SESCooPiNtla
Serviço Nacional cie
C
Ap7
i
n
r
e
00
ÇPtivisrno de Minas Gerais
RELATÓRIO DE GESTÃO
2010
BELO HORIZONTE
MG ABRIL 2011
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO
SESCOOP MG
RELATÓRIO DE GESTÃO 2010
Relatório
de
Gestão
do
exercício
2010
apresentado aos órgãos de controle interno e
externo como prestação de contas anual a
que esta Unidade está obrigada nos termos
do art
70 da Constituição Federal elaborado
de acordo com aas disposições da IN TCU
n 63
2010 da DN TC n 107
2010 e das
orientações da Controladoria Geral da União
Portaria CGU N 2546
2010
BELO HORIZONTE
MG ABRIL 2011
SUMÁRIO
IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE DO SESCOOP
MG
INTRODUÇÃO
04
2
3
SUMÁRIO EXECUTIVO
11
PERFIL INSTITUCIONAL
13
Constituição e Natureza da Entidade
Responsabilidade Institucional
13
2
1
3
1
Missão e Visão
14
4
1
Fonte de Recursos
14
GOVERNAÇA CORPORATIVA
Objetivos Estratégicos
Estrutura Organizacional
16
COOPERANDO COM 0 FUTURO
20
GESTÃO DE PESSOAS
21
Perfil do Corpo Funcional
Movimentação no Quadro de Pessoal
Capacitações
Folha de Pagamento
21
1
CAPÍTULO 1
1
CAPÍTULO 2
1
2
2
CAPÍTULO 3
CAPÍTULO 4
1
4
2
4
3
4
4
CAPÍTULO 5
10
13
17
17
22
22
23
PRESTAÇÃO DE CONTAS
24
1
5
Atuação Finalística
24
2
5
Gestão do Sistema
45
Indicadores de Desempenho Operacional
56
3
5
CAPÍTULO 6
EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA
60
1
6
Receitas
60
2
6
Despesas
61
CONSIDERAÇÕES FINAIS
62
CAPÍTULO 7
ANEXOS
Anexo I
Anexo I1
Demonstrativo de Transferência Mediante Convênios e Outros
Instrumentos Análogos
Histórico da Composição e das Despesas com Recursos Humanos
2007 a 2010
Anexo III
Anexo IV
Anexo V
Anexo VI
Anexo VII
63
70
Informações sobre a Gestão da Tecnologia da Informação
Informações sobre o Reconhecimento de passivos por
71
Insuficiência de Créditos ou Recursos
72
Informações sobre Cumprimento da Lei 93
730
8
Informações sobre Gestão do Patrimônio Imobiliário de
Propriedade da União
Informações sobre Providências Adotadas para Atender
72
72
Deliberações do TCU ou em Relatório de Auditoria do Órgão de
Controle Interno
Anexo VIII
Anexo DC
Anexo X
Anexo XI
Anexo XII
1
2
72
Informações sobre o Tratamento das Recomendações Realizadas
pela Unidade de Controle Interno
Informações sobre a Estrutura de Controles Internos
Gestão Ambiental e Licitação Sustentável
Outras Informações Consideradas Relevantes para Demonstrar a
Conformidade e o Desempenho da Unidade
Demonstrações Contábeis
Balanço Orçamentário
Balanço Patrimonial
2
72
73
75
77
84
84
85
3
4
5
6
7
8
9
Balanço Financeiro
Demonstração das Variações Patrimoniais
Demonstração dos Fluxos de Caixa Método Indireto 2010
Demonstração dos SuperávitsDéficits 2010 e 2009
Demonstração das Mutações do Patrimônio Social 2010 e 2009
Notas Explicativas
Parecer Independente sobre as Demonstrações Contábeis
86
88
90
91
92
93
Anexo XIII
Parecer do Conselho Fiscal
95
Anexo XIV
Parecer do Conselho Administrativo
96
Atendimento ao TCU Quanto ao Conteúdo Mínimo do Relatório
de Gestão DN TCU N 107 de 27
2010
10
Quadros da Atuação Finalística Item 5
1
97
Anexo XV
Anexo XVI
100
LISTA DE TABELAS E ILUSTRAÇÕES
Tabela I
Gráfico II
Gráfico 111
Gráfico IV
Gráfico V
Gráfico VI
Tabela VII
Gráfico VIII
Gráfico IX
Receitas
Fonte de Recursos
14
Receita Comparada 2007 x 2008
Receita Comparada 2008 x 2009
Receita Comparada 2009 x 2010
15
Organograma
Colaboradores por Escolaridade
Folha de Pagamento Exercício 2010
Folha de Pagamento Exercício 2010
19
15
15
22
23
23
Evolução do Número de Pessoas Beneficiadas
54
Gráfico X
Ações Previstas
Realizadas por área
55
Gráfico XI
55
Gráfico XII
Percentual das Ações Previstas
Total das Ações PrevistasRealizadas
Tabela XIII
Receitas
60
Gráfico XIV
Receitas
61
Despesas
Despesas
61
Tabela XV
Tabela XVI
56
62
IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE
Identificação das UJ no Relatório de Gestão Individual
Poder e Órgão de Vinculação
Poder Executivo
Órgão de Vinculação Ministério do Trabalho e Emprego MTE
1 Código SIORG 002844
Identificação da Unidade Jurisdicionada
Denominação completa Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado de
Minas Gerais SescoopMG
Denominação abreviada SESCOOP MG
Código SIORG Não se aplica 1 Código LOA Não se aplica
1Código SIAFI Não se aplica
Situação ativa
Natureza Jurídica Serviço Social Autônomo
Principal Atividade Formação Profissional Promoção Social e
Desenvolvimento das Cooperativas Brasileiras
Monitoramento
Fax de contato 1
Telefones
31 3025 7100
Código CNAE 85
699
99
31 3025 7078
1
31 3025 7064
1
Email controladoria@ocemg
br
coop
Página na Internet http www
br
org
ocemg
Endereço Postal Rua Ceará 771 Bairro Funcionários Cep
150311 Belo Horizonte
30
MG
Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada
Medida Provisória 1
715 de 03 de setembro de 1998 e suas reedições e Decreto 3
017 de 07 de
abril de 1999 publicado no Diário Oficial da União em 07
1999 Lei 11
04
2007 de
524
2007
11
23
Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada
Regimento Interno registrado sob n 24 no registro 102
104 no livro A em 31
2008 no
10
Cartório de Registro Civil das Pessoa Jurídica de Belo Horizonte Minas Gerais
Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada
2006 Norma de Pessoal
Resolução
Regulamento de Licitações e Contratos Resolução 43
2008 Norma de Pessoal Resolução 02
300
2000 Norma de Sindicância Resolução 04
2000
Regulamento de Ajuda de Custo Resolução 01
2010 Regulamento de Convênio Resolução
2010 Portaria n 01
02
2010 Portaria n 03
2010 Portaria n 04
2010 Portaria n 05
2010
Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Nome
Código SIAFI
Não se Aplica
Não se Aplica
Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Código SIAFI
Não se Aplica
Nome
Não se Aplica
Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões
Código SIAFI da Unidade Gestora
Código SIAFI da Gestão
Não se Aplica
Não se Aplica
4
19311 A ROL DE RESPONSÁVEIS
EXERCÍCIO 2010
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DEMO
1111111111
11
111
MG
SESCOOP
IIIII
IIIIIIII
VI Membro de Órgão Colegiado que por defmição legal Regimental ou
estatu ário seja responsável por ato de gestão e Dirigente maxirno da unidade
jurisdicionada de que trata as contas
Natureza de res ponsabil idade
Agente 1
Endereço
Ronaldo Ernesto Scucato 1 I I
Rua Maranhão n 1
020 A t 1901
Município
Belo Horizonte 1
Cargo ou Função
Designação 1 1
CFP 130
331
150
Presidente 1
Documento 1
2009
03
27
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
I
1
1
I
IUF
1
1
1
1
1
1
1CPF 1008
67
666
690
1
I
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
313225 9856 1
Fax
1
1
1
1
1
1 1 1 1 1
Período Gestão
1
Exoneração
1
Documento 1
1
MG
1
1
1
1
1
I
Ata da Reunião Ordinária do Conselho
2010 à 31
01
2010
12
diretor da OCEMG dia 2703
2009
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Natureza de responsabilidade
Fabiola Toscano Machado Miranda
Endereço
Avenida Guaicui
n 435 A t100
1
1
Município Belo Horizonte I ICEP 130
380
Cargo ou Função Procurador 1 1 1 1 1 I
Designação
1
Documento 1 1 1 1 1 1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
I
1
1
1
1
UF
I I
1 1
1
1
1
1
ICPF 1505
67
666
690
1
1
1
1
1
1
IMO
1 13132979397
1 1
1
1 Exoneração Documento
1
1
1
1
1
1
1
Fax
1
1
1
1
1
1
I
1
1
1
1
1
I
1
1
1
Período Gestão 1
1
2010 à 31
01
2010
12
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
I
I
Encarregado da Gestão orçamentária e financeira ou outro coresponsável por
atos de gestão
Endereço
W illiam Bicalho da Cruz
Rua Cabrobó n 5501 1
unicípio
M
Belo Horizonte 1
Cargo ou Função
1
XVI
Natureza de responsabilidade
Agente 1
1
Procuração de 2110
2009 e
Procuração de 2010
2010
2010
10
20
1
1
estatutário seja responsável por ato de gestão
Agente 1
2009e
10
21
1
VI Membro de Órgão Colegiada que por defmição lega Regimental ou
I
1
1
1
I
1
CEP 31
035350
Designação
Superintendente 11
Documento 1 1 1
2000
04
01
Admissão 01 04
2000
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
ICPF 377
110
1
68
416
1
1
1
IUF
IMG
1
3134829112
1
1
1
I
1
1
1
Exoneração
Documen o 1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
I
1
1
1
1
1
1
1 1 1 1
Pe íodoGeshão 1
1
1
Fax
2010à 31
01
2010
12
J
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
XVI
Natureza de responsabilidade
Agente 1
Endereço
1
1
1
1 1 1
1
Encarregado da Gestão orçamentária e financeira ou outro corespo
nsável por
1
1
1
Documento 1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
IMG
1 1
1
1
1
atos de gestão
Thaís Aparecida Leite Pereira 1
Rua Curitihanos n 31 Apt 302
1
I
1
1
Município Belo Horizonte I CEP 130
460390
Cargo ou Função Procurador 11 1 1 1 1
Designação
1
1
1
1
2009 e
10
21
Procuração de 21
2009 e
10
2010
10
20
Procuração de 20
2010
10
1
1
1
1 UF
CPF 1738
46620
938
1
1
1
1
1
1 1 1 1
3133732145 1
I
Documento
1
1
1
1
1
Fax
1
I
1
1
1
1
1
1
1
Exoneração
Período Gestão 1
2010 à 31
01
2010
12
5
XVI
Natureza de responsabilidade
Agente 1
Francisco Gonçalves Filho 1 1 1 1
Rua Santos n 1492 Jardim América 1
1
1
Município
Belo Horizonte 1
1UF
1999
12
01
1
1
CEP 130
422
421
1
1
IMG
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
VII
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
13135335350
IFax
1
1
1
1
Município
S I Ne omuceno
Cargo ou Função
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
0001 IUF
136680
ICEP
1
1
1
1
Documento 1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
IFax
1
1
1
1
1
Exoneração
1
1
1
1 1 1 1
Documento 1
1
1 1 1 1 1
Período Gestão 1
2010 à 31
01
2010
12
Agente 1
1
1
1
Endereço
Francisco Miranda Figueiredo Filho
Rua bento de Brito 110 Centra 1
Município
Três Pontas 1
Cargo ou Função
Designação
1
1
1
1
1
1
1 1
II
ICEP 137190
0001
IUF
Conselheiro Administrativol
Documento 1 1 1 1
2009
03
27
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
ICPF 1172
03672
790
1
1
1
MG
1
1
1
I
1
1
1
1
1
1
1
Exoneração
1
1
1
1
1
Documento 1
1
1
1
1
1
1
1
1
e Nobuhico Kiryu 1
1
rl
1
1
1
1
1
I
1
1
Rua Gar aleiras 248 1 1 1 1 1 1
São Gotardo 1 1 ICEP 1388000001
Cargo ou Função
1
Designação
L
1
1
1
1
1
1
Conselheiro Administrativo
Documento 1 1 1 1
1
1
1
Natureza de responsabilidade
Agente I
1
1
1
1
1
1
1 1
IUF
1 1
IMG
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Fndereço
Município
Belo Horizonte 1
De ignação
2009
03
27
1
1
1
1
1
1
1
Fax
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
I
I
I
1
1 1 1
I
I
I
1
1
1
ICPF 1722
68815
556
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Fax 1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Exoneração
Documento 1
1
1
1
Período Gestão 1
2010 à 31
01
2010
12
1 1 1 1 1 1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
VII Membro do Conselho de Administraçao Deliberativo Curadorou Fiscal
Raimundo Sérgio Campos 1 1 1 1 1
Rua O car Trompowiskn 565 Apt501 1
Cargo ou Função
1
1
1
1
diretor da OCEM G do dia 27 03
2009
1
1
2010 à 31
01
2010
12
Ata da Reunião Ordinária do Conselho
2009
03
27
1
IVII Membro do Conselho de Administração Deliberativo Curador ou Fiscal
Natureza de responsabilidade
Agente lJo
1
Período Gestão 1
Ata da Reunião Ordinária do Conselho
diretor da OCEMG do dia 2703
2009
Endereço
Município
1
IVII Membro do Conselho de Administração Deliberativo Curador ou Fiscal
Natu reza de responsabilidade
1
1
diretor da OCEMG do dia 2703
2009
1
H
1
1
ICPF 003
68
586
062
MG
Conselheiro Administrativo
1
C 01 01 2010à 31
2010
12
Ata da Reunião Ordinária do Conselho
2009
03
27
1
1
Membro do Conselho de Administraçao Deliberativo Curador ou Fiscal
Adalberto de Souza Lira
1 1 1
Rua travessa Padre Conde 23 Centrol
Designação
ICPF 1736
68
336
476
C
Agente 1
Endereço
1
1
1
Admissão em 01
1999
12
Natureza de responsabilidade
1
1
1
Gerente Geral Adm Contador Responsavel elo acompanhamento e execução orçamentária 1
Documento 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Exoneração Documento
Período Gestão 1
Designação
1
Jo da Gestão orçamentária e financeira ou outro co responsável por
Endereço
Cargo ou Função
1
Encame
atos de gestão
CEP 130
110100
Conselheiro Adrninistrativol
Documento 1 1 1 1 1
1
1
1
1
1
1
1
1
IUF
IMG
1
1
1
1
1
1
1
ICPF 1138
33615
201
1
1
I
1
1
1 1 1 1
131 3679
3313
1
1
1
1
1
11
Exoneração
Documento
Fax 1 I I I
1 1 1 1 1
Período Gestão 1
2010à3 12
O1
01
2010
Ata da Reunião Ordinária do Conselho
diretor da OCFMG do dia 27
2009
03
1 1 I
6
1
VII Membro do Conselho de Administração Deliberativo Curador ou Fiscal
Natureza de res ponsabi f idade
Agente 1
z Gonzaga Chaves Cargos 1
Lu
Endereço
Rua Costa Rica 160 Apto 401 Sion 1
Belo Horizonte 1 1110EP 130320
030
Município
Cargo ou Função
Conselheiro Administrativo
1 1 1 1 1
Documento
Designação
2009
03
27
1
1
1
1
1
1
1
1
I
1 1
IUF
1
IMG
1
1
1
1
1
1
ICPF 1180
02620
771
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
I
1
1
1
Fax 1
1
1
1
1
1
1
1
I
1
1
1
1
1
1
1
Exoneração
Documento
1
Período Gestão
Ata da Reunião Ordinária do Conselho
2010 á 31
01
2010
12
diretor da OCEMG do dia 27 03
2009
I
TE
1
1
1
11
I
1
I
1
I
1
I
1
I
1
Agente 1
Endereço
Usara Dirli Gomes da Silva
1 1 1 1
Av Bernardo vasconcelos 2400 piranga
Município
Belo Horizonte 1
CEP 31160 1401
Conselheiro Adr ini trativol
Documento 1 1
11
Designação
2009
03
27
1
I
1
1
1
1
1
1
IVII Membro do 1Consel
ho de Administraçao Deliberativo Curador ou Fiscal
1
Natureza de res pons abilidade
Cargo ou Função
I
1
I
ICPF 379
12653
341
1
1
1
IUF
IMG
1
I
1
I
1
1
1
Exoneração
1 1
1 1
11
Documento
1
1
1
1
Ata da Reunião Ordinária do Conselho
1
1
1
1
1
1
Fax
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
11
1
Período Gestão 1
I
2010 à 31
01
2010
12
diretor da OCEMG do dia 27 03
2009
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
VII
Natureza de res ponsabilfdade
Agente 1
Endereço
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
ICPF 1033
48602
903
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
IMO
1
1 1
1
Exoneração
I
I
1
1
Fax
I
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Ana Cristina Maia Pen ido 1 1 1 1 1 1 1
Rua Leopoldina 811 Apto 603 Santo Antonio 1
2009
03
27
I I
i
1
Membro do Conselho de Admin is ração Deliberativo Curadorou Fiscal
Município Belo Horizonte 1 ICEP 1303302301
Cargo ou Função Conselheiro Administrativo1 1
Designação
Documento 1 1 1 1 1 1
1
1
IUF
1 1
1 1
1
1
Documento 1
1
PeríodoGestão 1
Ata da Reunião Ordinária do Conselho
2010 à 31
01
2010
12
diretor da OCEMG do dia 2703
2009
C
1
1
1
1
1
Natureza de res ponsabil idade
1
1
1
1
VII
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Membro do Conselho de Adminis ração Deliberativo Curador ou Fiscal
Agente 1
Ryan Carlo Rodrigues dos Santos 1
1
1
1
1
1
ICPF 1601
921 20
751
1
1
1
1
I
Endereço
SQS407Bloco V Apto 302 Asa Sul l
1
1
1
1
1
1
1
1
1
11
1
1
1
Município
Brasilia
IUF
IDE
1
1
1
1
1
I
1
1
1
1
I
1
1
1
I
1
Cargo ou Função
De ignação
2009
03
27
II
1
1
1
CEP 170220
2561
Conselheiro Administrativo
Documento 1 I I 1 I
1
I
1
1
1
Exoneração
Documento 1
Ata da Reunião Ordinária do Conselho
1
diretor da OCFMG do dia 2703
2009
7
1
Fax
1
1
1
Período Gestão
2010 á 31
01
2010
12
Agente 1
Endereço
Elton Evangelista Corrêa Lima 1
Avenida Alameda do Sol n 112
Município
Nova Lima
1
1
1
1
1
1
ICEP 134
000000
1
1
I
1
1
1
I
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
IFax 1
1
1
1
1
1
1
1
1
1313581 7104 1
1
1
Documento 1
Conselheiro Fiscal 1
1
1
1
1
1
1
Documento 1
1
1
1
1
1
1
2009
03
27
1
1
1MG
Designação
1
ICPF 1042
07644
893
IUF
Cargo ou Função
1
1
1
1
Exoneração
1
1
L
Ata da Reunião Ordinária do Conselho
1 1 11 1
Período Gestão 1
2010à 31
01
2010
12
diretor da OCEMG do dia 27 03
2009
1111
1
1 1 1 1 1 1
1
1111111111111
IVII Membro do Conselho de Administraçao Deliberativo Curador ou Fiscal
Agente 1
Endereço
Urias Geraldo de Sousa 1
Rua Piauí 210 Centro 1
1
1
Município
Divinó olis 1
Cargo ou Função
1
2009
03
27
1
1
1
1
CEP 135500
0341
Conselheiro Fiscal 1
Documento 1 1 1
Designação
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
IUF
IMG
1
1
1
1
1
1
ICPF 561
1130
40625
1
1
1 1 1 1 1 1
1
1 1 1 1 IFax
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Natureza de responsabilidade
1
VII
1
1
1
Documento 1
E
Ata da Reunião Ordinária do Conselho
1
1
1
I
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Período Gestão 1
1
1
Exoneração
diretor da OCEMG do dia 2703
2009
1
111111111
Natureza de responsabilidade
1
1
1
I I I
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
ICPF 806
51
2
1844
15
1
1
1
1
1
Rua Dores opolis 952
612 Femão Dias
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Município
Belo Horizonte 1
IUF
IMG
1
1
1
1
1
Fax
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1cEr 1301300031
Conselheiro Fiscal
1
1
1
1
1
1
1
Documento 1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
I
Exoneração
Documento 1
Ata da Reunião Ordinária do Conselho
1
I
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
2010 à 31
01
2010
12
I I I I
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Agente 1
Teresa Raquel Mello Vitoriano 1
ICPF 1713
59
606
675
1
1
1
1
Endereço
Rua Conselheiro lafaiete 1977
402 Sagrada Família
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Município
Belo Horizonte 1
1
1
1
1
1
1Fax
1
I
1
1
1
1
CEP 1310355601
1
1
1
IMG
Conselheiro Fiscal 1
1
1
1
1
1
1
Designação
Documento 1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
IUF
Cargo ou Função
1
1
Exoneração
1
Documento
Ata da Reunião Ordinária do Conselho
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Agente 1
Endereço
Ramiro Rodrigues de Ávila Júnior 1
1
Rua Um 100 Bosque 1 1
Município
Maguari 1
Cargo ou Função
Designação
2009
03
27
1
1
1
1 1 1 1 1
Período Gestão 1
I I I I
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
VII Membro do Conselho de Administraçao Deliberativo Curador ou Fiscal
Natureza de responsabilidade
1
I
2010 à 31
01
2010
12
diretor da OCEMG do dia2703
2009
1
1
VII Membro do Conselho de Administração Deliberativo Curadorou Fiscal
Natureza de responsabilidade
2009
03
27
1
Período Gestão 1
diretor da OCEMG do dia 2703
2009
I t1
1
Membro do Conselho de Administraçao Deliberativo Curador ou Fiscal
José Ailton Junqueira de carvalho 1
2039
03
27
1
1
Endereço
Designação
1
1
1
2010 à 31
01
2010
12
Agente 1
Cargo ou Função
1
1
1
1
1
1
1
1CPF 1239
72
606
531
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1UF
IMG
1
1
1
1
1
IFax
1
1
1
1
1
1
1
1
ICEP 1384471051
Conselheiro Fiscal
Documento 1
1
1
1
1
1
1
1
1
Ata da Reunião Ordinária do Conselho
1
1
Exoneração
I
Documento 1
I
1 1 1 1 1
Período Gestão 1
2010 à 3 12
01
2010
diretor da OCEMG do dia 27
2009
03
I
8
1
Natureza de responsabilidade
V11 Membro do Conselho de Administração Deliberativo Curador ou Fiscal
Agente 1
Carlos Fabiano braga
Endereço
Município
Rua Divisa Nova 711
Belo Horizonte
Cargo ou Função
Designação
1
2009
03
27
1 11
1
1
Salgado Filho 1
1
1
1
1
1
CEP 130550
3301
Conselheiro Fiscal 1
Documento 1 1 1
1
1
1
1
1
1
1
1
1CPF 1007
63620
250
1
IUF
1
1
1
MG
1
1
1
1
Ata da Reunião Ordinária do Conselho
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Exoneração
Documento 1
1
1
1
1
1
Fax
1
1
f
1
1
1
1
1
1
1
Período Gestão 1
2010à 31
01
2010
12
diretor da OCFMG do dia2703
2009
I I i I
9
INTRODUÇÃO
0 Relatório de Gestão foi estruturado seguindo orientações da Unidade Nacional do
Sescoop embasados em todas as normas dos Órgãos de Controle
0 mesmo foi subdividido em 06 capítulos de forma a ordenar todas as informações
solicitadas
0 Capítulo 1 referese ao perfil institucional da entidade onde são apresentadas sua
constituição e natureza responsabilidades missão visão e as fontes de recursos
No Capítulo 2 é abordado o tema Governança Corporativa sendo detalhados os objetivos
estratégicos e a estrutura organizacional da Unidade
0 Capítulo 3 discorre sobre o tema Cooperando com o Futuro destacando se a importância
do papel e das ações do Sescoop para o desenvolvimento local e nacional
A Gestão de Pessoas é tratada no Capítulo 4 mostrando o perfil do quadro funcional a
movimentação do quadro de pessoal no exercício as capacitações e folha de pagamento
Todas as ações realizadas pela Unidade estão detalhadas no Capítulo 5
Prestação de
Contas Essas ações englobam as linhas de atuação de formação e capacitação profissional
promoção social e monitoramento A gestão interna também é tratada nesse capítulo e ainda são
apresentados indicadores de desempenho
0 Capítulo 6 contempla a execução orçamentária destacando as receitas e despesas
Ao final são apresentados vários anexos que complementam a prestação de contas
Em cumprimento ao item 3 Parte A do Anexo 11 da Decisão Normativa do TCU N
2010 informamos que a Unidade não possui passivos por insuficiência de créditos ou recursos
107
por desenvolver suas atividades obedecendo seu orçamento
0
1
SUMÁRIO EXECUTIVO
O cooperativismo é um movimento voltado para formas associativas e democráticas de
organização da produção do trabalho e do consumo com o foco no atendimento às necessidades
comuns dos seus associados e não apenas no lucro no que se diferencia dos demais
empreendimentos
Com cerca de sete mil cooperativas e 299 mil empregados o cooperativismo brasileiro conta
com mais de 9 milhões de cooperados 88
5 bilhões de reais em faturamento e 4 bilhões de
dólares em exportações
Embora sejam sociedades sem fins lucrativos as cooperativas atuam numa economia de
mercado e em concorrência com empresas essencialmente privadas Apesar das diferenças na
propriedade do capital na destinação dos resultados e na relação com as comunidades as
cooperativas agem em um ambiente competitivo em que predominam o mercado e as empresas
capitalistas e portanto devem estar bem preparadas Diante disso o sistema cooperativista depara
se com o desafio de atender às demandas sociais de seus cooperados e de seu entorno e ao mesmo
tempo desenvolverse em conformidade com um mercado altamente competitivo
O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo Sescoop criado em 1998 faz
parte do Sistema S Tem corno objetivo integrar o Sistema Cooperativista Nacional e auxiliálo a
vencer seus desafios Cabe ao Sescoop organizar administrar e executar
0 ensino de formação profissional cooperativista para cooperados empregados de
cooperativas e familiares
A promoção social de cooperados empregados de cooperativas e familiares e
0 monitoramento das cooperativas em todo o território nacional
0 grande desafio é apoiar de modo efetivo cooperativas de 13 diferentes ramos da
agricultura aos serviços passando pelo comércio e pela indústria com portes distintos das grandes
às pequenas e distribuídos espacialmente por todo o País nos 26 estados e no Distrito Federal
Com todas essas atribuições e urna abrangência nacional o Sescoop atua em um ambiente de
elevada complexidade
No Estado de Minas Gerais existem cerca de 800 cooperativas quase um milhão de
cooperados e uma geração média de 30 mil empregos diretos Com movimentação anual de R
18
bilhões e participação de 6
4 na economia mineira as cooperativas se consolidam cada vez mais
como referência de qualidade e desenvolvimento
Em 2010 muitas foram as conquistas e as atividades realizadas pelo SescoopMG em prol
da gestão eficiente do setor por meio das ações de acompanhamento e formação profissional bem
corno de promoção social para cooperados familiares e comunidades locais
A busca pelo aprimoramento constante imperou e como resultados foram superadas as
expectativas do planejamento previsto para a entidade Seja por meio de novos projetos seja por
meio da continuidade de iniciativas que promovem o aperfeiçoamento da gestão cooperativista no
Estado o SescoopMG fechou o exercício de maneira muito positiva
Focado no crescimento qualitativo e no desenvolvimento constante do setor foram
colocadas em prática diversas atividades que confirmam o direcionamento estratégico profissional
no ambiente cooperativo mineiro
11
Para exemplificar citamos o lançamento do projeto Equipe Técnica
com objetivo de
promover a troca de informações institucionais e a identificação das principais demandas das
cooperativas por ramo ou região Também destacamos o projeto teatral itinerante o torneio
esportivo entre as cooperativas o Cooperativismo e Arte nos Parques de BH e o aplaudido Dia de
Cooperar Dia C que promove a integração de todas as iniciativas voluntárias das cooperativas
mineiras
Foram realizadas mais de 270 atividades apenas na área de capacitação monitoramento e
promoção social no exercício passado que refletiram diretamente na profissionalização do
segmento 0 SescoopMG disponibilizou ainda um diversificado portfólio de atividades com foco
permanente no aprimoramento do negócio cooperativo A evolução do número de beneficiadas nos
últimos oito anos foi de 442
alcançando mais de um milhão de pessoas através de cursos
eventos palestras encontros seminários entre outros
Mesmo com a dificuldade de levar as ações da entidade a todas as cooperativas do Estado
em função de sua disposição geográfica e do número de municípios que contempla temos obtido
resultados expressivos A expectativa é de continuar atuando de maneira cada vez mais
comprometida para que o setor esteja sempre em posição de destaque no cenário nacional e
internacional
A seguir podese conferir o detalhamento das ações promovidas pelo SescoopMG ao longo
de 2010
12
CAPÍTULO 1
PERFIL INSTITUCIONAL
0 SESCOOP integra o Sistema Cooperativista Brasileiro fornecendo lhe suporte em
formação profissional
técnica e gerencial A entidade atua também na promoção social dos
cooperados empregados e familiares bem como no monitoramentodesenvolvimento dos
cooperativas
Do ponto de vista formal o SESCOOP é urna entidade civil de direito privado sem fins
lucrativos constituída sob o regimento de serviço social autônomo A Instituição é mantida por
recursos de natureza parafiscal Os valores das contribuições feitas pelas cooperativas são
definidos a partir de um percentual sobre as folhas de pagamento
Composto por uma Unidade Nacional e por 27 unidades estaduais é considerado uma
entidade paraestatal
pois desempenha serviços não exclusivos do Estado em colaboração com
ele recebendo incentivos do poder público Por essa razão está sujeito a controle pela
Administração Pública e pelo Tribunal de Contas da União
Em linhas gerais a Unidade Nacional do SESCOOP é responsável pela normatização de
procedimentos e pela definição das linhas de atuação a serem adotadas pelas unidades estaduais
Estas por sua vez devem seguir essas diretrizes sem contudo deixar de atender às demandas
específicas de sua região
1 Constituição e natureza da entidade
A criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo foi oficializada pela
Medida Provisória 1
715 de 3 de setembro de 1998 0 Decreto 3
017 de 06 de abril do ano
seguinte complementou a medida provisória instituindo regulamentos e dispositivos que disciplina
a atuação do SESCOOP
0 SescoopMG foi registrado no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas sob o n
104 dia 03
102
1999 e atualizado em 31
09
2008
10
2 Responsabilidade Institucional
1
Os alvos da atuação do SESCOOP são as cooperativas seus associados e empregados bem
como os respectivos familiares 0 trabalho da entidade organizase a partir de quatro áreas de
atuação São elas
Formação capacitação profissional
Promoção social
Monitoramento e desenvolvimento de cooperativas e
Gestão do sistema
As ações do Sescoop para fortalecimento das cooperativas englobam capacitação
valorização e melhor aproveitamento dos cooperados e empregados Desse modo a entidade busca
13
alçálos a patamares mais elevados de inovação e excelência favorecendo a competitividade dos
produtos e serviços
3 Missão e visão
1
A função e a razão de ser do Sescoop estão contempladas em sua missão promover o
desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentável por meio da formação
profissional da promoção social e do monitoramento das cooperativas respeitando sua diversidade
contribuindo para sua competitividade e melhorando a qualidade de vida dos cooperados
empregados e familiares
0 escopo de sua atuação busca o desenvolvimento sustentado do cooperativismo de forma a
produzir a melhoria dos resultados obtidos pelas cooperativas e o fortalecimento de seu papel
econômico e social A visão da entidade é ser reconhecido por sua excelência em formação
profissional cooperativista como promotor da sustentabilidade e da autogestão das cooperativas e
como indutor da qualidade de vida e bemestar social de cooperados empregados e familiares
4 Fonte de Recursos
1
A principal fonte de recursos do SESCOOP é a contribuição social em percentual de 2
5
incidente sobre as folhas de pagamento das cooperativas
A distribuição orçamentária da contribuição social está prevista em regimento Interno e
obedece a seguinte diretriz
10 dez por cento são destinados ao custeio e à aplicação na Unidade Nacional do
SESCOOP
2 dois por cento do orçamento é enviado à Organização das Cooperativas Brasileiras
OCB a título de taxa de administração pela utilização de sua estrutura institucional de
representação de informação e de logística disponível no Sistema OCB OCEs
20 vinte por cento irão compor o Fundo Solidário de Desenvolvimento Cooperativo
FUNDECOOP administrado pela Unidade Nacional conforme resolução do Conselho
Nacional do SESCOOP
68 sessenta e oito por cento são aplicados diretamente pelas unidades estaduais ou
regionais nas atividades relativas aos objetivos fins despesas de caráter geral e investimentos
necessários para atingir seus objetivos conforme normas definidas pelo Conselho Nacional do
SESCOOP
1 RECEITAS
RECEITAS
RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS
FONTE DE RECURSOS
2007
2008
2009
2010
461368
6
57
275
7
06
259
60
12
990
8
62
946
58
23
17
501
10375
85
19
RECEITAS PATRIMONIA IS
06
668
702
25
854
552
32
21
73
306
487
86
11
68
609
645
49
32
OUTRAS RILEITAS CORRENTES
69
866
131
98
418
132
42
0
85
167
2624
58
283
167
07
0
00
500
29
00
0
00
0
00
0
00
0
ALIENAÇÃO DEBENS MÓVEIS
OUTROS CONVÊNIO E ACORDOS
TOTAL
56
106
210
506 032
7
88
009
990
7
29
14
45
6
645
9
20
421
72
20
00
0
00
0
43
394
588
11
14
20
II
RECEITA COMPARADA 2007 x 2008
000
8
00
000
000
7
00
000
000
6
00
000
000
5
00
000
000
4
00
000
000
3
00
000
000
2
00
000
000
1
00
000
00
0
RECEITAS
RECEITA DE
OUTRAS
CONTRIBUIÇÕES PATRIMONIAIS
SOCIAIS
ALIENAÇÃO DE
RECEITAS
OUTROS
BENS MOVEIS CONVÊNIO E
CORRENTES
ACORDOS
Fonte Zeus
III
RECEITA COMPARADA 2008 x 2009
00
000
10
000
9
00
000
000
8
00
000
000
7
00
000
000
6
00
000
000
5
00
000
000
4
00
000
000
3
00
000
000
2
00
000
000
1
00
000
00 RECEITA DE
0
CONTRIBUIÇÕES
RECEITAS
OUTRAS
PATRIMONIAIS
RECEITAS
CORRENTES
ALIENAÇÃO DE
BENS MÓVEIS
Fonte Zeus
IV
RECEITA COMPARADA 2009 x 2010
00
000
12
00
000
10
000
8
00
000
000
6
00
000
000
4
00
000
000
2
00
000
00
0
RECEITA DE
RECEITAS
OUTRAS
CONTRIBUIÇÕES
PATRIMONIAIS
RECEITAS
CORRENTES
Fonte Zeus
15
As receitas de contribuições de 2010 aumentaram em 19 em relação a 2009 devido ao
fortalecimento do cooperativismo no Estado e consequente aumento da arrecadação que é calculada
sobre a folha de pagamento dos empregados de cooperativas
CAPÍTULO 2 GOVERNANÇA CORPORATIVA
A estrutura de gestão do Sescoop obedece às melhores práticas de governança corporativa
respeitando os quatro princípios básicos desse modelo de administração
a Transparência
não só em relação aos dados contábeis mas a todos os assuntos que
possam gerar conflitos de interesses internos ou externos
b Equidade igualdade de tratamento a todos os grupos sejam eles conselheiros governo
cooperados empregados etc
c Prestação de contas
os gestores do Sescoop prestam contas à sociedade ao sistema
cooperativista e ao governo sobre todos os atos praticados no exercício de seu mandato
d Responsabilidade
conjunto de ações que garantam a sustentabilidade do negócio o
desenvolvimento da comunidade e a preservação do meio ambiente
A entidade é administrada de forma colegiada e conta com a seguinte estrutura um Conselho
Nacional um Conselho Fiscal e uma Diretoria Executiva composta por um presidente e um superintendente
A Presidência da entidade é cargo privativo do presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras
OCB
Esse modelo de gestão é reproduzido nas unidades estaduais onde as atividades são definidas e
fiscalizadas pelos respectivos conselhos deliberativos e fiscais em consonância com as diretrizes nacionais
da instituição
Entenda a seguir o papel de cada um desses órgãos
Conselho Administrativo Estadual é o órgão máximo da administração estadual e terá um mandato
de 04 quatro anos coincidentes com o mandato da Diretoria da Ocemg Sindicato e Organização das
Cooperativas do Estado de Minas Gerais Será composto por cinco membros titulares e igual número de
suplentes assim constituídos
Pelo Presidente da Ocemg
como seu presidente
Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais
01 um representante indicado pelo Conselho Nacional do Sescoop
03 três representantes indicados pela Ocemg Sindicato e Organização das Cooperativas do
Estado de Minas Gerais dos quais 01 um representará os empregados em cooperativas e 02 dois
representarão as cooperativas contribuintes do Sescoop
Conselho Fiscal Estadual é composto por 03 três membros titulares e igual número de suplentes
indicados pela Diretoria da Ocemg Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais
para um mandato de 04 quatro anos coincidente com o mandato do Conselho Administrativo Estadual
Diretoria Executiva
é o órgão gestor e de administração do Sescoop MG consoante às diretrizes
estabelecidas pelos Conselhos Nacional e Administrativo Estadual Será composta pelo Presidente do
Conselho Administrativo Estadual e pelo Superintendente
16
1 Objetivos Estratégicos
2
São objetivos do SESCOOPMG de acordo com o seu Regimento Interno
I organizar administrar e executar o ensino de formação profissional e a promoção social dos
trabalhadores e dos cooperados das cooperativas
II operacionalizar o monitoramento a supervisão a auditoria e o controle em cooperativas conforme
sistema desenvolvido e aprovado em Assembléia Geral da Organização das Cooperativas Brasileiras
OCB
III assistir as sociedades cooperativas empregadoras na elaboração e execução de programas de
treinamento e na realização da aprendizagem metódica e contínua
N estabelecer e difundir metodologias adequadas à formação profissional do trabalhador em gestão de
cooperativas e a promoção social do trabalhador e do cooperado
V exercer a coordenação supervisão e fiscalização da execução dos programas e projetos de formação
profissional e de gestão em cooperativas de empregados e cooperados
VI assessorar o Governo em assuntos relacionados com formação profissional e de gestão cooperativista
e atividades assemelhadas
2 Estrutura Organizacional
Para melhor cumprir seu papel de fomentar o desenvolvimento do sistema cooperativista
mineiro o Sescoop MG se organizou de acordo com o organograma a seguir Confira as principais
funções das áreas da entidade
Presidência responsável por executar a política de atuação do Sescoop As competências
do Presidente estão detalhadas no Art 15 do Regimento Interno
Superintendência responsável pela gestão operacional do Sescoop As competências do
Superintendente estão detalhadas no Art 18 do Regimento Interno
Gerência Jurídica
oferecer respaldo legal à atuação institucional no que se refere a
elaboração dos instrumentos jurídicos normativos e acompanhamento processual nas questões em
que a instituição é parte Também atua no sentido de aprofundar o entendimento sobre o direito
cooperativo e oferecer apoio na representação política institucional e assessoria jurídica às
cooperativas
Assessoria de Comunicação zelar pela imagem institucional por meio de informações
divulgadas nos veículos internos e externos de comunicação bem como assessorar a instância
diretiva no posicionamento perante os diferentes públicos formadores de opinião
Gerência Geral Técnica trabalhar na interlocução entre os níveis estratégico e tático da
organização facilitando assim a gestão institucional no que se refere às ações finalísticas
Gerência de Capacitação
coordenar as ações relacionadas à formação profissional
promoção social e monitoramento do público alvo
17
Gerência Acompanhamento
atuar no acompanhamento das cooperativas de forma
preventiva e corretiva das ações desenvolvidas
Gerência Técnica responsável pelo suporte técnico e de assistência relativos a políticas
publicas definições ligadas a fomento e financiamento em parceria com órgãos públicos e privados
orientações técnicas e coleta de informações junto às cooperativas além de atualização de
informações socioeconômicas do setor
Gerência Geral Administrativa trabalhar na interlocução entre os níveis estratégico e
tático da organização facilitando assim a gestão institucional no que se refere às ações
administrativas
Gerência
Controladoria
garantir a correta administração dos recursos financeiros
envolvendo o processo de recebimento repasse e movimentação bem corno cumprir as obrigações
contábeis orçamentárias e financeiras da instituição
Gerência de Informática oferecer estrutura tecnológica e de segurança da informação
criando condições para a execução das atividades institucionais
Gerência Administrativa responsável pela área de compras contratos licitação e gestão
das atividades operacionais internas de administração
18
O N
aU Em á
aU Co ai
O
c
O
o
m
O ó 0
o
o
i
a
o 0
U
0
v 7o
U
CAPÍTULO 3
COOPERANDO COM 0 FUTURO
0 cooperativismo é uma importante força impulsionadora de desenvolvimento do país
mais de 25 do total do País Uma das
estando presente em 1
407 municípios brasileiros
principais demandas do setor é a capacitação de seus profissionais que buscam ganhar espaço no
mercado nacional e internacional Atento às necessidades dos associados o Sescoop investe na
formação de líderes gestores e cooperados visando sempre o fortalecimento a qualificação e a
sustentabilidade do setor
Entre as ações desenvolvidas enfatizamos os trabalhos que são voltados para os jovens
Preocupado com o futuro das cooperativas o Sescoop vem investindo nesses jovens
visando preparálos para serem futuros cooperados e dirigentes Há dez anos são realizados
Encontros onde temas como cooperativismo cultura da cooperação gestão profissionalizada
intercooperação e sustentabilidade das cooperativas responsabilidade social e aglutinação são
tratados
Outras ações são desenvolvidas para esse público corno os cursos para jovens filhos de
cooperados produtores de leite e café com o objetivo de despertar o interesse pela atividade e
manter o jovem no campo visando dar continuidade aos negócios da família evitando assim o
êxodo para a cidade
A cultura da cooperação está presente no Projeto de Educação Cooperativista 0 Projeto é
urna parceria do SescoopMG Secretarias Municipais de Educação e Escolas envolvidas nos
municípios de Esmeraldas e João Monlevade Com o propósito de construir conceitos e práticas
pedagógicas e cooperativistas na escola na família e na comunidade para desenvolver a cultura da
cooperação 0 Projeto é urna proposta pedagógica que permeará todo o processo educativo do
projeto político pedagógico das escolas municipais do ensino fundamental É um trabalho em rede
de envolvimento dos alunos dos professores dos profissionais e parceiros para melhoria da escola
e da comunidade dando visibilidade das ações cooperativistas na localidade
A importância do cooperativismo mineiro se traduz nos números Em 2010 encerramos o
ano com 925
701 associados e 29
829 empregados em 781 cooperativas Os ramos que mais
contribuíram com estes números foram o crédito agropecuário consumo saúde e transporte Esses
ramos representaram 87 das cooperativas 97 dos associados e 99 dos empregados do
cooperativismo mineiro o que demonstra um crescimento desses ramos em relação ao ano anterior
0 PIB per capita indicador de renda que mede o valor médio do PIB por habitante em
2009 foi de R 12
99 em Minas Gerais inferior ao PIB do cooperativismo mineiro que foi de
575
R 19
07 demonstrando que o setor teve média de renda superior em 58
960
72 com relação ao
estado como um todo
Os ramos agropecuário crédito e saúde sornaram 97 da movimentação econômica das
cooperativas de Minas Gerais
As cooperativas agropecuárias têm papel fundamental na produção agrícola e pecuária de
Minas Gerais representando 10
67 do PIB do agronegócio mineiro em 2009
20
As exportações cooperativistas deram grandes saltos a partir de 2003 Entre esse ano e 2006
as receitas e o volume exportados cresceram 178 e 45
6
respectivamente Apesar da queda de
21 no volume das exportações em 2008 houve um crescimento de 15 nas receitas Já em 2009
houve queda de 23 tanto no volume exportado quanto nas receitas
Todo o trabalho realizado pelo Sescoop MG é voltado para a capacitação e desenvolvimento
das cooperativas mineiras e os resultados do investimento nessa área podem ser traduzidos pelos
números apresentados ou seja o crescimento do setor
A equipe do Sescoop enxerga a responsabilidade socioambiental como uma oportunidade de
ultrapassar os objetivos da instituição participando efetivamente da transformação da sociedade
Afinal a cultura solidária que sustenta o cooperativismo não se limita a aspectos técnicos de gestão
Ela afeta positivamente a vida das pessoas em seus relacionamentos sociais e as leva a adotar uma
postura mais positiva em relação ao outro e ao meio ambiente
CAPÍTULO 4
GESTÃO DE PESSOAS
Um ambiente de trabalho saudável atrativo e motivador impulsiona a produtividade
organizacional e aumenta o nível de satisfação de seus colaboradores Por isso o Sescoop investe
constantemente na valorização e na melhoria da qualidade de vida do seu quadro de pessoal
0 SescoopMG dedica ao público interno atenção e cuidado semelhantes aos destinados às
cooperativas e a seus associados e empregados Uma das prioridades é a capacitação e o
desenvolvimento de seus colaboradores
Paralelamente procurase criar um clima organizacional positivo que estimula a
confraternização o trabalho em equipe e o envolvimento das equipes em ações de voluntariado
Com pouco mais de dez anos de atuação o Sescoop vê se diante de desafios comuns a
organizações que se relacionam com um cenário dinâmico exigindo contínuo aprimoramento dos
processos de trabalho Por isso a entidade vem crescendo e se desenvolvendo no sentido de melhor
atender aos seus objetivos organizacionais
1 Perfil do Corpo Funcional
4
Ao final de 2010 o quadro de pessoal do Sescoop MG somava 41 colaboradores sendo 40
efetivos e 1 estagiário Entre os colaboradores 50 20 ingressaram na instituição há menos de
três anos compondo um quadro jovem e em fase de consolidação
Como instituição socialmente responsável o Sescoop MG prima pela equidade de gênero e
de tratamento das minorias sendo vedado qualquer tipo de preconceito dentro da entidade que hoje
conta com 42
50 dos profissionais do sexo feminino do total 36
59 empregados tem pós
graduação 29
27 curso superior completo 24
39 curso superior incompleto 7
32 ensino
médio e 2
44 ensino fundamental
21
VI
COLABORADORES POR ESCOLARIDADE
COLABORADORES POR ESCOLARIDADE
3296
7
44 ENSINO
2
FUNDAMENTAL
E
ENSINO
2796
29
SUPERIOR
3996
24
SUPERIOR
INCOMPLET
O
ET
j1MPI
5996 PÓS
36
GRADUAÇÃO
Fonte Sescoop
MG
2 Movimentação do Quadro de Pessoal
4
Ao Longo de 2010 o SescoopMG admitiu 7 colaboradores 6 efetivos e 1 estagiário e não efetuou
nenhuma demissão As admissões efetuadas foram devido ao aumento de demanda dos trabalhos
As contratações ocorreram em razão da necessidade de estruturar algumas áreas como a
Gerência Informática Gerência Técnica Gerencia Controladoria Gerência Administrativa e
Assessoria comunicação
Todas as seleções foram realizadas em conformidade com a Resolução 300 de 01
2008
10
que aprova o regulamento de contratação de pessoal das entidades que compõem o Sistema S e
delineia os principais critérios a serem adotados
3 Capacitações
4
Em suas estratégias de desenvolvimento de pessoal o Sescoop identifica necessidades
promove e gerencia ações em favor do desenvolvimento pleno das atividades profissionais
buscando manter o quadro de colaboradores capacitado e motivado
Em 2010 foram realizados dois treinamentos internos um para todos os empregados e o
outro para Gerentes e Técnicos ambos com o objetivo de trabalhar as relações interpessoais e o
espírito de equipe do grupo
0 Sistema possui ainda uma política de incentivo ao desenvolvimento e aperfeiçoamento
pessoal através de um auxílio financeiro para custear parte de cursos como ensino fundamental e
médio pré vestibulares graduação línguas e pós graduação especialização MBA mestrado
doutorado Essa política de incentivo é regida pela Portaria PRE 005
2007
22
4 Folha de Pagamento
Em 2010 o Sescdop
MG investiu R 3
014 milhões para pagamento da folha de
pagamento saláriosencagos
beneficios de seus colaboradores 0 valor representou 82
90 do
orçamento previsto para o exercício conforme demonstrado na tabela abaixo
No Anexo II Histórico da composição e das despesas com recursos humanos teve um
aumento de 29 em relação a 2009 nesse rubrica consta salários encargos e benefícios esse
crescimento e devido ao aumento do número de empregados do SescoopMG e a aplicação de
reajuste salarial conforme acordo coletivo
VII
TABELA FOLHA DE PAGAMENTO
17 I
1u3 c1110
Vencimentos e Remuneração
Encargos Sociais Patronais
EXERCÍCIO 2010
3j7A
i
ORÇADO
315
2
00
002
REALIZADO
025
2
11
445
ORÇADO
00
800
793
REALIZADO
89
093
648
Benefícios
ORÇADO
00
965
527
VT VAPI
Saúde Seg
Vida
REALIZADO
81
427
341
TOTAL
ORÇADO
636
3
00
767
REALIZADO
014
3
81
966
49
87
64
81
67
64
90
82
Fome Zeus
VIII
GRÁFICO FOLHA DE PAGAMENTO EXERCÍCIO 2010
FOLHA DE PAGAMENTO
00
90
00
80
00
70
00
60
00
50
00
40
00
30
00
20
0036
10
0076
0
49
87
Vencimentos e
Remuneração
4
81
67
64
Encargos Sociais
Benefícios
Patronais
Fome Zeus
23
CAPÍTULO 5 PRESTAÇÃO DE CONTAS
Conforme mostrado ao longo deste relatório a atuação do Sescoop engloba quatro linhas
prioritárias de atuação Três delas estão relacionadas à missão da entidade por isso são classificadas
como áreas finalísticas
São elas Formação e capacitação profissional Promoção Social e Monitoramento e
desenvolvimento de cooperativas A quarta e última área de atuação trata da organização e gestão
do sistema ou seja dos processos que dão suporte às áreas finalísticas visando atingir os objetivos
institucionais do Sescoop
Confira a seguir as ações previstas e efetivamente realizadas pelo SescoopMG no ano de
2010 por linha de atuação
2010
LINHAS DE AÇÃO
2009
Previsto
Exec
Realizado
I Atuação Finalística
216
194
202
104
Promoção Social
21
18
22
122
Monitoramento desenvolvimento de cooperativas
36
32
36
113
9
14
14
100
282
258
274
Formaçãocapacitação profissional
H
Gestão do Sistema
Gestão Interna
Divulgação
TOTAL
Ressaltase que as ações voltadas para gestão interna foram lançadas na atuação finalística
A partir no exercício de 2011 o Sescoop
MG fará a classificação em gestão interna
R
2010
LINHAS DE AÇÃO
Previsto
Realizado
xe
F
I Atuação Finalística
Formaçãocapacitação profissional
231
5
00
156
163
4
95
519
59
79
Promoção Social
524
1
00
000
342
1
42
079
06
88
Monitoramentodesenvolvimento de cooperativas
005
1
00
300
01
212
709
55
70
00
000
429
74
215
358
50
83
189
8
00
456
573
6
12
027
26
80
II
Gestão do Sistema
Gestão Interna
Divulgação
TOTAL
24
1 Atuação Finalística
5
Anualmente o Sescoop MG realiza com seu quadro técnico e gerencial o planejamento de
todas as ações a serem desenvolvidas no exercício seguinte a partir do diagnóstico das principais
demandas e necessidades do segmento cooperativista estabelecendo portanto suas prioridades de
atuação A cada ano o SescoopMG cumpre os objetivos de organizar administrar e executar
conforme suas competências o ensino de formação profissional e a promoção social do segmento
cooperativista mineiro Além de operacionalizar monitorar e supervisionar as atividades das
sociedades cooperativas direciona a elaboração e execução de programas de treinamento para a
realização da aprendizagem sistêmica e contínua Todo esse trabalho de planejamento visa à
profissionalização da gestão e consequentemente ao desenvolvimento e a sustentabilidade das
cooperativas no mercado
0 Plano de Trabalho para o ano de 2010 foi elaborado de forma a atender as principais
demandas das cooperativas mineiras mensuradas estrategicamente em reuniões com as lideranças
cooperativas do interior Censo do Cooperativismo Mineiro e nas solicitações levantadas através
dos questionários de avaliação aplicados após o encerramento de cada curso realizado
Mais uma vez foram realizados diversos cursos e eventos nas áreas comportamental
administrativa contábil técnica entre outras buscando o aperfeiçoamento de toda a estrutura
organizacional das cooperativas além de atividades descentralizadas em convênio com centrais
federações e cooperativas Com a criação das equipes técnicas a área de monitoramento sofreu uma
alavancagem significativa Na área da promoção social foram desenvolvidas ações na linha da
cultura e lazer
Considerando que suas atividades tiveram início em dezembro de 1999 os números
mostram o que o Sescoop
MG vem crescendo A demanda por parte das cooperativas vem
aumentando e a cada ano o número de cooperativas atendidas e de pessoas beneficiadas cresce
sendo que o índice de eventos cancelados vem diminuindo sistematicamente
1 Investimentos em Formação e Capacitação profissional
5
Empregabilidade
As realizações aqui descritas são vinculadas à Subfunção 333
Programa 0101 Qualificação Profissional do Trabalhador ação 8952 Qualificação Profissional
na Área do Cooperativismo
Qualificação Profissional do Trabalhador
Este programa tem como objetivo promover a qualificação social e profissional do
trabalhador articuladas com demais ações de integração ao mercado trabalho Foram previstas a
qualificação de 10
805 pessoas com um investimento total de cinco milhões duzentos e trinta e um
mil cento e cinquenta e seis reais
Para o desenvolvimento do programa foram realizadas ações de qualificação profissional nas
áreas de gestão financeira comportamental administrativa contábil técnica entre outras Foram
capacitadas 48
419 pessoas com um investimento total de quatro milhões cento e sessenta e três
mil quinhentos e dezenove reais e noventa e cinco centavos As atividades realizadas para
cumprimento da meta foram
25
A
FORMACOOP
PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE DIRIGENTES DE
COOPERATIVAS
0 Programa de Desenvolvimento de Dirigentes de Cooperativas
Formacoop é um
treinamento em 09 módulos totalizando 144 horas que visa preparar os dirigentes para uma gestão
mais eficiente
0 Sescoop
MG vem constatando através de depoimento dos participantes a importância do
Formacoop como agente de mudança e instrumento de desenvolvimento profissional dos dirigentes
frente às cooperativas
Durante o ano de 2010 concluíram o Programa três turmas iniciadas em 2009 três turmas
iniciadas em 2010 Outras cinco tiveram início nesse ano com previsão de conclusão em 2011
A cada ano a demanda vem crescendo demonstrando o interesse dos dirigentes em se
profissionalizarem
A ação é coordenada pelo Gerencia de Capacitação do SescoopMG
A realização dos
módulos é demonstrada através do Quadro 01 no Anexo XV
Foram capacitados 296 dirigentes de cooperativas a um valor por beneficiário de R 129
79
que se comparado a cursos similares no mercado demonstra a economicidade realizada na
aplicação dos recursos do Sescoop Participaram da capacitação 97 cooperativas de todos os ramos
comprovadas através das listas de presença
Metas físicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZA Â0
Financeiras
R 417
00
000
RS 345
30
764
83
Física
65
63
97
Realizações por elemento de despesa
Material de Consumo
09
342
103
Despesas com alimentação dos participantes
Despesas referentes à aquisição de passagens para os
Passagens e Locomoções
58
732
18
instrutores
Diárias e Hospedagem
92
555
13
Pagamento de hospedagem para os instrutores
Reembolso de despesas para o instrutor corno por
exemplo km rodado alimentação etc
Outras Despesas de Viagem
692
3
87
Locação de espaço e equipamentos para realização da
00
467
50
Locações
Serviços Especializados
PJ
Outros Serviços de Terceiros PJ
Encargos s Serv de Terceiros
00
120
141
84
837
12
016
2
00
capacitação
Pagamento de instrutoria
Contratação de serviços não especializados de pessoa
jurídica
Pagamento de impostos de serviços prestados por
terceiros
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 345
30 número total de beneficiários 296
764
Desempenho do indicador R 129
79 custo médio por beneficiário por módulo
26
B
CURSOS
Os cursos oferecidos pelo SescoopMG têm como objetivo capacitar empregados e
dirigentes nas áreas comportamental financeira contábil administrativa dentre outras
Os cursos realizados estão listados no Quadro 02 Anexo XV
Foram capacitados 1
857 empregados e dirigentes de cooperativas a um valor por
beneficiário de R 291
48 que se comparado à cursos similares no mercado demonstra a
economicidade realizada na aplicação dos recursos do Sescoop Participaram da capacitação 325
cooperativas de todos os ramos comprovadas através das listas de presença
Metas fisicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZACÁO
Financeiras
R 657
00
000
R 541
96
278
82
Física
80
81
101
Realizações por elemento de despesa
Benefícios Sociais
828
6
00
Material de Consumo
24
697
159
agamento
de seguro de vida para participantes dos
cursos Jovens Produtores de Café e Leite
Despesas com alimentação dos participantes
Despesas referentes à aquisição de passagens para os
23 492trutores
60
174
21 Pagamento de hospedagem para os instrutores
497
73
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagem
Reembolso de despesas para o instrutor como por
Outras Despesas de Viagem
680
4
14
45
643
40
Locações
Materiais para Treinamento
Serviços Especializados PJ
00
130
11
exemplo km rodado alimentação etc
Locação de espaço e equipamentos para realização da
capacitação
vros didáticos cartilhas e apostilas para os
inamentos
00 4aagamento de instrutoria
590
164
00 keembolso de despesa com taxi para instrutores
232
Serviços de Transporte
Cóntratação de serviços não especializados de pessoa
Outros Serviços de Terceiros PJ
Encargos s Serv de Terceiros
Serviços Especializados
PF
73
518
23
106
8
77
82
180
25
jurídica
gtem
7
amento
de impostos de serviços prestados por
iros
agamento de Instrutoria Pessoa Física
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 541
96 número total de beneficiários
278
857
1
Desempenho do indicador R 291
48 custo médio por beneficiário
A preocupação com a qualidade dos treinamentos oferecidos pelo Sescoop MG é constante
0 processo de escolha e avaliação dos instrutores bem como o material entregue aos participantes
são acompanhados e analisados constantemente pela Gerência responsável e Diretoria
27
C
ENCONTROS E SEMINÁRIOS
A realização de seminários e encontros tem como objetivo geral apresentar e discutir temas
pertinentes a cada área proporcionando o esclarecimento e a troca de informações entre os
participantes mantendo as cooperativas atualizadas e preparadas para desenvolverem as suas
atividades
Foram realizados os seguintes eventos
Eventos
Data
Cidade
Objetivo
Encontro dos Profissionais de
07 e 08
2010
06
Belo Horizonte
Informar e abrir discussões sobre novas mídias e
Comunicação das
Cooperativas de MG
as várias formas de usar a comunicação e o
marketing para o crescimento das cooperativas
mineiras
Encontro Estadual de
03 a 05
2010
12
Pitangui
Funcionários do Sistema
Proporcionar aos participantes a vivência das
relações que facilitem a produção e o
aprimoramento do grupo desenvolvendo as
habilidades individuais e atitudes no
Encontro Estadual de OQS
das Cooperativas
Agropecuárias de MG
Encontro Estadual do Ramo
06 a 08
2010
10
2010
03
05
Transporte
Ouro Preto
relacionamento interpessoal
Despertar os participantes para a importância do
papel das lideranças na Governança Corporativa
de sua Cooperativa preparando os para uma
atuação mais compromissada
Belo Horizonte Apresentar institucionalmente a Fetranscoop
Elencar das demandas do setor Efetivar uma
agenda de trabalho focada no desenvolvimento
Encontro Estadual dos
Profissionais de Contabilidade
12 e 13
2010
08
participativo para o segmento
Belo Horizonte Discutir e esclarecer questões pertinentes às
áreas contábil e tributária das cooperativas
de Cooperativas de MG
Seminário Estadual
2010
05
14
Varginha
Preparatório para o Congresso
Brasileiro de Cooperativismo
2010
05
17
Montes Claros
2010
05
24
Uberlândia
2010
06
24
Belo Horizonte
2010
04
12
Governador
2010
11
30
Belo Horizonte
Preparar os Dirigentes conselheiros e
cooperados para participarem do Congresso
Brasileiro de Cooperativismo
Valadares
Seminário de
Responsabilidade Social das
Cooperativas Mineiras
Seminário Direito Eleitoral e
conhecimento do público em geral a dimensão
das atividades realizadas o desenvolvimento dos
2010
07
29
Belo Horizonte
2010
07
23
Belo Horizonte
o Cooperativismo
Seminário do Ramo Trabalho
da Região Sudeste
V Encontro dos Profissionais
2010
08
24
de Tecnologia das
Cooperativas de Minas Gerais
VII Encontro Estadual dos
Profissionais de Secretariado
Reconhecer e homenagear as práticas voluntárias
ocorridas no dia de Cooperar levando ao
28 a 30
2010
04
processos e os resultados alcançados
Preparar a atuação das sociedades cooperativas
nas eleições para Governadores Senadores
Deputados Federais e Estaduais e Presidente da
República
Apresentar o Programa Nacional de
Conformidade PNC
Trabalho para o mercado e
autoridades públicas do Estado de Minas Gerais
envolvendo as entidades de classes empresariais
centrais sindicais e empresas em geral
Belo Horizonte Atualizar e capacitar todos os profissionais
envolvidos com as áreas de Tecnologia da
Informação das Cooperativas
Belo Horizonte Capacitar os participantes a estabelecerem
relações sociais mais positivas com colegas e
clientes por meio do conhecimento dos principais
fatores intrapessoais
28
Foram capacitados 1
014 empregados e dirigentes de cooperativas a um valor por
beneficiário de R 271
49 que se comparado à cursos similares em mercado demonstra a
economicidade realizada na aplicação dos recursos do Sescoop Participaram da capacitação 311
cooperativas de todos os ramos comprovadas através das listas de presença
Metas físicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZA AO
Financeiras
R 321
00
600
R 275
76
293
86
Física
15
15
100
Realizações por elemento de despesa
Beneficios Sociais
Material de Consumo
269
24
80
9
84
941
82
Passagens e Locomoções
97
782
20
Diárias e Hospedagem
59
401
54
Despesas de Comunicação
Outras Despesas de Viagem
476
2
10
Locações
Serv e Divulgações institucionais
Serviços Especializados PJ
Servos de Transporte
28
353
40
Outros Serviços de Terceiros PJ
02
734
17
Encargos s Serv de Terceiros
Serviços Especializados PF
530
5
00
44
00
010
00
175
625
1
92
00
9
4
00
Pagamento de seguro de vida para evento fora de BH
Portagem de material
Despesas com alimentação dos participantes
Despesas referentes à aquisição de passagens para os
palestrantes
Pagamento de hospedagem para os palestrantes
Reembolso de despesas para o palestrante como por
exemplo km rodado alimentação etc
Locação de espaço e equipamentos para realização da
capacitação
Criação e impressão de folders de divulgação
Pagamento de palestrantes
Reembolso de despesa com taxi para palestrantes
Contratação de serviços não especializados de pessoa
jurídica
Pagamento de impostos de serviços prestados por
terceiros
Pagamento de Palestrante Pessoa Física
Contratação de serviços não especializados de pessoa
Outros Serviços de Terceiros
PF
00
84
fisica
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 275
76 número total de beneficiários
293
014
1
Desempenho do indicador R 271
49 custo médio por beneficiário
D
PROGRAMA MINAS QUEIJO ARTESANAL
0 SescoopMG em parceira com a Secretaria de Estado da Agricultura Pecuária e
Abastecimento Instituto Mineiro de Agropecuária Ima e Empresa de Assistência Técnica e
Extensão Rural do Estado de Minas Gerais Emater desenvolveu o Projeto de Apoio à Produção
do Queijo Minas Artesanal 0 Projeto visa orientar os técnicos de cooperativas os produtores rurais
associados de cooperativas preferencialmente aqueles de regime familiar que elaboram queijo
artesanal
29
Ele tem como objetivos orientar os produtores à adequar às queijarias e capacitálos no
sentido de adotar boas práticas de higiene na obtenção do leite e na produção do queijo monitorar
os rebanhos leiteiros no aspecto da saúde animal realizando exames periódicos registrar a
indicação geográfica das regiões envolvidas no projeto garantindo agregação de valor e
legitimidade ao produto e a segurança alimentar do consumidor elaborar um caderno de normas
para cada região contendo os cuidados na obtenção do leite o processo de fabricação e as
características finais do produto aumentar o número de cadastramento de produtores junto ao
Instituto Mineiro de Agropecuária
IMA e promover a organização dos produtores para que
permaneçam na atividade melhorando sua renda através da agregação de valor ao produto e
evitando o desemprego e a exclusão social trazida pelo êxodo rural 0 cadastramento visa atender a
Lei Estadual N 14
2002 que tem o intuito de amparar a produção do queijo minas artesanal
185
possibilitando a preservação das características tradicionais do processamento e estabelecendo
critérios para elaboração do queijo a partir do leite cru garantindo a legalidade desse produto
A legislação federal não permite a comercialização interestadual de queijos fabricados com
leite cru 0 Projeto Queijo Minas Artesanal levou as autoridades estaduais a se convencerem da
necessidade sancionar a Lei n 14
02 com o intuito de amparar sua produção e comercialização
185
dentro do Estado preservando as características tradicionais do processamento e estabelecendo
critérios para a elaboração do queijo a partir do leite cru garantindo legalidade para esse produto e
consequentemente para o produtor
Foram realizadas as seguintes ações durante o exercício de 2010
Curso de Boas Práticas de Produção do Queijo Artesanal em São João Del Rei
Exames de brucelose e tuberculose realizados em 424 cabeças de gado dos produtores da Região
do Serro 3
132 cabeças na Região de Araxá e 1
205 cabeças em Sabinópolis
Foram coletadas 115 amostras sendo 56 de queijo e 59 de água das quatro regiões Serro
Araxá
Cerrado e Canastra e encaminhadas para análises físico
químicas e microbiológicas para o
Laboratório GMO credenciado pelo IMA
Foram cadastrados pelo IMA 5 produtores na região do Cerrado e 6 produtores na região de
Araxá totalizando 11 produtores cadastrados no ano de 2010
Metas físicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZA Mi
Financeiras
R 150
00
000
R 115
17
549
77
Física
01
01
100
Realizações por elemento de despesa
Material de Consumo
112
2
11
Despesas com alimentação dos participantes
Despesas referentes à aquisição de passagens para os
instrutores
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagem
Serviços Especializados PJ
00
0
1
99
391
1
00
00
504
25
Pagamento de hospedagem para os instrutores
Encargos s Serv de Terceiros
26
669
14
terceiros
Serviços Especializados PF
80
773
70
Pagamento de serviços especializados pessoa fisica
veterinário
30
Pagamento do Laboratório para as análises
Pagamento de impostos de serviços prestados por
Indicadores de Desempenho Valor total das despesas número total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 115
17 número total de beneficiários 141
549
Desempenho do indicador R 819
50 custo médio por beneficiário
E
BOLSA DE ESTUDO
0 SescoopMG incentiva a preparação de dirigentes e empregados das cooperativas através
da capacitação intelectual oferecendo apoio financeiro por meio de bolsas de estudos parciais em
Instituições de Ensino Superior na área de interesse do cooperativismo A meta foi cumprida com
assinatura do Convênio 006
2010 com o objetivo de apoiar 15 alunos no MBA em Gestão do
Cooperativismo
Metas fisicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZACAO
Financeiras
R 80
00
000
RS 38
94
879
77
Física
20
15
75
Realizações por elemento de despesa
Conv
I
Pagamento à Faculdade de parte da bolsa de estudos
Inst priv c Fins Lucrativos
94 I através de Convênio
879
38
Indicadores de Desempenho Valor total das despesas número total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 38
94 número total de beneficiários 15
879
Desempenho do indicador R 00
592 custo médio por beneficiário pelo curso
2
F PROGRAMA DE ORGANIZAÇÃO DO QUADRO SOCIAL
0 objetivo do Projeto de OQS é assessorar as cooperativas mineiras na implantação do
processo de educação e capacitação cooperativista e técnica através da organização de seu quadro
social
Somente com a implantação do processo educativo através da OQS é possível que os
associados sejam informados conscientizados capacitados e responsáveis consolidando o
fortalecimento da identidade cooperativa indispensável para o crescimento e desenvolvimento dos
próprios cooperados e de suas cooperativas e por extensão do sistema cooperativista como um
todo
Metas fisicas e financeiras
META 5 PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZACÁO
Financeiras
21
R
00
000
R 117
85
1
Física
1
0
0
31
Realizações por elemento de despesa
Material de Consumo
Diárias e Hospedagem
0
0
0
00
0
Outras Despesas de Viagem
00
0
Materiais para Treinamento
00
0
Auditoria e Consultoria
00
0
trabalhos a serem desenvolvidos
Serviços Especializados PJ
00
0
Pagamento de palestrantes
Outros Serviços de Terceiros
PJ
85
117
Despesas com alimentação dos participantes
Pagamento de hospedagem para os palestrantes
Reembolso de despesas para o palestrante como por
exemplo km rodado alimentação etc
Locação de espaço e equipamentos para realização da
capacitação
Contratação de consultor para acompanhamento dos
Contratação de serviços não especializados de pessoa
jurídica
Pagamento parcial de bolsa de estudos através de
Conv Inst priv c Fins Lucrativos
00
0
Convênio
0 Projeto é divulgado para todas as cooperativas agropecuárias mineiras No ano de 2010
não houve interesse por parte das cooperativas o que levou ao cancelamento do mesmo A despesa
apresentada referese à divulgação do Projeto
G
REUNIÕES TÉCNICAS
A meta reuniões técnicas
foi criada visando possibilitar a realização de demandas
surgidas ao longo do exercício e não previstas
Geralmente são temas relevantes nos diversos segmentos do cooperativismo que necessitam
serem discutidos com as cooperativas
Foram realizadas as seguintes reuniões
Evento
Reunião Técnica
Procap agro
Data
Cidade
Objetivo
2010
02
26
Belo
Esclarecer as cooperativas sobre o Programa de
Capitalização das Cooperativas Agropecuárias
ProcapAgro do Governo Federal
Avaliar o planejamento de 2009 Definir os
eventos por gerência para o Ano 2010
Aprimorar a integração entre as gerências
Esclarecer as cooperativas sobre o Programa de
Capitalização das Cooperativas Agropecuárias
ProcapAgro do Governo Federal
Horizonte
Reunião Técnica Planejamento
das Ações de 2010
Reunião Técnica
Reunião
Conjunta das Câmaras de Leite
28 e 29
2009
08
Belo
Horizonte
2010
02
23
Belo
Horizonte
OCBCBCL
Metas tísicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZA k0
Financeiras
R 36
00
000
R 16338
24
45
Física
04
03
75
32
Realizações por elemento de despesa
Material de Consumo
536
5
33
Despesas com alimentação dos participantes
Despesas referentes à aquisição de passagens para os
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagem
Serviços Especializados PJ
051
2
26
palestrantes
87
1
3
28
400
5
00
Pagamento de hospedagem para os palestrantes
Pagamento de palestrantes
Pagamento de impostos de serviços prestados por
Encargos s Serv de Terceiros
78
21
terceiros
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 16
24 número total de beneficiários 122
138
Desempenho do indicador R 132
28 custo médio por beneficiário
H
CICLO DE PALESTRAS
A meta Ciclo de Palestras referese a ações realizadas para as cooperativas registradas e
regulares com o Sistema A partir de uma demanda o Sescoop envia um palestrante para atender à
solicitação Os temas são variados sendo o cooperativismo o assunto mais apresentado
As palestras são realizadas para funcionários associados e dirigentes
Metas físicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZACÃO
Financeiras
R 21
00
000
R 20
17
800
99
Física
03
10
333
Realizações por elemento de despesa
Material de Consumo
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagem
Outras Despesas de Viagem
Serviços Especializados PJ
00
553
965
1
87
50
294
385
1
80
00
300
15
Outros Serviços de Terceiros PJ
00
356
Encargos s Serv de Terceiros
00
945
Despesas com alimentação de palestrante
Despesas referentes à aquisição de passagens para os
palestrantes
Pagamento de hospedagem para os palestrantes
Reembolso de despesas para o palestrante como por
exemplo km rodado etc
Pagamento de palestrantes
Contratação de serviços não especializados de pessoa
jurídica
Pagamento de impostos de serviços prestados por
terceiros
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 20
00 número total de beneficiários
800
003
2
Desempenho do indicador R 10
38 custo médio por beneficiário
33
No caso do Ciclo de Palestras o custo médio por beneficiário é baixo uma vez que a
responsabilidade de disponibilização do local para realizála é de demandante ficando a cargo do
SescoopMG as demais despesas
I VIAGEM DE INTERCÂMBIO
0 Sescoop MG vem permanentemente preparando os dirigentes e líderes do Sistema para
terem uma visão globalizada da gestão de suas cooperativas com vistas à criação de novas
oportunidades para o incremento da cooperação internacional nas áreas de formação e treinamento
de recursos humanos transferência de tecnologia e comércio exterior
Dentro dessa perspectiva o Sescoop participou da Fruit Logística 2010 importante feira do
setor frutícola mundial em Berlim A participação na feira proporcionou às cooperativas buscar um
canal de comercialização para seus produtos em especial a banana 0 intercâmbio propiciou ainda a
aproximação das cooperativas participantes que sinalizaram a necessidade de priorizar a
intercooperação Uma vez que estão na mesma atividade uma focará a produção e a outra o
beneficiamento 0 grupo visitou ainda o Centro de Distribuição Intermachê em Lisboa onde
constataram abertura de mercado para a banana prata anã
A segunda missão participou da XVII Conferência Regional da Aliança Cooperativa
Internacional ACI Américas em Buenos Aires A Conferência foi centro de debates sobre
ambientalismo e política entre as cooperativas das três Américas Norte Central e Sul e contou
ainda com a participação de brasileiros como palestrantes em vários painéis
Metas fisicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZA CÃO
Financeiras
R 246
00
000
R 244
73
538
99
Física
02
02
333
Realizações por elemento de despesa
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagem
Auxílios Educacionais
74
53
427
40
944
156
80
166
13
Despesas referentes à aquisição de passagens para os
participantes das missões
Pagamento de hospedagem e diária
Pagamento de inscrições em eventos
Indicadores de Desempenho Valor total das despesas número total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 244
73 número total de beneficiários 23
538
Desempenho do indicador R 10
11 custo médio por beneficiário
632
J PRODUÇÃO DE MATERIAL
Meta realizada com a impressão de mil Relatório de Atividades do Sistema com o
objetivo de divulgar e dar publicidade às cooperativas e sociedade em geral das ações realizadas
durante o exercício de 2010
34
Metas físicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACÁO
Financeiras
R 13
00
000
R 12
00
820
99
Física
01
01
100
Realizações por elemento de despesa
Serv e Divulg Institucionais
00 1 Criação e impressão de Material
820
12
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 12
00 número total de beneficiários
820
000
1
Desempenho do indicador R 12
82 custo médio por beneficiário
L CONVÊNIOS
0 SescoopMG apoiou financeiramente parte dos Projetos de Capacitação das Centrais e
Federações mineiras para o desenvolvimento de ações específicas junto às suas filiadas e projetos
de eventos isolados de cooperativas que sejam consonantes com os seus objetivos Foram assinados
27 convênios que beneficiaram 42
102 pessoas em 202 ações realizadas Os convênios encontram
se relacionados no Anexo I
Metas físicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACAO
Financeiras
R 000
300
2
00
R 545
820
1
25
79
Física
400
4
102
42
957
Realizações por elemento de despesa
Conv Inst Priv s Fins Lucrativos
I
25 I Pagamento de Convênios
545
L820
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 545
820 número total de beneficiários
1
25
102
42
Desempenho do indicador R 43
24 custo médio por beneficiário
35
2 Investimento em Promoção Social
1
5
As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 331
Proteção e
Beneficios ao Trabalhador Programa 0108 Melhoria da Qualidade de Vida do Trabalhador
ações 8954 Atividades Desportivas e Sócio Culturais
Melhoria da Qualidade de Vida do Trabalhador
As atividades de promoção social do Sescoop extrapolam a dimensão econômica da
atividade associativa Por meio de projetos educativos ações culturais e de lazer a entidade ajuda a
melhorar a qualidade de vida não só dos cooperados e de seus familiares mas também da
comunidade na qual a cooperativa está inserida
Para o desenvolvimento do programa foram previstas ações nas áreas cultural lazer e
educação beneficiando 7
800 com um investimento de um milhão quinhentos e vinte e quatro mil
reais
A seguir estão detalhadas todas as ações de promoção social realizadas pelo Sistema onde
foram beneficiadas 64
136 pessoas com um investimento de um milhão trezentos e quarenta e dois
mil setenta e nove reais e quarenta e dois centavos
A
ENCONTRO DE JOVENS E MULHERES
Em cumprimento à meta realizouse o X Encontro Estadual de Jovens Cooperativistas
Mineiro e o IX Encontro Estadual de Mulheres Cooperativistas Mineiro A cada encontro buscase
um foco para ser trabalhado
0 tema abordado nos encontros foi Liderança e Gestão Cooperativa que contou com a
participação de 288 jovens e 265 mulheres envolvendo ao todo 189 cooperativas
Evento
X Encontro Estadual de
Data
Cidade
Objetivo
13 a 16
2010
07
Araxá
Desenvolver consciência cooperativista e visão sistêmica
das relações internas e externas de uma cooperativa no
mercado preparando futuros associados e dirigentes para
uma atuação mais compromissada com a cooperativa
transformando desafios em oportunidades
09 a 01
28
2010
10
Araxá
Desenvolver nas mulheres participantes consciência
cooperativista e visão sistêmica das relações internas e
externas de uma cooperativa no mercado preparando
futuras associadas e dirigentes para uma atuação mais
compromissada com a cooperativa transformando
desafios em oportunidades
Jovens Cooperativistas
Mineiros
IX Encontro Estadual de
Mulheres
Cooperativistas
Mineiras
Metas fisicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZA Â0
Financeiras
R 700
00
000
R 652
46
149
93
Física
02
02
100
36
Realizações por elemento de despesa
Beneficies Sociais
144
1
21
55
07
435
Material de Consumo
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagem
Outras Despesas de Viagem
20
476
47
293
19
358
60
22
Pagamento de seguro de vida para evento fora de BH
Despesas com alimentação dos participantes
Despesas referentes locação de ônibus para os
participantes
Pagamento de hospedagem para os palestrantes
Reembolso de despesas para os facilitadores
Locação de espaço e equipamentos para realização da
Locações
Materiais para Treinamento
Serv e Divulgações Institucionais
Serviços Especializados PJ
04
585
121
00
720
81
Pagamento dos facilitadores
Outros Serviços de Terceiros PJ
13
398
30
Contratação de serviços não especializados de pessoa
jurídica
Pagamento de impostos de serviços prestados por
70
0
5
65
362
2
00
Encargos s Serv de Terceiros
082
6
32
Serviços Especializados PF
500
7
00
capacitação
Materiais para utilização nas oficinas de trabalho
Criação e impressão dos folders de divulgação
terceiros
Contratação de serviços especializados de pessoa
física
Indicadores de Desempenho Valor total das despesas número total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 652
46 número total de beneficiários 553
149
Desempenho do indicador R 30
179 custo médio por beneficiário
1
B
TORNEIO ESPORTIVO
0 Sistema realiza anualmente o Coopsportes
Esportes Cooperativos de Minas Gerais com
a finalidade de despertar e estimular no sistema a cultura da cooperação e do cooperativismo
estimulando a integração de dirigentes empregados e associados das cooperativas do Estado de
Minas Gerais A ação contribui para a difusão e desenvolvimento do esporte no sistema e promove
a intercooperação
0 torneio acontece em duas etapas e uma final o que proporciona a participação de um
maior número de cooperativas mineiras Em função do trabalho dos participantes o torneio ocorre
de
sextafeira
a
domingo
Em
2010
participaram
36
cooperativas
e
862
dirigentes associadosempregados de cooperativas
Metas fisicas e financeiras
META 8 PREVISTA S REALIZADA F
DE REALIZACAO
Financeiras
R 260
00
000
R 223
06
026
86
Física
03
03
100
37
Realizações por elemento de despesa
Alimentação dos participantes e compra de material
Material de Consumo
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagem
83
71
618
402
2
10
00
541
56
Locações
00
736
13
Materiais para Treinamento
Serv e Divulgações Institucionais
12
47
606
923
1
18
Serviços Especializados
92
349
36
Locação de veículo
Hospedagem participantes
Aluguel de espaço e materiais diversos para a
realização do torneio
Aquisição de bolsas para o torneio
Impressão de material para divulgação
Contratação de empresa especializada em organização
e condução de torneio esportivo
Serviços de Transporte
120
1
00
Contratação de carreto para transporte dos materiais
para o torneio
Outros Serviços de Terceiros PJ
124
9
37
PJ
Encargos s Serv de Terceiros
Serviços Especializados PF
82
963
640
4
49
esportivo
Contratação de serviços não especializados pessoa
jurídica
Pagamento de impostos de serviços prestados por
terceiros
Contratação de serviços especializados pessoa fisica
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 233
06 número total de beneficiários 862
026
Desempenho do indicador R 270
33 custo médio por beneficiário
C
COOPERATIVISMO E ARTE NOS PARQUES DE 811
Com o objetivo de promover momentos de descontração e lazer não apenas para os
cooperativistas e seus familiares mas também para a sociedade em geral criouse o Projeto
Cooperativismo e Arte nos Parques de BH
Em parceria com a Fundação de Parques de Belo Horizonte e Prefeitura Municipal é
escolhido um parque da cidade para realização das atividades Durante uma manhã de sábado o
SescoopMG realiza atividades de saúde lazer e promove uma apresentação musical de uma
cooperativa de músicos para os freqüentadores do parque São distribuídos materiais informativos
sobre o Sistema Ocemg
SescoopMG com o objetivo de divulgar a doutrina e filosofia do
cooperativismo
Em 2010 foram realizadas 07 apresentações com uma participação estimada de 5
700
pessoas
Metas fisicas e financeiras
META S PREVISTAS REALIZADA E
DE REALIZA Â0
Financeiras
R 200
00
000
R 197
76
947
99
Física
05
07
140
38
Realizações por elemento de despesa
Material de Consumo
48
933
40
7
4
38
Passagens e Locomoções
Locações
Serviços de Transporte
Outros Serv de Terceiros
00
254
60
956
3
00
PF
Outros Serviços de Terceiros PJ
Encargos s Serv de Terceiros
00
393
12
74
745
104
14
927
10
Despesas de combustível e compra de água
Locação de veículo
Locação de equipamentos e materiais para realização
do evento palco banheiro químico etc
Contratação de carreto para transporte dos materiais
Contratação de serviços não especializados pessoa
fisica
Contratação de serviços não especializados pessoa
jurídica
Pagamento de impostos de serviços prestados por
terceiros
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 197
76
947
número total de beneficiários
700
5
41
Desempenho do indicador R 34
73 custo médio por beneficiário
D PROMOÇÃO SOCIAL LAZER
Dentro das ações de promoção social integração e valorização dos cooperativistas foi
exibida a peça teatral Acredite um espírito baixou em mim para cooperativas das cidades de
Betim Ouro Preto Ituiutaba São Lourenço Belo Horizonte Muriaé Lavras e Guanhães
oferecendo cultura e lazer para as cooperativas e seu quadro social
Compareceram às apresentações 4
859 pessoas entre familiares empregados e associados
envolvendo cooperativas
Metas físicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E 0 DE REALIZA CÃO
Financeiras
R 179
00
000
R 144
58
771
81
Física
06
08
133
Realizações por elemento de despesa
Beneficios Sociais
05
2
3
13
24
541
130
3
93
Material de Consumo
Passagens e Locomoções
620
2
54
Diárias e Hospedagens
Locações
Serv e Divulg institucionais
00
700
Serviços de Transporte
Outros Serv de Terceiros
18
00
950
438
6
00
PF
86
479
Pagamento de seguro
Despesas comcombustível
Aluguel de veículo
Pagamento de diárias e hospedagem para o
empregado responsável pelo organização
Locação de espaço físico
Impressão de material de divulgação e ingressos
Contratação de carreto para transporte para transporte
das doações
Contratação de serviços não especializados pessoa
física
Contratação de serviços não especializados pessoa
Outros Serviços de Terceiros PJ
Encargos s Serv de Terceiros
52
585
108
44
112
39
jurídica
Pagamento de impostos de serviços prestados por
terceiros
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 144
58
771
número total de beneficiários
859
4
Desempenho do indicador R 29
80 custo médio por beneficiário
E
DIA DE COOPERAR
0 Projeto Dia C Dia de Cooperar foi uma iniciativa do SescoopMG com o apoio e a
participação efetiva das cooperativas do estado e teve como objetivo promover e estimular a
integração das ações voluntárias de todas as cooperativas cooperados colaboradores e familiares
num grande movimento da solidariedade cooperativista visando contribuir para a melhoria da
comunidade
A intenção é que a partir dessa campanha pelo menos uma vez por ano todos se mobilizem
para realizar novas ações voluntárias com o envolvimento cada vez maior de todo o setor
consolidando mais urna prática de responsabilidade social das cooperativas sem prejuízo das ações
individuais e cotidiana
0 Projeto contou com a adesão e participação de 182 cooperativas em todo o estado
beneficiando cerca de 51
000 pessoas o que superou a expectativa do Sistema
Metas físicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZACÃO
Financeiras
R 98
00
000
R 92
96
165
94
Fisica
01
01
100
Realizações por elemento de despesa
00
132
Despesas de Comunicação
Material de Consumo
06
896
15
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagens
70
2
1
21
70
506
Locações
Materiais e Divulgação
584
5
00
Materiais para Treinamento
20
00
351
00
380
10
Serv e Divulg institucionais
64
192
11
Outros Serviços de Terceiros
PI
00
798
26
Encargos s Serv de Terceiros
46
93
Outras Despesas Tributárias
40
10
Despesas com correios
Despesas com combustível e com a publicaçãodo Dia
C
Pagamento de passagem da consultora
Pagamento de hospedagem para consultora
Locação de material de logística para realização do
Projeto
Despesas com camisetas botons e cartilha
Aquisição de troféus
Criação e impressão de material gráfico para o
Projeto
Pagamento de serviços não especializados de pessoa
jurídica
Pagamento de impostos de serviços prestados por
terceiros
Taxa
40
BHTRANS
realização do Evento
para
liberação
da
rua
para
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 92
968
165
número total de beneficiários
000
51
Desempenho do indicador R 1
81 custo médio por beneficiário
F PROGRAMA DE EDUCAÇÃO COOPERATIVISTA
ENSINO FUNDAMENTAL
Com o propósito de construir conceitos e práticas pedagógicas e cooperativistas na escola
na família e na comunidade para desenvolver a cultura da cooperação o Projeto de Educação
Cooperativista é uma proposta pedagógica que permeará todo o processo educativo do projeto
político pedagógico das escolas municipais do ensino fundamental Ele se resume em educar para
cooperar cooperar para crescer e crescer para ser
0 projeto é uma parceria do Sescoop
MG Secretarias Municipais de Educação e Escolas
envolvidas É um trabalho em rede de envolvimento dos alunos dos professores dos profissionais
e parceiros para melhoria da escola e da comunidade dando visibilidade das ações cooperativistas
na localidade A temática será iniciar a cultura da cooperação e compreender a realidade local
Serão beneficiados 1
162 estudantes de 31 escolas nas cidades de Belo Horizonte
Esmeraldas e João Monlevade
Para implantação e desenvolvimento do Projeto em 2010 foram realizadas visitas às 31
escolas 02 palestras sobre Cooperativismo João Monlevade e Esmeraldas reuniões com os
dirigentes das cooperativasescolas e secretários municipais de Esmeraldas João Monlevade e
CoopenBH pesquisas sobre metodologias e materiais didáticos a serem adotados e elaboração de
instrumentos de acompanhamento e avaliação
Metas físicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZA Â0
Financeiras
R 87
00
000
R 32
60
018
37
Física
01
01
100
Realizações por elemento de despesa
Material de Consumo
404
89
40
758
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagens
Outras Despesas de Viagem
Auditoria e Consultoria
24
624
07
671
00
240
24
PJ
684
1
00
Encargos s Serv de Terceiros
636
3
00
Serviços Especializados
41
Despesas com combustível refeição e lanches
Locação de veículo
Pagamento de hospedagem da consultora e da diária e
hospedagem da técnica responsável
Reembolso de despesas para consultora
Pagamento da Consultora contratada para auxiliar no
desenvolvimento do Programa
Contratação de palestrante
Pagamento de impostos de serviços prestados por
terceiros
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 32
60 número total de beneficiários
018
162
1
Desempenho do indicador RS 27
55 custo médio por beneficiário
3 Investimentos em Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas
1
5
As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 333 Empregabilidade
Programa 0773 Gestão das Políticas de Execução Financeira Contábil de Controle Interno ação
8979 Monitoramento Supervisão Auditoria e Controle de Cooperativas
Gestão das Políticas de Execução Financeira Contábil de Controle Interno
As atividades de monitoramento e desenvolvimento de cooperativas têm corno principal
objetivo a manutenção da qualidade da gestão das empresas cooperativas preservando sua
credibilidade perante terceiros e a transparência ante o quadro social Buscase ainda assegurar a
longevidade das cooperativas
A qualidade da gestão é perseguida mediante processos que envolvem a constituição o
registro o sistema de acompanhamento e a auditoria de gestão incluindo também a análise de
cenários econômicos e dos meios de conduzir os negócios nos diversos ambientes onde atuam
Esses processos combinam se ao monitoramento das cooperativas que busca proporcionar
melhores níveis de eficiência e eficácia com maiores resultados e menos gastos financeiros Outra
meta é garantir que as cooperativas sejam de fato sociedades democráticas atentas aos anseios dos
cooperados sem contudo perder de vista o mercado e os condicionantes econômicos
Para o desenvolvimento desse programa foram previstos investimentos de um milhão cinco
mil e trezentos reais beneficiando 58
160 pessoas
A seguir estão detalhadas todas as ações de monitoramento e desenvolvimento de
cooperativas realizadas pelo Sistema onde foram beneficiadas 59
547 pessoas com investimentos
de setecentos e nove mil duzentos e doze reais e um centavo
A PRODUÇÃO DO ANUÁRIO
Em sua quinta edição o Anuário do Cooperativismo Mineiro 2010 Maiores Cooperativas
de Minas Gerais é uma importante ferramenta de consulta e pesquisa sobre o cooperativismo
mineiro
Os números nele apresentados comprovam não apenas o crescimento do cooperativismo
mineiro como a qualidade dos serviços e produtos oferecidos pelo Sistema
Nessa publicação são apresentadas informações econômicas e sociais do cooperativismo em
Minas Gerais bem como um rankeamento das cooperativas por ramo a partir diversos
indicadores corno por exemplo número de associados capital social ativos totais patrimônio
líquido empregados entre outros
42
Metas fisicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZACAO
Financeiras
R 38
00
000
R 60
00
949
160
Física
01
01
100
Realizações por elemento de despesa
Serv e Divul Institucionais
00
149
19
Serviços Especializados PJ
00
000
37
Outros Serv de Terceiros
PJ
800
4
00
Impressão do Anuário
Contratação de empresa para fazer a pesquisa junto às
cooperativas e tabular os dados
Contratação de empresa para criação diagramação
revisão seleção e tratamento de imagens
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 60
00 número total de beneficiários
949
300
1
Desempenho do indicador R 46
88 custo médio por beneficiário
Apesar de o valor realizado ter extrapolado o valor orçado não houve prejuízo financeiro para a
Entidade
13
PALESTRA DE COOPERATIVISMO
Com o objetivo de orientar os participantes sobre a doutrina e filosofia do cooperativismo e
constituição e registro de cooperativas foram realizadas 32 palestras
As palestras foram ministradas visando atender pessoas e grupos interessados em constituir
ou participar de cooperativas já existentes totalizando 1
107 beneficiários
Metas fisicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE RE
AO
ALIZAC
Financeiras
R 40
00
000
R 35
10
025
88
Física
28
32
114
Realizações por elemento de despesa
Material de Consumo
Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagens
Outras Despesas de Viagem
Serviços Especializados PJ
Encargos s Serv de Terceiros
Serviços Especializados PF
00
14
93
1
1
59
27
768
Reembolso alimentação instrutor
Compra de passagem para os palestrantes
Pagamento de hospedagem para os palestrantes
Reembolso de despesas para o palestrante como por
65 exemplo km rodado etc
884
27 Pagamento de palestrantes pessoa jurídica
00
450
Pagamento de impostos de serviços prestados por
748
3
25
terceiros
000
1
00
Pagamento de palestrantes pessoa fisica
43
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 35
10
025
número total de beneficiários
107
1
Desempenho do indicador R 31
64 custo médio por beneficiário
C
ACOMPANHAMENTO DE COOPERATIVAS
Sempre atento às necessidades das cooperativas mineiras e conforme exigência do item d
inciso XIV do Art 1 da Resolução n 3
739 de 22 de junho de 2009 o SescoopMg firmou
convênio com duas cooperativas agropecuárias visando auxiliá las na contratação de uma
consultoria para elaboração verificação e fundamentação de projeto técnico para pleitear junto ao
Banco do Brasil financiamento no âmbito do Programa de Capitalização das Cooperativas de
Produção Agropecuária Procap Agro com recursos do BNDES
0 objetivo do Programa é promover a recuperação ou a reestruturação da estrutura
patrimonial das cooperativas singulares e centrais exclusivamente de produção agropecuária
agroindustrial aquícola ou pesqueira
Metas físicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REA
Financeiras
R 10
00
000
R 00
600
9
96
Fisica
02
02
100
Realizações por elemento de despesa
Conv Inst Priv s Fins Lucrat
600 I Repasse de recurso através de Convênio
9
00
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 00
600 número total de beneficiários 2
9
140
Desempenho do indicador R 4
49 custo médio por beneficiário
D PROJETO AGLUTINAÇÃO DE COOPERATIVAS
As cooperativas de produtores desempenham um papel importante no agronegócio do leite
no Brasil De acordo com o censo realizado em 2003 pela OCBCBCL são cerca de 354
cooperativas que captam ao redor de 39 do leite produzido no país Entretanto o agronegócio do
leite passa por radicais transformações no Brasil e no mundo afetando a competitividade e a
sobrevivência das cooperativas de leite 0 Sescoop MG busca contribuir para o fortalecimento do
cooperativismo de leite por meio de um trabalho de apoio ao processo de aglutinação de
cooperativas centrais
44
Foi contratada uma consultoria pelo SescoopMG com o objetivo de promover a aglutinação
de cooperativas centrais de leite A atuação da Consultoria no processo teve dois objetivos
facilitar e coordenar o processo de aglutinação de forma independente e sem vieses ou conflitos de
interesse e oferecer apoio técnico com o aporte de modelos genéricos de governança para
viabilizar a aglutinação das cooperativas centrais
As tratativas continuam abertas porém o processo ainda não foi concluído As negociações
da algumas Centrais estão bastante adiantadas mas as outras cooperativas deixaram o acordo por
não concordarem com os valores que teriam na nova empresa
Metas físicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZACÀO
Financeiras
R 00
900
5
R 41
779
5
98
Física
01
01
100
Realizações por elemento de despesa
Material de Consumo
Passagens e Locomoções
Outros Serv de Terceiros
PJ
84
2
3
44
799
1
57
Pagamento de alimentação para os particpantes do
Projeto
Passagem para o consultor
00
735
Contratação de serviços não especializados pessoa
jurídica
Indicadores de Desempenho Valor total das despesas número total de beneficiários
número total de
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 41
779
5
beneficiários
000
55
Desempenho do indicador R 0
10 custo médio por beneficiário
4 Transferência regulamentares de convênios e outros instrumentos análogos
1
5
Todas as transferências de recursos para execução por terceiros foram lançadas no Anexo I e
devidamente informadas na atuação finalística
2 Gestão do Sistema
5
1 Gestão Interna
2
5
Aprimoramento da gestão
A diretoria do Sescoop
MG desde o início de suas atividades buscou uma forma mais
consistente de cumprir seu papel de educação no Sistema Cooperativista Assim é que já em
2000 realizado um censo no cooperativismo mineiro para se conhecer as reais demandas das
foi
cooperativas nos campos da Formação profissional monitoramento e promoção social Nessa busca
45
de um embasamento para desenvolver um portfólio de eventos de acordo com o apresentado
questões pertinentes à gestão estrutura básica da cooperativa perfil dos dirigentes e situação de
diversas áreas da cooperativa também foram questionados
Com base nesse trabalho foi possível desenvolver um planejamento de ações que
atendessem de melhor forma as demandas apresentadas
O modelo serviu de base para a implantação de um planejamento global com o auxílio da
ferramenta PDCA que vem sendo a orientação de todo o trabalho do SESCOOP MG
Outras ferramentas foram agregadas internamente corno adoção de modelo
ainda em
desenvolvimento na administração de recursos humanos incluindo aí o melhor preparo intelectual
do quadro funcional A entidade tem hoje um organograma definido um Plano Diretor para o
período 2009
2013 um Anuário que serve de base para afinar o planejamento com Bse em alguns
critérios pesquisados Dessa pequena explanação podese apurar que o SECOOP
MG conta hoje
com um quadro funcional composto de quarenta 40 empregados e um estagiário para atender as
781 cooperativas regulares e adimplentes quase um milhão 000
000 de cooperados e cerca de
1
trinta mil 30
000 empregados
Gestão de tecnologia da informação
A gerência de informática do SescoopMG conta com 04 profissionais sendo 03 efetivos e
um estagiário que cuidam da parte de atendimento e suporte aos usuários internos da entidade
O principal foco da atuação na tecnologia da informação no ano de 2010 foi o
desenvolvimento e implantação de plataforma tecnológica tanto de hardware e software para
armazenamento de todos os dados entidade visando uma maior segurança e maior agilidade na
execução das tarefas e elevando os níveis de confiança
Infraestrutura
Para aprimorar os mecanismo de gestão do patrimônio da instituição o SescoopMG
passou utilizar efetivamente o módulo controle patrimonial através do sistema Zeus passou se
também utilizar o módulo de controle materiais que possibilitou melhoria no processo de
compras e licitações
Sistema de controle interno
Os procedimentos e instruções operacionais são padronizados estão postos em documentos
formais e são essenciais para consecução dos objetivos da entidade e dão suporte a ao bom
funcionamento da instituição
O sistema conta com uma auditoria interna que atua in loco e diariamente na entidade
proporcionando ações preventivas e corretivas e monitoramento dos processos
A gestão da comunicação interna atua para dar visibilidade missão visão e aos objetos
institucionais objetivando a divulgação e fortalecimento do cooperativismo
As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 122
Administração
Geral Programa 0106
Gestão da Política de Trabalho e Emprego ação 8911 Gestão
Administrativa
46
Metas fisicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZACÃO
Financeiras
R 466300
00
R 394
36
668
85
Física
01
01
100
Realizações por elemento de despesa
Vencimentos e Remunerações
00
286440
Salário 13 Salário Ferias e abono Constitucional
Encargos Sociais Patronais
17
035
93
INSS FGTS PIS sobre Salário Ferias e 13 Salário
Beneficies Sociais
21
383
14
Médica Odont e Laboratório
Vale Transporte Vale Refeição Alimentação seguro de Vida Assist
Encargos s Serv de Terceiros
98
809
INSS sobre Cooperativa de Trabalho INSS sobre Serv Autonomo
Meta cumprida com o pagamento de despesas com a Superintendência
As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 125 Nonnatização e
Fiscalização Programa 0106 Gestão da Politica de Trabalho e Emprego ação 8938 Gestão
do Processo de Planejamento Institucional
Metas fisicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZACÃO
Financeiras
R 27
00
000
R 25
395 36
94
Física
01
01
100
Realizações por elemento de despesa
Despesas c
Dirig e Conselheiros
Material de Consumo
00
474
Outras Despesas de Viagem
Outros Serv de Terceiros
00
988
19
PJ
909
4
00
36
24
Ajuda de Custos
Combustíveis e Lubrificantes Refeições e Lanches
Alimentação Reembolso Utilização de Veículo Próprio
Cartório Copias e Encadernações Outros Serv de Terceiros
Meta cumprida com a realização de seis reuniões previstas para o exercício e o pagamento
da ajuda de custo e despesas com o Conselho Administrativo
Administração
As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 122
Geral Programa 0750
Apoio Administrativo ação 8901 Manutenção dos Serviços
Administrativos
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZACÃO
Financeiras
R 179
015
3
00
R 425
356
2
98
78
Física
01
01
100
47
Realizações por elemento de despesa
Vencimentos e Remunerações
Encargos Sociais Patronais
067
1
65
067
338
32
913
Salário 13 Salário Ferias e abono Constitucional
Remunerações Variáveis
187
6
28
Horas Extras
Benefícios Sociais
60
644
21
Vida Assi Médica Odont e Laboratório
Ocupação e Serviços Públicos
74
788
105
Água e Esgoto Energia Elétrica
Despesas de Comunicação
41
024
117
TV Cabo Serv Telefonia Serv Postais e Malotes
61
508
86
Combustíveis e Lubrificantes Gás Material de Copa
Limpeza e Refeitório Material de Expediente Material de
Informática Refeições e Lanches Uniforme e Fardamento
INSS FGTS PIS sobre Salário Ferias e 13 Salário
Vale Transporte Vale Refeição Alimentação seguro de
Assinatura de Jornais Revista e Site Serv Internet Intranet e
Material de Consumo
Locação de Veículo Passagens Internacionais Passagens
Nacionais Pedágios Serv de Transportes Transporte
Passagens e Locomoções
041
9
76
Urbano Outras Despesas com Passagens e Locomoções
Diárias e Hospedagens
061
1
50
Diária de Viagens Nacionais Hospedagens Nacionais Diárias
de Viagens Internacionais Hospedagens Internacionais
Outras Despesas de Viagem
00
240
Alimentação Reembolso Utilização Veículo Próprio
Serv e Divulg institucionais
552
9
04
Gráficos
Auxílios Educacionais
390
2
00
Cursos de Capacitação Taxa de inscrição em eventos
Auditoria e Consultoria
02
329
19
Auditoria Consultoria
Anúncio Divulgação Propaganda e Publicidade Serv
Serv Médico e Laboratoriais Serv Informática Serv
Serviços Especializados
PJ
Serviços de Transportes
80
621
17
Instrutor Outros Serv Especializados
50
2
Estacionamento Frete e Carretos
Limpeza e Conservação Manutenção de Equipamento de
Comunicação Manutenção de Equipamento de Informática
Serviços Gerais
44
953
214
PJ
Manutenção de Maquinas e Equipamentos Manutenção de
Mobiliário Manutenção Predial Seguros Patrimoniais
Vigilância
51
245
12
27
81
844
Estagiários
Cartório Copias e Encadernações Outros Serv de Terceiros
INSS sobre Cooperativa de Trabalho INSS sobre Serv
Encargos s Serv de Terceiros
Serviços Gerais PF
Imp Taxas e Contrib Municip
Outras Despesas Tributárias
Despesas Financeiras
980
7
30
00
1
4
03
Autonomo
Bens Intangíveis
Estagiários
Outros Serv de Terceiros
PJ
Manutenção Predial
IPTU e taxas
550
46
240
2
72
Taxa e Emolumentos
07
260
12
Despesa Bancária
35
921
10
Direitos de Uso de Softwares
Obras e Instalações
09
298
13
Instalações
Equipamentos de Informática Máquinas e Equipamentos
Bens Móveis
44
989
32
Mobiliário
Auxílio Financeiro a Estudante
56
665
23
Ensino Superior Graduação Ensino Superior Pós
Graduação Outros Auxílios Financeiros a Estudantes
Manutenção de Serviços Administrativos cobriram as despesas de manutenção da estrutura
física e remuneração de pessoal
48
Geral
As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 122
Administração
Programa 0750 Apoio Administrativo ação 8910 Ações de Informática
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZAÇÃO
Financeiras
R 238
00
600
RS 78
05
452
33
Física
01
01
100
Realizações por elemento de despesa
Combustíveis e Lubrificantes Gás Material de Copa Limpeza
e Refeitório Material de Expediente Material de Informática
Material de Consumo
24
274
20
Refeições e Lanches Uniforme e Fardamento
Serv Médico e Laboratoriais Serv Informática Serv
Serviços Especializados
PJ
55 006
00
Instrutor Outros Serv Especializados
Limpeza e Conservação Manutenção de Equipamento de
Comunicação Manutenção de Equipamento de Informática
Manutenção de Maquinas e Equipamentos Manutenção de
Serviços Gerais
PJ
Outros Serv de Terceiros
PJ
622
1
71
Mobiliário Manutenção Predial Seguros Patrimoniais
Vigilância
549
1
10
Cartório Copias e Encadernações Outros Serv de Terceiros
Ações de Informática foram pagos os suprimentos necessários para o desenvolvimento de
todas as atividades da entidade e a licença do programa de folha de pagamento e serviços de
internet
Normatização e
As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 125
Fiscalização Programa Programa 0773 Gestão das Políticas de Execução Financeira Contábil e
de Controle Interno
Ação 8914
Serviços de Administração e Controle Financeiro
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZAÇÃO
Financeiras
R 19
00
000
RS 15
84
810
83
Física
01
01
100
Realizações por elemento de despesa
Despesas c
Dirig e Conselheiros
80
890
14
Ajuda de Custos
Material de Consumo
60
189
Combustíveis e Lubrificantes Refeições e Lanches
Outras Despesas de Viagem
00
720
Alimentação Reembolso Utilização de Veículo Próprio
Outros Serv de Terceiros
44
10
Cartório Copias e Encadernações Outros Serv de Terceiros
PJ
Meta cumprida com a realização de seis reuniões previstas para o exercício e o pagamento
da ajuda de custo e despesas com o Conselho Fiscal
49
2 DivulgaçãoComunicação
5
As realizações aqui descritas são aquelas vinculadas à Subfunção 131
Comunicação
Social Programa 0253 Serviços de Comunicação de Massa ação 8919 Divulgação de Ações
Institucionais
Divulgação de Ações Institucionais
Para o desenvolvimento desse programa foram previstos investimentos de quatrocentos e
vinte e nove mil reais beneficiando 60
130 pessoas
A seguir estão detalhadas todas as ações desse Programa onde foram beneficiadas 61
184
pessoas com investimentos trezentos e cinquenta e oito mil duzentos e quinze reais e setenta e
quatro centavos
A JORNAL COOPERAÇÃO
Com a impressão de 36 mil unidades do Cooperação a meta foi cumprida integralmente 0
jornal é o principal meio de divulgação do cooperativismo junto às cooperativas registradas
entidades de classe órgãos de imprensa estadual deputados federais e estaduais autoridades entre
outros
Metas físicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZA CÃO
Financeiras
14 92
00
000
R 73
93
587
80
Física
000
36
000
36
100
Realizações por elemento de despesa
Despesas de Comunicação
Material de Consumo
Serv e Divulg Institucionais
Outros Serv de Terceiros
PJ
23
00
640
890
1
00
48
201
31
00
856
16
Despesas com os Correiros para envoi do Jornal
Aquisição de plático para embalar o Jornal
Pagamento de impressão do Jornal
Contratação de serviços de fotografia
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 73
93
587
número total de beneficiários
000
36
Desempenho do indicador R 2
04 custo médio por beneficiário
B ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO
Os serviços de comunicação do Sescoop MG são terceirizados executados por empresa
especializada e contratada através de licitação Meta cumprida com a realização das ações propostas
no Contrato 066
07
50
Metas fiisicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E DE REALIZACAO
Financeiras
R 66
00
000
RS 50
20
481
76
Física
830
784
94
Realizações por elemento de despesa
Serviços Especializados
00 I Pagamento da empresa licitada
481
50
PJ
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 50
20 número total de beneficiários 784
481
Desempenho do indicador R 64
38 custo médio por beneficiário
C OUTRAS DIVULGAÇÕES INSTITUCIONAIS
A meta Outras Divulgações
Institucionais
refere se a participação
institucional
do
SescoopMG em feiras e congressos com montagem de estande nos seguintes eventos
Congresso Panamericano do Leite no período de 22 a 25
2010 em Belo Horizonte
03
Interleite 2010 de 19 a 21
2010 em Uberlândia
08
XXIII SUEMG
Simpósio das Unimeds de Minas Gerais de 11 a 13
2010 em Poços de
08
Caldas
8 Seminário das Cooperativas de Crédito do Sistema Crediminas de 24 a 26
2010 em Belo
11
Horizonte
Metas físicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZACÁO
Financeiras
R 90
00
000
RS 74
53
126
82
Física
000
2
000
3
150
Realizações por elemento de despesa
Ocupação e Serviços Públicos
092
1
00
Material de Consumo
23
146
Passagens e Locomoções
02
867
125
1
60
Diárias e Hospedagens
00
551
55
Locações
Pagamento de taxa de utilização de energia elétrica
para estande
Pagamento de lanches e refeições para o empregado
durante a permanência na feira
Pagamento de passagem para os empregados
trabalharem nas feiras
Pagamento
de hospedagem e diária para os
empregados trabalharem nas feiras
Locação de estandes personalidades e equipamentos
para o estande
Confecção de brindes e impressão digital para o
Materiais e Divulgação
Serv e Divulg Institucionais
630
5
00
Outros Serv de Terceiros
090
9
88
PJ
Encargos s Serviços de Terceiros
00
620
80
3
51
estande
Impressão de material gráfico para a feira
Pagamento de serviços não especializados de pessoa
jurídica
Pagamento de impostos de serviços prestados por
terceiros
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 74
53 número total de beneficiários
126
000
3
Desempenho do indicador R 24
71 custo médio por beneficiário
D
DIA INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO
0 Dia Internacional do Cooperativismo é comemorado em todo o mundo no primeiro
sábado do mês de julho
Para enaltecer a data o Sistema OcemgSescoopMG realizou no dia 01 de julho de 2010
uma solenidade que reuniu autoridades cooperativistas e políticas como o governador e vice
governador do Estado de Minas Gerais deputados gestores e presidentes de cooperativas 0 evento
contou com a presença aproximada de 600 pessoas e contribuiu de maneira singular para a difusão
da doutrina cooperativista Na ocasião foram homenageadas as cooperativas cinquentenárias do
ano e entregue a Medalha Paulo de Souza Lima condecoração concedida a pessoas que se destacam
no serviço cooperativo
Metas tísicas e financeiras
META 8 PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZA AO
Financeiras
R 58
00
500
R 58
45
390
99
Física
01
01
100
Realizações por elemento de despesa
027
2
05
Despesas de Comunicação
Despesas com os Correios
Despesas com alimentenção
e
organização
Material de Consumo
90
193
17
solenidade
Locações
10
783
21
Locação do espaço de realização da solenidade
Criação e impressão de material gráfico
Serv e Divulg Institucionais
826
5
40
da
para
solenidade
Contratação de serviços não especializados pessoa
Outros Serv de Terceiros
PJ
00
560
11
jurídica
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 58
45 número total de beneficiários 600
390
Desempenho do indicador R 97
32 custo médio por beneficiário
E MATERIAL DE DIVULGAÇÃO
Meta cumprida com a produção de material gráfico institucional e a confecção de brindes
diversos como mouse pad chaveiros canetas bonés entre outros para divulgação do Sescoop nas
ações externas
52
Metas fisicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZAÇÃO
Financeiras
R 76
00
000
R 69
13
466
99
Física
03
03
100
Realizações por elemento de despesa
Material de Consumo
450
00
13
466
56
900
4
00
Materiais e Divulgação
Serv e Divulg Institucionais
Outros Serv de Terceiros
PJ
650
7
00
Compra de material para utilização nas embalagens
dos brindes
Aquisição de brindes e
Impressão de flyer e folder institucional
Contratação de serviços de pessoa jurídica criação
peças gráficas
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 69
13 número total de beneficiários
466
500
20
Desempenho do indicador R 3
89 custo médio por beneficiário
F EXPOSIÇÃO COOPERATIVISMO
LANÇAMENTO DO ANUÁRIO
Em cumprimento a meta foi organizada uma exposição sobre o cooperativismo mineiro e a
história do Sescoop sua trajetória e importância para o desenvolvimento das cooperativas em
comemoração aos seus dez anos de criação
Na mesma oportunidade foi feito o lançamento oficial para as cooperativas e imprensa do
Anuário do Cooperativismo Mineiro 2010
Maiores Cooperativas de Minas Gerais importante
ferramenta de consulta e pesquisa sobre o cooperativismo mineiro
Metas físicas e financeiras
META S PREVISTA S REALIZADA E
DE REALIZAÇÃO
Financeiras
RS 46
00
500
R 32
50
163
69
Física
300
300
100
Realizações por elemento de despesa
Material de Consumo
Locações
Serv e Divulg Institucionais
Outros Serv de Terceiros
13
90
814
160
7
00
625
8
00
Despesas com alimentação com participantes
Locação de mobiliário para a solenidade
Impressão de material gráfico para solenidade
Pagamento de serviços não especializados pessoa
PF
372
1
00
Outros Serv de Terceiros PJ
20
917
Pagamento de serviços não especializados pessoa
jurídica
Pagamento de impostos de serviços prestados por
Encargos s Serv de Terceiros
40
274
terceiros
53
fisica
Indicadores de Desempenho Valor total das despesasnúmero total de beneficiários
Cálculo do indicador Valor total das despesas R 32
50 número total de beneficiários 300
163
Desempenho do indicador R 107
21 custo médio por beneficiário
5 Outras informações consideradas relevantes para demonstrar a conformidade e o
3
2
desempenho da unidade
Abaixo apresentados alguns gráficos demonstrando o desempenho do Sescoop
MG em
2010
IX
EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE PESSOAS BENEFICIADAS
Evolução do número de pessoas beneficiadas nos 8 últimos anos
000
250
286
233
000
200
342
000
150
000
100
000
50
737
52
0
2002
2010
Tnc Sacoop
Fo
MG
54
X AÇÕES PREVISTASREALIZADAS
Ações Previstas Ações Realizadas por Área 2010
250
200
150
100
50
eeped1aç o
Moibnmenb
Rum
1
05o2
Pmfo9nml
InsliWdmal
D12010000
dP A4Oee Reveste
Iw
ffi
te
rF Ações Realizados
202
3J
22
16
101
11
122
tOJ
R
w
Fone Sescoop
MG
XI PERCENTUAL DAS AÇÕES POR ÁREA
Percentual das Ações por Área 2010
Ca pacitação Profissional
Monitoramento
Promoção Social
Divulgação Institucional
Fonte Seecoop0
10
55
XII
TOTAL DE AÇÕES PREVISTASAÇÕES REALIZADAS
Total de Ações Previstas Ações Realizadas
2010
Ações Previstas
AGees Realizadas
4
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
Fonte Sescoop
MG
3 Indicadores de Desempenho Operacional
5
1 Indicadores de Eficácia
3
5
Nome Índice de Aplicação dos Recursos
IAR
Descritivo calcula o percentual de investimento total realizado em relação ao previsto excluindo
se recursos provenientes do Fundecoop
Fórmula Investimento total realizado
Investimento total previsto
Em RS
2008
2009
2010
064
9
86
595
980
7
68
176
443
9
71
179
00
564
163
13
791
9
00
453
00
535
955
11
86
68
50
81
99
78
Elementos
Investimento Total Realizado
Investimento Total Previsto
Indice de aplicação dos Recursos
IAR
No período de 2008 a 2010 o Sescoop
MG aumentou em 15 o da aplicação dos recursos
em suas atividades
Nome Média de Participantes por Evento MPE
Descritivo calcula o número médio de participantes por evento
Fórmula Total de participantes
Total de Eventos
56
Formação Profissional
Elementos
Total de Participantes
2008
2009
2010
384
26
484
33
419
48
165
216
202
159
155
239
Total de Eventos
Média dêParticipantes por Evento
MPE
Monitoramento
Elementos
Total de Participantes
2008
2009
2010
927
159
461
22
547
59
99
36
36
615
1
624
654
1
Total de Eventos
Média de Participantes por Evento
MPE
Promoção Social
Elementos
Total de Participantes
2008
2009
2010
200
10
414
17
136
64
26
21
22
392
829
915
2
Total de Eventos
Média de Participantes por Evento
MPE
Verificase um crescimento substancial de participantes nos eventos realizados pelo
SescoopMG entre 2008 a 2010 onde destacamos a formação profissional com implemento de
15 e a promoção social em 644
Nome Índice de Aceitação de Apontamentos IAA
Descritivo calcula o percentual dos apontamentos que foram acatados pelas unidades estaduais
auditadas
Fórmula Apontamentos
acatados
Apontamentos realizados
Elementos
2008
2009
2010
xx
xx
xx
Apontamentos Acatados
Apontamentos Realizados
Indice de Aceitação de Apontamentos
IAA
No período não houve apontamentos pelos órgãos de controle e fiscalização
57
2 Indicadores de Eficiência
3
5
Nome Investimento Médio por Participante IMP
Descritivo calcula o valor médio investido em eventos por participante
Fórmula
Investimento total
Total de participantes
Formação Profissional
Em R
2008
2009
2010
741
2
36
469
771
3
51
393
163
4
95
519
384
26
484
33
419
48
R 103
90
R 63
12
1
RS 85
98
2008
2009
2010
61
660
297
14
878
327
01
212
709
Total de Participantes
927
159
461
22
547
59
Investimento Médio pparticipante 1MP
R 1
86
R 14
59
R 11
91
2008
2009
2010
64
836
960
031
1
62
423
342
1
42
079
200
10
414
17
136
64
R 94
19
R 59
23
R 20
92
Elementos
Investimento Total
Total de Participantes
Investimento Médio pparticipante IMP
Monitoramento
Em R
Elementos
Investimento Total
Promoção Social
Em R
Elementos
Investimento Total
Total de Participantes
Investimento Médio pparticipante IMP
Destacamos uma redução significativa nos investimentos médios por participantes
77
e na
efetuados pelo SescoopMG entre 2008 e 2010 nas aéreas de promoção social
devido a otimização dos custos e aumento do número de
formação profissional 17
beneficiários
Nome Investimento Médio por Evento Realizado IME
Descritivo calcula o valor médio investido por evento
Fórmula
Investimento total em eventos
Total de eventos realizados
58
Formação Profissional
Em R
2008
2009
2010
741
2
36
469
771
3
51
393
163
4
95
519
165
216
202
R 16
96
614
R 17
15
460
R 20
49
611
2008
2009
2010
61
660
297
14
878
327
01
212
709
99
36
36
R3
006 67
R 72
107
9
R 19
33
700
2008
2009
2010
64
836
960
031
1
62
423
342
1
42
079
26
21
22
R 36
25
955
R 49
41
115
R 61
003
Elementos
Investimento Total em eventos
Total de Eventos Realizados
Investimento Médio p
Evento Real
IME
Monitoramento
Em R
Elementos
Investimento Total em eventos
Total de Eventos Realizados
Investimento Médio p
Evento Real
IME
Promoção Social
Em R
Elementos
Investimento Total em eventos
Total de Eventos Realizados
Investimento Médio p
Evento Real
IM E
Seguindo tendência apresentada no item acima investimentos médios
investidos aumentaram devido ao maior participação nos eventos
os valores médios
3 Indicadores de Efetividade
5
Nome Índice de Fortalecimento do Sistema IFS
Descritivo calcula relação entre o valor investido pelo Sescoop em ações finalísticas e a variação
do valor arrecadado pelo Sescoop no último período em relação ao período anterior
Fórmula Variação do valor arrecadado
Valor investido
2008
Elementos
Variação do valor arrecadado
Valor investido
491
890
813
2009
2010
715
1
56
687
784
1
55
554
999
3
61
966
130
5
27
695
214
6
38
811
20
0
33
0
29
0
índice de Fortalecimento do Sistema
IFS
59
Para cada R
00 investido pelo Sescoop
1
MG nas ações finalísticas foi obtido um
incremento de 0
29 0
30
2
3 vezes no valor arrecadado pela instituição entre os anos de 2010
2009 2008 respectivamente
CAPÍTULO 6 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA
A gestão orçamentária e o planejamento institucional do Sescoop têm por finalidade
contribuir para a transparência e o aperfeiçoamento das práticas de governança corporativa
O programa de trabalhoorçamento do SescoopMG na forma da reprogramação aprovada pelo
Conselho Nacional envolveu recursos no total de R 11
00 As receitas atingiram o valor
535
955
de R 11
43 o que representou variação de 3
394
588
07
As aplicações alcançaram o montante de R 779
443 correspondente a 79 do
9
71
previsto para o exercício
1 Receitas
6
As receitas de contribuições aumentaram em 2
5 em relação a 2009 e obteve urna
realização de 93 da execução orçamentária do exercício de 2010 As Receitas Patrimoniais
representaram 5
6 do total do e acumulou um crescimento de 17
4 Outras Receitas aumentou
de 11
5
0 saldo de exercício anterior não houve realização
XIII
TABELA RECEITAS
RECEITAS
Orçamento Proposto
RUBRICAS
Receitas de Contribuições
R
00
535
505
10
Execução orcamentária
R
87
Variação
a
o
17
501
775
10
99
92
57
2
00
000
550
60
4
68
609
645
57
5
38 7
17
Outras Receitas Correntes
00
000
150
25
1
58
283
167
44
1
52
11
Saldo de Exercício anterior
00
000
750
27
6
yd teso
Receitas Patrimoniais
Receitas de Serviços
Transferências Correntes
Alienação de Bens
Transferências de Capital
Outras Receitas de Capital
RESULTADO
00
535
955
11
43
394
588
11
mr 3
07
Fone Zeus
l t3Als V
3
Y
60
k 3t
XIV
GRÁFICO RECEITAS
00
100
00
90
00
80
00
70
00
60
00
50
00
40
Orçamento Proposto
00
30
Orçamento Executado
00
20
00
10
00
0
Receitas de
Receitas
Outras Receitas
Contribuições
Patrimoniais
Correntes
Saldo de Exercício
anterior
gome Zeus
2 Despesas
6
No total orçamento previsto para 2010 na rubrica despesa foi realizado 79
As despesas
com pessoal e encargos sociais foi efetivamente realizado 83 do previsto Em outras despesas
correntes foi realizado 77
5
já em investimentos a realização foi de 64
XV
TABELA DESPESAS
DESPESAS
Orçamento Previsto
RUBRICAS
R
Orçamento Realizado
R
Variação
U
Pessoal e Encargos Sociais
636
3
00
767
42
30
014
3
81
966
93
31
10
17
Outras Despesas Correntes
228
8
00
768
83
68
371
6
02
604
47
67
57
22
61
0
43
36
Investimentos
00
000
90
75
0
88
208
57
Inversões Financeiras
R E S U LT AD O
00
535
955
11
443
9
71
779
Fonte Zeus
61
011
21
XVI
GRÁFICO DESPESAS
00
80
00
70
00
60
00
50
00
40
Orçamenta Previsto
00
30
Orçamento Realizado
00
20
00
10
00
0
Pessoal e Encargos
Outras Despesas
Sociais
Correntes
Investimentos
Fonte Zeus
CAPÍTULO 7
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O Sistema Ocemg
Sescoop MG encerrou o exercício com 781 cooperativas registradas
925 associados e 29
701
829 empregados diretos distribuídos ao longo de uma extensão territorial
de 588
384 m
2 com 853 municípios
Considerando a dificuldade de deslocamento as grandes distâncias a serem percorridas o
estado caótico da malha viária e o trabalho que vem sendo desenvolvido junto às cooperativas de
conscientização da importância da capacitação como investimento e não custo o Sistema conseguiu
beneficiar 233
286 pessoas com a participação de 456 cooperativas ou seja 58
39 do quadro
social
Através da análise dos indicadores de eficácia verifica se que o SescoopMG cumpriu em
9a
c
4
40
fatalidade o Plano de Trabalho proposto com um investimento médio por participante de R
quarenta reais e quarenta e oito centavos
Diante desses dados podemos afirmar que foram cumpridas as metas estabelecidas
considerando a amplitude dos resultados e a otimização dos recursos
A credibilidade e a confiança que o Sescoop MG adquiriu ao longo dos anos são sentidas
com o aumento da participação das Cooperativas nas ações propostas
Oferecemos as melhores ferramentas disponíveis com o objetivo de levar às cooperativas
orientações para sua manutenção e desenvolvimento numa constante atualização do potencial
humano dentro das atuais perspectivas possibilitando sua efetiva participação no mercado
62
1
oSenys
o
17
4
V
1
O
O
02190 203610
Vigência
oiaul 20180 22701010
00005
e
x
r
c
í
i
o
0
E
0
1
A
c
u
m
l
a
d
o
sope dag
MG
sa oleA oia xa 010 0 50000
SECOP
02 19 02410 120 026910
20120 202310 201230 20310
980181 40000 900054 1481082
19808 00400 006450 180482
m13
O
O
eNOCM
O
até
ou
O
OJ
mas
mencioa partida percntual mencioa partida percntual
Contra e GERAIS
s
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u
i
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C
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n
t
r
a
p
i
d
P
a
c
t
u
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s
MINAS GESTÃO
ou
Concedt
Unidae
324
item
se
COPERATIVSM
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Nome
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do
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da
a
R
não
dá
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dá
não
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não
8b66L8 0000t 000Z8 810482
50000
l
DE DE
DOS NIVEL
UNAI
A
G
U
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S
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B
M
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D
I
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MINAS DAS SAÚDE PÓLO SICO B PEDRO
MECONMIA ÉDICOS
MÚTUO
L
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A
C
R
É
D
I
T
O
FESTADO AEMG TRABLHO DOS ÁREA CIDAES LTDA
CAPUL CENTRAL SAÚDE
CGERAIS IRU MÚTUO GERAIS CREDIOM CULTRA LEOPD 0542631 REGIÃO CREDIAP LTDA CRÉDITO
O
T
UNIMED CNPJ HORIZNTE MINAS CNPJ CNPJ CNPJ CNPJ
E
E
DE
79
15
DE
DE
DE
o
a
100
DE
00
l
DE
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E
E
01
do
1W
DR
55
DA
DE
DO
BELO
LTDA
O
SERVIÇO
mas
AGRICULT 542071 8402915 027341 AGROPECUÁI 08243571
FEDRAÇÃO PECUÁRIA COPERATIV COPERATIV CRÉDITO PROFISNA FUNDAÇO COPERATIV CAPELINH COPERATIV COPERATIV ECONMIA PROFISNA
Benficáro
instmen
1P8pi o
mas
resultado pesquisa convê io mencioa partida ercntual mencioa partida ercntual mencioa partida percntual
324
326
325
3
58
00
2
0
c
o
n
t
r
a
c
o
n
t
r
a
contra
v
a
l
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r
cópia
item
item
item
contra não item contra não
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mas
60
dá
DE
DO
NACIOL
324
010
E
APRENDIZGM
LTA
dá
189010
sapeuol
do
mas
0
100 3
th0
01
900
01510
01910
10024
r
b
b
21020
L0IOZ
1010Z
0I0Z
010Z
S0
0
50
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J
Jn
tJ
J
1202 1202 021790
010Z
9011
20160 190 0Z 206910
000Z6 0014285
0 401 040
01 04 04 0 60Z06 4100581
11
O
J
00008 010000
J
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Ci
OCS
6Z
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O
00008 010000
rn
O
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do
mas
mas
mencioa partida percntual mencioa partida ercntual 10 convêio
324
dá
324
dá
contra contra não
item não item
a
a
10
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do
mas
de
do
R
5
6
R
10701 05 00016
LTDA
S
I
C
O
B
MINAS CENTRAL LTDA CRÉDITO
CAPEB COPRAT MÚTUO SICO B MÚTUO SICO B CREDITO SICOB DOCE
P
R
O
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T
E
S
LTDA
P
O
U
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Ç
L
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L
A
J
I
N
H
A
C
E
R
M
G
C
E
R
M
G
ESTADO UNICRED 098261 DOS MINAS CREDIAF 0432951 0271584 DOS 062741 DAS CRÉDITO 032149 DAS CRÉDITO 032491 CENTRAL GERAIS CREDIMNAS 04623851 VALE 0263571
PRAT CNPJ GERAIS CENTRAL CNPJ GERAIS CENTRAL CNPJ CNPJ CNPJ
S
I
C
O
B
LTDA CNPJ REGIÃO LESTE CNPJ ESPRANÇ CNPJ
C
E
N
T
R
A
L
CREDITO GERAIS CO AFE BOA RU AIS CENTRAL ECONMIA MINAS CENTRAL ECONMIA MINAS MINAS CRÉDITO
DE
33
DO
6Z
DE DE
DE DE
35
74
27
E
27
E
E
Ó
O
M
010
SI
DE
00
CREDIO AGROPECUÁI 08243571
COPERATIV COPERATIV COPERATIV
DO
DO
CAPUL
LTDA
UNAÍ CNPJ
DE
DO
O
41
DE DO
DE
DA
64
DE
RIO
DE
COPERATIV COPERATIV COPERATIV
00000
O
CAFEIULTORS AGROPECUÁI COPERATIVS COPERATIVS
COPERATIV
03
DE
dá
O
00008 010000
DE
não
convêio todas ativd es mencioa partida crentual
L9068Z 005500 valor Relatórios item
contra
do
R
a
as
10
convêio
0450 valor
00100 valor
CS
MG
b
01
1
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J
J
4
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M
O
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1004
10045
01940
10050
kC
UI
b
20181 20128 21027
2108 2108 2108
00480 O000107 0Z88810
00008
88810
040000
b
mas
OZ
mas
mas
mencioa partida ercntual mencioa partida ercntual mencioa partida percntual
62
324
32
c
o
n
t
r
a
não contra não contra não
item
item
item
dá
dá
a
dá
a
a
00480 680005 8Z000I
DE
DO
DE
AGROPECUÁI
00
COPAS 0651398 CENTRAL
AGRO 66
E
83
U0982351 NIODTS MINAS 02148
C
A
F
E
I
U
L
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R
S
C
O
P
E
R
A
T
I
V
COPERATIV FEDRAÇÃO
CASI CNPJ
10
075
1
DAS
CNPJ
10078
I
DE
ESTADO CNPJ
0I
6L0
1
Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos três últimos exercícios
Unidade Concedente ou Contratante
Nome SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS
MG
SESCOOP
UG G ESTÃO
CN PJ 07
0001 20
534
064
Quantidade de instrumentos
celebrados em cada exercício
Modalidade
Convênio
2008
2009
2010
81
35
28
81
35
28
Valores repassados em cada exercício
Valores em R 1
00
2008
2009
2010
210
1
26
578
813
1
50
520
869
1
19
025
Contrato de Repasse
Termo de Parceria
Termo de Cooperação
Termo de Compromisso
Totais
210
1
26
578
813
1
50
520
869
1
19
025
Fonte Sistema Zeus
Resumo dos instrumentos de transferência que vigerão em 2011 e exercícios seguintes
Unidade Concedente ou Contratante
Nome SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS
MG
SESCOOP
I UG GESTÃO
CNPJ 07
0001 20
534
064
Qtd de
Valores R 1
00
do Valor
instrumentos
Modalidade
com vigência
em 2011 e
Contratados
Repassados
Previstos para
até 2010
2011
seguintes
Convênio
global repassado
até o final do
exercício de 2010
6
94
179
465
86
760
225
08
419
239
53
48
6
94
179
465
86
760
225
08
419
239
53
48
Contrato de Repasse
Termo de Parceria
Termo de Cooperação
Termo de Compromisso
Totais
Fonte Sistema Zeus
67
Resumo da prestação de contas sobre transferências concedidas pela UJ na
Valores em R
modalidade de convênio e de contratos de repasse
Unidade Concedente
00
1
Nome SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS
MG
SESCOOP
1 UG GESTÃO
CNPJ 07
0001 20
534
064
Instrumentos
Exercício da
prestação de
Quantitativos e montante repassados
contas
Quantidade e Montante Repassado
Convênios
Ainda no prazo de Quantidade
prestação de
Montante Repassado
contas
Contas
2010
Com prazo de
prestação de
prestadas
contas vencido
Contas NÃO
prestadas
Quantidade
Montante Repassado
2009
Contas NÃO prestadas
6
Repasse
não aplica
86
760
225
não aplica
22
não aplica
535
1
38
288
não aplica
Quantidade
não aplica
Montante Repassado
não aplica
RS
Quantidade
Montante Repassado
R
Quantidade
Montante Repassado
Contas prestadas
35
não aplica
813
1
50
520
Quantidade
Montante Repassado
R
Quantidade
Montante Repassado
2008
Contas NÃO prestadas
não aplica
81
não aplica
210
1
26
578
não aplica
não aplica
não aplica
S
R
Ç
Anteriores a
2008
Quantidade
Montante Repassado
Contas NÃO prestadas
não aplica
não aplica
R
Contas prestadas
Contratos de
não aplica
não aplica
não aplica
não aplica
Fonte Sistema Zeus
Visão Geral da análise das prestações de contas de Convênios e Contratos de
Valores em R
Repasse
00
1
Unidade Concedente ou Contratante
Nome SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS
MG
SESCOOP
I UGGESTÃO
CNPJ 07
0001 20
534
064
Instrumentos
Exercício da
prestação de
Quantitativos e montantes repassados
contas
Quantidade de contas prestadas
Com prazo de
Quantidade
Convênios
Contratos de
Repasse
22
não aplica
6
não aplica
86
760
225
não aplica
análise ainda não
vencido
2010
Montante repassado R
Contas
Com prazo de
análise vencido
analisadas
Contas NÃO
analisadas
2009
Quantidade Aprovada
Quantidade Reprovada
Quantidade de TCE
Quantidade
Montante repassado R
não
não
não
não
não aplica
35
Quantidade de contas prestadas
68
aplica
aplica
aplica
aplica
não aplica
Contas analisadas
Contas NÃO
Quantidade Aprovada
Quantidade Reprovada
Quantidade de TCE
35
não aplica
não aplica
não aplica
Quantidade
analisadas
2008
Montante repassado R
Quantidade de contas prestadas
Quantidade Aprovada
Contas analisadas Quantidade Reprovada
Quantidade de TCE
Contas NÃO
Quantidade
analisadas
Montante repassado
Exercícios
anteriores a
2008
Contas NÃO
analisadas
não aplica
não aplica
81
não aplica
81
não
não
não
não
não
aplica
aplica
aplica
aplica
aplica
Quantidade
não aplica
não aplica
Montante repassado
não aplica
não aplica
Fonte Sistema Zeus
69
v
O
v
ero
n
o
c
c
a
i
c
ANEXO III
Informações sobre a Gestão de Tecnologia da Informação da UJ
Quesitos a serem avaliados
Avaliação
He 121 031 Ni 151
Planejamento
1 Há planejamento institucional em vigor ou existe área que faz o planejamento da UJ como
um todo
2 Há Planejamento Estratégico para a área de TI em vigor
3 Há comitê que decida sobre a priorização das ações e investimentos de TI para a UJ
C
Recursos Humanos de TI
4 Quantitativo de servidores e de terceirizados atuando na área de Ti
04
5 Há carreiras específicas para a área de TI no plano de cargos do ÓrgãoEntidade
X
Segurança da Informação
6 Existe uma área específica com responsabilidades definidas para lidar estrategicamente
com segurança da informação
7 Existe Política de Segurança da Informação PSI em vigor que tenha sido instituída
mediante documento específico
Desenvolvimento e Produção de Sistemas
xI
X
8 É efetuada avaliação para verificar se os recursos de TI são compatíveis com as
X
necessidades da UJ
9 0 desenvolvimento de sistemas quando feito na UJ segue metodologia definida
10 É efetuada a gestão de acordos de níveis de serviço das soluções de TI do ÓrgãoEntidade
X
r
oferecidas aos seus clientes
1 1 Nos contratos celebrados pela UJ é exigido acordo de nível de serviço
Contratação e Gestão de Bens e Serviços de TI
12 Nível de participação de terceirização de bens e serviços de TI em relação ao
desenvolvimento interno da própria UJ
X
25
12 Na elaboração do projeto básico das contratações de TI são explicitados os benefícios da
contratação em termos de resultado para UJ e não somente em termos de TI
13 0 Orgão
Entidade adota processo de trabalho formalizado ou possui área específica de
gestão de contratos de bens e serviços de TI
14 Há transferência de conhecimento para servidores do Orgão Entidade referente a produtos
e serviços de TI terceirizados
Considerações Gerais Todos os quesitos foram analisados e respondidos pela equipe da Gerência de Informá iça
Gerência Geral Administrativa e Superintendência através de reuniões
LEGENDA
Níveis de avaliação
1 Totalmente inválida Significa que a afirmativa é integralmente NÃO aplicada
ao contexto da UJ
2 Parcialmente inválida Significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao
contexto da UJ porém em sua minoria
3 Neutra Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do
fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ
4 Parcialmente válida Significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao
contexto da UJ porém em sua maioria
5 Totalmente válida Significa que a afirmativa é integralmente aplicada ao
contexto da UJ
71
ANEXO IV Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou Recursos
Não se aplica no exercício
ANEXO V Informações sobre Cumprimento da Lei 93
730
8
O Sescoop
MG cumpriu as obrigações estabelecidas na Lei n 8
730 de 10 de novembro de 1993
relacionadas à entrega e ao tratamento das declarações de bens e rendas
ANEXO VI Informações sobre Gestão do patrimônio imobiliário de propriedade da
União
Não se aplica no exercício
ANEXO VII
Cumprimento das deliberações do TCU atendidas no exercício
Não se aplica no exercício
Situação das deliberações do TCU que permanecem pendentes de atendimento no
exercício
Não se aplica no exercício
ANEXO VIII
Relatório de cumprimento das recomendações do Órgão de Controle Interno
Não se aplica no exercício
Situação das recomendações do OCI que permanecem pendentes de atendimento no
exercício
Não se aplica no exercício
72
ANEXO IX Informacões sobre Estrutura de controles internos da UJ
el interno
controli
de
doSistema
ÉIMAspectos
Avaliação
I
Ambiente de Controle
2
3
45
X
1 Os altos dirigentes da UJ percebem os controles internos corno essenciais à
consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento
2 Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os
X
servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade
3 A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente
4 Existe código formalizado de ética ou de conduta
5 Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em
X
X
X
documentos formais
X
6 Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e
servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos
das instruções operacionais ou código de ética ou conduta
X
7 As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras
das responsabilidades
8 Existe adequada segregação de funções nos processos da competência da UJ
9 Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados
planejados pela UJ
X
X
1
Avaliação de Risco
2
3
4
5
Os objetivos e metas da unidadejurisdicionada estão formalizados
10
X
1á clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas
1
11
X
da unidade
X
12 É prática da unidade o diagnóstico dos riscos de origem interna ou externa
envolvidos nos seus processos estratégicos bem como a identificação da
probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para
mitigá los
13 prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais de informações e de
E
conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão
A avaliação de riscos é feita de forma contínua de modo a identificar mudanças no
14
perfil de risco da UJ ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo
X
Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em
15
X
uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão
16 Existe histórico de fraudes e perdas decorrentes de fragilidades nos processos internos
X
X
da unidade
17 Na ocorrência de fraudes e desvios é prática da unidade instaurar sindicância para
X
apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos
18 Há norma ou regulamento para as atividades de guarda estoque e inventário de bens e
X
valores de responsabilidade da unidade
1
Procedimentos de Controle
2
3
4
5
19 Existem políticas e ações de natureza preventiva ou de detecção para diminuir os
riscos e alcançar os objetivos da UJ claramente estabelecidas
X
20 As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam
consistentemente de acordo com um plano de longo prazo
21 As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de
X
X
benefícios que possam derivar de sua aplicação
22 As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão
diretamente relacionados com os objetivos de controle
X
I
Informação e Comunicação
23 informação relevante para UJ é devidamente identificada documentada
A
armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas
24 As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente
2
3
4
5
X
X
para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas
25 A informação disponível à UJ é apropriada tempestiva atual precisa e acessível
26 A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e
indivíduos da UJ contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz
73
X
X
27 A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ em todas
as direções por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura
X
111 121 131 141 151
iMonitoramento
28 sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua
0
validade e qualidade ao longo do tempo
0 sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas
29
avaliações sofridas
0 sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu
30
X
X
X
desempenho
Considerações gerais Todos os quesitos foram analisados e respondidos pela equipe da Gerencia da Admini trativa
Gerência Geral Administrativa e Superintendência através de reuniões
LEGENDA
Níveis de Avaliação
1 Totalmente inválida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no
contexto da UJ
2 Parcialmente inválida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no
contexto da UJ porém em sua minoria
3 Neutra Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na
afirmativa no contexto da UJ
4 Parcialmente válida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no
contexto da UJ porém em sua maioria
5 Totalmente válido Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no
contexto da UJ
74
ANEXO X
Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis
IiAspectossobret gestãoambiental
Avaliação
111 121 c31 4 151
Sustentáveis
ILicitações
1 A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que levem
em consideração os processos de extração ou fabricação utilização e descarte dos produtos e
matérias primas
7 Se houver concordância com a afirmação acima quais critérios de sustentabilidade
ambiental foram aplicados
2 Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos os produtos atualmente
adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matéria prima e maior
quantidade de conteúdo reciclável
3 A aquisição de produtos pela unidade é feita dando se preferência àqueles fabricados por
fonte não poluidora bem como por materiais que não prejudicam a natureza ex produtos de
limpeza biodegradáveis
4 Nos procedimentos licitatórios realizados pela unidade tem sido considerada a existência
de certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras ex ISO como
critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços
7 Se houver concordância com a afirmação acima qual certificação ambiental tem sido
considerada nesses procedimentos
5 No último exercício a unidade adquiriu bens
produtos que colaboram para o menor
consumo de energia eou água ex torneiras automáticas lâmpadas econômicas
3 Se houver concordância com a afirmação acima qual o impacto da aquisição desses
produtos sobre o consumo de água e energia
Resp A economia é existente no entanto não é mensurável lâmpadas com sensor de
presença e torneiras com temporizador para fechamento
6 No último exercício a unidade adquiriu bensprodutos reciclados ex papel reciclado
7 Se houver concordância com a afirmação acima quais foram os produtos adquiridos
Resp Folders e foyers em papel reciclado
7 No último exercício a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes e menos
poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos
3 Se houver concordância com a afirmação acima este critério específico utilizado foi
incluído no procedimento licitatório
8 Existe uma preferência pela aquisição de bensprodutos passíveis de reutilização
reciclagem ou reabastecimento refil eou recarga
7 Se houver concordância com a afirmação acima como essa preferência tem sido
manifestada nos procedimentos licitatórios
9 Para a aquisição de bens
produtos é levada em conta os aspectos de durabilidade e
X
X
X
X
X
X
X
x
1
X
qualidade de tais bensprodutos
Os projetos básicos ou executivos na contratação de obras e serviços de engenharia
10
possuem exigências que levem à economia da manutenção e operacionalização da
edificação à redução do consumo de energia e água e à utilização de tecnologias e materiais
que reduzam o impacto ambiental
Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados bem como sua
11
destinação como referido no Decreto n 2006
940
5
X
X
Nos últimos exercícios a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a
12
diminuir o consumo de água e energia elétrica
7 Se houver concordância com a afirmação acima como se procedeu a essa campanha
foders comunicações oficiais etc
palestras
X
Resp Através de email e ordem de serviço
portaria emitida pela diretoria
13 últimos exercícios a UJ promoveu campanhas de conscientização da necessidade de
Nos
proteção do meio ambiente e preservação de recursos naturais voltadas para os seus
X
servidores
7
Se houver concordância com a afirmação acima como se procedeu a essa campanha
palestras folders comunicações oficiais etc
Considerações Gerais Todos os quesitos foram analisados e respondidos pela equipe da
Gerência Administrativa Gerência Geral Administrativa e Superintendência através de
reuniões
75
LEGENDA
Níveis de Avaliação
Totalmente inválida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é
integralmente não aplicado no contexto da Ui
2 Parcialmente inválida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é
parcialmente aplicado no contexto da UJ porém em sua minoria
3 Neutra Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do
fundamento descrito na afirmativa no contexto da 111
4 Parcialmente válida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é
parcialmente aplicado no contexto da UJ porém em sua maioria
5 Totalmente válida Significa que o fundamento descrito na afirmativa é
integralmente aplicado no contexto da UJ
76
SER
A
META
REALIZD
201
0
0
0
0
o
0
0
0
EM
FINAM VSaW 989
46E
5661
9ES6
9423586 8ZSL0b 81450 8S1ZL Z6b1LU70 7S91
V
I
O
a
Z
u
I
EXCUÇÃO META
SZ
I
0095
006L
PREVISTA 03460 8Z009 0 012 6010 04209 015204 IS0 0
1
S
I
I0
EZ
S
E
A
META
REALIZD
0
0
0
0
0
0
0
0
01
1
SER
FISI
XECUÇÃO VznOva
VEDAI VISAa8d
VIaW
L
UJ
L
PELA
o
61184
9179 48419 6SLbS
019
008L
091
10805
8S
os
oso
o
et
o
AÇÕES
DAS
DE
de
cas
de
de
ap
de
1 68 1068 0168 868 7168 6168
7568 ZS68 6L68
9010 OSLO OSLO 9010 EL O SZO
8010 1010 EL O
I
o o
REALIZDS
UNIDAE MEDIA Entidae Mantida Entidae Mantida Rede Mantida Planejmto Instiudo o5wa8 opluE7 nosad eptomuag Pesoa Benficad Pesoa Benficad Pesoa Benfiad
Progam Apoio umathoid Voiod Progam Apoio Progam Apoio Progam Apoio Progam Finalístico Progam Finalístco I
PrograFimnlístcao Progam Finalístco
o
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FINACER
7i
oj
aOVSnNIsld oetlsmnupV oçaeslmnupV opauxjsmtr
ZZl
V
0
lea D 1 1 30 puno
E
FISCA
i
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VIN21OUd
EXCUÇÃO
I
ZZ
ZZ
e
Normatizçã Fiscalzção Normatizçã Fiscalzção Comunicaçã Social P331roteção Benfícios Trablhdo
ao
I
125
e
125
O
e
13
333
Empregabild apeign9rdm3
E
o
z
JOI1Ege oglequay oqEgea o1ingar uncuerl oglecr i oglEelj ogleira 11 o9leg
I
11
II
II
11
lI
II
11
i
1 Demonstrativo da Programação de Despesas Correntes
Em R 1
00
2 Juros e encargos da
1
Origem orçamentária
Exercícios
dívida
Pessoal e encargos
2009
2010
2009
Dotação Proposta
004
2
00
275
125
3
00
867
Orçamento Aprovado
004
2
00
275
125
3
00
867
Orçamento Reformulado
698
2
00
105
636
3
00
767
706
6
00
655
888
9
00
501
TOTAL
3
Outra despesas
2010
2009
2010
2 Demonstrativo da Programação de Despesas de Capital
6
4
Origem s orçamentária
2009
Exercícios
5
Investimentos
2010
00
000
100
00
000
80
Orçamento Aprovado
00
000
100
00
000
80
Orçamento Reformulado
00
000
110
00
000
90
00
000
310
00
000
250
TOTAL
capital
2009
2010
2009
Dotação Proposta
Outras despesas de
Inversões financeiras
2010
3 Demonstrativo das Despesas Correntes Realizadas por Grupo e Elemento de Despesa
VALORES PAGOS
GRUPOS DE
1
2010
2009
DESPESA
Despesas de Pessoal
Vencimentos e Remunerações
Encargos Sociais Patronais
331
2
48
608
014
3
81
966
569
1
35
605
019
2
83
257
73
204
519
89
093
648
609
6
06
187
6
28
34
189
236
341 A27
81
Indenizações Trabalhistas
Remunerações Variáveis
Beneficios Sociais
Beneficios Assistenciais
2
Juros e Encargos da Divida
78
VALORES PAGOS
adi g J
9taal
SM
2009
DESPESA
3 Outras Despesas Correntes
6
Despesas com Dirigentes e Conselheiros
00
890
36
80
878
34
Ocupação e Serviços Públicos
05
276
92
74
880
106
86
679
187
70
628
215
68
207
638
90
950
668
Passagens e Locomoções
13
313
179
55
737
298
Diárias e Hospedagens
92
778
474
49
439
759
59
525
31
73
633
20
40
340
215
87
066
436
Materiais e Divulgação
32
857
95
13
447
82
Materiais para Treinamento
57
675
47
35
850
54
10
302
127
15
590
130
50
603
32
31
631
38
876
8
04
80
556
15
61
507
76
02
069
48
86
746
622
92
326
715
541
4
27
185
6
50
74
924
181
15
576
216
Despesas de Comunicação
Material de Consumo
Material de Consumo Durável
Outras Despesas de Viagem
Locações
Premiações
Serviços de Divulgação Institucional
Auxílio Financeiro a Estudante
Auxílios Educacionais
Auditoria e Consultoria
Serviços Especializados PJ
Serviços de Transportes
Serviços Gerais
PJ
Serviços Temporários
00
490
Estagiários
66
292
36
51
845
17
PF
968
8
00
86
328
14
Outros Serviços de Terceiros PJ
60
163
445
44
783
419
Encargos s Serviços de Terceiros
91
179
60
15
283
67
66
957
107
11
995
113
655
7
00
103
4
00
Outros Serviços de Terceiros
Serviços Especializados PF
Serviços Gerais PF
Impostos Taxas e Contribuições Federais
Impostos Taxas e Contribuições Estaduais
68
331
79
GRUPOS DE
VALORES PAGOS
DESPESA
2009
2010
Impostos Taxas e Contribuições Municipais
Outras Despesas Tributárias
Despesas Financeiras
36
357
46
550
808
5
63
979
2
12
67
982
11
07
260
12
724
1
90
110
830
1
25
145
Transferências Regulamentares
Convênios com a União
Convênios Inst Privadas s Fins Lucrativos
4 Demonstrativo de Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa
VALORES PAGOS
GRUPOS DE
2010
2009
DESPESA
89
813
95
88
208
57
878
2
30
35
921
10
Obras e Instalações
01
998
15
09
298
13
Bens Móveis
58
937
76
44
989
32
4
Investimentos
Bens Intangíveis
5
Inversões Financeiras
6 Outras despesas de capital
5 Demonstrativo da Evolução dos Gastos Gerais
ANO
DESCRIÇÃO
2008
2009
2010
1 Passagens
60
739
71
35
330
94
65
757
159
2 Diárias e Ressarcimento de despesas em viagens
05
077
20
76
599
61
50
224
138
3 Serviços Terceirizados
40
407
67
00
435
91
53
085
153
2 Vigilância Limpeza e Conservação
3
08
687
34
34
142
55
35
1
02
240
3 Tecnologia da Informação
720
32
66
292
36
51
845
17
05
224
159
11
247365
68
067
451
1 Publicidade
3
4 Outras Terceirizações
3
4 Cartão de Pagamento do Governo Federal
5 Suprimento de Fundos
TOTAIS
80
6 Demonstrativo das despesas por natureza
Ort
ç loo
Rubricas
014
3
81
966
66
46
90
82
058
1
04
177
38
16
57
99
00
900
46
73
633
20
32
0
00
44
50
603
32
00
000
65
31
631
38
60
0
43
59
23
294
545
68
207
638
022
1
00
989
90
950
668
35
10
39
65
178
1
23
504
552
1
31
427
032
2
00
100
623
1
66
496
13
25
89
79
58
193
29
497
6
67
00
979
211
529
3
58
05
0
67
1
15
807
878
58
937
76
00
000
44
989
32
51
0
13
47
774
4
25
843
86
899
5323
331
2
48
608
72
504
541
05
092
654
Outras Despesas Variáveis
98
742
20
59
525
31
Auxílio Financeiro a Estudante
44
523
30
Despesas de Viagem
Material de Consumo
Serviços de Terceiros
Obrigações Tributos e
Contribuições
636
3
00
767
062
1
00
700
Equipamentos e Materiais
Permanentes
Total
ri
2 0081
550
1
92
272
Pessoal Encargos e Indenizações
Reat
lizãdoo
Realizadoo 2009 1 n 2O M PIártie Refãlizl
70 47
375
4
6
61 r 79
30
14f 00
8
435
8
Transferências
774 86
4
25
843
32r899
5
Total Geral
00 6
435
8148
461
r
375 11001 7l
47
7 Resumo das programações de despesas
I
O
rige dos Créditos
em
Or
Exercícios
Despesas Correntes J
2009
2010
Despesos Capital
2009
2010
168
7
00
864
711
9
00
453
00
000
100
00
000
80
Or amentoA
rovado
168
7
00
864
711
9
00
453
00
000
100
00
000
80
Orçamento Reformulado
681
9
00
453
00
535
865
11
00
000
110
00
000
90
00
181
019
24
00
441
288
31
00
000
310
00
000
250
Dota ão
Total
ro s osta c ela UJ
81
8 Movimentação orçamentária por grupo de despesa
Despesas Correntes
Natureza da
UJ concedente
Movimentação de
Crédito
ou recebedora
Classificação
da Ação
1
Pessoal e
Encargos
2
Juros e
Encargos da
3
Outras Despesas
Correntes
Dívida
Concedi
Movimentação
dos
Externa
Recebid
869
1
19
025
869
1
19
025
Convênio
os
Despesas de Capital
Natureza da
Movimentação
ç
de
Crédito
UJ concedente
ou recebedora
Classificação
da Ação
ç
5
4
Inversões
Financeiras
6
Outras Despesas
de Capital
Concedi
Movimentação
dos
Externa
Recebid
os
9 Quadro Despesa por Modalidade de Contratação
Modalidade de Contratação
Crédito Originários da UJ
Despesa Paga
Despesa Comprometida
2009
2010
2009
2010
10
810
491
80
404
427
88
461
362
88
459
290
Licitação
Convite
Concorrência
0
00
000
50
0
Pregão
0
00
100
145
0
00
570
28
127
84
572
616
1
63
809
556
1
47
609
534
1
40
008
257
1
02
286
90
261
255
03
717
228
70
258
245
03
717
228
Contratações Diretas
Dispensa
Inexigibilidade
Regime de Execução
Especial
Suprimento de Fundos
Pagamento de Pessoal
Pagamento em Folha
Diárias
Outras
82
10 Quadro Despesa por Modalidade de Contratação
convênios e Fundecoop projetos especiais
Crédito Recebidos pela UJ
Não se aplica no exercício
11 Quadro Despesas Correntes e Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa
Créditos Recebidos pela UJ convênios e Fundecoop projetos especiais
Não se aplica no exercício
12 Quadro Despesa Corrente e Despesa de Capital por Grupo e Elemento de Despesa
Créditos Originários da UJ
Não se aplica no exercício
83
Ge
GO
O
c
c
o
o
g
0
á
0
o0C
z
4
o
1
li
N
U
a
bO
w
oo
co
y
Ú G N
r
Fel
E
A U w
a
RSCOOP M6
Balanço Financeiro Receita 2010
Sv CoRnveromi
e re
quri
CoaócvmAVCGilas
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais Sescoop
MG
Moeda Real RS 1
00
Realizado
Descrição de Conta
43
588394
11
Orçamentário
Receitas Correntes
43
394
588
11
Receitas de Contribuições
17
501
775
10
Receitas Patrimoniais
68
609
645
Outras Receitas Correntes
58
283
167
475
5
82
630
Receitas Extra Orçamentárias
Adiant e Outr VLRS a Rec Empr
36
065
185
Adiant e Outr VLRS a Rec Terce
489
1
87
Despesas Antecipadas
482
8
44
601
1
87
764
Fornecedores
82
558
198
Enc e Consignações de Terceiros
984
2
87
284
Folha de Pagamento
59
144
493
Provisões
840
2
00
Outras Obrigações
783
6
87
915
Saldo do Exercício Anterior
500
1
00
Numerário Disponivel
44
858
19
Contas Bancárias à Vista
762
6
43
557
Aplicação de Liquidez Imediata
12
941
847
23
Total
Ronaldo Scucato
William Bicalho da Cruz
Francisco Gonçalves Filho
Presidente
Superintendente
Contador CRC MG 57
755
CPF 008
66668
690
CPF 110
41668
377
CPF 736
33668
472
86
Balanço Financeiro Despesas 2010
SE SCOOp
MO
Seta rbbwaep
nco
ay
Coc
oW Finos Geras
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais
Sescoop MG
Moeda Real R 1
00
Realizado
Descrição de Conta
Orçamentário
443
9
71
779
Despesas Correntes e Operacionais
386
9
83
570
014
3
81
966
Aplicação Diretas Pessoal e Encargo
r
371
6
02
604
Outras Desp Correntes e Operacionais
105
2
91
149
Aplic Diretas Despesa Administrativa
61
142
758
Aplic Diretas Despesa Institucionais
Aplic Diretas Serviços de Terceiros
623
1
66
496
Aplic Diretas Despesas Tributárias
529
3
58
Aplic Diretas Despesas Financeiras
07
260
12
Convênios C lnstit Priv S Fins Lucrat
830
1
25
145
Convênios C Instit Priv C Fins Lucrat
94
879
38
Despesas de Capital
208 88
57
Despesas Extra Orçamentárias
490
5
63
083
Adiant e Outr VLRS a Rec Empr
88
769
185
Adiant c Outr VLRS a Rec Terce
489
1
87
13
227
184
Outros Créditos
907
8
97
Despesas Antecipadas
506
1
23
805
Fornecedores
98
513
186
Consignações a Recolher
959
2
81
338
Folha de Pagamento
76
190
454
Prov isões
840
2
00
Outras Obrigações
914
8
78
077
Saldo para o Proximo Exercício
Numerário Disponivcl
500
1
00
Contas 13ancárias à Vista
410
7
67
905
8
11
167
Aplicação de Liquidez Imediata
12
941
847
23
Total
Ronaldo Scucato
William Bicalho da Cruz
Francisco Gonçalves Filho
Presidente
Superintendente
Contador CRC MG 57
755
CPF 008
66668
690
CPF 110
41668
377
CPF 736
47233668
87
wi
c
SESCOORJMO
Demonstrativo das Variações Patrimoniais Ativas 2010
So Mo No
bnt de Macltwwn
do
coopoSi nono Mmc Gana
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Afinas Gerais Sescoop
MG
Moeda Real R 1
00
Receitas
31
603
645
11
Receitas Correntes
43
394
588
11
17
501
775
10
Receitas de Contribuições
Receitas Patrimoniais
68
609
645
Outras Receitas Correntes
58
283
167
Receitas de Capital
88
208
57
88
208
57
Variação Patrimonial
30
839
Independente da Exec Orçamentária
30
839
Aumento do Ativo
61
442
646
11
Somada Variações Ativas
Ronaldo Scucato
William Bicalho da Cruz
Francisco Gonçalves Filho
Presidente
Superintendente
Contador CRG MG 57
755
CPF 008
666 68
690
CPF 110
377416 68
CPF 736
33668
472
88
MO
SESCOOP
Demonstrativo das Variações Patrimoniais Passivas 2010
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais
Scwto Nackn310e Menizopem do
mo do Was Gaas
k
o
e000e
SescooptMG
Moeda Real R 1
00
Despesa
443
9
71
779
Despesa Correntes e Operacionais
83
570
9386
Aplicação Diretas Pessoal e Encargo
014
3
81
966
Aplicação Diretas Despesas Administrativas
105
2
91
149
Aplicação Diretas Despesas Institucionais
Aplicação Diretas
Serviços Terceiros
Aplicação Diretas
Despesas Tributárias
61
142
758
623
1
66
496
529
3
58
Aplicação Diretas Despesas Financeiras
07
260
12
Convênios C Instil Priv S Fins Lucrai
830
1
25
145
Convênios C Instil Priv C Fins Lucrat
94
879
38
88
208
57
Despesa de Capital
66
129
446
Variaç Patrimoniais Passivas
Somadas Variações Passivas
889
9
90937
Superavit no Exercício
756
1
24
533
61
442
646
11
Total das Variações Passivas
Ronaldo Scucato
William Bicalho da Cruz
Francisco Gonçalves Filho
Presidente
Superintendente
ContadorCRC MG57
755
CPF 008
66668
690
CPF 110
416 68
377
CPF 736
33668
472
89
Demonstração dos Fluxos de Caixa Método Indireto 2010
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais Sescoop
MG
P
S
E
S
COO
MO
T
o
TAaPO
eWm Gem
Cu OJ
coc onmirroxno
Moeda Real R 1
00
FLUXO DE CAIXA PROVENIENTE DAS OPERAÇÕES
2010
SuperávitDéficit líquido do exercício
2009
756
1
533
276
1
463
983
443
410
341
307
1
068
357
201
2
823
007
2
233
Ajustes para reconciliar o superávit
déficit do exercício com recursos provenientes
de atividades operacionais
Depreciação e amortização
Baixas do ativo imobilizado
292
32
Baixas do ativo intangível
TOTAL
Redução aumento nos ativos
Outros créditos
Estoques
Despesas pagas antecipadamente
Convênios acordos e projetos
Realizável a longo prazo
TOTAL
931
184
920
16
425
539
356
185
459
17
Aumento redução nos passivos
Contas a pagar
Salários encargos sociais e imposto a pagar
959
94
991
36
309
10
Provisões trabalhistas e outras
953
38
872
76
957
132
Outras obrigações
Obrigações de longo prazo
903
170
TOTAL
RECURSOS LÍQUIDOS GERADOS NAS ATIVIDADES OPERACIONAIS
187370
2
776
45
943
1
998
FLUXO DE CAIXA UTILIZADO NAS ATIV IDADES DE INVESTIMENTOS
112
339
Adições ao ativo permanente
287
46
Adições ao ativo intangível
RECURSOS LÍQUIDOS UTILIZADOS NAS ATIVIDADES DEINVISTIMENTO
921
10
878
2
208
57
990
341
Aumento no caixa e equivalentes
Disponibilidades no final do exercício
Disponibilidades no início do exercício
Aumento no caixa e equivalentes
Ronaldo Scucato
William Bicalho da Cruz
130
2
162
602
1
008
914
8
077
783
6
915
783
6
915
181
5
907
130
2
162
602
1
008
Francisco Gonçalves Filho
Presidente
Superintendente
Contador CRG MG 57
755
CPF 008
68
666
690
CPF 110
68
416
377
CPF 736
33668
472
90
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO
iey
L
ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE
r ANÁLISE DO RELATÓRIO DE GESTÃO
EXERCÍCIO 2010
S ES COOP
Serviço Nacional de Aprendizagem
de Cooperaiivisn
PARECER DA AUDITORIA
Unidade MINAS GERAIS
Presidente Ronaldo Ernesto Scucato
Analisamos o Relatório de Gestão da Unidade Estadual acima identificada
quanto à composição das peças obrigatórias e observação dos itens exigidos na
legislação especifica
11
Os trabalhos basearam se sobre a seguinte legislação
Decisão Normativa TCU n 107 e 110
2010
Portaria TCU n 277
2010
Instrução Normativa TCU no 63
2010
Documento Orientações
Gestão
Complementares
para
Elaboração
do
Relatório
emitido pela CGU
Conclusão do Parecer
Concluímos pela razoabilidade do Relatório de Gestão da Unidade Estadual
Atenciosamente
el
Assessor de A
eubern
ditoria e Controle
Auditor
Documento Confidencial
Somente para uso interno
Página 1 de 2
de
i
Ua
SESC
MO
OP
SatMço Iocbtdo Apeend7arrn do
Demonstração dos Superávits Déficits 2010 e 2009
Coapotfl
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais
ro do Nina Gota
MG
Sescoop
Moeda Real R
00
1
2010
RECEITAS OPERACIONAIS
Receitas de contribuições
2009
501
775
10
990
8
947
284
167
168
167
Receitas de serviços
Outras receitas
Receitas de transferências
785 W9
942
110
1581141
ToYal
CUSTOS E DESPESAS OPERACIONAIS
Pessoal encargos e benefícios sociais
014
3
967
331
2
609
Despesas administrativas
105
2
150
640
1
671
Despesas institucionais
Despesas com serviços de terceitos
Despesas tributárias
Despesas com transferências e convênios
Despesas de capital
143
758
655
527
1 623
497
552
1
427
530
3
497
6
869
1
025
813
1
521
209
57
814
95
Despesas com depreciações e amortizações
Outras despesas operacionais
Télti1
9 431 520 x
968 194
7
RESULTADOS FINANCEIROS LIQUIDOS
610
645
Receitas financeiras
260
12
Despesas financeiras
048
58
Variações ratrimoniais ativas
307
487
1L983
622
475
130
446
402
864
Total
2681
245
5441
86
Total Geral
756 1
1
5331
276 4641
Variações patrimoniais passivas
Ronaldo Scucato
William Bicalho da Cruz
Francisco Gonçalves Filho
Presidente
Superintendente
Contador CRG MG57
755
CPF 008
68
666
690
CPF 736
68
336
472
CPF 110
68
416
377
91
7
1
k
i
se
óoa
Demonstração das Mutações do Patrimônio Social 2010 e 2009
Cocpactto do
do
n Gora
Atn
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais Sescoop
MG
Moeda Real R 1
00
Superávit
Superávit
Déficit
Déficit
Téc Acum
SALDO MOIiDEJANEIRODE2009
Reservas
Total
do exercício
733
13312
733
13312
Ajustes de exercícios anteriores
Incorporação do superávitdéficit
575
1
623
Constituição de reservas
Realização da reserva
Superávitdéficit do exercício
SALDOS FM31 DEDEZEMBRO DE2009
276
1
464
ter
14t 8883551
276
1
X
4644
rir 14r
r
Ajustes de exercícios anteriores
Incorporação do superávit déficit
276
1
464
Constituição de reservas
Realização da reserva
756
1
533
Superávit do exercício
SALD OS FM31 DEDE EMBRO DE2010
819
164
16
032
3
997
756
1
533
16 345
729
Ronaldo Ernesto Scucato
William Bicalho da Cruz
Francisco Gonçalves Filho
Presidente
Superintendente
Contador CRC
MG 57
755
CPF 008
66668
690
CPF 110
41668
377
CPF 736
33668
472
92
Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis em 31 de Dezembro 2010
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais Sescoop
MG
1 Apresentação das Demonstrações Contábeis
As demonstrações contábeis foram elaboradas em conformidade com a lei 64
320 e com as
4
normas e princípios contábeis e adaptadas às atividades da Entidade
2 Principais práticas contábeis
a 0 Ativo e Passivo Circulante estão compostos por valores realizáveis ou exigíveis no prazo de
360 dias
b Depreciação
As depreciações e amortizações do Ativo Permanente foram calculadas pelo método linear
observandose as taxas estabelecidas em função do tempo de vida útil fixado por espécie de
bens
c Apuração do Resultado
É adotado o regime de competência para registro das despesas e o regime de caixa para as
receitas conforme estabelece a lei n 64
320
4
3 Créditos
0
saldo
existente
sob
de
título
o
Créditos
no
montante
de
R 411
30 é composto por
045
49
855
221
Adiantamentos
Outros Créditos
13
227
184
962
4
68
Despesas Antecipadas
4 Ativo Compensado
0 valor de R 11
45 refere se a Bens em Comodato do Sescoop Nacional
246
5 Obrigações Passivo Circulante
a 0
saldo
existente
sob
o
título
de
Obrigações
R 724
43 é composto pelos seguintes itens
057
Fornecedores
70
682
299
Consignações a recolher
Obrigações Sociais a recolher
Provisão de Férias e Encargos Sociais
25
575
23
116
79
848
69
950
283
6 Valores repassados pelo Sescoop Nacional
Foi repassado pelo Sescoop Nacional o montante de R 10
17
501
775
93
no
montante
de
7 Balanço Orçamentário
Receitas
Este quadro apresenta uma variação para menos de RS 367
57 no entanto a variação real é de
140
R 382
43 para mais pois está sendo considerado o valor de R 750
859
00 saldo de exercício
000
anterior como não realizado
Belo Horizonte 31 de dezembro de 2010
William Bicalho da Cruz
Francisco Gonçalves Filho
Presidente
Superintendente
Contador CRC MG 57
755
CPF 008
66668
690
CPF 110
68
416
377
CPF 736
336 68
472
Ronaldo Scucato
8 Informações contábeis da gestão
Em atendimento ao item 1 parte b do anexo II da DN TCU 107
2010 0 contador do
Sescoop Francisco Gonçalves Filho atesta que os demonstrativos contábeis Balanços
MG
Orçamentário Financeiro e Patrimonial e a Demonstração das Variações Patrimoniais previstos na
Lei n 4
320 de 17 de março de 1964
refletem a adequada situação orçamentária financeira e
patrimonial da unidade jurisdicionada que apresenta relatório de gestão
94
Anexo
XIII
Parecer do Conselho Fiscal
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS
SESCOOPMG
PARECER DO CONSELHO FISCAL
Os abaixo assinados membros do Conselho Fiscal do Sescoop
MG no uso das atribuições que lhe
confere o regimento interno em seu Art 10 inciso I1 procederam a rigoroso exame das contas do
MG do Balanço Geral do Ativo e Passivo e Demonstração das Contas de Resultados
Sescoop
ficando evidenciado a regularidade dos atos de gestão praticados no que tange à execução física e
financeira bem como nos processos de licitação contratos e convênios firmados relativos ao
exercício de 2009 Encontrado tudo em perfeita ordem este conselho aprova sem ressalvas as
contas relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2009
Belo Horizonte 23 de fevereiro de 2010
Presidente Elton Evangelista Corrêa Lima
Secretário Urias Geraldo de Sousa
Vogal José Ailton Junqueira de Carvalho
95
Anexo
XIV
Parecer do Conselho Administrativo
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS
SESCOOPMG
PARECER DO CONSELHO ADMINISTRATIVO
O Conselho Administrativo do SescoopMG em reunião realizada aos 01 de março de 2010 no uso
das atribuições que lhe confere o regimento interno em seu Art 8
inciso III após minuciosa
análise das demonstrações financeiras e demais peças componentes da prestação de contas
inclusive o relatório de gestão referentes ao ano de 2009 e tendo em vista o parecer do Conselho
Fiscal resolve aprovar sem ressalvas a Prestação de Contas do Exercício de 2009
Belo Horizonte 01 de março de 2010
Presidente
Ronaldo Ernesto Scucato
Superintendente
William Bicalho da Cruz
Conselheiro
Adalberto de Souza Lima
Conselheiro
Jorge Nobuhico Kiryu
Conselheiro
Raimundo Sérgio Campos
Conselheiro
Francisco Miranda Figueiredo Filho
96
ANEXO XV
ATENDIMENTO AO TCU QUANTO AO CONTEÚDO MÍNIMO DO
RELATÓRIO DE GESTÃO DN TCU N 107 DE 27 10 2010
REFERÊNCIA
INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A GESTÃO
Informações de identificação da unidade jurisdicionada contendo Poder e órgão de
vinculação ou supervisão nome completo denominação abreviada código SIORG
1
Identificação
1
da Unidade
código na LOA situação operacional natureza jurídica principal atividade económica
telefones de contato endereço postal endereço eletrônico página na internet normas
de criação normas relacionadas à gestão e estrutura manuais e publicações
relacionadas às atividades da unidade códigos e nomes das unidades gestoras e gestões
no Sistema SIAFI
2
Informações sobre o planejamento e gestão orçamentária e financeira da unidade
considerando o atingimento dos objetivos e metas fisicas e financeiras bem corno as
ações administrativas consubstanciadas em projetos e atividades contemplando
a Responsabilidades institucionais da unidade
I
Competência Institucional
Il
Objetivos estratégicos
a Capítulos
b Estratégia de atuação frente às responsabilidades institucionais
b Capítulo 2
I
II
2 e2
1
1
Análise do andamento do plano estratégico da unidade ou do órgão em
que a unidade esteja inserida
Análise do plano de ação da unidade referente ao exercício a que se
referir o relatório de gestão
c Programas de Governo sob a responsabilidade da unidade
I
Execução dos programas de Governo sob a responsabilidade da UJ
II
Execução fisica das ações realizadas pela U1
d Desempenho Orçamentário e Financeiro
I
Programação Orçamentária das Despesas
II
Execução Orçamentária das Despesas
III
c Capítulo 5
d Capítulo 6 e
53
Indicadores Institucionais
Anexo IV
3
4
th
Informações sobre o reconhecimento de passivos por insuficiência de créditos ou
recursos
Informações sobre a movimentação e os saldos de Restos a Pagar de Exercícios
Anteriores
Não se aplica
Quadro Al DN
TCU n 107
2010
Informações sobre recursos humanos da unidade contemplando as seguintes
perspectivas
Composição do quadro de servidores ativos
Composição do quadro de servidores inativos e pensionistas
c Composição do quadro de estagiários
d Custos associados à manutenção dos recursos humanos
e Locação de mão de obra mediante contratos de prestação de serviços
f Indicadores gerenciais sobre recursos humanos
Informação sobre as transferências mediante convênio contrato de repasse termo de
Capítulo 4 e
Anexo 11
a
b
6
Anexo 1
parceria termo de cooperação termo de compromisso ou outros acordos ajustes ou
instrumentos congêneres vigentes no exercício de referência
7
Declaração da área responsável atestando que as informações referentes a contratos e
convênios ou outros instrumentos congêneres estão disponíveis e atualizadas
respectivamente no Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais
SIASG
Não se aplica
Quadro Al DN
TCU n 107
2010
e no Sistema de Gestão de Convênios Contratos de Repasse e Termos de Parceria
SICONV conforme estabelece o art 19 da Lei n 309
12 de 9 de agosto de 2010
Informações sobre o cumprimento das obrigações estabelecidas na Lei n 8
730 de 10
8
Anexo V
de novembro de 1993 relacionadas à entrega e ao tratamento das declarações de bens e
rendas
9
Informações sobre o funcionamento do sistema de controle interno da U1
contemplando os seguintes aspectos
a
Ambiente de controle
97
Capítulo 5
2e
anexo IX
b
c
d
e
10
Avaliação de risco
Procedimentos de controle
Informação e Comunicação
Monitoramento
Informações quanto à adoção de critérios de sustentabilidade ambiental na aquisição de
bens materiais de tecnologia da informação TI e na contratação de serviços ou obras
Capítulo 5
2e
anexo X
tendo como referência a Instrução Normativa n 1
2010 e a Portaria n 2
2010 ambas
da Secretaria de Logística e Tecnologia da informação do Ministério do Planejamento
Orçamento e Gestão e informações relacionadas à separação de resíduos recicláveis
descartados em conformidade com o Decreto n 2006
940
5
11
Informações sobre a gestão do patrimônio imobiliário de responsabilidade da UJ
classificado corno Bens de Uso Especial de propriedade da União ou locado de
Anexo VI
terceiros
Informações sobre a gestão de tecnologia da informação TI da UJ contemplando os
12
seguintes aspectos
a
b
c
d
e
14
Planejamento da área
Segurança da informação
Desenvolvimento e produção de sistemas
Contratação e gestão de bens e serviços de TI
observando se as disposições dos Decretos ns 2005
355 e 2008
5
370
6
Informações sobre Renúncia Tributária contendo declaração do gestor de que os
beneficiários diretos da renúncia bem como da contrapartida comprovaram no
exercício que estavam em situação regular em relação aos pagamentos dos tributos
juntos à Secretaria da Receita Federal do Brasil
Tempo de Serviço
Quadro Al DN
TCU n 107
2010
Não se aplica
Quadro Al DN
TCU n 107
2010
SRFB ao Fundo de Garantia do
Anexo VII
acórdãos do TCU ou em relatórios de auditoria do órgão de controle interno a que a
unidade jurisdicionada se vincula ou as justificativas para o não cumprimento
Informações sobre o tratamento das recomendações realizadas pela unidade de controle
16
Não se aplica
FGTS e à Seguridade Social
Informações sobre as providências adotadas para atender às deliberações exaradas em
15
Anexo 111
Perfil dos recursos humanos envolvidos
Informações sobre a utilização de cartões de pagamento do governo federal
13
Capítulo 5
2 e
Anexo VIII
interno caso exista na estrutura do órgão apresentando as justificativas para os casos
de não acatamento
Outras informações consideradas relevantes pela unidade para demonstrar a
17
GAD
1
Anexo XI
conformidade e o desempenho da gestão no exercício
INFORMAÇÕES CONTÁBEIS QUE
DEVEM COMPOR 0 RELATÓRIO
Declaração do contador responsável pela unidade jurisdicionada atestando que os
demonstrativos contábeis Balanços Orçamentário Financeiro e P
atrimonial e a
Demonstração das Variações Patrimoniais previstas na Lei n 4
320 de 17 de março
de 1964 e o demonstrativo levantado por unidade gestora responsável UGR válido
REFERÊNCIA
Não se aplica ao
Quadro Al DN
TCU n 197
2010
apenas para as unidades gestoras não executoras refletem a adequada situação
orçamentária financeira e patrimonial da unidade jurisdicionada que apresenta
relatório de gestão
2
Demonstrações contábeis previstas na Lei n 64
320 incluindo as notas explicativas
4
conforme disposto na Resolução CFC n 2008
133 NBC T 16
1
6
3
Demonstrações contábeis previstas na Lei n 6
40476
incluindo as notas explicativas
Anexo XII
Não se aplica ao
Quadro Al DN
TCU n 107
2010
4
Informações sobre a composição acionária do capital social indicando os principais
acionistas e respectivos percentuais de participação assim como a posição da UJ corno
detentora de investimento permanente em outras sociedades investidora
98
Não se aplica ao
Quadro Al DN
TCU n 107
2010
5
Parecer da auditoria independente sobre as demonstrações contábeis quando a
legislação dispuser a respeito
99
Anexo XII
ANEXO
XVI QUADROS DA ATUAÇÃO FINALÍSTICA
ITEM 5
1
1
Belo Horizonte TI
15 e 16
10
03
Belo Horizonte T2
18 e 19
10
03
Proporcionar
Belo Horizonte T3
15 e 16
10
04
oportunidade de refletirem sobre o
espaço empresarial
enquanto em
Programa de Desenvolvimento
Unaí
de Dirigentes de Cooperativas
Montes Claros
FORMACOOP
Ouro Preto
Mód 1
A
Natureza Empresarial da
Cooperativa
Programa de Desenvolvimento
de Dirigentes de Cooperativas
FORMACOOP
Mód 11
Como se Apresentar em
Público
FORMACOOP
Mód 111
Gestão de Pessoas
20 e 21
10
05
06 e 07
10
08
Governador Valadares 12 e 13
10
08
Patos de Minas 19 e 20
10
08
Belo Horizonte TI
Belo Horizonte T2
12 e 13
10
04
15 e 04
16
10
Belo Horizonte T3
20 e 21
10
05
Unaí
participantes
a
sistema orgânico vivo campo de ação e
de realização do Dirigente a partir de
e
visão
uma
empreendedora
participativa
07 e 08
10
06
Montes Claros
17 e 18
10
06
Ouro Preto 10 e 11
10
09
Patos de Minas 16 e 17
10
09
Governador Valadares 27 e 28
10
09
Belo Horizonte TI
Belo Horizonte T2
24 e 25
10
05
27 e 05
28
10
Belo Horizonte T3
21 e 22
10
06
Unaí
Programa de Desenvolvimento
de Dirigentes de Cooperativas
13 e 14
10
05
aos
Desenvolver
práticas
apresentar em público
Montes Claros 23 e 24
10
09
Governador Valadares 13 e 14
10
Ouro Preto 15 e 16
10
Patos de Minas 25 e 26
11
10
se
Estimular os participantes a adquirirem
conhecimentos
20 e 21
10
09
para
atitudes
e
e
de
desenvolverem
habilidades
humanas
e
estratégicas inerentes à Gestão de
Pessoas no
trabalho
e no
ambiente
cooperativista
Possibilitar o discernimento entre ações
operacionais táticas e estratégicas
Oferecer instrumentos que viabilizem o
mapeamento e a análise dos fatores
internos e externos à Organização os
quais contribuem para o aumento ou
enfraquecimento de suas vantagens e
seu
competitivo
posicionamento
Possibilitar
o
monitoramento
dos
Belo Horizonte T1
07 e 08
10
06
resultados alcançados e a compreensão
Belo Horizonte T2
17 e 18
10
06
de quais são os indicadores que podem
Programa de Desenvolvimento
Belo Horizonte T3
22 e 23
10
07
ser modificados ou não de acordo com
de Dirigentes de Cooperativas
Montes Claros
FORMACOOP Mód IV
Marketine A Visão de
Governador Valadares 08 e 09
11 10
Ouro Preto 19 e 20
10
11
Patos de Minas 22 e 23
10
11
Mercado
19 e 20
10
08
sua
Programa de Desenvolvimento
de Dirigentes de Cooperativas
FORMACOOP Mód V
Gestão Financeira
13 e 14
10
09
16 e 09
17
10
21 e 22
10
Possibilitar
o
entendimento sobre o comportamento e
a atitude estratégica do executivo sob a
perspectiva de longo prazo
a
aos
Mostrar
participantes
oportunidade de crescimento como
pessoa e como profissional Propiciar
uma troca de experiências e busca de
novos
Belo Horizonte Tl
Belo Horizonte T2
Belo Horizonte T3
natureza
conhecimentos
Favorecer
o
intercâmbio entre os dirigentes de
maneira adequada e positiva Auxiliar
na redescoberta de potencialidade e
incentivar a criatividade Ampliar a
visão adminitrativa e empresarial
Gerar entusiasmo na busca do êxito
Montes Claros 25 e 26
10
11
Governador Valadares 02 e 03
10
12
profissional e qualidade de vida
Valorizar o participante não só como
líder e empreendedor mas como ser
humano dotado de crenças qualidade e
Ouro Preto
valores
Unaí
18 e 19
10
11
10 e 11
10
12
100
Programa de Desenvolvimento
de Dirigentes de Cooperativas
FORMACOOP
Mód VI
Fundamentos Elaboração e
Gestão do Planejamento
Estratégico
Uberaba
21 e 22
10
01
participantes
Belo Horizonte Ti 16 e 17
10
08
Belo Horizonte T2 19 e 20
10
08
Oferecer
Belo Horizonte T3
conhecimento
para elaboração e
aplicação do Planejamento Estratégico
em seus negócios
a
Mostrar
aos
participantes
oportunidade de crescimento corno
16 e 17
10
09
Unaí 14 e 15
10
Montes Claros 21 e 22
10
aos
a
oportunidade de conhecer e adquirir
pessoa e como profissional Propiciar
uma troca de experiências e busca de
novos
conhecimentos
Favorecer
o
intercâmbio entre os dirigentes de
maneira adequada e positiva Auxiliar
na redescoberta de potencialidade e
incentivar a criatividade Ampliar a
visão adminitrativa e empresarial
Uberaba
Programa de Desenvolvimento
de Dirigentes de Cooperativas
FORMACOOP
Mód VII
0
Desafio da Liderança
Gerar entusiasmo na busca do êxito
25 e 26
10
02
Belo Horizonte Ti
12 e 13
10
07
profissional
Belo Horizonte T2
15 e 16
10
07
Belo Horizonte T3 19 e 20
10
08
Patos de Minas 06 e 07
10
12
Valorizar o participante não só como
líder e empreendedor mas como ser
humano dotado de crenças qualidade e
Unaí
valores
09 e 10
12
Mostrar
e
aos
qualidade
de
vida
participantes
a
oportunidade de crescimento como
pessoa e como profissional Propiciar
uma troca de experiências e busca de
novos
conhecimentos
Favorecer
intercâmbio entre os
o
dirigentes de
maneira adequada e positiva Auxiliar
FORMACOOP
Mód VIII
Habilidades e Técnicas de
Patrocínio 25 e 26
10
01
Uberaba 25 e 26
10
03
Unaí 08 e 09
10
07
Belo Horizonte TI
18 e 19
10
Belo Horizonte T2 21 e 22
10
Belo Horizonte T3 18 e 19
10
11
Negociação
Montes Claros
Programa de Desenvolvimento
de Dirigentes de Cooperativas
16 e 17
10
12
na redescoberta de potencialidade e
incentivar a criatividade Ampliar a
visão adminitrativa e empresarial
Gerar entusiasmo na busca do êxito
profissional
e
qualidade
de
vida
Valorizar o participante não só como
líder e empreendedor mas como ser
humano dotado de crenças qualidade e
valores
Mostrar
aos
participantes
a
oportunidade de crescimento como
pessoa e corno profissional Propiciar
uma troca de experiências e busca de
novos conhecimentos Favorecer o
intercâmbio entre os dirigentes de
maneira adequada e positiva Auxiliar
na redescoberta de potencialidade e
incentivar a criatividade Ampliar a
visão
Programa de Desenvolvimento
de Dirigentes de Cooperativas
FORMACOOP
Mód IX
Governança e o Papel
Estratégico do Dirigente
Governador Valadares 21 e 22
01 10
Patrocínio 25 e 26
10
02
Uberaba
29 e 30
10
04
Belo Horizonte Tl
Belo Horizonte T2
Belo Horizonte T3
22 e 23
10
11
25 e 11
26 10
16 e 17
10
12
101
adminitrativa
e
empresarial
Gerar entusiasmo na busca do êxito
profissional e qualidade de vida
Valorizar o participante não só como
líder e empreendedor mas como ser
humano dotado de crenças qualidade e
valores
QUADRO 02
Data
Cidade
Apuração de Resultados nas
08 e 09
2010
02
Belo Horizonte
Sociedades Cooperativas
04 e 05
2010
03
Nome do Curso
Objetivo
Permitir aos participantes conhecer os
procedimentos contábeis e tributários que são
aplicáveis a uma sociedade cooperativa para
08 e 09
2010
11
11 e 11
12
2010
escrituração contábil e apuração dos tributos
federais
Aspectos Jurídicos dos
2010
02
10
Órgãos Sociais das
2010
02
11
Belo Horizonte
Cooperativas
08 e 09
2010
03
Belo Horizonte
Capacitação Técnica para
05 e 06
2010
02
Belo Horizonte
Conselheiros de
05 e 06
2010
03
Araxá
Administração e Fiscal
Para Cooperativas de
09 e 10
2010
07
Patos de Minas
29 e 30
2010
07
Uberaba
18 e 19
2010
03
19 e 04
20
2010
Belo Horizonte
Capacitação para
Elaboração do Balanço
Social
Capacitar dirigentes empregados e demais
nas
envolvidos
funções
profissionais
formalidades e limites dos centros de poder da
cooperativa
Orientar e exercitar a elaboração de um
Balanço Social conhecendo as possibilidades
de suas aplicações internas e externas e
também exercitar o conhecimento e as práticas
de responsabilidade social em sua cooperativa
Capacitar os associados que desejam ocupar
cargos estatutários
Crédito
Cobrança e Renegociação
de Crédito
Ramo Crédito
29 e 30
2010
04
21 e 08
22
2010
Preparar melhor os operadores da área de
crédito e cobrança
Uberlándia
Como ser um Líder na sua
12 e 13
2010
04
Prata
Cooperativa
16 e 17
2010
08
18 e 10
19
2010
Belo Horizonte
Montes Claros
Oferecer elementos conceituais e práticos para
a criação e desenvolvimento de verdadeiros
líderes dentro do atual panorama do mundo do
25 e 26
2010
10
Belo Horizonte
trabalho
28 e 29
2010
04
Prata
Orientações para Atuação
29 e 30
2010
04
Belo Horizonte
do Conselho Fiscal
26 e 27
2010
04
12 e 04
13
2010
Uberlândia
08 e 09
2010
04
Governador
12 e 13
2010
05
Uberlândia
10 e 11
2010
05
Belo Horizonte
Gestão e Desenvolvimento
de Cooperativa
Varginha
Sensibilizar mobilizar e preparar dirigentes
conselheiros de administração e fiscal gerentes
e lideranças cooperativistas para o exercício de
suas funções nos diversos níveis da estrutura
organizacional da cooperativa transformando
desafios em oportunidades concretas de apoio à
gestão cooperativa
Conscientizar e capacitar os conselheiros
fiscais de cooperativas para o desempenho
eficaz de suas atribuições
Valadares
05 e 01
31
2010
06
02 e 03
2010
08
02 e 09
03
2010
Qualidade no Atendimento
A Relação com o Cliente
15 e 16
2010
03
24 e 04
25
2010
Belo Horizonte
Montes Claros
no atendimento ao cliente Criar condições para
05 e 01
31
2010
06
Belo Horizonte
Manhuaçu
o desenvolvimento de habilidades que facilitem
as relações interpessoais no atendimento ao
cliente interno e externo Desenvolver uma
postura crítica do atendimento dentro de uma
visão de qualidade
Capacitar o cooperado e empregado da
cooperativa a
estruturar suas negociações
11 e 12
2010
06
26 e 07
27
2010
Belo Horizonte
04 e 05
2010
10
Técnicas de Negociação
11 e 12
2010
03
Leopoldina
para Cooperativas
21 e 22
2010
10
Prata
Facilitar a adoção de uma postura profissional
baseado em técnicas com foco no cliente
visando aumento de vendas Possibilitar ao
participante o conhecimento e utilização de
102
instrumentos eficazes de negociação para obter
melhor resultado nas Cooperativas
Aspectos Previdenciários e
10 e 11
2010
06
Trabalhistas para
Cooperativas
17 e 18
2010
06
Belo Horizonte
Belo Horizonte
Apresentar de forma prática e atualizada os
aspectos mais importantes sobre as rotinas de
23 e 24
2010
06
Belo Horizonte
pessoal inclusive a legislação que as
fundamenta capacitando os participantes para
operacionalizáIas
17 e 08
2010
05
07 e 06
08
2010
Belo Horizonte
Apresentar
Belo Horizonte
administração de cooperativas Dar uma visão
de mercado e do conceito de competitividade
no mundo atual para o qual as cooperativas
devem estar preparadas para que possam
sobreviver e se destacar Apresentar modernas
técnicas de gestão Desenvolver nos futuros
Capacitação para Membros
de Conselhos de
Administração de
Cooperativas
26 e 27
2010
07
Patrocínio
20 e 21
2010
09
Governador
Valadares
membros
o
de
embasamento
papel
dos
conselhos
para
uma
conselhos
de
de
administração
visão
crítica
e
atualizada de administração de cooperativas
Mostrar o posicionamento necessário às
cooperativas
Como se Apresentar em
19 e 20
2010
07
Belo Horizonte
12 a 30
2010
07
Machado
Público
Curso de Formação para
Jovens Produtores de Café
em
relação
à
qualidade
e
responsabilidade sócioambiental
Desenvolvimento de práticas para se apresentar
em público
Estimular a permanência da nova geração de
filhos de associados das cooperativas de café
no campo Capacitar tecnicamente os jovens
para desenvolvimento da atividade cafeeira
Curso de Formação para
09 a 12
10
07
Machado
18 a 30
2010
07
Juiz de Fora
16 e 17
2010
08
Prata
Jovens Produtores de Café
Reciclagem
Reciclar os participantes e proporcionar a troca
de experiências entre participantes que já
concluíram o Curso de Formação de Jovens
Produtores de Café
Curso de Formação para
Jovens Produtores de Leite
Desenvolvimento de
Estimular a permanência da nova geração de
filhos de associados das cooperativas de leite
no campo Capacitar tecnicamente os jovens
para desenvolvimento da atividade leiteira
Proporcionar aos participantes um momento de
reflexão sobre a importância de se trabalhar em
equipe conscientizando os dos ganhos pessoais
e organizacionais e estimulandoos ao
Equipes
desenvolvimento de habilidades que promovem
a formação e o desenvolvimento de equipes
eficazes
DIPJ
Imposto de Renda
2010
06
14
Belo Horizonte
24 e 25
2010
05
Prata
das Pessoas Jurídicas
Estratégias para Gestão de
Permitir aos participantes conhecer de forma
prática os procedimentos para preenchimento
da DIPJ2009 na apuração pelo lucro real
presumido e isentas
Abordar conceitos de custos para o processo de
tomada de
Custos
decisão
e mostrar a
lógica e
simplicidade por trás de um sistema de
informação gerencial que capacitará gestores a
rapidamente verem se suas decisões aumentam
Formação de Analista de
Crédito
Avançado
13 e 14
2010
05
08 e 07
09
2010
12 e 13
2010
08
Leopoldina
Belo Horizonte
18 e 19
2010
09
Uberlândia
Formação de Analistas de
10 e 11
2010
05
Belo Horizonte
Crédito
22 e 23
2010
05
Uberlândia
29 e 30
2010
05
Montes Claros
ou não a lucratividade da cooperativa
Aperfeiçoar as técnicas de análise de crédito
principalmente para pequenas empresas com
base em demonstrações contábeis
Aumentar a qualificação dos analistas por meio
de apresentação de técnicas tradicionais de
análise
de
financeiro
103
crédito
utilizadas
no
mercado
Gestão com Qualidade
21 e 22
2010
08
Barbacena
Executar as práticas de Gestão da Qualidade
utilizando
os
conhecimentos
sobre
os
Princípios da Qualidade o Programa 5S e
técnicas
de gerenciamento
visando
a
implantação do Programa de Gestão com
Qualidade
Gestão Financeira para
Cooperativas
15 e 16
2010
07
01 e 10
02
2010
Prata
Varginha
Conhecer
os principais
corporativas
administração e controle financeiro Introduzir
conceitos
o
de
e
aplicar
finanças
estudo de custos e sistemas de custeio
Preparar o gestor de cooperativas para tomada
de decisões apoiado por indicadores de
desempenho operacional
Matemática Financeira
22 e 23
2010
07
Apresentar os principais conceitos da
Belo Horizonte
Aplicada com Uso da HP
matemática financeira e o uso em cooperativas
12C
através de exercícios direcionados à atividade
da área financeira de produção e operações
junto a cooperados
O Empreendedorismo em
Ambiente de Cooperação e
Responsabilidade Social
10 e 11
2010
06
Prata
Despertar
no
participante
a
capacidade
empreendedora no trabalho buscando sua
realização pessoal e o sentido do ser no
mundo
estimulando
a
criatividade
para
construir formas de participação e exercício de
O Perfil do Gerente Ideal
24 e 25
2010
05
Belo Horizonte
21 e 22
2010
06
Relacionamento
26 e 27
2010
06
Montes Claros
22 e 23
2010
07
Lajinha
Interpessoal
cidadania dentro e fora da organização
Oferecer elementos conceituais e práticos sobre
as
competências
técnicas
e
humanas
necessárias para atuar com sucesso na área da
gerência na atualidade
Possibilitar uma avaliação do próprio
comportamento nas relações interpessoais
Sensibilizar
para
autodesenvolvimento
Desenvolvimento da
Competência Interpessoal
necessidade
a
e
do
aprimoramento
profissional Identificar as competências que
facilitam um relacionamento interpessoal para
o
crescimento
Conhecer
as
habilidades
necessárias para lidar com as resistências
pessoais
decorrentes
necessidades diferentes
Fiscal EFD
2010
07
19
Belo Horizonte
Escrituração Fiscal Digital
2010
11
04
Uberlândia
SPED
de
percepções
e
Sensibilizar para a
busca da melhoria das relações interpessoais
principalmente no trabalho
Apresentar de maneira abrangente aos
participantes os conceitos disposições e
particularidades do SPED relacionadas à
escrituração fiscal digital EFD atualizando o
profissional à legislação vigente através do seu
SPED Contábil
2010
08
19
Belo Horizonte
2010
11
05
Uberlândia
entendimento emissão e leitura de documentos
fiscais suas obrigações e seus prazos
operações especiais dentre outros assuntos
criando assim um diferencial competitivo e
mãodeobra qualificada
Permitir aos participantes conhecer o SPED
Sistema Público de Escrituração Digital que
compreende módulo do SPED Contábil a
escrituração contábil digital em seu âmbito de
Sucesso Profissional
23 e 24
2010
06
Lajinha
Planejamento e
Automotivação
104
aplicação e extensão
Habilitar os participantes com as ferramentas
necessárias para obter sucesso na carreira
profissional
Técnicas em Vendas
16 e 17
2010
08
Governador
Valadares
Possibilitar
aos
participantes
oportunidades de reverem seus padrões de
comportamento com o cliente e aperfeiçoar as
técnicas de vendas
Levar os participantes a vivenciarem as
relações que favorecem as vendas o
atendimento
a
fidelização
do
cliente
aumentando o resultado das vendas
Criatividade Pessoal e
13 e 14
2010
09
Governador
Valadares
Empresarial
Oferecer uma visão mais completa e prática
sobre a importância da criatividade para
profissionais e organizações acompanhada de
técnicas eficazes para o êxito na criação e
desenvolvimento de idéias
2010
09
13
Belo Horizonte
Progr de
20 e 21
2010
09
Belo Horizonte
Neurolinguística como
Ferramenta para a
18 e 19
2010
11
Governador
Nfe
PNL
Nota Fiscal Eletrônica
Valadares
Excelência das Relações
Marketing Pessoal
Patrimônio
Contabilidade
Orientar quanto às regras da utilização nota
fiscal eletrônica sua implementação no âmbito
nacional e estadual os procedimentos
operacionais como também os beneficios de
sua implantação para o contribuinte
Possibilitar aos participantes o conhecimento
das
técnicas
básicas
da
Programação
Neurolinguística e a sua utilização no processo
de ampliação da excelência nas relações
pessoais e profissionais
Prata
Proporcionar aos participantes a oportunidade
2010
10
15
Belo Horizonte
de conhecer o comportamento que o mercado
de trabalho atual exige e saber usálo a seu
favor buscando garantir o sucesso profissional
Visa orientar o participante sobre a
classificação controle e registro dos bens que
constituem o patrimônio ativo permanente
das pessoas jurídicas em especial quanto aos
08 10 2010
Belo Horizonte
Orientar quanto às regras de retenção de
tributos e contribuições como ISS PIS
COFINS CSLL IRRF e INSS sobre o
fornecimento de mercadorias e serviços para
pessoas jurídicas de direito público e privado
23 e 24
2010
10
Uberlândia
Possibilitar aos participantes oportunidades de
25 e 26
2010
10
Controle e Organização
reflexos das Leis 11
2007 e 11
638
2009
941
Retenção de Tributos e
Contribuições na Prestação
de Serviços
Técnicas em Vendas
reverem seus padrões de comportamento com o
cliente e aperfeiçoar as técnicas de vendas
Levar os participantes a vivenciarem as
relações que favorecem as vendas o
atendimento
a
fideiização
do cliente
aumentando o resultado das vendas
105
QUADRO 03
Evento
Ciclo de Palestas
Palestra
Data
Cidade
2010
07
16
Belo Horizonte
Hora Extra e o Novo Ponto
Eletrônico
Objetivo
Atualizar os participantes
sobre as recentes alterações
legais no controle de ponto
patronal para que as
cooperativas não sejam
surpreendidas com sanções
pela não aplicabilidade das
legislações em vigor
Ciclo de Palestas
Palestra 0 Perfil da
2010
09
25
Manhuaçu
as secretárias dos médicos no
atendimento e recepção de
pacientes
Secretária Contemporânea
Ciclo de Palestras
Atualizar conceitos e capacitar
2010
09
25
Ouro Branco
2010
09
30
Governador Valadares
Palestra de
Cooperativismo
Orientar os participantes a
respeito dos fundamentos
básicos e da administração de
uma cooperativa
Palestra Atendimento ao
Atualizar conceitos e capacitar
as Secretárias para um melhor
Cliente
atendimento aos clientes
Ciclo de Palestras
Ciclo de Palestras
Divinópolis
2010
10
27
Apresentar aos participantes
Educação Financeira
dicas de como administrar as
Doméstica
finanças domésticas
Ciclo de Palestras
2010
11
17
Betim
2010
11
19
Abaeté
Palestra de
Cooperativismo
Ciclo de Palestras
Sensibilizar mobilizar e
motivar os participantes para a
prática da cooperação e do
cooperativismo reforçando a
importância econômica e os
beneficios do cooperativismo
para a sociedade
Palestra de
Cooperativismo
Ciclo de Palestras
Orientar os participantes a
respeito dos fundamentos
básicos e da administração de
uma cooperativa
João Monlevade
2010
11
06
Proporcionar aos participantes
um momento de reflexão sobre
Palestra É conversando
que a gente se entende a
importância de
comunicação interpessoal
a importância da comunicação
106
Ciclo de Palestras
2010
12
20
Governador Valadares
Educação Cooperativista
Sensibilizar mobilizar e
motivar os participantes para a
prática da cooperação e do
cooperativismo reforçando a
importância econômica e os
benefícios do cooperativismo
para a sociedade
Ciclo de Palestras
Virginópolis
2010
12
18
Palestra de
Fornecer informações básicas
sobre o Cooperativismo no
Brasil e no Mundo
Cooperativismo
107
SISTEMA
OCEMG
ATA DA 7 REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO
1VIG
1
ADIVi
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE
MINAS GERAIS SESCOOPMG
Aos dezesseis dias do mês de fevereiro de dois mil e onze realizouse sob a
presidência do senhor Ronaldo Scucato na sede do Sistema OcemgSescoop
MG à Rua Ceará 771 bairro Funcionários em Belo Horizonte às 13 horas e
30 minutos reunião do Conselho Administrativo do SescoopMG Presentes Os
senhores conselheiros Jorge Nobuhico Kiryu e Adalberto de Souza Limà
representantes de ramos Raimundo Sérgio Campos representante dos
empregados e Francisco Miranda Figueiredo Filho representante do Sescoop
Nacional Presente também o superintendente deste Sescoop senhor William
Bicalho da Cruz secretário regimental 0 presidente deu boas vindas a todos
e em seguida submeteu os assuntos constantes da pauta para apreciação e
decisão dos conselheiros 0 senhor superintendente leu a Ata da reunião do
Conselho Fiscal realizada em 15 de fevereiro de 2011 Foram apresentados os
balancetes dos meses de novembro e dezembro de 2010 e o demonstrativo de
receitas e despesas Aprovados pelo Conselho 0 presidente também
apresentou e teceu comentários sobre o Relatório de Gestão e sobre a
Prestação de Contas referentes ao exercício de 2010 0 Conselho aprovou as
contas exarando o seguinte parecer 0 Conselho Administrativo do Sescoop
MG em reunião realizada no dia 16 de fevereiro de 2011 no uso das
atribuições que lhe confere o regimento interno em seu Art 8 inciso III após
minuciosa análise das demonstrações financeiras demais peças componentes
da prestação de contas relatório de gestão referentes ao ano aprovar
de 2010
e
sem
com base ainda no parecer do Conselho Fiscal resolve
ressalvas a Prestação de Contas do Exercício de 2010 Belo Horizonte 16 de
março de 2011 Presidente Ronaldo Scucato Superintendente William Bicalho
da Cruz Conselheiro Adalberto de Souza Lima Conselheiro Jorge Nobuhico
Kiryu Conselheiro Francisco
Miranda Figueiredo Filho Conselheiro Raimundo
Em seguida o senhor superintendente apresentou os
Sérgio Campos
contratosconvênios 001
2011 a 006
2011 celebrados até a presente data a
COOPERATIVA DOS EMPREENDEDORES COOPOESP
EM AUDITORIA
saber
CAIXA
CONSULTORIA E ASSESSORIA EMPRESARIAL
CEF RICARDO MAURÍCIO SOARES BAPTISTA
ECONÔMICA FEDERAL
CLARO SA AGRIPOINT CONSULTORIA LTDA
COOPERATIVA
DE
SICOOB
DOCE LTDA
POUPANÇA E CRÉDITO DO VALE DO RIO
CREDIRIODOCE Aprovados pelo Conselho Nada mais havendo a tratar o
presidente
agradeceu a presença de todos e encerrou a reunião e para
constar eu William Bicalho da Cruz secret rio regimental lavrei a presente
Ata que lida e julgada de acordo com o u se passou fica devïdamen
aprovada Belo Horizonte 16 de fevereirode
1
Adálbéto de Souza Lima
Rua Ceará 771 Funcionários Cep 30150
311
Tel 31 30257100 Belo Horilonte MG
E mail ocemg @ocemg
br
coop
br
coop
ocemg
www
ses rEMA
OCEMG
s
M
ATA DA 7 REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO ADM
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE
MINAS GERAIS
SESCOOP MG
Continuação
A
01
4
11
11111
Francisco Mira
9dá gueir
Jorg
obuhi
o Filho
u
Raimu do ergo Campos
i am
Rua Ceará 771
icalho da Cruz
Funcionários Cep 30150
311
Tel 31 30257100 Belo Hori
nte MG
Email ocemg @ocemg
br
coop
br
coop
ocemg
www
SISTEMA
OCEMO
SESCOOPMO
Ata da 69a reunião ordinária do Conselho Fiscal do SESCOOP MG realizada em
sua sede aos 15 de fevereiro de 2011 às 14 horas com a presença dos
conselheiros Elton Evangelista Corrêa Lima
José Ailton Junqueira de Carvalho e
Urias Geraldo de Sousa Dando início aos trabalhos foi apresentada ata da última
reunião do Conselho de Administração do SescoopMG realizada em 02 de
do Conselho Nacional do
dezembro de 2010 a Resolução n 669
2010
Sescoop que aprova a proposta orçamentária 2011 do SescoopMG e verificado
o balancete acumulado e demonstrativos contábeis dos meses de novembro e
dezembro de 2010 Após a conferência de toda a documentação dos alusivos
meses e análise das folhas de pagamento dos empregados e recolhimento de
encargos o Conselho por unanimidade concluiu que as contas estão em
condições de serem aprovadas sem ressalvas
PARECER DO CONSELHO
FISCAL Os abaixo assinados membros do Conselho Fiscal do SescoopMG no
uso das atribuições que lhe confere o regimento interno em seu Art 10 inciso II
procederam a rigoroso exame das contas do SescoopMG do Balanço Geral do
Ativo e Passivo e Demonstração das Contas de Resultados ficando evidenciado
a regularidade dos atos de gestão praticados no que tange à execução física e
financeira bem como nos processos de licitação contratos e convênios firmados
relativos ao exercício de 2010 Encontrado tudo em perfeita ordem este conselho
aprova sem ressalvas as contas relativas ao exercício encerrado em 31 de
dezembro de 2010
Presidente Elton Evangelista Corrêa Lima Secretário Urias
Geraldo de Sousa Vogal José Ailton Junqueira de Carvalho Nada mais havendo
a tratar a reunião foi dada por encerrada A presente ata foi lida e assinada pelos
conselheiros
Belo Horizonte 15 de fevereiro de 2011
P
a
Elton Evangelista Corrêa Lima
Urias
érald
91
JOsé Ailton
e
usa
t
QeJf
eira de Carvalho
Rua Ceará 771 Funcionários Cep 30150
311
Tel 31 30257100 Belo Horizonte MG
E mail ocemg @ocemg
br
coop
br
coop
ocemg
www
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DE MINAS GERAIS
SESCOOPMG
PARECER DO CONSELHO ADMINISTRATIVO
O Conselho Administrativo do SescoopMG em reunião realizada aos 16 de fevereiro de 2011 no
uso das atribuições que lhe confere o regimento interno em seu Art 8 inciso III após minuciosa
análise das demonstrações financeiras e demais peças componentes da prestação de contas
inclusive o relatório de gestão referentes ao ano de 2010 e tendo em vista o parecer do Conselho
Fiscal resolve aprovar sem ressalvas a Prestação de Contas do Exercício de 2010
Belo Horizonte 16 de fevereiro de 2011
Presidente
Ronaldo Emesto Scucato
Superintendente
William Bicalho da Cruz
Conselheiro
Adalberto de Souza Lima
Conselheiro
Jorge Nobuhico Kiryu
Conselheiro
Raimundo Sérgio Campos
Conselheiro
Francisco Miranda Figueiredo Filho
Brasília 24 de maio de 2011
RELATORIO DE GESTÃO
2010
Minas Gerais São Paulo Espírito Santo e Rio de Janeiro
Comentários sugestões e providencias a serem tomadas
SESCOOP RIO DE JANEIRO
ORÇAMENTO
Valor Proposto
Valor Executado
Receita
Despesas
977
0
6
00
45
590
4
13
025
045
6
00
977
72
31
85
41
262
4
41
236
Observações
Mais uma vez recomendamos a unidade que tenha um maior critério na formulação
do orçamento
a fim de evitar grandes distorções que provoca uma ineficiência nos
indicadores de eficácia
SESCOOP SÃO PAULO
ORÇAMENTO
Valor Proposto
Valor Executado
Receita
Despesas
442 00
725
31
442 00
725
31
23 62
888
311
29 67
21 60
521
098
33 50
Observações
Recomendamos que a unidade tenha um maior critério na formulação do
2
orçamento fim de evitar grandes distorções que provoca uma ineficiência nos
a
indicadores de eficácia
SESCOOP ESPIRITO SANTO
ORÇAMENTO
Valor Proposto
Valor Executado
Receita
593
2
4
84 00
458
3
84
517
89
23
Despesas
284 00
4
593
117
6
3
43
18
42
18
Observações
Chamamos a atenção para a recomendação item 2
1
1 e 2 do Relatório de
Recomendações sobre Procedimentos Contábeis da BDO Auditores Independentes
7
que trata da Ausência de Formalização do Inventario de Estoque e Impossibilidade
de Geração de Relatório Analítico em Datas Retroativas
Mais uma vez recomendamos a unidade que tenha um maior critério na
2
formulação do orçamento
a fim de evitar grandes distorções que provoca uma
ineficiência nos indicadores de eficácia
SESCOOP MINAS GERAIS
ORÇAMENTO
Valor Proposto
Valor Executado
Receita
535 00
955
11
12
43
894
388
62
3
Despesas
11 00
353
955
443
9
71
779
01
21
Observações
Pelo volume de recursos administrados pelo Estado consideramos que o mesmo
teve uma baixa aplicação na capacitação intema de seu pessoal sendo que houve
urna sobra de R 341
81 do previsto para Benefícios que poderiam ter sido
427
direcionados para esta ação Recomendamos que haja um maior investimento para
que não de perca a qualidade dos trabalhos
SESCOOP NACIONAL
Mais uma vez queremos ressaltar da importãncia de se constar no Orçamento
Proposto os recursos de Saldos de Exercícios Anteriores para evidenciar a
totalidade dos recursos a serem aplicados pelo Sescoop bem corno no quadro
comparativo de orçado x executado com os devidos ajustamentos para
evidenciar o realizado Não tendo havido sobra ou não tendo sido confirmada a
mesma no inicio do exercício no relatório de gestão colocar urna observação para
que os Conselheiros tenham melhores informações para suas analises
Ruiter Luiz Andrade Pádua
Representante das Regiões Norte e Nordeste
Ryan Carlo Rodrigues dos Santos
De
Francisco Goncalves Francisco Goncalves@minasgerais
br
coop
Enviado em
segundafeira 23 de maio de 2011 14
04
Ryan Carlo Rodrigues dos Santos
Para
Assunto
Anexos
ENC DEMONSTRATIVO DE FLUXO DE CAIXA
Prioridade
Alta
Sem título
pdf BALANÇO
2305201114053900
xls image001
jpg image004
gif
Prezado Ryan Boa tarde
Segue anexo correspondência direcionada a equipe de auditoria que esteve aqui no SescoopMG de 040
2011 listando todos os documentos disponibilizados a eles dentre os mesmos estava a declaração de fluxo
04
08
de caixa via impressa assinada e arquivo no Excel
Caso necessite que enviemos mais algum documento estamos a disposição
Obrigado
Atenciosamente
Francisco Gonçalves i
Gerente Geral AdminislmtivaJControladorfa
sast
octa o
SESC AOPAAO
Ruo Ceará 771 Funcionários CEP 30150311
Belo Horizonte MG Tel 131 3025
7078
Fox 31 3025
7064
ór
coop
minosgerois
www
De Ryan Carlo Rodrigues dos Santos mailto
ryan carlo@ses000p
br
coop
Enviada em segundafeira 23 de maio de 2011 12
40
Para Francisco Goncalves
Assunto RES ATA PARECER
Francisco
Passei para você a ressalva errada A ressalva é referente a não apresentação do Demonstrativo de fluxo de caixa
Acha que pode fazer e me enviar ainda agora a tarde Quando chegar o relator passo para ele Assim fica sem
pendências
SESCOOP Serviço Nacional de
Aprendizagem do Cooperativismo
SESCOOP
dmCa
Gerência Geral
I
Ryan Caro R dos Santos
carlo@sescoop
ryan
br
coop
SAUS Setor de Autargmas Sul Quadra 4 Bloco I
CEP 70070 936
br
000p
brasilcoopeíafrw
www
Tel
Brasília
55 61 3217
1503
DF
Brasil
FAX 61 3217 2121
AVISO LEGAL Esta mensagem é destinada exclusivamente para a
s pessoa
s a quem é dirigida podendo conter informação confidencial
ou legalmente privilegiada Se você não for destinatário desta mensagem desde já fica notificado de abster se a divulgar copiar distribuir
e
examinar ou de qualquer forma utilizar a informação contida nesta mensagem por ser ilegal Caso você tenha recebido esta mensagem por
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sistema de controle
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1
SISTEMA
OCEMO
SESC COO PMO
Belo horizonte 04 de Abril de 2011
A
BDO Trevisan Auditores Independente
Prezados Senhores
Conforme solicitação disponibilizamos os documentos descrito abaixo
Documentação Geral
1 Atas de reuniões realizadas no período de 01 de janeiro de 2010 aos dias atuais
02 livros 01 livro de ata do conselho fiscal e 01 do conselho administrativo
2 Balancetes em meio magnético mensal de janeiro a dezembro de 2010 e balancete
acumulado do exercício de 2010
Gravado no CD
3 Razões das contas de resultado no período de 01
2010 a 31
2010 formato
12
XLS
Gravado no CD
4 Carta de Representação da Administração modelo sugerido conforme Anexo 2
Preenchida e assinada conforme modelo no anexo 2 01 via
5 Demonstrações contábeis incluindo as demonstrações exigidas no fechamento
para 2010
Balanço Orçamentário
Balanço Patrimonial
Balanço Financeiro
Receita
Balanço Financeiro Despesa
Demonstrativo das Variações Ativas
Demonstrativo das Variações Passivas
Demonstrativo de Fluxo de Caixa
Demonstração dos Superávits Déficits
Demonstrativo das Mutações do Patrimônio Social
Notas Explicativas
Saldo Contábil
DISPONIBILIDADES
1Conciliação bancária das contas correntes e contas de aplicações financeiras na
data base de 31 de dezembro de 2010
Ruo Ceará 771 Funcionários Cep b0150
311
Tel 31 30257100
Belo Horizonte
MG
mail ocemg
E
br
coop
océmg
www ocem g coop br
SISTEMA
OCEM
g
Conciliação junto com os respectivos extratos de janeiro a áeem
0 iMG
Q
20
bóFe
2Justificativas das pendências antigas eou relevantes se aplicável
Não se aplica
OUTROS CRÉDITOS
1Composição analítica das rubricas na database de 31
10 devidamente
12
conciliada com os registros contábeis
Demonstrativo de adiantamento de férias despesas antecipadas e outros
creditos
ESTOQUES
1 Composição analítica em aberto na data base de 31
10 devidamente conciliad
12
com os registros contábeis se aplicável
Não se aplica
TRANSAÇÕES DO SISTEMA SESCOOP Ativo e Passivo
1Composição analítica em aberto por unidade na database de 31
10 contendo
12
nome do SESCOOPUF vencimento e valor dá operação em aberto devidamente
conciliada com os registros contábeis se aplicável
Não se aplica
DEPOSITOS JUDICIAIS
1 Composição analítica em aberto na data base de 31
10 devidamente conciliada
12
com os registros contábeis
Não se aplica
IMOBILIZADO
1Composição analítica auxiliar dos bens do ativo imobilizado devidamente conciliada
com os registros contábeis
Relatório
2Estudo formal da vida útil econômica estimada dos bens do ativo imobilizado e
avaliação por meio de estudo formal em cada unidade do SESCOOP se há alguma
indicação de que os itens do ativo imobilizado estão obsoletos ou sofreram
desvalorização
Relatório de Avaliação de Bens do Ativo Imobilizado e Intangível
CONTAS A PAGAR
1Composição extracontábil referente à data base de 31 de dezembro de 2010
contemplando os saldos em aberto por fomecedor descrição do fornecedor n
Rua Ceará 771
Funcionários Cep 30150
311
Tel 31 3025 7100
Belo Horizonte MG
mail ocemg@ocemg
E
br
coop
br
coop
ocemg
www
SISTEMA
C EMO
O
documento fiscal natureza valor data da prestação do serviço ouãi çãõ90 iMG
ou materiais de consumo data de vencimento
conciliação de fornecedores
PROVISÃO DE FÉRIAS E 13 SALÁRIO
1Relatório individualizado de provisão de férias 13 e encargos sociais devidamente
conciliado com os registros contábeis em 31
10
12
Demonstrativo de provisão férias e 13 salários com os respectivos encargos
OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS
1Memória de cálculo para os saldo em aberto na data base de 31 de dezembro de
2010 bem como comprovantes de recolhimento subseqüente dos tributos
Planilha das retenções efetuadas e guias originais comprovando os
recolhimentos
CONTIGÊNCIAS FISCAIS CIVIS TRABALHISTAS
1 Relatório elaborado pelo departamento jurídico contendo as ações ajuizadas em
desfavor da Entidade bem como os valores atualizados na data base de 31 de
dezembro de 2010 atribuídos a estas ações e a probabilidade de êxito Remota
Possível ou Provável
Obs em caso dos advogados não terem conhecimento de ações ajuizadas contra a
entidade os mesmos deverão emitiruma correspondência confirmando esta posição
Correspondência anexa
RELATÓRIOS DE OUTRAS AUDITORIAS
1 Relatórios elaborados por outras auditorias realizadas no SESCOOP CGU TCU e
SESCOOP Nacional se aplicável referente de 2010
Relatório de auditoria interna 2010
Coopercontábil
OUTROS
1 Relação de todos os convênios firmados com instituições públicas ou privados para
a execução de programas projetos e demais atividades de interesse comum do
SESCOOP se aplicável
Planilha de Convênios
2 Relação de todos os processos de licitação realizados em 2010 segregado por
modalidade
Planilha de licitação
3 Relação de funcionários admitidos e demitidos em 2010
Relação de admitidos em 2010
4 Resumo da folha de pagamento mensal de janeiro a dezembro de 2010
1
Gravado no CD
Rua Ceará 771
Funcionários Cep 30150
311
Tel 31 30257100
Yk
Belo Honzonte
MG
Email ocemg @ocemg
br
coop
br
coop
ocemg
www
MA
SISTE
OC EM6
S ESC OOPI
45
5 Relatório detalhado de execução orçamentária e comparativos do orçado X
realizado bem como as justificativas das variações relevantes
Demonstrativo Orçamentário de Receita e Despesa
OUTROS DOCUMENTOS
1 Cópia das cartas de circularização encaminhadas
2 Cartas de Circularização
Banco do Brasil
Caixa Econômica Federal
Jurídico Sescoop MG
Mapfre Seguradora
Sescoop Nacional Gerente Geral Ryan Santos Informou que enviou os dados
solicitados para BDO Auditores Brasília
mBicalh
ó da Cruz
Rua Ceará 771 Funcionários Cep 30150
311
Tel 31 3025 7100 Belo Horizonte MG
E mail ocemg@ocemg
br
coop
br
coop
ocemg
www
Demonstração dos Fluxos de Caixa
Método Indireto 2010
Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Gerais Sescoop
MG
S ES C OOP MO
L r Wr 0
C
Uv
N
fw
Moeda Real R 1
00
FLUXO DE CAIXA PROVENIENTE DAS OPERAÇÕES
2010
f
2009
756
1
533
276
1
463
Depreciação e amortização
983
443
410
341
Baixas do ativo imobilizado
307
1
068
357
Déficit liquido do exercício
Superávit
Ajustes para reconciliar o superávit
déficit do exercício com recursos
provenientes de atividades operacionais
292
32
Baixas do ativo intangível
TOTAL
201
2
823
007
2
233
Redução aumento nos ativos
Outros créditos
931
184
920
16
425
539
356
185
17
1
459
Estoques
Despesas pagas antecipadamente
Convênios acordos e projetos
Realizável a longo prazo
TOTAL
Aumento redução nos passivos
Contas a pagar
959
94
Salários encargos sociais e imposto a pagar
991
36
309
10
Provisões trabalhistas e outras
953
38
872
76
957
132
Outras obrigações
Obrigações de longo prazo
903
170
TOTAL
RECURSOS LÍQUIDOS GERADOS NAS ATIVIDADES OPERACIONAIS
187
2
370
45
1
776
943
1
998
I
FLUXO DE CAIXA UTILIZADO NAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS
287
46
Adições ao ativo permanente
Adições ao ativo intangível
RECURSOS LÍQUIDOS UTILIZADOS NAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO
1
10
921
208
57
339
112
ì 2
878
990
341
Aumento no caixa e equivalentes
130
2
162
602
1
008
Disponibilidades no final do exercício
Disponibilidades no inicio do exercício
Aumento no caixa e equivalentes
914
8
077
783
6
915
783
6
915
907
5181
130
2
162
602
1
008
Ronaldo Scucato
malhì
J
a
Cruz
Fran2156nçalves Filho
Presidente
Superintendente
Contador CRC MG 57
755
CPF 008
66668
690
CPF 110
416 68
377
CPF 736
33668
472
Download

ltda cooperativa