mobility
muito mais que um gadget
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A Mobilidade é uma das componentes de um Sistema de
Informação, o que significa dar mais um passo na
arquitectura tecnológica, tendo sempre presente que o
objectivo é adequar sempre e cada vez melhor o que as
pessoas estão a fazer, com os processos e com a informação
O
que falamos quando nos referimos
a Mobilidade nos Sistemas de
Informação?
Comecemos por falar de conceitos
básicos. Como sabemos, os Sistemas de
Informação só têm utilidade se houver
uma ligação entre Pessoas, Processos e
Informação. O que pressupõe a existência
de um alinhamento entre o que as pessoas
fazem, a informação necessária e os
processos. Se este alinhamento existir e o
sistema for bem desenvolvido, tecnicamente temos um Sistema de Informação.
Ora, a actividade das pessoas, muita da
informação e alguns processos de negócio,
são móveis. Neste contexto, o conceito de
Mobilidade concretiza-se num grau adicional de aderência entre o que as pessoas
fazem, isto é, os processos, e o modo
como a informação é tratada. Trata-se de
mais uma componente que serve o negócio e a estratégia das organizações.
José Alves Marques
Presidente do Conselho
de Administração
da Link Consulting
Essa componente, como se manifesta?
Traduz-se, por exemplo, em estender os
Sistemas de Informação a que temos acesso quando estamos sentados na nossa
secretária, a uma equipa comercial ou de
suporte técnico, cuja actividade obriga a
estar em permanente Mobilidade.
Manifesta-se também em situações onde a
informação é móvel, como a informação de
logística – veículos, contentores, camiões,
passageiros.... Para conseguir gerir esta
informação em tempo real alinhada com os
processos de negócio, temos de utilizar tecnologias móveis que captem essa informação e a disponibilizem a quem opera ou
gere negócio. Se quisermos ir mais longe, o
conceito de Mobilidade aplica-se a
inúmeras situações da actividade das pessoas e relaciona-se também com a facilidade de dispormos da informação onde
quer que nos encontremos, por exemplo,
os estudantes dentro de uma universidade
têm que circular entre salas de aula, bibliotecas, laboratórios, o seu local pessoal de
estudo, etc. O ideal seria que toda a informação necessária para estudarem estivesse
acessível quando dela necessitam. Como é
óbvio, isto obriga não só a ter as redes de
acesso mas a criar todo um sistema de
suporte ao ensino, à secretaria, às bibliotecas, aos departamentos etc.
Na sua opinião, porque se fala tanto em
Mobilidade?
A Mobilidade é importante porque o
mundo hoje é cada vez mais rápido e próximo, o que obriga a que todas os processos
reajam à informação em tempo real. Não se
admitem tempos mortos porque as pessoas não estão sentadas em frente ao seu
computador ou porque a informação só
pode ser actualizada com intervalos de
tempo excessivamente longos. Mas, repito,
é uma componente de um Sistema de
Informação, o que significa dar mais um
passo na arquitectura tecnológica, tendo
sempre presente que o objectivo é adequar
sempre e cada vez melhor o que as pessoas
estão a fazer, com os processos e com a
informação.
Penso que todo este grande interesse pela
Mobilidade começou com a emergência e
sucesso das comunicações móveis de voz,
concretizado no telemóvel. Depois pensou-se, com algum optimismo, que seria
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possível passar para a Mobilidade dos
dados e que este processo seria mais ou
menos óbvio. E continuámos a falar de
Mobilidade. Mas neste caso, já não se trata
só de tecnologia, como referi anteriormente.
É verdade que os sistemas de suporte à
Mobilidade de dados têm andado mais
lentamente do que os estudos previam há
cerca de dois ou três anos, mas mesmo
assim, este talvez seja o menor dos problemas. Aqui trata-se também de mudar os
processos de negócio e "mexer" com a
forma como as pessoas trabalham. É muito
mais lento e complexo.
No entanto, existem tecnologias de dados
com sucesso?
De facto, foi o caso do SMS, que começou
por ter um enorme sucesso na utilização
pessoal. As empresas só agora começam a
perceber algumas das possibilidades
destas tecnologias para disponibilizar informação, como meio de fidelização de
clientes. Entretanto surgiram outras como
o GPRS e o WiFi, tecnologias que começam
a estar maduras. Parece-me que estamos
no início de um processo em que as tecnologias passarão a ser maciçamente utilizadas, quer na óptica pessoal, quer sobretudo pelo lado do negócio. Mas, repito,
estamos ainda no início, e as aplicações
disponíveis ainda são limitadas.
Porque falhou o WAP e, aparentemente, o
UMTS?
O WAP falhou essencialmente pelo facto do
modo como a interface era disponibilizada
ser pouco agradável e amigável. As pessoas
não sentiram que existia valor no WAP. O
SMS é fácil, é simples e permite interagir. O
UMTS falhou, basicamente porque a tecnologia não foi disponibilizada a tempo e
porque era (é) cara. Por outro lado, baseava-se numa bola de neve, em que havia
muito dinheiro para investir. Houve um
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excesso de optimismo e verificámos também que faltou um modelo de negócio.
Como é que vê o estado actual
da Mobilidade em Portugal?
No conceito abrangente de que falamos,
estamos muito atrasados no que respeita
ao desenvolvimento de aplicações que
explorem estas tecnologias e que permitam disponibilizar serviços.
Temos alguns (poucos) exemplos no sector empresarial, no domínio da logística
(transportes rodoviários), na distribuição,
na bilhética electrónica.
Na área financeira existem alguns exemplos
rudimentares de utilização de dispositivos
móveis para operações de home-banking.
No sector público fala-se muito da rede de
trunking digital para todas as forças de
segurança e emergência, existe o programa
dos campus digitais para as universidades,
mas aparentemente as decisões tardam.
Uma força de inovação poderiam ser os
Operadores de Telecomunicações, mas
estes não têm vocação para uma área que
já implica sistemas. Por outro lado, a voz
continua a ser o principal negócio dos operadores móveis, pelo que vão caminhar
para os dados, mas de uma forma
cautelosa. E com a actual situação do mercado, retraem o próprio investimento.
Em muitos domínios, não existem obstácu-
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A Link reune todos os
requisitos e condições do que
é e deve ser um fornecedor
de soluções de Mobilidade
nestas áreas deveriam privilegiar parcerias,
mas esta não é a mentalidade empresarial
típica dos Telcos. As parcerias são difíceis,
mesmo que muita gente diga o contrário.
Depois, existe um outro problema. Para
criar mercado de dados é preciso ter
dimensão e o nosso mercado é pequeno.
Em síntese, penso que os operadores têm
tido alguma dificuldade na construção de
um modelo de negócio em que sejam um
suporte activo à Mobilidade
los tecnológicos que inviabilizem as comunicações digitais, designadamente em
actividades que envolvam Mobilidade e as
soluções podem não ser muito onerosas em
termos de comunicações, sobretudo quando aferidas pelos ganhos de produtividade.
Não haverá também um problema
de indefinição do modelo de negócio?...
Sim, penso que muitas vezes ainda andam
à procura do modelo de negócio. Mas esta é
uma questão complexa. A grande maioria
dos operadores de telecomunicações
conhece bem o negócio da voz, estão vocacionados e organizados para venderem
minutos de comunicações. Para entrarem
Do seu ponto de vista, quais são
os constrangimentos que ainda hoje
condicionam o desenvolvimento
da Mobilidade?
Mais do que a ausência de tecnologias, foi
a febre do UMTS, que quase eclipsou ou fez
cair no esquecimento outras tecnologias,
que estão a regressar como por exemplo, as
associadas à Ethernet wireless.
Mas também existem alguns aspectos de
regulação, como os modelos de utilização
do WiFi em banda larga ou espectro de
bandas para alocar ao WiFi, que são
questões que ainda não estão resolvidas,
entre outras razões, porque existem
divergências entre os EUA e a União
Europeia, que naturalmente, limita o seu
crescimento. No caso português, penso
que o modelo de liberalização da rede fixa
também não tem ajudado este desenvolvimento, ao inviabilizar a criação de alternativas com modelos de negócio sustentáveis.
Para darmos o passo em frente
na Mobilidade, qual é o papel que atribui
ao Governo?
A UMIC parece querer suprir a grande dificuldade que tem existido até ao momento,
que é decidir, executar, avaliar. Até muito
LINK
Mobilidade total,
sem fronteiras
Operadores de telecomunicações e "utilities" são alguns
dos sectores de actividade económica onde a Link já
desenvolveu ou está ainda a desenvolver projectos de
integração de Sistemas de Informação, que envolvem o
fornecimento de diferentes soluções de Mobilidade e a
utilização de variadas tecnologias de Mobilidade.
Um dos exemplos mais significativos foi o Projecto
RDA, desenvolvido para a OniWay, e que consistiu
numa solução móvel corporativa que permite aos
colaboradores de uma determinada empresa o acesso
através de terminais móveis (telefones móveis, PDA,
etc.), à informação existente nos diferentes Sistemas de
Informação dessa mesma empresa. O acesso pode ser
feito via SMS, WAP ou até via portal Web. Este sistema
permite que as empresas disponibilizem conteúdos aos
seus colaboradores através de múltiplos canais, sem
implicar um esforço de investimento demasiado grande,
já que a maior parte da infra-estrutura fica do lado do
operador móvel, podendo até, em modo ASP, todo o
conteúdo ficar na infra-estrutura do operador, de modo
a diminuir ainda mais o custo da solução. Apesar da
Oniway ter desistido da quarta licença de operador móvel
do UMTS, o trabalho de desenvolvimento permitiu à
Link desenvolver esta solução e apresentar ao mercado o
pacote Mobile Services Platform (MSP), uma solução de
comunicações para quem que estar na Mobilidade.
Um projecto muito interessante, pela facilidade com que
se compreende o seu alcance, é o SIMOVLAB, que
consiste na utilização de terminais móveis robustos
(PocketPC) nos laboratórios de certificação de
contadores da EPAL, para levantamento de valores
obtidos nos ensaios. Os terminais comunicam com o
repositório de ensaios via WiFi, de onde o sistema de
gestão de contadores é automaticamente actualizado.
Este sistema permitiu poupar 40% do tempo necessário
à certificação de um contador.
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Soluções móveis:
para além da integração
O desenvolvimento de soluções globais de
Mobilidade são, cada vez mais, uma realidade na
actividade da Link. Com efeito, a Link tem vindo
a desenvolver soluções à medida para os seus
clientes, envolvendo a utilização de diferentes
tecnologias, o que prova a sua flexibilidade e
conhecimento. O VídeoMMS, WiFi (Wireless
LAN) e Portais Móveis são três importantes
exemplos onde a Link provou a sua capacidade. No
domínio do VídeoMMS forneceu uma solução a
um dos operadores do seu parceiro Philips, que
permite a captura e a visualização de vídeos em
terminais móveis da nova geração, como o Nokia
3650, o Nokia 7650 ou o SonyEricsson P800 e
envio dos Videos para outros utilizadores via MMS
ou e-mail.
A atenção com que a Link segue as tendências
tecnológicas da Mobilidade e a sua utilização
comercial, permitiu-lhe fornecer a um operador
móvel uma solução de autenticação e accounting
para serviços WiFi, a qual pode facilmente ser
estendida para suportar a autenticação, autorização
e registo de acessos a todos os serviços IP, como é o
caso do GPRS e UMTS.
Outro exemplo demonstrativo da versatilidade da
Link encontra-se na capacidade de integrar
portáteis móveis com fornecedores de conteúdos.
Foi neste contexto que apoiou um dos operadores
móveis na integração do seu Portal Móvel com as
plataformas onde os parceiros disponibilizam os
conteúdos, assegurando que estes conteúdos
podem ser consultados no portal móvel com boa
qualidade de serviço.
A Link, porque mantém
uma actividade de I&D e
uma relação próxima com o
INESC e com o Instituto
Superior Técnico, domina
as tecnologias móveis ainda
numa fase pré-comercial
e conhece as tecnologias
emergentes e as mais
maduras
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recentemente, e apesar do discurso, não
tinha havido vontade política. Parece que a
situação está a mudar. Um exemplo é a
iniciativa dos Campus Virtuais, que poderá
contribuir para dar origem à criação nas
escolas de um Sistema de Informação
global, integrado e adaptado ao utilizador
móvel. Pode ter um efeito duradouro,
fazendo com que as gerações entretanto
formadas, quando entrarem no mercado
de trabalho, procurem também estender
este tipo de iniciativas aos seus futuros
locais de trabalho.
É preciso também que o Governo funcione
como um exemplo, fomentando a interoperação entre os sistemas da Administração,
dinamizando iniciativas mobilizadoras,
como a gestão integrada dos transportes
públicos nas áreas Metropolitanas (será
que é desta que vão existir as autoridades
Metropolitanas?), aderindo a projectos de
logística integrada para os portos (as vias
verdes), etc.
Concordo que o Governo seja criterioso na
gestão pública do dinheiro, mas tem também que garantir que a gestão dos Fundos
Comunitários melhore rapidamente.
Acontece que existem muitos projectos
aprovados, mas a máquina estatal emperra
e não liberta esses financiamentos. Por
outro lado, há numerosas iniciativas comunitárias que Portugal não explora por incapacidade organizativa. Parece-me que nesta
área há um claro défice de liderança política.
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Tráfego de dados (em milhares)
Tráfego de
dados
SMS
Acesso ao
serviço WAP
via GSM
2002
II Trim III Trim IV Trim
Ano
2002
2003
I Trim
1.528.597 461.035 471.849 542.029 577.766
2.052.679
542.953
Ano
2001
I Trim
Chamadas
7.850
Minutos
11.533
8.346
9.209
33.227
8.372
10.887 10.260
10.177
42.857
9.053
7.822
Fonte: Anacom
Porque é que o mercado deve ver a Link
como um “player” fornecedor de soluções e
serviços de Mobilidade?
A Mobilidade em Sistemas de Informação –
não estamos a falar de Mobilidade no sentido da produção de pequenos “gadgets”
para acrescentar aos serviços prestados
pelos operadores móveis – tem de ser vista
no quadro da adequação das pessoas e da
informação, e traduzi-la em processos de
negócio. É dessa adequação ou integração
que se retiram as mais valias. Para conseguir fazer isto é preciso uma organização
que tenha experiência em integração e que
domine diferentes tecnologias. É preciso
uma organização que domine a arquitectura tecnológica e a arquitectura de processos para que o cliente tenha confiança de
que vai funcionar. É preciso também um
profundo conhecimento das tecnologias
dos operadores móveis. A Link cumpre
todos estes requisitos e desde o início da
liberalização das comunicações móveis
que tem trabalhado com todos os operadores do mercado.
Mas é preciso reunir mais condições?...
De facto. Por exemplo, a Link, porque mantém uma actividade de I&D e uma relação
próxima com o INESC e com o Instituto
Superior Técnico, o que lhe permite dominar
essas tecnologias móveis ainda numa fase
pré-comercial e conhece as tecnologias
emergentes e as mais maduras, bem como
todo o mundo relacionado com os protocolos e a normalização. Estamos pois em
condições de criar e construir soluções de
Sistemas de Informação com qualquer
tecnologia de Mobilidade e integrá-las com
as arquitecturas e as plataformas tecnológicas que as organizações possuem no seu
back-office. Em projectos de Mobilidade
temos de estar atentos e ter muito cuidado
para não investir em sistemas ou modelos
que podem não ter sustentabilidade a
médio e longo prazo.
Em síntese, reunimos todas as condições
para que o mercado nos veja como um
integrador de Sistemas de Informação
completo e independente, pois temos
recursos humanos qualificados, experiência e conhecimento em diversos projectos
e clientes, referências de utilizadores e
domínio prévio das tecnologias porque
participamos em projectos de I&D, e trabalhamos com todos os principais fabricantes de TI. Paralelamente, dominamos
tecnologias horizontais como a segurança
– e nas comunicações móveis os problemas de segurança são mais prementes –,
redes, sistemas distribuídos, plataformas
de interoperação e todos os ambientes de
programação e de desenvolvimento mais
relevantes. ¶
Transportes, logística
e gestão de serviços ainda
mais móveis
Actividade particularmente móvel são os transportes,
precisamente um sector onde a Link está apostar e que
tem vários exemplos para apresentar. O Projecto
Calypso é talvez o mais representativo. Baseada na
experiência adquirida ao longo de sete anos no
projecto Calypso, a Link acabaria por ser a
"responsável" pelo desenho do Sistema de Bilhética
Intermodal e Interoperável da Área Metropolitana de
Lisboa. Este sistema, que começou pelo projecto
Lisboa Viva no Metropolitano de Lisboa, confere aos
cerca de 1 milhão de passageiros diários um
instrumento electrónico móvel por excelência: o
"Cartão inteligente contactless LisboaViva", utilizado
em qualquer operador e/ou sistemas de bilhética.
Outro exemplo é o portal de negócios do Grupo Luís
Simões, que consistiu na criação de «um interface
transaccional na Web, através do qual os clientes
interagem com a empresa», sendo possível gerir
electronicamente todos os processos de negócio. O
portal inclui ainda um repositório documental para a
gestão colaborativa de todos os documentos de
suporte aos processos de negócio.
No domínio do wireless, importa também referir o
projecto SIPA, que está a ser desenvolvido para a
Palmetal, uma empresa instalada no Parque Industrial
da AutoEuropa. Este projecto baseia-se numa solução
de Rádio Frequência, que permitirá à Palmetal
suportar via wireless um conjunto de processos de
onde se destacam: recepção; expedição; emissão de
guias; inventários; emissão de etiquetas; verificação de
localizações e pesquisa de produtos tudo isto de uma
forma on-line, ajustada a cada um dos clientes e
integrada com o ERP Navision entretanto
implementado.
Já o projecto XTraN SIMS consiste num sistema de
planeamento e monitorização do transporte de valores
da ESEGUR. O sistema permite planear as rotas dos
veículos de transporte de valores, a partir de
informação obtida de diversos sistemas da ESEGUR,
que antes do aparecimento deste sistema era elaborado
manualmente. O sistema permite também a
monitorização da execução das rotas, obtendo
informação através do sistema XTraN não só da
localização dos veículos mas também das operações
em curso no veículo e do estado do veículo, através da
utilização de GPS, de redes de Trunking, e de
terminais móveis.
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