Mar-14
6,7
2010
2011
2012
2013
Mar-15
Internacional
* Exclui ajustes de consolidação.
21
Substancial redução da imparidade constituída, a par do
reforço dos rácios de cobertura de crédito vencido e da
descida do rácio de crédito em risco
Evolução da Imparidade
(M€)
Qualidade do Crédito
-51,9%
Mar-14
Mar-15
Rácio de Crédito Vencido >90 dias
5,7%
6,5%
Rácio de Crédito com Incumprimento
7,8%
7,9%
13,1%
12,8%
Cobertura do Crédito Vencido
113,0%
117,3%
Cobertura do Crédito Vencido >90 dias
127,0%
132,5%
55,1%
66,9%
169,0
19,5
Rácio de Crédito em Risco
81,4
149,5
13,8
67,6
Cobertura do Crédito em Risco
Mar-14
Imparidades para Crédito
Mar-15
Outras Imparidades
Considerando as Garantias Hipotecárias
associadas a estes créditos, o grau de cobertura
do Crédito em Risco é de 133% (131%, em Mar-14).
22
CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL
A CEMG NO PERÍODO 2007 - MARÇO 2015
ATIVIDADE E RESULTADOS CONSOLIDADOS NO 1º TRIMESTRE 2015
•
Destaques
•
Resultados
•
Balanço
•
Liquidez
•
Solvabilidade
•
Atividade Internacional
23
Diversificação do Ativo e reforço dos Recursos de Clientes
Evolução da Estrutura do Ativo
(M€)
Evolução da Estrutura do Passivo e Capital
-1,1%
22.459
22.473
22.215
14,0%
15,3%
14,6%
20,6%
20,9%
20,2%
16,9%
16,9%
17,1%
7,8%
6,3%
6,6%
69,1%
67,8%
68,3%
71,6%
72,8%
73,2%
Mar-14
Dez-14
Mar-15
Mar-14
Dez-14
Mar-15
Crédito a Clientes
Carteira de Títulos
Outras Aplicações
Recursos de Clientes
Total do Capital
Recursos Complementares
24
Prosseguimento da estratégia de diversificação do
crédito, com as Empresas (excl. Construção) a
representar 39,3% da carteira
Crédito a Clientes (bruto)
(M€)
-0,7%
16.627 M€
8.527
-8,3%
+10,0%
5.894
2.207
Mar-14
Estrutura da Carteira de Crédito
16.515 M€
+0,2%
7.821
6.482
2.212
51,3%
47,4%
35,4%
39,3%
13,3%
13,3%
Mar-14
Mar-15
Mar-15
Habitação e Construção
Empresas (excl. Construção)
3º Setor e outros
25
Ganhos de quota no mercado das empresas
Crédito a Empresas
GANHOS DE QUOTA NO MERCADO DAS EMPRESAS
6,6%
5,8%
APOIO À RECUPERAÇÃO DA
ECONOMIA NACIONAL
Fev-14
Fev-15
Por setores de atividade:
8,4%
6,9%
6,7%
5,9%
Fev-14
Fev-15
Comércio
Fev-14
6,7%
5,6%
Fev-15
Fev-14
Alojamento,
Restauração e Similares
5,3%
3,7%
3,5%
Fev-15
Indústrias
Transformadoras
Fev-14
Fev-15
Transportes e
Armazenagem
Fev-14
4,4%
Fev-15
Eletricidade, Gás, Vapor
e Água
Fonte: Banco de Portugal – Estatísticas Monetárias e Financeiras. Atividade com Residentes.
26
Manutenção da forte capacidade de atração e retenção de
poupanças, com os Depósitos de Clientes a crescerem 2,7%
Depósitos de Clientes
(M€)
Estrutura da Carteira de Depósitos
0,9%
17.280 M€
17.124 M€
Recursos
de Balanço
16.083 M€
+2,7%
13.918
14.288
1.984
1.041
1.008
Mar-14
Mar-15
Depósitos
Títulos colocados em Clientes
65,9%
65,1%
Empresas
20,3%
19,9%
Peq. Negócios
7,1%
8,5%
Outros segmentos
6,7%
6,5%
Mar-14
Mar-15
Recursos
de Balanço
16.272 M€
-8,4%
2.165
Particulares
Recursos Fora de Balanço
27
CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL
A CEMG NO PERÍODO 2007 - MARÇO 2015
ATIVIDADE E RESULTADOS CONSOLIDADOS NO 1º TRIMESTRE 2015
•
Destaques
•
Resultados
•
Balanço
•
Liquidez
•
Solvabilidade
•
Atividade Internacional
28
Prosseguiu a redução do gap comercial e do rácio de
transformação que atingiu 105,8% e 91,7% considerando
a totalidade dos recursos de clientes de balanço
Rácio de Transformação
(%)
Gap Comercial
(M€)
Depósitos de Clientes subtraídos do Crédito (líquido)
-5,2 p.p.
111,0
96,1
105,8
91,7
-830,6
-1.540,2
Mar-14
Mar-15
Mar-14
+709,6 M€
Mar-15
Crédito Líq. / Depósitos de Clientes
Crédito Líq. / Depósitos de Clientes + Títulos colocados em Clientes
29
Redução de -20,9% do refinanciamento junto do BCE e
aumento do peso dos ativos disponíveis
Pool de Ativos Elegíveis como Colateral
4.712
(M€)
-14,8%
4.012
2.940
-20,9%
(62%)
2.326
(58%)
1.772
(38%)
Mar-14
Pool de Ativos Disponíveis
1.686
(42%)
Mar-15
Utilização da Pool
30
Reduzidas necessidades de refinanciamento junto dos mercados
financeiros: amortizações programadas de dívida representam
apenas 26% dos reembolsos ocorridos desde 2010
Gap Financeiro
(M€)
Amortizações programadas de dívida
(M€)
2.409
1.258
Vencimento
da Carteira de
Obrigações
569
76
Set-Dez
2015
Reembolso
de Dívida
1.953
690
1.753
221
1.394
2016
2017
2018
≥ 2019
773
726
-165
-346
Necessidades Líquidas de Refinanciamento
-89
-125
264
-429
+140
-537
346
429
537
165
-773
2010
-83
+721
2011
2012
2013
2014
Jan-Mar Mar-Dez 2016
2017
2018 ≥ 2019
2015
2015
Já amortizado desde 2010 = 8.499 M€
Amortizações futuras = 2.250 M€
31
CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL
A CEMG NO PERÍODO 2007 - MARÇO 2015
ATIVIDADE E RESULTADOS CONSOLIDADOS NO 1º TRIMESTRE 2015
•
Destaques
•
Resultados
•
Balanço
•
Liquidez
•
Solvabilidade
•
Atividade Internacional
32
Rácio Common Equity Tier 1 (phasing-in) situou-se em
8,57%, acima do requisito mínimo definido (7%)
Rácio Common Equity Tier 1 (phasing-in)
(%)
milhões de euros
Dez-14
Mar-15
1.309
1.340
Instrumentos elegíveis para CET1
1.682
1.686
Capital Common Equity Tier 1
1.285
1.320
Capital Tier 1
1.285
1.320
Capital Tier 2
33
27
BASILEIA III - CRD IV
Capital Total
+0,06p.p.
8,51
8,57
8,63
Ativos e equivalentes ponderados pelo risco
Dez-14
Mar-15
15.094
15.407
(1)
Diferidos
Rácio Capital Total (phasing-in )
8,67%
8,70%
Rácio Tier 1 (phasing-in )
8,51%
8,57%
Rácio Common Equity Tier 1 (phasing-in )
8,51%
8,57%
Mar-15
Considerando o
Resultado do período
(1) A Mar-15, este rácio atinge 9,81% se se considerar o Resultado do período e a
elegibilidade da dívida subordinada “Rendimento TOP”, após aprovação nas Assembleias de
Obrigacionistas do próximo dia 13 de maio de 2015.
33
CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL
A CEMG NO PERÍODO 2007 - MARÇO 2015
ATIVIDADE E RESULTADOS CONSOLIDADOS NO 1º TRIMESTRE 2015
•
Destaques
•
Resultados
•
Balanço
•
Liquidez
•
Solvabilidade
•
Atividade Internacional
34
Contínuo crescimento da atividade desenvolvida em
Angola, com os Depósitos e o Crédito a crescerem 32% e
41%, respetivamente
Margem Financeira
Produto Bancário
(M€)
- Angola
(M€)
Gastos Operacionais
(M€)
-6,7%
63,1%
Resultado do período
(M€)
10,9
7,2
10,1
24,7%
4,4
3,6
4,5
-1,7M€
3,6
Mar-14
1,9
Mar-15
Mar-14
Mar-14
Mar-15
Depósitos
(M€)
Crédito (bruto)
+31,7%
Mar-14
(M€)
Mar-14
Mar-15
N.º de Agências e Colaboradores
33,7%
497,1
664,7
2,2%
3,0%
Em % do Ativo Consolidado do Grupo CEMG
N.º de Clientes
187
22.412
16
20
Mar-14
Mar-15
Agências*
Mar-15
28,4%
25,0%
Mar-15
Mar-14
12,0%
167
Mar-14
335,7
238,6
Mar-15
Ativo Líquido
(M€)
40,7%
524,7
398,5
Mar-15
Mar-14
28.784
Mar-15
Colaboradores
*Inclui 2 Centros de Empresas em Mar-14 e 4 em Mar-15.
35
Presença no setor bancário moçambicano
desde dezembro 2014
- Moçambique
Desde dezembro de 2014, a presença bancária do Grupo
milhares de euros
CEMG alargou-se a Moçambique após a aquisição de
Balanço
uma participação qualificada de 44,5% do capital e dos
direitos de voto do Banco Terra.
O Banco Terra irá tornar-se um importante agente do
desenvolvimento
e
do
crescimento
económico
de
Dez-14
Mar-15
var.
Crédito a Clientes
32.396,3
36.746,9
13,4%
Depósitos de Clientes
27.515,1
27.887,4
1,4%
Total do Ativo
58.577,3
57.718,7
-1,5%
Demontração de Resultados (1)
Moçambique, estando orientado para as áreas de retalho
Margem Financeira
833,4
1.070,4
e empresarial, sobretudo clientes de agro-negócios,
Produto Bancário
791,7
1.475,1
Gastos Operacionais
802,4
2.163,2
habitação e PME.
Com um ativo líquido de 57,7 M€, para o qual contribuiu
Imparidade de Crédito
1.323,1
59,6
um saldo de crédito concedido de 36,7 M€ (+13,4%, face
Resultado do período
-1.396,7
-745,5
9
9
0,0%
187
187
0,0%
a Dez-14), e um saldo de depósitos de clientes de 27,9
M€ (+1,4%, face a Dez-14), o Banco Terra fechou o 1º
trimestre de 2015 com um resultado do período, atribuível
Dimensão
Nº de Balcões
Nº de Funcionários
ao Grupo CEMG, de -0,7 M€, condicionado pela fase de
crescimento em que se encontra a instituição.
(1) Resultados de Dez-14 relativos apenas ao último mês do ano. Valores atribuíveis ao Grupo CEMG.
36
ANEXOS
37
Calendário de Eventos Societários do 1º semestre de 2015
Data
Tipo e Evento
maio 2015
Relatório e Contas
Publicação do relatório e contas relativo ao 1.º trimestre 2015
13 maio 2015
Assembleia Geral de Obrigacionistas
Obrigações de Caixa Subordinadas Montepio Rendimento Top 1.ª Série 2008/2018
(CÓD. ISIN PTCMKLXE0004)
13 maio 2015
Assembleia Geral de Obrigacionistas
Obrigações de Caixa Subordinadas Montepio Rendimento Top 2.ª Série 2008/2018
(CÓD. ISIN PTCMKOXE0001)
26 maio 2015
5 junho 2015
24 junho 2015
Assembleia Geral da CEMG (ponto 7. da Assembleia Geral de 30 abril 2015)
Discutir e deliberar sobre o projeto de alteração parcial dos Estatutos da
Caixa Económica Montepio Geral
Assembleia de Titulares de Unidades de Participação do Fundo de Participação
da Caixa Económica Montepio Geral
Deliberar sobre a supressão do direito de preferência atribuído aos
titulares de Unidades de Participação
Assembleia Geral da Associação Mutualista Montepio Geral
Aprovação das Contas Consolidadas de 2014 e respetivo relato de gestão
38
Balanço
var.
homol.
Mar-14
Dez-14
Mar-15
Caixa e disponibilidades em bancos centrais
427.064
284.813
385.088
Disponibilidades em outras instituições de crédito
229.515
217.043
228.315
-0,5% Passivos financeiros detidos para negociação
63.527
86.581
104.662
64,8% Recursos de outras instituições de crédito
902
0
3.649.791
3.589.711
3.550.477
383.499
546.162
207.600
milhares de euros
Ativos financeiros detidos para negociação
Outros ativos fin. ao justo valor através de resultados
Ativos financeiros disponíveis para venda
Aplicações em instituições de crédito
Crédito a clientes
Investimentos detidos até à maturidade
-9,8% Recursos de bancos centrais
0 -100,0% Recursos de clientes e outros empréstimos
15.511.124 15.226.223 15.167.299
-2,7% Responsabilidades representadas por títulos
2.968.037
2.496.886
2.326.382
-21,6%
65.745
85.292
74.239
12,9%
629.522
1.070.156
1.170.081
85,9%
13.984.679 14.314.659 14.362.513
2,7%
2.039.016
-7,9%
163.650
156.476
-19,3%
-2,2% Derivados de cobertura
1.975
1.494
1.256
-36,4%
69,1% Provisões
6.984
20.329
7.192
3.104
371.924
373.279
372.570
0,2%
254.559
383.576
197.780
-22,3%
140.391
60
204
Ativos não correntes detidos para venda
677.573
799.739
828.554
Propriedades de investimento
711.306
715.737
710.970
Outros ativos tangíveis
120.030
98.931
100.104
-16,6% TOTAL DO PASSIVO
Ativos intangíveis
58.215
66.054
67.053
15,2% Capital Institucional
Inv. em associadas e filiais excl. da consolidação
39.209
24.650
41.099
5.008
2.664
7.624
Ativos por impostos diferidos
319.513
355.881
360.870
12,9% Títulos Próprios
Outros ativos
179.346
339.124
314.276
75,2% Reservas de reavaliação
-65,7% Passivos por impostos correntes
22,3% Outros passivos subordinados
0,0% Outros passivos
4,8% Fundo de Participação
52,2% Outros instrumentos de capital
Outras reservas e resultados transitados
Resultado do período
Interesses que não controlam
TOTAL DO CAPITAL
22.459.226 22.473.474 22.214.586
var.
homol.
2.146.525
120.101
TOTAL DO ATIVO LÍQUIDO
Mar-15
193.910
596
Ativos por impostos correntes
Dez-14
2.213.152
-45,9% Passivos financeiros associados a ativos transf.
83.007
Derivados de cobertura
Mar-14
-1,1% TOTAL DO PASSIVO E CAPITAL
27.836 > 100%
16.441 > 100%
20.697.680 21.058.950 20.744.591
0,2%
1.500.000
1.500.000
1.500.000
0,0%
200.000
200.000
200.000
0,0%
8.273
8.273
8.273
0,0%
-3.350
-3.280
-9.991 < -100%
37.069
18.516
74.190 > 100%
-27.648
-148.472
-340.016 < -100%
35.481
-186.953
11.720
26.440
1.761.546
1.414.524
9.760
-72,5%
27.779 > 100%
1.469.996
-16,6%
22.459.226 22.473.474 22.214.586
-1,1%
39
Demonstração de Resultados
milhares de euros
Mar-14
Mar-15
var.
Juros e Rendimentos Similares
222.353
190.715
-14,2%
Juros e Encargos Similares
140.475
128.104
-8,8%
81.878
62.610
-23,5%
34
1
-98,0%
Margem Financeira
Rendimentos de Instrumentos de Capital
Rendimentos de Serviços e Comissões
33.076
31.910
-3,5%
Encargos com Serviços e Comissões
8.255
7.309
-11,4%
Resultados de Ativos e Passivos Avaliados ao Justo Valor através de resultados
1.010
13.232
> 100%
208.705
71.978
-65,5%
4.918
-85
< -100%
Resultados de Alienação de Outros Ativos
-4.952
6.074
> 100%
Outros Resultados de Exploração
-8.812
4.578
> 100%
Produto Bancário
307.603
182.988
-40,5%
Gastos com Pessoal
46.000
50.744
10,3%
Gastos Gerais Administrativos
26.510
24.474
-7,7%
Amortizações e Depreciações
9.191
6.959
-24,3%
225.903
100.811
-55,4%
-301
7.329
> 100%
149.468
67.597
-54,8%
18.189
3.389
-81,4%
1.662
3.044
83,1%
Res. associadas e empr. conj. (eq. patrimonial)
-7.537
297
> 100%
Resultado antes de im postos e Interesses que não controlam
49.349
19.749
-60,0%
-22.489
-9.041
59,8%
9.296
-1.016
< -100%
-675
69
> 100%
35.481
9.760
-72,5%
Resultados de Ativos Financeiros Disponíveis para Venda
Resultados de Reavaliação Cambial
Resultado Operacional
Provisões líquidas de reposições e anulações
Imparidade de Crédito (líquida de reversões e recup.)
Imparidade de Outros Ativos Financeiros (líquida de reversões e recup.)
Imparidade de Outros Ativos Não Financeiros (líquida de reversões e recup.)
Impostos
Correntes
Diferidos
Interesses que não controlam
Resultado do período
40
Disclaimer
Este documento não representa uma oferta de valores mobiliários para venda nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão ou
qualquer outra jurisdição. Qualquer oferta pública de valores mobiliários efetuada nos Estados Unidos, Canadá, Austrália ou Japão
teria que ser efetuada por meio de um prospeto com informação detalhada sobre a empresa e a sua gestão, incluindo Demonstrações
Financeiras.
As questões discutidas no presente documento poderão conter declarações prospetivas, que, como tal, se encontram sujeitas a riscos
e incertezas. Pela sua natureza, as declarações prospetivas envolvem riscos conhecidos e desconhecidos e incertezas, pois referemse a eventos e dependem de circunstâncias que podem, ou não, ocorrer no futuro e podem ter como consequência que os resultados
e desempenho da Caixa Económica Montepio Geral sejam significativamente diferentes dos resultados e desempenho futuros
contidos, expressa ou implicitamente, em tais declarações prospetivas. Muitos destes riscos e incertezas estão relacionados com
fatores que escapam ao controlo da Caixa Económica Montepio Geral ou à sua capacidade de os prever com precisão, como as
condições de mercado futuras, as flutuações cambiais, o comportamento de outros intervenientes no mercado, a atuação dos
reguladores, bem como outros fatores como a capacidade da Caixa Económica Montepio Geral continuar a obter o financiamento
necessário à satisfação das suas necessidades de liquidez, as alterações no quadro político, social e regulamentar no qual a Caixa
Económica Montepio Geral opera ou nas tendências e condições económicas ou tecnológicas, incluindo a inflação e a confiança dos
consumidores. Os destinatários desta apresentação são aconselhados a não considerarem indevidamente tais declarações
prospetivas, nem a basearem quaisquer decisões de investimento exclusivamente nas mesmas. Mesmo que a situação financeira da
Caixa Económica Montepio Geral, estratégia de negócio, planos e objetivos de gestão para operações futuras sejam coerentes com
as declarações prospetivas contidas nesta apresentação, tais resultados ou desenvolvimentos, bem como o desempenho passado da
Caixa Económica Montepio Geral, podem não ser indicativos de resultados ou de desenvolvimentos da Caixa Económica Montepio
Geral no futuro. A Caixa Económica Montepio Geral declina expressamente qualquer obrigação ou compromisso de fazer quaisquer
atualizações ou revisões destas declarações prospetivas, caso o seu conteúdo seja alterado na sequência do surgimento de novas
informações, eventos futuros ou de quaisquer fatores de outra ordem, exceto na medida do exigido por lei.
A informação financeira intra-anual, apresentada neste documento, não foi objeto de auditoria.
41
CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL
ENTIDADE COM O CAPITAL ABERTO AO INVESTIMENTO DO PÚBLICO
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