Manual ABNT NBR 14.724 – Setor de Biblioteca - 2006
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Manual ABNT NBR 14.724 – Setor de Biblioteca - 2006
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ABNT NBR 14.724 / 2005
Informação e Documentação
Trabalhos Acadêmicos
Apresentação
Manual ABNT NBR 14.724 – Setor de Biblioteca - 2006
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SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO
5
2 PROCEDIMENTOS PARA NORMALIZAÇÃO: PADRÕES ABNT
6
3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS METODOLÓGICAS: NORMA_
LIZAÇÃO E ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS
8
4 PROCESSOS DE NORMALIZAÇÃO: ABNT NBR 14724/2005 –
INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO – TRABALHOS ACADÊMICOS –
APRESENTAÇÃO
9
4.1 Elementos Pré-Textuais
9
4.1.1 Capa (obrigatório)
10
4.1.2 Lombada (opcional)
10
4.1.3 Folha de Rosto (obrigatório)
11
4.1.3.1 Verso da Folha de Rosto (obrigatório)
11
4.1.4 Errata (opcional)
12
4.1.5 Folha de aprovação (obrigatório)
12
4.1.6 Dedicatória (s) (opcional)
12
4.1.7 Agradecimento
13
4.1.8 Epígrafe (opcional)
13
4.1.9 Resumo na língua vernácula (obrigatório)
13
4.1.10 Resumo em língua estrangeira (obrigatório)
14
4.1.11 Lista de ilustrações (opcional)
14
4.1.12 Lista de tabelas (opcional)
15
4.1.13 Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
15
4.1.14 Lista de símbolos (opcional)
15
4.1.15 Sumário (obrigatório)
15
4.2 Elementos Textuais
16
4.2.1 Introdução
16
4.2.2 Desenvolvimento
17
4.2.3 Conclusão
17
Manual ABNT NBR 14.724 – Setor de Biblioteca - 2006
4
4.3 Elementos Pós-textuais
18
4.3.1 Referências (elemento obrigatório)
18
4.3.2 Glossário (elemento opcional)
18
4.3.3 Apêndice (elemento opcional)
19
4.3.4 Anexo (elemento opcional)
19
4.3.5 Índice (elemento opcional)
19
5 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO
21
5.1 Formato
21
5.2 Margem
21
5.3 Espacejamento
22
5.3.1 Notas de rodapé
22
5.3.2 Indicativos de seção
23
5.3.3 Títulos sem indicativo numérico
23
5.3.4 Elementos sem título e sem indicativo numérico
23
5.4 Paginação
23
5.5 Numeração progressiva
24
5.6 Citações
24
5.7 Siglas
25
5.8 Equações e fórmulas
25
5.9 Ilustrações
25
5.10 Tabelas
26
Apêndice A: Modelos
27
Manual ABNT NBR 14.724 – Setor de Biblioteca - 2006
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1 INTRODUÇÃO
O presente manual tem a finalidade de orientar a comunidade
acadêmica do Centro Universitário Ibero-Americano na elaboração de
trabalhos
acadêmicos
e
contempla
orientações
na
realização
de
Monografias, Dissertações, Teses e Publicações Acadêmicas dando ênfase
para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
O TCC tem como função específica organizar os conteúdos obtidos,
pelos
acadêmicos,
durante
o
decorrer
dos
cursos
de
graduação
ministrados na instituição e proporcionar aos discentes a oportunidade de
sistematizar
os
conhecimentos
adquiridos,
desenvolvendo
reflexões
relacionadas com os conteúdos programáticos abordados pelas disciplinas
e possibilitando-lhes o domínio das bases norteadoras da profissão e de
nossa realidade social.
Outro ponto de fundamental importância durante a realização do
TCC
é
a
oportunidade
de
aprendizagem
e
desenvolvimento
dos
procedimentos metodológicos e de pesquisa que oportunizam e propiciam
sistematizar, na prática, noções teóricas adquiridas e vistas em sala de
aula.
O TCC deve ser realizado a partir de temáticas de livre escolha do
discente ou do grupo a que pertençam, mas, no entanto, devem estar
diretamente relacionados a conteúdos e realidades objetivas dos cursos
freqüentados e de acordo com orientações recebidas pelos responsáveis
docentes, que supervisionam e coordenam as atividades de elaboração do
Trabalho de Conclusão de Curso.
Partindo destes pressupostos, o objetivo geral na elaboração do
trabalho é norteado no sentido de realizar uma pesquisa orientada e
propiciar o desenvolvimento da produção científica.
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2 PROCEDIMENTOS PARA NORMALIZAÇÃO: PADRÕES ABNT
Caberá ao Colegiado de Curso elaborar regulamento particularizando
a aplicação destas orientações, como por exemplo, se o trabalho deve ser
elaborado e apresentado individualmente ou em grupos, conforme o
curso, bem como, a definição do número de componentes mínimos ou
máximos de alunos que farão a composição de cada grupo, sempre
respeitando as Diretrizes Curriculares específicas do curso e os padrões de
qualidade da Avaliação das Condições de Ensino.
Além disso, os coordenadores de curso deverão estabelecer um
professor que coordene as atividades relacionadas aos TCC’s e aos
professores orientadores.
Os orientadores dos TCC’s podem ser escolhidos livremente pelos
acadêmicos entre os professores que compõem as Linhas de Pesquisa
e/ou eixos temáticos do Curso em que se insere a pesquisa; o número de
vagas para orientação de cada professor irá depender dos padrões de
qualidade do curso.
O projeto de TCC deve ser elaborado pelo aluno(s), sob a orientação
do professor da disciplina. Uma vez concluído este deve procurar o
professor orientador escolhido. Após aceitar orientar tal projeto, o
professor orientador assina, juntamente com o acadêmico, o termo de
compromisso de acompanhar o desenvolvimento do trabalho até o final.
Após a assinatura do Termo de Compromisso do Aluno e do
Professor, o professor orientador e o aluno deverão estabelecer, em
conjunto, um cronograma de trabalho que contemple todas as fases do
projeto, bem como as reuniões necessárias para a discussão (no mínimo
uma a cada 15 dias) e o desenvolvimento das atividades. O cronograma
deverá ser encaminhado ao coordenador de TCC e ao Coordenador do
Curso.
Todos os encontros entre orientador e orientado deverão ser
registrados em formulário próprio, com a assinatura de ambos. Este
Manual ABNT NBR 14.724 – Setor de Biblioteca - 2006
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documento deverá ser utilizado para controle de faltas e de atividades
desenvolvidas pelos acadêmicos.
Além
dos
encontros
com
o
orientador,
o
acadêmico
deverá
participar, nas datas definidas pelo coordenador de TCC, de seminários
relativos aos TCC.
Os
seminários
serão
desenvolvidos
pelos
acadêmicos,
sob
a
orientação dos professores do Curso, considerando a escolha das
temáticas, bem como as questões fundamentais na efetivação dos
respectivos projetos. O acadêmico receberá um calendário com a relação
dos temas a serem debatidos nos seminários.
A Qualificação dos projetos, quando for o caso, deverá seguir os
critérios contidos no regulamento específico de cada curso.
É de responsabilidade do professor orientador o deferimento do
encaminhamento, ou não, do Trabalho de Conclusão de Curso para a
defesa, mediante um parecer por escrito.
A aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso deverá estar de
acordo com os critérios contidos no regulamento específico de cada curso.
Não haverá segunda chamada, salvo para os casos previstos no
Regimento.
A entrega do Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser feita
pessoalmente ao professor orientador, mediante protocolo.
A defesa do Trabalho de Conclusão de Curso será diante da Banca
Examinadora, composta por três membros: o coordenador do TCC, pelo
professor orientador do trabalho e por mais um professor convidado.
Quando o orientador for o coordenador de TCC, serão convidados outros
dois professores para a composição da Banca, sendo necessariamente um
deles da Linha de Pesquisa (eixo temático) à qual se integra a monografia.
A data de apresentação dos Trabalhos de Conclusão de Curso será
determinada pelo coordenador dessa disciplina em conjunto com o
Colegiado do Curso.
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3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS METODOLÓGICAS: NORMALIZAÇÃO
E ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS
A normalização dos trabalhos acadêmicos, incluso o Trabalho de
Conclusão de Curso é realizada de acordo com as normas vigentes da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
A ABNT possui as seguintes normas para a elaboração de trabalhos
acadêmicos, os quais podem ser caracterizados como trabalhos de
conclusão de curso, monografias, dissertação e tese:
ABNT NBR 6023/2002 – Informação e Documentação –
Referências: Elaboração;
ABNT NBR 6024/2003 – Informação e Documentação Numeração progressiva das seções de um documento escrito –
Apresentação;
ABNT NBR 6027/2003 – Informação e Documentação Sumário – Apresentação;
ABNT NBR 6028/2003 – Informação e Documentação –
Resumo – Apresentação;
ABNT NBR 6034/ 2004 – Informação e Documentação – Índice
- Apresentação
ABNT NBR 10520/2002 – Informação e Documentação –
Citações em documentos – Apresentação;
ABNT NBR 12225/2004 – Informação e Documentação –
Lombada – Apresentação e
ABNT NBR 14724/2005 – Informação e Documentação –
Trabalhos Acadêmicos – Apresentação.
Além das normas vigentes elaboradas pela Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT), acima mencionadas o uso do Código de
Catalogação Anglo-Americano (AACR2) é instrumento necessário para que
os bibliotecários orientem sobre a ficha catalográfica que será impressa no
versoda folha de rosto.
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4 PROCESSOS DE NORMALIZAÇÃO: ABNT NBR 14724/2005 –
INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO – TRABALHOS ACADÊMICOS APRESENTAÇÃO
O
Centro
Universitário
Ibero-Americano
utiliza
o
referencial
normativo proposto pelas normas ABNT e adota suas recomendações na
normalização dos trabalhos acadêmicos produzidos. Desta forma, na
apresentação dos trabalhos produzidos pelos discentes adotamos a ABNT
NBR 14724 com vigência a partir de janeiro de 2006.
Nesta norma os padrões recomendados quanto à estrutura física na
apresentação de um trabalho acadêmico seja ele, uma tese, uma
monografia, uma dissertação ou um trabalho de conclusão de curso (TCC)
compreenderá os seguintes elementos: pré-textuais, textuais e póstextuais.
Para efeito de orientação didática aos acadêmicos apresentamos a
seguir os conceitos e a seqüência em que estes elementos devem
aparecer no TCC. A estrutura sistêmica definida pela norma ABNT NBR
14724/2005 para a apresentação de trabalhos acadêmicos engloba
elementos diversos; alguns de uso obrigatório, outros de uso opcional.
4.1 Elementos Pré-Textuais
Elementos pré-textuais: são os elementos que antecedem o texto
com informações que ajudam na identificação e utilização do trabalho. A
seqüência em que deve aparecer no trabalho (pré-texto) são os
seguintes:
Capa (obrigatório)
Lombada (opcional)
Folha de rosto (obrigatório)
Errata (opcional)
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Folha de aprovação (obrigatório)
Dedicatória(s) (opcional)
Agradecimento(s) (opcional)
Epígrafe (opcional)
Resumo na língua vernácula (obrigatório)
Resumo em língua estrangeira (obrigatório)
Lista de ilustrações (opcional)
Lista de tabelas (opcional)
Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
Lista de símbolos (opcional)
Sumário (obrigatório)
4.1.1 Capa (obrigatório)
É a proteção externa do trabalho e elemento obrigatório onde as
informações são transcritas na seguinte ordem:
Nome da instituição (opcional)
Nome do autor
Título
Subtítulo se houver;
Número de volumes (se houver mais de um, deve constar em
cada capa a especificação do respectivo volume)
Local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado o
trabalho
Ano de depósito (da entrega do trabalho acadêmico)
4.1.2 Lombada (opcional)
É um elemento opcional, onde as informações devem ser impressas,
conforme a ABNT NBR 12225/2004.
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4.1.3 Folha de Rosto (obrigatório)
É obrigatório e apresenta os elementos essenciais à identificação do
trabalho. Os elementos devem figurar na seguinte ordem no anverso da
folha de rosto:
Nome do autor(s); responsável intelectual do trabalho;
Título principal do trabalho; deve resumir de maneira clara e
precisa o conteúdo do trabalho, permitindo sua indexação para futura
recuperação da informação;
Subtítulo: se houver, deve ser evidenciada a sua subordinação
ao título principal, separado do título por dois pontos;
Número de volumes (se houver mais de um, deve constar em
cada folha de rosto a especificação do respectivo volume);
Natureza (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso e
outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros);
nome da instituição a que é submetido; área de concentração;
Nome do orientador e, se houver, do co-orientador;
Local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado;
Ano de depósito (da entrega).
4.1.3.1 Verso da Folha de Rosto (obrigatório)
No verso da folha de rosto deve conter a ficha catalográfica,
conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2) vigente,
elaborada pelos bibliotecários da instituição.
Manual ABNT NBR 14.724 – Setor de Biblioteca - 2006
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4.1.4 Errata (opcional)
Utilizada para pequenas correções. Normalmente apresenta-se em
papel avulso. Se houver errata, deve ser inserida logo após a folha de
rosto e indicada da seguinte maneira:
Exemplo:
Folha
Linha
Onde se lê
Leia-se
45
4
alienado
alienação
4.1.5 Folha de aprovação (obrigatório)
É o elemento que deve conter: o nome do(s) autor(es) do trabalho,
título por extenso e subtítulo (se houver); natureza, objetivo, nome da
instituição
a
que
é
submetido
o
trabalho
acadêmico,
área
de
concentração; data de aprovação com nome, titulação, assinatura e
instituição (caso o examinador seja de outra instituição) dos membros da
banca examinadora
4.1.6 Dedicatória (s) (opcional)
A dedicatória é um pequeno texto onde o autor (s) homenageia ou
dedica seu trabalho à determinada pessoa ou grupo de pessoas que
colaboraram durante o tempo de desenvolvimento do trabalho.
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4.1.7 Agradecimento
Texto onde o autor faz seus agradecimentos às pessoas e/ou
Instituições que colaboraram de maneira significativa à elaboração do
trabalho.
4.1.8 Epígrafe (opcional)
Citação, pensamento, provérbio, seguido da indicação de sua
autoria, de preferência relacionado com o assunto tratado no corpo do
trabalho.
As epígrafes também poderão constar das folhas de abertura das
seções primárias ou capítulos.
4.1.9 Resumo na língua vernácula (obrigatório)
Segundo a definição na norma ABNT NBR 14724:2005, o resumo é a
“apresentação concisa dos pontos relevantes do texto, fornecendo uma
visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho” e é um
elemento obrigatório na apresentação do trabalho. Desta forma, é
indicado como referência normativa a elaboração do resumo utilizando-se
a norma ABNT NBR 6028/2003.
As regras gerais para a apresentação de resumos, de acordo com a
norma ABNT NBR 6028/2003 devem ser feitas conforme as seguintes
orientações:
O resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as
conclusões do documento;
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Deve se constituir em uma seqüência de frases concisas e
objetivas e não de simples enumeração de tópicos. Recomendase o uso de parágrafo único.
O limite máximo de palavras do resumo de um trabalho
acadêmico é 500 palavras. O resumo deve ser seguido das
palavras-chave e/ou descritores e as palavras-chave devem
figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão
“Palavras-chave:” e as palavras escolhidas para serem utilizadas
como descritores devem ser separadas entre si por ponto e
finalizadas também por ponto.
4.1.10 Resumo em língua estrangeira (obrigatório)
Apresenta-se com as mesmas características do resumo em língua
vernácula e são digitados em folha separada (em inglês Abstract, em
espanhol Resumen, por exemplo). Deve ser seguido das palavras
representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou
descritores, na língua (em inglês – key words).
4.1.11 Lista de ilustrações (opcional)
Deve ser elaborada de acordo com a apresentação contida no texto,
com cada item designado por seu nome específico e a numeração da
página onde é apresentada. Se necessário, é recomendável elaboração de
listas distintas para cada tipo de ilustração (desenhos, esquemas,
fluxogramas,
fotografias,
quadros, retratos e outros).
gráficos,
mapas,
organogramas,
plantas,
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4.1.12 Lista de tabelas (opcional)
Deve ser elaborada de acordo com a apresentação contida no texto,
com cada item designado por seu nome específico e a numeração da
página onde é apresentada. A tabela é um elemento demonstrativo de
síntese que constitui unidade autônoma.
4.1.13 Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no
texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por
extenso. É recomendável elaborar lista própria para cada tipo. Cada
abreviatura é uma representação de uma palavra por meio de alguma(s)
de suas sílabas ou letras.
4.1.14 Lista de símbolos (opcional)
O símbolo é o sinal que substitui o nome de uma coisa ou de uma
ação. Deve ser elaborada de acordo com a ordem apresenta no texto, com
o devido significado.
4.1.15 Sumário (obrigatório)
É o último elemento pré-textual e deve ser elaborado de acordo com
a norma ABN NBR 6027/2003. O sumário é a enumeração das divisões,
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seções e outras partes de uma publicação, na mesma ordem e grafia em
que a matéria nele se sucede.
As regras gerais para a apresentação devem ser elaboradas
atendendo
as
seguintes
orientações:
a
palavra
sumário
deve
ser
centralizada e com a mesma tipologia da fonte utilizada para as seções
primárias e os elementos pré-textuais não devem constar no sumário. Os
indicativos das seções que compõem o sumário, se houver, devem ser
alinhados à esquerda, conforme a ABNT NBR 6024/2003.
4.2 Elementos Textuais
É a parte do trabalho em que é exposta a matéria. Seus elementos
são constituídos de três partes fundamentais:
Introdução
Desenvolvimento
Conclusão
4.2.1 Introdução
É a parte inicial e indispensável do texto, pois apresenta as
informações que permite aos leitores uma melhor compreensão do texto
que lerá. Na introdução deve constar a delimitação do assunto tratado, os
objetivos da pesquisa e demais elementos necessários para situar o tema
do trabalho.
Manual ABNT NBR 14.724 – Setor de Biblioteca - 2006
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4.2.2 Desenvolvimento
São as partes principais do texto e nas quais contém a exposição e a
discussão ordenada, em detalhes de todas as informações e os conceitos
do tema abordado. Divide-se em seções e subseções (NBR ABNT
6024/2003), que variam em função do tema e do método. Para os
indicativos de seções são empregados algarismos arábicos na numeração
e devem ser alinhados na margem esquerda, precedendo o título, dele
separado por um espaço e deve-se limitar a numeração progressiva até a
seção quinária. Dessa forma as seções podem ser:
Seção
Primária
1
Seção
Secundária
1.1
Seção
Terciária
1.1.1
Seção
Quaternária
1.1.1.1
Seção
Quinária
1.1.1.1.1
2
2.1
2.1.1
2.1.1.1
2.1.1.1.1
3
3.1
3.1.1
3.1.1.1
3.1.1.1.1
4
4.1
4.1.1
4.1.1.1
4.1.1.1.1
5
5.1
5.1.1
5.1.1.1
5.1.1.1.1
10
10.1
10.1.1
10.1.1.1
10.1.1.1.1
4.2.3 Conclusão
É a parte final do texto, na qual se apresentam conclusões
correspondentes aos objetivos ou hipóteses abordados no texto e deve
apresentar minimamente, uma retomada das principais idéias que foram
tratadas nas seções e subseções durante o desenvolvimento do trabalho.
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4.3 Elementos Pós-textuais
São os elementos que complementam o trabalho e formados por:
Referências (obrigatório)
Glossário (opcional)
Apêndice(s) (opcional)
Anexo(s) (opcional)
Índice(s) (opcional)
4.3.1 Referências (elemento obrigatório)
É o conjunto padronizado de elementos descritivos retirados de um
documento (impresso ou eletrônico), que permite sua identificação
individual. As referências devem ser elaboradas conforme a NBR ABNT
6023/2002.
4.3.2 Glossário (elemento opcional)
O glossário é formado por uma relação de palavras ou expressões
técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro e que foram utilizadas no
texto, devem vir acompanhadas de suas respectivas definições e na
elaboração aparecem em ordem alfabética.
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4.3.3 Apêndice (elemento opcional)
É o texto ou documento elaborado pelo autor do trabalho, a fim de
complementar sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do
trabalho. É um elemento opcional nos trabalhos e são identificados por
letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.
Exemplo:
APÊNDICE A – Análise estrutural do aspecto sintático de Grande
Sertão Veredas.
APÊNDICE B – Análise estrutural do aspecto verbal de Sagarana.
4.3.4 Anexo (elemento opcional)
É o texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho, que
serve de fundamentação, comprovação e ilustração. É um elemento
opcional
nos
trabalhos
e
são
identificados
por
letras
maiúsculas
consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Exemplo:
ANEXO A – Representações iconográficas do sertão mineiro.
ANEXO B – Os falares regionais e a linguagem matuta do povo do
sertão.
4.3.5 Índice (elemento opcional)
É a relação de palavras ou frases, ordenadas segundo determinados
critérios que remetem e localizam informações contidas num texto.
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Quanto ao enfoque temático os índices podem ser organizados por:
autores, assuntos, títulos, pessoas e/ou entidades, nomes geográficos;
citações, etc.
O índice deve ser impresso no final do documento e sua paginação
deve ser consecutiva ao trabalho e deve dar seguimento à do texto
principal.
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5 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO
Segue informações sobre as regras gerais que devem ser utilizadas
na apresentação de trabalhos acadêmicos
5.1 Formato
Toda a parte textual do trabalho deve ser apresentada em papel
branco, formato A4 (21 cm x 29,7 cm), digitados no anverso das folhas,
com exceção da folha de rosto que deverá conter em seu verso a ficha
catalográfica (ver 4.1.3.1), elaborada em tamanho padrão pelo setor de
biblioteca (12,5 cm x 7,5 cm). Os textos devem ser impressos em cor
preta e as demais cores somente para as ilustrações. Todo o projeto
gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho.
A fonte recomendada para a digitação é a fonte tamanho 12 para
todo o texto, com exceção para as citações de mais de três linhas
(recomenda-se fonte tamanho 10, deve ser observado recuo de 4 cm da
margem esquerda, espaço simples entre linhas e sem aspas); paginação e
legendas das ilustrações e das tabelas que devem ser digitadas em
tamanho menor e uniforme.
5.2 Margem
Deve ser obedecida a configuração de margens do trabalho e as
folhas devem apresentar margem esquerda e superior de 3 cm; direita e
inferior 2 cm.
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5.3 Espacejamento
O espaço entre linhas para a digitação de todo o texto deve ser de
1,5 (um e meio), com exceção para as citações de mais de três linhas, as
notas de rodapé, as referências, as legendas das ilustrações e das tabelas,
a ficha catalográfica, natureza do trabalho, objetivo, nome da instituição a
que é submetida e área de concentração, que devem ser digitados
utilizando o espaço entre linhas simples. Como elemento obrigatório do
trabalho acadêmico as referências, ao final do trabalho, devem ser
separadas entre si por dois espaços simples.
Os títulos das seções devem começar na parte superior da mancha
de impressão (3 cm), alinhados a esquerda e separados do texto que os
sucede por dois espaços 1,5 entrelinhas. Da mesma forma, os títulos das
subseções devem ser separados do texto que os precede e que os sucede
por dois espaços 1,5 entrelinhas.
Na folha de rosto e na folha de aprovação, a natureza do trabalho, o
objetivo, o nome da instituição a que é submetido e a área de
concentração devem ser alinhados do meio da mancha para a margem
direita.
5.3.1 Notas de rodapé
A digitação e inserção de notas de rodapé devem ficar separadas do
texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 3 cm, a partir
da margem esquerda.
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5.3.2 Indicativos de seção
Os indicativos numéricos de seção precedem seu título, devem ser
alinhados à esquerda, separados por um espaço de caractere.
5.3.3 Títulos sem indicativo numérico
Os títulos que não apresentam indicativos numéricos (errata,
agradecimentos, lista de ilustrações, lista de abreviaturas e siglas, lista de
símbolos, resumos, sumários, referências, glossário, apêndices, anexos e
índices), devem ser centralizados, conforme a ABNT NBR 6024/2003.
5.3.4 Elementos sem título e sem indicativo numérico
Fazem parte desses elementos a folha de aprovação, a dedicatória e
a epígrafe.
5.4 Paginação
Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser
contadas seqüencialmente, mas não numeradas.
A inserção da numeração é colocada, a partir da primeira folha da
parte textual (que começa na introdução do trabalho), em algarismos
arábicos, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior,
ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha.
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No caso específico do trabalho ser constituído de mais de um
volume, deve ser mantida uma única seqüência de numeração das
paginas, do primeiro ao ultimo volume.
Nos trabalhos em que haja a necessidade de apresentar anexos e
apêndices as folhas destes documentos devem ser numeradas de maneira
contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal, ou
seja, devem acompanhar a numeração de páginas do texto do trabalho.
5.5 Numeração progressiva
Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho é adotada
a numeração progressiva para as seções do texto de acordo com a norma
ABNT NBR 6024/2003 (ver 4.2.2).
Os títulos das seções primárias, por serem as principais divisões de
um texto, devem iniciar em folha distinta (uma nova página). Devem ser
destacados gradativamente os títulos das seções que podendo ser
utilizados os recursos de negrito, itálico ou grifo e redondo, caixa alta ou
versal.
5.6 Citações
As citações, menção de uma informação extraída de outra fonte,
devem ser apresentadas conforme orientações da ABNT NBR 10520/2002.
As citações podem ser diretas (transcrição textual de parte da obra do
autor consultado), indiretas (texto baseado na obra do autor consultado
ou paráfrase) ou citação de citação (pode ser direta ou indireta de um
texto em que não se teve acesso ao original).
Manual ABNT NBR 14.724 – Setor de Biblioteca - 2006
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5.7 Siglas
É a reunião das letras iniciais dos vocábulos fundamentais de uma
denominação ou título. No texto, quando aparece pela primeira vez deve
ser apresentada a forma completa do nome e a seguir a sigla entre
parênteses. Exemplo:
Ministério das Relações Exteriores (MRE)
Associação Brasileira de Canção Japonesa (ABRAC)
5.8 Equações e fórmulas
Para facilitar a leitura, devem ser destacadas no texto e, se
necessário,
numeradas
com
algarismo
arábicos
entre
parênteses,
alinhados à direita. Na seqüência normal do texto, é permitido o uso de
uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoentes, índices e
outros).
Exemplo:
x² + y² = z²
..(1)
(x² + y²)5 = n
..(2)
5.9 Ilustrações
Qualquer que seja seu tipo (desenhos, esquemas, fluxogramas,
fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e
Manual ABNT NBR 14.724 – Setor de Biblioteca - 2006
26
outros) sua identificação aparece na parte inferior, precedida da palavra
designativa, seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em
algarismos arábicos, do respectivo título e/ou legenda explicativa de
forma breve e clara, dispensando consulta ao texto, e da fonte. A
ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho a que se
refere, conforme o projeto gráfico.
5.10 Tabelas
As
tabelas
apresentam
conforme IBGE (1993).
informações
tratadas
estatisticamente,
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Centro Universitário Ibero-Americano
Cleide Maria da Silva
Danilo Feitosa Lima
Pedro Dias Freitas
GUIMARÃES ROSA:
NEOLOGISMOS E ESTILO
São Paulo
2005
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Cleide Maria da Silva
Danilo Feitosa Lima
Pedro Dias Freitas
GUIMARÃES ROSA:
NEOLOGISMOS E ESTILO
Trabalho de Conclusão de Curso para a
obtenção do título de bacharel em Letras
do Curso de Letras: Tradutor e Intérprete
do Centro Universitário Ibero-Americano.
Orientador: Prof. João Pedro Gonçalves
Lima
São Paulo
2005
Manual ABNT NBR 14.724 – Setor de Biblioteca - 2006
29
S586g
Silva, Cleide Maria da.
Guimarães Rosa : Neologismos e Estilo / Cleide Maria da Silva; Danilo
Feitosa Lima; Pedro Dias Freitas. – São Paulo : Centro Universitário IberoAmericano, 2005.
109 f. ; 31 cm
Trabalho de conclusão de curso para a obtenção do título de bacharel em
Letras do Curso de Letras Tradutor e Intérprete do Centro Universitário IberoAmericano, 2005.
Orientador(a): Professor: João Pedro Gonçalves Lima
1.Crítica literária. 2.João Guimarães Rosa. 3. Literatura brasileira. I.
Título. II.Centro Universitário Ibero-Americano III.Lima, João Pedro
Gonçalves. IV. Lima, Danilo Feitosa V. Freitas, Pedro Dias.
CDD 869.945
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Cleide Maria da Silva
Danilo Feitosa Lima
Pedro Dias Freitas
GUIMARÃES ROSA:
NEOLOGISMOS E ESTILOS
Trabalho de Conclusão de Curso para a obtenção do
título de bacharel em Letras do Curso de Letras:
Tradutor e Intérprete do Centro Universitário IberoAmericano.
Orientador: Prof. João Pedro Gonçalves Lima
Membros da Banca Examinadora
_______________________________
Prof.:
_______________________________
Prof.:
São Paulo, dia, mês, ano.
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31
RESUMO
O presente trabalho foi desenvolvido com o objetivo de fazer uma análise sobre o estilo, os
neologismos e o caráter social de algumas obras escritas por Guimarães Rosa. O estudo de
caso e as análises realizaram-se a partir de aspectos sucintos dos romances: Sagarana, Grande
Sertão Veredas e Primeiras Estórias. Durante o desenvolvimento da pesquisa analisou-se a
estrutura narrativa dos romances contemplando aspectos do enredo, espaços, tempos
narrativos, personagens e os neologismos criados pelo autor. As conclusões advindas da
pesquisa revelam o caráter de modernidade e a importância que representa a obra de
Guimarães Rosa, no momento em que uma de suas obras mais conhecidas, Grande Sertão
Veredas, completa no ano de 2006 cinqüenta anos de publicação.
Palavras-chave: Crítica literária. Estilo literário. João Guimarães Rosa. Literatura brasileira.
Neologismos.
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SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO
7
2 ESTILOS LITERÁRIOS E OS MODERNISTAS
12
3 A OBRA DE GUIMARÃES ROSA: ESTUDO DE CASOS
15
3.1 Sagarana
19
3.2 Grande Sertão Veredas
27
3.3 Primeiras Estórias
32
4 ESTILO ROSIANO : ANÁLISE ESTRUTURAL
38
4.1 O enredo, o espaço e o tempo das narrativas
43
4.1.1 Enredos
49
4.1.2 Espaços
55
4.1.3 Tempos narrativos
61
4.2 As personagens
65
4.2.1 O foco narrativo e o fluxo de consciência
71
5 O CARÁTER SOCIAL DO ROMANCE E SUA LINGUAGEM
76
5.1 Neologismos
83
5.2 A poética do sertão
89
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS
93
REFERÊNCIAS
98
ANEXO A
101
ANEXO B
106
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7633
5 O CARÁTER SOCIAL DO ROMANCE E SUA LINGUAGEM
Guimarães Rosa por meio de seus personagens principais e secundários leva-nos a
uma reflexão sobre a sociedade e seu entorno [...]
A análise do texto e de seus aspectos peculiares é de um estilo inconfundível, pois, o
linguajar de seus personagens é recheada de neologismos e da realidade vivenciada nos
confins dos sertões [...]
5.1 Neologismo
Segundo Alves (1994, p.5) “O acervo lexical de todas as línguas vivas se renova.
Enquanto algumas palavras deixam de ser utilizadas e tornam-se arcaicas, uma grande
quantidade de unidades léxicas é criada pelos falantes de uma comunidade lingüística”. A
assertiva da autora é presente em grande parte da obra de Guimarães Rosa e encontramos
diversas formas de neologismos fonológicos [...]
5.2 A poética do sertão
O estilo e a linguagem elaborada por Guimarães Rosa desenvolve-se durante a
narrativa e utilizam-se aspectos descritivos que nos mostram a poética de seus personagens e
do entorno em que as ações acontecem.
Não é a obra literária em si mesma que constitui o objeto da Poética: o que esta interroga são
as propriedades desse discurso particular que é o discurso literário. Toda obra então só é
considerada como a manifestação de uma estrutura abstrata muito mais geral, de que não
passa de uma das realizações possíveis. Nesse particular, tal ciência se preocupa não mais
com a literatura real, mas com a literatura possível, em outras palavras: com essa propriedade
abstrata que faz a singularidade do fato literário, a literariedade [...] (TODOROV, 1976, p.15).
Como afirma Todorov tal é a importância do discurso literário na obra de Guimarães
Rosa que [...]
Manual ABNT NBR 14.724 – Setor de Biblioteca - 2006
34
98
REFERÊNCIAS
ALVES, Ieda Maria. Neologismo: criação lexical. 2. ed. São Paulo: Ática, 1994.
BORGES, Luiz C. As línguas gerais e a Companhia de Jesus: Política e Milenarismo.
Cadernos de Estudos Lingüísticos, Campinas, v. 46(2), p. 171-194, jul./dez. 2004.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 14. ed. São Paulo: Perspectiva, 1996.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
GUIMARÃES ROSA, João. Primeiras estórias. 9. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1976.
______. Grande sertão veredas. 13. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979.
______. Sagarana. 31. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1991.
PERINI, Ruy. A fala do Iauaretê. Madrid: Universidade Complutense, 2005. Disponível em:
<http://www.ucm.es/info/especulo/numero30/afalagm.html>. Acesso em:13 mar. 2006.
TODOROV, Tzvetan. Estruturalismo e Poética. 4. ed. São Paulo: Cultrix, 1976.
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