Texto científico de fonte da escola básica São Tiago 5 10 Investigados foram a escola básica “São Tiago“ e a escola secundária de “Afonso de Paiva”. As duas escolas investigadas pertencem para um agrupamento de escolas se chamam “Afonso De Paiva”. Para este agrupamento pertencem em total cinco escolas básicas e tres Jardins de Infância. As escolas são distribuidas na cidade de Castelo Branco e no distrito do Castelo Branco. O agrupamento tem um direitor, mas cada escola tem um próprio corpo docente. A seguir vai ser escrito em primeiro o conceito pedagógico educativo, que vale para o agrupamento todo. Depois vai ser caraterizada em primeiro a escola do primeiro ciclo (escola “São Tiago”) e em segundo a escola de segundo ciclo (escola “Afonso de Paiva”). A concepção pedagógica educativa das escolas de Agrupamento “Afonso de Paiva”. 15 20 25 O Projeito Educativo conte uma concepção pedagógica, que esta descrita com tres conceitos pedagógicos: “Integrar, Unir, Formar” (comp. Projeto Educativo 2010 até 2013, PE 2010-2013). Isso significa: “Integrar identidades distantas. Unir para finalidades comuns. Formar para o desenvolvimento completa de cada um dos indivíduos, de acordo com as suas potencialidades e anseios” (PE 2010-2013, pag. 1). Estes objetivos gerais “são o ponto de partida para o estabelecimento de estratégias e atividades que os vários intervenientes integram nos seus planos de trabalho, fornecendo linhas para o Plano Anual de Atividades bem como para a Avaliação de Desempenho dos docentes”(PE 2010-2013, pag. 15). Todo trabalho desenvolvido na escola, a todos niveis, tem a tarefa de contribuir para a realisação destes objeitivos gerais (comp. PE 2010-2013, pag. 15). Estes objeitivos implicam dois aspectos pedagógicos gerais: a individualisação da formação e a socialisação da formação. A individualisação é caraterisada através - de uma formação integral do aluno (comp. RIADEADP, pag. 4) - de um desenvolvimento de identidade e de autonomia do cada aluno (comp. PE 2010-2013, pag. 1) 30 - de um desenvolvimento da capacidade criatividade dos alunos (comp. RIADEADP, pag. 4) - de um desenvolvimento das estratégias que impliquem o aluno na sua própria aprendizagem (comp. PE 2010;2013, pag. 16). 35 “A escola tem de aceitar os alunos como eles são, monstrando-Ihes outros valores, ajudando-os a entender capacidades que eles próprios desconheciam, orientandoos na sentido duma formação/instrução que, sem esquecer a vertente da aquisição de conhecimentos, os torne mais autónomos, responsáveis e críticos numa sociedade em constante mutuação” (PE 2010-2013, pag. 9). A socialisação é caraterisada através 40 - de uma educação para a cidadania (comp. RIADEADP, pag. 4; PE 2010-2013, pag. 16) - da sensibilação dos alunos para os problemas de âmbito local, regional, nacional e universal (comp. RIADEADP, pag. 4) - de uma eduação de valores éticos, humanos e ecológicos (comp. PE 2010-2013, 45 50 55 60 65 70 75 80 pag. 16). Estes objeitivos devem ser realizados numa cultura escolar, que se apresenta como uma cultura de diálogo. “Deve ser concebido e desenvolvido aproveitando os contributos das diferentes perspectivas e posições manifestadas por professores, alunos, pais e outres agentes da comunidade, de modo facilitar a existência de diálogo dentro da escola e desta com a comunidade, acresendo dimensão social à cultura e aos saberes escolares” (PE 2010-2013, pag. 1). A contribuição do ensino deve acontecer através de uma ligação da formação prática com uma formação teórica e um ensino que promove uma articulação entre os conteúdos lecionados nos vários ciclos do agrupamento (comp. PE 2010-2013, pag. 16; RIADEADP, pag. 4). Então, “integral” é entendido num duplo sentido: num lado individual, onde o aluno é visto como um ser humano integral, e num outro lado, o lado didático, quando o processo do ensino deve interligar a teoria com a prática e vice versa e os conteúdos dos diferentes ciclos de ensino devem ser articulados. A ligação entre o processo da individualisação e socialisação a escola própria expressa através de uma necessidade do desenvolvimento pessoal e social do aluno, que é mais um aspecto caraterístico de um ensino “integral” (comp. PE 20102013, pag. 18). “Na escola é imprescindível levar em conta, a necessidade da manisfestação dos sentimentos e emoções, e, portanto, a afetividade contida nas relações entre as pessoas, umas com as outras e consigo mesmas. Torna-se imperativo no quotidiano escolar a discussão de propostas pedagógicas que levem em conta a formação de um ambiente socio-moral cooperativo, onde os alunos se possam autoconhecer e construir um poder de autocontrole e autoestima que os tornem mais solidários, e ainda mais, que possam ser feilizes”. Um aspecto social fundamental é a inclusão. A intenção da escola é desenvolver uma escola inclusiva, “uma escola que a todos aceite e trate de forma adequada às necessidades, criando igualdade de oportunidade e sucesso educativo para todos os alunos” (PE 2010-2013, pag. 19; comp. pag. 3, 12). Movimento, o enfoque central deste retrato, aparece no Programa Educativo sob o tema do Desenvolvimento Cognitivo (comp. PE 2010-2013, pag. 19, 20). Isto é, os alunos devem ter conhecimentos sobre o saúde como um tema geral (Fotos 1-3). O Desporto Escolar deve “promover a saúde e a condição física, adquirir hábitos e condutas motoras. Promover atividades no interior da comunidade educativo e a interatividade com o meio envolvente“ (PE 2010-2013, pag. 20). Um objetivo importante deste estudo de caso é investigar, de que maneira atividades de movimento aparecem no interior da comunidade escolar, isto é por exemplo, no ensino, nos pátios, nos prédios escolares etc. Foto 1, 2, 3: saúde 85 90 95 A situação da disciplina da Educção Física esta descrita nos documentos escolares numa maneira auto-critica (PE 2010-2013, pag. 14). Geralmente deve ser melhorada as instalações desportivos em geral. É criticado o “devido à degradação do piso, insuficiência de material e a necessidade de renovação do mesmo, uma vez que este se encontra bastante deteriorado e ultrapassado e, em certos casos, não cumpre as normas de segurança” (PE 2010-2013, pag. 14). Desta insuficiência resulta uma certa “difficuldade no cumprimento dos programas curriculares e de complemento curricular, pelo facto de vários professores trabalharem em simultâneo no mesmo espaço” (PE 2010-2013, pag. 14). Os autores do Programa Escolares vem a “necessidade de uma maior articulação curricular com o 1. Ciclo das escolas do agrupamento, por forma a que os programas se adequem com maior consistência” (PE 2010-2013, pag. 14). A escola São Tiago Movimento e Espaço 100 105 110 A escola São Tiago funciona num edifício de dois pisos. Exteroriamente não oferece qualquer espaço coberto, o que inviabiliza a sua utilisação em dias de chuva, limitando as naturais brincadeiras nos intervalos das aulas. No primeiro piso a escola tem oito salas de aula, um bar com cozinha anexa e uma despensa para produtos alimentares, uma sala para os assistentes operacionais, dois espaços de arrecadação de materias diversos, dois espaços destinados à guarda de material didático e audiovisual e de desgaste, uma sala de professores, um gabinete para a coordenação da escola, um espaço para a reprografia, um ginásio para a prática da aula de educação física e de psicomotricidade (Foto 4-5), duas casas de banho para adultos e duas para crianças, um pequeno espaço para acondicionamento dos materiais de limpeza e um átrio (Fotos 6-7). No primeiro andar existem dois gabinetes, sendo um para o apoio e complemento educativo e outre destinado à terapia de fala. Neste piso funciona ainda a biblioteca (comp. PE 2010-2013, pag. 8). Fotos 4-5: Ginásio 115 Fotos 6-7: o átrio 120 125 130 135 No exterior tem um pátio relativamente grande, onde os alunos brincam antes e depois das aulas e nos intervalos quando não chove (Fotos 8-10). Interessante é que quadro salas tem um acesso direito ao pátio (Foto 11). Isso possibilita os professores de oferecer aos alunos “intervalos de movimento” tanto no pátio quanto no átrio. Do átrio existem acessos para cada sala de aula. O átrio é o centro dos encontros para os alunos e os professores no interior da escola. Nas paredes penduram notícias sobre atividades na escola, os cartazes com as regras de comportamento (Fotos 12-16) e resultados dos alunos das aulas de arte. Aqui a gente se encontra no início e no fin do dia escolar e nos intervalos quando esta chuvendo. No átrio os alunos não podem se movimentar. Uma regra da escola não permite se-movimentar no interior da escola (comp. E EST, AM5, AR5, pag. 11, 317318). O átrio parece como um espaço neutro, que tem a função de entrada e saida. Mesmo quando está mau tempo, os alunos não podem ficar no átrio a brincar. Eles tem que ficar na sala de aula com o seu professor, divertindo-se de outras formas, como por exemplo, jogos de mesa ou pinturas (comp. GOdutdP EST, pag. 3, 48-50). Fotos 8-10: Diferentes partes do pátio Foto 11: Acesso das salas ao pátio 140 Fotos 12-16: Regras de cumprimento 145 150 No dia da nossa visíta de escola não choveu, por isso a majoria das atividades dos alunos acontecerem no espaço fora dos prédios. Nos observamos crianças jogando futebol, jogando pega pega, jogar às escondidas, jogar policias e ladrões ou sentandos no bancos ou no chão conversando (comp. GOdutdP EST, pag. 2, 32-39 = Guia de Observação de uma turma da Primária; E EST, AM1, pag. 10, 272) (Fotos 17-19). Fotos 17-19: Atividades no pátio durante do recreio 155 160 165 As salas de aula são relativamento pequenas. Uma professora chama atenção à esta colocação. “Eu costumo dizer que as salas durante o dia, vão ficar cada vez mais pequeninas, porque eles cada vez tem menos espaço para se movimentarem como querem, dá a idea que o espaço cada vez vai ficando mais pequenino, mais pequenino, e no entanto ele é o mesmo que era de manhã, mas as crianças têm necessidade de se espraiar, e portanto na parte da tarde para mim, é sempre o tempo que é mais complicado de os manter mais sossegados, portanto aí dou-lhes mais um bocadinho de movimento, em que pomos musica e eles já por si no seu lugar se movimentam, ou porque se levantam mais vezes, ou fazemos sessões de relaxamento, ou fazemos um bocadinho de expressão dramática. Tento, dentro do currículo e dentro do programa que tenho de ir cumprindo, porque esse eu tenho que o cumprir, flexibilizar e dar-lhes realmente espaço para esse movimento e para a comunicação oral e corporal livre, porque eles precisam como é óbvio” (E EST, P1, pag. 2, 76-86). Esta avaliação é confirmada pelos alunos. Eles acham tambem, que as salas deveriam ser maiores “porque assim as turmas têm muitos alunos e 170 175 180 185 estamos todos muito apertadinhos” (E EST, AR2, pag. 20, 576 = Entrevista Escola São Tiago, aluno do terceiro ano, pagina 20, linha 576). Fica evidente que esta situação espacial provóca barulho. É isso que os professoras e os alunos não gostam. Ambos sintam uma preocupação com a saúde quando na sala de aula começam todos a gritar (E EST, AM3, pag. 5, 122;123= aluno do 4. ano). As mesas e as cadeiras cumprem quasi todo espaço, o que dificulta um ensino móvel ou qualquer outra atividade de alunos (comp. E EST, AR2, pag. 20, 578). Nas sete salas, que nos observamos, as mesas e as cadeiras foram organizadas de maneira frontal (Foto 20), isto é, de maneira, que possibilita os alunos de tomar atenção para so uma direção, para frente, onde o professor esta situado. Segundo da teoria da interdependência entre organização e interação (comp. Landau, 1980) a organização determina a interação e vice versa. Nestas salas com uma organização de mesas mais frontal podemos supor, que domina uma interação unilateral do professor para os alunos e vice versa, mas provávelmente so uma pouca interação entre os alunos entre si. Aqui a gente percebeu uma disonância em relação ão objetivo central de uma cultura dialógica. Este tipo da interação orientada ao diálogo encontramos numa sala so, onde as mesas foram organizadas em grupos (Fotos 2122). Mas tambem nesta sala duas mesas ocupam o espaço da sala, que dificulta um ensino com e através movimento. Talvez o tamanho das salas é a causa por que andar e correr não é permitido (E EST, AM5, pag. 14, 391-392; AR5, pag. 15, 418419). 190 Foto 20: Organisação frontal 195 200 Fotos 21-22: Trablhos em grupos Resumindo: Quando a gente avalia as condições espaciais da escola, podemos constatar, que na construção das salas de ensino movimento foi esquecido (comp. E EST P 1, P2, pag. 2, 46-48; Entrevista Escola São Tiago, Prof. 1 e Prof. 2, pagina 2, linha 46-48). So quando tem um bon tempo (nem chuva nem sol quente) os alunos desta escola tem fora dos prédios espaço suficienta para se movimentar. Mas tambem um outre aspecto chama atenção. Como uma professora falou, os alunos precisam durante o dia na escola “sessões de relaxamento”. Mas falta salas e equipamentos que oferecem para os alunos uma sessão de relaxamento. Em toda escola nos não encontramos um lugar mais commodo, onde os alunos podem se descançar. Tempo e ritmisação Para cada aluno e para os pais visivel pendura uma cartaz com o horário de 205 210 215 220 225 230 235 240 245 funcionamento no átrio. O dia escolar começa as 9.00 horas e termina de manha as 12.30 horas. A tarde as aulas começam as 14.00 horas e terminam as 15.30 horas. Depois 16.30 horas começam as actividades de Enriquecimento Curricular (AECs). Elas terminam as 17.30 horas. Os intervalos ficam entre 10.30 e 11.00 horas e 15.30 e 16.00 horas. Os intervalos no decurso dos períodos lectivos tem uma função compensatoria, eles “justificam-se pela necessidade de maximar os períodos de concentração/ atenção dos alunos” (RIADEADP, pag. 5). Os partes do ensino regular são divididos em períodos de 90 minutos. As áreas chamadas como “importantes” são matemática, a língua portuguesa e o estudo do meio, na tarde têm as “expressões” (E EST, P1, pag. 1, 17) como dramática, a expressão plástica, a expressão físico-motora e depois (a partir das 16.30 horas) têm as atividades de enriquecimento do currículo. Esta “ritmisação externa” (comp. Hildebrandt;Stramann, 2010) com aulas de 90 Minutos oferece para um professor principalmente a possibilidade de encenar o ensino orientado ao aluno. Isto é, configurar o ensino de maneira que os alunos participam mais ativa e dialogante no tratamento do tema da aula. Isso inclue tambem um ensino móvel. Nos observamos um aula, que podemos caraterisar didáticamento como um ensino fechado (GodutdP EST, pag.7, 173). Durante dos dois períodos com 90 minutos so a professora falou, ofereceu tarefas, se-movimentou, enquanto os alunos desenvolvem as tarefas predeterminadas pela professora. Eles realizam as tarefas individualmente (comp. GodutdP EST, pag.7, 181-182). Um diálogo entre a professora e os alunos e entre os alunos entre si sobre o tema da aula não apareceu. So houve diálogos informais entre os alunos, e, a partir da meia da aula, começa um aumento do barulho por causas destas conversas. Com o aumento do baralho aumentaram as tentativas e chamadas da professora para calmar os alunos, sempre com um sucesso mais curto. “Ela não permitiu desvios fora da tarefa que estão a executar, impõe na sala , aumentando por vezes o tom da voz” (GodutdP EST, pag.7, 168-170). Finalmente podemos constatar, que a possibilidade, que os alunos podem desenvolver seu próprio ritmo interno, que acontece através de uma liberação do processo de ensino aprendizagem, não existe. Com isso tambem não apareçe no ensino a consideração do princípio de diálogo, que é um princípio básico do programa pedagógica da escola. As professoras explicam esta diferença com as determinações predadas pelo currículo, que o professor tem que cumprir (veja o capítulo “avaliação geral“). Uma professora esta criticando esta situação. Segundo dela a escola tem que ser mais aberta em geral, mas tambem “ao próprio movimento, que é disse que estamos a falar, à chamada “formação multi-focal”, trabalhando nomeadamente a cinestésica...estão dentro destas situações. Com o tempo isso não se veio a verificar” (E EST, P2, pag. 2, 38-40). A professora prefere um tipo da escola mais independente, isto é, mais aberto e mais responsável para próprios desenvolvimentos. “Aberto” pode ser entendido tambem no sentido de mudar o tacto de 45 Minutos para p. ex. 60 ou 90 minitos. Com um tempo maior para os períodos de ensino a professora estaria aberta para um procedimento didático que possibilita um ensino orientado ao aluno, isto é, um ensino, onde o aluno fica no centro das acoes pedagógicas como é o caso no procedimento didático, que Paulo Freire chama um “aprendizagem orientada ao problema” (Freire, 1972). O ensino 250 255 260 265 270 275 280 285 290 organizado em 45 minutos fica cansativo para os alunos. Não é um milagre que eles ficam cansados e precisam um intervalo para descansar. Por isso a crítica dos alunos é compreensível, quando eles reclamam, que eles as vezes ficam sem recreios (comp. E EST, AR3, pag. 5, 132). “Lá na nossa sala é assim, estamos a fazer um trabalho e a nossa professora nunca mais acaba e o tempo está a passar, depois toca logo para entrar e nós ainda estamos lá dentro” (E EST, AM5, pag. 5, 136-138; AR3, pag. 12, 322-327). E tambem fica em face desta organização temporal compreensível, „que acontece muitas vezes o que a minha colega disse que há necessidade de os recolher e de os levar novamente à concentração, às vezes ali uns 5 minutos em que eu digo “mergulhar” e é quando poem a cabecita na mesa, e há uma música que os tranquiliza, porque o intervalo faz-lhes muita falta mas é devastador para a concentração naqueles primeiros minutos, ...” (E EST, P1, pag. 6, 220-224). Este problema de tornar os alunos mais calma depois do intervalo aparece mais nestas escolas, que tem um ritmo em 45 minutos e dentre deste ritmo poucos intervalos. Em face nesta colocação me parece necessário de discutir no conselho dos professores esta questão da conexão entre tempo de uma aula e o tempo de um intervalo. As professoras ja fazem suas próprias reflexões, quando eles são da opinião que por exemplo o tempo do intervalo na hora de almoço (1 hora e 30) é muito tempo e um tempo de uma hora seria suficiente. “Eu acho que eles chegam a uma altura que já estão fartos do intervalo, porque não sabem a que é que ao de brincar, não sabem como se ao de entreter” (E EST, P 1, pag. 6, 226-228). Um outre tipo da ritmisação se encontra na ritmisação do tempo de aprendizagem tanto no dia quanto nas aulas. Este tipo segue uma reflexão didática e é caraterisada através de conexo de tensão e relaxamento, de movimento e repouso. Nesta escola as professoras tentam planejar suas aulas equivalente este princípio. No um lado podemos verificar este planejamento com o fato, que os alunos tem diariamente uma aula com movimento. Tratam-se das aulas da ginástica e das aulas da Atividade Lúdica Expressiva. Ambos disciplinas sáo distribuidas durante da semana de maneira que cada dia tem uma hora destas disciplinas (comp. E EST, AM1, AM4, AM3, AM5, pag. 7, 197-204). Um outre aspecto da ritmisação encontramos, quando as professoras informaram nos que eles arrancam a atividade diaria com um momento de retorno à calma. Eles utilizam muitas vezes musicas apropriadas que prolongam ao longo do dia e tambem exercícios de concentração (comp. E EST, P2, pag. 4, 155). „Depois quando as crianças estão, por exemplo, quer em movimento quer aquela parte ligada aos batimentos que fazem no tambor e a projeção do movimento na interiorização do próprio ritmo que está. Há investigações que dizem que nomeadamente promovem a concentração, depois disso é chamada a rotina diária, e também inclusivamente escrita em sumários, faz parte da minha planificação (E EST, P2, pag. 4, 156-160). Este plano conte atividades de musica, de cantar, exercícios de expiração, movimentos respiratórios, danças contemporâneas e Tai chi. „ Há sinais ou com o tambor ou com uma canção que costume cantar em 295 300 305 espanhol e português, e que a seguir eles fazem, a expiração, movimentos respiratórios, também tem a ver com o movimento, e então as inspirações e expirações. Depois faço o retorno à calma quando eles sentem que já estão em condições, continuamos o trabalho. Há geralmente musicas escolhidas, não é uma musica aleatória, eu trabalho com musica em qualquer das áreas, sempre com musica de fundo ao contrario do que se pode pensar, na vez de eles falarem mais alto ou de eu gritar o que não faço, a musica acalma, quando ela é bem escolhida e bem direcionada. Claro que não vou por uma música de rock ou dos morangos com açúcar se não ponho toda a turma a dançar, também ponho, mas isso é noutros momentos e com outras funções, depois integro muito a dança contemporânea e Tai chi, desde o primeiro ano até ao terceiro” (E EST, P 2, pag. 5, 179-189). Foto: Horário do funcionamento das aulas Conflito entre o cumprimento das exigências do currículo e a orientação aos necessidades do aluno. 310 315 320 Os professores sintam um conflito entre a tarefa de cumprimir o currículo e a tarefa de orientar o ensino mais nas necessidades do aluno. A dependência das predeterminações curriculares através do ministério elas sintem como limitando (empfindet als einengend). Mas no outre lado durante o dia elas tem que gerir o currículo. E no currículo esta predescrito as horas de matemática, de lingua portuguesa, de estudo de meio. „É fundamental o movimento e nós temos consciência, nós professores. Temos consciência que a criança tem muita dificuldade em estar quieta, em estar sossegadita e ter os “tentáculos” todos dirigidos, é verdade, temos consciência disso tudo, mas também temos consciência que o currículo é para ser administrado e temos as matérias e os conhecimentos a ser medidos, temos consciência disso tudo. Agora temos que gerir e temos que ser sensatos em equilibrar tudo isso, pois o movimento, temos consciência que o movimento não é administrado de acordo com a necessidade que a criança tem, verdade. Todos nós fazemos formação e todos nós estamos conscientes que a 325 330 335 340 345 350 355 360 criança necessitaria, de tantos em tantos minutos, de levantar o rabinho da cadeira e de fazer uma corrida, e de fazer determinado movimento e até vinha de uma maneira muito mais liberta para o seu lugar e conseguia muito mais rendimento porque estava muito mais arejada e tudo mais, temos consciência disso tudo, mas temos outra consciência que são os resultados que nós temos que fazer valer, e daí que, e agora mãos à palmatória, o movimento não é tão dado, agora aquilo que nós fazemos nas nossas salas de aula é que a criança não está presa à cadeira nem nada disso, porque a criança levanta-se, a criança tem liberdade plena para ir ao quarto de banho sempre que precisa…”(E EST, P4, pag. 3, 94-109). Esta citação monstra dois aspectos: 1. a situação do conflito e 2. uma restrinção da função de movimento para uma função compensatória. Para a situação de conflito: Esta situação é um tema nas reunões dos professores (comp. E EST, P.2, pag. 5, 195). As professoras estão da opinião que o ministério hipervaloriza as áreas curriculares em deterorização das áreas onde a criança precisamente incluir o próprio movimento, por que o movimento abrange tudo (comp. E EST, P2, pag. 5, 196-198). Para as professoras fica cada ano mais difícil configurar uma aula segunda das necessidades das crianças, que elas vem, mas é um “desgaste enorme, acreditem que é, tentar fazer com as nossas crianças, porque achamos que elas não têm culpa nenhuma daquilo que o ministério pensa, e que dita cá para fora, cada ano é diferente, mas que eles não devem ficar privados de algo que é fundamental no seu crescimento, e nas aprendizagens, porque falamos que temos uma sociedade de crianças hiperativas, uma sociedade que depois diz “não são hiperativas, são maleducadas”, e que temos uma sociedade de crianças, eu também tenho muitas assim na turma, que transportam devido à carga social e à que esta a acontecer no país. As crianças transportam para a escola, e cada turma é um caso, e cada criança é um caso também, transportam essas suas angústias. Agora, nós cada vez estamos a ser mais limitadas, por isso, eu digo, os professores, e estou aqui a falar com professoras que se preocupam com isso, mas de facto falamos mas as palavras vão com o vento nós até mandamos e-mails a questionar o senhor ministro, mas obtemos sempre a mesma resposta, foi encaminhada para o secretário de estado. Depois o secretário de estado diz “ah pois, mas não pode ser assim, há uma base curricular, há isso, há aquilo”, têm exames pronto, o exame até acontece em maio, estranho não é?” (E EST, P2, pag. 5, 199-206; pag. 6, 207-213). O segundo aspecto conte uma compreensão de movimento que é um pouco restringido à uma função compensatória de movimento. Isto é, os alunos podem se-movimentar durante a aula quando tem uma necessidade como ir ao quarto de banho ou afinar o lapis ou quando a professora exige de todos se movimentar para renovar a capacidade de concentração de aprendizagem. Este aspecto da função compensatória e mais outras funções de movimento na aula vão ser esclarecidas no seguinte capítulo. Movimento e aprendizagem - Compreensão e função de movimento 365 Em primeiro lugar podemos constatar que os professoras tem conciência que movimento é fundamental para o processo de aprendizagem das crianças (comp. E EST, P2, pag. 5, 176). “Temos consciência que a criança tem muita dificuldade em 370 375 380 385 390 395 400 405 estar quieta, em estar sossegadita e ter os “tentáculos” todos dirigidos, é verdade, temos consciência disso tudo...”(E EST, P4, pag. 3, 95-97). As professoras sabem que elas podem solucionar parcial o conflito com as diretrizes currículares através da autonomia didática, que elas tem. “Mas tudo aquilo que acontece dentro das nossas salas de aula, portanto, nós temos diretrizes no sentido de currículo portanto, agora as metodologias e as estratégias que nos utilizamos somos nós que as decidimos, portanto nós somos soberanas dentro das nossas salas de aula” (E EST, P4, pag. 6, 221-224). Partindo desta atitude elas explicam que o próprio currículo, o „currículo oculto“, esta penetrando com movimento. Movimento na sala é ligado com dois aspectos, que atingem o processo de aprendizagem, mas não são decisivos. O primeiro aspecto relaciona-se aos regras de cumprimento. Esta plena liberdade de movimento, que anterior foi conciliada pela uma professora é limitada através das regras que determinam uma certa organisação na sala. Há regras para cumprir. “Por exemplo, eu por mim falo, na minha sala por exemplo, não se vai levantar…em exemplo, a criança precisa de ir ao quarto de banho, tudo bem, a criança pede “posso ir ao quarto de banho?”, “pode”, mas na minha sala ela pode ir ao quarto de banho, mas ela tem que ver se pode ir, tem licença para ir mas tem que ver se pode sair da sala porque só pode estar um fora da sala. Se, mas há uma segunda regra, que é, se houver uma aflição nem sequer pede, sai, e na vinda é que diz “eu saí sem pedir porque era uma urgência”, seja para aquilo que for, mas se pode fazer o pedido atempadamente, então nessa altura pede, tem autorização para sair, mas tem que gerir o movimento que está dentro da sala. “Posso ir?”, pode mas só quando o meu colega entrar, porque se não há uma confusão terrível, e eu ou aproveitar a minha ida ao quarto de banho para fazer um passeio, para uma conversa, para o ponto de situação de tudo e mais alguma coisa. Eu estou a converter a minha ida ao quarto de banho num passeio de um minuto, ou de um segundo, ou da hora, portanto em vez de termos disciplina, temos anarquia. A regra é fundamental, se há trabalho tem que haver regras, sem regra não há trabalho” (E EST, P4, pag. 3, 113-118; pag. 4, 119-126; comp. GOdutdP EST pag. 5, 129-131). Ela chama este tipo do movimento como “movimento sistemático” (E EST, P4, pag. 4, 13). Uma outra regra se dirge para a autorização de falar. Observamos que os alunos precisam colocar o dedo no ar, pedindo autorização para falar, e só quando a prefessora autoríza é que estes falam (comp. GOdutdP EST, pag. 5, 114-115). Os alunos confirmam que ha regras nas aulas que determinam o movimento nas aulas. Eles confirmam que podem se levantar da cadeira quando querem beber água, afiar o lápis etc. (comp. E EST, diversas constatações dos alunos, pag. 6, 159;174). Interessante é que os alunos concordam com as regras e por isso respeitam os (E EST, AR3, pag. 7, 176). Mas os alunos confirmam tambem que um outre tipo de movimento na sala e durante das aulas não acontece. Mas isso não significa que movimento não aparece na escola. Contrário: Para as aulas regulares pertencem duas disciplinas onde movimento é o assunto central do ensino, aulas da ginástica e aulas da Atividade Lúdica Expressiva. Nas aulas da Atividade Lúdica 410 415 420 425 430 435 440 445 450 Expressiva a funcão simbólica do movimento (comp. Hildebrandt-Stramann, 2013, pag. 176-177) fica no centro do ensino. Aqui o desenvolvimento das crianças é fomentado se elas aprendem a se expressar pelo movimento e música, ou seja, representa a si ou símbolos com movimento (comp. E EST, AM1, pag. 9, 237, 239). Os alunos chamam as aulas da educação física como ginástica. Eles tem três ou quadro vezes por semana uma aula da ginástica. Os alunos gostam as aulas por que la eles brincam, divertem-se e jogam “muitos variedades diferentes de jogos” (E EST, AR2, pag. 8, 228). Tambem preferem a ginástica mais do que o intervalo, “porque não somos nós a escolher o exercício e assim não há guerras” (E EST, AR3, pag. 7, 189). Esta Aussage l~sst vermuten, que na aula da ginástica a professora domina e decide o que os aulunos tem que fazer e como. Uma outra função podemos constatar mais em relação ao processo de aprendizagem. Movimento é visto aqui como um meio para reganhar/renovar a capacidade de concentração. Quando a professora percebe uma minimisação da concentração dos alunos, ele propoe para os alunos movimento. “Por vezes noto que as crianças ficam muito irrequietas, muito desconcentradas, então aquilo que faço é um momento de movimento, ou seja, vamos rir um bocado, vamos mexer um bocado as pernas, vamos levantar e fazer certos movimentos, tipo “o chefe manda”, “o rei manda”, pronto fazemos jogos desse género” (E EST, P3, pag. 4, 135-136). Na teoria de aprendizagem a gente chama este tipo de aprendizagem como “aprendizagem com movimento” (Hildebrandt-Stramann, 2010). Aprendizagem com movimento significa, que movimento acompanha o processo de aprendizagem, mas não ajuda no entendimento do assunto tratado. Este tipo de aprendizagem é chamada como „aprendizagem através de movimento“ (Hildebrandt-Stramann). Esta função aparece tambem num ensino de uma professora quando ela explica uma situação na disciplina “expressão dramática”. “....que normalmente são sempre à tarde, de expressão dramática, que foi o caso de agora que os professores entraram e estávamos num momento desses, em conjunto com a língua portuguesa, em que fizeram um texto anteriormente para depois poderem apresentar aos colegas com fantoches e os restantes materiais, bem como a dança, também integra dança que normalmente, eles inicialmente não aceitam muito bem, mas depois por fim acabam por entrar no jogo e participar bastante bem” (E EST, P3, pag. 4, 137- 142). Um outre exemplo é de uma aula da lingua portuguesa. “...hoje tivemos ...uma assembleia, primeiro em que é uma disposição das mesas próprias para eles terem a cadeira no lugar tentam é convocada a assembleia para comunicarmos oralmente certas situações, até para a compreensão, para a interpretação. Depois esta comunicação, eles dão a sua opinião, construímos, por exemplo, hoje foi esta a experiencia que é feita já ao longo de 3 anos, é para entenderem, é que isso não se consegue de um dia para o outro. Eles depois fazem o chamado da situação, fazem a construção de uma história encadeada, chamados diálogos simultâneos e depois determinamos precisamente que com a escrita já regressam ao seu lugar, estão organizados em grupo com um supervisor para cada um, e que depois fazem a leitura do texto e no final representamos, só com música, através do movimento partes que eles mais interiorizaram, que mais gostaram do próprio texto” (E EST, P2, 455 460 465 470 475 pag. 4, 161-162; pag. 5, 163-172). Esta descição explica bem clara, como um processo de aprendizagem pode ser configurada de maneira, que movimento tornase para um meio para ganhar conhecimentos. No primeiro passe acontece um trabalho com o texto: ler, compreender, interpretar. No segundo passo os alunos discutem estas interpretações. Depois, no terceiro passo, eles desenvolvem uma própria historia, que deve ser apresentada no quarto passo através de movimento. Muitas vezes a matemática também tem aliada o movimento, até mesmo, muitas das atividades da própria matemática é em contexto do movimento em contexto fora da sala de aula, quando é precisa, e o estudo do meio igualmente. Mas os alunos nem sempre precisam uma autorização para se;movimentar. Observamos que durante aquelas aulas, onde a professora domina e fala quasi o todo tempo, os alunos começam baloicar com a cadeira para trás e para frente, mexem constantemente os pés enquanto estão sentados. Alguns alunos lançam o lápis para o chão com o intuito de se levantarem. É bastante visível o aumento da agitação quando estão sentados nas cadeiras o todo tempo de uma aula (comp. GOdutdP EST pag. 5, 133-134, pag. 6, 135-137). Podemos resumir: As professoras tem um consenso comum, que este procedimento com a integração de movimento no processo de aprendizagem não é tempo perdido, mas sim um tempo muito frutivo para a qualidade de aprendizagem. “É óbvio tal e qual como as colegas disseram, não podemos disponibilizar muito tempo para estas tardes de relaxamento, mas se elas forem momentâneas também depois tiramos um bocadinho de mais proveito do resto do tempo” (E EST, P3, pag. 4, 142144). A tarefa de uma escola integral – entre uma educação formal e não formal 480 485 490 Uma professora ve uma diferença entre a teoria/filosofia de uma escola integral e a prática desta escola. A diferença fica no entendimento entre uma „escola a tempo inteiro“ e uma „escola integral“. A própria escola ela caraterisa como uma “escola a tempo inteiro” (comp. E EST, P2, pag.6, 239-240). Uma “escola a tempo inteiro” é uma continuação da institucionalisação da criança. Esta escola ocupa o tempo livre e informal da criança e substitue o através de um aprendizagem mais controlado, mais formal. Ela “deixou de ter espaço para brincar livremente” (E EST, P2, pag. 6, 242-243), “o tempo de brincar livremente não existe” (E EST, P1, pag. 7, 245). A “escola a tempo interno” força o processo social da institucionalisação da infância, que leva a criança para uma dependência cada vez mais forte. São os adultos que ficam responsáveis, que as crianças levam a esta situação. Uma consequência desta dependência é, que tambem os professores caraterizam os alunos “de impossiveis de atuar” (E EST, P2, pag. 6, 251). Em face da vida institucionalisada da criança não é uma milagre. “Chega a uma escola as 8 horas da manhã e saem às 19 horas, sempre no mesmo espaço. E depois temos agora uma moda terrível, que é: saem da escola e vão a correr, comem uma coisa leve e vão todos os dias para a natação ou para a dança de salão, ou para o ténis, ou para o futebol” (E EST, P2, pag. 7, 241-244; comp. E EST, diversas constatações dos alunos, que confirmam o 495 500 505 510 que a professora esta falanda, pag. 9, 250-260). Os alunos contam que chegam a casa depois 19.30 horas muito cansados (comp. E EST, AR1, pag. 17, 492). Uma escola integral tem um conceito diferente. Aqui os professores ficam responsáveis para o tempo todo da escola incluido as atividades enriquecimento curricular (comp. E EST, P. 2, pag. 6, 246-248). As professoras consigiram pelo menos uma cooperação particular com os professores de extra curricular, exepcional com clubes esportivos. Não há horas para reuniões entre os professores da escola e os professores de extra curricular. Por isso os conteúdos e a maneira como tratar o conteúdo didáticamente muitas vezes não tem nada ver com os conteúdos escolares. Mas mais criticando é a falta do tempo informal da criança, que tambem uma escola integral tem que oferecer para seus alunos. Nesta escola isso quasi não acontece. Uma exepção são talvez os intervalos entre as aulas regulares. Nos recreios os alunos podem brincar mais livre. Eles brincam com bolas e cordas, que os alunos trazem por conta própria (comp. E EST, P3, pag. 8, 289) ou que serem feitas numa aula com a professora (comp. E EST, P3, pag. 8, 291-293). Tambem a escola disponibiliza material como bolas e cordas. Ofertas de movimento em cooperação com outras instituições de educação (p. ex. instituições extra-escolares). 515 520 A escola São Tiago tem poucas ofertas que são ligadas com instituições educacionais extra-escolares. Aqueles que tem são oferecidas na parte da tarde e são incluidos nas atividades de enriquecimento do currículo. Esta parte deveriam ser da responsabilidade da câmera e deveriam ser feitas em parceria com os próprios professores de turma. Na realidade a maioria dos cursos ficam na responsabilidade dos professores. São oferecidos cursos de inglês, atividades físico-motora e atividades lúdico-expressiva (comp. E EST, P2, pag. 1, 32-34). Nos cursos de inglês existem parcerias, onde os professoras da turma se reune com os professores do inglês. Parceirias com clubes esportivas não existem no 1. Ciclo (comp. E EST, P1, pag. 8, 279;280). Avaliação geral 525 530 535 As entrevistas monstram que tanto os professoras quanto os alunos são contente de maneira geral com a escola. As professoras gostam sua profissão, isto é, gostam ensinar e gostam os alunos e os alunos gostam da escola e as professoras. Em geral eles são anciosos para conhecer o mundo e gostam de estudar (comp. E EST, diversas constatações dos alunos durante da entrevista). Ambos vem aspectos críticos e ambos tem desejos, como poderia ser melhorada a escola. As professoras sintam uma pressão do currículo, que limita o espaço para realizar pensamentos pedagógicos, os alunos criticam a quantidade das tarefas de casa e a falta do espaço nas salas (comp. EEST, AR2, pag. 20, 576-579). Os professoras desejam-se mais apojo do ministério e da direitora da escola para desenvolver mais um trabalho pedagógico, que inclue especialmente movimento no processo de aprendizagem. Os alunos desejam-se mais espaço para divertir-se e menos tarefas de casa. Sob o aspecto de movimento é importante, que os professores constatam, que na escola 540 toda, tanto na concepção pedagógica tanto na realidade escolar movimento tem um significado marginalizado. Movimento é, como as professoras e os alunos constataram, simplesmente esquecido. Isso se relaciona especialmente para a configuração da escola como uma escola integral. As professoras são da opinião, que a escola São Tiago não é uma escola integral, mas sim ums escola, onde os alunos são integrados, onde o tempo de brincar e movimentar livremente não existe.