Cerrado Florística, Estrutura, Diversidade, Similaridade, Distribuição Diamétrica e de Altura, Volumetria, Tendências de Crescimento e Áreas Aptas para Manejo Florestal Cerrado Florística, Estrutura, Diversidade, Similaridade, Distribuição Diamétrica e de Altura, Volumetria, Tendências de Crescimento e Áreas Aptas para Manejo Florestal Editores José Roberto Scolforo José Marcio de Mello Antonio Donizette de Oliveira Lavras – MG 2008 © 2008 by José Roberto Scolforo, José Marcio de Mello e Antonio Donizette de Oliveira Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida sem a autorização escrita e prévia dos detentores do copyright. Direitos de publicação reservados à Editora UFLA. Impresso no Brasil UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS Reitor: Antônio Nazareno Guimarães Mendes Vice-Reitor: Elias Tadeu Fialho Editora UFLA Campus Histórico Caixa Postal 3037 – 37200-000 – Lavras – MG Tel: (35) 3829-1115 Fax: (35) 3829-1551 e-mail: [email protected] homepage: www.editora.ufla.br Diretoria Executiva: Renato Paiva (Diretor) Elias Tadeu Fialho Conselho Editorial: Renato Paiva (Presidente) Amaury Alves de Alvarenga Carlos Alberto Silva Elias Tadeu Fialho Luiz Carlos de Oliveira Secretária: Glenda Fernanda Morton Marketing e Comercialização: Bruna de Carvalho Naves Revisão de Texto: Jane Cherém Editoração Eletrônica: Ewerton Carvalho Projeto Gráfico e Capa: Ewerton carvalho Fotografias: Antônio Carlos de Sousa Couto Júnior e José Roberto Scolforo Fotolito e Impressão: Bigráfica Editora Ltda. Ficha Catalográfica Inventário Florestal de Minas Gerais: Cerrado - Florística, Estrutura, Diversidade, Similaridade, Distribuição Diamétrica e de Altura, Volumetria, Tendências de Crescimento e Áreas Aptas para Manejo Florestal / editado por José Roberto Soares Scolforo, José Marcio de Mello e Antonio Donizette de Oliveira. -- Lavras: Editora UFLA, 2008. 816 p. : il. ISBN: 978-85-87692-57-3 1. Inventário Florestal - Minas Gerais (Estado). I. Scolforo, José Roberto Soares (Ed.). II. Mello, José Marcio de (Ed.). III. Olveira, Antonio Donizete de (Ed.). IV. Título. 634.92098151 CDD 22ª ed Inventário Florestal do Estado de Minas Gerais TERMO DE CONVÊNIO Em 2003 foi firmado convênio entre o Instituto Estadual de Florestas – IEF e a Universidade Federal de Lavras–UFLA, com a interveniência da Fundação de Apoio ao Ensino Pesquisa e Extensão – FAEPE. Nessa fase iniciou-se o Mapeamento da Flora Nativa e dos Reflorestamentos do Estado de Minas Gerais. Em 2005 foram viabilizados recursos, através da Compensação Florestal do Projeto Hidroelétrico Irapé e do Programa Luz para Todos, ambos executados em Minas Gerais pela CEMIG. Esses tiveram o objetivo de viabilizar o Inventário Florestal da vegetação nativa e uma abordagem sobre os reflorestamentos, e também dar continuidade ao monitoramento da Flora Nativa e dos Reflorestamentos em Minas Gerais. Portanto, a conclusão dessa fase gerou como produtos três mapeamentos da Flora Nativa e dos Reflorestamentos do Estado de Minas Gerais e o Inventário Florestal da Flora Nativa e dos Reflorestamentos do Estado. Essa etapa junto à UFLA deu-se com a interveniência da Fundação de Desenvolvimento Científico e Cultural – FUNDECC. Governo do Estado de MInas Gerais Aécio Neves – Governador Antonio Augusto Anastasia – Vice-Governador Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - SEMAD José Carlos Carvalho – Secretário de Estado Shelley de Souza Carneiro – Secretário de Estado Adjunto Ilmar Bastos Santos – Subsecretário de Gestão Ambiental Integrada Thiago Alexsander Costa Grego – Subsecretário de Inovação e Logística Instituto Estadual de Florestas - IEF Humberto Candeias Cavalcanti – Diretor Geral Eduardo Martins – Diretor de Monitoramento e Fiscalização Ambiental Valdir José de Mello – Gerente de Monitoramento e Geoprocessamento Universidade Federal de Lavras - UFLA Antonio Nazareno Guimarães Mendes – Reitor Elias Tadeu Fialho – Vice-Reitor Lourival Marin Mendes – Chefe do Departamento de Ciências Florestais Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão – Faepe Edson Ampélio Pozza – Diretor Executivo Fundação de Desenvolvimento Científico e Cultural – Fundecc Iara Alvarenga Mesquita Pereira – Diretora Projeto Inventário Florestal do Estado de Minas Gerais Coordenação Coordenador Geral José Roberto Scolforo – Professor do Departamento de Ciências Florestais da UFLA, Doutor em Engenharia Florestal Coordenador Geral Adjunto Antonio Donizette de Oliveira – Professor do Departamento de Ciências Florestais da UFLA, Doutor em Ciência Florestal Coordenador do Sub-projeto Geoprocessamento Luís Marcelo Tavares de Carvalho – Professor do Departamento de Ciências Florestais da UFLA, Doutor em Geociências e Meio Ambiente Coordenador do Sub-projeto Inventário Florestal José Márcio de Mello – Professor do Departamento de Ciências Florestais da UFLA, Doutor em Engenharia Florestal Coordenador do Sub-projeto Dendrologia Ary Teixeira de Oliveira Filho – Professor do Departamento de Ciências Florestais da UFLA, Doutor em Biologia Coordenador de Operações e Logística Charles Plínio de Castro Silva – Mestrando em Engenharia Florestal na UFLA Coordenador de Tecnologia da Informação Samuel Rodrigues Sales Campos – Mestrando em Engenharia Florestal na UFLA Equipe Científica – Professores Denilson Ferreira de Oliveira – Professor do Departamento de Química da UFLA, Doutor em Química Orgânica Eduardo Van Den Berg – Professor do Departamento de Biologia da UFLA, Doutor em Biologia Vegetal Marcos Eduardo Guerra Sobral – Departamento de Botânica da UFMG, Doutor em Botânica Mário César Guerreiro – Professor do Departamento de Química da UFLA, Doutor em Química Paulo Fernando Trugilho – Professor do Departamento de Ciências Florestais da UFLA, Doutor em Ciência Florestal Equipe Científica – Estudantes de Pós-graduação Adriana Zanella Martinhago – Doutorando em Engenharia Florestal da UFLA Allan de Brito – Mestrando em Engenharia Florestal na UFLA Ana Carolina da Silva – Mestranda em Engenharia Florestal na UFLA Ana Luiza Rufini – Mestre em Engenharia Florestal Antonio Carlos Ferraz Filho – Mestrando em Engenharia Florestal na UFLA Arthur Sérgio Mouco Valente – Doutorando em Engenharia Florestal na UFLA Daniel Salgado Pífano – Doutorando em Engenharia Florestal na UFLA Eduarda Martiniano de Oliveira Silveira – Mestre em Engenharia Florestal Elizabeth Costa Rezende Abreu – Mestre em Engenharia Florestal Evandro Luiz Mendonça Machado – Doutorando em Engenharia Florestal na UFLA Flavia Nascimento de Souza – Mestranda em Engenharia Florestal na UFLA Hermógenes Reis – Mestre em Engenharia Florestal Ivonise Silva Andrade – Doutoranda em Engenharia Florestal na UFLA Izabel Carolina de Lima Guedes – Mestranda em Engenharia Florestal na UFLA Luciano Teixeira de Oliveira – Doutorando em Engenharia Florestal na UFLA Maraísa Gonçalves – Doutoranda em Agroquímica na UFLA Murilo Malveira Brandão – Mestrando em Engenharia Florestal na UFLA Regis Mendonça Pereira – Mestrando em Engenharia Florestal na UFLA Rubens Manoel dos Santos – Doutorando em Engenharia Florestal na UFLA Equipe de Campo Aguinaldo Thiersch – Mestre em Engenharia Florestal Alexsandro Dassie Cordeiro – Engenheiro Florestal Allan Arantes Pereira – Mestrando em Engenharia Florestal Alvarino Santos Morais – Biológo Anderson de Oliveira Selvati – Biólogo André de Castro e Silva – Agrônomo Arturo Coimbra Valentini – Biólogo Carlos Henrique Gonçalves – Engenheiro Florestal Carolina Abreu – Engenheira Florestal Cristiano Lanza – Engenheiro Florestal Cristiano Roberto de Souza Almeida – Biólogo Dimas Vital Sabioni Resck – Engenheiro Florestal Guilherme Acedo Scorza – Agrônomo Gustavo Bortoletto – Agrônomo Jorge Djalma Rodrigues Filho – Agrônomo José Fábio Camolesi – Mestre em Engenharia Florestal José Carlos Martins – Biólogo Leandro Moraes Campos – Engenheiro Florestal Luis Fernando Rocha Borges – Doutorando em Engenharia Florestal Luiz Czank Junior – Engenheiro Florestal Marina de Lourdes Camolesi – Engenheira Florestal Mauro Sérgio Rangel – Engenheiro Florestal Rafael Costa Mariano – Engenheiro Florestal Rafael Guimarães Alves – Engenheiro Florestal Raphael Medina Gomes de Andrade – Engenheiro Florestal Romildo Klippel – Engenheiro Florestal Sérgio Teixeira da Silva – Mestrando em Engenharia Florestal Vanete Maria de Melo Pavan – Mestre em Engenharia Florestal Vivian de Oliveira Silva – Bióloga Técnico em Laboratório Antonio Claret de Matos Secretária Gláucia A. Souza – Administradora de Empresas Bolsistas participantes do Projeto Aline Cristina do Carmo Álvaro Augusto Vieira Soares Ana Paula da Costa Marques Ana Paula Sartório de Azevedo Ana Pimenta Ribeiro Andressa Ribeiro Antonio Carlos de Souza Couto Júnior Augusto Morais Ferrão Carla Mendonça Lara Carlos Augusto Zangrando Toneli Carolina Souza Jarochinski e Silva Cristiane Riquetti Corsini Daniela Duarte Ventura Melo Daniele Aparecida Alvarenga Arriel Denis Aristides C. Conrado Edson Aquiles de Assis Elias Bruno de Castro Lasmar Elton Magno de Freitas Emanoel José Gomes de Araújo Èrica Fernanda da Cruz Felipe Carísio Scalia Azevedo Frederico Pereira Reis Gustavo Antomar Bastista Gontijo Iúri de Castro Ramos Ivayr Dieb Farah Netto Jaqueline Damiany Portela Juliana Pierangeli Fonseca Kleber Barbosa Ferreira Luca Araújo Egas Prieto Lucas Soares Amaral Luiz Carlos Hipólito Júnior Leandro Silva Rodrigues Luiz Henrique Victor Alvarenga Marília Gabriela Alencar de Morais Marília Salgado Martins Matheus Henrique Nunes Matheus Caetano R de Andrade Mayka Érika Silva Patrícia Nádia Nascimento Patrícia Vieira Pompeu Reinaldo Frederico de S. Montalvão Ronaldo Aparecido da Silva Rossi Allan Silva Sávio Gouvêa de Freitas Suzana Rodrigues Vieira Tassia Alves Costa Thais Olitta Basso Thomaz Chaves de A. Oliveira Tiago Sousa Vieira Vanessa Thais Felipe Pimentel Willian Lucas Paiva Estagiários participantes do Projeto Universidade Federal de Lavras Alexandre Ometto Furlan Silva Ana Carolina Mattos Leite Ana Paula Lemos André Schatz Pellicciotti Artur Schmidt Capella Junqueira Bruno Almeida de Melo Bruno Ricardo Fernandes Bruno Rocha Antiqueira Caroline Junqueira Sartori Ceceo Chaves César Câmara Gonçalves Cristiane Faleiro Sidney Cristina Machado Borges Daniel Augusto Martins Corrêa Daniel Carlos Horle Daniel Coelho Ribeiro de Rezende Daniel Junior de Miranda Daniel Guedes Domingos Daniela Cunha de Sá Débora Mattos Guimarães Apgaua Débora Miyuki Yuassa Diogo Antônio Silva Dias Diogo Ferreira Ricardo Edson A. Schiavo Eduane José de Pádua Eduardo Augusto Agnellos Barbosa Emily Darc Andrade Santos Estela Mara de C. Ribeiro Estela Mara de Castro Ribeiro Evandro Marinho Siqueira Fábio Henrique Silva F. de Toledo Fábio Raphael Pascoti Bruhn Fábio Satoshi Higashikawa Fernanda Ribeiro Silva Fernando Henrique da Silva Souza Fransérgio de Paula Gomes Gabriel Biagiotti Gabriel Krushewisk Gabriel Rafael Vieira Gabriel Rocha Swerts Júnior Gabriel Willian Dias Ferreira Germano de Freitas Chagas Giordane Augusto Martins Givanildo Dias Quintão Guilherme Alvarenga Alves Guilherme Lage Pereira Guerra Guilherme Ribeiro Mendes Gonçalves Gustavo Henrique Batista Gustavo Salgado Martins Henrique Ângelus Guimarães Henrique Ribeiro Braga Humberto Duarte Ventura Melo Íon Araújo Sant’Anna Isabella Guimarães Lucinda de Carvalho Isaias Emílio Paulino do Carmo Ismael Antonio dos Santos Jean Carlos Ferreira Jéssica Rabelo Amaral João Paulo de Mesquita Joice Rodrigues de Mendonça Reis Julia Grasiele de Oliveira Araújo Juliano de Freitas Oliveira Juliano Salgado de Oliveira Julio Vilela Pires Kamila Lemos Costa Keila Cristina Novais Porto Leonardo Masamitsu Ogusuku Leonel Araújo da Silva Letícia Bonifácio Favaro Lucas Alves da Silva Lucas Lima dos Santos Lucas Siqueira Souza Luciano Manzan Mauzalto Luis Felipe Lima e Silva Luis Francisco de Miranda Júnior Maíra Reis de Assis Marcelo Florezi Filho Marcelo Sans Picinin Maurício Cezar Rezende Leite Júnior Maurílio B. Cardoso Michelle T. Sabundjian Milena Aparecida Ferrari Mateus Murilo Ferreira de Araújo Nadia Patrícia Oliveira Trindade Natalia Rezende Carvalho Natalie F. de Almeida Nathalia Ferreira e Silva Odilon Fuscaldi Filho Otávio Augusto Carvalho Nassur Paulo Dario C. Pinto Junior Paulo Henrique Costa e Silva Pedro Paulo Marcelino Abrão de Castro Pedro Reina de O. Gomes Perez Alves Correa Rafael Piola Rafaela Pereira Marus Raísa Cipresso Faria Raquel Stockmann Renan Akio Kamimura Renata Gabriela Villegas de Castro e Souza Ricardo Ralinovich Frotta Richieri Antonio Sartori Rogério Ferreira da Silva Rosângela Francisca de Paula Vitor Marques Rossi Allan Silva Saulo Rodrigues Castro Sidney Martins Filho Stella Vilas Boas Gonçalves Sue Ellen Ester Queiroz Tarcísio de Freitas Pereira Thais Oliveira do Carmo Thiago Gomes Gontijo Thiago Magalhães Meireles Thiago Musmann de Carvalho Vanessa Martins Vicente Simões de Sales Dias Vinicius Augusto Morais Vinicius Gontijo Rodrigues Roque Wellington Guimarães de Oliveira Wilson Leonel de Urzedo Junior Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha e Mucuri Aremita A. Vieira dos Reis Catherine Aparecida Tavares Sá César Gomes Vieira Ednilde Afonso Fernandes Everton Hermes Caldeira Dias Jonas Gomes Egidio Josiane Silva Bruzinga Juliana Cristina da Silva Juliano Henrique Brandão Luiz Cezar Silva Rocha Nathália Freire de Oliveira Roberto Dayrell Ribeiro da Glória Escola Técnica Limassis – Delfim Moreira/MG André Luiz Silva Caio Cesza Mota Farias Carla Fabiana Guimarães Cláudio Luiz Silva Conrad Denis Cleber Souza Estevão Gonçalves Leite Ivan Venâncio de Oliveira Nunes Jeanner William Salgado Moura Marcos Pereira Leite Miryan Silva de Oliveira Pires Ralph Gonçalves de Moura Unilavras Bruno José Lhorta Esper Daniele de Lima Carvalho Maria Gabriela da Cruz Pedroso Natalia Guimarães Neves Pedro Landi Kraus Pereira Túlio Montans Salviano de Paula Valério Lacerda Silva Universidade Federal de Viçosa Christiam Felipe Silva Maciel Marcelo Dias Teixeira Marcos Vinicius Menezes Vieira Renato Totti Maia William Ricardo Silva Maciel Escola Superior de Biologia e Meio Ambiente – Iguatama/MG Cristina Martins Simões Hudson Acácio de Faria João Marques Lima Fonseca Marcielena Santos Nascimento Paolo Werner Neves Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Ana Carolina Coutinho Moreira Luiz Guilherme Muniz Vieira Rodolfo Rodrigues Matheus FAEF – Garça/GO Eduardo Queiroz de Ávila Dalton Ribeiro Plínio Carielo Universidade Vale do Rio Verde – São Gonçalo do Sapucaí Diogo Barbosa Arantes Saulo Rodrigues Castro PUC – Campinas Renato Silva Gonçalves Victor Hugo Jardini Munhoz Universidade Federal de Ouro Preto Luana da Silva Freitas Universidade do Vale do Paraíba – Cruzeiro Simei Ribeiro de Souza Universidade Federal de Santa Catarina Giovane Camolesi Universidade de Passo Fundo Daniel Camolesi Ide CETmapp Vagner Araújo dos Santos AGRADECIMENTOS À Deus, que abençoou este projeto, não permitindo a ocorrência de acidentes ou problemas à equipe da UFLA e às nossas dezoito equipes de campo, nos três anos ininterruptos de exaustivos e doloridos trabalhos de campo. Aos homens dispostos a fomentar em Minas Gerais um modelo de desenvolvimento que se baseia na sensatez. Ao Dr. José Carlos de Carvalho e ao Dr. Humberto Candeias Cavalcanti, por terem confiado e acreditado na Universidade Federal de Lavras, permitindo que, mais uma vez, pudéssemos exercitar o lema “Ciência e Prática”, que tem sido o norteador desta instituição centenária. À Universidade Federal de Lavras pela oportunidade de executar este trabalho exaustivo, porém, gratificante. Aos Professores, pesquisadores, técnicos, estudantes, pessoal de apoio, envolvidos no Inventário Florestal, pela doação ao trabalho, pelo comprometimento com a causa de gerar conhecimentos sobre a flora nativa e os reflorestamentos existentes neste Estado, para sua melhor compreensão e para auxiliar na formulação de políticas publicas. Aos demais parceiros do Sistema Estadual de Meio Ambiente. Aos empreendedores rurais, pequenos, médios e grandes que souberam acreditar em nosso trabalho, permitindo-nos inventariar áreas de suas propriedades. À todos que direta ou indiretamente possibilitaram a construção do Inventário Florestal de Minas Gerais. E, às famílias de todos os integrantes de nossa equipe, por serem magnânimas em todas as etapas deste projeto. José Roberto Scoforo Coordenador Geral APRESENTAÇÃO DO INVENTÁRIO FLORESTAL DE MINAS GERAIS José Carlos de Carvalho Humberto Candeias Cavalcanti Antonio Nazareno Guimarães Mendes José Roberto Scolforo A informação com qualidade, precisão e prioridade, tem se tornado cada vez mais, uma importante ferramenta para a definição de políticas públicas e de estratégias para a aplicação dos instrumentos de comando e controle no que concerne aos remanescentes florestais. Por esse motivo, o Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD), e do Instituto Estadual de Florestas (IEF), em conjunto com instituições de pesquisa e organizações da sociedade civil, vem, desde 2003, implementando um dos mais modernos sistemas de informações georreferenciadas do país. A retomada do monitoramento periódico da cobertura vegetal em parceria com a Universidade Federal de Lavras (UFLA), já em sua terceira edição, possibilita avaliar quantitativamente, de dois em dois anos, a situação da vegetação natural e das florestas produtivas do território do estado de Minas Gerais. As informações geradas são subsídios importantes, principalmente as que indicam as regiões submetidas a maior pressão antrópica, uma vez que permitem ao IEF priorizar suas ações e direcionar as atividades de fiscalização, proporcionando uma redução no índice de desflorestamento, como ocorreu nos anos de 2006 e 2007. A elaboração do inventário das florestas de Minas, finalizado pela UFLA e entregue em 2008, gerou uma série de informações em relação à qualidade de nossos remanescentes florestais, inclusive relacionadas à determinação do estoque de carbono e ao acompanhamento contínuo do desenvolvimento das florestas, por meio de medições nas parcelas permanentes que foram estabelecidas. A atualização das listas de espécies da fauna e da flora ameaçadas de extinção e do Atlas das Áreas Prioritárias para a Criação de Unidades de Conservação, elaborados em convênio do IEF com a Fundação Biodiversitas, determinou a implantação de um amplo programa de proteção da biodiversidade, internalizado em um Projeto Estruturador de Governo, com orçamento, recursos, metas e estratégias bem definidas até o ano de 2011, e que implicará na duplicação, estruturação e regularização fundiária das áreas protegidas do Estado. A construção do Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado de Minas Gerais, ação conjunta da SEMAD - UFLA tem possibilitado o aprimoramento dos processos de licenciamento ambiental das atividades produtivas, permitindo, além da desburocratização dos procedimentos, a aplicação do conhecimento macro de cada microregião do Estado, o que gera maior segurança para as tomadas de decisão, principalmente dos conselheiros do COPAM. O Inventário Florestal do Estado de Minas Gerais, que colocamos à disposição da sociedade mineira, fruto de mais uma parceria com a Universidade Federal de Lavras, complementa, de forma essencial, o conjunto de informações fundamentais para o desenvolvimento das atividades do Instituto Estadual de Florestas, e de outras esferas de governo. Levantamentos anteriores já permitiram conhecer a quantidade e a localização das áreas desmatadas, bem como a qualidade dos remanescentes. Com mais esse importante instrumento, será possível identificar e determinar os principais atores e as principais causas que levam à alteração do uso do solo mineiro e ao empobrecimento de sua diversidade biológica. A partir daí, pode-se interferir de forma decisiva nos processos produtivos, afim de buscar um permanente e verdadeiro desenvolvimento sustentável. Esta publicação disponibiliza apenas parte dos resultados consolidados do Inventário Florestal do estado de Minas Gerais. Outras seis obras e um portal, especificados a seguir, também estão sendo publicadas. Inventário Florestal de Minas Gerais: Monitoramento da Flora Nativa 2005 – 2007. Este volume da série “Inventário Florestal de Minas Gerais” contém a apresentação das geotecnologias, o detalhamento dos métodos, a tabulação das estatísticas e os mapas temáticos, necessários para as próximas etapas do inventário. No primeiro capítulo, apresentam-se os procedimentos usados para detectar modificações na cobertura da superfície terrestre. No segundo capítulo, descrevemse os métodos de análise espacial realizadas no sistema de informações geográficas e as estatísticas da cobertura do solo para os municípios, unidades administrativas do IEF e bacias hidrográficas de Minas Gerais. No terceiro capítulo, descrevem-se os procedimentos de amostragem e a metodologia utilizada para aferir os resultados da classificação e da detecção de mudanças. Por fim, as tendências de conversão do uso do solo no Estado são apresentadas e discutidas no último capítulo. Inventário Florestal de Minas Gerais - Monitoramento dos Reflorestamentos e Tendências da Produção em Volume, Peso de Matéria Seca e Carbono Este volume da série “Inventário Florestal de Minas Gerais” contém a apresentação das geotecnologias, a tabulação das estatísticas e os mapas temáticos necessários para as próximas etapas do inventário. São descritos os métodos de análise espacial feitas no sistema de informações geográficas e as estatísticas da cobertura do solo para os municípios, unidades administrativas do IEF e bacias hidrográficas de Minas Gerais. Procurou-se, também, com as bases de dados cedidas pela grande maioria das empresas florestais, apresentar tendências da produção em volume, peso de matéria seca e estoque de carbono, expressas por conjunto de Sub-Bacias Hidrográficas. A abordagem metodológica adotada é moderna e consistente porém, o desenvolvimento do estudo consistiu em gerar equações lastreadas em banco de dados genéricos para subsidiar o administrador no estabelecimento de políticas públicas e/ou possibilitar a empreendedores privados ou não, conhecer a tendência da produção média, por macrorregião, no estado de Minas Gerais. Não é objetivo dessa publicação resolver ou apresentar solução para problemas de planejamento de curto, médio e longo prazo para as empresas florestais em temas como: planejamento de corte/colheita, realizar análises econômicas ou gerar planos de suprimento. Por possuírem especificidades em relação a materiais genéticos de que dispõem, microrregiões em que se situam, métodos silviculturais e sistemas de manejo em níveis tecnológicos compatíveis com suas atividades, entre outros. As empresas devem desenvolver sistemas de informação que atendam às suas necessidades. Inventário Florestal de Minas Gerais: Espécies Arbóreas da Flora Nativa Este volume da série “Inventário Florestal de Minas Gerais” contempla informações taxonômicas e sobre o hábito, a distribuição e o estado de conservação de mais de 2.401 espécies, referencia nomes regionais, aborda as novas espécies que foram descobertas e outras espécies que, provavelmente, também foram descobertas no Inventário Florestal de Minas Gerais. Além disso, o livro considera 62 espécies cuja ocorrência ainda não havia sido identificada pela comunidade científica, em Minas Gerais, e tem a pretensão de ser um manual de consulta rápida dos técnicos que atuam na área ambiental, em especial na florestal. Inventário Florestal de Minas Gerais - Equações de Volume, Peso de Matéria Seca e Carbono para Diferentes Fisionomias da Flora Nativa Este volume da série “Inventário Florestal de Minas Gerais”, apresenta equações ajustadas para estimar o volume total e o volume de fuste, com e sem casca. Elas permitem inferir sobre o volume de galhos, a porcentagem de casca, o peso de matéria seca e o teor de carbono contido nas plantas. Também, são realizadas análises da similaridade dessas variáveis entre as diferentes regiões das fitofisionomias Cerrado Sensu Stricto, Cerradão, Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila e Floresta Estacional Decidual. Equações também foram ajustadas para estimar o volume, o peso de matéria seca e o teor de tanino nas espécies Anadenanthera colubrina (Benth.) Brenan (angico vermelho) e Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville (barbatimão), a cortiça em Kielmeyera coriacea (pausanto), a produção de óleo em Eremanthus erythropappus (Benth.) (candeia), e o sistema radicular de Eucalyptus spp, e das espécies do Cerrado e da Floresta Estacional Decidual, entre outros. Inventário Florestal de Minas Gerais - Floresta Estacional Semidecídual e Ombrófila: Florística, Estrutura, Diversidade, Similaridade, Distribuição Diámetrica e de Altura, Volumetria, Tendências de Crescimento e Áreas Aptas para Manejo Florestal Este volume da série “Inventário Florestal de Minas Gerais” foi desenvolvido especificamente para os que têm interesse em conhecer o Domínio Atlântico. De um total de 4.456 parcelas, dispersas nos 169 fragmentos mensurados no Estado, 2.122 se situam no Domínio Atlântico, nas fisionomias Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Ombrófila. Nessa obra, constituída de dez capítulos, abordase a caracterização e a amostragem das áreas inventariadas, a definição dos grupos fisionômicos e a lista de espécies indicadoras desses grupos. Além disso, analisou-se a composição florística das fisionomias e dos grupos fisionômicos, a suficiência amostral que valida as inferências feitas nos diversos capítulos dessa publicação, a estrutura fitossociológica dos fragmentos amostrados e dos grupos fisionômicos, a diversidade da flora, a similaridade existente entre a flora identificada nos fragmentos, a equabilidade, a estrutura diamétrica e de altura dos fragmentos e das espécies mais plásticas, as tendências de crescimento das espécies mais plásticas o inventário quantitativo por fragmento e por fisionomia e as áreas com aptidão para manejo na Floresta Estacional Semidecidual e na Floresta Ombrófila. Inventário Florestal de Minas Gerais - Floresta Estacional Decidual: Florística, Estrutura, Diversidade, Similaridade, Distribuição Diamétrica e de Altura, Volumetria, Tendências de Crescimento e Áreas Aptas para Manejo Florestal Este volume da série “Inventário Florestal de Minas Gerais” foi desenvolvido especificamente para os que têm interesse em conhecer o Domínio da Caatinga. De um total de 4.456 parcelas, dispersas nos 169 fragmentos mensurados no Estado, 571 se situam no Domínio da Caatinga, na fisionomia Floresta Estacional Decidual. Nessa obra, constituída de dez capítulos, aborda-se a caracterização e a amostragem das áreas inventariadas, a definição dos grupos fisionômicos e a lista de espécies indicadoras desses grupos. Além disso, analisou-se a composição florística da fisionomia e dos grupos fisionômicos, a suficiência amostral que valida as inferências feitas nos diversos capítulos dessa publicação, a estrutura fitossociológica dos fragmentos amostrados e dos grupos fisionômicos, a diversidade da flora, a similaridade existente entre a flora identificada nos fragmentos, a equabilidade, a estrutura diamétrica e de altura dos fragmentos e das espécies mais plásticas, as tendências de crescimento das espécies mais plásticas, o inventário quantitativo por fragmento e por fisionomia e as áreas com aptidão para manejo na Floresta Estacional Decidual. Portal do Inventário Florestal: www.ief.mg.gov.br/inventarioflorestal www.lemaf.ufla.br/inventarioflorestal O Portal funciona como um mecanismo de disseminação das informações geradas pelo Inventário Florestal de Minas Gerais. Ele se baseia no conceito de visualização de dados geográficos via Internet ou Intranet, por meio da própria interface web: o Browser do sistema operativo. Todo o conteúdo do Portal tem um banco de dados espaço-temporal onde se encontra as informações relativas ao inventário florestal e, também, ao mapeamento realizado no estado de Minas Gerais. O Portal funcionará com uma interface amigável, em que será possível ao usuário realizar consultas diversas na base de dados do inventário, por meio de pesquisas tabulares e espaciais. Essas pesquisas retornam às informações em formato de mapas, gráficos e tabelas, de maneira a auxiliar a gestão ambiental do Estado. Todo o conteúdo do Portal será de domínio publico. Sumário CAPÍTULO I AMOSTRAGEM E CARACTERIZAÇÃO DOS FRAGMENTOS INVENTARIADOS DISTRIBUIÇÃO DOS FRAGMENTOS NO ESTADO DE MINAS GERAIS CARACTERIZAÇÃO DOS FRAGMENTOS INVENTáRIO FLORESTAL - AMOSTRAGEM INVENTÁRIO FLORESTAL – COLETA DE DADOS 1.4.1 Contorno do fragmento com GPS e lançamento das parcelas 1.4.2 Demarcação da parcela 1.4.3 Árvores limitrofes 1.4.4 Controle das plantas na parcela 1.4.5 Medição da circunferência 1.4.6 Medição da altura 1.4.7 Identiicação botânica 1.4.8 Herborização das exsicatas 1.5 síntese 1.1 1.2 1.3 1.4 1 9 71 72 72 73 73 73 74 74 75 76 76 CAPÍTULO II 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 2.7 DEFINIÇÃO DE GRUPOS FISIONÔMICOS PARA OS FRAGMENTOS INVENTARIADOS MATRIZ DE PRESENÇA E AUSÊNCIA DA FLORA MATRIZ DE DENSIDADE (D) MATRIZ DE DOMINÂNCIA (G) ANÁLISE DIVISIVA (TWINSPAN) GRUPOS FISIONÔMICOS DEFINIÇÃO DE ESPéCIES INDICADORAS SÍNTESE 79 79 80 81 107 108 132 CAPÍTULO III 3.1 3.2 3.3 3.4 COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA DOS FRAGMENTOS INVENTARIADOS CARACTERIZAÇÃO FLORÍSTICA DA FISIONOMIA CAMPO CERRADO CARACTERIzAÇÃO FLORÍSTICA DA FISIONOMIA CERRADO SenSu Stricto CARACTERIzAÇÃO FLORÍSTICA DA FISIONOMIA CERRADÃO SÍNTESE 135 142 159 168 CAPÍTULO IV 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 SUFICIÊNCIA AMOSTRAL PARA VEGETAÇÃO DOS FRAGMENTOS AMOSTRADOS PROCEDIMENTO báSICO TEOREMA DO LIMITE CENTRAL MÉTODO DA REGRESSÃO LINEAR DE PLATÔ DETERMINAÇÃO DA SUFICIÊNCIA AMOSTRAL SÍNTESE 171 171 172 173 188 CAPÍTULO V 5.1 5.2 5.3 5.4 5.5 5.6 5.7 5.8 ANÁLISE DA ESTRUTURA FITOSSOCIOLÓGICA DOS FRAGMENTOS INVENTARIADOS E DOS GRUPOS FISIONÔMICOS DESCRITORES QUANTITATIVOS DO INVENTÁRIO FLORESTAL PARA GRUPOS FISIONÔMICOS ESTRUTURA HORIZONTAL DO CAMPO CERRADO, CERRADO SENSU SCRICTO E CERRADÃO. ESTRUTURA DO GRUPO FISIONÔMICO I ESTRUTURA DO GRUPO FISIONÔMICO II ESTRUTURA DO GRUPO FISIONÔMICO III ESTRUTURA DO GRUPO FISIONÔMICO IV ESTRUTURA DO GRUPO FISIONÔMICO V SÍNTESE 192 195 198 203 208 213 215 221 6.1 6.2 6.3 6.4 6.5 CAPÍTULO VI DIVERSIDADE, EQUABILIDADE E SIMILARIDADE DOS FRAGMENTOS INVENTARIADOS DIVERSIDADE GRUPOS FISIONÔMICOS GRADIENTE DE DIVERSIDADE SIMILARIDADE SÍNTESE 223 228 229 243 264 CAPÍTULO VII ESTRUTURA DIAMÉTRICA E DE ALTURA NO CERRADO 7.1 DISTRIBUIÇÃO DIAMÉTRICA 7.1.1 Campo Cerrado 7.1.2 Cerrado Sensu Stricto: cerrado típico e cerrado denso 7.1.3 Cerradão 7.2 DISTRIBUIÇÃO DE ALTURA 7.2.1 Campo Cerrado 7.2.2 Cerrado Sensu Stricto: cerrado típico e cerrado denso 7.2.3 Cerradão 7.3 DISTRIBUIÇÃO DE ALTURA E DIÂMETRO PARA AS FITOFISIONOMIAS 7.4 DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA 7.4.1 Avaliação das distribuições 7.4.1.1 Campo Cerrado 7.4.1.2 Cerrado Sensu Stricto 7.4.1.3 Cerradão 7.5 SÍNTESE 267 267 274 287 299 299 306 319 332 333 333 334 336 356 358 177 CAPÍTULO VIII VOLUmeTrIA, PesO de mATérIA seCA e CArbOnO 8.1 AmOsTrAgem em dOIs esTágIOs COm As UnIdAdes dO PrImeIrO esTágIO COm TAmAnhOs dIFerenTes 8.1.1 Formulação de análise 8.1.1.1 Número médio de unidades do segundo estágio por compartimento 8.1.1.2 Média da amostra 8.1.1.3 Média da amostra para a iésima unidade do primeiro estágio 8.1.1.4 Total da amostra para o iésimo compartimento 8.1.1.5 Característica de interesse da população 8.1.1.6 Variância da população 8.1.1.7 Informações sobre a característica de interesse por parcela 8.1.1.8 Informações sobre a variância da média por parcela 8.2 esTATÍsTICAs gerAIs dO InVenTárIO FLOresTAL 8.2.1 Campo Cerrado 8.2.2 Cerrado Sensu Stricto 8.2.3 Cerradão 8.3 AnáLIse dO InVenTárIO 8.3.1 Campo Cerrado 8.3.2 Cerrado Sensu Stricto 8.3.2.1 Cerrado Típico 8.3.2.2 Cerrado denso 8.3.3 Cerradão 8.4 esTágIOs de regenerAÇÃO e de AnTrOPIZAÇÃO dO CerrAdO. COmO IdenTIFICá-LOs? 8.5 esTATÍsTICAs POr CLAsse de dIÂmeTrO 8.6 SÍNTESE 363 363 363 363 363 363 363 363 364 364 364 364 368 374 378 378 380 380 387 390 391 399 438 CAPÍTULO IX TRAJETÓRIAS DE CRESCIMENTO DE ESPÉCIES DO CERRADO 9.1 O ESTUDO DE CRESCIMENTO DAS ÁRVORES 9.2 AJUSTE DAS EQUAÇÕES PARA CRESCIMENTO MÉDIO E ACELERADO 9.2.1 Opção de Condit, Huber e Foster 9.2.2 Opção de Thiersch e Scolforo 9.2.2.1 Primeira opção de modiicação 9.2.2.2 Segunda opção de modiicação 9.3 RESULTADOS 9.3.1 Crescimento das espécies 9.4 SÍNTESE 441 442 442 443 443 445 447 447 458 CAPÍTULO X 10.1 10.2 10.3 10.4 MANEJO DO CERRADO, UMA ABORDAGEM CIENTÍFICA EsTUDO DOs PLANOs DE MANEJO DO CERRADO EM MINAs GERAIs 461 EXPERIMENTO DE MANEJO DO CERRADO NO MUNICÍPIO DE CORAçãO DE JEsUs 463 EXPERIMENTO DE MANEJO DO CERRADO NO MUNICÍPIO DE BRAsILâNDIA 470 MUNICÍPIOs DE MINAs GERAIs ONDE A vEGETAçãO TEM POTENCIAL PARA O MANEJO FLOREsTAL 488 10.5 EXEMPLO DE MANEJO 495 10.5.1 Informações gerais. 495 10.5.1.1 Qualificação do requerente/elaborador/executor: 495 10.5.1.1.1 Requerente 495 10.5.1.1.2 Elaborador 495 10.5.1.1.3 Executor 495 10.5.1.2 Identificação da propriedade 495 10.5.1.2.1 Denominação 495 10.5.1.2.2 Município 495 10.5.1.2.3 Localização/Logradouro 495 10.5.1.2.4 Título de propriedade/posse (matrícula/registro, escritura, e outros admitidos em Lei) 495 10.5.1.2.5 Contrato de arrendamento, comodato e outros admitidos em Lei, quando em propriedade de terceiros 495 10.5.1.2.6 - Croqui de localização e acesso à propriedade 495 10.5.1.2.7 Vista aérea da propriedade 496 10.5.2 Objetivos e justificativas do manejo florestal 497 10.5.2.1 Objetivos: discorrer sobre os objetivos propostos no plano de manejo florestal 497 10.5.2.2 Justificativas Técnica, Ambiental e Sócio-Econômica 497 10.5.2.2.1 Justificativa ambiental e sócio-econômica 497 10.5.2.2.2 Justificativa Técnica 498 10.5.3 Caracterização do projeto 498 10.5.3.1- Meio físico 498 10.5.3.1.1 Clima 498 10.5.3.1.2 Solos 498 10.5.3.1.3 Hidrografia 499 10.5.3.1.4 Topografia 499 10.5.3.2 Meio biótico 499 10.5.3.2.1 Vegetação 499 10.5.3.2.2 Fauna 503 10.5.3.2.3 Meio sócio-econômico 506 10.5.4 Manejo florestal 507 10.5.4.1 Planta de localização (croqui de acesso) 507 10.5.4.2 Planta topográfica georreferenciada planimétrica ou planialtimétrica da propriedade, contendo 507 10.5.4.2.1 Área total da propriedade 507 10.5.4.2.2 Área de Preservação Permanente e Reserva Legal 507 10.5.4.2.3 Área com cobertura vegetal nativa 507 10.5.4.2.4 Área a ser manejada 507 10.5.4.2.5 Área de pastagens, agricultura, reflorestamento, infra-estrutura, hidrografia, rede viária e rede de alta tensão 508 10.5.4.2.6 Localização das unidades amostrais 508 10.5.4.2.7 Localização das parcelas permanentes de controle 509 10.5.4.2.8 Localização e identificação dos talhões a serem manejados 509 10.5.4.2.9 Localização, se for o caso, de Unidades de Conservação adjacentes ou inclusas à propriedade 510 10.5.4.2.10 Confrontantes 510 10.5.4.2.11 Coordenadas geográficas 510 10.5.4.2.12 Localização dos pátios de estocagem 510 10.5.4.2.13 Localização das baterias de fornos, se for o caso 510 10.5.4.3 Inventário Florestal 510 10.5.4.3.1 Relações volumétricas utilizadas 510 10.5.4.3.1.1 Definição do método de amostragem utilizado 511 10.5.4.3.1.2 Definição da intensidade amostral 511 10.5.4.3.1.3 Método de cubagem rigorosa utilizado pelo elaborador do Plano de Manejo e apresentação dos dados obtidos 511 10.5.4.3.1.4 Método utilizado para cálculo de estimativas de volume (equação volumétrica). 511 10.5.4.3.1.5 Descrição, conforme o método utilizado para seleção, das equações de volume testadas pelo elaborador do Plano de Manejo Florestal 511 10.5.4.3.2 Processo de amostragem 10.5.4.3.2.1 Definição das variáveis de interesse do Manejo Florestal e justificativas 10.5.4.3.2.2 Descrição e justificativas do processo de amostragem utilizado 10.5.4.3.2.3 Tamanho e forma das unidades amostrais 10.5.4.3.2.4 índices que caracterizam a estrutura da floresta 10.5.4.3.3 Análise dos dados estatísticos de amostragem 10.5.4.3.3.1 Estimativa da média volumétrica por unidade amostral em m3 e mst. 10.5.4.3.3.2 Estimativa do volume por hectare e de toda a população em m3 e mst. 10.5.4.3.3.3 Variância. 10.5.4.3.3.4 Desvio-padrão. 10.5.4.3.3.5 Volume médio. 10.5.4.3.3.6 Valor de “T” de student a 90% de probabilidade. 10.5.4.3.3.7 Erro-padrão da média. 10.5.4.3.3.8 Coeficiente de variação. 10.5.4.3.3.9 Limite do erro de amostragem admissível de 15%, ao nível de 90% de probabilidade. 10.5.4.3.3.10 Erro calculado de amostragem. 10.5.4.3.3.11 Intervalos de confiança. 10.5.4.3.3.12 Outros dados que caracterizam a vegetação amostrada. 10.5.4.3.4 Relatórios de resultados para atender aos objetivos do Manejo Florestal. 10.5.4.3.4.1 Lista de espécies. 10.5.4.3.4.2 Número de árvores: por espécie, por classe de diâmetro e por hectare. 10.5.4.3.4.3 Área basal, volume e freqüência por espécie e por classe de diâmetro 10.5.4.3.4.4 Área basal, volume e freqüência por unidade da amostra (parcela) e por classe de diâmetro 10.5.4.4 Sistema silvicultural e níveis de intervenção. 10.5.4.4.1 Unidades de Produção 10.5.4.4.2 Nível de intervenção 10.5.4.4.3 Monitoramento 10.5.4.4.4 Ciclo de corte 10.5.4.4.5 Relatório pós a exploração 10.5.4.5 Sistema de exploração. 10.5.4.5.1 Planejamento da exploração. 10.5.4.5.2 Percentual de exploração anual 10.5.4.5.3 Definição de volume a ser explorado 10.5.4.5.4 Estoque remanescente 10.5.4.5.5 Derrubada, baldeio e transporte. 10.5.4.5.6 Cronograma de execução das operações de exploração. 10.5.4.5.7 Espécies protegidas de corte 10.5.4.5.8 Descrição dos tratos silviculturais. 10.5.5 Análise dos impactos ambientais prováveis e propostas mitigadoras. 10.5.6 Controle da área 10.5.7 Bibliografia. 10.5.8 Relação dos documentos que deverão ser anexados. 10.5.8.1 Requerimento do interessado, solicitando autorização para executar manejo florestal. 10.5.8.2 Documento que comprove a propriedade. 10.5.8.3 Anotação de responsabilidade técnica - art de elaboração, execução e assistência técnica do projeto. 512 512 512 512 512 516 517 517 517 517 517 517 517 517 517 517 517 518 518 518 521 523 528 535 535 542 543 543 543 543 544 544 544 560 560 560 562 564 564 564 564 564 564 564 564 10.5.8.4 Termo de responsabilidade de preservação de florestas da reserva legal, averbado na matrícula do registro do imóvel. 564 10.5.8.5 Termo de responsabilidade de manutenção de floresta, objeto do manejo, averbado na matrícula do registro do imóvel, pelo período de rotação compatível, assinado pelo proprietário da área e pela autoridade florestal. 10.5.8.6 Comprovante de pagamento do emolumento de análise e vistoria. 564 564 10.5.8.7 Contrato de arrendamento ou comodato (se for o caso), registrado em cartório de registro de imóvel. 565 10.5.8.8 Em todos os casos, as fichas de campo deverão permanecer em posse do elaborador/executor, à disposição do IEF, durante o período de análise e execução do plano de manejo florestal, (observação: as unidades amostrais devem ficar demarcadas no campo, para fins de vistoria). 10.5.8.9 Planta topográfica planimétrica ou planialtimétrica. 565 565 10.5.8. 10 As planilhas de campo contendo os dados necessários para cálculo de volume, cubagem rigorosa, e fatores de conversão, compatível com excel, juntamente com o plano de manejo florestal, compatível com word, devem ser obrigatoriamente entregues no formato digital, excetuando-se as plantas topográficas 565 10.5.9 Equipe 10.6 SÍNTESE 565 568 REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO 571 ANEXOS ANEXO A ANEXO B 575 725