SESCooPiNtla Serviço Nacional cie C Ap7 i n r e 00 ÇPtivisrno de Minas Gerais RELATÓRIO DE GESTÃO 2010 BELO HORIZONTE MG ABRIL 2011 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO SESCOOP MG RELATÓRIO DE GESTÃO 2010 Relatório de Gestão do exercício 2010 apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art 70 da Constituição Federal elaborado de acordo com aas disposições da IN TCU n 63 2010 da DN TC n 107 2010 e das orientações da Controladoria Geral da União Portaria CGU N 2546 2010 BELO HORIZONTE MG ABRIL 2011 SUMÁRIO IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE DO SESCOOP MG INTRODUÇÃO 04 2 3 SUMÁRIO EXECUTIVO 11 PERFIL INSTITUCIONAL 13 Constituição e Natureza da Entidade Responsabilidade Institucional 13 2 1 3 1 Missão e Visão 14 4 1 Fonte de Recursos 14 GOVERNAÇA CORPORATIVA Objetivos Estratégicos Estrutura Organizacional 16 COOPERANDO COM 0 FUTURO 20 GESTÃO DE PESSOAS 21 Perfil do Corpo Funcional Movimentação no Quadro de Pessoal Capacitações Folha de Pagamento 21 1 CAPÍTULO 1 1 CAPÍTULO 2 1 2 2 CAPÍTULO 3 CAPÍTULO 4 1 4 2 4 3 4 4 CAPÍTULO 5 10 13 17 17 22 22 23 PRESTAÇÃO DE CONTAS 24 1 5 Atuação Finalística 24 2 5 Gestão do Sistema 45 Indicadores de Desempenho Operacional 56 3 5 CAPÍTULO 6 EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA 60 1 6 Receitas 60 2 6 Despesas 61 CONSIDERAÇÕES FINAIS 62 CAPÍTULO 7 ANEXOS Anexo I Anexo I1 Demonstrativo de Transferência Mediante Convênios e Outros Instrumentos Análogos Histórico da Composição e das Despesas com Recursos Humanos 2007 a 2010 Anexo III Anexo IV Anexo V Anexo VI Anexo VII 63 70 Informações sobre a Gestão da Tecnologia da Informação Informações sobre o Reconhecimento de passivos por 71 Insuficiência de Créditos ou Recursos 72 Informações sobre Cumprimento da Lei 93 730 8 Informações sobre Gestão do Patrimônio Imobiliário de Propriedade da União Informações sobre Providências Adotadas para Atender 72 72 Deliberações do TCU ou em Relatório de Auditoria do Órgão de Controle Interno Anexo VIII Anexo DC Anexo X Anexo XI Anexo XII 1 2 72 Informações sobre o Tratamento das Recomendações Realizadas pela Unidade de Controle Interno Informações sobre a Estrutura de Controles Internos Gestão Ambiental e Licitação Sustentável Outras Informações Consideradas Relevantes para Demonstrar a Conformidade e o Desempenho da Unidade Demonstrações Contábeis Balanço Orçamentário Balanço Patrimonial 2 72 73 75 77 84 84 85 3 4 5 6 7 8 9 Balanço Financeiro Demonstração das Variações Patrimoniais Demonstração dos Fluxos de Caixa Método Indireto 2010 Demonstração dos SuperávitsDéficits 2010 e 2009 Demonstração das Mutações do Patrimônio Social 2010 e 2009 Notas Explicativas Parecer Independente sobre as Demonstrações Contábeis 86 88 90 91 92 93 Anexo XIII Parecer do Conselho Fiscal 95 Anexo XIV Parecer do Conselho Administrativo 96 Atendimento ao TCU Quanto ao Conteúdo Mínimo do Relatório de Gestão DN TCU N 107 de 27 2010 10 Quadros da Atuação Finalística Item 5 1 97 Anexo XV Anexo XVI 100 LISTA DE TABELAS E ILUSTRAÇÕES Tabela I Gráfico II Gráfico 111 Gráfico IV Gráfico V Gráfico VI Tabela VII Gráfico VIII Gráfico IX Receitas Fonte de Recursos 14 Receita Comparada 2007 x 2008 Receita Comparada 2008 x 2009 Receita Comparada 2009 x 2010 15 Organograma Colaboradores por Escolaridade Folha de Pagamento Exercício 2010 Folha de Pagamento Exercício 2010 19 15 15 22 23 23 Evolução do Número de Pessoas Beneficiadas 54 Gráfico X Ações Previstas Realizadas por área 55 Gráfico XI 55 Gráfico XII Percentual das Ações Previstas Total das Ações PrevistasRealizadas Tabela XIII Receitas 60 Gráfico XIV Receitas 61 Despesas Despesas 61 Tabela XV Tabela XVI 56 62 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE Identificação das UJ no Relatório de Gestão Individual Poder e Órgão de Vinculação Poder Executivo Órgão de Vinculação Ministério do Trabalho e Emprego MTE 1 Código SIORG 002844 Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação completa Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado de Minas Gerais SescoopMG Denominação abreviada SESCOOP MG Código SIORG Não se aplica 1 Código LOA Não se aplica 1Código SIAFI Não se aplica Situação ativa Natureza Jurídica Serviço Social Autônomo Principal Atividade Formação Profissional Promoção Social e Desenvolvimento das Cooperativas Brasileiras Monitoramento Fax de contato 1 Telefones 31 3025 7100 Código CNAE 85 699 99 31 3025 7078 1 31 3025 7064 1 Email controladoria@ocemg br coop Página na Internet http www br org ocemg Endereço Postal Rua Ceará 771 Bairro Funcionários Cep 150311 Belo Horizonte 30 MG Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Medida Provisória 1 715 de 03 de setembro de 1998 e suas reedições e Decreto 3 017 de 07 de abril de 1999 publicado no Diário Oficial da União em 07 1999 Lei 11 04 2007 de 524 2007 11 23 Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada Regimento Interno registrado sob n 24 no registro 102 104 no livro A em 31 2008 no 10 Cartório de Registro Civil das Pessoa Jurídica de Belo Horizonte Minas Gerais Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada 2006 Norma de Pessoal Resolução Regulamento de Licitações e Contratos Resolução 43 2008 Norma de Pessoal Resolução 02 300 2000 Norma de Sindicância Resolução 04 2000 Regulamento de Ajuda de Custo Resolução 01 2010 Regulamento de Convênio Resolução 2010 Portaria n 01 02 2010 Portaria n 03 2010 Portaria n 04 2010 Portaria n 05 2010 Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada Nome Código SIAFI Não se Aplica Não se Aplica Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Não se Aplica Nome Não se Aplica Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões Código SIAFI da Unidade Gestora Código SIAFI da Gestão Não se Aplica Não se Aplica 4 19311 A ROL DE RESPONSÁVEIS EXERCÍCIO 2010 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DEMO 1111111111 11 111 MG SESCOOP IIIII IIIIIIII VI Membro de Órgão Colegiado que por defmição legal Regimental ou estatu ário seja responsável por ato de gestão e Dirigente maxirno da unidade jurisdicionada de que trata as contas Natureza de res ponsabil idade Agente 1 Endereço Ronaldo Ernesto Scucato 1 I I Rua Maranhão n 1 020 A t 1901 Município Belo Horizonte 1 Cargo ou Função Designação 1 1 CFP 130 331 150 Presidente 1 Documento 1 2009 03 27 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 I 1 1 I IUF 1 1 1 1 1 1 1CPF 1008 67 666 690 1 I 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 313225 9856 1 Fax 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Período Gestão 1 Exoneração 1 Documento 1 1 MG 1 1 1 1 1 I Ata da Reunião Ordinária do Conselho 2010 à 31 01 2010 12 diretor da OCEMG dia 2703 2009 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Natureza de responsabilidade Fabiola Toscano Machado Miranda Endereço Avenida Guaicui n 435 A t100 1 1 Município Belo Horizonte I ICEP 130 380 Cargo ou Função Procurador 1 1 1 1 1 I Designação 1 Documento 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 I 1 1 1 1 UF I I 1 1 1 1 1 1 ICPF 1505 67 666 690 1 1 1 1 1 1 IMO 1 13132979397 1 1 1 1 Exoneração Documento 1 1 1 1 1 1 1 Fax 1 1 1 1 1 1 I 1 1 1 1 1 I 1 1 1 Período Gestão 1 1 2010 à 31 01 2010 12 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 I I Encarregado da Gestão orçamentária e financeira ou outro coresponsável por atos de gestão Endereço W illiam Bicalho da Cruz Rua Cabrobó n 5501 1 unicípio M Belo Horizonte 1 Cargo ou Função 1 XVI Natureza de responsabilidade Agente 1 1 Procuração de 2110 2009 e Procuração de 2010 2010 2010 10 20 1 1 estatutário seja responsável por ato de gestão Agente 1 2009e 10 21 1 VI Membro de Órgão Colegiada que por defmição lega Regimental ou I 1 1 1 I 1 CEP 31 035350 Designação Superintendente 11 Documento 1 1 1 2000 04 01 Admissão 01 04 2000 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 ICPF 377 110 1 68 416 1 1 1 IUF IMG 1 3134829112 1 1 1 I 1 1 1 Exoneração Documen o 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 I 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Pe íodoGeshão 1 1 1 Fax 2010à 31 01 2010 12 J 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 XVI Natureza de responsabilidade Agente 1 Endereço 1 1 1 1 1 1 1 Encarregado da Gestão orçamentária e financeira ou outro corespo nsável por 1 1 1 Documento 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 IMG 1 1 1 1 1 atos de gestão Thaís Aparecida Leite Pereira 1 Rua Curitihanos n 31 Apt 302 1 I 1 1 Município Belo Horizonte I CEP 130 460390 Cargo ou Função Procurador 11 1 1 1 1 Designação 1 1 1 1 2009 e 10 21 Procuração de 21 2009 e 10 2010 10 20 Procuração de 20 2010 10 1 1 1 1 UF CPF 1738 46620 938 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3133732145 1 I Documento 1 1 1 1 1 Fax 1 I 1 1 1 1 1 1 1 Exoneração Período Gestão 1 2010 à 31 01 2010 12 5 XVI Natureza de responsabilidade Agente 1 Francisco Gonçalves Filho 1 1 1 1 Rua Santos n 1492 Jardim América 1 1 1 Município Belo Horizonte 1 1UF 1999 12 01 1 1 CEP 130 422 421 1 1 IMG 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 VII 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 13135335350 IFax 1 1 1 1 Município S I Ne omuceno Cargo ou Função 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0001 IUF 136680 ICEP 1 1 1 1 Documento 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 IFax 1 1 1 1 1 Exoneração 1 1 1 1 1 1 1 Documento 1 1 1 1 1 1 1 Período Gestão 1 2010 à 31 01 2010 12 Agente 1 1 1 1 Endereço Francisco Miranda Figueiredo Filho Rua bento de Brito 110 Centra 1 Município Três Pontas 1 Cargo ou Função Designação 1 1 1 1 1 1 1 1 II ICEP 137190 0001 IUF Conselheiro Administrativol Documento 1 1 1 1 2009 03 27 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 ICPF 1172 03672 790 1 1 1 MG 1 1 1 I 1 1 1 1 1 1 1 Exoneração 1 1 1 1 1 Documento 1 1 1 1 1 1 1 1 1 e Nobuhico Kiryu 1 1 rl 1 1 1 1 1 I 1 1 Rua Gar aleiras 248 1 1 1 1 1 1 São Gotardo 1 1 ICEP 1388000001 Cargo ou Função 1 Designação L 1 1 1 1 1 1 Conselheiro Administrativo Documento 1 1 1 1 1 1 1 Natureza de responsabilidade Agente I 1 1 1 1 1 1 1 1 IUF 1 1 IMG 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Fndereço Município Belo Horizonte 1 De ignação 2009 03 27 1 1 1 1 1 1 1 Fax 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 I I I 1 1 1 1 I I I 1 1 1 ICPF 1722 68815 556 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Fax 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Exoneração Documento 1 1 1 1 Período Gestão 1 2010 à 31 01 2010 12 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 VII Membro do Conselho de Administraçao Deliberativo Curadorou Fiscal Raimundo Sérgio Campos 1 1 1 1 1 Rua O car Trompowiskn 565 Apt501 1 Cargo ou Função 1 1 1 1 diretor da OCEM G do dia 27 03 2009 1 1 2010 à 31 01 2010 12 Ata da Reunião Ordinária do Conselho 2009 03 27 1 IVII Membro do Conselho de Administração Deliberativo Curador ou Fiscal Natureza de responsabilidade Agente lJo 1 Período Gestão 1 Ata da Reunião Ordinária do Conselho diretor da OCEMG do dia 2703 2009 Endereço Município 1 IVII Membro do Conselho de Administração Deliberativo Curador ou Fiscal Natu reza de responsabilidade 1 1 diretor da OCEMG do dia 2703 2009 1 H 1 1 ICPF 003 68 586 062 MG Conselheiro Administrativo 1 C 01 01 2010à 31 2010 12 Ata da Reunião Ordinária do Conselho 2009 03 27 1 1 Membro do Conselho de Administraçao Deliberativo Curador ou Fiscal Adalberto de Souza Lira 1 1 1 Rua travessa Padre Conde 23 Centrol Designação ICPF 1736 68 336 476 C Agente 1 Endereço 1 1 1 Admissão em 01 1999 12 Natureza de responsabilidade 1 1 1 Gerente Geral Adm Contador Responsavel elo acompanhamento e execução orçamentária 1 Documento 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Exoneração Documento Período Gestão 1 Designação 1 Jo da Gestão orçamentária e financeira ou outro co responsável por Endereço Cargo ou Função 1 Encame atos de gestão CEP 130 110100 Conselheiro Adrninistrativol Documento 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 IUF IMG 1 1 1 1 1 1 1 ICPF 1138 33615 201 1 1 I 1 1 1 1 1 1 131 3679 3313 1 1 1 1 1 11 Exoneração Documento Fax 1 I I I 1 1 1 1 1 Período Gestão 1 2010à3 12 O1 01 2010 Ata da Reunião Ordinária do Conselho diretor da OCFMG do dia 27 2009 03 1 1 I 6 1 VII Membro do Conselho de Administração Deliberativo Curador ou Fiscal Natureza de res ponsabi f idade Agente 1 z Gonzaga Chaves Cargos 1 Lu Endereço Rua Costa Rica 160 Apto 401 Sion 1 Belo Horizonte 1 1110EP 130320 030 Município Cargo ou Função Conselheiro Administrativo 1 1 1 1 1 Documento Designação 2009 03 27 1 1 1 1 1 1 1 1 I 1 1 IUF 1 IMG 1 1 1 1 1 1 ICPF 1180 02620 771 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 I 1 1 1 Fax 1 1 1 1 1 1 1 1 I 1 1 1 1 1 1 1 Exoneração Documento 1 Período Gestão Ata da Reunião Ordinária do Conselho 2010 á 31 01 2010 12 diretor da OCEMG do dia 27 03 2009 I TE 1 1 1 11 I 1 I 1 I 1 I 1 I 1 Agente 1 Endereço Usara Dirli Gomes da Silva 1 1 1 1 Av Bernardo vasconcelos 2400 piranga Município Belo Horizonte 1 CEP 31160 1401 Conselheiro Adr ini trativol Documento 1 1 11 Designação 2009 03 27 1 I 1 1 1 1 1 1 IVII Membro do 1Consel ho de Administraçao Deliberativo Curador ou Fiscal 1 Natureza de res pons abilidade Cargo ou Função I 1 I ICPF 379 12653 341 1 1 1 IUF IMG 1 I 1 I 1 1 1 Exoneração 1 1 1 1 11 Documento 1 1 1 1 Ata da Reunião Ordinária do Conselho 1 1 1 1 1 1 Fax 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 11 1 Período Gestão 1 I 2010 à 31 01 2010 12 diretor da OCEMG do dia 27 03 2009 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 VII Natureza de res ponsabilfdade Agente 1 Endereço 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 ICPF 1033 48602 903 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 IMO 1 1 1 1 Exoneração I I 1 1 Fax I 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Ana Cristina Maia Pen ido 1 1 1 1 1 1 1 Rua Leopoldina 811 Apto 603 Santo Antonio 1 2009 03 27 I I i 1 Membro do Conselho de Admin is ração Deliberativo Curadorou Fiscal Município Belo Horizonte 1 ICEP 1303302301 Cargo ou Função Conselheiro Administrativo1 1 Designação Documento 1 1 1 1 1 1 1 1 IUF 1 1 1 1 1 1 Documento 1 1 PeríodoGestão 1 Ata da Reunião Ordinária do Conselho 2010 à 31 01 2010 12 diretor da OCEMG do dia 2703 2009 C 1 1 1 1 1 Natureza de res ponsabil idade 1 1 1 1 VII 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Membro do Conselho de Adminis ração Deliberativo Curador ou Fiscal Agente 1 Ryan Carlo Rodrigues dos Santos 1 1 1 1 1 1 ICPF 1601 921 20 751 1 1 1 1 I Endereço SQS407Bloco V Apto 302 Asa Sul l 1 1 1 1 1 1 1 1 1 11 1 1 1 Município Brasilia IUF IDE 1 1 1 1 1 I 1 1 1 1 I 1 1 1 I 1 Cargo ou Função De ignação 2009 03 27 II 1 1 1 CEP 170220 2561 Conselheiro Administrativo Documento 1 I I 1 I 1 I 1 1 1 Exoneração Documento 1 Ata da Reunião Ordinária do Conselho 1 diretor da OCFMG do dia 2703 2009 7 1 Fax 1 1 1 Período Gestão 2010 á 31 01 2010 12 Agente 1 Endereço Elton Evangelista Corrêa Lima 1 Avenida Alameda do Sol n 112 Município Nova Lima 1 1 1 1 1 1 ICEP 134 000000 1 1 I 1 1 1 I 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 IFax 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1313581 7104 1 1 1 Documento 1 Conselheiro Fiscal 1 1 1 1 1 1 1 Documento 1 1 1 1 1 1 1 2009 03 27 1 1 1MG Designação 1 ICPF 1042 07644 893 IUF Cargo ou Função 1 1 1 1 Exoneração 1 1 L Ata da Reunião Ordinária do Conselho 1 1 11 1 Período Gestão 1 2010à 31 01 2010 12 diretor da OCEMG do dia 27 03 2009 1111 1 1 1 1 1 1 1 1 1111111111111 IVII Membro do Conselho de Administraçao Deliberativo Curador ou Fiscal Agente 1 Endereço Urias Geraldo de Sousa 1 Rua Piauí 210 Centro 1 1 1 Município Divinó olis 1 Cargo ou Função 1 2009 03 27 1 1 1 1 CEP 135500 0341 Conselheiro Fiscal 1 Documento 1 1 1 Designação 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 IUF IMG 1 1 1 1 1 1 ICPF 561 1130 40625 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 IFax 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Natureza de responsabilidade 1 VII 1 1 1 Documento 1 E Ata da Reunião Ordinária do Conselho 1 1 1 I 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Período Gestão 1 1 1 Exoneração diretor da OCEMG do dia 2703 2009 1 111111111 Natureza de responsabilidade 1 1 1 I I I 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 ICPF 806 51 2 1844 15 1 1 1 1 1 Rua Dores opolis 952 612 Femão Dias 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Município Belo Horizonte 1 IUF IMG 1 1 1 1 1 Fax 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1cEr 1301300031 Conselheiro Fiscal 1 1 1 1 1 1 1 Documento 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 I Exoneração Documento 1 Ata da Reunião Ordinária do Conselho 1 I 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2010 à 31 01 2010 12 I I I I 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Agente 1 Teresa Raquel Mello Vitoriano 1 ICPF 1713 59 606 675 1 1 1 1 Endereço Rua Conselheiro lafaiete 1977 402 Sagrada Família 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Município Belo Horizonte 1 1 1 1 1 1 1Fax 1 I 1 1 1 1 CEP 1310355601 1 1 1 IMG Conselheiro Fiscal 1 1 1 1 1 1 1 Designação Documento 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 IUF Cargo ou Função 1 1 Exoneração 1 Documento Ata da Reunião Ordinária do Conselho 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Agente 1 Endereço Ramiro Rodrigues de Ávila Júnior 1 1 Rua Um 100 Bosque 1 1 Município Maguari 1 Cargo ou Função Designação 2009 03 27 1 1 1 1 1 1 1 1 Período Gestão 1 I I I I 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 VII Membro do Conselho de Administraçao Deliberativo Curador ou Fiscal Natureza de responsabilidade 1 I 2010 à 31 01 2010 12 diretor da OCEMG do dia2703 2009 1 1 VII Membro do Conselho de Administração Deliberativo Curadorou Fiscal Natureza de responsabilidade 2009 03 27 1 Período Gestão 1 diretor da OCEMG do dia 2703 2009 I t1 1 Membro do Conselho de Administraçao Deliberativo Curador ou Fiscal José Ailton Junqueira de carvalho 1 2039 03 27 1 1 Endereço Designação 1 1 1 2010 à 31 01 2010 12 Agente 1 Cargo ou Função 1 1 1 1 1 1 1 1CPF 1239 72 606 531 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1UF IMG 1 1 1 1 1 IFax 1 1 1 1 1 1 1 1 ICEP 1384471051 Conselheiro Fiscal Documento 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Ata da Reunião Ordinária do Conselho 1 1 Exoneração I Documento 1 I 1 1 1 1 1 Período Gestão 1 2010 à 3 12 01 2010 diretor da OCEMG do dia 27 2009 03 I 8 1 Natureza de responsabilidade V11 Membro do Conselho de Administração Deliberativo Curador ou Fiscal Agente 1 Carlos Fabiano braga Endereço Município Rua Divisa Nova 711 Belo Horizonte Cargo ou Função Designação 1 2009 03 27 1 11 1 1 Salgado Filho 1 1 1 1 1 1 CEP 130550 3301 Conselheiro Fiscal 1 Documento 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1CPF 1007 63620 250 1 IUF 1 1 1 MG 1 1 1 1 Ata da Reunião Ordinária do Conselho 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Exoneração Documento 1 1 1 1 1 1 Fax 1 1 f 1 1 1 1 1 1 1 Período Gestão 1 2010à 31 01 2010 12 diretor da OCFMG do dia2703 2009 I I i I 9 INTRODUÇÃO 0 Relatório de Gestão foi estruturado seguindo orientações da Unidade Nacional do Sescoop embasados em todas as normas dos Órgãos de Controle 0 mesmo foi subdividido em 06 capítulos de forma a ordenar todas as informações solicitadas 0 Capítulo 1 referese ao perfil institucional da entidade onde são apresentadas sua constituição e natureza responsabilidades missão visão e as fontes de recursos No Capítulo 2 é abordado o tema Governança Corporativa sendo detalhados os objetivos estratégicos e a estrutura organizacional da Unidade 0 Capítulo 3 discorre sobre o tema Cooperando com o Futuro destacando se a importância do papel e das ações do Sescoop para o desenvolvimento local e nacional A Gestão de Pessoas é tratada no Capítulo 4 mostrando o perfil do quadro funcional a movimentação do quadro de pessoal no exercício as capacitações e folha de pagamento Todas as ações realizadas pela Unidade estão detalhadas no Capítulo 5 Prestação de Contas Essas ações englobam as linhas de atuação de formação e capacitação profissional promoção social e monitoramento A gestão interna também é tratada nesse capítulo e ainda são apresentados indicadores de desempenho 0 Capítulo 6 contempla a execução orçamentária destacando as receitas e despesas Ao final são apresentados vários anexos que complementam a prestação de contas Em cumprimento ao item 3 Parte A do Anexo 11 da Decisão Normativa do TCU N 2010 informamos que a Unidade não possui passivos por insuficiência de créditos ou recursos 107 por desenvolver suas atividades obedecendo seu orçamento 0 1 SUMÁRIO EXECUTIVO O cooperativismo é um movimento voltado para formas associativas e democráticas de organização da produção do trabalho e do consumo com o foco no atendimento às necessidades comuns dos seus associados e não apenas no lucro no que se diferencia dos demais empreendimentos Com cerca de sete mil cooperativas e 299 mil empregados o cooperativismo brasileiro conta com mais de 9 milhões de cooperados 88 5 bilhões de reais em faturamento e 4 bilhões de dólares em exportações Embora sejam sociedades sem fins lucrativos as cooperativas atuam numa economia de mercado e em concorrência com empresas essencialmente privadas Apesar das diferenças na propriedade do capital na destinação dos resultados e na relação com as comunidades as cooperativas agem em um ambiente competitivo em que predominam o mercado e as empresas capitalistas e portanto devem estar bem preparadas Diante disso o sistema cooperativista depara se com o desafio de atender às demandas sociais de seus cooperados e de seu entorno e ao mesmo tempo desenvolverse em conformidade com um mercado altamente competitivo O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo Sescoop criado em 1998 faz parte do Sistema S Tem corno objetivo integrar o Sistema Cooperativista Nacional e auxiliálo a vencer seus desafios Cabe ao Sescoop organizar administrar e executar 0 ensino de formação profissional cooperativista para cooperados empregados de cooperativas e familiares A promoção social de cooperados empregados de cooperativas e familiares e 0 monitoramento das cooperativas em todo o território nacional 0 grande desafio é apoiar de modo efetivo cooperativas de 13 diferentes ramos da agricultura aos serviços passando pelo comércio e pela indústria com portes distintos das grandes às pequenas e distribuídos espacialmente por todo o País nos 26 estados e no Distrito Federal Com todas essas atribuições e urna abrangência nacional o Sescoop atua em um ambiente de elevada complexidade No Estado de Minas Gerais existem cerca de 800 cooperativas quase um milhão de cooperados e uma geração média de 30 mil empregos diretos Com movimentação anual de R 18 bilhões e participação de 6 4 na economia mineira as cooperativas se consolidam cada vez mais como referência de qualidade e desenvolvimento Em 2010 muitas foram as conquistas e as atividades realizadas pelo SescoopMG em prol da gestão eficiente do setor por meio das ações de acompanhamento e formação profissional bem corno de promoção social para cooperados familiares e comunidades locais A busca pelo aprimoramento constante imperou e como resultados foram superadas as expectativas do planejamento previsto para a entidade Seja por meio de novos projetos seja por meio da continuidade de iniciativas que promovem o aperfeiçoamento da gestão cooperativista no Estado o SescoopMG fechou o exercício de maneira muito positiva Focado no crescimento qualitativo e no desenvolvimento constante do setor foram colocadas em prática diversas atividades que confirmam o direcionamento estratégico profissional no ambiente cooperativo mineiro 11 Para exemplificar citamos o lançamento do projeto Equipe Técnica com objetivo de promover a troca de informações institucionais e a identificação das principais demandas das cooperativas por ramo ou região Também destacamos o projeto teatral itinerante o torneio esportivo entre as cooperativas o Cooperativismo e Arte nos Parques de BH e o aplaudido Dia de Cooperar Dia C que promove a integração de todas as iniciativas voluntárias das cooperativas mineiras Foram realizadas mais de 270 atividades apenas na área de capacitação monitoramento e promoção social no exercício passado que refletiram diretamente na profissionalização do segmento 0 SescoopMG disponibilizou ainda um diversificado portfólio de atividades com foco permanente no aprimoramento do negócio cooperativo A evolução do número de beneficiadas nos últimos oito anos foi de 442 alcançando mais de um milhão de pessoas através de cursos eventos palestras encontros seminários entre outros Mesmo com a dificuldade de levar as ações da entidade a todas as cooperativas do Estado em função de sua disposição geográfica e do número de municípios que contempla temos obtido resultados expressivos A expectativa é de continuar atuando de maneira cada vez mais comprometida para que o setor esteja sempre em posição de destaque no cenário nacional e internacional A seguir podese conferir o detalhamento das ações promovidas pelo SescoopMG ao longo de 2010 12 CAPÍTULO 1 PERFIL INSTITUCIONAL 0 SESCOOP integra o Sistema Cooperativista Brasileiro fornecendo lhe suporte em formação profissional técnica e gerencial A entidade atua também na promoção social dos cooperados empregados e familiares bem como no monitoramentodesenvolvimento dos cooperativas Do ponto de vista formal o SESCOOP é urna entidade civil de direito privado sem fins lucrativos constituída sob o regimento de serviço social autônomo A Instituição é mantida por recursos de natureza parafiscal Os valores das contribuições feitas pelas cooperativas são definidos a partir de um percentual sobre as folhas de pagamento Composto por uma Unidade Nacional e por 27 unidades estaduais é considerado uma entidade paraestatal pois desempenha serviços não exclusivos do Estado em colaboração com ele recebendo incentivos do poder público Por essa razão está sujeito a controle pela Administração Pública e pelo Tribunal de Contas da União Em linhas gerais a Unidade Nacional do SESCOOP é responsável pela normatização de procedimentos e pela definição das linhas de atuação a serem adotadas pelas unidades estaduais Estas por sua vez devem seguir essas diretrizes sem contudo deixar de atender às demandas específicas de sua região 1 Constituição e natureza da entidade A criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo foi oficializada pela Medida Provisória 1 715 de 3 de setembro de 1998 0 Decreto 3 017 de 06 de abril do ano seguinte complementou a medida provisória instituindo regulamentos e dispositivos que disciplina a atuação do SESCOOP 0 SescoopMG foi registrado no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas sob o n 104 dia 03 102 1999 e atualizado em 31 09 2008 10 2 Responsabilidade Institucional 1 Os alvos da atuação do SESCOOP são as cooperativas seus associados e empregados bem como os respectivos familiares 0 trabalho da entidade organizase a partir de quatro áreas de atuação São elas Formação capacitação profissional Promoção social Monitoramento e desenvolvimento de cooperativas e Gestão do sistema As ações do Sescoop para fortalecimento das cooperativas englobam capacitação valorização e melhor aproveitamento dos cooperados e empregados Desse modo a entidade busca 13 alçálos a patamares mais elevados de inovação e excelência favorecendo a competitividade dos produtos e serviços 3 Missão e visão 1 A função e a razão de ser do Sescoop estão contempladas em sua missão promover o desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentável por meio da formação profissional da promoção social e do monitoramento das cooperativas respeitando sua diversidade contribuindo para sua competitividade e melhorando a qualidade de vida dos cooperados empregados e familiares 0 escopo de sua atuação busca o desenvolvimento sustentado do cooperativismo de forma a produzir a melhoria dos resultados obtidos pelas cooperativas e o fortalecimento de seu papel econômico e social A visão da entidade é ser reconhecido por sua excelência em formação profissional cooperativista como promotor da sustentabilidade e da autogestão das cooperativas e como indutor da qualidade de vida e bemestar social de cooperados empregados e familiares 4 Fonte de Recursos 1 A principal fonte de recursos do SESCOOP é a contribuição social em percentual de 2 5 incidente sobre as folhas de pagamento das cooperativas A distribuição orçamentária da contribuição social está prevista em regimento Interno e obedece a seguinte diretriz 10 dez por cento são destinados ao custeio e à aplicação na Unidade Nacional do SESCOOP 2 dois por cento do orçamento é enviado à Organização das Cooperativas Brasileiras OCB a título de taxa de administração pela utilização de sua estrutura institucional de representação de informação e de logística disponível no Sistema OCB OCEs 20 vinte por cento irão compor o Fundo Solidário de Desenvolvimento Cooperativo FUNDECOOP administrado pela Unidade Nacional conforme resolução do Conselho Nacional do SESCOOP 68 sessenta e oito por cento são aplicados diretamente pelas unidades estaduais ou regionais nas atividades relativas aos objetivos fins despesas de caráter geral e investimentos necessários para atingir seus objetivos conforme normas definidas pelo Conselho Nacional do SESCOOP 1 RECEITAS RECEITAS RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS FONTE DE RECURSOS 2007 2008 2009 2010 461368 6 57 275 7 06 259 60 12 990 8 62 946 58 23 17 501 10375 85 19 RECEITAS PATRIMONIA IS 06 668 702 25 854 552 32 21 73 306 487 86 11 68 609 645 49 32 OUTRAS RILEITAS CORRENTES 69 866 131 98 418 132 42 0 85 167 2624 58 283 167 07 0 00 500 29 00 0 00 0 00 0 00 0 ALIENAÇÃO DEBENS MÓVEIS OUTROS CONVÊNIO E ACORDOS TOTAL 56 106 210 506 032 7 88 009 990 7 29 14 45 6 645 9 20 421 72 20 00 0 00 0 43 394 588 11 14 20 II RECEITA COMPARADA 2007 x 2008 000 8 00 000 000 7 00 000 000 6 00 000 000 5 00 000 000 4 00 000 000 3 00 000 000 2 00 000 000 1 00 000 00 0 RECEITAS RECEITA DE OUTRAS CONTRIBUIÇÕES PATRIMONIAIS SOCIAIS ALIENAÇÃO DE RECEITAS OUTROS BENS MOVEIS CONVÊNIO E CORRENTES ACORDOS Fonte Zeus III RECEITA COMPARADA 2008 x 2009 00 000 10 000 9 00 000 000 8 00 000 000 7 00 000 000 6 00 000 000 5 00 000 000 4 00 000 000 3 00 000 000 2 00 000 000 1 00 000 00 RECEITA DE 0 CONTRIBUIÇÕES RECEITAS OUTRAS PATRIMONIAIS RECEITAS CORRENTES ALIENAÇÃO DE BENS MÓVEIS Fonte Zeus IV RECEITA COMPARADA 2009 x 2010 00 000 12 00 000 10 000 8 00 000 000 6 00 000 000 4 00 000 000 2 00 000 00 0 RECEITA DE RECEITAS OUTRAS CONTRIBUIÇÕES PATRIMONIAIS RECEITAS CORRENTES Fonte Zeus 15 As receitas de contribuições de 2010 aumentaram em 19 em relação a 2009 devido ao fortalecimento do cooperativismo no Estado e consequente aumento da arrecadação que é calculada sobre a folha de pagamento dos empregados de cooperativas CAPÍTULO 2 GOVERNANÇA CORPORATIVA A estrutura de gestão do Sescoop obedece às melhores práticas de governança corporativa respeitando os quatro princípios básicos desse modelo de administração a Transparência não só em relação aos dados contábeis mas a todos os assuntos que possam gerar conflitos de interesses internos ou externos b Equidade igualdade de tratamento a todos os grupos sejam eles conselheiros governo cooperados empregados etc c Prestação de contas os gestores do Sescoop prestam contas à sociedade ao sistema cooperativista e ao governo sobre todos os atos praticados no exercício de seu mandato d Responsabilidade conjunto de ações que garantam a sustentabilidade do negócio o desenvolvimento da comunidade e a preservação do meio ambiente A entidade é administrada de forma colegiada e conta com a seguinte estrutura um Conselho Nacional um Conselho Fiscal e uma Diretoria Executiva composta por um presidente e um superintendente A Presidência da entidade é cargo privativo do presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras OCB Esse modelo de gestão é reproduzido nas unidades estaduais onde as atividades são definidas e fiscalizadas pelos respectivos conselhos deliberativos e fiscais em consonância com as diretrizes nacionais da instituição Entenda a seguir o papel de cada um desses órgãos Conselho Administrativo Estadual é o órgão máximo da administração estadual e terá um mandato de 04 quatro anos coincidentes com o mandato da Diretoria da Ocemg Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais Será composto por cinco membros titulares e igual número de suplentes assim constituídos Pelo Presidente da Ocemg como seu presidente Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais 01 um representante indicado pelo Conselho Nacional do Sescoop 03 três representantes indicados pela Ocemg Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais dos quais 01 um representará os empregados em cooperativas e 02 dois representarão as cooperativas contribuintes do Sescoop Conselho Fiscal Estadual é composto por 03 três membros titulares e igual número de suplentes indicados pela Diretoria da Ocemg Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais para um mandato de 04 quatro anos coincidente com o mandato do Conselho Administrativo Estadual Diretoria Executiva é o órgão gestor e de administração do Sescoop MG consoante às diretrizes estabelecidas pelos Conselhos Nacional e Administrativo Estadual Será composta pelo Presidente do Conselho Administrativo Estadual e pelo Superintendente 16 1 Objetivos Estratégicos 2 São objetivos do SESCOOPMG de acordo com o seu Regimento Interno I organizar administrar e executar o ensino de formação profissional e a promoção social dos trabalhadores e dos cooperados das cooperativas II operacionalizar o monitoramento a supervisão a auditoria e o controle em cooperativas conforme sistema desenvolvido e aprovado em Assembléia Geral da Organização das Cooperativas Brasileiras OCB III assistir as sociedades cooperativas empregadoras na elaboração e execução de programas de treinamento e na realização da aprendizagem metódica e contínua N estabelecer e difundir metodologias adequadas à formação profissional do trabalhador em gestão de cooperativas e a promoção social do trabalhador e do cooperado V exercer a coordenação supervisão e fiscalização da execução dos programas e projetos de formação profissional e de gestão em cooperativas de empregados e cooperados VI assessorar o Governo em assuntos relacionados com formação profissional e de gestão cooperativista e atividades assemelhadas 2 Estrutura Organizacional Para melhor cumprir seu papel de fomentar o desenvolvimento do sistema cooperativista mineiro o Sescoop MG se organizou de acordo com o organograma a seguir Confira as principais funções das áreas da entidade Presidência responsável por executar a política de atuação do Sescoop As competências do Presidente estão detalhadas no Art 15 do Regimento Interno Superintendência responsável pela gestão operacional do Sescoop As competências do Superintendente estão detalhadas no Art 18 do Regimento Interno Gerência Jurídica oferecer respaldo legal à atuação institucional no que se refere a elaboração dos instrumentos jurídicos normativos e acompanhamento processual nas questões em que a instituição é parte Também atua no sentido de aprofundar o entendimento sobre o direito cooperativo e oferecer apoio na representação política institucional e assessoria jurídica às cooperativas Assessoria de Comunicação zelar pela imagem institucional por meio de informações divulgadas nos veículos internos e externos de comunicação bem como assessorar a instância diretiva no posicionamento perante os diferentes públicos formadores de opinião Gerência Geral Técnica trabalhar na interlocução entre os níveis estratégico e tático da organização facilitando assim a gestão institucional no que se refere às ações finalísticas Gerência de Capacitação coordenar as ações relacionadas à formação profissional promoção social e monitoramento do público alvo 17 Gerência Acompanhamento atuar no acompanhamento das cooperativas de forma preventiva e corretiva das ações desenvolvidas Gerência Técnica responsável pelo suporte técnico e de assistência relativos a políticas publicas definições ligadas a fomento e financiamento em parceria com órgãos públicos e privados orientações técnicas e coleta de informações junto às cooperativas além de atualização de informações socioeconômicas do setor Gerência Geral Administrativa trabalhar na interlocução entre os níveis estratégico e tático da organização facilitando assim a gestão institucional no que se refere às ações administrativas Gerência Controladoria garantir a correta administração dos recursos financeiros envolvendo o processo de recebimento repasse e movimentação bem corno cumprir as obrigações contábeis orçamentárias e financeiras da instituição Gerência de Informática oferecer estrutura tecnológica e de segurança da informação criando condições para a execução das atividades institucionais Gerência Administrativa responsável pela área de compras contratos licitação e gestão das atividades operacionais internas de administração 18 O N aU Em á aU Co ai O c O o m O ó 0 o o i a o 0 U 0 v 7o U CAPÍTULO 3 COOPERANDO COM 0 FUTURO 0 cooperativismo é uma importante força impulsionadora de desenvolvimento do país mais de 25 do total do País Uma das estando presente em 1 407 municípios brasileiros principais demandas do setor é a capacitação de seus profissionais que buscam ganhar espaço no mercado nacional e internacional Atento às necessidades dos associados o Sescoop investe na formação de líderes gestores e cooperados visando sempre o fortalecimento a qualificação e a sustentabilidade do setor Entre as ações desenvolvidas enfatizamos os trabalhos que são voltados para os jovens Preocupado com o futuro das cooperativas o Sescoop vem investindo nesses jovens visando preparálos para serem futuros cooperados e dirigentes Há dez anos são realizados Encontros onde temas como cooperativismo cultura da cooperação gestão profissionalizada intercooperação e sustentabilidade das cooperativas responsabilidade social e aglutinação são tratados Outras ações são desenvolvidas para esse público corno os cursos para jovens filhos de cooperados produtores de leite e café com o objetivo de despertar o interesse pela atividade e manter o jovem no campo visando dar continuidade aos negócios da família evitando assim o êxodo para a cidade A cultura da cooperação está presente no Projeto de Educação Cooperativista 0 Projeto é urna parceria do SescoopMG Secretarias Municipais de Educação e Escolas envolvidas nos municípios de Esmeraldas e João Monlevade Com o propósito de construir conceitos e práticas pedagógicas e cooperativistas na escola na família e na comunidade para desenvolver a cultura da cooperação 0 Projeto é urna proposta pedagógica que permeará todo o processo educativo do projeto político pedagógico das escolas municipais do ensino fundamental É um trabalho em rede de envolvimento dos alunos dos professores dos profissionais e parceiros para melhoria da escola e da comunidade dando visibilidade das ações cooperativistas na localidade A importância do cooperativismo mineiro se traduz nos números Em 2010 encerramos o ano com 925 701 associados e 29 829 empregados em 781 cooperativas Os ramos que mais contribuíram com estes números foram o crédito agropecuário consumo saúde e transporte Esses ramos representaram 87 das cooperativas 97 dos associados e 99 dos empregados do cooperativismo mineiro o que demonstra um crescimento desses ramos em relação ao ano anterior 0 PIB per capita indicador de renda que mede o valor médio do PIB por habitante em 2009 foi de R 12 99 em Minas Gerais inferior ao PIB do cooperativismo mineiro que foi de 575 R 19 07 demonstrando que o setor teve média de renda superior em 58 960 72 com relação ao estado como um todo Os ramos agropecuário crédito e saúde sornaram 97 da movimentação econômica das cooperativas de Minas Gerais As cooperativas agropecuárias têm papel fundamental na produção agrícola e pecuária de Minas Gerais representando 10 67 do PIB do agronegócio mineiro em 2009 20 As exportações cooperativistas deram grandes saltos a partir de 2003 Entre esse ano e 2006 as receitas e o volume exportados cresceram 178 e 45 6 respectivamente Apesar da queda de 21 no volume das exportações em 2008 houve um crescimento de 15 nas receitas Já em 2009 houve queda de 23 tanto no volume exportado quanto nas receitas Todo o trabalho realizado pelo Sescoop MG é voltado para a capacitação e desenvolvimento das cooperativas mineiras e os resultados do investimento nessa área podem ser traduzidos pelos números apresentados ou seja o crescimento do setor A equipe do Sescoop enxerga a responsabilidade socioambiental como uma oportunidade de ultrapassar os objetivos da instituição participando efetivamente da transformação da sociedade Afinal a cultura solidária que sustenta o cooperativismo não se limita a aspectos técnicos de gestão Ela afeta positivamente a vida das pessoas em seus relacionamentos sociais e as leva a adotar uma postura mais positiva em relação ao outro e ao meio ambiente CAPÍTULO 4 GESTÃO DE PESSOAS Um ambiente de trabalho saudável atrativo e motivador impulsiona a produtividade organizacional e aumenta o nível de satisfação de seus colaboradores Por isso o Sescoop investe constantemente na valorização e na melhoria da qualidade de vida do seu quadro de pessoal 0 SescoopMG dedica ao público interno atenção e cuidado semelhantes aos destinados às cooperativas e a seus associados e empregados Uma das prioridades é a capacitação e o desenvolvimento de seus colaboradores Paralelamente procurase criar um clima organizacional positivo que estimula a confraternização o trabalho em equipe e o envolvimento das equipes em ações de voluntariado Com pouco mais de dez anos de atuação o Sescoop vê se diante de desafios comuns a organizações que se relacionam com um cenário dinâmico exigindo contínuo aprimoramento dos processos de trabalho Por isso a entidade vem crescendo e se desenvolvendo no sentido de melhor atender aos seus objetivos organizacionais 1 Perfil do Corpo Funcional 4 Ao final de 2010 o quadro de pessoal do Sescoop MG somava 41 colaboradores sendo 40 efetivos e 1 estagiário Entre os colaboradores 50 20 ingressaram na instituição há menos de três anos compondo um quadro jovem e em fase de consolidação Como instituição socialmente responsável o Sescoop MG prima pela equidade de gênero e de tratamento das minorias sendo vedado qualquer tipo de preconceito dentro da entidade que hoje conta com 42 50 dos profissionais do sexo feminino do total 36 59 empregados tem pós graduação 29 27 curso superior completo 24 39 curso superior incompleto 7 32 ensino médio e 2 44 ensino fundamental 21 VI COLABORADORES POR ESCOLARIDADE COLABORADORES POR ESCOLARIDADE 3296 7 44 ENSINO 2 FUNDAMENTAL E ENSINO 2796 29 SUPERIOR 3996 24 SUPERIOR INCOMPLET O ET j1MPI 5996 PÓS 36 GRADUAÇÃO Fonte Sescoop MG 2 Movimentação do Quadro de Pessoal 4 Ao Longo de 2010 o SescoopMG admitiu 7 colaboradores 6 efetivos e 1 estagiário e não efetuou nenhuma demissão As admissões efetuadas foram devido ao aumento de demanda dos trabalhos As contratações ocorreram em razão da necessidade de estruturar algumas áreas como a Gerência Informática Gerência Técnica Gerencia Controladoria Gerência Administrativa e Assessoria comunicação Todas as seleções foram realizadas em conformidade com a Resolução 300 de 01 2008 10 que aprova o regulamento de contratação de pessoal das entidades que compõem o Sistema S e delineia os principais critérios a serem adotados 3 Capacitações 4 Em suas estratégias de desenvolvimento de pessoal o Sescoop identifica necessidades promove e gerencia ações em favor do desenvolvimento pleno das atividades profissionais buscando manter o quadro de colaboradores capacitado e motivado Em 2010 foram realizados dois treinamentos internos um para todos os empregados e o outro para Gerentes e Técnicos ambos com o objetivo de trabalhar as relações interpessoais e o espírito de equipe do grupo 0 Sistema possui ainda uma política de incentivo ao desenvolvimento e aperfeiçoamento pessoal através de um auxílio financeiro para custear parte de cursos como ensino fundamental e médio pré vestibulares graduação línguas e pós graduação especialização MBA mestrado doutorado Essa política de incentivo é regida pela Portaria PRE 005 2007 22 4 Folha de Pagamento Em 2010 o Sescdop MG investiu R 3 014 milhões para pagamento da folha de pagamento saláriosencagos beneficios de seus colaboradores 0 valor representou 82 90 do orçamento previsto para o exercício conforme demonstrado na tabela abaixo No Anexo II Histórico da composição e das despesas com recursos humanos teve um aumento de 29 em relação a 2009 nesse rubrica consta salários encargos e benefícios esse crescimento e devido ao aumento do número de empregados do SescoopMG e a aplicação de reajuste salarial conforme acordo coletivo VII TABELA FOLHA DE PAGAMENTO 17 I 1u3 c1110 Vencimentos e Remuneração Encargos Sociais Patronais EXERCÍCIO 2010 3j7A i ORÇADO 315 2 00 002 REALIZADO 025 2 11 445 ORÇADO 00 800 793 REALIZADO 89 093 648 Benefícios ORÇADO 00 965 527 VT VAPI Saúde Seg Vida REALIZADO 81 427 341 TOTAL ORÇADO 636 3 00 767 REALIZADO 014 3 81 966 49 87 64 81 67 64 90 82 Fome Zeus VIII GRÁFICO FOLHA DE PAGAMENTO EXERCÍCIO 2010 FOLHA DE PAGAMENTO 00 90 00 80 00 70 00 60 00 50 00 40 00 30 00 20 0036 10 0076 0 49 87 Vencimentos e Remuneração 4 81 67 64 Encargos Sociais Benefícios Patronais Fome Zeus 23 CAPÍTULO 5 PRESTAÇÃO DE CONTAS Conforme mostrado ao longo deste relatório a atuação do Sescoop engloba quatro linhas prioritárias de atuação Três delas estão relacionadas à missão da entidade por isso são classificadas como áreas finalísticas São elas Formação e capacitação profissional Promoção Social e Monitoramento e desenvolvimento de cooperativas A quarta e última área de atuação trata da organização e gestão do sistema ou seja dos processos que dão suporte às áreas finalísticas visando atingir os objetivos institucionais do Sescoop Confira a seguir as ações previstas e efetivamente realizadas pelo SescoopMG no ano de 2010 por linha de atuação 2010 LINHAS DE AÇÃO 2009 Previsto Exec Realizado I Atuação Finalística 216 194 202 104 Promoção Social 21 18 22 122 Monitoramento desenvolvimento de cooperativas 36 32 36 113 9 14 14 100 282 258 274 Formaçãocapacitação profissional H Gestão do Sistema Gestão Interna Divulgação TOTAL Ressaltase que as ações voltadas para gestão interna foram lançadas na atuação finalística A partir no exercício de 2011 o Sescoop MG fará a classificação em gestão interna R 2010 LINHAS DE AÇÃO Previsto Realizado xe F I Atuação Finalística Formaçãocapacitação profissional 231 5 00 156 163 4 95 519 59 79 Promoção Social 524 1 00 000 342 1 42 079 06 88 Monitoramentodesenvolvimento de cooperativas 005 1 00 300 01 212 709 55 70 00 000 429 74 215 358 50 83 189 8 00 456 573 6 12 027 26 80 II Gestão do Sistema Gestão Interna Divulgação TOTAL 24 1 Atuação Finalística 5 Anualmente o Sescoop MG realiza com seu quadro técnico e gerencial o planejamento de todas as ações a serem desenvolvidas no exercício seguinte a partir do diagnóstico das principais demandas e necessidades do segmento cooperativista estabelecendo portanto suas prioridades de atuação A cada ano o SescoopMG cumpre os objetivos de organizar administrar e executar conforme suas competências o ensino de formação profissional e a promoção social do segmento cooperativista mineiro Além de operacionalizar monitorar e supervisionar as atividades das sociedades cooperativas direciona a elaboração e execução de programas de treinamento para a realização da aprendizagem sistêmica e contínua Todo esse trabalho de planejamento visa à profissionalização da gestão e consequentemente ao desenvolvimento e a sustentabilidade das cooperativas no mercado 0 Plano de Trabalho para o ano de 2010 foi elaborado de forma a atender as principais demandas das cooperativas mineiras mensuradas estrategicamente em reuniões com as lideranças cooperativas do interior Censo do Cooperativismo Mineiro e nas solicitações levantadas através dos questionários de avaliação aplicados após o encerramento de cada curso realizado Mais uma vez foram realizados diversos cursos e eventos nas áreas comportamental administrativa contábil técnica entre outras buscando o aperfeiçoamento de toda a estrutura organizacional das cooperativas além de atividades descentralizadas em convênio com centrais federações e cooperativas Com a criação das equipes técnicas a área de monitoramento sofreu uma alavancagem significativa Na área da promoção social foram desenvolvidas ações na linha da cultura e lazer Considerando que suas atividades tiveram início em dezembro de 1999 os números mostram o que o Sescoop MG vem crescendo A demanda por parte das cooperativas vem aumentando e a cada ano o número de cooperativas atendidas e de pessoas beneficiadas cresce sendo que o índice de eventos cancelados vem diminuindo sistematicamente 1 Investimentos em Formação e Capacitação profissional 5 Empregabilidade As realizações aqui descritas são vinculadas à Subfunção 333 Programa 0101 Qualificação Profissional do Trabalhador ação 8952 Qualificação Profissional na Área do Cooperativismo Qualificação Profissional do Trabalhador Este programa tem como objetivo promover a qualificação social e profissional do trabalhador articuladas com demais ações de integração ao mercado trabalho Foram previstas a qualificação de 10 805 pessoas com um investimento total de cinco milhões duzentos e trinta e um mil cento e cinquenta e seis reais Para o desenvolvimento do programa foram realizadas ações de qualificação profissional nas áreas de gestão financeira comportamental administrativa contábil técnica entre outras Foram capacitadas 48 419 pessoas com um investimento total de quatro milhões cento e sessenta e três mil quinhentos e dezenove reais e noventa e cinco centavos As atividades realizadas para cumprimento da meta foram 25 A FORMACOOP PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE DIRIGENTES DE COOPERATIVAS 0 Programa de Desenvolvimento de Dirigentes de Cooperativas Formacoop é um treinamento em 09 módulos totalizando 144 horas que visa preparar os dirigentes para uma gestão mais eficiente 0 Sescoop MG vem constatando através de depoimento dos participantes a importância do Formacoop como agente de mudança e instrumento de desenvolvimento profissional dos dirigentes frente às cooperativas Durante o ano de 2010 concluíram o Programa três turmas iniciadas em 2009 três turmas iniciadas em 2010 Outras cinco tiveram início nesse ano com previsão de conclusão em 2011 A cada ano a demanda vem crescendo demonstrando o interesse dos dirigentes em se profissionalizarem A ação é coordenada pelo Gerencia de Capacitação do SescoopMG A realização dos módulos é demonstrada através do Quadro 01 no Anexo XV Foram capacitados 296 dirigentes de cooperativas a um valor por beneficiário de R 129 79 que se comparado a cursos similares no mercado demonstra a economicidade realizada na aplicação dos recursos do Sescoop Participaram da capacitação 97 cooperativas de todos os ramos comprovadas através das listas de presença Metas físicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZA Â0 Financeiras R 417 00 000 RS 345 30 764 83 Física 65 63 97 Realizações por elemento de despesa Material de Consumo 09 342 103 Despesas com alimentação dos participantes Despesas referentes à aquisição de passagens para os Passagens e Locomoções 58 732 18 instrutores Diárias e Hospedagem 92 555 13 Pagamento de hospedagem para os instrutores Reembolso de despesas para o instrutor corno por exemplo km rodado alimentação etc Outras Despesas de Viagem 692 3 87 Locação de espaço e equipamentos para realização da 00 467 50 Locações Serviços Especializados PJ Outros Serviços de Terceiros PJ Encargos s Serv de Terceiros 00 120 141 84 837 12 016 2 00 capacitação Pagamento de instrutoria Contratação de serviços não especializados de pessoa jurídica Pagamento de impostos de serviços prestados por terceiros Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 345 30 número total de beneficiários 296 764 Desempenho do indicador R 129 79 custo médio por beneficiário por módulo 26 B CURSOS Os cursos oferecidos pelo SescoopMG têm como objetivo capacitar empregados e dirigentes nas áreas comportamental financeira contábil administrativa dentre outras Os cursos realizados estão listados no Quadro 02 Anexo XV Foram capacitados 1 857 empregados e dirigentes de cooperativas a um valor por beneficiário de R 291 48 que se comparado à cursos similares no mercado demonstra a economicidade realizada na aplicação dos recursos do Sescoop Participaram da capacitação 325 cooperativas de todos os ramos comprovadas através das listas de presença Metas fisicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACÁO Financeiras R 657 00 000 R 541 96 278 82 Física 80 81 101 Realizações por elemento de despesa Benefícios Sociais 828 6 00 Material de Consumo 24 697 159 agamento de seguro de vida para participantes dos cursos Jovens Produtores de Café e Leite Despesas com alimentação dos participantes Despesas referentes à aquisição de passagens para os 23 492trutores 60 174 21 Pagamento de hospedagem para os instrutores 497 73 Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagem Reembolso de despesas para o instrutor como por Outras Despesas de Viagem 680 4 14 45 643 40 Locações Materiais para Treinamento Serviços Especializados PJ 00 130 11 exemplo km rodado alimentação etc Locação de espaço e equipamentos para realização da capacitação vros didáticos cartilhas e apostilas para os inamentos 00 4aagamento de instrutoria 590 164 00 keembolso de despesa com taxi para instrutores 232 Serviços de Transporte Cóntratação de serviços não especializados de pessoa Outros Serviços de Terceiros PJ Encargos s Serv de Terceiros Serviços Especializados PF 73 518 23 106 8 77 82 180 25 jurídica gtem 7 amento de impostos de serviços prestados por iros agamento de Instrutoria Pessoa Física Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 541 96 número total de beneficiários 278 857 1 Desempenho do indicador R 291 48 custo médio por beneficiário A preocupação com a qualidade dos treinamentos oferecidos pelo Sescoop MG é constante 0 processo de escolha e avaliação dos instrutores bem como o material entregue aos participantes são acompanhados e analisados constantemente pela Gerência responsável e Diretoria 27 C ENCONTROS E SEMINÁRIOS A realização de seminários e encontros tem como objetivo geral apresentar e discutir temas pertinentes a cada área proporcionando o esclarecimento e a troca de informações entre os participantes mantendo as cooperativas atualizadas e preparadas para desenvolverem as suas atividades Foram realizados os seguintes eventos Eventos Data Cidade Objetivo Encontro dos Profissionais de 07 e 08 2010 06 Belo Horizonte Informar e abrir discussões sobre novas mídias e Comunicação das Cooperativas de MG as várias formas de usar a comunicação e o marketing para o crescimento das cooperativas mineiras Encontro Estadual de 03 a 05 2010 12 Pitangui Funcionários do Sistema Proporcionar aos participantes a vivência das relações que facilitem a produção e o aprimoramento do grupo desenvolvendo as habilidades individuais e atitudes no Encontro Estadual de OQS das Cooperativas Agropecuárias de MG Encontro Estadual do Ramo 06 a 08 2010 10 2010 03 05 Transporte Ouro Preto relacionamento interpessoal Despertar os participantes para a importância do papel das lideranças na Governança Corporativa de sua Cooperativa preparando os para uma atuação mais compromissada Belo Horizonte Apresentar institucionalmente a Fetranscoop Elencar das demandas do setor Efetivar uma agenda de trabalho focada no desenvolvimento Encontro Estadual dos Profissionais de Contabilidade 12 e 13 2010 08 participativo para o segmento Belo Horizonte Discutir e esclarecer questões pertinentes às áreas contábil e tributária das cooperativas de Cooperativas de MG Seminário Estadual 2010 05 14 Varginha Preparatório para o Congresso Brasileiro de Cooperativismo 2010 05 17 Montes Claros 2010 05 24 Uberlândia 2010 06 24 Belo Horizonte 2010 04 12 Governador 2010 11 30 Belo Horizonte Preparar os Dirigentes conselheiros e cooperados para participarem do Congresso Brasileiro de Cooperativismo Valadares Seminário de Responsabilidade Social das Cooperativas Mineiras Seminário Direito Eleitoral e conhecimento do público em geral a dimensão das atividades realizadas o desenvolvimento dos 2010 07 29 Belo Horizonte 2010 07 23 Belo Horizonte o Cooperativismo Seminário do Ramo Trabalho da Região Sudeste V Encontro dos Profissionais 2010 08 24 de Tecnologia das Cooperativas de Minas Gerais VII Encontro Estadual dos Profissionais de Secretariado Reconhecer e homenagear as práticas voluntárias ocorridas no dia de Cooperar levando ao 28 a 30 2010 04 processos e os resultados alcançados Preparar a atuação das sociedades cooperativas nas eleições para Governadores Senadores Deputados Federais e Estaduais e Presidente da República Apresentar o Programa Nacional de Conformidade PNC Trabalho para o mercado e autoridades públicas do Estado de Minas Gerais envolvendo as entidades de classes empresariais centrais sindicais e empresas em geral Belo Horizonte Atualizar e capacitar todos os profissionais envolvidos com as áreas de Tecnologia da Informação das Cooperativas Belo Horizonte Capacitar os participantes a estabelecerem relações sociais mais positivas com colegas e clientes por meio do conhecimento dos principais fatores intrapessoais 28 Foram capacitados 1 014 empregados e dirigentes de cooperativas a um valor por beneficiário de R 271 49 que se comparado à cursos similares em mercado demonstra a economicidade realizada na aplicação dos recursos do Sescoop Participaram da capacitação 311 cooperativas de todos os ramos comprovadas através das listas de presença Metas físicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZA AO Financeiras R 321 00 600 R 275 76 293 86 Física 15 15 100 Realizações por elemento de despesa Beneficios Sociais Material de Consumo 269 24 80 9 84 941 82 Passagens e Locomoções 97 782 20 Diárias e Hospedagem 59 401 54 Despesas de Comunicação Outras Despesas de Viagem 476 2 10 Locações Serv e Divulgações institucionais Serviços Especializados PJ Servos de Transporte 28 353 40 Outros Serviços de Terceiros PJ 02 734 17 Encargos s Serv de Terceiros Serviços Especializados PF 530 5 00 44 00 010 00 175 625 1 92 00 9 4 00 Pagamento de seguro de vida para evento fora de BH Portagem de material Despesas com alimentação dos participantes Despesas referentes à aquisição de passagens para os palestrantes Pagamento de hospedagem para os palestrantes Reembolso de despesas para o palestrante como por exemplo km rodado alimentação etc Locação de espaço e equipamentos para realização da capacitação Criação e impressão de folders de divulgação Pagamento de palestrantes Reembolso de despesa com taxi para palestrantes Contratação de serviços não especializados de pessoa jurídica Pagamento de impostos de serviços prestados por terceiros Pagamento de Palestrante Pessoa Física Contratação de serviços não especializados de pessoa Outros Serviços de Terceiros PF 00 84 fisica Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 275 76 número total de beneficiários 293 014 1 Desempenho do indicador R 271 49 custo médio por beneficiário D PROGRAMA MINAS QUEIJO ARTESANAL 0 SescoopMG em parceira com a Secretaria de Estado da Agricultura Pecuária e Abastecimento Instituto Mineiro de Agropecuária Ima e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais Emater desenvolveu o Projeto de Apoio à Produção do Queijo Minas Artesanal 0 Projeto visa orientar os técnicos de cooperativas os produtores rurais associados de cooperativas preferencialmente aqueles de regime familiar que elaboram queijo artesanal 29 Ele tem como objetivos orientar os produtores à adequar às queijarias e capacitálos no sentido de adotar boas práticas de higiene na obtenção do leite e na produção do queijo monitorar os rebanhos leiteiros no aspecto da saúde animal realizando exames periódicos registrar a indicação geográfica das regiões envolvidas no projeto garantindo agregação de valor e legitimidade ao produto e a segurança alimentar do consumidor elaborar um caderno de normas para cada região contendo os cuidados na obtenção do leite o processo de fabricação e as características finais do produto aumentar o número de cadastramento de produtores junto ao Instituto Mineiro de Agropecuária IMA e promover a organização dos produtores para que permaneçam na atividade melhorando sua renda através da agregação de valor ao produto e evitando o desemprego e a exclusão social trazida pelo êxodo rural 0 cadastramento visa atender a Lei Estadual N 14 2002 que tem o intuito de amparar a produção do queijo minas artesanal 185 possibilitando a preservação das características tradicionais do processamento e estabelecendo critérios para elaboração do queijo a partir do leite cru garantindo a legalidade desse produto A legislação federal não permite a comercialização interestadual de queijos fabricados com leite cru 0 Projeto Queijo Minas Artesanal levou as autoridades estaduais a se convencerem da necessidade sancionar a Lei n 14 02 com o intuito de amparar sua produção e comercialização 185 dentro do Estado preservando as características tradicionais do processamento e estabelecendo critérios para a elaboração do queijo a partir do leite cru garantindo legalidade para esse produto e consequentemente para o produtor Foram realizadas as seguintes ações durante o exercício de 2010 Curso de Boas Práticas de Produção do Queijo Artesanal em São João Del Rei Exames de brucelose e tuberculose realizados em 424 cabeças de gado dos produtores da Região do Serro 3 132 cabeças na Região de Araxá e 1 205 cabeças em Sabinópolis Foram coletadas 115 amostras sendo 56 de queijo e 59 de água das quatro regiões Serro Araxá Cerrado e Canastra e encaminhadas para análises físico químicas e microbiológicas para o Laboratório GMO credenciado pelo IMA Foram cadastrados pelo IMA 5 produtores na região do Cerrado e 6 produtores na região de Araxá totalizando 11 produtores cadastrados no ano de 2010 Metas físicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZA Mi Financeiras R 150 00 000 R 115 17 549 77 Física 01 01 100 Realizações por elemento de despesa Material de Consumo 112 2 11 Despesas com alimentação dos participantes Despesas referentes à aquisição de passagens para os instrutores Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagem Serviços Especializados PJ 00 0 1 99 391 1 00 00 504 25 Pagamento de hospedagem para os instrutores Encargos s Serv de Terceiros 26 669 14 terceiros Serviços Especializados PF 80 773 70 Pagamento de serviços especializados pessoa fisica veterinário 30 Pagamento do Laboratório para as análises Pagamento de impostos de serviços prestados por Indicadores de Desempenho Valor total das despesas número total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 115 17 número total de beneficiários 141 549 Desempenho do indicador R 819 50 custo médio por beneficiário E BOLSA DE ESTUDO 0 SescoopMG incentiva a preparação de dirigentes e empregados das cooperativas através da capacitação intelectual oferecendo apoio financeiro por meio de bolsas de estudos parciais em Instituições de Ensino Superior na área de interesse do cooperativismo A meta foi cumprida com assinatura do Convênio 006 2010 com o objetivo de apoiar 15 alunos no MBA em Gestão do Cooperativismo Metas fisicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACAO Financeiras R 80 00 000 RS 38 94 879 77 Física 20 15 75 Realizações por elemento de despesa Conv I Pagamento à Faculdade de parte da bolsa de estudos Inst priv c Fins Lucrativos 94 I através de Convênio 879 38 Indicadores de Desempenho Valor total das despesas número total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 38 94 número total de beneficiários 15 879 Desempenho do indicador R 00 592 custo médio por beneficiário pelo curso 2 F PROGRAMA DE ORGANIZAÇÃO DO QUADRO SOCIAL 0 objetivo do Projeto de OQS é assessorar as cooperativas mineiras na implantação do processo de educação e capacitação cooperativista e técnica através da organização de seu quadro social Somente com a implantação do processo educativo através da OQS é possível que os associados sejam informados conscientizados capacitados e responsáveis consolidando o fortalecimento da identidade cooperativa indispensável para o crescimento e desenvolvimento dos próprios cooperados e de suas cooperativas e por extensão do sistema cooperativista como um todo Metas fisicas e financeiras META 5 PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACÁO Financeiras 21 R 00 000 R 117 85 1 Física 1 0 0 31 Realizações por elemento de despesa Material de Consumo Diárias e Hospedagem 0 0 0 00 0 Outras Despesas de Viagem 00 0 Materiais para Treinamento 00 0 Auditoria e Consultoria 00 0 trabalhos a serem desenvolvidos Serviços Especializados PJ 00 0 Pagamento de palestrantes Outros Serviços de Terceiros PJ 85 117 Despesas com alimentação dos participantes Pagamento de hospedagem para os palestrantes Reembolso de despesas para o palestrante como por exemplo km rodado alimentação etc Locação de espaço e equipamentos para realização da capacitação Contratação de consultor para acompanhamento dos Contratação de serviços não especializados de pessoa jurídica Pagamento parcial de bolsa de estudos através de Conv Inst priv c Fins Lucrativos 00 0 Convênio 0 Projeto é divulgado para todas as cooperativas agropecuárias mineiras No ano de 2010 não houve interesse por parte das cooperativas o que levou ao cancelamento do mesmo A despesa apresentada referese à divulgação do Projeto G REUNIÕES TÉCNICAS A meta reuniões técnicas foi criada visando possibilitar a realização de demandas surgidas ao longo do exercício e não previstas Geralmente são temas relevantes nos diversos segmentos do cooperativismo que necessitam serem discutidos com as cooperativas Foram realizadas as seguintes reuniões Evento Reunião Técnica Procap agro Data Cidade Objetivo 2010 02 26 Belo Esclarecer as cooperativas sobre o Programa de Capitalização das Cooperativas Agropecuárias ProcapAgro do Governo Federal Avaliar o planejamento de 2009 Definir os eventos por gerência para o Ano 2010 Aprimorar a integração entre as gerências Esclarecer as cooperativas sobre o Programa de Capitalização das Cooperativas Agropecuárias ProcapAgro do Governo Federal Horizonte Reunião Técnica Planejamento das Ações de 2010 Reunião Técnica Reunião Conjunta das Câmaras de Leite 28 e 29 2009 08 Belo Horizonte 2010 02 23 Belo Horizonte OCBCBCL Metas tísicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZA k0 Financeiras R 36 00 000 R 16338 24 45 Física 04 03 75 32 Realizações por elemento de despesa Material de Consumo 536 5 33 Despesas com alimentação dos participantes Despesas referentes à aquisição de passagens para os Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagem Serviços Especializados PJ 051 2 26 palestrantes 87 1 3 28 400 5 00 Pagamento de hospedagem para os palestrantes Pagamento de palestrantes Pagamento de impostos de serviços prestados por Encargos s Serv de Terceiros 78 21 terceiros Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 16 24 número total de beneficiários 122 138 Desempenho do indicador R 132 28 custo médio por beneficiário H CICLO DE PALESTRAS A meta Ciclo de Palestras referese a ações realizadas para as cooperativas registradas e regulares com o Sistema A partir de uma demanda o Sescoop envia um palestrante para atender à solicitação Os temas são variados sendo o cooperativismo o assunto mais apresentado As palestras são realizadas para funcionários associados e dirigentes Metas físicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACÃO Financeiras R 21 00 000 R 20 17 800 99 Física 03 10 333 Realizações por elemento de despesa Material de Consumo Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagem Outras Despesas de Viagem Serviços Especializados PJ 00 553 965 1 87 50 294 385 1 80 00 300 15 Outros Serviços de Terceiros PJ 00 356 Encargos s Serv de Terceiros 00 945 Despesas com alimentação de palestrante Despesas referentes à aquisição de passagens para os palestrantes Pagamento de hospedagem para os palestrantes Reembolso de despesas para o palestrante como por exemplo km rodado etc Pagamento de palestrantes Contratação de serviços não especializados de pessoa jurídica Pagamento de impostos de serviços prestados por terceiros Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 20 00 número total de beneficiários 800 003 2 Desempenho do indicador R 10 38 custo médio por beneficiário 33 No caso do Ciclo de Palestras o custo médio por beneficiário é baixo uma vez que a responsabilidade de disponibilização do local para realizála é de demandante ficando a cargo do SescoopMG as demais despesas I VIAGEM DE INTERCÂMBIO 0 Sescoop MG vem permanentemente preparando os dirigentes e líderes do Sistema para terem uma visão globalizada da gestão de suas cooperativas com vistas à criação de novas oportunidades para o incremento da cooperação internacional nas áreas de formação e treinamento de recursos humanos transferência de tecnologia e comércio exterior Dentro dessa perspectiva o Sescoop participou da Fruit Logística 2010 importante feira do setor frutícola mundial em Berlim A participação na feira proporcionou às cooperativas buscar um canal de comercialização para seus produtos em especial a banana 0 intercâmbio propiciou ainda a aproximação das cooperativas participantes que sinalizaram a necessidade de priorizar a intercooperação Uma vez que estão na mesma atividade uma focará a produção e a outra o beneficiamento 0 grupo visitou ainda o Centro de Distribuição Intermachê em Lisboa onde constataram abertura de mercado para a banana prata anã A segunda missão participou da XVII Conferência Regional da Aliança Cooperativa Internacional ACI Américas em Buenos Aires A Conferência foi centro de debates sobre ambientalismo e política entre as cooperativas das três Américas Norte Central e Sul e contou ainda com a participação de brasileiros como palestrantes em vários painéis Metas fisicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZA CÃO Financeiras R 246 00 000 R 244 73 538 99 Física 02 02 333 Realizações por elemento de despesa Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagem Auxílios Educacionais 74 53 427 40 944 156 80 166 13 Despesas referentes à aquisição de passagens para os participantes das missões Pagamento de hospedagem e diária Pagamento de inscrições em eventos Indicadores de Desempenho Valor total das despesas número total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 244 73 número total de beneficiários 23 538 Desempenho do indicador R 10 11 custo médio por beneficiário 632 J PRODUÇÃO DE MATERIAL Meta realizada com a impressão de mil Relatório de Atividades do Sistema com o objetivo de divulgar e dar publicidade às cooperativas e sociedade em geral das ações realizadas durante o exercício de 2010 34 Metas físicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACÁO Financeiras R 13 00 000 R 12 00 820 99 Física 01 01 100 Realizações por elemento de despesa Serv e Divulg Institucionais 00 1 Criação e impressão de Material 820 12 Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 12 00 número total de beneficiários 820 000 1 Desempenho do indicador R 12 82 custo médio por beneficiário L CONVÊNIOS 0 SescoopMG apoiou financeiramente parte dos Projetos de Capacitação das Centrais e Federações mineiras para o desenvolvimento de ações específicas junto às suas filiadas e projetos de eventos isolados de cooperativas que sejam consonantes com os seus objetivos Foram assinados 27 convênios que beneficiaram 42 102 pessoas em 202 ações realizadas Os convênios encontram se relacionados no Anexo I Metas físicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACAO Financeiras R 000 300 2 00 R 545 820 1 25 79 Física 400 4 102 42 957 Realizações por elemento de despesa Conv Inst Priv s Fins Lucrativos I 25 I Pagamento de Convênios 545 L820 Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 545 820 número total de beneficiários 1 25 102 42 Desempenho do indicador R 43 24 custo médio por beneficiário 35 2 Investimento em Promoção Social 1 5 As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 331 Proteção e Beneficios ao Trabalhador Programa 0108 Melhoria da Qualidade de Vida do Trabalhador ações 8954 Atividades Desportivas e Sócio Culturais Melhoria da Qualidade de Vida do Trabalhador As atividades de promoção social do Sescoop extrapolam a dimensão econômica da atividade associativa Por meio de projetos educativos ações culturais e de lazer a entidade ajuda a melhorar a qualidade de vida não só dos cooperados e de seus familiares mas também da comunidade na qual a cooperativa está inserida Para o desenvolvimento do programa foram previstas ações nas áreas cultural lazer e educação beneficiando 7 800 com um investimento de um milhão quinhentos e vinte e quatro mil reais A seguir estão detalhadas todas as ações de promoção social realizadas pelo Sistema onde foram beneficiadas 64 136 pessoas com um investimento de um milhão trezentos e quarenta e dois mil setenta e nove reais e quarenta e dois centavos A ENCONTRO DE JOVENS E MULHERES Em cumprimento à meta realizouse o X Encontro Estadual de Jovens Cooperativistas Mineiro e o IX Encontro Estadual de Mulheres Cooperativistas Mineiro A cada encontro buscase um foco para ser trabalhado 0 tema abordado nos encontros foi Liderança e Gestão Cooperativa que contou com a participação de 288 jovens e 265 mulheres envolvendo ao todo 189 cooperativas Evento X Encontro Estadual de Data Cidade Objetivo 13 a 16 2010 07 Araxá Desenvolver consciência cooperativista e visão sistêmica das relações internas e externas de uma cooperativa no mercado preparando futuros associados e dirigentes para uma atuação mais compromissada com a cooperativa transformando desafios em oportunidades 09 a 01 28 2010 10 Araxá Desenvolver nas mulheres participantes consciência cooperativista e visão sistêmica das relações internas e externas de uma cooperativa no mercado preparando futuras associadas e dirigentes para uma atuação mais compromissada com a cooperativa transformando desafios em oportunidades Jovens Cooperativistas Mineiros IX Encontro Estadual de Mulheres Cooperativistas Mineiras Metas fisicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZA Â0 Financeiras R 700 00 000 R 652 46 149 93 Física 02 02 100 36 Realizações por elemento de despesa Beneficies Sociais 144 1 21 55 07 435 Material de Consumo Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagem Outras Despesas de Viagem 20 476 47 293 19 358 60 22 Pagamento de seguro de vida para evento fora de BH Despesas com alimentação dos participantes Despesas referentes locação de ônibus para os participantes Pagamento de hospedagem para os palestrantes Reembolso de despesas para os facilitadores Locação de espaço e equipamentos para realização da Locações Materiais para Treinamento Serv e Divulgações Institucionais Serviços Especializados PJ 04 585 121 00 720 81 Pagamento dos facilitadores Outros Serviços de Terceiros PJ 13 398 30 Contratação de serviços não especializados de pessoa jurídica Pagamento de impostos de serviços prestados por 70 0 5 65 362 2 00 Encargos s Serv de Terceiros 082 6 32 Serviços Especializados PF 500 7 00 capacitação Materiais para utilização nas oficinas de trabalho Criação e impressão dos folders de divulgação terceiros Contratação de serviços especializados de pessoa física Indicadores de Desempenho Valor total das despesas número total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 652 46 número total de beneficiários 553 149 Desempenho do indicador R 30 179 custo médio por beneficiário 1 B TORNEIO ESPORTIVO 0 Sistema realiza anualmente o Coopsportes Esportes Cooperativos de Minas Gerais com a finalidade de despertar e estimular no sistema a cultura da cooperação e do cooperativismo estimulando a integração de dirigentes empregados e associados das cooperativas do Estado de Minas Gerais A ação contribui para a difusão e desenvolvimento do esporte no sistema e promove a intercooperação 0 torneio acontece em duas etapas e uma final o que proporciona a participação de um maior número de cooperativas mineiras Em função do trabalho dos participantes o torneio ocorre de sextafeira a domingo Em 2010 participaram 36 cooperativas e 862 dirigentes associadosempregados de cooperativas Metas fisicas e financeiras META 8 PREVISTA S REALIZADA F DE REALIZACAO Financeiras R 260 00 000 R 223 06 026 86 Física 03 03 100 37 Realizações por elemento de despesa Alimentação dos participantes e compra de material Material de Consumo Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagem 83 71 618 402 2 10 00 541 56 Locações 00 736 13 Materiais para Treinamento Serv e Divulgações Institucionais 12 47 606 923 1 18 Serviços Especializados 92 349 36 Locação de veículo Hospedagem participantes Aluguel de espaço e materiais diversos para a realização do torneio Aquisição de bolsas para o torneio Impressão de material para divulgação Contratação de empresa especializada em organização e condução de torneio esportivo Serviços de Transporte 120 1 00 Contratação de carreto para transporte dos materiais para o torneio Outros Serviços de Terceiros PJ 124 9 37 PJ Encargos s Serv de Terceiros Serviços Especializados PF 82 963 640 4 49 esportivo Contratação de serviços não especializados pessoa jurídica Pagamento de impostos de serviços prestados por terceiros Contratação de serviços especializados pessoa fisica Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 233 06 número total de beneficiários 862 026 Desempenho do indicador R 270 33 custo médio por beneficiário C COOPERATIVISMO E ARTE NOS PARQUES DE 811 Com o objetivo de promover momentos de descontração e lazer não apenas para os cooperativistas e seus familiares mas também para a sociedade em geral criouse o Projeto Cooperativismo e Arte nos Parques de BH Em parceria com a Fundação de Parques de Belo Horizonte e Prefeitura Municipal é escolhido um parque da cidade para realização das atividades Durante uma manhã de sábado o SescoopMG realiza atividades de saúde lazer e promove uma apresentação musical de uma cooperativa de músicos para os freqüentadores do parque São distribuídos materiais informativos sobre o Sistema Ocemg SescoopMG com o objetivo de divulgar a doutrina e filosofia do cooperativismo Em 2010 foram realizadas 07 apresentações com uma participação estimada de 5 700 pessoas Metas fisicas e financeiras META S PREVISTAS REALIZADA E DE REALIZA Â0 Financeiras R 200 00 000 R 197 76 947 99 Física 05 07 140 38 Realizações por elemento de despesa Material de Consumo 48 933 40 7 4 38 Passagens e Locomoções Locações Serviços de Transporte Outros Serv de Terceiros 00 254 60 956 3 00 PF Outros Serviços de Terceiros PJ Encargos s Serv de Terceiros 00 393 12 74 745 104 14 927 10 Despesas de combustível e compra de água Locação de veículo Locação de equipamentos e materiais para realização do evento palco banheiro químico etc Contratação de carreto para transporte dos materiais Contratação de serviços não especializados pessoa fisica Contratação de serviços não especializados pessoa jurídica Pagamento de impostos de serviços prestados por terceiros Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 197 76 947 número total de beneficiários 700 5 41 Desempenho do indicador R 34 73 custo médio por beneficiário D PROMOÇÃO SOCIAL LAZER Dentro das ações de promoção social integração e valorização dos cooperativistas foi exibida a peça teatral Acredite um espírito baixou em mim para cooperativas das cidades de Betim Ouro Preto Ituiutaba São Lourenço Belo Horizonte Muriaé Lavras e Guanhães oferecendo cultura e lazer para as cooperativas e seu quadro social Compareceram às apresentações 4 859 pessoas entre familiares empregados e associados envolvendo cooperativas Metas físicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E 0 DE REALIZA CÃO Financeiras R 179 00 000 R 144 58 771 81 Física 06 08 133 Realizações por elemento de despesa Beneficios Sociais 05 2 3 13 24 541 130 3 93 Material de Consumo Passagens e Locomoções 620 2 54 Diárias e Hospedagens Locações Serv e Divulg institucionais 00 700 Serviços de Transporte Outros Serv de Terceiros 18 00 950 438 6 00 PF 86 479 Pagamento de seguro Despesas comcombustível Aluguel de veículo Pagamento de diárias e hospedagem para o empregado responsável pelo organização Locação de espaço físico Impressão de material de divulgação e ingressos Contratação de carreto para transporte para transporte das doações Contratação de serviços não especializados pessoa física Contratação de serviços não especializados pessoa Outros Serviços de Terceiros PJ Encargos s Serv de Terceiros 52 585 108 44 112 39 jurídica Pagamento de impostos de serviços prestados por terceiros Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 144 58 771 número total de beneficiários 859 4 Desempenho do indicador R 29 80 custo médio por beneficiário E DIA DE COOPERAR 0 Projeto Dia C Dia de Cooperar foi uma iniciativa do SescoopMG com o apoio e a participação efetiva das cooperativas do estado e teve como objetivo promover e estimular a integração das ações voluntárias de todas as cooperativas cooperados colaboradores e familiares num grande movimento da solidariedade cooperativista visando contribuir para a melhoria da comunidade A intenção é que a partir dessa campanha pelo menos uma vez por ano todos se mobilizem para realizar novas ações voluntárias com o envolvimento cada vez maior de todo o setor consolidando mais urna prática de responsabilidade social das cooperativas sem prejuízo das ações individuais e cotidiana 0 Projeto contou com a adesão e participação de 182 cooperativas em todo o estado beneficiando cerca de 51 000 pessoas o que superou a expectativa do Sistema Metas físicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACÃO Financeiras R 98 00 000 R 92 96 165 94 Fisica 01 01 100 Realizações por elemento de despesa 00 132 Despesas de Comunicação Material de Consumo 06 896 15 Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens 70 2 1 21 70 506 Locações Materiais e Divulgação 584 5 00 Materiais para Treinamento 20 00 351 00 380 10 Serv e Divulg institucionais 64 192 11 Outros Serviços de Terceiros PI 00 798 26 Encargos s Serv de Terceiros 46 93 Outras Despesas Tributárias 40 10 Despesas com correios Despesas com combustível e com a publicaçãodo Dia C Pagamento de passagem da consultora Pagamento de hospedagem para consultora Locação de material de logística para realização do Projeto Despesas com camisetas botons e cartilha Aquisição de troféus Criação e impressão de material gráfico para o Projeto Pagamento de serviços não especializados de pessoa jurídica Pagamento de impostos de serviços prestados por terceiros Taxa 40 BHTRANS realização do Evento para liberação da rua para Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 92 968 165 número total de beneficiários 000 51 Desempenho do indicador R 1 81 custo médio por beneficiário F PROGRAMA DE EDUCAÇÃO COOPERATIVISTA ENSINO FUNDAMENTAL Com o propósito de construir conceitos e práticas pedagógicas e cooperativistas na escola na família e na comunidade para desenvolver a cultura da cooperação o Projeto de Educação Cooperativista é uma proposta pedagógica que permeará todo o processo educativo do projeto político pedagógico das escolas municipais do ensino fundamental Ele se resume em educar para cooperar cooperar para crescer e crescer para ser 0 projeto é uma parceria do Sescoop MG Secretarias Municipais de Educação e Escolas envolvidas É um trabalho em rede de envolvimento dos alunos dos professores dos profissionais e parceiros para melhoria da escola e da comunidade dando visibilidade das ações cooperativistas na localidade A temática será iniciar a cultura da cooperação e compreender a realidade local Serão beneficiados 1 162 estudantes de 31 escolas nas cidades de Belo Horizonte Esmeraldas e João Monlevade Para implantação e desenvolvimento do Projeto em 2010 foram realizadas visitas às 31 escolas 02 palestras sobre Cooperativismo João Monlevade e Esmeraldas reuniões com os dirigentes das cooperativasescolas e secretários municipais de Esmeraldas João Monlevade e CoopenBH pesquisas sobre metodologias e materiais didáticos a serem adotados e elaboração de instrumentos de acompanhamento e avaliação Metas físicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZA Â0 Financeiras R 87 00 000 R 32 60 018 37 Física 01 01 100 Realizações por elemento de despesa Material de Consumo 404 89 40 758 Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Outras Despesas de Viagem Auditoria e Consultoria 24 624 07 671 00 240 24 PJ 684 1 00 Encargos s Serv de Terceiros 636 3 00 Serviços Especializados 41 Despesas com combustível refeição e lanches Locação de veículo Pagamento de hospedagem da consultora e da diária e hospedagem da técnica responsável Reembolso de despesas para consultora Pagamento da Consultora contratada para auxiliar no desenvolvimento do Programa Contratação de palestrante Pagamento de impostos de serviços prestados por terceiros Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 32 60 número total de beneficiários 018 162 1 Desempenho do indicador RS 27 55 custo médio por beneficiário 3 Investimentos em Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas 1 5 As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 333 Empregabilidade Programa 0773 Gestão das Políticas de Execução Financeira Contábil de Controle Interno ação 8979 Monitoramento Supervisão Auditoria e Controle de Cooperativas Gestão das Políticas de Execução Financeira Contábil de Controle Interno As atividades de monitoramento e desenvolvimento de cooperativas têm corno principal objetivo a manutenção da qualidade da gestão das empresas cooperativas preservando sua credibilidade perante terceiros e a transparência ante o quadro social Buscase ainda assegurar a longevidade das cooperativas A qualidade da gestão é perseguida mediante processos que envolvem a constituição o registro o sistema de acompanhamento e a auditoria de gestão incluindo também a análise de cenários econômicos e dos meios de conduzir os negócios nos diversos ambientes onde atuam Esses processos combinam se ao monitoramento das cooperativas que busca proporcionar melhores níveis de eficiência e eficácia com maiores resultados e menos gastos financeiros Outra meta é garantir que as cooperativas sejam de fato sociedades democráticas atentas aos anseios dos cooperados sem contudo perder de vista o mercado e os condicionantes econômicos Para o desenvolvimento desse programa foram previstos investimentos de um milhão cinco mil e trezentos reais beneficiando 58 160 pessoas A seguir estão detalhadas todas as ações de monitoramento e desenvolvimento de cooperativas realizadas pelo Sistema onde foram beneficiadas 59 547 pessoas com investimentos de setecentos e nove mil duzentos e doze reais e um centavo A PRODUÇÃO DO ANUÁRIO Em sua quinta edição o Anuário do Cooperativismo Mineiro 2010 Maiores Cooperativas de Minas Gerais é uma importante ferramenta de consulta e pesquisa sobre o cooperativismo mineiro Os números nele apresentados comprovam não apenas o crescimento do cooperativismo mineiro como a qualidade dos serviços e produtos oferecidos pelo Sistema Nessa publicação são apresentadas informações econômicas e sociais do cooperativismo em Minas Gerais bem como um rankeamento das cooperativas por ramo a partir diversos indicadores corno por exemplo número de associados capital social ativos totais patrimônio líquido empregados entre outros 42 Metas fisicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACAO Financeiras R 38 00 000 R 60 00 949 160 Física 01 01 100 Realizações por elemento de despesa Serv e Divul Institucionais 00 149 19 Serviços Especializados PJ 00 000 37 Outros Serv de Terceiros PJ 800 4 00 Impressão do Anuário Contratação de empresa para fazer a pesquisa junto às cooperativas e tabular os dados Contratação de empresa para criação diagramação revisão seleção e tratamento de imagens Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 60 00 número total de beneficiários 949 300 1 Desempenho do indicador R 46 88 custo médio por beneficiário Apesar de o valor realizado ter extrapolado o valor orçado não houve prejuízo financeiro para a Entidade 13 PALESTRA DE COOPERATIVISMO Com o objetivo de orientar os participantes sobre a doutrina e filosofia do cooperativismo e constituição e registro de cooperativas foram realizadas 32 palestras As palestras foram ministradas visando atender pessoas e grupos interessados em constituir ou participar de cooperativas já existentes totalizando 1 107 beneficiários Metas fisicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE RE AO ALIZAC Financeiras R 40 00 000 R 35 10 025 88 Física 28 32 114 Realizações por elemento de despesa Material de Consumo Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Outras Despesas de Viagem Serviços Especializados PJ Encargos s Serv de Terceiros Serviços Especializados PF 00 14 93 1 1 59 27 768 Reembolso alimentação instrutor Compra de passagem para os palestrantes Pagamento de hospedagem para os palestrantes Reembolso de despesas para o palestrante como por 65 exemplo km rodado etc 884 27 Pagamento de palestrantes pessoa jurídica 00 450 Pagamento de impostos de serviços prestados por 748 3 25 terceiros 000 1 00 Pagamento de palestrantes pessoa fisica 43 Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 35 10 025 número total de beneficiários 107 1 Desempenho do indicador R 31 64 custo médio por beneficiário C ACOMPANHAMENTO DE COOPERATIVAS Sempre atento às necessidades das cooperativas mineiras e conforme exigência do item d inciso XIV do Art 1 da Resolução n 3 739 de 22 de junho de 2009 o SescoopMg firmou convênio com duas cooperativas agropecuárias visando auxiliá las na contratação de uma consultoria para elaboração verificação e fundamentação de projeto técnico para pleitear junto ao Banco do Brasil financiamento no âmbito do Programa de Capitalização das Cooperativas de Produção Agropecuária Procap Agro com recursos do BNDES 0 objetivo do Programa é promover a recuperação ou a reestruturação da estrutura patrimonial das cooperativas singulares e centrais exclusivamente de produção agropecuária agroindustrial aquícola ou pesqueira Metas físicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REA Financeiras R 10 00 000 R 00 600 9 96 Fisica 02 02 100 Realizações por elemento de despesa Conv Inst Priv s Fins Lucrat 600 I Repasse de recurso através de Convênio 9 00 Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 00 600 número total de beneficiários 2 9 140 Desempenho do indicador R 4 49 custo médio por beneficiário D PROJETO AGLUTINAÇÃO DE COOPERATIVAS As cooperativas de produtores desempenham um papel importante no agronegócio do leite no Brasil De acordo com o censo realizado em 2003 pela OCBCBCL são cerca de 354 cooperativas que captam ao redor de 39 do leite produzido no país Entretanto o agronegócio do leite passa por radicais transformações no Brasil e no mundo afetando a competitividade e a sobrevivência das cooperativas de leite 0 Sescoop MG busca contribuir para o fortalecimento do cooperativismo de leite por meio de um trabalho de apoio ao processo de aglutinação de cooperativas centrais 44 Foi contratada uma consultoria pelo SescoopMG com o objetivo de promover a aglutinação de cooperativas centrais de leite A atuação da Consultoria no processo teve dois objetivos facilitar e coordenar o processo de aglutinação de forma independente e sem vieses ou conflitos de interesse e oferecer apoio técnico com o aporte de modelos genéricos de governança para viabilizar a aglutinação das cooperativas centrais As tratativas continuam abertas porém o processo ainda não foi concluído As negociações da algumas Centrais estão bastante adiantadas mas as outras cooperativas deixaram o acordo por não concordarem com os valores que teriam na nova empresa Metas físicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACÀO Financeiras R 00 900 5 R 41 779 5 98 Física 01 01 100 Realizações por elemento de despesa Material de Consumo Passagens e Locomoções Outros Serv de Terceiros PJ 84 2 3 44 799 1 57 Pagamento de alimentação para os particpantes do Projeto Passagem para o consultor 00 735 Contratação de serviços não especializados pessoa jurídica Indicadores de Desempenho Valor total das despesas número total de beneficiários número total de Cálculo do indicador Valor total das despesas R 41 779 5 beneficiários 000 55 Desempenho do indicador R 0 10 custo médio por beneficiário 4 Transferência regulamentares de convênios e outros instrumentos análogos 1 5 Todas as transferências de recursos para execução por terceiros foram lançadas no Anexo I e devidamente informadas na atuação finalística 2 Gestão do Sistema 5 1 Gestão Interna 2 5 Aprimoramento da gestão A diretoria do Sescoop MG desde o início de suas atividades buscou uma forma mais consistente de cumprir seu papel de educação no Sistema Cooperativista Assim é que já em 2000 realizado um censo no cooperativismo mineiro para se conhecer as reais demandas das foi cooperativas nos campos da Formação profissional monitoramento e promoção social Nessa busca 45 de um embasamento para desenvolver um portfólio de eventos de acordo com o apresentado questões pertinentes à gestão estrutura básica da cooperativa perfil dos dirigentes e situação de diversas áreas da cooperativa também foram questionados Com base nesse trabalho foi possível desenvolver um planejamento de ações que atendessem de melhor forma as demandas apresentadas O modelo serviu de base para a implantação de um planejamento global com o auxílio da ferramenta PDCA que vem sendo a orientação de todo o trabalho do SESCOOP MG Outras ferramentas foram agregadas internamente corno adoção de modelo ainda em desenvolvimento na administração de recursos humanos incluindo aí o melhor preparo intelectual do quadro funcional A entidade tem hoje um organograma definido um Plano Diretor para o período 2009 2013 um Anuário que serve de base para afinar o planejamento com Bse em alguns critérios pesquisados Dessa pequena explanação podese apurar que o SECOOP MG conta hoje com um quadro funcional composto de quarenta 40 empregados e um estagiário para atender as 781 cooperativas regulares e adimplentes quase um milhão 000 000 de cooperados e cerca de 1 trinta mil 30 000 empregados Gestão de tecnologia da informação A gerência de informática do SescoopMG conta com 04 profissionais sendo 03 efetivos e um estagiário que cuidam da parte de atendimento e suporte aos usuários internos da entidade O principal foco da atuação na tecnologia da informação no ano de 2010 foi o desenvolvimento e implantação de plataforma tecnológica tanto de hardware e software para armazenamento de todos os dados entidade visando uma maior segurança e maior agilidade na execução das tarefas e elevando os níveis de confiança Infraestrutura Para aprimorar os mecanismo de gestão do patrimônio da instituição o SescoopMG passou utilizar efetivamente o módulo controle patrimonial através do sistema Zeus passou se também utilizar o módulo de controle materiais que possibilitou melhoria no processo de compras e licitações Sistema de controle interno Os procedimentos e instruções operacionais são padronizados estão postos em documentos formais e são essenciais para consecução dos objetivos da entidade e dão suporte a ao bom funcionamento da instituição O sistema conta com uma auditoria interna que atua in loco e diariamente na entidade proporcionando ações preventivas e corretivas e monitoramento dos processos A gestão da comunicação interna atua para dar visibilidade missão visão e aos objetos institucionais objetivando a divulgação e fortalecimento do cooperativismo As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 122 Administração Geral Programa 0106 Gestão da Política de Trabalho e Emprego ação 8911 Gestão Administrativa 46 Metas fisicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACÃO Financeiras R 466300 00 R 394 36 668 85 Física 01 01 100 Realizações por elemento de despesa Vencimentos e Remunerações 00 286440 Salário 13 Salário Ferias e abono Constitucional Encargos Sociais Patronais 17 035 93 INSS FGTS PIS sobre Salário Ferias e 13 Salário Beneficies Sociais 21 383 14 Médica Odont e Laboratório Vale Transporte Vale Refeição Alimentação seguro de Vida Assist Encargos s Serv de Terceiros 98 809 INSS sobre Cooperativa de Trabalho INSS sobre Serv Autonomo Meta cumprida com o pagamento de despesas com a Superintendência As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 125 Nonnatização e Fiscalização Programa 0106 Gestão da Politica de Trabalho e Emprego ação 8938 Gestão do Processo de Planejamento Institucional Metas fisicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACÃO Financeiras R 27 00 000 R 25 395 36 94 Física 01 01 100 Realizações por elemento de despesa Despesas c Dirig e Conselheiros Material de Consumo 00 474 Outras Despesas de Viagem Outros Serv de Terceiros 00 988 19 PJ 909 4 00 36 24 Ajuda de Custos Combustíveis e Lubrificantes Refeições e Lanches Alimentação Reembolso Utilização de Veículo Próprio Cartório Copias e Encadernações Outros Serv de Terceiros Meta cumprida com a realização de seis reuniões previstas para o exercício e o pagamento da ajuda de custo e despesas com o Conselho Administrativo Administração As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 122 Geral Programa 0750 Apoio Administrativo ação 8901 Manutenção dos Serviços Administrativos META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACÃO Financeiras R 179 015 3 00 R 425 356 2 98 78 Física 01 01 100 47 Realizações por elemento de despesa Vencimentos e Remunerações Encargos Sociais Patronais 067 1 65 067 338 32 913 Salário 13 Salário Ferias e abono Constitucional Remunerações Variáveis 187 6 28 Horas Extras Benefícios Sociais 60 644 21 Vida Assi Médica Odont e Laboratório Ocupação e Serviços Públicos 74 788 105 Água e Esgoto Energia Elétrica Despesas de Comunicação 41 024 117 TV Cabo Serv Telefonia Serv Postais e Malotes 61 508 86 Combustíveis e Lubrificantes Gás Material de Copa Limpeza e Refeitório Material de Expediente Material de Informática Refeições e Lanches Uniforme e Fardamento INSS FGTS PIS sobre Salário Ferias e 13 Salário Vale Transporte Vale Refeição Alimentação seguro de Assinatura de Jornais Revista e Site Serv Internet Intranet e Material de Consumo Locação de Veículo Passagens Internacionais Passagens Nacionais Pedágios Serv de Transportes Transporte Passagens e Locomoções 041 9 76 Urbano Outras Despesas com Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens 061 1 50 Diária de Viagens Nacionais Hospedagens Nacionais Diárias de Viagens Internacionais Hospedagens Internacionais Outras Despesas de Viagem 00 240 Alimentação Reembolso Utilização Veículo Próprio Serv e Divulg institucionais 552 9 04 Gráficos Auxílios Educacionais 390 2 00 Cursos de Capacitação Taxa de inscrição em eventos Auditoria e Consultoria 02 329 19 Auditoria Consultoria Anúncio Divulgação Propaganda e Publicidade Serv Serv Médico e Laboratoriais Serv Informática Serv Serviços Especializados PJ Serviços de Transportes 80 621 17 Instrutor Outros Serv Especializados 50 2 Estacionamento Frete e Carretos Limpeza e Conservação Manutenção de Equipamento de Comunicação Manutenção de Equipamento de Informática Serviços Gerais 44 953 214 PJ Manutenção de Maquinas e Equipamentos Manutenção de Mobiliário Manutenção Predial Seguros Patrimoniais Vigilância 51 245 12 27 81 844 Estagiários Cartório Copias e Encadernações Outros Serv de Terceiros INSS sobre Cooperativa de Trabalho INSS sobre Serv Encargos s Serv de Terceiros Serviços Gerais PF Imp Taxas e Contrib Municip Outras Despesas Tributárias Despesas Financeiras 980 7 30 00 1 4 03 Autonomo Bens Intangíveis Estagiários Outros Serv de Terceiros PJ Manutenção Predial IPTU e taxas 550 46 240 2 72 Taxa e Emolumentos 07 260 12 Despesa Bancária 35 921 10 Direitos de Uso de Softwares Obras e Instalações 09 298 13 Instalações Equipamentos de Informática Máquinas e Equipamentos Bens Móveis 44 989 32 Mobiliário Auxílio Financeiro a Estudante 56 665 23 Ensino Superior Graduação Ensino Superior Pós Graduação Outros Auxílios Financeiros a Estudantes Manutenção de Serviços Administrativos cobriram as despesas de manutenção da estrutura física e remuneração de pessoal 48 Geral As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 122 Administração Programa 0750 Apoio Administrativo ação 8910 Ações de Informática META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZAÇÃO Financeiras R 238 00 600 RS 78 05 452 33 Física 01 01 100 Realizações por elemento de despesa Combustíveis e Lubrificantes Gás Material de Copa Limpeza e Refeitório Material de Expediente Material de Informática Material de Consumo 24 274 20 Refeições e Lanches Uniforme e Fardamento Serv Médico e Laboratoriais Serv Informática Serv Serviços Especializados PJ 55 006 00 Instrutor Outros Serv Especializados Limpeza e Conservação Manutenção de Equipamento de Comunicação Manutenção de Equipamento de Informática Manutenção de Maquinas e Equipamentos Manutenção de Serviços Gerais PJ Outros Serv de Terceiros PJ 622 1 71 Mobiliário Manutenção Predial Seguros Patrimoniais Vigilância 549 1 10 Cartório Copias e Encadernações Outros Serv de Terceiros Ações de Informática foram pagos os suprimentos necessários para o desenvolvimento de todas as atividades da entidade e a licença do programa de folha de pagamento e serviços de internet Normatização e As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 125 Fiscalização Programa Programa 0773 Gestão das Políticas de Execução Financeira Contábil e de Controle Interno Ação 8914 Serviços de Administração e Controle Financeiro META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZAÇÃO Financeiras R 19 00 000 RS 15 84 810 83 Física 01 01 100 Realizações por elemento de despesa Despesas c Dirig e Conselheiros 80 890 14 Ajuda de Custos Material de Consumo 60 189 Combustíveis e Lubrificantes Refeições e Lanches Outras Despesas de Viagem 00 720 Alimentação Reembolso Utilização de Veículo Próprio Outros Serv de Terceiros 44 10 Cartório Copias e Encadernações Outros Serv de Terceiros PJ Meta cumprida com a realização de seis reuniões previstas para o exercício e o pagamento da ajuda de custo e despesas com o Conselho Fiscal 49 2 DivulgaçãoComunicação 5 As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 131 Comunicação Social Programa 0253 Serviços de Comunicação de Massa ação 8919 Divulgação de Ações Institucionais Divulgação de Ações Institucionais Para o desenvolvimento desse programa foram previstos investimentos de quatrocentos e vinte e nove mil reais beneficiando 60 130 pessoas A seguir estão detalhadas todas as ações desse Programa onde foram beneficiadas 61 184 pessoas com investimentos trezentos e cinquenta e oito mil duzentos e quinze reais e setenta e quatro centavos A JORNAL COOPERAÇÃO Com a impressão de 36 mil unidades do Cooperação a meta foi cumprida integralmente 0 jornal é o principal meio de divulgação do cooperativismo junto às cooperativas registradas entidades de classe órgãos de imprensa estadual deputados federais e estaduais autoridades entre outros Metas físicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZA CÃO Financeiras 14 92 00 000 R 73 93 587 80 Física 000 36 000 36 100 Realizações por elemento de despesa Despesas de Comunicação Material de Consumo Serv e Divulg Institucionais Outros Serv de Terceiros PJ 23 00 640 890 1 00 48 201 31 00 856 16 Despesas com os Correiros para envoi do Jornal Aquisição de plático para embalar o Jornal Pagamento de impressão do Jornal Contratação de serviços de fotografia Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 73 93 587 número total de beneficiários 000 36 Desempenho do indicador R 2 04 custo médio por beneficiário B ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Os serviços de comunicação do Sescoop MG são terceirizados executados por empresa especializada e contratada através de licitação Meta cumprida com a realização das ações propostas no Contrato 066 07 50 Metas fiisicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACAO Financeiras R 66 00 000 RS 50 20 481 76 Física 830 784 94 Realizações por elemento de despesa Serviços Especializados 00 I Pagamento da empresa licitada 481 50 PJ Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 50 20 número total de beneficiários 784 481 Desempenho do indicador R 64 38 custo médio por beneficiário C OUTRAS DIVULGAÇÕES INSTITUCIONAIS A meta Outras Divulgações Institucionais refere se a participação institucional do SescoopMG em feiras e congressos com montagem de estande nos seguintes eventos Congresso Panamericano do Leite no período de 22 a 25 2010 em Belo Horizonte 03 Interleite 2010 de 19 a 21 2010 em Uberlândia 08 XXIII SUEMG Simpósio das Unimeds de Minas Gerais de 11 a 13 2010 em Poços de 08 Caldas 8 Seminário das Cooperativas de Crédito do Sistema Crediminas de 24 a 26 2010 em Belo 11 Horizonte Metas físicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACÁO Financeiras R 90 00 000 RS 74 53 126 82 Física 000 2 000 3 150 Realizações por elemento de despesa Ocupação e Serviços Públicos 092 1 00 Material de Consumo 23 146 Passagens e Locomoções 02 867 125 1 60 Diárias e Hospedagens 00 551 55 Locações Pagamento de taxa de utilização de energia elétrica para estande Pagamento de lanches e refeições para o empregado durante a permanência na feira Pagamento de passagem para os empregados trabalharem nas feiras Pagamento de hospedagem e diária para os empregados trabalharem nas feiras Locação de estandes personalidades e equipamentos para o estande Confecção de brindes e impressão digital para o Materiais e Divulgação Serv e Divulg Institucionais 630 5 00 Outros Serv de Terceiros 090 9 88 PJ Encargos s Serviços de Terceiros 00 620 80 3 51 estande Impressão de material gráfico para a feira Pagamento de serviços não especializados de pessoa jurídica Pagamento de impostos de serviços prestados por terceiros Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 74 53 número total de beneficiários 126 000 3 Desempenho do indicador R 24 71 custo médio por beneficiário D DIA INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO 0 Dia Internacional do Cooperativismo é comemorado em todo o mundo no primeiro sábado do mês de julho Para enaltecer a data o Sistema OcemgSescoopMG realizou no dia 01 de julho de 2010 uma solenidade que reuniu autoridades cooperativistas e políticas como o governador e vice governador do Estado de Minas Gerais deputados gestores e presidentes de cooperativas 0 evento contou com a presença aproximada de 600 pessoas e contribuiu de maneira singular para a difusão da doutrina cooperativista Na ocasião foram homenageadas as cooperativas cinquentenárias do ano e entregue a Medalha Paulo de Souza Lima condecoração concedida a pessoas que se destacam no serviço cooperativo Metas tísicas e financeiras META 8 PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZA AO Financeiras R 58 00 500 R 58 45 390 99 Física 01 01 100 Realizações por elemento de despesa 027 2 05 Despesas de Comunicação Despesas com os Correios Despesas com alimentenção e organização Material de Consumo 90 193 17 solenidade Locações 10 783 21 Locação do espaço de realização da solenidade Criação e impressão de material gráfico Serv e Divulg Institucionais 826 5 40 da para solenidade Contratação de serviços não especializados pessoa Outros Serv de Terceiros PJ 00 560 11 jurídica Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 58 45 número total de beneficiários 600 390 Desempenho do indicador R 97 32 custo médio por beneficiário E MATERIAL DE DIVULGAÇÃO Meta cumprida com a produção de material gráfico institucional e a confecção de brindes diversos como mouse pad chaveiros canetas bonés entre outros para divulgação do Sescoop nas ações externas 52 Metas fisicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZAÇÃO Financeiras R 76 00 000 R 69 13 466 99 Física 03 03 100 Realizações por elemento de despesa Material de Consumo 450 00 13 466 56 900 4 00 Materiais e Divulgação Serv e Divulg Institucionais Outros Serv de Terceiros PJ 650 7 00 Compra de material para utilização nas embalagens dos brindes Aquisição de brindes e Impressão de flyer e folder institucional Contratação de serviços de pessoa jurídica criação peças gráficas Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 69 13 número total de beneficiários 466 500 20 Desempenho do indicador R 3 89 custo médio por beneficiário F EXPOSIÇÃO COOPERATIVISMO LANÇAMENTO DO ANUÁRIO Em cumprimento a meta foi organizada uma exposição sobre o cooperativismo mineiro e a história do Sescoop sua trajetória e importância para o desenvolvimento das cooperativas em comemoração aos seus dez anos de criação Na mesma oportunidade foi feito o lançamento oficial para as cooperativas e imprensa do Anuário do Cooperativismo Mineiro 2010 Maiores Cooperativas de Minas Gerais importante ferramenta de consulta e pesquisa sobre o cooperativismo mineiro Metas físicas e financeiras META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZAÇÃO Financeiras RS 46 00 500 R 32 50 163 69 Física 300 300 100 Realizações por elemento de despesa Material de Consumo Locações Serv e Divulg Institucionais Outros Serv de Terceiros 13 90 814 160 7 00 625 8 00 Despesas com alimentação com participantes Locação de mobiliário para a solenidade Impressão de material gráfico para solenidade Pagamento de serviços não especializados pessoa PF 372 1 00 Outros Serv de Terceiros PJ 20 917 Pagamento de serviços não especializados pessoa jurídica Pagamento de impostos de serviços prestados por Encargos s Serv de Terceiros 40 274 terceiros 53 fisica Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários Cálculo do indicador Valor total das despesas R 32 50 número total de beneficiários 300 163 Desempenho do indicador R 107 21 custo médio por beneficiário 5 Outras informações consideradas relevantes para demonstrar a conformidade e o 3 2 desempenho da unidade Abaixo apresentados alguns gráficos demonstrando o desempenho do Sescoop MG em 2010 IX EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE PESSOAS BENEFICIADAS Evolução do número de pessoas beneficiadas nos 8 últimos anos 000 250 286 233 000 200 342 000 150 000 100 000 50 737 52 0 2002 2010 Tnc Sacoop Fo MG 54 X AÇÕES PREVISTASREALIZADAS Ações Previstas Ações Realizadas por Área 2010 250 200 150 100 50 eeped1aç o Moibnmenb Rum 1 05o2 Pmfo9nml InsliWdmal D12010000 dP A4Oee Reveste Iw ffi te rF Ações Realizados 202 3J 22 16 101 11 122 tOJ R w Fone Sescoop MG XI PERCENTUAL DAS AÇÕES POR ÁREA Percentual das Ações por Área 2010 Ca pacitação Profissional Monitoramento Promoção Social Divulgação Institucional Fonte Seecoop0 10 55 XII TOTAL DE AÇÕES PREVISTASAÇÕES REALIZADAS Total de Ações Previstas Ações Realizadas 2010 Ações Previstas AGees Realizadas 4 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Fonte Sescoop MG 3 Indicadores de Desempenho Operacional 5 1 Indicadores de Eficácia 3 5 Nome Índice de Aplicação dos Recursos IAR Descritivo calcula o percentual de investimento total realizado em relação ao previsto excluindo se recursos provenientes do Fundecoop Fórmula Investimento total realizado Investimento total previsto Em RS 2008 2009 2010 064 9 86 595 980 7 68 176 443 9 71 179 00 564 163 13 791 9 00 453 00 535 955 11 86 68 50 81 99 78 Elementos Investimento Total Realizado Investimento Total Previsto Indice de aplicação dos Recursos IAR No período de 2008 a 2010 o Sescoop MG aumentou em 15 o da aplicação dos recursos em suas atividades Nome Média de Participantes por Evento MPE Descritivo calcula o número médio de participantes por evento Fórmula Total de participantes Total de Eventos 56 Formação Profissional Elementos Total de Participantes 2008 2009 2010 384 26 484 33 419 48 165 216 202 159 155 239 Total de Eventos Média dêParticipantes por Evento MPE Monitoramento Elementos Total de Participantes 2008 2009 2010 927 159 461 22 547 59 99 36 36 615 1 624 654 1 Total de Eventos Média de Participantes por Evento MPE Promoção Social Elementos Total de Participantes 2008 2009 2010 200 10 414 17 136 64 26 21 22 392 829 915 2 Total de Eventos Média de Participantes por Evento MPE Verificase um crescimento substancial de participantes nos eventos realizados pelo SescoopMG entre 2008 a 2010 onde destacamos a formação profissional com implemento de 15 e a promoção social em 644 Nome Índice de Aceitação de Apontamentos IAA Descritivo calcula o percentual dos apontamentos que foram acatados pelas unidades estaduais auditadas Fórmula Apontamentos acatados Apontamentos realizados Elementos 2008 2009 2010 xx xx xx Apontamentos Acatados Apontamentos Realizados Indice de Aceitação de Apontamentos IAA No período não houve apontamentos pelos órgãos de controle e fiscalização 57 2 Indicadores de Eficiência 3 5 Nome Investimento Médio por Participante IMP Descritivo calcula o valor médio investido em eventos por participante Fórmula Investimento total Total de participantes Formação Profissional Em R 2008 2009 2010 741 2 36 469 771 3 51 393 163 4 95 519 384 26 484 33 419 48 R 103 90 R 63 12 1 RS 85 98 2008 2009 2010 61 660 297 14 878 327 01 212 709 Total de Participantes 927 159 461 22 547 59 Investimento Médio pparticipante 1MP R 1 86 R 14 59 R 11 91 2008 2009 2010 64 836 960 031 1 62 423 342 1 42 079 200 10 414 17 136 64 R 94 19 R 59 23 R 20 92 Elementos Investimento Total Total de Participantes Investimento Médio pparticipante IMP Monitoramento Em R Elementos Investimento Total Promoção Social Em R Elementos Investimento Total Total de Participantes Investimento Médio pparticipante IMP Destacamos uma redução significativa nos investimentos médios por participantes 77 e na efetuados pelo SescoopMG entre 2008 e 2010 nas aéreas de promoção social devido a otimização dos custos e aumento do número de formação profissional 17 beneficiários Nome Investimento Médio por Evento Realizado IME Descritivo calcula o valor médio investido por evento Fórmula Investimento total em eventos Total de eventos realizados 58 Formação Profissional Em R 2008 2009 2010 741 2 36 469 771 3 51 393 163 4 95 519 165 216 202 R 16 96 614 R 17 15 460 R 20 49 611 2008 2009 2010 61 660 297 14 878 327 01 212 709 99 36 36 R3 006 67 R 72 107 9 R 19 33 700 2008 2009 2010 64 836 960 031 1 62 423 342 1 42 079 26 21 22 R 36 25 955 R 49 41 115 R 61 003 Elementos Investimento Total em eventos Total de Eventos Realizados Investimento Médio p Evento Real IME Monitoramento Em R Elementos Investimento Total em eventos Total de Eventos Realizados Investimento Médio p Evento Real IME Promoção Social Em R Elementos Investimento Total em eventos Total de Eventos Realizados Investimento Médio p Evento Real IM E Seguindo tendência apresentada no item acima investimentos médios investidos aumentaram devido ao maior participação nos eventos os valores médios 3 Indicadores de Efetividade 5 Nome Índice de Fortalecimento do Sistema IFS Descritivo calcula relação entre o valor investido pelo Sescoop em ações finalísticas e a variação do valor arrecadado pelo Sescoop no último período em relação ao período anterior Fórmula Variação do valor arrecadado Valor investido 2008 Elementos Variação do valor arrecadado Valor investido 491 890 813 2009 2010 715 1 56 687 784 1 55 554 999 3 61 966 130 5 27 695 214 6 38 811 20 0 33 0 29 0 índice de Fortalecimento do Sistema IFS 59 Para cada R 00 investido pelo Sescoop 1 MG nas ações finalísticas foi obtido um incremento de 0 29 0 30 2 3 vezes no valor arrecadado pela instituição entre os anos de 2010 2009 2008 respectivamente CAPÍTULO 6 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA A gestão orçamentária e o planejamento institucional do Sescoop têm por finalidade contribuir para a transparência e o aperfeiçoamento das práticas de governança corporativa O programa de trabalhoorçamento do SescoopMG na forma da reprogramação aprovada pelo Conselho Nacional envolveu recursos no total de R 11 00 As receitas atingiram o valor 535 955 de R 11 43 o que representou variação de 3 394 588 07 As aplicações alcançaram o montante de R 779 443 correspondente a 79 do 9 71 previsto para o exercício 1 Receitas 6 As receitas de contribuições aumentaram em 2 5 em relação a 2009 e obteve urna realização de 93 da execução orçamentária do exercício de 2010 As Receitas Patrimoniais representaram 5 6 do total do e acumulou um crescimento de 17 4 Outras Receitas aumentou de 11 5 0 saldo de exercício anterior não houve realização XIII TABELA RECEITAS RECEITAS Orçamento Proposto RUBRICAS Receitas de Contribuições R 00 535 505 10 Execução orcamentária R 87 Variação a o 17 501 775 10 99 92 57 2 00 000 550 60 4 68 609 645 57 5 38 7 17 Outras Receitas Correntes 00 000 150 25 1 58 283 167 44 1 52 11 Saldo de Exercício anterior 00 000 750 27 6 yd teso Receitas Patrimoniais Receitas de Serviços Transferências Correntes Alienação de Bens Transferências de Capital Outras Receitas de Capital RESULTADO 00 535 955 11 43 394 588 11 mr 3 07 Fone Zeus l t3Als V 3 Y 60 k 3t XIV GRÁFICO RECEITAS 00 100 00 90 00 80 00 70 00 60 00 50 00 40 Orçamento Proposto 00 30 Orçamento Executado 00 20 00 10 00 0 Receitas de Receitas Outras Receitas Contribuições Patrimoniais Correntes Saldo de Exercício anterior gome Zeus 2 Despesas 6 No total orçamento previsto para 2010 na rubrica despesa foi realizado 79 As despesas com pessoal e encargos sociais foi efetivamente realizado 83 do previsto Em outras despesas correntes foi realizado 77 5 já em investimentos a realização foi de 64 XV TABELA DESPESAS DESPESAS Orçamento Previsto RUBRICAS R Orçamento Realizado R Variação U Pessoal e Encargos Sociais 636 3 00 767 42 30 014 3 81 966 93 31 10 17 Outras Despesas Correntes 228 8 00 768 83 68 371 6 02 604 47 67 57 22 61 0 43 36 Investimentos 00 000 90 75 0 88 208 57 Inversões Financeiras R E S U LT AD O 00 535 955 11 443 9 71 779 Fonte Zeus 61 011 21 XVI GRÁFICO DESPESAS 00 80 00 70 00 60 00 50 00 40 Orçamenta Previsto 00 30 Orçamento Realizado 00 20 00 10 00 0 Pessoal e Encargos Outras Despesas Sociais Correntes Investimentos Fonte Zeus CAPÍTULO 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS O Sistema Ocemg Sescoop MG encerrou o exercício com 781 cooperativas registradas 925 associados e 29 701 829 empregados diretos distribuídos ao longo de uma extensão territorial de 588 384 m 2 com 853 municípios Considerando a dificuldade de deslocamento as grandes distâncias a serem percorridas o estado caótico da malha viária e o trabalho que vem sendo desenvolvido junto às cooperativas de conscientização da importância da capacitação como investimento e não custo o Sistema conseguiu beneficiar 233 286 pessoas com a participação de 456 cooperativas ou seja 58 39 do quadro social Através da análise dos indicadores de eficácia verifica se que o SescoopMG cumpriu em 9a c 4 40 fatalidade o Plano de Trabalho proposto com um investimento médio por participante de R quarenta reais e quarenta e oito centavos Diante desses dados podemos afirmar que foram cumpridas as metas estabelecidas considerando a amplitude dos resultados e a otimização dos recursos A credibilidade e a confiança que o Sescoop MG adquiriu ao longo dos anos são sentidas com o aumento da participação das Cooperativas nas ações propostas Oferecemos as melhores ferramentas disponíveis com o objetivo de levar às cooperativas orientações para sua manutenção e desenvolvimento numa constante atualização do potencial humano dentro das atuais perspectivas possibilitando sua efetiva participação no mercado 62 1 oSenys o 17 4 V 1 O O 02190 203610 Vigência oiaul 20180 22701010 00005 e x r c í i o 0 E 0 1 A c u m l a d o sope dag MG sa oleA oia xa 010 0 50000 SECOP 02 19 02410 120 026910 20120 202310 201230 20310 980181 40000 900054 1481082 19808 00400 006450 180482 m13 O O eNOCM O até ou O OJ mas mencioa partida percntual mencioa partida percntual Contra e GERAIS s e u i a á C o n t r a p i d P a c t u d o s MINAS GESTÃO ou Concedt Unidae 324 item se COPERATIVSM DE UG a gos Valores DA DE Nome dos a do dá da a R não dá a dá não a não 8b66L8 0000t 000Z8 810482 50000 l DE DE DOS NIVEL UNAI A G U A S S I C O B M É D I C O MINAS DAS SAÚDE PÓLO SICO B PEDRO MECONMIA ÉDICOS MÚTUO L T D A C R É D I T O FESTADO AEMG TRABLHO DOS ÁREA CIDAES LTDA CAPUL CENTRAL SAÚDE CGERAIS IRU MÚTUO GERAIS CREDIOM CULTRA LEOPD 0542631 REGIÃO CREDIAP LTDA CRÉDITO O T UNIMED CNPJ HORIZNTE MINAS CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ E E DE 79 15 DE DE DE o a 100 DE 00 l DE E DA E E 01 do 1W DR 55 DA DE DO BELO LTDA O SERVIÇO mas AGRICULT 542071 8402915 027341 AGROPECUÁI 08243571 FEDRAÇÃO PECUÁRIA COPERATIV COPERATIV CRÉDITO PROFISNA FUNDAÇO COPERATIV CAPELINH COPERATIV COPERATIV ECONMIA PROFISNA Benficáro instmen 1P8pi o mas resultado pesquisa convê io mencioa partida ercntual mencioa partida ercntual mencioa partida percntual 324 326 325 3 58 00 2 0 c o n t r a c o n t r a contra v a l o r cópia item item item contra não item contra não a mas 60 dá DE DO NACIOL 324 010 E APRENDIZGM LTA dá 189010 sapeuol do mas 0 100 3 th0 01 900 01510 01910 10024 r b b 21020 L0IOZ 1010Z 0I0Z 010Z S0 0 50 b J Jn tJ J 1202 1202 021790 010Z 9011 20160 190 0Z 206910 000Z6 0014285 0 401 040 01 04 04 0 60Z06 4100581 11 O J 00008 010000 J ri Ci OCS 6Z rn O 00008 010000 rn O do do mas mas mencioa partida percntual mencioa partida ercntual 10 convêio 324 dá 324 dá contra contra não item não item a a 10 do do mas de do R 5 6 R 10701 05 00016 LTDA S I C O B MINAS CENTRAL LTDA CRÉDITO CAPEB COPRAT MÚTUO SICO B MÚTUO SICO B CREDITO SICOB DOCE P R O D U T E S LTDA P O U A N Ç L T D A L T D A L T D A L T D A L T D A L A J I N H A C E R M G C E R M G ESTADO UNICRED 098261 DOS MINAS CREDIAF 0432951 0271584 DOS 062741 DAS CRÉDITO 032149 DAS CRÉDITO 032491 CENTRAL GERAIS CREDIMNAS 04623851 VALE 0263571 PRAT CNPJ GERAIS CENTRAL CNPJ GERAIS CENTRAL CNPJ CNPJ CNPJ S I C O B LTDA CNPJ REGIÃO LESTE CNPJ ESPRANÇ CNPJ C E N T R A L CREDITO GERAIS CO AFE BOA RU AIS CENTRAL ECONMIA MINAS CENTRAL ECONMIA MINAS MINAS CRÉDITO DE 33 DO 6Z DE DE DE DE 35 74 27 E 27 E E Ó O M 010 SI DE 00 CREDIO AGROPECUÁI 08243571 COPERATIV COPERATIV COPERATIV DO DO CAPUL LTDA UNAÍ CNPJ DE DO O 41 DE DO DE DA 64 DE RIO DE COPERATIV COPERATIV COPERATIV 00000 O CAFEIULTORS AGROPECUÁI COPERATIVS COPERATIVS COPERATIV 03 DE dá O 00008 010000 DE não convêio todas ativd es mencioa partida crentual L9068Z 005500 valor Relatórios item contra do R a as 10 convêio 0450 valor 00100 valor CS MG b 01 1 I1 J J 4 01 S0 O M O a 1004 10045 01940 10050 kC UI b 20181 20128 21027 2108 2108 2108 00480 O000107 0Z88810 00008 88810 040000 b mas OZ mas mas mencioa partida ercntual mencioa partida ercntual mencioa partida percntual 62 324 32 c o n t r a não contra não contra não item item item dá dá a dá a a 00480 680005 8Z000I DE DO DE AGROPECUÁI 00 COPAS 0651398 CENTRAL AGRO 66 E 83 U0982351 NIODTS MINAS 02148 C A F E I U L T O R S C O P E R A T I V COPERATIV FEDRAÇÃO CASI CNPJ 10 075 1 DAS CNPJ 10078 I DE ESTADO CNPJ 0I 6L0 1 Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos três últimos exercícios Unidade Concedente ou Contratante Nome SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS MG SESCOOP UG G ESTÃO CN PJ 07 0001 20 534 064 Quantidade de instrumentos celebrados em cada exercício Modalidade Convênio 2008 2009 2010 81 35 28 81 35 28 Valores repassados em cada exercício Valores em R 1 00 2008 2009 2010 210 1 26 578 813 1 50 520 869 1 19 025 Contrato de Repasse Termo de Parceria Termo de Cooperação Termo de Compromisso Totais 210 1 26 578 813 1 50 520 869 1 19 025 Fonte Sistema Zeus Resumo dos instrumentos de transferência que vigerão em 2011 e exercícios seguintes Unidade Concedente ou Contratante Nome SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS MG SESCOOP I UG GESTÃO CNPJ 07 0001 20 534 064 Qtd de Valores R 1 00 do Valor instrumentos Modalidade com vigência em 2011 e Contratados Repassados Previstos para até 2010 2011 seguintes Convênio global repassado até o final do exercício de 2010 6 94 179 465 86 760 225 08 419 239 53 48 6 94 179 465 86 760 225 08 419 239 53 48 Contrato de Repasse Termo de Parceria Termo de Cooperação Termo de Compromisso Totais Fonte Sistema Zeus 67 Resumo da prestação de contas sobre transferências concedidas pela UJ na Valores em R modalidade de convênio e de contratos de repasse Unidade Concedente 00 1 Nome SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS MG SESCOOP 1 UG GESTÃO CNPJ 07 0001 20 534 064 Instrumentos Exercício da prestação de Quantitativos e montante repassados contas Quantidade e Montante Repassado Convênios Ainda no prazo de Quantidade prestação de Montante Repassado contas Contas 2010 Com prazo de prestação de prestadas contas vencido Contas NÃO prestadas Quantidade Montante Repassado 2009 Contas NÃO prestadas 6 Repasse não aplica 86 760 225 não aplica 22 não aplica 535 1 38 288 não aplica Quantidade não aplica Montante Repassado não aplica RS Quantidade Montante Repassado R Quantidade Montante Repassado Contas prestadas 35 não aplica 813 1 50 520 Quantidade Montante Repassado R Quantidade Montante Repassado 2008 Contas NÃO prestadas não aplica 81 não aplica 210 1 26 578 não aplica não aplica não aplica S R Ç Anteriores a 2008 Quantidade Montante Repassado Contas NÃO prestadas não aplica não aplica R Contas prestadas Contratos de não aplica não aplica não aplica não aplica Fonte Sistema Zeus Visão Geral da análise das prestações de contas de Convênios e Contratos de Valores em R Repasse 00 1 Unidade Concedente ou Contratante Nome SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS MG SESCOOP I UGGESTÃO CNPJ 07 0001 20 534 064 Instrumentos Exercício da prestação de Quantitativos e montantes repassados contas Quantidade de contas prestadas Com prazo de Quantidade Convênios Contratos de Repasse 22 não aplica 6 não aplica 86 760 225 não aplica análise ainda não vencido 2010 Montante repassado R Contas Com prazo de análise vencido analisadas Contas NÃO analisadas 2009 Quantidade Aprovada Quantidade Reprovada Quantidade de TCE Quantidade Montante repassado R não não não não não aplica 35 Quantidade de contas prestadas 68 aplica aplica aplica aplica não aplica Contas analisadas Contas NÃO Quantidade Aprovada Quantidade Reprovada Quantidade de TCE 35 não aplica não aplica não aplica Quantidade analisadas 2008 Montante repassado R Quantidade de contas prestadas Quantidade Aprovada Contas analisadas Quantidade Reprovada Quantidade de TCE Contas NÃO Quantidade analisadas Montante repassado Exercícios anteriores a 2008 Contas NÃO analisadas não aplica não aplica 81 não aplica 81 não não não não não aplica aplica aplica aplica aplica Quantidade não aplica não aplica Montante repassado não aplica não aplica Fonte Sistema Zeus 69 v O v ero n o c c a i c ANEXO III Informações sobre a Gestão de Tecnologia da Informação da UJ Quesitos a serem avaliados Avaliação He 121 031 Ni 151 Planejamento 1 Há planejamento institucional em vigor ou existe área que faz o planejamento da UJ como um todo 2 Há Planejamento Estratégico para a área de TI em vigor 3 Há comitê que decida sobre a priorização das ações e investimentos de TI para a UJ C Recursos Humanos de TI 4 Quantitativo de servidores e de terceirizados atuando na área de Ti 04 5 Há carreiras específicas para a área de TI no plano de cargos do ÓrgãoEntidade X Segurança da Informação 6 Existe uma área específica com responsabilidades definidas para lidar estrategicamente com segurança da informação 7 Existe Política de Segurança da Informação PSI em vigor que tenha sido instituída mediante documento específico Desenvolvimento e Produção de Sistemas xI X 8 É efetuada avaliação para verificar se os recursos de TI são compatíveis com as X necessidades da UJ 9 0 desenvolvimento de sistemas quando feito na UJ segue metodologia definida 10 É efetuada a gestão de acordos de níveis de serviço das soluções de TI do ÓrgãoEntidade X r oferecidas aos seus clientes 1 1 Nos contratos celebrados pela UJ é exigido acordo de nível de serviço Contratação e Gestão de Bens e Serviços de TI 12 Nível de participação de terceirização de bens e serviços de TI em relação ao desenvolvimento interno da própria UJ X 25 12 Na elaboração do projeto básico das contratações de TI são explicitados os benefícios da contratação em termos de resultado para UJ e não somente em termos de TI 13 0 Orgão Entidade adota processo de trabalho formalizado ou possui área específica de gestão de contratos de bens e serviços de TI 14 Há transferência de conhecimento para servidores do Orgão Entidade referente a produtos e serviços de TI terceirizados Considerações Gerais Todos os quesitos foram analisados e respondidos pela equipe da Gerência de Informá iça Gerência Geral Administrativa e Superintendência através de reuniões LEGENDA Níveis de avaliação 1 Totalmente inválida Significa que a afirmativa é integralmente NÃO aplicada ao contexto da UJ 2 Parcialmente inválida Significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao contexto da UJ porém em sua minoria 3 Neutra Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ 4 Parcialmente válida Significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao contexto da UJ porém em sua maioria 5 Totalmente válida Significa que a afirmativa é integralmente aplicada ao contexto da UJ 71 ANEXO IV Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou Recursos Não se aplica no exercício ANEXO V Informações sobre Cumprimento da Lei 93 730 8 O Sescoop MG cumpriu as obrigações estabelecidas na Lei n 8 730 de 10 de novembro de 1993 relacionadas à entrega e ao tratamento das declarações de bens e rendas ANEXO VI Informações sobre Gestão do patrimônio imobiliário de propriedade da União Não se aplica no exercício ANEXO VII Cumprimento das deliberações do TCU atendidas no exercício Não se aplica no exercício Situação das deliberações do TCU que permanecem pendentes de atendimento no exercício Não se aplica no exercício ANEXO VIII Relatório de cumprimento das recomendações do Órgão de Controle Interno Não se aplica no exercício Situação das recomendações do OCI que permanecem pendentes de atendimento no exercício Não se aplica no exercício 72 ANEXO IX Informacões sobre Estrutura de controles internos da UJ el interno controli de doSistema ÉIMAspectos Avaliação I Ambiente de Controle 2 3 45 X 1 Os altos dirigentes da UJ percebem os controles internos corno essenciais à consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento 2 Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os X servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade 3 A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente 4 Existe código formalizado de ética ou de conduta 5 Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em X X X documentos formais X 6 Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos das instruções operacionais ou código de ética ou conduta X 7 As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das responsabilidades 8 Existe adequada segregação de funções nos processos da competência da UJ 9 Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados pela UJ X X 1 Avaliação de Risco 2 3 4 5 Os objetivos e metas da unidadejurisdicionada estão formalizados 10 X 1á clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas 1 11 X da unidade X 12 É prática da unidade o diagnóstico dos riscos de origem interna ou externa envolvidos nos seus processos estratégicos bem como a identificação da probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá los 13 prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais de informações e de E conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão A avaliação de riscos é feita de forma contínua de modo a identificar mudanças no 14 perfil de risco da UJ ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo X Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em 15 X uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão 16 Existe histórico de fraudes e perdas decorrentes de fragilidades nos processos internos X X da unidade 17 Na ocorrência de fraudes e desvios é prática da unidade instaurar sindicância para X apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos 18 Há norma ou regulamento para as atividades de guarda estoque e inventário de bens e X valores de responsabilidade da unidade 1 Procedimentos de Controle 2 3 4 5 19 Existem políticas e ações de natureza preventiva ou de detecção para diminuir os riscos e alcançar os objetivos da UJ claramente estabelecidas X 20 As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam consistentemente de acordo com um plano de longo prazo 21 As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de X X benefícios que possam derivar de sua aplicação 22 As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão diretamente relacionados com os objetivos de controle X I Informação e Comunicação 23 informação relevante para UJ é devidamente identificada documentada A armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas 24 As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente 2 3 4 5 X X para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas 25 A informação disponível à UJ é apropriada tempestiva atual precisa e acessível 26 A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e indivíduos da UJ contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz 73 X X 27 A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ em todas as direções por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura X 111 121 131 141 151 iMonitoramento 28 sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua 0 validade e qualidade ao longo do tempo 0 sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas 29 avaliações sofridas 0 sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu 30 X X X desempenho Considerações gerais Todos os quesitos foram analisados e respondidos pela equipe da Gerencia da Admini trativa Gerência Geral Administrativa e Superintendência através de reuniões LEGENDA Níveis de Avaliação 1 Totalmente inválida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto da UJ 2 Parcialmente inválida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ porém em sua minoria 3 Neutra Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ 4 Parcialmente válida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ porém em sua maioria 5 Totalmente válido Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no contexto da UJ 74 ANEXO X Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis IiAspectossobret gestãoambiental Avaliação 111 121 c31 4 151 Sustentáveis ILicitações 1 A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que levem em consideração os processos de extração ou fabricação utilização e descarte dos produtos e matérias primas 7 Se houver concordância com a afirmação acima quais critérios de sustentabilidade ambiental foram aplicados 2 Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos os produtos atualmente adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matéria prima e maior quantidade de conteúdo reciclável 3 A aquisição de produtos pela unidade é feita dando se preferência àqueles fabricados por fonte não poluidora bem como por materiais que não prejudicam a natureza ex produtos de limpeza biodegradáveis 4 Nos procedimentos licitatórios realizados pela unidade tem sido considerada a existência de certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras ex ISO como critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços 7 Se houver concordância com a afirmação acima qual certificação ambiental tem sido considerada nesses procedimentos 5 No último exercício a unidade adquiriu bens produtos que colaboram para o menor consumo de energia eou água ex torneiras automáticas lâmpadas econômicas 3 Se houver concordância com a afirmação acima qual o impacto da aquisição desses produtos sobre o consumo de água e energia Resp A economia é existente no entanto não é mensurável lâmpadas com sensor de presença e torneiras com temporizador para fechamento 6 No último exercício a unidade adquiriu bensprodutos reciclados ex papel reciclado 7 Se houver concordância com a afirmação acima quais foram os produtos adquiridos Resp Folders e foyers em papel reciclado 7 No último exercício a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes e menos poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos 3 Se houver concordância com a afirmação acima este critério específico utilizado foi incluído no procedimento licitatório 8 Existe uma preferência pela aquisição de bensprodutos passíveis de reutilização reciclagem ou reabastecimento refil eou recarga 7 Se houver concordância com a afirmação acima como essa preferência tem sido manifestada nos procedimentos licitatórios 9 Para a aquisição de bens produtos é levada em conta os aspectos de durabilidade e X X X X X X X x 1 X qualidade de tais bensprodutos Os projetos básicos ou executivos na contratação de obras e serviços de engenharia 10 possuem exigências que levem à economia da manutenção e operacionalização da edificação à redução do consumo de energia e água e à utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados bem como sua 11 destinação como referido no Decreto n 2006 940 5 X X Nos últimos exercícios a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a 12 diminuir o consumo de água e energia elétrica 7 Se houver concordância com a afirmação acima como se procedeu a essa campanha foders comunicações oficiais etc palestras X Resp Através de email e ordem de serviço portaria emitida pela diretoria 13 últimos exercícios a UJ promoveu campanhas de conscientização da necessidade de Nos proteção do meio ambiente e preservação de recursos naturais voltadas para os seus X servidores 7 Se houver concordância com a afirmação acima como se procedeu a essa campanha palestras folders comunicações oficiais etc Considerações Gerais Todos os quesitos foram analisados e respondidos pela equipe da Gerência Administrativa Gerência Geral Administrativa e Superintendência através de reuniões 75 LEGENDA Níveis de Avaliação Totalmente inválida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto da Ui 2 Parcialmente inválida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ porém em sua minoria 3 Neutra Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da 111 4 Parcialmente válida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ porém em sua maioria 5 Totalmente válida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no contexto da UJ 76 SER A META REALIZD 201 0 0 0 0 o 0 0 0 EM FINAM VSaW 989 46E 5661 9ES6 9423586 8ZSL0b 81450 8S1ZL Z6b1LU70 7S91 V I O a Z u I EXCUÇÃO META SZ I 0095 006L PREVISTA 03460 8Z009 0 012 6010 04209 015204 IS0 0 1 S I I0 EZ S E A META REALIZD 0 0 0 0 0 0 0 0 01 1 SER FISI XECUÇÃO VznOva VEDAI VISAa8d VIaW L UJ L PELA o 61184 9179 48419 6SLbS 019 008L 091 10805 8S os oso o et o AÇÕES DAS DE de cas de de ap de 1 68 1068 0168 868 7168 6168 7568 ZS68 6L68 9010 OSLO OSLO 9010 EL O SZO 8010 1010 EL O I o o REALIZDS UNIDAE MEDIA Entidae Mantida Entidae Mantida Rede Mantida Planejmto Instiudo o5wa8 opluE7 nosad eptomuag Pesoa Benficad Pesoa Benficad Pesoa Benfiad Progam Apoio umathoid Voiod Progam Apoio Progam Apoio Progam Apoio Progam Finalístico Progam Finalístco I PrograFimnlístcao Progam Finalístco o o ti FINACER 7i oj aOVSnNIsld oetlsmnupV oçaeslmnupV opauxjsmtr ZZl V 0 lea D 1 1 30 puno E FISCA i k VIN21OUd EXCUÇÃO I ZZ ZZ e Normatizçã Fiscalzção Normatizçã Fiscalzção Comunicaçã Social P331roteção Benfícios Trablhdo ao I 125 e 125 O e 13 333 Empregabild apeign9rdm3 E o z JOI1Ege oglequay oqEgea o1ingar uncuerl oglecr i oglEelj ogleira 11 o9leg I 11 II II 11 lI II 11 i 1 Demonstrativo da Programação de Despesas Correntes Em R 1 00 2 Juros e encargos da 1 Origem orçamentária Exercícios dívida Pessoal e encargos 2009 2010 2009 Dotação Proposta 004 2 00 275 125 3 00 867 Orçamento Aprovado 004 2 00 275 125 3 00 867 Orçamento Reformulado 698 2 00 105 636 3 00 767 706 6 00 655 888 9 00 501 TOTAL 3 Outra despesas 2010 2009 2010 2 Demonstrativo da Programação de Despesas de Capital 6 4 Origem s orçamentária 2009 Exercícios 5 Investimentos 2010 00 000 100 00 000 80 Orçamento Aprovado 00 000 100 00 000 80 Orçamento Reformulado 00 000 110 00 000 90 00 000 310 00 000 250 TOTAL capital 2009 2010 2009 Dotação Proposta Outras despesas de Inversões financeiras 2010 3 Demonstrativo das Despesas Correntes Realizadas por Grupo e Elemento de Despesa VALORES PAGOS GRUPOS DE 1 2010 2009 DESPESA Despesas de Pessoal Vencimentos e Remunerações Encargos Sociais Patronais 331 2 48 608 014 3 81 966 569 1 35 605 019 2 83 257 73 204 519 89 093 648 609 6 06 187 6 28 34 189 236 341 A27 81 Indenizações Trabalhistas Remunerações Variáveis Beneficios Sociais Beneficios Assistenciais 2 Juros e Encargos da Divida 78 VALORES PAGOS adi g J 9taal SM 2009 DESPESA 3 Outras Despesas Correntes 6 Despesas com Dirigentes e Conselheiros 00 890 36 80 878 34 Ocupação e Serviços Públicos 05 276 92 74 880 106 86 679 187 70 628 215 68 207 638 90 950 668 Passagens e Locomoções 13 313 179 55 737 298 Diárias e Hospedagens 92 778 474 49 439 759 59 525 31 73 633 20 40 340 215 87 066 436 Materiais e Divulgação 32 857 95 13 447 82 Materiais para Treinamento 57 675 47 35 850 54 10 302 127 15 590 130 50 603 32 31 631 38 876 8 04 80 556 15 61 507 76 02 069 48 86 746 622 92 326 715 541 4 27 185 6 50 74 924 181 15 576 216 Despesas de Comunicação Material de Consumo Material de Consumo Durável Outras Despesas de Viagem Locações Premiações Serviços de Divulgação Institucional Auxílio Financeiro a Estudante Auxílios Educacionais Auditoria e Consultoria Serviços Especializados PJ Serviços de Transportes Serviços Gerais PJ Serviços Temporários 00 490 Estagiários 66 292 36 51 845 17 PF 968 8 00 86 328 14 Outros Serviços de Terceiros PJ 60 163 445 44 783 419 Encargos s Serviços de Terceiros 91 179 60 15 283 67 66 957 107 11 995 113 655 7 00 103 4 00 Outros Serviços de Terceiros Serviços Especializados PF Serviços Gerais PF Impostos Taxas e Contribuições Federais Impostos Taxas e Contribuições Estaduais 68 331 79 GRUPOS DE VALORES PAGOS DESPESA 2009 2010 Impostos Taxas e Contribuições Municipais Outras Despesas Tributárias Despesas Financeiras 36 357 46 550 808 5 63 979 2 12 67 982 11 07 260 12 724 1 90 110 830 1 25 145 Transferências Regulamentares Convênios com a União Convênios Inst Privadas s Fins Lucrativos 4 Demonstrativo de Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa VALORES PAGOS GRUPOS DE 2010 2009 DESPESA 89 813 95 88 208 57 878 2 30 35 921 10 Obras e Instalações 01 998 15 09 298 13 Bens Móveis 58 937 76 44 989 32 4 Investimentos Bens Intangíveis 5 Inversões Financeiras 6 Outras despesas de capital 5 Demonstrativo da Evolução dos Gastos Gerais ANO DESCRIÇÃO 2008 2009 2010 1 Passagens 60 739 71 35 330 94 65 757 159 2 Diárias e Ressarcimento de despesas em viagens 05 077 20 76 599 61 50 224 138 3 Serviços Terceirizados 40 407 67 00 435 91 53 085 153 2 Vigilância Limpeza e Conservação 3 08 687 34 34 142 55 35 1 02 240 3 Tecnologia da Informação 720 32 66 292 36 51 845 17 05 224 159 11 247365 68 067 451 1 Publicidade 3 4 Outras Terceirizações 3 4 Cartão de Pagamento do Governo Federal 5 Suprimento de Fundos TOTAIS 80 6 Demonstrativo das despesas por natureza Ort ç loo Rubricas 014 3 81 966 66 46 90 82 058 1 04 177 38 16 57 99 00 900 46 73 633 20 32 0 00 44 50 603 32 00 000 65 31 631 38 60 0 43 59 23 294 545 68 207 638 022 1 00 989 90 950 668 35 10 39 65 178 1 23 504 552 1 31 427 032 2 00 100 623 1 66 496 13 25 89 79 58 193 29 497 6 67 00 979 211 529 3 58 05 0 67 1 15 807 878 58 937 76 00 000 44 989 32 51 0 13 47 774 4 25 843 86 899 5323 331 2 48 608 72 504 541 05 092 654 Outras Despesas Variáveis 98 742 20 59 525 31 Auxílio Financeiro a Estudante 44 523 30 Despesas de Viagem Material de Consumo Serviços de Terceiros Obrigações Tributos e Contribuições 636 3 00 767 062 1 00 700 Equipamentos e Materiais Permanentes Total ri 2 0081 550 1 92 272 Pessoal Encargos e Indenizações Reat lizãdoo Realizadoo 2009 1 n 2O M PIártie Refãlizl 70 47 375 4 6 61 r 79 30 14f 00 8 435 8 Transferências 774 86 4 25 843 32r899 5 Total Geral 00 6 435 8148 461 r 375 11001 7l 47 7 Resumo das programações de despesas I O rige dos Créditos em Or Exercícios Despesas Correntes J 2009 2010 Despesos Capital 2009 2010 168 7 00 864 711 9 00 453 00 000 100 00 000 80 Or amentoA rovado 168 7 00 864 711 9 00 453 00 000 100 00 000 80 Orçamento Reformulado 681 9 00 453 00 535 865 11 00 000 110 00 000 90 00 181 019 24 00 441 288 31 00 000 310 00 000 250 Dota ão Total ro s osta c ela UJ 81 8 Movimentação orçamentária por grupo de despesa Despesas Correntes Natureza da UJ concedente Movimentação de Crédito ou recebedora Classificação da Ação 1 Pessoal e Encargos 2 Juros e Encargos da 3 Outras Despesas Correntes Dívida Concedi Movimentação dos Externa Recebid 869 1 19 025 869 1 19 025 Convênio os Despesas de Capital Natureza da Movimentação ç de Crédito UJ concedente ou recebedora Classificação da Ação ç 5 4 Inversões Financeiras 6 Outras Despesas de Capital Concedi Movimentação dos Externa Recebid os 9 Quadro Despesa por Modalidade de Contratação Modalidade de Contratação Crédito Originários da UJ Despesa Paga Despesa Comprometida 2009 2010 2009 2010 10 810 491 80 404 427 88 461 362 88 459 290 Licitação Convite Concorrência 0 00 000 50 0 Pregão 0 00 100 145 0 00 570 28 127 84 572 616 1 63 809 556 1 47 609 534 1 40 008 257 1 02 286 90 261 255 03 717 228 70 258 245 03 717 228 Contratações Diretas Dispensa Inexigibilidade Regime de Execução Especial Suprimento de Fundos Pagamento de Pessoal Pagamento em Folha Diárias Outras 82 10 Quadro Despesa por Modalidade de Contratação convênios e Fundecoop projetos especiais Crédito Recebidos pela UJ Não se aplica no exercício 11 Quadro Despesas Correntes e Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa Créditos Recebidos pela UJ convênios e Fundecoop projetos especiais Não se aplica no exercício 12 Quadro Despesa Corrente e Despesa de Capital por Grupo e Elemento de Despesa Créditos Originários da UJ Não se aplica no exercício 83 Ge GO O c c o o g 0 á 0 o0C z 4 o 1 li N U a bO w oo co y Ú G N r Fel E A U w a RSCOOP M6 Balanço Financeiro Receita 2010 Sv CoRnveromi e re quri CoaócvmAVCGilas Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais Sescoop MG Moeda Real RS 1 00 Realizado Descrição de Conta 43 588394 11 Orçamentário Receitas Correntes 43 394 588 11 Receitas de Contribuições 17 501 775 10 Receitas Patrimoniais 68 609 645 Outras Receitas Correntes 58 283 167 475 5 82 630 Receitas Extra Orçamentárias Adiant e Outr VLRS a Rec Empr 36 065 185 Adiant e Outr VLRS a Rec Terce 489 1 87 Despesas Antecipadas 482 8 44 601 1 87 764 Fornecedores 82 558 198 Enc e Consignações de Terceiros 984 2 87 284 Folha de Pagamento 59 144 493 Provisões 840 2 00 Outras Obrigações 783 6 87 915 Saldo do Exercício Anterior 500 1 00 Numerário Disponivel 44 858 19 Contas Bancárias à Vista 762 6 43 557 Aplicação de Liquidez Imediata 12 941 847 23 Total Ronaldo Scucato William Bicalho da Cruz Francisco Gonçalves Filho Presidente Superintendente Contador CRC MG 57 755 CPF 008 66668 690 CPF 110 41668 377 CPF 736 33668 472 86 Balanço Financeiro Despesas 2010 SE SCOOp MO Seta rbbwaep nco ay Coc oW Finos Geras Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais Sescoop MG Moeda Real R 1 00 Realizado Descrição de Conta Orçamentário 443 9 71 779 Despesas Correntes e Operacionais 386 9 83 570 014 3 81 966 Aplicação Diretas Pessoal e Encargo r 371 6 02 604 Outras Desp Correntes e Operacionais 105 2 91 149 Aplic Diretas Despesa Administrativa 61 142 758 Aplic Diretas Despesa Institucionais Aplic Diretas Serviços de Terceiros 623 1 66 496 Aplic Diretas Despesas Tributárias 529 3 58 Aplic Diretas Despesas Financeiras 07 260 12 Convênios C lnstit Priv S Fins Lucrat 830 1 25 145 Convênios C Instit Priv C Fins Lucrat 94 879 38 Despesas de Capital 208 88 57 Despesas Extra Orçamentárias 490 5 63 083 Adiant e Outr VLRS a Rec Empr 88 769 185 Adiant c Outr VLRS a Rec Terce 489 1 87 13 227 184 Outros Créditos 907 8 97 Despesas Antecipadas 506 1 23 805 Fornecedores 98 513 186 Consignações a Recolher 959 2 81 338 Folha de Pagamento 76 190 454 Prov isões 840 2 00 Outras Obrigações 914 8 78 077 Saldo para o Proximo Exercício Numerário Disponivcl 500 1 00 Contas 13ancárias à Vista 410 7 67 905 8 11 167 Aplicação de Liquidez Imediata 12 941 847 23 Total Ronaldo Scucato William Bicalho da Cruz Francisco Gonçalves Filho Presidente Superintendente Contador CRC MG 57 755 CPF 008 66668 690 CPF 110 41668 377 CPF 736 47233668 87 wi c SESCOORJMO Demonstrativo das Variações Patrimoniais Ativas 2010 So Mo No bnt de Macltwwn do coopoSi nono Mmc Gana Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Afinas Gerais Sescoop MG Moeda Real R 1 00 Receitas 31 603 645 11 Receitas Correntes 43 394 588 11 17 501 775 10 Receitas de Contribuições Receitas Patrimoniais 68 609 645 Outras Receitas Correntes 58 283 167 Receitas de Capital 88 208 57 88 208 57 Variação Patrimonial 30 839 Independente da Exec Orçamentária 30 839 Aumento do Ativo 61 442 646 11 Somada Variações Ativas Ronaldo Scucato William Bicalho da Cruz Francisco Gonçalves Filho Presidente Superintendente Contador CRG MG 57 755 CPF 008 666 68 690 CPF 110 377416 68 CPF 736 33668 472 88 MO SESCOOP Demonstrativo das Variações Patrimoniais Passivas 2010 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais Scwto Nackn310e Menizopem do mo do Was Gaas k o e000e SescooptMG Moeda Real R 1 00 Despesa 443 9 71 779 Despesa Correntes e Operacionais 83 570 9386 Aplicação Diretas Pessoal e Encargo 014 3 81 966 Aplicação Diretas Despesas Administrativas 105 2 91 149 Aplicação Diretas Despesas Institucionais Aplicação Diretas Serviços Terceiros Aplicação Diretas Despesas Tributárias 61 142 758 623 1 66 496 529 3 58 Aplicação Diretas Despesas Financeiras 07 260 12 Convênios C Instil Priv S Fins Lucrai 830 1 25 145 Convênios C Instil Priv C Fins Lucrat 94 879 38 88 208 57 Despesa de Capital 66 129 446 Variaç Patrimoniais Passivas Somadas Variações Passivas 889 9 90937 Superavit no Exercício 756 1 24 533 61 442 646 11 Total das Variações Passivas Ronaldo Scucato William Bicalho da Cruz Francisco Gonçalves Filho Presidente Superintendente ContadorCRC MG57 755 CPF 008 66668 690 CPF 110 416 68 377 CPF 736 33668 472 89 Demonstração dos Fluxos de Caixa Método Indireto 2010 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais Sescoop MG P S E S COO MO T o TAaPO eWm Gem Cu OJ coc onmirroxno Moeda Real R 1 00 FLUXO DE CAIXA PROVENIENTE DAS OPERAÇÕES 2010 SuperávitDéficit líquido do exercício 2009 756 1 533 276 1 463 983 443 410 341 307 1 068 357 201 2 823 007 2 233 Ajustes para reconciliar o superávit déficit do exercício com recursos provenientes de atividades operacionais Depreciação e amortização Baixas do ativo imobilizado 292 32 Baixas do ativo intangível TOTAL Redução aumento nos ativos Outros créditos Estoques Despesas pagas antecipadamente Convênios acordos e projetos Realizável a longo prazo TOTAL 931 184 920 16 425 539 356 185 459 17 Aumento redução nos passivos Contas a pagar Salários encargos sociais e imposto a pagar 959 94 991 36 309 10 Provisões trabalhistas e outras 953 38 872 76 957 132 Outras obrigações Obrigações de longo prazo 903 170 TOTAL RECURSOS LÍQUIDOS GERADOS NAS ATIVIDADES OPERACIONAIS 187370 2 776 45 943 1 998 FLUXO DE CAIXA UTILIZADO NAS ATIV IDADES DE INVESTIMENTOS 112 339 Adições ao ativo permanente 287 46 Adições ao ativo intangível RECURSOS LÍQUIDOS UTILIZADOS NAS ATIVIDADES DEINVISTIMENTO 921 10 878 2 208 57 990 341 Aumento no caixa e equivalentes Disponibilidades no final do exercício Disponibilidades no início do exercício Aumento no caixa e equivalentes Ronaldo Scucato William Bicalho da Cruz 130 2 162 602 1 008 914 8 077 783 6 915 783 6 915 181 5 907 130 2 162 602 1 008 Francisco Gonçalves Filho Presidente Superintendente Contador CRG MG 57 755 CPF 008 68 666 690 CPF 110 68 416 377 CPF 736 33668 472 90 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO iey L ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE r ANÁLISE DO RELATÓRIO DE GESTÃO EXERCÍCIO 2010 S ES COOP Serviço Nacional de Aprendizagem de Cooperaiivisn PARECER DA AUDITORIA Unidade MINAS GERAIS Presidente Ronaldo Ernesto Scucato Analisamos o Relatório de Gestão da Unidade Estadual acima identificada quanto à composição das peças obrigatórias e observação dos itens exigidos na legislação especifica 11 Os trabalhos basearam se sobre a seguinte legislação Decisão Normativa TCU n 107 e 110 2010 Portaria TCU n 277 2010 Instrução Normativa TCU no 63 2010 Documento Orientações Gestão Complementares para Elaboração do Relatório emitido pela CGU Conclusão do Parecer Concluímos pela razoabilidade do Relatório de Gestão da Unidade Estadual Atenciosamente el Assessor de A eubern ditoria e Controle Auditor Documento Confidencial Somente para uso interno Página 1 de 2 de i Ua SESC MO OP SatMço Iocbtdo Apeend7arrn do Demonstração dos Superávits Déficits 2010 e 2009 Coapotfl Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais ro do Nina Gota MG Sescoop Moeda Real R 00 1 2010 RECEITAS OPERACIONAIS Receitas de contribuições 2009 501 775 10 990 8 947 284 167 168 167 Receitas de serviços Outras receitas Receitas de transferências 785 W9 942 110 1581141 ToYal CUSTOS E DESPESAS OPERACIONAIS Pessoal encargos e benefícios sociais 014 3 967 331 2 609 Despesas administrativas 105 2 150 640 1 671 Despesas institucionais Despesas com serviços de terceitos Despesas tributárias Despesas com transferências e convênios Despesas de capital 143 758 655 527 1 623 497 552 1 427 530 3 497 6 869 1 025 813 1 521 209 57 814 95 Despesas com depreciações e amortizações Outras despesas operacionais Télti1 9 431 520 x 968 194 7 RESULTADOS FINANCEIROS LIQUIDOS 610 645 Receitas financeiras 260 12 Despesas financeiras 048 58 Variações ratrimoniais ativas 307 487 1L983 622 475 130 446 402 864 Total 2681 245 5441 86 Total Geral 756 1 1 5331 276 4641 Variações patrimoniais passivas Ronaldo Scucato William Bicalho da Cruz Francisco Gonçalves Filho Presidente Superintendente Contador CRG MG57 755 CPF 008 68 666 690 CPF 736 68 336 472 CPF 110 68 416 377 91 7 1 k i se óoa Demonstração das Mutações do Patrimônio Social 2010 e 2009 Cocpactto do do n Gora Atn Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais Sescoop MG Moeda Real R 1 00 Superávit Superávit Déficit Déficit Téc Acum SALDO MOIiDEJANEIRODE2009 Reservas Total do exercício 733 13312 733 13312 Ajustes de exercícios anteriores Incorporação do superávitdéficit 575 1 623 Constituição de reservas Realização da reserva Superávitdéficit do exercício SALDOS FM31 DEDEZEMBRO DE2009 276 1 464 ter 14t 8883551 276 1 X 4644 rir 14r r Ajustes de exercícios anteriores Incorporação do superávit déficit 276 1 464 Constituição de reservas Realização da reserva 756 1 533 Superávit do exercício SALD OS FM31 DEDE EMBRO DE2010 819 164 16 032 3 997 756 1 533 16 345 729 Ronaldo Ernesto Scucato William Bicalho da Cruz Francisco Gonçalves Filho Presidente Superintendente Contador CRC MG 57 755 CPF 008 66668 690 CPF 110 41668 377 CPF 736 33668 472 92 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis em 31 de Dezembro 2010 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais Sescoop MG 1 Apresentação das Demonstrações Contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas em conformidade com a lei 64 320 e com as 4 normas e princípios contábeis e adaptadas às atividades da Entidade 2 Principais práticas contábeis a 0 Ativo e Passivo Circulante estão compostos por valores realizáveis ou exigíveis no prazo de 360 dias b Depreciação As depreciações e amortizações do Ativo Permanente foram calculadas pelo método linear observandose as taxas estabelecidas em função do tempo de vida útil fixado por espécie de bens c Apuração do Resultado É adotado o regime de competência para registro das despesas e o regime de caixa para as receitas conforme estabelece a lei n 64 320 4 3 Créditos 0 saldo existente sob de título o Créditos no montante de R 411 30 é composto por 045 49 855 221 Adiantamentos Outros Créditos 13 227 184 962 4 68 Despesas Antecipadas 4 Ativo Compensado 0 valor de R 11 45 refere se a Bens em Comodato do Sescoop Nacional 246 5 Obrigações Passivo Circulante a 0 saldo existente sob o título de Obrigações R 724 43 é composto pelos seguintes itens 057 Fornecedores 70 682 299 Consignações a recolher Obrigações Sociais a recolher Provisão de Férias e Encargos Sociais 25 575 23 116 79 848 69 950 283 6 Valores repassados pelo Sescoop Nacional Foi repassado pelo Sescoop Nacional o montante de R 10 17 501 775 93 no montante de 7 Balanço Orçamentário Receitas Este quadro apresenta uma variação para menos de RS 367 57 no entanto a variação real é de 140 R 382 43 para mais pois está sendo considerado o valor de R 750 859 00 saldo de exercício 000 anterior como não realizado Belo Horizonte 31 de dezembro de 2010 William Bicalho da Cruz Francisco Gonçalves Filho Presidente Superintendente Contador CRC MG 57 755 CPF 008 66668 690 CPF 110 68 416 377 CPF 736 336 68 472 Ronaldo Scucato 8 Informações contábeis da gestão Em atendimento ao item 1 parte b do anexo II da DN TCU 107 2010 0 contador do Sescoop Francisco Gonçalves Filho atesta que os demonstrativos contábeis Balanços MG Orçamentário Financeiro e Patrimonial e a Demonstração das Variações Patrimoniais previstos na Lei n 4 320 de 17 de março de 1964 refletem a adequada situação orçamentária financeira e patrimonial da unidade jurisdicionada que apresenta relatório de gestão 94 Anexo XIII Parecer do Conselho Fiscal SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS SESCOOPMG PARECER DO CONSELHO FISCAL Os abaixo assinados membros do Conselho Fiscal do Sescoop MG no uso das atribuições que lhe confere o regimento interno em seu Art 10 inciso I1 procederam a rigoroso exame das contas do MG do Balanço Geral do Ativo e Passivo e Demonstração das Contas de Resultados Sescoop ficando evidenciado a regularidade dos atos de gestão praticados no que tange à execução física e financeira bem como nos processos de licitação contratos e convênios firmados relativos ao exercício de 2009 Encontrado tudo em perfeita ordem este conselho aprova sem ressalvas as contas relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2009 Belo Horizonte 23 de fevereiro de 2010 Presidente Elton Evangelista Corrêa Lima Secretário Urias Geraldo de Sousa Vogal José Ailton Junqueira de Carvalho 95 Anexo XIV Parecer do Conselho Administrativo SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS SESCOOPMG PARECER DO CONSELHO ADMINISTRATIVO O Conselho Administrativo do SescoopMG em reunião realizada aos 01 de março de 2010 no uso das atribuições que lhe confere o regimento interno em seu Art 8 inciso III após minuciosa análise das demonstrações financeiras e demais peças componentes da prestação de contas inclusive o relatório de gestão referentes ao ano de 2009 e tendo em vista o parecer do Conselho Fiscal resolve aprovar sem ressalvas a Prestação de Contas do Exercício de 2009 Belo Horizonte 01 de março de 2010 Presidente Ronaldo Ernesto Scucato Superintendente William Bicalho da Cruz Conselheiro Adalberto de Souza Lima Conselheiro Jorge Nobuhico Kiryu Conselheiro Raimundo Sérgio Campos Conselheiro Francisco Miranda Figueiredo Filho 96 ANEXO XV ATENDIMENTO AO TCU QUANTO AO CONTEÚDO MÍNIMO DO RELATÓRIO DE GESTÃO DN TCU N 107 DE 27 10 2010 REFERÊNCIA INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A GESTÃO Informações de identificação da unidade jurisdicionada contendo Poder e órgão de vinculação ou supervisão nome completo denominação abreviada código SIORG 1 Identificação 1 da Unidade código na LOA situação operacional natureza jurídica principal atividade económica telefones de contato endereço postal endereço eletrônico página na internet normas de criação normas relacionadas à gestão e estrutura manuais e publicações relacionadas às atividades da unidade códigos e nomes das unidades gestoras e gestões no Sistema SIAFI 2 Informações sobre o planejamento e gestão orçamentária e financeira da unidade considerando o atingimento dos objetivos e metas fisicas e financeiras bem corno as ações administrativas consubstanciadas em projetos e atividades contemplando a Responsabilidades institucionais da unidade I Competência Institucional Il Objetivos estratégicos a Capítulos b Estratégia de atuação frente às responsabilidades institucionais b Capítulo 2 I II 2 e2 1 1 Análise do andamento do plano estratégico da unidade ou do órgão em que a unidade esteja inserida Análise do plano de ação da unidade referente ao exercício a que se referir o relatório de gestão c Programas de Governo sob a responsabilidade da unidade I Execução dos programas de Governo sob a responsabilidade da UJ II Execução fisica das ações realizadas pela U1 d Desempenho Orçamentário e Financeiro I Programação Orçamentária das Despesas II Execução Orçamentária das Despesas III c Capítulo 5 d Capítulo 6 e 53 Indicadores Institucionais Anexo IV 3 4 th Informações sobre o reconhecimento de passivos por insuficiência de créditos ou recursos Informações sobre a movimentação e os saldos de Restos a Pagar de Exercícios Anteriores Não se aplica Quadro Al DN TCU n 107 2010 Informações sobre recursos humanos da unidade contemplando as seguintes perspectivas Composição do quadro de servidores ativos Composição do quadro de servidores inativos e pensionistas c Composição do quadro de estagiários d Custos associados à manutenção dos recursos humanos e Locação de mão de obra mediante contratos de prestação de serviços f Indicadores gerenciais sobre recursos humanos Informação sobre as transferências mediante convênio contrato de repasse termo de Capítulo 4 e Anexo 11 a b 6 Anexo 1 parceria termo de cooperação termo de compromisso ou outros acordos ajustes ou instrumentos congêneres vigentes no exercício de referência 7 Declaração da área responsável atestando que as informações referentes a contratos e convênios ou outros instrumentos congêneres estão disponíveis e atualizadas respectivamente no Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais SIASG Não se aplica Quadro Al DN TCU n 107 2010 e no Sistema de Gestão de Convênios Contratos de Repasse e Termos de Parceria SICONV conforme estabelece o art 19 da Lei n 309 12 de 9 de agosto de 2010 Informações sobre o cumprimento das obrigações estabelecidas na Lei n 8 730 de 10 8 Anexo V de novembro de 1993 relacionadas à entrega e ao tratamento das declarações de bens e rendas 9 Informações sobre o funcionamento do sistema de controle interno da U1 contemplando os seguintes aspectos a Ambiente de controle 97 Capítulo 5 2e anexo IX b c d e 10 Avaliação de risco Procedimentos de controle Informação e Comunicação Monitoramento Informações quanto à adoção de critérios de sustentabilidade ambiental na aquisição de bens materiais de tecnologia da informação TI e na contratação de serviços ou obras Capítulo 5 2e anexo X tendo como referência a Instrução Normativa n 1 2010 e a Portaria n 2 2010 ambas da Secretaria de Logística e Tecnologia da informação do Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão e informações relacionadas à separação de resíduos recicláveis descartados em conformidade com o Decreto n 2006 940 5 11 Informações sobre a gestão do patrimônio imobiliário de responsabilidade da UJ classificado corno Bens de Uso Especial de propriedade da União ou locado de Anexo VI terceiros Informações sobre a gestão de tecnologia da informação TI da UJ contemplando os 12 seguintes aspectos a b c d e 14 Planejamento da área Segurança da informação Desenvolvimento e produção de sistemas Contratação e gestão de bens e serviços de TI observando se as disposições dos Decretos ns 2005 355 e 2008 5 370 6 Informações sobre Renúncia Tributária contendo declaração do gestor de que os beneficiários diretos da renúncia bem como da contrapartida comprovaram no exercício que estavam em situação regular em relação aos pagamentos dos tributos juntos à Secretaria da Receita Federal do Brasil Tempo de Serviço Quadro Al DN TCU n 107 2010 Não se aplica Quadro Al DN TCU n 107 2010 SRFB ao Fundo de Garantia do Anexo VII acórdãos do TCU ou em relatórios de auditoria do órgão de controle interno a que a unidade jurisdicionada se vincula ou as justificativas para o não cumprimento Informações sobre o tratamento das recomendações realizadas pela unidade de controle 16 Não se aplica FGTS e à Seguridade Social Informações sobre as providências adotadas para atender às deliberações exaradas em 15 Anexo 111 Perfil dos recursos humanos envolvidos Informações sobre a utilização de cartões de pagamento do governo federal 13 Capítulo 5 2 e Anexo VIII interno caso exista na estrutura do órgão apresentando as justificativas para os casos de não acatamento Outras informações consideradas relevantes pela unidade para demonstrar a 17 GAD 1 Anexo XI conformidade e o desempenho da gestão no exercício INFORMAÇÕES CONTÁBEIS QUE DEVEM COMPOR 0 RELATÓRIO Declaração do contador responsável pela unidade jurisdicionada atestando que os demonstrativos contábeis Balanços Orçamentário Financeiro e P atrimonial e a Demonstração das Variações Patrimoniais previstas na Lei n 4 320 de 17 de março de 1964 e o demonstrativo levantado por unidade gestora responsável UGR válido REFERÊNCIA Não se aplica ao Quadro Al DN TCU n 197 2010 apenas para as unidades gestoras não executoras refletem a adequada situação orçamentária financeira e patrimonial da unidade jurisdicionada que apresenta relatório de gestão 2 Demonstrações contábeis previstas na Lei n 64 320 incluindo as notas explicativas 4 conforme disposto na Resolução CFC n 2008 133 NBC T 16 1 6 3 Demonstrações contábeis previstas na Lei n 6 40476 incluindo as notas explicativas Anexo XII Não se aplica ao Quadro Al DN TCU n 107 2010 4 Informações sobre a composição acionária do capital social indicando os principais acionistas e respectivos percentuais de participação assim como a posição da UJ corno detentora de investimento permanente em outras sociedades investidora 98 Não se aplica ao Quadro Al DN TCU n 107 2010 5 Parecer da auditoria independente sobre as demonstrações contábeis quando a legislação dispuser a respeito 99 Anexo XII ANEXO XVI QUADROS DA ATUAÇÃO FINALÍSTICA ITEM 5 1 1 Belo Horizonte TI 15 e 16 10 03 Belo Horizonte T2 18 e 19 10 03 Proporcionar Belo Horizonte T3 15 e 16 10 04 oportunidade de refletirem sobre o espaço empresarial enquanto em Programa de Desenvolvimento Unaí de Dirigentes de Cooperativas Montes Claros FORMACOOP Ouro Preto Mód 1 A Natureza Empresarial da Cooperativa Programa de Desenvolvimento de Dirigentes de Cooperativas FORMACOOP Mód 11 Como se Apresentar em Público FORMACOOP Mód 111 Gestão de Pessoas 20 e 21 10 05 06 e 07 10 08 Governador Valadares 12 e 13 10 08 Patos de Minas 19 e 20 10 08 Belo Horizonte TI Belo Horizonte T2 12 e 13 10 04 15 e 04 16 10 Belo Horizonte T3 20 e 21 10 05 Unaí participantes a sistema orgânico vivo campo de ação e de realização do Dirigente a partir de e visão uma empreendedora participativa 07 e 08 10 06 Montes Claros 17 e 18 10 06 Ouro Preto 10 e 11 10 09 Patos de Minas 16 e 17 10 09 Governador Valadares 27 e 28 10 09 Belo Horizonte TI Belo Horizonte T2 24 e 25 10 05 27 e 05 28 10 Belo Horizonte T3 21 e 22 10 06 Unaí Programa de Desenvolvimento de Dirigentes de Cooperativas 13 e 14 10 05 aos Desenvolver práticas apresentar em público Montes Claros 23 e 24 10 09 Governador Valadares 13 e 14 10 Ouro Preto 15 e 16 10 Patos de Minas 25 e 26 11 10 se Estimular os participantes a adquirirem conhecimentos 20 e 21 10 09 para atitudes e e de desenvolverem habilidades humanas e estratégicas inerentes à Gestão de Pessoas no trabalho e no ambiente cooperativista Possibilitar o discernimento entre ações operacionais táticas e estratégicas Oferecer instrumentos que viabilizem o mapeamento e a análise dos fatores internos e externos à Organização os quais contribuem para o aumento ou enfraquecimento de suas vantagens e seu competitivo posicionamento Possibilitar o monitoramento dos Belo Horizonte T1 07 e 08 10 06 resultados alcançados e a compreensão Belo Horizonte T2 17 e 18 10 06 de quais são os indicadores que podem Programa de Desenvolvimento Belo Horizonte T3 22 e 23 10 07 ser modificados ou não de acordo com de Dirigentes de Cooperativas Montes Claros FORMACOOP Mód IV Marketine A Visão de Governador Valadares 08 e 09 11 10 Ouro Preto 19 e 20 10 11 Patos de Minas 22 e 23 10 11 Mercado 19 e 20 10 08 sua Programa de Desenvolvimento de Dirigentes de Cooperativas FORMACOOP Mód V Gestão Financeira 13 e 14 10 09 16 e 09 17 10 21 e 22 10 Possibilitar o entendimento sobre o comportamento e a atitude estratégica do executivo sob a perspectiva de longo prazo a aos Mostrar participantes oportunidade de crescimento como pessoa e como profissional Propiciar uma troca de experiências e busca de novos Belo Horizonte Tl Belo Horizonte T2 Belo Horizonte T3 natureza conhecimentos Favorecer o intercâmbio entre os dirigentes de maneira adequada e positiva Auxiliar na redescoberta de potencialidade e incentivar a criatividade Ampliar a visão adminitrativa e empresarial Gerar entusiasmo na busca do êxito Montes Claros 25 e 26 10 11 Governador Valadares 02 e 03 10 12 profissional e qualidade de vida Valorizar o participante não só como líder e empreendedor mas como ser humano dotado de crenças qualidade e Ouro Preto valores Unaí 18 e 19 10 11 10 e 11 10 12 100 Programa de Desenvolvimento de Dirigentes de Cooperativas FORMACOOP Mód VI Fundamentos Elaboração e Gestão do Planejamento Estratégico Uberaba 21 e 22 10 01 participantes Belo Horizonte Ti 16 e 17 10 08 Belo Horizonte T2 19 e 20 10 08 Oferecer Belo Horizonte T3 conhecimento para elaboração e aplicação do Planejamento Estratégico em seus negócios a Mostrar aos participantes oportunidade de crescimento corno 16 e 17 10 09 Unaí 14 e 15 10 Montes Claros 21 e 22 10 aos a oportunidade de conhecer e adquirir pessoa e como profissional Propiciar uma troca de experiências e busca de novos conhecimentos Favorecer o intercâmbio entre os dirigentes de maneira adequada e positiva Auxiliar na redescoberta de potencialidade e incentivar a criatividade Ampliar a visão adminitrativa e empresarial Uberaba Programa de Desenvolvimento de Dirigentes de Cooperativas FORMACOOP Mód VII 0 Desafio da Liderança Gerar entusiasmo na busca do êxito 25 e 26 10 02 Belo Horizonte Ti 12 e 13 10 07 profissional Belo Horizonte T2 15 e 16 10 07 Belo Horizonte T3 19 e 20 10 08 Patos de Minas 06 e 07 10 12 Valorizar o participante não só como líder e empreendedor mas como ser humano dotado de crenças qualidade e Unaí valores 09 e 10 12 Mostrar e aos qualidade de vida participantes a oportunidade de crescimento como pessoa e como profissional Propiciar uma troca de experiências e busca de novos conhecimentos Favorecer intercâmbio entre os o dirigentes de maneira adequada e positiva Auxiliar FORMACOOP Mód VIII Habilidades e Técnicas de Patrocínio 25 e 26 10 01 Uberaba 25 e 26 10 03 Unaí 08 e 09 10 07 Belo Horizonte TI 18 e 19 10 Belo Horizonte T2 21 e 22 10 Belo Horizonte T3 18 e 19 10 11 Negociação Montes Claros Programa de Desenvolvimento de Dirigentes de Cooperativas 16 e 17 10 12 na redescoberta de potencialidade e incentivar a criatividade Ampliar a visão adminitrativa e empresarial Gerar entusiasmo na busca do êxito profissional e qualidade de vida Valorizar o participante não só como líder e empreendedor mas como ser humano dotado de crenças qualidade e valores Mostrar aos participantes a oportunidade de crescimento como pessoa e corno profissional Propiciar uma troca de experiências e busca de novos conhecimentos Favorecer o intercâmbio entre os dirigentes de maneira adequada e positiva Auxiliar na redescoberta de potencialidade e incentivar a criatividade Ampliar a visão Programa de Desenvolvimento de Dirigentes de Cooperativas FORMACOOP Mód IX Governança e o Papel Estratégico do Dirigente Governador Valadares 21 e 22 01 10 Patrocínio 25 e 26 10 02 Uberaba 29 e 30 10 04 Belo Horizonte Tl Belo Horizonte T2 Belo Horizonte T3 22 e 23 10 11 25 e 11 26 10 16 e 17 10 12 101 adminitrativa e empresarial Gerar entusiasmo na busca do êxito profissional e qualidade de vida Valorizar o participante não só como líder e empreendedor mas como ser humano dotado de crenças qualidade e valores QUADRO 02 Data Cidade Apuração de Resultados nas 08 e 09 2010 02 Belo Horizonte Sociedades Cooperativas 04 e 05 2010 03 Nome do Curso Objetivo Permitir aos participantes conhecer os procedimentos contábeis e tributários que são aplicáveis a uma sociedade cooperativa para 08 e 09 2010 11 11 e 11 12 2010 escrituração contábil e apuração dos tributos federais Aspectos Jurídicos dos 2010 02 10 Órgãos Sociais das 2010 02 11 Belo Horizonte Cooperativas 08 e 09 2010 03 Belo Horizonte Capacitação Técnica para 05 e 06 2010 02 Belo Horizonte Conselheiros de 05 e 06 2010 03 Araxá Administração e Fiscal Para Cooperativas de 09 e 10 2010 07 Patos de Minas 29 e 30 2010 07 Uberaba 18 e 19 2010 03 19 e 04 20 2010 Belo Horizonte Capacitação para Elaboração do Balanço Social Capacitar dirigentes empregados e demais nas envolvidos funções profissionais formalidades e limites dos centros de poder da cooperativa Orientar e exercitar a elaboração de um Balanço Social conhecendo as possibilidades de suas aplicações internas e externas e também exercitar o conhecimento e as práticas de responsabilidade social em sua cooperativa Capacitar os associados que desejam ocupar cargos estatutários Crédito Cobrança e Renegociação de Crédito Ramo Crédito 29 e 30 2010 04 21 e 08 22 2010 Preparar melhor os operadores da área de crédito e cobrança Uberlándia Como ser um Líder na sua 12 e 13 2010 04 Prata Cooperativa 16 e 17 2010 08 18 e 10 19 2010 Belo Horizonte Montes Claros Oferecer elementos conceituais e práticos para a criação e desenvolvimento de verdadeiros líderes dentro do atual panorama do mundo do 25 e 26 2010 10 Belo Horizonte trabalho 28 e 29 2010 04 Prata Orientações para Atuação 29 e 30 2010 04 Belo Horizonte do Conselho Fiscal 26 e 27 2010 04 12 e 04 13 2010 Uberlândia 08 e 09 2010 04 Governador 12 e 13 2010 05 Uberlândia 10 e 11 2010 05 Belo Horizonte Gestão e Desenvolvimento de Cooperativa Varginha Sensibilizar mobilizar e preparar dirigentes conselheiros de administração e fiscal gerentes e lideranças cooperativistas para o exercício de suas funções nos diversos níveis da estrutura organizacional da cooperativa transformando desafios em oportunidades concretas de apoio à gestão cooperativa Conscientizar e capacitar os conselheiros fiscais de cooperativas para o desempenho eficaz de suas atribuições Valadares 05 e 01 31 2010 06 02 e 03 2010 08 02 e 09 03 2010 Qualidade no Atendimento A Relação com o Cliente 15 e 16 2010 03 24 e 04 25 2010 Belo Horizonte Montes Claros no atendimento ao cliente Criar condições para 05 e 01 31 2010 06 Belo Horizonte Manhuaçu o desenvolvimento de habilidades que facilitem as relações interpessoais no atendimento ao cliente interno e externo Desenvolver uma postura crítica do atendimento dentro de uma visão de qualidade Capacitar o cooperado e empregado da cooperativa a estruturar suas negociações 11 e 12 2010 06 26 e 07 27 2010 Belo Horizonte 04 e 05 2010 10 Técnicas de Negociação 11 e 12 2010 03 Leopoldina para Cooperativas 21 e 22 2010 10 Prata Facilitar a adoção de uma postura profissional baseado em técnicas com foco no cliente visando aumento de vendas Possibilitar ao participante o conhecimento e utilização de 102 instrumentos eficazes de negociação para obter melhor resultado nas Cooperativas Aspectos Previdenciários e 10 e 11 2010 06 Trabalhistas para Cooperativas 17 e 18 2010 06 Belo Horizonte Belo Horizonte Apresentar de forma prática e atualizada os aspectos mais importantes sobre as rotinas de 23 e 24 2010 06 Belo Horizonte pessoal inclusive a legislação que as fundamenta capacitando os participantes para operacionalizáIas 17 e 08 2010 05 07 e 06 08 2010 Belo Horizonte Apresentar Belo Horizonte administração de cooperativas Dar uma visão de mercado e do conceito de competitividade no mundo atual para o qual as cooperativas devem estar preparadas para que possam sobreviver e se destacar Apresentar modernas técnicas de gestão Desenvolver nos futuros Capacitação para Membros de Conselhos de Administração de Cooperativas 26 e 27 2010 07 Patrocínio 20 e 21 2010 09 Governador Valadares membros o de embasamento papel dos conselhos para uma conselhos de de administração visão crítica e atualizada de administração de cooperativas Mostrar o posicionamento necessário às cooperativas Como se Apresentar em 19 e 20 2010 07 Belo Horizonte 12 a 30 2010 07 Machado Público Curso de Formação para Jovens Produtores de Café em relação à qualidade e responsabilidade sócioambiental Desenvolvimento de práticas para se apresentar em público Estimular a permanência da nova geração de filhos de associados das cooperativas de café no campo Capacitar tecnicamente os jovens para desenvolvimento da atividade cafeeira Curso de Formação para 09 a 12 10 07 Machado 18 a 30 2010 07 Juiz de Fora 16 e 17 2010 08 Prata Jovens Produtores de Café Reciclagem Reciclar os participantes e proporcionar a troca de experiências entre participantes que já concluíram o Curso de Formação de Jovens Produtores de Café Curso de Formação para Jovens Produtores de Leite Desenvolvimento de Estimular a permanência da nova geração de filhos de associados das cooperativas de leite no campo Capacitar tecnicamente os jovens para desenvolvimento da atividade leiteira Proporcionar aos participantes um momento de reflexão sobre a importância de se trabalhar em equipe conscientizando os dos ganhos pessoais e organizacionais e estimulandoos ao Equipes desenvolvimento de habilidades que promovem a formação e o desenvolvimento de equipes eficazes DIPJ Imposto de Renda 2010 06 14 Belo Horizonte 24 e 25 2010 05 Prata das Pessoas Jurídicas Estratégias para Gestão de Permitir aos participantes conhecer de forma prática os procedimentos para preenchimento da DIPJ2009 na apuração pelo lucro real presumido e isentas Abordar conceitos de custos para o processo de tomada de Custos decisão e mostrar a lógica e simplicidade por trás de um sistema de informação gerencial que capacitará gestores a rapidamente verem se suas decisões aumentam Formação de Analista de Crédito Avançado 13 e 14 2010 05 08 e 07 09 2010 12 e 13 2010 08 Leopoldina Belo Horizonte 18 e 19 2010 09 Uberlândia Formação de Analistas de 10 e 11 2010 05 Belo Horizonte Crédito 22 e 23 2010 05 Uberlândia 29 e 30 2010 05 Montes Claros ou não a lucratividade da cooperativa Aperfeiçoar as técnicas de análise de crédito principalmente para pequenas empresas com base em demonstrações contábeis Aumentar a qualificação dos analistas por meio de apresentação de técnicas tradicionais de análise de financeiro 103 crédito utilizadas no mercado Gestão com Qualidade 21 e 22 2010 08 Barbacena Executar as práticas de Gestão da Qualidade utilizando os conhecimentos sobre os Princípios da Qualidade o Programa 5S e técnicas de gerenciamento visando a implantação do Programa de Gestão com Qualidade Gestão Financeira para Cooperativas 15 e 16 2010 07 01 e 10 02 2010 Prata Varginha Conhecer os principais corporativas administração e controle financeiro Introduzir conceitos o de e aplicar finanças estudo de custos e sistemas de custeio Preparar o gestor de cooperativas para tomada de decisões apoiado por indicadores de desempenho operacional Matemática Financeira 22 e 23 2010 07 Apresentar os principais conceitos da Belo Horizonte Aplicada com Uso da HP matemática financeira e o uso em cooperativas 12C através de exercícios direcionados à atividade da área financeira de produção e operações junto a cooperados O Empreendedorismo em Ambiente de Cooperação e Responsabilidade Social 10 e 11 2010 06 Prata Despertar no participante a capacidade empreendedora no trabalho buscando sua realização pessoal e o sentido do ser no mundo estimulando a criatividade para construir formas de participação e exercício de O Perfil do Gerente Ideal 24 e 25 2010 05 Belo Horizonte 21 e 22 2010 06 Relacionamento 26 e 27 2010 06 Montes Claros 22 e 23 2010 07 Lajinha Interpessoal cidadania dentro e fora da organização Oferecer elementos conceituais e práticos sobre as competências técnicas e humanas necessárias para atuar com sucesso na área da gerência na atualidade Possibilitar uma avaliação do próprio comportamento nas relações interpessoais Sensibilizar para autodesenvolvimento Desenvolvimento da Competência Interpessoal necessidade a e do aprimoramento profissional Identificar as competências que facilitam um relacionamento interpessoal para o crescimento Conhecer as habilidades necessárias para lidar com as resistências pessoais decorrentes necessidades diferentes Fiscal EFD 2010 07 19 Belo Horizonte Escrituração Fiscal Digital 2010 11 04 Uberlândia SPED de percepções e Sensibilizar para a busca da melhoria das relações interpessoais principalmente no trabalho Apresentar de maneira abrangente aos participantes os conceitos disposições e particularidades do SPED relacionadas à escrituração fiscal digital EFD atualizando o profissional à legislação vigente através do seu SPED Contábil 2010 08 19 Belo Horizonte 2010 11 05 Uberlândia entendimento emissão e leitura de documentos fiscais suas obrigações e seus prazos operações especiais dentre outros assuntos criando assim um diferencial competitivo e mãodeobra qualificada Permitir aos participantes conhecer o SPED Sistema Público de Escrituração Digital que compreende módulo do SPED Contábil a escrituração contábil digital em seu âmbito de Sucesso Profissional 23 e 24 2010 06 Lajinha Planejamento e Automotivação 104 aplicação e extensão Habilitar os participantes com as ferramentas necessárias para obter sucesso na carreira profissional Técnicas em Vendas 16 e 17 2010 08 Governador Valadares Possibilitar aos participantes oportunidades de reverem seus padrões de comportamento com o cliente e aperfeiçoar as técnicas de vendas Levar os participantes a vivenciarem as relações que favorecem as vendas o atendimento a fidelização do cliente aumentando o resultado das vendas Criatividade Pessoal e 13 e 14 2010 09 Governador Valadares Empresarial Oferecer uma visão mais completa e prática sobre a importância da criatividade para profissionais e organizações acompanhada de técnicas eficazes para o êxito na criação e desenvolvimento de idéias 2010 09 13 Belo Horizonte Progr de 20 e 21 2010 09 Belo Horizonte Neurolinguística como Ferramenta para a 18 e 19 2010 11 Governador Nfe PNL Nota Fiscal Eletrônica Valadares Excelência das Relações Marketing Pessoal Patrimônio Contabilidade Orientar quanto às regras da utilização nota fiscal eletrônica sua implementação no âmbito nacional e estadual os procedimentos operacionais como também os beneficios de sua implantação para o contribuinte Possibilitar aos participantes o conhecimento das técnicas básicas da Programação Neurolinguística e a sua utilização no processo de ampliação da excelência nas relações pessoais e profissionais Prata Proporcionar aos participantes a oportunidade 2010 10 15 Belo Horizonte de conhecer o comportamento que o mercado de trabalho atual exige e saber usálo a seu favor buscando garantir o sucesso profissional Visa orientar o participante sobre a classificação controle e registro dos bens que constituem o patrimônio ativo permanente das pessoas jurídicas em especial quanto aos 08 10 2010 Belo Horizonte Orientar quanto às regras de retenção de tributos e contribuições como ISS PIS COFINS CSLL IRRF e INSS sobre o fornecimento de mercadorias e serviços para pessoas jurídicas de direito público e privado 23 e 24 2010 10 Uberlândia Possibilitar aos participantes oportunidades de 25 e 26 2010 10 Controle e Organização reflexos das Leis 11 2007 e 11 638 2009 941 Retenção de Tributos e Contribuições na Prestação de Serviços Técnicas em Vendas reverem seus padrões de comportamento com o cliente e aperfeiçoar as técnicas de vendas Levar os participantes a vivenciarem as relações que favorecem as vendas o atendimento a fideiização do cliente aumentando o resultado das vendas 105 QUADRO 03 Evento Ciclo de Palestas Palestra Data Cidade 2010 07 16 Belo Horizonte Hora Extra e o Novo Ponto Eletrônico Objetivo Atualizar os participantes sobre as recentes alterações legais no controle de ponto patronal para que as cooperativas não sejam surpreendidas com sanções pela não aplicabilidade das legislações em vigor Ciclo de Palestas Palestra 0 Perfil da 2010 09 25 Manhuaçu as secretárias dos médicos no atendimento e recepção de pacientes Secretária Contemporânea Ciclo de Palestras Atualizar conceitos e capacitar 2010 09 25 Ouro Branco 2010 09 30 Governador Valadares Palestra de Cooperativismo Orientar os participantes a respeito dos fundamentos básicos e da administração de uma cooperativa Palestra Atendimento ao Atualizar conceitos e capacitar as Secretárias para um melhor Cliente atendimento aos clientes Ciclo de Palestras Ciclo de Palestras Divinópolis 2010 10 27 Apresentar aos participantes Educação Financeira dicas de como administrar as Doméstica finanças domésticas Ciclo de Palestras 2010 11 17 Betim 2010 11 19 Abaeté Palestra de Cooperativismo Ciclo de Palestras Sensibilizar mobilizar e motivar os participantes para a prática da cooperação e do cooperativismo reforçando a importância econômica e os beneficios do cooperativismo para a sociedade Palestra de Cooperativismo Ciclo de Palestras Orientar os participantes a respeito dos fundamentos básicos e da administração de uma cooperativa João Monlevade 2010 11 06 Proporcionar aos participantes um momento de reflexão sobre Palestra É conversando que a gente se entende a importância de comunicação interpessoal a importância da comunicação 106 Ciclo de Palestras 2010 12 20 Governador Valadares Educação Cooperativista Sensibilizar mobilizar e motivar os participantes para a prática da cooperação e do cooperativismo reforçando a importância econômica e os benefícios do cooperativismo para a sociedade Ciclo de Palestras Virginópolis 2010 12 18 Palestra de Fornecer informações básicas sobre o Cooperativismo no Brasil e no Mundo Cooperativismo 107 SISTEMA OCEMG ATA DA 7 REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO 1VIG 1 ADIVi SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS SESCOOPMG Aos dezesseis dias do mês de fevereiro de dois mil e onze realizouse sob a presidência do senhor Ronaldo Scucato na sede do Sistema OcemgSescoop MG à Rua Ceará 771 bairro Funcionários em Belo Horizonte às 13 horas e 30 minutos reunião do Conselho Administrativo do SescoopMG Presentes Os senhores conselheiros Jorge Nobuhico Kiryu e Adalberto de Souza Limà representantes de ramos Raimundo Sérgio Campos representante dos empregados e Francisco Miranda Figueiredo Filho representante do Sescoop Nacional Presente também o superintendente deste Sescoop senhor William Bicalho da Cruz secretário regimental 0 presidente deu boas vindas a todos e em seguida submeteu os assuntos constantes da pauta para apreciação e decisão dos conselheiros 0 senhor superintendente leu a Ata da reunião do Conselho Fiscal realizada em 15 de fevereiro de 2011 Foram apresentados os balancetes dos meses de novembro e dezembro de 2010 e o demonstrativo de receitas e despesas Aprovados pelo Conselho 0 presidente também apresentou e teceu comentários sobre o Relatório de Gestão e sobre a Prestação de Contas referentes ao exercício de 2010 0 Conselho aprovou as contas exarando o seguinte parecer 0 Conselho Administrativo do Sescoop MG em reunião realizada no dia 16 de fevereiro de 2011 no uso das atribuições que lhe confere o regimento interno em seu Art 8 inciso III após minuciosa análise das demonstrações financeiras demais peças componentes da prestação de contas relatório de gestão referentes ao ano aprovar de 2010 e sem com base ainda no parecer do Conselho Fiscal resolve ressalvas a Prestação de Contas do Exercício de 2010 Belo Horizonte 16 de março de 2011 Presidente Ronaldo Scucato Superintendente William Bicalho da Cruz Conselheiro Adalberto de Souza Lima Conselheiro Jorge Nobuhico Kiryu Conselheiro Francisco Miranda Figueiredo Filho Conselheiro Raimundo Em seguida o senhor superintendente apresentou os Sérgio Campos contratosconvênios 001 2011 a 006 2011 celebrados até a presente data a COOPERATIVA DOS EMPREENDEDORES COOPOESP EM AUDITORIA saber CAIXA CONSULTORIA E ASSESSORIA EMPRESARIAL CEF RICARDO MAURÍCIO SOARES BAPTISTA ECONÔMICA FEDERAL CLARO SA AGRIPOINT CONSULTORIA LTDA COOPERATIVA DE SICOOB DOCE LTDA POUPANÇA E CRÉDITO DO VALE DO RIO CREDIRIODOCE Aprovados pelo Conselho Nada mais havendo a tratar o presidente agradeceu a presença de todos e encerrou a reunião e para constar eu William Bicalho da Cruz secret rio regimental lavrei a presente Ata que lida e julgada de acordo com o u se passou fica devïdamen aprovada Belo Horizonte 16 de fevereirode 1 Adálbéto de Souza Lima Rua Ceará 771 Funcionários Cep 30150 311 Tel 31 30257100 Belo Horilonte MG E mail ocemg @ocemg br coop br coop ocemg www ses rEMA OCEMG s M ATA DA 7 REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO ADM SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS SESCOOP MG Continuação A 01 4 11 11111 Francisco Mira 9dá gueir Jorg obuhi o Filho u Raimu do ergo Campos i am Rua Ceará 771 icalho da Cruz Funcionários Cep 30150 311 Tel 31 30257100 Belo Hori nte MG Email ocemg @ocemg br coop br coop ocemg www SISTEMA OCEMO SESCOOPMO Ata da 69a reunião ordinária do Conselho Fiscal do SESCOOP MG realizada em sua sede aos 15 de fevereiro de 2011 às 14 horas com a presença dos conselheiros Elton Evangelista Corrêa Lima José Ailton Junqueira de Carvalho e Urias Geraldo de Sousa Dando início aos trabalhos foi apresentada ata da última reunião do Conselho de Administração do SescoopMG realizada em 02 de do Conselho Nacional do dezembro de 2010 a Resolução n 669 2010 Sescoop que aprova a proposta orçamentária 2011 do SescoopMG e verificado o balancete acumulado e demonstrativos contábeis dos meses de novembro e dezembro de 2010 Após a conferência de toda a documentação dos alusivos meses e análise das folhas de pagamento dos empregados e recolhimento de encargos o Conselho por unanimidade concluiu que as contas estão em condições de serem aprovadas sem ressalvas PARECER DO CONSELHO FISCAL Os abaixo assinados membros do Conselho Fiscal do SescoopMG no uso das atribuições que lhe confere o regimento interno em seu Art 10 inciso II procederam a rigoroso exame das contas do SescoopMG do Balanço Geral do Ativo e Passivo e Demonstração das Contas de Resultados ficando evidenciado a regularidade dos atos de gestão praticados no que tange à execução física e financeira bem como nos processos de licitação contratos e convênios firmados relativos ao exercício de 2010 Encontrado tudo em perfeita ordem este conselho aprova sem ressalvas as contas relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2010 Presidente Elton Evangelista Corrêa Lima Secretário Urias Geraldo de Sousa Vogal José Ailton Junqueira de Carvalho Nada mais havendo a tratar a reunião foi dada por encerrada A presente ata foi lida e assinada pelos conselheiros Belo Horizonte 15 de fevereiro de 2011 P a Elton Evangelista Corrêa Lima Urias érald 91 JOsé Ailton e usa t QeJf eira de Carvalho Rua Ceará 771 Funcionários Cep 30150 311 Tel 31 30257100 Belo Horizonte MG E mail ocemg @ocemg br coop br coop ocemg www SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS SESCOOPMG PARECER DO CONSELHO ADMINISTRATIVO O Conselho Administrativo do SescoopMG em reunião realizada aos 16 de fevereiro de 2011 no uso das atribuições que lhe confere o regimento interno em seu Art 8 inciso III após minuciosa análise das demonstrações financeiras e demais peças componentes da prestação de contas inclusive o relatório de gestão referentes ao ano de 2010 e tendo em vista o parecer do Conselho Fiscal resolve aprovar sem ressalvas a Prestação de Contas do Exercício de 2010 Belo Horizonte 16 de fevereiro de 2011 Presidente Ronaldo Emesto Scucato Superintendente William Bicalho da Cruz Conselheiro Adalberto de Souza Lima Conselheiro Jorge Nobuhico Kiryu Conselheiro Raimundo Sérgio Campos Conselheiro Francisco Miranda Figueiredo Filho Brasília 24 de maio de 2011 RELATORIO DE GESTÃO 2010 Minas Gerais São Paulo Espírito Santo e Rio de Janeiro Comentários sugestões e providencias a serem tomadas SESCOOP RIO DE JANEIRO ORÇAMENTO Valor Proposto Valor Executado Receita Despesas 977 0 6 00 45 590 4 13 025 045 6 00 977 72 31 85 41 262 4 41 236 Observações Mais uma vez recomendamos a unidade que tenha um maior critério na formulação do orçamento a fim de evitar grandes distorções que provoca uma ineficiência nos indicadores de eficácia SESCOOP SÃO PAULO ORÇAMENTO Valor Proposto Valor Executado Receita Despesas 442 00 725 31 442 00 725 31 23 62 888 311 29 67 21 60 521 098 33 50 Observações Recomendamos que a unidade tenha um maior critério na formulação do 2 orçamento fim de evitar grandes distorções que provoca uma ineficiência nos a indicadores de eficácia SESCOOP ESPIRITO SANTO ORÇAMENTO Valor Proposto Valor Executado Receita 593 2 4 84 00 458 3 84 517 89 23 Despesas 284 00 4 593 117 6 3 43 18 42 18 Observações Chamamos a atenção para a recomendação item 2 1 1 e 2 do Relatório de Recomendações sobre Procedimentos Contábeis da BDO Auditores Independentes 7 que trata da Ausência de Formalização do Inventario de Estoque e Impossibilidade de Geração de Relatório Analítico em Datas Retroativas Mais uma vez recomendamos a unidade que tenha um maior critério na 2 formulação do orçamento a fim de evitar grandes distorções que provoca uma ineficiência nos indicadores de eficácia SESCOOP MINAS GERAIS ORÇAMENTO Valor Proposto Valor Executado Receita 535 00 955 11 12 43 894 388 62 3 Despesas 11 00 353 955 443 9 71 779 01 21 Observações Pelo volume de recursos administrados pelo Estado consideramos que o mesmo teve uma baixa aplicação na capacitação intema de seu pessoal sendo que houve urna sobra de R 341 81 do previsto para Benefícios que poderiam ter sido 427 direcionados para esta ação Recomendamos que haja um maior investimento para que não de perca a qualidade dos trabalhos SESCOOP NACIONAL Mais uma vez queremos ressaltar da importãncia de se constar no Orçamento Proposto os recursos de Saldos de Exercícios Anteriores para evidenciar a totalidade dos recursos a serem aplicados pelo Sescoop bem corno no quadro comparativo de orçado x executado com os devidos ajustamentos para evidenciar o realizado Não tendo havido sobra ou não tendo sido confirmada a mesma no inicio do exercício no relatório de gestão colocar urna observação para que os Conselheiros tenham melhores informações para suas analises Ruiter Luiz Andrade Pádua Representante das Regiões Norte e Nordeste Ryan Carlo Rodrigues dos Santos De Francisco Goncalves Francisco Goncalves@minasgerais br coop Enviado em segundafeira 23 de maio de 2011 14 04 Ryan Carlo Rodrigues dos Santos Para Assunto Anexos ENC DEMONSTRATIVO DE FLUXO DE CAIXA Prioridade Alta Sem título pdf BALANÇO 2305201114053900 xls image001 jpg image004 gif Prezado Ryan Boa tarde Segue anexo correspondência direcionada a equipe de auditoria que esteve aqui no SescoopMG de 040 2011 listando todos os documentos disponibilizados a eles dentre os mesmos estava a declaração de fluxo 04 08 de caixa via impressa assinada e arquivo no Excel Caso necessite que enviemos mais algum documento estamos a disposição Obrigado Atenciosamente Francisco Gonçalves i Gerente Geral AdminislmtivaJControladorfa sast octa o SESC AOPAAO Ruo Ceará 771 Funcionários CEP 30150311 Belo Horizonte MG Tel 131 3025 7078 Fox 31 3025 7064 ór coop minosgerois www De Ryan Carlo Rodrigues dos Santos mailto ryan carlo@ses000p br coop Enviada em segundafeira 23 de maio de 2011 12 40 Para Francisco Goncalves Assunto RES ATA PARECER Francisco Passei para você a ressalva errada A ressalva é referente a não apresentação do Demonstrativo de fluxo de caixa Acha que pode fazer e me enviar ainda agora a tarde Quando chegar o relator passo para ele Assim fica sem pendências SESCOOP Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo SESCOOP dmCa Gerência Geral I Ryan Caro R dos Santos carlo@sescoop ryan br coop SAUS Setor de Autargmas Sul Quadra 4 Bloco I CEP 70070 936 br 000p brasilcoopeíafrw www Tel Brasília 55 61 3217 1503 DF Brasil FAX 61 3217 2121 AVISO LEGAL Esta mensagem é destinada exclusivamente para a s pessoa s a quem é dirigida podendo conter informação confidencial ou legalmente privilegiada Se você não for destinatário desta mensagem desde já fica notificado de abster se a divulgar copiar distribuir e examinar ou de qualquer forma utilizar a informação contida nesta mensagem por ser ilegal Caso você tenha recebido esta mensagem por engano pedimos que nos retorne este E Mail promovendo desde logo a eliminação do seu conteúdo em sua base de dados registros ou sistema de controle DISCLAIMER This message is exdusively destined to the person s to which it is addressed and it may contain confidential and or legally privileged information If this message is not addressed to you you are notified from now on to do not disdose copy distribute examine or in any other way use the information contained in this message considering that it is illegal In case you received this message due to an error we beg you to return this EMail ìmmediately promoting the eliminabon of its content from your database records or control system 1 SISTEMA OCEMO SESC COO PMO Belo horizonte 04 de Abril de 2011 A BDO Trevisan Auditores Independente Prezados Senhores Conforme solicitação disponibilizamos os documentos descrito abaixo Documentação Geral 1 Atas de reuniões realizadas no período de 01 de janeiro de 2010 aos dias atuais 02 livros 01 livro de ata do conselho fiscal e 01 do conselho administrativo 2 Balancetes em meio magnético mensal de janeiro a dezembro de 2010 e balancete acumulado do exercício de 2010 Gravado no CD 3 Razões das contas de resultado no período de 01 2010 a 31 2010 formato 12 XLS Gravado no CD 4 Carta de Representação da Administração modelo sugerido conforme Anexo 2 Preenchida e assinada conforme modelo no anexo 2 01 via 5 Demonstrações contábeis incluindo as demonstrações exigidas no fechamento para 2010 Balanço Orçamentário Balanço Patrimonial Balanço Financeiro Receita Balanço Financeiro Despesa Demonstrativo das Variações Ativas Demonstrativo das Variações Passivas Demonstrativo de Fluxo de Caixa Demonstração dos Superávits Déficits Demonstrativo das Mutações do Patrimônio Social Notas Explicativas Saldo Contábil DISPONIBILIDADES 1Conciliação bancária das contas correntes e contas de aplicações financeiras na data base de 31 de dezembro de 2010 Ruo Ceará 771 Funcionários Cep b0150 311 Tel 31 30257100 Belo Horizonte MG mail ocemg E br coop océmg www ocem g coop br SISTEMA OCEM g Conciliação junto com os respectivos extratos de janeiro a áeem 0 iMG Q 20 bóFe 2Justificativas das pendências antigas eou relevantes se aplicável Não se aplica OUTROS CRÉDITOS 1Composição analítica das rubricas na database de 31 10 devidamente 12 conciliada com os registros contábeis Demonstrativo de adiantamento de férias despesas antecipadas e outros creditos ESTOQUES 1 Composição analítica em aberto na data base de 31 10 devidamente conciliad 12 com os registros contábeis se aplicável Não se aplica TRANSAÇÕES DO SISTEMA SESCOOP Ativo e Passivo 1Composição analítica em aberto por unidade na database de 31 10 contendo 12 nome do SESCOOPUF vencimento e valor dá operação em aberto devidamente conciliada com os registros contábeis se aplicável Não se aplica DEPOSITOS JUDICIAIS 1 Composição analítica em aberto na data base de 31 10 devidamente conciliada 12 com os registros contábeis Não se aplica IMOBILIZADO 1Composição analítica auxiliar dos bens do ativo imobilizado devidamente conciliada com os registros contábeis Relatório 2Estudo formal da vida útil econômica estimada dos bens do ativo imobilizado e avaliação por meio de estudo formal em cada unidade do SESCOOP se há alguma indicação de que os itens do ativo imobilizado estão obsoletos ou sofreram desvalorização Relatório de Avaliação de Bens do Ativo Imobilizado e Intangível CONTAS A PAGAR 1Composição extracontábil referente à data base de 31 de dezembro de 2010 contemplando os saldos em aberto por fomecedor descrição do fornecedor n Rua Ceará 771 Funcionários Cep 30150 311 Tel 31 3025 7100 Belo Horizonte MG mail ocemg@ocemg E br coop br coop ocemg www SISTEMA C EMO O documento fiscal natureza valor data da prestação do serviço ouãi çãõ90 iMG ou materiais de consumo data de vencimento conciliação de fornecedores PROVISÃO DE FÉRIAS E 13 SALÁRIO 1Relatório individualizado de provisão de férias 13 e encargos sociais devidamente conciliado com os registros contábeis em 31 10 12 Demonstrativo de provisão férias e 13 salários com os respectivos encargos OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS 1Memória de cálculo para os saldo em aberto na data base de 31 de dezembro de 2010 bem como comprovantes de recolhimento subseqüente dos tributos Planilha das retenções efetuadas e guias originais comprovando os recolhimentos CONTIGÊNCIAS FISCAIS CIVIS TRABALHISTAS 1 Relatório elaborado pelo departamento jurídico contendo as ações ajuizadas em desfavor da Entidade bem como os valores atualizados na data base de 31 de dezembro de 2010 atribuídos a estas ações e a probabilidade de êxito Remota Possível ou Provável Obs em caso dos advogados não terem conhecimento de ações ajuizadas contra a entidade os mesmos deverão emitiruma correspondência confirmando esta posição Correspondência anexa RELATÓRIOS DE OUTRAS AUDITORIAS 1 Relatórios elaborados por outras auditorias realizadas no SESCOOP CGU TCU e SESCOOP Nacional se aplicável referente de 2010 Relatório de auditoria interna 2010 Coopercontábil OUTROS 1 Relação de todos os convênios firmados com instituições públicas ou privados para a execução de programas projetos e demais atividades de interesse comum do SESCOOP se aplicável Planilha de Convênios 2 Relação de todos os processos de licitação realizados em 2010 segregado por modalidade Planilha de licitação 3 Relação de funcionários admitidos e demitidos em 2010 Relação de admitidos em 2010 4 Resumo da folha de pagamento mensal de janeiro a dezembro de 2010 1 Gravado no CD Rua Ceará 771 Funcionários Cep 30150 311 Tel 31 30257100 Yk Belo Honzonte MG Email ocemg @ocemg br coop br coop ocemg www MA SISTE OC EM6 S ESC OOPI 45 5 Relatório detalhado de execução orçamentária e comparativos do orçado X realizado bem como as justificativas das variações relevantes Demonstrativo Orçamentário de Receita e Despesa OUTROS DOCUMENTOS 1 Cópia das cartas de circularização encaminhadas 2 Cartas de Circularização Banco do Brasil Caixa Econômica Federal Jurídico Sescoop MG Mapfre Seguradora Sescoop Nacional Gerente Geral Ryan Santos Informou que enviou os dados solicitados para BDO Auditores Brasília mBicalh ó da Cruz Rua Ceará 771 Funcionários Cep 30150 311 Tel 31 3025 7100 Belo Horizonte MG E mail ocemg@ocemg br coop br coop ocemg www Demonstração dos Fluxos de Caixa Método Indireto 2010 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais Sescoop MG S ES C OOP MO L r Wr 0 C Uv N fw Moeda Real R 1 00 FLUXO DE CAIXA PROVENIENTE DAS OPERAÇÕES 2010 f 2009 756 1 533 276 1 463 Depreciação e amortização 983 443 410 341 Baixas do ativo imobilizado 307 1 068 357 Déficit liquido do exercício Superávit Ajustes para reconciliar o superávit déficit do exercício com recursos provenientes de atividades operacionais 292 32 Baixas do ativo intangível TOTAL 201 2 823 007 2 233 Redução aumento nos ativos Outros créditos 931 184 920 16 425 539 356 185 17 1 459 Estoques Despesas pagas antecipadamente Convênios acordos e projetos Realizável a longo prazo TOTAL Aumento redução nos passivos Contas a pagar 959 94 Salários encargos sociais e imposto a pagar 991 36 309 10 Provisões trabalhistas e outras 953 38 872 76 957 132 Outras obrigações Obrigações de longo prazo 903 170 TOTAL RECURSOS LÍQUIDOS GERADOS NAS ATIVIDADES OPERACIONAIS 187 2 370 45 1 776 943 1 998 I FLUXO DE CAIXA UTILIZADO NAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS 287 46 Adições ao ativo permanente Adições ao ativo intangível RECURSOS LÍQUIDOS UTILIZADOS NAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO 1 10 921 208 57 339 112 ì 2 878 990 341 Aumento no caixa e equivalentes 130 2 162 602 1 008 Disponibilidades no final do exercício Disponibilidades no inicio do exercício Aumento no caixa e equivalentes 914 8 077 783 6 915 783 6 915 907 5181 130 2 162 602 1 008 Ronaldo Scucato malhì J a Cruz Fran2156nçalves Filho Presidente Superintendente Contador CRC MG 57 755 CPF 008 66668 690 CPF 110 416 68 377 CPF 736 33668 472