Grupo de Aprendizagem Tutorial (GAT) Acolhimento e Acesso Qualificado na APS O Projeto “Projeto de Saúde, acolhimento e acesso qualificado na Atenção Primária à Saúde, elaborado pela Faculdade de Ciências Médicas e submetido à apreciação do Ministério da Saúde, tem por principal objetivo suscitar a reflexão acerca da organização da atenção primária nas USF do Recife, Pernambuco, discutindo a implantação do acolhimento como instrumento de qualificação da atenção e do acesso. O projeto foi organizado visando a discussão de “projetos de saúde de cada uma das USF participantes, bem como de ações e pesquisas que facilitem sua implementação. Propõese também a discutir e implantar o acolhimento, como instrumento de qualificação do acesso dos usuários à APS, buscando construir o fortalecimento do SUS”. Este projeto por tutora a professora Paulette Cavalcanti de Albuquerque, docente da FCM, coordenadora do Módulo Atenção Primária à Saúde II, integrante do Eixo Prático Construtivista do currículo médico da FCM. O Grupo de Aprendizagem Tutorial deste projeto é integrado por: Preceptora: Verônica Correia Lima Arrais, médica da USF Sitio dos Pintos Preceptora voluntária: Janete Costa Araújo, enfermeira da USF Sítio dos Pintos Anderson Enfermagem – 8º período Estudantes Monitores Isaquieu Sousa da Silva Educação Física – 5º período Estudante não bolsista Wanessa Barbosa Callado Medicina – 4º período Antônio de Pádua Melo Santos Medicina – 4º período Preceptora: Valeska , médica da USF Apipucos Preceptora Voluntária: Clariana , enfermeira da USF Apipucos Thais Coelho Queiroz Ed. Física – 5º período Estudantes Monitores Simone Maria Irineu Leal Enfermagem – 8º. Período Estudante não bolsista Aline Rose Souza de Lima Ed Fisica – 5º. Período Ana Karina de Andrade Araújo Enfermagem - 7º. Período Dannilo Rafael Bezerra do Carmo Enfermagem -7º.período Felipe Ribeiro Fragoso Ed. Física -5º.período Karla Marly Soares Martins Enfermagem 7º. Período Preceptora: Sonia Maria M. Lobo, médica da USF Córrego da Fortuna Estudantes Monitores Maria Elisa Medicina – 5º período Estudante não bolsista Michele Enfermeira – 8º período Valmir Medicina – 5º. Período Preceptora: Josivânia Santos Tavares, enfermeira da USF Sítio São Braz Estudantes Monitores Regina Celli Figueiredo Enfermagem – 8º. Período Grupo de Aprendizagem Tutorial (GAT) Acolhimento e Acesso Qualificado na APS Residente voluntária Karlla Dannielle Jeane G. Arruda de M. Coelho Enfermagem – 7º período Residente de Saúde Coletiva Preceptora: Débora, médica da USF Alto do Pascoal Pablo Stallone Estudantes Monitores Danilo Estudante não bolsista Ed. Física – 5º. Período Ed. Física – 5º. Período Residente voluntária Residente de saúde da família Manoela Preceptor: Carlos Eduardo Gomes de Melo, médico da USF Alto do Pascoal Estudantes Monitores Jaqueline Medicina – 6º. Período Residente voluntária Luciana M Camelo Residente de Saúde Coletiva Preceptor: Clóvis , médico da USF Poço da Panela Estudantes Monitores Juliana B. Farias Jorge Luís Fernandes Bulhões Luciana Estudante não bolsista Tatiana Medicina - 6º. Período Enfermagem – 8º. Período Medicina - 6º. Período Enfermagem – 7º. Período Houve, portanto, abandono do projeto por parte de estudantes não bolsistas principalmente do curso de Medicina, mas também dos demais cursos. Destaca-se que os estudantes de Educação física contam o PET como estágio e disciplina, portanto, sendo ais valorizado o trabalho dos voluntários O GAT Acolhimento como chamamos, tem se reunido regularmente toda semana, em dias alternados (segunda, terça ou quarta-feira), para contemplar as dificuldades de agenda de preceptores que tem plantão e de alunos que fazem alguma disciplina noturna (especialmente arte-terapia). A participação de todos tem sido muito boa, apesar de sempre termos os lideres e aqueles mais participativos. Iniciamos discutindo e apresentando artigos que abordavam os conceitos de Atenção Primária à Saúde, Saúde da Família e do acolhimento, como estratégia da gestão municipal para a reorganização do processo de trabalho. Em seguida, desenvolvemos com todo o grupo e com a participação da gestão municipal, uma oficina de acolhimento que já vinha sendo realizada na USF Alto do Pascoal, com o objetivo de internalizar melhor o conceito de acolhimento e acesso qualificado. Nesta primeira fase, proporcionamos e enfatizamos a criação de vínculos entre os preceptores e os estudantes, visando a constituição de sub-grupos por USF, coordenados por cada preceptor, envolvendo alunos bolsistas e não bolsistas dos três cursos. Um destaque do nosso GAT é a participação, desde o início, de duas residentes de saúde coletiva e, no processo, de outros residentes de saúde da família. Grupo de Aprendizagem Tutorial (GAT) Acolhimento e Acesso Qualificado na APS Numa segunda fase, partimos para a construção dos projetos de pesquisa de cada subgrupo. Iniciamos com uma discussão sobre a construção metodológica, que se seguiu com uma apresentação por cada subgrupo de um autor de referência em metodologia científica. Seguiu-se com a discussão dos referenciais teóricos, justificativa e com o detalhamento da metodologia, visando à construção do projeto de pesquisa de cada GAT. Decorridos 6 meses de início do PET SAÚDE/UPE (abril de 2008) os 6 Grupos de Aprendizagem Tutorial elaboraram um projeto de pesquisa que será apresentado no evento SEMANA UNIVERSITÁRIA DA UPE, dia 23 de outubro corrente. Parcerias estabelecidas e situação da articulação entre a Instituição de Educação Superior e a gestão municipal de saúde; A UPE faz parceria com a Secretaria de Saúde do Recife, em especial com os DS II e III, campos de prática dos cursos de graduação de saúde. No GAT Acolhimento, todas as USF incluídas faziam parte, no início do PET, do módulo de Atenção Primária à Saúde II, coordenado pela tutora do GAT. A proposta foi exatamente de integrar o PET com a graduação, aprofundando a parceria e internalizando o papel formador da rede de serviços de saúde junto às ESF. Nossos alunos também, em parte, já eram vinculados às ESF participantes, especialmente os enfermeirandos que estavam em período de estágio curricular nessas USF. As USF participantes deste GAT são: Sítio dos Pintos (1 ESF), Sítio São Braz (1 ESF), Córrego da Fortuna (1 ESF). Poço da Panela (1 ESF), Apipucos (1 ESF) e Alto do Pascoal (unidade com 4 equipes das quais 2 participam deste GAT). O reflexo do PET nas atividades de graduação foi imediato e bastante expressivo. Os enfermeirandos lideraram o processo, junto com um dos alunos de medicina não bolsista. Como todos os alunos de medicina já haviam passado de 2 a 3 semestres com aulas práticas nas unidades de saúde da família, foi fácil a integração à proposta e o entendimento do acolhimento como estratégia para melhoria do processo de trabalho. Os estudantes de Educação Física, que não conheciam as unidades, passaram a visitá-las regularmente a fim de se familiarizarem com seu funcionamento e poderem participar ativamente da elaboração dos projetos. Partimos da proposta de que cada USF precisaria levantar os principais problemas que afetam o funcionamento do posto, especialmente fazendo uma relação com o grupo etário de 2 a 10 anos. Os problemas escolhidos fariam parte do Projeto de Saúde da USF e dariam base para o projeto de pesquisa do PET. Grupo de Aprendizagem Tutorial (GAT) Acolhimento e Acesso Qualificado na APS Os profissionais e alunos anteciparam a elaboração do projeto apresentando trabalhos ao IX Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, que está sendo realizado em Recife, de 31 de outubro a 4 de Novembro. O nosso GAT teve 3 trabalhos aprovados no Congresso. Os projetos de pesquisa elaborados são: 1. Avaliação da implantação do acolhimento nas USF através de oficinas pedagógicas 2. Avaliação do acesso e da qualidade da atenção as crianças de 2 a 9 anos; 3. Avaliação do acompanhamento das crianças de 0 a 5 anos; 4. Avaliação do acompanhamento do desenvolvimento das crianças de 0 a 5 anos 5. Análise da percepção das crianças de 7 a 10 anos sobre a Equipe de Saúde da Família de Apipucos; 6. Avaliação do acesso e da qualidade da atenção as gestantes adolescentes 7. Avaliação do acesso e da qualidade da atenção aos homens nas USF Os projetos foram apresentados em formato de pôster junto com os outros GAT no último dia 23 de Setembro, no auditório da FCM-UPE, e seguem em anexo. Os objetivos específicos e metodologia dos projetos seguem abaixo: Avaliação da implantação do acolhimento através de oficinas pedagógicas OBJETIVO GERAL: Analisar a efetividade da oficina pedagógica de capacitação de profissionais das USF`S para implantação do acolhimento MATERIAL E MÉTODOS: Pesquisa Ação Realização das Oficinas Pedagógicas para implantação do acolhimento nas USF Acompanhamento do processo de implantação do acolhimento Avaliação dos resultados: profissionais envolvidos, forma de funcionamento, Capacidade de alteração do processo de trabalho Preceptor: Carlos Eduardo Gomes de Melo, médico da USF Alto do Pascoal Avaliação da Atenção às crianças de 2 a 9 anos OBJETIVO GERAL: Conhecer como se dá o acesso e acompanhamento das crianças de 2 a 9 anos na USF Alto do Pascoal MATERIAL E MÉTODOS: Estudo observacional, tipo seccional de abordagem quantitativa Grupo de Aprendizagem Tutorial (GAT) Acolhimento e Acesso Qualificado na APS Análise de amostra dos prontuários das crianças de 2 a 9 anos Identificação do horário de maior demanda das crianças, motivo da procura a partir do acolhimento Identificação das barreiras de acesso ao acompanhamento das crianças Preceptora: Débora, médica da USF Alto do Pascoal Avaliação do acompanhamento de puericultura das crianças de 0 a 5 anos OBJETIVO GERAL: Descrever o acompanhamento das crianças de 0 a 5 anos na USF Córrego da Fortuna, MATERIAL E MÉTODOS: Estudo observacional, tipo seccional de abordagem quantitativa Análise dos prontuários das crianças de 0 a 5 anos Identificação do preenchimento de itens específicos do prontuário das crianças Verificar a existência do cartão espelho na USF Analisar a situação de acompanhamento das crianças Avaliar o número de consultas/ano por faixa etária, comparando com os padrõesdefinidos pelo MS. Preceptora: Sonia Maria M. Lobo, médica da USF Córrego da Fortuna Avaliação do acompanhamento do desenvolvimento das crianças de 0 a 5 anos OBJETIVO GERAL: Descrever o acompanhamento do desenvolvimento das crianças de 0 a 5 anos em unidades de saúde da família com e sem o PET implantado MATERIAL E MÉTODOS: Estudo observacional, tipo seccional de abordagem qualitativa Avaliar o acompanhamento do desenvolvimento das crianças de 0 a 5 anos Identificação do envolvimento e comprometimento dos profissionais no acompanhamento do processo de desenvolvimento das crianças Verificar o conhecimento dos profissionais de saúde quanto aos instrumentos Utilizados para avaliar o desenvolvimento das crianças. Preceptora: Josivânia Santos Tavares, enfermeira da USF Sítio São Braz Avaliação da percepção das crianças de 7 a 10 anos sobre a USF Apipucos OBJETIVO GERAL: Descrever Identificar a percepção de crianças de 7 a 10 anos sobre ações e procedimentos do PSF em Apipucos MATERIAL E MÉTODOS: Estudo descritivo de abordagem qualitativa Avaliar o acompanhamento do desenvolvimento das crianças de 0 a 5 anos Levantamento do perfil das crianças a partir dos prontuários Entrevista domiciliar com as crianças Preceptora: Valeska , médica da USF Apipucos Preceptora Voluntária: Clariana , enfermeira da USF Apipucos Grupo de Aprendizagem Tutorial (GAT) Acolhimento e Acesso Qualificado na APS Avaliação da atenção à saúde dos homens na USF Poço da Panela OBJETIVO GERAL: Descrever o acesso dos homens a Equipe de Saúde da Família MATERIAL E MÉTODOS: Estudo observacional, exploratório de abordagem quantitativa e qualitativa Identificar o acesso dos homens as ações da ESF Quantificar as consultas junto aos homens, motivos e estabelecer a relação do vínculo dos homens com a ESF Preceptor: Clóvis , médico da USF Poço da Panela Avaliação do acesso das gestantes e mães adolescentes à USF OBJETIVO GERAL: Avaliar o acesso das gestantes e mães adolescentes assistidas pela ESF na Comunidade do Sítio dos Pintos MATERIAL E MÉTODOS: Estudo descritivo retrospectivo de abordagem qualitativa e qualitativa Revisão dos prontuários identificando as gestantes e mães adolescentes de 10 a 19 anos de 2001 a 2008 Aplicar questionário com as mães e gestantes do período Avaliar o acompanhamento das crianças filhas de mães adolescentes Preceptora: Verônica Correia Lima Arrais, médica da USF Sitio dos Pintos Preceptora voluntária: Janete Costa Araújo, enfermeira da USF Sítio dos Pintos Projetos concluídos e metas alcançados O GAT Acolhimento e acesso qualificado na Atenção Primária à Saúde considera que concluiu cinco dos sete projetos que foram elaborados durante o PET. São eles: ESTUDO DO ACOMPANHAMENTO DAS CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS EM UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMILIA DO RECIFE Albuquerque, P.C.; Lobo, S.M.M.; Bezerra, M.E.M.; Silva, M.M.C. de A.; Costa, V.M. Introdução:Este trabalho é parte do Programa de Educação Tutorial (PET) do Ministério da Saúde, que tem por objetivo o fortalecimento do vinculo da Academia aos serviços de saúde da Prefeitura Municipal de Recife, favorecendo a formação e integração de uma equipe multidisciplinar. O acompanhamento e avaliação contínua do crescimento e desenvolvimento foram definidos como uma das cinco ações básicas do programa de Assistência à Saúde da Criança (FREITAS et al, 2005). Implantada pelo Ministério da Saúde em 2005 em substituição ao Cartão da Criança, a Caderneta de Saúde da Criança (CSC) apresenta-se como instrumento essencial de vigilância, por ser o documento onde são registrados os dados e eventos mais significativos para a saúde infantil (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2005). Grupo de Aprendizagem Tutorial (GAT) Acolhimento e Acesso Qualificado na APS A cobertura vacinal é um indicador de saúde relevante. O Programa Nacional de Imunização (PNI) busca atingir seu objetivo que é vacinar 100% das crianças de 0 à 6 anos e , com isso, erradicar as doenças prevalentes nessa faixa etária. Com relação ao número de consultas, o MS determina que sejam realizadas 7 consultas durante o primeiro ano de vida, 4 consultas durante o segundo ano e 1 consulta/ano dos 2 aos 5 anos para um bom acompanhamento da criança. O estudo analisou o acompanhamento das crianças de 0 a 5 anos na Unidade de Saúde da Família do Córrego da Fortuna no Recife. Questionou-se o preenchimento dos prontuários dessas crianças, a existência do cartão espelho na USF e qual o número de consultas/ano realizadas nessa faixa etária. Foram avaliadas as condições do acompanhamento das crianças desta USF através de marcos antropométricos do crescimento (peso e altura) presentes no prontuário, número de consultas/ano por faixa etária, situação vacinal atual da criança e preenchimento do cartão espelho, dada a importância do acompanhamento para a uma possível pós-implantação de um acolhimento efetivo. Metodologia: Trata-se de um coorte retrospectivo, de dados secundários a partir dos prontuários. O estudo foi desenvolvido na Unidade de Saúde da Família do Córrego da Fortuna, no bairro de Dois Irmãos, na microrregião 3.1 do distrito sanitário III da cidade do Recife. Foi avaliado o universo de 250 crianças de 0 a 5 anos cadastradas na Unidade de Saúde da Família. As variáveis utilizadas foram idade, peso, altura, imunização completa atual, número de consultas/ano por faixa etária e existencia do cartão espelho. Os prontuários analisados foram referentes às crianças nascidas entre janeiro de 2004 e dezembro de 2009. Cada criança foi avaliada desde o seu nascimento até a idade em que ela se encontra, em 3 momentos da sua vida: de 0 a 11 meses e 29 dias (grupo I), de 12 a 23 meses e 29 dias (grupo II) e de 24 a 60 meses completos (grupo III). A satisfatorieadade do número de consultas e número de pesos e alturas medidas foi avaliada pelos seguintes graus: grupo I ( 0 a 2 = péssimo, 3 a 4 = ruim, 5 a 6 = insatisfatório, 7 a 8 = bom, 9 ou mais = excessivo); grupo II ( 0 = péssimo, 1 a 2 = ruim, 3 = insatisfatório, 4 a 5 = bom, 6 ou mais = excessivo); grupo III ( 0 = péssimo, 1 = ruim, 2 = insatisfatório, 3 a 4 = bom, 5 ou mais = excessivo). Não foi encontrada a cópia da Caderneta de Saúde da Criança do Ministério da Saúde na Unidade (cartão espelho), por isso consideramos a cópia do cartão vacinal o cartão espelho. Resultados: Das 250 crianças, 12% (30) pertenciam ao grupo I, 22,3% (56), ao grupo II e 64,9% (163) ao grupo III. No grupo I, o número de consultas/ano foi péssimo em 28,3% dos casos, ruim em 12,3%, insatisfatório em 19,8%, bom em 15,4% e excessivo em 19,2%. Quanto ao número de pesos e altura medidos, os índices foram 33,7% péssimo, 19,4% ruim, 17,8% insatisfatório, 14,6% bom e 14,4% excessivo para a variável peso e 42,8% péssimo, 21,4% ruim, 19,8% insatisfatório, 10,3% bom e 5,6% excessivo para a altura. Para as crianças do grupo II, a frenquencia de consultas em um ano foi 47,7% péssima, 32,9% ruim, 7,7% insatisfatória, 7,2% boa e 4,6% excessiva. A medição do peso nesse grupo obteve índices 53,2% péssimo, 32,4% ruim, 7,2% insatisfatório, 5,5% bom e 1,8% excessivo e a altura, 77,5% péssimo, 20,3% ruim, 1,4% insatisfatório, 1% bom e 0% excessivo. No grupo III, o número de consultas/ano foi considerado péssimo para 62,1% das crianças, ruim para 18,4%, insatisfatório para 7,5%, bom para 10,3% e excessivo para 1,8%. No que se refere à aferição do peso, 69,4% foi considerado péssimo, 17,9%, ruim, 6,9% insatisfatório, 4,1%, bom e 1,8% excessivo. Quanto à altura, em 96% dos casos, a aferição foi considerada péssima, em 4%, ruim e nenhum foi considerado insatisfatório, bom ou excessivo. Ao se analisar a situação vacinal, encontramos que 66,3% das crianças receberam todas as vacinas. O cartão espelho estava presente em 66,3% e, portanto, 33,6% das crianças não possuíam cartão espelho. Grupo de Aprendizagem Tutorial (GAT) Acolhimento e Acesso Qualificado na APS Discussão: Fica evidente a precariedade da puericultura realizada. Apenas 15,4%, 7,2% e 10,3% dos grupos I, II e III, respectivamente, obtiveram índices considerados bons de acordo com o Ministério da Saúde para o número de consultas/ano. No grupo III, 96% estão no padrão péssimo para a medição da altura, o que significa que essas crianças, após completar 2 anos, nunca tiveram aferidos seus pesos ou alturas. Preocupante também é a situação vacinal dessas crianças, pois se verificou que 33,6% das crianças cadastradas estavam com a situação vacinal desatualizada. A puericultura está, atualmente, restrita ao primeiro ano de vida. O posto médico ainda é associado a um ambiente apenas relacionado a doenças. É bastante compreensível que as mães acreditem que devem levá-las ao posto de saúde somente quando elas adoecem. O cartão espelho real, ou seja, a cópia da Caderneta de Saúde da Criança que deveria ficar na USF, não é realizada. Quando se considera somente a cópia do Cartão de Vacinação como o cartão espelho, 66,3% dos prontuários o possuem. Isto demonstra que ainda não há, entre os profissionais de saúde, o hábito de preencher o cartão espelho, mesmo que apenas o cartão espelho vacinal. Conclusão: Torna-se necessária uma maior conscientização dos profissionais de saúde da importância da puericultura para que haja uma boa atuação desses profissionais no acompanhamento do desenvolvimento de todas as crianças por quem eles são responsáveis. Referencias: 1) FREITAS, LBL; SHELTON, TL. Atenção à primeira infância nos EUA e no Brasil. Psicologia. Teoria e Pesquisa, Brasília - DF, v. 21, n. 2, p. 197-205, 2005. 2) Departamento de Ações Programáticas Estratégicas, Secretaria de Atenção à Saúde, Ministério da Saúde. Manual para utilização da caderneta de saúde da criança. Brasília: Ministério da Saúde; 2005. PRÁTICAS DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE DA FAMÍLIA EM RELAÇÃO AO DESENVOLVIMENTO DAS CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS NO DISTRITO SANITÁRIO III NA CIDADE DO RECIFE Jeane Grande Arruda de Miranda Coelho, Josivânia Santos Tavares, Karlla Dannielle da Silva, Regina Celli Figueiredo da Fonseca, Paulette Cavalcanti de Albuquerque OBJETIVO: Avaliar a prática dos profissionais de saúde da família no acompanhamento do desenvolvimento das crianças de zero a cinco anos na consulta de puericultura em Unidades de Saúde da Família na cidade do Recife. METODOLOGIA: Trata-se de uma pesquisa observacional com abordagem qualitativa de caráter descritivo exploratório, tendo sido utilizado para a análise dos dados o método de Análise de Conteúdo do tipo temática-estrutural. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com 25 profissionais, sendo 13 enfermeiros e 12 médicos, utilizando-se as seguintes variáveis: Perfil dos profissionais (Enfermeiro ou Médico); Tempo de atuação no Programa de Saúde da Família; Capacitação em saúde da criança; Envolvimento e comprometimento com a puericultura; Acompanhamento do desenvolvimento das crianças e conhecimento e utilização de instrumentos Grupo de Aprendizagem Tutorial (GAT) Acolhimento e Acesso Qualificado na APS que o possibilitem durante a consulta de puericultura; Identificação do déficit de desenvolvimento e acompanhamento da evolução do caso. Dentre as 12 equipes de saúde avaliadas, 06 deveriam estar vinculadas ao PET Saúde (Programa de Educação Tutorial em Saúde) e 06 não deveriam estar vinculadas ao PET, sendo esta uma possibilidade de comparar a existência de alguma diferença entre as equipes no tocante a atenção à saúde da criança, considerando a importância da integração ensino-serviço, no entanto não houve diferença. RESULTADOS: Os profissionais entrevistados têm um tempo de atuação no PSF entre 3 e 15 anos e todos já fizeram alguma capacitação em saúde da criança, prevalecendo o AIDPI. Fato este, que deveria representar não só conhecimento como entrosamento destes com os programas e protocolos do Ministério da Saúde, o qual preconiza que o acompanhamento das crianças na puericultura seja realizado por profissionais médicos e enfermeiros com consultas alternadas entre estes. Na pesquisa, constatou-se que todos os enfermeiros entrevistados realizam consulta de puericultura regularmente, enquanto a maioria dos médicos o faz esporadicamente. No entanto identificamos que o acompanhamento é mensal nas crianças menores de 1 ano, e a partir desta faixa etária começa a existir uma certa irregularidade neste acompanhamento. Já em relação ao acompanhamento médico se restringe o atendimento destas crianças às intercorrências. Considerando que estas crianças deixam de ser acompanhadas regularmente nas Unidades de Saúde da Família (USF) após 1 ano, pode-se relacionar possivelmente a não identificação precoce dos distúrbios no desenvolvimento, o que poderá interferir de forma significativa em sua qualidade de vida e inclusão na sociedade. Ao verificarmos o conhecimento dos profissionais de saúde quanto aos instrumentos utilizados para avaliar o desenvolvimento da criança, identificamos que nem sempre são utilizados com esta finalidade, como o Cartão da Criança, que é solicitado em todas as consultas, porém são mais avaliados os gráficos de crescimento. Enquanto o Teste de Denver, não é conhecido por todos, nem mesmo utilizado na rotina. Alguns profissionais relataram a necessidade de rever sua prática de acompanhamento das crianças de 0 a 5 anos, enquanto muitos revelaram estar atentos para a identificação de alterações no desenvolvimento destas crianças. Após identificarem uma alteração no desenvolvimento todos os profissionais demonstraram a integralidade do acompanhamento, permanecendo-se todos envolvidos com a evolução do caso na USF, mesmo após referência ao especialista, o que demonstra comprometimento destes. CONCLUSÃO: Este estudo mostrou que as práticas dos profissionais de saúde da família em relação ao acompanhamento do desenvolvimento das crianças de 0 a 5 anos no Distrito Sanitário III na cidade do Recife, precisa ser reavaliado e rediscutido a fim de que se adote uma prática Grupo de Aprendizagem Tutorial (GAT) Acolhimento e Acesso Qualificado na APS uniforme, deste acompanhamento. Apesar de puericultura estar relacionada ao acompanhamento de crianças saudáveis, este deve ser realizado por profissionais enfermeiros e médicos, uma vez que a condução de algum caso de déficit de desenvolvimento que possa ser identificado, é de responsabilidade da equipe. E considerando ainda que a puericultura está entre as ações de promoção e prevenção à saúde, que são duas das principais metas dos programas de Atenção Básica no Brasil, podemos concluir que esta ação é uma das fundamentais, devendo ter o envolvimento de todos os profissionais.O acompanhamento destas crianças deve ser contínuo e ininterrupto, entretanto esta prática não é regular em muitas das unidades de saúde avaliadas. Pudemos observar que muitos profissionais suspendem este acompanhamento após 1 ano de idade, restringindo o acesso destas crianças à equipe apenas em casos de intercorrências. Esta prática compromete a qualidade de vida destas crianças, uma vez que a não continuidade desta assistência, impossibilita a detecção precoce de algum tipo de alteração que possa surgir, retardando o diagnóstico e dificultando a reabilitação. Palavras-chave: Saúde da família, Profissionais de saúde, Crianças, Desenvolvimento. AVALIAÇÃO DO ACESSO DOS HOMENS EM UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA DO RECIFE – PE Farias, JB, Menezes, LMM, Bulhões, JLF, Santos, TP, Santos, Clovis; Albuquerque, PC RESUMO O texto se propõe a contribuir para a melhoria da organização dos serviços disponibilizados pelo Programa Saúde da Família e ao desenvolvimento de ações de promoção de saúde que priorizem a população masculina. . Tem por objetivo geral descrever o acesso dos homens à equipe saúde da família. É um estudo observacional com características exploratórias e descritivas, com abordagem quantitativa e qualitativa. O estudo foi desenvolvido com 26 homens cadastrados no Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) através da Ficha de Cadastro, com idade entre 25 e 59 anos. A coleta de dados foi realizada a partir de entrevistas semi-estruturadas nos meses de dezembro de 2009 a abril de 2010. A ordenação da apresentação e análise dos resultados deu-se através da identificação de categorias. Identificamos que há uma maior procura, por parte dos homens, por serviços de assistência secundária e terciária, não existe programa de saúde que contemple apenas a população masculina, o horário de funcionamento dos serviços de saúde mostra-se um obstáculo à presença dos homens nesses serviços, questões de gênero são influentes no processo de auto-cuidado, e há a necessidade de plano de ações específico para a população masculina na tentativa de melhorar a acessibilidade dos homens à Unidade de Saúde da Família. Grupo de Aprendizagem Tutorial (GAT) Acolhimento e Acesso Qualificado na APS Conclui-se que, dentre outros aspectos, mudanças estruturais e sociais, baseadas nos dados observados na pesquisa, colaborariam de forma significativa para melhorar o acesso da população masculina às Equipes de Saúde da Família. PALAVRAS-CHAVES Saúde do Homem, Saúde da Família, Acesso aos serviços de saúde ACESSO DA ADOLESCENTE GESTANTE E ASSISTÊNCIA REALIZADA NA PUERICULTURA NA USF SÍTIO DOS PINTOS E USF SÍTIO SÃO BRAZ- PERÍODO:2001-2009 Arrais, VCL, Araújo, JC, Silva, A, Silva, IS, Callado, WB, Santos, APM, Albuquerque, PC. O presente estudo teve como objetivo geral, avaliar o comportamento do sistema em relação ao acesso da gestante adolescente para realização do Pré-Natal, nas duas unidades de saúde da família estudadas. Inicialmente, foi realizado um projeto elencando objetivos gerais e específicos como base para implementar as ações a serem desenvolvidas para formulação do trabalho. Utilizamos como forma de coleta de dados, aplicação de 64 questionários, que nos possibilitou identificar e quantificar indicadores que foram analisados e avaliados com a finalidade de estudar a estrutura do sistema e o comportamento dos seus integrantes em relação à viabilização do acesso da gestante adolescente a assistência ao PréNatal e das crianças a Puericultura. A aplicação dos questionários foi realizada com as gestantes e ex-gestantes nas duas comunidades, nos possibilitou identificar situações que influenciam no processo da assistência a gestante e ao feto. A garantia do acesso da gestante adolescente à assistência precoce ao pré-natal representa um importante momento de prevenção de mortalidade e morbidade materna e fetal. Um dos objetivos da garantia do acesso da gestante ao Pré-Natal, o mais precocemente possível, é assegurar o desenvolvimento da gestação, viabilizando um parto a termo, como forma de prevenção a intercorrências, promovendo ações preventivas, educativas considerando aspectos psicosociais da gestação na adolescência. O acesso da adolescente ao Pré-Natal requer a oferta de atendimento diferenciado a fim de prevenir possibilidade de ocorrência de complicações, morbidade e mortalidade materna. A qualidade da assistência à adolescente durante o Pré-Natal se caracteriza por um conjunto de ações e procedimentos essenciais considerando-se que a ocorrência da gravidez precoce, principalmente em menores de 15 anos, é indicador de risco para mãe e para o feto. Os profissionais que compõem a equipe, devem estar atentos também a identificação precoce de sinais e sintomas de riscos na mãe e no feto. A assistência deve ser desenvolvida por profissionais capacitados integrantes da equipe de saúde da família representando a Atenção Básica de Saúde. No estudo realizado, identificamos à extrema importância da garantia do acesso da adolescente a assistência no Pré-Natal, com idade gestacional o mais precoce possível. Grupo de Aprendizagem Tutorial (GAT) Acolhimento e Acesso Qualificado na APS O acompanhamento sistemático da gestante adolescente durante o pré-natal, permite e deve garantir a gestante e ao feto, entre outras medidas de promoção e prevenção a saúde, rastreamento de indicadores de risco gestacional, imunizações e profilaxia, aconselhamento e educação em saúde, suplementação vitamínico, intervenções terapêuticas obstétricas quando necessário, orientações no preparo para o momento do parto, assistência no puerpério, entre demais medidas. Para ocorrência da garantia das ações e procedimentos mencionados, é necessária a existência de um sistema de saúde organizado, capaz de garantir o acesso da gestante na assistência em suas variadas categorias, envolvendo profissionais e serviços de saúde, que ofertam os serviços, no sentido de garantir a realização do Pré-Natal com qualidade. Existem parâmetros que podem subsidiar avaliações em relação à viabilidade, cumprimento das ações e procedimentos praticados pelos serviços envolvidos e pela equipe de profissionais na Unidade de saúde da Família. Abaixo, apresentamos tabela com variáveis, que pode servir de avaliação do comportamento do sistema de saúde ofertado na assistência ao Pré-Natal, considerando informações colhidas durante a aplicação dos questionários aplicados a atuais e ex-gestantes das duas Unidades de Saúde, que foram trabalhadas pela equipe de profissionais envolvidos na pesquisa. O trabalho realizado viabilizou a identificação de alguns parâmetros que podem serem traduzidos pelo perfil e comportamento da gestante em relação ao acesso aos serviços de saúde necessários na gestação, idade em que ocorreu a primeira gestação na população das gestantes trabalhadas. O serviço de Puericultura constitui num conjunto de procedimentos em que se avalia periodicamente, geralmente, a cada mês, considerando parâmetros existentes para avaliação do crescimento e desenvolvimento da criança no mínimo, até o segundo ano de vida, podendo se estender, até os cinco anos. Tais procedimentos constituem em avaliações, através das consultas durante os atendimentos, no sentido de avaliar crescimento e desenvolvimento da criança, comparado com os parâmetros e dados estabelecidos pelo Ministério da Saúde, tendo como instrumentos de avaliações, dados contidos nos cartões da criança. As avaliações devem ser complementadas pelo exame físico, realizados nas consultas, onde são extraídos parâmetros de medidas, incluindo, peso, altura, perímetro cefálico, entre outros. Os primeiros registros no cartão da criança, devem iniciar-se na maternidade onde ocorreu o nascimento. Estes registros, referem-se a dados como Apgar no 1º e 5º minuto após o nascimento, peso ao nascer, perímetro cefálico, altura, registro de intercorrências durante e ou após o parto, estado da criança após o nascimento, avaliado pelo profissional neonatologista, que deve ser registrado e entregue a mãe da criança para que possa ser referência nos acompanhamentos nos atendimentos da Puericultura. A criança deve iniciar o procedimento de imunização, com as primeiras vacinas aplicadas na maternidade de ocorrência do seu nascimento. Os relatos extraídos das ex e atuais gestantes adolescentes nos possibilitou avaliar ocorrências e situações que repercutem em todo o processo da assistência no Pré-Natal e no Acompanhamento da criança na Puericultura. Tivemos a oportunidade de identificar, como o sistema está organizado e a forma de atuação dos profissionais que integram as equipes de saúde da família, examinadas no presente estudo. Durante o trabalho de pesquisa, realizado com as gestantes e ex-gestantes nas duas comunidades, foi avaliado os locais dos serviços de saúde utilizados pelas gestantes, para realizarem seus respectivos atendimentos de Grupo de Aprendizagem Tutorial (GAT) Acolhimento e Acesso Qualificado na APS pré-natal, realização de exames de rotina relacionados, considerando os serviços mais próximos ofertados na área geográfica das populações de gestantes do estudo. Durante o trabalho, foram avaliadas ocorrência de intercorrências nos mencionados serviços. Avaliação da percepção das crianças de 7 a 10 anos sobre a USF Apipucos Berardo, Valeska, Thais Coelho Queiroz, Simone Maria Irineu Leal, Aline Rose Souza de Lima, Ana Karina de Andrade Araújo, Dannilo Rafael Bezerra do Carmo, Felipe Ribeiro Fragoso, Karla Marly Soares Martins, Albuquerque, PC RESUMO Falta o texto q perdi neste computador... 1. Avaliação A avaliação do GAT Acolhimento foi realizada no último dia 19 de Abril através de roda de conversa entre os participantes. A avaliação foi muito positiva tanto de alunos como de preceptores e tutora. Os principais pontos levantados foram: a) Consolidação da relação ensino-serviço, com uma grande evolução de todo o grupo; b) Integração entre as faculdades (FCM-FENSG-ESEF). Apesar disso, ainda foi pequena a participação dos estudantes de medicina, embora tenha sido decisiva onde aconteceu. Houve uma evasão dos estudantes de educação física no final do PET, justificada por estágios mas também por desestímulo de não se identificar com os objetos das pesquisas deste GAT; c) Consolidação da integração ensino-pesquisa-extensão; d) A valorização e reconhecimento da Saúde Coletiva como condutora do PET, demonstrando sua capacidade de aglutinação das demais áreas; e) As pesquisas conseguiram chegar ao final, com bons resultados e com conclusões que contribuem para a melhoria da APS; O GAT fez um pré-teste no primeiro dia, onde todos escreveram sobre os conceitos de Atenção Primária, Acolhimento e PSF, tendo sido arquivado em envelope fechado para ser comparado com os conhecimentos atuais sobre os conceitos. Os participantes do GAT acharam que nem sequer seria necessário comparar com o pré-teste pois o avanço nos conceitos foi imenso. Ainda será discutido a publicação dos resultados desse préteste, comparados ao pós-teste no dia 06 de maio. 2. Estratégias de sustentabilidade do Projeto (listar) a) O GAT elaborou dois projetos de Iniciação Científica já aprovados e está elaborando outros dois. b) Duas pesquisas que não conseguiram ser concluídas serão concluídas mesmo com participação voluntária. c) Um dos trabalhos foi transformado em monografia de conclusão de Residencia em Saúde da Família. Grupo de Aprendizagem Tutorial (GAT) Acolhimento e Acesso Qualificado na APS d) Os trabalhos do GAT serão incorporados a linha de pesquisa da tutora. 3. O que facilitou a execução do PET-Saúde a) O incentivo da bolsa b) A exigência de prazos, de avaliações, de reuniões semanais do GAT, de controle de freqüência. c) O seminário de 23 de setembro; d) 4. O que dificultou a execução do PET-Saúde (listar) a) O pouco incentivo da UPE e faculdades; b) A pouca incorporação a rotina dos cursos, acarretando um sobretrabalho muitas vezes não reconhecido nem devidamente recompensado. c) O pouco apoio da SMS Recife e Prefeitura do Recife. d) A crítica dos ACS e o boicote ao desenvolvimento dos trabalhos de campo, devido a se sentirem discriminados por não receberem bolsa; e) Conflitos de equipe, em especial pela disputa pela bolsa; f) A dificuldade de local de reunião na UPE após as 17 horas, o dificuldade e desconexão com a proposta, de ter de pagar a alguém para ficar até mais tarde, a negação de salas no Centro Pedagógico já aberto, para que nos reuníssemos outros dias ou que pudéssemos usar duas salas, ou ainda reunir outros grupos na segunda feira. É como se o Centro fosse propriedade dos funcionários administrativos... g) Não concretização do sistema informatizado de comunicação; h) A pouca ou nenhuma prática com Epiinfo dos alunos e preceptores sem apoio das faculdades. 11. Comentários, fotos, e demais informações que considerar importante acrescentar (inserir como anexos) VOU VER COM OS MENINOS para eles mandarem fotos e comentários... Não consegui entrar no email do GAT pois nesse computador não tenho a senha e o meu computador de mesa quebrou.