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9 7 7 2 1 7 8
2178 -0625
I S SN
ISSN 2178 - 0625
Grips Editora • Ano 9 • Nº 84 • Julho/2013 • R$ 15,00 - www.agrimotor.com.br
Seguro rural
A cobertura necessária
Brasil precisa de uma
revolução em logística do
campo
Novo
Secretário
Nacional de
Irrigação
ÍNDICE
Foto: Divulgação
Foto: Kepler Weber
Edição 84 – Ano 9
4
5
6
8
Editorial
O campo trabalha em
silêncio
Visão
R$ 555,00: 1 kg de picanha.
O que é preço?
Seguro Rural
Tratores
Aumenta cavalagem média
12
16
20
31
Logística
t"CBH#SBTJMOFDFTTJUBEF
uma revolução em logística
t%JOIFJSPÏRVFOÍPGBMUB
Agricultura de Precisão
Sensores ópticos chegam ao
centímetro
Caminhões
Irrigação
t-JOETBZEFTUBDB
gerenciamento remoto
t/PWPTFDSFUÈSJPOBDJPOBM
de irrigação
32
33
36
42
47
48
50
Implementos Rodoviários
Entidades
Sucroalcooleiro
Inteligência na gestão de
pneus
Eventos
Estatísticas
Business World
Anunciantes
Julho/2013 • Revista AgriMotor
3
EDITORIAL
Coordenação Geral
Henrique Isliker Pátria
Diretora Executiva
Maria da Glória Bernardo Isliker
TI
Vicente Bernardo
O CAMPO
TRABALHA EM
SILÊNCIO
Editor e Jornalista Responsável
Henrique Isliker Pátria (MTb-SP 37.567)
[email protected]
Reportagens e Entrevistas
Mário Rolim Cândido (MTb-SP 23.571)
[email protected]
Edição de Arte
Ana Carolina Ermel de Araujo
Publicidade
Augusto Isliker - [email protected]
Jorge Camargo - [email protected]
E
nquanto praticamente todas as cidades do Brasil, registram manifestações de
repúdio a “tudo o que está aí” exigindo uma tomada de posição contra os desmandos na política e da economia, a corrupção, a reorganização de áreas vitais
como justiça, educação, segurança, saúde e mais uma coleção de reivindicações,
a agricultura nacional continua dando mostras de que continuará salvando a balança comercial brasileira por algum tempo.
Segundo divulgação da Anfavea, o número de máquinas agrícolas automotrizes vendidas em junho de 2013, foi 26,2% superior ao mesmo período de 2012, e a produção destas
Administrativo
Anderson Rodrigues Maria Rosangela de Carvalho
máquinas e equipamentos em junho de 2013 foi 31,3% maior do que a de junho de 2012.
A estimativa de produção de grãos para a safra 2013, segundo dados da Conab – Cia
Colaboradores
¬OHFMP%PNJOHPT#BODIJt"OUPOJP$BSMPT'JPMB4JMWBt
(JBODBSMP$PTDFMMJ3PDDPt+PTÏ-VJ[5FKPOt+PTÏ3PCFSUP
-PQFTt7BMUFS"Q'FSSFJSB
Nacional de Abastecimento, é 10,8% maior do que a safra passada, ou seja, esperamos uma
safra de 184,3 milhões de toneladas contra as 166,1 milhões de toneladas da última safra.
Nós, da equipe da revista Agrimotor, continuamos apostando na atividade e o con-
Impressão e Acabamento
Ipsis Gráfica e Editora
vidamos para ler nesta edição, entre outros, um bem cuidado artigo sobre seguro
REVISTA AGRIMOTOR
É uma publicação de propriedade da
(SJQT.BSLFUJOHF/FHØDJPT-UEB
com registro
tro no INPI
P sob
PI
ob
b no 8
826584527
chegam no prazo certo já alcançam nesta safra a R$ 700 milhões o que é praticamente
rural. Você ficará sabendo, por exemplo, que as subvenções oficiais que nem sempre
o dobro do ano passado.
Já no campo da logística, que provavelmente é o maior e mais prejudicial gargalo
da atividade no Brasil, o que falta são medidas severas. O diretor da Esalq-Usp, José
Vicente Caixeta Filho, diz que o caminho natural para escoamento da safra seria pelo
Norte do Brasil, mas também lembra que faz mais de vinte anos que se ouve falar
Rua Cardeal Arcoverde, 1745 - cj. 111
Pinheiros - São Paulo/SP - CEP: 05407-002
5FM'BY
[email protected]
www.agrimotor.com.br
que a ferrovia Norte-Sul vai ficar pronta em dois anos. A morosidade na tomada de
decisões, segundo ele, é uma das causas dos problemas que vivemos hoje. Sobre o
mesmo assunto, em seminário patrocinado pela Abag, foram levantados os grandes
problemas que causam enormes prejuízos.
Ainda fazem parte da edição notícias sobre irrigação, caminhões e implementos agrí-
As matérias assinadas são de responsabilidade dos
autores. Reproduções de artigos e matérias estão
autorizadas desde que citada a fonte.
colas, a divulgação dos principais eventos, estatísticas e uma grande cobertura de tudo
que acontece ou que está previsto para o agronegócio.
Por fim queremos compartilhar a grande novidade com nossos leitores e amigos.
Após um minucioso processo de auditoria a Grips Editora, recebeu a certificação do IVC –
Instituto Verificador de Circulação, a mais importante auditoria independente do Brasil,
Edição 84 - Ano 9
Julho 2013
Capa: Fotos Sxc.hu e Rgbstock
Criação: Ana Carolina Ermel de Araujo
Circulação: Mensal
referencial para agências e anunciantes na confirmação da tiragem e a distribuição de
publicações. Para termos uma ideia da importância desta certificação possuem o selo IVC
algumas mídias lideres em seu segmento como os jornais Estadão e Folha e as revistas Veja, Época e outras. Esta certificação
vem confirmar à revista Agrimotor a chancela de qualidade, excelência e credibilidade que jamais deixamos de praticar.
Henrique Isliker Pátria
Editor Responsável
editorial.indd 4
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VISÃO
R$ 555,00: 1 KG DE UMA
PICANHA. O QUE É PREÇO?
www.s
xc.hu
ação
P
SFÎPPSBPQSFÎP1SFÎPÏDPJTB
que não tem preço. Se preço
DPOUBTTF OJOHVÏN QBHBSJB
R$ 555,00 pelo quilo de uma
QJDBOIBEFCPJCBUJ[BEPEFLPCFFN
homenagem à cidade japonesa com o
mesmo nome. Claro, essa picanha vem
EFVNBHFOÏUJDBFTQFDJBMBOJNBJTDSJBdos com grãos especiais, massageados,
e especialmente preparados na arte
de churrasquear churrascos fidalgos
FMJUJ[BEPT DPN WJOIPT JUBMJBOPT EF 3
700,00 a garrafa e outras fortunas simiMBSFTPRVFQPEFGB[FSEFVNTJNQMFT
churrasco, com alguns nobres amigos,
uma cerimônia para mais de R$ 20 mil
numa doce tarde de domingo, enquanUPVNB'FSSBSJWFSNFMIBEPSNFQMÈDJEB
e protegida sob a sombra de um jamboleiro (árvore do jambolão) num recanto de um condomínio de grife em
algum ponto alvissareiro do litoral ou
do sertão pantaneiro.
serve para avisar a um líder octogenáSJPPWFMIP'JEFMMÈEBJMIBEF$VCB
Comunismo não dá certo, não por
causa do comunismo, mas por causa
das pessoas, que não desejam nem
VN QPVRVJOIP TFSFN DPNVOJ[BEBT
Imagine como poderíamos viver sem
um puro charuto cubano, pra mais de
R$ 300,00 a unidade? E o rum, a tequila, e a vodka com escorpião dentro?
Ah, se o preço contasse, ele falaria
todas as nossas barbaridades, aquelas que não têm preço... E o Cocktail
)FNJOHXBZ OÍP NF EFJYBSJB NFOUJS
ou “olvidar”.
Divulg
José Luiz Tejon*
Se pagamos por 1kg de picanha
aquilo que 2 bilhões de pessoas não
ganham por mês, só mesmo ideias
PQPTUBTDVSJPTBTDPNPBEB'"0'PPE
"HSJDVMUVSBM 0SHBOJ[BUJPO
QBSB MBOÎBS
uma ideia de passarmos a comer inseUPT DPNP GPSNB EF FYUFSNJOBS DPN B
fome do mundo e ao mesmo tempo
sermos sustentáveis. Afinal você proEV[LHEFQSPUFÓOBJOTFUBMDPNNFnos do que 2 kg de ração, enquanto um
boi (normal, os nossos nelores, não o
LPCF
FYJHFLHEFSBÎÍP.BTDPNP
preço não significa absolutamente
OBEBÏTJNQMFTNFOUFVNBDPOUBRVF
não deve ser contada no reino das perDFQÎÜFTIVNBOBT5BNCÏNFYJTUFVN
negócio de insetos chics, e o chef ReOBUP$BMFóEP-Ð.BOKVF0SHBOJRVF
serve porções da formiga içá, passadas
OVNB[FJUFPSHÉOJDPEFBMFDSJNPOEF
um pratinho com 15 traseiros da tostada formiguinha vale R$ 41,00.
2VFS EJ[FS EBT JÎÈT PV EPT LPCFT
não nos livraremos nunca de colocar o
valor dos preços no seu devido lugar:
MBUBEPMJYP"MJÈTMVHBSQBSBPOEFWÍP
cerca de 30% de toda a comida proEV[JEBOFTUFQMBOFUJOIBEBBCVOEÉODJBFEBFYUSBWBHÉODJB#FNJTTPUVEP
Foto:
É simplesmente uma
conta que não deve ser
contada no reino das
percepções humanas.
*José Luiz Tejon MegidoÏKPSOBMJTUB
e publicitário, comentarista da Rádio
Estadão, mestre em Educação, Arte
e Cultura, doutorando em Ciências
EB &EVDBÎÍP 6OJWFSTJEBE EF-B &Np
presa). Professor de pós-graduação
EB'(7*ODPNQBOZEJSJHFOUFEP/ÞE
cleo
cl
l de Agronegócio da ESPM, diretor vice-presidente de Comunicação
to
do CCAS (Conselho Científico para a
d
Agricultura Sustentável). ConselheiA
SP EP (SVQP 4ÏSJPT BVUPS F DPBVUPS
SP
EFMJWSPTQBMFTUSBOUF5PQ'JWF1SÐE
mio Estadão RH 2012/2013, Top 100
m
do Agronegócio 2013 - Revista ISTO
d
É - Dinheiro Rural
Julho/2013 • Revista AgriMotor
editorial.indd 5
5
6/7/2013 02:09:11
SEGURO RURAL
SUBVENÇÃO DO
PSR SOBE PARA 700
MILHÕES
Valor é o dobro do que foi destinado na safra anterior
e se aproxima dos 800 milhões reivindicados pela
Confederação Nacional da Agricultura.
N
De acordo com Luís Carlos Guedes Pinto, do Grupo Segurador Banco
do Brasil/Mapfre, desde o ano safra
2012/2013, encerrado em 30 de junho, quando o valor destinado ao
PSR teve um aumento significativo, a
subvenção vinha deixando de ser “um
fator limitante para o crescimento do
seguro agrícola no país”. Guedes informa que, embora os números ainda
não estejam fechados, devem girar na
www.sxc.hu
o anúncio do Plano Safra
do ano agrícola que se inicia, o valor destinado ao
Programa de Subvenção
ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) foi
destaque. Havia a promessa de se aumentar esse valor, reconhecido como
um mata-burro para a ampliação da
área coberta por seguro, mas nem os
mais otimistas esperavam que fosse
dobrar.
faixa dos 350 milhões para a safra que
acabou de se encerrar. E conclui: ”No
passado, foi um fator limitante, mas
agora eu diria que a demanda será
atendida”.
Em decorrência das sucessivas ampliações de desembolso do programa, Guedes está muito otimista com
relação ao desempenho do setor nos
próximos anos.
Joaquim Cesar Neto, da Porto Seguro Agronegócio, também considera promissor o quadro futuro e percebe isso pela crescente procura por
parte dos profissionais, os corretores,
por uma colocação nos quadros da
Porto. Joaquim informa que novas
seguradoras devem entrar no segmento o que também “demonstra o
interesse do mercado, dos agricultores, dos corretores e das seguradoras
em buscar atender essa necessidade
dos agricultores”. Mas nem tudo são
flores, ou grãos. Para Joaquim Cesar,
o setor é umbilicalmente ligado à
subvenção e esta nem sempre chega
a tempo e a hora. “Ainda existe uma
6
Revista AgriMotor • Julho/2013
seguro rural dupla.indd 6
6/7/2013 00:24:17
SEGURO RURAL
Fo
ção
lga
ivu
MEIO A MEIO
Além da questão da subvenção,
Guedes considera que haja “um problema sério no Brasil: a falta de consciência quanto ao seguro de uma maneira geral e em particular na agricultura”.
Destaca que uma quebra de safra, por
algum evento climático como seca,
por exemplo, chega a inviabilizar momentaneamente um município. Diminui a atividade econômica, cai a arrecadação de impostos, todos perdem.
Guedes pinta um quadro onde até o
borracheiro e a cabeleireira dos municípios afetados têm queda significativa de receita: “só nós pagamos 200 mi-
ra
lhões de indenização para
municípios do Rio Grande
do Sul e Paraná, devido
a secas localizadas”. Ele
qualifica como investimento o valor empregado no PSR, porque o
governo diminui o seu
próprio risco no caso
de um grande sinistro na
agricultura, quando sempre se demanda a renego-tor,
ciação da dívida do agricultor,
com um custo muito alto para o
Tesouro.
Joaquim Cesar avalia que, em certas regiões onde os eventos climáticos são menos incidentes, sem um
histórico muito grande de perdas, a
percepção da necessidade do seguro
seja menor do que em regiões que
tenham passado por perdas. “Mas, se
não tiver a subvenção, ainda fica caro”,
conclui.
A grosso modo, para cada real gasto pelo governo, o produtor entra
com outro. Tipicamente, a subvenção
:D
to
distribuição para as seguradoras de
forma que não privilegia a vontade
do agricultor. Ainda temos alguns
problemas, que são a disponibilização no tempo, por ora não houve
disponibilização de recurso, não temos como fazer a operacionalização
da subvenção através do sistema do
Mapa para o segundo semestre, estamos aguardando isso”.
é da ordem de 50%, mas o governo
banca até 70% do prêmio para trigo
e milho safrinha e, pelo contrário, de
30% no seguro florestal.
O grau de proteção habitual é
de 70% da expectativa de produção. Funciona assim: se o agricultor
colher 70% ou mais, ele não recebe
nada. Se ele colher, por exemplo,
50% do que esperava, recebe a diferença (70%-50%), ou seja, o equivalente a 20%.
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7
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TRATORES
AUMENTA
CAVALAGEM MÉDIA
Montadoras embarcam no viés da sustentabilidade e oferecem produtos
com menor consumo de combustível e a consequente redução de custos
de produção.
A
venda de tratores vem aumentando nas potências
mais altas e diminuindo
nas mais baixas. O mix do
segmento seria, por enquanto, de
55/45, a média girando em torno dos
cento e poucos cavalos. É a espiral
do ganho de produtividade exigindo
sempre mais eficiência em espaço físico e de tempo menores. Da mesma
forma, a incorporação de condições
de conforto ao operador da máquina torna-se um elemento adicional
de atração da rara (e cara) mão de
obra. Esses conceitos não são únicos.
Aliados a outros e a sustentabilidade,
geram produtos como o MF 8600, da
Massey Ferguson ou a mais nova geração da linha BH, da Valtra.
MF 8600: TRATORES MAIS
ECOLÓGICOS DA CATEGORIA
Com piloto automático e transmissão continuamente variável (CVT, na
sigla em inglês), os tratores da série
MF 8600 são os mais avançados já
fabricados pela Massey Ferguson no
mundo. Para otimizar a alta potência
da máquina e garantir performance
superior em todas as aplicações, a
marca tomou especial cuidado com
seu conforto operacional. “Com a
transmissão Dyna-VT, o operador consegue obter o desempenho ideal em
qualquer operação”, destaca Everton
Pezzi, supervisor de marketing do
produto tratores da Massey Ferguson.
Segundo Pezzi, a transmissão garante maior precisão na aplicação e
também gera economia de
combustível, uma vez que
consegue a manutenção da velocidade
e rotação do motor em um nível ideal
à aplicação. O sistema gerencia a velocidade de operação automaticamente.
Preocupada com o desempenho, mas
sem deixar a sustentabilidade de lado,
a engenharia da fábrica desenvolveu
um sistema para redução nas emissões.
A novidade dá aos produtos MF 8600 o
título de tratores mais ecológicos da categoria. “A máquina mantém o desempenho e economia de combustível com
menores teores de emissão de poluentes” comenta o supervisor da área. Em
média, os motores do MF 8600 podem
gerar até 5% de economia no consumo
de combustível em comparação com
máquinas da mesma categoria, o que
garante, além da sustentabilidade, o
aumento da rentabilidade em tempos
onde recursos combustíveis batem recordes de custos ao produtor.
Foto: Divulgação
VALTRA LANÇA A LINHA BH
GERAÇÃO III
Para ampliar as opções de potência
chega, com exclusividade, ao portfólio
da Valtra, o modelo BH 135i (137cv),
com motor 4 cilindros turbo-intercooler, opção para o agricultor que necessita ter em sua propriedade máquinas
para desempenhar as mais variadas
funções e atividades. Além dele, completam a Geração III, os novos tratores
BH200 (200cv) e o BH210i (210 cv). Os
8
Revista AgriMotor • Julho/2013
ainda intercooler que baixa a temperatura de admissão melhorando a eficiência na combustão, resultando em
economia no consumo e baixos níveis
de emissões de poluentes.
AGRALE INICIA PRODUÇÃO DE
TRATORES NA ARGENTINA
A Agrale S/A iniciou, em maio, a
produção de tratores em sua fábrica localizada na cidade de Mercedes, na Província de Buenos Aires.
A primeira unidade fabricada foi do
modelo BX 6.110, da Linha 6000, a
de maior potência da marca. A comercialização desses produtos começou em junho nas
concessionárias da marca
naquele país.
A produção de tratores
Foto: Divulgação
modelos seguem os padrões globais
dos tratores Valtra, direcionados às
particularidades das atividades agrícolas brasileiras. As novas máquinas
foram apresentadas na Agrishow e
já estão disponíveis ao mercado. Os
tradicionais modelos BH145, BH165
e BH180 também receberão o pacote
de tecnologia apresentados na Linha
BH Geração III.
As inovações aparecem em itens
como o novo sistema hidráulico (3
pontos e hidráulico eletrônico) que
facilita as diversas aplicações com
implementos e a colocação da bomba de vazão variável. A nova localização do sistema hidráulico no trator e
as novas vigas laterais permitem um
menor raio de giro, melhorando as
manobras de cabeceira, fator indispensável para aperfeiçoar o trabalho
no campo evitando pisoteio nas áreas
produtivas.
Os três novos modelos são equipados com motor AGCO Power 420DSA,
620DS e 620DSA que trabalham com
diesel ou biodiesel B100. Possuem
Foto: Divulgação
TRATORES
10
na Argentina faz parte da estratégia de
internacionalização da Agrale e é resultado do plano de investimentos de US$
12,5 milhões, anunciado em dezembro
do ano passado, que incluía a instalação
de uma segunda linha de montagem de
veículos. O objetivo é agregar, na unidade da cidade de Mercedes, a produção
de tratores e ampliar a de chassis para
ônibus e caminhões, para atendimento
da crescente demanda dos produtos
Agrale pelo mercado local.
A fábrica da Agrale na Argentina
começou a operar no final de 2008
para produção de chassis para ônibus, acrescida em 2009 de caminhões
leves, e já ultrapassou a fabricação de
4.000 unidades. A empresa tem mais
de quarenta anos de presença no
mercado argentino, onde alcançou
expressiva participação e conceito.
Segundo Hugo Zattera, diretorpresidente da empresa, as primeiras
unidades fabricadas já superam 50%
de índice de nacionalização de componentes. “Nossa meta é superar os
70% de conteúdo local e assim colaborar para o fortalecimento da indústria automotiva do país”, destaca
o executivo.
Os tratores da Linha 6000 da Agrale são indicados para utilização em
grandes áreas de cultivo.
Revista AgriMotor • Julho/2013
An
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e
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agrícolas mais leves, com maior alcance e
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04/09/2012 15:05:56
LOGÍSTICA
ABAG: BRASIL
NECESSITA DE UMA
REVOLUÇÃO EM LOGÍSTICA
Para a entidade, país fez uma revolução na agricultura
e precisa fazer outra, rapidamente, para acabar com os
gargalos do escoamento da produção.
O
Foto: Kepler Weber
Brasil fez uma revolução
na agricultura, com aumento médio anual de
3,7% na produtividade
nos últimos vinte anos. Agora é necessária uma revolução na parte de
logística e infraestrutura para resolver os gargalos que dificultam o escoamento da safra e elevam o preço
12
de um contêiner de grãos posto no
porto a US$ 1.790, contra US$ 690
dos nossos concorrentes mundiais.
A avaliação é de Luiz Carlos Corrêa
Carvalho, presidente da Abag – Associação Brasileira do Agronegócio,
feita dia 7 de junho, na abertura do
seminário Os Caminhos do Agronegócio – Oportunidades de Investimento, promovido pela entidade
durante o Construction Congresso,
em São Paulo. O evento foi organizado pela Sobratema – Associação
Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração.
Apesar de estar mais esperançoso em razão das recentes medidas
anunciadas pelo governo, como por
exemplo, os investimentos programados para a construção de ferrovias,
rodovias e armazéns, assim como com
a recém-aprovada Lei dos
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Foto: Divulgação
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c .h
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Portos, Carvalho não espera solução no
curto prazo. “Acredito que, se todos os
investimentos se concretizarem, começaremos a ver resultados
tados popo
sitivos a partir de 2015”,
afirmou.
“A recente mudança no marco
regulatório dos
portos deve acelerar as transformações e incentivar uma maior
participação
da
iniciativa privada no
o
setor”, comentou Olivier Girardi, sócio da Macrologística Consultoria Empresarial, que falou sobre Investimento em
Infraestrutura de Transporte durante o
seminário.
Os debates contaram ainda com as
participações de Edeon Vaz Ferreira,
coordenador executivo do Movimento
Pró-Logística da Aprosoja – Associação dos Produtores de Soja e Milho de
Mato Grosso. Ele chamou a atenção
para a enorme deficiência em termos
de armazéns, sobretudo nos estados
produtores de grãos. “Só no Mato
Grosso, temos um déficit de 29% em
armazenagem”, afirmou Ferreira.
ww
w.
logistica.indd 13
A avaliação crítica sobre os problemas de armazenagem do país foi
referendada também por Carlos Alberto Nunes
Nune Batista, secretário executivo
da Câmara
exe
Temática
de InfraesTem
trutura
e Logística
tru
do
Agronegócio
d
do ministério da
Agricultura. Segundo Batista,
enquanto a cap
pacidade
de armazenagem
nas
m
fazendas
dos Estafaze
dos Unidos gira em
torno de 55%; no oeste
canadense chega a 85% e na Argentina alcança o nível de 45%, no
Brasil não passa dos 15%. “Para corrigir essa situação, nós, do ministério
da Agricultura, estimamos que hoje
serão necessários investimentos da
ordem de R$ 16 bilhões”.
A previsão de exportação de grãos
para daqui a dez anos é de algo entre
44 e 54 milhões de toneladas de soja,
contra as 36 que passarão pelos nossos portos nesta safra e entre 25 e 39
milhões de toneladas de milho (neste
ciclo, a previsão de exportação é de
20,5 milhões de toneladas).
6/7/2013 00:56:58
LOGÍSTICA
Foto: Comil
DINHEIRO É QUE
NÃO FALTA
Definição de marcos regulatórios, viabilização de acesso ao arco-norte, levantamento de
estruturas armazenadoras. Agro busca formas para ultrapassar cenário de apagão logístico.
N
ão há medidas mágicas para
logística a curto prazo. Não
haverá novidades significativas no segmento para o
ano-safra que começou dia primeiro. Se
houver, estarão relacionadas a armazenamento. São previsões de José Vicente Caixeta Filho, diretor da Esalq-USP e
consultor da Fundação Vanzolini. “Medida de curto prazo é sempre difícil de
visualizar, principalmente em assuntos
que cabem ao ente público. Construir
estradas, construir mais ferrovias, tudo
isso demora, por mais que isso seja considerado uma solução importante, mas
não é de curto prazo”, avalia.
Devido à concentração da safra de
nosso principal produto agrícola, a
soja, num curto período, fim de janeiro até o início de maio, motivado pela
carência de armazéns e silos, “o agente
envolvido na colheita colhe a soja e já
quer deslocar quase imediatamente
esse produto, principalmente para o
14
mercado externo, via algum porto ou
alguma indústria. Nesse momento em
que nós observamos safras recordes,
isso acaba gerando uma demanda
muito elevada para o transporte da
soja e o fato de você escoar a soja exatamente durante a safra faz com que
se pague um frete mais elevado”.
CAMINHÃO-ARMAZÉM
Medida de curto prazo? “Eu vou tentar armazenar e desovar esse produto
mais pra frente”, resume Caixeta, “mas,
nós temos uma estrutura de armazenagem muito antiga, e mais que antiga, insipiente, mal localizada devido a todo o
avanço da fronteira agrícola em direção
ao Centro-Oeste, os armazéns são muito
mais no Centro-Sul, alguns aí do ciclo do
café”, lembra, reforçando a importância,
para a estrutura de custos do produtor,
de armazenar na própria propriedade.
A saída tupiniquim é armazém sobre
pneus. “A decisão pelo escoamento é
acompanhada pela decisão de armazenamento, é o tal estoque sobre rodas. A
soja, quando está na caçamba do caminhão, na fila do porto, está armazenada
lá, o caminhão está servindo como um
armazém. A estadia do transportador seria o pagamento que esse agente estaria
desembolsando nessa decisão de escoamento. Hoje, o que está acontecendo
é isso, seja no caminhão, seja no próprio
trem, a ferrovia também pode servir
como alternativa de armazenamento
como medida de curto prazo”.
RECURSO, NÃO FALTA
“A agricultura está salvando a pele do
país há um bom tempo”. Também por
este motivo, Caixeta considera que o
agro deveria merecer mais atenção por
parte de Brasília. “O governo, exercendo
legitimamente o seu papel, tem um conjunto de projetos muito diversificados
relacionados a logística, seja transporte,
seja armazenagem, mas que infelizmen-
Revista AgriMotor • Julho/2013
logistica.indd 14
6/7/2013 00:56:59
LOGÍSTICA
te têm se mantido no papel já por um
bom tempo, por culpa da burocracia, o
que seja, só não é culpa da falta de recurso, é sempre algo de médio e longo
prazo e não necessariamente coincide
com a agenda de governo, quatro ou
cinco anos. Tem que ser dada a continuidade”. O especialista em logística critica a
demora de se estabelecer os marcos regulatórios de logística. “Quem sabe com
essa Medida Provisória dos Portos, algo
possa acontecer, mas não acho que vá
ser tão rápido”. Para ele, “por maior que
seja o interesse da iniciativa privada em
se envolver nesse tipo de investimentos, a nebulosidade do marco regulatório certamente implica um aumento
expressivo do risco do investimento. E
iniciativa privada não gosta de risco elevado. Ninguém gosta”.
ARCO NORTE
Sobre a inversão do fluxo de escoamento da safra pelos portos do arco
norte, Caixeta conta uma historinha:
“Quando que a Ferro-Norte vai chegar
em Rondonópolis? Então a resposta é
sempre esta: daqui a dois anos. Há vinte anos que a gente está ouvindo que
é para daqui a dois anos”. Ele conclui:
“Há uma série de projetos importantes para facilitar essa circulação, essa
integração, mas a limitação da gestão
faz com que o prazo final dessas obras
seja muito obscuro”. Carlos Eduardo Tavares, da Superintendência de Logística Operacional da Conab, lembra a conhecida dicotomia de produção acima
do paralelo 16 e escoamento pelo Sul.
“Nós temos uma produção superior no
Centro-Oeste, Maranhão, Piauí, Tocantins e parte sul do Nordeste, superior
à região Sul, no entanto, quando chega o momento de escoar a produção,
essa região desloca os produtos para
Santos”. Também para Tavares, a saída
é pelo Norte: “essa produção tem que
ir para os portos do Norte, a nova con-
cepção de logística para as commodities do Brasil. Nós temos que subir pelo
Rio Madeira, temos que subir pela 163
e alcançar Santarém, nós temos que
subir pela ferrovia Norte-Sul”.
Rafael Bueno, superintendente de
armazenagem da Conab, informa que
o governo está investindo 500 milhões
de reais na recuperação de 84 unidades
armazenadoras e na construção de 10
unidades novas. A mesma linha de investimentos prevê aporte de 28 bilhões
de reais, ao longo de cinco anos, para
que “tenhamos um acréscimo de 65
milhões de toneladas na capacidade
estática do país”, prevê. Bueno esclarece: “o foco é o produtor rural, permitindo que ele, só ou em grupo, possa
ter uma unidade armazenadora em
sua propriedade ou no entorno dela,
favorecendo um aumento de renda” .
Assim, o déficit de armazenagem, previsto em 48 milhões de toneladas, estaria resolvido antes de 2009.
— DYNAMIC RETENTORES,
É BOM PODER OPTAR.
TRÂNSITO
CAMINHO LIVRE
—
OBRAS NA PISTA
DYNAMIC. A MARCA DE RETENTORES FABRICADOS PELA SPAAL.
DYN
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Julho/2013 ***+,--./0
• Revista AgriMotor 151
logistica.indd 15
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AGRICULTURA DE PRECISÃO
SENSORES ÓPTICOS
CHEGAM AO CENTÍMETRO
Parceira preferencial na luta por ganho de produtividade,
AP amplia a todo momento seu arsenal de possibilidades
para o trato diferenciado de cada elemento da plantação.
C
ada vez mais, a tecnologia permite realizar o que era humanamente impossível há pouco
tempo: tratar de forma individualizada cada palmo de terra, cada
planta. E as milhares de decisões necessárias ao cultivo, do mesmo modo, passam para cérebros eletrônicos. Nessa linha, a Massey Ferguson chega com seu
sistema de direcionamento automático
à precisão centimétrica de até 2,5 cm
na passagem dos equipam
pamentos com o uso
d
de sinal RTK (Real
AP: EQUIPAMENTOS MASSEY
FERGUSON COMPLETAM O CICLO
NO CAMPO
A Massey Ferguson possui uma
linha completa de soluções com
ação
vulg
: Di
s
Foto
Time Kinematic, ou posicionamento
cinemático em tempo real). Os sensores óticos (WeedSeeker) incorporados
a semeadoras permitem operações
“planta-a-planta”. E o produtor já pode
controlar seu pivô, à distância, por um
smartphone.
equipamentos que revolucionam o
conceito de precisão no cultivo das
principais culturas brasileiras.
O Auto Guide 3000, sistema de direcionamento automático, chega como
um avanço das ferramentas já conhecidas. Oferece até três níveis de precisão: submétrico, até 30 cm de precisão
entre as passadas; decimétrico, 10 cm
de precisão; e por fim o centimétrico
que, por meio de sinal RTK, consegue
uma precisão de até 2,5 cm na passagem dos equipamentos. Niumar Dutra
Aurélio, coordenador de marketing
de soluções em tecnologia avançada Massey Ferguson, esclarece que “o
sinal dos satélites contém erros que
são normais, e para o utilizarmos em
máquinas agrícolas precisamos usar
métodos para a correção destes erros
com o objetivo de melhorar a precisão
dos equipamentos embarcados nas
máquinas”. Niumar garante que “a correção de sinal RTK é o mais preciso dos
métodos existentes no mercado”.
O conceito passa pela implantação
de programas de padronização
de larguras de trabalho
16
Revista AgriMotor • Julho/2013
S
AP massey.indd 16
6/7/2013 01:31:05
e bitola das máquinas e pelo planejamento das operações no campo para
concentrar a passagem de máquinas
e implementos em uma área específica, utilizando o mesmo rastro e integrando todas as operações na lavoura, eliminando, assim, a compactação
nas demais áreas. Por meio da unificação de ferramentas como piloto
automático, o trabalho das máquinas
torna-se mais preciso e planejado, aumentando o controle das operações
no campo.
SENSORES ÓPTICOS NA CATAÇÃO
QUÍMICA AUTOMATIZADA
A tecnologia WeedSeeker promete
incrementar o trabalho de controle
das plantas daninhas por meio de uma
aplicação “planta-a-planta”, na exata
medida da necessidade. A quantidade
de produto químico liberada é mais
baixa, pois a aplicação se dá apenas
nas plantas daninhas e não em solo
nu. Consequentemente, reduz o custo
com o uso de defensivos, economiza
tempo e trabalho, diminuindo o impacto ambiental causado na área.
Cada unidade do WeedSeeker emite um feixe de luz em uma janela que
projeta uma faixa de luz sobre a superfície do solo. A luz refletida pela superfície é detectada pelo sensor e o sinal é
processado por um microcomputador.
A presença de clorofila ativa o solenoide e o bico do sensor pulveriza a quantidade certa de herbicida somente na
planta detectada, podendo operar em
velocidade de até 25 km/h.
O WeedSeeker pode ser adaptado a
uma variedade de veículos inclusive caminhões de lixo, caminhonetes, trato-
res, utilitários, quadriciclos e
limpadores de ruas.
Na Austrália, com o
uso do WeedSeeker , foi
possível constatar uma
economia de até 90% em
m
herbicidas, reduzindo subsstancialmente os custos e auumentando significativamente
nte
os benefícios ambientais.
A Geo Agri Tecnologia Agrícola,
distribuidor autorizado Trimble
mble no
Brasil, é inovadora na tecnologia
ologia de
aplicação utilizando o WeedSeeker na
cultura da cana-de-açúcar para catação química automatizada, mostrando uma redução de custos de herbicidas em até 80%. Além disso, inovou
com o uso de irrigação localizada em
eucaliptos.
O AMOSTRADOR DE SOLO
HIDRÁULICO AUTOMATIZADO DA
FALKER
Projetado para que possa ser instalado em uma grande variedade de
veículos, que pode ser utilizado tanto
por prestadores de serviços de agricultura de precisão quanto por produtores rurais, o SoloDrill - AMS4500,
da Falker, é um amostrador de solo
hidráulico automatizado, totalmente
gerenciado por um módulo FBX3050
FieldBox, que inclui coletor de dados
e navegação em campo. O FieldBox
permite fazer contorno, gerar grid e
navegar até pontos de amostragem
de modo totalmente interligado com
o amostrador. É feito o armazenamento dos pontos georreferenciados
onde foram realizadas amostragens,
bem como hora e data das operações.
Foto:
Divulg
ação
AGRICULTURA DE PRECISÃO
Os dados podem ser exportados para
computador. Também são armazenados dados para diagnóstico do sistema, como pressão hidráulica da broca
durante a amostragem, rotação da
broca durante a operação, temperatura do óleo, entre outros.
O equipamento possui acionamento eletro-hidráulico, trazendo
grande robustez e confiabilidade ao
sistema. Possui alta repetibilidade da
profundidade de amostragem, que
pode ser configurada de 5 a 40 cm,
em intervalos de 1 em 1 cm, diretamente via software. Conta com um
exclusivo sistema de regulagem da
velocidade da broca, permitindo velocidades desde 200 até 950 rpm, sem
perda de potência do sistema. Permite também a regulagem da velocidade de inserção da broca no solo, o que
garante maior qualidade agronômica
para a amostragem e também protege o sistema contra danos causados
pela operação inadequada. O sistema
conta com uma proteção eletrônica
contra quebra da broca em situações
de risco, como solos muito duros ou
com pedras.
A LINHA COMPLETA
DE AGRICULTURA DE PRECISÃO
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CAMINHÕES
PEÇAS GIGANTES DA
PETROBRAS ATRAVESSAM
FOZ DO IGUAÇU
Divulgação
goas, em Foz
do Iguaçu (PR),
mobilizou, dia 4
de junho, dezenas de homens
da Polícia Rodoviária
Federal,
Guarda Municipal, Defesa Civil
e de Itaipu.
A carga, com
total de quase
500 toneladas,
foi puxada por
caminhões em
duas plataformas com 160 pneus
cada uma. No caminho, o comboio
chamou a atenção de moradores e
chegou a interromper, por alguns
minutos, o trânsito da Avenida Tan-
A
megaoperação para transportar duas peças gigantes
da margem do rio Paraná,
dentro da Itaipu Binacional, até a prainha do bairro Três La-
credo Neves, uma das mais movimentadas da cidade.
A velocidade média para vencer os
17 quilômetros do percurso foi de 5
km/h. Por volta das 14h, a carga já estava pronta para ser reembarcada no
Lago de Itaipu.
“Tudo ocorreu absolutamente
dentro do que foi planejado, sem surpresas. Isso nos dá a confiança de que
o grande teste, que será o reator de
amônia, com 761 toneladas, também
seja um sucesso”, afirmou o gerente
do Departamento de Obras e Manutenção, Andreas Arion Schwarz, coordenador dos trabalhos por Itaipu.
Fabricadas na China, as peças – treze
no total – serão utilizadas na montagem
de uma usina de fertilizantes agrícolas
da Petrobras, em Três Lagoas (MS).
Divulgação
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CAMINHÕES
SCANIA LANÇA
NOVOS SERVIÇOS
Fabricante passa a disponibilizar quatro novos programas de
manutenção que se enquadram nos diversos tipos de operações,
tanto de caminhões quanto de ônibus.
A
brança por quilômetro rodado. Essa
modalidade de pagamento possibilita ao cliente manter o controle total
do fluxo de caixa de sua empresa, sem
gastos inesperados.
O Scania Trem de Força cobre todas
as revisões imprescindíveis aos veículos comerciais e também as manutenções corretivas das partes internas
do motor, caixa de mudanças e diferencial com cobrança por quilômetro
rodado. O Scania Standard inclui as
substituições de óleos e lubrificantes
necessárias, além de check list específico durante o período contratado.
O acerto é realizado por meio de uma
taxa mensal fixa ao longo do período
combinado. Nessa condição, o cliente controla os gastos com revisões e
otimiza o fluxo de caixa. Para calcular
o valor, levam-se em consideração
informações fundamentais extraídas
do próprio veículo por meio de um
software específico. O Scania Compacto garante as substituições de
todos os kits de filtros e lubrificantes,
além da mão de obra necessária para
o veículo durante o período contratado. O pagamento é realizado a
partir de um valor mensal combinado previamente. O programa é válido somente para veículos acima de
360.000 km de uso.
çã
Divulga
o
Scania apresenta ao mercado novos pacotes de serviços, ampliando sua oferta de
soluções para o transporte
de cargas e de passageiros. O novo
programa de manutenção Scania é
formado por quatro categorias: premium, trem de força, standard e compacto. Para customizar o plano certo
para cada cliente, são analisados vários
fatores, como tipo do veículo, o implemento (no caso dos caminhões) ou a
carroceria (ônibus) utilizados, a aplicação/operação, a quilometragem rodada por ano e o tempo contratado.
O Scania Premium contempla todas as manutenções preventivas e
corretivas (se necessárias), com co-
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COMBOS DE SERVIÇOS
Mesmo com as revisões em dia, alguns itens podem apresentar maior
desgaste conforme o uso. Por isso, a
Scania passa a oferecer os Combos
de Serviços, que podem ser agregados a dois dos quatro novos pacotes
de manutenção: Scania Trem de Força e Scania Standard. Os combos são
serviços de manutenção corretiva
opcionais, recomendados pela Scania após a análise de fatores críticos
para a disponibilidade e economia
da frota. Alguns dos itens que podem
ser adquiridos são troca adicional de
filtro de ar, revisão das unidades injetoras, revisão do compressor de ar,
troca das lonas de freio, revisão dos
cubos de roda traseiros e revisão da
suspensão da cabine, entre outros.
No caso dos ônibus, além dos quatro
novos programas de manutenção, os
exclusivos pacotes de atendimento
remoto e customizado, com mecânicos Scania dentro da garagem das
operadoras, também continuam a
ser ofertados, e com intensa procura
pelos clientes. Ambos preveem uma
equipe de técnicos à disposição na
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Divulgação
CAMINHÕES
garagem dos clientes, onde é instalada uma estrutura que permite a execução dos serviços.
Os operadores podem optar entre
manutenções preventivas e reparos,
ou somente preventivas. Podem ser
incluídos no serviço mecânicos dedicados (parcial ou integralmente)
à operação, ferramental, estoque e
reposição de peças genuínas Scania.
A proposta não é de terceirização da
equipe, mas de um contexto de gestão compartilhada. A gestão continua
com o operador, que define a programação semanal das manutenções
preventivas e trocas das peças.
“A procura dos clientes por nossos
pacotes de serviços vem aumentando. Por isso, atualizamos nosso programa e seus diferenciais sempre em
busca de oferecer o melhor, ou seja,
um serviço customizado que continue acompanhando a evolução do
mercado brasileiro de veículos comerciais”, salienta Roberto Leoncini,
diretor-geral da Scania do Brasil.
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CAMINHÕES
SCANIA VENDE
42 F 250 PARA A JUNDIÁ
O
primeiro grande lote de
chassis F 250 4x2, da nova
linha de motores dianteiros
da Scania, foi adquirido pela
Jundiá Transportadora Turística, de
Sorocaba (SP). A operadora adquiriu
42 unidades do F 250 para renovação
das frotas que atuam em Mairinque e
Itapeva, cidades também do interior
de São Paulo. Os veículos já estão em
operação. Foi a primeira compra de
chassis Scania pela empresa.
“Optamos pelo F 250 da Scania
após comprovarmos a sua robustez.
Fizemos um investimento de R$ 12
milhões com a certeza de que a
rentabilidade será ou-
gem um volume de cerca de 250 mil
passageiros transportados por mês,
e cada um deverá rodar 7 mil quilômetros mensais.
Em Itapeva, atuam os outros 16
veículos desde fevereiro deste ano.
Por mês e individualmente levam
uma média de 200 mil passageiros
por meio de 22 linhas e rodam 8.500
quilômetros.
o
açã
ulg
iv
:D
tro destaque do modelo”, diz André
Luis Abi Chedid, diretor da Jundiá.
“Os resultados iniciais da frota nos
surpreenderam. Nos mesmos tipos
de linhas e topografias, a economia
de combustível em relação aos concorrentes diretos chegou a até 22%”,
ressalta o diretor.
A Jundiá dividiu o lote de 42
unidades pelas duas cidades. Para
Mairinque foram destinados 26 modelos, que já estão em operação
desde o último dia 1º de maio. Eles
cumprem 37 linhas diárias, que atin-
to
Fo
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CAMINHÕES
FOTON VAI CONSTRUIR FÁBRICA
DE CAMINHÕES NO BRASIL
Foto: Divulgação
D
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urante o Simpósio
de Cooperação Rio
de Janeiro-Beijing,
que teve início no
dia 5 de junho no hotel Windsor Atlântica, no Rio de Janeiro, o presidente Mundial
da Beiqi Foton Motor, Wang
Jinyu, e o presidente da Foton Aumark do Brasil, Luiz
Carlos Mendonça de Barros,
assinaram acordo de cooperação internacional para a
construção da fábrica da Foton no Brasil.
As obras da unidade industrial começarão ainda este ano e a previsão é que
o primeiro caminhão brasileiro da marca
Foton saia da linha de montagem em
território brasileiro no final de 2015. O
evento contou também com a participação de Luiz Pasquotto, presidente da
Cummins, (fornecedora de motores para
toda linha de caminhões da Foton no
Brasil), além de autoridades e membros
de elevado escalão do governo chinês.
As obras serão iniciadas este ano
e o primeiro caminhão da marca tem
previsão de ser produzido no país no
final de 2015.
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CAMINHÕES
VOLVO TESTA
CAMINHÃO A DIESEL
E A GNL
Modelo que a montadora está testando no
Brasil emite 10% menos CO2 se comparado com
os caminhões com tecnologia Euro 5 movidos
exclusivamente a diesel.
“O
O caminhão, um FM 460cv, circula 580 quilômetros por viagem, em
um trajeto de ida e volta de Paulínia
a Avaré, no interior de São Paulo,
em parceria com a White Martins. O
veículo roda carregado com quinze
toneladas de GNL em uma operação
real de transporte. O modelo possui
um tanque de diesel com capacidade
para 330 litros e um tanque de gás
com 290 litros.
“Os primeiros resultados são animadores e temos potencial para viabi-
Divulgação
s resultados dos primeiros testes mostraram um excelente
índice de substituição do diesel pelo GNL (gás natural
liquefeito) nas condições de estrada
em que está rodando, com topografia
ondulada”, afirma Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do
Grupo Volvo América Latina. O índice
de substituição do diesel pelo GNL
nos primeiros meses de testes no Brasil é de cerca de 65%.
lizar a comercialização de caminhões
GNL no Brasil num futuro próximo. A
aplicação da tecnologia já se mostrou
viável na Europa e a oferta de GNL no
Brasil é muito boa”, destaca Gomes.
Este projeto faz parte da estratégia
da Volvo de colocar no mercado veículos com combustíveis alternativos,
menos poluentes e ao mesmo tempo
vantajosos aos clientes da marca do
ponto de vista econômico.
”Em comparação com os motores
convencionais a gás com vela de ignição, a tecnologia com GNL desenvolvida pela Volvo oferece 30 a 40% a mais
em eficiência, o que, por sua vez, reduz
o consumo de combustível em 25%”,
observa Alberto Neumann, gerente
de estratégia e desenvolvimento de
negócios. Outra vantagem é que o gás
em estado liquefeito permite armazenar mais combustível nos tanques em
comparação com o combustível comprimido. Isto proporciona ao caminhão
GNL uma autonomia muito maior do
que a dos caminhões tradicionais movidos a gás que fazem uso da tecnologia de velas de ignição.
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CAMINHÕES
INTERNATIONAL
VENDE PARA O
GOVERNO FEDERAL
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tor e itens de manutenção periódica
além de excelente ergonomia e dirigibilidade. O modelo possui longarinas produzidas com materiais de alta
resistência em design reto, facilitando
a instalação de
implementos.
Forte e robusto, é ideal para operações que exigem maior esforço e alta
produtividade.
Divulgação
A
International
Caminhões
entregará nos próximos 60
dias, 75 caminhões DuraStar
6x4, basculante, ao Ministério do Desenvolvimento Agrário. Os
caminhões foram vendidos diretamente da unidade industrial própria
da Navistar Mercosul, em Canoas, no
Rio Grande do Sul, para atender as
obras do Programa de Aceleração do
Crescimento (PAC 2), do governo federal, que serão realizadas na região
da Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste).
O modelo é produzido no Brasil
com alto conteúdo local, atendendo
as regras de Finame 100%. Entre
as principais características,
podem ser destacadas o moderno motor MWM MaxxForce 7.2H de 274 cv – que apresenta excelente desempenho
e economia de combustível
–, a robusta transmissão de 10
marchas e freio com 16,5”. O design da cabine permite fácil operação, com rápido acesso ao mo-
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CAMINHÕES
CAMINHÃO 100%:
MANUTENÇÃO PREVENTIVA
NAS RODOVIAS
Programa das entidades do setor de reposição busca
conscientizar motoristas sobre a importância da manutenção
preventiva dos veículos.
Antonio Carlos Fiola Silva*
www.sxc.hu
O
28
Programa Carro 100% /
Caminhão 100% / Moto
100%, criado em 2008
pelo GMA – Grupo de
Manutenção Automotiva, que reúne as entidades do setor de reposição Sindipeças, Sicap/Andap,
Sincopeças-SP e Sindirepa-SP, para
conscientizar motoristas sobre a
importância da manutenção preventiva dos veículos teve as ações
intensificadas quando foi estabelecida a parceria com o projeto Estrada para a Saúde, do Grupo CCR, na
rodovia Presidente Dutra em 2010.
Com calendário anual, que
contempla duas avaliações gratuitas mensais na rodovia Presidente Dutra para realizar a verificação de itens do caminhão, das
partes mecânicas e segurança, o
Caminhão 100% começou a desenvolver um trabalho de prestação
de serviço e orientação ao estradeiro. Os técnicos de fabricantes de
componentes fazem a checagem
de itens e informam os motoristas
sobre as condições encontradas
nessas peças. O relatório com resultado do check-list, meramente para
orientação, pode contribuir para o
caminhoneiro deixar o seu veículo em boas condições de uso e garantir a segurança no trânsito. Com
esta avaliação é possível verificar o
sistema de frenagem, barra de direção, rolamentos, entre outros itens
relacionados à segurança. Se uma
simples lanterna traseira queimada
já pode interferir significativamente
na segurança do veículo, imagina
um sistema de freio.
O tráfego intenso de caminhões
nas rodovias aumenta o risco de acidentes de trânsito, por isso, a manutenção dos veículos deve estar em
dia para que o motorista não seja
pego de surpresa. Cada um deve
fazer a sua parte, cuidando do seu
veículo, conforme recomenda o manual do fabricante. Em um país que
tem uma frota circulante expressiva
e que o principal meio de transporte é rodoviário, as condições dos veículos devem ser levadas a sério. O
trabalho ainda é de conscientização
do motorista, uma vez que a inspeção técnica veicular para a fiscalização dos itens de segurança não
sai do papel para virar lei. O tema é
muito relevante, pois vidas podem
ser salvas. Existente em mais de cinquenta países, já está comprovada
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Fabio
Studio
*Antonio Carlos Fiola Silva, economista, faz parte da diretoria da Fiesp,
é conselheiro do Senai, porta-voz do
GMA - Grupo de Manutenção Automotiva – Programa Carro 100% www.carro100.com.br e presidente
do Sindirepa (Sindicato da Indústria
de Reparação de Veículos e Acessórios) Nacional e Sindirepa-SP.
Foto: Divulgação
veículo volta a ter o nível de emissão dentro do limite determinado e
acaba com desperdício de consumo de combustível. Se for calcular
os ganhos de manter a manutenção
do caminhão em dia, o motorista
vai conferir que é mais econômico.
Estimativas do GMA mostram que a
manutenção preventiva é 30% mais
em conta que a corretiva.
Em junho deste ano, o Caminhão
100% ampliou sua atuação, passando também a fazer as avaliações
gratuitas na rodovia Castelo Branco, importante via que corta o estado de São Paulo e por onde circula
boa parte das riquezas produzidas
pelo país.
Foto:
que a inspeção técnica é uma medida eficaz na redução de mortes
no trânsito. Enquanto o Brasil ainda
não tem uma lei, programas como
o Caminhão 100% vão ajudando a
mudar o hábito do motorista que
ainda só leva o veículo para fazer
manutenção quando o mesmo
apresenta alguma avaria.
Outra questão importante e que
afeta a saúde das pessoas é o nível de emissões de poluentes, item
que também é averiguado nas avaliações do Caminhão 100%. Muitas
vezes, a troca do filtro de ar, que
está saturado, e uma regulagem
do motor resolvem
o problema. O
Nune
s
CAMINHÕES
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CAMINHÕES
SERVIÇOS VOLVO
caminhoes3.indd 30
de e a garantia dos
produtos genuínos
Volvo. Atualmente,
26 concessionárias
da rede Volvo disponibilizam o serviço
de Pit Stop. O tempo
de permanência na
casa é de, no máximo, uma hora.
Ao fazer a troca
de óleo em uma
concessionária Volvo com estrutura de Pit Stop, o cliente
ganha um check-up visual de mais de
setenta itens, contemplados dentro
do programa Rode +. São verificados,
Foto: Divulgação
P
ara garantir a disponibilidade e rentabilidade de seus
caminhões e ônibus, a Volvo,
em parceria com a rede de
concessionárias, oferece aos clientes
uma série de serviços que contribuem para manter o veículo rodando
com seu potencial máximo. Exemplo
desses serviços são o Pit Stop e o
programa Rode +.
O Pit Stop é uma central de lubrificação rápida do veículo oferecida com
pioneirismo pela rede de concessionários da marca. É uma área exclusiva
destinada à troca de óleo e de filtros
com profissionais treinados para atender aos clientes com qualidade, agilida-
por exemplo, a parte elétrica e conexões do veículo, iluminação, rodas e pneus, eixo, motor, transmissão e freios.
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IRRIGAÇÃO
LINDSAY DESTACA
GERENCIAMENTO REMOTO FIELDNET
A
Lindsay levou para a
Agrishow 2013 um amplo portfolio de soluções para irrigação por
pivôs, como de costume, mas
também destacou o gerenciamento remoto da irrigação como
outro ponto focal de sua presença
na feira. Trata-se de um aplicativo
de gerenciamento integrado, denominado FieldNET e que pode
ser instalado em dispositivos móveis como tablets, smartphones
ou computadores. Em suma, ele
permite o gerenciamento remoto
da alimentação de água ou fertilizantes, entre outros acompanhamentos, de modo que, no caso de
qualquer instabilidade no conjunto,
o agricultor receba alertas em mensagens de texto e enviadas em
tempo real para
um dos dispositivos móveis cadastrados.
O monitoramento do FieldNET conta ainda
com o Map View,
que utiliza coordenadas de GPS
para que o agricultor visualize todos
os pivôs simultaneamente, fornecendo uma atualização
clara e abrangente sobre o status
dos equipamentos.
Foto: Divulgação
NOVO SECRETÁRIO NACIONAL DE IRRIGAÇÃO
Foto: www.sxc.hu
A
Secretaria Nacional de
Irrigação, do Ministério da Integração Nacional, recebeu, dia 2
de julho, seu novo secretário.
Miguel Ivan Lacerda de Oliveira
assume os deveres com a saída
de Guilherme Orair. A cerimônia
foi realizada no Ministério da
Integração Nacional e presidida
pelo ministro Fernando Bezerra
Coelho, que garantiu apoio para
a continuidade dos trabalhos. “A
Secretaria Nacional de Irrigação
é a nossa mais nova instituição e
ela representa prioridade e tam-
bém marca a nossa gestão. Fique
certo, Miguel, de que não faltará
apoio nesta nova empreitada”, disse o ministro.
Em seu discurso de posse, Miguel Ivan fez questão de agradecer
a parceria dos colegas e do secretário Sérgio Castro, da Secretaria de
Desenvolvimento Regional, onde
ele exercia o cargo de diretor do
departamento de gestão de programas de desenvolvimento regional. Miguel Ivan ressaltou os dois
grandes desafios para a secretaria
sob a sua gestão. A implementação
da Política Nacional de Irrigação,
aprovada em janeiro deste ano
pelo congresso nacional, e a continuidade dos planos diretores
de irrigação. Miguel citou ainda prioridade para as obras dos
perímetros públicos irrigados e
também àquelas que tiverem estrutura para o setor.
A Secretaria Nacional de Irrigação foi criada pelo ministro Fernando Bezerra Coelho, em 2011.
Desde então, o governo federal
tem reforçado ações em várias
frentes para incentivar a agricultura irrigada no Brasil.
www.integracao.gov.br
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IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS
SEMESTRE CONSOLIDA
RITMO DE RECUPERAÇÃO
O total de emplacamentos de janeiro a junho foi de
83.408 unidades, percentual 1,14% acima do registrado
no mesmo período do ano passado.
O
Finame, que está sendo operado em
2013 com taxas fixas semestrais, o segmento Leve não apresenta a mesma
resposta. A diferença está no perfil do
cliente de implemento rodoviário.
“Os clientes dos produtos carrocerias sobre chassis costumam ser
empresários de pequeno porte, empreendedores que não conseguem
apresentar as garantias necessárias
para tomar empréstimos no BNDES”,
diz Alcides Braga, presidente da Anfir
(Associação Nacional dos Fabricantes
de Implementos Rodoviários).
O presidente da Anfir defende que
seja dada atenção a essa faixa de empresários por sua presença na economia brasileira. Segundo uma pesquisa
do Global Entrepreneurship Monitor
(GEM), no Brasil 4% dos novos negócios
gerados entre 2005 e 2010 foram no
segmento de transporte. Porém, o co-
Foto: Divulgação
ritmo de recuperação de mercado da indústria de implementos rodoviários está consolidado. De janeiro a junho,
a indústria vendeu 83.408 unidades,
registrando resultado positivo de 1,14%.
Porém, o balanço não é uniforme.
O segmento Leve (carrocerias sobre
chassi) emplacou 51.398 produtos no
primeiro semestre, ante 57.096 do mesmo período de 2012. Isso representa um
resultado 9,92% abaixo na comparação
entre os dois primeiros semestres.
No segmento Pesado (reboques e
semirreboques), o total vendido ao
mercado de janeiro a junho desse ano
foi de 32.010 unidades, o que representa crescimento de 25,97% sobre o
mesmo período de 2012.
O descompasso no ritmo de recuperação entre os dois segmentos revela a
situação atual dos dois mercados. Enquanto no segmento Pesado as vendas
seguem aquecidas com suporte do PSI
mércio de varejo e a indústria de transformação, responsáveis respectivamente por 25% e 10%, também estão
ligados à indústria de implementos rodoviários. “Toda mercadoria produzida
ou vendida é transportada em implemento rodoviário e dentro das cidades
a maioria esmagadora é levada dentro
de produtos do segmento carrocerias
sobre chassi”, explica Braga.
O empreendedorismo está em alta
no Brasil. De acordo com levantamento
do Sebrae as micro e pequenas empresas são responsáveis por 20% do PIB
brasileiro (R$ 700 bilhões) com 56,4 milhões de empregos. Já os microempreendedores individuais, categoria criada
para incluir os autônomos, somam 5
milhões de pessoas em todo o país. “São
empresários que precisam de atenção e
acesso diferenciado ao crédito para alavancar suas atividades”, diz Mario Rinaldi, diretor executivo da Anfir.
32
Revista AgriMotor • Julho/2013
ENTIDADES
EMBRAPA PREVÊ DESCOMPASSO
ENTRE CONSUMO E PRODUÇÃO DE
ALIMENTOS
Instituição constatou declínio no crescimento da produtividade dos principais
cereais e presidente qualifica de “afronta ao futuro” as críticas à biotecnologia.
A
té 2050, ano em que o número de habitantes na Terra
deverá chegar a nove bilhões de pessoas, haverá um
descompasso entre crescimento populacional e capacidade de produção
de alimentos.
A população vai crescer em áreas
com níveis baixos de produtividade
agrícola, o que abre uma janela de
oportunidades, e também uma série
de desafios, para que o agro brasileiro
se consolide realmente como celeiro
do mundo.
Este foi o principal recado da palestra do presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Maurício Antônio Lopes, realizada
dia 26 de junho, em São Paulo, após
a instituição ser homenageada pela
Sociedade Rural Brasileira pelo seu
40º aniversário, recebendo o título de
sócio-honorário da SRB.
Segundo Lopes, a maior parte do
crescimento populacional é esperada
na África Subsaariana e na Ásia, regiões marcadas por baixa renda e produção agropecuária limitada. Com base
no seu sistema de monitoramento de
tendências chamado “Agropensa”, a
Embrapa estima que nos próximos 35
anos, a África Subsaariana responderá
por 49% do aumento populacional do
planeta, seguida pela Ásia com 41%,
América do Sul (7%) e Estados Unidos
(4%). A Europa terá queda populacional de 1%.
Por outro lado, a instituição
constatou que o crescimento da
produtividade dos principais cereais (milho, arroz e trigo) está em
declínio. “Já se observa uma ‘fadiga’
dos métodos convencionais de elevação de produtividade”, assinalou
Lopes. “Diante deste quadro, falar
mal da biotecnologia é uma afronta ao futuro.”
Na avaliação do presidente da Embrapa, como a distribuição da população mundial por região não vai acompanhar a distribuição de terras aráveis
e a capacidade de produzir alimentos,
o comércio agrícola vai aumentar, o
que fará crescer também os riscos de
contaminação biológica. Diante deste cenário, ganharão corpo questões
como segurança sanitária, rastreabilidade e certificações.
De acordo com Lopes, estresses
térmicos e hídricos tenderão a se intensificar nos trópicos, acarretando
em migração de culturas agrícolas.
Segundo ele, a agricultura ainda depende muito de energia fóssil, e precisa mudar isso.
Na visão do presidente da Embrapa,
a automação de processos é uma necessidade do campo, com foco em ganhos de eficiência e produtividade. “E,
ao contrário do senso comum, que fala
de desemprego, a automação vai, na
verdade, reduzir a penosidade do trabalho na agricultura, e assim funcionar
como um ímã para atrair mais jovens.”
Lopes enfatiza que a agricultura será, cada vez mais, pressionada
na direção da multifuncionalidade,
ampliando seu escopo de produção
para além de alimentos, energia e
fibras. “Será preciso dirigir esforços
também para produtos agrícolas voltados à saúde, química verde, biomateriais, serviços ambientais e assim
por diante. Passaremos a falar cada
vez mais de segurança nutricional do
que alimentar.”
www.srb.org.br
Fotos: Divulgação
ENTIDADES
VENCEDORES DO
PRÊMIO ANDEF
Considerado o maior prêmio da agricultura brasileira, objetivo é
valorizar os profissionais que contribuem com o desenvolvimento do
agronegócio.
E
m uma noite de gala, a Andef (Associação Nacional de Defesa Vegetal) realizou, dia 24 de junho, em São Paulo, a entrega dos prêmios da 16ª
Edição do Prêmio Andef. Foram reconhecidos os
melhores profissionais do agronegócio: revendas e distribuidores, cooperativas, jornalistas e universidades,
além das homenagens aos profissionais e associadas da
entidade.
A cerimônia foi conduzida pelo segundo ano consecutivo pela jornalista Rosana Jatobá, desta vez acompanhada
pelo ator e modelo Carlos Casagrande.
Temas atuais ligados ao meio ambiente, segurança
alimentar, boas práticas agrícolas, responsabilidade
ambiental e social foram abordados e debatidos nos
projetos inscritos. “Nosso objetivo é valorizar os profissionais que contribuem com o desenvolvimento do
34
Revista AgriMotor • Julho/2013
ENTIDADES
Paula Miguel
Siqueira
Viana, Dow
AgroSciences
Vergilio
Antonio Pereira
Sobrinho,
FMC
Campo Limpo
agronegócio do nosso país. O prêmio também é uma forma de incentivo, pois esses trabalhos são
fundamentais para o nosso setor”,
afirma José Annes Marinho, gerente de educação da Andef.
Confira os vencedores:
Empresas
Arysta,
Basf,
Bayer,
Dow,
Dupont,
FMC,
Ihara Monsanto e
Syngenta
Central de Goianésia/GO
Central de Manhuaçu/MG
Central de Araranguá/SC
Revendas e Distribuidores
Boas Práticas Agrícolas
Defagro/ES: Plantando Sustentabilidade
Responsabilidade Ambiental
AgroAmazônia/MT: Mutirão Ambiental no Educa Mais
Responsabilidade Social
Alvorada/MT: Ações para o Bem
Cooperativismo
Boas Práticas Agrícolas
Coplacana/SP: Inovar para ganhar
Responsabilidade Ambiental
Comigo/GO: Prêmio Gestão Ambiental
Responsabilidade Social
Cooxupé/MG: Aprendendo Legal
Imprensa
TV
Ricardo Mignone, Terra Viva
Matéria: Defensivos na Agricultura
Jornais
Antônio Temóteo, Correio Braziliense
Matéria: Celeiro do Mundo
Revistas
Viviane Taguchi, Globo Rural
Matéria: As 20 lições do agronegócio para a Rio+20
Cooperativas
Leila Mertins, Jornal Cotrijal
Matéria: Sucessão Rural
Universidades
Junior
Esalq-USP/SP (Escola Superior de
Agricultura Luiz de Queiroz)
Projeto: Aprendendo a empreender
Sênior
Cesupa/PA (Centro Universitário do
Estado do Pará)
Projeto: Esse rio coopera
Profissionais
Adriano Jurach,
Basf
Bruno Pereira Calili,
Dupont
Clodoaldo Dutra Flaitt,
Arysta LifeScience
Joernilson Alves de
Macedo, Monsanto
José Lourenço de Freitas,
Bayer CropScience
Marcelo Gonçalves,
Syngenta
Julho/2013 • Revista AgriMotor
35
SUCROALCOOLEIRO
INTELIGÊNCIA NA
GESTÃO DE PNEUS
Ângelo Domingos Banchi; José Roberto Lopes; Giancarlo Coscelli Rocco; Valter Aparecido Ferreira*
A
Foto: Divulgação
o analisar uma frota, seja
ela agrícola ou rodoviária,
tem-se o pneu como um importante componente. Não
somente pelo seu alto custo de aquisição, mas também pela sua função
nos equipamentos motores. O pneu é
a única e exclusiva parte de um equipamento que está em contato com
o solo, sendo responsável tanto pela
tração quanto pela segurança dos
operadores.
As principais funções de um pneu
em um veículo podem ser resumidas
nas seguintes: transmissão de torque;
aderência ao solo, conferindo eficiência tratória; resposta direcional;
36
capacidade de suportar cargas
e amortecimento de choques
mecânicos leves. Estas características devem ser mantidas
estáveis durante toda a vida
do pneu, preservando a servicibilidade do elemento e conferindo segurança ao operador
e ao seu equipamento.
Entre os componentes do
custo operacional de uma frota, os custos com salários, com- Figura 01 – Composição média (cinco unidades sucroalcooleibustível, manutenção (CRM) e ras) de componentes de custo de caminhões canavieiros
elemento na oneração do custo tocapital são os elementos de maior
tal da frota, o gerenciamento técnico
importância. A figura 1 apresenta um
de pneus é uma atividade rentável.
gráfico dos componentes de custo
Investimentos em controle de pneus
obtido pela média do gasto com catrazem retorno imediato devido a
minhões canavieiros de cinco unidainúmeros fatores: menor consumo
des sucroalcooleiras. Nesta amostra,
de combustível, melhor utilização das
os gastos com pneus representaram
carcaças (mais reformas), maior quilo3,7% do custo total de uma frota.
metragem obtida com uma vida do
Em empresas que não possuem
pneu, entre outros.
um controle efetivo destes eleO processo de gerenciamento de
mentos, este custo toma impneus em frotas envolve atividades
portância mais significativa,
simples porém trabalhosas, que depodendo atingir de 5 a 6%. O
mandam mão de obra, instalações,
custo e a durabilidade dos
estrutura e ferramentas adequadas
pneus podem variar muito,
para atendimento especializado.
mesmo quando se analisa
Devido à grande quantidade de inmodelos iguais em empreformações e à frequência de coleta
sas de mesma atividade. Esta
de dados, há a necessidade de um
variação ocorre principalsistema informatizado para o procesmente devido à manutensamento da informação e geração de
ção que recebem e às conrelatórios, que ao serem interpretados
dições das estradas em que
pelos usuários geram conhecimento
operam.
na empresa e permitem a tomada de
Apesar do gasto com
decisão correta.
pneus não ser o principal
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SUCROALCOOLEIRO
Entre as atividades do gerenciamento de pneus,
destacam-se:
t 4FMFDJPOBS
os
melhores
modelos;
t 1PTTVJS SPtinas de análise,
permitindo seu
monitoramento;
t 3FBMJ[BS NBnutenção preventiva e corretiva, quando
necessário.
Estas atividades serão discutidas
em itens separados a seguir:
decisão na escolha
do fabricante no ato
da compra pois com
ela é possível quantificar a diferença
entre os custos com
pneus considerando
sua vida original e
as reformas. Nota-se
que a um primeiro
Figura 3 – Relação entre quantidade de pneus por estrutura e tipo de
momento, o pneu
aplicação, baseado no inventário de cinco usinas sucroalcooleiras
G-377 parece ser o
mais caro em comparação ao XZY-2.
1PSÏN OP EFDPSSFS
das vidas, os custos destes pneus se
equalizam.
Em relação à estrutura de pneus
adotada nos últimos
anos,
observa-se
uma diferença significativa na seleção
Figura 4 – Índice de radialização (razão da quantidade de pneus de
da estrutura para o
estrutura radial pela quantidade total de pneus adquiridos no período, em
tipo de uso. Utilizanporcentagem) baseado na aquisição anual de cinco usinas sucroalcooleiras
do a base de dados
da Assiste, foi definido o perfil de estrutura pelo tipo de modelos de pneu, por estrutura, ao
aplicação, analisando a frota de cin- decorrer dos anos, percebe-se que
co usinas sucroalcooleiras da região a estrutura radial tem sido adotada
4VEFTUF EP #SBTJM /PUBTF RVF QBSB cada vez mais para a aplicação agríaplicação rodoviária, tem-se uma pre- cola (figura 4).
1BSB FOUFOEFS B EJGFSFOÎB FOUSF
ferência pela estrutura radial. Já para
a aplicação agrícola o pneu diagonal estas estruturas, é valida uma breve
é ainda o mais adotado (figura 3). Mas abordagem sobre a composição dos
este cenário tem se alterado nos últi- pneus (ver box – Como é constituído
mos anos. Ao analisar a aquisição de um pneu?). A principal diferença en-
SELEÇÃO DOS MODELOS
O modelo de um pneu envolve a
combinação de estrutura de montagem com o desenho da banda de
rodagem. O tipo de uso (rodoviário,
agrícola, industrial), as condições de
estrada, a carga e a velocidade esperada para transporte são elementos
essenciais para a seleção do modelo
do pneu. Um sistema informatizado
pode auxiliar na escolha dos fabricantes e modelos, baseando-se no histórico da frota, ao comparar a durabilidade de diferentes modelos. A Tabela
1 apresenta um comparativo do custo
operacional de pneus entre fabricantes em uma usina. A primeira vida (1)
é a do pneu original, a segunda vida
(2) considera a vida após a primeira
reforma e a terceiMédia de uso Média de uso
Índice de
Custo por 100 km
ra vida (3), de forma
Modelo Vida Quantidade
por
vida
(km)
da
carcaça
(km)
recapagem
(R$ / 100 km)
análoga, representa a
vida após a segunda
1
594
39.070
39.070
1,00
3,69
reforma. Os dados utiG-377
2
378
36.782
68.310
1,86
2,64
lizados em uma análi3
67
49.988
126.089
2,52
1,71
se comparativa são
1
1109
69.376
69.376
1,00
2,51
de uma mesma mediXZY-2
2
147
57.332
105.304
1,84
2,07
da de pneus, com car3
8
47.991
145.976
2,63
1,79
caça e desenho para
0#4"NÏEJBEFVTPFPDVTUPQPSRVJMÙNFUSPBQSFTFOUBEPTBRVJSFQSFTFOUBNBNÏEJBEFVNBVTJOBTVDSPBMDPPMFJSB
uso misto, com corre- EB SFHJÍP 4VEFTUF EP #SBTJM &TUFT WBMPSFT QPEFN EJWFSHJS EF FNQSFTB QBSB FNQSFTB EFQFOEFOEP EP VTP EP
ta aplicação. A análise gerenciamento técnico dos pneus e da negociação com o revendedor. Deste modo os valores não devem ser
apresentada
pode considerados como uma generalização do setor para estes modelos.
subsidiar a tomada de Tabela 1 – Comparativo de custo operacional de pneus 295/80 R 22.7 para uso misto entre modelos
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37
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38
equipamentos, assim como a posição
que ocupam, facilitando a rastreabilidade (figura 5); identificação dos
modelos de pneus adquiridos, permitindo definir o perfil típico de compra;
identificação da quantidade de pneus
por vida (quantidade de reformas),
auxiliando no planejamento da programação de aquisição; entre outras.
t "OÈMJTF EF BENJTTJCJMJEBEF $PN
base em um conjunto de modelos de
pneu previamente cadastrados para
um tipo de equipamento, esta análise
verifica a existência de pneus em poTJÎÜFTPVNPEFMPTJOBENJTTÓWFJT1BSB
isto, considera características de modelo, medida, estrutura, tipo da banda de rodagem e posição do pneu no
equipamento. Um exemplo de inadmissibilidade é a utilização de pneus
destinados a estradas pavimentadas
em caminhões canavieiros que trafegam em estradas mistas (asfalto, terra
e cascalho). A alocação de pneus de
forma indevida, como no exemplo
citado, compromete a segurança dos
COMO É CONSTITUÍDO UM PNEU?
Resumidamente, os pneus são formados por 5 partes principais:
www.michelin.com.br
tre um pneu diagonal e radial encontra-se na cons- tituição de suas carcaças. A carcaça de um pneu diagonal
é composta por lonas de fibra têxtil,
sobrepostas e cruzadas. Devido a
este tipo de construção, os flancos e a
banda de rodagem compartilham-se
em uma mesma estrutura. Esta conformação torna a estrutura do pneu
relativamente mais firme, aumentando a resistência ao rolamento e deixando os flancos menos flexíveis.
No pneu radial, os cordões ou
malhas que formam a carcaça estão
dispostos radialmente ao centro do
pneu, e são reforçados com lonas
sobrepostas na área de rolamento.
Este tipo de estrutura evita a fricção
entre as lonas, evitando a elevação
da temperatura interna do pneu em
WFMPDJEBEFT NBJT BMUBT 1PS UFSFN PT
flancos mais flexíveis, proporcionam
maior conforto e segurança, com
comportamento melhor em curvas
quando comparados aos outros. Em
aplicações agrícolas, o maior benefício obtido pela utilização de pneus
radiais é o aumento na capacidade
de tração. Devido à flexibilidade dos
flancos, durante o rolamento, o pneu
radial conforma-se com o solo, fazendo com que a banda de rodagem tenha uma maior superfície de contato
com o solo.
ROTINAS DE ANÁLISE TÉCNICA EM
PNEUS
A quantidade de dados e informações referentes aos pneus torna-se
maior conforme se aumenta a quantidade de equipamentos em uma frota.
Nestes casos, o controle manual ou
pouco informatizado torna-se ineficiente ou até mesmo impraticável:
é necessária a utilização de sistemas
que ofereçam ferramentas de análise
eficientes para este fim.
Entre algumas análises da rotina
do gerenciamento de pneus, pode-se
considerar:
t*OWFOUÈSJPÏVNBBOÈMJTFTJNQMFT
porém muito rica, na qual pode-se
obter: localização dos pneus em seus
1. $BSDBÎB1BSUFSFTJTUFOUFEPQOFVGPSNBEBQPSMPOBTUÐYUFJTPVNFtálicas envoltas na borracha. Tem função de suportar a carga e velociEBEFDPNBVYÓMJPEBQSFTTÍPEFBSJOUFSOB4PCSFBDBSDBÎBNPOUBTF
o resto do pneu.
2. Cintas ou lonas: são camadas ou feixes adicionais de lonas acopladas
à carcaça, que lhe conferem maior resistência. Tem função de estabilizar a forma (conformação do pneu), garantindo o melhor contato do
pneu com o solo. Alguns autores consideram estes itens sendo parte
constituinte da carcaça.
3. 5BMÍP1BSUFEPQOFVRVFUFNGVOÎÍPEFNBOUFSPQOFVBDPQMBEPBP
aro. Deve portanto conferir resistência ao deslizamento longitudinal
quando submetido aos esforços de aceleração e frenagem.
4. Flancos: Também conhecido como costado, é a parte lateral do pneu,
compreendida entre o talão e a banda de rodagem. Tem função de
amortecer os impactos sofridos pela banda de rodagem e proteger a
carcaça lateralmente.
5. #BOEBEFSPEBHFN*UFNEFEFTHBTUFEPQOFVÏBÈSFBRVFFTUÈFN
contato com o solo. Formada por uma camada de borracha específica
para o uso, seus desenhos possuem partes cheias e vazias (sulcos),
que conferem capacidade de dispersão de água, aderência e tração
nos diferentes tipos de solo, garantindo estabilidade e segurança ao
veículo.
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operadores e diminui em até 40% a
vida útil do pneu.
t "OÈMJTF EF IPNPHFOFJEBEF &N
eixos com rodado duplo, como camiOIÜFTÙOJCVTFUSBUPSFTöMJQBEPTBP
se montar a composição dos pares
deve-se estar atento à constituição de
conjuntos homogêneos. A presença
de pneus com diferentes capacidades
de carga, estrutura, desenho ou até
mesmo desgaste dos sulcos diferentes constitui pares heterogêneos. Na
figura 06 são apresentados dois casos
típicos de pares heterogêneos em caminhões canavieiros. Considerando
que desenho do pneu é projetado
para uma utilização específica, o uso
de desenhos diferentes em um mesmo par apresenta grande incoerência. Esta configuração faz com que os
pneus tenham desgaste acelerado e
favorece o aparecimento de probleNBTDPNBHFPNFUSJBEPTFJYPT1OFVT
com desgaste desigual apresentam
diâmetro externo diferente. Nestes
casos, a carga não será distribuída
igualmente entre os pneus, havendo
Figura 5 – Modelo informatizado
mostra equipamentos com seus pneus
e a posição
i ã em que estão
tã alocados
l d
da na resolução de problemas junto
aos agentes causadores. Na figura 7
Ï BQSFTFOUBEP VN HSÈöDP EF 1BSFUP
do motivo de eliminação dos pneus
FN VNB VTJOB TVDSPBMDPPMFJSB 1FMP
gráfico, observa-se que grande parte
dos pneus foi eliminada por danos ou
cortes ocorridos em suas partes constituintes, e que pouco menos de 20%
dos pneus foram eliminados por des-
Figura 6 – Conjunto de pneus com desenhos diferentes montados em um mesmo par, constituindo um conjunto não homogêneo (esquerda). Conjunto de pneus com mesmo desenho e desgaste desigual montados
em um mesmo par, constituindo um conjunto não homogêneo (direita)
uma sobrecarga nos pneus mais novos (maior diâmetro), favorecendo o
desgaste prematuro destes.
t"OÈMJTFEFQOFVTFMJNJOBEPT&TUB
análise permite a identificação dos
motivos de eliminação e agentes causadores de avarias nos pneus. É um
tipo de análise que orienta a identificação da relação causa-e-efeito, subsidiando a tomada de decisão foca-
sucroalcooleiro2.indd 39
gaste natural. Este é um dado preocupante para a empresa em questão,
pois ela pode
estar perdendo quantias
significativas
ao inutilizar
seus pneus
de forma prematura. Os
agentes causadores destes danos são
identificados na análise dos agentes
causadores (figura 8).
ROTINAS DE MANUTENÇÃO
PREVENTIVA
As rotinas de manutenção preventiva em pneus objetivam garantir
uma maior durabilidade destes componentes. Estas rotinas envolvem as
atividades de calibragem, alinhamento, balanceamento, rodízio e medição
de sulcos para verificação do desgaste
dos pneus. Durante a realização destas rotinas também deve ser realizada
a inspeção visual, verificando a existência de avarias como rasgos, cortes,
bolhas de ar, etc.
1SPCMFNBT DPN BMJOIBNFOUP CBlanceamento e calibragem inadequada fazem com que a banda seja
consumida de forma irregular (figura
9), diminuindo em até 25% a vida útil
dos pneus. A calibragem e a carga devem estar de acordo com a especificação do pneu. Cargas muito elevadas
fazem com que o consumo da banda
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Figura 7 – Motivos de eliminação de pneus
de rodagem ocorra mais rápido do
que o esperado (ver figura 10). A calibragem inadequada, além de causar
o desgaste excessivo e irregular da
banda de rodagem, também pode
aumentar o consumo de combustível
de 4 a 6%, devido à maior resistência
ao rolamento.
Outra rotina de manutenção importante ao gerenciamento técnico
de pneus é a medição de sulcos. A
medição de sulcos permite identificar
o desgaste irregular da banda de rodagem, diagnosticando os problemas
já descritos, além de permitir a identificação do momento adequado de
envio do pneu para reforma.
Figura 8 – Agentes causadores de danos ocasionados nos pneus
uso após a primeira reforma, e assim
por diante. Ao comparar as usinas,
percebe-se que algumas unidades
são mais eficientes, pois conseguem
SPEBS NBJT RVJMÙNFUSPT DPN VNB
mesma carcaça de pneu. Estas unidades ganham vantagem competitiva
em relação às outras, pois possuem
NFOPSFT DVTUPT QPS RVJMÙNFUSP "
melhor utilização dos pneus devese ao gerenciamento, que permite
identificar problemas de geometria
e calibragem, determina o momento
correto de enviar o pneu para reforma e também consegue avaliar o desempenho do reformador.
A calibragem adequada e a atenção com alocação dos
modelos corretos de
pneus nos eixos é uma
atividade que não exige
grandes qualificações e
não envolvem altos custos. A única exigência
destas atividades é um
pouco de atenção com a
GSPUB 1PSUBOUP B BEPÎÍP
de atividades de gerenciamento técnico e manutenção preventiva de
Figura 9 – Desgastes típicos em pneus: (1) Desgaste no centro da banda de rodagem: Pneus que rodaram com pressão
pneus
é compensatória
acima da especificada. (2) Desgaste nas laterais da banda de rodagem: Pneus que rodaram com pressão abaixo da especififrente
aos
benefícios que
cada. (3) Desgaste na lateral do pneu: Problemas mecânicos ou de geometria dos eixos. (4) Pneus com desgaste irregular:
podem ser atingidos.
Problemas mecânicos ou frenagens bruscas
40
A reforma de pneus é uma atividade cada vez mais comum em grandes frotas, que consiste no reaproveitamento da carcaça do pneu, por
meio da “substituição” da banda de
rodagem. Um pneu reformado custa
em média 25% do custo de aquisição
de um pneu novo, e dependendo
EP VTP QPEF UFS TVB WJEB FN RVJMÙmetros, nos mesmos padrões de um
pneu novo.
A tabela 02 apresenta um estudo comparativo da vida média dos
pneus entre seis usinas sucroalcooleiras. Na tabela, a primeira vida
refere-se ao uso médio de um pneu
original, a segunda vida representa o
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Jo
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SUCROALCOOLEIRO
Vidas
Usinas
Média
Média
Quantide
Consumo
R$/km
1
2
3
4
Carcaça
Vida
km/mm
A
724
85.174
69.469
22.331
13.170
88.682
84.260
0,06895
5.273,0
#
1.500
55.559
39.006
30.619
14.578
79.682
48.059
0,07522
4.280,0
C
1.912
86.253
54.623
62.349
46.176
131.600
72.077
0,03867
6.513,0
D
1.344
45.397
39.073
34.742
27.056
93.247
40.414
0,06775
4.512,0
E
1.196
91.839
46.534
45.089
35.338
136.325
69.145
0,04368
6.215,0
F
1.854
43.630
44.758
29.518
18.869
96.795
40.283
0,07588
3.634,0
65.846
47.408
39.467
27.351
105.882
56.577
0,06104
5.452,9
Média
Tabela 02 – Estudo comparativo da vida média de pneus 11.00R22 entre 6 unidades sucroalcooleiras
Considerando que, dependendo
do porte, uma usina pode ter em média de 1.000 até 5.000 pneus em atividade, o investimento em controle de
pneus traz retorno imediato. Usinas
com um controle eficiente chegam
a ter metade do custo de seus pares,
devido à melhor utilização e controle
EPTSFDVSTPT1BSBJTTPÏOFDFTTÈSJBB
adoção de sistemas de informações
eficientes e investimentos em estrutura e mão-de-obra.
A utilização de um sistema de informação para controle de pneus auxilia a
escolher os melhores modelos e os melhores fabricantes de pneus, baseado
no desempenho histórico real da frota.
Além disso, pode avaliar o desempenho
dos reformadores e garante a maior utilização de carcaças para reforma, con-
sequentemente reduzindo o custo e
garantindo vantagem competitiva.
*Ângelo Domingos Banchi, engenheiro
agrícola, é diretor da Assiste; José Roberto Lopes, administrador de empresas, é
diretor da Assiste; Giancarlo Coscelli RoccoFOHFOIFJSPBHSÙOPNPÏDPOTVMUPSEB
empresa Assiste; Valter Aparecido Ferreira é consultor técnico da Assiste.
Inscrições e Informações
www.abag.com.br/cba
05 de agosto de 2013
Sheraton São Paulo WTC Hotel
Este evento tem o apoio da
Revista Agrimotor
Jornal Agrimotor.indd 1
sucroalcooleiro2.indd 41
04/07/2013 18:34:19
6/7/2013 02:04:48
EVENTOS
Foto: Zzn Peres
FEICORTE 2013
TEVE SUA EDIÇÃO
MAIS ABRANGENTE
Realização de exposições de muares, caprinos e ovinos e
presença de cavalos tornaram a Feicorte cada vez mais completa.
26 mil pessoas visitaram a feira.
A
19ª Feicorte (Feira Internacional da Cadeia Produtiva
da Carne), maior evento indoor do gênero do mundo,
promovida pelo Agrocentro, no centro de exposições Imigrantes, em São
Paulo, de 17 a 21 de junho, teve sua
edição mais abrangente.
Além da presença de quatro mil animais de vinte raças bovinas e duas ovinas, a Feicorte sediou eventos como
a 2ª Feimuares (Feira de Muares e Asininos), com a exposição de jumentos,
burros e mulas; Feinco Preview com
leilões de ovinos, cursos, palestras, julgamentos, espaço gourmet e concurso de carcaças, além de um shopping
de cavalos lusitanos. “Foi a edição mais
completa da Feicorte, consolidando a
feira como o grande encontro da cadeia produtiva da carne”, avalia a gerente do Agrocentro, Carla Tuccilio.
Em 50 mil m2, 250 empresas de referência nos segmentos de genética,
42
Revista AgriMotor • Julho/2013
saúde e nutrição animal, órgãos de
desenvolvimento e pesquisas, máquinas e equipamentos, frigoríficos e entidades representativas apresentaram
suas novidades. A feira recebeu 26 mil
visitantes, dentre os quais 67% criadores de gado.
Desde a montagem, realização e
desmontagem a Feicorte gerou cerca
de quatro mil empregos.
PALCO DE DISCUSSÕES DO SETOR
Mais de cem eventos entre leilões, julgamentos de animais, cursos, palestras, fóruns, encontros,
seminários, workshops, painéis, premiações e lançamentos foram realizados durante a Feicorte. Durante a
Feicorte 2013 foi feita a entrega do
Prêmio Nelson Pineda – Ano III, promovido pela organização da feira
em parceria com a Scot Consultoria
e Associação Nacional de Confinadores (Assocon), com a premiação
de trinta destaques do confinamento de 2012 no Brasil e cinco destaques em sustentabilidade, além da
homenagem a um produtor de gado
a pasto, que marcou o lançamento
da categoria Boi a Pasto.
A Feicorte sediou reunião da Câmara Setorial de Carne Bovina, Painel Prioridades de Sanidade Animal,
1º Fórum de Comunicação no Agronegócio, palestra do ex-presidente
do Banco Central Henrique Meirelles
sobre a desaceleração da economia
e oportunidades para o agronegócio, seguida de debate com especialistas, além do Encontro de Líderes
que discutiu governança para programas de fidelidade, com a participação de executivos das principais
empresas da cadeia produtiva (produtores, insumos, indústria e varejo)
e homenagens a personalidades do
ano do agronegócio: o ex-secretário
da Agricultura de SP, João Sampaio e
EVENTOS
os ex-ministros da Agricultura, Alysson Paulinelli e Roberto Rodrigues.
Leilões movimentam aproximadamente R$ 9,5 milhões
Foram realizados durante a Feicorte doze leilões que movimentaram
cerca de R$9,5milhões.
O 23ª Leilão Virtual Jacarezinho, realizado no dia 18/06 ofertou duzentos
animais Nelore CEIP, dentre os quais
oito animais DEP Genomica, vendidos
na sua totalidade para diversos estados do Brasil. O preço médio de venda foi de R$ 6,2 mil.
A Feicorte recebeu pela primeira
vez o leilão Nelore Private Collection,
promovido no dia 18/06, por Clenon
Loyola Filho e José Saraiva em parceria com os criatórios Vila dos Pinheiros
e AgroZ. Foram comercializados 26
lotes por R$ 1,4 milhão, a uma média
geral de R$ 54,384,00.
No dia 19/06, o leilão da Prime Angus
– Paixão por Excelência comercializou
24 animais, sendo 20 fêmeas e quatro
machos, num total de R$ 410.520,00.
O leilão Os Melhores Ventres do
Mangalarga, promovido no dia 19/06
pela Fênix Leilões, comercializou 38
barrigas ou embriões pelo valor médio de R$ 29.800,00.
O 4º Leilão CEIP Total ofertou no
dia 19/06 80 fêmeas Nelore CEIP e
CEIP/PO prenhes, com uma média de
R$ 4.200,00/animal.
Também no dia 19 de junho foi
realizado o 3º Leilão Virtual Canchim Excelência Nacional. No total
foram comercializados 21 animais,
sendo 19 Fêmeas Prenhes/Paridas
(Canchim PO) e 02 Touros (Canchim
PO). O total geral do leilão foi de
R$125.280,00.
No dia 20/06, o leilão Simental
Premium Parade vendeu a média de
21,5 animais fêmeas que totalizaram
R$ 1.074.000,00, com R$ 49.953,49
por vaca.
O Leilão Senepol Nova Vida e 3G,
transmitido pelo Canal do Boi na noite da última quinta-feira, dia 20, durante a Feicorte foi um grande sucesso. O remate teve faturamento total
de R$ 1.154.000, leiloou 33 lotes de
fêmeas Senepol e obteve uma média
de R$ 34.981 por animal.
A 5ª edição do Leilão Nelore S/A,
promovido na noite do dia 20/06
apresentou 22 lotes, que renderam
R$ 792 mil, com uma média geral de
R$ 36 mil. Foram à venda 18 fêmeas,
três prenhezes e um macho.
O último leilão da Feicorte foi o
Genética Parceiros do Senepol, que,
em sua sexta edição, com trinta lotes
comercializados, teve faturamento recorde de R$ 1,6 milhão e média de R$
55 mil por animal. Dezessete criadores
participaram vendendo seus animais.
Os leilões realizados na Feinco Preview arrecadaram R$ 331.760,00. O
mais expressivo foi o Leilão Dorper
Campo Verde, que vendeu quarenta
ovelhas prenhas e paridas e dois reprodutores das raças Dorper e White
Dorper por R$ 185.760,00, com média
de R$ 4.442,86.
No dia 20 de junho, foi a vez do
I Leilão Genética Pró ABCDorper movimentar estas raças. A venda de 21
produtos de FIV (Fertilização In Vitro)
e TE (Transferência de Embriões) rendeu R$ 100.080,00.
No encerramento da Feinco Preview, as empresas MGM e APA Assessoria fizeram o Leilão Comercial Fêmeas e Reprodutores comerciais, com
a venda de 130 fêmeas e um reprodutor entre cruza Dorper, Santa Inês,
Dorper e White Dorper. A média geral
ficou em R$ 3.061,33 e o faturamento
em R$ 45.920,00.
www.feicorte.com.br
EVENTOS
ABAG DISCUTE
GARGALOS LOGÍSTICOS
QUE PENALIZAM AGRO
Logística caótica para a exportação de soja e milho causou
prejuízo de mais de 8 bilhões de reais aos produtores, este ano.
C
om a participação do presidente da Empresa de Planejamento e Logística - EPL,
Bernardo Figueiredo, principal autoridade do governo federal
em questões de infraestrutura na
atualidade, de economistas, analistas
de investimentos, consultores da área
agrícola, além das principais lideranças do agronegócio brasileiro, a Abag
– Associação Brasileira do Agronegócio promove, no dia 5 de agosto, em
São Paulo o 12º Congresso Brasileiro
do Agronegócio, sobre o tema “Logística e Infraestrutura – O Caminho da
Competitividade do Agronegócio”.
O foco principal do evento, programado para durar o dia todo, será a
busca de soluções e alternativas para
reduzir os gargalos logísticos que
tantos prejuízos têm causado nos últimos tempos ao agronegócio brasileiro e, por consequência, à economia
do país. Segundo levantamento feito
pela Associação Brasileira de Exportadores de Cereais (Anec) chega a US$
4 bilhões os prejuízos que os produ-
44
Revista AgriMotor • Julho/2013
tores terão este ano com a caótica
logística para a exportação de soja e
milho, considerando as perdas decorrentes das estradas esburacadas, falta
de armazéns e burocracia nos portos.
Além de Figueiredo, participam
das discussões os economistas
Yoshiaki Nakano, da Fundação Getúlio Vargas e Alexandre Schwartsman,
da Schwartsman & Associados; os
ex-ministros da Agricultura Roberto
Rodrigues e Alysson Paulinelli. Além
de Paulo Herrmann, vice-presidente
para a América Latina da John Deere, e Afonso Mamede, presidente da
Sobratema – Associação Brasileira de
Tecnologia para Construção e Mineração, entre outros.
Paralelamente aos debates, o dia
também será marcado por expressivas homenagens. Serão entregues:
o prêmio Norman Borlaug para Alfredo Scheid Lopes. Trata-se de um
dos maiores especialistas em fertilidade e manejo de solos tropicais.
Lopes é professor da Universidade
Federal de Lavras (Ufla) e autor de
trabalhos científicos e livros. Será
homenageado também, com o prêmio Ney Bittencourt de Araújo, o
agrônomo Cristiano Walter Simon,
consultor da Andef – Associação
Nacional de Defesa Vegeta e também da Câmara Temática de Insumos Agropecuários do ministério
da Agricultura, além de membro do
Conselho Superior do Agronegócio
da Fiesp. Haverá ainda uma homenagem aos 40 anos da Embrapa.
EVENTOS
Confira a programação completa do 12º Congresso Brasileiro do Agronegócio:
9h45
Palestra inaugural: Logística e
Infraestrutura
t #FSOBSEP 'JHVFJSFEP QSFTJEFO
te da Empresa de Planejamento e
Logística - EPL
t:PTIJBLJ /BLBOP EJSFUPS EB &T
cola de Economia de S. Paulo da
FGV - Fundação Getulio Vargas
t"MFYBOESF4DIXBSUTNBOTØDJP
diretor da Schwartsman & Associados Consultoria Econômica
Coordenador - Ingo Plöger, presidente do Conselho Empresarial da
América Latina - CEAL
11h
Painel 1 – Expansão de Área
para o Aumento da Oferta
t"MFYBOESF.FOEPOÎBEF#BSSPT
sócio-diretor da MB Agro
t &WBSJTUP &EVBSEP EF .JSBO
da, coordenador da secretaria de
Acompanhamento e Estudos da
Presidência da República
t+VMJP5PMFEP1J[BQSFTJEFOUFEB
BrasilAgro
t Marcello Brito, diretor comercial
e de sustentabilidade da Agropalma
Coordenador - Alysson Paulinelli,
presidente executivo da Abramilho
12h15
Homenagens
t1SÐNJP/PSNBO#PSMBVHIPNF
nageado Alfredo Scheid Lopes
t1SÐNJP/FZ#JUUFODPVSUEF"SBÞ
jo: homenageado Cristiano Walter
Simon
t&NCSBQBBOPT.BVSÓDJP"O
tônio Lopes
13h
Almoço
14h
Painel 2 – Expansão da Produtividade para o Aumento da Oferta
t Eduardo Delgado Assad, pesquisador da Embrapa Informática
Agropecuária
tFernando Sampaio, diretor executivo da Associação Brasileira das
Indústrias Exportadores de Carnes
- Abiec
tMarcos Guimarães de Andrade
Landell, pesquisador científico do
Instituto Agronômico de Campinas - IAC
t Paulo Herrmann, vice-presidente
para América Latina da John Deere
Coordenador - Roberto Rodrigues,
coordenador do Centro de Agronegócio da FGV - GVAgro
15h15
Painel 3 – As oportunidades e as
Dificuldades para o Aumento da
Oferta
t Afonso Mamede, presidente da
Sobratema - Associação Brasileira de
Tecnologia para Construção e Mineração
tCarlos Fávaro, presidente da Aprosoja -MT
tJorge Karl, diretor presidente da
Cooperativa Agrária Agroindustrial
t José Ronaldo Vilela Rezende,
sócio da PWC - Líder de Agronegócio
Moderador - William Waack, jornalista
16h30 - Coffee break
17h
Painel 4 – Políticas Essenciais
para Atender ao Aumento da
Oferta
t Alysson Paulinelli, presidente
executivo da Abramilho
t Luiz Carlos Heinze - deputado
federal, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária
tRenato Casali Pavan - presidente da Macrologística
t Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio da
FGV - GVAgro
Moderador - William Waack, jornalista.
18h15
Encerramento
t Luiz Carlos Corrêa Carvalho,
presidente da Abag - Associação
Brasileira do Agronegócio.
O 12º Congresso Brasileiro do
Agronegócio - Logística e Infraestrutura conta com o patrocínio de:
Abimaq CSMIA, Banco do Brasil,
Bayer, BM&F Bovespa, Caixa Econômica Federal, CNH – Case New
Holland, Cooxupé, Finep – Agência
Brasileira de Inovação, John Deere,
Massey Ferguson, Monsanto, OCB
– Organização das Cooperativas
Brasileiras,
PriceWaterhouseCoopers, Valtra, Safras & Mercado e
Syngenta. O evento conta também
com apoio de: Abag Ribeirão Preto,
InpEV – Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias,
governo do Estado de São Paulo e
ministério da Agricultura.
Julho/2013 • Revista AgriMotor
45
EVENTOS
A MAIOR FENATRAN
DE TODA A HISTÓRIA
R
ealizada a cada dois anos, no
pavilhão Anhembi, em São
Paulo, entre os dias 28 de
outubro e 1 de novembro, a
Fenatran é um produto da Reed Exhibitons Alcantara Machado, que espera
nesta edição mais de 370 expositores
e um público na casa dos 70 mil visitantes de 45 países.
Rodrigo Rumi, diretor do portfólio automotivo da organizadora, acredita que
“as feiras continuam a ser fundamentais
em todo e qualquer planejamento de
marketing”, pois trazem algo único, “a experiência, a sensação”, essenciais nos processos de compra. O executivo prevê um
bom desempenho da feira também em
função dos bons números de vendas de
caminhões: “o mercado está aquecido, as
vendas de caminhões deste ano devem
superar o ano passado em 7% e 10%”.
Entre os expositores estarão presentes os
players dos diferentes segmentos da ca-
deia, de montadoras de caminhões até
financeiras e seguradoras.
A feira recebe pela segunda vez o
Fenatran Experience, nas instalações
do sambódromo, o test drive de caminhões. Rumi ressalta “que na última
edição, foram mais de 5.000 km rodados, com a participação de 4.000 profissionais do setor”.
O executivo da Reed destaca a crescente especialização técnica dos eventos, atraindo um público mais qualificado. “O visitante tem mais expositores
do setor que ele deseja explorar. Ganha
o expositor, ganha o público”. “O maior
desafio que nós temos hoje é como
vamos continuar oferecendo essa excelência no serviço, essa excelência na exposição de produtos, dando conforto,
com a credibilidade do expositor e do
visitante. E a pergunta que a gente se
faz, é como crescer?” A resposta, segundo ele, vem do sucesso das feiras exis-
tentes, que crescem tanto ao ponto de
gerarem “filhotes”. Foi assim com a VUC
Expo, nascida da Fenatran, que se realiza de 17 a 19 de setembro, no Center
Norte, com a Automec Leve e Automec
Pesados e também com o Salão do Automóvel e a Auto Esporte Expo Show.
Outro flanco se abre com a busca de
praças além-São Paulo, caso da praça
de Recife, com a realização da Nordeste
Motor Show, em abril do ano que vem.
A Fenatran é uma iniciativa da NTC &
Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) em parceria
com a Anfavea (Associação Nacional dos
Fabricantes de Veículos Automotores).
O evento conta com o Apoio Institucional da ABR (Associação Brasileira do
Segmento de Reforma de Pneus), Anfir
(Associação Nacional dos Fabricantes
de Implementos Rodoviários), Sindpeças (Sindicato Nacional da Indústria de
Componentes para Veículos Automotores) e Simefre (Sindicato Interestadual
da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários).Rodrigo
Rumi considera a participação das associações muito importante “porque junto
com elas, você consegue trazer conteúdo para a feira”.
20ª HORTITEC CONTABILIZA QUASE
25 MIL VISITANTES
2
4.800 pessoas de todas as regiões do Brasil e de diversas
partes do mundo marcaram
presença na 20ª edição da
Hortitec – Exposição Técnica de Horticultura Cultivo Protegido e Culturas
Intensivas – que aconteceu no pavilhão da Expoflora, em Holambra, de 19
a 21 de junho. A maior e mais importante mostra da horticultura brasileira
superou as expectativas mais otimistas ao reunir também quatrocentas
46
Revista AgriMotor • Julho/2013
empresas expositoras. A secretária de
Agricultura de São Paulo, Mônika Bergamaschi, e o deputado federal Junji
Abe visitaram a 20ª Hortitec.
Com este seleto público e a grande
presença de profissionais e empresas
estrangeiras, de diversas partes do
mundo, a edição 2013 mostrou estar
totalmente consolidada como um
evento internacional.
Estufas, telas, ferramentas, embalagens, vasos, defensivos, fertilizantes,
irrigação, sementes, mudas, bulbos,
substratos, climatização, biotecnologia, assessoria técnica e em comércio
exterior, literatura e produtos importados estão entre os itens expostos
aos visitantes.
Como 2014 é ano da Copa do Mundo de Futebol, a 21ª edição acontecerá mais cedo, de 28 a 30 de maio,
também no pavilhão da Expoflora, na
avenida Maurício de Nassau, 675, em
Holambra SP.
ESTATÍSTICAS
DADOS DO AGRONEGÓCIO
*Estimativa
PIB (Produto Interno Bruto): US$ 2,26 trilhões*
Crescimento do PIB em 2013: 2,4% (*Banco Mundial)
Valor Bruto da Produção:
R$ 271 bilhões (safra anterior: R$ 246,2 bilhões).
Produção de grãos s afra
2012/2013:
184,304 milhões de toneladas (safra anterior: 166,17 milhões de
toneladas)
Área cultivada:
53,2 milhões de hectares
Cana-de-açúcar (*Conab)
Produção:
653,81 milhões de toneladas (11% sobre 588,92 milhões de toneladas da
safra 12/13)
Etanol:
25,77 bilhões de litros (8,99% sobre 23,64 bilhões de litros da safra 12/13)
Açúcar:
43,56 milhões de toneladas (13,61% sobre 38,34 milhões de toneladas
da safra 12/13)
Soja
Safra 2012/2013:
81,28 milhões de toneladas, produtividade média de 2.933 kg/hectare.
Milho
Safra 2012/2013:
78,468 milhões de toneladas, produtividade média de 4.961 kg/hectare.
Café
Safra 2013/14:
52,9 milhões de sacas (*Safras & Mercado)
Veículos e Máquinas Agrícolas (Anfavea)
Produção de autoveículos:
3,93 a 3,97 milhões de unidades*
Licenciamentos de autoveículos
de janeiro a maio:
1.480.400 unidades
Licenciamento de caminhões
novos de janeiro a maio:
60.955 (+2,2% ante 2012)
Produção de máquinas agrícolas:
72,2 a 72,9 mil unidades*
Vendas internas de máquinas
agrícolas de janeiro a maio:
33.768 máquinas (+31,3% sobre 2012)
Implementos Rodoviários (Anfir)
2012:
160.414 unidades (reboques e semirreboques e carrocerias sobre chassis)
2013 (janeiro a maio):
83.408 unidades entregues (reboques e semirreboques e carrocerias
sobre chassis) (1,14 % ante mesmo período de 2012)
Julho/2013 • Revista AgriMotor
47
SPAAL É DESTAQUE NA CONFERÊNCIA
DE FORNECEDORES CUMMINS
SF 3000 DA TRAPP, IDEAL PARA
LIMPEZA DE JARDINS E QUINTAIS
Em sua IX
Conferência
Nacional de
Fornecedores, a Cummins Brasil, apresentou a retrospectiva e dados confirmando sua consolidada presença de maior fabricante independente de motores
diesel no Brasil, os desafios que se apresentam com
a adequação dos fabricantes de veículos à fase de
motores com tecnologia Euro 5 e da perspectiva de
retomada de crescimento para o ano de 2013.
A SPAAL vencedora na categoria de Vedações
e Estampados e mais seis fornecedores em outras
categorias foram os premiados, e seus executivos
foram convidados a participar de um almoço no
dia 3 de maio que oficializou a entrega
do premio aos melhores fornecedores
Cummins.
A Diretoria da Cummins, representada por Antonio Zanardo, entregou
o prêmio ao Eng°. Daniel Pimenta
Arroyo, na oportunidade repreFotos: Divulgação sentando a diretoria da Spaal.
Para facilitar o trabalho de limpeza do jardim e
do quintal, a Trapp lançou no mercado o soprador/
aspirador SF 3000 elétrico. O produto oferece uma
solução fácil e eficiente varrendo (através do soprador) ou recolhendo (através do aspirador), folhas
secas, restos de grama e outros detritos.
O equipamento é significativamente leve e fácil de
usar. Dotado de um tubo telescópico de altura regulável, se adapta perfeitamente a uma posição confortável para o trabalho do operador. O saco de detritos
tem capacidade para 32 litros e é de fácil limpeza.
Com a potência de 3.000 watts, opera a 15.000
rpms, gerando uma velocidade do ar de
270 km/h. Ao aspirar, o equipamento
tritura os detritos, reduzindo seu
volume em até dez vezes, facilitando a decomposição.
O SF 3000 é fabricado
nas versões 110 ou
220 volts.
Foto: Divulgação
BUSINESS WORLD
48
Revista AgriMotor • Julho/2013
: Div
Fotos
Thomas Püschel assumiu a diretoria de vendas, marketing, gerenciamento de programas e garantia da MWM International Motores, fabricante independente de motores
diesel e líder no Mercosul. Anteriormente, ocupava a função de gerente da divisão de
vendas, marketing, gerenciamento de programas e assistência técnica da empresa.
Paulistano, 38 anos, ingressou na companhia em 1998, participou de diversos projetos internos e desenvolveu conhecimento e experiência por meio de contratos
com montadoras instaladas no Brasil e no Mundo. Atuou, também, com produtos
para os setores de caminhões, ônibus, picapes, tratores e aplicações especiais como
grupo gerador, motores marítimos e colheitadeiras.
Com quatorze anos de experiência no setor automotivo, Püschel é engenheiro
mecânico, formado pelo Mackenzie, com MBA em gestão empresarial pelo Instituto Mauá
de Tecnologia e especialização em administração de empresas, vendas e negociação, pela FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado.
ulgaç
ão
MWM INTERNATIONAL NOMEIA DIRETOR COMERCIAL PARA O MERCOSUL
BUSINESS WORLD
Foto:
Divu
lgaçã
o
400 PESSOAS ASSISTEM PALESTRA DE ROBERTO RODRIGUES
O Focalização Shopping Show, realizado pela Cia da Terra, em Uberlândia
– MG, pelo sexto ano consecutivo, levou 400 pessoas ao Center Convention.
O evento, que aconteceu dia 14 de junho, teve o período da manhã aberto
ao público e trouxe palestras do consultor da MPrado Fernando Rezende e
do ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues.
O ex-ministro e agrônomo, por meio de sua experiência, falou sobre o
cenário atual, as dificuldades e soluções para otimizar a produção agrícola no país.
Segundo o controller da Cia da Terra, Fábio Sangenetto, todos ficaram felizes com o resultado do evento. “Este ano tivemos um período
aberto ao público e conseguimos, por meio das palestras do Fernando Rezende e do ex-ministro Roberto Rodrigues, levar informação
diferenciada e de grande valor a todos. Também propiciamos bons
negócios a nossos clientes e parceiros”, reforça.
BUSINESS WORLD
MB É A “EMPRESA DO ANO” EM ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR
Há doze anos, desde a primeira oportunidade em que concorreu ao Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente, a Central de Relacionamento
Mercedes-Benz é reconhecida pela qualidade na gestão do atendimento no Brasil. Além de
conquistar, pela décima segunda vez consecutiva, a vitória na categoria Automóveis de Luxo, há quatro
anos, desde a introdução da categoria Caminhões na premiação, a empresa tem sido destaque também
nesse segmento.
Em 2013, a Mercedes-Benz conquistou ainda o maior destaque dessa premiação nacional: o título de
Empresa do Ano. “Essa conquista, obtida após o levantamento feito com empresas de mais de quarenta
categorias distintas, atesta o compromisso que a Mercedes-Benz tem com a excelência de seus serviços
ao cliente. A promessa da marca de oferecer o melhor ou nada é cumprida também na gestão de nosso relacionamento com os clientes”, afirma Jaqueline Hilsdorf Neves Marzola, gerente de pós-venda da
Mercedes-Benz do Brasil.
Considerada a principal iniciativa de reconhecimento da qualidade no atendimento ao cliente no Brasil, o Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente destaca as empresas que mantêm elevados indicadores de satisfação, retenção e lealdade, organizado pelo Grupo Padrão (que edita a
revista Consumidor Moderno), tem auditoria de qualidade da GfK.
ANUNCIANTES
Ag Leader Technology Brasil Sist. de Nav. Ltda. . .........................................................................................................17
Assiste Assessoria em Sistemas Administrativos.........................................................................................................43
Bauer do Brasil Ltda. ......................................................................................................................................................30
Congresso A bag. .............................................................................................................................................................41
Encopel Comércio de Peças de Máquinas Ltda. ...........................................................................................................39
Fenatran 2013. ................................................................................................................................................................21
General Motors do Brasil Ltda. ..............................................................................................................................18 e 19
Grips Editora ...........................................................................................................................................................3ª capa
K Parts Indústria e Comércio de Peças Ltda. .. ..............................................................................................................49
Kashima Com., Imp. e Exp. de Auto Peças Ltda. ...........................................................................................................27
Konnexion Comércio Internacional Ltda. .....................................................................................................................25
Lindsay América do Sul. ...................................................................................................................................................9
Metalmag Produtos Magnéticos Ltda. .. .......................................................................................................................25
Metalsinter Ind. Com. de Filtros e Sint. Ltda. .. .............................................................................................................33
Microgear Indústria de Peças Ltda. ..............................................................................................................................23
Nekarth Ind. e Com. de Peças e Máquinas Ltda. ..........................................................................................................13
Scania Latin America Ltda. ....................................................................................................................................4a capa
Spaal Indústria e Comércio Ltda. .. ................................................................................................................................15
SSAB Swedish Steel Comércio de Aço Ltda. .. ...............................................................................................................11
Valmont Indústria e Comércio Ltda. .....................................................................................................................2a capa
50
Revista AgriMotor • Julho/2013
Respeite os limites de velocidade.
RINO COM
over a
m
a
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pa
meç
a
o
i
c
g
s
r
o
e
A en s negóci
.
u
os se m Scania
u
com
Os caminhões Scania Off Road
para o segmento canavieiro
proporcionam a melhor relação
entre consumo de combustível
e carga transportada. Resultado:
maior rendimento para sua operação.
Para-choque
de aço maciço.
Economia de
combustível.
Robusto, em uma única
peça, é capaz de suportar
agressões sem deformar.
Motores Scania
Euro 5 de 13 litros.
O maior torque
e a maior potência
da categoria.
facebook.com/ScaniaBrasil
Serviços Scania:
disponibilidade
a toda hora.
O atendimento remoto Scania
garante a disponibilidade
do seu caminhão, evitando
que ele fique parado e gere
gastos desnecessários.
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SEGURO RURAL - Revista Agrimotor