FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA O SUS: A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE TRAINING PROFESSIONALS TO SUS: IMPORTANCE OF PERMANENT EDUCATION IN HEALTH Lisianne Deusa Ramos da Cunha Muniz¹ Leonardo Araújo Costa¹ Vivianne Ramos da Cunha Muniz² ¹Acadêmico do curso de Medicina da Universidade Federal do Piauí – UFPI ²Orientadora. Fisioterapeuta e Professora da Universidade Estadual do Piauí – UESPI RESUMO O Sistema Único de Saúde (SUS) foi desenvolvido para proporcionar atenção integral à saúde, com ênfase na promoção da saúde e prevenção de doenças. Porém, o que se observa nos serviços de saúde são práticas baseadas no diagnóstico e tratamento, impermeáveis ao controle social e com profissionais que não conseguem trabalhar em equipe. Assim, formar profissionais aptos a trabalharem de acordo com o que é proposto pelo SUS não é tarefa fácil. Essa dificuldade é reflexo do modelo de formação, hospitalocêntrico e fragmentado, baseado em uma metodologia de ensino não problematizadora. Diante disso, desenvolveuse a idéia de Educação Permanente em Saúde, que tem como meta transformar as práticas desses profissionais e aproximá-los do SUS. O objetivo desse trabalho é conhecer a Educação Permanente em Saúde e de que maneira ela propõe modificar a formação inicial e continuada dos profissionais de saúde. Para desenvolvê-lo utilizou-se o método de revisão da literatura em bases eletrônicas de dados, além de pesquisa manual em artigos, teses e portarias do Ministério da Saúde. Os estudos mostraram que a Educação Permanente em Saúde propõe que a educação dos trabalhadores e estudantes se desenvolva a partir da vivência das práticas de saúde. Assim, é possível identificar problemas, refletir sobre eles e propor mecanismos de intervenção, os quais serão colocados em prática. Desse modo, pode-se concluir que a Educação Permanente em Saúde é um conceito forte e desafiante que envolve a integração entre educação e trabalho em saúde, considerando 1 conhecimentos e experiências pessoais e integrando instituições de ensino, gestão e serviços de saúde. Palavras-chave: Educação Permanente em Saúde. Práticas de Saúde. Profissionais de Saúde. ABSTRACT The Sistema Único de Saúde (SUS) was developed to provide health’s attention to Brazilian population, with emphases on health promotion and disease prevention. However, health care practices are based on the diagnosis and treatment, without social control and with professionals who can not work as a team. Thus, training professionals to work in SUS isn’t easy. This difficulty is a reflection that fragmented education. Therefore, Permanent Education in Health was created. It have a objective that to transform the practices of these professionals. This work used the method of literature review of electronic databases, manual research articles, theses and ordinances of the Ministry of Health. Studies have shown that the Permanent Education in Health proposes that professionals and students education will develop in health’ service practices. Thus, it is possible to identify problems, reflect about them and propose intervention mechanisms, which will be put into practice. This study permit to conclude that the Permanent Education in Health involves integration between education and health’ service, considering the knowledge and personal experiences. Key Words: Permanent Health Education. Health Practices. Health Professionals. INTRODUÇÃO A luta pela reforma sanitária brasileira foi responsável pela criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o qual é alicerçado em uma concepção ampliada de saúde, não sendo esta apenas a ausência de doenças, mas determinadas por diversos fatores como condições de educação, trabalho, saneamento, moradia, meio ambiente. Do SUS emergem princípios básicos como universalidade, equidade e resolutividade, sendo que as ações e serviços de saúde devem ser desenvolvidos de acordo com estes e com as diretrizes 2 existentes no artigo 198 da Constituição Federal: descentralização, atenção integral à saúde e participação social (MACHADO et al., 2007). A partir da implementação do SUS foi desencadeado um processo de ampliação tanto na quantidade quanto na qualidade dos serviços de saúde. Entretanto, verificou-se que, apesar do aumento na quantidade dos serviços, a qualidade ainda não foi atingida porque ainda não se conseguiu desenvolver uma atenção integral à saúde de acordo com princípios e diretrizes do SUS. Um dos fatores responsáveis por essa situação é a formação dos profissionais da saúde, centrada na doença em si e na aquisição de conhecimentos técnicocientíficos, associados a métodos diagnósticos e terapêuticos. Além disso, o ensino de graduação é constituído por disciplinas desarticuladas e sem integração teoria e prática. A formação dos profissionais graduados também não é muito diferente, pois se baseiam principalmente em capacitações, que se caracterizam pela transmissão de conhecimentos sem conexão com a realidade. Por conta disso, tais profissionais apresentam baixa interação com os usuários, não conseguem trabalhar em equipes e ainda desenvolvem práticas de saúde desvinculadas do SUS. Desse modo, a mudança nas práticas tradicionais de saúde e na organização dos serviços envolvem, necessariamente, mudanças na formação inicial e continuada dos profissionais (CECCIM, FEUERWERKER, 2004). Diante desse desafio para a consolidação do SUS o Ministério da Saúde desenvolveu a proposta de Educação Permanente em Saúde, a qual foi consolidada pela Portaria GM/MS nº 1.996 de 20 de agosto de 2007 para transformar tais práticas profissionais e aproximando-as dos princípios e diretrizes do SUS. Assim, esse trabalho tem como objetivo conhecer a Educação Permanente em Saúde e de que maneira ela propõe modificar a formação inicial e continuada dos profissionais de saúde. METODOLOGIA Para desenvolvê-lo adotou-se o método de revisão da literatura realizada nas bases eletrônicas de dados Scielo e Bireme, revistas, livros, teses e portarias do Ministério da Saúde. Foram incluídos na pesquisa materiais publicados nos anos 2000 a 2010 que trabalhavam sobre o tema em estudo. Os descritores utilizados foram “educação permanente em saúde”, “práticas de saúde”, “práticas dos profissionais de saúde”, “sistema único de saúde”. 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO A Resolução do Conselho Nacional de Saúde - CNS nº. 335, de 27 de novembro de 2003 que aprova a “Política de Educação e Desenvolvimento para o SUS: Caminhos para a Educação Permanente em Saúde”, propõe que a educação dos trabalhadores se desenvolva a partir da própria prática. Esse método pedagógico, conhecido como “aprendizagem baseada em problemas”, baseia-se na identificação dos problemas existentes na realidade dos serviços de saúde pelos alunos; análise dos mesmos a partir de conhecimentos prévios e da realidade a sua volta; identificação de mecanismos de intervenção e aplicação à situação existente com o objetivo de modificá-la. Nesse processo, o professor assume a função de facilitador, estimulando os alunos à pesquisa e reflexão (BATISTA et al., 2005; FRANCO, 2007). Com base nessa resolução, a Portaria GM/MS nº 1.996 de 20 de agosto de 2007 implementou a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde em todo o Brasil. Desde então, diversos estudos apresentam propostas e relatos práticos da implantação da Educação Permanente em Saúde no Brasil, tanto na formação inicial quanto continuada dos profissionais da saúde (TABELA 01). TABELA 01: ARTIGOS ANALISADOS E SEUS RESULTADOS. AUTORES ARAÚJO, MIRANDA, BRASIL SANTOS ANO 2007 2007 METODOLOGIA Revisão de literatura Relato de experiência RESULTADO Inexistência de espaços conjuntos entre Instituições de Ensino e unidades de saúde. Articulação enino-serviço é um passo fundamental para uma adequada formação de profissionais do SUS. Projeto Desenvolvendo Pessoas na Instituição proporcionou um despertar para a necessidade de mudanças na assistência prestada 4 AUTORES ANO METODOLOGIA MOTA E AGUIAR 2007 Revisão de literatura ARRUDA et al 2008 Relato de experiência ALBUQUERQUE 2008 et al Reflexões de um grupo multiprofissional FELICIANO et al. 2008 Registros diários das equipes PESSANHA E CUNHA 2009 Entrevista semiestruturada 2009 Registros da Secretaria de Saúde CAROTTA, KAWAMURA, SALAZAR RESULTADO Enfatizam a necessidade de o aluno entrar em contato com diferentes serviços de saúde para conhecer e saber resolver problemas nas diversas realidades. As mudanças propostas para a educação médica só passarão a afetar os serviços após dez ou quinze anos de sua implementação Grupo de EPS (Edupe) permitiu reflexão sobre o trabalho por meio de questões da prática cotidiana e das trocas de experiências Articulação ensino-serviço é um espaço privilegiado para reflexão sobre a realidade da produção de cuidados e a necessidade de transformação do modelo assistencial vigente Discussões de casos clínicos encontrados no cotidiano da equipe permitiu inquietações e mudanças no trabalho das equipes de saúde EPS é conhecida na teoria mas ainda predominam capacitações sem vínculo com a realidade do serviço Formação de facilitadores em EPS Rodas de reflexão e discussão Araújo, Miranda, Brasil (2007), ao realizar uma revisão de literatura sobre a formação dos profissionais da saúde verificaram que no Brasil há uma cisão entre os problemas da realidade e a organização disciplinar do conhecimento que orienta a formação inicial e continuada dos profissionais de saúde. Observa-se uma inexistência formal ou restrita de espaços conjuntos entre instituições de ensino superior e unidades de saúde, onde se possam confrontar as formas de “saber” e “fazer” com o que a realidade requer. Desse modo, a prática não deve ser entendida como um espaço apenas de verificação de idéias, mas também de construção de novas teorias. Valorizar o conhecimento que é cotidianamente produzido nas unidades de saúde, articulando-o com o que é criado na universidade, é um passo fundamental para uma adequada formação de 5 profissionais do SUS. Profissionais formados com essas inserções na rede de atenção, e que conhecem o SUS e as políticas de saúde, freqüentemente adquirem uma postura na sua atuação de compromisso diante das necessidades do SUS, o que é importante para o seu efetivo engajamento nas propostas de transformação das práticas profissionais e da própria organização do trabalho. Nesse sentido, Santos (2007) realizou um relato de experiência voltado para a humanização do atendimento em um hospital de saúde mental. Verificou que a primeira medida para a humanização pretendida era a educação permanente dos profissionais, a qual foi desenvolvida a partir do Projeto Desenvolvendo Pessoas na Instituição (PDPI). Este possuiu sessenta horas distribuídas em sete módulos e grupos multiprofissionais de vinte participantes. Inicialmente realizou-se uma oficina que resultou em um painel com o mapeamento de necessidades, desejos, ações e metas a serem trabalhados coletivamente. Com base nisso, foram desenvolvidos os conteúdos: motivação; competência interpessoal; trabalho em equipe; comunicação e informação; comunicação em saúde mental; administração do tempo; processos de trabalho; cuidado e ética na saúde. Foi utilizada a metodologia da problematização e construção do conhecimento. Entre outros aspectos, verificou-se através de depoimentos dos participantes, que esse projeto proporcionou um despertar para a necessidade de mudanças na assistência prestada, conseguindo atingir a essência proposta pela Educação Permanente em Saúde. Mota e Aguiar (2007), ao estudar a formação profissional para atenção à saúde do idoso, ressaltam a necessidade de integração ensino-serviço proposta pela Educação Permanente em Saúde. Afinal, uma condição indispensável para uma pessoa ou uma organização decidir mudar ou incorporar novos elementos a sua prática e a seus conceitos é a detecção e contato com os desconfortos experimentados no cotidiano do trabalho, a percepção de que a maneira vigente de fazer ou de pensar é insuficiente ou insatisfatória para dar conta dos desafios do trabalho. Ao mesmo tempo ressalta a necessidade de o aluno entrar em contato com diferentes cenários de ensino-aprendizagem. A expectativa é de que a participação dos estudantes das diversas carreiras no cotidiano dos serviços permitirá a vivência responsável de realidades distintas, permitindo ao processo pedagógico situar seu eixo na solução de problemas encontrados em cada uma delas, potencialmente transformando o processo de trabalho. Afirmam ainda que as mudanças propostas para a educação médica só passarão a afetar os serviços após dez ou quinze anos de sua implementação. 6 Feliciano et al (2008) avaliaram a estratégia de Educação Permanente em Saúde para profissionais de dezenove equipes do Programa Saúde da Família (PSF) que desenvolviam ações de atenção à criança. Os autores observaram que diante das limitações apresentadas pelas capacitações tradicionais a Secretaria de Saúde introduziu o sistema de preceptoria, que consistia na discussão de casos clínicos, selecionados pelos profissionais das equipes, previamente agendados com três médicas pediatras (preceptores). Afora as inadequações da abordagem clínica, essas discussões permitiram identificar a omissão de registro no prontuário, as deficiências do acompanhamento do crescimento, o despreparo do agente comunitário e a falta de articulação no interior da equipe. Como as dificuldades da atenção à saúde da criança não se restringiam à prática clínica, surgiram inquietações acerca da maneira de pensar e de fazer o serviço de saúde, o que permitiu o desenvolvimento de estratégias para as modificações das práticas. Conseguiram assim, incorporar nesse serviço as idéias apresentadas pela Educação Permanente em Saúde. Albuquerque et al (2008) apresentou reflexões de um grupo multiprofissional constituído por três médicos, duas enfermeiras e um biólogo, inseridos em processos educacionais, de gestão e de atenção à saúde em instituições públicas e privadas dos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. O grupo refletiu sobre sua própria prática, reconhecendo suas fronteiras de conhecimento, formulando questões, buscando e analisando criticamente novas informações e elaborando estratégias para enfrentar problemas. Entre eles, perceberam que a transformação das práticas profissionais e da própria organização do trabalho só é possível a partir da articulação entre ensino e serviço. Assim, é possível refletir sobre a realidade da produção do cuidado, entrar em contato com os problemas e buscar estratégias para superá-los, principal característica da Educação Permanente em Saúde. Tais autores afirmam que dessa maneira é possível transformar o modelo assistencial vigente em um modelo que tenha como objetivos o acolhimento dos usuários, produção de vínculo entre eles e as equipes, responsabilização com a saúde individual e coletiva, atendimento das necessidades dos usuários, assim como resolubilidade dos problemas de saúde detectados. Nesse mesmo ano, Arruda et al publicaram um relato de experiência da Universidade do Planalto Catarinense: a criação do Grupo de Educação Permanente (Edupe). Ele constitui um espaço de reflexão teórico-metodológica desenvolvido por professores do curso de medicina da referida instituição. Dele participam os professores e um mediador. Esta estratégia permitiu aos professores participantes, por intermédio do 7 acompanhamento do mediador, a reflexão acerca do processo de trabalho por meio de questões da prática cotidiana e das trocas de experiências para o crescimento e melhoria profissional. Este processo tem como pressuposto que para aprender não basta transferir conhecimento, é preciso criar um ambiente propício à construção compartilhada do conhecimento. Em 2009, ao realizar uma entrevista semi-estruturada com médicos, enfermeiros e odontólogos integrantes da equipe de Saúde da Família, Pessanha e Cunha observaram que os profissionais reconheciam a importância de práticas pedagógicas problematizadoras, essência da Educação Permanente em Saúde. Porém, ainda recebiam capacitações que se baseavam na transmissão de conhecimentos e longe da realidade do serviço de saúde que trabalhavam. Com isso, não conseguiam colocar os conhecimentos adquiridos em prática. Nesse mesmo ano, Carotta, Kawamura e Salazar analisaram a experiência de implantação da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, proposta pelo Ministério da Saúde (Portaria 198 de fevereiro de 2004) no município de Embu, São Paulo. Os autores verificaram que o processo se iniciou com a formação de três facilitadores de educação permanente em saúde através do Pólo de Educação Permanente em Saúde da Grande São Paulo. A partir deste momento foram realizadas rodas de reflexão e discussão sobre os processos de trabalho com a participação de representantes das unidades básicas, centros de atenção à saúde da família, pronto-socorros, sede da secretaria e Conselho Municipal de Saúde. Tal fato permitiu uma reflexão crítica do processo de trabalho, conseguindo implantar mudanças que permitiram melhoria e resolutividade no serviço de saúde. Isso mostra a efetividade da Educação Permanente em Saúde na formação continuada dos profissionais de saúde em mudar as práticas, resultado diferente do encontrado por Pessanha e Cunha (2009). CONCLUSÃO A Educação Permanente em Saúde parte do princípio de que uma condição indispensável para uma pessoa ou uma organização decidir mudar ou incorporar novos elementos a sua prática e a seus conceitos é a detecção e contato com os desconfortos experimentados no cotidiano do trabalho, a percepção de que a maneira vigente de fazer ou de pensar é insuficiente ou insatisfatória para dar conta dos desafios do trabalho. Esse 8 desconforto ou tem de ser intensamente vivido e percebido. Assim, será possível uma reflexão sobre as práticas vividas, as quais podem permitir a disposição para produzir alternativas de práticas e de conceitos. Desse modo, pode-se concluir que a Educação Permanente em Saúde é um conceito forte e desafiante que envolve a integração entre educação e trabalho em saúde, considerando conhecimentos e experiências pessoais e integrando instituições de ensino, gestão, usuários e serviços de saúde. REFERÊNCIAS ALBUQUERQUE, V.S.; GOMES, A.P.; REZENDE, C.H.A.; SAMPAIO, M.X.; DIAS, O.V. A integração ensino-serviço no contexto dos processos de mudança na formação superior dos profissionais da saúde. Revista Brasileira de Educação Médica. v.32, n.3, p.356-362, 2008 ARAÚJO, D.; MIRANDA, M.C.G.; BRASIL, S.L. Formação de profissionais da saúde na perspectiva da integralidade. Revista Baiana de Saúde Pública. v.31, supl.1, p.20-31, jun. 2007 ARRUDA, M.P.; ARAÚJO, A.P.; LOCKS, G.A.; PAGLIOSA, F.L. Educação Permanente: uma estratégia metodológica para os professores da saúde. Revista Brasileira de Educação Médica. v. 32, n. 4, p.518-524, 2008 BATISTA, N., BATISTA S.H., GOLDENBERG, P., SEIFFERT, O., SONZOGNO, M.C. O enfoque problematizador na formação de profissionais da saúde. Revista de saúde pública. São Paulo, v.39, n.2, p.231-237, Abr. 2005 BRASIL, Ministério da saúde. Secretaria de gestão do trabalho e da educação em saúde. Departamento de gestão da educação na saúde. Política de educação e desenvolvimento para o SUS: caminhos para a educação permanente em saúde. Brasília, 2004 BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 1.996 de 20 de agosto de 2007. Brasília, 2007. 9 CAROTTA, F.; KAWAMURA,D.; SALAZAR, J. Educação Permanente em Saúde: uma estratégia de gestão para pensar, refletir e construir práticas educativas e processos de trabalhos. Saúde e Sociedade, v.18, supl.1, P.48-51, 2009 CECCIM, R. B., FEUERWERKER, L. C. M. Mudança na graduação das profissões de saúde sob o eixo da integralidade. Cadernos de saúde pública. Rio de Janeiro, v.20, n.5, p. 1400-1410, Set./Out. 2004 FELICIANO, K. V. O.; KOVACS, M.H.; COSTA, I.E.R.; OLIVEIRA, M.G.; ARAÚJO, A.M.S. Avaliação continuada da educação permanente na atenção à criança na estratégia saúde da família. Rev. Bras. Saúde Matern. Infant., Recife, v.8 , n.1, p.45-53, jan./mar., 2008 FRANCO, T.B. Produção do cuidado e produção pedagógica: integração de cenários do sistema de saúde no Brasil. Interface. 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