PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO:
CST em Processos Gerenciais
2011
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FATECEL
SUMÁRIO
DADOS DO CURSO.................................................................................04
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA...............................................06
A.
1.
2.
3.
B.
1.
2.
3.
4.
5.
6.
6.1.
6.2.
6.3.
7.
Contexto Educacional....................................................................................06
Implementação das Políticas Institucionais constantes no PDI, no âmbito do
curso...................................................................................................................06
Auto-avaliação do curso.....................................................................................06
Atuação do Coordenador do Curso.....................................................................07
Projeto Pedagógico.......................................................................................08
Objetivos do Curso..............................................................................................08
Perfil do Egresso.................................................................................................09
Estrutura Curricular............................................................................................12
Conteúdos Curriculares.......................................................................................16
Metodologia........................................................................................................28
Atividades Acadêmicas articuladas à formação..................................................29
Integração Profissional / Atividades Complementares.......................................29
Estágio Supervisionado.......................................................................................30
Trabalho de Conclusão de Curso.........................................................................30
Atendimento ao discente....................................................................................30
CORPO DOCENTE.......................................................................................................32
A.
1.
2.
3.
B.
1.
2.
C.
Administração Acadêmica.................................................................................32
Núcleo Docente Estruturante - NDE...................................................................32
Coordenador do Curso........................................................................................32
Colegiado de curso ou equivalente.....................................................................33
Perfil Docente.....................................................................................................34
Corpo Docente....................................................................................................34
Produção Científica.............................................................................................35
Condições de Trabalho.......................................................................................35
INSTALAÇÕES FÍSICAS..............................................................................................36
A.
1.
2.
3.
4.
B.
C.
1.
Instalações Gerais..............................................................................................36
Sala de Professores e Sala de Reuniões..............................................................36
Gabinete de Trabalho para Professores.............................................................36
Salas de Aula.......................................................................................................36
Acesso dos alunos a equipamentos de informática............................................36
Registros Acadêmicos........................................................................................37
Biblioteca............................................................................................................38
Política de aquisição de livros da Bibliografia Básica e Complementar..............38
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FATECEL
2.
Periódicos especializados indexados e correntes...............................................39
D.
Instalações e Laboratórios específicos..............................................................39
1.
Laboratórios especializados e infraestrutura e serviços dos laboratórios
especializados.................................................................................................................39
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FATECEL
DADOS DO CURSO
a)
Mantenedora:
Sociedade de Educação, Ciência e Tecnologia de Itu Ltda. – SECTI.
b)
IES:
Faculdade de Tecnologia César Lattes – FATECEL.
c)
Endereço:
Rua Marco Aurélio Gomes Gatti n.º 59 – Vila Santa Teresinha – Itu/SP.
d)
Perfil e Missão:
Promover uma educação diferenciada e geradora de inovações científicas, tecnológicas e
culturais, que possibilite o desenvolvimento do cidadão capaz de contribuir para o bem-estar
da sociedade, formando profissionais criativos, competitivos, empreendedores e,
principalmente, capazes de atuar com sucesso numa sociedade que está em constante ritmo de
mudanças sócio-econômicas, tecnológicas, culturais, legais e políticas.
Para isso a Faculdade de Tecnologia César Lattes irá acelerar cada vez mais o processo de
criação e transferência do conhecimento tecnológico de ponta em todos os setores da
sociedade, capacitando o indivíduo e as empresas a interagirem no processo de transformação
da tecnologia em evolução, resultando em um ambiente de mais qualidade, mais conforto,
mais saúde, mais produtividade e, sobretudo, mais qualidade de vida para toda a sociedade.
Dessa forma constituem-se como objetivos da Faculdade ministrar ensino superior, visando à
formação de profissionais e especialistas na área tecnológica; oferecer educação continuada,
por diferentes mecanismos, visando à atualização, o aperfeiçoamento e a especialização de
profissionais na área tecnológica e incentivar e apoiar pesquisa aplicada, estimulando o
desenvolvimento de soluções tecnológicas, de forma criativa, e estendendo seus benefícios à
comunidade.
e)
Breve histórico da IES:
A FACULDADE DE TECNOLOGIA CESAR LATTES - FATECEL, credenciada através da Portaria
Ministerial Portaria MEC nº. 55, de 15 de janeiro de 2007, é uma Instituição de Ensino Superior,
mantida pela Sociedade de Educação, Ciência e Tecnologia de Itu Ltda., também denominado
pela sigla SECTI (CNPJ nº. 07.257.784/0001-87). Fundada em março de 2005, conforme
dispositivos legais pertinentes, a SECTI é uma entidade jurídica de direito privado, voltada para
a educação profissional em nível superior, constituída na forma do Código Civil Brasileiro, de
seu estatuto e pela legislação vigente que lhe for aplicável, e tem como sede e foro a cidade de
Itu, Estado de São Paulo. A FATECEL é um projeto de educadores e profissionais obstinados e
dispostos a trabalhar e lutar pelo ideal de implementar em Itu uma instituição modelo de
ensino superior, na área da educação superior tecnológica. Por isso busca oferecer ensino
superior diferenciado, que propicie a formação de profissionais com visão de futuro e
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FATECEL
adaptados à região de influência imediata: a cidade de Itu. As atividades da FATECEL iniciaramse no segundo semestre de 2007 com os cursos de Tecnologia em Gestão Ambiental, Processos
Gerenciais e Marketing.
f)
Dados sócio-econômicos da região:
Itu é um dos 29 municípios paulistas considerados estâncias turísticas pelo Estado de São
Paulo, cidade muito bem localizada na Mesorregião Macro Metropolitana Paulista. Itu dista
102 km da capital, 39 km de Sorocaba, 47 km de Jundiaí e 49 km de Campinas. Possui área
territorial de 642 km² e uma população estimada de 157.384 habitantes, segundo dados do
IBGE. Seu percentual de crescimento populacional gira em torno de 2,3%, o que significa um
contínuo aumento na demanda por profissionais que atuam nos setores econômicos.
A fundação da cidade ocorreu em 1610, com a construção da capela de Nossa Senhora da
Candelária, pelo bandeirante Domingos Fernandes, onde hoje está a Igreja do Bom Jesus. O
nome "Utu-Guaçu", que se tornou Itu, significava "grande queda d´agua", em referência à
cachoeira do Rio Tietê que também inspirou o nome da cidade vizinha, Salto.
Itu possui um imenso potencial turístico, não apenas por seu inestimável patrimônio histórico,
cultural, religioso, ambiental e arquitetônico, mas também por ser conhecida como a “terra
dos exageros”, em razão do saudoso humorista ituano Francisco Flaviano de Almeida, o
Simplício.
Atualmente a cidade possui um perfil econômico misto que une turismo, comércio, prestação
de serviços e indústrias, localizadas num distrito industrial com área de um milhão de metros
quadrados. Em termos de qualidade de vida, Itu possui um IDH elevado (índice de 0,815),
estando entre as 50 melhores cidades do Estado de São Paulo, e uma taxa de alfabetização
correspondente a 92,53% da população.
g)
Curso:
Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais.
h)
Modalidade do curso:
Graduação –Tecnólogo – Presencial.
i)
Número de vagas previstas no ato da criação, número atual e formas de ingresso:
Pela Portaria nº. 131, de 17 de janeiro de 2007, são previstas 50 vagas anuais, tendo o curso,
no segundo semestre de 2011, aproximadamente de 75 alunos. A forma de ingresso se dá via
Vestibular Unificado ou avaliação do ENEM.
j)
Turno(s) de funcionamento:
Noturno.
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FATECEL
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
A. Contexto Educacional
1.
Implementação das Políticas Institucionais constantes no PDI, no âmbito do curso:
Considerando as metas previstas no PDI para o quinquênio 2005/2009, pode dizer que, no
curso de CST em Processos Gerenciais, elas foram cumpridas por meio das seguintes ações:
METAS – PERÍODO 2006-2009
Definir uma política institucional de avaliação.
Consolidar projetos acadêmicos identificando e
priorizando as metodologias inovadoras para o ensino,
pesquisa, extensão e atividades assistenciais.
Comunicar o saber através do ensino, de publicações
ou de outras formas de comunicação.
Desenvolver mecanismos para que todos os discentes
participem pelo menos de uma atividade de extensão
por semestre.
Estabelecer diretrizes para que todos os discentes
realizem pelo menos duas Visitas Técnicas por
semestre.
Envolver todos os docentes na reflexão sobre as
práticas pedagógicas adotadas.
Implantar um processo de avaliação qualitativa em
todas as atividades de ensino-aprendizagem.
METAS – PERÍODO 2007-2009
Ter currículos de cursos que satisfaçam as
necessidades dos alunos em consonância com os
objetivos institucionais.
Criar um núcleo de pesquisa aplicada &
desenvolvimento.
Envolver pesquisadores experientes na coordenação
de linhas de pesquisa em todos os cursos de
graduação
2.
AÇÕES DESENVOLVIDAS NO CURSO
Avaliação institucional desde 2007, elaborada pela CPA.
Reuniões do NDE desde 2009.
Publicações de artigos pelos professores, desde 2009, e
publicação de livros conjuntamente com as demais
faculdades do grupo Polis Educacional.
Reuniões de Representantes de classe desde 2007.
Visitas técnicas realizadas em empresas da região como
Águas de Itu, Shopping Plaza e Emicol.
Reuniões pedagógicas a cada bimestre.
Reuniões da CPA.
AÇÕES DESENVOLVIDAS NO CURSO
Reestruturação da matriz curricular do curso por meio
de reuniões do NDE.
Atividades práticas, tais como organização de projetos e
apresentação de trabalhos.
Não s e aplica.
Auto-avaliação do curso:
Os cursos da Faculdade de Tecnologia César Lattes, tendo em vista a manutenção e melhoria
da qualidade do ensino oferecido, promovem um processo sistemático e periódico de avaliação
e acompanhamento da efetivação de seus projetos pedagógicos bem como, das atividades
acadêmicas de pesquisa, extensão e ensino.
Por meio de instrumentos informatizados, em cuja base estão as dimensões do SINAES
(Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior), realiza-se o processo de autoavaliação do curso organizado nas seguintes áreas: docentes, discentes, funcionários,
infraestrutura e relacionamento intra e interinstitucional. E seus resultados das avaliações são
publicados periodicamente de acordo com o calendário aprovado pela Diretoria da Faculdade.
Todo o processo de auto-avaliação do curso é gerenciado e desenvolvido por uma Comissão
Própria de Avaliação (CPA), constituída por membros designados pelo Diretor, constituindo
parte integrante da Diretoria.
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FATECEL
Esse programa estrutura as condições para a efetivação do sistema de auto-avaliação,
envolvendo toda a comunidade acadêmica, num esforço de diagnosticar as possíveis falhas ou
os pontos de qualidade dos aspectos pedagógicos, administrativos e de infra-estrutura. A partir
desse diagnóstico elabora-se um Plano de Melhorias para cada período letivo, considerando-se
as ações para atender os quesitos que não atingiram o nível mínimo de satisfação do aluno
(nota 3). O plano de melhoria é assumido como meta executiva pelos segmentos institucionais,
considerando suas especificidades. Ao final de cada período de vigência do Plano avalia-se o
alcance e efetivação de seus objetivos, comparando-o com o resultado da avaliação
institucional subsequente, num processo constante de busca pela melhoria da qualidade dos
serviços educacionais oferecidos, bem como os de qualificação institucional.
A CPA desenvolve suas atividades com apoio operacional da Diretoria e a participação dos
membros da comunidade acadêmica (alunos, professores e pessoal técnico-administrativo),
dirigentes e egressos e busca manter estreita articulação com as Coordenações de Cursos.
Sendo assim, cabe à CPA:
•
Implantar e alimentar o banco de dados institucional, de forma a estabelecer os
indicadores que serão utilizados no processo de auto-avaliação.
•
Analisar o Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI e sua adequação ao contexto
da Instituição, no que se refere à: missão institucional, concepção dos cursos, currículos, além
da factibilidade do que foi projetado em termos de crescimento quantitativo e qualitativo,
considerando a evolução da unidade.
•
Avaliar o processo de implantação proposto, o nível de cumprimento das metas
estabelecidas, ano a ano, e as principais distorções.
•
Analisar os resultados de processos avaliativos realizados pelo MEC, como os exames
nacionais de curso, os dados dos questionários-pesquisa respondidos pelos alunos que se
submeterem aos exames, os resultados das Avaliações das Condições de Ensino.
3.
Atuação do Coordenador do Curso
A coordenação do curso de CST em Processos Gerenciais encontra-se, desde o início de 2011,
sob a orientação do Prof. Edson Boni, que possui pós-graduação em Administração Financeira
pela Universidade de Sorocaba (1985) e pós-graduação em Administração Hospitalar pela
Universidade Cruzeiro do Sul (2006), graduação em Administração de Empresas pela
Universidade de Sorocaba (1976), sendo que está matriculado (2011) como aluno especial de
Mestrado em Educação Superior na Universidade de Sorocaba. Trabalhou em organizações
públicas e privadas, onde desenvolveu, implantou e reestruturou diversos processos
administrativo-financeiros e de prospecção comercial. Lecionou em Escola Técnica de
Contabilidade e em Faculdade de Administração, aplicando conhecimentos de Andragogia,
Oratória, Avaliação sob o Foco de Habilidades e Competências. Participou como Professor
Dirigente e Professor Corretor de Bancas de TCC. Criou o site www.carasdeitu.com.br, onde
disponibiliza matérias educativas, leituras complementares dos assuntos trabalhados em classe
e atua como moderador de debates sobre assuntos econômicos e de interesse geral. É ainda
âncora do programa de rádio “Deu no caras de Itu”, no qual promove debates com estudantes,
professores e profissionais de diferentes áreas, sobre temas acadêmicos publicados no site.
O modelo de gestão adotado na coordenação de curso é participativo e visa incentivar a
cooperação de professores e alunos na efetivação do Projeto Pedagógico do Curso, procurando
aumentar progressivamente o interesse de todos pelas questões pedagógicas, no intuito de
envolvê-los cada vez mais no processo de consolidação do curso, com qualidade reconhecida.
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FATECEL
Como representante do Curso, a coordenação tem a obrigação de participar das reuniões de
colegiados e de representante de classe que, na FATECEL, acontecem regularmente a cada
bimestre. Também, deve atender aos alunos e professores sempre que haja uma solicitação. A
disponibilidade do Coordenador de Curso da FATECEL abrange sua atuação no horário de
funcionamento do curso e também sempre que houver a necessidade de representatividade em
eventos diversos, reuniões com entidades de classe e associações vinculadas ao curso.
B. Projeto Pedagógico
1. Objetivos do Curso
1.1. Objetivos Gerais
O curso superior de Tecnologia em Processos Gerenciais da Faculdade de Tecnologia César
Lattes tem por objetivo capacitar profissionais altamente qualificados no domínio das técnicas
de gestão, liderança e espírito empreendedor, buscando o aprimoramento das estratégias
necessárias para atuação no mercado e na seleção de melhores oportunidades para as
pequenas e médias empresas, tudo isso alicerçado pelo conhecimento teórico-prático adquirido
durante a formação.
1.2. Objetivos Específicos
Em consonância com os objetivos gerais, o curso de Processos Gerenciais tem por objetivos
específicos os seguintes:
• Interpretar e diagnosticar o mercado;
• Planejar, supervisionar, orientar e controlar os processos e serviços de gestão;
• Analisar mercados e definir políticas necessárias e adequadas para cada tipo de organização;
• Enfrentar e superar os problemas estratégicos gerenciais;
• Formular e elaborar políticas, planos e programas da área;
• Pesquisar, desenvolver e controlar as tecnologias próprias da comunicação e multimídia;
• Desenvolver um conjunto de conhecimentos sistematizados voltados para o crescimento
sustentável das empresas de pequeno e médio porte;
• Debater a importância estratégica da internacionalização das operações comerciais,
industriais e financeiras das empresas, no contexto de um mercado altamente competitivo e
globalizado;
• Compreender a legislação social e comercial aplicadas aos negócios de pequenas e médias
empresas;
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FATECEL
• Dominar em profundidade os princípios, conceitos e técnicas fundamentais dos processos
gerenciais, para utilização constante nas organizações.
2. Perfil do Egresso
A formação desejada para o egresso do curso superior de Tecnologia em Processos Gerenciais
da Faculdade de Tecnologia César Lattes está alicerçada nas seguintes capacidades:
• Acompanhar todas as etapas e atividades do processo de gestão;
• Desenvolver o raciocínio crítico, a partir da reflexão sobre as organizações em suas mais
variadas formas;
• Desenvolver espírito de liderança, comunicação interpessoal e de expressão adequada nos
diversos eventos e segmentos administrativos e atuação dentro de equipes
multidisciplinares observando a devida interação com os profissionais de outras áreas;
• Equacionar problemas em função da competitividade e das mudanças contínuas do
comportamento do mercado e do consumidor;
• Analisar, interpretar e diagnosticar as tendências da economia interna e externamente,
para não comprometer a empresa com mudanças que se fizerem necessárias ao ritmo do
mercado;
• Compreender o mercado, para promover as condições necessárias de execução do seu
próprio negócio ou a participar da criação e implementação de organizações dos diversos
setores da economia;
• Observar os níveis graduais do processo de tomada de decisão;
• Desenvolver, de forma plena e inovadora, atividades de gestão empresarial voltada para a
gestão de processos de produção de bens e serviços e o desenvolvimento de capacidade
empreendedora;
• Estudar processos de transformação, avaliar objetivos da empresa, traçar estratégias para
que os objetivos sejam atingidos, avaliar resultados obtidos e desenvolver programas que
corrijam as distorções verificadas;
• Aprender continuamente as características e atributos empreendedores, como visão de
futuro, liderança, criatividade e perseverança, bem como forte conhecimento técnicogerencial.
2.1. Campos de Atuação
A formação para o gestor de pequena e média empresa da Faculdade de Tecnologia César
Lattes permite ao futuro profissional atuar em todos os ramos de negócios ou organizações,
nas áreas comerciais, prestadoras de serviços e industriais, podendo ser diretor, gerente ou
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supervisor; como empreendedor, administra seu próprio negócio, utilizando-se de seus
conhecimentos para diagnosticar e propor soluções para problemas gerenciais.
É responsável também por atividades como planejamento, organização, direção e controle,
todas ligadas às áreas de Marketing, RH, Finanças, Custos, Comunicação Empresarial e
Estratégia, bem como, diretamente responsável pela imagem das organizações e pela tomada
de decisões, que permitem às empresas se desenvolverem sem problemas.
O profissional formado em Processos Gerenciais pela Faculdade de Tecnologia César Lattes
poderá atuar em:
•
•
•
•
•
•
•
Empresas Comerciais (Supermercados, Shoppings, Lojas);
Empresas Industriais (Automotivas, Siderúrgicas, Têxteis, Químicas);
Empresas Prestadoras de Serviços (Comunicação, Propaganda, Bancos, Hospitalares e
Financeiras);
Empresas de Recreação/Entretenimento (Turismo e Hotéis);
Negócio Próprio (Empreendimento);
Organizações Diversas (Igrejas, Clubes Recreativos, Estabelecimento de Ensino);
Terceiro Setor (Fundações e ONGs que apoiam entidades filantrópicas, como creches,
asilos e associações de bairro).
2.2. Competências e Habilidades
O profissional de Processos Gerenciais da Faculdade César Lattes é um agente transformador,
que ao longo do curso, deverá internalizar valores de responsabilidade social, justiça e ética
profissional e adquirir as seguintes competências e habilidades:
• Análise crítica das organizações, antecipando e promovendo suas transformações;
• Interação com profissionais de outras áreas, a partir de sua formação interdisciplinar;
• Compreensão da necessidade do contínuo aperfeiçoamento profissional e do
desenvolvimento da autoconfiança;
• Sólida formação empreendedora e visão global que o habilite a compreender o meio
social, político, econômico e cultural onde está inserido e a tomar decisões em um mundo
diversificado e interdependente;
• Sólida formação técnica e científica para atuar na área de Gestão, desenvolvendo
atividades específicas da prática profissional;
• Resolução de situações com flexibilidade e adaptabilidade diante de problemas e desafios
organizacionais;
• Agregar formação técnica, humanística e ética ao futuro gestor de empresas, visando uma
maior inserção e participação na sociedade;
• Lidar com modelos de gestão inovadores e corretos;
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• Seleção de procedimentos que privilegiem formas de atuação em prol de objetivos comuns
dos processos gerenciais;
• Demonstração da compreensão do todo administrativo, de modo integrado, sistêmico e
estratégico, bem como de suas relações com o ambiente externo;
• Ordenação de atividades e programas, de decisão entre alternativas, de identificação e
dimensionamento de riscos;
• Seleção de estratégias adequadas de ação, visando o atendimento de interesses
interpessoais e institucionais;
• Estabelecimento de metas, objetivos e estratégias para alcançar os resultados esperados;
• Autoplanejar-se, auto-organizar-se, estabelecer métodos próprios, gerenciar seu tempo e
espaço de trabalho;
• Refletir e atuar criticamente sobre a esfera da produção, compreendendo sua posição e
função na estrutura produtiva, seus direitos e deveres.
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3. Estrutura Curricular
A área de gerência de processos é uma das áreas do conhecimento humano cuja evolução se
mostra especialmente rápida. Neste sentido, torna-se imprescindível que o Corpo Docente,
fundamentado pelo seu Núcleo Docente Estruturante (NDE), realize constantes atualizações no
Projeto Pedagógico do curso, particularmente em sua estrutura curricular. Leva-se em
consideração a velocidade significativa com que novas tecnologias e metodologias de ensino
que suplantam outras que até há pouco se mostravam absolutas.
A estas características, agrega-se a avaliação dos docentes do Curso Superior de Tecnologia em
Processos Gerenciais, cuja maioria está inserida no mercado profissional de trabalho. Esta
avaliação aponta para necessidades específicas do mercado de trabalho atual na região de Itu.
Essa realidade aponta para uma crescente demanda de profissionais com conhecimentos e
prática na área e com bons conhecimentos na área de gestão.
Considerando-se estas premissas, foi realizada uma reestruturação no currículo do curso
Tecnólogo em Processos Gerenciais, que busca, além de seus objetivos já existentes, as
seguintes características:
• Integrar as diversas disciplinas curriculares pela sua aplicação em projetos
organizacionais, possibilitando que os formandos desenvolvam uma visão sistêmica de
forma a proporem soluções adequadas à realidade;
• Acelerar a empregabilidade dos ingressantes, trazendo conteúdos de cunho
profissionalizante e específicos da área de Processos Gerenciais para os semestres iniciais;
• Propiciar que o aluno vivencie os aspectos inerentes ao curso nas organizações dentro
de um ambiente controlado e sob a orientação de profissionais capacitados;
• Alinhamento de um conjunto de conteúdos que permitem uma melhor formação nas
áreas de Processos Gerenciais e Marketing;
• Desenvolver habilidades e competências interpessoais pela convivência em equipes de
trabalho;
• Permitir a sistematização do conhecimento desenvolvido pelos alunos, de forma formal
e orientado para o universo organizacional;
• Capacitar os alunos a integrarem os conceitos, teorias, dados, fatos, procedimentos,
técnicas e metodologias, rotinas que apreendem no decorrer do curso para estruturarem
estratégias de intervenção acerca do problema da organização parceira.
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FATECEL
Grade Curricular
1º SEMESTRE
CH
Fundamentos de Gestão para Pequenas e Médias Empresas
80
Comunicação Empresarial
80
Direito e Legislação
40
Matemática e Estatística
80
Gestão Empreendedora
40
Processos Gerenciais
80
TOTAL
400
2º SEMESTRE
CH
Logística e Canais de Distribuição
40
Estratégias de Vendas e Negociação
40
Custos e Formação de Preços
40
Processos de Compra e Venda
40
Pesquisa de Mercado
40
Comportamento do Consumidor
80
Gestão de Pessoas
80
Marketing para Pequena e Média Empresa
40
Integração Profissional I
40
TOTAL
440
3º SEMESTRE
CH
Economia e Mercado
40
Ética, Responsabilidade Social e Meio Ambiente
40
Tecnologia e Gestão da Informação
40
Marketing e Comércio Eletrônico
40
Gestão Financeira e Tributária
80
Arranjo Produtivo Local
80
Cooperativismo
40
Gestão Familiar
40
Integração Profissional II
40
TOTAL
440
4º SEMESTRE
CH
Planejamento Estratégico nas Pequenas e Médias Empresas
80
Comércio Exterior para Pequenas e Médias Empresas
80
Plano de Negócio para Pequenas e Médias Empresas
80
Planejamento Estratégico de Marketing
80
Relacionamento com Fornecedores
40
Disciplina Optativa (*)
40
Integração Profissional III
40
TOTAL
440
CARGA HORÁRIA TOTAL
1720
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FATECEL
(*) Disciplina Optativa: disciplina complementar ao Curso de Tecnologia em Processos
Gerenciais, com carga horária de 40 h, destinada a agregar conhecimentos aos estudantes em
áreas de menor grau específico, entretanto, de extrema importância para a formação de um
futuro profissional com visão multidisciplinar, diferencial este cada vez mais necessário para o
mercado de trabalho. Para a conclusão do curso, o aluno deve cumprir no 4º semestre do curso
ao menos uma disciplina da lista de Disciplinas Optativas, apresentada a seguir:
DISCIPLINAS OPTATIVAS
CH
Criatividade na Solução de Problemas
40
Libras
40
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FATECEL
Fluxograma
PROCESSO
SELETIVO
MATRÍCULA
1º SEMESTRE
400 HORAS
2º SEMESTRE
440 HORAS
ACELERAÇÃO
DE ESTUDOS
3º SEMESTRE
440 HORAS
CONHECIMENTO
ADQUIRIDO NO
TRABALHO
4º SEMESTRE
440 HORAS
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM
PROCESSOS GERENCIAIS
(Diplomação)
INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL
120 HORAS
APROVEITAMENTO
DE ESTUDOS
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FATECEL
4. Conteúdos Curriculares
1º semestre
01) COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
Ementa: Processos de Comunicação. Comunicação formal e informal. Comunicação
Administrativa. Estratégias e integração. Ruídos e eficácia.
Básica:
1. CASTELLIANO, Tânia. A comunicação e suas diversas formas de expressão. Rio de Janeiro:
Record, 2000.
2. CEGALLA, Domingos P. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo: Nacional,
2005.
3. GOLD, Miriam. Redação empresarial. São Paulo: Pearson Brasil, 2005.
Complementar:
1. FIORIN, José Luiz. Introdução à linguística. São Paulo: Contexto, 2003.
2. THEREZO, G. P. Redação e leitura para universitários. Campinas: Alínea, 2008.
3. INFANTE, Ulisses; CIPRO NETO, Pasquale. Gramática da língua portuguesa. São Paulo:
Scipione, 2004.
02) DIREITO E LEGISLAÇÃO
Ementa: Instituições de Direito. Noções de Direito Constitucional, Administrativo, Empresarial e
Comercial, Civil e Societário: pessoas, bens, atos e fatos jurídicos. Pessoas físicas e jurídicas.
Obrigações e contratos. Títulos de crédito. Tipos de pessoas físicas: limitada, sociedades
anônimas, sociedade civil, etc. Marcas e patentes. Conceito de direito e legislação Ambiental.
Básica:
1. LIBERATO, Ana Paula. Coletânea de legislação ambiental. Curitiba: Juruá, 2004.
2. MACHADO, Paulo A. Leme. Direito ambiental brasileiro. São Paulo: Malheiros, 2005.
3. NADER, Paulo. Introdução ao estudo do direito. Rio de Janeiro: Forense, 2005.
Complementar:
1. ANTUNES, Paulo A. Bessa. Direito ambiental. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005.
2. CAVALCANTE, Elaine C. Monteiro. Introdução ao direito ambiental penal. São Paulo: Manole,
2005.
3. D'SELP, Clarissa F. Macedo. Direito ambiental econômico e a ISO 14000. São Paulo: Revista
dos Tribunais, 2004.
03) FUNDAMENTOS DE GESTÃO PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS
Ementa: A administração e a gestão da PME. A empresa competitiva e o seu mercado. A
gestão de RH nas pequenas e médias empresas. Liderança, direção, tomada de decisão e a
delegação. Gestão financeira e orçamentária. Administração da produção e custos. A
formação de preços, o lucro e as perdas. Gestão dos canais de distribuição e vendas.
Planejamento e controle. As estratégias de sobrevivência da PME. Plano de ação. Práticas:
metodologias e simulações.
Básica:
1. BARROS, Ageu. Gestão estratégica nas pequenas e médias empresas. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2005.
2. BARROS, A. Gestão estratégica de pequenas e médias empresas. Ciências Moderna, 2005.
3. SOIFER, Jack. A grande pequena empresa. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002.
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FATECEL
Complementar:
1. FARAH JUNIOR, Moisés Francisco. Pequena empresa e competitividade. Curitiba: Juruá,
2004.
2. SANTOS, Edno Oliveira dos. Administração financeira da pequena e média empresa. São
Paulo: Atlas, 2000.
3. SEBRAE. Melhores estudos de casos da pequena empresa. Rio de Janeiro: Qualitymark.
04) GESTÃO EMPREENDEDORA
Ementa: Conceito de Empreendedorismo. Perfil do Empreendedor. Aspectos Comportamentais
do Empreendedor. Plano de Negócios. Cidadania e Organização Social. Cidadania e
Organização Político-Econômica. O Sistema Empresa. A Empresa frente às novas realidades
com a globalização, desenvolvimento dos negócios. Análise de Plano de Negócios,
apresentação de Plano de Negócios, implantação de negócios, plano de negócios simplificado e
causa de sucesso e insucesso dos empreendimentos. O estudo das oportunidades. Ideias de
empresas. Empresas Emergentes. Criação e lançamento de uma empresa no mercado. Teoria
Visionária. As forças importantes na criação de uma empresa. Principais características do
empreendedor. Estudo de Viabilidade de uma empresa. Teste de ideia de empresa. Elaboração
de Plano de Negócios. Questões Legais na Constituição de uma Empresa. Práticas:
metodologias e simulações.
Básica:
1. ALMEIDA, Flávio. Como ser um empreendedor de sucesso. Belo Horizonte: Leitura, 2001.
2. PETERS, M. P.; SHEPERD, D. A.; HISRICH, R. D. Empreendedorismo. 7. ed. Bookman, 2009.
3. HISRICH, Robert D. Empreendedorismo. Porto Alegre: Bookman, 2004.
Complementar:
1. JULIEN, P. A. Empreendedorismo regional e economia do conhecimento. São Paulo: Saraiva,
2010.
2. HARVARD BUSINESS REVIEW. Empreendedorismo e estratégia. Rio de Janeiro: Campus,
2002.
3. GERBER, M. E. Desperte o empreendedor que há em você. São Paulo: M. Books, 2010.
05) MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA
Ementa: Funções de 1º e 2º grau. Conjuntos. Relações. Conjuntos finitos. Enumeráveis e nãoenumeráveis. Indução matemática. Algoritmo da divisão. Sistemas de numeração. Números
primos. O teorema fundamental da aritmética. Limites e Derivadas. Teoria geral dos juros
simples e compostos. Descontos simples e compostos. Taxas e juros. Fundamentos da Teoria de
Probabilidades. Estatística: introdução e conceitos. Sistemas e processos de obtenção,
organização e análise de dados.
Básica:
1. PIOVESANA, C. E. et al. Matemática básica. Itatiba: Berto, 2009.
2. COSTA NETO, Pedro L. O. Estatística. São Paulo: Edgard Blucher, 2002.
3. LEVINE, David M; BERENSON, Mark L.; STEPHAN, David. Estatística: teoria e aplicações. Rio
de Janeiro: LTC, 2005.
Complementar:
1. ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. São Paulo:
2. JUER, Milton. Matemática financeira: praticando e aplicando. Rio de Janeiro:
3. KRIPKA, Rosana M. L.; MUHL, Vera J. L. Matemática aplicada. Passo Fundo:
4. BRAULE, Ricardo. Estatística aplicada com Excel. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
P á g i n a | 18
FATECEL
5. DOWNING, Douglas; CLARK, Jeffrey. Estatística aplicada. São Paulo: Saraiva, 2002.
6. MARTINS, Gilberto A. Estatística geral e aplicada. São Paulo: Atlas, 2002.
7. MAGALHÃES, Marcos N.; LIMA, Carlos P. Noções de probabilidade e estatística. São Paulo:
Edusp, 2005.
06) PROCESSOS GERENCIAIS
Ementa: Fundamentos da administração. Organização Administrativa: principais dimensões.
Organização e Mudança. A empresa e seu processo de gestão. Administração e as funções
administrativas: Planejamento, Organização, Comando e Controle. Planejamento Formal e
Estratégico. Estratégias Empresariais. Desenvolvimento Gerencial e Liderança. Práticas:
metodologias e simulações
Básica:
1. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro: Campus,
2004.
2. DRUCKER, Peter F. A administração na próxima sociedade. São Paulo: Nobel, 2003.
3. MONTANA, P. J.; CHARNOV, B. H. Administração. São Paulo: Saraiva, 1999.
Complementar:
1. CHIAVENATO, I. Administração para não administradores: a gestão de negócios ao alcance
de todos. 2. ed. São Paulo: Manole, 2011.
2. MAXIMIANO, Antonio C. Fundamentos de administração. São Paulo: Atlas, 2004.
3. WRIGTH, Peter; KROLL, Mark J.; PARNELL, John. Administração estratégica. São Paulo: Atlas,
2000.
2º semestre
07) LOGÍSTICA E CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO
Ementa: Estrutura e Funções dos Canais de Marketing – Estrutura Analítica para projeto e
implementação de canal – Projeto de Canal: Demanda, Oferta e Competição – Implementação
de canal e avaliação de desempenho – Instituições de Canal – Trade Marketing.
Básica:
1. BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento. São Paulo: Saraiva, 2003.
2. MARTINS, P. G.; ALT, P. R. C. Administração de materiais e recursos patrimoniais. São Paulo:
Saraiva, 2010.
3. WANKE, P. F. Estratégia logística em empresas: um enfoque em produtos acabados. São
Paulo: Atlas, 2010.
Complementar:
1. ARBACHE, Fernando S.; SANTOS, Almir G.; MONTENEGRO, Christophe. Gestão de logística,
distribuição e trade marketing.
2. CHING, Hong Yuh. Gestão de estoques na cadeia de logística. São Paulo: Atlas, 2001.
3. NOVAES, Antonio Galvão. Logística e gerenciamento na cadeia de distribuição. Rio de
Janeiro: Campus, 2004.
08) ESTRATÉGIAS DE VENDAS E NEGOCIAÇÃO
Ementa: Negociação como instrumento gerencial. Principais tipos e modelos de negociação.
Planejamento e organização. Estratégias e táticas de negociação. Maximização de
resultados/relacionamento com as partes. O uso da informação, da comunicação, do tempo e
do poder. Funções de vendas e funções de negociação. Técnicas para uma venda bemsucedida. Negociações e fechamentos de vendas. Teorias de definição de negócios.
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FATECEL
Necessidades dos fregueses e/ou clientes. Hábitos de vendas. Estímulo para fortalecer o desejo
do cliente de comprar. Vendas criativas. Gestão das vendas em produtos e em serviços.
Marketing através da mídia e do ponto de venda. Gerenciamento de equipe de venda. Preço
como um fator estratégico para venda. Potencialização do vendedor para que venda cada vez
mais. Capacidade Emocional.
Básica:
1. SZULCSEWSKI, C. J.; TEJON MEGIDO, J. L. Administração estratégica de vendas e canais de
distribuição. São Paulo: Atlas, 2002.
2. MELLO, José Carlos M. Negociação baseada em estratégia. São Paulo: Atlas, 2005.
3. NEVES, Marcos F.; CASTRO, Luciano T. Administração de vendas. São Paulo: Atlas, 2005.
Complementar:
1. BURBRIDE, R. M.; COSTA, Sérgio F.; LIMA, José G. H. Gestão de negociação. São Paulo:
Saraiva, 2005.
2. MARTINS, Carlos Alberto; SCHVARTZER, Arnaldo; RIBEIRO, Pedro Henrique Alves do Couto.
Técnicas de venda. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2009. (Coleção CADEMP).
3. TOMANINI, Cláudio; TEIXEIRA, Elson A.; MEINBERG, José Luiz. Gestão de vendas. Rio de
Janeiro: FGV, 2004.
09) CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇOS
Ementa: Conceitos fundamentais de custos e preços. Classificação de custos. Administração
estratégica de preços e prazos. Política de preços. Metodologias de fixação de preços.
Formação de preços contratuais. Apuração de custos e elementos da composição dos custos.
Determinação de coeficientes e métodos de cálculo de custos. Custos para tomada de decisão.
Formas de tarifação. Mecanismos e instrumentos de controle e compensação de receitas.
Planilhas de cálculo. Análises econômicas de custos. Redução de custos. Práticas: metodologias
e simulações.
Básica:
1. BERNARDI, Luiz A. Manual de formação de preços. São Paulo: Atlas, 2004.
2. BEULKE, Rolando; BERTO Dalvio José. Gestão de custos. São Paulo: Saraiva, 2005.
3. FAMA, Rubens; BRUNI, Adriano Leal. Gestão de custos e formação de preços. São Paulo:
Atlas, 2004.
Complementar:
1. BRUNI, A. L. A administração de preços, custos e lucros: com aplicações na HP12c e Excel.
São Paulo: Atlas, 2010.
2. PEREZ JUNIOR, José H.; COSTA, Rogério G.; OLIVEIRA, Luís M. Gestão estratégica de custos.
São Paulo: Atlas, 2005.
3. SAITO, Cláudio S; CARNEIRO, Jorge M. T.; CARVALHO, Luiz Celso S. Formação e administração
de preços. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
10) PROCESSOS DE COMPRA E VENDA
Ementa: Processo de vendas: técnicas e métodos de prospecção, pré-abordagem, abordagem,
apresentação, tratamentos das objeções, fechamento, pós-venda. Métodos de Previsão de
Vendas. Zoneamento de vendas: zonas, regiões, territórios de vendas. Identificação de
oportunidades. Administração de vendas: estruturação da força de vendas. Treinamento de
Vendedores. Definições de negociação. Variáveis condicionantes. Fatores intervenientes.
Contextos da negociação. Os preceitos da negociação orientada para resultados. A negociação
ganha-ganha. Planejamento estratégico para a negociação. Sistemas de suporte à negociação.
A negociação em condições adversas. Práticas: metodologias e simulações.
P á g i n a | 20
FATECEL
Básica:
1. SZULCSEWSKI, C. J.; TEJON MEGIDO, J. L. Administração estratégica de vendas e canais de
distribuição. São Paulo: Atlas, 2002.
2. MELLO, José Carlos M. Negociação baseada em estratégia. São Paulo: Atlas, 2005.
3. NEVES, Marcos F.; CASTRO, Luciano T. Administração de vendas. São Paulo: Atlas, 2005.
Complementar:
1. BURBRIDE, R. M.; COSTA, Sérgio F.; LIMA, José G. H. Gestão de negociação. São Paulo:
Saraiva, 2005.
2. MARTINS, Carlos Alberto; SCHVARTZER, Arnaldo; RIBEIRO, Pedro Henrique Alves do Couto.
Técnicas de venda. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2009. (Coleção CADEMP).
3. TOMANINI, Cláudio; TEIXEIRA, Elson A.; MEINBERG, José Luiz. Gestão de vendas. Rio de
Janeiro: FGV, 2004.
11) PESQUISA DE MERCADO
Ementa: Natureza e objetivos da Pesquisa Mercadológica. O departamento de pesquisa. A
pesquisa e a tomada de decisão. Tipos de pesquisa. Processo de pesquisa. Planejamento da
pesquisa. Tipos de informação. Coleta de dados. Instrumentos de pesquisa. Amostragens.
Trabalho de campo. Tabulações. Análise de dados. Proposições. Relatório. Plano de
Implementação
Básica:
1. RUTTER, M., ABREU, A.. Pesquisa de Mercado, Atlas, 2007.
2. PINHEIRO, R. M. et al. Comportamento do consumidor e pesquisa de mercado. 3. ed. Rio de
Janeiro: FGV, 2006.
3. SAMANA, Beatriz S. & BARROS, José C. Pesquisa de Marketing. São Paulo: Pearson, 2006.
Complementar:
1. COOK James e MCDANIEL, Carl. Pesquisa de Marketing. São Paulo: Pioneira, 2003.
2. HONORATO, G. Conhecendo o marketing. São Paulo: Manole, 2004.
3. MATTAR, Fauze Najib - Pesquisa de Marketing. São Paulo: Atlas, 1996.
12) COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR
Ementa: O Mercado de consumo. Tomada de decisão do consumidor. O processo de decisão de
compra. Modelo de comportamento do consumidor. Fatores que influenciam o comportamento
de compra. Informações e decisões de compra. Comportamento de compra nos mercados
organizacionais. Práticas: metodologias e simulações.
Básica:
1. CHURCHILL, Gilbert A; PETER, J. Paul. Marketing: criando valor para os clientes. São Paulo:
Saraiva, 2003.
2. BLACKWELL, Roger D.; ENGEL, James F. Comportamento do consumidor. Rio de Janeiro: LTC,
2000.
3. SCHIFFMAN, Leon G.; KANUK, Leslie Lazar. Comportamento do consumidor. Rio de Janeiro:
LTC, 2000.
Complementar:
1. CESCA, Cleusa G. G.; CESCA, Wilson. Estratégias empresariais diante do novo consumidor.
São Paulo: Summus, 2000.
2. GIGLIO, Ernesto. O comportamento do consumidor. São Paulo: Thomson, 2001.
3. GADE, Christiane. Psicologia do consumidor e da propaganda. São Paulo: EPU, 1998.
P á g i n a | 21
FATECEL
13) GESTÃO DE PESSOAS
Ementa: Estudar e Conceituar os fundamentos da Gestão de Pessoas. Estudar a História (time
line) do Depto. de Pessoal – passando por Recursos Humanos – posteriormente Gestão de
Pessoas – até Gestão de Pessoas baseada em Habilidades e Competências. Estudar os sistema
e subsistemas do processo de administração e Gestão de Pessoas baseadas em Habilidades e
Competências. Refletir sobre Planejamento de Gestão de Pessoas baseado em Habilidades e
Competências. Avaliação do desempenho humano, educação, treinamento e desenvolvimento.
O comportamento humano nas organizações. Ascenção na Organização.
Básica:
1. LACOMBE, Francisco. Recursos humanos: princípios e tendências. São Paulo: Saraiva, 2005.
2. NERI, Aguinaldo A. Gestão de RH por competências e a empregabilidade. Campinas: Papirus,
2005.
3. VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 2005.
Complementar:
1. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. São Paulo: Campus, 2005.
2. CHIAVENATO, Idalberto. Treinamento e desenvolvimento de recursos humanos. São Paulo:
Atlas, 2003.
3. PONTES, Benedito R. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoal. São Paulo: LTR,
2005.
14) MARKETING PARA PEQUENA E MÉDIA EMPRESA
Ementa: Conceitos e evolução do marketing. Ambiência, planejamento, definição de objetivos e
estratégia de marketing. Segmentação, posicionamento, sistema de informação de marketingSIM, pesquisa de mercado e mercado-alvo das pequenas e médias empresas. Determinação do
composto de marketing, o processo de lançamento de produtos, a política de preços, formas de
distribuição e a comunicação. Papel do dirigente de marketing. Avaliação e controle do
desempenho em marketing. Plano de marketing para PME. Práticas: metodologias e
simulações.
Básica:
1. CHINEM, Rivaldo. Marketing e divulgação da pequena empresa. São Paulo: Senac, 2002.
2. POLIZEI, Eder. Plano de marketing. São Paulo: Thomson Pioneira, 2005.
3. SARQUIS, Alessio Bessa. Marketing para pequenas empresas. São Paulo: Senac, 2003.
Complementar:
1. LAS CASAS, Alexandre L. Plano de marketing para micro e pequenas empresas. São Paulo:
Atlas, 2004.
2. PARENTE, Juracy; JONES, Victoria e WOOD JUNIOR, Thomaz. Gestão empresarial: estratégias
de marketing. São Paulo: Atlas, 2003.
3. HUTT, M. D.; SPEH, T. W. B2B: gestão de marketing em mercados industriais e
organizacionais. São Paulo: Cengage, 2011.
15) INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL I / ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Ementa: Participação dos acadêmicos em uma ou mais modalidades de atividades extra-aula,
tais como palestras, exposições, projetos especiais, visitas a empresas e outras atividades de
extensão. Elaboração de relatórios pertinentes às atividades.
Básica:
P á g i n a | 22
FATECEL
1. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.;
SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2006. ISBN 85
760-5047-5.
2. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
científica. 6. Ed. São Paulo: Atlas, 2007. ISBN 85 224-4015-8.
Complementar:
1. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez,
2007. ISBN 85 249-1311-8.
3º semestre
16) ECONOMIA E MERCADO
Ementa: Conceitos Básicos. Oferta e Demanda. Macroeconomia. Microeconomia. O papel de
finanças e a função da administração financeira. Sistema financeiro nacional e instituições
financeiras. Análise econômico-financeira.
Básica:
1. GONÇALVES, Antonio C. P. Economia aplicada. Rio de Janeiro: FGV, 2003.
2. LUIZ, Sinclayl; SILVA, César R. L. Economia e mercados. São Paulo: Saraiva, 2001.
3. VASCONCELLOS, Marco A. S.; PINHO, Diva B. Manual de economia. São Paulo: Saraiva, 2004.
Complementar:
1. ALMEIDA, J. R. M. de. Economia monetária: uma abordagem brasileira. São Paulo: Atlas,
2009.
2. MANSFIELD, Edwin. Economia empresarial. Porto Alegre: Instituto Piaget, 2000.
3. PRADO, Lucilene; CHING, Hong Yuh; MARQUES, Fernando. Contabilidade e finanças. Rio de
Janeiro: Prentice Hall, 2002.
17) ÉTICA, RESPONSABILIDADE SOCIAL E MEIO AMBIENTE
Ementa: Conceito de ética. Princípios, valores e comportamento ético. O código de ética
profissional. O profissional e o exercício da profissão. Ética e meio ambiente. A ética nos
negócios relacionados ao meio ambiente. Legislação da profissão. A equidade e os conflitos de
valores.
Básica:
1. ASHLEY, Patrícia A. et al. Ética e responsabilidade social nos negócios. São Paulo: Saraiva,
2005.
2. JUNGES, José Roque. Ética ambiental. São Leopoldo: Unisinos, 2004.
3. NALINI, José Ricardo. Ética ambiental. Campinas: Millennium, 2003.
Complementar:
1. CAMARGO, Marculino. Fundamentos de ética geral e profissional. Petrópolis: Vozes, 2001.
2. NALINI, José R. Ética geral e profissional. São Paulo: RT, 2004.
3. NALINI, J. R. Ética ambiental. São Paulo: Millennium, 2010.
18) TECNOLOGIA E GESTÃO DA INFORMAÇÃO
Ementa: Conceitos de tecnologia de informação. Tipos de tecnologia de informação. Relação
entre a tecnologia de informação e a organização. Ação gerencial e o papel da informação.
Sistemas de informações e o impacto nos processos de negócios. Importância da informação
para o planejamento de Marketing. S.I.M. X Plano de Marketing. Fontes de inteligência de
Marketing. Processamento da informação. Sistemas de informações aplicados ao meio
P á g i n a | 23
FATECEL
ambiente e sua importância para as empresas. O sistema de informações ambientais e a
preservação do meio ambiente. Tecnologia dos sistemas de informações. Novos paradigmas.
Práticas: metodologias e simulações.
Básica:
1. OLIVEIRA, Djalma P. R. Sistemas de informações gerenciais. São Paulo: Atlas, 2005.
2. REZENDE, Denis A. Sistemas de informações organizacionais. São Paulo: Atlas, 2005.
3. CRUZ, T. Sistemas de informações gerenciais: tecnologias da informação e a empresa do séc.
XXI. São Paulo: Atlas, 2003.
Complementar:
1. CRUZ, Tadeu. Sistemas de informações gerenciais. São Paulo: Atlas, 2003.
2. AUDY, Jorge Luís Nicolas; BRODBECK, Ângela Freitag. Sistemas de informação. Porto Alegre:
Bookman, 2003.
3. ROSINI, Marco; PALMISANO, Ângelo. Administração de sistemas de informação. São Paulo:
Thomson Pioneira, 2002.
19) MARKETING E COMÉRCIO ELETRÔNICO
Ementa: Internet e comércio eletrônico. Segurança no e-commerce. Marketing para atividades
on-line. Ferramentas do marketing eletrônico. Composto promocional eletrônico e integração
do mix promocional. Marketing eletrônico de relacionamento e gerenciamento de dados. ebusiness estratégico, oportunidades no comércio B2B, ética do marketing eletrônico.
Básica:
1. ALBERTIN, A. L. Comércio Eletrônico. Atlas, 2010.
2. KING, DAVID; TURBAN, EFRAIM. Comércio eletrônico: estratégia e gestão. Prentice Hall.
2008.
3. O'BRIEN, James A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet.
Saraiva, 2004.
Complementar:
1. STAIR, R. M.; REYNOLDS, G. W. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem
gerencial. São Paulo: Cengage, 2008.
2. LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de informação gerenciais. 7. ed. São Paulo: Pearson,
2007.
3. OLIVEIRA, D. P. R. Sistemas de informações gerenciais: estratégias, táticas, operacionais. São
Paulo: Atlas, 2002.
20) GESTÃO FINANCEIRA E TRIBUTÁRIA
Ementa: Administração financeira nas empresas. Contabilidade e finanças. Capital de giro.
Tesouraria. Fluxo de caixa. Contas a receber e a pagar. Decisões de investimento. Decisões de
financiamento. Controles financeiros. Análises e decisões financeiras. Risco e retorno,
orçamento de capital e avaliação de alternativas de investimentos. Análise custo capital.
Alavancagem e estrutura de capital. Fontes de financiamento em curto prazo das atividades da
empresa.
Básica:
1. SILVA, J.P. da. Análise Financeira das Empresas. 7ª edição. São Paulo: Atlas, 2005.
2. HARADA, Kiyoshi. Prática do direito tributário e financeiro. São Paulo: Juarez de Oliveira,
2004.
3. GROPPELLI, A. A. Administração financeira. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2001.
P á g i n a | 24
FATECEL
Complementar:
1. MARTINEZ, Antonio C. B. Fundamentos de direito e legislação tributária. Campinas: LZN,
2004.
2. PINHEIRO, Carlos A. O. Matemática financeira. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2005.
3. ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. São Paulo:
4. JUER, Milton. Matemática financeira: praticando e aplicando. Rio de Janeiro.
21) ARRANJO PRODUTIVO LOCAL
Ementa: O desenvolvimento local nos seus diversos aspectos. A globalização e o
desenvolvimento local: competitividade e socialização da economia. As relações da PME e o
desenvolvimento local. Articulação entre PME e governo. A força da PME e suas estratégias
para a sobrevivência. As políticas de desenvolvimento local e suas influências na PME. As
perspectivas contemporâneas de desenvolvimento local e suas implicações socioambientais.
Práticas: metodologias e simulações.
Básica:
1. BARTH, Jutta & BROSE, Markus. Participação e Desenvolvimento Local. Porto Alegre: Sulina.
2002.
2. CASAROTTO FILHO, Nelson. Redes de Pequenas e Médias Empresas e Desenvolvimento Local.
São Paulo: Atlas. 2002.
3. JOYAL, André & MARTINELLI, Dante P. Desenvolvimento Local. São Paulo: Manole. 2003.
Complementar:
1. BECKER, Dinizar & BANDEIRA, Pedro. Desenvolvimento Local-Regional. Santa Cruz do Sul
(RS): EDUNISC. 2002.
2. CANO, W. Ensaios sobre a formação econômica regional do Brasil. São Paulo: Unicamp.
2002.
3. SOUZA, N. de J. de. Desenvolvimento regional. São Paulo: Atlas. 2004.
22) COOPERATIVISMO
Ementa: Histórico do cooperativismo. Doutrina cooperativista. A empresa cooperativista e sua
dimensão econômica. Legislação cooperativista. Educação e capacitação cooperativista.
Constituição de cooperativa. O sistema cooperativista brasileiro. Participação do
cooperativismo na economia brasileira. Práticas: metodologias e simulações.
Básica:
1. ABRANTES, José: Associativismo e Cooperativismo, São Paulo, Ed. Interciência, 2004.
2. KRUEGER, G. Cooperativismo e o novo código civil. Mandamentos, 2005.
3. ALVES, M. A. P. Cooperativismo: arte e ciência: doutrina, prática e legislação. LEUD, 2003.
Complementar:
1. ALVES, Marco Antonio Perez: Cooperativismo - Arte e Ciência, São Paulo, Ed. LEUD, 2003.
2. ROSSI, A. do C. S. Cooperativismo: a luz dos princípios constitucionais. Juruá, 2005.
3. CENZI, N. L. Cooperativismo: desde as origens ao projeto de Lei da Reforma do Sistema
Cooperativo. Juruá, 2009.
23) GESTÃO FAMILIAR
Ementa: As empresas familiares – cenários e tendências, no Brasil e no mundo. A
administração e dinâmica das sociedades familiares na PME. A legislação brasileira e os
impactos sobre a gestão do patrimônio familiar e a PME. A questão sucessória nas empresas
familiares e a influência na gestão da PME. Acordo societário e manutenção do patrimônio
familiar. Governança corporativa e a PME. Finanças e planejamento tributário para as
P á g i n a | 25
FATECEL
pequenas e médias empresas. As estratégias para gestão familiar na PME. Reflexos da
centralidade dos proprietários e dirigentes no processo estratégico da PME. As perspectivas
futuras da gestão familiar nas pequenas e médias empresas. Práticas: metodologias e
simulações.
Básica:
1. MACEDO, J. F. de. Sucessão na empresa familiar. São Paulo: Nobel, 2009.
2. BORNHOLDT, Werner. Governança na empresa familiar. Porto Alegre: Bookman, 2005.
3. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Empresa familiar. São Paulo: Atlas, 2010.
Complementar:
1. MOREIRA JR., A. L.; BORTOLI NETO, A. D. Empresa familiar: um sonho realizado. São Paulo,
Saraiva, 2007.
2. FLORIANI, Oldoni Pedro. Empresa familiar ou... Inferno familiar. Curitiba: Juruá, 2001.
3. CASILLAS, J. C. Gestão da empresa familiar: conceitos, casos e soluções. São Paulo: Thonson
Pioneira, 2007.
24) INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL II/ ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Ementa: Participação dos acadêmicos em uma ou mais modalidades de atividades extra-aula,
tais como palestras, exposições, projetos especiais, visitas a empresas e outras atividades de
extensão. Elaboração de relatórios pertinentes às atividades.
Básica:
1. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.;
SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2006. ISBN 85
760-5047-5.
2. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
científica. 6. Ed. São Paulo: Atlas, 2007. ISBN 85 224-4015-8.
Complementar:
1. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez,
2007. ISBN 85 249-1311-8.
4º semestre
25) PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS
Ementa: Conceitos de Planejamento. O pensamento estratégico. Planejamento estratégico na
pequena e média empresa. Níveis de planejamento e suas interrelações. Posicionamento e
vantagem diferencial. Diagnóstico Estratégico. Construção de cenários. Identidade
Organizacional: missão, visão de futuro e princípios da empresa. Desafios, estratégias, políticas
e objetivos empresariais. Projetos e planos de ação, controle e avaliação do planejamento
estratégico para o crescimento da pequena e média empresa. Práticas: metodologias e
simulações.
Básica:
1. BARROS, Ageu. Gestão Estratégica nas Pequenas e Médias Empresas. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna. 2005.
2. HARTMANN, Luiz Fernando. Planejamento Estratégico. São Paulo: Edição do Autor. 2003.
3. MORAIS, Roberto Tadeu Ramos. Planejamento Estratégico. São Paulo: Fundo de Cultura.
2005.
Complementar:
P á g i n a | 26
FATECEL
1. ALMEIDA, Martinho I. R. Manual de Planejamento Estratégico. São Paulo: Atlas. 2003.
2. HARVARD BUSINESS REVIEW. Planejamento Estratégico. Rio de Janeiro: Campus. 2002.
3. SAPIRO, Arão & CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento Estratégico. Rio de Janeiro: Campus.
2004.
26) COMÉRCIO EXTERIOR PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS
Ementa: Conceitos e contextualização do mercado internacional. O mercado internacional e a
globalização. A PME e os mercados internacionais: perspectiva, planejamento, organização,
ação e controle. Estratégias para mercados. Serviços promocionais, campanhas, agências,
centrais de distribuição e comercialização no exterior. Novas tecnologias de comunicação e
marketing para mercados globalizados. As políticas brasileiras de exportação e importação.
Gestão dos processos de exportação e importação para a PME. Práticas: metodologias e
simulações.
Básica:
1. GONÇALVES, Reinaldo. O Brasil e o comércio internacional. São Paulo: Contexto, 2000.
2. CIGNACCO, B. R. Fundamentos de comércio internacional para pequenas e médias empresas.
São Paulo: Saraiva 2008.
3. NOSE JUNIOR, Amadeu. Marketing internacional. São Paulo: Thomson Pioneira, 2004.
Complementar:
1. RODRIGUES, Waldemar; DIAS, Reinaldo. Comércio exterior. São Paulo: Atlas, 2004.
2. RAINELLI, Michel. Comércio internacional. São Paulo: Manole, 2003.
3. VAZQUEZ, José Lopes. Comércio exterior brasileiro. São Paulo: Atlas, 2005.
27) PLANO DE NEGÓCIOS PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS
Ementa: Projeto - da formulação à execução. Técnicas de elaboração e análise de projetos. A
análise receptiva versus análise para demanda gerada. O ciclo necessário: elaboração, análise,
operacionalização. O projeto visto pelo ângulo interno: recursos humanos, financeiros,
tecnológicos e processo decisório. O projeto visto pelo ângulo externo: o meio ambiente social,
cultural, econômico, político e físico. A análise: econômica, social e política. A
operacionalização: objetivos e metas. Supervisão, execução, monitoração. Projeto econômico e
projeto administrativo: diferença. Elaboração de projeto administrativo para criação de um
negócio pessoal. Práticas: metodologias e simulações.
Básica:
1. CLEMENTE, Ademir. Projetos empresariais e públicos. São Paulo: Atlas, 2002.
2. MAXIMIANO, A. C. A. Administração de projetos: como transformar ideias em resultados.
São Paulo: Atlas, 2010.
3. RABECHINI JUNIOR, Roque. O gerente de projetos na empresa. São Paulo: Atlas, 2005.
Complementar:
1. DINSMORE, P. C.; CABANIS-BREWIN, J. AMA - Manual de gerenciamento de projetos.
Brasport, 2009.
2. PALETTA, Marco Antônio. Vamos abrir uma pequena empresa. Campinas: Alínea, 2001.
3. KERZNER, H.; SALADIS, F. P. O que os gerentes precisam saber sobre projetos. Bookman,
2010.
28) PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE MARKETING
Ementa: O planejamento estratégico de Marketing. Definição das fronteiras do mercado.
Definição de estratégias competitivas. O planejamento formal: elaboração do plano de
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FATECEL
marketing. Etapas para desenvolver o plano de marketing. O Processo de Implantação do
Plano de Marketing. Análise por matrizes. Programação e orçamento em marketing
Básica:
1. AMBRÓSIO, V. Plano de marketing: um roteiro para a ação. São Paulo: Pearson, 2007.
2. PARENTE, Juracy; WOOD, Thomaz, JONES, Victoria. Gestão empresarial estratégias de
marketing. São Paulo: Atlas, 2003.
3. GRACIOSO, F. Marketing estratégico: planejamento estratégico orientado para o mercado. 5.
ed. São Paulo: Atlas, 2005.
Complementar:
1. HONORATO, G. Conhecendo o marketing. São Paulo: Manolo, 2004.
2. SILVA, Helton e outros. Planejamento estratégico de marketing. FGV, 2006.
2. TELLES, R. et al. Coleção marketing (4 v.). São Paulo: Saraiva, 2006.
29) RELACIONAMENTO COM FORNECEDORES
Ementa: Evolução histórica da qualidade. Conceitos de qualidade. Gestão da qualidade total
em PME. As exigências da globalização e a gestão da qualidade. A Pequena e Média Empresa e
os imperativos da qualidade. Missão e visão empresariais: o ponto de partida para a qualidade.
Ações estratégicas, estruturais, comportamentais e operacionais para a qualidade. Pesquisa e
outras ferramentas para ouvir os clientes internos, externos e intermediários e para identificar
e eliminar barreiras que impedem a materialização de visões e a consecução de objetivos
empresariais na busca pela qualidade. Programas e métodos para a melhoria da qualidade.
Práticas: metodologias e simulações.
Básica:
1. PALADINI, Edison P. Gestão da qualidade: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2004.
2. MARSHALL JUNIOR, Isnard. Gestão da qualidade. Rio de Janeiro: FGV, 2003.
3. VIEIRA FILHO, Geraldo. Gestão da qualidade total. Campinas: Alínea, 2003.
Complementar:
1. BRAVO, Ismael. Gestão da qualidade em tempos de mudanças. Campinas: Alínea, 2003.
2. WEILL, Michel. A gestão da qualidade. São Paulo: Loyola, 2005.
3. MIGUEL, Paulo A. C. Qualidade: enfoques e ferramentas. Barueri: Artliber, 2001.
30) INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL III / ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Ementa: Participação dos acadêmicos em uma ou mais modalidades de atividades extra-aula,
tais como palestras, exposições, projetos especiais, visitas a empresas e outras atividades de
extensão. Elaboração de relatórios pertinentes às atividades.
Básica:
1. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.;
SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2006. ISBN 85
760-5047-5.
2. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
científica. 6. Ed. São Paulo: Atlas, 2007. ISBN 85 224-4015-8.
Complementar:
1. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez,
2007. ISBN 85 249-1311-8.
31) Disciplina Optativa: CRIATIVIDADE NA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
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FATECEL
Ementa: Conceito, Pré-conceito; processo criativo; criatividade na resolução de problemas;
análise dos bloqueios à criatividade: criatividade na vida e no trabalho. A habilidade de
trabalhar em grupo, tendo o problema como elemento motivador do estudo e integrador do
conhecimento.
Básica:
1. PREDEBON, José. Criatividade: Abrindo o lado inovador da mente. Editora Atlas. 2005.
2. LA TORRE, Saturnino de. Dialogando com a Criatividade. 1ª ed.: Madras, 2005.
3. DI NIZO, Renata. Foco e Criatividade. Fazer mais com menos: Summus Editorial
4. CHAN KIM, W. e MAUBORGNE, Renée. A Estratégia do Oceano Azul: Campus
5. DUAILIB, Roberto e SIMONSEN, Harry. Criatividade & Marketing: M. Books
6. RETO, Roberto Mena. Criatividade na vida e no trabalho. São Paulo: Summus, 1997.
Complementar:
1. FALLON, Pat e SENN, Fred. Criatividade. 1ª ed.: M. Books, 2007.
2. ARAÚJO FILHO, Geraldo Ferreira. A Criatividade Corporativa: na Era dos Resultados. 1ª ed.:
Ciência Moderna, 2003.
3. MIRSHAWKA, Victor. Qualidade da Criatividade. Vol. 1 e Vol. 2. DVS Editora, 2003.
4. AYAN, Jordan. AHA! - 10 Maneiras de Libertar Seu Espírito Criativo e Encontrar Grandes
Ideias. Editora Negócio.
32) Disciplina Optativa: LIBRAS
Ementa: Visão contemporânea sobre os fundamentos da Inclusão e a ressignificação da
Educação Especial na área da surdez. Cultura e Identidade Surda. Tecnologias na área da
Surdez. LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais. Critérios diferenciados da Língua Portuguesa para
Surdos. Reconhecimento da linguagem de movimentos, gestos, comunicação e expressão
possível através do corpo. Tradução e Interpretação em Libras. Dinâmicas e técnicas para
interpretação.
Básica:
1.FELIPE, Tanya; MONTEIRO, Myrna. Libras em Contexto: Curso Básico: Livro do Professor. 4.
ed. Rio de Janeiro: LIBRAS, 2005.
2. PIMENTA, Nelson. Coleção Aprendendo LSB. Rio de Janeiro: Regional, vol. I Básico, 2000.
3. PIMENTA, Nelson. Coleção Aprendendo LSB. Rio de Janeiro: Regional, vol. II Intermediário,
2000.
Complementar:
1. FERNANDES, Eulália (Org.). Surdez e Bilinguismo. Porto Alegre: Mediação, 2005.
2. LANE, Harlan. A Máscara da Benevolência. Lisboa: Instituto Piaget, 1992.
5. Metodologia
Parte-se da concepção de que um ensino eficaz deve ser de qualidade e, portanto, organizado
em função dos alunos aos quais é dirigido de forma a assegurar que o tempo concedido para o
trabalho em sala de aula seja efetivamente dedicado à aprendizagem.
A organização do currículo do curso prevê dois momentos distintos e intercomplementares:
1º) Alunos em atividades de ensino junto com o professor: neste momento é o professor
quem direciona o processo ou as relações de mediação entre o conteúdo e o aluno, no qual
o professor, dentre outras coisas, orienta o desenvolvimento de atividades de estudo;
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FATECEL
2º) Alunos sozinhos ou em grupos em atividades supervisionadas de aprendizagem, ou
seja, em contato direto com o objeto de conhecimento: neste momento é o próprio aluno
quem conduz seu processo de aprender, por meio das relações de estudo e a partir das
orientações recebidas em sala de aula.
Os princípios metodológicos que dão sustentabilidade a essa organização curricular são:
a) o ensino e, portanto, a aprendizagem extrapolam as atividades desenvolvidas em sala
de aula;
b) o saber não é pré-fabricado, mas tem necessidade de ser (re)construído por cada
aluno;
c) o processo de (re)construção do saber precisa ser conduzido / guiado / orientado para
o sujeito aprendente assumi-lo como seu (relações de mediação);
d) nas relações de mediação acontecem o desenvolvimento das operações lógicas
(ativação dos processos mentais) e das operações estratégicas (influencia o
desenvolvimento das atividades intelectuais);
e) não é o professor quem faz as aprendizagens e sim o aluno: o aprender depende muito
do envolvimento pessoal do aluno;
f) a aprendizagem é um processo contínuo e intencional que exige esforço pessoal do
aluno, e não está limitada a reprodução do conteúdo;
g) os professores precisam ter capacidade para orientar a organização do tempo do
aluno, por meio do planejamento de atividades que orientem os momentos de estudo.
Enfim, acreditamos na necessidade do aluno assumir uma postura de apropriação e
compreensão do conteúdo em estudo, o que exige do professor o planejamento das preleções
semanais e também de atividades de fixação, reforço e revisão da matéria para serem
desenvolvidas de forma individualizada, ou em grupos, pelos alunos após cada encontro
didático em sala de aula.
6. Atividades Acadêmicas articuladas à formação
6.1. Integração Profissional / Atividades Complementares
A Integração Profissional / Atividades Complementares é uma disciplina que compõe o
currículo do curso e possui caráter transdisciplinar. Seu objetivo é integrar o aprendizado
teórico e prático e aproximar o aluno com o mundo do trabalho.
Dada à complexidade da integração da faculdade ao mundo do trabalho, o desafio maior da
disciplina é encontrar as melhores estratégias durante o percurso de formação do aluno, no
intuito de aumentar o seu potencial de colocação no mercado de trabalho.
Assim, é importante que no seu desenvolver o aluno participe de atividades que promovam a
interface entre a faculdade e o mundo do trabalho por meio de atividades como: cursos extras
(Língua Estrangeira, Informática, entre outros); treinamentos nas empresas onde trabalham;
atividades voluntárias em entidades assistências; estágios não-obrigatórios; disciplinas extras
(optativas); projetos integradores/temáticos; visitas técnicas; atividades culturais; atividades
de orientação profissional (desenvolvimento de currículos, preparação para entrevista,
elaboração do projeto de vida profissional) e de outras atividades elaboradas e aprovadas pelo
colegiado do curso.
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FATECEL
6.2. Estágio Supervisionado e Prática Profissional
No curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais, as práticas profissionais estão
dispostas nas disciplinas específicas da área do curso e explicadas no item “5.2.6.2. Práticas
Pedagógicas”. Não há estágio supervisionado.
6.3. Trabalho de Conclusão de Curso
Não se aplica, pois a IES não adotou o Trabalho de Conclusão de Curso para o curso Superior de
Tecnologia em Processos Gerenciais como critério para diplomação.
7. Atendimento ao discente
As políticas de atendimento ao estudante da FATECEL são efetivadas pelo Coordenador de
Curso e pela Central de Atendimento.
Os alunos ingressam na faculdade através de processo seletivo ou pela utilização da nota do
ENEM, a partir do momento da sua matricula no curso, o aluno tem ao seu dispor várias
frentes de atendimento, cujo objetivo é orientá-lo durante o seu percurso acadêmico. O
coordenador do curso acompanha o aluno durante todo o curso e orienta-o em relação às suas
decisões e definições acadêmicas. O atendimento ao aluno pelo coordenador do curso é
primordial na política institucional.
Em relação às informações acerca do desenvolver e do controle de sua vida acadêmica, o aluno
tem na CA – Central de Atendimento – todo o suporte necessário, além da possibilidade de
consulta de notas, frequência, materiais disponibilizados pelos professores, como é possível
verificar no item Registros Acadêmicos.
O Coordenador de Curso desenvolve ações de: orientações de estudos; oficinas de
aprimoramento acadêmico e profissional; orientação profissional; programas de
aperfeiçoamento; promoção de cursos, palestras e workshops; dinâmicas de grupo.
O Coordenador também se preocupa em ajudar o aluno a buscar fomento para seu percurso
acadêmico, esclarecendo e promovendo os seguintes programas de bolsas de estudo:
a) Financiamento Estudantil (FIES): destinado aos estudantes regularmente matriculados
em instituições de ensino superior não gratuitas que estejam devidamente credenciadas no
programa e com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC.
b) Bolsa de Pesquisa e Iniciação Científica - PIC: destinada ao desenvolvimento de
pesquisa visando à iniciação científica. Nesta modalidade de bolsa, o aluno é orientado por
um docente a fim de produzir seu trabalho científico.
c) Bolsa Monitoria: vinculadas a uma disciplina ou a uma atividade acadêmica, na qual o
aluno é acompanhado por um docente e deve cumprir uma determinada quantidade de
horas na instituição.
d) Bolsa Parentesco: aplicadas nas mensalidades de alunos que tenham irmãos, filhos ou
cônjuge matriculados na mesma unidade de ensino.
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FATECEL
e) Bolsa Desenvolvimento: desconto aos alunos que cursarem mais de um curso de
graduação (aplicado no segundo curso) ou pós-graduação.
f) Convênio Empresa: convênios firmados com empresas, organizações ou órgãos
públicos beneficiam colaboradores e dependentes diretos (cônjuge e filhos) com descontos
especiais.
Existem outras atividades que são disponibilizadas pelo Portal da faculdade, tais como:
a) Participações em eventos externos: estimular a participação dos alunos nos eventos
externos, promovendo assim a interação entre alunos e comunidade;
b) Worksop institucional: informações sobre eventos dos diferentes cursos;
c) Orientação aos Estudos: dicas para organizar agenda e definir método de estudo;
d) Indicação de locais para alimentação próximos da faculdade;
e) Indicação de linhas de ônibus e transportes alternativos;
f) Informações sobre vagas de Estágio e Convênio Acadêmico com empresas públicas ou
privadas com objetivo de proporcionar o Estágio Curricular aos alunos;
g) Links interessantes para pesquisa e informações acadêmicas.
O acompanhamento dos egressos se viabiliza por meio de contatos via e-mail para a
divulgação de cursos de pós-graduação, visando criar um mecanismo de apoio e formação
continuada para os formados, como também de pesquisas feitas pela Comissão Própria de
Avaliação Institucional, na intenção de verificar como foi a preparação profissional promovida
pelo Curso, num tempo de 6 a 12 meses após a conclusão do curso e conhecer as inserções no
mercado de trabalho.
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FATECEL
CORPO DOCENTE
A. Administração Acadêmica
1.
Núcleo Docente Estruturante – NDE
O Núcleo Docente Estruturante é composto pelo Coordenador do Curso juntamente com
31,25% de docentes altamente qualificados e engajados na construção dos projetos
pedagógicos e que ministram aulas há mais tempo no curso. Sua função é a de analisar as
novas propostas pedagógicas, envolver a comunidade acadêmica com atividades que propicie
a convivência entre os seus membros; garantir qualidade no processo de formação do aluno, a
fim de oferecer à sociedade um egresso capacitado e apto a atuar nos setores nos quais forem
inseridos, etc.
Para que a missão do NDE seja cumprida em sua plenitude, os professores deste núcleo
precisam possuir horas acadêmicas, além das horas de aula, para que possam dedicar-se na
condução do projeto pedagógico do curso.
No curso de Processos Gerenciais o NDE possui 66,67% de titulação obtida em programas de
pós-graduação stricto sensu reconhecidos pela CAPES/MEC, sendo que deste percentual 25%
(inclusive) são doutores.
COMPOSIÇÃO DO NDE
Nome do Professor
Edson Boni
João Carlos Perciani
Luís Arnaldo Biagio
Mário César Guimarães Battisti
Thales Coelho Borges Lima
Vânia Ribeiro Grillo
Titulação
Especialista
Mestre
Mestre
Mestre
Doutor
Especialista
Formação Acadêmica*
Administração
Matemática
Administração
Fisioterapia
Engenharia Elétrica
Publicidade e Propaganda
Regime de Trabalho
RTCP
RTCI
RTCP
RTCP
RTCI
RTCP
(*) Maior n° de docentes pertencentes ao NDE deve ter titulação no curso de origem.
2.
Coordenador do Curso
I. Nome:
Edson Boni
II. Titulação:
a)
Especialização: Administração Financeira
IES: Universidade de Sorocaba
Ano de Conclusão: 1985
b)
Especialização: Administração Hospitalar
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FATECEL
IES: Universidade Cruzeiro do Sul
Ano de Conclusão: 2006
c)
Graduação: Administração
IES: Universidade de Sorocaba
Ano de Conclusão: 1976
III. Experiência Profissional em Gestão: assumiu a gestão do curso no início de 2011.
IV. Experiência Profissional no Magistério Superior: Lecionou na Faculdade de Administração
do Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio, participando como professor orientador e
presidente de bancas de TCC. Também lecionou na Escola Técnica de Contabilidade Junqueira
Ortiz.
V. Experiência Profissional fora do Magistério: Desenvolveu, implantou e reestruturou diversos
processos administrativo-financeiros e de prospecção comercial em organizações públicas e
privadas. É âncora do programa de rádio “deu no caras de Itu”, onde promove debates com
estudantes, professores e profissionais de diferentes áreas, sobre temas acadêmicos. Criou o
site www.carasdeitu.com.br, onde disponibiliza matérias educativas e atua como moderador
de debates sobre assuntos econômicos e de interesse geral.
VI. Regime de trabalho: RTP.
3.
Colegiado de curso ou equivalente
Segundo o Regimento da FATECEL o Colegiado de Curso é constituído por todos os docentes do
curso e por um representante discente eleito por seus pares, para a realização do projeto
pedagógico, e possui, em síntese, as atribuições de:
a) elaborar, pelos seus docentes, os planos de ensino de cada disciplina, conforme o
projeto pedagógico do curso e a distribuição equitativa, ao longo do período letivo, dos
trabalhos efetivos discentes, antes do início do período letivo;
b) sugerir medidas de aperfeiçoamento do perfil profissional do curso, em função das
características profissionais e sociais e de entrosamento das matérias e/ou disciplinas do
curso em vista do bom andamento dos conteúdos programáticos, zelando pela execução
das atividades e dos planos de ensino propostos;
c) propor ao Coordenador do Curso cursos extraordinários, seminários ou conferências
necessárias ou úteis à formação profissional dos alunos e medidas para o aperfeiçoamento
do ensino, da pesquisa, da extensão e do pessoal docente;
d) indicar ao Coordenador bibliografia específica necessária de acordo com os planos de
ensino, em tempo hábil para constar do plano orçamentário.
Além da participação nesse colegiado, o Corpo Docente participa, com representatividade,
também no Conselho Superior (COSUP).
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FATECEL
B.
Perfil Docente
1.
Corpo Docente
As ações de valorização e capacitação continuada dos recursos humanos e de promoção de
condições adequadas de trabalho são entendidas, pela FATECEL, como mecanismos de
garantia da qualidade dos serviços e do estímulo à permanência.
O perfil do corpo docente e o perfil do corpo técnico-administrativo constantes do PDI orientam
desde a contratação de pessoal até a implementação de ações de capacitação e formação
continuada, seja pela promoção de atividades e institucionalização de ações com essa
finalidade, seja pelo incentivo e apoio, viabilizando a participação do pessoal docente e
técnico-administrativo em atividades de formação e aperfeiçoamento.
a) Formação: do total de 16 docentes do quadro, tem-se 0 graduados (0%), 9 especialistas
(56,25%), 5 mestres (31,25%) e 2 doutores (12,50%). O corpo docente atual é constituído
por 7 (43,75%) de professores com pós-graduação Stricto Sensu;
b) Regime de trabalho: 3 docentes (18,75%) estão em regime de tempo integral e 6
docentes (37,50%) em regime de tempo parcial, perfazendo um total de 9 professores
(56,25%) em regime de tempo parcial ou integral; e 7 docentes (43,75%) em regime de
horista;
c) Experiência profissional: 12 docentes (75,00%) da instituição contam com pelo menos
três anos de experiência no magistério superior e 12 docentes (75%) têm experiência
profissional fora do magistério em sua área de formação;
d) Além de atender ao disposto no PDI, o quadro de docentes permite o pleno
desenvolvimento dos cursos e programas oferecidos pela instituição. Com vistas à
implantação dos núcleos docentes estruturantes (NDEs), e também objetivando a
ampliação e o aprimoramento dos projetos de pesquisa e de iniciação científica, a
instituição priorizará, em futuras admissões, docentes com significativa experiência
profissional e com título de mestre ou doutor.
NOME
TITULAÇÃO
REGIME
Especialista
Parcial
Mestre
Parcial
03) Francisco Carlos Damiati
Especialista
Horista
04) Guilherme P. Garavello
05) Gustavo S. Quirino
06) João Carlos Perciani
Especialista
Especialista
Mestre
Parcial
Horista
Integral
07) Luiz Arnaldo Biagio
Mestre
Parcial
08) Luiz Fernando Leis
Especialista
Horista
09) Mario C. G. Battisti
Mestre
Parcial
01) Edson Boni
02) Emerson R. de Oliveira Sitta
DISCIPLINAS MINISTRADAS
Planejamento Estratégico nas Pequenas e Médias
Empresas.
Comunicação Empresarial;
Libras.
Cooperativismo;
Estratégias de Venda e Negociação;
Gestão Familiar;
Logística e Canais de distribuição;
Processos Gerenciais.
Matemática e Estatística.
Direito e Legislação.
Integração Profissional I.
Arranjo Produtivo Local;
Pesquisa de Mercado;
Processos de Compra e Venda;
Relacionamento com Fornecedores.
Fundamentos de Gestão para Pequenas e Medias
Empresas;
Plano de Negócios para Pequena e Media
Empresa;
Ética, Responsabilidade Social e Meio Ambiente;
Gestão de Pessoas;
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FATECEL
10) Murilo R. Rodrigues
Mestre
Horista
11) Nelson A. Filho
Especialista
Horista
12) Paula C. B. M. Muniz
13) Rubens Pantano Filho
14) Thales Coelho B. Lima
Especialista
Doutor
Doutor
Horista
Integral
Integral
15) Vânia Ribeiro Grilo
Especialista
Parcial
16) Willian Barbosa Costa
Especialista
Horista
2.
Gestão Empreendedora.
Criatividade na Solução de Problemas.
Comércio Exterior para Pequena e Medias
Empresas;
Marketing e Comércio Eletrônico;
Tecnologia e Gestão da Informação.
Planejamento Estratégico de Marketing.
Integração Profissional III.
Integração Profissional II.
Comportamento do Consumidor;
Marketing para Pequena e Media Empresa.
Custos e Formação de Preços;
Economia e Mercado;
Gestão Financeira e Tributária;
Produção Científica
A instituição mantenedora da FATECEL possui a Revista Intellectus, que tem a finalidade de
divulgar trabalhos dos docentes e discentes, além de pesquisadores da comunidade científica
de outras instituições, que podem submeter trabalhos científicos para análise e, sendo
aprovados, em seguida publicados.
Em 4 anos, essa revista tornou-se instrumento de divulgação do conhecimento científico
produzido na IES, contemplando quatro áreas temáticas: Ciências Exatas e Tecnológicas;
Ciências Sociais Aplicada; Arte, Educação e Ensino ou Saúde.
Semestralmente, os professores são convidados a submeterem suas publicações ao periódico e
incentivados a encaminhar, também, para outros periódicos de outras IES.
Solicita-se, que cada professor tenha uma publicação/ano.
Além disso, a instituição tem estimulado e patrocinado a publicação de livros de autoria de
seus docentes, possibilitando que seus estudos, suas práticas e pesquisas acadêmicas sejam
divulgadas na comunidade acadêmica. Desde o início das atividades da FATECEL, já foram
publicados quase uma dezena de livros com participação de seus professores, bem como de
autores convidados de outras instituições de ensino e pesquisa.
C.
Condições de Trabalho
Os docentes da FATECEL atuam com carga horária variada, tendo professores com carga
horária integral, parcial e horistas, todos com experiência no magistério do ensino superior,
condição sine qua non para contratação inicial. Os docentes contratados em regime integral ou
parcial e o coordenador do curso destinam parte de sua carga horária semanal para orientação
de alunos; atividades de pós-graduação, de pesquisa e produção do conhecimento;
participação em reuniões, em projetos de extensão e demais atividades previstas no PPC,
demonstrando uma grande dedicação ao curso. Essas atividades são efetivadas tanto nos
horários da pré-aula ou em períodos outros da semana, adequando-se os horários das mesmas
às necessidades dos docentes e discentes envolvidos.
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FATECEL
INSTALAÇÕES FÍSICAS
A.
Instalações Gerais
1. Sala de Professores e Sala de Reuniões
A IES possui uma sala de professores, equipada com computador com acesso a internet e
também com rede sem fio. A sala dispõe de poltronas, cadeiras e mesas para que o trabalho do
docente tenha a comodidade necessária às atividades desenvolvidas. É disponibilizada ainda
uma sala de reuniões, as atividades a que se propõem. Todas as salas são adequadamente
iluminadas, ventiladas e com as dimensões necessárias ao bom desenvolvimento das
atividades do curso.
2. Gabinete de Trabalho para Professores
A coordenação do curso está instalada em uma sala de 4,0 m2, com computador com acesso a
internet e acesso a rede sem fio, mesa, telefone, armário para a guarda de documento e
demais acessórios pertinentes à sua atividade. Tem também apoio técnico-administrativo. Os
integrantes do NDE e os docentes em tempo integral e parcial possuem uma sala específica,
também com computadores com acesso a internet, ramal telefônico, acesso à rede sem fio e
apoio técnico-administrativo.
3. Salas de Aula
Todas as salas de aula estão equipadas com carteiras em excelente estado de conservação.
Possuem cortinas para isolamento de iluminação externa, quadro branco, tomadas para a
instalação de equipamentos didático-pedagógicos (TV, DVD, Datashow, Retroprojetor, entre
outros) e tela de projeção. Possuem iluminação com lâmpadas fluorescentes em quantidade
adequada para garantir o conforto dos alunos.
4. Acesso dos alunos a equipamentos de informática
Na FATECEL existe 01 Laboratório de Informática com 25 computadores, o que corresponde,
aproximadamente, a 04 discentes por computador. A biblioteca também conta com terminais
dedicados exclusivamente à consulta do acervo pelos discentes.
Os equipamentos de informática de uso acadêmico da FATECEL são atualizados quando se
verifica a necessidade de expansão e de atendimento às necessidades. Quando novos
computadores são adquiridos, os que foram removidos são redistribuídos para uso nas
atividades administrativas que requerem baixa capacidade de processamento. Quando os
computadores não atendem mais as necessidades administrativas, mas ainda estão em
condições de uso, os mesmos são doados para entidades que necessitam desse tipo de
equipamento e não possuem recursos para adquiri-los.
O apoio aos laboratórios é dado por dois técnicos para: atendimento aos usuários e docentes,
configuração dos servidores e dos dispositivos de segurança de redes requeridos pelas
aplicações acadêmicas, instalação e configuração e computadores dos laboratórios e
realização de pequenas manutenções. O serviço está disponível de 2ª a 6ª e sábado se
acontecer.
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FATECEL
A conexão à Internet no Laboratório é provida através de um link de 20 Mbytes para atender as
necessidades administrativas e acadêmicas. Cada usuário possui um código de acesso e uma
senha pessoal que permite o uso dos equipamentos e dos softwares disponíveis além de
restringir atitudes inadequadas através da internet.
B.
Registros Acadêmicos
A administração da Faculdade de Tecnologia César Lattes é exercida pelos órgãos abaixo
relacionados, cujas atribuições estão descritas no Regimento da Instituição:
I - de Administração Superior:
a) Conselho Superior (COSUP);
b) Diretoria.
II - de Administração Básica:
a) Conselho de Curso;
b) Coordenadoria de Curso;
O Corpo Técnico-Administrativo, constituído por todos os servidores com funções não-docentes
e técnicos de laboratórios, tem a seu cargo os serviços necessários ao bom funcionamento dos
diversos setores da Faculdade.
A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão Acadêmica RM,
da TOTVS. A organização acadêmico-administrativa também está apoiada no Sistema de
Gestão Acadêmica RM, da TOTVS. A plataforma de operação do sistema é baseada num
Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGDB) que garante a unicidade e a confiabilidade das
informações, além de contar com um sistema de backup da base de dados. O sistema RM
transcende a esfera acadêmica, sendo responsável pela gestão financeira, contábil e
patrimonial da Instituição, operando como um sistema ERP (Enterprise Resourcing Planning).
Para melhor controle, distribuição e recuperação das informações, e para facilitar o acesso aos
usuários, o sistema divide-se em módulos integrados, assim distribuídos: Classisnet; Biblios,
Labore, Agilis, Bis, Fluxus, Nucleus, Saldus, Portal.
Como ferramenta de gestão, o RM permite que os professores, coordenadores de curso e
diretores das unidades acadêmicas acompanhem os apontamentos de notas e faltas de seus
alunos, através dos módulos Portal, Classisnet e Agilis.
Coerente com o projeto pedagógico e com o controle acadêmico, o módulo Biblios permite:
identificar a comunidade usuária; catalogar livros e periódicos; cadastrar editoras e
fornecedores; consultar o acervo (conforme critérios definidos – local ou via internet); controlar
a circulação de empréstimos, retiradas e renovações; controlar reservas; estabelecer políticas
de empréstimo diferenciadas por grupos de usuários e tipos de materiais; controlar multas por
atraso na devolução, de acordo com o regulamento da Biblioteca; emitir relatórios variados.
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FATECEL
Além disso, o acesso por meio da intranet permite aos alunos acessar informações importantes
para o acompanhamento de sua vida acadêmica e financeira, utilizando diferentes módulos.
Organização do controle acadêmico
O controle acadêmico é exercido pela Central de Atendimento – de apoio direto à Diretoria e
demais órgãos da Instituição – que se compõe dos setores de Controle Acadêmico, Arquivo e
Atendimento/Protocolo.
A CA é responsável pelo registro, controle e expedição de todas as informações acadêmicas,
tais como: registro da documentação legal exigida pelos órgãos oficiais; emissão de
documentos e relatórios relativos à vida acadêmica dos alunos; acompanhamento da
frequência às atividades didáticas e pedagógicas; lançamento e controle das avaliações
emitidas pelos professores; processos de matrícula, de trancamento e de transferência, entre
outros.
Por meio do Protocolo/Atendimento os alunos são recebidos e podem fazer qualquer tipo de
solicitação: da matrícula de ingresso na Instituição à solicitação do seu diploma, ao final do
curso. O atendimento pode ocorrer: pessoalmente nos guichês, via telefone ou via internet
(online). Este setor trabalha em conjunto com o Apoio Docente, que tem por finalidade prover
os docentes em tudo o que é necessário para o encaminhamento diário às aulas.
O Setor de Arquivo é responsável pela guarda dos documentos oficiais da instituição, incluindo
o prontuário de todos os alunos, assim como pela confecção dos diplomas e envio dos mesmos
para registro na UNICAMP, Universidade Estadual de Campinas, ou na UFSCar, Universidade
Federal de São Carlos.
C.
Biblioteca
1.
Política de aquisição de livros da Bibliografia Básica e Complementar
A política de formação do Acervo Bibliográfico da FATECEL procura atender sua missão
institucional, disponibilizando os meios necessários para que os estudantes possam
“desenvolver seus projetos de vida como cidadãos conscientes dos seus direitos, deveres e
responsabilidades sociais”.
Assim, possui um acervo de qualidade, constantemente atualizado e formado por obras e
fontes das mais diversas, que se constitui em ferramenta indispensável para subsidiar a
formação dos alunos tanto nos aspectos educacional, como cultural.
Critérios:
1.
Bibliografia Básica: na proporção definida nos instrumento de avaliação do MEC, para
o curso.
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FATECEL
2.
Bibliografia Complementar: na proporção definida nos instrumento de avaliação do
MEC, para o curso.
3.
Periódicos Especializados: na proporção definida nos instrumento de avaliação do MEC,
para o curso.
Processo de Aquisição
A atualização do acervo é feita por meio de um trabalho conjunto com os coordenadores de
cursos, professores e bibliotecário da unidade. Os Planos de Ensino das disciplinas são as
referências para a atualização. Por meio de trabalho articulado são detectados os títulos
objetos de maior demanda e que necessitam de compra.
Este trabalho é feito no início de cada semestre, sendo elaborada uma lista de solicitação de
compra, padronizada para cotação de preço junto aos fornecedores, encaminhada para
comparas após analise conjunta entre Coordenador de Curso e Bibliotecário. A aquisição é feita
em 30 (trinta) dias úteis, conforme disponibilidade das obras as editoras e após a análise e
aprovação da Diretoria, que defere as solicitações junto ao Departamento de Compras.
No decorrer de cada semestre, outras sugestões podem ser feitas pelos coordenadores,
professores e alunos, sendo que as obras são adquiridas de acordo com a necessidade de
atualização das áreas, respeitada a programação orçamentária.
2.
Periódicos especializados indexados e correntes
1
2
3
4
5
6
7
8
D.
Revista Exame
Revista Carta Capital / Empreendedor
Revista HSM Management
Revista Planeta
REMEA - Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental (UFRG)
Revista Cidadania e Meio Ambiente
Revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios
RAE Revista de Administração de Empresas
Instalações e Laboratórios específicos
1. Laboratórios especializados e sua infraestrutura e serviços dos laboratórios
especializados.
Não se aplica.
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PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO: