XXII Encontro Nacional de Engenharia de Produção Curitiba – PR, 23 a 25 de outubro de 2002 DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE PARA CÁLCULO DA VAZÃO DE FONTES NATURAIS A PARTIR DA ANÁLISE ESTATÍSTICA DE DADOS SOBRE A VARIAÇÃO DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA. Ana Lúcia de Sousa Leite Universidade Regional do Cariri – URCA / Dep. de Eng. de Produção Campus Crajubar – Av. Leão Sampaio, s/n – Juazeiro do Norte - CE Cícero Nogueira dos Santos Universidade Regional do Cariri – URCA / Dep. de Eng. de Produção Campus Crajubar – Av. Leão Sampaio, s/n – Juazeiro do Norte - CE Francisco Augusto Silva Nobre Universidade Regional do Cariri – URCA/ Dep. de Ciências Físicas e Biológicas Rua Cel. Antônio Luiz, 1162 - Crato – CE Rodolfo José Sabiá Universidade Regional do Cariri – URCA/ Dep. de Ciências Físicas e Biológicas Rua Cel. Antônio Luiz, 1162 - Crato – CE ABSTRACT The aim of this work is the development of software to calculate the released flow of mineral springs from the Araripe Plateau, in northeastern Brazil, by processing raw data obtained after the well-established chemical tracer method. Statistical methods were employed to plot and fit time vs. electric conductivity data from the springs’ continuous monitoring. The software was developed using Borland’s Delphi 5.0 package, with Microsoft Access as the database. Data processing became more exact and precise with the employment of this software, which gives instantaneous results. Thus, its use is of great value to water resources management. Key words: mineral springs; flow; software. 1. Introdução Na região do Cariri, situada no extremo sul do Estado do Ceará, encontra-se a Chapada do Araripe, caracterizada pela sua altitude, pluviosidade, temperatura amena e a existência de diversas fontes naturais. Esta localidade além de ser alvo de pesquisadores, turistas e curiosos, que se admiram quanto ao seu potencial hídrico, também apresenta grande importância político-econômica e administrativa, devido ao forte potencial turístico e comercial. Em vários municípios desta Região as atividades produtivas dependem do manancial de água subterrânea da Chapada do Araripe, o qual é explorado a partir de poços profundos e fontes perenes. As águas destas fontes são bastante usadas para balneoterapia, ENEGEP 2002 ABEPRO 1 XXII Encontro Nacional de Engenharia de Produção Curitiba – PR, 23 a 25 de outubro de 2002 lazer e consumo humano, animal e industrial. Desta forma, observa-se que o uso deste recurso exige um gerenciamento permanente, com a geração de informações precisas para que as organizações responsáveis pela utilização deste bem natural, não o deixem tornar-se escasso. Uma das informações de grande importância para o real gerenciamento destas águas é o valor da vazão das fontes, o qual deve ser monitorado periodicamente. Tal monitoramento consiste em compreender o comportamento do nível das águas para que seja possível se ter dimensão da quantidade de água disponível em cada período do ano. O tempo entre o monitoramento e a geração da informação desejada, no caso o valor da vazão, pode ser diminuído e a informação tornada mais precisa e confiável através do uso da tecnologia da informação que consiste no uso de recursos humanos e computacionais para transformar dados de sua forma bruta ou primária em fatos organizados de modo a ter significado claro e de valor agregado. Esse valor agregado está diretamente relacionado a quanto ele ajudará no processo de tomada de decisão. Quem detém a informação com todas as características de qualidade dispõe de uma maior vantagem competitiva. Nesse sentido, observou-se que o processo para se obter o valor da vazão pode ser otimizado com a construção de um software que efetue os procedimentos matemáticos para a resolução da equação da vazão. Este programa, depois de alimentado com os dados obtidos através do Método do Traçador Químico, produzirá o gráfico tempo x condutividade elétrica, e fornecerá o valor da vazão instantaneamente. Desta forma o processo de cálculo será otimizado, produzindo maior eficiência em um menor período de tempo, gerando resultados instantâneos e permitindo maior agilidade do gestor de cada manancial. 2. O Método do Traçador Químico Nesse estudo é utilizado, no monitoramento da vazão, o método do traçador químico, o qual consiste na injeção pontual de uma solução com concentração previamente determinada em uma via de escoamento da fonte (córrego), gerando uma variação da condutividade elétrica com a passagem da nuvem salina. Esta variação é registrada por um condutivímetro e esse dado será utilizado na construção do gráfico tempo x condutividade elétrica. Uma vez que o valor da área deste gráfico corresponderá ao denominador da equação da vazão. O traçador utilizado é o NaCl, facilmente detectável na água pouco salinizada (condutividade elétrica ≈ 30µS/cm) das fontes em estudo. A concentração de NaCl injetada na via de escoamento, é escolhida de acordo com a conveniência da condutividade elétrica, evitando que mudanças na faixa de sensibilidade do condutivímetro ocorra durante a observação. 2.1 Equação do Cálculo da Vazão Para o cálculo da vazão através do método do traçador químico, tem-se pelo princípio da conservação da massa o seguinte procedimento matemático: C= M ⇒ M = C.V V ⇒ t2 dM dV = C. dt dt M = ∫ C (t ).Q.dt ⇒ t1 ENEGEP 2002 ⇒ dM = C.Q dt ⇒ dM = C.Q.dt t2 M = Q ∫ C (t )dt ABEPRO t1 2 XXII Encontro Nacional de Engenharia de Produção Curitiba – PR, 23 a 25 de outubro de 2002 Q= M t2 = C 0 .V0 t2 = α .C 0 .V0 t2 = α .C 0 .V0 t2 ∫ C (t ).dt ∫ C (t ).dt ∫ α .C (t )dt ∫ C´(t )dt t1 t1 t1 t2 (2.1) Fonte: SABIÁ, 2000 Onde: M = massa da solução; C O = concentração da solução; V0 = volume da solução; Q = vazão; t = tempo; (t2 – t1) intervalo de observação do pico de marcação no escoamento; C’= condutividade elétrica da água (C’ = α.C); α= fator de conversão ( α = 0,0005946 mg/L = 1 µS/cm para o NaCl). Na resolução da equação os termos α, Co e Vo são dados previamente determinados, e aplicados diretamente, mas para determinarmos o valor do denominador, necessitamos resolver a integral da variação da condutividade, e uma vez que não temos a função da curva gerada pelos dados coletados, é necessário encontrarmos uma função que gere uma curva o mais próximo possível da curva real. Para tal curva utilizamos o método estatístico descrito a seguir. 2.2 O método dos mínimos quadrados Para auxiliar a determinação de uma equação que relacione as variáveis, um primeiro passo consiste em selecionar dados que indiquem os valores correspondentes das variáveis consideradas. Admitimos que X e Y represente os dados da coleta, tempo e condutividade elétrica respectivamente. Então, uma amostra da coleta apresentaria os tempos X1, X2,...,Xn e a condutividade elétrica Y1, Y2,...,Yn. Um segundo passo será locar os pontos (X1, Y1), (X2, Y2),..., (Xn,Yn) em um sistema de coordenadas cartesianas. O conjunto de pontos resultante é denominado diagrama de dispersão. No diagrama de dispersão é possível, freqüentemente, visualizar uma curva regular que se aproxime dos dados. (SPIGEL, 1977). O problema geral da determinação das equações de curvas que se acomodem a certos conjuntos de dados é denominado ajustamento de curvas ou linhas de tendência. O método de ajustamento de curva dos mínimos quadrados consiste em encontrar uma equação polinomial de ordem n, que gere uma curva aproximada a dos dados reais. Esta equação analisa ganhos e perdas em um conjunto de dados grande. A ordem da polinomial pode ser determinada pelo número de flutuações nos dados ou por quantas dobras (picos e vales) aparecem na linha de tendência. Uma linha de tendência polinomial de ordem 2 geralmente só possui um pico ou vale. A de ordem 3 geralmente possui um ou dois picos ou vales. A de ordem 4 geralmente possui até três, e assim sucessivamente. Gráficos 1 e 2: Exemplos de linhas de tendência polinomiais, com as respectivas equações e coeficientes de determinação, gerados no MS Excel. ENEGEP 2002 ABEPRO 3 XXII Encontro Nacional de Engenharia de Produção Curitiba – PR, 23 a 25 de outubro de 2002 Para determinarmos uma equação de mínimo quadrado, que se ajuste a um conjunto de pontos (X1, Y1,), (X2, Y2),..., (Xn, Yn), de ordem n (a0 + a1x + a2x2 + a3x3 + ... + anxn), é necessário encontrarmos as constantes a0, a1, a2, a3,..., an, para isso é devemos resolver o seguinte sistema de equações: (2.2) ∑y = a0n + a1∑x + a2∑x2 + a3∑x3 + ...+ an∑xn ∑xy = a0∑x + a1∑x2 + a2∑x3 + a3∑x4 +... + an∑xn+1 ∑x2y = a2∑x2 + a1∑x3 + a2∑x4 + a3∑x5 + ...+ an∑xn+2 .. .. .. .. .. .. . . . . . . n n+1 n+2 n+3 n+4 ∑x y = a0∑x + a1∑x + a2∑x + a3∑x + ...+ an∑x2n O número de incógnitas a determinar é igual ao número de equações. Para o cálculo dos coeficientes utilizamos o método de Gauss também conhecido como método das eliminações sucessivas, através de permutações de equações ou multiplicações da equação por termos ou constante. Na resolução da equação da vazão (2.1), para que a área da curva encontrada com o método de ajustamento seja o mais próximo possível da área formada pelos dados reais, dividimos a curva em duas partes, sendo que a primeira vai do início até o ápice da variação (Gráfico 1) e a segunda vai desse pico até o final (Gráfico 2). O método dos mínimos quadrados é aplicado nas duas curvas separadamente, permitindo um melhor ajustamento de cada uma. Uma vez encontradas as funções, suas integrais são determinadas e seus valores somados. Deste valor da soma das áreas, subtrai-se o valor do produto da condutividade final com o último instante da variação. O resultado será o denominador da equação (2.1), cujo numerador é o produto da massa do traçador com o fator de conversão, o resultado dessa equação é dado em litros por segundo (L/s). Para evitar o critério individual na construção de curvas de ajustamento que se adaptem ao conjunto de dados, pode-se determinar quão bem uma certa curva representa a relação entre as variáveis, mediante ao coeficiente de determinação (R2). Este coeficiente é um indicador que varia de 0 a 1 e revela a proximidade dos valores estimados da curva de ajustamento encontrada em correspondência com os dados reais. Quanto mais próximo de 1 for o (R2), melhor será o ajustamento entre as curvas. 2.3 Coeficiente de Determinação (R2) A variação total de Y é definida como ∑(Y- Y )2, isto é, a soma dos quadrados dos desvios dos valores em relação a média Y . ∑(Y-Y)2 = ∑(Y (2.3) –Yest) 2 + ∑(Yest -Y)2 O primeiro termo da direita da equação (2.3) é denominada variação não-explicada, enquanto que o segundo é a variação explicada, assim denominada porque os desvios Y Y tem padrão definido, enquanto que os Y –Yest comportam-se de maneira casual ou irregular. Sendo que os valores de Yest (valores estimados) correspondem aos da equação polinomial encontrados pela teoria dos mínimos quadrados, quando atribui os valores de X. ENEGEP 2002 ABEPRO 4 XXII Encontro Nacional de Engenharia de Produção Curitiba – PR, 23 a 25 de outubro de 2002 Segundo SPIGEL (1977) “O quociente da variação explicada para total é denominado coeficiente de determinação. Se a variação explicada for nula, isto é, se a variação total for toda explicada, esse quociente será igual a zero. Se a variação não-explicada for nula, isto é, se a variação total for toda explicada, o quociente igual a 1. Nos outros casos o quociente terá valor compreendido entre zero e um. Como a relação é sempre positiva, ela será representada por (R2). R2 = VariânciaE xplicada VariânciaT otal (2.4) 3. O Software Proposto Para o desenvolvimento do software foi utilizado como linguagem de programação o Delphi 5.0 e como banco de dados o Microsoft Access. Depois de efetuado todo o estudo matemático do problema, com a realização de testes e criação de modelos, foi realizado uma análise de requisitos do sistema, permitindo a implementação da base de dados e logo em seguida a construção do programa. O software, denominado de Vazão 1.0, é de fácil utilização, suas telas são intuitivas e a principal tarefa do usuário é a entrada de dados nos cadastros. As telas de cadastro são simples e padronizadas, não exigindo grande experiência do gestor em informática. A seguir serão apresentadas as principais partes do programa. 3.1 Tela Principal do Software Vazão e o formulário de pesquisa padrão Figuras 1 e 2: Tela principal do software Vazão e tela padrão de pesquisa de dados. Na Figura 1 é mostrado o formulário principal do programa Vazão, onde estão disponíveis atalhos (menus e botões) para as diversas funcionalidades do software, dentre elas os diversos cadastros e relatórios. A Figura 2 mostra a tela de pesquisa padrão. Este formulário pode ser acessado a partir de qualquer cadastro do programa e nele é possível consultar qualquer informação cadastrada. A pesquisa pode ser realizada por qualquer campo do cadastro que chamou este formulário e a ordem em que os dados são mostrados também pode ser escolhida pelo usuário. 3.2 Cadastros de fontes, condutivímetros e monitoramentos. Para a realização do monitoramento da vazão das fontes são necessários diversos dados como: a fonte na qual o monitoramento está sendo realizado, a concentração do traçador químico, o gestor que realizou o processo, etc. Estes dados serão cadastrados em ENEGEP 2002 ABEPRO 5 XXII Encontro Nacional de Engenharia de Produção Curitiba – PR, 23 a 25 de outubro de 2002 formulários específicos do programa e no momento do processamento dos dados do monitoramento, o usuário apenas irá selecioná-los. Figuras 3 e 4: Cadastro de fontes e cadastro de condutivímetros. O cadastro de fontes (Figura 3) é utilizado para a entrada de dados sobre as fontes nas quais poderão ser realizados monitoramentos, este cadastro também disponibiliza a opção de impressão dos dados que foram cadastrados. Semelhantes ao cadastro de fontes têm-se o de gestores e o de condutivímetros (Figura 4). 3.3 Cadastro e processamento dos dados do monitoramento No cadastro de monitoramentos (Figura 5) encontra-se a funcionalidade principal do software, aqui serão especificados todos os dados que identificam o monitoramento: fonte, data, condutivímetro utilizado, quantidade de sal, gestor responsável pela coleta, etc. Logo após o fornecimento destas informações, clicando-se no botão “Editar Resultados”, surge o formulário de lançamento dos dados da coleta (Figura 6), onde devem ser informados os dados da variação da condutividade elétrica em relação ao tempo. Neste formulário encontra-se também uma opção para a escolha do grau do polinômio das curvas de ajustamento que serão encontradas. Uma vez fornecidos esses dados o programa está pronto para processar o valor da vazão, bastando apenas um clique no botão “Aplicar”. Figuras 5 e 6: Cadastro de monitoramentos e tela de lançamento dos dados da coleta. Como os termos α, Co e Vo são dados fornecidos diretamente ao Software, o principal processamento do programa é calcular a integral da curva do gráfico tempo x condutividade elétrica, formada pelos dados do monitoramento, e em seguida resolver a equação da vazão. Como falamos anteriormente, a curva real é subdividida em duas partes, e são procuradas duas curvas de ajustamento, o que diminui o erro da aproximação. Para isso, foi desenvolvida uma rotina para resolver os sistemas de equações (2.2) formados por ENEGEP 2002 ABEPRO 6 XXII Encontro Nacional de Engenharia de Produção Curitiba – PR, 23 a 25 de outubro de 2002 cada parte da curva, encontrando os polinômios que representam as equações das curvas de ajustamento, sendo que o grau do polinômio é o que foi escolhido pelo usuário. A partir das equações encontradas, verificam-se os coeficientes de determinação, permitindo que o usuário tenha conhecimento sobre a precisão da aproximação. Em seguida o programa calcula a integral das curvas encontradas e prossegue resolvendo a equação da vazão (2.1). No lado direito da tela de lançamento dos dados da coleta é mostrado um resumo da análise estatística efetuada, apresentando as equações polinomiais encontradas, os coeficientes de determinação e os valores das integrações. Com um clique no botão “OK” a tela de lançamento dos dados da coleta é fechada e o programa retorna ao cadastro de monitoramentos, mostrando o gráfico tempo x condutividade elétrica já construído e o valor da vazão em L/s e m3/h. Neste cadastro também é disponibilizada uma opção para a impressão de um relatório contendo todas as informações sobre o monitoramento realizado. 4. Considerações Finais Sem a utilização do Software proposto neste trabalho o gestor levava em média 1 hora para realizar o cálculo da equação da vazão, pois os dados da variação da condutividade elétrica eram lançados em uma planilha, normalmente do MS Excel, onde eram encontradas as equações das linhas de tendência, sendo que a ordem do polinômio era no máximo 6, limitando uma maior aproximação das curvas. Logo em seguida, o gestor tinha que calcular manualmente a integral destas curvas e finalmente com os dados obtidos resolver a equação da vazão. Com a utilização do software Vazão 1.0, o gestor precisa apenas informar os dados do monitoramento e o valor da vazão será processado e fornecido instantaneamente, desta forma, eliminando esforços na realização de cálculos. Outro fator importante, é que todos os monitoramentos realizados ficam armazenados no banco de dados, podendo ser consultados e impressos a qualquer momento. O acompanhamento da vazão das fontes naturais da Chapada do Araripe é de real importância para se buscar meios eficazes para a utilização de suas águas. Quanto mais precisos forem os seus dados quantitativos torna-se possível um melhor gerenciamento deste bem. Com a utilização do Software desenvolvido neste trabalho, a atividade dos gestores responsáveis pelo monitoramento destas fontes torna-se ágil e fácil, além de gerar maior confiabilidade nos resultados encontrados. Com uma maior rapidez e flexibilidade sobre as informações do valor da vazão das fontes, as organizações responsáveis pelo gerenciamento da utilização das águas destas fontes estarão dotadas de maiores informações que ajudarão no controle da grande demanda que aumenta gradativamente, com o surgimento de novos empreendimentos turísticos e industriais. O Software desenvolvido até o momento apresenta grande funcionalidade. E encontra-se, atualmente, em fase de desenvolvimento, mais um módulo que será responsável pela automatização total do processo de cálculo da vazão. Com este novo módulo o programa poderá receber os dados da variação da condutividade elétrica diretamente do condutivímetro, minimizando significativamente o esforço existente no processo atual de coleta de dados. 5. Referências Bibliográficas BOLDRINE, José Luiz. et al. Álgebra Linear. 3ª edição, São Paulo, Harbra, 1980. CANTU, Marco. Dominando o delphi 5.0 “a biblia”. São Paulo, Makron books, 2000. FOINA, Paulo Rogério. Tecnologia de Informação: planejamento e gestão. São Paulo, Atlas, 2001. PRESS, William H. et al. Numerical Recipes In Pascal: The Art Of Scientific Computing. New York, Cambridge University Press, 1989. ENEGEP 2002 ABEPRO 7 XXII Encontro Nacional de Engenharia de Produção Curitiba – PR, 23 a 25 de outubro de 2002 REZENDE, Denis Aleides, ABREU, Aline França. 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