DICAS DO ENEM
ATUALIDADES
TEMA 4:
Ambiente
AUTORA:
Lidiane Mariana Da Silva Gomes
Mais próxima, para
você ir mais longe.
Atualidades
ENEM.2014
3.4. Vacina contra o vírus HPV
3.3. Saúde Pública
3.2. A polêmica do Projeto “Cura gay”
3.1. Bullyng
3. Saúde
4. Ambiente
4.1. Falta d’ água
4.2. Usina de Belo Monte
2.3. Manifestações
2.2. 50 anos do golpe militar
2.1. História das Eleições no Brasil
2. Política
1.2. Olimpíadas 2016
1.1. Copa do Mundo 2014
1. Grandes Eventos
5. Legislação
5.1. Redução da Maioridade penal
6. Internacional
6.1. Primavera Árabe
6.2. O programa nuclear iraniano
6.3. Espionagem americana
6.4. Extração de gás e petróleo de xisto
TEMA 4:
Ambiente
Autora: Lidiane Mariana Da Silva Gomes
GOMES, Lidiane M. da Silva. Atualidades: Ambiente. Valinhos, 2014.
TEXTO E CONTEXTO
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GLOSSÁRIO
Pag. 13
VOCÊ ESTÁ PRONTO? Pag. 13
REFERÊNCIAS
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GABARITO
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qualquer outro idioma.
TEXTO E CONTEXTO
4.1. Falta d’ água: Quando a água se tornou um problema?
Vivemos no planeta água. Todos aprendem isso quando estudam o Planeta Terra
e sua geografia. Então, por que hoje vivemos o problema da falta d’água? O
problema parece novo, mas é novo apenas para esta geração e para o Sudeste.
Se perguntarmos aos nordestinos, principalmente do sertão, saberemos que há
décadas eles vivem sem muita água, ou até convivendo com ausência total desse
recurso.
O problema tem início em tempos coloniais de desmatamento para o plantio de
cana-de-açúcar, e depois para a criação de gado. A economia brasileira precisava
servir ao governo metropolitano português, que por sua vez precisava saldar
dívidas com o governo inglês. Por essa razão, não só o Nordeste, mas também
outras regiões foram exploradas em sua máxima potencialidade. Hoje sabemos
que a potencialidade da época respeitava seus limites técnicos e econômicos
tanto quanto os científicos. Talvez, se Portugal soubesse dos reais potenciais do
Brasil, nunca teria deixado a colônia tornar-se independente.
Como podemos perceber, o Brasil tem muitos problemas que são considerados
apenas quando a situação se agrava, como é o caso da falta de água. Sabe-se
que no estado do Piauí, em algumas localidades, não chove há mais de 4 anos.
Neste ano, o Sudeste, que não havia passado ainda por uma seca tão grande e
intermitente, sofreu com racionamentos e ausência de água nas torneiras. Essa
situação envolve não apenas a ausência de chuvas, mas também o abastecimento
e a distribuição.
A água tornou-se um problema quando a maior região produtora de alimentos,
bens e serviços passou a sofrer com sua ausência. Nos meses de chuva, de
janeiro a março, não houve a ocorrência esperada e por esse motivo os problemas
Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas
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TEXTO E CONTEXTO
se agravaram ao longo do ano.
Como a água se tornou um problema para o Sudeste?
Como vimos, o problema de falta de água nunca foi uma
surpresa. Há muitas associações e ONGs que alertam
sobre isso, apelando para as pessoas economizarem
esse recurso e ensinando como utilizar de forma
consciente a água. Mas a economia individual
e familiar no uso da água, apesar de ser
importante, não tem capacidade de resolver
sozinha o problema.
A situação é crítica há anos nas regiões
metropolitanas do estado de São Paulo,
que são abastecidas pelo Sistema
Cantareira. Das 75 cidades abastecidas
na região de Campinas, oito já tiveram
racionamento de água neste ano. São
mais de 500 mil moradores afetados
(UOL, 2014).
Diante do problema, o governo municipal
de São Paulo resolveu premiar pessoas
que conseguissem economizar água e
diminuir sua conta mensal. Na Grande
São Paulo, os descontos de até 30% nas
tarifas pela redução do consumo em 20%
geraram economia de água equivalente a 1.985
l/s (O ESTADO DE SÃO PAULO, 2014). Mas essa
medida não foi suficiente diante de reservatórios que
nunca estiveram tão secos desde sua construção, na
década de 1970.
Foto: Vagner Campos/ A2 FOTOGRAFIA (16/05/2014)
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TEXTO E CONTEXTO
De quem é a culpa?
Um ano de eleições dificilmente passa sem que as pessoas discutam de quem é a culpa em assuntos como esse.
Segundo a relatora da Organização das Nações Unidas, a culpa da falta de água no estado de São Paulo é do governo
estadual, que deveria ter sido prudente e pensado a longo prazo no período de chuvas. A relatora portuguesa Catarina
de Albuquerque afirma que a culpa é do governo do estado, portanto, problema da gestão Geraldo Alckmin. Ela já havia
visitado o Brasil em 2013 e não viu grandes mudanças em 2014 (FOLHA DE SÃO PAULO, 2014). Para ela, é um absurdo
um país ter um desperdício de 40% de água. É preciso elaborar e indicar medidas que minimizem o impacto das secas,
que eram previsíveis. Uma medida sugerida foi a cobrança de tarifas maiores para empresas, como já ocorre em outros
países. O contrário acontece no Brasil, especialmente em São Paulo. As indústrias recebem incentivos, inclusive no uso
da água e no seu pagamento. A população paga tarifas mais altas do que as indústrias, que por sua vez são as maiores
desperdiçadoras de água (FOLHA DE SÃO PAULO, 2014).
Esse é um grande problema porque são elas que sustentam a
economia do Sudeste e têm o aval do estado para funcionar e
continuar a gerar empregos, o que resulta em benefícios para
campanhas eleitorais. Resolver isso seria um grande desafio
para qualquer partido político. A tradição paulista é muito forte
quando se trata de indústria.
Como resolver o problema?
A relatora da Organização das Nações Unidas (ONU)
levanta uma questão muito importante: dessa vez a
crise alcançou até mesmo os ricos e poderosos. Por
esse motivo, a solução talvez fique em pauta. Por
enquanto, autoridades têm esperado que volte
a chover, usando o volume morto do Sistema
Cantareira para suprir o abastecimento até a
próxima estação de chuvas.
Foto: Vagner Campos/ A2 FOTOGRAFIA (16/05/2014)
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TEXTO E CONTEXTO
Quando chove, os lençóis freáticos se abastecem. Uma parte fica subterrânea e outra transborda, vazando para os
leitos dos rios e abastecendo nascentes. Mas, se ao resolver-se o problema com um período de chuvas regular não
pensarmos novamente a longo prazo, teremos novamente problemas decorrentes da falta de planejamento.
No momento, enquanto as chuvas não começam, as prefeituras e governos estão tomando medidas que reduzam o
impacto para seus cidadãos. No caso da Grande São Paulo e Campinas, houve a redução da captação de água no
Sistema Cantareira em 10% e em 25%, respectivamente; houve empréstimo de água dos reservatórios do Sistema Alto
Tietê e Guarapiranga; investiu-se R$ 80 milhões na compra de 20 bombas para viabilizar a captação do volume abaixo
do nível dos dutos captores no fundo das represas, chamado de “volume morto”; houve envolvimento dos maiores
consumidores industriais para redução do consumo e desperdício.
É necessário também começar a pensar na poluição dos mananciais, evitar jogar esgoto nos rios e lixo nas ruas, onde
os bueiros são condutores de poluição, levando toda a sujeira para as estações de tratamento, encarecendo a limpeza
e aumentando o custo da água.
Portanto, além da má distribuição, do uso e dos gastos envolvidos, temos ainda a discussão sobre a qualidade da água
que chega a nossas casas. Casos de diarreia, viroses, hepatites e outras doenças podem estar surgindo por causa das
más condições da água, principalmente a extraída do volume morto. Esses dados ainda não foram divulgados. Mesmo
que a água volte a jorrar em nossas casas, precisaremos conhecer sua qualidade, pois outros problemas podem surgir.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, 88% das mortes por diarreias no mundo são causadas pelo saneamento
inadequado, sendo que 84% dessas mortes são de crianças (OMS, 2014). Segundo a Unicef, estima-se que 1,5 milhão
de crianças morram a cada ano vítimas de doenças diarreicas, sendo a segunda maior causa de mortes em crianças
menores de cinco anos de idade (TRATA BRASIL, 2011).
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TEXTO E CONTEXTO
4.2. Usina de Belo Monte: Conhecendo o Projeto da Usina Hidrelétirca de Belo Monte.
Foto: Regina Santos/ Norte Energia (14/05/2013)
A Usina Hidrelétrica de Belo Monte está sendo construída no Rio Xingu, no estado do Pará. Segundo o jornal Folha
de São Paulo, um grupo de mais de 25 mil trabalhadores ergue uma importante obra desde 2011. Quando as obras
estiveram encerradas, a estimativa é que ela tenha potência instalada de mais 11.000 MW, o suficiente para abastecer
18 milhões de pessoas (FOLHA DE SÃO PAULO, 2014).
A obra obedece etapas de construção, primeiramente alagando permanentemente alguns trechos, desviando o leito do
rio, construindo casas de forças secundárias e principal. A usina terá 850 metros de largura e 110 metros de altura, com
vazão de 700 metros cúbicos por segundo.
Em potência instalada, a usina de Belo Monte será a terceira maior hidrelétrica do mundo, perdendo apenas para
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TEXTO E CONTEXTO
a hidrelétrica chinesa de Três Gargantas, que produz 20.300
MW por ano, e da brasileira e paraguaia Itaipu, com 14.000
MW. Mas esta será a maior usina hidrelétrica inteiramente
brasileira, já que Itaipu está divida entre Brasil e Paraguai. O
lago da usina tem uma extensão de 516 km², correspondendo
a 1/10.000 da área da Amazônia Legal, ou seja, a Amazônia
que pertence ao Brasil.
Esses números foram estimados em uma análise atual,
pois o projeto original, criado nos anos de 1980, previa
um lago de 1.200km². Com a ideia original, seria possível
guardar água suficiente para girar as turbinas também no
período de seca, porque a partir da capacidade instalada
de 11.000MW, era possível conseguir 9.000MW médios
por ano. Mas o projeto teve que ser modificado quando
as obras começaram. (PINTO, 2014).
A construção da usina gerou discussões e controvérsias
desde o seu início. Uma das discussões foi gerada
pelo custo, que está estimado em R$ 26 bilhões pela
concessionária Norte Energia S.A. Mas, segundo
trabalhadores da obra, os salários de quem a
constrói não passam de R$ 1.200,00 por mês. Outro
problema é a falta de comunicação via telefone
celular. A exclusividade da telecomunicação é da
empresa Oi. Quem tem outras operadoras não
consegue falar com seus familiares, que na maior
parte das vezes moram fora de Altamira (FOLHA
DE SÃO PAULO, 2014).
Outros problemas enfrentados são as greves
de trabalhadores, como aconteceu no final
de novembro de 2013, paralisando a obra,
Foto: Regina Santos/ Norte Energia (14/05/2013)
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TEXTO E CONTEXTO
protestos de grupos indígenas, paralisações determinadas pela Justiça e, principalmente, problemas com ambientalistas
e licenças ambientais. Estas últimas fizeram com que a Norte Energia atrasasse o início da geração. Isso renderá a
União uma multa por descumprimento do prazo, que pode chegar a 2% do faturamento anual. (PINTO, 2014).
Outro problema que será repassado ao contribuinte é o fato de que a hidrelétrica possivelmente terá que comprar a
energia que não produzir de outras empresas, a custo de R$ 1 milhão. A fiscalização da obra é grande porque sabe-se
que se esse gasto for necessário, é o contribuinte que terá que arcar com os custos.
Foi em 2010 que a Empresa Norte Energia ganhou o leilão para a construção da usina. Mas desde estão, ela se tornou
um conglomerado de empresas que foram incorporadas ao projeto. Segundo a Folha de São Paulo, a maioria delas é
de perdedoras do leilão. Hoje são conhecidas como CCMB.
Tudo nesta obra é gigantesco. 18 turbinas estão sendo construídas em empresas que são multinacionais. Além disso,
o transporte delas é outra questão de logística. A Transamazônica é uma rodovia em péssimas condições desde sua
construção. Isso atrasa e encarece a obra.
Polêmicas em torno da concessão de construção.
Sempre que o governo precisa realizar alguma obra, são abertas chamadas públicas a empresas que se propõem a
fazer o serviço. Vence a empresa que apresentar custo e benefício apropriados, ou seja, bom projeto e baixo custo. A
contratação se dá mediante apresentação de documentos e comprovação de idoneidade da empresa. A essa transação
dá-se o nome de licitação.
Foto: Regina Santos/ Norte Energia (14/05/2013)
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TEXTO E CONTEXTO
Foi em abril de 2010 que a Norte Energia venceu a concorrência pela concessão de Belo Monte contra outras empresas.
Ela havia oferecido um valor 6% menor que o preço de referência, ou seja, o governo estipulou um valor base de onde
as empresas poderiam partir. Mas o custo da obra estimado pela Norte Energia, em sua totalidade, era 30% superior
ao máximo previsto pelo governo. Para os especialistas em economia, não parecia possível recuperar o investimento
com a tarifa oferecida pela empresa.
Uma decisão da Eletrobras, tomada meses depois do leilão, reforçou a suspeita de que a Norte Energia não conseguiria
sozinha manter a obra: unir-se.
A Eletrobras é uma holding estatal que controla a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), ou seja, é uma
empresa que possui maioria das ações de outras empresas. Firmou um contrato com a Norte Energia para comprar,
por R$ 130 o MWh, a energia excedente que Belo Monte puder vender no mercado (LESME, s/d).
Polêmicas em torno do impacto ambiental.
A Norte Energia ainda depende do Ibama para saber o quanto a usina vai produzir de eletricidade. A grande preocupação
é o período de seca. Uma das condições do Ibama para conceder a licença de operação da usina é que o rio Xingu
tenha uma vazão mínima nas cheias para manter em boa saúde os ecossistemas na Volta Grande, abaixo da barragem
de Pimental (FOLHA E SÃO PAULO, 2014). A construção projetou duas barragens onde funcionarão duas subestações
de energia.
Para além dos estudos ambientais, a usina Belo Monte tem uma vantagem enorme, que pesou na decisão de seguir
com o projeto de sua construção. A usina terá capacidade de gerar energia em abundância nos períodos do ano em que
as usinas hidrelétricas do Sudeste e do Centro-Oeste precisam operar com restrições para que seus reservatórios não
sequem. Quando as usinas hidrelétricas precisam da ajuda das usinas térmicas, o custo gira em torno de R$ 12 bilhões
a mais que a geração hidrelétrica.
Ainda ocorre outro problema que atinge os moradores de Altamira. Até agora, a usina só lhes causou ausência de
energia. A rede elétrica de distribuição da cidade é antiga, seus fios e transformadores são das décadas de 1970 e 1980,
e, portanto, não suportam o aumento do consumo e da carga que é transmitida.
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TEXTO E CONTEXTO
Mais Polêmicas em torno da Usina de Belo Monte.
O jornal Folha de São Paulo publicou que a equipe responsável pela análise das rochas verificou a existência de ouro.
Desde então, foi necessário esconder tal informação para evitar que o local se tornasse a nova Serra Pelada. A notícia
foi dada pelo engennheiro responsável pela obra, Antônio Kelson Elias Filho (FOLHA DE SÃO PAULO, 2013).
Não é uma surpresa que esse veio tenha sido achado, afinal, a dez quilômetros do canteiro de obras da usina iniciam-se
as escavações para a abertura da maior mina de ouro a céu aberto do Brasil, a Belo Sun. Kelson afirma que a retirada
de ouro era viável, mas isso atrasaria a obra, o que não valeria a pena. Por isso, o buraco foi fechado com concreto.
(FOLHA DE SÃO PAULO, 2013).
Mais Polêmicas: populações ribeirinhas.
Por causa da alteração do leito do rio e da construção de barragens, grupos de ambientalistas calculam que cerca de 13
mil índios de 24 grupos étnicos que vivem às margens do Xingu terão a pesca e a navegação prejudicadas. Em suma,
não terão a mesma quantidade de alimento para viver (VASCONCELOS, 2011).
As cidades de Altamira e Vitória do Xingu terão grandes áreas inundadas, o que pode prejudicar, além das populações
ribeirinhas, também os agricultores locais. Por outro lado, a construção da usina pode ajudar no desenvolvimento
econômico da região, com a criação de empregos. A questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais
polêmicas que envolvem a construção da usina (LESME, s/d).
O que realmente acontecerá só saberemos com o término das obras.
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GLOSSÁRIO
Volume morto: volume de água parada abaixo dos dutos de captação. Há muita discussão sobre a qualidade dessa
água.
Usina Hidrelétrica: usina que gera energia elétrica através de um sistema de barragens, utilizando a força da água.
VOCÊ ESTÁ PRONTO?
Instruções
Agora, chegou a sua vez de exercitar seu aprendizado. A seguir, você encontrará algumas questões de múltipla
escolha e dissertativas. Leia cuidadosamente os enunciados e atente-se para o que está sendo pedido.
Questão 1
A falta de água finalmente alcançou a região Sudeste, a mais importante economicamente do país. Discuta em um texto
argumentativo quais os impactos para o Brasil se a região sudeste entrar em uma crise ainda maior.
Questão 2
Quais as dificuldades que a população pobre passa em relação à falta de água e à falta de qualidade da água?
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VOCÊ ESTÁ PRONTO?
Questão 3
Elabore um texto que contemple a discussão sobre a responsabilidade do governo na prevenção e intervenção da falta
de água.
Questão 4
Quanto à resolução do problema da falta de água, relacione os personagens envolvidos e a responsabilidade de cada
um deles.
Questão 5
Quais as prinicpais preocupações da sociedade em torno da construção da Usina Belo Monte?
Questão 6
Compare as intenções da Usina com os possíveis impactos que ela já vem causando e responda se sua construção
realmente é necessária.
Questão 7
Em relação ao impacto ambiental, como é posível analisar a construção, considerando custos e benefícios? Como
avaliar o preço de um impacto ambiental?
Questão 8
As populações ribeirinhas são tão importantes para o Rio Xingu quanto o Rio é para eles. Isso porque elas conseguem
explorar o rio sem prejudicá-lo e, assim, o rio continua produzindo alimento e condições de subsistência. Por isso, é
preciso avaliar o impacto que a alteração do leito do rio vai causar. Elabore um texto dissertativo sobre o assunto.
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REFERÊNCIAS
BRENHA, Heloísa. Com a água de reuso, a Grande São Paulo teria mais dois sistemas Cantareira. Folha de S. Paulo,
21 set. 2014. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/09/1519477-com-agua-de-reuso-grande-spteria-mais-2-cantareiras.shtml>. Acesso em: 28 set. 2014.
FOLHA DE SÃO PAULO. A batalha de Belo Monte. Disponível em: <http://arte.folha.uol.com.br/especiais/2013/12/16/
belo-monte/>. Acesso em: 28 set. 2014.
FOLHA DE SÃO PAULO. Sistema Cantareira chega a 8,1% de armazenamento, o menor já registrado. 21 set.
2014. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/09/1519595-sistema-cantareira-chega-a-81-dearmazenamento-menor-ja-registrado.shtml>. Acesso em: 28 set. 2014.
LEITE, Marcelo. Usina de Belo Monte manteve em segredo veio de ouro, agora já sepultado sob concreto. Folha de S.
Paulo, 20 dez. 2013. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/12/1388207-usina-de-belo-montemanteve-em-segredo-veio-de-ouro-agora-ja-sepultado-sob-concreto.shtml>. Acesso em: 28 set. 2014.
LESME, Adriano. A construção da usina de Belo Monte. s/d. Disponível em: <http://vestibular.brasilescola.com/
atualidades/a-construcao-usina-belo-monte.htm>. Acesso em: 28 set. 2014.
PINTO, Paulo Silva. Obras na usina de Belo Monte avançam em meio a polêmica. s/d.
Disponível em: <http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2014/04/13/internas_economia,518532/obras-na-usinade-belo-monte-avancam-em-meio-a-polemica.shtml>. Acesso em: 28 set. 2014.
TRATA BRASIL. Estudo: impactos na saúde e no Sistema Único de Saúde decorrentes de agravos relacionados ao
esgotamento sanitário inadequado dos 100 maiores municípios no Período de 2008-2011. Disponível em: <http://www.
tratabrasil.org.br/datafiles/uploads/drsai/Release-Esgotamento-sanitario-e-Doencas.pdf>. Acesso em: 28 set. 2014.
UOL. Veja quais são os reservatórios de água na Grande São Paulo. 14 fev. 2014. Disponível em: <http://noticias.uol.
com.br/infograficos/2014/02/14/veja-quais-sao-os-reservatorios-de-agua-da-grande-sp.htm>. Acesso em: 28 set. 2014.
VASCONCELOS, Yuri. Qual será o impacto ambiental da usina Belo Monte (PA)?. jun. 2011. Disponível em: <http://
planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/qual-sera-impacto-ecologico-usina-belo-monte-630640.shtml>.
Acesso em: 28 set. 2014.
15
GABARITO
Questão 1
Resposta: Olá Aluno, para resolver essa questão você deve ter lido com atenção o material. Após a leitura, você deverá ter a
habilidade de reconhecer informações em um texto, inferir opinião e conhecer a estrutura de um texto argumentativo.
Questão 2
Resposta: Olá Aluno, para resolver essa questão você deve a ter a habilidade de retirar informações do texto, inferir opinião e
relacionar informações necessárias à discussão.
Questão 3
Resposta: Olá Aluno, para resolver essa questão você deve ter lido com atenção o material. Após a leitura, você deverá ter a
habilidade de reconhecer informações em um texto, inferir opinião e conhecer a estrutura de um texto argumentativo.
Questão 4
Resposta: Olá Aluno, para resolver essa questão você deve ter a habilidade de relacionar diferentes informações e organizá-las
em um mesmo texto.
Questão 5
Resposta: Olá Aluno, para resolver essa questão você deve ter lido com atenção o material. Após a leitura você deverá ter a
habilidade de reconhecer informações em um texto.
Questão 6
Resposta: Olá Aluno, para resolver essa questão você deve a ter a habilidade de retirar informações do texto e inferir opinião.
Questão 7
Resposta: Olá Aluno, para resolver essa questão você deve a ter a habilidade de retirar informações do texto e inferir opinião.
Questão 8
Resposta: Olá Aluno, para resolver essa questão você deve a ter a habilidade de retirar informações do texto e inferir opinião.
Depois de colher informações, você deve conhecer a estrutura de um texto dissertativo.
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Mais próxima, para
você ir mais longe.
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TEMA 4: Ambiente AUTORA: Lidiane Mariana Da Silva Gomes