POLÍTICA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Manual Operacional para as Instituições Parceiras Versão Final (19/05/2004) Índice Apresentação/Introdução.................................................................................................. 3 1 Objetivo ................................................................................................................... 3 2 Estrutura de Gestão do Programa de APL................................................................. 4 2.1 Conselho de Política para Arranjos Produtivos Locais ...................................... 4 2.2 Grupo Técnico.................................................................................................. 4 2.3 Secretaria Executiva ......................................................................................... 5 3 Cadastro de APL ...................................................................................................... 5 4 Preparação das Instituições do Grupo Técnico para Atuação Conjunta ..................... 6 5 6 7 4.1 Pré-seleção de Atuação em APLs ..................................................................... 6 4.2 Sensibilização e Capacitação da Equipe............................................................ 6 4.3 Mobilização Inter-institucional ......................................................................... 6 4.4 Sensibilização e Integração com os Atores Locais ............................................ 7 Elaboração do Plano de Desenvolvimento Preliminar............................................... 7 5.1 Plano de Desenvolvimento ............................................................................... 7 5.2 Análise do Plano de Desenvolvimento Preliminar............................................. 8 5.3 Articulação Institucional................................................................................... 8 Montagem do Plano de Desenvolvimento Final........................................................ 8 6.1 Construção dos Projetos Específicos................................................................. 8 6.2 Análise dos Projetos pelas Instituições.............................................................. 9 6.3 Aprovação do Plano de Desenvolvimento Final ................................................ 9 Co-Acompanhamento Informatizado........................................................................ 9 ANEXO I....................................................................................................................... 10 Cadastro de Arranjos Produtivos Locais ......................................................................... 10 ANEXO II ..................................................................................................................... 36 Critérios para Seleção dos Arranjos Produtivos Locais ................................................... 36 ANEXO III .................................................................................................................... 40 Menu de Instrumentos Disponibilizados pelas Instituições Parceiras .............................. 40 ANEXO IV .................................................................................................................... 49 Modelo de Plano de Desenvolvimento............................................................................ 49 ANEXO V ..................................................................................................................... 57 Chek-List ....................................................................................................................... 57 ii Apresentação/Introdução A partir do reconhecimento da necessidade de somar esforços, em busca do desenvolvimento do país, as entidades envolvidas no Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais (APLs) se organizaram para definir critérios de ação conjunta interinstitucional, para o apoio e fortalecimento de APLs. São respeitadas as especificidades de atuação de cada instituição e estimuladas a parceria, a sinergia e a complementaridade das ações, conforme descrito nos Termos de Referência para Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais. É apoiado nesses fundamentos que se apresenta este manual, norteador da articulação para as instituições parceiras. O tema foi incluído nos documentos que tratam das políticas nacionais de desenvolvimento e no Plano Plurianual de 2004-2007, ao mesmo tempo em que se estrutura uma política de governo de apoio integrado a APLs, que norteará a atualização do Programa 1015 - Arranjos Produtivos Locais, constante do Plano Plurianual. A organização deste Manual compreende, além desta apresentação, sete seções. Na seção seguinte, é apresentado o objetivo da proposta de ação conjunta. A segunda seção explica a estrutura de gestão do Programa de Arranjos Produtivos Locais. A terceira parte descreve como foi constituído o Cadastro de APLs e os critérios de seleção dos APLs que farão parte da primeira etapa de operação do Programa. Em seguida, sugerem-se às instituições participantes do Grupo Técnico os procedimentos preparatórios, para atuação conjunta e para a mobilização de parceiros. As duas seções seguintes explicam as diretrizes para a construção do Plano de Desenvolvimento e seus projetos específicos, bem como o processo para sua aprovação. Por último, há uma referência ao sistema informatizado que contribuirá para o monitoramento das ações do Programa. 1 Objetivo Este Manual tem como objetivo orientar as ações do Grupo de Trabalho Permanente para APLs, ou seja, as ações das seguintes instituições: MDIC, MF, MPOG, MDA, MTE, MT, ME, MAPA, MCT, MI, MME, BB, BNDES, BNB, BASA, Caixa, IPEA, FINEP, CNPq, INMETRO, EMBRAPA, APEX-Brasil, SEBRAE. Outras instituições poderão se agregar ao grupo, a qualquer tempo, com o propósito de compor ações complementares. A proposta é iniciar o trabalho a partir da articulação entre as instituições já atuantes nos APLs, com o intuito de formar redes de cooperação entre as entidades ofertantes, por meio da identificação de complementaridade das ações. Objetiva-se também o estímulo à governança local para que seja construído um canal de interlocução entre os atores locais e as instâncias federais. 3 2 Estrutura de Gestão do Programa de APL A gestão do Programa de Arranjos Produtivos Locais se dará em três instâncias, descritas a seguir: 2.1 Conselho de Política para Arranjos Produtivos Locais É a instância superior de gestão do Programa, formada pelos titulares das instituições participantes do Grupo de Trabalho Permanente para APLs. Este Conselho se reunirá a cada 6 meses para deliberar. Suas atribuições serão: • Estabelecer e revisar as prioridades da política para APLs; • Analisar e aprovar as regras de aplicação da Política de apoio ao desenvolvimento dos APLs, recomendadas pelo Grupo Técnico; • Aprovar os critérios sugeridos pelo Grupo Técnico para a seleção de novos APLs; • Garantir a destinação de recursos para a execução das ações do Programa; • Aprovar material de divulgação do Programa; • Aprovar os Planos de Desenvolvimento Finais. O Conselho só apreciará os Planos de Desenvolvimento encaminhados pela Secretaria Executiva, elaborados conforme os itens 5 e 6 e do Anexo IV deste Manual. 2.2 Grupo Técnico Esta instância será composta por técnicos das instituições participantes do Grupo de Trabalho Permanente para APLs. Este grupo se reunirá mensalmente. As atribuições desta instância são as seguintes: • Analisar tecnicamente os Planos de Desenvolvimento (preliminares e finais); • Articular-se em vários níveis: federal, com as outras instituições que atuam com APLs; estadual/regional, com representantes das instituições federais e outras instituições estaduais/regionais; local, com os atores locais dos APLs; • Subsidiar com informações o Conselho de Política para APLs para a tomada de decisões; • Formular e disseminar em suas instituições os Termos de Referência e o Manual Operacional; • Elaborar critérios para atualização do Cadastro de APLs e para seleção de APLs para início de operação no âmbito da Política Nacional de Apoio a APLs; • Elaborar as regras de aplicação da Política de apoio ao desenvolvimento dos APLs; • Elaborar a apresentação padronizada do Programa; • Analisar as sugestões de alterações do modelo de Plano de Desenvolvimento consolidadas pela Secretaria Executiva; • Contribuir com a Secretaria Executiva na elaboração do material de divulgação do Programa; 4 • Sugerir alterações ao Conselho de Política para APLs, aperfeiçoando a política. 2.3 Secretaria Executiva Localizada no MDIC, internamente ou por meio de seus órgãos vinculados, suas funções serão desempenhadas pela equipe do Departamento de Micro, Pequenas e Médias Empresas da Secretaria de Desenvolvimento da Produção. Esta equipe deve contar com, no mínimio, dez pessoas: dois apoios administrativos, dois técnicos da área de informática e seis gerentes de área (áreas: capacitação de recursos humanos, acesso a mercados, acesso a serviços financeiros, inovação tecnológica, certificação de origem, governança local). O trabalho da Secretaria Executiva do Programa será ininterrupto. Suas atribuições são: • Assessorar o Grupo Técnico; • Gerenciar o sistema de acompanhamento informatizado via internet; • Receber e encaminhar os Planos de Desenvolvimento para análise do Grupo Técnico; • Receber e encaminhar os projetos, constantes dos Planos de Desenvolvimento, às respectivas instituições para análise; • Receber e encaminhar relatórios de acompanhamento das atividades desenvolvidas nos APLs; • Prestar informações aos parceiros; • Articular-se com os órgãos componentes do Conselho de Política; • Recolher e consolidar sugestões de alterações no modelo de Plano de Desenvolvimento para encaminhamento ao Grupo Técnico para análise; • Elaborar material de divulgação padronizado; • Consolidar as informações fornecidas no estágio da pré-seleção de atuação em APLs; • Organizar as reuniões do Grupo Técnico e do Conselho de Política para APLs. • Promover encontros com os atores interessados nos vários APLs para troca de informações e conhecimentos e para alinhamento de ações. 3 Cadastro de APL O Cadastro de APLs foi constituído com base no trabalho de mapeamento dos aglomerados produtivos onde as instituições participantes do Grupo de Trabalho Permanente estão atuando, segundo uma abordagem própria de APL. Este trabalho resultou em um Cadastro com 460 aglomerados identificados. A partir deste Cadastro serão selecionados os APLs que poderão receber o apoio integrado das instituições do Grupo de Trabalho Permanente (Anexo I). Os APLs selecionados deverão elaborar e apresentar seus Planos de Desenvolvimento. O Cadastro de APLs sofrerá atualizações periódicas com o objetivo de incorporar novos APLs. Esses serem incorporados ao Cadastro, devem atender às Variáveis Determinantes de um 5 APL, definidas no Termo de Referência. O Grupo Técnico será responsável pela elaboração dos critérios e do processo de seleção para incorporação de novos APLs ao Cadastro. Para a primeira rodada de aplicação da Política de Apoio a APLs foram selecionados 13 APLs. Estes APLs servirão como experiências-piloto para implantação e aprimoramento da Política. Os APLs piloto foram selecionados segundo os critérios descritos no Anexo II. Novas seleções, para novas rodadas, serão realizadas de acordo com a evolução, o refinamento e a maturação do Programa. Os critérios para novas seleções de APLs serão sugeridos pelo Grupo Técnico e referendados pelo Conselho de Política para APLs. 4 Preparação das Instituições do Grupo Técnico para Atuação Conjunta 4.1 Pré-seleção de Atuação em APLs Após a seleção dos APLs que farão parte de uma rodada de aplicação da Política de Apoio a APLs, cada instituição participante do Grupo Técnico indicará aqueles em que pretende atuar. As instituições devem indicar nominalmente à Secretaria Executiva seu representante, responsável pelo acompanhamento dos trabalhos em cada APL. Trata-se de manifestação de interesse que deverá ser confirmado à época da análise do Plano de Desenvolvimento Preliminar. 4.2 Sensibilização e Capacitação da Equipe Cada instituição participante do Grupo Técnico será responsável pela sensibilização e capacitação de sua equipe para atuação1. 4.3 Mobilização Inter-institucional O objetivo desta fase é propiciar o nivelamento de conhecimentos sobre a localidade, a partir das diferentes experiências institucionais. Serão focalizados aspectos como: diagnósticos realizados, canal de interlocução local de cada instituição, governança do APL, disponibilidade de recursos humanos e financeiros, alinhamento das agendas das respectivas instituições, compartilhamento de objetivos e interesses, ações já realizadas e o menu de instrumentos disponibilizados (Anexo III). Para tanto serão organizadas oficinas de trabalho, abordando em cada uma, um APL, cuja dinâmica de trabalho possibilitará o conhecimento mútuo das instituições. É na 1 Uma atividade complementar seria o envolvimento das instâncias estaduais nesse processo de sensibilização, reunindo representantes das Secretarias Estaduais, com integrantes do grupo de trabalho, num evento em Brasília, para apresentação da estratégia de atuação integrada em APL. 6 fase de Pré-seleção que serão identificadas as instituições que comporão as diferenetes oficinas de trabalho2 (item 4.1). Ao final de cada oficina deverão estar definidas as instituições que estarão presentes nas reuniões locais e o cronograma de sua chegada das potenciais instituições parceiras ao APL. Estas reuniões locais visam apresentar aos atores envolvidos na governança do arranjo a proposta de trabalho conjunto e o menu dos instrumentos disponíveis em cada instituição. Espera-se, com essas oficinas de sensibilização, iniciar o processo de construção da integração entre as instituições que apóiam os APLs, além de propiciar entendimentos sobre a definição da governança do arranjo e de um canal de interlocução local com a Secretaria Executiva. 4.4 Sensibilização e Integração com os Atores Locais Neste estágio, os responsáveis apontados pelas instituições (item 4.1) participarão das reuniões locais nos APLs, com o intuito de auxiliar na construção conjunta do Plano de Desenvolvimento Preliminar. Caberá aos atores locais iniciar o processo de construção ou fortalecimento da governança local. Dentre os atores envolvidos nessa governança, espera-se que se destaque aquele que exercerá o papel de agente animador3 e/ou de interlocutor com a Secretaria Executiva. A este caberá, também, a responsabilidade de induzir o processo de construção do Plano de Desenvolvimento. 5 Elaboração do Plano de Desenvolvimento Preliminar 5.1 Plano de Desenvolvimento O Plano de Desenvolvimento Preliminar para o APL deve ser resultado de um esforço coletivo de construção efetuado pelos agentes locais, componentes do APL, com o apoio do agente animador. A construção do Plano Preliminar será orientada por um Modelo de Plano de Desenvolvimento (Anexo IV), que será apresentado aos atores locais do APL, durante as reuniões de Sensibilização e Integração com os Atores Locais (item 4.4). A estrutura do Plano de Desenvolvimento será suficientemente ampla para comportar as especifidades regionais/locais do APL. O Plano de Desenvolvimento é composto por um conjunto de ações de resolução local, especificando-se o custo, bem como indicando-se as ações que 2 Na fase piloto, deverão ocorrer, numa mesma semana, 13 workshops, envolvendo as instituições do grupo de trabalho, que na fase de pré-seleção, manifestaram interesse em atuar em APLs. 3 Conforme definição do Termo de Referência para Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais. 7 dependem de decisões, nas esferas estadual ou federal4. O Plano proposto deverá ser assinado por todos os atores locais envolvidos com a execução das ações que sejam de resolução local. O Plano de Desenvolvimento Preliminar, em versões eletrônica e impressa, deverá ser enviado à Secretaria Executiva, que o distribuirá aos membros do Grupo Técnico para análise. 5.2 Análise do Plano de Desenvolvimento Preliminar O Plano de Desenvolvimento Preliminar será analisado segundo os itens do Check List descritos no Anexo V. Para tanto, a Secretaria Executiva convocará a primeira reunião da qual participarão as instituições integrantes do Grupo Técnico que manifestaram, na fase de pré-seleção, interesse em apoiar o APL. A análise final resultará em: a) Parecer desfavorável, caso em que o Plano, com sugestões de mudança, será devolvido aos agentes locais pela Secretaria Executiva. b) Parecer favorável, caso em que as instituições parceiras iniciarão o processo de articulação interinstitucional para construção do Plano de Desenvolvimento Final. 5.3 Articulação Institucional No caso do parecer favorável, os órgãos componentes do Grupo Técnico se articularão internamente. Os participantes retornando às suas instituições de origem, discutirão a disponibilidade de instrumentos de apoio ao APL, tanto internamente como com seus representantes estaduais/regionais, quando for o caso. A Secretaria Executiva convocará uma nova reunião entre os parceiros do APL, para a construção da estratégia de apoio integrado, bem como agendará visitas aos APLs, para discussão e identificação das melhores formas de apoio. A estratégia de apoio integrado será comunicada ao agente animador do APL, pela Secretaria Executiva. Em conjunto, será estabelecida uma agenda para prosseguimento das negociações na etapa seguinte. 6 Montagem do Plano de Desenvolvimento Final 6.1 Construção dos Projetos Específicos A estratégia de apoio integrado, montada pelas instituições parceiras, será discutida de forma participativa junto com atores locais que integrem a governança do APL, em reunião 4 Considera-se, nesse caso, como contrapartida da localidade ao investimento público federal, o percentual e as condições estabelecidas por cada órgão que venha a apoiar o Plano de Desenvolvimento do APL, em concordância com as sua normas internas; podendo ser considerada como contrapartida, ainda, a previsão ou o investimento realizado pelos atores locais, para implementação das ações de resolução local, constantes do Plano de Desenvolvimento. 8 convocada pelo agente animador. Nesta reunião a estratégia poderá ser revista, para melhor atender às características do APL. Baseado nessa estratégia, inicia-se a construção coletiva dos projetos específicos, através dos instrumentos já disponibilizados pelas instituições parceiras ou ainda com a possibilidade de se adaptar em instrumentos já existentes à realidade do APL. A participação do agente animador e de sua equipe, incluirá assistência técnica, para a elaboração dos referidos projetos, obedecidas as normas de cada instituição envolvida. O prazo máximo5 para encaminhamento dos projetos elaborados, à Secretaria Executiva é de um mês. 6.2 Análise dos Projetos pelas Instituições A Secretaria Executiva encaminhará o Plano de Desenvolvimento com seus projetos específicos à cada instituição parceira para análise, segundo seus critérios técnicos e jurídicos, emitindo o seu parecer técnico sobre os mesmos à Secretaria Executiva. Esta Secretaria irá consolidar em um único processo o Plano de Desenvolvimento, seus projetos específicos e os pareceres técnicos, encaminhando-os para o Conselho de Política para Arranjos Produtivos Locais. 6.3 Aprovação do Plano de Desenvolvimento Final Após a aprovação do Plano de Desenvolvimento pelo Conselho de Política, os projetos específicos serão considerados prioritários em cada instituição, constituindo o Plano de Desenvolvimento Final6. 7 Co-Acompanhamento Informatizado O acompanhamento do Plano de Desenvolvimento de cada APL desde as versões preliminares à versão final, será realizado remotamente, de forma ágil e simplificada, por meio de um sistema informatizado, disponibilizado via Web. Todas as entidades participantes do Grupo Técnico terão acesso igualitário às informações contidas nesse sistema, por meio de senhas específicas. O acompanhamento da execução das atividades do Plano de Desenvolvimento aprovado pelo Conselho de Política também será disponibilizado através deste sistema informatizado. Os indicadores de desempenho, definidos pelos atores locais, no momento da preparação dos projetos específicos, poderão ser monitorados, via Web, pelo Grupo Técnico. 5 No caso dos bancos oficiais, o prazo para encaminhamento dos projetos específicos deverá ser estendido, para adequar-se à dinâmica própria de análise de propostas de financiamento. 6 Mesmo com pendências relativas à análise das propostas de financiamento encaminhados aos bancos oficiais. 9 ANEXO I Cadastro de Arranjos Produtivos Locais UF SETOR REGIÃO/CIDADE PÓLO AC AGRICULTURA / MANDIOCA CRUZEIRO DO SUL INSTITUIÇÃO SEBRAE BASA AC AGROINDÚSTRIA/CASTANHA RIO BRANCO AC MADEIRA E MÓVEIS RIO BRANCO SISTEMA C&T SEBRAE BASA AC AGRICULTURA / MILHO SENA MADUREIRA BASA AC FRUTICULTURA BRASILÉIA MI AC AGRICULTURA / CANA-DE-AÇÚCAR BUJARÍ MI AC MADEIRA E MÓVEIS CRUZEIRO DO SUL SEBRAE AL APICULTURA PÃO DE AÇÚCAR SEBRAE AL OVINOCAPRINOCULTURA DELMIRO GOUVEIA, INHAPI SEBRAE BNB AL PECUÁRIA LEITEIRA BACIA LEITEIRA ALAGOANA SEBRAE SISTEMA C&T AL PISCICULTURA / TILÁPIA PIRANHAS SISTEMA C&T AL PETRÓLEO E GÁS MACEIÓ SEBRAE AL OVINOCAPRINOCULTURA ATALAIA SISTEMA C&T AL AGRICULTURA/ ALGODÃO E MILHO ARAPIRACA SISTEMA C&T AL PISCICULTURA PENEDO AL TURISMO MACEIÓ SEBRAE SEBRAE BNB AM AGROINDÚSTRIA/CASTANHA MANAUS AM ARTESANATO INDÍGENA ALTO SOLIMÕES SISTEMA C&T MI 10 SEBRAE SISTEMA C&T AM FARMACOLOGIA/PRODUTOS FITOTERÁPICOS MANAUS SEBRAE AM FLORICULTURA MANAUS SEBRAE AM FRUTICULTURA/AÇAÍ ANORI, CODAJÁS SEBRAE AM MADEIRA E MÓVEIS MANAUS, ITACOATIARA ETC SEBRAE BASA SEBRAE AM PISCICULTURA MANAUS, PARINTINS ETC SISTEMA C&T BASA AM PETRÓLEO E GÁS MANAUS AM TURISMO ECOLÓGICO MANAUS, IRANDUBA, PRESIDENTE FIGUEIREDO SEBRAE SEBRAE BASA BASA AM FRUTICULTURA / GUARANÁ MAUÉS SEBRAE AM ELETROELETRÔNICO MANAUS BASA AM AGRICULTURA / MANDIOCA TEFÉ E ALVARÃES BASA AM MATERIAL DE TRANSPORTE MANAUS BASA AM CONFECÇÕES MANAUS SEBRAE AM FRUTICULTURA / CUPUAÇÚ AUTAZES SEBRAE AP BUBALINOCULTURA MACAPÁ BASA AP MANDIOCULTURA MACAPÁ SEBRAE AP ARTESANATO MACAPÁ SEBRAE AP CERÂMICA PARA CONSTRUÇÃO CIVIL MACAPÁ, SANTANA SEBRAE SISTEMA C&T AP FRUTICULTURA/AÇAÍ MACAPÁ, SANTANA SEBRAE AP HORTIFRUTIGRANJEIROS MACAPÁ, SANTANA SEBRAE AP MADEIRA E MÓVEIS MACAPÁ, SANTANA SEBRAE 11 BASA SISTEMA C&T SEBRAE AP PESCA MACAPÁ, SANTANA BASA SEBRAE AP TURISMO MACAPÁ BASA BA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SALVADOR SISTEMA C&T BA FRUTICULTURA PORTO SEGURO BA FRUTICULTURA BARREIRAS MI BA TURISMO SALVADOR BNB BA TURISMO LENÇÓIS BNB BA TURISMO ILHÉUS, ITACARÉ BNB BA TURISMO PORTO SEGURO, S CRUZ DE CABRÁLIA BNB BA AGRICULTURA/GRÃOS BARREIRAS BNB BA AGROINDÚSTRIA / SISAL VALENTE SISTEMA C&T BA AGROINDÚSTRIA/CACAU ILHÉUS, ITABUNA SISTEMA C&T BA APICULTURA RIBEIRA DO POMBAL BA FLORICULTURA MARACÁS BNDES SEBRAE SEBRAE APEX BA OVINOCAPRINOCULTURA UIBAÍ, XIQUE-XIQUE SEBRAE BA PETRÓLEO E GÁS CAMAÇARI SEBRAE BA ROCHAS ORNAMENTAIS JACOBINA, OUROLÂNDIA SISTEMA C&T MME SEBRAE SISTEMA C&T BNB BA/PE FRUTICULTURA PETROLINA/JUAZEIRO MI APEX BNDES CE ARTESANATO / BORDADOS E CONFECÇÕES MARANGUAPE, FORTALEZA SEBRAE 12 MDIC CE ARTESANATO/CROCHÊ NOVA RUSSAS SEBRAE MDIC CE CALÇADOS CARIRI/JUAZEIRO DO NORTE APEX SEBRAE CE CARCINICULTURA ARACATI, FORTIM, ICAPUÍ CE CONFECÇÕES/MODA ÍNTIMA FRECHEIRINHA SEBRAE MDIC SEBRAE SISTEMA C&T CE FLORICULTURA BATURITÉ, FORTALEZA APEX BNB CE FRUTICULTURA ARACATI, BAIXO JAGUARIBE SISTEMA C&T CE FRUTICULTURA E TURISMO RELIGIOSO CRATO, JUAZEIRO DO NORTE BNB CE FRUTICULTURA/CAJU E DERIVADOS BARREIRA CE OVINOCAPRINOCULTURA CHAPADA DO ARARIPE CE OVINOCAPRINOCULTURA QUIXADÁ, QUIXERAMOBIM SEBRAE CE PETRÓLEO E GÁS FORTALEZA SEBRAE CE CERÂMICA VERMELHA RUSSAS MME CE MINERAÇÃO / PEDRA DE REVESTIMENTO NOVA OLINDA MME CE TURISMO FORTALEZA BNB CE TURISMO ARACATI BNB CE OVINOCAPRINOCULTURA TAUÁ SEBRAE CE TÊXTIL E CONFECÇÕES (REDES DE DORMIR) JAGUARUANA SEBRAE CE CONFECÇÕES / BORDADOS IRAUÇUBA, SOBRAL SEBRAE CE TÊXTIL E CONFECÇÕES (REDES DE DORMIR) IRAUÇUBA, ITAPAGÉ SEBRAE CE ARTESANATO / IMAGENS RELIGIOSAS CANINDÉ SEBRAE CE CONFECÇÕES MORRINHOS SEBRAE CE MÓVEIS MARCO SEBRAE SEBRAE MI 13 CE SERVIÇOS MECÂNICOS TABULEIRO DO NORTE SEBRAE CE TURISMO JARDIM SEBRAE DF ARTESANATO BRASÍLIA SEBRAE CAIXA MDIC DF CONFECÇÕES BRASÍLIA SEBRAE APEX MDIC DF MADEIRA E MÓVEIS BRASÍLIA APEX SEBRAE DF TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO BRASÍLIA APEX DF TURISMO DE EVENTOS BRASÍLIA SEBRAE ES AGRICULTURA/CAFÉ COLATINA BNB CAIXA SEBRAE ES CONFECÇÕES COLATINA BNDES APEX MIDC CAIXA ES CONFECÇÕES VITÓRIA, VILA VELHA MDIC SEBRAE SISTEMA C&T ES FRUTICULTURA/MAMÃO LINHARES APEX ES PETRÓLEO E GÁS VITÓRIA SEBRAE SEBRAE BNDES ES ROCHAS ORNAMENTAIS CACHOEIRO DO ITAPEMIRIM SISTEMA C&T APEX MME ES TURISMO CACHOEIRO DO ITAPEMIRIM SEBRAE 14 BNDES ES MÓVEIS LINHARES SEBRAE APEX ES ROCHAS ORNAMENTAIS NOVA VENÉCIA ES ROCHAS ORNAMENTAIS MESORREGIÃO DA BACIA DO ITABAPOANA ES TURISMO VITÓRIA ES TURISMO ES TURISMO GUAÇUÍ, ALEGRE ES TURISMO COLATINA, LINHARES, SÃO MATEUS MME MI SEBRAE VENDA NOVA DO IMIGRANTE, DOMINGOS MARTINS SEBRAE SEBRAE SEBRAE BNB ES TURISMO GUARAPARI SEBRAE CAIXA SEBRAE GO CONFECÇÕES GOIÂNIA MDIC APEX GO MINERAÇÃO / QUARTZITO PIRENÓPOLIS MME GO MINERAÇÃO / CERÂMICA NÃO REFRATÁRIA ANÁPOLIS MME GO MINERAÇÃO / GEMAS CAMPOS VERDES MME GO CALÇADOS GOIÂNIA E APARECIDA DO NORTE APEX GO CONFECÇÕES/JEANS GOIANÉSIA, JARAGUÁ SEBRAE SISTEMA C&T GO FÁRMACOS ANÁPOLIS SEBRAE BNDES SISTEMA C&T GO GRÃOS, AVES E SUÍNOS RIO VERDE, JATAÍ SEBRAE APEX GO TURISMO ALTO PARAÍSO DE GOIÁS SEBRAE GO TURISMO CALDAS NOVAS SEBRAE 15 GO TURISMO GOIÁS SEBRAE GO TURISMO PIRENÓPOLIS SEBRAE MA APICULTURA SANTA LUZIA DO PARUÁ SEBRAE APEX MA AGRICULTURA / ARROZ SANTA LUZIA, S. JOÃO DO CARÚ BASA MA PECUÁRIA DE CORTE AÇAILÂNDIA, S. FRANCISCO DO BREJÃO BASA MA METALURGIA SÃO LUÍS BASA MA MINERAIS METÁLICOS - EXTRAÇÃO IMPERATRIZ MA AQÜICULTURA/CARANGUEJO SANTA LUZIA DO PARUÁ MA ARTESANATO SÃO LUIS, BARREIRINHAS BNDES SEBRAE SEBRAE APEX MA CACHAÇA SÃO JOÃO DOS PATOS SEBRAE MA CERÂMICA VERMELHA VARGEM GRANDE SEBRAE MA FRUTICULTURA CÂNDIDO MENDES SEBRAE SISTEMA C&T MA LAVOURAS TEMPORÁRIAS BALSAS BNB BASA SEBRAE MA MADEIRA E MÓVEIS IMPERATRIZ BASA BNDES MA OVINOCAPRINOCULTURA BAIXADA MARANHENSE SEBRAE MA PECUÁRIA LEITEIRA BACABAL, PEDREIRAS SEBRAE SEBRAE MA TURISMO SÃO LUIS, BARREIRINHAS BNB BASA MI MG BEBIDAS/CACHAÇA SALINAS, VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI APEX SEBRAE MG CALÇADOS NOVA SERRANA BB 16 MDIC SEBRAE BNDES MG MADEIRA E MÓVEIS NORTE DO ESTADO, JEQUITINHONHA MG CERÂMICA MONTE CARMELO, ABADIA DOS DOURADOS SISTEMA C&T SEBRAE MME MDIC MG CONFECÇÕES DIVINÓPOLIS APEX CAIXA MG CONFECÇÕES JACUTINGA, MONTE SIÃO APEX MDIC CAIXA MG CONFECÇÕES JUIZ DE FORA, BICAS APEX CAIXA BNDES MG CONFECÇÕES MURIAÉ MIDC APEX CAIXA MG CONFECÇÕES SÃO JOÃO NEPOMUCENO MDIC SEBRAE SISTEMA C&T MG ELETROELETRÔNICA SANTA RITA DO SAPUCAÍ SEBRAE APEX SISTEMA C&T MG FRUTICULTURA JANAÚBA BNB MI SISTEMA C&T MG GEMAS E ARTEFATOS DE PEDRAS TEÓFILO OTONI, ARAÇUAÍ MME APEX MG FRUTICULTURA UBÁ, VIÇOSA SISTEMA C&T 17 SEBRAE MG ROCHAS ORNAMENTAIS PAPAGAIOS/ PARAOPEBA MME APEX BNDES MG ROCHAS ORNAMENTAIS SÃO THOMÉ DAS LETRAS MME APEX SEBRAE MG CALCÁRIO ARCOS/CÓRREGO FUNDO MME MG BIOTECNOLOGIA - MATERIAL GENÉTICO ZEBUÍNO TRIANGULO MINEIRO APEX MG METALURGIA IPATINGA BNDES MG MINERAIS NÃO-METÁLICOS SETE LAGOAS BNDES MG QUÍMICA DIVINÓPOLIS BNDES MG CAFEICULTURA SÃO SEBASTIÃO DO PARAÍSO BNDES MG CAFEICULTURA ALFENAS BNDES APEX MG CAFEICULTURA VARGINHA BNDES MG CAFEICULTURA POÇOS DE CALDAS BNDES MG CAFEICULTURA MANHUAÇU BNDES MG AVICULTURA UBERLÂNDIA BNDES APEX MG CAFEICULTURA PATROCÍNIO BNDES MG CONFECÇÕES CATAGUASES MDIC MG CONFECÇÕES MONTES CLAROS MDIC MG CONFECÇÕES UBERLÂNDIA MDIC APEX MME MG ARTESANATO / PEDRA TALCO OURO PRETO APEX MG TURISMO JANUÁRIA BNB 18 MG TURISMO MONTES CLAROS BNB MG TURISMO JEQUITINHONHA BNB MG FOGOS DE ARTIFÍCIO SANTO ANTÔNIO DO MONTE SEBRAE APEX MG SUINOCULTURA PATOS DE MINAS SEBRAE APEX MG SUINOCULTURA PONTE NOVA SEBRAE APEX MG/SP MADEIRA ITAPEVA BNDES MDIC MG METALURGIA BÁSICA DIVINÓPOLIS BNDES SEBRAE MDIC SEBRAE MG MÓVEIS UBÁ BNDES APEX SISTEMA C&T MG PETRÓLEO E GÁS BELO HORIZONTE SEBRAE MG PISCICULTURA UNAÍ MS GÁS NATURAL CAMPO GRANDE, CORUMBÁ E DOURADOS MS AGRICULTURA/MANDIOCA IVINHEMA SEBRAE MS CERÂMICA PARA CONSTRUÇÃO CIVIL RIO VERDE DO MATO GROSSO SEBRAE MS CONFECÇÕES CAMPO GRANDE MI SISTEMA C&T MDIC APEX SISTEMA C&T MS PECUÁRIA DE CORTE CAMPO GRANDE, IGUATEMI BNDES MS TURISMO BONITO SEBRAE MS TURISMO COXIM, SÃO GABRIEL DO OESTE SEBRAE 19 MS TURISMO TRÊS LAGOAS MT TURISMO CUIABÁ, POCONÉ SEBRAE BASA SEBRAE BASA MT GRÃOS ALTO TELES PIRES BNDES BASA MT PECUÁRIA DE CORTE NORTE/NORDESTE MT SISTEMA C&T APEX MT PECUÁRIA LEITEIRA ARAPUTANGA BASA MT AGROINDÚSTRIA / CARNE BOVINA CUIABÁ E JAURÚ BASA MT MADEIRA ARIPUANÃ BNDES MT MADEIRA COLÍDER BNDES MT MADEIRA ARINOS BNDES MT AGRICULTURA / SOJA RONDONÓPOLIS BNDES SISTEMA C&T MT ALGODÃO SUDESTE MT BASA APEX MT APICULTURA CÁCERES SEBRAE MT CONFECÇÕES RONDONÓPOLIS SEBRAE SEBRAE MT MADEIRA ALTA FLORESTA BNDES SISTEMA C&T SEBRAE MT MADEIRA E MÓVEIS SINOP BASA MDIC MT MÓVEIS CUIABÁ SEBRAE SEBRAE MT MADEIRA E MÓVEIS LUCAS DO RIO VERDE, ALTO TELES PIRES BNDES MT TURISMO CHAPADA DOS GUIMARÃES SEBRAE 20 BASA PA PESCA BELÉM SEBRAE PA PECUÁRIA DE CORTE REDENÇÃO BASA PA AGRICULTURA / MANDIOCA DOM ELISEU BASA PA AGRICULTURA / MILHO PARAGOMINAS BASA PA AVICULTURA SANTA ISABEL DO PARÁ BASA PA EXTRATIVISMO / AÇAÍ, PALMITO CAMETÁ BASA PA MADEIRA TOMÉ-AÇU BNDES PA MADEIRA TUCURUÍ BNDES PA FRUTICULTURA TODO O ESTADO PA MADEIRA SANTARÉM SEBRAE PA MADEIRA MARABÁ SEBRAE PA TURISMO SANTARÉM SEBRAE PA AGROINDÚSTRIA/FIBRAS TODO O ESTADO PA CERÂMICA PARA CONSTRUÇÃO CIVIL SÃO MIGUEL DO GUAMÁ SEBRAE PA FITOTERÁPICOS BELÉM SEBRAE PA FLORICULTURA BELÉM SEBRAE SISTEMA C&T SISTEMA C&T SEBRAE BASA PA MADEIRA E MÓVEIS PARAGOMINAS BNDES SISTEMA C&T SEBRAE PA TURISMO BELÉM, SOURE BASA SEBRAE PA PECUÁRIA LEITEIRA REDENÇÃO BASA PB MINERAÇÃO / BENTONITA CAMPINA GRANDE MME PB TURISMO JOÃO PESSOA BNB PB CONFECÇÕES ALCANTIL SEBRAE 21 PB CONFECÇÕES GUARABIRA SEBRAE PB CONFECÇÕES JOÃO PESSOA SEBRAE PB TEC. DA INFORMAÇÃO - SOFTWARE CAMPINA GRANDE PB AGROINDÚSTRIA AREIA, MAMANGUAPE PB CONFECÇÕES CAMPINA GRANDE APEX SISTEMA C&T SEBRAE APEX SISTEMA C&T SEBRAE PB COURO E CALÇADOS CAMPINA GRANDE APEX BNDES PB FRUTICULTURA SOUSA BNB PE BEBIDAS / CACHAÇA CABO DO SANTO AGOSTINHO / MORENO PE SAÚDE RECIFE SISTEMA C&T PE TURISMO RECIFE BNB PE MÓVEIS RECIFE, JOÃO ALFREDO APEX SEBRAE APEX SEBRAE PE FLORICULTURA GRAVATÁ APEX PE/BA PISCICULTURA MESORREGIÃO XINGÓ - FRONTEIRA ENTRE PE E BA MI SEBRAE PE CONFECÇÕES AGRESTE PERNAMBUCANO APEX MDIC PE FLORICULTURA RECIFE SEBRAE SISTEMA C&T SEBRAE PE GESSO ARARIPINA BNB MME MI APEX PE LEITE E DERIVADOS TODO O ESTADO SEBRAE 22 PE MÓVEIS GRAVATÁ SEBRAE SISTEMA C&T SEBRAE PE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO RECIFE BNDES APEX MDIC PI CONFECÇÕES TERESINA APEX PI MINERAÇÃO / GEMAS PEDRO II MME PI TURISMO PARNAÍBA BNB PI TURISMO PIRIPIRI, PIRACURUCA BNB PI TURISMO S RAIMUNDO NONATO BNB PI AGRICULTURA/GRÃOS BOM JESUS, URUÇUÍ BNB SISTEMA C&T SEBRAE PI APICULTURA PICOS BNB MI PI ARTESANATO/CERÂMICA TERESINA PI CARCINICULTURA PARNAÍBA SEBRAE SISTEMA C&T SEBRAE SEBRAE PI CONFECÇÕES PIRIPIRI APEX MDIC PI CONFECÇÕES/ARTESANATO PEDRO II SEBRAE PI EXTRATIVISMO VEGETAL/CARNAÚBA TODO O ESTADO PI OVINOCAPRINOCULTURA CAMPO MAIOR PR AGROINDÚSTRIA/MILHO E SOJA LONDRINA PR GESSO CURITIBA/ ALMIRANTE TAMANDARÉ SISTEMA C&T SEBRAE SISTEMA C&T BNDES MME PR MINERAÇÃO / CALCÁRIO E TALCO CASTRO MME 23 PR MÓVEIS UMUARAMA BNDES PR MADEIRA TELÊMACO BORBA BNDES PR MADEIRA JAGUARIAÍVA BNDES PR MADEIRA PONTA GROSSA BNDES PR MADEIRA FRANCISCO BELTRÃO BNDES PR AGRICULTURA / CEREAIS GUARAPUAVA BNDES PR MADEIRA GUARAPUAVA BNDES PR MADEIRA PALMAS BNDES PR MADEIRA PRUDENTÓPOLIS BNDES PR MADEIRA IRATI BNDES PR CONFECÇÕES GOIOERÊ SEBRAE PR APICULTURA PORTO RICO SEBRAE CAIXA MDIC PR CONFECÇÕES APUCARANA SEBRAE BNDES APEX CAIXA PR CONFECÇÕES CASCAVEL, TERRA ROXA SEBRAE MDIC CAIXA BNDES PR CONFECÇÕES MARINGÁ, CIANORTE MDIC APEX SEBRAE PR MADEIRA E MÓVEIS UNIÃO DA VITÓRIA BNDES SISTEMA C&T PR METAL-MECÂNICO/AUTOPEÇAS CURITIBA APEX PR MÓVEIS APUCARANA, ARAPONGAS SEBRAE 24 BNDES SISTEMA C&T APEX PR PETRÓLEO E GÁS CURITIBA SEBRAE PR/SC/RS AGROINDÚSTRIA/DOCES DE FRUTAS GRANDE FRONTEIRA MERCOSUL MI PR/SC/RS LEITE E DERIVADOS GRANDE FRONTEIRA MERCOSUL MI PR/SC/RS SUINOCULTURA GRANDE FRONTEIRA MERCOSUL MI BB SISTEMA C&T MDIC RJ CONFECÇÕES NOVA FRIBURGO SEBRAE BNDES APEX RJ TELECOMUNICAÇÃO PETRÓPOLIS SISTEMA C&T SISTEMA C&T RJ ROCHAS ORNAMENTAIS SANTO ANTÕNIO DE PÁDUA SEBRAE MME SEBRAE RJ CERÂMICA CAMPOS DOS GOYTACAZES MME RJ EMBARCAÇÕES - CONSTRUÇÃO E REPARAÇÃO NITEROI BNDES RJ CONFECÇÕES TERESÓPOLIS MDIC RJ CONSTRUÇÃO CIVIL / AREIA SEROPÉDICA MME RJ CONFECÇÕES REGIÃO DOS LAGOS RJ CONFECÇÕES PETRÓPOLIS SEBRAE SEBRAE APEX RJ METAL-MECÂNICO RESENDE, BARRA MANSA E VOLTA REDONDA SEBRAE RJ PETRÓLEO E GÁS MACAÉ SEBRAE RJ CONFECÇÕES VALENÇA, VOLTA REDONDA SEBRAE 25 RJ CONFECÇÕES CAMPOS DOS GOYTACAZES SEBRAE RJ CONFECÇÕES REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO SEBRAE RJ CONFECÇÕES ITAPERUNA SEBRAE RJ JÓIAS RIO DE JANEIRO RN APICULTURA APODI APEX SEBRAE APEX RN CAPRINOCULTURA ANGICOS RN MINERAIS NÃO-METÁLICOS MOSSORÓ RN CONFECÇÕES SANTA CRUZ SEBRAE BNDES MDIC APEX RN SAL MARINHO MOSSORÓ MME RN TURISMO NATAL BNB RN, PE, PB, AL,SE PISCICULTURA MESORREGIÃO ZONA DA MATA CANAVIEIRA MI RN, PE, PB, AL,SE FRUTICULTURA / ABACAXI MESORREGIÃO ZONA DA MATA CANAVIEIRA MI RN ARTESANATO/BORDADO CAICÓ SEBRAE SISTEMA C&T RN CARCINICULTURA MOSSORÓ SEBRAE BNDES BNB RN FRUTICULTURA MOSSORÓ, AÇU APEX RN PETRÓLEO E GÁS NATAL RN/PB LATICÍNIOS CAICÓ, CURRAIS NOVOS, SERIDÓ RN/PB MINERAÇÃO, CERÂMICA, ARTESANATO PARELHAS RO ARTESANATO LESTE RO MADEIRA GUAROPÉ RO CAFEICULTURA CACOAL SEBRAE SISTEMA C&T MME SEBRAE BASA SISTEMA C&T BASA RO PECUÁRIA DE CORTE JI-PARANÁ SEBRAE RO AGRICULTURA / CACAU ARIQUEMES BASA 26 RO MADEIRA PORTO VELHO BNDES RO MADEIRA ARIQUEMES BNDES RO MADEIRA CACOAL BNDES RO MADEIRA VILHENA BNDES RO MINERAÇÃO / ARGILA REFRATÁRIA PIMENTA BUENO RO TÉXTIL E CONFECÇÕES (TECIDO DA FLORESTA) LESTE DO ESTADO RO FRUTICULTURA JI-PARANÁ, ARIQUEMES RO FRUTICULTURA PORTO VELHO MME SEBRAE SISTEMA C&T SEBRAE SEBRAE RO MADEIRA E MÓVEIS JI-PARANÁ BASA BNDES SEBRAE RO PECUÁRIA LEITEIRA JI-PARANÁ BASA SISTEMA C&T RO PESCA PIMENTA BUENO SEBRAE RO TURISMO PIMENTA BUENO, ROLIM DE MOURA RR PECUÁRIA DE CORTE ALTO ALEGRE E AMAJARI RR FRUTICULTURA TODO O ESTADO RR FRUTICULTURA/BANANA CAROEBE RR GRÃOS BOA VISTA SEBRAE BASA SISTEMA C&T SEBRAE SISTEMA C&T BASA SEBRAE RR MADEIRA E MÓVEIS BOA VISTA BASA RR PISCICULTURA RORAINÓPOLIS RS MÓVEIS GUAPORÉ RS FRUTICULTURA VACARIA SEBRAE BNDES BNDES APEX RS MADEIRA E MÓVEIS VACARIA BNDES 27 RS COURO CAXIAS DO SUL BNDES RS METAL - PRODUTOS CAXIAS DO SUL BNDES RS CALÇADOS LAJEADO-ESTRELA BNDES RS CALÇADOS MONTENEGRO BNDES RS COURO E CALÇADOS GRAMADO-CANELA BNDES RS MÓVEIS GRAMADO-CANELA BNDES APEX RS CALÇADOS OSÓRIO BNDES RS AGRICULTURA / CEREAIS CAMPANHA OCIDENTAL BNDES RS AGRICULTURA / ARROZ CAMPANHA OCIDENTAL BNDES RS AGRICULTURA / ARROZ PELOTAS BNDES RS AGRICULTURA / CEREAIS LITORAL LAGUNAR BNDES RS MINERAÇÃO / BASALTO NOVA PRATA MME SEBRAE BNDES RS AUTOPEÇAS SERRA GAÚCHA SISTEMA C&T APEX MDIC SISTEMA C&T RS CALÇADOS VALE DOS SINOS BNDES APEX CAIXA SEBRAE RS CONFECÇÕES REGIÃO DAS HORTÊNSIAS APEX MDIC RS CONFECÇÕES SERRA GAÚCHA CAIXA MDIC BNDES SEBRAE APEX RS CONSTRUÇÃO CIVIL CAXIAS DO SUL SEBRAE 28 SEBRAE RS EQUIPAMENTOS PARA CALÇADOS VALE DOS SINOS BNDES APEX RS FLORICULTURA PARECI NOVO SEBRAE RS FLORICULTURA PELOTAS SEBRAE RS FRUTICULTURA CAXIAS DO SUL SEBRAE APEX RS MADEIRA METADE SUL DO RS MI RS METAL-MECÂNICA/IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS PANAMBI SEBRAE RS METAL-MECÂNICA/IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS SANTA ROSA, HORIZONTINA SEBRAE RS MINERAÇÃO E LAPIDAÇÃO/GEMAS SOLEDADE MME MDIC SEBRAE RS MÓVEIS SERRA GAÚCHA BNDES APEX SISTEMA C&T RS PETRÓLEO E GÁS PORTO ALEGRE SEBRAE RS TURISMO BENTO GONÇALVES SEBRAE RS TURISMO CAMAQUÃ, PELOTAS SEBRAE RS TURISMO FAXINAL DO SOTURNO SEBRAE RS TURISMO GRAMADO SEBRAE RS TURISMO NOVO HAMBURGO SEBRAE RS TURISMO SÃO MIGUEL DAS MISSÕES SEBRAE RS VITIVINICULTURA SERRA GAÚCHA BB BNDES MDIC SC CALÇADOS TIJUCAS BNDES SEBRAE SC CONFECÇÕES BRUSQUE CAIXA 29 APEX SC CONFECÇÕES INDAIAL CAIXA CAIXA BNDES SC CONFECÇÕES JOINVILLE, JARAGUÁ DO SUL APEX MDIC SC CONFECÇÕES LONDRINA CAIXA SC CONFECÇÕES POMERODE CAIXA SC CONFECÇÕES RIO DO SUL CAIXA SC CONFECÇÕES TIMBÓ CAIXA CAIXA MDIC SC TÊXTIL E CONFECÇÕES VALE DO ITAJAÍ CAIXA BNDES SISTEMA C&T SC MALACOCULTURA FLORIANÓPOLIS SISTEMA C&T BNDES SC CERÂMICA TIJUCAS MME APEX BNDES SC CERÂMICA CRICIÚMA, TUBARÃO MME APEX SC MADEIRA XANXERÊ BNDES SC FRUTICULTURA JOAÇABA BNDES SC MADEIRA JOAÇABA BNDES SC MADEIRA E MÓVEIS RIO DO SUL BNDES SC MADEIRA CANOINHAS BNDES SC METALURGIA BÁSICA JOINVILLE BNDES 30 SC MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS JOINVILLE BNDES SC MADEIRA CURITIBANOS BNDES SC FRUTICULTURA CAMPOS DE LAGES BNDES SC MADEIRA CAMPOS DE LAGES BNDES SC PESCA ITAJAÍ BNDES SC MADEIRA TUBARÃO BNDES SC CONFECÇÕES CRICIÚMA BNDES SC CONFECÇÕES CHAPECÓ SEBRAE SC FLORICULTURA FLORIANÓPOLIS, V DO ITAJAÍ, JOINVILLE SEBRAE APEX SC AGRONEGÓCIO CAMPOS NOVOS SC CALÇADOS SÃO JOÃO BATISTA SEBRAE APEX SEBRAE SC MÓVEIS CHAPECÓ, SÃO MIGUEL DO OESTE MDIC BNDES SISTEMA C&T SC MÓVEIS SÃO BENTO DO SUL BNDES APEX SISTEMA C&T SC SUINOCULTURA OESTE SC, GRANDE FRONTEIRA DO MERCOSUL APEX MI SE APICULTURA BOQUIM SEBRAE SE CERÂMICA VERMELHA ITABAIANA SEBRAE MDIC SE CONFECÇÕES TOBIAS BARRETO SEBRAE BNDES SISTEMA C&T SE FRUTICULTURA BOQUIM BNB SE FRUTICULTURA NEÓPOLIS SEBRAE 31 SE PETRÓLEO E GÁS ARACAJU SE TURISMO ARACAJU SEBRAE SEBRAE BNB SP AUTOPEÇAS SANTO ANDRÉ SEBRAE MDIC SISTEMA C&T SP CALÇADOS JAÚ SEBRAE BNDES APEX SP MÓVEIS VOTUPORANGA SISTEMA C&T SP CAFEICULTURA FRANCA BNDES SP CERÂMICA JAÚ, LINS BNDES SP AVICULTURA SÃO CARLOS BNDES SP AVICULTURA RIO CLARO BNDES SP MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS PIRACICABA BNDES SP CERÂMICA PIRASSUNUNGA BNDES SP CAFEICULTURA SÃO JOÃO DA BOA VISTA BNDES SP CERÂMICA SÃO JOÃO DA BOA VISTA BNDES SP FLORICULTURA CAMPINAS BNDES APEX SP TÊXTIL E CONFECÇÕES CAMPINAS BNDES SP AUTOPEÇAS E ACESSÓRIOS CAMPINAS BNDES SP CAFEICULTURA MARÍLIA BNDES SP EXPLORAÇÃO FLORESTAL ITAPEVA BNDES SP CONFECÇÕES AMERICANA MDIC APEX MDIC SP CONFECÇÕES SÃO PAULO APEX SP CERÂMICA TATUÍ BNDES 32 APEX SP PRODUTOS DE METAL JUNDIAÍ SP FLORICULTURA BRAGANÇA PAULISTA BNDES BNDES APEX SP TINTAS, VERNIZES, ESMALTES E PRODUTOS AFINS GUARULHOS BNDES SP BORRACHA (ARTEFATOS) GUARULHOS BNDES SP MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS GUARULHOS BNDES SP AUTOPEÇAS E ACESSÓRIOS GUARULHOS BNDES SP HORTALIÇAS E LEGUMES MOJI DAS CRUZES BNDES APEX SP PESCA SANTOS SP CERÂMICA VERMELHA ITÚ BNDES MME APEX SP MINERAÇÃO / AREIA DESCALVADO MME SP MINERAÇÃO / AREIA TREMEMBÉ MME SP CONFECÇÕES CONCHAS, LARANJAL PAULISTA SP FRUTICULTURA - GOIABA E DERIVADOS BROTAS E LIMEIRA APEX SP TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PROD. FOTÔNICOS CAMPINAS APEX SP TRANSPORTE AERONÁUTICO SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E TAUBATÉ APEX SEBRAE SEBRAE SP CALÇADOS INFANTIS BIRIGUI APEX BNDES SEBRAE SP CONFECÇÕES ARARAQUARA, IBITINGA MDIC BNDES MDIC SP CONFECÇÕES CERQUILHO SEBRAE SP CONFECÇÕES/INFANTIL/PELÚCIA TABATINGA SEBRAE 33 SEBRAE BNDES SP COURO E CALÇADOS FRANCA SISTEMA C&T APEX SP EQUIP. MÉDICO-ODONTOLÓGICO RIBEIRÃO PRETO APEX SEBRAE SP JÓIAS LIMEIRA APEX BNDES SP JÓIAS SÃO JOSÉ DO RIO PRETO SP MARICULTURA ILHA COMPRIDA SP MÓVEIS ITATIBA SEBRAE MI SEBRAE SEBRAE SP MÓVEIS MIRASSOL, SÃO JOSÉ DO RIO PRETO MDIC SISTEMA C&T SEBRAE SP MÓVEIS SÃO BERNARDO DO CAMPO APEX SP PETRÓLEO E GÁS PAULÍNIA SEBRAE SP/PR MADEIRA E AGRICULTURA MESORREGIÃO DO VALE DO RIBEIRA/GUARAQUEÇABA TO APICULTURA RIO FORMOSO, PORTO NACIONAL SEBRAE TO ARTESANATO MATEIROS SEBRAE TO CERÂMICA VERMELHA MIRACEMA DO TOCANTINS SEBRAE TO COMÉRCIO VAREJISTA PALMAS SEBRAE TO PECUÁRIA DE CORTE ARAGUAÍNA BASA TO AGRICULTURA / ARROZ FORMOSO DO ARAGUAIA, LAGOA DA CONFUSÃO BASA TO FRUTICULTURA / ABACAXI MIRACEMA DO TOCANTINS MI BASA APEX TO AGRICULTURA / SOJA PEDRO AFONSO TO LEITE E DERIVADOS MIRACEMA DO TOCANTINS, RIO FORMOSO BASA SEBRAE 34 TO OVINOCAPRINOCULTURA GURUPI, RIO FORMOSO SEBRAE TO PISCICULTURA GURUPI, RIO FORMOSO SEBRAE TO TURISMO PALMAS SEBRAE 35 ANEXO II Critérios para Seleção dos Arranjos Produtivos Locais Tendo como base o Cadastro atual das localidades onde as instituições do Grupo de Trabalho já atuam com a abordagem de APL, foram adotadas as seguintes premissas: Que a etapa piloto não ultrapassasse o número de 27 APLs, um por estado. Que cada região fosse contemplada com pelo menos um APL. Que a distribuição territorial e setorial dos APLs escolhidos fosse observada, para que não houvesse concentração de APLs em uma determinada macrorregião ou em um único setor produtivo. Com essas premissas em mente, a seleção seguiu os passos abaixo: 1. Foi realizada uma consulta ao Cadastro, para se verificar onde havia coincidência de atuação nos APLs, por parte das instituições, resultando em um Cadastro onde foram escolhidos aqueles APLs onde havia 4 ou mais instituições atuantes. 36 Relação de APL Pilotos (a definir de acordo com os critérios acima) UNIVERSO SISTEMA C&T PB COURO E CALÇADOS CAMPINA GRANDE SEBRAE APEX BNDES SISTEMA C&T SEBRAE NORDESTE PE GESSO ARARIPINA BNB MME MI APEX SISTEMA C&T PE TECNOLOGIA INFORMAÇÃO DA RECIFE SEBRAE BNDES APEX SISTEMA C&T PI APICULTURA PICOS SEBRAE BNB MI SEBRAE SISTEMA C&T BA/PE FRUTICULTURA PETROLINA/JUAZEIRO BNB MI APEX BNDES OESTE CENTRO- CAIXA GO CONFECÇÕES GOIÂNIA SEBRAE MDIC APEX CAIXA DF CONFECÇÕES BRASÍLIA MDIC SEBRAE APEX CAIXA SEBRAE ES CONFECÇÕES COLATINA BNDES APEX SUDESTE MIDC SEBRAE BNDES ES ROCHAS ORNAMENTAIS CACHOEIRO DO ITAPEMIRIM SISTEMA C&T APEX MME BB MG CALÇADOS NOVA SERRANA MDIC SEBRAE BNDES CAIXA BNDES MG CONFECÇÕES MURIAÉ MDIC APEX RJ CONFECÇÕES NOVA FRIBURGO BB 37 SISTEMA C&T MDIC SEBRAE BNDES APEX MDIC SISTEMA C&T SP CALÇADOS JAÚ SEBRAE BNDES APEX SEBRAE SP COURO E CALÇADOS FRANCA BNDES SISTEMA C&T APEX MI MG GEMAS E ARTEFATOS DE PEDRAS TEÓFILO OTONI, ARAÇUAÍ SISTEMA C&T MME APEX MDIC SEBRAE MG MÓVEIS UBÁ BNDES APEX NORTE SISTEMA C&T SEBRAE PA MADEIRA E MÓVEIS PARAGOMINAS BASA BNDES SISTEMA C&T CAIXA MDIC PR CONFECÇÕES APUCARANA SEBRAE BNDES APEX CAIXA PR CONFECÇÕES MARINGÁ, CIANORTE BNDES MDIC APEX SEBRAE PR MÓVEIS APUCARANA, ARAPONGAS BNDES SISTEMA C&T SUL APEX SEBRAE RS AUTOPEÇAS SERRA GAÚCHA BNDES SISTEMA C&T APEX MDIC RS CALÇADOS VALE DOS SINOS SISTEMA C&T BNDES APEX CAIXA RS CONFECÇÕES REGIÃO DAS HORTÊNSIAS SEBRAE APEX MDIC RS CONFECÇÕES SERRA GAÚCHA CAIXA MDIC 38 BNDES SEBRAE APEX MDIC SUL SEBRAE RS MÓVEIS SERRA GAÚCHA BNDES APEX SISTEMA C&T CAIXA SC CONFECÇÕES JOINVILLE, JARAGUÁ DO SUL BNDES APEX MDIC CAIXA MDIC SC TÊXTIL E CONFECÇÕES VALE DO ITAJAÍ CAIXA BNDES SISTEMA C&T 39 ANEXO III Menu de Instrumentos Disponibilizados pelas Instituições Parceiras MDIC REDEAGENTES PEIEx NUCEX Programa Brasileiro Design Telecentros Dentro do objetivo de difusão da cultura exportadora são realizados treinamentos gratuitos para capacitação de formadores, de agentes de comércio exterior e de empresários de pequeno porte. Os agentes de comércio exterior, após o treinamento, são integrados em uma rede baseada na Internet, a REDEAGENTES. A partir desta rede, passam a contribuir no processo de divulgação da cultura exportadora e a prestar orientações ao setor empresarial de pequeno porte sobre como exportar. É também por intermédio desta rede que será formada uma comunidade de informações em comércio exterior, abrangendo todas as unidades da federação e cerca de 400 municípios. O Projeto Extensão Industrial Exportadora desenvolve-se com a atuação direta de técnicos extensionistas nas empresas, propondo soluções para problemas diagnosticados em suas diversas áreas funcionais, com vistas a promover melhorias nos produtos, nos processos e na gestão. Realizando visitas técnicas às empresas, os extensionistas terão a atribuição de elaborar diagnósticos individualizados e apontar soluções efetivas, priorizando as ações que proporcionem maior retorno, as de implantação mais rápida e aquelas que independam de grande investimento. Com isto, espera-se impacto de curto prazo na performance competitiva das empresas beneficiadas. O Núcleo de Informações de Comércio Exterior da Secretaria de Comércio Exterior é um centro de referência concebido para prestar assistência especializada, dar orientação, divulgar legislação, manuais, informativos e literatura técnica, inclusive, mantendo acervo para pesquisa, além de fornecer dados estatísticos de comércio exterior. Ou seja, o objetivo é tornar disponível toda sorte de informação sobre comércio internacional. O NUCEX oferece orientação relacionada a normas e legislação de exportação e importação, classificação de produtos, formação de empresas exportadoras, financiamento à exportação, preferências tarifárias na exportação, Sistema Geral de Preferências (SGP), acordos internacionais, barreiras comerciais, estatísticas de comércio exterior, transporte internacional, regimes aduaneiros especiais, tributação, defesa comercial (dumping, subsídios e salvaguardas), entre outros. O NUCEX poderá também viabilizar, em outras localidades, a realização de cursos, palestras, "workshops", treinamentos e debates, patrocinados por associações/entidades de classe, órgãos estaduais e municipais e instituições de ensino. É um Programa voltado para a inserção e incremento da gestão do design de nos setores produtivos brasileiros.Sua missão é induzir à Modernidade Industrial e Tecnológica por meio do design, visando contribuir para o incremento da qualidade e da competitividade dos bens e serviços produzidos no Brasil e sua popularização. É composto por vários computadores interligados em rede local e conectados à internet e tem a orientação de monitores capacitados para atender às demandas dos usuários dos Telecentros. Seu objetivo é inserir a 40 Fórum de Competitividade microempresa e a empresa de pequeno porte na Sociedade da Informação, por meio do acesso às novas tecnologias da informação e comunicação (TIC). Criar oportunidade de negócios e trabalho que induzam ao crescimento na produção e geração de emprego e renda. Têm como objetivo elevar a competitividade industrial das principais cadeias produtivas do País no mercado mundial, com ações relativas à geração de emprego, ocupação e renda, ao desenvolvimento e à desconcentração regional da produção, ao aumento das exportações, à substituição competitiva das importações e à capacitação tecnológica das empresas. Para tanto, cabe a cada um dos Fóruns traçar o diagnóstico dos determinantes de cada Cadeia Produtiva, com o fito de identificar em que medida as empresas elaboram ou implementam estratégias de ação relativas aos diferentes fatores da competitividade, além de verificar se possuem a correta percepção dos condicionantes essenciais de seu sucesso competitivo. CNPq RHAE O Programa de Capacitação de Recursos Humanos para Atividades Estratégicas, tem por objetivo melhorar as condições de competitividade do País no ambiente internacional, mediante elevação da capacidade tecnológica em temas selecionados por sua relevância estratégica, de acordo com as diretrizes do Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT. Os seus clientes são empresas públicas ou privadas, produtoras de bens e prestadoras de serviços. Entretanto, os projetos poderão ser executados por universidades e institutos de P&D, desde que em cooperação com estes clientes. Será dada prioridade a projetos cooperativos liderados pelas empresas, sobretudo micro e pequenas, envolvendo a participação de universidades e institutos. http://www.cnpq.br/formularios/rhae/forms/documentobasicodoRHAE.doc APEX-Brasil Projetos Setoriais Integrados de Promoção das Exportações Apoio Técnico e Financeiro nas seguintes atividades: Inteligência Comercial Informações e Estudos de Mercados Internacionais Feiras e Eventos Internacionais Participação em feiras e eventos setoriais e multissetoriais Missões Comerciais Missões Empresariais a mercados internacionais Projeto Comprador Vinda de Importadores ao Brasil Projeto Imagem Vinda de Jornalistas e Formadores de Opinião para conhecer o setor Materiais Promocionais Desenvolvimento de materiais para promoção de setores e produtos BASA Programa de Apoio à Pesquisa Científica com Recursos não Reembolsáveis Programa de apoio ao desenvolvimento científico regional com recursos não reembolsáveis, que contempla necessidades apontadas pelos agentes dos APLs. Atualmente, está sendo elaborado o edital para seleção de projetos de pesquisa, no valor total de R$ 4.300.000,00. 41 Crédito de Fomento (Linhas de crédito disponíveis) Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (FNO-PRONAF) Programa de Financiamento às Atividades Florestais (FNO-Floresta) Programa de Financiamento às Micro e Pequenas Empresas (FNO-Micro e Pequena Empresa) Programa de Financiamento à Agroindústria (FNO-Agroindústria) Programa de Financiamento à Indústria (FNO-Indústria) Programa de Financiamento à Exportação (FNO-Exportação) Programa de Financiamento à Infra-Estrutura (FNO-Infra-Estrutura) Programa de Financiamento ao Comércio e à Prestação de Serviços (FNO-Comércio e Serviços) BANCO DO BRASIL Linha de Crédito BB A – Teto Público Alvo B – Piso a Giro – individuais com no b – R$ a – R$ 500,00 BB Giro Microempresas e empresários R$ 5.000,00 Automático Finalidade (fixo + Capital Carência 12 meses Nihil mínimo 1 ano de de Giro atividade, com faturamento bruto anual de até R$ 500 mil. Micro e pequenas empresas Capital 100.000,00 Rápido Prazos máximos de Giro b – R$ a – R$ 12 meses, com Nihil renovações automáticas. 2.000,00 rotativo) Capital Giro 500.000,00 Mix Pasep Empresas com faturamento entre R$ 3.000 mil e R$ 50 milhões Pessoas Desconto Jurídicas e Empresários Individuais Títulos Capital De 01 a 12 meses Nihil Capital Teto: 12 meses Nihil de Giro Giro Títulos: divulgados pela DG Todas as empresas e pessoas Desconto de físicas com atividade comercial cheques Capital Giro - cheques pré- Teto: 180 dias Nihil Cheques: 180 dias datados, custodiados no BB a- PROGER Urbano - Setor informal Empreendedo 10.000,00 R$ Setor Informal da economia Financi amento de capital de 36 meses Até 6 meses giro associado r Popular 42 7.1.1.1 a- R$ 10.000,00 b- R$ Clientes portadores de cheque 100,00 especial, portadores 24 meses cartão de 7.1.1.2 pequenas e Capital de Nihil débito/crédito com bandeira VISA. a- 7.2 M P b- R$ Microempresas, 10.000.000,00 médias empresas nacionais com atuação nos de Giro R$ setores industrial, comercial e de serviços, e 10.000,00 estrangeiras enquadradas com 12 meses Até 3 meses mesmo tratamento das empresas nacionais. M Observação: notadamente empresas participantes de arranjos produtivos E locais apoiados pelo Banco – B N D E S – M il h a g e m a PROGER – 48.000,00 AGRÍCOLA R$ Produtores Rurais com Renda por Bruta Anual de até R$ 80.000,00. Financi Até 2 anos Nihil Até 1 Ano, Limitado a Nihil Custeio Agrícola: Até 2 Nihil amento de lavoura beneficiário a PROGER 48.000,00 PECUÁRIO – R$ Produtores Rurais com Renda por Bruta Anual de até R$ 80.000,00. Aquisiç ão beneficiário de rações, 30/11/2004 implantação de pastagens, etc PROGER RURAL FAMILIAR A Custeio: R$ 28.000,00 – Agricultores egressos do PRONAF com Renda Bruta Agropecuária de Custeio Anos até 60.000,00 Custeio Pecuário: Até 1 Ano 43 a PRONAF Grupo D – R$ Agricultores Familiares com Custear 6.000,00 por beneficiário Renda Bruta Anual acima de R$ 14 mil até R$ a produção agrícola por ano 40 mil que apresentem Carta de Aptidão ao ou pecuária Nihil Agrícola: 1 safra. Pecuário: à época da receita Programa a 7.3 P 2.500,00 R 500,00 – Agricultores R$ Familiares com Custeio Renda Bruta Anual de R$ 2 mil até R$ 14 mil das b – R$ que apresentem Carta de Aptidão ao Agropecuárias e não Programa Nihil Custeio Agrícola: Até 2 Atividades Anos. Custeio Pecuário: Até 1 ano, Agropecuárias não podendo ultrapassar 30/11/2004. O N A F E S P E C I A L G r u p o C (Pronafinho) A PRONAF A/C – R$ 2.500,00 B 500,00 Agricultores familiares que já Custeio Até 2 anos Nihil Estocag Até 240 dias Nihil 180 dias, observado o Nihil obtiveram financiamentos integrais no grupo A – R$ ou no PROCERA apenas 1 operação e rebate de R$ 200,00 Produtores rurais Comercializaç em da produção ão da produção própria EGF a – 70% (comercialização) do produto em garantia Pequenos, médios e grandes produtores e agroindústrias Estocag em de produtos prazo final admitido. (elevável a 80% quando agropecuários semente) abrangidos pela PGPM Pequenos, médios e grandes CPR – Cédula produtores Produto Rural Venda De acordo com o Nihil antecipada da safra produto. para lavoura custeio ou da da produção animal MCR 6.2 e a – Vide Pequenos, médios e grandes Aquisiç Até um ano Nihil 44 Poupança Ouro – nota abaixo produtores ão de rações, implantação PECUÁRIO de pastagens, etc. MCR Poupança 6.2 Ouro a – Vide e – nota abaixo Pequenos, médios e grandes produtores Financi Uma safra (Alongado). Nihil amento de lavoura AGRÍCOLA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Instituição Financeira Pública Agente Financeiro Modalidades - Capital de giro A CAIXA oferece empréstimos e - Investimentos financiamentos específicos para atender às necessidades de crédito das empresas através - Antecipação de recebíveis - Microcrédito da sua rede, que conta com mais de 16 mil pontos de atendimento. São empréstimos para ampliação, modernização, oportunidade de negócios e capital de giro. A CAIXA também oferece uma série de serviços para auxiliar no gerenciamento das empresas. Agente de desenvolvimento empresarial - Internet CAIXA - Cartão de Débito - Cobrança Bancária - Folha de Pagamento etc - Atendimento personalizado com 2.200 consultores empresariais nas agências localizadas em todo território nacional. Estes Consultores têm um papel bastante definido, associado a um comportamento consultivonegocial, que considera a profunda análise das empresas para alcançar a melhor adequação entre as necessidades e os produtos e serviços disponíveis na CAIXA. - Desenvolvimento de produtos específicos para suprir as demandas de cada setor. SEBRAE Programa SEBRAETib Estimular o acesso das MPE's à infra-estrutura tecnológica existente no País, disponibilizando informações e serviços tecnológicos direcionados para esse segmento, através de ações de Sensibilização, Capacitação, Consultoria e de viabilização do acesso organizado à infra-estrutura de 45 SEBRAETEC PROGRAMA VIA DESIGN BÔNUS METROLOGIA FEIRAS E EVENTOS NACIONAIS MISSÕES EMPRESARIAIS serviços laboratoriais e de Informação Tecnológica, com ênfase nas funções da Tecnologia Industrial Básica. Tem como objetivo criar condições para que micro e pequenas empresas tenham acesso às inovações tecnológicas. Engloba consultorias na área de tecnologia, além de estudos de viabilidade técnica e econômica, elaboração de planos de negócios e introdução do design como diferencial. Objetivos do programa: Apoiar o desenvolvimento do design no país e sua inserção no processo produtivo, fortalecendo alianças entre a oferta e a demanda; Aumentar a participação das micro e pequenas empresas no quadro das exportações brasileiras; Otimizar o processo produtivo das micro e pequenas empresas visando a redução do custo final e o incremento da qualidade dos produtos e serviços; Incentivar a criação e o desenvolvimento de novas micro e pequenas empresas por meio de apoio aos empreendedores via incubadoras de empresas; Conscientizar a sociedade sobre o conceito e a importância do design; Sensibilizar instituições para atuarem em design no ambiente das micro e pequenas empresas; Apoiar a estruturação de Redes Estaduais de Centro e Núcleos de Inovação e Design voltadas ao desenvolvimento do design e à prestação de serviços de consultoria para micro e pequenas empresas; Viabilizar o acesso e o uso do design pelas micro e pequenas empresas. Permite o acesso de micro e pequenas empresas dos setores industrial, comercial, de serviços e agroindustrial aos laboratórios da rede metrológica instalados em todo o país e a serviços de calibragem de equipamentos e de análises, testes e ensaios de produtos, garantindo a padronização e qualidade dos produtos e/ou serviços, para ampliar as condições de competitividade das empresas. Apoio para a participação de micro e pequenas empresas nas principais feiras nacionais e/ou regionais brasileiras de diversos setores da economia. As Missões Empresariais têm como finalidade levar empreendedores e micro e pequenas empresas para feiras, exposições, encontros e diversos eventos profissionais nas áreas de conhecimento, tecnologia e oportunidades de negócios. Organização de rodadas de negócios em diversos setores da economia, RODADAS DE aproximando compradores das micro e pequenas empresas. NEGÓCIOS Promoção de apoio comercial e marketing para micro e pequenas FEIRA DO EMPREENDEDOR empresas e potenciais empreendedores. As informações são concentradas num só local, facilitando o acesso a programas de educação, orientação empresarial, além de propiciar o contato com fornecedores, instituições de crédito e de apoio ao desenvolvimento dos pequenos negócios. Consultores também auxiliam na elaboração de planos de negócios. Tem o objetivo de fortalecer o poder de venda de micro e pequenas PROGRAMA empresas, por meio da implementação de ferramentas de marketing. COMO VENDER MAIS E MELHOR Dividido em três módulos, o programa aborda temas como estratégias de comunicação da empresa com seu público-alvo e formação de equipe de vendas entre outras questões direcionadas para ampliar a capacidade de comercialização de micro e pequenas empresas no mercado. Programa em implantação, tem como objetivo estimular grupos de INTELIGÊNCIA empresários ou arranjos produtivos locais para que adquiram capacidade COMERCIAL de implantar um núcleo de inteligência comercial que busque informações e conhecimento sobre o mercado relativo à sua atividade. Programa em implantação, tem como objetivo estimular grupos de CENTRAL DE 46 NEGÓCIOS ORIENTAÇÃO EMPRESARIAL COLETIVA NÚCLEOS SETORIAIS empresários ou arranjos produtivos locais para que adquiram capacidade de implantar uma central de negócios que beneficie o conjunto dos empresários de uma determinada região ou setor, através de ações cooperadas de redução de custos e de marketing. Objetivo: reunir empreendedores com demandas ou problemas em comum para buscar soluções mais rápidas. Os empresários recebem orientação intensiva por meio de palestras relacionadas a temas gerenciais, elaboradas de acordo com os diversos graus de complexidade, facilitando o acesso dos empresários a conhecimentos que possam dar suporte no momento da tomada de decisões, planejamento estratégico ou na resolução de problemas. Formação de grupos de empresários de um mesmo setor para solucionar problemas comuns e vencer desafios e aproveitar oportunidades em conjunto. Apoio para a formação de cooperativas de crédito e microcrédito. COOPERATIVAS DE CRÉDITO FUNDO DE AVAL Objetivo de facilitar o acesso ao crédito por parte das micro e pequenas empresas. Organização de fundos de capital de risco em vários estados brasileiros, CAPITAL DE em conjunto com investidores institucionais privados e internacionais, RISCO como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). MICROCRÉDITO Capacitação a Conselheiros, Gerentes e Agentes de Crédito, consultoria estratégica e operacional às organizações de Microcrédito, apoio à pesquisa de mercado, cessão de direito de uso sistema informatizado de gestão, apoio financeiro às organizações de microcrédito, apoio ao desenvolvimento de Plano de Negócio, consultoria para acesso a novas fontes de financiamento. PROJETO CARA O projeto se baseia em dois eixos norteadores: a valorização ou fortalecimento das identidades culturais como estratégia de criação da auto BRASILEIRA estima e da criação e/ou fortalecimento do sentimento de pertencimento a um local, território, APL; e a agregação de valor aos produtos, serviços e ao formato de negócios, diferenciando destinos turísticos e produtos dos diversos setores produtivos a partir de valores da cultura local. O projeto tem como principal objetivo eliminar a distância entre TELECENTROS empresários e o mundo digital através da instalação de centros com infraDE INFORMAÇÃO E estrutura de equipamentos de informática, conteúdos pedagógicos de alfabetização digital, conteúdos de empreendedorismo e mecanismos de NEGÓCIOS acompanhamento e gerenciamento dos cursos para entidades e organizações empresariais selecionadas. CENTRAL FÁCIL Aglutinação de todos os órgãos necessários à abertura de uma empresa em um mesmo local, agilizando o processo de abertura e facilitando o seu acompanhamento por parte do empresário. Cursos voltados às áreas de gestão empresarial, liderança, cultura da CURSOS cooperação, cultura empreendedora e qualidade, entre outros. FINEP MODALIDADES DE FINANCIAMENTO A FINEP dispõe de diferentes modalidades de apoio a ações de C,T&I empreendidas por organizações brasileiras, que podem ser utilizadas de forma isolada ou combinada. FINANCIAMENTO Apoio financeiro concedido a instituições públicas ou organizações 47 NÃOREEMBOLSÁVEL privadas sem fins lucrativos para: realização de projeto de pesquisa científica ou tecnológica, ou de inovação; realização de projetos em parcerias com empresas, inclusive com contrapartidas das financiadas pela FINEP; realização de estudos ou de eventos e seminários voltados ao intercâmbio de conhecimento entre pesquisadores. O financiamento é concedido pela FINEP por meio de um convênio celebrado com a organização proponente, no qual são especificados os objetivos, os resultados esperados, o plano de trabalho, os indicadores de desempenho, o cronograma de desembolso e o prazo de apresentação do relatório técnico e da prestação de contas. Instituições elegíveis para financiamento não-reembolsável Universidades e outras instituições de ensino e pesquisa, públicas ou privadas, desde que sem fins lucrativos. Instituições e centros de pesquisa tecnológica, públicas ou privadas, desde que sem fins lucrativos. Outras instituições públicas e organizações não-governamentais sem fins lucrativos. Prazos Propostas para projetos de pesquisa ou de inovação são aceitas para análise somente em resposta a encomendas ou a chamadas públicas, que estabelecem as condições de elegibilidade e os prazos. Solicitações para realização de eventos são aceitas em fluxo contínuo, desde que apresentadas pelos menos 90 dias antes da data do evento. As orientações e o formulário de solicitação estão no portal da FINEP. Modalidades de financiamento não-reembolsável FINANCIAMENTO Crédito concedido a instituições que demonstrem a capacidade de pagamento e condições para desenvolver projetos de C,T&I. Os prazos de carência e amortização, assim como os encargos financeiros, variam de acordo com as características do projeto e da instituição tomadora do crédito. As modalidades de financiamento reembolsável são as seguintes: Financiamento reembolsável padrão As operações de crédito nesta modalidade são praticadas com encargos financeiros, formados pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), acrescidos de margem (spread) entre 2% e 6% ao ano. Os prazos de carência e de amortização do financiamento são definidos de acordo com a natureza da proposta, limitados a três e a sete anos respectivamente. Financiamento com equalização de juros As operações de crédito nesta modalidade são praticadas com encargos financeiros reduzidos, com base na redução em torno de 50% da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), acrescidos de margem (spread) entre 2% e 6% ao ano. Financiamento reembolsável com participação nos resultados Crédito com condições de pagamento vinculadas aos resultados financeiros obtidos pela empresa, com percentual da receita REEMBOLSÁVEL 48 operacional líquida utilizada no pagamento de encargos financeiros. INCENTIVO FISCAL SUBVENÇÃO ECONÔMICA OUTRAS FORMAS DE APOIO A EMPRESAS Concedido às empresas que possuem PDTIs — Programas de Desenvolvimento Tecnológico Industrial ou PDTAs — Programas de Desenvolvimento Tecnológico Agropecuário já aprovados (Lei nº 8.661/1993, Decreto nº 949/1993 e Lei nº 9.532/1997). Informações adicionais estão no Portal da FINEP. Recursos não-reembolsáveis concedidos a empresas selecionadas dentre as que possuem PDTIs — Programas de Desenvolvimento Tecnológico Industrial ou PDTAs — Programas de Desenvolvimento Tecnológico Agropecuário aprovados (Lei nº 10.332 de 19/12/2001, Decreto nº 4.195 de 11/4/2002 e Portaria nº 862 de 27/11/2003 do MCT), para cobrir parcialmente despesas com pesquisa, desenvolvimento e inovação realizadas no exercício anterior. Os pleitos deverão ser encaminhados através de formulário específico disponível no Portal da FINEP, até o dia 31 de julho de cada ano. OPERAÇÕES DE CAPITAL DE RISCO Aquisição de valores mobiliários (ações, debêntures conversíveis e bônus de subscrição) emitidos por empresas, de forma direta ou por meio de fundos de capital de risco regulamentados pela CVM - Comissão de Valores Mobiliários. Oferta de instrumentos de liquidez (opções de compra e venda) para aumentar a atratividade do investimento privado em fundos de capital de risco. Mais informações podem ser obtidas no Portal Capital de Risco Brasil (www.capitalderisco.gov.br). REDUÇÃO DE CUSTOS PARA PROJETOS COOPERATIVOS Redução obtida como resultado do desenvolvimento de projetos envolvendo a participação em consórcio com instituições de pesquisa sem fins lucrativos, que podem fazer jus a recursos não-reembolsáveis. CAPACITAÇÃO DE EMPRESAS PARA RECEBEREM INVESTIMENTO DE RISCO Ação destinada a capacitar empreendedores para a negociação junto aos investidores de Capital de Risco, bem como criar ambiente propício à realização de operações. Os empreendedores e investidores podem se cadastrar e obter mais informações no Portal Capital de Risco Brasil (www.capitalderisco.gov.br). BOLSAS RHAE Programa que concede bolsas a empresas ou instituições que executam atividades de desenvolvimento científico e/ou tecnológico para empregar especialistas (aprovadas pela FINEP e operadas pelo CNPq). Outras formas de apoio a empresas ANEXO IV Modelo de Plano de Desenvolvimento 49 Instruções de preenchimento do Formulário de Plano de Desenvolvimento Os campos do Formulário do Plano de Desenvolvimento devem ser preenchidos de acordo com estas instruções. As informações devem ser escritas nas caixas de texto abaixo de cada item do Formulário, cujo tamanho se adapta ao conteúdo do texto. Os itens do Formulário são os aspectos mínimos considerados necessários para a elaboração do Plano de Desenvolvimento. No entanto, é possível incluir outros itens e informações adicionais. Para o preenchimento do Formulário, é necessário possuir um conhecimento básico da utilização de softwares de editores de texto. Deverá ser enviado à Secretaria Executiva o arquivo em Word contendo o Formulário e seus anexos por email. 1. Contextualização e Caracterização do Arranjo Nesta parte, descreva: a) Como o arranjo começou e se desenvolveu; b) Que setores estão presentes ligados à atividade principal do arranjo; c) Quantos empreendimentos existem e qual o pessoal ocupado; d) Qual o significado, em termos percentuais, do número de empreendimentos e de pessoal ocupado em comparação com a economia local/regional; e) Qual a delimitação territorial do arranjo; f) Quais os tipos de interação e cooperação existem entre as empresas do arranjo, e entre elas e as instituições públicas e privadas locais; g) Que tipo de instâncias decisórias existem em prol do arranjo (governança). 2. Processo de Elaboração do Plano de Desenvolvimento Descreva: a) Como o Plano de Desenvolvimento foi elaborado; b) Quem participou da elaboração; c) As etapas que foram necessárias para que o Plano de Desenvolvimento pudesse ser elaborado; d) Se já existirem compromissos formais pré-existentes, quais são e como funcionam. 3. Situação Atual – Desafios e Oportunidades de Desenvolvimento Descreva a situação atual em termos de: 50 a) Variáveis importantes para caracterização da situação atual do Arranjo Produtivo; b) Obstáculos a serem superados; c) Desafios a serem alcançados; d) Oportunidades a serem conquistadas. Inclua como anexo, caso existam, os diagnósticos ou estudos utilizados como base e fonte de informação para a elaboração do Plano de Desenvolvimento. 4. Resultados Esperados Descreva os resultados finais que se espera alcançar através do Plano de Desenvolvimento. Os resultados devem ser, de preferência, quantificáveis. Numere os resultados para que as ações previstas possam fazer referência a eles. 5. Indicadores de Resultado Descreva: a) Quais os indicadores utilizados para medir cada resultado que se espera alcançar; b) Quais os métodos de medição da situação atual e da situação futura. Lembre-se de que a medição da situação presente e futura é, em si, uma ação, que deve ser prevista também no item 6 – “Ações Previstas”. 6. Ações Previstas Além de colocar um nome para cada ação prevista, descreva: a) O que é a ação; b) Quem coordenará a ação; c) Quem executará a ação; d) Quem viabilizará financeiramente a ação; e) A data de início da ação; f) A data de término da ação; g) Que resultado(s) esperado(s) está(ao) relacionado(s) à ação; h) Relacionar as ações com os elementos do item 3; i) Selecionar o tipo de ação a que essa ação corresponde, seguindo as seguintes nomenclaturas: ações de promoção do mercado interno; ações de promoção do mercado externo; ações de capacitação e formação; ações de design; ações de inovação e tecnologia; ações de crédito; ações de valorização da identidade local. 51 No Modelo de Formulário, este item 6 contém uma série de campos auto-explicativos, cujo preenchimento deve ser feito clicando-se sobre o campo e digitando-se o texto. O Modelo apresenta duas caixas contendo as informações necessárias para cada ação prevista no Plano de Desenvolvimento. Para incluir mais ações, selecione toda a caixa, copie e cole no lugar desejado. A numeração da ação é automática. 7. Gestão do Plano de Desenvolvimento Descreva como será feita a gestão do Plano de Desenvolvimento, como se dará a coordenação das ações previstas e como serão tomadas as decisões necessárias à execução do Plano e ao seu contínuo planejamento. 8. Acompanhamento e Avaliação Ainda relacionado à gestão do Plano de Desenvolvimento, descreva quais são os instrumentos de acompanhamento do andamento do Plano, como e com que freqüência os resultados serão avaliados. 52 Modelo de Formulário do Plano de Desenvolvimento 1. Contextualização e Caracterização do Arranjo 2. Processo de Elaboração do Plano de Desenvolvimento 3. Situação atual – desafios e oportunidades de desenvolvimento 4. Resultados Esperados 5. Indicadores de Resultado 53 6. Ações Previstas 1. Clique aqui e coloque o nome da ação a) Descrição: Clique aqui para descrever a ação b) Coordenação: Clique aqui para escrever o nome da instituição e da pessoa responsável pela coordenação da ação c) Execução: Clique aqui para escrever o nome da instituição e da pessoa responsável pela execução da ação d) Viabilização financeira: Nome da Instituição Valor (em R$) % Clique aqui e coloque o nome da instituição que estará aportando recursos para esta ação Clique aqui e coloque o valor a ser aportado Clique aqui e coloque o percentual do valor em relação ao total TOTAL e) Data de início: Clique aqui e coloque a data prevista para o início da ação f) Data de término: Clique aqui e coloque a data prevista para o término da ação g) Ação relacionada ao resultado nº: h) Selecione o item abaixo que melhor se relaciona com esta ação: ( ) promoção do mercado interno ( ) promoção do mercado externo ( ) capacitação/formação ( ) valorização da identidade local 54 ( ) inovação e tecnologia (incluindo o design) ( ( ) outra. Por favor, informe: ) crédito 2. Clique aqui e coloque o nome da ação a) Descrição: Clique aqui para descrever a ação b) Coordenação: Clique aqui para escrever o nome da instituição e da pessoa responsável pela coordenação da ação c) Execução: Clique aqui para escrever o nome da instituição e da pessoa responsável pela execução da ação d) Viabilização financeira: Nome da Instituição Valor (em R$) % Clique aqui e coloque o nome da instituição que estará aportando recursos para esta ação Clique aqui e coloque o valor a ser aportado Clique aqui e coloque o percentual do valor em relação ao total TOTAL e) Data de início: Clique aqui e coloque a data prevista para o início da ação f) Data de término: Clique aqui e coloque a data prevista para o término da ação g) Ação relacionada ao resultado nº: h) Selecione o item abaixo que melhor se relaciona com esta ação: 55 ( ) promoção do mercado interno ( ) promoção do mercado externo ( ) capacitação/formação ( ) valorização da identidade local ( ) inovação e tecnologia (incluindo o design) ( ( ) outra. Por favor, informe: ) crédito 7. Gestão do Plano de Desenvolvimento 8. Acompanhamento e Avaliação 56 ANEXO V Chek-List 1. Aspectos relevantes da construção participativa do Plano de Desenvolvimento: O Plano do Desenvolvimento contou com a participação dos atores locais? Os atores locais parecem estar compromissados com a execução das ações (empresas, associações, universidade, sindicatos, etc)? 3. Situação atual – desafios e oportunidades de desenvolvimento O Plano de Desenvolvimento contém um resumo dos problemas, os desafios e as necessidades de mudanças, identificando a fonte do(s) diagnóstico(s)? Os problemas, os desafios e as necessidades estão expressos de forma quantitativa? Esses problemas, os desafios e as necessidades estão relacionados aos resultados finalísticos, as metas, as ações? 4. Resultados Esperados Os resultados finalísticos, as metas e as ações estão expressos de forma quantitativa? A contextualização do arranjo (conjunto de desafios e de metas) permite ao avaliador a visão completa do APL, ou seja, do estágio presente para a visão de futuro? Os resultados finalísticos estão orientados pelos objetivos constantes no Termo de Referência? 5. Indicadores de Resultado Os indicadores são factíveis, realistas, e possíveis de serem medidos sem grandes custos? Os métodos de medição da situação atual e da situação futura estão listados? Esses métodos são realistas? existe proposição de indicadores para o acompanhamento das ações implementadas? 6. Ações Previstas O Plano de Desenvolvimento contém uma lista dos projetos de investimento local (o quê, quem, como, etc.), segundo uma perspectiva de médio prazo? A lista de projetos de investimento local explicita a contrapartida dos atores locais envolvidos com o desenvolvimento do arranjo? Os custos e os prazos estão bem dimensionados para execução da ação? Existem ações que já estão sendo executadas e há menção ao prazo? 7. Gestão do Plano de Desenvolvimento Está explicitada alguma forma de coordenação ou gestão do Plano? 8. Acompanhamento e Avaliação Existem mecanismos de monitoramento e avaliação para o nível estratégico? existem mecanismos de monitoramento e avaliação para o nível operacional? 57