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6º ano E
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6º ano E
Professoras:
Ana Cláudia Martoni Moraes
e Yamila Goldfarb
São Paulo – Junho de 2012
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Odeio tomar banho! – Bento de Valentim Dias................................6
O dia que fui na escola da minha irmã – Carolina de A. M. Ferreira....8
Tem que ter sete vidas mesmo – Diego Barros Silveira....................11
Um triste dia – Dora Cestari Furquim Marinho...............................13
Eu sou o homem da casa – Eugênia Ruiz Domingues.......................15
Geraldo – Gabriel Dias Werneck de Souza......................................18
Um pouco do meu dia-a-dia – Gabriela Gorenstein Lerner.............20
Vida de cão – Gustavo Iochua Mejlachowicz..................................22
Eu gostei da minha vida – Humberto Dias Fernandes Pacheco..........24
Tive uma vida legal – João Tadeu Gaipo Matsumoto........................26
O dia que me compraram – Julia Abramczyk................................28
Meu dia de castigo – Julia Fazolare Maurano................................30
Minha vida fora de série – Juliane Gonzaga Baltieri........................32
Ai, como eu amo música – Julieta Visoni Calliari...........................35
Meu dia-a-dia – Lucca Augusto Sanches Bonato............................37
O cuspe leva ao amor – Marco Berger Mantega..............................39
Casa dos sonhos – Maria Clara Gouveia Nascimento Vilela Lopes......42
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O dia em que eu vivi em outra casa – Maria Clara Vieira Paschoal ..45
O dia em que não fui passear – Maria Cortez de Moraes..................47
Um dia maravilhoso – Maria Eduarda Figueiredo Balestero.............50
Minha vida de cachorro – Maria Portolano Peccioli........................52
Minha vida – Mariana Florencio Borges........................................55
Ida à escola – Pedro Fernandez Tonso...........................................58
Coisas irresistíveis – Pedro Hotimsky Iguelka................................60
Outro nome, outra vida... – Pedro Reis Malta Campos....................62
Vida de cão – Philippe Perel.......................................................64
Um cachorro louco – Rafael Gouvêa Bacal....................................66
Cachorro de campo – Rodrigo Puglisi de Paula Souza.....................68
O dia em que atropelei um motorista – Tomas Furtado dos Santos....70
Novo lar – Tomas Selaibe Pires....................................................72
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Esperamo
012
Maio de 2
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Ana Cláu
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tomar banho!
Bento de Valentim Dias
Oi, eu sou o Moreno. Nasci em uma fazenda em Minas Gerais
e fiquei lá por 1 mês. Depois disso eu fui transferido em um
carro para São Paulo e fui dado a uma família.Eu era ainda
muito pequeno e estava bem assustado . Estava com saudades
de minha mãe, uma pastora alemã. E meu pai, como era um
labrador, eu sou meio a meio.
Com o passar do tempo eu comecei a gostar dessa família.
Tem um garoto chamado Bento, sua mãe Andreia e sua irmã
Iara e o outro cachorro Chicó. Ele é bem legal e fica brincando
comigo diversas vezes. Também adoro ficar o irritando mas
quando ele se incomoda demais ele rosna e me empurra.
Também adoro destruir as coisas, sempre levo bronca quando
eu faço isso. É um problema. É que eu sou obcecado em fazer
isso.
Eu adoro mais do que tudo passear na praça e fazer novos
amigos. Mas vocês querem saber as coisas que eu mais odeio?
Eu odeio levar tapa e bronca, andar de carro me deixa
enjoado. Mas o que eu odeio mais do que tudo é tomar banho, a
pior coisa do mmuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu
uuuunnnnnnnnnnnnnnnnnnndddddddddddddddddoooooooo
ooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Meu primeiro banho foi numa bacia
cheia de água bem gelada! Eu ficava chorando e até rosnando,
foi um alívio quando acabou.Agora que eu estou com 6 meses
mais ou menos e estou gigantesco, estou tomando banho na
Cobase que é pior ainda
Socorooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
ooooooooooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
8
9
o
dia
que
fui
na
escola da minha irmã
Carolina de A. M. Ferreira
Olá, o meu nome é Lulu, sou uma cadelinha da raça
Dushund, mas todos me chamam de salsichinha. Sou pequena,
toda pretinha com algumas partes marrons.
Eu moro em uma casa com a minha irmã ( Cacá), minha mãe
(Isabella) e a minha babá (Lia).
Vou contar do dia em fui na escola da minha irmã.
Era uma terça-feira de manhã e eu estava indo o tapete me
coçar porque o tapete é feito para isso, não é? Mas os humanos
não entendem, eles pensam que é só para andar, malucos...
Eu estava me coçando, quando de repente, eu vi uma voz me
chamando. Olhei para todos os lados e vi Cacá descendo as
escadas loucamente falando que eu ia na escola dela. Ela já tinha
falado isso várias vezes, mas eu não tinha entendido muito bem
por isso nem liguei.
Fui levar a Cacá para a escola, mas eu não deixei ela lá como
sempre e fui embora, entrei junto. Vi um monte de crianças e
alguns adultos que chamavam de professoras. Ninguém deixava
a gente passar até que uma das adultas, ou melhor professoras,
veio ajudar a gente a passar e conseguimos. O nome dela é
Yamila.
Estávamos indo subir umas escadas, quando vi duas crianças
que eu já conhecia: A Laura e a Magê. Fui correndo até elas e fiz a
maior festa.
Fomos até uma sala que chamavam de “ Laboratório”. Lá
encontrei, em cima da mesa, um animal que eu nunca tinha
visto, era uma tartaruga que chamavam de “ Romeu”. Achei
legal! Vi também um peixe que eu nunca tinha visto, o nome
dele é “Bobi”. Tinha um pássaro, que o nome dele é “Neymar”.
Legal, né? Esse sim, eu já conhecia. De repente ouço um
barulho muito auto. O nome dele é “ sinal”, mas para mim
10
11
deveria chamar de “coisa barulhenta”. A Cacá foi embora e me
deixou sozinha com os outros animais e com a professora “Ana”.
Eu estava morrendo de medo.
Depois de um tempo a Cacá chegou. Eu não parava de
abanar o rabo, mas não era só a Cacá, tinha chegado um monte
de crianças e fiquei assustada. Mas até que comecei a gostar
deles porque eles me davam carinho e brincavam comigo.
Não entendi muito bem, porque cada grupo formado ficava
observando os animais e anotando. Bom, eu fiz duas amigas
Maria e Duda.
r
te
e
qu
m
te
sete vidas mesmo
Diego Barros Silveira
Estava ficando desesperada, não tinha lugar para mim fazer
xixi! Tive que segurar. O grupo da Cacá foi embora e o outro
veio. Fiquei um pouco com medo, mas a Magê estava comigo,
então tudo bem.
Depois de um tempo a Cacá e a Dody apareceram. A Cacá
para me pegar e a Dody para pegar o Neymar.
Me levaram para a secretaria. A Lia estava lá e eu levei de
volta para casa.
Afinal eu gostei de ir na escola da Cacá. Eu aprendi palavras
novas, conheci outras pessoas e animais. Adorei esse dia!
Tchauzinho! Muitas lambidas.
12
13
13
Oi, o meu nome é Chiquinha e eu sou a gata do Diego.
Quando nasci eu e meus irmãos fugimos de casa. Não sei bem
porque mas fugimos e acabamos na casa da tia dele. Meus
irmãos foram deixados na casa da minha dona antiga e eu fui
para casa do Diego.
um
triste dia
Dora Cestari Furquim Marinho
No começo eu dormia o dia inteiro, mas depois que eu fui
crescendo, eu comecei a ficar mais ágil. Peguei uma doença
chamada Sarna e demorou muito tempo para curar. Um dia
eu estava no quintal e fui para lavanderia me esconder atrás
da privada quando de repente, um balde de água quente caiu
em cima de minhas costas. Começou arder muito porque a
empregada estava lavando o banheiro com água quente.
Teve outra vez, que eu estava atravessando a rua e um carro
apareceu de repente e eu bati a cabeça na roda, doeu muito e
ninguém me ajudou.
Eu gosto de dormir no colo do meu dono enquanto ele joga
videogame. Fico assistindo ele e um tal de Lucca darem “ quick
scope, trick shot e no scope (não sei o que é isso).
Essa é minha vida, tchau.
14
15
15
Sou ABU este nome é dedicado ao Aladim (pelo que eu saiba
é um filme da tal Disney. Um dos personagens é um macaco
muito inteligente e seu nome é ABU).
Hoje em dia sou só uma metade, o que significa que estou
morto, mas arranjei um jeito de mandar uma carta para a Terra.
eu
sou
o
homem da casa
Eugênia Ruiz Domingues
Eu era muito bonito: dourado, branco, lindo, com um
desenho maravilhoso em minhas escamas. Era praticamente um
rei, mas a única “pessoa” que me dava atenção era a tartaruga.
Ela vivia de olho em mim, talvez ela tivesse com fome cheio de
mais, ou seja, ela queria me comer.
Toda a semana recebia novos “súditos” (amigos) no meu
lindo aquário porque a tartaruga vivia com um grande apetite.
Sempre fui o maior, mais forte e o mais rápido, por isso a
tartaruga nunca me pegava (comia minha cabeça ).
Um dia estava eu, mandando meus “súditos” tirarem os
musgos das minhas “paredes”, quando chegou a hora do almoço
da tartaruga. Ela comeu todos os outros e foi aí que me dei conta
de que ela estava atrás de mim. Tentei fugir, mas minha reação
demorou muito. Ela me comeu e saboreou minha cabeça com
gosto.
E por isso sou só uma metade, enterrada em um jardim,
cheirando a mofo.
16
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17
Olá, meu nome é Volpi, tenho 1 ano, sou da raça Pastor
Alemão. Sou muito divertido, engraçado e fofo. Eu não sei o
que isso significa, mas minha dona me chama assim. Eu acho
que deve ser algo bem ruim! Ela também fala que tenho cara de
bobão, também não entendo, mas com certeza deve ser algo
bem bom!
Eu moro com a Eugênia, minha amigona, com a Cintia, que
é quase minha mãe. Digo isso porque ela é minha dona, mas
cuida de mim como se eu fosse um filho. Também moram lá
Francisco, que é um menino que tem muito medo de mim, e
com o Delmar que é também quase meu pai. Eu finjo ter medo
dele às vezes, para não humilhá-lo, pois ele é um adulto. Com
a Magali, uma cadela, brinco o dia inteiro. E tem a Filó, coitada
dela, uma cadela que perdeu o pai e a mãe e ainda por cima
não pode receber carinho, se não a Magali sente ciúme e fica
irritada. A Filó está velha e cansada.
6ª - Sentar na grama ao Sol esperando alguém me dar
carinho.
Quando meus donos chegam, eu não os deixo entrar em casa,
afinal, se eu não posso, eles também não.
Ah! Quase me esqueci de contar que adoro passear e correr,
principalmente nos dias de sol.
Bom é isso e muitas outras coisas que não vou citar.
Eu tenho que ir, o Francisco e a Eugênia acabaram de chegar
da escola.
Tchau!
Ass: Volpi
Considerando essas pessoas, eu sou o homem da casa!
As minhas coisas favoritas são:
1ª - Chamar a atenção, rasgando as plantas de minha casa.
2ª - Brincar com a Magali, com a Eugênia e com a Filó.
3ª - Brincar com a Julieta, a amiga da Eugênia de que sou um
leão.
4ª - Fazer a mesma coisa com o Francisco e com seus primos
Nina & Carlo
5ª - Jogar futebol com o Francisco até eu pegar a bola com a
boca e ele não me deixar jogar. Ele não sabe que no futebol pode
usar os dentes!
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geraldo
Gabriel Dias Werneck de Souza
Oi, eu sou Geraldo, um grande Pastor Alemão. Moro com a
família Werneck. Vou falar um pouco deles e como fui morar
com essa família.
Eu estava no canil em que nasci quando, de repente,
apareceu uma família normal. Eles escolheram uma cadela da
mesma raça que eu. Fui falar com ela, para dar os parabéns
pela nova vida... Quando ela ia ir embora. Eles se confundiram
e me levaram, olha que doidos! Eles foram falando de nomes
de meninas, e eu claro muito confuso. Chegamos em uma
casa bonita com um grande quintal o que me deixou animado.
Depois uma mulher me pegou no colo e foi me mostrar a uma
amiga e ela disse:
— Olha que bonitinha!
E a amiga dela disse:
— Bonitinho, né?
E assim eles repararam que tinham trocado de cachorros
mas não me trocaram por que uma das crianças me adorou.
Desde então, eu vivo com essa família que me deu o nome de
Geraldo.
Hoje em dia eu passo o dia inteiro no portão vendo os amigos
e inimigos cachorros que passam pela minha casa. Quando
querem brincar comigo fico muito feliz, porque eu adoro eles, e
eles me adoram. Não sei o nome deles infelizmente.
Nos fins de semana gosto de viajar para fazenda da minha
família porque lá eles brincam muito e eu quase sempre estou
na brincadeira. Na fazenda eu tenho outros amigos como Tara,
Charlie, Samba, Cocada e muitos outros cachorros.
Bom, essa é minha vida e adorei contar ela para vocês.
20
21
um
pouco
do meu dia-a-dia
Gabriela Gorenstein Lerner
Sou uma maltês pequena branca, tenho um ano e meu nome
é Pipoca. Mas pode me chamar de “tutu”, “tu”, “tuca” ou
“Pipa”, porque esses são os meus apelidos.
Adoro brincar com os meus donos. Eles sempre estão no
computador ou na televisão, porém sempre dou um jeitinho
de chamar atenção. Às vezes eu apronto um pouco e brigam
comigo, mas logo depois já estão de bem comigo.
Outro dia a mamãe (Luciana) me levou para tomar banho e
eu fugi da coleira. Foi uma confusão danada e ainda assim não
me livrei do banho. Depois ela comprou uma coleira nova para
mim, mas você acha que eu quis usar? Nananinanão! A coleira
me apertava muito e era feia (na minha opinião , porque a
minha irmã Gabriela achou muito linda).
Adoro ir à praça. Lá eu corro, corro, corro, e brinco com os
outros cachorros!
Uma coisa que eu não entendo: porque todos os dias os
meus donos (Marcelo, Rodrigo, Gabriela, e a mais importante,
Luciana) vão embora para o trabalho, para a escola, á natação,
para o clube e depois voltam? Porque eles tem que ir e depois
voltar, e não ficar direto comigo? Eu fico sozinha lá em casa!
Bom, agora que vocês já me conhecem um pouco venham me
visitar!
OBS: Tragam biscoitos!
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23
vida
de cão
Gustavo Iochua Mejlachowicz
Meu nome é Peter, eu sou um cachorro da raça Cavalier, eu
vivo em São Paulo, com meu irmão Gustavo e meus pais. Sou
muito feliz com eles. Meu irmão me deu dois ossinhos para
contar essa história, então vamos lá.
Era 20/01/2011 às 20h16min, tinha frango no jantar. Minha
cozinheira chamou meu irmão para comer e, então, já fui para a
mesa. Quando Gustavo chegou, ele viu o frango apetitoso então
fui apressadamente para mesa. Comeu o primeiro pedaço depois
nossa mãe chamou o Gus e ele teve que parar de comer. Quando
ele saiu, fui correndo para a cadeira, coloquei as patas dianteiras
na mesa e joguei os talheres para o prato do meu pai, que estava
no banho. E finalmente consegui pegar o frango de meu irmão.
Moral: Humanos comedores de frango nunca vencem.
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25
eu
gostei
da minha vida
Humberto Dias Fernandes Pacheco
Meu nome é Bob, tinha 3 meses era uma tartaruga, adorava
comer e nadar, e adorava relaxar.
Meu dono era muito legal, se chamava Humberto. Ele falava
comigo, me alimentava.Via ele a semana inteira, menos nos fins
de semana quando ele vai para Itu. Sempre quis conhecer lá.
Eu adorava nadar. Nos primeiros dias ficava mais na terra e
depois comecei a gostar de ficar mais na água.
Eu brincava
todo o dia e adorava ver TV. Nadava de um lado para do aquário
quando ouvia smells like teen spirit.
Um dia tiveram que tirar a água de meu aquário então
usaram um aparelho que batia onde eu estava. Fiquei com tanto
medo que fugi muito rápido para a ponta do aquário.
O irmão do Humberto adora ver a série Toy Story e eu
também gosto.
Quando comia era o primeiro a pegar a comida. Os meus dois
irmãos eram preguiçosos e nadavam bem lentamente. Eu era
rápido e pegava a comida primeiro.
Comi ,nadei, brinquei, fui adotado, tomei carinho, vi TV,
tomei sustos, sonhei, agora estou no céu, enterrado no jardim
do prédio.... sei que tartarugas vivem até cem anos, mas eu
só vivi 3 meses. Mas 1 mês dessa minha curta vida foram os
melhores momentos de minha vida.
26
27
tive
uma
vida legal
João Tadeu Gaipo Matsumoto
Meu nome é Kita, sou uma cachorra e minha raça também
chama Kita. Foi muito legal passar com minha família minha
vida. Eu brinquei muito com eles.
Tinha donos que eram muitos brincalhões porque me
levavam para passear. Todo fim de semana passava com meus
donos no parque para jogar frisbee. Nunca esquecerei isso.
Morava numa casa grande dentro de uma casinha pequena.
Gostava muito do meu dono João pois ele faltava na aula para
ficar comigo. Ele e sua irmã me levavam a pé para tomar banho.
Demorava uma hora só para ir tomar banho, mas valia a pena.
Ficava sempre com medo quando eu ouvia um som estranho
ou uma tempestade ou chuva. Eu começava a latir e arranhar
a porta de casa. Meu dono e seus pais ficavam muito bravos
porque eu estragava muito a porta. Para minha sorte me
deixavam entrar em casa para eu parar de detonar a porta, e
assim eu ficava na sala de casa com meu dono João.
Eu morri porque eu estava velha. Tomei uma vacina para eu
não morrer, não pegar doença ou qual quer coisa, mas eu não
resisti. Morri quando meu dono João e seus pais estavam em
Minas Gerais. Foi muito triste para eles porque eu fui a única
cachorra que tiveram. Me enterraram no porão da casa que é o
lugar mais baixo de lá. João sempre vai me visitar.
28
29
o
dia
que
me compraram
Julia Abramczyk
Olá, sou uma calopsita e me chamo Teco. Vou contar minha
história para vocês.
Era um dia muito calmo, na loja onde nasci. Até estranhei
porque lá era muito barulhento, sempre risadas para lá, gritos
para cá, não aguentava mais.
té que cinco pessoas entraram na loja, certos que iam
comprar uma calopsita. Eu pensei “O que cinco pessoas
estranhas estão fazendo aqui na loja?” Uma pergunta óbvia:
comprando uma calopsita:
— Quero esse!-falou um.
— Não, eu não quero esse!- falou o outro.
Foi então que o pequeno exclamou:
— Quero este passarinho aqui!
Todos gostaram de mim.
Foi então que dois adultos pegaram uma placa de metal,
enfiaram numa máquina e começaram a apertar botões.
A moça da loja pegou a minha gaiola e entregou para os meus
novos donos.
Fui para a casa feliz da vida, mas por outro lado, senti
saudade da moça que cuidava de mim. Ela sempre me dava
banho, me alimentava e principalmente me acariciava. Também
fiquei com saudades dos meus amigos, Lulu, a cachorrinha
da raça Salsicha, Romeu, que por acaso uma tartaruga de alto
estima, Bob, um peixe palhaço e por fim o meu melhor amigo,
outra calopsita chamado Neymar. Nunca esquecerei o meu BEST
FRIEND FOREVER!!!
Agora tenho que partir...
Ass: TeCo
30
31
meu
dia de castigo
Julia Fazolare Maurano
Olá me chamo Tati, sou uma Poodle muito gordinha e
peluda.
Todos me acham muito sapeca. Toda vez que alguém chega
aqui em casa, eu e minha filha Kika vamos dar as boas vindas
com alguns latidinhos básicos. Então tia Bel e tio Emilio, (meus
donos) gritam:
— TATI! KIKA! CALEM A BOCA!
Poxa vida! Eles não querem que a gente seja educada, não?
Tia Bel e tio Emilio tem uma sobrinha, que se chama Julia,
e ela veio aqui em casa a alguns meses atrás. Eu e Kika ficamos
SUUUUUUUPER animadas, ela ficava jogando a bolinha e a
gente corria pra buscar. Estava tudo bem, até que ela foi levar
nós duas para passear pelo condomínio.
Então paramos no parquinho e ficamos jogando bolinha...
Resolvemos voltar, mas no caminho fiquei com vontade de
fazer minhas necessidades e, sem querer, acabei fazendo xixi
no pé da Julia. Ela ficou tão brava, mas TÃO brava, que acabou
contando pros meus donos.
E obviamente fiquei de castigo, por um mês... UM MÊS, dá
pra acreditar? Não pude comer comida de humano (isso não foi
tão ruim assim, porque pude aproveitar e fazer um regiminho,
que cá entre nós eu até que tava precisando...) também não
pude nem subir para o andar de cima, nem ir brincar lá no
parquinho! Maior sacanagem.
Fiquei muito irritada, mas até que o tempo passou rápido
(graças a Deus) então pude voltar a fazer tudo o que gostava...
Espero que tenham gostado da minha história,
Beijos Tati, S2
32
33
minha
vida
fora de série
Juliane Gonzaga Baltieri
Meu nome é Lili, não Liliane nem nada desses nomes feios e
grandes é só Lili. Minha dona e meu dono me deram esse nome
porque desde quando nasci parecia com esse nome.
Tenho dez meses mas quem me vê acha que tenho cinco anos.
Minha raça é Shitsu, mas essa raça não é grande, eu que sou
grande. Meço 90 centímetros, não sei mas é pelo menos o que
minha dona diz.
Eu adoro minha dona que se chama Juliane. Ela sempre
brinca comigo das minhas brincadeiras favoritas: futebol ( que
só posso brincar no parque posso brincar no parque ) e pegapega. Por isso gosto tanto dela pois além de brincar faz carinho
em mim. Ela tem 11 anos e tem muitas amigas que sempre
vão na minha casa ( e eu adoro que elas venham aqui porque
também fazem muito carinho em mim ).
Meu apartamento é grande e muito legal mais os quatro
cômodos da casa que mais gosto são a cozinha (porque tem
muita comida. Às vezes chamo meus donos para almoçar e eles
não vem, parece que não entendem), a varanda (que posso
tomar banho de chuva lá), e o quarto da minha dona e do meu
dono, que tem muitos brinquedos.
Às vezes parece que todo mundo esta de mau humor e bravos
comigo ( ou de TPM, como minha dona fala ). Só porque o meu
cocô saiu antes de eu chegar no jornal e caiu na cama da vovó
(mamãe da minha dona).Todos ficaram me chamando de feia
(mas na minha opinião sou linda). E depois falaram que eu
estava de castigo, mas não sei o que é isso. Mas acho que não é
coisa boa.
Bom, meu dia-a-dia é super normal. Acordo no mesmo
horário que a vovó e depois vou acordar a minha dona. Quando
ela está tomando café peço a ela um pedaço do pão e claro
ninguém resiste a minha carinha fofa. Depois ela vai para a
34
35
escola e eu fico aqui com a minha empregada chamada Norma.
Nos brincamos de pega a vassoura, puxa o pano e muitas mais
coisas. A tarde minha dona vem para casa e faz a lição, e eu só
olho depois brinca um pouco comigo ela toma lanche (claro me
da um pedacinho), depois ela brinca um pouco vamos jantar e
depois ela vai dormir ela no quarto dela e eu no meu.
ai,
como
eu amo música
Julieta Visoni Calliari
Por favor, algum dia venham brincar comigo, tá ?
Bom essa é minha vida.
36
37
37
Meu nome é Nino e sou um cachorro bagunceiro e, quando
quero, preguiçoso. Toda a vez que minha mãe me vê ela fala:
— Ashmurumuda!
meu
dia-a-dia
Lucca Augusto Sanches Bonato
Isso é o que ela fala quando fica nervosa e sei que quer dizer
que tenho que parar o que eu estou fazendo! Os nomes dos meus
donos são: Julieta, Alex, Claudia e Mauro e eu os amo!
Poucos cachorros gostam de música, mas, eu não, eu amo
música! Mas não gosto de TV. Olho, olho e não acho graça. Bom,
voltando ao assunto, uma vez eu e minha família estávamos
no carro indo pra praia quando começou a tocar TIM Maia
“Não quero dinheiro”. Eu amo essa música. Fico louco quando
a ouço. Acabou rápido demais e por isso dei Replay. Depois
acabou e dei Replay de novo, e de novo e quando vi já tinha dado
oito vezes! Ouvimos tanto essa música que minha família ficou
rindo de mim e falando:
— Nino você é uma piada!
Ai, Como eu amo música!
38
39
39
Olá, sou Nina, uma cachorra Yorkshire preta, pelo lisinho
e bem peludinha. O meu dono é o Lucca que sempre está
ocupado com suas lições de casa. Adoro passear com ele apesar
de me cansar muito com várias idas e voltas para pegar o meu
ossinho. Quando está em dias chuvosos eu não posso passear,
fico assistindo ele jogar vídeo games. Joga sempre com o mesmo
amigo chamado Kibe, conversam de coisas que não entendo
nada. É Quick Scope pra lá, Trick Shot pra cá e outras coisas que
impossíveis de entender. Será que são ossinhos coloridos? Só ele
e o tal Kibe pra entender!
o
cuspe
leva ao amor
Marco Berger Mantega
Sempre estou vendo com muita atenção ele jogar, apesar
de não entender nada, acho muito engraçado ele gritando e
xingando pela janela quando faz coisas que dem ser muito difícil
de se fazer.
Bem, pela manhã fico presa, pois o Lucca vai à escola e não
posso brincar pois não consigo jogar o osso pra mim mesma!
Quando ele chega fico muito feliz, mas sempre está ocupado
com suas lições ou pesquisas escolares. De vez em quando, ele
desce comigo e dá vinte voltas no prédio para me cansar, pois aí
eu não encho para fazer sua lição.
Bom, acho muito legal morar com o Lucca e ele é o melhor
dono do mundo (que eu conheça)!
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41
41
Oi, sou o lhama Tib- Tib. Moro no zoo da Patagônia e sou
super famoso. Tenho até camiseta com slogan próprio.
Vivo na maior mordomia, como, durmo, tomo banho, recebo
carinho, e faço shows de mágica. Amo muito tudo isso (Todos os
direitos reservados a MacDonald®).
Mas teve um episódio desagradável: minha saliva tinha
secado e eu não tinha sede. Não conseguia cuspir e isso era meu
número principal. Tentei explicar a todos o que acontecera,
mas me vaiavam e jogavam latas de refrigerantes, cervejas,
amendoim, pipoca e tudo que se pode imaginar, como se não
me ouvissem. Foi então que chamei um funcionário para dizer
ao chefe que desejava falar com ele, porém o rapaz apenas
falou: “Pare de miar e faça o seu trabalho” e me deu um tapa
nas nádegas. Minha primeira reação foi coicea-lo e coiceei. O
público pareceu gostar, pois pararam de jogar-me coisas.
Porém chegou meu chefe... No começo me animei, no
entanto, quando fui falar com ele, este me chutou e disse “mas
que @#!%$©Ωõ está acontecendo aqui?!! Está pensando ser
um touro?!!” O chute doeu muito e o público vaiou meu chefe.
Chamaram a veterinária que me curou e descobriu o meu
problema: “Ele está apaixonado (ö)”.
Continua..........................................................................
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são brilhantes como um espelho. Seus dois olhos esmeraldas
com manchas azuis, fosforescem como um sinalizador. Sua voz
é dão linda que parece que está cantando.
Como conheço todas estas coisas? Simples! Quando se faz
circo, você deve ouvir a música e dançar, acompanhando o
sinalizador. No camarim, você poli os cascos, faz luzes e treina
os passos olhando para um espelho. Todos me adoram também
quando improviso ou quando acidento- me (de vez em quando
é de propósito). Essa é minha vida e terá mais integrantes nela...
Veja:
Depois eles ( a equipe de veterinários do zoológico nos
juntaram e... Procriamos a espécie. Fico tímido, pois não sou
aquele cara da PlayLlama que fica falando isso em público
Tivemos cinco lhaminhas: Tib, Laía, Monteste, Curcino e
Tortilha (tem cor de geleia para tortilha). Foi um trabalho na
hora do parto. Ter quingêmios de uma vez, pois dois saíram
grudados, um não vinha, e os outros dois tiveram um parto
normal. Para amamentar foi o pior, pois eles sempre brigavam
para ver quem seria o primeiro.
Bem, tenho que ir. Minha apresentação com minha família
começa em 5 minutos, Laia esqueceu os passos, Curcino está
chorando, Tib e Monteste estão chorando e Tortilla está com dor
de barriga.
Tchau
..........................................Agora.........................................
Estava mesmo apaixonado pela lhama que havia chegado a
dois dias de Santigo do Chile chamada Laia.
Ela tem um pelo branco com manchas cor de mel, seus cascos
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casa
dos sonhos
Maria Clara Gouveia Nascimento Vilela Lopes
Olá !!! Sou Xinu !!! Se você já foi a primogênita da família,
você com certeza irá me entender: primeiro era só eu, dormia
dentro de casa e era mimada pela minha dona, mora em um
prédio, uma beleza! Ai quando minha família se mudou, para
uma casa pequena (eu, minha criança de estimação, meu pai de
estimação e minha mãe de estimação). Minha criança, que era
só minha, chegou acariciando o seu novo dono, o DEMÔNIO, o
gato felino, o Magoo.
Eu não sei por que minha criança coloca nomes de desenhos
animados, ou de filme na gente. Meu nome foi inspirado
no Caiu, um desenho animado, que tinha uma cachorrinha
chamada Xinu, um nome lindo (eu pelo menos acho). O nome
do Magoo veio de um desenho antigo, e os outros, que virão
depois, têm os nomes de personagens de filmes!!!
Bom, com o tempo, até que eu e o Magoo viramos bons
parceiros, amigos eu não sei, porque houve muitas mordidas
e muitos arranhões! Alguns anos depois, veio a minha melhor
amiga! Lira, uma cadela, fofa, uma anjinha, leva muitas broncas
de mim, apesar de ser o meu triplo (ela faz muita bobagem,
sabe?)... ela veio menor que o gato e depois cresceu tanto que
alcançou a cintura de minha mãe de estimação. Fizemos muitas
caminhadas juntas. Até que, um dia, ela teve um probleminha
nas patas, coitada, nunca mais foi passear comigo... até que digo
graça a Deus porque ela latia por tudo!
Depois disso ficamos um tempo sem surpresas, coitado do
gato ficou em um ringue de Box, literalmente... dois contra
um... pura covardia!
Ai chegou a sua companheira de luta, Louise. Essa gatinha
vira-lata, uma madame só, mimada, todos os dias ganha
carinho, admito eu morrooooo de ciúmes!!!
No começo ela se arrepiava toda só de se ver no espelho,
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o dia em que eu
vivi em outra casa
e para ela tudo é motivo. Às vezes se comportar como cão,
arranha as portas quando estão fechadas e morde quando é
contrariada, sei é meio estranha...
Maria Clara Vieira Paschoal
Em 2011 nos mudamos para a minha casa dos sonhos, assinei
o contrato e levei comigo, meus móveis e meus humanos de
estimação, quase deixei o gato e a gata, enchem muito sabe?
Mas deu muito dó!
Mas quando fui para essa casa dos sonhos tive um pesadelo:
eu é que era bicho de estimação... mas acordei e vi que era só um
sonho!!! Graças a Deus, na verdade, eu era a DONA...
Ass: Xinu a cadela esperta, linda, fofa, legal, divertida e
acima de tudo metida!!! ſ
P.S: Olhem minha foto ali em cima, eu era bebê... fofa né?
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o dia
em
que
fui passear
não
Me chamam de Linda, mas meu nome de verdade é
Catharina. Sou uma vira-lata (nunca entendi esse nome, mas
deve ser uma coisa boa). Vou contar a história da vez em que eu
estava perdida.
Maria Cortez de Moraes
Era verão, eu estava perdida. Sai do meu quintal desatenta e
quando percebi eu estava sem casinha e sem ossinho, quando
vi um portão aberto e entrei.
Vi uma menina que estava atrás de um homem alto que me
dava até medo, acho que ela estava morrendo de medo igual
a mim. Eu comecei a chorar de fome. Acho que ela ficou com
do e me deu churrasco (comidinha deliciosa) e um novo nome
‘’ Linda’’(que eu adorei muito, melhor que Catharina). Me
diverti muito, brincamos de pega-pega, jogar bolinha. Comi
comida de humano porque eu era tão pequenininha que não
tinha uma ração para mim. Fiquei lá por umas 2 semanas. Eu
estava gostando, mas minha dona (o nome da minha dona é tão
esquisito que eu nunca consegui pronunciar) me achou e me
levou de volta para minha caminha quentinha e velhinha. Agora
eu estou na minha casa me lembrando daquelas semanas com a
Maria Clara. MUITAS LAMBIDAS!!!!!!!
Minha assinatura.
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Oi meu nome é Chico eu sou um coquer muitíssimo
simpático. Eu adoro passear. Todo dia eu e meus donos vamos
dar uma volta no parque de vez em quando a gente vai pra
fazenda. Sempre passeamos por lá, Mas um dia estava garoando
bem pouquinho nem dava para sentir os pingos de chuva
direito. Deviam ser lá pelas 3 horas da tarde, eu estava louco
para passear. Fiquei latindo um tempão para o meu dono e até
trouxe a coleira com a boca e a estendi nos pés dele e nada.
Ninguém me escutava, parecia que eles estavam me ignorando.
Será que estavam bravos? É CLARO. Com certeza era isso,
eles estavam bravos por causa do vazo que eu havia quebrado
semana passada. Mas era um vazo tão feio! Eles bem que deviam
me agradecer, mas isso não vem ao caso. O que importa é que
eles estavam bravos e eu tinha que arrumar um jeito de me
desculpar. Pensei, pensei e pensei ainda mais. Até que elaborei
um plano na minha cabecinha. Felipe, meu dono, adora frango,
e o nosso vizinho (que é um velho rabugento) tem um monte de
galinhas no quintal. Aqueles animais bobões que ficam fazendo
uns sons estranhos. Sai de fininho de casa pela janela da cozinha
(que sempre fica aberta). Cuidadosamente entrei na casa do
vizinho, olhei bem em volta e não havia ninguém me olhando.
Mas quando fui pegar a galinha. Me senti um idiota, como eu
podia ter me esquecido de Runo, o cachorro do vizinho, aliás
o enorme cachorro do vizinho, que me ODEIA! Todo dia de
manhã, ele começa a latir pra mim. Ele é um mala, vive me
enchendo. E naquele exato momento ele estava atrás de mim!
Congelei da cabeça a os pés. Não adiantava tentar fugir, Runo
sempre foi bem mais rápido do que eu e me pegaria antes que eu
pudesse pensar em fugir.
me dado conta do quanto tinha demorado. A Cecilia, minha
irmãzinha humana, estava chorando, pois achava que eu tinha
fugido de casa e nunca mais ia voltar. Me senti péssimo, entrei
pela porta da cozinha e fui direto para o quarto do meu dono.
Fiquei quietinho esperando que eles entrassem lá pensando que
o quarto era o único lugar que não tinham me procurado. De
repente minha outra irmã humana Maria apareceu no quarto e
gritou:
— Chico!!Pai, mãe, o Chico esta aqui!
Todos subiram correndo principalmente Cecilia que subiu a
escada tropeçando nos degraus e gritando o meu nome.
Eu estava imóvel, mas de repente uma enorme galinha
pulou na cabeça dele, como se ela estivesse me ajudando. Runo
latia alto, eu sai correndo o mais rápido que podia. Quando
cheguei em casa todos estavam me procurando, eu não tinha
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um
dia
maravilhoso
Maria Eduarda Figueiredo Balestero
Olá, eu sou a Zoey, uma chinauzer muito obediente.
Bem, o que eu queria contar para vocês um dia que foi muito
divertido. Eu estava tomando um solzinho no quintal de casa,
quando ouvi a minha mãe Duda falar que íamos viajar para a
Riviera. Eu sempre quis viajar para a praia, foi então que eu me
levantei e comecei a latir. Duda apareceu na porta do quintal,
e deu para mim e para a minha irmã Mel, um bifinho. Adoro
bifinhos, por isso degustei-o com muita vontade.
Na hora da viajem, saí correndo como uma flecha até o carro
e só assim partimos para o paraíso. Nesse dia maravilhoso,
quer dizer, quase maravilhoso, vomitei em cima da Duda. Nós
paramos em frente a um posto de gasolina, para limpar o vômito
da roupa dela.
Tirando essa parte, eu me diverti muito, pois, quando
chegamos lá, brincamos de futebol e para o jantar a mãe da
Duda (minha vovó) preparou um suculento churrasco, onde eu
ganhei muitos pedaçinhos de carne. Mas dessa vez eu não passei
mal...
Fui para a minha caminha dormir para aproveitar o próximo
dia. Mas isso não foi possível, por que de tanto comer não
conseguia achar uma posição confortável para cochilar.
Adorei conhecer vocês!!!
Um AU, AU para todos!!!
ASS: ZoEy
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min
ha
vida
de cachorro
Maria Portolano Peccioli
Me chamam de Kiko, sou um Dashround de pelo duro, tenho
2 anos. Eu sou muito esperto e sapeca também. Tenho pelo
marrom acinzentado e olhos verdes. Eu moro em uma casa bem
legal e meus donos se chamam Luiz Augusto, Luciana, Maria,
Roberto e João. Eu amo eles e tenho certeza de que eles também
me amam. Tenho muitos apelidos: Kikinho, Bom Cão, Tsilo,
Filo, Nalo, Bidulo entre outros. Não sei de onde surgiu esses
apelidos nem de onde eles tiram estes nomes tão malucos.
Uma das coisas que eu mais gosto é queijo. Pão de queijo,
queijo ralado, queijo prato e queijo suíço, não me importa o tipo
de queijo. Se tem queijo ou é de queijo, é bom!
Nossa! Como eu odeio tomar banho! Faço de tudo para
não tomar porque é simplesmente muito chato! A pior parte
é quando ficam me esfregando naquela espuma cheirosa. Até
que quando eles me secam é bem gostoso. Aquele ventinho é
tão bom e refrescante! O bom é que depois que eu tomo banho,
meus donos me deixam subir no segundo andar da casa e deitar
na cama deles. Isso é que é vida!
Quando eles me deixam sozinho em casa, faço uma
sacanagem: xixi no tapete! É a coisa que eles mais odeiam que
eu faça. Porque também né? Ficar sozinho em casa ninguém
merece.
Quando toca a campainha, eu saio latindo por ai. Não sei
porque eles me dão bronca, se eu só estou tentando avisá-los
que alguém chegou.
A cozinheira
que trabalha lá em casa me odeia, quer dizer, não tenho certeza
se ela me odeia, mas parece. Ela se irrita muito fácil. Porque ela
briga tanto comigo?
As broncas que eu levo quando eu não me comporto... Nem
me fale!
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O mais estranho é que meus donos são meio doidos,
talvez eles sejam marcianos, porque a língua que eles falam...
CARAMBA! Ninguém entende! Vai saber o que eles querem dizer
com aquelas palavras esquisitas? Eu não sei.
minha
vida
Mariana Florencio Borges
Outra coisa que eu também adoro é deitar na grama quando
está sol. Bem que eu sinto muito calor, porque eu sou bem
peludinho!
Gostaria de contar mais coisas, mas não vai dar. Maria está
chegando, e ela não vai gostar de saber que eu ando usando o
computador.
Quem sabe outro dia eu conto mais coisinhas sobre mim.
Muitas lambidas para você.
Kiko
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Oi meu nome é Lana. Mas tenho muitos apelidos: Lã,
Laninha, Lãla, Menina, Fofucha e essas coisas carinhosas, sabe?
Sou uma maltês minúscula, branquinha e muito, muito
carinhosa com os que me amam.
Bom, eu vou contar um pouco de mim: nasci em 28 de março
de 2010 tenho uma irmã, um irmão, minha mãe e meu pai
(todos humanos) e minha avó que mora no mesmo prédio do
que eu.
tapete e coisas desse tipo.
Trato cada um do jeito que ele me trata: minha irmã
trato com carinho e delicadeza, meu irmão fico mordendo e
brindando de jeitos completamente diferentes do jeito que
brinco com o resto da família e minha mãe e meu pai são de
cuidar e fazer carinho.
É, afinal, eu sou muito feliz nessa família e quero ficar com
eles para o resto da minha vida.
Mas tem umas coisas que eu não entendo: porque meus
“irmãos” (Mariana e Felipe) vão a escola e eu não? Porque
quando elas mandam em mim eu preciso obedecê-los se um não
obedece o outro? E o pior é que a mamãe (Daniela) fica do lado
deles e não do meu. É um problema.
Mas também tem coisas que eu adoro como visitas. Fico
completamente maluca ao sentir o cheiro delas lá na portaria.
Comer, é uma das coisas que eu mais gosto na vida. Eu sou
vegetariana mas como todo o tipo de vegetais e frutas: cenoura,
beterraba, banana, maçã, melão, pepino, melancia, pera,
couve-flor, brócolis e repolho
Sou bem curiosa e gosto de saber da coisas. Adoro flores,
olhar para o peixe da Mari. A mamãe tem uma jabuticabeira no
terraço e quando os passarinhos vem atacar as jabuticabinhas
fico paralisada, hipnotizada, olhando para eles. Eles são lindos!
Além de todas essas coisas, sou muito higiênica porque toda
a vez que vou ao toalete espero parada a mamãe para ela me
limpar.
Meu irmão Felipe adora brincar comigo e me ensina a
subir no sofá, em cadeiras e em escadas. Já minha irmã é mais
cuidadosa, prefere as brincadeiras mais delicadas como assistir
TV comigo no colo, fazer carinho quando estamos deitadas no
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ida
à escola
Pedro Fernandez Tonso
Olá, eu sou um Golden de raça, muito educado. Meu nome
verdadeiro é John, mas meu dono me chama de Rex, vai saber.
Vou contar um pouco sobre como é o meu dia a dia: acordo
bem cedo, sento no sofá, aperto o botão de cima da barra
mística para acender a tela mágica (TV) e fico deitado a manhã
inteira até que meu dono chegar daquela jaula de crianças
(ESCOLA) aonde ficam 30 ou mais alunos dentro de uma sala
5 HORAS por dia!!!!! Quando ele chega, eu o levo para passear.
Parece que ele precisa passear 2 ou mais vezes por dia, sei lá.
Só que hoje não foi bem assim. Até a parte que eu deitei no
sofá, OK. Só que quando liguei a tela mágica, meu dono me
pegou e me levou em um banheiro de rodas (CARRO). Fiz xixi de
medo. Ele ficou muito bravo. Não entendi porque.
Uma hora o banheiro com rodas parou e a gente saiu dele. Lá
fora tinha um portão grande e nele estava escrito: Escola Vera
Cruz. Nós entramos nele e eu fiquei esperando umas duas horas.
Começou a chegar crianças, parecia que tinha um duplicador
porque não paravam de chegar.
Parecia que eu era um extraterrestre pois todo mundo ficava
em cima de mim falando:
— Ai, que fofinho, dá vontade de apertar.
Eles me olharam um pouco e anotavam coisas em uma
espécie de papel. Fiquei lá umas 2 horas, conversando com
uma tartaruga chamada Romeu, um peixe chamado Bob o
Construtor, não sei de onde já ouvi esse nome; e uma calopsita
chamada Neymar, eu tenho que confessar que tive vontade de
come-lo. Depois eu fui para a casa sem mais nem menos.
Uma Lambida do seu amigo
John ou Rex
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coisas
irresistíveis
Pedro Hotimsky Iguelka
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Olá, meu nome é Godofredo. Eu tenho sete anos de rasgar
sofás, comer ossos, fazer totô no tapete (hihihihihihi) e de pura
vida!!!!!
Todo santo dia meu dono põe um negócio no meu pescoço
e eu o levo para passear. Ele adora mas depois ele fica todo
exausto.
Eu estou muito cansado de falar para ele que quero a ração
do pedigreen, ela é verde!!!Talvez o nome seja pedigree, mas,
eu não tô nem aí porque eu não sou “aquele” tal de calculadora
que meu dono usa pra fazer lição de casa, talvez seu nome seja
dicionário. Enfim, eu vou fazer uma breve greve de fome se ele
não me der pedigreen.
Outra coisa que eu acho MUITO IRRESISTÍVEL é quando o
meu dono senta no chão, eu saio correndo e sento no colo dele.
Eu acho que ele fica contente, se ficar contente é começar a gritar
o nome do cachorro mais lindo do mundo, claro que sou eu.
Eu juro que não entendo esses humanos. Eles ficam saindo,
entrando, correndo pra cá e pra lá, e sempre preocupados;
talvez o nome seja ocupados. Eles podiam ser iguais a mim:
eu acordo ao meio dia, tomo meu cafezinho, vou fazer meu
cocozinho no tapete (acompanhado pelo xixizinho) e volto a
dormir, o que mais eu preciso fazer da minha vida?????
Uma vez eu e meu dono fomos pra um navio e lá tinha uma
água sagrada. O seu nome era champanhe. Imita gostosura!
Mas acho que exagerei um nadinha de nada, porque quando
eu acordei estava no armário em cima de uns sapatos! E tinha
um esquilo do meu lado. Foi ai que a briga começou! Ele estava
em cima (grudado) no boné do Mané (meu dono). É claro que
destruí ele. Mas precisou de uns vinte rounds, talvez foi uns 30
mas eu não lembro direito, porque tinha enchido a cara.
Agora infelizmente vou decepcioná-lo falando que eu vou
precisar ir embora.
Abraços Godofredo.
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outro
nome, outra vida...
Pedro Reis Malta Campos
Olá! Meu nome é Leoa (sei que é um nome estranho, mas não
é culpa minha que o neto da minha dona é doido e me deu esse
nome). Antes de eu ser adotada meu apelido era Mel, eu adorava
esse nome.
Sou uma cachorrinha muito fofa (sem querer me achar, mas
é verdade)! Sou bem pequenininha, porém minha mordida é um
terror (já fiz, pelo menos, umas três crianças chorarem)! Meus
pelos são da cor marrom escuro e minhas orelhas são longas.
Então, vou contar minha história para vocês. Eu era uma
cachorra normal, que vivia em um Petshop normal, com amigos
normais. Quando fui avisada que ia ser adotada fiquei muito
feliz e quando soube que era por uma velhinha, mais ainda! Que
foi? Todo mundo sabe que as velhinhas são bem mais carinhosas
que as crianças. E ela era mesmo!
Quando cheguei na casa de minha dona vi um monte de
crianças! Me escondi na hora! Sou muito tímida. Descobri que
aquelas criança eram só os netos de minha dona, e que não
moravam lá. Fiquei bem mais aliviada.
Agora minha vida é uma beleza! Passeio todos os dias, sem
falar do meu ossinho diário...
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v
id
a
de cão
Oi meu nome é Xopan, tenho doze anos e sou um cachorro de
cor marrom claro.
Philippe Perel
Eu adotei Sandro e seus filhos Philippe e Pierre. Sou um
dono bom: levo meus adotados para passear três vezes por
dia, e sempre quando tomo banho eu os ajudo a se molharem.
Deve ser muito divertido ter um dono como eu, mas como
todo ‘homem’ tenho meus defeitos: eu gosto de um carinho na
barriga, e também, às vezes, passo do ponto com a comida. Aí
eu percebo que estou meio gordo e me sinto mal.
Brinco muito com eles de pique esconde e Pega Pega com
meu humano de estimação, mas já estou velho para brincar
disso. Eu tenho um pequeno problema... Sempre que vejo
Sandro, quando ele chega a casa, eu lato tanto e pulo tanto
que às vezes eu fico com problemas respiratórios e acabo
desmaiando. Mas são pequenos problemas, eu acho.
Desejem-me boa sorte nessa vida e “é nois que voa”.
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um
cachorro louco
Rafael Gouvêa Bacal
Eu sou um West Highlander White Terrier e me chamo Jack.
Sou danado, mimado e às vezes faço birra, como a vez em que
uma de minhas donas (ou empregada, como eles falam) me deu
uma bronca imensa. Tudo porque eu estava latindo para a minha
COMIDA e meus latidos eram altos para a empregada, é claro!
Eu a irritei (como sempre, o que eu acho fácil). Fui até a parede
levantei a perna e soltei à rajada! Aquilo foi hilário, meu dono
Rafael fala que aquilo foi a pirraça máster (ela quase me bateu de
raiva).
Sempre que vou ao paraíso (eles chamam sitio, um lugar que
fica longe de casa) temos que ir numa máquina (carro). Lá tem
muitas árvores, muita grama e uma casa bem grande onde os
meus donos Rafa e Fe ficam. Lá há muitos cachorros. Brinco
com meus amigos vira-latas Fred e Peter. Não gosto muito do
Rex, do Sheik e da neguinha, também a o Snoop (Maltes) e o
Billy (Golden Retriever) e os dois são muito meus amigos. Faço a
maior farra e me canso muito.
Da última vez que fui ao Pesadelo de cada cão (veterinário)
tomei duas vacinas e não chorei porque sou macho e machos
não choram. Depois voltei para casa onde fui direto ver minha
tigela de água, tomei até o último gole sem dó e fui para minha
cama relaxar.
Bom acabamos por aqui não tenho muito mais o que dizer.
Então, TCHAU!
Autor- Jack 1 ano e 7 meses West Highlander White Terrier
donos Rafael e Felipe Bacal 11 anos (estudantes)
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cachorro
de campo
Rodrigo Puglisi de Paula Souza
Olá, me chamam de Lady, mas, meu verdadeiro nome
é Charlote. Quer dizer, o menino, a menina, e a família me
chamam assim. O menino, cujo nome é Rodrigo, me cria, e
a menina Alice, me mima. Moro em um sítio porque falam
que sou muito grande para morar em apartamento. É a maior
bobagem que já ouvi na minha pura vida! Como assim?!?
Grande, eles são um pouco maiores que eu! Só sou maior que
alguns bebês! O resto eu sou menor... Alguns pouco e outros o
dobro...
Moro com minhas amigas, Lola e Morena, e quando a
família deles vem para cá, trazem uma minúscula cachorra
que chamam de Cindy. Mas o verdadeiro nome feito pela sua
própria mãe é Laura. Ela é tão pequena que parece um ratinho
de borracha... Daqueles que eu brinco. Eu gosto de comer o
sucrilhos que eles chamam de ração. Que nome estranho! Roo
também bastante pepino, eles chamam de osso! Deus me livre!!!
Latir, dormir, brincar, correr e tomar conta do lugar é o que
eu mais faço. Bebo água com minhas amigas em um bebedouro
que eles chamam de piscina! Nome mais feio que já ouvi em toda
minha vida!!!
Pastora Alemã, minha tribo canina (que eles chamam de
raça) não é grande.
Toda vez que chega algum estranho, vou dar um abraço
nela. Mas os fracos caem no chão. As pessoas brigam comigo
injustamente, não fiz nada! Somente abracei ela!
Uma vez, quando pequena, embarquei numa aventura
radical! Entrei no mato e vi uma lagartixa 10 vezes maior que
o normal! Então ele pegou impulso rapidamente e me atacou!
Com minha boca, mordi ela e a joguei para longe, mas, mesmo
assim não consegui enxergar por 1 semana até eles me levaram
ao hospital. Ainda bem que não estou cega!!!
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o
dia
em
que
atropelei um motorista
Tomas Furtado dos Santos
Meu nome é Luke (meu dono me deu esse nome quando era
viciado em Guerra nas Estrelas). Vivo em uma casa bem grande
com minha almofadinha que mordisco até alguém me vir e me
botar para fora. No quintal corro atrás das misteriosas luzes que
aparecem desde que botaram um cristal que, quando bate o Sol,
essas luzes aparecem (meu dono diz que é só o reflexo, mas eu
não acredito).
Uma vez, numa tarde fria de outono, passava a toda hora um
motoqueiro com um som infernal. Estávamos recebendo uma
visita da avó do meu dono que nunca me tinha visto antes. Eu
estava pronto pra bancar o anjinho para evitar um odiador de
cachorros e transformar o gato no melhor amigo do homem
Mas fazer o que, não é?
Foi aí que apareceu aquela maldita moto e, como o ouvido do
cachorro é muito mais forte do que as do dono, fiquei com raiva.
Saí do portão, fui correndo na direção da moto e dei um salto
no motorista, que caiu e quebrou o braço. Porém, não sai imune
do incidente... A moto passou por cima de minha pobre pata e
a vó de meu dono agora não gosta mais de cachorros. Prefere os
gatos. E eles estão a um passo mais perto de conquistarem nossa
posição de melhor amigo do homem. Mas ainda fui um membro
de inspiração para toda a rua dizendo que os humanos não
sairão impunes quando atropelar um cachorro, pois a vingança
os espera a cada esquina.
— Mais alguém vai passar por aqui hoje.
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novo
lar
Tomas Selaibe Pires
Olá, me chamo Bóris, sou um siamês, uma raça de gato meio
nerd e folgado. Fiquei feliz quando encontrei um novo lar,
porque meu velho lar era uma me#@& !
Bom, um dia quando estava perambulando pela rua uma
casa me chamou atenção, resolvi entrar. Ao pular o muro, uma
mulher chamada Ivana me recebeu muito bem. Agora durmo
tranquilamente em uma caminha que fizeram para mim, como
petiscos com sabor de atum e também adoro o barulho das
máquinas operando.
Mas um dia, um estrondo enooorme me assustou pra
“caramba”. Fui ver o que era: vi uma árvore também enooorme
caída no chão. Acho que agora qualquer barulho me assusta.
Mesmo assim adoro o meu cantinho. À noite, depois de eles
fecharem essa casa, eu saio para caçar. Mato ratos e baratas, mas
eu nunca os como (acho pouco higiênico) e por isso como ração
e petiscos.
Quando ouço o barulho da ração chacoalhando dentro do
pote saio correndo lá para baixo isso se eu não estiver (o que
é muito raro) para comer. Eu adoro a meu novo lar, adoro as
pessoas que ficam lá e adoro o nome: TEMPO & ESPAÇO.
Todos os dias são uma enorme bagunça. Existem mais de
mil alunos que vão lá por dia. Meus dias lá são ótimos, mas em
um dia, sofri uma grande queda. Estava descendo a escada e
tropecei feio despenquei e quebrei a pata.
Depois de uma semana ainda estava com a pata quebrada e
com um gesso que me incomodava muito. Mas depois de um
mês a minha pata sarou e tirei o gesso. Agora continuo deitado
no tapete de entrada.
Um miado do seu amigo
BÓRIS
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Créditos
Diretor Executivo
Maria Stella Galli Mercadante
Coordenação
Vera Lúcia Telles Cretella Conn
Assessoria Pedagógica
Português
Márcia das Dores Leite
Informática
Maria José Godoy Pereira
Orientadora
Maria de Los Angeles Rodrigues
Professores
Luciana Fabri Rietmann – 6º ano A
Rosana Ramunno Ferreira – 6º ano B
Cristina Maria Coin de Carvalho – 6º ano C
Cláudia Godinho Peria – 6º ano D
Ana Cláudia Martoni Moraes – 6º ano E
José Maria de Campos Jr. (Ed. Física)
Ricardo Nastari (Ed. Física)
Auxiliares
Paula Monteiro de Camargo – 6º ano A e C
Maria Luiza Gabriel da Silva – 6º ano B e D
Yamila Goldfarb – 6º ano E
Gráfica – Editoração Vera Cruz
Os textos dos autores foram reproduzidos integralmente de acordo com a
última versão produzida pelos alunos na sala de informática, após sucessivas
revisões. Ainda assim, alguns textos apresentarão algumas incorreções
gramaticais ou estilísticas, o que se deve à nossa intenção de respeitar o limite
das possibilidades de cada autor-revisor.
Giselda Beatriz Bueno do Prado
Juliana Gonçalves Lopes
Kiki Millan
Léa Klein
Maria Angélica Lopes da Silva
Download

6º - Escola Vera Cruz