Matemática ~ projeto pedagógico ~ Projeto pedagógico do curso de Matemática ~ 2012 ~ 1 Sumário 1) Dados gerais ..................................................................... 3 2) Histórico ............................................................................ 3 3) Organização institucional ................................................. 4 4) Justificativa........................................................................ 6 5) Concepção ........................................................................ 7 6) Objetivo geral ................................................................... 8 7) Objetivos específicos .............................................................. 8 8) Competências e habilidades ................................................... 9 9) Perfil esperado do egresso ..................................................... 9 10) Áreas de atuação .................................................................. 10 11) Dinâmica curricular ............................................................... 10 12) Esclarecimentos sobre a dinâmica curricular ........................ 14 13) Metodologia de ensino e critérios de avaliação ..................... 16 14) Gestão acadêmico-administrativa .................................. 18 15) Processo de autoavaliação ........................................... 19 16) Responsabilidade social ................................................ 19 17) Programas de atenção aos estudantes ......................... 21 18) Anexos ........................................................................... 22 Anexo 1 - Ementas e bibliografias ................................ 22 Anexo 2 - Infraestrutura ................................................ 41 Anexo 3 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação ............................................... 43 Anexo 4 - Regulamento do estágio curricular supervisionado dos cursos de formação de professores .............................. 46 Anexo 5 - Normas que disciplinam o registro de atividades curriculares complementares ........................................... 49 Anexo 6 - Regulamento do Colegiado do Curso .......... 51 Anexo 7 - Regimento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) ...................................... 53 Anexo 8 - Projeto de autoavaliação .............................. 54 2 1) Dados gerais Denominação Nível Habilitação Modalidade Titulação conferida Área de conhecimento Duração Carga horária Regime escolar Formas de ingresso Matemática Graduação Licenciatura plena Presencial Licenciado em Matemática Ciências Tecnológicas 8 semestres 3.366h Créditos - semestral Vestibular, transferência, reabertura de matrícula e reopção de curso Número de vagas anuais 40 Turno de funcionamento Noturno Situação legal Reconhecido pela portaria n. 414/11-MEC Início de funcionamento 2 de maio de 1958 2) Histórico do curso O Curso de Matemática foi autorizado pelo Conselho Federal de Educação em 25 de abril de 1958, pelo decreto n. 43568/58 e seu reconhecimento ocorreu em 24 de dezembro de 1959, pelo decreto n. 47437/59. O curso oferecia habilitação em Licenciatura de Matemática e Física. A partir do ano de 1973, teve início um intercâmbio da Faculdade Imaculada Conceição com instituições de nível superior nacionais com o objetivo de qualificar o corpo docente do curso e alunos egressos, com vistas à preparação para o ingresso em um curso de mestrado. Desse intercâmbio surgiu a programação de vários cursos de especialização em diferentes áreas, tanto voltados para a qualificação para o magistério superior, quanto para professores da Educação Básica. A partir de 1997, obedecendo à legislação federal, foram criadas as Licenciaturas em Matemática e Licenciatura em Física, separadamente. Em 1999 o currículo do curso passou por uma reformulação para atender à legislação emanada do Ministério da Educação, principalmente às diretrizes curriculares, tanto para os cursos de graduação para a área específica de Matemática, quanto para a formação de professores. O curso participou do Exame Nacional de cursos e recebeu os conceitos: C (1998); B (1999); A (2000) e A (2001). Em 2001, o curso teve seu reconhecimento renovado, tendo recebido os conceitos: Organização Didático-Pedagógica: CMB; corpo docente: CMB e instalações: CMB. O parecer de renovação de 3 reconhecimento foi homologado pela Portaria 514 de 27 de fevereiro de 2002 do Ministério da Educação. A partir do relatório da avaliação, elaborado pela Comissão de Especialistas do MEC e do resultado da autoavaliação realizada pela comunidade acadêmica do curso, em 2002, foi aprovada uma nova proposta curricular que entrou em vigor em 2003. Em 2007, o currículo do curso passou por uma nova reformulação para atender à adequação de norma institucional, estabelecendo que o semestre letivo passa a ser de 17 semanas. Em 2010, o currículo do curso passou por uma nova reformulação devido à inserção da disciplina Língua Brasileira de Sinais (Libras) como obrigatória, em conformidade com a lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002. Além disso, aumentaramse as cargas horárias nos estágios (de 408h para 493h) e das atividades curriculares complementares (de 204h para 425h), em atendimento à Resolução nº 3, de 2 de julho de 2007, que prevê a organização da hora-aula em 60 minutos. 3) Organização institucional O Centro Universitário Franciscano é mantido pela Sociedade Caritativa e Literária São Francisco de Assis, Zona Norte - Scalifra-ZN - entidade de direito privado; sem fins lucrativos; beneficente; de caráter educacional, cultural e científico; reconhecida pelo decreto federal n. 64.893, de 25 de julho de 1969, com certificado de entidade de fins filantrópicos. Localiza-se à Rua dos Andradas, 1614, na cidade de Santa Maria, RS. Iniciou suas atividades, como instituição de educação superior, aos 27 de abril de 1955, denominada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Imaculada Conceição, com cursos de licenciatura. Data também de maio de 1955, a criação da Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira, pertencente à mesma mantenedora que desenvolveu os cursos superior, técnico e auxiliar de Enfermagem. Posteriormente, com a unificação das duas instituições, formaram-se as Faculdades Franciscanas – Fafra e essas deram origem ao atual Centro Universitário. O credenciamento para Centro Universitário ocorreu em outubro de 1998 e significou uma nova fase institucional. Nesse período, a instituição realizou significativo avanço na proposta institucional. O aumento do número de cursos de graduação, de pós-graduação e de extensão foi acompanhado da decisão pela 4 qualidade, que perpassa o fazer institucional da gestão e de todas as atividades acadêmicas. De acordo com o estatuto, a organização e a estrutura institucional fundamentam-se nos princípios de autonomia administrativa, didático-científica, patrimonial, econômico-financeira e de gestão de recursos humanos; na integração das atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão; na capacitação e qualificação dos quadros de pessoal docente e técnico-administrativo. Nesse sentido, a organização e a administração do Centro Universitário Franciscano abrangem: a) Administração superior, constituída pelo Conselho Universitário e gabinete do reitor; b) Administração geral, formada por: Pró-reitoria de Administração, Pró-reitoria de Graduação e Pró-reitoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão; c) Coordenações de curso: os cursos inserem-se nas unidades de ensino, pesquisa e extensão, de acordo com as áreas de atuação, quais sejam: Área de Ciências da Saúde, Área de Ciências Humanas, Área de Ciências Sociais e Área de Ciências Tecnológicas. Os cursos estão organizados a partir de projetos pedagógicos que se baseiam no projeto pedagógico institucional - PPI, no plano de desenvolvimento institucional - PDI, no estatuto, no projeto de autoavaliação da instituição e na legislação federal. As políticas para o ensino de graduação, constantes no PPI e no PDI, se refletem nos projetos dos cursos mediante os seguintes princípios curriculares: a) formação de qualidade técnico-científica e social: o curso é o lugar institucional para assimilação, socialização e produção do conhecimento humano e técnico-científico. Nesse sentido, os conteúdos devem refletir a realidade sociocultural nacional, perpassada pela realidade internacional, com vistas a uma formação profissional de qualidade e consistente consoante com o mundo contemporâneo; b) flexibilidade curricular: a materialização da flexibilização curricular é observada pela inclusão de disciplinas optativas ou eletivas, que têm por finalidade oferecer ao estudante diferentes alternativas para sua formação. Isso é percebido por meio da flexibilização dos pré-requisitos; nas atividades curriculares complementares; nas diferentes práticas e programas institucionalizados que levam em consideração os espaços escolares e não escolares; na articulação das diferentes áreas que compõem o currículo do curso; 5 c) interdisciplinaridade: é entendida como um princípio que integra e dá unidade ao conhecimento e que permite o rompimento da fragmentação das disciplinas que compõem o currículo; d) relação teoria-prática como eixo articulador do currículo: é estabelecida nas diferentes práticas de ensino e de laboratório que permeiam as disciplinas de cada curso, desde o seu início. É concretizada, também, nos estágios curriculares, entendidos como atividades teórico-práticas e desenvolvidos por meio de projetos de estágios integrados, com a finalidade de promover a aproximação concreta com o campo de trabalho; e) integração entre ensino, pesquisa e extensão: a integração é refletida em diferentes disciplinas que compõem os currículos e na dinâmica da sala de aula, mediada por meio de aprendizagens de pesquisa e extensão desenvolvidas durante o curso. Além disso, é parte integrante do projeto pedagógico a definição das linhas de pesquisa e dos programas de extensão de cada curso, que orientam o desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão apoiados pela instituição ou por fontes financiadoras externas; f) pesquisa como princípio educativo e de produção do conhecimento: os projetos pedagógicos incluem, em sua dinâmica curricular, metodologias formativas pelas quais busca-se desenvolver a cultura investigativa, proporcionar condições de apropriação crítica do conhecimento e o desenvolvimento de competências e habilidades científicas; g) gestão colegiada: envolve representantes de professores e de estudantes. 4) Justificativa A Matemática, como ciência, desempenha um papel fundamental no mundo científico e na sociedade, por isso está cada vez mais presente na vida das pessoas. De acordo com a Resolução da UNESCO de 11 de novembro de 1977, que apoiou a instituição do ano de 2000 como o Ano Mundial da Matemática, ressalta-se a importância dessa ciência, destacando que o entendimento de sua linguagem e conceitos são universais e contribuem para a cooperação internacional; que esta ciência guarda uma profunda relação com a cultura dos povos; que ela desempenha, nos dias atuais, um papel primordial na sociedade devido as suas múltiplas aplicações em vários campos de saberes, contribuindo para o desenvolvimento das ciências, da tecnologia, das comunicações, da economia, etc... 6 Na área da educação, esta ciência possibilita, particularmente, aos alunos dos níveis fundamental e médio, o desenvolvimento do pensamento lógico, intuitivo e racional. Exerce influência, principalmente, sobre: a aquisição de postura crítica, o aguçamento da imaginação, o desenvolvimento da criatividade, a melhoria da intuição, o incentivo à iniciativa, a capacidade de resolver problemas, de criar modelos, de fazer simulações e de interpretar dados. Estas capacidades e habilidades que o estudo da Matemática proporciona são importantes para a inserção dos jovens no mercado de trabalho e também contribuem para a formação de cidadãos críticos e reflexivos. Além dos pressupostos anteriores, justifica-se, também, o presente projeto sob os seguintes argumentos: a história institucional, que desde sua criação, no ano de 1955, dedica-se à formação de profissionais para a educação; as novas concepções relacionadas às políticas de formação docente; as exigências dos dispositivos legais que respaldam e sistematizam em forma de diretrizes essas ideias; a capacidade da instituição, representada por sua infraestrutura profissional e material de desenvolver com êxito este projeto. O projeto pedagógico do curso de Matemática foi estruturado levando em consideração as resoluções CNE/CP 1 e CNE/CP 2, de 4 de março de 2002, que tratam das diretrizes curriculares nacionais para formação de professores para a educação básica; a Lei nº 10436, de 24 de abril de 2002, que trata da inclusão da disciplina Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e Resolução nº 3, de 02 de julho de 2007, que determina a hora-aula de 60 minutos; os relatórios de autoavaliação e os relatórios das avaliações externas. 5) Concepção do curso O projeto do Curso de Licenciatura em Matemática foi concebido a partir da análise e reflexão constante das Diretrizes Curriculares, para a formação de professores; dos relatórios de autoavaliação do curso, pela comunidade acadêmica; do relatório de avaliação externa, quando da avaliação do curso e das diretrizes pedagógicas institucionais, para o ensino de graduação da Unifra, constante no Projeto Pedagógico Institucional. Dentre as perguntas norteadoras dessa conjunção de ideias, destacam-se as seguintes: que perfil de profissionais queremos formar? Que experiências teórico- 7 metodológicas e técnicas devem fazer parte do currículo para que se atinja o perfil de profissional que queremos formar? Na tentativa de responder a essas questões, foi proposta uma vivência curricular, para formar profissionais capazes, incentivados a desenvolverem um conjunto de habilidades relativas ao processo de ensino e aprendizagem, bem como adquirirem domínio dos conteúdos relativos às áreas de Álgebra, Análise Matemática, Estatística, Física, Geometria, Informática e Fundamentos da Matemática. Definiu-se também que deve haver uma articulação muito forte entre o saber matemático e o saber pedagógico, pois isso é fundamental na formação de recursos humanos voltados para a educação. A formação do professor de Matemática não depende apenas do domínio de conteúdos e técnicas, mas de um conhecimento aliado ao contexto sociocultural da sociedade e da realidade escolar. A partir dessa ótica, o Projeto Pedagógico do Curso privilegia o desenvolvimento de um trabalho docente interdisciplinar e contextualizado e uma integração entre os saberes pedagógicos fundamentados nas diretrizes curriculares nacionais para a formação de professores. 6) Objetivo geral O curso de licenciatura em Matemática tem por objetivo geral formar professores de Matemática para os anos finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio, aptos ao exercício profissional competente, empreendedor, ético, com visão global, crítica, humanística, para atuar numa sociedade de rápidas mudanças. 7) Objetivos específicos Os objetivos específicos do curso de licenciatura em Matemática são: - estimular o desenvolvimento de atividades relacionadas ao ensino, à extensão e à pesquisa na Matemática e em áreas correlatas; - possibilitar a identificação das diversas teorias metodológicas que norteiam o processo ensino-aprendizagem em Matemática, de modo a comparar, criticamente, os modelos existentes; - promover a geração e difusão de conhecimentos na área, para terem uma sólida cultura matemática, capaz de contribuir para uma participação efetiva no mundo em que estão inseridos; 8 - suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional e cultural, integrando os conhecimentos adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do saber de cada geração; - estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular, os regionais, para prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com essa uma relação de reciprocidade; - incentivar a utilização de recursos tecnológicos, aplicando os conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação acadêmica. 8) Competências e habilidades Espera-se que os estudantes desenvolvam, ao longo do tempo, as seguintes competências e habilidades de: - atuar com base numa visão abrangente do papel social do educador; - trabalhar individualmente e em grupo; - aprender continuadamente, de modo que sua prática também seja fonte de produção de conhecimento; - compreender, criticar e utilizar novas ideias e novas tecnologias; - expressar-se, escrita e oralmente, com clareza e precisão; - analisar e selecionar material didático e elaborar propostas alternativas para a sala de aula; - compreender a Matemática, com base numa visão histórica e crítica, tanto no estado atual como nas várias fases de sua evolução; - relacionar vários campos da Matemática para elaborar modelos, resolver problemas e interpretar dados; - trabalhar com conceitos abstratos na resolução de problemas; - interpretar e representar graficamente. 9) Perfil esperado do egresso O perfil do profissional que o processo pedagógico deve garantir ao final do curso envolve: - boa formação para atuar nos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio; - uma formação sólida de conteúdos matemáticos; 9 - domínio do conteúdo matemático que lhe dê uma visão da importância dos tópicos que esteja ensinando, no contexto geral da Matemática e de áreas afins; - condições de trabalhar os conteúdos com metodologias adequadas, utilizando os recursos computacionais e técnicos pedagógicos atualizados; - visão crítica da Matemática que lhe capacite avaliar livros textos, estruturar cursos e tópicos de ensino; - pensamento lógico para formar em seu aluno o hábito de pensar, refletir, abstrair, organizar; - abertura para aquisição e utilização de novas ideias e tecnologias; - uma formação pedagógica que lhe dê condições de exercer sua futura atividade de educador. 10) Áreas de atuação Os estudantes que concluírem o curso de Matemática poderão atuar como docentes nos anos finais do Ensino Fundamental, no Ensino Médio, no Ensino Superior e em serviços de órgãos públicos ou privados de educação. 11) Dinâmica curricular O currículo do curso está organizado em linhas integradoras que buscam contemplar a formação para a docência matemática, formação ética e humanista, formação integradora entre ensino, pesquisa e extensão e formação complementar. A formação para a docência envolve conteúdos da área da ciência da Matemática: Cálculo, Álgebra e Geometria e conteúdos relacionados com a docência. A formação ética e humanística permeia o trabalho docente, de acordo com o que preconizam os princípios e as diretrizes para o ensino de graduação da instituição. Além dos princípios norteadores institucionais, essa linha de formação envolve os conteúdos de Antropologia e Cosmovisão Franciscana e de Ética e Cidadania. A integração do ensino com a pesquisa e a extensão é materializada no curso por meio de diferentes mecanismos quais sejam: programas de iniciação científica, projetos de investigação científica, atividades de prática profissional e os estágios supervisionados. 10 A formação complementar envolve os estudos e práticas independentes e as disciplinas optativas. Esta linha de formação tem como objetivo oferecer espaços ao desenvolvimento de conteúdos, atividades socioculturais e temas emergentes ligados à atualidade. Distribuição das disciplinas e carga horária do curso Carga Horária Semestre Código 1º 2º 3º EDU318 MTM358 MTM325 MTM326 MTM311 FIL311 MTM310 MTM327 EDU215 CNT101 MTM329 MTO MTM312 MTM330 MTM313 EDU313 MTM331 4º 5º 6º MTM332 MTM333 FSC237 MTM334 PME291 EDU328 MTM335 MTM336 EDU316 FSC239 MTM360 FIL310 MTM338 MTM339 MTM340 MTM361 MTM342 Disciplina Teórica Prática Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação 51 0 Desenho Geométrico 51 17 Fundamentos de Matemática I 34 34 Pré-Cálculo 68 0 Lógica Matemática 68 0 Ética e Cidadania 34 0 Cálculo I 51 17 Geometria Analítica 51 17 Educação Digital 51 0 Metodologia Científica 34 0 Fundamentos de Matemática II 34 17 Optativa I 34 0 Cálculo II 51 17 Álgebra Linear I 51 17 Matemática Discreta 34 34 Políticas Educacionais e Gestão Escolar 34 17 Laboratório de Prática de EnsinoAprendizagem em Matemática 34 34 Cálculo III 51 17 Álgebra Linear II 51 17 Física I 68 0 Projeto em Ensino da Matemática 34 34 Psicologia da Educação 51 17 Língua Brasileira de Sinais 34 0 Cálculo IV 68 0 Geometria I 34 34 Didática 34 17 Física II 68 0 Estágio Curricular Supervisionado I 102 0 Antropologia e Cosmovisão Franciscana 34 0 Estatística I 17 17 Teoria dos Números 51 17 Equações Diferenciais Ordinárias 68 0 Estágio Curricular Supervisionado II 119 0 Geometria II 51 17 CH total 51 68 68 68 68 34 68 68 51 34 51 34 68 68 68 51 68 68 68 68 68 68 34 68 68 51 68 102 34 34 68 68 119 68 11 7º 8º MTM343 MTM344 EDU317 MTM362 MTO CNT102 MTM348 MTO MTM316 MTM363 CNT103 MTO ACC Estatística II Estruturas Algébricas Introdução à Educação Especial Estágio Curricular Supervisionado III Optativa II Trabalho Final de Graduação I Análise Real Optativa III Cálculo Numérico Computacional Estágio Curricular Supervisionado IV Trabalho Final de Graduação II Optativa IV Atividades Curriculares Complementares 68 51 34 136 34 68 51 34 34 136 68 34 0 17 17 0 0 0 17 0 34 0 0 0 68 68 51 136 34 68 68 34 68 136 68 34 425 0 425 Resumo da Distribuição da Carga Horária Carga horária Teórica Carga horária Prática Optativas Estágios Atividades Curriculares Complementares Carga horária total Número de Créditos 1.819h 493h 136h 493h 425h 3.366h 198 12 Representação gráfica do currículo do curso de Matemática 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Fund. Hist. e Filos. da Edu. Ética e Cidadania Cálculo II Cálculo III Cálculo IV Antrop. e Cosm. Franciscana Estatística II Análise Real 51h 34h 68h 68h 68h 34h 68h 68h Desenho Geométrico Cálculo I Álgebra Linear I Álgebra Linear II Geometria I Estatística I Estruturas Algébricas Optativa III 68h 68h 68h 68h 68h 34h 68h 34h Fundamentos de Matemática Geometria Analítica Matemática Discreta Física I Didática Teoria dos Números Introdução à Educação Especial 68h 68h 68h 68h 51h 68h 51h Pré-Cálculo Educação digital Políticas Educacionais e Gestão Escolar Projeto em Ensino da Matemática Física II Equações Diferenciais Ordinárias 68h 51h 51h 68h 68h 68h Lógica Matemática Metodologia Científica Lab. de Prática de EnsinoAprend-Matem. Psicologia da Educação Estágio Curricular Sup. I 68h 34h 68h 68h 102h Estágio Curricular Sup. III Estágio Curricular Sup. II Cálculo Numérico Computacional 68h Estágio Curricular Sup. IV 136h 136h Optativa II TFG II 119h 34h 68h Fund. de Matemática II Língua Bras. de Sinais Geometria II TFG I Optativa IV 51h 34h 68h 68h 34h Optativa I 34h Eixos Formação para a docência matemática Formação ética e humanística Formação integradora: ensino, pesq. e extensão Formação complementar 425h de atividades complementares complementares; 493h de estágio curricular supervisionado 13 12) Esclarecimentos sobre a dinâmica curricular a) Atividades curriculares complementares - ACC As atividades curriculares complementares são um componente curricular obrigatório. O estudante deverá cumprir um total de 425 horas ao longo do desenvolvimento do curso. As possibilidades de composição envolvem a participação em congressos, seminários, simpósios, encontros, jornadas e outros; participação em monitorias ou estágios relativos à área profissional; participação em cursos realizados na área educacional ou áreas afins; participação em programas de iniciação científica; participação em projetos de pesquisa ou extensão universitária. b) Disciplinas optativas O currículo prevê a oferta de disciplinas optativas, num total de 136 horas. Assim como as atividades curriculares complementares, por meio das disciplinas optativas, busca-se garantir algum grau de flexibilidade ao currículo. O elenco das disciplinas optativas que podem ser ofertadas pelo curso é o seguinte. Nome da disciplina Educação Matemática Informática Aplicada ao Ensino de Matemática I Informática Aplicada ao Ensino de Matemática II História da Matemática I História da Matemática II HP 12C e Excel em Finanças Inglês Instrumental I Matemática Financeira I Matemática Financeira II Redação Acadêmica Sequencias e Séries Carga horária 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h 34h c) Trabalho final de graduação O trabalho de conclusão de curso, denominado trabalho final de graduação, é componente curricular obrigatório, com horário previamente estabelecido na estrutura do curso e apresenta duas características: - Trabalho Final de Graduação I: oferecido no sétimo semestre letivo, trata dos passos para a elaboração de um trabalho acadêmico na área da Matemática. Nesta disciplina, sob a orientação do professor, cabe ao estudante elaborar um projeto de pesquisa, a ser desenvolvida no semestre seguinte, na disciplina TFG II. 14 - Trabalho de Final de Graduação II: oferecido no oitavo semestre, contempla o desenvolvimento do projeto de pesquisa aprovado na disciplina TFG I. O trabalho é submetido a uma banca examinadora, que emitirá um parecer avaliativo após a apresentação oral do estudante, de acordo com cronograma de apresentação organizado pela coordenação e colegiado do curso. Em anexo, as normas que disciplinam a oferta de apresentação do trabalho de conclusão de curso. d) Estágio Curricular Supervisionado O estágio curricular é desenvolvido em quatro projetos de estágio, ofertados no quinto, sexto, sétimo e oitavo semestres letivos, com um total de 493 horas de atividades teórico-práticas. O estágio curricular é entendido como atividade teórico-prática, que perpassa a dinâmica curricular do curso e da instituição. A principal finalidade do estágio supervionado é a integração teórico-prática dos conhecimentos, habilidades e competências desenvolvidas durante o curso, através de uma interação com a realidade escolar do Ensino Fundamental e Médio, reconstruindo, assim, o conhecimento pela reflexão na prática. Os projetos de estágios curriculares são desenvolvidos em instituições de ensino e planejados com a participação dos responsáveis pelos estágios nas escolas da educação básica e pelo professor responsável pela supervisão. Nos estágios curriculares I e II, a atividade docente envolve aspecto extensionista com um trabalho de monitoria que objetiva identificar e trabalhar dificuldades de aprendizagem com alunos dos sistemas de ensino. Nessa atividade, são realizadas reflexões, análises e avaliações dos resultados com justificativa teórica. Nos estágio III e IV, a atividade docente é desenvolvida por meio da regência de aulas em escolas, com supervisão sistemática realizada pelo professor responsável. O estágio supevisionado é considerado um dos componentes fundamentais do curso de formação de professores, em articulação intrínsica com a prática de ensino e com as atividades do trabalho acadêmico, concorrendo conjuntamente para a formação da identidade do educador. As normas de funcionamento dos estágios encontram-se listadas nos anexos deste projeto. 15 e) Estágios não-obrigatórios Faculta-se aos estudantes, na forma da lei, a participação em estágios nãoobrigatórios. Esses estágios são entendidos como atividade opcional, desenvolvida sob supervisão, com vistas à inserção no mundo do trabalho. 13) Metodologia de ensino e critérios de avaliação A postura metodológica necessária para formar profissionais autônomos deve possibilitar aos estudantes oportunidades de interação e produção de conhecimentos tanto no trabalho coletivo, como no individual. O papel do educando, nesse processo, é se dispor a descobrir como se produz algo dentro de determinados parâmetros de cientificidade. Assim, sua atitude deve ser a de aprender a buscar as informações nas diversas fontes possíveis, selecioná-las conforme seu interesse e não se limitar a recebê-las de maneira pronta e acabada. Na proposta metodológica do curso de Matemática, enfatisa-se um processo de elaboração do conhecimento por meio de práticas voltadas à resolução de exercícios e problemas com a utilização permanente e sistemática do conhecimento em atividades teórico-práticas. Ela deve possibilitar a articulação teoria-práticateoria. Ao professor cabe auxiliar o futuro profissional em suas aventuras de conhecimento, garantindo que ocorra um processo de amadurecimento científico condizente com seu estágio de desenvolvimento intelectual e buscando um aprimoramento consistente. Para isso, é necessária também uma atitude de respeito, por parte do educador, para com o processo de aprendizado do indivíduo, que está no início do desenvolvimento da sua trajetória no conhecer. Neste sentido, com o objetivo de formar profissionais de Matemática, são diversas as práticas de ensino-aprendizagem que podem ser desenvolvidas, como, por exemplo, contato e pesquisa com referências bibliográficas, nas mais diversas fontes históricas; com meios multimídias; construção de recursos e atividades didáticas, entre outras, oportunizando-se a discussão e produção sobre as informações e a compreensão desses experimentos que devem ser sempre significativos. A concepção de avaliação da aprendizagem do curso de Matemática, de acordo com sua dinâmica curricular, é entendida como processual, dialógica, 16 formativa e includente, comprometida com a formação pessoal e profissional do futuro professor e, portanto, parte intrínseca do processo educativo, isto é, permeia tanto o planejamento pedagógico, quanto os processos que se realizam, de forma reflexiva e intencional. Nesse sentido, a avaliação caracteriza-se como processo cuja essência está no diálogo crítico entre alunos, professores e conhecimento. Sua função precípua é de diagnóstico com a finalidade de tomar decisões relativas à prática pedagógica, em especial, relativa aos alunos e a sua condição de futuros profissionais e cidadãos. Assim, por meio de um trabalho conjunto, da comunidade do curso, pretendese superar as dificuldades encontradas por meio da análise dos caminhos percorridos, durante o processo educativo, diagnosticando e prevenindo possíveis dificuldades que os alunos possam encontrar na aquisição e reelaboração do saber. Para a implementação desses princípios fundantes, há espaço para a utilização de vários instrumentos avaliativos: provas escritas, relatórios, pesquisas, produções textuais, seminários, microaulas, entre outros; que possibilitam a obtenção de resultados que ajudam tanto os professores, quanto os alunos a demonstrarem o que conseguiram realizar, saber e aprender no trabalho cotidiano de sala de aula. Quanto ao processo de avaliação, seus critérios gerais estão oficializados no Regimento Geral. De acordo com esse regimento, o sistema de avaliação dos estudantes compõe-se de duas avaliações parciais e uma avaliação final, no período letivo, cumpridos os prazos estabelecidos no calendário acadêmico. Cada avaliação parcial é realizada, de acordo com os critérios estabelecidos pelo professor responsável pela disciplina, leva em consideração as peculiaridades inerentes a cada atividade. É considerado aprovado: a) o estudante que, independentemente do exame final, obtiver média igual ou superior a sete no semestre letivo; b) o estudante que, submetido a exame final, obtiver nota igual ou superior a cinco, correspondente à média entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame final. É considerado reprovado: a) o estudante que não obtiver frequência mínima de setenta e cinco por cento das aulas e atividades didático-pedagógicas programadas; b) o estudante que, após o exame final, obtiver nota inferior a cinco, resultante da média entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame final. 17 14) Gestão acadêmico-administrativa O curso é administrado por uma coordenação, escolhida pela Reitora. O coordenador do curso tem, segundo o artigo 42 do Estatuto, as seguintes atribuições: a) gestão administrativa e pedagógica; b) planejamento, organização e funcionamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como dos demais processos e atividades; c) acompanhamento da vida acadêmica dos estudantes; d) articulação do curso com os demais órgãos e comunidade externa; e) avaliação sistemática do curso. A concepção de gestão acadêmico-administrativa adotada pelo curso é de gestão compartilhada entre o coordenador, o Colegiado do Curso e o Núcleo Docente Estruturante (NDE). O Colegiado do Curso tem o coordenador por seu presidente e conta com a participação de representantes do corpo docente e representante do corpo discente, eleitos por seus pares. As atribuições no seu âmbito são de cunho deliberativo e consultivo. O Núcleo Docente Estruturante é composto pelo coordenador, também como presidente, mais representantes docentes, sendo suas atribuições de cunho pedagógico. Participam, ainda, da gestão do curso o a coordenação de estágios e a coordenação de pesquisa e extensão. A coordenação promove a gestão do curso, especialmente, nas seguintes atividades: a) elaboração conjunta, no período que antecede o início do ano letivo, do planejamento anual do projeto de gestão acadêmico-administrativa com ênfase na organização das atividades de apoio técnico-administrativo e na organização do trabalho pedagógico-científico previstos no planejamento do curso; b) reuniões coletivas em que predominam o diálogo e o consenso, com vistas à racionalização do trabalho de gestão; c) elaboração e desenvolvimento de planos de trabalho diretamente ligados à gestão acadêmico-administrativa do curso; d) reuniões de trabalho para análise e busca de soluções de dificuldades detectadas pela Comissão Própria de Avaliação e pelo processo de autoavaliação do curso a ser implementado. 18 15) Processo de autoavaliação A autoavaliação é parte integrante do projeto pedagógico do curso e caracteriza-se como um processo permanente, formativo e educativo. Pauta-se pelo disposto do projeto institucional de autoavaliação e está voltado para o estudo de um conjunto de ações processuais pelas quais objetiva-se sistematizar e trabalhar os dados obtidos, no intuito de melhorar os aspectos negativos e aperfeiçoar ou manter os que já estão bem estruturados. As ações previstas estão centradas nos seguintes aspectos: a) estrutura organizacional e gestão administrativa; b) relações entre estudantes, professores e equipe técnico-administrativa; c) currículo e suas relações com as exigências sociais e profissionais, bem como o desenvolvimento real de seus componentes (conteúdos programáticos, perfil esperado do futuro profissional, competências e habilidades, métodos de ensino e de avaliação da aprendizagem, atividades de pesquisa e extensão, atividades profissionais, atividades culturais, estágio curricular supervisionado e trabalho de conclusão do curso); d) envolvimento da comunidade acadêmica na elaboração e execução de planos de ação e de trabalho; e) avaliação das diferentes dimensões do próprio processo de autoavaliação empregado. Entre os instrumentos de avaliação mais comuns utilizados pelo curso em seu processo de autoavaliação podem ser citados: questionários, entrevistas, depoimentos e discussões com professores, estudantes e equipe técnicoadministrativa. O projeto de autoavaliação do curso encontra-se em anexo. 16) Responsabilidade social Entende-se que a educação se constitui num processo complexo e relacional de formação e desenvolvimento pessoal, inscrito, por um lado, no campo das habilidades profissionais e, por outro, no campo dos valores éticos. Constitui-se, ainda, num bem social de caráter coletivo, que envolve as instâncias institucional, familiar e individual. Portanto, a responsabilidade social no ensino configura-se como um elemento eminentemente ético por meio do qual se buscam produzir condutas em que as 19 pessoas se sintam comprometidas com o desenvolvimento equitativo e sustentável do país, pautem suas ações por referências éticas e sejam criativos na articulação entre a sua profissão e a promoção do desenvolvimento coletivo. A responsabilidade social no ensino se expressa, então, na intenção de assegurar uma formação que promova o êxito profissional, fundamentada em princípios éticos, humanísticos e de sensibilidade social. Nesse sentido, no Centro Universitário Franciscano, o processo de ensinoaprendizagem empenha-se para o desenvolvimento e incorporação, por todos e cada um, de uma série de princípios, expressos no projeto pedagógico institucional: a) educar para a cidadania ao oferecer um lugar permanente para o aprendizado, pelo exercício da ética e do rigor científico; b) promover a formação de cidadãos capacitados ao exercício de sua profissão que possam contribuir para o desenvolvimento humano e para a construção da paz; c) desenvolver uma educação de qualidade, para a formação de profissionais críticos; d) produzir e divulgar o conhecimento em suas diferentes formas e aplicações, pela preservação da vida. A responsabilidade social no ensino se expressa no projeto pedagógico do curso de Matemática e ganha visibilidade por meio das seguintes ações: a) promoção do engajamento do aluno em atividades sociais através de atividades de ensino, desenvolvidas por professores e alunos em escolas da comunidade; b) incentivo ao desenvolvimento de trabalhos finais de graduação que possibilitem a interação e a integração do aluno com a sociedade, realizando tarefas que possam contribuir para melhorar a aprendizagem e que sirvam de apoio didático-metodológico no exercício do magistério; c) construção de conhecimento de uma sociedade extramuros, que tenha por base valores éticos de cidadania, tolerância e dignidade, através da realização das disciplinas de Ética e Cidadania e Antropologia e Cosmovisão; d) criação de situações que propiciem aos acadêmicos desenvolver a capacidade de analisar, de maneira crítica, situações éticas do cotidiano através das disciplinas da matriz curricular, sejam elas de formação específica ou complementar; e) discussão sobre o tema através de palestras, que são realizadas no início de cada ano letivo e durante a Jornada Nacional de Educação, promovida pelos cursos de licenciatura; 20 f) execução de atividades de ensino, extensão e pesquisa, que promovam a educação, produzindo melhorias na sociedade local e regional; g) incentivo aos discentes na realização de estágios e atividades extracurriculares, possibilitando o registro dessas atividades como atividades curriculares complementares; h) incentivo aos alunos a participarem de eventos específicos da área ou de formação complementar, buscando seu aprimoramento profissional e pessoal. 17) Programas de atenção aos estudantes Os estudantes têm acesso a programas de atenção que se destinam a contribuir para a formação pessoal e pedagógico-científica. Esses programas são os seguintes: a) Programa de Bolsa de Monitoria: possibilita ao estudante de graduação auxiliar os docentes nas atividades de caráter técnico-didático, no âmbito de determinada disciplina, basicamente, nas aulas práticas, a partir de vagas e critérios determinados pela Pró-reitoria de Graduação; b) Programa de Tutoria: objetiva oferecer aos discentes, com necessidades de melhoria de rendimento escolar, a oportunidade de realizar, em pequenos grupos, estudos complementares, com o auxílio de um estudante-tutor e sob a supervisão de um professor; c) Programa de Bolsa de Iniciação Científica: é um instrumento de integração das atividades de graduação e pós-graduação que objetiva iniciar o estudante na produção do conhecimento e permitir sua convivência com o procedimento acadêmico em suas técnicas, organizações e métodos; d) Programa de Bolsa de Extensão: tem como objetivo estimular a participação dos estudantes nos programas de extensão da instituição e desenvolver a sua sensibilidade para os problemas sociais e para diversas formas de manifestações culturais da população. As bolsas são concedidas mediante plano de trabalho vinculado a um projeto de extensão. e) Programa de Assistência Financeira: é voltado para o estudante carente e oferece bolsas institucionais e financiamentos externos: Programa Universidade para Todos - Prouni, auxílios da Associação dos Profissionais Liberais Universitários do Brasil - Fundaplub e auxílios parciais e integrais. 21 f) A Coordenadoria de Atenção ao Estudante - Cores - presta assistência aos estudantes com vistas a sua integração acadêmica, científica e social. Isso se efetiva por meio de ações de acolhimento, apoio psicopedagógico na organização, na gestão das aprendizagens, nos métodos de estudo e na promoção da adaptação e do sucesso estudante. A Coordenadoria de Atenção ao Estudante é constituída por duas divisões: a primeira, Divisão de Assistência Financeira orienta os estudantes sobre os programas relacionados à assistência financeira. A segunda, Divisão de Assistência Educativa é responsável por atendimento psicológico, quanto às questões que interferem no desempenho do estudante, orientação profissional; acompanhamento de egressos e estágios, recepção aos calouros, possibilidade de orientação jurídica e assessoria a formaturas. g) Meios de divulgação de trabalhos e produções: o Centro Universitário Franciscano mantém duas revistas próprias para a divulgação de trabalhos acadêmicos: a revista Vidya e a Disciplinarum Scientia. A revista Disciplinarum Scientia é destinada à publicação dos trabalhos dos estudantes, enquanto a revista Vidya publica trabalhos de professores e pesquisadores. Além dessas revistas, o Centro Universitário realiza, a cada ano, o Simpósio de Ensino, Pesquisa e Extensão - Sepe - evento em que os trabalhos de ensino, pesquisa e extensão são apresentados e publicados em anais. h) Pastoral Universitária: oportuniza aos estudantes espaços para convivência em grupos, com vistas ao crescimento pessoal e ao compromisso evangelizador. Pois tem como base a formação humana cristã. A Pastoral promove encontros para a prática de reflexão sobre compromisso solidário, bem como estimula a convivência amigável no âmbito educacional e na sociedade em geral. 18) Anexos Anexo 1 - Ementas e bibliografias 1° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica EDU318 Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação Introdução aos fundamentos histórico-filosóficos da educação. Conhecimento histórico-filosófico da educação. Reflexões sobre o contexto educacional brasileiro. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. São Paulo: Moderna, 1991. LUCKESI, Cipriano C. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1992. SAVIANI, D. Educação: do senso comum à consciência filosófica. 8. 22 Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar ed. São Paulo: Cortez, 1986. ARANHA, M. Lúcia de Arruda. História da educação. São Paulo: Moderna, 1989. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. São Paulo: Brasiliense, 1981. CHAUÍ, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 1996. FREIRE, Paulo. Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: Unesp, 2000. ____. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997. GADOTTI, Moacir. Pensamento pedagógico brasileiro. São Paulo: Ática, 1988. GIROUX, HENRY. Pedagogia radical: subsídios. São Paulo: Cortez, 1983. KONDER, Leandro. O que é dialética. São Paulo: Abril cultural, 1985. LIPMAN, M; OSCANYAN, F; SHARP, A. M. A filosofia na sala de aula. São Paulo: Nova Alexandria, 2001. NUNES, Benedito. A filosofia contemporânea: trajetos iniciais. São Paulo: Ática, 1991. SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira: estrutura, administração e legislação. São Paulo: Pioneira, 1999. SUCHODOLSKI, Bogdan. A pedagogia e as grandes correntes filosóficas: pedagogia da essência e pedagogia da existência. Lisboa: Livros Horizonte, 1984. ZILLES, Urbano. Grandes tendências na filosofia do século XX e suas Influências no Brasil. Caxias do Sul: Educs, 1987. MTM358 Desenho Geométrico Morfologia geométrica. Construções geométricas e estudo dos problemas da geometria euclidiana que podem ser resolvidos com régua e compasso. Sólidos geométricos. Ensino do desenho geométrico com o uso de softwares. CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. Rio de Janeiro: LTC, 1987. JANUÁRIO, A. J. Desenho geométrico. Florianópolis: UFSC, 2000. FREDO, B. Noções de geometria e desenho técnico. São Paulo: Icone, 1994. REZENDE, E. Q. F; QUEIROZ, M. L. B. Geometria euclidiana plana e construções geométricas. Campinas: Unicamp, 2000. WAGNER, E. Construções geométricas. Rio de Janeiro: SBM, 1994. MTM325 Fundamentos de Matemática I Cálculo algébrico. Polinômios. Progressões aritméticas e geométricas. DANTE, Luiz Alberto. Matemática contexto e aplicações. São Paulo: Ática, 1998. LIMA, E. L et al. A matemática do ensino médio. Rio de Janeiro: SBM, 1988. MORGADO, A. C et al. Progressões e matemática financeira. Rio de Janeiro: SBM, 1999. BIANCHINI, Edwaldo. Matemática. São Paulo: Moderna, 2002. DANTE, Luiz Alberto Tudo é matemática. São Paulo: Atica, 2002. Educação Matemática em Revista. Sociedade Brasileira de Educação Matemática. IMENES, Luiz Marcio; LELLIS, Marcelo. Matemática no ensino 23 fundamental. São Paulo: Scipione, 2002. Revista do Professor de Matemática. Sociedade Brasileira de Matemática. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar 2° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar MTM326 Pré-Cálculo Números reais. Plano coordenado e gráfico de equações. Funções reais. ANTON, H. Cálculo: um novo horizonte. Porto Alegre: Bookman, 2000. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1987. ÁVILA, Geraldo S. Introdução às funções e à derivada. São Paulo: Atual, 1997. EDWARDS; PENNEY. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Prentice Hall, 1997. HOFFMANN, L. D; BRADLEY, G. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. SANTOS, A. R; BIANCHINI, W. Aprendendo cálculo com maple: cálculo de uma variável. Rio de Janeiro: LTC, 2002. SWOKOWSKI, E. W. O cálculo com geometria analítica. São Paulo: Makron Books, 1994. MTM311 Lógica Matemática Proposições e conectivos. Operações lógicas sobre proposições. Construções de tabelas-verdade. Implicação e equivalência lógica. Argumentos. Técnicas dedutivas. Quantificadores. Álgebra das proposições e álgebra de Boole. ALENCAR FILHO, Edgard. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel, 1996. DAGHLIAN, T. Lógica e álgebra de Boole. São Paulo: Atlas, 1990. BEZERRA, L. H et al. Introdução à matemática. Florianópolis: UFSC, 1995. GERSTING, J. L. Fundamentos de matemática para a ciência de computação. Rio de Janeiro: LTC, 1995. FIL311 Ética e Cidadania Ética, cidadania e historicidade. Indivíduo, sociedade e Estado. Construção da cidadania. Valor ético do trabalho e da profissão. CAMARGO, Marculino. Fundamentos de ética geral e profissional. Petrópolis: Vozes, 2001. PIRES, Cecília Maria Pinto. Ética e cidadania. Porto Alegre: Dacasa/Palmarinca, 1999. VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969. ARISTÓTELES. Ética a Nicômacos. Brasília: Universidade de Brasília, 1999. BOBBIO, Norbeto. A era dos direitos. São Paulo: Campus, 1992. BOFF, Leonardo. Ética da vida. Brasília: Letraviva, 2000. DIMENSTEIN, Gilberto. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os direitos humanos no Brasil. São Paulo: Ática, 1994. HERKENHOFF, João Baptista. Ética, educação e cidadania. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2001. JUNGES, José Roque. Bioética. São Leopoldo: Unisinos, 1999. MARQUES, Mário Osório. Botar a boca no mundo. Ijuí: Unijuí, 1999. MANZINI-COVRE, Maria de Lourdes. O que é cidadania. São Paulo: 24 Brasiliense, 1995. NALINI, José Renato. Ética geral e profissional. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001. VALLS, Álvaro. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 1986. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar MTM310 Cálculo I Funções. Limite de uma função real. Funções contínuas. Derivada. Aplicações da derivada. Aproximação de funções. ANTON, Howard. Cálculo: um novo horizonte. Porto Alegre: Bookman, 2002. STEWART, James. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. AVILA, Geraldo S. Cálculo I. Rio de Janeiro: LTC, 1998. DJAIRO, G. F. Análise I. Rio de Janeiro: LTC, 1996. EDWARDS, C. H; PENNEY, D. E. Cálculo com geometria analítica. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1997. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2001. HARRIS, K; LOPEZ, R. J. Discovering calculus with maple. New York: John Wiley and Sons, 1995. HOFFMANN, L. D; BRADLEY, G. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. SANTOS, A. R; BIANCHINI, W. Aprendendo cálculo com maple: cálculo de uma variável. Rio de Janeiro: LTC, 2002. MTM327 Geometria Analítica Vetores. Retas e planos. Mudança de coordenadas. Cônicas. Superfícies quádricas. WINTERLE, P. Vetores e geometria analítica. São Paulo: Makron Books, 2000. BOULOS, Paulo; CAMARGO, Ivan de. Geometria analítica. São Paulo: MacGraw-Hill, 1995. ____. Introdução à geometria analítica no espaço. São Paulo: Makron Books, 1997. LEHMANN, Charles H. Geometria analítica. Rio de Janeiro: Globo, 1970. EDU250 Educação Digital Informática na educação. Educação e virtual. Utilização de softwares e ambientes de aprendizagem. CASTELLS, M. A galáxia da internet: reflexões sobre a Internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. ____. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 2001. LÉVY, P. Cibercultura. Rio de Janeiro: 34, 1999. MORAN, J. Mudanças na comunicação pessoal. São Paulo: Paulinas, 2000. RAMAL, A. Educação na cibercultura. Porto Alegre: Artmed, 2002. BORBA, M. C; PENTEADO, M. G. Informática e educação matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2003. CAMPOS, F. C. A. Cooperação e aprendizagem on-line. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. CANO, Cristina Alonso. Os recursos da informática e os contextos de ensino e aprendizagem. In: SANCHO, Juana M (org.). Para uma tecnologia educacional. Porto Alegre: Artmed, 1998. 25 HERNÁNDEZ, F; VENTURA. A organização do currículo por projetos de trabalho. O conhecimento é um caleidoscópio. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. ____. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: 34, 1993. MORAN, J. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. São Paulo: Papirus, 2007. PAPERT, S. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica CNT101 Metodologia Científica Ciência e conhecimento. Método científico. Trabalhos acadêmicos. Exercício de elaboração de diferentes trabalhos acadêmicos. ANDRADE, Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos de graduação. São Paulo: Atlas, 2009. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Maria de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2005. LIMA, Manolita C. Monografia: a engenharia da produção acadêmica. São Paulo: Saraiva, 2008. OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa científica conforme normas atuais da ABNT. Petrópolis: Vozes, 2008. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2007. ALVES-MAZZOTTI, Alda J; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método das ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira Learning Thomson, 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação - Referências – Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. ____. NBR 6024: informação e documentação - numeração progressiva das seções de um documento escrito – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ____. NBR 6027: informação e documentação - sumário apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ____. NBR 10520: informação e documentação - citações em documentos - apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. ____. NBR 14724: informação e documentação - trabalhos acadêmicos - apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2005. FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas técnicas para o trabalho científico: explicitação das normas da ABNT. Porto Alegre: Brasul, 2009. ISKANDAR, Jamil I. Normas da ABNT: comentadas para trabalhos científicos. Curitiba: Juruá, 2009. MTM329 Fundamentos de Matemática II Trigonometria no triângulo retângulo. Trigonometria na circunferência. Funções trigonométricas. Números complexos. Trigonometria e números complexos. Regiões no plano complexo. CARMO, M. P; MORGADO, A. C; WAGNER, E. Trigonometria e números complexos. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de 26 Bibliografia complementar 3° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Matemática/Instituto de Matemática Pura e Aplicada, 1992. ÁVILA, G. Funções de uma variável complexa. Rio de Janeiro: LTC, 1977. CHURCHILL, R. V. Variáveis complexas e suas aplicações. São Paulo: MacGraw-Hill, 1975. HAUSER, A. Variáveis complexas com aplicações à física. São Paulo: LTC, 1972. SPIEGEL, M. Variáveis complexas. Rio São Paulo: MacGraw-Hill, 1977. MTM312 Cálculo II Integral de Riemann. Aplicações da integral definida. Coordenadas polares. Sequências e séries numéricas. ANTON, Howard. Cálculo: um novo horizonte. Porto Alegre: Bookman, 2002. STEWART, James. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. AVILA, Geraldo S. Cálculo I. Rio de Janeiro: LTC, 1998. ____. Cálculo II. Rio de Janeiro: LTC, 1998. EDWARDS, C. H; PENNEY, D. E. Cálculo com geometria analítica. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1997. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2001. HOFFMANN, L. D; BRADLEY, G. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. SANTOS, A. R; BIANCHINI, W. Aprendendo cálculo com maple: cálculo de uma variável. Rio de Janeiro: LTC, 2002. SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw Hill, 1983. MTM330 Álgebra Linear I Matrizes e sistemas de equações lineares. Determinantes. Espaços vetoriais euclidianos. ANTON, R. Álgebra Linear com aplicações. Porto Alegre: Bookman, 2002. BOLDRINI et al. Álgebra linear. São Paulo: Harbra, 1980. LAY, D. C. Álgebra linear e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1998. LEON, S. J. Álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1998. LIMA, E. L. Álgebra linear. Rio de Janeiro: SBM, 1995. MTM313 Matemática Discreta Teoria de conjuntos. Indução matemática. Análise combinatória. Funções geradores. Relações de recorrência. Teoria de grafos. SANTOS, José Plínio de Oliveira; MELLO, Margarida P; MURARI, Idani T. C. Introdução à análise combinatória. Campinas: Unicamp, 2002. ALENCAR FILHO, Edgard de. Teoria elementar dos conjuntos. São Paulo: Nobel, 1974. GERSTING, Judith L. Fundamentos matemáticos para a ciência da computação. Rio de Janeiro: LTC, 1995. 27 GRAHAM, Ronald L; KNUTH, Donald E; PATASHNIK, Oren. Matemática concreta: fundamentos para a ciência da computação. Rio de Janeiro: LTC, 1995. MORGADO, Augusto César de Oliveira. Análise combinatória e probabilidade. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, 1991. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar EDU313 Políticas Educacionais e Gestão Escolar Políticas e organização da educação básica brasileira. Legislação da educação básica brasileira. Organização escolar e gestão da educação básica. BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional: lei 9394, 20.12.1996 (Lei Darci Ribeiro). Plano nacional de educação: lei n.10.172, de 10 de janeiro de 2001, legislação correlata e complementar. Bauru: Edipro, 2006. GADOTTI, Moacir. Perspectivas atuais da educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. Goiânia: Alternativa, 2001. LÜCK, Heloísa. Gestão educacional: uma questão paradigmática. Petrópolis: Vozes, 2006. MELLO, Guiomar Namo de. Educação escolar brasileira: o que trouxemos do século XX? Porto Alegre: Artmed, 2004. FERREIRA, Naura S. Carapeto; AGUIAR, Márcia Ângela da S. (orgs.). Gestão da educação: impasses, perspectivas e compromissos. São Paulo: Cortez, 2001. FORTUNATI, José. Gestão da educação pública: caminhos e desafios. Porto Alegre: Artmed, 2006. RIO GRANDE DO SUL. Constituição do Rio Grande do Sul/98. Porto Alegre: Corag, 1989. ____. Lei orgânica do município de Santa Maria/90. Santa Maria: Palloti, 1997. SEVERINO, Antonio Joaquim; FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Políticas educacionais: o ensino nacional em questão. Campinas: Papirus, 2003. VIEIRA, Sofia Lerche. Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. MTM331 Laboratório de Prática de Ensino-Aprendizagem em Matemática Elaboração e utilização de materiais instrucionais. Softwares e sites educativos. Desenvolvimento de atividades com o uso de recursos tecnológicos para o ensino da matemática. BALDIN, Yuriko Yamamoto. VILLAGRA, Guillermo A. Lobos. Atividades com Cabri-Géomètre II. São Carlos. EdUFSCar, 2002. Manual do Graphmatica. Disponível em: <http//www8.pair.com/ksoft/about.html>. Manual da Régua e Compasso, disponível em: <http://www.es.cefetcampos.br/softmat/download/atividades/REC.pdf> Manual do Winmat. Disponível em: <http://www.luisclaudio.mat.br>. MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos; BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e Mediação Pedagógica. 16 ed. Campinas: Papirus, 2009. GUELLI, Oscar. Coleção Contando a história da matemática. V. 1-7. Ensino Fundamental. São Paulo : Ática, 2000-2. JESUS, A. R. Winplot (versão em português). In: Revista do professor 28 de matemática. Número 47, agosto/novembro, p. 41-44, São Paulo: Sociedade Brasileira de Matemática, 2001. Disponível em: <http://www.bibvirt.futuro.usp.br/textos/hemeroteca/rpm/rpm47/rpm47_ 09.pdf>. Acesso em 22 jun. 2006. JESUS, A. R.; SOARES, E. Gráficos animados no Winplot. In: Revista do professor de matemática. Número 56, janeiro/abril, p. 34-44, São Paulo: Sociedade Brasileira de Matemática, 2002. JÜRGEN, G.; KORTENKAMP, U. User manual for the interactive geometry software Cinderella. Berlim: Springer, 2000. MARIANI, V. C. Maple: Fundamentos e aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2005. NETO, Ernesto Rosa. Didática da Matemática. 9. ed. Série Educação. São Paulo : Ed. Ática, 1997. NÓBRIGA, Jorge C. Costa. Aprendendo matemática com o cabrigéomètre II. Brasília: 2003. v. 2. NUNES, A.; GRAVINA, M. Geometria dinâmica e a lei dos cossenos. In: Revista do professor de matemática. Número 52, setembro/dezembro, p. 33-39, São Paulo: Sociedade Brasileira de Matemática, 2003. Recursos didáticos na Internet disponíveis em: www.portaldoprofessor.mec.gov.br, www.webeduc.mec.gov.br; www.somatematica.com.br; www.matematicahoje.com.br; www.ime.unicamp.br; www.rived.mec.gov.br; www.unifra.br/rived; www.dominiopublico.gov.br; www.tvcultura.com.br/artematematica. Softwares de apoio a disciplina: Cabri Géomètre II, Calques 3d, Winplot, Winmat, Tales, Régua e Compasso, Graphmatica, Cinderella. 4° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar MTM332 Cálculo III Funções de várias variáveis. Funções diferenciáveis. Regra da cadeia. Gradiente e derivada direcional. Fórmula de Taylor. Máximos e mínimos. ANTÓN, H. Cálculo: um novo horizonte. Porto Alegre: Bookman, 2006. PINTO, D; MORGADO, M. C. Cálculo diferencial e integral de funções de várias variáveis. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997. AVILA, G. S. Cálculo: Funções de várias variáveis. Rio de Janeiro: LTC, 1996. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1999. MARSDEN, J; TROMBA, A; WEINSTEIN, A. Basic multivariable calculus. New York: Springer-Verlag, 1993. PINTO, D; MORGADO, M. C. Cálculo diferencial e integral de funções de várias variáveis. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997. MTM333 Álgebra Linear II Espaços vetoriais com produto interno. Autovalores e autovetores. Transformações lineares. Formas quadráticas. HOWARD, A; RORRES, C. Álgebra linear com aplicações. Porto Alegre: Bookman, 2002. BOLDRINI, J. L et al. Álgebra linear. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1990. LANG, S. Álgebra linear. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. NOBLE, G; DANIEL, J. Álgebra linear aplicada. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 1987. STRANG, G. Linear algebra and Its applications. New York: Academic 29 Press, 1983. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica FSC237 Física I Medição. Movimento unidimensional. Vetores. Movimento bidimensional: cinemática da rotação e lançamento de projéteis. Dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Conservação da energia mecânica. Impulso e momento linear. Colisões. Dinâmica da rotação. HALLIDAY, D; RESNICK, R; KRANE, K. S. Física. Rio de Janeiro: LTC, 1996. HALLIDAY, D; RESNICK, R; WALKER, J. Fundamentos de física. Rio de Janeiro: LTC, 2002. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica. São Paulo: Edgard Blücher, 1999. SEARS, F; ZEMANSKY, M. W; YOUNG, H. D. Física. Rio de Janeiro: LTC, 1997. TIPLER, P. A. Física. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1984. MTM334 Projeto em Ensino da Matemática Metodologia da modelagem matemática. Metodologia de resolução de problemas. Engenharia didática. BASSANEZI, R. C. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática: uma nova estratégia. São Paulo: Contexto, 2006. BICUDO, M. A. V. Pesquisa em educação matemática: concepções e perspectivas. São Paulo: Unesp, 1999. DANTE, Luis Roberto. Didática da resolução de problemas de matemática. São Paulo: Ática, 2005. PÓLYA, G. A arte de resolver problemas: um novo aspecto do método matemático. Rio de Janeiro: Interciências, 1977. BASSANEZI, R. C; FERREIRA, Jr. Equações diferenciais com aplicações. São Paulo: Harbra, 1988. BATSCHELET, E. Introdução à matemática para biocientistas. Rio de Janeiro: Interciência, 1978. BIEMBENGUT, M. S; SILVA, V. C. da; HEIN, N. Ornamentos x criatividade: uma alternativa para ensinar geometria plana. Blumenau: Furb, 1996. D’AMBROSIO, U. Educação matemática: da teoria à prática. Campinas: Papirus, 2005. Educação matemática em revista. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Educação Matemática - SBEM/RS, 1999. Educação matemática em revista. São Paulo: Sociedade Brasileira de Educação Matemática, 1998. Revista do professor de matemática. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática/USP, 1982. SMOLE, K. S (org.); DINIZ, M. I. (org.). Ler e escrever e resolver problemas: habilidades básicas para aprender matemática. Porto Alegre: Artmed, 2006. PME291 Psicologia da Educação Introdução à psicologia. Aprendizagem e construção do conhecimento. Variáveis que interferem no processo de aprendizagem. COLL, César. Psicologia da educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. PIAGET, Jean. Para onde vai a educação. Rio de Janeiro: José 30 Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Olímpio, 1974. ____. Seis estudos de psicologia. Rio de Janeiro: Forense, 2003. VIGOTSKY, Lev S et al. Formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1998. BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artmed, 2001. BRAGHIROLLI, E. M et al. Psicologia geral. Porto Alegre: Vozes, 1998. BOCK, Ana M et al. Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. São Paulo: Saraiva, 1999. BOCK, Ana M; MARCHINA, Maria; FURTADO, Adair. Psicologia sóciohistórica: uma perspectiva crítica em psicologia. São Paulo: Cortez, 2001. CARVALHO, Alysson; SALLES, Fátima; GUIMARÃES; Marília. Desenvolvimento e aprendizagem. Belo Horizonte: UFMG, 2002. COUTINHO, Mércia Moreira; CUNHA, Maria Tereza da. Psicologia da educação: um estudo dos processos psicológicos de desenvolvimento e aprendizagem humanos, voltados para a educação: ênfase nas abordagens interacionistas do psiquismo humano. Belo Horizonte: Lê, 2001. DALL’AGNOL, Rosângela de S. Psicologia: estudos e reflexões. Novo Hamburgo: Feevale, 2002. DAVIS, Claudia; OLIVEIRA, Zilma. Psicologia na educação. São Paulo: Cortez, 1993. FADIMANN, J; FRAGER, R. Teorias da personalidade. São Paulo: Harbra, 1996. FERREIRA, Berta W; RIES, Bruno E (org.). Psicologia e educação: desenvolvimento humano-infância. Porto Alegre: Edipucrs, 2001. KUPFER, Maria C. Freud e a educação: o mestre do impossível. São Paulo: Ática, 1990. MILHOLLAN, Frank; FORISHA, Bill. Skinner x Rogers. São Paulo: Summus, 1990. MOREIRA, Marco Antonio. Ensino e aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Moraes, 1983. OLIVEIRA, Marta K. Vigotsky: aprendizado e desenvolvimento, um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 1999. ROSA, Merval. Introdução à psicologia. Petrópolis: Vozes, 1995. EDU328 Língua Brasileira de Sinais Introdução à língua de sinais. Alfabeto manual. Diálogos com estruturas afirmativas, negativas e interrogativas. Expressões de quantificação e intensidade. Descrição: narrativa básica. CAPOVILLA, F. Dicionário trilíngue de libras. São Paulo: USP, 2001. KARNOPP, Lodenir Becker; QUADROS, Ronice Muller. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto alegre: Artimed, 2004. SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. São Paulo: Mediação, 2008. LOPES. M. C. Redações de poderes no espaço multicultural da escola para surdos. In. QUADROS, Ronice Muller. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artimed, 1997. OLIVEIRA, Luiza de Fátima Medeiros de. Formação docente na escola inclusiva: diálogo como fio tecedor. Porto Alegre: Mediação, 2009. SKLIAR, Carlos. Pedagogia (improvável) da diferença. E se o outro não estivesse aí? Rio de Janeiro: Dp&A, 2003. ____. (org.). Educação e exclusão: abordagens sócio-antropológicas em educação especial. Porto Alegre: Mediação, 1998. THOMA, Adriana da Silva; KLEIN, Madalena (org.). Currículo e 31 avaliação: a diferença surda na escola. Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2009. 5° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia MTM335 Cálculo IV Integrais duplas e triplas. Funções vetoriais. Cálculo vetorial. Integrais de superfície. ANTÓN, H. Cálculo: um novo horizonte. Porto Alegre: Bookman, 2000.. PINTO, D; MORGADO, M. C. F. Cálculo diferencial e integral de funções de várias variáveis. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997. STEWART, James. Cálculo. São Paulo: Pioneira, 2006. ÁVILA, G. Cálculo 3. São Paulo: LTC, 1995. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1998. MARSDEN, J; TROMBA, A; WEINSTEIN, A. Basic multivariable calculus. New York: Springer-Verlag, 1993. MTM336 Geometria I Axiomas e postulados. Teorema do ângulo externo e suas consequências. Paralelismo. Polígonos. Semelhança de triângulos. Circunferência e círculo. Área de superfícies planas. BALDIN, Y. Y; VILLAGRA, G. L. Atividades com cabri-géomètre II. São Carlos: Edufscar, 2002. BARBOSA, J. L. M. Geometria euclidiana plana. Rio de Janeiro: SBM, 2006. TINOCO, L. Geometria euclidiana por meio de resolução de problemas. Rio de Janeiro: UFRJ, 1999. CEDERBERG, Judith N. A course in modern geometries. New York: Springer-Verlag, 2000. DOLCE, O; POMPEO, J. N. Fundamentos da matemática elementar: geometria plana. São Paulo: Atual, 1996. EVES, H. História da geometria. São Paulo: Atual, 1992. LIMA, E. L. Áreas e volumes. Rio de Janeiro: SBM, 1979. ____. Medida e forma em geometria: comprimento, área, volume e semelhança. Rio de Janeiro: SBM, 1995. REZENDE, E. Q. F; QUEIROZ, M. L. B. Geometria euclidiana plana e construções geométricas. Campinas: Unicamp, 2000. EDU316 Didática Ciências da educação e prática pedagógica. Planejamento do processo ensino-aprendizagem. Gestão da sala de aula. Avaliação do processo ensino-aprendizagem LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 2008. MASETTO, M. T. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1997. MORAES, M. C. O paradigma educacional emergente. Campinas: Papirus, 2006. MORETTO, V. P. Planejamento: planejando a educação para o desenvolvimento de competências. Rio de Janeiro: Petrópolis, Vozes, 2009. PILETTI. Claudino. Didática geral. São Paulo: Ática, 2000. PIMENTA, S. G (org.). Pedagogia, ciência da educação? São Paulo: Cortez, 2006. BRASIL. Portal do Ministério da Educação. Disponível em: 32 complementar http://portal.mec.gov.br/ CONTRERAS, J. A autonomia dos professores. São Paulo: Cortez, 2002. LIBÂNEO, J. C. Pedagogia e pedagogos para quê? São Paulo: Cortez, 2005. Livros didáticos da Educação Básica. PIMENTA, S. G; GHEDIN, E (org.). Professor reflexivo no Brasil. São Paulo: Cortez, 2005. VEIGA, I. P. A (org.). Lições de didática. Campinas: Papirus, 2006. ____. Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas: Papirus, 2002. Código Disciplina Ementa FSC239 Física II Oscilações. Hidrostática. Hidrodinâmica. Ondas em meios elásticos. Temperatura. Calor e primeira lei da termidinâmica. Teoria cinética dos gases. Entropia e segunda lei da termodinâmica. HALLIDAY, D; RESNICK, R; KRANE, K. S. Física. Rio de Janeiro: LTC, 1996. HALLIDAY, D; RESNICK, R; WALKER, J. Fundamentos de física. Rio de Janeiro: LTC, 2002. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica. São Paulo: Edgard Blücher, 1999. SEARS, F; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D. Física. Rio de Janeiro: LTC, 1997. TIPLER, P. A. Física. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1984. Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar 6° semestre Código Disciplina Ementa MTM360 Estágio Curricular Supervisionado I Fundamentos teórico-metodológicos do ensino da matemática. Inserção em espaços educativos no ensino fundamental e médio. Planejamento e execução de atividades didático-pedagógicas, para acompanhamento do trabalho docente na escola. Elaboração e apresentação de estudo teórico acerca das diferentes formas de organização escolar. BACQUET, M. Matemática sem dificuldades: ou como evitar que ela seja odiada por seu aluno. Porto Alegre: Artmed, 2001. PARRA, C; SAIZ, I. Didática da matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001. BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: matemática (5ª a 8ª séries). Brasília: MEC/SEF, 1998. Site: www.rived mec.gov.br CARAÇA, B. J. Conceitos fundamentais da matemática. Lisboa: Sá da Costa, 1984. Livros didáticos de matemática. Ensino Fundamental. Brasil. DANTE, Luis Roberto. Matemática: contexto e aplicações. São Paulo: Atlas, 1999. Revista do professor de matemática. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, 1982. Educação matemática em revista. Porto Alegre: Sociedade Regional de Educação Matemática, 1998. FIL310 Antropologia e Cosmovisão Franciscana Antropologia filosófica e seu objeto de estudo. Pessoa humana. 33 Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Alteridade: reverência e cuidado. Cosmovisão franciscana: transcendência e humanização. BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano-compaixão pela terra. Petrópolis: Vozes, 2000. BUZZI, Arcângelo R. Introdução ao pensar: o ser, o conhecer, a linguagem. Petrópolis: Vozes, 1990. ____. Filosofia da vida: visão franciscana. Braga: Franciscana, 2000. ARENDT, Hannah. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1997. BOFF, Leonardo. São Francisco de Assis: ternura e vigor, uma leitura a partir dos pobres. Petrópolis: Vozes, 1981. ____. A águia e galinha. Petrópolis: Vozes, 2000. CAYOTA, M. Semeando entre brumas: utopia franciscana e humanismo renascentista: uma alternativa para a conquista. Petrópolis: Cepepal, 1992. MERINO, J. A. FRESNEDA, F. M. Manual de filosofia franciscana. Petrópolis: Vozes, 2006. MERINO, J. A. Humanismo franciscano: franciscanismo e mundo atual. Petrópolis: FFB, 1999. VAZ, H. C. L. Antropologia filosófica I. São Paulo: Loyola, 1991. MTM338 Estatística I Noções básicas de estatística. Distribuição de frequência. Medidas descritivas. Amostragem. Estimação. FONSECA, J. S; MARTINS, G. A. Curso de estatística. São Paulo: Atlas, 1996. OLIVEIRA, Therezinha de F. R. Estatística na escola. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1974. TOLEDO, Geraldo L; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatística básica. São Paulo: Atlas, 1995. CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 1997. ENDO, S. K. Métodos quantitativos: números índices. São Paulo: Atual, 1986. LEVINE, M. D; BERENSON, M. L; STEPHAN, D. Estatística: teoria e aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2000. MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica. São Paulo: Makron Books, 1978. NETO, P. Costa. Estatística. São Paulo: Edgard Blucher, 1977. SILVA, N. N. Amostragem probabilística. São Paulo: USP, 1998. TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. Rio de Janeiro: LTC, 1999. MTM339 Teoria dos Números Números inteiros. Máximo divisor comum. Números primos. Congruências. Construção dos inteiros. DOMINGUES, H. H; IEZZI, G. Álgebra moderna. São Paulo: Atual, 1982. COUTINHO, S. C. Números inteiros e criptografia. Rio de Janeiro: Impa, 1997 HEFEZ, A. Curso de álgebra. Rio de Janeiro: Impa, 1993. SANTOS, J. P. H. Introdução à teoria de números. Rio de Janeiro: Impa, 1998. SCHUMACHER, C. Fundamental notions of abstract mathematics. New York: Addison-Wesley, 1997. 34 Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar MTM340 Equações Diferenciais Ordinárias Equações diferenciais ordinárias de primeira ordem. Equações diferenciais ordinárias de segunda ordem. Transformada de Laplace. Sistemas de equações diferenciais de primeira ordem. BOYCE, W. E; DIPRIMA, R. C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. Rio de Janeiro: LTC, 2002. BASSANEZI, R. C; FERREIRA Jr., W. C. Equações diferenciais com aplicações. São Paulo: Harbra, 1988. BRAUN, M. Differential equations and their applications. New York: Springer- Verlag, 1992. COOMBES, K. R. E et al. Differential equations with maple. New York: Second, John Wiley, 1997. FIGUEIREDO, D. G; NEVES, A. F. Equações diferenciais aplicadas. Rio de Janeiro: Impa, 1997. ZILL, D. G. Equações diferenciais com aplicações em modelagem. São Paulo: Thomson, 2003. MTM361 Estágio Curricular Supervisionado II Planejamento de ações pedagógicas para ensino de matemática. Execução e avaliação de propostas de ações pedagógicas na comunidade escolar. BRASIL. Coleção explorando o ensino: matemática. Secretaria de Educação Básica. Brasília: MEC/SEB, 2004. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&i d=12583%3Aensino-medio&Itemid=859 ____. Parâmetros Curriculares Nacionais: matemática. Ensino Médio. Parte I: bases legais. Brasília: MEC/SEF, 2000. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/blegais.pdf ____. Parâmetros Curriculares Nacionais: matemática. Ensino Médio. Parte III: ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília: MEC/SEF, 2000. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/ciencian.pdf ____. Parâmetros Curriculares Nacionais: orientações educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino Médio. Brasília: SEMTEC, 2002. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/CienciasNatureza.pdf LIMA, E. L. Exame de textos: análise de livro de matemática para o ensino médio. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, 2001. PAIS, Luiz Carlos. Didática da matemática: uma análise da influência francesa. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. PARRA, C; SAIZ, I (org.). Didática da matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. YVES, C; BOSCH, M; GASCÓN, J. Estudar matemáticas: o elo perdido entre o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2001. CARAÇA, B. J. Conceitos fundamentais da matemática. Lisboa: Tipografia Matemática, 2003. D’AMORE, B. Elementos de didática da matemática. São Paulo: Livraria da Física, 2007. Educação matemática em revista. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Educação Matemática - SBEM/RS, 1999. Livros didáticos do Ensino Médio. Revista do professor de matemática. São Paulo: Sociedade Brasileira de Matemática, 2004. 35 RIO GRANDE DO SUL. Referenciais Curriculares do Estado do Rio Grande do Sul: matemática e suas tecnologias. Porto Alegre: SE/DP, 2009. VALENTE, W et al. Avaliação em matemática: história e perspectivas atuais. S.l.: Papirus, 2008. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar 7° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar MTM342 Geometria II Paralelismo e perpendicularismo. Ângulos no espaço. Sólidos geométricos. Volumes. Noções de geometria não-euclidiana. CARVALHO, P. C. P. Introdução à geometria espacial. Rio de Janeiro: SBM, 1999. GREENBERG, W. H. Euclidian and now euclidean geometries: development and history. New York: W. H. Freemen, 1994. TINOCO, L. Geometria euclidiana por meio da resolução de problemas. Rio de Janeiro: Instituto de Matemática/UFRJ, 2004. BARBOSA, J. L. M. Geometria hiperbólica. Rio de Janeiro: Impa, 2007. LIMA, E. L. Áreas e volumes. Brasília: SBM, [19-]. LIMA, E. L; CARVALHO, P. C. P; WAGNER, E; MORGADO, A. C. A matemática do ensino médio. Rio de Janeiro: SBM, 2002. MTM343 Estatística II Probabilidade. Distribuição. Estimação. Testes estatísticos. Análise de correlação. Análise de regressão. Análise de variância. MEYER, Paul L. Probabilidade, aplicações à estatística. Rio de Janeiro: LTC, 1989. SPIEGEL, Murray R. Probabilidade e estatística. São Paulo: MCGrawHill, 1978. FONSECA, J. S; MARTINS, G. A. Curso de estatística. São Paulo: Atlas, 1991. KAZMIER, L. Estatística aplicada à economia e administração. São Paulo: McGrawn-Hill, 1982. STORCK, L. Experimentação vegetal. Santa Maria: UFSM, 2006. TOLEDO, Geraldo L. Estatística aplicada. São Paulo: Atlas, 1982. Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar MTM344 Estruturas Algébricas Grupos. Anéis. Corpos. GONÇALVES, Adilson. Introdução à álgebra. Rio de Janeiro: Impa, 1979. AYRES Jr, Frank. Álgebra moderna. Coleção Schaum. São Paulo: McGraw Hill, 1974. BIRKHOFF, G.; MACLANE, S. Álgebra moderna básica. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1980. HEFEZ, Abramo. Curso de álgebra. Rio de Janeiro: Impa, CNPq, 1993. LANG, Serge. Estruturas algébricas. Rio de Janeiro: LTC, 1972. Código Disciplina Ementa EDU317 Introdução à Educação Especial Educação especial: histórico e terminologias. Inclusão e recursos educativos. 36 Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar 8° semestre Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia BRASIL. Educação especial, tendências atuais. Brasília: MEC/SEE, 1999. COOL, Cezar; PALACIOS, Jesus; MARCHESI, Álvaro. Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. PALHARES, Maria Silveira; MARTINS, Simone Cristina. Escola inclusiva. São Carlos: Edufscar, 2002. RIBEIRO, M. L. S; BAUMEL, Roseli Cecília Rocha de Carvalho. Educação especial: do querer ao fazer. São Paulo: Avercamp, 2003. LEVITT, Sophie. Habilidades básicas: uma abordagem global – guia para o desenvolvimento e crianças com deficiência. São Paulo: Papirus, 1997. MANTOAN, Maria Tereza Egler. Caminhos pedagógicos da inclusão: como estamos implementando a educação (de qualidade) para todos nas escolas brasileiras. São Paulo: Memnen, 2001. MAZZOTA, Marcos J. S. Educação especial no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 1995. MILLER, Nancy B. Ninguém é perfeito: vivendo e crescendo com crianças que têm necessidades especiais. Campinas: Papirus, 1998. PUESCHEL, Siegfried M. Síndrome de Down: guia para pais e educadores. Campinas: Papirus, 1993. RAMOS, Rossana. Passos para a inclusão. São Paulo: Cortez, 2005. MTM362 Estágio Curricular Supervisionado III Estrutura e organização do estágio supervisionado. Regência de classe no ensino fundamental. Análise e discussão da ação docente. DANTE, L. R. Vivência e construção. São Paulo: Ática, 2005. IMENES, L. M; LÉLIS, M. Matemática para todos. São Paulo: Ática, 2002. SPINELLI, W; SOUZA, M. H. Matemática. São Paulo: Ática, 2001. Site: www.rived mec.gov.br CAMPOS, T. M. M. Transformando a prática das aulas de matemática. São Paulo. Proem, 2001. CNT102 Trabalho Final de Graduação I Diretrizes para elaboração do trabalho de conclusão do curso. Planejamento da pesquisa. Associação Brasileira de Normas Técnicas: ABNT. Apresentação de periódicos: NBR 6021. Rio de Janeiro: ABNT, 1994. FURASTÉ, P. A. Normas técnicas para o trabalho científico: explicitação das normas da ABNT. Porto Alegre: Art Ler, 2003. Associação Brasileira de Normas Técnicas: ABNT. Informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. NBR 6022. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. MTM348 Análise Real Números reais. Sequências e séries de números reais. Topologia da Reta. Funções reais: Limite e Continuidade. Funções deriváveis. FIGUEIREDO, Djairo Guedes. Análise I. Rio de Janeiro: LTC, 1996. LIMA, Elon Lages. Curso de análise. Rio de Janeiro: Impa, 1989. ÁVILA, Geraldo. Introdução à análise matemática. São Paulo: Edgard 37 complementar Blucher, 1993. BARTLE, R. G. Elementos de análise real. Rio de Janeiro: Campus, 1983. COURANT, J. Introduction to calculus and analysis. New York: Spinger-Verlag, 1989. SPIVAK, M. Cálculo infinitesimal. Barcelona: Reverte, Espanha, 1974. Código Disciplina Ementa MTM316 Cálculo Numérico Computacional Teoria de erros. Sistemas lineares. Equações algébricas e transcendentes. Interpolação. Ajuste de funções. Integração numérica. CLAUDIO, D. M; MARINS, J. M. Cálculo numérico computacional. São Paulo: Atlas, 2000. RUGGIERO, M. A G; LOPEZ, V. L. R. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais. São Paulo: Mc-Graw Hill, 1988. BARROSO, Leônidas Conceição et al. Cálculo numérico. São Paulo: Harbra, 1992. BORSE, G. J. Numerical methods with matlab. Boston: W.S.Publishing Company, 1997. MATLAB 5. Versão do estudante. Guia do usuário. Barcelona: Makron Books, 1999. Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Optativas Código Disciplina Ementa Bibliografia MTM363 Estágio Curricular Supervisionado IV Regência de classe no ensino médio. Análise e discussão da ação docente. DANTE, L. R. Matemática contexto e aplicações. São Paulo: Ática, 1999. IEZZI, G. et al. Matemática: ensino médio. São Paulo: Ática, 1990. BIANCHINI, E; PACCOLA, H. Curso de matemática. São Paulo: Moderna, 2003. Site: www.rived mec.gov.br PARRA, C; SAIZ, I. Didática da matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001. Revista do professor de matemática. São Paulo: Sociedade Brasileira de Matemática, 2004. BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: matemática (ensino médio). Brasília: MEC/SEF, 1998. CNT103 Trabalho Final de Graduação II Desenvolvimento, redação e apresentação do trabalho de conclusão do curso. Bibliografia específica para cada trabalho desenvolvido. Bibliografia específica para cada trabalho desenvolvido. MTO Informática Aplicada ao Ensino de Matemática Uso da informática no ensino de matemática. Ambientes para ensino de matemática à distância. BALDIN, Y. Y. Atividades com cabri-géomètre II. São Carlos: Fscar, 38 básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica Bibliografia complementar Código Disciplina Ementa Bibliografia básica 2002. BORBA, M. DE C; PENTEADO, M. G. Informática e educação matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2003. CAMPOS, F. C. A. Cooperação e aprendizagem on-line. Rio de Janeiro: DPA, 2003. CANO, C. A. Os recursos da informática e os contextos de ensino e aprendizagem. In: SANCHO, J. M (org.). Para uma tecnologia educacional. Porto Alegre: Artmed, 1998. D'AMBROSIO, U; BARROS, J. P. D. Computadores, escola e sociedade. São Paulo: Scipione, 1988. DUARTE, M. G O. Cálculo e álgebra linear com derive. Florianópolis: Ufsc, 1995. FAGUNDES. L. C (org.). Aprendizes do futuro as inovações começaram. Disponível em http://www.proinf.gov.br/colecao.shtm RAMOS, E. M. F. Geoplano: um software no ensino da matemática. Disponível em http://wwwedit.inf.ufsc.br:2000/users/e/edla/publicacoes/GEOART.html VALENTE, J (org.). O computador na sociedade do conhecimento. Disponível em: http://www.proinf.gov.br/colecao.shtm. Revista brasileira de informática na educação. Disponível em: http://www.inf.ufsc.br/sbc-ie/revista/ MTO História da Matemática I Sistemas de numeração. Matemática babilônica e egípcia. Matemática pitagórica. Euclides e seus “Elementos”. Matemática depois de Euclides. EVES, H. Introdução à história da matemática. São Paulo: Unicamp, 1995. AABOL, A. Episódios da história antiga da matemática. Rio de Janeiro: SBM, 1984. BOYER, C. B. História da matemática. São Paulo: Edgard Blucher, 1974. Revista do professor de matemática. Rio de Janeiro: SBM, 1990. MTO História da Matemática II Geometria analítica e desenvolvimento inicial do cálculo. Cálculo e conceitos relacionados. EVES, H. Introdução à história da matemática. São Paulo: Unicamp, 1995. AABOL, A. Episódios da história antiga da matemática. Rio de Janeiro: SBM, 1984. BOYER, C. B. História da matemática. São Paulo: Edgard Blucher, 1974. Revista do professor de matemática. Rio de Janeiro: SBM, 1990. ADO HP 12C e Excel em Finanças Operação básica da calculadora HP 12C. Operações comerciais. Operações financeiras. Análise de investimentos. Sistemas de amortização. POLO, E. F. Engenharia das operações financeiras pela HP-12C. São Paulo: Atlas, 1996. 39 Bibliografia complementar PUCCINI, A. L. Matemática financeira objetiva e aplicada. São Paulo: Saraiva, 1999. SHINODA, C. Matemática financeira para usuários do excel 5.0. São Paulo: Atlas, 1998. LAPPONI, J. C. Matemática financeira. São Paulo: Lapponi, 1998. MATHIAS, W. F; GOMES, J. M. Matemática financeira. São Paulo: Atlas, 1996. VERAS, L. L. Matemática financeira. São Paulo: Atlas, 1999. 40 Anexo 2 - Infraestrutura Espaço Descrição dos equipamentos Salas de aula Sala para coordenação e secretária Salas de reuniões Salões Salas de estudo para professores Laboratório de apoio à informática Laboratório orientação estágio matemática de e de Localização (prédio e número da sala) Salas para aulas teóricas, com mesas para Prédio 1, salas 203 a estudantes e professor e quadro de giz 209 Sala para orientação acadêmica, Prédio 2, sala 215 planejamento e desenvolvimento de ações de gestão do curso. Tem mesa, computador, armário e arquivo. Salas com mesa, cadeiras e ar Prédio 2, salas 228, 226 condicionado. Salas grandes na forma de anfiteatros, com Prédio 1 cadeiras, telas, ar condicionado e material audiovisual. Salas com cadeiras, mesas, computadores. Préio 1, sala de professors 31 - Cadeiras estofadas; Prédio 3 , sala 201 01 - Mesa professor com cadeira; 18 - Mesas para computadores; 01 - Quadro verde; 18 - Microcomputadores Pentium IV; 01 - Monitor 15; 01 - Impressora HP Deskjet 5650; 01 - Scanner Color Vivid HR5; 01 - Condicionador de ar; 04 - Ventiladores. 02 - Armários de madeira; Prédio 3 , sala 202 04 - Mesas de fórmica; 12 - Cadeiras estofadas; 01 - Quadro verde; 01 - Condicionador de ar; 05 - Calculadoras científicas HP48G; 01 - Rack para computador; 01 - Microcomputador HP; 02 - Ventiladores; 04 - Jogos de dominó das frações; 13 - Jogos de dominó; 12 - Conjuntos de jogos emborrachados para frações; 09 - Conjuntos de material dourado; 06 - Conjuntos material emborrachado – Escala de Cuisenaire; 12 - Réguas; 18 - Compassos; 20 - Esquadros; 30 - Transferidores; 15 - Tesouras pequenas; 04 - Blocos lógicos pequenos; 05 - Blocos lógicos; 15 - Caixas de lápis de cor (12 un); 08 - Tubos de cola; 05 - Caixas de disquete; 01 - Grampeador; 01 - Conjunto de sólidos geométricos com 35 peças; 16 - Caixas de maquete de números; 41 10 - Ábacos; 04 - Jogos de Boole 02 - Fitas VHS novas; 07 - Fitas de vídeo de matemática: Nº 1 Seções Cônicas, Nº 2 - Funções Trigonométricas 1, Nº 3 Funções Trigonométricas 2, Nº 4 – Vetores, Nº 5 - Equações Quadráticas, Nº 6 - Sistemas Lineares, Nº 8 - Funções Exponenciais e Logarítmicas; 242 - Livros de matemática de ensino fundamental, médio e superior; - Materiais didáticos e de desenho geométrico e geometria descritiva 42 Anexo 3 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação Art. 1º - A elaboração, desenvolvimento e apresentação de um trabalho final de graduação constitui exigência para a integralização curricular, a colação de grau e a obtenção do diploma em todos os cursos de graduação. Art. 2º - O trabalho final de graduação constituiu-se num trabalho acadêmico, baseado na análise de um problema específico e elaborado de acordo com as normas do método científico. Parágrafo único - O tema do trabalho final de graduação é de livre escolha do estudante, desde que observada a proximidade temática com as linhas de pesquisa, de extensão ou com as possibilidades do corpo de orientadores do curso. Art. 3º - O trabalho final de graduação tem por finalidades estimular o desenvolvimento da iniciação científica e avaliar os conhecimentos teóricos e técnicos essenciais às condições de qualificação do estudante para o seu acesso ao exercício profissional. Art. 4º - Para a matrícula, na disciplina Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, o estudante deverá ter sido aprovado nas disciplinas até o semestre anterior ao da oferta das referidas disciplinas. Art. 5º - A orientação das atividades acadêmicas, desenvolvidas no âmbito do trabalho final de graduação, será realizada por um professor especialmente designado para tal fim. § 1º - Pode orientar o desenvolvimento de trabalho final de graduação o professor que tiver aprovação, concedida pelo Colegiado do curso, para integrar o corpo de orientadores do respectivo curso. § 2º - Compete à coordenação do curso encaminhar ao Colegiado, por meio de processo formal, a solicitação de definição do corpo de orientadores, com as respectivas temáticas. § 3º - Constituem critérios para a composição do corpo de orientadores a produção acadêmica, o desempenho de atividade profissional e a ética na produção técnico-científica. § 4º - As coordenações dos cursos têm o prazo de sessenta dias, a contar da publicação desta resolução para definir, publicar e promover ampla divulgação, junto aos estudantes, da composição do corpo de orientadores e das respectivas temáticas. Art. 6º - Cada professor poderá orientar, concomitantemente, até dez estudantes, contadas as diferentes orientações acadêmicas. Parágrafo único - Para a orientação das atividades acadêmicas desenvolvidas no âmbito do trabalho final de graduação, cada professor tem o encargo de uma hora semanal por orientando. Art. 7º - A substituição de orientador pode ocorrer, desde que solicitada pelo estudante, por meio de requerimento fundamentado e se for aprovada pelo Colegiado do curso. Art. 8º - Na disciplina de Trabalho Final de Graduação I, a verificação do rendimento acadêmico realiza-se por meio da avaliação do projeto de estudo correspondente e de outras atividades previstas no plano de ensino da disciplina. § 1º - A avaliação do projeto de estudo fica a cargo do professor responsável pela disciplina, ou do professor orientador, que poderá observar critérios de avaliação definidos pelo Colegiado do curso. § 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação I, a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação. § 3º - O estudante cujo desempenho não atingir média 7,0 deverá reelaborar, no semestre em curso, no prazo a ser definido pelo Colegiado do curso, em parte ou em sua totalidade, as atividades previstas no plano de ensino da disciplina. 43 § 4º - O estudante que não cumprir o prazo concedido para a reelaboração do trabalho final de graduação ou que, após reelaborar as atividades previstas no plano de ensino da disciplina, não atingir média final igual ou superior a 5,0, será considerado reprovado. Art. 9º - No início do semestre letivo correspondente à oferta da disciplina Trabalho Final de Graduação II, a coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, deve entregar a cada professor orientador uma cópia do projeto de estudo dos matriculados na disciplina sob a sua orientação. § 1º - O estudante entregará a primeira versão do trabalho final de graduação ao seu professor-orientador até cinco semanas antes do prazo fixado no calendário acadêmico, para o término do período de aulas do semestre. § 2º - O professor-orientador tem o prazo de uma semana para avaliar a primeira versão do trabalho final de graduação e fazer observações e sugestões, quando for o caso, para a melhoria da versão definitiva. § 3º - O texto do trabalho final de graduação para a avaliação da banca deve ser entregue, pelo professor-orientador, à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, até uma semana antes do prazo fixado no calendário escolar para o término do período de aulas do semestre. § 4º - O texto final deve ser acompanhado do formulário de solicitação de constituição de banca examinadora, subscrito pelo professor-orientador. § 5º - Após a avaliação e aprovação da banca, a versão final do trabalho final de graduação, observadas a normas da ABNT, deve ser entregue à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, em duas vias: uma impressa, sob a forma de monografia ou de artigo publicável, e outra em arquivo eletrônico, em formato PDF, gravado em mídia digital. Art. 10º - A verificação do rendimento acadêmico do estudante matriculado na disciplina Trabalho Final de Graduação II é realizada por uma banca examinadora constituída pelo orientador, como seu presidente, e por mais dois professores por ele sugeridos e designados pela coordenação do curso, ou pelo órgão por ela delegado. § 1º - A indicação e a designação dos integrantes das bancas examinadoras levarão em conta, preferentemente, a vinculação dos examinadores à temática do trabalho final de graduação a ser avaliado. § 2º - Faculta-se a participação de avaliadores de outras instituições, desde que não implique em encargos financeiros. Art. 11º - O Colegiado do curso pode optar em definir, como forma de avaliação do trabalho final de graduação, a sustentação oral do trabalho desenvolvido ou pareceres individuais, por escrito, da banca examinadora. § 1º - Em caso de defesa oral, o tempo de apresentação poderá ser de até trinta minutos, prorrogáveis, a critério da banca examinadora. § 2º - Cada membro da banca examinadora terá o tempo de até trinta minutos para a arguição do trabalho apresentado. Art. 12º - O trabalho final de graduação será considerado aprovado se, pela média aritmética das três notas atribuídas pelos integrantes da banca, o resultado for igual ou superior a 7,0, cumpridos ainda os requisitos de frequência mínima à programação feita na disciplina. § 1º - A coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, com a aprovação do respectivo colegiado, pode estabelecer critérios de avaliação a serem observados pela banca examinadora. § 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação II, a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação. § 3º - Após o parecer da banca, o estudante cujo desempenho não atingir média 7,0 deverá, no semestre em curso, replanejar e reexecutar, em parte ou em sua totalidade, as atividades previstas no projeto de trabalho. 44 § 4º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, definir o prazo e a forma para a reapresentação do trabalho, que será avaliado pelos mesmos integrantes da banca designada para a primeira avaliação. § 5º - O prazo, a ser definido pela coordenação do curso, observará as datas de encerramento do semestre letivo dispostas no calendário acadêmico. § 6º - O estudante que, após replanejar e reexecutar as atividades previstas no projeto de trabalho, não atingir média final igual ou superior a 5,0, será considerado reprovado. Art. 13º - Em caso de plágio, desde que comprovado, o estudante estará sujeito ao regime disciplinar previsto no Regimento Geral. Parágrafo único - Constitui plágio o ato de assinar, reproduzir ou apresentar, como de autoria própria, partes ou a totalidade de obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, pictórica, fotografia, audiovisual ou outra) de outrem, sem referir os créditos para o autor. Art. 14º - O horário da orientação, nas disciplinas de Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, não pode coincidir com o horário das demais disciplinas em que o estudante está matriculado. § 1º - Cabe ao orientador e ao estudante, de comum acordo, definirem os horários destinados para orientação e desenvolvimento das atividades previstas no plano de ensino da disciplina. § 2º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, estabelecer critérios e formas de acompanhamento ou registro da frequência e das atividades desenvolvidas na disciplina. Art. 15º - Os direitos e deveres dos estudantes matriculados nas disciplinas de Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, são os mesmos estabelecidos para as demais disciplinas, ressalvadas as disposições da presente normativa. Art. 16º - Os casos omissos são resolvidos pelo colegiado do curso, cabendo recurso aos colegiados superiores. Art. 17º - A presente resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogada a resolução 3/01, de 29 de março de 2001, e demais disposições em contrário. 45 Anexo 4 - Regulamento do estágio curricular supervisionado dos cursos de formação de professores Art. 1º - O estágio curricular supervisionado, como parte constituinte dos currículos dos cursos de formação de professores mantidos pelo Centro Universitário Franciscano de Santa Maria, caracteriza-se como uma atividade acadêmica de caráter obrigatório e obedece às normas estabelecidas pela legislação específica, pelo Estatuto, pelo Regimento Geral e pelos demais atos normativos da instituição. Parágrafo único: Os cursos de formação de professores mantidos pelo Centro Universitário Franciscano de Santa Maria são Filosofia, História, Geografia, Letras: habilitação Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa, Letras: Línguas Portuguesa e Inglesa e Respectivas Literaturas, Matemática, Pedagogia e Química. Art. 2º - O estágio curricular supervisionado é um componente curricular do processo de formação acadêmica e profissional dos cursos de formação de professores. É desenvolvido em campos de atuação profissional com vistas à construção e socialização do conhecimento e à inserção do estudante no mundo do trabalho. Art. 3º - O estágio curricular supervisionado é organizado com vistas a assegurar: I) a formação acadêmico-profissional do estagiário; II) a inserção do estagiário na vida econômica, política e sociocultural; III) o desenvolvimento da autonomia intelectual e profissional; IV) a integração teórico-prática dos conhecimentos, habilidades e competências desenvolvidas no decorrer dos cursos de formação de professores, inerentes às áreas de formação; V) o desenvolvimento de situações de prática docente em que o estudante possa interagir com as realidades educacionais. Art. 4º - A carga horária mínima do estágio curricular supervisionado nos cursos de formação de professores é de quatrocentas horas de atividades teórico-práticas. Parágrafo único: No curso de Pedagogia, a carga horária mínima do estágio curricular supervisionado é de trezentas horas de atividades teórico-práticas. Art. 5º - O desenvolvimento do estágio curricular supervisionado dos cursos de formação de professores tanto no âmbito administrativo, quanto no âmbito pedagógico é orientado pela equipe de professores, vinculada ao Programa Integrado de Formação Inicial e Continuada de Professores para Educação Básica; pelos representantes das Comissões de Prática de Ensino e de Estágio Supervisionado dos respectivos cursos e supervisionado pela Pró-reitoria de Graduação. Art. 6º - A supervisão acadêmica do estágio curricular supervisionado é obrigatória e de responsabilidade do supervisor de estágio. Deve ser realizada de forma compartilhada pelos supervisores acadêmicos e pelos supervisores profissionais, vinculados à unidade concedente de estágio. Parágrafo único - As atividades vinculadas ao desenvolvimento do estágio curricular supervisionado devem ser planejadas por meio de projetos de trabalho orientados pelos supervisores acadêmicos. Art. 7º - Compete à equipe de professores vinculada ao Programa Integrado de Formação Inicial e Continuada de Professores para Educação Básica: I) acompanhar o processo de atualização educacional e a legislação inerente ao estágio curricular supervisionado; II) acompanhar e orientar as comissões de prática de ensino e estágio curricular supervisionado; III) elaborar instrumentos de coleta de dados relativos ao estágio curricular supervisionado para análise e redimensionamento das práticas pedagógicas; 46 IV) avaliar, semestralmente, as atividades desenvolvidas pelas comissões de prática de ensino e estágio curricular supervisionado; V) analisar propostas de atividades didático-pedagógicas referentes ao estágio sugeridas pelas comissões de prática de ensino e estágio curricular supervisionado; VI) manter interelação com as coordenações dos cursos de formação de professores para uma contínua avaliação do estágio curricular supervisionado. Art. 8º - Compete à Comissão de Prática de Ensino e Estágio Curricular Supervisionado de cada curso: I) elaborar as diretrizes do projeto de estágio curricular supervisionado do respectivo curso; II) subsidiar os supervisores do estágio nas atividades didático-pedagógicas e orientar a elaboração dos projetos de estágio curricular supervisionado; III) orientar o professor supervisor de estágio nos casos não-previstos nas diretrizes de estágio curricular supervisionado; IV) analisar a documentação comprobatória das ações desenvolvidas pelos professores supervisores; V) promover encontros com todos os professores do curso para discutir questões pedagógicas e administrativas inerentes ao trabalho de prática de ensino e estágio curricular supervisionado; VI) promover a avaliação semestral das atividades de prática de ensino e estágio supervisionado desenvolvida no âmbito do respectivo e curso. Art. 9° - Compete ao professor supervisor de estágio: I) definir os campos de estágios conforme a disponibilidade institucional; II) planejar o desenvolvimento e a avaliação das atividades relacionadas com o projeto de estágio sob sua responsabilidade; III) orientar o planejamento e a execução das atividades do estagiário; IV) supervisionar e acompanhar o desempenho do estagiário e o processo pedagógico por meio de fichas, relatos de experiências, planos de trabalho, roteiros, observações e outros instrumentos que julgar apropriados; V) registrar, em instrumentos adequados, as ocorrências e as orientações, proporcionadas aos estagiários; VI) promover a avaliação das atividades desenvolvidas no estágio, em cada semestre letivo, e encaminhar os resultados à Comissão de Prática de Ensino e Estágio Curricular Supervisionado do curso; VII) planejar, sempre que necessário, o desenvolvimento de atividades alternativas, com vistas à melhoria do desempenho do estagiário. Art. 10º - Compete ao estagiário: I) integrar-se em atividades propostas pelas instituições; II) desenvolver, sob orientação do professor supervisor, atividades previstas no projeto de estágio curricular supervisionado; III) comparecer às reuniões de orientação e planejamento estabelecidas no horário da disciplina e pelo professor supervisor de estágio; IV) evidenciar ética profissional, responsabilidade e interação com o ambiente profissional; V) buscar fundamentação teórica que lhe oportunize um trabalho pedagógico consistente, diversificado e inovador, apoiando-se em referências bibliográficas atualizadas; VI) comparecer, assídua e pontualmente, ao local do estágio; VII) comunicar ao supervisor do estágio curricular supervisionado, com antecedência, qualquer alteração no cronograma de estágio curricular supervisionado; VIII) entregar ao supervisor documentos comprobatórios do estágio curricular supervisionado e demais trabalhos solicitados. Art. 11º - Compete aos representantes das unidades concedentes de estágio: 47 I) oportunizar espaço para que o estagiário possa desenvolver as atividades previstas no projeto de estágio; II) permitir ao estudante a oportunidade para apresentar projetos que acrescentem ideias inovadoras para o desenvolvimento do processo educativo; III) informar ao supervisor sobre o andamento das ações educativas do estágio curricular supervisionado; IV) emitir parecer avaliativo das ações desenvolvidas pelo estagiário. Art. 12º - Na avaliação do estagiário, além dos conhecimentos e habilidades evidenciadas e pertinentes à habilitação específica, são consideradas as referentes à ética profissional e responsabilidade; a qualidade da formação acadêmico-profissional e as condições do campo para o desenvolvimento de um estágio academicamente mais qualificado à formação profissional. § 1º - A avaliação, periódica e sistemática, deve ser levada a efeito pela análise dos documentos comprobatórios do desempenho do estagiário nas atividades previstas no projeto de estágio curricular supervisionado. § 2º - Como instrumentos de avaliação, podem ser utilizados relatórios de acompanhamento do professor supervisor, do profissional responsável na instituição em que o estudante realiza o estágio, o relatório do estagiário e outros julgados pertinentes. § 3º - Dadas às características próprias do estágio curricular supervisionado, a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação. § 4º - Será considerado aprovado, por média, o estagiário que obtiver nota igual ou superior a sete (7,0). § 5º - Após o parecer do supervisor, o estudante, cujo desempenho não atingir média sete (7,0), por não corresponder às dimensões teórico-práticas na realização das ações educativas do estágio curricular supervisionado, deverá, no semestre em curso, replanejar e reexecutar, em parte ou em sua totalidade, as atividades previstas no projeto de trabalho. § 6º - O estudante que, após replanejar e reexecutar as atividades previstas no projeto de trabalho, não atingir média final igual ou superior a cinco (5,0) será considerado reprovado. § 7º - A frequência, nas atividades no campo de estágio, deverá ser de 100% e, nas orientações de estágio, deverá ser, no mínimo, de 75%. Art. 13º - Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pela Pró-reitoria de Graduação. 48 Anexo 5 - Normas que disciplinam o registro de atividades curriculares complementares Art. 1º - O currículo pleno do curso de graduação é constituído por disciplinas obrigatórias e por atividades curriculares complementares. Art. 2º - As atividades curriculares complementares objetivam oferecer espaço, na dinâmica curricular, a conteúdos disciplinares, a temas do cotidiano e a atividades teóricopráticas que, ligados a atualidade e gerados pelo avanço do conhecimento em estudo, não tenham sido contemplados no currículo do curso. Art. 3º - As atividades curriculares complementares são mecanismos que concorrem para assegurar a atualização permanente e a flexibilidade curricular, preconizadas pelas diretrizes curriculares para o curso de graduação em matemática. Art. 4º - A carga horária destinada às atividades curriculares complementares, definida no projeto pedagógico do curso, observa o disposto nas diretrizes curriculares nacionais. Parágrafo único - A total integralização da carga horária das atividades curriculares complementares é requisito para a colação de grau e obtenção do diploma. Art. 5º - As atividades curriculares complementares abrangem as atividades correspondentes à participação de cursos, congressos, seminários, palestras, jornadas, conferencias, simpósios, viagens de estudos, encontros, estágios não-obrigatórios, projetos de pesquisa ou extensão, atividades cientificas, artísticas, culturais, de integração ou qualificação profissional, monitoria, tutoria, publicação e apresentação de trabalhos estudantes, desde que estritamente vinculados aos conteúdos que o currículo do curso abrange, ou outras atividades definidas pelo colegiado do curso. Parágrafo único - Consideradas as especificidades do curso de Matemática, compete ao Colegiado definir a carga horária a ser atribuída a cada modalidade de atividade curricular complementar. Art. 6º - O registro de atividades complementares curriculares, referidas no caput do art. 5º desta resolução, deve ser solicitada pelo estudante, por meio eletrônico e mediante o pagamento da taxa, no prazo estabelecido no calendário estudante. § 1º - Compete ao Colegiado estabelecer os critérios para determinar o número de créditos a serem atribuídos às atividades curriculares complementares. § 2º - Compete à coordenação do curso a análise das atividades requeridas pelo estudante e, se for o caso, a validação do registro. § 3º - Poderá ser requerido o registro para as atividades realizadas pelo estudante a partir do semestre de ingresso no respectivo curso no Centro Universitário Franciscano. Art. 7º - As atividades curriculares complementares não serão aproveitadas para a concessão de dispensa de disciplinas obrigatórias do currículo de vinculação do estudante. Art. 8º - Os casos omissos são resolvidos pelo Colegiado do curso. 49 Horas contabilizadas como Atividades Curriculares Complementares Atividades Horas Participação como ouvinte em: congressos, seminários, 34h jornadas, cursos, simpósios, palestras Comunicação apresentada em eventos 68h Participação em projetos de pesquisa, ensino ou extensão 34h Trabalho completo publicado em anais de evento 34h Artigo publicado em periódico 68h Bolsista de agências de fomento 51h Bolsistas de complementação acadêmica em projeto financiado 17h pela Unifra Participação como ouvinte em evento nacional e internacional 34h Outros A critério do Colegiado de Curso 50 Anexo 6 - Regimento do colegiado do curso Capítulo I Da natureza e da constituição do colegiado Art. 1º - O Colegiado de Curso é o órgão integrador e deliberativo do curso e tem a seguinte composição: I - o coordenador do curso, como seu presidente; II - três docentes do curso, eleitos por seus pares; III - um representante do corpo discente do curso, designado pelo respectivo diretório estudante. Parágrafo único - É de dois anos o mandato dos membros a que se refere o inciso II e de um ano, do representante a que se refere o inciso III. Capítulo II Da competência do colegiado Art. 2º - Compete ao Colegiado de Curso: I - propor iniciativas vinculadas à inovação do ensino, à atualização do curso/programa e à integração do mesmo com as demais atividades; II - apreciar e aprovar o plano de ação do curso para cada período letivo; III - apreciar e aprovar o projeto pedagógico do curso; IV - aprovar o regulamento do estágio curricular do curso; V - apreciar e propor ao Conselho de Área a alteração curricular do curso; VI - definir critérios para aproveitamento de estudos, adaptações e transferência de estudantes; VII - promover a autoavaliação e propor iniciativas de intervenção em vista do aperfeiçoamento do curso. Capítulo III Do presidente Art. 3º - O Colegiado de Curso será presidido pelo coordenador do curso e, na sua ausência ou impedimento, pelo docente mais antigo no magistério do Centro Universitário, com formação ou titulação na área específica. Art. 4º - Compete ao presidente, além de outras atribuições contidas neste regulamento: I - convocar reuniões ordinárias e extraordinárias; II - presidir os trabalhos do colegiado e organizar a pauta das sessões plenárias e a respectiva ordem do dia; III - orientar a distribuição de trabalhos e processos entre os membros do colegiado; IV - dirigir os trabalhos, conceder a palavra aos membros do colegiado e coordenar os debates e neles intervir para esclarecimentos; V - exercer, no colegiado, o direito de voto e, nos casos de empate, o voto de qualidade; VI - registrar em ata e comunicar as decisões, quando pertinente, ao colegiado de cursos da respectiva área ou aos órgãos de apoio da Instituição. VII - cumprir e fazer cumprir as decisões do colegiado; VIII - exercer a representação do colegiado. Capítulo IV Das sessões Art. 5º - O Colegiado de Curso reunir-se-à por convocação do presidente, com a indicação precisa da matéria a tratar. 51 Art. 6º - As sessões do Colegiado de Curso serão instaladas e só funcionarão com a presença da maioria absoluta dos membros, que é o número legal para deliberação e votação. Parágrafo único - Com a presença do número legal dos membros da banca e declarada aberta a sessão, proceder-se-á a discussão e votação da ata da sessão anterior, após passar-se-á à expediente ordem do dia e às comunicações. Art. 7º - A convocação para as sessões será feita com a assinatura do presidente por circular ou por correio eletrônico, com o recebimento acusado, que contenha a pauta da sessão e a ata da última sessão, com a antecedência mínima de 48 horas. Capítulo V Dos atos do colegiado Art. 8º - As decisões do Colegiado de Curso tomarão forma de parecer. Art. 9º - As decisões do colegiado, sob a forma de parecer, serão assinadas pelo presidente. Art. 10 - Das decisões do Colegiado de Curso cabe recurso ao Conselho da Área respectiva, ressalvados os casos de estrita arguição de ilegalidade, que podem ser encaminhadas ao Conselho Universitário. Capítulo VI Das disposições gerais Art. 11 - Os casos omissos serão resolvidos pelo colegiado sob a forma de parecer interno. Art. 12 - o presente regulamento poderá ser reformado, total ou parcialmente, pelo voto favorável da maioria absoluta dos membros do colegiado. 52 Anexo 7 - Regimento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) Art. 1º - O Núcleo Docente Estruturante de cada Curso de Graduação é responsável pela elaboração, implementação, avaliação e desenvolvimento do respectivo Projeto Pedagógico. Art. 2º - O Núcleo Docente Estruturante será composto por docentes indicados pelo Colegiado do Curso, sendo constituído de no mínimo cinco professores pertencentes ao corpo docente do curso, tendo o Coordenador do Curso como Presidente. Art. 3º - Os membros do Núcleo Docente Estruturante indicados pelo Colegiado do Curso serão nomeados por portaria da Reitora para um mandato de 2 (dois) anos, podendo haver recondução. Art. 4º - O Núcleo Docente Estruturante deve atender aos seguintes critérios: I. possuir experiência docente na Instituição, ter liderança acadêmica evidenciada pela produção de conhecimento na área, no âmbito do ensino e atuar no desenvolvimento do curso; II. ter, pelo menos, 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em programas de Pós-graduação Stricto Sensu; III. ter, pelo menos, 80% do total de membros com o título de doutor para o curso de Direito e 60% para os demais cursos; IV. ter todos os membros em regime de tempo parcial ou integral, sendo, pelo menos, 20% em tempo integral. Art. 5º - O Núcleo Docente Estruturante, de caráter consultivo, propositivo e executivo em matéria acadêmica relacionada ao curso, tem as seguintes atribuições: I. assessorar a Coordenação do Curso e o respectivo Colegiado no processo de concepção, atualização e consolidação do Projeto Pedagógico; II. estabelecer a concepção e o perfil profissional do egresso do curso; III. avaliar e atualizar o Projeto Pedagógico do Curso; IV. responsabilizar-se pela atualização curricular, submetendo-a à aprovação do Colegiado de Curso, sempre que necessário; V. responsabilizar-se pela avaliação do curso, análise e divulgação dos resultados em consonância com os critérios definidos pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) e pelo Colegiado do Curso; VI. analisar, avaliar e propor a atualização dos programas de ensino das disciplinas e sua articulação com o Projeto Pedagógico do Curso; VII. propor iniciativas para a inovação do ensino; VIII. zelar pela integração curricular interdisciplinar das diferentes atividades do currículo; IX. definir e acompanhar a implementação das linhas de pesquisa e de extensão; X. acompanhar a adequação e a qualidade dos trabalhos finais de graduação e do estágio curricular supervisionado; XI. zelar pelo cumprimento das diretrizes institucionais para o ensino de graduação e das diretrizes curriculares nacionais do curso. Parágrafo único - As proposições do Núcleo Docente Estruturante serão submetidas à apreciação e deliberação do Colegiado do Curso. Art. 6º - O Núcleo Docente Estruturante reunir-se-á por convocação de iniciativa de seu presidente ou pela maioria de seus membros. Art. 7º - No prazo de 60 dias, a partir da data de aprovação da presente Resolução pelo Conselho Universitário, o Núcleo Docente Estruturante de todos os Cursos de Graduação deverá estar implementado. Art. 8º - Os casos omissos serão resolvidos em primeira instância pela Pró-reitoria de Graduação e em segunda instância pela Câmara de Ensino de Graduação. 53 Anexo 8 - Projeto de autoavaliação 1) Apresentação Consoante o Projeto de Avaliação Institucional, Projeto Pedagógico Institucional - PPI e Projeto Pedagógico do Curso - PPC, o projeto de autoavaliação do curso de Matemática desenvolve-se com os objetivos de: sistematizar e trabalhar os dados obtidos a partir de uma análise avaliativa dos indicadores centrais que envolvem a organização didáticopedagógica do curso; melhorar o desempenho do Curso de Matemática, quanto ao seu quadro docente, discente, técnico administrativo; qualificar o projeto pedagógico do curso e a infraestrutura física e logística. O artigo nº 4 da lei n. 10.861/2004 define a avaliação dos cursos, quando diz que se devem identificar as condições de ensino oferecidas aos estudantes, em especial às relativas ao perfil do corpo docente, às instalações físicas e à organização didático-pedagógica. Assim, o sistema de autoavaliação a ser implementado tornar-se-á uma prática permanente de leitura, análise, reflexão crítica e tomada de decisões sobre as atividades curriculares globais de curso. Para isso serão trabalhados, pedagogicamente, os dados colhidos pelas diversas modalidades de avaliação institucional, externa e interna, que dizem respeito à: matriz curricular, atividades de ensino, pesquisa e extensão, gestão e condições gerais de funcionamento do curso. 2) Concepção Entende-se por autoavaliação um processo permanente, formativo e educativo. Seu desenvolvimento deve ser pautado numa postura democrática e participativa baseada na colaboração e na colegialidade do curso. Desta forma, a autoavaliação do curso de Matemática se constitui numa prática permanente de leitura, análise, reflexão e autocrítica voltada ao aprimoramento das atividades acadêmico-científicas e administrativas. O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES afirma que esta é uma avaliação da formação acadêmica e profissional e que permite avaliar a qualidade do curso. O objetivo do SINAES é fornecer um perfil que possibilite à sociedade ter um referencial de qualidade dos cursos e instituições de educação superior. “A avaliação, segundo o MEC, é concebida como uma atividade complexa, um processo sistemático de identificação de mérito e de valor, que envolve diferentes momentos e diversos agentes”. Logo, para aferir sua validade de uma avaliação, essa precisa ser sistemática e acontecer na comunidade acadêmica. Portanto, a avaliação por identificar méritos, valores e deficiências, deverá ser qualitativa e quantitativa. O caráter regulador da autoavaliação se concretiza a partir da possibilidade de utilização de seus resultados na elaboração das metas e projeção de compromissos dentro do curso e nos demais setores da instituição. Em particular, os resultados da autoavaliação sinalizam para ações que podem melhorar a proposta de gestão acadêmica do curso de matemática, como expresso no seu PPC. 3) Justificativa O projeto de autoavaliação justifica-se por: a) enfatizar a continuidade e o aprimoramento das ações acadêmico-científicas e administrativas; b) constituir-se num instrumento de gestão de curso, pois ao revelar pontos fortes e frágeis, ajuda a estabelecer prioridades de ações, além de oferecer elementos para manter, aperfeiçoar e redimensionar os procedimentos pedagógicos e administrativos; c) ser um processo coletivo permanente de leitura, análise, reflexão e autocrítica que pode proporcionar a tomada de decisões para constantes melhorias no curso. 54 Com isso, tenta-se melhorar o ensino, a aprendizagem, a pesquisa, a extensão, a produção de conhecimentos, a vinculação com a sociedade, as relações inter e intrainstitucionais e a gestão universitária. A educação científica, social e tecnológica no curso de Matemática precisa gerar conhecimentos e, para tanto, faz-se necessário a autoavaliação, para que os indicadores possam ser reavaliados e reconstruam a visão de profissional que se quer para o curso. Para a autoavaliação ter-se-á como suporte o Sinaes, o PPI, o PDI e o PPC, além do esforço coletivo da direção de área, corpo docente e discente, funcionários e administradores na busca de qualificação da organização pedagógica, da estrutura curricular e da gestão acadêmico-administrativa. 4) Objetivos Os objetivos deste projeto de autoavaliação são: a) desenvolver o processo de autoavaliação do curso a fim de subsidiar o processo de autoavaliação institucional através do diagnóstico, da leitura, análise e reflexão sobre as atividades desenvolvidas no curso; b) avaliar a atuação da gestão administrativa no curso e na instituição; c) discutir e aperfeiçoar o projeto pedagógico do curso de matemáticas e adequá-lo às mudanças constantes da legislação; d) diagnosticar a qualidade das atividades pedagógicas desenvolvidas no curso e promover a autocrítica entre alunos e professores do curso no que tange às atividades de ensino, pesquisa e extensão; e) proceder a uma avaliação da relação pedagógica professor-aluno e da estrutura curricular do curso; f) refletir sobre as atividades desenvolvidas pelo curso e sua coerência com as diretrizes e políticas da instituição; g) aperfeiçoar a prática de autoavaliação no curso de Matemática. 5) Metodologia Para gerar evidências do desempenho do curso nas dimensões estabelecidas pelo Sinaes, as ações de autoavaliação estarão centradas nos seguintes indicadores: a) articulação da gestão do curso com a gestão institucional; b) implementação das políticas institucionais constantes no PPI e no PDI no âmbito do curso; c) coerência do currículo com os objetivos do curso e com as diretrizes curriculares nacionais; d) adequação da metodologia de ensino à concepção do curso; e) inter-relação das unidades de estudo na concepção e execução do currículo f) coerência dos recursos materiais específicos dos cursos com a proposta curricular; g) estratégias de flexibilização curricular h) avaliação dos processos de ensino e de aprendizagem com a concepção do curso i) articulação da autoavaliação do curso com a autoavaliação institucional; j) implementação das políticas de capacitação no âmbito do curso; k) biblioteca: adequação do acervo à proposta do curso; l) ações de responsabilidade social; m) ações acadêmico-administrativas em função dos resultados da autoavaliação do curso; o) ações acadêmico-administrativas em função dos resultados das avaliações do MEC; p) articulação entre os resultados das avaliações externas e os da autoavaliação do curso; q) Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes - ENADE. Procedimentos de coleta de dados para a avaliação do curso: a) Questionários aplicados à: - estudantes do curso para avaliação do desempenho dos professores em sala de aula; - estudantes concluintes de estágios e TFG’s, a fim de avaliar a atuação dos professores 55 como orientadores; - estudantes formandos para avaliação geral do curso e da Instituição; - escolas que recebem estagiários do curso, para avaliação do desempenho do estudante como estagiário e do curso como gestor dos estágios; b) Entrevistas não-estruturadas: serão realizadas por meio de diálogos com estudantes, professores e técnicos administrativos. Sabe-se que o diálogo, embora não se caracterize como um processo estruturado de entrevistas, é uma fonte importante de informações em qualquer âmbito gerencial e não pode ser desprezado como instrumento auxiliar, na busca de subsídios que reforcem o processo de avaliação. c) Depoimentos de professores em reuniões para a avaliação conjunta de pontos específicos, que envolvem os três principais segmentos: corpo docente, discente e técnicoadministrativo. d) Reuniões com professores para avaliação do curso: serão reunidos os professores das disciplinas por semestre, para, em conjunto, avaliarem cada semestre do curso, com o objetivo de que todos conheçam a visão de cada colega sobre a mesma turma. Nessas reuniões também são utilizados instrumentos de coleta de dados, elaborados especialmente para este fim, com vistas a obter informações sobre os seguintes itens: consulta à bibliografia; realização trabalhos; solução de dúvidas em sala de aula; frequência às aulas; pontualidade; respeito ao professor e aos colegas; interesse; motivação; relação teoria versus prática. e) Reuniões pedagógicas do curso, com todos os professores, com o propósito de realizar o acompanhamento e monitoramento das atividades desenvolvidas durante o semestre, bem como propiciar correções que se façam necessárias no decorrer do ano. Nessas reuniões serão analisados os resultados do ENADE e de avaliações externas. O projeto de autoavaliação do curso caracteriza-se como uma atividade cíclica que se justifica como uma construção formativa e que visa a programar medidas para o aperfeiçoamento da organização didático-pedagógica do Curso de Matemática. 56