7.º Congresso Português
de Hipertensão e Risco
Cardiovascular Global
prevenção e/ou tratamento
do doente de risco
063-2013
cardiovascular?
2
| prevenção e/ou tratamento do doente de risco cardiovascular?
Por ocasião do 7.º Congresso Português de Hipertensão e Risco Cardiovascular Global, que
decorreu de 28 de fevereiro a 3 de março, no Hotel Tivoli Marinotel, em Vilamoura, a Jaba Recordati organizou o simpósio satélite “Prevenção e/ou
tratamento do doente de risco cardiovascular?
A eficácia terapêutica aliada à eficácia económica!”. Este simpósio foi moderado pelo Dr. José Nazaré e contou com a participação do Prof. Doutor
Jorge Polónia, que abordou a temática “Hiperten-
prevenção e/ou
tratamento do
doente de risco
cardiovascular?
O Dr. José Nazaré começou por apresentar as
principais causas de mortalidade dos 56.000.000 óbi-
tos ocorridos durante o ano de 2000. O especialista
referiu que a hipertensão, o tabagismo e a dislipidemia constituem os principais fatores de risco que contribuem para a morte dos indivíduos. O especialista
alertou ainda que, “se associarmos estes três fatores,
existe um número considerável de doentes nesta
situa­
ção de maior risco, aumentando consideravel-
são”, e a participação do Dr. Alberto Mello e Silva,
mente a probabilidade de morrerem precocemente”.
que falou sobre “Dislipidemia”.
res de risco adicionais, sendo necessário otimizar a
Mais de 80% dos doentes hipertensos têm fato-
terapêutica do doente com hipertensão arterial e disli-
pidemia. Para tal, o orador referiu que “devem ser considerados os objetivos da terapêutica da hipertensão
arterial e da dislipidemia, avaliar qual a mais-valia da
utilização da terapêutica mais apropriada, na pers-
petiva de que é tão importante prevenir como tratar”.
Relativamente à abordagem da terapêutica de um
doente com hipertensão arterial e dislipidemia, se existi-
rem fatores de risco subjacentes, sobretudo se a obesidade estiver presente, é fundamental procurar que haja
perda de peso e prática de exercício físico. No contexto
de fatores de risco ditos metabólicos, o Dr. José Nazaré
referiu que ”há quatro fatores que nos preocupam”, no-
meadamente a dislipidemia aterogénica, a hipertensão
arterial, a hiperglicemia e o risco trombótico. Assim, é necessário adotar estratégias para cada um destes fatores.
Durante o simpósio, irão ser focados dois destes
fatores: a dislipidemia aterogénica e a hipertensão arDr. José Nazaré
terial.
prevenção e/ou tratamento do doente de risco cardiovascular?
Os objetivos do tratamento da hipertensão arte-
O Dr. José Nazaré resumiu a sua introdução apre-
rial incluem o controlo dos valores da pressão arte-
sentado a sua perspetiva sobre a lógica de tratar para
a prevenção da ocorrência de eventos. Os objetivos
hipertensão arterial e dislipidemia concomitantes
rial, com a finalidade de proteção dos órgãos-alvo e
do tratamento da dislipidemia incluem o controlo dos
valores dos lípidos, também com a finalidade da pre-
venção da ocorrência de eventos. Ambas as estratégias têm como finalidade melhorar o prognóstico cardiovascular.
Na perspetiva do Dr. José Nazaré, “é necessário
melhorar a adesão e a eficácia”. O especialista re-
feriu ainda que, “para que possamos ser eficazes,
é necessário que os doentes tomem os medica-
mentos”. Uma melhor adesão à terapêutica resulta
prevenir. Para o especialista, “tratar um doente com
é frequente, torna-se decisivo para que melhore o
prognóstico, mas, por vezes, não é fácil e implica
estratégias terapêuticas adequadas, com o objetivo de proteção cardiovascular e efeito benéfico
sobre a mortalidade”.
Tratamento da hipertensão
– Um doente tipo…
O Prof. Doutor Jorge Polónia iniciou a sua palestra
num decréscimo do risco de hospitalização, o que,
sobre tratamento da hipertensão com a apresentação
Em doentes com risco cardiovascular alto e muito
de 64 anos, com hipertensão arterial diagnosticada
segundo o especialista, é um aspeto fundamental.
alto deve privilegiar-se o tratamento com uma estatina. Ao nível da prevenção secundária, a terapêutica com estatinas é obrigatória, segundo as normas
orientadoras disponíveis.
O orador alertou que a melhor estratégia para o
de um caso clínico de um doente do sexo masculino,
aos 48 anos e tratada de forma irregular. O doente
abandonou a terapêutica diurética há um ano devido
ao desenvolvimento de disfunção erétil e reiniciou recentemente a terapêutica com enalapril 10 mg/dia.
Relativamente aos antecedentes familiares, o ir-
tratamento da hipertensão é o recurso a associações
mão desenvolveu um enfarte de miocárdio aos 48
terial resultante da combinação de dois fármacos de
aos 62. A média das várias medições da pressão ar-
terapêuticas, uma vez que a redução da pressão arclasses diferentes, com efeito sinérgico, é muito maior
que o dobro da dose de qualquer um deles.
Relativamente à dislipidemia, “há que conside-
rar as normas orientadoras disponíveis e os objeti-
anos e a mãe sofreu um acidente cerebral vascular
terial sistólica era de 149 mmHg e da diastólica de 97
mmHg. O índice de massa corporal do doente era de
34 Kg/m2 e a medida da cintura de 114 cm.
Foi solicitada uma avaliação analítica sumária, um
vos terapêuticos que se procuram alcançar em fun-
eletrocardiograma, um ecocardiograma e uma MAPA
ideal para o tratamento da dislipidemia deve dimi-
confirmada por ecocardiograma com HVE concêntrica
ção de cada doente”. Nesta perspetiva, um fármaco
nuir os níveis de colesterol LDL, ter efeito benéfico
sobre o colesterol HDL e triglicerídeos e apresentar
um número mínimo de efeitos secundários, com
vista a facilitar a adesão à terapêutica. Não deve
de 24 horas. O eletrocardiograma apresentava HVE
e disfunção diastólica do tipo restritivo. A MAPA de 24
horas apresentava um perfil diurno e noturno de maior
gravidade que as medições ocasionais sugeriam.
O especialista colocou então as questões: “Que
interagir com outros fármacos quando administra-
tratamento para a hipertensão arterial e para os
custo-eficácia, prevenir eventos e influir na morta-
sociação desde início?”; “Qual a opção perante a
dos concomitantemente, deve maximizar a relação
lidade.
restantes fatores de risco?”; “Monoterapia ou as-
insuficiência renal com microalbuminúria, HVE e
|3
4
| prevenção e/ou tratamento do doente de risco cardiovascular?
risco cardiovascular global?”; “O perfil de MAPA
hipertensos em Portugal, que incluiu 2299 indivíduos
ti-hipertensiva neste doente?”.
nível dos cuidados hospitalares, concluiu que a maio-
tem implicações sobre a estratégia terapêutica an-
O orador referiu que, neste doente, deve começar-
-se por intervir ao nível das medidas higiénicas e que
a metformina está indicada, uma vez que se trata de
elevado ou muito elevado.
Assim, num doente com estas características, se-
gundo as normas orientadoras de 2009, não faz senti-
que há estudos que concluem que a metformina sem
que o recomendado é o início da terapêutica com
intervenção no estilo de vida reduz o risco de desenvolver diabetes em 31%.
Para responder à questão monoterapia ou asso-
ciações, o especialista recorreu às normas orientadoras atuais e referiu que a próxima edição destas
não irão, na sua opinião, sugerir a intervenção em
indivíduos com pressão arterial sistólica de 120-129
ou pressão arterial diastólica de 80-84, independenJorge Polónia
ria dos indivíduos se encontra numa franja de risco
um caso de intolerância à glicose (o doente era obeso
e apresentava síndrome metabólica). E acrescentou
Prof. doutor
ao nível dos cuidados primários e 2028 indivíduos ao
do iniciar a terapêutica com apenas um fármaco, sendo
a associação de dois fármacos em doses baixas.
Um estudo de um grupo italiano publicado em 2011
comparou o recurso a associações terapêuticas com a
monoterapia na melhoria da proteção cardiovascular e
concluiu que a terapêutica de associação leva a maior
redução do risco cardiovascular que a monoterapia,
substanciando assim as normas orientadoras atuais.
Outro estudo, que consubstancia igualmente as
temente de outros fatores de risco ou doença, uma
recomendações atuais, publicado este ano, compa-
vamente ao caso apresentado, o Prof. Doutor Jorge
associações terapêuticas com uma estratégia de ado-
vez que não existe evidência nesse sentido. RelatiPolónia referiu que o doente apresentava um grau 1
de hipertensão (pressão arterial sistólica 140-159 ou
pressão arterial diastólica 90-99) e apresentava doen­
ça cardiovascular e renal estabelecida, sendo um doente de risco acrescentado muito alto.
Um estudo efetuado pelo grupo do especialista
para avaliar o risco cardiovascular global de doentes
rou a eficácia de uma estratégia de primeira linha com
ção da associação apenas à posteriori. Este estudo
concluiu que o uso de associações de início comparativamente com à posteriori associou-se a um menor
número de eventos cardiovasculares, devido ao mais
rápido atingimento dos alvos terapêuticos desejados.
O Prof. Doutor Jorge Polónia optou pela admi-
nistração de uma associação fixa de um antagonista dos canais de cálcio (ACC) com um inibidor
da enzima de conversão da angiotensina (IECA),
O Prof. Doutor Jorge Polónia acrescentou que
”em primeiro lugar, por este doente ter uma hi-
pertrofia ventricular esquerda, risco de diabetes,
“vários estudos têm vindo a demonstrar que,
microalbuminúria, logo um elevado risco cardio-
quando se associa a lercanidipina a um inibidor do
nomeadamente o facto de esta associação atrasar
sistema renina-angiotensina, há uma amplificação
do efeito antiproteinúrico”.
vascular”. E apresentou ainda outros argumentos,
o desenvolvimento da diabetes, ao contrário dos
bloqueadores beta e diuréticos, o facto de a reversão HVE ser maior com este tipo de fármacos e com
base no estudo ACCOMPLISH.
Neste estudo, no qual foram incluídos doentes com
elevado risco cardiovascular, a associação IECA com
prevenção e/ou tratamento do doente de risco cardiovascular?
|5
NO CONTROLO
DA HIPERTENSÃO
NO CONTROLO
DA HIPERTENSÃO
UMA UMA
SUPER
COMBINAÇÃO
SUPER
COMBINAÇÃO
um ACC foi superior à associação do mesmo IECA
binação com agentes que estimulam o sistema
com o IECA permitiu ainda uma redução signifi-
Quanto à lercanidipina, o especialista referiu
com um diurético. Neste estudo, a associação ACC
renina-angiotensina”.
cativa do risco renal (cerca de 20%) e do risco car-
um estudo que comparou a lercanidipina com a
cialista, há dados que sugerem que estes resultados
da pressão arterial. A lercanidipina esteve as-
diovascular (cerca de 20%). De acordo com o espepoderão dever-se a um melhor controlo da pressão
arterial central e a uma menor variabilidade dos
valores da pressão arterial nos doentes que receberam o ACC. Os dois agentes complementam-se
uma vez que os ACC são conhecidos por serem
os medicamentos anti-hipertensivos que mais reduzem o risco de acidente vascular cerebral em
nifedipina e a amlodipina para a mesma redução
sociada a maior seletividade vascular, a menos
edemas, menos cefaleias e menos abandonos.
Ao contrário dos restantes ACC, a lercanidipina
permite ainda reduzir a albuminúria, diminuindo
a pressão intraglomerular, conforme comprovado através do estudo DIAL.
O Prof. Doutor Jorge Polónia acrescentou que
prevenção primária e os IECA pela sua capacidade
“vários estudos têm vindo a demonstrar que, quando
Relativamente à associação enalapril/lercani-
renina-angiotensina, há uma amplificação do efeito
de redução do risco de doença coronária.
dipina, o Prof. Doutor Jorge Polónia evocou vários
argumentos. Quanto ao enalapril, é o IECA com
mais prolongadas provas de benefício em doen-
se associa a lercanidipina a um inibidor do sistema
antiproteinúrico”. Para além do acima exposto, apontou ainda como argumento o fator preço.
Para este doente, o especialista optou pela dose
ça cardiovascular e, quando associado a diuré-
de enalapril 20 mg e lercanidipina 10 mg, administra-
trado controlo da pressão arterial ao longo de
a necessidade de uma inibição mais intensa do SRA
ticos ou ACC de longa ação, oferece um demons-
24 horas e “o seu efeito é amplificado em com-
da ao deitar, considerando o elevado risco do doen­te,
e o quadro de hipertensão arterial noturna (MAPA).
INFORMAÇÕES COMPATÍVEIS COM O RCM 1. NOME DO MEDICAMENTO e FORMA FARMACÊUTICA Zanipress 10 mg/10 mg e Zanipress 20 mg/10 mg, comprimidos revestidos por película 2. COMPOSIÇÃO
QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada comprimido contém 10 mg ou 20 mg de maleato de enalapril (equivalente a 7,64 mg ou 15,29 mg de enalapril) e 10 mg de cloridrato de lercanidipina (equivalente a 9,44 mg de
lercanidipina). 3. Indicações terapêuticas Tratamento da hipertensão arterial em doentes que não responderam adequadamente ao tratamento com lercanidipina 10 mg ou 20 mg respectivamente, administrada
isoladamente. 4. Posologia e modo de administração A dose recomendada é de um comprimido uma vez ao dia, preferencialmente de manhã, pelo menos 15 minutos antes da refeição. Nos idosos: dose dependente da
função renal. Insuficiência hepática: precaução nos doentes com insuficiência ligeira a moderada. Crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos: Não é recomendada a utilização. 5. Contra-indicações Hipersensibilidade às substâncias activas, aos IECA´s, às dihidropiridinas bloqueadoras de cálcio ou a qualquer um dos componentes do medicamento. Segundo e terceiro trimestres da gravidez . Obstrução do fluxo
INFORMAÇÕES COMPATÍVEIS
O RCM
1. NOME
DO MEDICAMENTO
e FORMA
FARMACÊUTICA
10 mg/10
mg instável.
e Zanipress
20 mg/10
comprimidos
revestidos
por película
2. COMPOSIÇÃO
ventricularCOM
esquerdo,
incluindo
estenose
aórtica. Insuficiência
cardíaca
congestiva nãoZanipress
tratada. Angina
de peito
No período
de mg,
1 mês
após um enfarte
do miocárdio.
Insuficiência
renal graveQUALITATIVA
(clearance daE
QUANTITATIVA Cada comprimido
10
mg
ou 20 mg
de maleato
(equivalente
a 7,64
mge ou
15,29 mg
de Inibidores
enalapril) efortes
10 mgdodeCYP3A4,
cloridrato
de
lercanidipina
(equivalente
9,44
mg de lercanidipina).
Indicações
INFORMAÇÕES
COMPATÍVEIS
O RCMde1.enalapril
NOME
DO MEDICAMENTO
FORMA
FARMACÊUTICA
Zanipress
10 mg/10
mg
e Zanipress
20
mg/10 amg,
comprimidos
revestidos3.por
película
2.
COMPOSIÇÃO QUALITAT
creatinina
<contém
30 ml/min)
e doentes
a COM
fazer
hemodiálise.
Insuficiência
hepática.
Co-administração
com:
Ciclosporina
e sumo
de toranja.
Antecedentes
de angioedema
causado
porterapêuticas
terapêutica
Tratamento da hipertensão
arterial
doentes
que nãohereditário
responderam
adequadamente
ao tratamento
com(equivalente
lercanidipina
10
mg
20 mgmg
respectivamente,
administrada
isoladamente.
Posologia
modo
de
administração
A dose
QUANTITATIVA
Cada
comprimido
contém 10
ou 20 mg
de maleato
de
enalapril
mg ouPrecauções
15,29
de
enalapril)
mgde:
de hipotensão
cloridrato
degrave
lercanidipina
(equivalente
a 9,44
mg
de lercanidipina).
3. Indicações terapê
anterior
comem
IECA’s.
Angioedema
ou mg
idiopático.
6. Advertências
e precauções
especiais ade7,64
utilização
especiais
eme 10
casos
com4.P.A.
sistólicae inferior
a 90
mmHg,
insuficiência
recomendada é de um comprimido
uma
ao dia, preferencialmente
de manhã,
pelo
menos 15 adequadamente
minutos antes daaorefeição.
Nos com
idosos:
dose dependente
da 20
função
renal. Insuficiênciaadministrada
hepática: precaução
nos doentes
com insuficiência
Tratamento
da vez
hipertensão
arterial
em doentes
que
nãopacemaker);
responderam
tratamento
lercanidipina
10
mg ou
mg respectivamente,
isoladamente.
4. Posologia
e modo
de administração A
cardíaca
descompensada;
doença
do
nódulo
sinusal
(sem
insuficiência
ventricular
esquerda
e
doença
isquémica
cardíaca,
insuficiência
renal
leve
a
moderada,
hipertensão
renovascular,
transplante
renal
ligeira a moderada. Crianças
e adolescentes
comcomprimido
idade inferior
a 18
é recomendadadea manhã,
utilização.
5.menos
Contra-indicações
- Hipersensibilidade
substâncias
activas, aosda
IECA´s,
dihidropiridinas
de cálcio
oudoentes
a
recomendada
é de um
uma
vezanos:
ao dia,Não
preferencialmente
pelo
15 minutos antes
da refeição. Nosàsidosos:
dose dependente
funçãoàsrenal.
Insuficiênciabloqueadoras
hepática: precaução
nos
com insufic
(Zanipress
não
recomendado),
insuficiência
hepática,
neutropénia/agranulocitose
e
anemia,
edema
angioneurótico,
doentes
com
reacções
anafilácticas
durante
a
dessensibilização
com
venenos
de
insectos
ou
durante
a
qualquer um dos componentes
medicamento.
Segundo
e terceiro trimestres
dainferior
gravidez
. Obstrução
fluxo ventricular
esquerdo, 5.
incluindo
estenose aórtica.
Insuficiência cardíaca
congestiva
não aos
tratada.
Angina
de peito instável.
No
ligeira do
a moderada.
Crianças
e adolescentes
com idade
a 18
anos: Nãodo
é recomendada
a utilização.
Contra-indicações
- Hipersensibilidade
às substâncias
activas,
IECA´s,
às dihidropiridinas
bloqueadoras
de cálcio
de LDL,
diabéticos,
aparecimento
de tosse
hipercaliémia,
doentes
ae cirurgia
ou
anestesia,
a fazeremesquerdo,
indutores
de Co-administração
CYP3A4,
lítio, diuréticos
poupadores
de potássio,
suplementos
de potássio
período de 1 mês após aferese
umqualquer
enfarte
do
Insuficiência
renal
graveou
(clearance
<submetidos
30 ml/min)
doentes
a fazer
hemodiálise.
Insuficiência
hepática.
com:Insuficiência
Inibidores
fortes
do CYP3A4,
Ciclosporina
e sumo
ummiocárdio.
dos componentes
do medicamento.
Segundodae creatinina
terceiro
trimestres
da gravidez
. Obstrução
do doentes
fluxo ventricular
incluindo
estenose
aórtica.
cardíaca
congestiva
não tratada.
Angina de peito instáv
e estramustina.
menor
eficácia
nos
doentes
de IECA’s.
raça negra.
Não
utilizar
em crianças,
grávidas
ou
durante
aleitamento,
nem
em
doentesInsuficiência
com
intolerância
à galactose,
deficiência
LappInibidores
à lactase
ou
mágrave
absorção
de toranja. Antecedentes
de
angioedema
causado
por
terapêutica
anterior
com
Angioedema
hereditário
idiopático.
6.ml/min)
Advertências
e precauções
especiais
de
utilização
Precauções
especiais
em casos
de:
hipotensão
com Ciclosporina e
período
de 1 Verifica-se
mês
após um
enfarte
do miocárdio.
Insuficiência
renal
grave
(clearance
da ou
creatinina
< 30
eodoentes
a fazer
hemodiálise.
hepática.
Co-administração
com:
fortes
do
CYP3A4,
glucose-galactose.
O álcool
deve
ser
evitado.
Poderádoença
haver
interferência
na com
fertilidade.
7.Angioedema
Interacções
medicamentosas
e outras
formas
de interacção
Maleato
de enalapril:
Diuréticos
(tiazidas,
diuréticos
da ansa,
P.A. sistólica inferior a 90
mmHg,
insuficiência
cardíaca
descompensada;
do nódulo
sinusal
(sem
pacemaker);
insuficiência
ventricular
esquerda
e doença
cardíaca,
insuficiência
renal
leve
a moderada,
hipertensão
de
toranja.
Antecedentes
de
angioedema
causado
por
terapêutica
anterior
IECA’s.
hereditário
ou idiopático.
6. Advertências
eisquémica
precauções
especiais
de utilização
Precauções
especiais
em
casos
de: hipotensão grav
renovascular, transplante
renal
(Zanipress
não recomendado),
insuficiência
hepática,
neutropénia/agranulocitose
anemia,
edema
angioneurótico,
doentes
comventricular
reacções
anafilácticas
duranteneurolépticos,
a dessensibilização
com
venenos
de insectos
P.A. sistólica
a 90suplementos
mmHg, insuficiência
cardíaca
doença do enódulo
sinusal
(sem
pacemaker); álcool;
insuficiência
esquerda
e doença
isquémica
cardíaca,
insuficiência
renal
leve
a moderada, hipert
poupadores
de inferior
potássio),
de potássio;
lítio; descompensada;
estramustina;
antidiabéticos;
AINE’s;
baclofeno;
ciclosporina;
amifostina;
certos
antidepressivos,
anestésicos,
narcóticos;
outros
ou durante a aferese deanti-hipertensores;
LDL,
diabéticos,transplante
aparecimento
tosse
ounão
hipercaliémia,
doentes
submetidos
a cirurgia
ou anestesia,
doentes aefazerem
indutores
de CYP3A4,
diuréticos
de potássio,
suplementos
de potássiocom
e venenos de ins
renovascular,
renalde
(Zanipress
recomendado),
insuficiência
hepática,
anemia,
edema angioneurótico,
doentes
com poupadores
reacções
anafilácticas
durante
a dessensibilização
corticosteróides,
tetracosactido
(sistémico);
alopurinol,
citostáticos
ouneutropénia/agranulocitose
agentes
imunossupressores,
corticosteroides
sistémicos
oulítio,
procainamida;
anti-ácidos;
simpaticomiméticos;
ácido acetilsalicílico
estramustina. Verifica-see menor
eficácia
nos doentes
de diabéticos,
raçaInibidores
negra.aparecimento
Não
utilizar em
ou durante
o aleitamento,
nem
emsubstratos
doentes
com
intolerância
à galactose,
deficiência
Lapp à lítio,
lactase
ou má
absorção
glucose-galactose.
ou durante
a aferese
de LDL,
decrianças,
tosse ou grávidas
hipercaliémia,
doentes
submetidos
a cirurgia
ou anestesia,
doentes astemizol,
a fazerem
indutores
de CYP3A4,
de
suplementos
de potá
trombolíticos;
ouro.
Lercanidipina:
(cetoconazol,
itraconazol,
ritonavir,
eritromicina,
troleandomicina),
(terfenadina,
fármacos
anti-arrítmicos
da diuréticos
classe
III -poupadores
amiodarona
e apotássio,
quinidina)
e
estramustina.
Verifica-se
menor
eficácia -nos
de raça
negra.- Não
utilizar
em crianças,
o álcool;
aleitamento,
nem
em doentes
com diuréticos
intolerância
à galactose,
deficiência
à lactase
ou8.
máEfeitos
absorção
glucose-gala
O álcool deve ser evitado.
Poderádohaver
interferência
na fertilidade.
7.doentes
Interacções
medicamentosas
e outras
formas grávidas
de interacção
Maleato
de enalapril:
Diuréticos
(tiazidas,
da
ansa,
poupadores
deLapp
potássio),
suplementos
de
indutores
CYP3A4
(anticonvulsivantes
fenitoína,
carbamazepina
e rifampicina);
ciclosporina;
sumooudedurante
toranja;
digoxina;
midazolam;
metoprolol;
cimetidina;
fluoxetina;
varfarina
e sinvastatina.
O antidiabéticos;
álcool deve serAINE’s;
evitado.baclofeno;
Poderá haver
interferência
na amifostina;
fertilidade. 7.
Interacções
medicamentosas
e outras
formas denarcóticos;
interacção outros
Maleatoanti-hipertensores;
de enalapril: Diuréticos
(tiazidas, diuréticos
da ansa,
poupadores
de potássio), suplement
potássio; lítio; estramustina;
ciclosporina;
álcool;
certos
antidepressivos,
neurolépticos,
anestésicos,
corticosteróides,
tetracosactido
(sistémico);
alopurinol,
indesejáveis
Zanipress
10mg/10
mg
Frequentes:
Tontura,
Vertigem
e
Tosse.
Pouco
frequentes:
Hipersensibilidade;
Dor
de
cabeça;
Palpitações
e
Taquicardia;
Hipotensão,
Colapso
circulatório;
Garganta
seca;
Dor
potássio; lítio; estramustina;
antidiabéticos;
AINE’s;
baclofeno; ciclosporina;
álcool;
amifostina; certos
antidepressivos,
anestésicos,
narcóticos;Inibidores
outros anti-hipertensores;
corticosteróides,
citostáticos ou agentes imunossupressores,
corticosteroides
sistémicos
ou procainamida;
anti-ácidos;
simpaticomiméticos;
ácido
acetilsalicíliconeurolépticos,
e trombolíticos;
ouro. Lercanidipina:
(cetoconazol, itraconazol,
ritonavir,tetracosactido
eritromicina, (sistémico); alop
abdominal
alta,
Náusea;
Dermatite,
Eritema,
Edema
labial,
Urticária;
Artralgia;
Poliúria,
Poliaquiúria;
Disfunção
eréctil;
Fadiga,
Astenia;
Diminuição
da
Hemoglobina
Zanipress
20
mg/10
mg
Frequentes:
Dor
de
cabeça,
citostáticos
ou agentes
imunossupressores,
corticosteroides
sistémicos
ou procainamida;
anti-ácidos;
simpaticomiméticos;
ácido acetilsalicílico
e trombolíticos;
ouro. Lercanidipina:
Inibidores
(cetoconazol,
itraconazol,
troleandomicina), substratos
(terfenadina,
astemizol,
fármacos anti-arrítmicos
da classe
III - amiodarona
e a quinidina)
e indutores
do CYP3A4 (anticonvulsivantes
- fenitoína,
carbamazepina
- e rifampicina);
ciclosporina;
sumo de
toranja; ritonavir, eritrom
Tontura,
Rubor, Tosse
e Edema
periférico.varfarina
Pouco
frequentes:
Angioedema;
Hipertrigliceridemia;
Palpitações
eVertigem
Hipotensão;
Dor Faringolaringea;
Dor
abdominal, Obstipação,
Dispepsia,
troleandomicina),
substratos
(terfenadina,
astemizol,
fármacos
anti-arrítmicos
da classe III
- amiodarona
e a quinidina)
e indutores
do CYP3A4
(anticonvulsivantes
carbamazepina
- e rifampicina);
ciclosporina; sumo de to
álcool; digoxina; midazolam;
metoprolol;
cimetidina;
fluoxetina;
e sinvastatina.
8. Efeitos Trombocitopénia;
indesejáveis
Zanipress
10mg/10
mg Ansiedade;
- Frequentes:
Tontura,
e Tosse.
Pouco- fenitoína,
frequentes:
Hipersensibilidade;
Dor de
cabeça;
Náusea,
Distúrbio
damidazolam;
língua;circulatório;
Eritema
e Rash;
Artralgia;
Noctúria;
Astenia
e Fadiga;
Sensação
de8.calor;
Aumento
de ALT Zanipress
elabial,
Aumento
de AST.
Enalapril
individualmente
Muito
raros: angioedema
intestinal.
Raros:Diminuição
neutropénia,
álcool;
digoxina;
metoprolol;
cimetidina;
fluoxetina;
varfarina
sinvastatina.
Efeitos
indesejáveis
10mg/10
mg - Frequentes:
Tontura,
Vertigem
e eréctil;
Tosse. Fadiga,
Pouco
frequentes:
Hipersensibilidade;
Dor de ca
Palpitações e Taquicardia;
Hipotensão,
Colapso
Garganta
seca;
Dor abdominal
alta,eNáusea;
Dermatite,
Eritema,
Edema
Urticária;
Artralgia;
Poliúria,
Poliaquiúria;
Disfunção
Astenia;
da
Palpitações
e agranulocitose,
Taquicardia;
Hipotensão,
Colapso
circulatório;
Garganta
Dor periférico.
abdominal
alta,
Náusea;
Dermatite,
Eritema,
Edema do
labial,
Artralgia;
Poliúria,
Poliaquiúria;
Disfunção
eréctil; alérgica,
Fadiga,
distúrbio
da
medula
óssea, Rubor,
pancitopenia,
distúrbioPouco
auto-imune;
sonhos
anormais,
distúrbios
sono;Urticária;
fenómeno
Raynaud’s;
infiltração
pulmonar,
rinite,
Hemoglobina Zanipresstrombocitopenia,
20
mg/10 mg
- Frequentes:
Dor
de cabeça,
Tontura,
Tosse linfadenopatia;
eseca;
Edema
frequentes:
Angioedema;
Trombocitopénia;
Hipertrigliceridemia;
Ansiedade;
Palpitações
e alveolite
Hipotensão;
DorAstenia; Diminuiç
Hemoglobina
Zanipress
20 mg/10
mg Distúrbio
- aftosa,
Frequentes:
Dor
de
cabeça,
Tontura,
Rubor,
Tosse
eAstenia
EdemaeouFadiga;
periférico.
Pouco
frequentes:
Angioedema;
Trombocitopénia;
Hipertrigliceridemia;
Ansiedade;
Palpitações
e Hipotensão
Faringolaringea; Dor abdominal,
Obstipação,
Dispepsia,
Náusea,
da língua;
Eritema
e renal,
Rash;
Artralgia;
Noctúria;
Sensação
de calor;
Aumento
de ALT
e Aumento
de AST.
Enalapril
Muito
raros:
pneumonia
eosinófila;
estomatite,
estomatite
glossite;
insuficiência
hepatite,
hepatite
colestática
necrosante,
colestase
(incluindo
icterícia);
eritema
multiforme,
Sindroma
de individualmente
Stevens-Johnson,
dermatite
Faringolaringea;
abdominal,
Obstipação,
Dispepsia,
Náusea,
Distúrbio
da língua;
Eritemadiminuição
e Rash; Artralgia;
Noctúria;
Astenia
Fadiga;anormais,
Sensaçãodistúrbios
de calor; da
Aumento
de ALT
e Aumento
de infiltração
AST.
Enalapril
individualmente Muito
angioedema intestinal. Raros:
neutropénia,
trombocitopenia,
agranulocitose,
distúrbio
da medula
óssea,
pancitopenia,
linfadenopatia;
distúrbio
auto-imune;
do
sono; fenómeno
Raynaud’s;
pulmonar,
exfoliativa,
necróliseDor
tóxica
epidérmica,
pênfigo; oligúria;
ginecomastia;
diminuição
hemoglobina,
hematócrito,
aumento
dasesonhos
enzimas
hepáticas,
aumento
bilibirrubina
sanguínea.
Pouco
frequentes:
anemia
angioedema
intestinal.
Raros:
neutropénia,
trombocitopenia,
agranulocitose,
distúrbio
medula
óssea,
pancitopenia,
linfadenopatia;
distúrbioicterícia);
auto-imune;
sonhos
anormais,
distúrbios
sono; fenómeno
Raynaud’s;
rinite, alveolite alérgica, pneumonia
eosinófila;
estomatite
aftosa,
glossite;
insuficiência
hepatite,da
hepatite
colestática
ou
necrosante,
colestase (incluindo
eritema
multiforme,
Sindroma
de do
Stevens-Johnson,
dermatite
(incluindo
aplástica
e estomatite,
forma
hemolítica);
hipoglicémia,
anorexia;
estado renal,
de confusão,
sonolência,
insónia,
irritabilidade;
parestesia;
vertigem,
zumbidos;
palpitações;
rubor,
hipotensão
ortostática;
rinorreia,
dor infiltração pulm
rinite,
alveolitepênfigo;
pneumonia
eosinófila; estomatite,
estomatite
aftosa,
glossite;hematócrito,
insuficiência aumento
renal, hepatite,
hepatitehepáticas,
colestáticaaumento
ou necrosante,
colestasesanguínea.
(incluindo icterícia);
eritema multiforme,
Sindromaaplástica
de Stevens-Johnson, der
exfoliativa, necrólise tóxica
epidérmica,
oligúria;
ginecomastia;
diminuição
hemoglobina,
diminuição
das
enzimas
da bilibirrubina
Pouco
frequentes:
anemia
(incluindo
faringolaríngea
e alérgica,
disfonia,
broncoespasmo/asma;
ileus,
pancreatite,
vómito,
dispepsia,
obstipação,
desconforto
no
estômago,
boca seca,
péptica;
hipersudação,
prurido,
urticária,
alopécia;
espasmos
musculares;
exfoliativa,
necrólise
tóxica
oligúria;
ginecomastia;
diminuição
hemoglobina,
diminuiçãopalpitações;
hematócrito,
aumento
dasúlcera
enzimas
hepáticas,
aumento
da bilibirrubina
Pouco frequentes:
anemia (incluindo apl
e forma hemolítica); hipoglicémia,
anorexia;
estado
deepidérmica,
confusão, pênfigo;
sonolência,
insónia,
irritabilidade;
parestesia;
vertigem, zumbidos;
rubor,
hipotensão
ortostática;
rinorreia,
dor faringolaríngea
esanguínea.
disfonia, broncoespasmo/asma;
insuficiência
renal,
proteinúria;
disfunção
mal-estar;
aumento
da urémia,
da natrémia.
Frequentes:
hipersensibilidade,
angioedema:
edema
angioneurótico
da face,
extremidades,
lábios,
língua,
glote e broncoespasmo/
edispepsia,
forma hemolítica);
hipoglicémia,
anorexia;
estado
de confusão,
sonolência,
insónia,
irritabilidade;
parestesia;
zumbidos;
rubor,
hipotensão
rinorreia,
doreréctil;
faringolaríngea
e aumento
disfonia,
ileus, pancreatite, vómito,
obstipação,
desconforto
noeréctil;
estômago,
boca
seca, úlcera
péptica;diminuição
hipersudação,
prurido,
urticária,vertigem,
alopécia;
espasmospalpitações;
musculares;
insuficiência
renal,ortostática;
proteinúria;
disfunção
mal-estar;
laringe;
depressão;
dor
de
cabeça;
enfarte
do
miocárdio,
hipotensão
secundária
a
excessiva
em
doentes
de
alto
risco,
arritmia,
angina
de
peito,
taquicardia;
hipotensão,
síncope,
acidente
cerebrovascular;
dispneia;
diarreia,
pancreatite,
vómito,
dispepsia, obstipação,
desconforto
no estômago,
bocada
seca,
úlcera
péptica; hipersudação,
espasmos
musculares;
insuficiência
renal, proteinúria;
eréctil;
mal-estar; aum
da urémia, diminuição da ileus,
natrémia.
Frequentes:
hipersensibilidade,
angioedema:
edema
angioneurótico
face,
extremidades,
lábios, língua,prurido,
glote eurticária,
laringe; alopécia;
depressão;
dor de cabeça;
enfarte
do miocárdio,
hipotensão disfunção
secundária
a
dorda
abdominal,
disgeusia;
rash;
torácica; aumento
do potássio
sérico,
aumento
da creatinémia.
Muito
frequentes:
visão
turva;
tosse;
náusea;
astenia.
Foi relatado
complexo
quemiocárdio,
pode incluir
urémia,
diminuição
da
natrémia.
Frequentes:
hipersensibilidade,
angioedema:
edema
angioneurótico
dadiarreia,
face, extremidades,
lábios,
língua,
glote
e laringe;
dorum
dequadro
cabeça;
enfarte
do
hipotensão secund
excessiva em doentes de
alto
risco, arritmia,
angina
defadiga,
peito,dor
taquicardia;
hipotensão,
síncope,
acidente
cerebrovascular;
dispneia;
dortontura;
abdominal,
disgeusia;
rash;
fadiga,
dordepressão;
torácica;
aumento
do potássio
sérico,
aumento
da
em
doentes
de alto
risco,
arritmia,
angina
peito, taquicardia;
síncope,
dispneia;
diarreia,
dorsedimentação
abdominal,
disgeusia;
rash;
fadiga, dor
torácica;
aumento
do potássio sérico, aumen
os excessiva
seguintes
sintomas:
febre,
serosite,
vasculite,
mialgia/miosite,
artralgia/artrite,
anticorpos
anti-nucleares
positivos
(ANA),
aumento
daserosite,
taxa de
eritrocitária,
eosinofilia
e leucocitose,
dor
pré-cordial
creatinémia. Muito frequentes:
tontura;
visão
turva;
tosse;
náusea;
astenia.
Foiderelatado
um
quadrohipotensão,
complexo
que
podeacidente
incluir oscerebrovascular;
seguintes
sintomas:
febre,
vasculite,
mialgia/miosite,
artralgia/artrite,
anticorpos
anti-nucleares
creatinémia.
Muito de
frequentes:
tontura; visão
turva;
náusea;
Foi relatado
umouquadro
complexo
pode incluir
seguintes
sintomas:
febre,hipotensão,
serosite, hipertrofia
vasculite,
mialgia/miosite,
anticorpos anti-nuc
localizada
peito. eritrocitária,
Lercanidipina
Muito
raros:
hipersensibilidade;
síncope;
hipertrofia
gengival,
reversíveis
deostransaminases
no sangue,
frequência
urináriaaumentos
e dorartralgia/artrite,
no reversíveis
peito. Raros:
positivos (ANA), aumento
da taxaoudeangina
sedimentação
eosinofilia
e tosse;
leucocitose,
dorastenia.
pré-cordial
localizada
angina
deaumentos
peito.que
Lercanidipina
Muito
raros: hipersensibilidade;
síncope;
gengival,
de
positivos
(ANA),
aumento
da taxa
denosedimentação
eritrocitária,
eosinofilia
e rash;
leucocitose,
dor
pré-cordial
localizada
ou angina
de peito.
Muito
raros:
hipersensibilidade;
síncope;
hipertrofia
gengival,
transaminases no sangue,
hipotensão,
frequência
urinária
e dor
peito.diarreia,
Raros: dor
sonolência;
angina
de peito;
náusea,
dispepsia,
diarreia,
dor abdominal,
vómitos;
rash;
mialgia;
poliúria;
astenia,
fadiga.
Pouco
frequentes:
de cabeça,
tonturas;
sonolência;
angina
de
peito;
náusea,
dispepsia,
abdominal,
vómitos;
mialgia;
poliúria;
astenia,
fadiga.
Pouco
frequentes:
dorLercanidipina
de
cabeça,
tonturas;
taquicardia,
palpitações;
rubor;dor
edema
periférico
Muitoaumentos reversív
transaminases
nocom
sangue,
hipotensão,
e dor
no
peito.
Raros:
angina
deaumento
peito;
náusea,
dispepsia,
diarreia,ou
dorPodem
abdominal,
vómitos;
rash;
mialgia;
poliúria;
fadiga.
frequentes:
taquicardia, palpitações;raramente,
rubor;
edema
periférico
Muito
raramente,
doentes urinária
com
angina
pré-existente
podem
ter um
da frequência,
gravidade
das
crises
ocorrer
casos
isolados
de
enfarte do
dodor de cabeça, ton
doentes
angina
de peito frequência
pré-existente
podem
terde
umpeito
aumento
dasonolência;
frequência,
duração
ou
gravidade
das
crises duração
anginosas.
ocorrer
casos anginosas.
isolados
dePodem
enfarte
doastenia,
miocárdio.
9. Pouco
Data da
revisão
taquicardia,
palpitações;
rubor;2010
edema
periférico
Muito raramente, Escalão
doentes B
com
angina
peito
pré-existente
podem
ter um oaumento
daAutorização
frequência, de
duração
ou gravidade
das crises
anginosas.
Podem
ocorrer
casos isolados de enfa
miocárdio. 9. Data da revisão
do
do
RCM: Outubro
Regime
de Comparticipação:
-Para
69%
Parade
mais
informações
deverá
contactar
Titular
da
Introdução
Mercado.
Medicamento
sujeito
receita
médica.
texto
do texto
RCM:
2010
Regime
Escalão
B -de69%
mais
informações
contactar
o Titular
dadeverá
Autorização
de Introdução
nono
Mercado.
aareceita
médica.
miocárdio.
9. Outubro
Data da revisão
do textode
doComparticipação:
RCM: Outubro 2010
Regime
Comparticipação:
Escalão B -deverá
69% Para
mais informações
contactar
o Titular da Autorização
deMedicamento
Introdução nosujeito
Mercado.
Medicamento
sujeito a receita m
Ref.: 272/2011
UMA
UMA SUPER
SUPER COMBINAÇÃO
INFORMAÇÕES COMPATÍVEIS COM O RCM 1. NOME DO MEDICAMENTO e FORMA FARMACÊUTICA Zanipress 10 mg/10 mg e Zanipress 20 mg/10 mg, comprimidos revestidos por película 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E
QUANTITATIVA Cada comprimido contém 10 mg ou 20 mg de maleato de enalapril (equivalente a 7,64 mg ou 15,29 mg de enalapril) e 10 mg de cloridrato de lercanidipina (equivalente a 9,44 mg de lercanidipina). 3. Indicações terapêuticas
Tratamento da hipertensão arterial em doentes que não responderam adequadamente ao tratamento com lercanidipina 10 mg ou 20 mg respectivamente, administrada isoladamente. 4. Posologia e modo de administração A dose
recomendada é de um comprimido uma vez ao dia, preferencialmente de manhã, pelo menos 15 minutos antes da refeição. Nos idosos: dose dependente da função renal. Insuficiência hepática: precaução nos doentes com insuficiência
ligeira a moderada. Crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos: Não é recomendada a utilização. 5. Contra-indicações - Hipersensibilidade às substâncias activas, aos IECA´s, às dihidropiridinas bloqueadoras de cálcio ou a
qualquer um dos componentes do medicamento. Segundo e terceiro trimestres da gravidez . Obstrução do fluxo ventricular esquerdo, incluindo estenose aórtica. Insuficiência cardíaca congestiva não tratada. Angina de peito instável. No
período de 1 mês após um enfarte do miocárdio. Insuficiência renal grave (clearance da creatinina < 30 ml/min) e doentes a fazer hemodiálise. Insuficiência hepática. Co-administração com: Inibidores fortes do CYP3A4, Ciclosporina e sumo
de toranja. Antecedentes de angioedema causado por terapêutica anterior com IECA’s. Angioedema hereditário ou idiopático. 6. Advertências e precauções especiais de utilização Precauções especiais em casos de: hipotensão grave com
P.A. sistólica inferior a 90 mmHg, insuficiência cardíaca descompensada; doença do nódulo sinusal (sem pacemaker); insuficiência ventricular esquerda e doença isquémica cardíaca, insuficiência renal leve a moderada, hipertensão
renovascular, transplante renal (Zanipress não recomendado), insuficiência hepática, neutropénia/agranulocitose e anemia, edema angioneurótico, doentes com reacções anafilácticas durante a dessensibilização com venenos de insectos
ou durante a aferese de LDL, diabéticos, aparecimento de tosse ou hipercaliémia, doentes submetidos a cirurgia ou anestesia, doentes a fazerem indutores de CYP3A4, lítio, diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio e
estramustina. Verifica-se menor eficácia nos doentes de raça negra. Não utilizar em crianças, grávidas ou durante o aleitamento, nem em doentes com intolerância à galactose, deficiência Lapp à lactase ou má absorção glucose-galactose.
O álcool deve ser evitado. Poderá haver interferência na fertilidade. 7. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção Maleato de enalapril: Diuréticos (tiazidas, diuréticos da ansa, poupadores de potássio), suplementos de
potássio; lítio; estramustina; antidiabéticos; AINE’s; baclofeno; ciclosporina; álcool; amifostina; certos antidepressivos, neurolépticos, anestésicos, narcóticos; outros anti-hipertensores; corticosteróides, tetracosactido (sistémico); alopurinol,
citostáticos ou agentes imunossupressores, corticosteroides sistémicos ou procainamida; anti-ácidos; simpaticomiméticos; ácido acetilsalicílico e trombolíticos; ouro. Lercanidipina: Inibidores (cetoconazol, itraconazol, ritonavir, eritromicina,
troleandomicina), substratos (terfenadina, astemizol, fármacos anti-arrítmicos da classe III - amiodarona e a quinidina) e indutores do CYP3A4 (anticonvulsivantes - fenitoína, carbamazepina - e rifampicina); ciclosporina; sumo de toranja;
álcool; digoxina; midazolam; metoprolol; cimetidina; fluoxetina; varfarina e sinvastatina. 8. Efeitos indesejáveis Zanipress 10mg/10 mg - Frequentes: Tontura, Vertigem e Tosse. Pouco frequentes: Hipersensibilidade; Dor de cabeça;
Palpitações e Taquicardia; Hipotensão, Colapso circulatório; Garganta seca; Dor abdominal alta, Náusea; Dermatite, Eritema, Edema labial, Urticária; Artralgia; Poliúria, Poliaquiúria; Disfunção eréctil; Fadiga, Astenia; Diminuição da
Hemoglobina Zanipress 20 mg/10 mg - Frequentes: Dor de cabeça, Tontura, Rubor, Tosse e Edema periférico. Pouco frequentes: Angioedema; Trombocitopénia; Hipertrigliceridemia; Ansiedade; Palpitações e Hipotensão; Dor
Ref.: 272/2011
Ref.: 272/2011
NO
NO CONTROLO
CONTROLO DA HIPERTENSÃO
Lagoas
Park,
Edf.5,
Torre
Piso
• 2740-298Porto
PortoSalvo,
Salvo,Portugal
Portugal
Lagoas
Park,
Edf.5,
Torre
C, C,
Piso
3 •3 2740-298
Lagoas
Park, Edf.5, Torre
C, Piso 3 • 2740-298 Porto Salvo, Portugal
Tel.:
Fax:
19
Tel.:
21 21
432432
9595
0000
Fax:
21 21
915915
19Tel.:
3030
21 432 95 00 Fax: 21 915 19 30
www.jaba-recordati.pt
www.jaba-recordati.pt
www.jaba-recordati.pt
Capital
Social
2.000.000,00
Euros
• Contribuintenºnº500492867
500492867matriculada
matriculada
Capital
Social
dede
2.000.000,00
Euros
• Contribuinte
Capital
Social
de
2.000.000,00
Eurosnúmero.
• Contribuinte nº 500492867 matr
Conservatória
Registo
Comercial
Cascais
sobo omesmo
mesmo
na na
Conservatória
dodo
Registo
Comercial
dedeCascais
sob
número.
na Conservatória
do Registo
Comercial
de Cascais sob o mesmo número
| prevenção e/ou tratamento do doente de risco cardiovascular?
– Qual a estratégia a adotar?
O Dr. Alberto Mello e Silva iniciou a sua palestra
em 2010, envolvendo 26 estudos aleatorizados, controlados com mais de 170.000 indivíduos.
Os resultados desta meta-análise demonstram
sobre dislipidemia referindo que a melhor estratégia é
que em doentes de alto risco cardiovascular, inde-
O especialista começou por lembrar os dados do
preferível iniciar um tratamento intensivo do que optar
morrer o mais tarde possível, de preferência saudável.
“Centers for Disease Control and Prevention” de 2010
que destacam as doenças cardiovasculares como
principal causa de morte no século XXI, em contraste
com a pneumonia e influenza dos anos 1900. Também em Portugal as doenças do aparelho circulatório
são atualmente as principais causas de mortalidade,
cujas principais expressões clínicas são a doença
vascular cerebral e a cardiopatia isquémica. Projetado
para os próximos anos, estas continuarão a consumir
muitos recursos, segundo estimativa do Prof. Doutor
pendentemente do valor basal do colesterol-LDL, é
por um tratamento padrão e concluiu que a redução
de 1 mmol/L no C-LDL diminui o risco de eventos
vasculares oclusivos em cerca de 1/5, independentemente dos valores basais de colesterol total.
Estes resultados sugerem ainda que o objetivo prin-
cipal em doentes com elevado risco de eventos vasculares oclusivos deva ser alcançar a maior redução
possível no colesterol LDL.
O especialista colocou a questão: “Qual a estraté-
gia para diminuir o colesterol?” Para responder, o Dr.
Pita Barros.
Mello e Silva sugeriu recorrer às normas de orientação
tas que revolucionaram a medicina cardiovascular.
/EAS, nomeadamente às recomendações de valores-
Durante o século XX ocorreram várias descober-
Dr. Mello e Silva
gados numa segunda meta-análise do CTT publicado
Foi descoberto o recetor das LDL, objeto de prémio
Nobel, que possibilitou o início da utilização das es-
da prevenção e tratamento da dislipidemia da ESC/
-alvo do colesterol LDL como objetivos terapêuticos.
O Dr. Alberto Mello e Silva lembrou que os doentes
tatinas na prática clínica. Não é demais lembrar que
são estratificados em 4 níveis de risco cardiovascular,
com utilização de estatinas em doentes de alto ris-
e que os “qualificadores de risco”, como níveis baixos
só em 1994 foi publicado o primeiro grande estudo
co cardiovascular, que teve como resultado principal
de acordo com o cálculo do risco cardiovascular total,
do colesterol HDL e elevados de triglicéridos, podem
uma diminuição significativa de ocorrência de eventos
agravar o risco cardiovascular. Acentuou que é bem
os estudos clínicos com estatinas, que atestam o seu
ção inversa entre os níveis de colesterol HDL e o risco
clínicos (estudo 4S). Desde então, multiplicaram-se
sucesso no combate à dislipidemia, importante fator
de risco cardiovascular.
conhecida desde o estudo Framingham (1988) a relade cardiopatia isquémica.
O especialista concluiu afirmando que a terapêu-
Em 2005, foi publicada uma grande meta-análise
tica hipolipemiante intensiva com estatinas em altas
doentes com dislipidemia – Cholesterol Treatment
em 1/3, melhora os resultados clínicos, confirmando
de estudos clínicos com utilização de estatinas em
Trialists (CTT). Foram analisados 14 estudos aleatorizados controlados, em que participaram mais de
90.000 indivíduos. Este estudo demonstrou que há
uma redução de 22% na incidência de eventos vas-
cular major por 1 mmol/L (± 40 mg/dl) de diminuição
do C-LDL. Estes resultados foram confirmados e alar-
doses numa base populacional reduz o risco relativo
que “lower is better”, mas persiste um risco cardiovascular substancial – risco cardiovascular persistente.
Assim, justificam-se novas abordagens, que podem
incluir um perfil lipoproteico alargado como alvo; ter
em atenção os níveis de colesterol HDL e triglicéridos,
a par de uma modificação de outros fatores de risco
www.newsfarma.pt
Tratamento da dislipidemia
Produção News Farma (abril 2013).
6
prevenção e/ou tratamento do doente de risco cardiovascular?
estabelecidos, como a hipertensão, por exemplo, é
O especialista referiu ainda que esta situação não
uma estratégia a considerar.
contraindica a prescrição conjunta de estatinas e de
cardiovascular em Portugal, o Dr. Mello e Silva citou o
plo, atorvastatina, sinvastatina), mas é preciso aten-
Relativamente à prevalência do risco de doença
estudo VIVA, da Sociedade Portuguesa de Cardiolo-
gia, no qual 1 em cada 4 utentes tem elevada probabilidade de morrer de doença cardiovascular a
10 anos.
outros fármacos que utilizem a via do CYP3A4 (exem-
der às posologias (reduzir doses) ou em alternativa
optar-se por uma das estatinas com metabolismo, que
diverge do CYP 450 3A4, como a pitavastatina.
Relativamente à eficácia das diferentes estatinas
Para contrariar esta situação, nomeadamente a dis-
na redução do colesterol LDL, o Dr. Mello e Silva ci-
poníveis diversas estatinas, sendo que a última a ser
centagens na diminuição do colesterol LDL com di-
rencia das restantes pela presença de um grupo ciclo-
um patamar de redução dos níveis de colesterol
lipidemia, importante fator de risco vascular, estão disintroduzida no mercado foi a pitavastatina, que se dife-
propilo na sua estrutura química. Este grupo ciclopropilo
é responsável pela elevada afinidade enzimática para a
bolsa hidrofóbica do centro ativo da enzima, permitindo
uma inibição potente da redutase da HMG-CoA.
tou os dados da FDA que compara as diferentes per-
ferentes posologias das estatinas disponíveis. Para
LDL de 41% é necessária uma dose de 4 mg/d de
pitavastatina, comparativamente com 20 mg/d de
atorvastatina ou 80 mg/d de pravastatina.
O especialista referiu que estudos clínicos confir-
Outra característica da pitavastatina que importa
mam que a pitavastatina aumenta de uma forma mais
vada biodisponibilidade oral, um tempo de semivida
tras estatinas, nomeadamente a atorvastatina e a
realçar é a não interação com alimentos, uma ele(t1/2 9-12 horas) que permite toma única diária e o fac-
to de sofrer apenas um efeito de primeira passagem
(hepática) mínimo. Relativamente ao metabolismo
deste fármaco, a pitavastatina inalterada é a fração
predominante do fármaco no plasma. Vários estudos
constante os níveis de colesterol HDL face a ousinvastatina.
O Dr. Mello e Silva referiu que no programa de
desenvolvimento clínico da pitavastatina foram
estudadas 4 populações de doentes: doentes com
indicam que a metabolização da pitavastatina pelo
sistema enzimático CYP é mínima.
O especialista alertou que muitos fármacos de uso
corrente são metabolizados primariamente pela via do
CYP3A4, à semelhança de algumas estatinas como a
atorvastatina e a sinvastatina, o que favorece a possi-
bilidade de interações medicamentosas. São exemplo
os macrólidos como a eritromicina e a claritromicina,
alguns antidepressivos como a fluoxetina, a sertralina,
os antagonistas dos canais de cálcio como o diltiazem
ou o verapamil. Dados recentes sugerem que, caso
haja administração concomitante de sinvastatina e
amlodipina, não se deva ultrapassar mais do que 20
mg de sinvastatina e com o diltiazem, provavelmente
não se deva exceder os 10 mg.
O estudo LIVES demonstrou ainda que a pitavastatina está associada a uma redução dos níveis de
HbA1 em doentes com hipercolesterolemia e diabetes e, segundo o especialista, “como seria de se
esperar, nos doen­tes que atingiram os níveis alvo
de C-LDL e C-HDL, houve uma redução no risco de
desenvolvimento de eventos cerebrovasculares
e cardiovasculares”.
|7
8
| prevenção e/ou tratamento do doente de risco cardiovascular?
hiperlipidemia primária e dislipidemia mista, doen-
no risco de desenvolvimento de eventos cerebro-
tes idosos com hiperlipidemia primária e doen­tes
O Dr. Mello e Silva conclui a sua apresentação re-
tes com diabetes e dislipidemia combinada, doen­
vasculares e cardiovasculares”.
de elevado risco.
ferindo que a pitavastatina é uma estatina que “dá
tacou o estudo LIVES, iniciado em 2003 e com a
de doentes dislipidémicos” e que o seu perfil far-
Entre os diversos estudos já apresentados, des-
duração total de 5 anos. Numa primeira fase com
duração de 2 anos, avaliou-se a ocorrência de even-
tos adversos; numa segunda fase, que se estendeu-
uma resposta adequada para um grande número
macocinético favorável sugere a sua utilização em
doentes dislipidémicos idosos e polimedicados.
Já na fase final deste simpósio, coube ao Dr. José
-se por mais 3 anos, o objetivo foi estudar a efi-
Nazaré apresentar as notas conclusivas. O especia-
na incidência de eventos cerebrovasculares e car-
demia, quando não controladas, aumentam o risco de
cácia da pitavastatina nos parâmetros lipídicos e
diovasculares em doentes com dislipidemia. Os
resultados comprovaram que houve um aumento
constante dos níveis de colesterol HDL ao longo
do tempo e aumento da taxa de filtração glomerular.
O estudo LIVES demonstrou ainda que a pita-
vastatina está associada a uma redução dos ní-
veis de HbA1 em doentes com hipercolesterolemia e diabetes e, segundo o especialista, “como
seria de se esperar, nos doen­tes que atingiram os
níveis alvo de C-LDL e C-HDL, houve uma redução
Informações essenciais compatíveis com o RCM 1. NOME DO MEDICAMENTO Livazo 1mg, 2mg e 4mg comprimidos revestidos por película. 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada comprimido revestido por película contém pitavastatina cálcica equivalente a 1 mg, 2mg ou 4mg de pitavastatina. Excipientes: inclui 63,085mg, 126,17mg ou 252,34mg de lactose mono-hidratada (Livazo 1mg, 2mg ou 4 mg, respectivamente).
3. FORMA FARMACÊUTICA Comprimido revestido por película. Comprimidos revestidos por película brancos, redondos, com a gravação ‘KC’ numa das faces e ‘1’, “2”, ou “4”na outra (Livazo 1mg, 2mg ou 4 mg, respectivamente). 4. Indicações terapêuticas Livazo é indicado na redução dos níveis elevados de colesterol total (CT) e de colesterol-LDL (LDL-C), em doentes adultos com hipercolesterolemia primária, incluindo hipercolesterolemia
familiar heterozigótica e dislipidemia combinada (mista), nos casos em que a resposta à dieta e a outras medidas não farmacológicas é inadequada. 5. Posologia e modo de administração Adultos: A dose inicial habitual é de
1mg uma vez por dia - os doentes não devem iniciar o tratamento com outra dose. O ajuste de dose deve ser efectuado em intervalos de 4 semanas ou mais. A maioria dos doentes irá necessitar de uma dose de 2mg (dose de
manutenção habitual). A dose diária máxima é de 4mg e apenas uma minoria de doentes irá necessitar desta dose. Não é necessário qualquer ajuste posológico em doentes idosos e doentes com compromisso renal ligeiro.
Nos doentes com compromisso renal a dose de 4mg deve ser utilizada APENAS sob vigilância rigorosa após ajuste gradual da dose. Não é recomendada a dose de 4mg em doentes com compromisso renal grave e função
hepática ligeira a moderadamente comprometida. A pitavastatina não deve ser utilizada em crianças com idade inferior a 18 anos. 6. Contra-indicações Livazo é contra-indicado: em doentes com hipersensibilidade conhecida
à pitavastatina ou a qualquer dos excipientes ou a outras estatinas; em doentes com compromisso hepático grave, doença hepática activa ou elevações persistentes inexplicáveis das transaminases séricas; em doentes
com miopatia; em doentes a receberem simultaneamente ciclosporina; durante a gravidez, a amamentação e em mulheres com potencial para engravidar que não estejam a tomar precauções contraceptivas adequadas. 7.
Advertências e precauções especiais de utilização Livazo deve ser prescrito com precaução em doentes com compromisso renal, hipotiroidismo, antecedentes pessoais ou familiares de doenças musculares hereditárias,
antecedentes de toxicidade muscular com um fibrato ou outra estatina, antecedentes de doença hepática ou abuso de álcool e doentes idosos (mais de 70 anos) com outros factores de risco que predisponham para a rabdomiólise. Nestas situações, os níveis de CK devem ser medidos, de forma a estabelecer uma linha de base de referência e rigorosamente monitorizados: o tratamento deve ser interrompido se os níveis de CK estiverem elevados
(> 5x LSN); os doentes devem ser encorajados a comunicar imediatamente a ocorrência de dores musculares, fraqueza ou cãibras. Os doentes em risco de hiperglicemia (glicemia de jejum 5,6 a 6,9 mmol/L, IMC > 30 kg/m2,
triglicéridos aumentados, hipertensão), devem ser monitorizados clínica e laboratorialmente de acordo com as guidelines nacionais. 8. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção Ciclosporina: a ciclosporina interage com todas as estatinas e é contra-indicada em doentes a tomar Livazo. Fibratos: Livazo deve ser administrado com precaução quando utilizado simultaneamente com fibratos. Eritromicina: recomenda-se a
suspensão temporária de Livazo em doentes a tomar antibióticos da classe dos macrólidos, tais como eritromocina e ácido fusídico. 9. Efeitos indesejáveis Resumo do perfil de segurança A reacção adversa relacionada
com a pitavastatina notificada com maior frequência em ensaios clínicos controlados foi a mialgia. Resumo das reacções adversas Raros: redução na acuidade visual, glossodinia, pancreatite aguda, icterícia colestática,
urticária, eritema. Pouco frequentes: anemia, anorexia, insónia, tonturas, disgeusia, sonolência, zumbidos (acufenos), dor abdominal, boca seca, vómitos, aumento das transaminases, prurido, erupção cutânea, espasmos
musculares, polaquiúria, astenia, mal-estar, cansaço, edema periférico. Frequentes: cefaleias, obstipação, diarreia, dispepsia, náuseas Experiência pós-comercialização Raros: Função hepática anormal, doença hepática,
miopatia, rabdomiólise, desconforto abdominal. Pouco frequentes: hipostesia Efeitos da classe das estatinas Perturbações do sono, incluindo pesadelos, perda de memória, disfunção sexual, depressão, casos excepcionais
de doença pulmonar intersticial, especialmente com a terapêutica a longo prazo e diabetes mellitus. 10. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Agosto 2012 Regime de Comparticipação: Escalão C - 37% Para mais informações
deverá contactar o titular da autorização de introdução no mercado ou o seu representante local. Medicamento sujeito a receita médica.
lista relembrou que a hipertensão arterial e a dislipiocorrência de acidente vascular cerebral e de enfarte
agudo de miocárdio, para além de outros eventos.
Para modificar esta sequência, é fundamental contro-
lar a hipertensão arterial com fármacos em associa-
ção fixa, eficazes, de ação rápida e que melhorem o
prognóstico, preferencialmente moduladores do siste-
ma renina angiotensina com antagonistas dos canais
de cálcio. Na presença de dislipidemia, é importante
que se atinjam os alvos terapêuticos preconizados
nas normas orientadoras para que se possam prevenir eventos e influenciar a mortalidade.
Download

cardiovascular? - Jaba Recordati