MAGNUM CONSILIUM PRAXIS Magno Conselho da Praxe do Instituto Superior Técnico Acta ? + X + VIII + IV Aos nove dias de Dezembro de dois mil e quinze, às dezoito horas reuniu-se o Magno Conselho da Praxe no gabinete do Dux no Campus da Alameda do Instituto Superior Técnico da ULisboa. Membros Presentes: Dux-Veteranorum Interum – Mariana Pereira Arquitectura – Catarina Rocha Engenharia Biomédica – André Santos Engenharia Civil – João Candeias Engenharia Electrotécnica e de Computadores – João Silva, Luís Gonçalves Engenharia Geológica e de Minas – Pedro Soares Engenharia Informática e de Computadores – Henrique Moisés Engenharia Mecânica – Pedro Mariano Engenharia Química – Sara Saraiva, Teresa Torres Assistências: Engenharia do Ambiente – João Ramos Engenharia Biomédica – Manuel Comenda, Teresa Cardoso Engenharia Geológica e de Minas – Pedro Caçador Engenharia Informática e de Computadores – Alcino Albuquerque, Pedro Pires Engenharia de Materiais – Ana Catarina Janeiro Engenharia Mecânica – Gabriel Nunes Engenharia Química – José Justino, Mariana Patrão Ordem Trabalhos: Balanço da prestação dos grupos de trabalho Situação da organização da Queima das Fitas Discussão sobre o colete no traje feminino Outros assuntos Tópicos Abordados / Decisões Tomadas / Decisões Votadas: Balanço da prestação dos grupos de trabalho Mariana Pereira pergunta à audiência se há candidatos ao Magno Conselho da Praxe presentes que estejam inseridos nos grupos de trabalho, explicando que actualmente existem apenas dois abertos: compilação da história do Conselho e revisão do Código de Praxe, mas que eventualmente surgirão mais. Estes servem para que os candidatos tenham oportunidades de mostrar o seu desempenho sem ser na Comissão Organizadora da Queima das Fitas. José Justino diz que não se encontra em nenhum mas que vai ponderar qual se inscrever. É perguntado ao conselheiro responsável pelo grupo da renovação da faixa por actualizações. Catarina Rocha explica que o grupo foi criado em Julho e a faixa deveria estar pronta aquando das inscrições dos caloiros. No entanto, ainda não está concluída e pede aos candidatos presentes do seu grupo que se esforcem para acabar a tarefa ainda este semestre. Refere que há sempre inconvenientes quando marca encontros para a pintar, compreendendo que é uma época complicada por causa das avaliações, mas não era suposto ainda não estar pronta. Acerca do grupo responsável por trabalhar em conjunto com o Gabinete de Apoio ao Tutorado para coordenar as inscrições dos caloiros, Mariana Pereira diz que correu tudo nos conformes e que não houve entraves. Pedro Pires completa dizendo que o Núcleo de Apoio ao Estudante complicou o processo com as comissões de Praxe e mentores. Catarina Rocha, responsável pelo grupo de elaboração do regulamento interno da Comissão Organizadora da Queima das Fitas, diz que correu tudo bem e que o principal do regulamento foi feito entre conselheiros. Para o Cortejo da Latada, Pedro Soares comenta que é um grupo inglório uma vez que os candidatos não tiveram de fazer nada. Não conseguiu levar ninguém do Instituto Superior Técnico quando foi à Polícia de Segurança Pública marcar o Cortejo da Latada porque foram estudantes das outras três faculdades (Medicina, Medicina Dentária e Medicina Veterinária). Para a Serenata de recepção aos caloiros, Mariana Pereira diz que houve candidatos que trabalharam mais que outros e apela para que não se repita. Pede que tenham uma maior capacidade de organização e para levarem este projecto de forma mais séria. Pergunta se existem candidatos presentes que não se encontrem na Comissão Organizadora da Queima das Fitas, ao que José Justino e Pedro Pires respondem afirmativamente. Situação da organização da Queima das Fitas Luís Gonçalves pergunta se alguém tem feedback da venda de rifas, sendo a resposta negativa. Vai começar a preparar o cabaz esta semana (primeiro prémio). Pedro Mariano diz que o percurso do Cortejo ainda não foi decidido porque está em debate com as outras faculdades. João Silva comenta que no dia anterior houve reunião da Comissão Organizadora da Queima das Fitas geral. Sobre o percurso, Medicina e Medicina Dentária querem o mesmo percurso do ano passado. A data da Queima das Fitas ficou para de dezanove a vinte e quatro de Maio uma vez que a Pastoral marcou a Bênção dos Finalistas para dia vinte e um de Maio. Diz que vai questionar a Pastoral sobre a data tardia para o próximo ano. Idealmente, a melhor data seria de doze a dezassete de Maio. André Santos questiona o porquê de ser necessário marcar a Queima das Fitas de acordo com a agenda da Pastoral porque incide numa semana de avaliações para todos os anos de todos os cursos. É referido que, se o ano passado foram poucos estudantes do Instituto Superior Técnico ao Cortejo, este ano serão ainda menos. Pedro Soares completa que, pelo menos duas das faculdades da Academia, são inflexíveis quanto a separar a Imposição das Insígnias da Bênção dos Finalistas. Mariana Pereira questiona então se a Praxe está relacionada com o Catolicismo, ao que João Silva diz que é visto como o final do percurso para os finalistas, uma bênção para o mundo do trabalho. Catarina Rocha pergunta quantas pessoas vão à Bênção e se importam com a Imposição de Insígnias. Há excepções mas o volume de pessoas é tão reduzido que não se deve guiar por esse número. Pedro Soares responde dizendo que em Medicina muitos estudantes vão às duas actividades e que Medicina Dentária coordena tudo pela Bênção dos Finalistas. Sara Saraiva comenta que, na data estipulada, não assegura que, tanto ela como o seu curso, compareçam à Queima das Fitas. Mariana Pereira levanta a questão para conselheiros mais antigos: a Queima das Fitas era regrada para não coincidir com a de Coimbra, onde Catarina Rocha responde afirmativamente. Diz também que nunca se regeram pela Pastoral porque Praxe e religião não se assemelham. João Ramos diz que não faz sentido estarmos a trabalhar para um conjunto de eventos quando ninguém pode comparecer. Mariana Pereira refere que, se somos uma Academia, é suposto estarmos em sintonia, mas que deviam ter em consideração que o Instituto Superior Técnico representa um grande conjunto de alunos e deviam reconsiderar a posição estabelecida. Esta decisão condiciona todos porque ninguém tem disponibilidade. João Silva informa que a Pastoral respondeu ao e-mail enviado para a marcação de uma reunião, aceitando-o como membro do grupo de finalistas da faculdade. Acerca da reunião, este ficou de avisar o Magno Conselho da Praxe de desenvolvimentos. Mariana Pereira refere que os estudantes pertencentes à Comissão Organizadora da Queima das Fitas local não vão faltar às avaliações dessas datas concluindo que, se não mudar, o Instituto Superior Técnico não tem Queima das Fitas. Pergunta se é uma data fixa ou se ainda pode ser refutada, ao que João Silva responde que, se for sobre a data, ainda podem reunir este semestre, se não só em Fevereiro. Pedro Soares diz que as Comissões Organizadoras da Queima das Fitas locais das três faculdades têm poucos membros enunciando que Medicina conta com nove pessoas e Medicina Veterinária com seis. João Silva completa dizendo que Medicina Dentária tem seis pessoas. A Comissão Organizadora da Queima da Fitas local do Instituto Superior Técnico tem mais de trinta pessoas, ultrapassando o número conjunto das outras três faculdades. Refere que, se não entrar para a Queima das Fitas, irão ter muita dificuldade na agilização do processo da Queima das Fitas por falta de meios. José Justino questiona se as outras três casas efectivamente não podem na semana antes da data estipulada. André Santos diz que a estrutura académica é diferente, concluem as cadeiras com exame e não com testes. Discussão sobre o colete no traje feminino Mariana Pereira expõe que este tema controverso surgiu nas reuniões do Magno Conselho de Veteranos, uma vez que está a ser elaborado um Código de Praxe para a Academia. Diz que tanto em Medicina como em Medicina Dentária é facultativo e que em Medicina Veterinária é proibido. Os argumentos apresentados a favor de ser facultativo são: frio, mais bolsos, visualmente não perturba, igualdade em número de peças relativo ao traje masculino, e que há raparigas que se sentem desconfortáveis em retirar o casaco porque a roupa interior é visível. Posto isto, questiona a audiência para as suas opiniões. João Silva diz que facultativo não faz sentido, ou é obrigatório ou proibido. Pedro Pires completa referindo que ia haver muita disparidade do uso. É necessário ter em conta o factor económico porque é mais fácil retirar do traje que implementar. Luís Gonçalves comenta que o colete é uma peça de vestuário masculina. José Justino questiona se o argumento do frio também é válido para o gorro. Mariana Pereira responde que o gorro é um acessório e não uma peça de vestuário. Em Coimbra o colete no traje feminino foi aprovado como facultativo em dois mil e um e abolido em dois mil e sete. No Porto, o colete é facultativo para os dois sexos e que, faltando este, o estudante tem de apertar a batina ou casaco. É chegada à conclusão que nenhum dos conselheiros quer o colete como facultativo. Posto isto, Mariana Pereira pede a cada curso para dizer se são a favor da implementação do colete ao traje feminino ou contra. A resposta é unânime, todos os cursos com acento no Magno Conselho da Praxe não querem o colete no traje feminino. Mariana Pereira pede que cada conselheiro faça uma sondagem dentro da respectiva Comissão de Praxe curso sobre o tema. Outros assuntos Pedro Pires comenta que o afilhado encontrou um documento online da Comissão de Praxe de Engenharia Informática e de Computadores algo antigo e errado quanto a Tradição Académica. Sugere que seja retirado apenas do domínio público, uma vez que vários membros da referida Comissão o consideram como histórico. Ordem Trabalhos Pendentes para Próximas Reuniões: 1. 2. 3. 4. 5. Método de admissão de novos membros/cursos Praxe de Lisboa; Revisão do Código da Praxe e Versão Comentada; Delinear Sanções; Outros assuntos. A próxima reunião não ficou agendada, sendo o agendamento desta comunicado atempadamente através de Convocatio. Nada mais havendo a tratar, deu-se a reunião por encerrada, da qual foi lavrada esta acta. Dux-Veteranorum Interum Secretários