Matemática
~ projeto pedagógico ~
Projeto pedagógico do curso
de Matemática
~ 2012 ~
1
Sumário
1) Dados gerais ..................................................................... 3
2) Histórico ............................................................................ 3
3) Organização institucional ................................................. 4
4) Justificativa........................................................................ 6
5) Concepção ........................................................................ 7
6) Objetivo geral ................................................................... 8
7) Objetivos específicos .............................................................. 8
8) Competências e habilidades ................................................... 9
9) Perfil esperado do egresso ..................................................... 9
10) Áreas de atuação .................................................................. 10
11) Dinâmica curricular ............................................................... 10
12) Esclarecimentos sobre a dinâmica curricular ........................ 14
13) Metodologia de ensino e critérios de avaliação ..................... 16
14) Gestão acadêmico-administrativa .................................. 18
15) Processo de autoavaliação ........................................... 19
16) Responsabilidade social ................................................ 19
17) Programas de atenção aos estudantes ......................... 21
18) Anexos ........................................................................... 22
Anexo 1 - Ementas e bibliografias ................................ 22
Anexo 2 - Infraestrutura ................................................ 41
Anexo 3 - Normas que disciplinam o trabalho final
de graduação ............................................... 43
Anexo 4 - Regulamento do estágio curricular
supervisionado dos cursos de
formação de professores .............................. 46
Anexo 5 - Normas que disciplinam o registro de
atividades curriculares
complementares ........................................... 49
Anexo 6 - Regulamento do Colegiado do Curso .......... 51
Anexo 7 - Regimento do Núcleo Docente
Estruturante (NDE) ...................................... 53
Anexo 8 - Projeto de autoavaliação .............................. 54
2
1) Dados gerais
Denominação
Nível
Habilitação
Modalidade
Titulação conferida
Área de conhecimento
Duração
Carga horária
Regime escolar
Formas de ingresso
Matemática
Graduação
Licenciatura plena
Presencial
Licenciado em Matemática
Ciências Tecnológicas
8 semestres
3.366h
Créditos - semestral
Vestibular, transferência, reabertura de matrícula e
reopção de curso
Número de vagas anuais 40
Turno de funcionamento Noturno
Situação legal
Reconhecido pela portaria n. 414/11-MEC
Início de funcionamento 2 de maio de 1958
2) Histórico do curso
O Curso de Matemática foi autorizado pelo Conselho Federal de Educação em
25 de abril de 1958, pelo decreto n. 43568/58 e seu reconhecimento ocorreu em 24
de dezembro de 1959, pelo decreto n. 47437/59. O curso oferecia habilitação em
Licenciatura de Matemática e Física.
A partir do ano de 1973, teve início um intercâmbio da Faculdade Imaculada
Conceição com instituições de nível superior nacionais com o objetivo de qualificar o
corpo docente do curso e alunos egressos, com vistas à preparação para o ingresso
em um curso de mestrado. Desse intercâmbio surgiu a programação de vários
cursos de especialização em diferentes áreas, tanto voltados para a qualificação
para o magistério superior, quanto para professores da Educação Básica.
A partir de 1997, obedecendo à legislação federal, foram criadas as
Licenciaturas em Matemática e Licenciatura em Física, separadamente. Em 1999 o
currículo do curso passou por uma reformulação para atender à legislação emanada
do Ministério da Educação, principalmente às diretrizes curriculares, tanto para os
cursos de graduação para a área específica de Matemática, quanto para a formação
de professores.
O curso participou do Exame Nacional de cursos e recebeu os conceitos: C
(1998); B (1999); A (2000) e A (2001). Em 2001, o curso teve seu reconhecimento
renovado, tendo recebido os conceitos: Organização Didático-Pedagógica: CMB;
corpo docente: CMB e instalações: CMB. O parecer de renovação de
3
reconhecimento foi homologado pela Portaria 514 de 27 de fevereiro de 2002 do
Ministério da Educação.
A partir do relatório da avaliação, elaborado pela Comissão de Especialistas
do MEC e do resultado da autoavaliação realizada pela comunidade acadêmica do
curso, em 2002, foi aprovada uma nova proposta curricular que entrou em vigor em
2003.
Em 2007, o currículo do curso passou por uma nova reformulação para atender
à adequação de norma institucional, estabelecendo que o semestre letivo passa a
ser de 17 semanas.
Em 2010, o currículo do curso passou por uma nova reformulação devido à
inserção da disciplina Língua Brasileira de Sinais (Libras) como obrigatória, em
conformidade com a lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002. Além disso, aumentaramse as cargas horárias nos estágios (de 408h para 493h) e das atividades curriculares
complementares (de 204h para 425h), em atendimento à Resolução nº 3, de 2 de
julho de 2007, que prevê a organização da hora-aula em 60 minutos.
3) Organização institucional
O Centro Universitário Franciscano é mantido pela Sociedade Caritativa e
Literária São Francisco de Assis, Zona Norte - Scalifra-ZN - entidade de direito
privado; sem fins lucrativos; beneficente; de caráter educacional, cultural e científico;
reconhecida pelo decreto federal n. 64.893, de 25 de julho de 1969, com certificado
de entidade de fins filantrópicos. Localiza-se à Rua dos Andradas, 1614, na cidade
de Santa Maria, RS. Iniciou suas atividades, como instituição de educação superior,
aos 27 de abril de 1955, denominada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras
Imaculada Conceição, com cursos de licenciatura. Data também de maio de 1955, a
criação da Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira, pertencente à
mesma mantenedora que desenvolveu os cursos superior, técnico e auxiliar de
Enfermagem. Posteriormente, com a unificação das duas instituições, formaram-se
as Faculdades Franciscanas – Fafra e essas deram origem ao atual Centro
Universitário.
O credenciamento para Centro Universitário ocorreu em outubro de 1998 e
significou uma nova fase institucional. Nesse período, a instituição realizou
significativo avanço na proposta institucional. O aumento do número de cursos de
graduação, de pós-graduação e de extensão foi acompanhado da decisão pela
4
qualidade, que perpassa o fazer institucional da gestão e de todas as atividades
acadêmicas.
De acordo com o estatuto, a organização e a estrutura institucional
fundamentam-se nos princípios de autonomia administrativa, didático-científica,
patrimonial, econômico-financeira e de gestão de recursos humanos; na integração
das atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão; na capacitação e
qualificação dos quadros de pessoal docente e técnico-administrativo.
Nesse sentido, a organização e a administração do Centro Universitário
Franciscano abrangem:
a) Administração superior, constituída pelo Conselho Universitário e gabinete
do reitor;
b) Administração geral, formada por: Pró-reitoria de Administração, Pró-reitoria
de Graduação e Pró-reitoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão;
c) Coordenações de curso: os cursos inserem-se nas unidades de ensino,
pesquisa e extensão, de acordo com as áreas de atuação, quais sejam: Área de
Ciências da Saúde, Área de Ciências Humanas, Área de Ciências Sociais e Área de
Ciências Tecnológicas. Os cursos estão organizados a partir de projetos
pedagógicos que se baseiam no projeto pedagógico institucional - PPI, no plano de
desenvolvimento institucional - PDI, no estatuto, no projeto de autoavaliação da
instituição e na legislação federal.
As políticas para o ensino de graduação, constantes no PPI e no PDI, se
refletem nos projetos dos cursos mediante os seguintes princípios curriculares:
a) formação de qualidade técnico-científica e social: o curso é o lugar
institucional para assimilação, socialização e produção do conhecimento humano e
técnico-científico. Nesse sentido, os conteúdos devem refletir a realidade
sociocultural nacional, perpassada pela realidade internacional, com vistas a uma
formação profissional de qualidade e consistente consoante com o mundo
contemporâneo;
b) flexibilidade curricular: a materialização da flexibilização curricular é
observada pela inclusão de disciplinas optativas ou eletivas, que têm por finalidade
oferecer ao estudante diferentes alternativas para sua formação. Isso é percebido
por
meio
da
flexibilização
dos
pré-requisitos;
nas
atividades
curriculares
complementares; nas diferentes práticas e programas institucionalizados que levam
em consideração os espaços escolares e não escolares; na articulação das
diferentes áreas que compõem o currículo do curso;
5
c) interdisciplinaridade: é entendida como um princípio que integra e dá
unidade ao conhecimento e que permite o rompimento da fragmentação das
disciplinas que compõem o currículo;
d) relação teoria-prática como eixo articulador do currículo: é estabelecida nas
diferentes práticas de ensino e de laboratório que permeiam as disciplinas de cada
curso, desde o seu início. É concretizada, também, nos estágios curriculares,
entendidos como atividades teórico-práticas e desenvolvidos por meio de projetos de
estágios integrados, com a finalidade de promover a aproximação concreta com o
campo de trabalho;
e) integração entre ensino, pesquisa e extensão: a integração é refletida em
diferentes disciplinas que compõem os currículos e na dinâmica da sala de aula,
mediada por meio de aprendizagens de pesquisa e extensão desenvolvidas durante
o curso. Além disso, é parte integrante do projeto pedagógico a definição das linhas
de pesquisa e dos programas de extensão de cada curso, que orientam o
desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão apoiados pela instituição ou
por fontes financiadoras externas;
f) pesquisa como princípio educativo e de produção do conhecimento: os
projetos pedagógicos incluem, em sua dinâmica curricular, metodologias formativas
pelas quais busca-se desenvolver a cultura investigativa, proporcionar condições de
apropriação crítica do conhecimento e o desenvolvimento de competências e
habilidades científicas;
g) gestão colegiada: envolve representantes de professores e de estudantes.
4) Justificativa
A Matemática, como ciência, desempenha um papel fundamental no mundo
científico e na sociedade, por isso está cada vez mais presente na vida das pessoas.
De acordo com a Resolução da UNESCO de 11 de novembro de 1977, que
apoiou a instituição do ano de 2000 como o Ano Mundial da Matemática, ressalta-se
a importância dessa ciência, destacando que o entendimento de sua linguagem e
conceitos são universais e contribuem para a cooperação internacional; que esta
ciência guarda uma profunda relação com a cultura dos povos; que ela
desempenha, nos dias atuais, um papel primordial na sociedade devido as suas
múltiplas aplicações em vários campos de saberes, contribuindo para o
desenvolvimento das ciências, da tecnologia, das comunicações, da economia, etc...
6
Na área da educação, esta ciência possibilita, particularmente, aos alunos dos
níveis fundamental e médio, o desenvolvimento do pensamento lógico, intuitivo e
racional. Exerce influência, principalmente, sobre: a aquisição de postura crítica, o
aguçamento da imaginação, o desenvolvimento da criatividade, a melhoria da
intuição, o incentivo à iniciativa, a capacidade de resolver problemas, de criar
modelos, de fazer simulações e de interpretar dados. Estas capacidades e
habilidades que o estudo da Matemática proporciona são importantes para a
inserção dos jovens no mercado de trabalho e também contribuem para a formação
de cidadãos críticos e reflexivos.
Além dos pressupostos anteriores, justifica-se, também, o presente projeto
sob os seguintes argumentos: a história institucional, que desde sua criação, no ano
de 1955, dedica-se à formação de profissionais para a educação; as novas
concepções relacionadas às políticas de formação docente; as exigências dos
dispositivos legais que respaldam e sistematizam em forma de diretrizes essas
ideias; a capacidade da instituição, representada por sua infraestrutura profissional e
material de desenvolver com êxito este projeto.
O projeto pedagógico do curso de Matemática foi estruturado levando em
consideração as resoluções CNE/CP 1 e CNE/CP 2, de 4 de março de 2002, que
tratam das diretrizes curriculares nacionais para formação de professores para a
educação básica; a Lei nº 10436, de 24 de abril de 2002, que trata da inclusão da
disciplina Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e Resolução nº 3, de 02 de julho de
2007, que determina a hora-aula de 60 minutos; os relatórios de autoavaliação e os
relatórios das avaliações externas.
5) Concepção do curso
O projeto do Curso de Licenciatura em Matemática foi concebido a partir da
análise e reflexão constante das Diretrizes Curriculares, para a formação de
professores; dos relatórios de autoavaliação do curso, pela comunidade acadêmica;
do relatório de avaliação externa, quando da avaliação do curso e das diretrizes
pedagógicas institucionais, para o ensino de graduação da Unifra, constante no
Projeto Pedagógico Institucional.
Dentre as perguntas norteadoras dessa conjunção de ideias, destacam-se as
seguintes: que perfil de profissionais queremos formar? Que experiências teórico-
7
metodológicas e técnicas devem fazer parte do currículo para que se atinja o perfil
de profissional que queremos formar?
Na tentativa de responder a essas questões, foi proposta uma vivência
curricular, para formar profissionais capazes, incentivados a desenvolverem um
conjunto de habilidades relativas ao processo de ensino e aprendizagem, bem como
adquirirem domínio dos conteúdos relativos às áreas de Álgebra, Análise
Matemática, Estatística, Física, Geometria, Informática e Fundamentos da
Matemática. Definiu-se também que deve haver uma articulação muito forte entre o
saber matemático e o saber pedagógico, pois isso é fundamental na formação de
recursos humanos voltados para a educação. A formação do professor de
Matemática não depende apenas do domínio de conteúdos e técnicas, mas de um
conhecimento aliado ao contexto sociocultural da sociedade e da realidade escolar.
A
partir
dessa
ótica,
o
Projeto
Pedagógico
do
Curso
privilegia
o
desenvolvimento de um trabalho docente interdisciplinar e contextualizado e uma
integração entre os saberes pedagógicos fundamentados nas diretrizes curriculares
nacionais para a formação de professores.
6) Objetivo geral
O curso de licenciatura em Matemática tem por objetivo geral formar
professores de Matemática para os anos finais do Ensino Fundamental e para o
Ensino Médio, aptos ao exercício profissional competente, empreendedor, ético, com
visão global, crítica, humanística, para atuar numa sociedade de rápidas mudanças.
7) Objetivos específicos
Os objetivos específicos do curso de licenciatura em Matemática são:
- estimular o desenvolvimento de atividades relacionadas ao ensino, à
extensão e à pesquisa na Matemática e em áreas correlatas;
- possibilitar a identificação das diversas teorias metodológicas que norteiam o
processo ensino-aprendizagem em Matemática, de modo a comparar, criticamente,
os modelos existentes;
- promover a geração e difusão de conhecimentos na área, para terem uma
sólida cultura matemática, capaz de contribuir para uma participação efetiva no
mundo em que estão inseridos;
8
- suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional e cultural,
integrando os conhecimentos adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora
do saber de cada geração;
- estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular,
os regionais, para prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com
essa uma relação de reciprocidade;
- incentivar a utilização de recursos tecnológicos, aplicando os conhecimentos
adquiridos ao longo de sua formação acadêmica.
8) Competências e habilidades
Espera-se que os estudantes desenvolvam, ao longo do tempo, as seguintes
competências e habilidades de:
- atuar com base numa visão abrangente do papel social do educador;
- trabalhar individualmente e em grupo;
- aprender continuadamente, de modo que sua prática também seja fonte de
produção de conhecimento;
- compreender, criticar e utilizar novas ideias e novas tecnologias;
- expressar-se, escrita e oralmente, com clareza e precisão;
- analisar e selecionar material didático e elaborar propostas alternativas para a
sala de aula;
- compreender a Matemática, com base numa visão histórica e crítica, tanto no
estado atual como nas várias fases de sua evolução;
- relacionar vários campos da Matemática para elaborar modelos, resolver
problemas e interpretar dados;
- trabalhar com conceitos abstratos na resolução de problemas;
- interpretar e representar graficamente.
9) Perfil esperado do egresso
O perfil do profissional que o processo pedagógico deve garantir ao final do
curso envolve:
- boa formação para atuar nos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino
Médio;
- uma formação sólida de conteúdos matemáticos;
9
- domínio do conteúdo matemático que lhe dê uma visão da importância dos
tópicos que esteja ensinando, no contexto geral da Matemática e de áreas afins;
- condições de trabalhar os conteúdos com metodologias adequadas, utilizando
os recursos computacionais e técnicos pedagógicos atualizados;
- visão crítica da Matemática que lhe capacite avaliar livros textos, estruturar
cursos e tópicos de ensino;
- pensamento lógico para formar em seu aluno o hábito de pensar, refletir,
abstrair, organizar;
- abertura para aquisição e utilização de novas ideias e tecnologias;
- uma formação pedagógica que lhe dê condições de exercer sua futura
atividade de educador.
10) Áreas de atuação
Os estudantes que concluírem o curso de Matemática poderão atuar como
docentes nos anos finais do Ensino Fundamental, no Ensino Médio, no Ensino
Superior e em serviços de órgãos públicos ou privados de educação.
11) Dinâmica curricular
O currículo do curso está organizado em linhas integradoras que buscam
contemplar a formação para a docência matemática, formação ética e humanista,
formação integradora entre ensino, pesquisa e extensão e formação complementar.
A formação para a docência envolve conteúdos da área da ciência da
Matemática: Cálculo, Álgebra e Geometria e conteúdos relacionados com a
docência.
A formação ética e humanística permeia o trabalho docente, de acordo com o
que preconizam os princípios e as diretrizes para o ensino de graduação da
instituição. Além dos princípios norteadores institucionais, essa linha de formação
envolve os conteúdos de Antropologia e Cosmovisão Franciscana e de Ética e
Cidadania.
A integração do ensino com a pesquisa e a extensão é materializada no curso
por meio de diferentes mecanismos quais sejam: programas de iniciação científica,
projetos de investigação científica, atividades de prática profissional e os estágios
supervisionados.
10
A formação complementar envolve os estudos e práticas independentes e as
disciplinas optativas. Esta linha de formação tem como objetivo oferecer espaços ao
desenvolvimento de conteúdos, atividades socioculturais e temas emergentes
ligados à atualidade.
Distribuição das disciplinas e carga horária do curso
Carga Horária
Semestre Código
1º
2º
3º
EDU318
MTM358
MTM325
MTM326
MTM311
FIL311
MTM310
MTM327
EDU215
CNT101
MTM329
MTO
MTM312
MTM330
MTM313
EDU313
MTM331
4º
5º
6º
MTM332
MTM333
FSC237
MTM334
PME291
EDU328
MTM335
MTM336
EDU316
FSC239
MTM360
FIL310
MTM338
MTM339
MTM340
MTM361
MTM342
Disciplina
Teórica Prática
Fundamentos Históricos e Filosóficos
da Educação
51
0
Desenho Geométrico
51
17
Fundamentos de Matemática I
34
34
Pré-Cálculo
68
0
Lógica Matemática
68
0
Ética e Cidadania
34
0
Cálculo I
51
17
Geometria Analítica
51
17
Educação Digital
51
0
Metodologia Científica
34
0
Fundamentos de Matemática II
34
17
Optativa I
34
0
Cálculo II
51
17
Álgebra Linear I
51
17
Matemática Discreta
34
34
Políticas Educacionais e Gestão
Escolar
34
17
Laboratório de Prática de EnsinoAprendizagem em Matemática
34
34
Cálculo III
51
17
Álgebra Linear II
51
17
Física I
68
0
Projeto em Ensino da Matemática
34
34
Psicologia da Educação
51
17
Língua Brasileira de Sinais
34
0
Cálculo IV
68
0
Geometria I
34
34
Didática
34
17
Física II
68
0
Estágio Curricular Supervisionado I
102
0
Antropologia e Cosmovisão
Franciscana
34
0
Estatística I
17
17
Teoria dos Números
51
17
Equações Diferenciais Ordinárias
68
0
Estágio Curricular Supervisionado II
119
0
Geometria II
51
17
CH
total
51
68
68
68
68
34
68
68
51
34
51
34
68
68
68
51
68
68
68
68
68
68
34
68
68
51
68
102
34
34
68
68
119
68
11
7º
8º
MTM343
MTM344
EDU317
MTM362
MTO
CNT102
MTM348
MTO
MTM316
MTM363
CNT103
MTO
ACC
Estatística II
Estruturas Algébricas
Introdução à Educação Especial
Estágio Curricular Supervisionado III
Optativa II
Trabalho Final de Graduação I
Análise Real
Optativa III
Cálculo Numérico Computacional
Estágio Curricular Supervisionado IV
Trabalho Final de Graduação II
Optativa IV
Atividades Curriculares
Complementares
68
51
34
136
34
68
51
34
34
136
68
34
0
17
17
0
0
0
17
0
34
0
0
0
68
68
51
136
34
68
68
34
68
136
68
34
425
0
425
Resumo da Distribuição da Carga Horária
Carga horária Teórica
Carga horária Prática
Optativas
Estágios
Atividades Curriculares Complementares
Carga horária total
Número de Créditos
1.819h
493h
136h
493h
425h
3.366h
198
12
Representação gráfica do currículo do curso de Matemática
1º semestre
2º semestre
3º semestre
4º semestre
5º semestre
6º semestre
7º semestre
8º semestre
Fund. Hist. e
Filos. da Edu.
Ética e
Cidadania
Cálculo II
Cálculo III
Cálculo IV
Antrop. e Cosm.
Franciscana
Estatística II
Análise Real
51h
34h
68h
68h
68h
34h
68h
68h
Desenho
Geométrico
Cálculo I
Álgebra Linear I
Álgebra Linear
II
Geometria I
Estatística I
Estruturas
Algébricas
Optativa III
68h
68h
68h
68h
68h
34h
68h
34h
Fundamentos
de Matemática
Geometria
Analítica
Matemática
Discreta
Física I
Didática
Teoria dos Números
Introdução à
Educação
Especial
68h
68h
68h
68h
51h
68h
51h
Pré-Cálculo
Educação
digital
Políticas
Educacionais e
Gestão Escolar
Projeto em
Ensino da
Matemática
Física II
Equações
Diferenciais
Ordinárias
68h
51h
51h
68h
68h
68h
Lógica
Matemática
Metodologia
Científica
Lab. de Prática
de EnsinoAprend-Matem.
Psicologia da
Educação
Estágio
Curricular Sup. I
68h
34h
68h
68h
102h
Estágio
Curricular Sup.
III
Estágio Curricular
Sup. II
Cálculo
Numérico
Computacional
68h
Estágio
Curricular Sup.
IV
136h
136h
Optativa II
TFG II
119h
34h
68h
Fund. de
Matemática II
Língua Bras.
de Sinais
Geometria II
TFG I
Optativa IV
51h
34h
68h
68h
34h
Optativa I
34h
Eixos
Formação para a docência matemática
Formação ética e humanística
Formação integradora: ensino, pesq. e extensão
Formação complementar
425h de atividades complementares complementares;
493h de estágio curricular supervisionado
13
12) Esclarecimentos sobre a dinâmica curricular
a) Atividades curriculares complementares - ACC
As atividades curriculares complementares são um componente curricular
obrigatório. O estudante deverá cumprir um total de 425 horas ao longo do
desenvolvimento do curso. As possibilidades de composição envolvem a
participação em congressos, seminários, simpósios, encontros, jornadas e outros;
participação em monitorias ou estágios relativos à área profissional; participação em
cursos realizados na área educacional ou áreas afins; participação em programas de
iniciação científica; participação em projetos de pesquisa ou extensão universitária.
b) Disciplinas optativas
O currículo prevê a oferta de disciplinas optativas, num total de 136 horas.
Assim como as atividades curriculares complementares, por meio das disciplinas
optativas, busca-se garantir algum grau de flexibilidade ao currículo.
O elenco das disciplinas optativas que podem ser ofertadas pelo curso é o
seguinte.
Nome da disciplina
Educação Matemática
Informática Aplicada ao Ensino de Matemática I
Informática Aplicada ao Ensino de Matemática II
História da Matemática I
História da Matemática II
HP 12C e Excel em Finanças
Inglês Instrumental I
Matemática Financeira I
Matemática Financeira II
Redação Acadêmica
Sequencias e Séries
Carga horária
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
34h
c) Trabalho final de graduação
O trabalho de conclusão de curso, denominado trabalho final de graduação, é
componente curricular obrigatório, com horário previamente estabelecido na
estrutura do curso e apresenta duas características:
- Trabalho Final de Graduação I: oferecido no sétimo semestre letivo, trata dos
passos para a elaboração de um trabalho acadêmico na área da Matemática. Nesta
disciplina, sob a orientação do professor, cabe ao estudante elaborar um projeto de
pesquisa, a ser desenvolvida no semestre seguinte, na disciplina TFG II.
14
- Trabalho de Final de Graduação II: oferecido no oitavo semestre, contempla
o desenvolvimento do projeto de pesquisa aprovado na disciplina TFG I. O trabalho
é submetido a uma banca examinadora, que emitirá um parecer avaliativo após a
apresentação oral do estudante, de acordo com cronograma de apresentação
organizado pela coordenação e colegiado do curso.
Em anexo, as normas que disciplinam a oferta de apresentação do trabalho de
conclusão de curso.
d) Estágio Curricular Supervisionado
O estágio curricular é desenvolvido em quatro projetos de estágio, ofertados no
quinto, sexto, sétimo e oitavo semestres letivos, com um total de 493 horas de
atividades teórico-práticas.
O estágio curricular é entendido como atividade teórico-prática, que perpassa a
dinâmica curricular do curso e da instituição. A principal finalidade do estágio
supervionado é a integração teórico-prática dos conhecimentos, habilidades e
competências desenvolvidas durante o curso, através de uma interação com a
realidade escolar do Ensino Fundamental e Médio, reconstruindo, assim, o
conhecimento pela reflexão na prática.
Os projetos de estágios curriculares são desenvolvidos em instituições de
ensino e planejados com a participação dos responsáveis pelos estágios nas
escolas da educação básica e pelo professor responsável pela supervisão.
Nos estágios curriculares I e II, a atividade docente envolve aspecto
extensionista com um trabalho de monitoria que objetiva identificar e trabalhar
dificuldades de aprendizagem com alunos dos sistemas de ensino. Nessa atividade,
são realizadas reflexões, análises e avaliações dos resultados com justificativa
teórica.
Nos estágio III e IV, a atividade docente é desenvolvida por meio da regência
de aulas em escolas, com supervisão sistemática realizada pelo professor
responsável.
O estágio supevisionado é considerado um dos componentes fundamentais do
curso de formação de professores, em articulação intrínsica com a prática de ensino
e com as atividades do trabalho acadêmico, concorrendo conjuntamente para a
formação da identidade do educador.
As normas de funcionamento dos estágios encontram-se listadas nos anexos
deste projeto.
15
e) Estágios não-obrigatórios
Faculta-se aos estudantes, na forma da lei, a participação em estágios nãoobrigatórios. Esses estágios são entendidos como atividade opcional, desenvolvida
sob supervisão, com vistas à inserção no mundo do trabalho.
13) Metodologia de ensino e critérios de avaliação
A postura metodológica necessária para formar profissionais autônomos deve
possibilitar
aos
estudantes
oportunidades
de
interação
e
produção
de
conhecimentos tanto no trabalho coletivo, como no individual.
O papel do educando, nesse processo, é se dispor a descobrir como se
produz algo dentro de determinados parâmetros de cientificidade. Assim, sua atitude
deve ser a de aprender a buscar as informações nas diversas fontes possíveis,
selecioná-las conforme seu interesse e não se limitar a recebê-las de maneira pronta
e acabada.
Na proposta metodológica do curso de Matemática, enfatisa-se um processo
de elaboração do conhecimento por meio de práticas voltadas à resolução de
exercícios e problemas com a utilização permanente e sistemática do conhecimento
em atividades teórico-práticas. Ela deve possibilitar a articulação teoria-práticateoria.
Ao professor cabe auxiliar o futuro profissional em suas aventuras de
conhecimento, garantindo que ocorra um processo de amadurecimento científico
condizente com seu estágio de desenvolvimento intelectual e buscando um
aprimoramento consistente. Para isso, é necessária também uma atitude de
respeito, por parte do educador, para com o processo de aprendizado do indivíduo,
que está no início do desenvolvimento da sua trajetória no conhecer.
Neste sentido, com o objetivo de formar profissionais de Matemática, são
diversas as práticas de ensino-aprendizagem que podem ser desenvolvidas, como,
por exemplo, contato e pesquisa com referências bibliográficas, nas mais diversas
fontes históricas; com meios multimídias; construção de recursos e atividades
didáticas, entre outras, oportunizando-se a discussão e produção sobre as
informações e a compreensão desses experimentos que devem ser sempre
significativos.
A concepção de avaliação da aprendizagem do curso de Matemática, de
acordo com sua dinâmica curricular, é entendida como processual, dialógica,
16
formativa e includente, comprometida com a formação pessoal e profissional do
futuro professor e, portanto, parte intrínseca do processo educativo, isto é, permeia
tanto o planejamento pedagógico, quanto os processos que se realizam, de forma
reflexiva e intencional.
Nesse sentido, a avaliação caracteriza-se como processo cuja essência está
no diálogo crítico entre alunos, professores e conhecimento. Sua função precípua é
de diagnóstico com a finalidade de tomar decisões relativas à prática pedagógica,
em especial, relativa aos alunos e a sua condição de futuros profissionais e
cidadãos.
Assim, por meio de um trabalho conjunto, da comunidade do curso, pretendese superar as dificuldades encontradas por meio da análise dos caminhos
percorridos, durante o processo educativo, diagnosticando e prevenindo possíveis
dificuldades que os alunos possam encontrar na aquisição e reelaboração do saber.
Para a implementação desses princípios fundantes, há espaço para a
utilização de vários instrumentos avaliativos: provas escritas, relatórios, pesquisas,
produções textuais, seminários, microaulas, entre outros; que possibilitam a
obtenção de resultados que ajudam tanto os professores, quanto os alunos a
demonstrarem o que conseguiram realizar, saber e aprender no trabalho cotidiano
de sala de aula.
Quanto ao processo de avaliação, seus critérios gerais estão oficializados no
Regimento Geral. De acordo com esse regimento, o sistema de avaliação dos
estudantes compõe-se de duas avaliações parciais e uma avaliação final, no período
letivo, cumpridos os prazos estabelecidos no calendário acadêmico.
Cada avaliação parcial é realizada, de acordo com os critérios estabelecidos
pelo professor responsável pela disciplina, leva em consideração as peculiaridades
inerentes a cada atividade.
É considerado aprovado: a) o estudante que, independentemente do exame
final, obtiver média igual ou superior a sete no semestre letivo; b) o estudante que,
submetido a exame final, obtiver nota igual ou superior a cinco, correspondente à
média entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame final.
É considerado reprovado: a) o estudante que não obtiver frequência mínima de
setenta e cinco por cento das aulas e atividades didático-pedagógicas programadas;
b) o estudante que, após o exame final, obtiver nota inferior a cinco, resultante da
média entre a nota de aproveitamento do semestre letivo e a nota do exame final.
17
14) Gestão acadêmico-administrativa
O curso é administrado por uma coordenação, escolhida pela Reitora. O
coordenador do curso tem, segundo o artigo 42 do Estatuto, as seguintes
atribuições:
a) gestão administrativa e pedagógica;
b) planejamento, organização e funcionamento das atividades de ensino,
pesquisa e extensão, bem como dos demais processos e atividades;
c) acompanhamento da vida acadêmica dos estudantes;
d) articulação do curso com os demais órgãos e comunidade externa;
e) avaliação sistemática do curso.
A concepção de gestão acadêmico-administrativa adotada pelo curso é de
gestão compartilhada entre o coordenador, o Colegiado do Curso e o Núcleo
Docente Estruturante (NDE).
O Colegiado do Curso tem o coordenador por seu presidente e conta com a
participação de representantes do corpo docente e representante do corpo discente,
eleitos por seus pares. As atribuições no seu âmbito são de cunho deliberativo e
consultivo. O Núcleo Docente Estruturante é composto pelo coordenador, também
como presidente, mais representantes docentes, sendo suas atribuições de cunho
pedagógico. Participam, ainda, da gestão do curso o a coordenação de estágios e a
coordenação de pesquisa e extensão.
A coordenação promove a gestão do curso, especialmente, nas seguintes
atividades:
a) elaboração conjunta, no período que antecede o início do ano letivo, do
planejamento anual do projeto de gestão acadêmico-administrativa com ênfase na
organização das atividades de apoio técnico-administrativo e na organização do
trabalho pedagógico-científico previstos no planejamento do curso;
b) reuniões coletivas em que predominam o diálogo e o consenso, com vistas
à racionalização do trabalho de gestão;
c) elaboração e desenvolvimento de planos de trabalho diretamente ligados à
gestão acadêmico-administrativa do curso;
d) reuniões de trabalho para análise e busca de soluções de dificuldades
detectadas pela Comissão Própria de Avaliação e pelo processo de autoavaliação
do curso a ser implementado.
18
15) Processo de autoavaliação
A autoavaliação é parte integrante do projeto pedagógico do curso e
caracteriza-se como um processo permanente, formativo e educativo. Pauta-se pelo
disposto do projeto institucional de autoavaliação e está voltado para o estudo de um
conjunto de ações processuais pelas quais objetiva-se sistematizar e trabalhar os
dados obtidos, no intuito de melhorar os aspectos negativos e aperfeiçoar ou manter
os que já estão bem estruturados.
As ações previstas estão centradas nos seguintes aspectos:
a) estrutura organizacional e gestão administrativa;
b) relações entre estudantes, professores e equipe técnico-administrativa;
c) currículo e suas relações com as exigências sociais e profissionais, bem
como o desenvolvimento real de seus componentes (conteúdos programáticos, perfil
esperado do futuro profissional, competências e habilidades, métodos de ensino e
de avaliação da aprendizagem, atividades de pesquisa e extensão, atividades
profissionais, atividades culturais, estágio curricular supervisionado e trabalho de
conclusão do curso);
d) envolvimento da comunidade acadêmica na elaboração e execução de
planos de ação e de trabalho;
e) avaliação das diferentes dimensões do próprio processo de autoavaliação
empregado.
Entre os instrumentos de avaliação mais comuns utilizados pelo curso em seu
processo
de
autoavaliação
podem
ser
citados:
questionários,
entrevistas,
depoimentos e discussões com professores, estudantes e equipe técnicoadministrativa.
O projeto de autoavaliação do curso encontra-se em anexo.
16) Responsabilidade social
Entende-se que a educação se constitui num processo complexo e relacional
de formação e desenvolvimento pessoal, inscrito, por um lado, no campo das
habilidades profissionais e, por outro, no campo dos valores éticos. Constitui-se,
ainda, num bem social de caráter coletivo, que envolve as instâncias institucional,
familiar e individual.
Portanto, a responsabilidade social no ensino configura-se como um elemento
eminentemente ético por meio do qual se buscam produzir condutas em que as
19
pessoas se sintam comprometidas com o desenvolvimento equitativo e sustentável
do país, pautem suas ações por referências éticas e sejam criativos na articulação
entre a sua profissão e a promoção do desenvolvimento coletivo. A responsabilidade
social no ensino se expressa, então, na intenção de assegurar uma formação que
promova o êxito profissional, fundamentada em princípios éticos, humanísticos e de
sensibilidade social.
Nesse sentido, no Centro Universitário Franciscano, o processo de ensinoaprendizagem empenha-se para o desenvolvimento e incorporação, por todos e
cada um, de uma série de princípios, expressos no projeto pedagógico institucional:
a) educar para a cidadania ao oferecer um lugar permanente para o
aprendizado, pelo exercício da ética e do rigor científico;
b) promover a formação de cidadãos capacitados ao exercício de sua profissão
que possam contribuir para o desenvolvimento humano e para a construção da paz;
c) desenvolver uma educação de qualidade, para a formação de profissionais
críticos;
d) produzir e divulgar o conhecimento em suas diferentes formas e aplicações,
pela preservação da vida.
A responsabilidade social no ensino se expressa no projeto pedagógico do
curso de Matemática e ganha visibilidade por meio das seguintes ações:
a) promoção do engajamento do aluno em atividades sociais através de
atividades de ensino, desenvolvidas por professores e alunos em escolas da
comunidade;
b) incentivo ao desenvolvimento de trabalhos finais de graduação que
possibilitem a interação e a integração do aluno com a sociedade, realizando tarefas
que possam contribuir para melhorar a aprendizagem e que sirvam de apoio
didático-metodológico no exercício do magistério;
c) construção de conhecimento de uma sociedade extramuros, que tenha por
base valores éticos de cidadania, tolerância e dignidade, através da realização das
disciplinas de Ética e Cidadania e Antropologia e Cosmovisão;
d) criação de situações que propiciem aos acadêmicos desenvolver a
capacidade de analisar, de maneira crítica, situações éticas do cotidiano através das
disciplinas da matriz curricular, sejam elas de formação específica ou complementar;
e) discussão sobre o tema através de palestras, que são realizadas no início de
cada ano letivo e durante a Jornada Nacional de Educação, promovida pelos cursos
de licenciatura;
20
f) execução de atividades de ensino, extensão e pesquisa, que promovam a
educação, produzindo melhorias na sociedade local e regional;
g)
incentivo
aos
discentes
na
realização
de
estágios
e
atividades
extracurriculares, possibilitando o registro dessas atividades como atividades
curriculares complementares;
h) incentivo aos alunos a participarem de eventos específicos da área ou de
formação complementar, buscando seu aprimoramento profissional e pessoal.
17) Programas de atenção aos estudantes
Os estudantes têm acesso a programas de atenção que se destinam a
contribuir para a formação pessoal e pedagógico-científica. Esses programas são os
seguintes:
a) Programa de Bolsa de Monitoria: possibilita ao estudante de graduação
auxiliar os docentes nas atividades de caráter técnico-didático, no âmbito de
determinada disciplina, basicamente, nas aulas práticas, a partir de vagas e critérios
determinados pela Pró-reitoria de Graduação;
b) Programa de Tutoria: objetiva oferecer aos discentes, com necessidades de
melhoria de rendimento escolar, a oportunidade de realizar, em pequenos grupos,
estudos complementares, com o auxílio de um estudante-tutor e sob a supervisão de
um professor;
c) Programa de Bolsa de Iniciação Científica: é um instrumento de integração
das atividades de graduação e pós-graduação que objetiva iniciar o estudante na
produção do conhecimento e permitir sua convivência com o procedimento
acadêmico em suas técnicas, organizações e métodos;
d) Programa de Bolsa de Extensão: tem como objetivo estimular a participação
dos estudantes nos programas de extensão da instituição e desenvolver a sua
sensibilidade para os problemas sociais e para diversas formas de manifestações
culturais da população. As bolsas são concedidas mediante plano de trabalho
vinculado a um projeto de extensão.
e) Programa de Assistência Financeira: é voltado para o estudante carente e
oferece bolsas institucionais e financiamentos externos: Programa Universidade
para Todos - Prouni, auxílios da Associação dos Profissionais Liberais Universitários
do Brasil - Fundaplub e auxílios parciais e integrais.
21
f) A Coordenadoria de Atenção ao Estudante - Cores - presta assistência aos
estudantes com vistas a sua integração acadêmica, científica e social. Isso se
efetiva por meio de ações de acolhimento, apoio psicopedagógico na organização,
na gestão das aprendizagens, nos métodos de estudo e na promoção da adaptação
e do sucesso estudante.
A Coordenadoria de Atenção ao Estudante é constituída por duas divisões: a
primeira, Divisão de Assistência Financeira orienta os estudantes sobre os
programas relacionados à assistência financeira. A segunda, Divisão de Assistência
Educativa é responsável por atendimento psicológico, quanto às questões que
interferem no desempenho do estudante, orientação profissional; acompanhamento
de egressos e estágios, recepção aos calouros, possibilidade de orientação jurídica
e assessoria a formaturas.
g) Meios de divulgação de trabalhos e produções: o Centro Universitário
Franciscano mantém duas revistas próprias para a divulgação de trabalhos
acadêmicos: a revista Vidya e a Disciplinarum Scientia. A revista Disciplinarum
Scientia é destinada à publicação dos trabalhos dos estudantes, enquanto a revista
Vidya publica trabalhos de professores e pesquisadores.
Além dessas revistas, o Centro Universitário realiza, a cada ano, o Simpósio de
Ensino, Pesquisa e Extensão - Sepe - evento em que os trabalhos de ensino,
pesquisa e extensão são apresentados e publicados em anais.
h) Pastoral Universitária: oportuniza aos estudantes espaços para convivência
em grupos, com vistas ao crescimento pessoal e ao compromisso evangelizador.
Pois tem como base a formação humana cristã. A Pastoral promove encontros para
a prática de reflexão sobre compromisso solidário, bem como estimula a convivência
amigável no âmbito educacional e na sociedade em geral.
18) Anexos
Anexo 1 - Ementas e bibliografias
1° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
EDU318
Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação
Introdução aos fundamentos histórico-filosóficos da educação.
Conhecimento histórico-filosófico da educação. Reflexões sobre o
contexto educacional brasileiro.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. São Paulo:
Moderna, 1991.
LUCKESI, Cipriano C. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1992.
SAVIANI, D. Educação: do senso comum à consciência filosófica. 8.
22
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
ed. São Paulo: Cortez, 1986.
ARANHA, M. Lúcia de Arruda. História da educação. São Paulo:
Moderna, 1989.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. São Paulo:
Brasiliense, 1981.
CHAUÍ, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 1996.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros
escritos. São Paulo: Unesp, 2000.
____. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática
educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
GADOTTI, Moacir. Pensamento pedagógico brasileiro. São Paulo:
Ática, 1988.
GIROUX, HENRY. Pedagogia radical: subsídios. São Paulo: Cortez,
1983.
KONDER, Leandro. O que é dialética. São Paulo: Abril cultural, 1985.
LIPMAN, M; OSCANYAN, F; SHARP, A. M. A filosofia na sala de aula.
São Paulo: Nova Alexandria, 2001.
NUNES, Benedito. A filosofia contemporânea: trajetos iniciais. São
Paulo: Ática, 1991.
SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação escolar brasileira: estrutura,
administração e legislação. São Paulo: Pioneira, 1999.
SUCHODOLSKI, Bogdan. A pedagogia e as grandes correntes
filosóficas: pedagogia da essência e pedagogia da existência. Lisboa:
Livros Horizonte, 1984.
ZILLES, Urbano. Grandes tendências na filosofia do século XX e suas
Influências no Brasil. Caxias do Sul: Educs, 1987.
MTM358
Desenho Geométrico
Morfologia geométrica. Construções geométricas e estudo dos
problemas da geometria euclidiana que podem ser resolvidos com
régua e compasso. Sólidos geométricos. Ensino do desenho
geométrico com o uso de softwares.
CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. Rio de Janeiro:
LTC, 1987.
JANUÁRIO, A. J. Desenho geométrico. Florianópolis: UFSC, 2000.
FREDO, B. Noções de geometria e desenho técnico. São Paulo: Icone,
1994.
REZENDE, E. Q. F; QUEIROZ, M. L. B. Geometria euclidiana plana e
construções geométricas. Campinas: Unicamp, 2000.
WAGNER, E. Construções geométricas. Rio de Janeiro: SBM, 1994.
MTM325
Fundamentos de Matemática I
Cálculo algébrico. Polinômios. Progressões aritméticas e geométricas.
DANTE, Luiz Alberto. Matemática contexto e aplicações. São Paulo:
Ática, 1998.
LIMA, E. L et al. A matemática do ensino médio. Rio de Janeiro: SBM,
1988.
MORGADO, A. C et al. Progressões e matemática financeira. Rio de
Janeiro: SBM, 1999.
BIANCHINI, Edwaldo. Matemática. São Paulo: Moderna, 2002.
DANTE, Luiz Alberto Tudo é matemática. São Paulo: Atica, 2002.
Educação Matemática em Revista. Sociedade Brasileira de Educação
Matemática.
IMENES, Luiz Marcio; LELLIS, Marcelo. Matemática no ensino
23
fundamental. São Paulo: Scipione, 2002.
Revista do Professor de Matemática. Sociedade Brasileira de
Matemática.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
2° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
MTM326
Pré-Cálculo
Números reais. Plano coordenado e gráfico de equações. Funções
reais.
ANTON, H. Cálculo: um novo horizonte. Porto Alegre: Bookman, 2000.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1987.
ÁVILA, Geraldo S. Introdução às funções e à derivada. São Paulo:
Atual, 1997.
EDWARDS; PENNEY. Cálculo com geometria analítica. São Paulo:
Prentice Hall, 1997.
HOFFMANN, L. D; BRADLEY, G. Cálculo: um curso moderno e suas
aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
SANTOS, A. R; BIANCHINI, W. Aprendendo cálculo com maple:
cálculo de uma variável. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
SWOKOWSKI, E. W. O cálculo com geometria analítica. São Paulo:
Makron Books, 1994.
MTM311
Lógica Matemática
Proposições e conectivos. Operações lógicas sobre proposições.
Construções de tabelas-verdade. Implicação e equivalência lógica.
Argumentos. Técnicas dedutivas. Quantificadores. Álgebra das
proposições e álgebra de Boole.
ALENCAR FILHO, Edgard. Iniciação à lógica matemática. São Paulo:
Nobel, 1996.
DAGHLIAN, T. Lógica e álgebra de Boole. São Paulo: Atlas, 1990.
BEZERRA, L. H et al. Introdução à matemática. Florianópolis: UFSC,
1995.
GERSTING, J. L. Fundamentos de matemática para a ciência de
computação. Rio de Janeiro: LTC, 1995.
FIL311
Ética e Cidadania
Ética, cidadania e historicidade. Indivíduo, sociedade e Estado.
Construção da cidadania. Valor ético do trabalho e da profissão.
CAMARGO, Marculino. Fundamentos de ética geral e profissional.
Petrópolis: Vozes, 2001.
PIRES, Cecília Maria Pinto. Ética e cidadania. Porto Alegre:
Dacasa/Palmarinca, 1999.
VÁZQUEZ, A. S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômacos. Brasília: Universidade de Brasília,
1999.
BOBBIO, Norbeto. A era dos direitos. São Paulo: Campus, 1992.
BOFF, Leonardo. Ética da vida. Brasília: Letraviva, 2000.
DIMENSTEIN, Gilberto. O cidadão de papel: a infância, a adolescência
e os direitos humanos no Brasil. São Paulo: Ática, 1994.
HERKENHOFF, João Baptista. Ética, educação e cidadania. Porto
Alegre: Livraria do Advogado, 2001.
JUNGES, José Roque. Bioética. São Leopoldo: Unisinos, 1999.
MARQUES, Mário Osório. Botar a boca no mundo. Ijuí: Unijuí, 1999.
MANZINI-COVRE, Maria de Lourdes. O que é cidadania. São Paulo:
24
Brasiliense, 1995.
NALINI, José Renato. Ética geral e profissional. São Paulo: Revista
dos Tribunais, 2001.
VALLS, Álvaro. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 1986.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
MTM310
Cálculo I
Funções. Limite de uma função real. Funções contínuas. Derivada.
Aplicações da derivada. Aproximação de funções.
ANTON, Howard. Cálculo: um novo horizonte. Porto Alegre: Bookman,
2002.
STEWART, James. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2006.
AVILA, Geraldo S. Cálculo I. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
DJAIRO, G. F. Análise I. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
EDWARDS, C. H; PENNEY, D. E. Cálculo com geometria analítica. Rio
de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1997.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
HARRIS, K; LOPEZ, R. J. Discovering calculus with maple. New York:
John Wiley and Sons, 1995.
HOFFMANN, L. D; BRADLEY, G. Cálculo: um curso moderno e suas
aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
SANTOS, A. R; BIANCHINI, W. Aprendendo cálculo com maple:
cálculo de uma variável. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
MTM327
Geometria Analítica
Vetores. Retas e planos. Mudança de coordenadas. Cônicas.
Superfícies quádricas.
WINTERLE, P. Vetores e geometria analítica. São Paulo: Makron
Books, 2000.
BOULOS, Paulo; CAMARGO, Ivan de. Geometria analítica. São Paulo:
MacGraw-Hill, 1995.
____. Introdução à geometria analítica no espaço. São Paulo: Makron
Books, 1997.
LEHMANN, Charles H. Geometria analítica. Rio de Janeiro: Globo,
1970.
EDU250
Educação Digital
Informática na educação. Educação e virtual. Utilização de softwares e
ambientes de aprendizagem.
CASTELLS, M. A galáxia da internet: reflexões sobre a Internet, os
negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
____. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 2001.
LÉVY, P. Cibercultura. Rio de Janeiro: 34, 1999.
MORAN, J. Mudanças na comunicação pessoal. São Paulo: Paulinas,
2000.
RAMAL, A. Educação na cibercultura. Porto Alegre: Artmed, 2002.
BORBA, M. C; PENTEADO, M. G. Informática e educação matemática.
Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
CAMPOS, F. C. A. Cooperação e aprendizagem on-line. Rio de
Janeiro: DP&A, 2003.
CANO, Cristina Alonso. Os recursos da informática e os contextos de
ensino e aprendizagem. In: SANCHO, Juana M (org.). Para uma
tecnologia educacional. Porto Alegre: Artmed, 1998.
25
HERNÁNDEZ, F; VENTURA. A organização do currículo por projetos
de trabalho. O conhecimento é um caleidoscópio. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1998.
____. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era
da informática. Rio de Janeiro: 34, 1993.
MORAN, J. A educação que desejamos: novos desafios e como
chegar lá. São Paulo: Papirus, 2007.
PAPERT, S. A máquina das crianças: repensando a escola na era da
informática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
CNT101
Metodologia Científica
Ciência e conhecimento. Método científico. Trabalhos acadêmicos.
Exercício de elaboração de diferentes trabalhos acadêmicos.
ANDRADE, Maria Margarida. Introdução à metodologia do trabalho
científico: elaboração de trabalhos de graduação. São Paulo: Atlas,
2009.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo:
Atlas, 2002.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Maria de Andrade. Fundamentos de
metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2005.
LIMA, Manolita C. Monografia: a engenharia da produção acadêmica.
São Paulo: Saraiva, 2008.
OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico: técnicas de redação e de
pesquisa científica conforme normas atuais da ABNT. Petrópolis:
Vozes, 2008.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São
Paulo: Cortez, 2007.
ALVES-MAZZOTTI, Alda J; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O
método das ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e
qualitativa. São Paulo: Pioneira Learning Thomson, 2002.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:
informação e documentação - Referências – Elaboração. Rio de
Janeiro: ABNT, 2002.
____. NBR 6024: informação e documentação - numeração
progressiva das seções de um documento escrito – apresentação. Rio
de Janeiro: ABNT, 2003.
____. NBR 6027: informação e documentação - sumário apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.
____. NBR 10520: informação e documentação - citações em
documentos - apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
____. NBR 14724: informação e documentação - trabalhos acadêmicos
- apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2005.
FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas técnicas para o trabalho científico:
explicitação das normas da ABNT. Porto Alegre: Brasul, 2009.
ISKANDAR, Jamil I. Normas da ABNT: comentadas para trabalhos
científicos. Curitiba: Juruá, 2009.
MTM329
Fundamentos de Matemática II
Trigonometria no triângulo retângulo. Trigonometria na circunferência.
Funções trigonométricas. Números complexos. Trigonometria e
números complexos. Regiões no plano complexo.
CARMO, M. P; MORGADO, A. C; WAGNER, E. Trigonometria e
números complexos. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de
26
Bibliografia
complementar
3° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Matemática/Instituto de Matemática Pura e Aplicada, 1992.
ÁVILA, G. Funções de uma variável complexa. Rio de Janeiro: LTC,
1977.
CHURCHILL, R. V. Variáveis complexas e suas aplicações. São Paulo:
MacGraw-Hill, 1975.
HAUSER, A. Variáveis complexas com aplicações à física. São Paulo:
LTC, 1972.
SPIEGEL, M. Variáveis complexas. Rio São Paulo: MacGraw-Hill,
1977.
MTM312
Cálculo II
Integral de Riemann. Aplicações da integral definida. Coordenadas
polares. Sequências e séries numéricas.
ANTON, Howard. Cálculo: um novo horizonte. Porto Alegre: Bookman,
2002.
STEWART, James. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2006.
AVILA, Geraldo S. Cálculo I. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
____. Cálculo II. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
EDWARDS, C. H; PENNEY, D. E. Cálculo com geometria analítica. Rio
de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1997.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC,
2001.
HOFFMANN, L. D; BRADLEY, G. Cálculo: um curso moderno e suas
aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
SANTOS, A. R; BIANCHINI, W. Aprendendo cálculo com maple:
cálculo de uma variável. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com geometria analítica. São Paulo:
McGraw Hill, 1983.
MTM330
Álgebra Linear I
Matrizes e sistemas de equações lineares. Determinantes. Espaços
vetoriais euclidianos.
ANTON, R. Álgebra Linear com aplicações. Porto Alegre: Bookman,
2002.
BOLDRINI et al. Álgebra linear. São Paulo: Harbra, 1980.
LAY, D. C. Álgebra linear e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC,
1998.
LEON, S. J. Álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
LIMA, E. L. Álgebra linear. Rio de Janeiro: SBM, 1995.
MTM313
Matemática Discreta
Teoria de conjuntos. Indução matemática. Análise combinatória.
Funções geradores. Relações de recorrência. Teoria de grafos.
SANTOS, José Plínio de Oliveira; MELLO, Margarida P; MURARI,
Idani T. C. Introdução à análise combinatória. Campinas: Unicamp,
2002.
ALENCAR FILHO, Edgard de. Teoria elementar dos conjuntos. São
Paulo: Nobel, 1974.
GERSTING, Judith L. Fundamentos matemáticos para a ciência da
computação. Rio de Janeiro: LTC, 1995.
27
GRAHAM, Ronald L; KNUTH, Donald E; PATASHNIK, Oren.
Matemática concreta: fundamentos para a ciência da computação. Rio
de Janeiro: LTC, 1995.
MORGADO, Augusto César de Oliveira. Análise combinatória e
probabilidade. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática,
1991.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
EDU313
Políticas Educacionais e Gestão Escolar
Políticas e organização da educação básica brasileira. Legislação da
educação básica brasileira. Organização escolar e gestão da educação
básica.
BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional: lei 9394,
20.12.1996 (Lei Darci Ribeiro). Plano nacional de educação: lei
n.10.172, de 10 de janeiro de 2001, legislação correlata e
complementar. Bauru: Edipro, 2006.
GADOTTI, Moacir. Perspectivas atuais da educação. Porto Alegre:
Artes Médicas, 2000.
LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e
prática. Goiânia: Alternativa, 2001.
LÜCK, Heloísa. Gestão educacional: uma questão paradigmática.
Petrópolis: Vozes, 2006.
MELLO, Guiomar Namo de. Educação escolar brasileira: o que
trouxemos do século XX? Porto Alegre: Artmed, 2004.
FERREIRA, Naura S. Carapeto; AGUIAR, Márcia Ângela da S. (orgs.).
Gestão da educação: impasses, perspectivas e compromissos. São
Paulo: Cortez, 2001.
FORTUNATI, José. Gestão da educação pública: caminhos e desafios.
Porto Alegre: Artmed, 2006.
RIO GRANDE DO SUL. Constituição do Rio Grande do Sul/98. Porto
Alegre: Corag, 1989.
____. Lei orgânica do município de Santa Maria/90. Santa Maria:
Palloti, 1997.
SEVERINO, Antonio Joaquim; FAZENDA, Ivani Catarina Arantes.
Políticas educacionais: o ensino nacional em questão. Campinas:
Papirus, 2003.
VIEIRA, Sofia Lerche. Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de
Janeiro: DP&A, 2002.
MTM331
Laboratório de Prática de Ensino-Aprendizagem em Matemática
Elaboração e utilização de materiais instrucionais. Softwares e sites
educativos. Desenvolvimento de atividades com o uso de recursos
tecnológicos para o ensino da matemática.
BALDIN, Yuriko Yamamoto. VILLAGRA, Guillermo A. Lobos.
Atividades com Cabri-Géomètre II. São Carlos. EdUFSCar, 2002.
Manual do Graphmatica. Disponível em:
<http//www8.pair.com/ksoft/about.html>.
Manual da Régua e Compasso, disponível em:
<http://www.es.cefetcampos.br/softmat/download/atividades/REC.pdf>
Manual do Winmat. Disponível em: <http://www.luisclaudio.mat.br>.
MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos; BEHRENS, Marilda.
Novas tecnologias e Mediação Pedagógica. 16 ed. Campinas: Papirus,
2009.
GUELLI, Oscar. Coleção Contando a história da matemática. V. 1-7.
Ensino Fundamental. São Paulo : Ática, 2000-2.
JESUS, A. R. Winplot (versão em português). In: Revista do professor
28
de matemática. Número 47, agosto/novembro, p. 41-44, São Paulo:
Sociedade Brasileira de Matemática, 2001. Disponível em:
<http://www.bibvirt.futuro.usp.br/textos/hemeroteca/rpm/rpm47/rpm47_
09.pdf>. Acesso em 22 jun. 2006.
JESUS, A. R.; SOARES, E. Gráficos animados no Winplot. In: Revista
do professor de matemática. Número 56, janeiro/abril, p. 34-44, São
Paulo: Sociedade Brasileira de Matemática, 2002.
JÜRGEN, G.; KORTENKAMP, U. User manual for the interactive
geometry software Cinderella. Berlim: Springer, 2000.
MARIANI, V. C. Maple: Fundamentos e aplicações. Rio de Janeiro:
LTC, 2005.
NETO, Ernesto Rosa. Didática da Matemática. 9. ed. Série Educação.
São Paulo : Ed. Ática, 1997.
NÓBRIGA, Jorge C. Costa. Aprendendo matemática com o cabrigéomètre II. Brasília: 2003. v. 2.
NUNES, A.; GRAVINA, M. Geometria dinâmica e a lei dos cossenos.
In: Revista do professor de matemática. Número 52,
setembro/dezembro, p. 33-39, São Paulo: Sociedade Brasileira de
Matemática, 2003.
Recursos didáticos na Internet disponíveis em:
www.portaldoprofessor.mec.gov.br, www.webeduc.mec.gov.br;
www.somatematica.com.br; www.matematicahoje.com.br;
www.ime.unicamp.br; www.rived.mec.gov.br; www.unifra.br/rived;
www.dominiopublico.gov.br; www.tvcultura.com.br/artematematica.
Softwares de apoio a disciplina: Cabri Géomètre II, Calques 3d,
Winplot, Winmat, Tales, Régua e Compasso, Graphmatica, Cinderella.
4° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
MTM332
Cálculo III
Funções de várias variáveis. Funções diferenciáveis. Regra da cadeia.
Gradiente e derivada direcional. Fórmula de Taylor. Máximos e
mínimos.
ANTÓN, H. Cálculo: um novo horizonte. Porto Alegre: Bookman, 2006.
PINTO, D; MORGADO, M. C. Cálculo diferencial e integral de funções
de várias variáveis. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997.
AVILA, G. S. Cálculo: Funções de várias variáveis. Rio de Janeiro:
LTC, 1996.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
MARSDEN, J; TROMBA, A; WEINSTEIN, A. Basic multivariable
calculus. New York: Springer-Verlag, 1993.
PINTO, D; MORGADO, M. C. Cálculo diferencial e integral de funções
de várias variáveis. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997.
MTM333
Álgebra Linear II
Espaços vetoriais com produto interno. Autovalores e autovetores.
Transformações lineares. Formas quadráticas.
HOWARD, A; RORRES, C. Álgebra linear com aplicações. Porto
Alegre: Bookman, 2002.
BOLDRINI, J. L et al. Álgebra linear. São Paulo: Harper & Row do
Brasil, 1990.
LANG, S. Álgebra linear. São Paulo: Edgard Blucher, 1976.
NOBLE, G; DANIEL, J. Álgebra linear aplicada. Rio de Janeiro:
Prentice Hall, 1987.
STRANG, G. Linear algebra and Its applications. New York: Academic
29
Press, 1983.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
FSC237
Física I
Medição.
Movimento
unidimensional.
Vetores.
Movimento
bidimensional: cinemática da rotação e lançamento de projéteis.
Dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Conservação da energia
mecânica. Impulso e momento linear. Colisões. Dinâmica da rotação.
HALLIDAY, D; RESNICK, R; KRANE, K. S. Física. Rio de Janeiro:
LTC, 1996.
HALLIDAY, D; RESNICK, R; WALKER, J. Fundamentos de física. Rio
de Janeiro: LTC, 2002.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica. São Paulo: Edgard
Blücher, 1999.
SEARS, F; ZEMANSKY, M. W; YOUNG, H. D. Física. Rio de Janeiro:
LTC, 1997.
TIPLER, P. A. Física. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1984.
MTM334
Projeto em Ensino da Matemática
Metodologia da modelagem matemática. Metodologia de resolução de
problemas. Engenharia didática.
BASSANEZI, R. C. Ensino-aprendizagem com modelagem
matemática: uma nova estratégia. São Paulo: Contexto, 2006.
BICUDO, M. A. V. Pesquisa em educação matemática: concepções e
perspectivas. São Paulo: Unesp, 1999.
DANTE, Luis Roberto. Didática da resolução de problemas de
matemática. São Paulo: Ática, 2005.
PÓLYA, G. A arte de resolver problemas: um novo aspecto do método
matemático. Rio de Janeiro: Interciências, 1977.
BASSANEZI, R. C; FERREIRA, Jr. Equações diferenciais com
aplicações. São Paulo: Harbra, 1988.
BATSCHELET, E. Introdução à matemática para biocientistas. Rio de
Janeiro: Interciência, 1978.
BIEMBENGUT, M. S; SILVA, V. C. da; HEIN, N. Ornamentos x
criatividade: uma alternativa para ensinar geometria plana. Blumenau:
Furb, 1996.
D’AMBROSIO, U. Educação matemática: da teoria à prática.
Campinas: Papirus, 2005.
Educação matemática em revista. Porto Alegre: Sociedade Brasileira
de Educação Matemática - SBEM/RS, 1999.
Educação matemática em revista. São Paulo: Sociedade Brasileira de
Educação Matemática, 1998.
Revista do professor de matemática. Rio de Janeiro: Sociedade
Brasileira de Matemática/USP, 1982.
SMOLE, K. S (org.); DINIZ, M. I. (org.). Ler e escrever e resolver
problemas: habilidades básicas para aprender matemática. Porto
Alegre: Artmed, 2006.
PME291
Psicologia da Educação
Introdução à psicologia. Aprendizagem e construção do conhecimento.
Variáveis que interferem no processo de aprendizagem.
COLL, César. Psicologia da educação. Porto Alegre: Artes Médicas,
1999.
PIAGET, Jean. Para onde vai a educação. Rio de Janeiro: José
30
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Olímpio, 1974.
____. Seis estudos de psicologia. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
VIGOTSKY, Lev S et al. Formação social da mente. São Paulo: Martins
Fontes, 1998.
BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento. Porto
Alegre: Artmed, 2001.
BRAGHIROLLI, E. M et al. Psicologia geral. Porto Alegre: Vozes, 1998.
BOCK, Ana M et al. Psicologias: uma introdução ao estudo da
psicologia. São Paulo: Saraiva, 1999.
BOCK, Ana M; MARCHINA, Maria; FURTADO, Adair. Psicologia sóciohistórica: uma perspectiva crítica em psicologia. São Paulo: Cortez,
2001.
CARVALHO, Alysson; SALLES, Fátima; GUIMARÃES; Marília.
Desenvolvimento e aprendizagem. Belo Horizonte: UFMG, 2002.
COUTINHO, Mércia Moreira; CUNHA, Maria Tereza da. Psicologia da
educação: um estudo dos processos psicológicos de desenvolvimento
e aprendizagem humanos, voltados para a educação: ênfase nas
abordagens interacionistas do psiquismo humano. Belo Horizonte: Lê,
2001.
DALL’AGNOL, Rosângela de S. Psicologia: estudos e reflexões. Novo
Hamburgo: Feevale, 2002.
DAVIS, Claudia; OLIVEIRA, Zilma. Psicologia na educação. São Paulo:
Cortez, 1993.
FADIMANN, J; FRAGER, R. Teorias da personalidade. São Paulo:
Harbra, 1996.
FERREIRA, Berta W; RIES, Bruno E (org.). Psicologia e educação:
desenvolvimento humano-infância. Porto Alegre: Edipucrs, 2001.
KUPFER, Maria C. Freud e a educação: o mestre do impossível. São
Paulo: Ática, 1990.
MILHOLLAN, Frank; FORISHA, Bill. Skinner x Rogers. São Paulo:
Summus, 1990.
MOREIRA, Marco Antonio. Ensino e aprendizagem: enfoques teóricos.
São Paulo: Moraes, 1983.
OLIVEIRA, Marta K. Vigotsky: aprendizado e desenvolvimento, um
processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 1999.
ROSA, Merval. Introdução à psicologia. Petrópolis: Vozes, 1995.
EDU328
Língua Brasileira de Sinais
Introdução à língua de sinais. Alfabeto manual. Diálogos com
estruturas afirmativas, negativas e interrogativas. Expressões de
quantificação e intensidade. Descrição: narrativa básica.
CAPOVILLA, F. Dicionário trilíngue de libras. São Paulo: USP, 2001.
KARNOPP, Lodenir Becker; QUADROS, Ronice Muller. Língua de
sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto alegre: Artimed, 2004.
SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. São Paulo:
Mediação, 2008.
LOPES. M. C. Redações de poderes no espaço multicultural da escola
para surdos. In. QUADROS, Ronice Muller. Educação de surdos: a
aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artimed, 1997.
OLIVEIRA, Luiza de Fátima Medeiros de. Formação docente na escola
inclusiva: diálogo como fio tecedor. Porto Alegre: Mediação, 2009.
SKLIAR, Carlos. Pedagogia (improvável) da diferença. E se o outro
não estivesse aí? Rio de Janeiro: Dp&A, 2003.
____. (org.). Educação e exclusão: abordagens sócio-antropológicas
em educação especial. Porto Alegre: Mediação, 1998.
THOMA, Adriana da Silva; KLEIN, Madalena (org.). Currículo e
31
avaliação: a diferença surda na escola. Santa Cruz do Sul: Edunisc,
2009.
5° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
MTM335
Cálculo IV
Integrais duplas e triplas. Funções vetoriais. Cálculo vetorial. Integrais
de superfície.
ANTÓN, H. Cálculo: um novo horizonte. Porto Alegre: Bookman, 2000..
PINTO, D; MORGADO, M. C. F. Cálculo diferencial e integral de
funções de várias variáveis. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997.
STEWART, James. Cálculo. São Paulo: Pioneira, 2006.
ÁVILA, G. Cálculo 3. São Paulo: LTC, 1995.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
MARSDEN, J; TROMBA, A; WEINSTEIN, A. Basic multivariable
calculus. New York: Springer-Verlag, 1993.
MTM336
Geometria I
Axiomas e postulados. Teorema do ângulo externo e suas
consequências. Paralelismo. Polígonos. Semelhança de triângulos.
Circunferência e círculo. Área de superfícies planas.
BALDIN, Y. Y; VILLAGRA, G. L. Atividades com cabri-géomètre II. São
Carlos: Edufscar, 2002.
BARBOSA, J. L. M. Geometria euclidiana plana. Rio de Janeiro: SBM,
2006.
TINOCO, L. Geometria euclidiana por meio de resolução de
problemas. Rio de Janeiro: UFRJ, 1999.
CEDERBERG, Judith N. A course in modern geometries. New York:
Springer-Verlag, 2000.
DOLCE, O; POMPEO, J. N. Fundamentos da matemática elementar:
geometria plana. São Paulo: Atual, 1996.
EVES, H. História da geometria. São Paulo: Atual, 1992.
LIMA, E. L. Áreas e volumes. Rio de Janeiro: SBM, 1979.
____. Medida e forma em geometria: comprimento, área, volume e
semelhança. Rio de Janeiro: SBM, 1995.
REZENDE, E. Q. F; QUEIROZ, M. L. B. Geometria euclidiana plana e
construções geométricas. Campinas: Unicamp, 2000.
EDU316
Didática
Ciências da educação e prática pedagógica. Planejamento do
processo ensino-aprendizagem. Gestão da sala de aula. Avaliação do
processo ensino-aprendizagem
LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo:
Cortez, 2008.
MASETTO, M. T. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1997.
MORAES, M. C. O paradigma educacional emergente. Campinas:
Papirus, 2006.
MORETTO, V. P. Planejamento: planejando a educação para o
desenvolvimento de competências. Rio de Janeiro: Petrópolis, Vozes,
2009.
PILETTI. Claudino. Didática geral. São Paulo: Ática, 2000.
PIMENTA, S. G (org.). Pedagogia, ciência da educação? São Paulo:
Cortez, 2006.
BRASIL. Portal do Ministério da Educação. Disponível em:
32
complementar
http://portal.mec.gov.br/
CONTRERAS, J. A autonomia dos professores. São Paulo: Cortez,
2002.
LIBÂNEO, J. C. Pedagogia e pedagogos para quê? São Paulo: Cortez,
2005.
Livros didáticos da Educação Básica.
PIMENTA, S. G; GHEDIN, E (org.). Professor reflexivo no Brasil. São
Paulo: Cortez, 2005.
VEIGA, I. P. A (org.). Lições de didática. Campinas: Papirus, 2006.
____. Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível.
Campinas: Papirus, 2002.
Código
Disciplina
Ementa
FSC239
Física II
Oscilações. Hidrostática. Hidrodinâmica. Ondas em meios elásticos.
Temperatura. Calor e primeira lei da termidinâmica. Teoria cinética dos
gases. Entropia e segunda lei da termodinâmica.
HALLIDAY, D; RESNICK, R; KRANE, K. S. Física. Rio de Janeiro:
LTC, 1996.
HALLIDAY, D; RESNICK, R; WALKER, J. Fundamentos de física. Rio
de Janeiro: LTC, 2002.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica. São Paulo: Edgard
Blücher, 1999.
SEARS, F; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D. Física. Rio de Janeiro:
LTC, 1997.
TIPLER, P. A. Física. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1984.
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
6° semestre
Código
Disciplina
Ementa
MTM360
Estágio Curricular Supervisionado I
Fundamentos teórico-metodológicos do ensino da matemática.
Inserção em espaços educativos no ensino fundamental e médio.
Planejamento e execução de atividades didático-pedagógicas, para
acompanhamento do trabalho docente na escola. Elaboração e
apresentação de estudo teórico acerca das diferentes formas de
organização escolar.
BACQUET, M. Matemática sem dificuldades: ou como evitar que ela
seja odiada por seu aluno. Porto Alegre: Artmed, 2001.
PARRA, C; SAIZ, I. Didática da matemática: reflexões
psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: matemática (5ª a 8ª
séries). Brasília: MEC/SEF, 1998.
Site: www.rived mec.gov.br
CARAÇA, B. J. Conceitos fundamentais da matemática. Lisboa: Sá da
Costa, 1984.
Livros didáticos de matemática. Ensino Fundamental. Brasil.
DANTE, Luis Roberto. Matemática: contexto e aplicações. São Paulo:
Atlas, 1999.
Revista do professor de matemática. Rio de Janeiro: Sociedade
Brasileira de Matemática, 1982.
Educação matemática em revista. Porto Alegre: Sociedade Regional
de Educação Matemática, 1998.
FIL310
Antropologia e Cosmovisão Franciscana
Antropologia filosófica e seu objeto de estudo. Pessoa humana.
33
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Alteridade: reverência e cuidado. Cosmovisão franciscana:
transcendência e humanização.
BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano-compaixão pela terra.
Petrópolis: Vozes, 2000.
BUZZI, Arcângelo R. Introdução ao pensar: o ser, o conhecer, a
linguagem. Petrópolis: Vozes, 1990.
____. Filosofia da vida: visão franciscana. Braga: Franciscana, 2000.
ARENDT, Hannah. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 1997.
BOFF, Leonardo. São Francisco de Assis: ternura e vigor, uma leitura
a partir dos pobres. Petrópolis: Vozes, 1981.
____. A águia e galinha. Petrópolis: Vozes, 2000.
CAYOTA, M. Semeando entre brumas: utopia franciscana e
humanismo renascentista: uma alternativa para a conquista. Petrópolis:
Cepepal, 1992.
MERINO, J. A. FRESNEDA, F. M. Manual de filosofia franciscana.
Petrópolis: Vozes, 2006.
MERINO, J. A. Humanismo franciscano: franciscanismo e mundo atual.
Petrópolis: FFB, 1999.
VAZ, H. C. L. Antropologia filosófica I. São Paulo: Loyola, 1991.
MTM338
Estatística I
Noções básicas de estatística. Distribuição de frequência. Medidas
descritivas. Amostragem. Estimação.
FONSECA, J. S; MARTINS, G. A. Curso de estatística. São Paulo:
Atlas, 1996.
OLIVEIRA, Therezinha de F. R. Estatística na escola. Rio de Janeiro:
Ao Livro Técnico, 1974.
TOLEDO, Geraldo L; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatística básica. São
Paulo: Atlas, 1995.
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 1997.
ENDO, S. K. Métodos quantitativos: números índices. São Paulo:
Atual, 1986.
LEVINE, M. D; BERENSON, M. L; STEPHAN, D. Estatística: teoria e
aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica. São Paulo: Makron
Books, 1978.
NETO, P. Costa. Estatística. São Paulo: Edgard Blucher, 1977.
SILVA, N. N. Amostragem probabilística. São Paulo: USP, 1998.
TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
MTM339
Teoria dos Números
Números inteiros. Máximo divisor comum. Números primos.
Congruências. Construção dos inteiros.
DOMINGUES, H. H; IEZZI, G. Álgebra moderna. São Paulo: Atual,
1982.
COUTINHO, S. C. Números inteiros e criptografia. Rio de Janeiro:
Impa, 1997
HEFEZ, A. Curso de álgebra. Rio de Janeiro: Impa, 1993.
SANTOS, J. P. H. Introdução à teoria de números. Rio de Janeiro:
Impa, 1998.
SCHUMACHER, C. Fundamental notions of abstract mathematics.
New York: Addison-Wesley, 1997.
34
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
MTM340
Equações Diferenciais Ordinárias
Equações diferenciais ordinárias de primeira ordem. Equações
diferenciais ordinárias de segunda ordem. Transformada de Laplace.
Sistemas de equações diferenciais de primeira ordem.
BOYCE, W. E; DIPRIMA, R. C. Equações diferenciais elementares e
problemas de valores de contorno. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
BASSANEZI, R. C; FERREIRA Jr., W. C. Equações diferenciais com
aplicações. São Paulo: Harbra, 1988.
BRAUN, M. Differential equations and their applications. New York:
Springer- Verlag, 1992.
COOMBES, K. R. E et al. Differential equations with maple. New York:
Second, John Wiley, 1997.
FIGUEIREDO, D. G; NEVES, A. F. Equações diferenciais aplicadas.
Rio de Janeiro: Impa, 1997.
ZILL, D. G. Equações diferenciais com aplicações em modelagem. São
Paulo: Thomson, 2003.
MTM361
Estágio Curricular Supervisionado II
Planejamento de ações pedagógicas para ensino de matemática.
Execução e avaliação de propostas de ações pedagógicas na
comunidade escolar.
BRASIL. Coleção explorando o ensino: matemática. Secretaria de
Educação Básica. Brasília: MEC/SEB, 2004. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&i
d=12583%3Aensino-medio&Itemid=859
____. Parâmetros Curriculares Nacionais: matemática. Ensino Médio.
Parte I: bases legais. Brasília: MEC/SEF, 2000. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/blegais.pdf
____. Parâmetros Curriculares Nacionais: matemática. Ensino Médio.
Parte III: ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília:
MEC/SEF, 2000. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/ciencian.pdf
____. Parâmetros Curriculares Nacionais: orientações educacionais
complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino
Médio.
Brasília:
SEMTEC,
2002.
Disponível
em:
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/CienciasNatureza.pdf
LIMA, E. L. Exame de textos: análise de livro de matemática para o
ensino médio. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática,
2001.
PAIS, Luiz Carlos. Didática da matemática: uma análise da influência
francesa. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
PARRA, C; SAIZ, I (org.). Didática da matemática: reflexões
psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
YVES, C; BOSCH, M; GASCÓN, J. Estudar matemáticas: o elo perdido
entre o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2001.
CARAÇA, B. J. Conceitos fundamentais da matemática. Lisboa:
Tipografia Matemática, 2003.
D’AMORE, B. Elementos de didática da matemática. São Paulo:
Livraria da Física, 2007.
Educação matemática em revista. Porto Alegre: Sociedade Brasileira
de Educação Matemática - SBEM/RS, 1999.
Livros didáticos do Ensino Médio.
Revista do professor de matemática. São Paulo: Sociedade Brasileira
de Matemática, 2004.
35
RIO GRANDE DO SUL. Referenciais Curriculares do Estado do Rio
Grande do Sul: matemática e suas tecnologias. Porto Alegre: SE/DP,
2009.
VALENTE, W et al. Avaliação em matemática: história e perspectivas
atuais. S.l.: Papirus, 2008.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
7° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
MTM342
Geometria II
Paralelismo e perpendicularismo. Ângulos no espaço. Sólidos
geométricos. Volumes. Noções de geometria não-euclidiana.
CARVALHO, P. C. P. Introdução à geometria espacial. Rio de Janeiro:
SBM, 1999.
GREENBERG, W. H. Euclidian and now euclidean geometries:
development and history. New York: W. H. Freemen, 1994.
TINOCO, L. Geometria euclidiana por meio da resolução de
problemas. Rio de Janeiro: Instituto de Matemática/UFRJ, 2004.
BARBOSA, J. L. M. Geometria hiperbólica. Rio de Janeiro: Impa, 2007.
LIMA, E. L. Áreas e volumes. Brasília: SBM, [19-].
LIMA, E. L; CARVALHO, P. C. P; WAGNER, E; MORGADO, A. C. A
matemática do ensino médio. Rio de Janeiro: SBM, 2002.
MTM343
Estatística II
Probabilidade. Distribuição. Estimação. Testes estatísticos. Análise de
correlação. Análise de regressão. Análise de variância.
MEYER, Paul L. Probabilidade, aplicações à estatística. Rio de
Janeiro: LTC, 1989.
SPIEGEL, Murray R. Probabilidade e estatística. São Paulo: MCGrawHill, 1978.
FONSECA, J. S; MARTINS, G. A. Curso de estatística. São Paulo:
Atlas, 1991.
KAZMIER, L. Estatística aplicada à economia e administração. São
Paulo: McGrawn-Hill, 1982.
STORCK, L. Experimentação vegetal. Santa Maria: UFSM, 2006.
TOLEDO, Geraldo L. Estatística aplicada. São Paulo: Atlas, 1982.
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
MTM344
Estruturas Algébricas
Grupos. Anéis. Corpos.
GONÇALVES, Adilson. Introdução à álgebra. Rio de Janeiro: Impa,
1979.
AYRES Jr, Frank. Álgebra moderna. Coleção Schaum. São Paulo:
McGraw Hill, 1974.
BIRKHOFF, G.; MACLANE, S. Álgebra moderna básica. Rio de
Janeiro: Guanabara Dois, 1980.
HEFEZ, Abramo. Curso de álgebra. Rio de Janeiro: Impa, CNPq, 1993.
LANG, Serge. Estruturas algébricas. Rio de Janeiro: LTC, 1972.
Código
Disciplina
Ementa
EDU317
Introdução à Educação Especial
Educação especial: histórico e terminologias. Inclusão e recursos
educativos.
36
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
8° semestre
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
BRASIL. Educação especial, tendências atuais. Brasília: MEC/SEE,
1999.
COOL,
Cezar;
PALACIOS,
Jesus;
MARCHESI,
Álvaro.
Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educativas
especiais e aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
PALHARES, Maria Silveira; MARTINS, Simone Cristina. Escola
inclusiva. São Carlos: Edufscar, 2002.
RIBEIRO, M. L. S; BAUMEL, Roseli Cecília Rocha de Carvalho.
Educação especial: do querer ao fazer. São Paulo: Avercamp, 2003.
LEVITT, Sophie. Habilidades básicas: uma abordagem global – guia
para o desenvolvimento e crianças com deficiência. São Paulo:
Papirus, 1997.
MANTOAN, Maria Tereza Egler. Caminhos pedagógicos da inclusão:
como estamos implementando a educação (de qualidade) para todos
nas escolas brasileiras. São Paulo: Memnen, 2001.
MAZZOTA, Marcos J. S. Educação especial no Brasil: história e
políticas públicas. São Paulo: Cortez, 1995.
MILLER, Nancy B. Ninguém é perfeito: vivendo e crescendo com
crianças que têm necessidades especiais. Campinas: Papirus, 1998.
PUESCHEL, Siegfried M. Síndrome de Down: guia para pais e
educadores. Campinas: Papirus, 1993.
RAMOS, Rossana. Passos para a inclusão. São Paulo: Cortez, 2005.
MTM362
Estágio Curricular Supervisionado III
Estrutura e organização do estágio supervisionado. Regência de
classe no ensino fundamental. Análise e discussão da ação docente.
DANTE, L. R. Vivência e construção. São Paulo: Ática, 2005.
IMENES, L. M; LÉLIS, M. Matemática para todos. São Paulo: Ática,
2002.
SPINELLI, W; SOUZA, M. H. Matemática. São Paulo: Ática, 2001.
Site: www.rived mec.gov.br
CAMPOS, T. M. M. Transformando a prática das aulas de matemática.
São Paulo. Proem, 2001.
CNT102
Trabalho Final de Graduação I
Diretrizes para elaboração do trabalho de conclusão do curso.
Planejamento da pesquisa.
Associação Brasileira de Normas Técnicas: ABNT. Apresentação de
periódicos: NBR 6021. Rio de Janeiro: ABNT, 1994.
FURASTÉ, P. A. Normas técnicas para o trabalho científico:
explicitação das normas da ABNT. Porto Alegre: Art Ler, 2003.
Associação Brasileira de Normas Técnicas: ABNT. Informação e
documentação: artigo em publicação periódica científica impressa:
apresentação. NBR 6022. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.
MTM348
Análise Real
Números reais. Sequências e séries de números reais. Topologia da
Reta. Funções reais: Limite e Continuidade. Funções deriváveis.
FIGUEIREDO, Djairo Guedes. Análise I. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
LIMA, Elon Lages. Curso de análise. Rio de Janeiro: Impa, 1989.
ÁVILA, Geraldo. Introdução à análise matemática. São Paulo: Edgard
37
complementar
Blucher, 1993.
BARTLE, R. G. Elementos de análise real. Rio de Janeiro: Campus,
1983.
COURANT, J. Introduction to calculus and analysis. New York:
Spinger-Verlag, 1989.
SPIVAK, M. Cálculo infinitesimal. Barcelona: Reverte, Espanha, 1974.
Código
Disciplina
Ementa
MTM316
Cálculo Numérico Computacional
Teoria de erros. Sistemas lineares. Equações algébricas e
transcendentes. Interpolação. Ajuste de funções. Integração numérica.
CLAUDIO, D. M; MARINS, J. M. Cálculo numérico computacional. São
Paulo: Atlas, 2000.
RUGGIERO, M. A G; LOPEZ, V. L. R. Cálculo numérico: aspectos
teóricos e computacionais. São Paulo: Mc-Graw Hill, 1988.
BARROSO, Leônidas Conceição et al. Cálculo numérico. São Paulo:
Harbra, 1992.
BORSE, G. J. Numerical methods with matlab. Boston: W.S.Publishing
Company, 1997.
MATLAB 5. Versão do estudante. Guia do usuário. Barcelona: Makron
Books, 1999.
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Optativas
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
MTM363
Estágio Curricular Supervisionado IV
Regência de classe no ensino médio. Análise e discussão da ação
docente.
DANTE, L. R. Matemática contexto e aplicações. São Paulo: Ática,
1999.
IEZZI, G. et al. Matemática: ensino médio. São Paulo: Ática, 1990.
BIANCHINI, E; PACCOLA, H. Curso de matemática. São Paulo:
Moderna, 2003.
Site: www.rived mec.gov.br
PARRA, C; SAIZ, I. Didática da matemática: reflexões
psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.
Revista do professor de matemática. São Paulo: Sociedade Brasileira
de Matemática, 2004.
BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: matemática (ensino
médio). Brasília: MEC/SEF, 1998.
CNT103
Trabalho Final de Graduação II
Desenvolvimento, redação e apresentação do trabalho de conclusão
do curso.
Bibliografia específica para cada trabalho desenvolvido.
Bibliografia específica para cada trabalho desenvolvido.
MTO
Informática Aplicada ao Ensino de Matemática
Uso da informática no ensino de matemática. Ambientes para ensino
de matemática à distância.
BALDIN, Y. Y. Atividades com cabri-géomètre II. São Carlos: Fscar,
38
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
Bibliografia
complementar
Código
Disciplina
Ementa
Bibliografia
básica
2002.
BORBA, M. DE C; PENTEADO, M. G. Informática e educação
matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
CAMPOS, F. C. A. Cooperação e aprendizagem on-line. Rio de
Janeiro: DPA, 2003.
CANO, C. A. Os recursos da informática e os contextos de ensino e
aprendizagem. In: SANCHO, J. M (org.). Para uma tecnologia
educacional. Porto Alegre: Artmed, 1998.
D'AMBROSIO, U; BARROS, J. P. D. Computadores, escola e
sociedade. São Paulo: Scipione, 1988.
DUARTE, M. G O. Cálculo e álgebra linear com derive. Florianópolis:
Ufsc, 1995.
FAGUNDES. L. C (org.). Aprendizes do futuro as inovações
começaram. Disponível em http://www.proinf.gov.br/colecao.shtm
RAMOS, E. M. F. Geoplano: um software no ensino da matemática.
Disponível
em
http://wwwedit.inf.ufsc.br:2000/users/e/edla/publicacoes/GEOART.html
VALENTE, J (org.). O computador na sociedade do conhecimento.
Disponível em: http://www.proinf.gov.br/colecao.shtm.
Revista brasileira de informática na educação. Disponível em:
http://www.inf.ufsc.br/sbc-ie/revista/
MTO
História da Matemática I
Sistemas de numeração. Matemática babilônica e egípcia. Matemática
pitagórica. Euclides e seus “Elementos”. Matemática depois de
Euclides.
EVES, H. Introdução à história da matemática. São Paulo: Unicamp,
1995.
AABOL, A. Episódios da história antiga da matemática. Rio de Janeiro:
SBM, 1984.
BOYER, C. B. História da matemática. São Paulo: Edgard Blucher,
1974.
Revista do professor de matemática. Rio de Janeiro: SBM, 1990.
MTO
História da Matemática II
Geometria analítica e desenvolvimento inicial do cálculo. Cálculo e
conceitos relacionados.
EVES, H. Introdução à história da matemática. São Paulo: Unicamp,
1995.
AABOL, A. Episódios da história antiga da matemática. Rio de Janeiro:
SBM, 1984.
BOYER, C. B. História da matemática. São Paulo: Edgard Blucher,
1974.
Revista do professor de matemática. Rio de Janeiro: SBM, 1990.
ADO
HP 12C e Excel em Finanças
Operação básica da calculadora HP 12C. Operações comerciais.
Operações financeiras. Análise de investimentos. Sistemas de
amortização.
POLO, E. F. Engenharia das operações financeiras pela HP-12C. São
Paulo: Atlas, 1996.
39
Bibliografia
complementar
PUCCINI, A. L. Matemática financeira objetiva e aplicada. São Paulo:
Saraiva, 1999.
SHINODA, C. Matemática financeira para usuários do excel 5.0. São
Paulo: Atlas, 1998.
LAPPONI, J. C. Matemática financeira. São Paulo: Lapponi, 1998.
MATHIAS, W. F; GOMES, J. M. Matemática financeira. São Paulo:
Atlas, 1996.
VERAS, L. L. Matemática financeira. São Paulo: Atlas, 1999.
40
Anexo 2 - Infraestrutura
Espaço
Descrição dos equipamentos
Salas de aula
Sala
para
coordenação
e
secretária
Salas de reuniões
Salões
Salas de estudo
para professores
Laboratório
de
apoio à informática
Laboratório
orientação
estágio
matemática
de
e
de
Localização (prédio e
número da sala)
Salas para aulas teóricas, com mesas para Prédio 1, salas 203 a
estudantes e professor e quadro de giz
209
Sala
para
orientação
acadêmica, Prédio 2, sala 215
planejamento e desenvolvimento de ações
de gestão do curso. Tem mesa,
computador, armário e arquivo.
Salas com mesa, cadeiras e ar Prédio 2, salas 228, 226
condicionado.
Salas grandes na forma de anfiteatros, com Prédio 1
cadeiras, telas, ar condicionado e material
audiovisual.
Salas com cadeiras, mesas, computadores. Préio 1, sala de
professors
31 - Cadeiras estofadas;
Prédio 3 , sala 201
01 - Mesa professor com cadeira;
18 - Mesas para computadores;
01 - Quadro verde;
18 - Microcomputadores Pentium IV;
01 - Monitor 15;
01 - Impressora HP Deskjet 5650;
01 - Scanner Color Vivid HR5;
01 - Condicionador de ar;
04 - Ventiladores.
02 - Armários de madeira;
Prédio 3 , sala 202
04 - Mesas de fórmica;
12 - Cadeiras estofadas;
01 - Quadro verde;
01 - Condicionador de ar;
05 - Calculadoras científicas HP48G;
01 - Rack para computador;
01 - Microcomputador HP;
02 - Ventiladores;
04 - Jogos de dominó das frações;
13 - Jogos de dominó;
12 - Conjuntos de jogos emborrachados
para frações;
09 - Conjuntos de material dourado;
06 - Conjuntos material emborrachado –
Escala de Cuisenaire;
12 - Réguas;
18 - Compassos;
20 - Esquadros;
30 - Transferidores;
15 - Tesouras pequenas;
04 - Blocos lógicos pequenos;
05 - Blocos lógicos;
15 - Caixas de lápis de cor (12 un);
08 - Tubos de cola;
05 - Caixas de disquete;
01 - Grampeador;
01 - Conjunto de sólidos geométricos com
35 peças;
16 - Caixas de maquete de números;
41
10 - Ábacos;
04 - Jogos de Boole
02 - Fitas VHS novas;
07 - Fitas de vídeo de matemática: Nº 1 Seções Cônicas,
Nº 2 - Funções Trigonométricas 1, Nº 3 Funções Trigonométricas 2, Nº 4 – Vetores,
Nº 5 - Equações Quadráticas,
Nº 6 - Sistemas Lineares,
Nº 8 - Funções Exponenciais e
Logarítmicas;
242 - Livros de matemática de ensino
fundamental, médio e superior;
- Materiais didáticos e de desenho
geométrico e geometria descritiva
42
Anexo 3 - Normas que disciplinam o trabalho final de graduação
Art. 1º - A elaboração, desenvolvimento e apresentação de um trabalho final de
graduação constitui exigência para a integralização curricular, a colação de grau e a
obtenção do diploma em todos os cursos de graduação.
Art. 2º - O trabalho final de graduação constituiu-se num trabalho acadêmico, baseado
na análise de um problema específico e elaborado de acordo com as normas do método
científico.
Parágrafo único - O tema do trabalho final de graduação é de livre escolha do
estudante, desde que observada a proximidade temática com as linhas de pesquisa, de
extensão ou com as possibilidades do corpo de orientadores do curso.
Art. 3º - O trabalho final de graduação tem por finalidades estimular o desenvolvimento
da iniciação científica e avaliar os conhecimentos teóricos e técnicos essenciais às
condições de qualificação do estudante para o seu acesso ao exercício profissional.
Art. 4º - Para a matrícula, na disciplina Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final
de Graduação II, o estudante deverá ter sido aprovado nas disciplinas até o semestre
anterior ao da oferta das referidas disciplinas.
Art. 5º - A orientação das atividades acadêmicas, desenvolvidas no âmbito do trabalho
final de graduação, será realizada por um professor especialmente designado para tal fim.
§ 1º - Pode orientar o desenvolvimento de trabalho final de graduação o professor que
tiver aprovação, concedida pelo Colegiado do curso, para integrar o corpo de orientadores
do respectivo curso.
§ 2º - Compete à coordenação do curso encaminhar ao Colegiado, por meio de
processo formal, a solicitação de definição do corpo de orientadores, com as respectivas
temáticas.
§ 3º - Constituem critérios para a composição do corpo de orientadores a produção
acadêmica, o desempenho de atividade profissional e a ética na produção técnico-científica.
§ 4º - As coordenações dos cursos têm o prazo de sessenta dias, a contar da
publicação desta resolução para definir, publicar e promover ampla divulgação, junto aos
estudantes, da composição do corpo de orientadores e das respectivas temáticas.
Art. 6º - Cada professor poderá orientar, concomitantemente, até dez estudantes,
contadas as diferentes orientações acadêmicas.
Parágrafo único - Para a orientação das atividades acadêmicas desenvolvidas no
âmbito do trabalho final de graduação, cada professor tem o encargo de uma hora semanal
por orientando.
Art. 7º - A substituição de orientador pode ocorrer, desde que solicitada pelo
estudante, por meio de requerimento fundamentado e se for aprovada pelo Colegiado do
curso.
Art. 8º - Na disciplina de Trabalho Final de Graduação I, a verificação do rendimento
acadêmico realiza-se por meio da avaliação do projeto de estudo correspondente e de
outras atividades previstas no plano de ensino da disciplina.
§ 1º - A avaliação do projeto de estudo fica a cargo do professor responsável pela
disciplina, ou do professor orientador, que poderá observar critérios de avaliação definidos
pelo Colegiado do curso.
§ 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação I, a
prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação.
§ 3º - O estudante cujo desempenho não atingir média 7,0 deverá reelaborar, no
semestre em curso, no prazo a ser definido pelo Colegiado do curso, em parte ou em sua
totalidade, as atividades previstas no plano de ensino da disciplina.
43
§ 4º - O estudante que não cumprir o prazo concedido para a reelaboração do trabalho
final de graduação ou que, após reelaborar as atividades previstas no plano de ensino da
disciplina, não atingir média final igual ou superior a 5,0, será considerado reprovado.
Art. 9º - No início do semestre letivo correspondente à oferta da disciplina Trabalho
Final de Graduação II, a coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, deve entregar
a cada professor orientador uma cópia do projeto de estudo dos matriculados na disciplina
sob a sua orientação.
§ 1º - O estudante entregará a primeira versão do trabalho final de graduação ao seu
professor-orientador até cinco semanas antes do prazo fixado no calendário acadêmico,
para o término do período de aulas do semestre.
§ 2º - O professor-orientador tem o prazo de uma semana para avaliar a primeira
versão do trabalho final de graduação e fazer observações e sugestões, quando for o caso,
para a melhoria da versão definitiva.
§ 3º - O texto do trabalho final de graduação para a avaliação da banca deve ser
entregue, pelo professor-orientador, à coordenação do curso, ou ao órgão por ela
designado, até uma semana antes do prazo fixado no calendário escolar para o término do
período de aulas do semestre.
§ 4º - O texto final deve ser acompanhado do formulário de solicitação de constituição
de banca examinadora, subscrito pelo professor-orientador.
§ 5º - Após a avaliação e aprovação da banca, a versão final do trabalho final de
graduação, observadas a normas da ABNT, deve ser entregue à coordenação do curso, ou
ao órgão por ela designado, em duas vias: uma impressa, sob a forma de monografia ou de
artigo publicável, e outra em arquivo eletrônico, em formato PDF, gravado em mídia digital.
Art. 10º - A verificação do rendimento acadêmico do estudante matriculado na
disciplina Trabalho Final de Graduação II é realizada por uma banca examinadora
constituída pelo orientador, como seu presidente, e por mais dois professores por ele
sugeridos e designados pela coordenação do curso, ou pelo órgão por ela delegado.
§ 1º - A indicação e a designação dos integrantes das bancas examinadoras levarão
em conta, preferentemente, a vinculação dos examinadores à temática do trabalho final de
graduação a ser avaliado.
§ 2º - Faculta-se a participação de avaliadores de outras instituições, desde que não
implique em encargos financeiros.
Art. 11º - O Colegiado do curso pode optar em definir, como forma de avaliação do
trabalho final de graduação, a sustentação oral do trabalho desenvolvido ou pareceres
individuais, por escrito, da banca examinadora.
§ 1º - Em caso de defesa oral, o tempo de apresentação poderá ser de até trinta
minutos, prorrogáveis, a critério da banca examinadora.
§ 2º - Cada membro da banca examinadora terá o tempo de até trinta minutos para a
arguição do trabalho apresentado.
Art. 12º - O trabalho final de graduação será considerado aprovado se, pela média
aritmética das três notas atribuídas pelos integrantes da banca, o resultado for igual ou
superior a 7,0, cumpridos ainda os requisitos de frequência mínima à programação feita na
disciplina.
§ 1º - A coordenação do curso, ou o órgão por ela designado, com a aprovação do
respectivo colegiado, pode estabelecer critérios de avaliação a serem observados pela
banca examinadora.
§ 2º - Devido às características próprias da disciplina Trabalho Final de Graduação II,
a prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação.
§ 3º - Após o parecer da banca, o estudante cujo desempenho não atingir média 7,0
deverá, no semestre em curso, replanejar e reexecutar, em parte ou em sua totalidade, as
atividades previstas no projeto de trabalho.
44
§ 4º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, definir o prazo e
a forma para a reapresentação do trabalho, que será avaliado pelos mesmos integrantes da
banca designada para a primeira avaliação.
§ 5º - O prazo, a ser definido pela coordenação do curso, observará as datas de
encerramento do semestre letivo dispostas no calendário acadêmico.
§ 6º - O estudante que, após replanejar e reexecutar as atividades previstas no projeto
de trabalho, não atingir média final igual ou superior a 5,0, será considerado reprovado.
Art. 13º - Em caso de plágio, desde que comprovado, o estudante estará sujeito ao
regime disciplinar previsto no Regimento Geral.
Parágrafo único - Constitui plágio o ato de assinar, reproduzir ou apresentar, como de
autoria própria, partes ou a totalidade de obra intelectual de qualquer natureza (texto,
música, pictórica, fotografia, audiovisual ou outra) de outrem, sem referir os créditos para o
autor.
Art. 14º - O horário da orientação, nas disciplinas de Trabalho Final de Graduação I e
Trabalho Final de Graduação II, não pode coincidir com o horário das demais disciplinas em
que o estudante está matriculado.
§ 1º - Cabe ao orientador e ao estudante, de comum acordo, definirem os horários
destinados para orientação e desenvolvimento das atividades previstas no plano de ensino
da disciplina.
§ 2º - Cabe à coordenação do curso, ou ao órgão por ela designado, estabelecer
critérios e formas de acompanhamento ou registro da frequência e das atividades
desenvolvidas na disciplina.
Art. 15º - Os direitos e deveres dos estudantes matriculados nas disciplinas de
Trabalho Final de Graduação I e Trabalho Final de Graduação II, são os mesmos
estabelecidos para as demais disciplinas, ressalvadas as disposições da presente
normativa.
Art. 16º - Os casos omissos são resolvidos pelo colegiado do curso, cabendo recurso
aos colegiados superiores.
Art. 17º - A presente resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogada a
resolução 3/01, de 29 de março de 2001, e demais disposições em contrário.
45
Anexo 4 - Regulamento do estágio curricular supervisionado dos cursos
de formação de professores
Art. 1º - O estágio curricular supervisionado, como parte constituinte dos currículos dos
cursos de formação de professores mantidos pelo Centro Universitário Franciscano de
Santa Maria, caracteriza-se como uma atividade acadêmica de caráter obrigatório e
obedece às normas estabelecidas pela legislação específica, pelo Estatuto, pelo Regimento
Geral e pelos demais atos normativos da instituição.
Parágrafo único: Os cursos de formação de professores mantidos pelo Centro
Universitário Franciscano de Santa Maria são Filosofia, História, Geografia, Letras:
habilitação Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa, Letras: Línguas
Portuguesa e Inglesa e Respectivas Literaturas, Matemática, Pedagogia e Química.
Art. 2º - O estágio curricular supervisionado é um componente curricular do processo
de formação acadêmica e profissional dos cursos de formação de professores. É
desenvolvido em campos de atuação profissional com vistas à construção e socialização do
conhecimento e à inserção do estudante no mundo do trabalho.
Art. 3º - O estágio curricular supervisionado é organizado com vistas a assegurar:
I) a formação acadêmico-profissional do estagiário;
II) a inserção do estagiário na vida econômica, política e sociocultural;
III) o desenvolvimento da autonomia intelectual e profissional;
IV) a integração teórico-prática dos conhecimentos, habilidades e competências
desenvolvidas no decorrer dos cursos de formação de professores, inerentes às áreas de
formação;
V) o desenvolvimento de situações de prática docente em que o estudante possa
interagir com as realidades educacionais.
Art. 4º - A carga horária mínima do estágio curricular supervisionado nos cursos de
formação de professores é de quatrocentas horas de atividades teórico-práticas.
Parágrafo único: No curso de Pedagogia, a carga horária mínima do estágio curricular
supervisionado é de trezentas horas de atividades teórico-práticas.
Art. 5º - O desenvolvimento do estágio curricular supervisionado dos cursos de
formação de professores tanto no âmbito administrativo, quanto no âmbito pedagógico é
orientado pela equipe de professores, vinculada ao Programa Integrado de Formação Inicial
e Continuada de Professores para Educação Básica; pelos representantes das Comissões
de Prática de Ensino e de Estágio Supervisionado dos respectivos cursos e supervisionado
pela Pró-reitoria de Graduação.
Art. 6º - A supervisão acadêmica do estágio curricular supervisionado é obrigatória e
de responsabilidade do supervisor de estágio. Deve ser realizada de forma compartilhada
pelos supervisores acadêmicos e pelos supervisores profissionais, vinculados à unidade
concedente de estágio.
Parágrafo único - As atividades vinculadas ao desenvolvimento do estágio curricular
supervisionado devem ser planejadas por meio de projetos de trabalho orientados pelos
supervisores acadêmicos.
Art. 7º - Compete à equipe de professores vinculada ao Programa Integrado de
Formação Inicial e Continuada de Professores para Educação Básica:
I) acompanhar o processo de atualização educacional e a legislação inerente ao
estágio curricular supervisionado;
II) acompanhar e orientar as comissões de prática de ensino e estágio curricular
supervisionado;
III) elaborar instrumentos de coleta de dados relativos ao estágio curricular
supervisionado para análise e redimensionamento das práticas pedagógicas;
46
IV) avaliar, semestralmente, as atividades desenvolvidas pelas comissões de prática
de ensino e estágio curricular supervisionado;
V) analisar propostas de atividades didático-pedagógicas referentes ao estágio
sugeridas pelas comissões de prática de ensino e estágio curricular supervisionado;
VI) manter interelação com as coordenações dos cursos de formação de professores
para uma contínua avaliação do estágio curricular supervisionado.
Art. 8º - Compete à Comissão de Prática de Ensino e Estágio Curricular
Supervisionado de cada curso:
I) elaborar as diretrizes do projeto de estágio curricular supervisionado do respectivo
curso;
II) subsidiar os supervisores do estágio nas atividades didático-pedagógicas e
orientar a elaboração dos projetos de estágio curricular supervisionado;
III) orientar o professor supervisor de estágio nos casos não-previstos nas diretrizes
de estágio curricular supervisionado;
IV) analisar a documentação comprobatória das ações desenvolvidas pelos
professores supervisores;
V) promover encontros com todos os professores do curso para discutir questões
pedagógicas e administrativas inerentes ao trabalho de prática de ensino e estágio curricular
supervisionado;
VI) promover a avaliação semestral das atividades de prática de ensino e estágio
supervisionado desenvolvida no âmbito do respectivo e curso.
Art. 9° - Compete ao professor supervisor de estágio:
I)
definir os campos de estágios conforme a disponibilidade institucional;
II) planejar o desenvolvimento e a avaliação das atividades relacionadas com o
projeto de estágio sob sua responsabilidade;
III) orientar o planejamento e a execução das atividades do estagiário;
IV) supervisionar e acompanhar o desempenho do estagiário e o processo
pedagógico por meio de fichas, relatos de experiências, planos de trabalho, roteiros,
observações e outros instrumentos que julgar apropriados;
V) registrar, em instrumentos adequados, as ocorrências e as orientações,
proporcionadas aos estagiários;
VI) promover a avaliação das atividades desenvolvidas no estágio, em cada
semestre letivo, e encaminhar os resultados à Comissão de Prática de Ensino e Estágio
Curricular Supervisionado do curso;
VII) planejar, sempre que necessário, o desenvolvimento de atividades alternativas,
com vistas à melhoria do desempenho do estagiário.
Art. 10º - Compete ao estagiário:
I)
integrar-se em atividades propostas pelas instituições;
II) desenvolver, sob orientação do professor supervisor, atividades previstas no
projeto de estágio curricular supervisionado;
III) comparecer às reuniões de orientação e planejamento estabelecidas no horário
da disciplina e pelo professor supervisor de estágio;
IV) evidenciar ética profissional, responsabilidade e interação com o ambiente
profissional;
V) buscar fundamentação teórica que lhe oportunize um trabalho pedagógico
consistente, diversificado e inovador, apoiando-se em referências bibliográficas atualizadas;
VI) comparecer, assídua e pontualmente, ao local do estágio;
VII) comunicar ao supervisor do estágio curricular supervisionado, com antecedência,
qualquer alteração no cronograma de estágio curricular supervisionado;
VIII) entregar ao supervisor documentos comprobatórios do estágio curricular
supervisionado e demais trabalhos solicitados.
Art. 11º - Compete aos representantes das unidades concedentes de estágio:
47
I) oportunizar espaço para que o estagiário possa desenvolver as atividades
previstas no projeto de estágio;
II) permitir ao estudante a oportunidade para apresentar projetos que acrescentem
ideias inovadoras para o desenvolvimento do processo educativo;
III) informar ao supervisor sobre o andamento das ações educativas do estágio
curricular supervisionado;
IV) emitir parecer avaliativo das ações desenvolvidas pelo estagiário.
Art. 12º - Na avaliação do estagiário, além dos conhecimentos e habilidades
evidenciadas e pertinentes à habilitação específica, são consideradas as referentes à ética
profissional e responsabilidade; a qualidade da formação acadêmico-profissional e as
condições do campo para o desenvolvimento de um estágio academicamente mais
qualificado à formação profissional.
§ 1º - A avaliação, periódica e sistemática, deve ser levada a efeito pela análise dos
documentos comprobatórios do desempenho do estagiário nas atividades previstas no
projeto de estágio curricular supervisionado.
§ 2º - Como instrumentos de avaliação, podem ser utilizados relatórios de
acompanhamento do professor supervisor, do profissional responsável na instituição em que
o estudante realiza o estágio, o relatório do estagiário e outros julgados pertinentes.
§ 3º - Dadas às características próprias do estágio curricular supervisionado, a
prestação de exame final não faz parte do processo de avaliação.
§ 4º - Será considerado aprovado, por média, o estagiário que obtiver nota igual ou
superior a sete (7,0).
§ 5º - Após o parecer do supervisor, o estudante, cujo desempenho não atingir média
sete (7,0), por não corresponder às dimensões teórico-práticas na realização das ações
educativas do estágio curricular supervisionado, deverá, no semestre em curso, replanejar e
reexecutar, em parte ou em sua totalidade, as atividades previstas no projeto de trabalho.
§ 6º - O estudante que, após replanejar e reexecutar as atividades previstas no projeto
de trabalho, não atingir média final igual ou superior a cinco (5,0) será considerado
reprovado.
§ 7º - A frequência, nas atividades no campo de estágio, deverá ser de 100% e, nas
orientações de estágio, deverá ser, no mínimo, de 75%.
Art. 13º - Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pela Pró-reitoria de
Graduação.
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Anexo 5 - Normas que disciplinam o registro de atividades curriculares
complementares
Art. 1º - O currículo pleno do curso de graduação é constituído por disciplinas
obrigatórias e por atividades curriculares complementares.
Art. 2º - As atividades curriculares complementares objetivam oferecer espaço, na
dinâmica curricular, a conteúdos disciplinares, a temas do cotidiano e a atividades teóricopráticas que, ligados a atualidade e gerados pelo avanço do conhecimento em estudo, não
tenham sido contemplados no currículo do curso.
Art. 3º - As atividades curriculares complementares são mecanismos que concorrem
para assegurar a atualização permanente e a flexibilidade curricular, preconizadas pelas
diretrizes curriculares para o curso de graduação em matemática.
Art. 4º - A carga horária destinada às atividades curriculares complementares, definida
no projeto pedagógico do curso, observa o disposto nas diretrizes curriculares nacionais.
Parágrafo único - A total integralização da carga horária das atividades curriculares
complementares é requisito para a colação de grau e obtenção do diploma.
Art. 5º - As atividades curriculares complementares abrangem as atividades
correspondentes à participação de cursos, congressos, seminários, palestras, jornadas,
conferencias, simpósios, viagens de estudos, encontros, estágios não-obrigatórios, projetos
de pesquisa ou extensão, atividades cientificas, artísticas, culturais, de integração ou
qualificação profissional, monitoria, tutoria, publicação e apresentação de trabalhos
estudantes, desde que estritamente vinculados aos conteúdos que o currículo do curso
abrange, ou outras atividades definidas pelo colegiado do curso.
Parágrafo único - Consideradas as especificidades do curso de Matemática, compete
ao Colegiado definir a carga horária a ser atribuída a cada modalidade de atividade
curricular complementar.
Art. 6º - O registro de atividades complementares curriculares, referidas no caput do
art. 5º desta resolução, deve ser solicitada pelo estudante, por meio eletrônico e mediante o
pagamento da taxa, no prazo estabelecido no calendário estudante.
§ 1º - Compete ao Colegiado estabelecer os critérios para determinar o número de
créditos a serem atribuídos às atividades curriculares complementares.
§ 2º - Compete à coordenação do curso a análise das atividades requeridas pelo
estudante e, se for o caso, a validação do registro.
§ 3º - Poderá ser requerido o registro para as atividades realizadas pelo estudante a
partir do semestre de ingresso no respectivo curso no Centro Universitário Franciscano.
Art. 7º - As atividades curriculares complementares não serão aproveitadas para a
concessão de dispensa de disciplinas obrigatórias do currículo de vinculação do estudante.
Art. 8º - Os casos omissos são resolvidos pelo Colegiado do curso.
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Horas contabilizadas como Atividades Curriculares Complementares
Atividades
Horas
Participação como ouvinte em: congressos, seminários,
34h
jornadas, cursos, simpósios, palestras
Comunicação apresentada em eventos
68h
Participação em projetos de pesquisa, ensino ou extensão
34h
Trabalho completo publicado em anais de evento
34h
Artigo publicado em periódico
68h
Bolsista de agências de fomento
51h
Bolsistas de complementação acadêmica em projeto financiado
17h
pela Unifra
Participação como ouvinte em evento nacional e internacional
34h
Outros
A critério do Colegiado
de Curso
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Anexo 6 - Regimento do colegiado do curso
Capítulo I
Da natureza e da constituição do colegiado
Art. 1º - O Colegiado de Curso é o órgão integrador e deliberativo do curso e tem a
seguinte composição:
I - o coordenador do curso, como seu presidente;
II - três docentes do curso, eleitos por seus pares;
III - um representante do corpo discente do curso, designado pelo respectivo diretório
estudante.
Parágrafo único - É de dois anos o mandato dos membros a que se refere o inciso II e
de um ano, do representante a que se refere o inciso III.
Capítulo II
Da competência do colegiado
Art. 2º - Compete ao Colegiado de Curso:
I - propor iniciativas vinculadas à inovação do ensino, à atualização do curso/programa
e à integração do mesmo com as demais atividades;
II - apreciar e aprovar o plano de ação do curso para cada período letivo;
III - apreciar e aprovar o projeto pedagógico do curso;
IV - aprovar o regulamento do estágio curricular do curso;
V - apreciar e propor ao Conselho de Área a alteração curricular do curso;
VI - definir critérios para aproveitamento de estudos, adaptações e transferência de
estudantes;
VII - promover a autoavaliação e propor iniciativas de intervenção em vista do
aperfeiçoamento do curso.
Capítulo III
Do presidente
Art. 3º - O Colegiado de Curso será presidido pelo coordenador do curso e, na sua
ausência ou impedimento, pelo docente mais antigo no magistério do Centro Universitário,
com formação ou titulação na área específica.
Art. 4º - Compete ao presidente, além de outras atribuições contidas neste
regulamento:
I - convocar reuniões ordinárias e extraordinárias;
II - presidir os trabalhos do colegiado e organizar a pauta das sessões plenárias e a
respectiva ordem do dia;
III - orientar a distribuição de trabalhos e processos entre os membros do colegiado;
IV - dirigir os trabalhos, conceder a palavra aos membros do colegiado e coordenar os
debates e neles intervir para esclarecimentos;
V - exercer, no colegiado, o direito de voto e, nos casos de empate, o voto de
qualidade;
VI - registrar em ata e comunicar as decisões, quando pertinente, ao colegiado de
cursos da respectiva área ou aos órgãos de apoio da Instituição.
VII - cumprir e fazer cumprir as decisões do colegiado;
VIII - exercer a representação do colegiado.
Capítulo IV
Das sessões
Art. 5º - O Colegiado de Curso reunir-se-à por convocação do presidente, com a
indicação precisa da matéria a tratar.
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Art. 6º - As sessões do Colegiado de Curso serão instaladas e só funcionarão com a
presença da maioria absoluta dos membros, que é o número legal para deliberação e
votação.
Parágrafo único - Com a presença do número legal dos membros da banca e
declarada aberta a sessão, proceder-se-á a discussão e votação da ata da sessão anterior,
após passar-se-á à expediente ordem do dia e às comunicações.
Art. 7º - A convocação para as sessões será feita com a assinatura do presidente por
circular ou por correio eletrônico, com o recebimento acusado, que contenha a pauta da
sessão e a ata da última sessão, com a antecedência mínima de 48 horas.
Capítulo V
Dos atos do colegiado
Art. 8º - As decisões do Colegiado de Curso tomarão forma de parecer.
Art. 9º - As decisões do colegiado, sob a forma de parecer, serão assinadas pelo
presidente.
Art. 10 - Das decisões do Colegiado de Curso cabe recurso ao Conselho da Área
respectiva, ressalvados os casos de estrita arguição de ilegalidade, que podem ser
encaminhadas ao Conselho Universitário.
Capítulo VI
Das disposições gerais
Art. 11 - Os casos omissos serão resolvidos pelo colegiado sob a forma de parecer
interno.
Art. 12 - o presente regulamento poderá ser reformado, total ou parcialmente, pelo
voto favorável da maioria absoluta dos membros do colegiado.
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Anexo 7 - Regimento do Núcleo Docente Estruturante (NDE)
Art. 1º - O Núcleo Docente Estruturante de cada Curso de Graduação é responsável
pela elaboração, implementação, avaliação e desenvolvimento do respectivo Projeto
Pedagógico.
Art. 2º - O Núcleo Docente Estruturante será composto por docentes indicados pelo
Colegiado do Curso, sendo constituído de no mínimo cinco professores pertencentes ao
corpo docente do curso, tendo o Coordenador do Curso como Presidente.
Art. 3º - Os membros do Núcleo Docente Estruturante indicados pelo Colegiado do
Curso serão nomeados por portaria da Reitora para um mandato de 2 (dois) anos, podendo
haver recondução.
Art. 4º - O Núcleo Docente Estruturante deve atender aos seguintes critérios:
I.
possuir experiência docente na Instituição, ter liderança acadêmica
evidenciada pela produção de conhecimento na área, no âmbito do ensino e
atuar no desenvolvimento do curso;
II.
ter, pelo menos, 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em
programas de Pós-graduação Stricto Sensu;
III.
ter, pelo menos, 80% do total de membros com o título de doutor para o curso
de Direito e 60% para os demais cursos;
IV.
ter todos os membros em regime de tempo parcial ou integral, sendo, pelo
menos, 20% em tempo integral.
Art. 5º - O Núcleo Docente Estruturante, de caráter consultivo, propositivo e
executivo em matéria acadêmica relacionada ao curso, tem as seguintes atribuições:
I.
assessorar a Coordenação do Curso e o respectivo Colegiado no processo
de concepção, atualização e consolidação do Projeto Pedagógico;
II.
estabelecer a concepção e o perfil profissional do egresso do curso;
III.
avaliar e atualizar o Projeto Pedagógico do Curso;
IV.
responsabilizar-se pela atualização curricular, submetendo-a à aprovação do
Colegiado de Curso, sempre que necessário;
V.
responsabilizar-se pela avaliação do curso, análise e divulgação dos
resultados em consonância com os critérios definidos pela Comissão Própria
de Avaliação (CPA) e pelo Colegiado do Curso;
VI.
analisar, avaliar e propor a atualização dos programas de ensino das
disciplinas e sua articulação com o Projeto Pedagógico do Curso;
VII.
propor iniciativas para a inovação do ensino;
VIII.
zelar pela integração curricular interdisciplinar das diferentes atividades do
currículo;
IX.
definir e acompanhar a implementação das linhas de pesquisa e de extensão;
X.
acompanhar a adequação e a qualidade dos trabalhos finais de graduação e
do estágio curricular supervisionado;
XI.
zelar pelo cumprimento das diretrizes institucionais para o ensino de
graduação e das diretrizes curriculares nacionais do curso.
Parágrafo único - As proposições do Núcleo Docente Estruturante serão submetidas
à apreciação e deliberação do Colegiado do Curso.
Art. 6º - O Núcleo Docente Estruturante reunir-se-á por convocação de iniciativa de
seu presidente ou pela maioria de seus membros.
Art. 7º - No prazo de 60 dias, a partir da data de aprovação da presente Resolução
pelo Conselho Universitário, o Núcleo Docente Estruturante de todos os Cursos de
Graduação deverá estar implementado.
Art. 8º - Os casos omissos serão resolvidos em primeira instância pela Pró-reitoria de
Graduação e em segunda instância pela Câmara de Ensino de Graduação.
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Anexo 8 - Projeto de autoavaliação
1) Apresentação
Consoante o Projeto de Avaliação Institucional, Projeto Pedagógico Institucional - PPI e
Projeto Pedagógico do Curso - PPC, o projeto de autoavaliação do curso de Matemática
desenvolve-se com os objetivos de: sistematizar e trabalhar os dados obtidos a partir de
uma análise avaliativa dos indicadores centrais que envolvem a organização didáticopedagógica do curso; melhorar o desempenho do Curso de Matemática, quanto ao seu
quadro docente, discente, técnico administrativo; qualificar o projeto pedagógico do curso e
a infraestrutura física e logística.
O artigo nº 4 da lei n. 10.861/2004 define a avaliação dos cursos, quando diz que se devem
identificar as condições de ensino oferecidas aos estudantes, em especial às relativas ao
perfil do corpo docente, às instalações físicas e à organização didático-pedagógica.
Assim, o sistema de autoavaliação a ser implementado tornar-se-á uma prática permanente
de leitura, análise, reflexão crítica e tomada de decisões sobre as atividades curriculares
globais de curso. Para isso serão trabalhados, pedagogicamente, os dados colhidos pelas
diversas modalidades de avaliação institucional, externa e interna, que dizem respeito à:
matriz curricular, atividades de ensino, pesquisa e extensão, gestão e condições gerais de
funcionamento do curso.
2) Concepção
Entende-se por autoavaliação um processo permanente, formativo e educativo. Seu
desenvolvimento deve ser pautado numa postura democrática e participativa baseada na
colaboração e na colegialidade do curso.
Desta forma, a autoavaliação do curso de Matemática se constitui numa prática permanente
de leitura, análise, reflexão e autocrítica voltada ao aprimoramento das atividades
acadêmico-científicas e administrativas.
O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES afirma que esta é uma
avaliação da formação acadêmica e profissional e que permite avaliar a qualidade do curso.
O objetivo do SINAES é fornecer um perfil que possibilite à sociedade ter um referencial de
qualidade dos cursos e instituições de educação superior.
“A avaliação, segundo o MEC, é concebida como uma atividade complexa, um processo
sistemático de identificação de mérito e de valor, que envolve diferentes momentos e
diversos agentes”. Logo, para aferir sua validade de uma avaliação, essa precisa ser
sistemática e acontecer na comunidade acadêmica. Portanto, a avaliação por identificar
méritos, valores e deficiências, deverá ser qualitativa e quantitativa.
O caráter regulador da autoavaliação se concretiza a partir da possibilidade de utilização de
seus resultados na elaboração das metas e projeção de compromissos dentro do curso e
nos demais setores da instituição. Em particular, os resultados da autoavaliação sinalizam
para ações que podem melhorar a proposta de gestão acadêmica do curso de matemática,
como expresso no seu PPC.
3) Justificativa
O projeto de autoavaliação justifica-se por:
a) enfatizar a continuidade e o aprimoramento das ações acadêmico-científicas e
administrativas;
b) constituir-se num instrumento de gestão de curso, pois ao revelar pontos fortes e frágeis,
ajuda a estabelecer prioridades de ações, além de oferecer elementos para manter,
aperfeiçoar e redimensionar os procedimentos pedagógicos e administrativos;
c) ser um processo coletivo permanente de leitura, análise, reflexão e autocrítica que pode
proporcionar a tomada de decisões para constantes melhorias no curso.
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Com isso, tenta-se melhorar o ensino, a aprendizagem, a pesquisa, a extensão, a produção
de conhecimentos, a vinculação com a sociedade, as relações inter e intrainstitucionais e a
gestão universitária.
A educação científica, social e tecnológica no curso de Matemática precisa gerar
conhecimentos e, para tanto, faz-se necessário a autoavaliação, para que os indicadores
possam ser reavaliados e reconstruam a visão de profissional que se quer para o curso.
Para a autoavaliação ter-se-á como suporte o Sinaes, o PPI, o PDI e o PPC, além do
esforço coletivo da direção de área, corpo docente e discente, funcionários e
administradores na busca de qualificação da organização pedagógica, da estrutura
curricular e da gestão acadêmico-administrativa.
4) Objetivos
Os objetivos deste projeto de autoavaliação são:
a) desenvolver o processo de autoavaliação do curso a fim de subsidiar o processo de
autoavaliação institucional através do diagnóstico, da leitura, análise e reflexão sobre as
atividades desenvolvidas no curso;
b) avaliar a atuação da gestão administrativa no curso e na instituição;
c) discutir e aperfeiçoar o projeto pedagógico do curso de matemáticas e adequá-lo às
mudanças constantes da legislação;
d) diagnosticar a qualidade das atividades pedagógicas desenvolvidas no curso e promover
a autocrítica entre alunos e professores do curso no que tange às atividades de ensino,
pesquisa e extensão;
e) proceder a uma avaliação da relação pedagógica professor-aluno e da estrutura curricular
do curso;
f) refletir sobre as atividades desenvolvidas pelo curso e sua coerência com as diretrizes e
políticas da instituição;
g) aperfeiçoar a prática de autoavaliação no curso de Matemática.
5) Metodologia
Para gerar evidências do desempenho do curso nas dimensões estabelecidas pelo Sinaes,
as ações de autoavaliação estarão centradas nos seguintes indicadores:
a) articulação da gestão do curso com a gestão institucional;
b) implementação das políticas institucionais constantes no PPI e no PDI no âmbito do
curso;
c) coerência do currículo com os objetivos do curso e com as diretrizes curriculares
nacionais;
d) adequação da metodologia de ensino à concepção do curso;
e) inter-relação das unidades de estudo na concepção e execução do currículo
f) coerência dos recursos materiais específicos dos cursos com a proposta curricular;
g) estratégias de flexibilização curricular
h) avaliação dos processos de ensino e de aprendizagem com a concepção do curso
i) articulação da autoavaliação do curso com a autoavaliação institucional;
j) implementação das políticas de capacitação no âmbito do curso;
k) biblioteca: adequação do acervo à proposta do curso;
l) ações de responsabilidade social;
m) ações acadêmico-administrativas em função dos resultados da autoavaliação do curso;
o) ações acadêmico-administrativas em função dos resultados das avaliações do MEC;
p) articulação entre os resultados das avaliações externas e os da autoavaliação do curso;
q) Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes - ENADE.
Procedimentos de coleta de dados para a avaliação do curso:
a) Questionários aplicados à:
- estudantes do curso para avaliação do desempenho dos professores em sala de aula;
- estudantes concluintes de estágios e TFG’s, a fim de avaliar a atuação dos professores
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como orientadores;
- estudantes formandos para avaliação geral do curso e da Instituição;
- escolas que recebem estagiários do curso, para avaliação do desempenho do estudante
como estagiário e do curso como gestor dos estágios;
b) Entrevistas não-estruturadas: serão realizadas por meio de diálogos com estudantes,
professores e técnicos administrativos. Sabe-se que o diálogo, embora não se caracterize
como um processo estruturado de entrevistas, é uma fonte importante de informações em
qualquer âmbito gerencial e não pode ser desprezado como instrumento auxiliar, na busca
de subsídios que reforcem o processo de avaliação.
c) Depoimentos de professores em reuniões para a avaliação conjunta de pontos
específicos, que envolvem os três principais segmentos: corpo docente, discente e técnicoadministrativo.
d) Reuniões com professores para avaliação do curso: serão reunidos os professores das
disciplinas por semestre, para, em conjunto, avaliarem cada semestre do curso, com o
objetivo de que todos conheçam a visão de cada colega sobre a mesma turma. Nessas
reuniões também são utilizados instrumentos de coleta de dados, elaborados especialmente
para este fim, com vistas a obter informações sobre os seguintes itens: consulta à
bibliografia; realização trabalhos; solução de dúvidas em sala de aula; frequência às aulas;
pontualidade; respeito ao professor e aos colegas; interesse; motivação; relação teoria
versus prática.
e) Reuniões pedagógicas do curso, com todos os professores, com o propósito de realizar o
acompanhamento e monitoramento das atividades desenvolvidas durante o semestre, bem
como propiciar correções que se façam necessárias no decorrer do ano. Nessas reuniões
serão analisados os resultados do ENADE e de avaliações externas.
O projeto de autoavaliação do curso caracteriza-se como uma atividade cíclica que se
justifica como uma construção formativa e que visa a programar medidas para o
aperfeiçoamento da organização didático-pedagógica do Curso de Matemática.
56
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Projeto pedagógico do curso de Matemática