BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE 1. ECS 1.99.02 1. ESQUEMA DE CONTROLE DE SEGURANÇA PARA CORTE SELETIVO ÁREA DA SUBESTAÇÃO DE ADRIANÓPOLIS (ZONA DE SEGURANÇA 3A) DE CARGA NA 2. EMPRESA RESPONSÁVEL: ONS 3. CATEGORIA DO ESQUEMA: Corte de carga. 4. FINALIDADE: Este esquema visa preservar o sistema n i terligado, quando da ocorrência da perda dupla (circuitos 1 e 2) das LT’s 345 kV Furnas – Itutinga ou Itutinga – Adrianópolis, providenciando o corte seletivo de cargas nos seguintes locais: q SE Cascadura, da LIGHT; q SE’s de Alcântara e de Teresópolis, da CERJ; q SE de Friburgo, da CENF (CFLCL); e q SE de Pitanga, da ESCELSA, através da SE de Vitória, de FURNAS. 5. DESCRIÇÃO DA LÓGICA DE FUNCIONAMENTO: O esquema é composto por uma rede de CLP’s remotos, situados em instalações de FURNAS, (Cachoeira Paulista, Angra, Adrianópolis, Itutinga, Jacarepaguá e Vitória), LIGHT (Cascadura), CERJ (Alcântara e Teresópolis) e CENF/CFLCL (Friburgo), e de um CLP concentrador (Master) localizado na sede de FURNAS, em Botafogo – RJ. A aquisição das informações sobre estado / configuração do sistema e o comando de corte de cargas são feitos por intermédio dos CLPs remotos e o processamento da lógica de decisão das ações nos componentes do sistema elétrico é feito pelo Master, situado na sede de FU RNAS. A gerência do ECS é feita pelo Centro de Supervisão (SAGE), situado no CNOS, onde são realizados os ajustes do início e do término do horário de verão e a programação dos feriados nacionais. A lógica do ECS de Adrianópolis incorpora os seguintes passos principais, que são detalhados no fluxograma anexo: q Identificação das contingências de perda dos dois circuitos da LT Furnas – Itutinga ou da LT Itutinga – Adrianópolis, feita pelos CLP’s da SE Adrianópolis em 345 kV e da SE Itutinga. q Cálculo do FRJ (Fluxo para a área Rio/Espírito Santo), verificação do horário e do LRJ (Limite para o valor de FRJ) associado, feitos pelo CLP Master. q Determinação do montante de carga a ser rejeitado, em função da diferença entre FRJ e LRJ, e emissão pelo CLP Master das ordens de comando aos CLP’s para os cortes locais de carga, adequados ao montante determinado. 6. AJUSTE DOS SENSORES: Não se aplica. 7. CARÁTER DO SISTEMA: Permanente 8. LÓGICA DO ESQUEMA: Flexível 9. TECNOLOGIA EMPREGADA: Microprocessador. ECS – 1.99.02 ONS 1 BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE 10. DATA DE ENTRADA EM OPERAÇÃO: A definir. 11. DATA DA ÚLTIMA REVISÃO/MOTIVO: Não houve. Relatório que originou o ECS: Relatório da Comissão Mista - Lógicas básicas de atuação dos esquemas de controle de segurança - Fase de implantação – SE de Adrianópolis 12. DATA DE EMISSÃO: Agosto/2004. ECS – 1.99.02 ONS 2 BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE ONS ECS PARA CORTE SELETIVO DE CARGA NA SE ADRIANÓPOLIS ECS 1.99.02 INÍCIO Lê Horário ECS DE ADRIANÓPOLIS 345 kV Falta Parcela ? FLUXOGRAMA S Aquisição de dados analógicos de potência ativa Evento: Perda de circuito duplo de 345 kV entre Furnas e Adrianópolis. N Consulta Tabela de Referência Cálculo do FRJ Lê geração total de Angra B1- Bloco de carga a ser rejeitado (1º estágio) CLP de Jacarepaguá CLP de Alcântara CLP de Vitória – 1º estágio CLP de Teresópolis B2- Idem (2º estágio) CLP de Cascadura CLP de Vitória – 2º estágio CLP de Friburgo Transmissão de comando de corte para os CLP’s locais (B1+B2) Identifica faixa de geração e lê Ladr1 e Ladr2 S S N Houve o evento FRJ > Ladr2 N S N Houve o evento FRJ > Ladr1 S N Transmissão de comando de corte para os CLP’s locais (B1) ECS – 1.99.02 ONS 3 BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE ONS ECS PARA CORTE SELETIVO DE CARGA NA ÁREA DA SE ADRIANÓPOLIS ECS 1.99.02 LOCALIZAÇÃO DOS CLPs ASSOCIADOS AO ECS DA SE ADRIANÓPOLIS A Figura abaixo destaca a localização dos CLP’s instalados para a Zona de Segurança 3A nas seguintes subestações: q FURNAS: Cachoeira Paulista, Angra, Adrianópolis 500 e 345 kV, Itutinga, Jacarepaguá e Vitória; q LIGHT: Cascadura; q CERJ: Alcântara e Teresópolis; e q CENF (CFLCL): Friburgo, O CLP Master fica situado na sede de FURNAS, no Rio de Janeiro. MASTER (Botafogo) MASTER (Botafogo C.PAULISTA FURNAS ADRIANÓPOLIS REGIÃO REGIÃO DE DE TERESÓPOLIS TERESÓPOLIS ITUTINGA ITUTINGA S.JOSÉ GRAJAÚ REGIÃO DE ALCÂNTARA REGIÃO DE JACAREPAGUÁ JACAREPAGUÁ ANGRA ANGRA Trip em disj. Sist. LIGHT Trip em disj. Sist. LIGHT Trip em disj. Sist. C E R J Trip em disj. Sist. C E R J REGIÃO REGIÃO DE DE VITÓRIA CAMPOS CAMPOS REGIÃO REGIÃO DE DE CASCADURA Trip em disj. Sist. ESCELSA Rede de CLPs necessária para a implementação do ECS da SE Adrianópolis ECS – 1.99.02 ONS 4 REGIÃO DE FRIBURGO Trip em disj. Sist. CENF BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE 1. ECS 1.99.03 2. ESQUEMA DE CONTROLE DE SEGURANÇA PARA ATUAÇÃO NA ÁREA DA USINA DE JAGUARA (ZONA DE SEGURANÇA 3B) 3. EMPRESA RESPONSÁVEL: ONS 4. CATEGORIA DO ESQUEMA: Segregação de barras, corte de geração e corte de carga. 5. FINALIDADE: Este esquema visa preservar as condições operativas do sistema, quando das seguintes ocorrências na SE Jaguara: (a) perda da Barra 1 de 345 kV ou perda simultânea dos ATRs T12 e T13 de 500/345 kV; (b) perda simultânea das Barras 1 e 2 de 345 kV; (c) abertura da Barra 1 e/ou 2 de 345 kV seguida de abertura das Barras 1 e 2 de 500 kV. 6. DESCRIÇÃO DA LÓGICA DE FUNCIONAMENTO: O esquema é composto por uma rede de CLP’s remotos da Zona de Segurança 2B, situados nas seguintes instalações: q CEMIG: Jaguara (500kV e 345 kV), São Simão, Emborcação, Volta Grande, Nova Ponte, Miranda, Ipatinga 1, Neves, Pimenta, Itutinga, Barbacena e Montes Claros; q FURNAS: Luiz Carlos Barreto; q Consórcio IGARAPAVA: Igarapava; q CELG / CDSA: Cachoeira Dourada; E, ainda, dos seguintes CLP's remotos da Zona de Segurança 3C: q FURNAS: Itumbiara, Corumbá e Serra da Mesa. O CLP concentrador (Master) da Zona de Segurança 3B está localizado na sede da CEMIG, em Belo Horizonte, e o da Zona de Segurança 3C, na SE Brasília Sul. A aquisição das informações sobre estado / configuração do sistema e os comandos de abertura de disjuntores são feitos por intermédio dos CLP’s remotos e o processamento da lógica de decisão das ações nos componentes do sistema elétrico é feito pelo Master da CEMIG. A gerência do ECS é feita pelo Centro de Supervisão (SAGE), situado no CNOS, onde são feitos os ajustes do início e do término do horário de verão e a programação dos feriados nacionais. O ECS de Jaguara incorpora três lógicas: LÓGICA 1: EVENTO QUE ATIVA A LÓGICA: Perda da Barra 1 de 345 kV ou dos ATRs T12 e T13 de 500/345 kV da SE Jaguara. AÇÃO: Separação das Barras B e C da SE L. C. Barreto. ECS – 1.99.03 ONS 1 BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE OBJETIVO: Eliminar o risco de atuação da proteção temporizada (5 min) do ATR T11 de 500/345/13,8 kV – 400 MVA da SE Jaguara. O processamento da Lógica 1 é iniciado pela detecção das perdas que caracterizam o evento e passa por condicionantes relativas à situação de carga no Sistema Interligado (dado pelo horário da ocorrência do evento), à existência de sobrecarga no transformador ATR T11 e à geração total das usinas que utilizam a rede do Rio Paranaíba e fluxo de potência ativa recebido da Interligação Norte / Sul. São levadas ainda em conta as informações de que as LIs Jaguara - L.C.Barreto 345 kV e L.C.Barreto - V. Grande 345 kV e o ATR11 de Jaguara estão em operação e que as Barras B e C de L.C.Barreto estão interligadas para que a lógica esteja ativada. A definição da ação desta lógica é a separação das barras B e C de 345 kV da SE Luiz Carlos Barreto. Tal mudança topológica permite contornar a sobrecarga no ATR T11 da SE Jaguara, evitando a conseqüente sobrecarga de outros equipamentos e a saída de serviço de componentes do sistema, que poderiam colocar em risco a integridade do Sistema Interligado. LÓGICA 2: EVENTO QUE ATIVA A LÓGICA: Perda simultânea das Barras 1 e 2 de 345 kV da SE Jaguara. AÇÃO: 1 - Separação da Barra 1-OP-500 kV da SE Jaguara; 2 - Separação da Barra 2-OP-500 kV da SE Jaguara. OBJETIVO: Eliminar sobretensões inadmissíveis nos ATR T11 e T12 de 400 MVA, 500/345/13.8 kV da SE Jaguara. O processamento da Lógica 2 é iniciado pela detecção da abertura dos disjuntores de 345 kV do ATR T11 e do ATR T12, situação que caracteriza a energização destes equipamentos em vazio pelo lado de 500 kV, e passa pela constatação da exi stência de valores de tensão superiores a 600 kV no lado de alta dos transformadores, ou seja, nas barras de 500 kV. Caso venham a ser verificadas estas condições, a ação definida para esta lógica é a separação (abertura de todos os disjuntores) das barras 1 (ação 1) e 2 (ação 2) do setor de 500 kV da SE Jaguara. Ocorrendo, ainda, o disparo simultâneo das ações 1 e 2, será também enviado comando para abertura do ATR T13. Observe-se que, no caso desta lógica, não há interação com o CLP Master, sendo de caráter estritamente local (CLP de Jaguara), tanto a obtenção das informações, como a efetivação das ações definidas. LÓGICA 3: EVENTO QUE ATIVA A LÓGICA: Abertura da Barra 1 e/ou 2 de 345 kV em Jaguara, seguida da abertura das barras 1 e 2 de 500 kV. AÇÃO: Corte de geração nas UHEs de Volta Grande, São Simão e Emborcação e corte de carga na região central da CEMIG. OBJETIVO: Evitar perda da LI Volta Grande - L. C. Barreto 345 kV, perda de estabilidade do Sistema Interligado S/SE/CO e colapso de tensão na região da CEMIG.O processamento da Lógica 3 é iniciado pela abertura de ambas as barras 1 e 2 de 345 kV da SE Jaguara, que se caracteriza, conforme critérios adotados no projeto da lógica, pela atuação da proteção diferencial de barramento de uma das barras, seguida pela atuação do esquema de falha do disjuntor de acoplamento destas barras, ou pela abertura acidental de todos os disjuntores dos equipamentos ligados às duas barras. ECS – 1.99.03 ONS 2 BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE O processamento prossegue com a atuação da Lógica 2, que comanda a abertura das duas barras de 500 kV. As ações subseqüentes desta lógica são o corte de geração das usinas de São Simão, Emborcação e Volta Grande, e o corte de cargas na Região Central da CEMIG, envolvendo as subestações de Neves, Ipatinga 1, Barbacena, Itutinga, Pimenta e Montes Claros. 7. AJUSTE DOS SENSORES: 7.1. Condições para atuação das lógicas. Horários correspondentes às condições de carga: Carga Pesada Média Leve Horário normal 2ª a dom. de 17 às 22 h 2ª a sáb. de 7 às 17 h e de 22 às 24 h e dom. das 22 às 24 h 2ª a sáb. de 0 às 7 h e dom. de 0 às 17 h Horário de verão 2ª a dom. de 18 às 23 h 2ª a sáb. de 7 às 18 h e de 23 às 24 h e dom. das 23 às 24 h 2ª a sáb. de 0 às 7 h e dom. de 0 às 18 h 7.1.1. Lógica 1 Condições de linhas, equipamentos e barras. LI Jaguara - L.C.Barreto 345 kV em operação; LI L.C.Barreto - V. Grande 345 kV em operação; ATR11 em operação (através da barra 2 para eventos de perda da barra 1); Barras B e C de L.C.Barreto interligadas. Carga no Sistema Interligado. Condição de carga: leve Geração da rede do rio Paranaíba. Valor monitorado (GP1) = Geração total de São Simão + Emborcação + Itumbiara + Nova Ponte + 0,9 x (C. Dourada + Miranda + Igarapava) + 0,8 x (Serra da Mesa + Corumbá + NorteSul) . Valor mínimo de referência (G1min) ajustado atualmente em 2300 MW. Condição da geração: GP1 ≤ G1min. Sobrecarga do ATR T11. Lado de 500 kV: valor monitorado = Ia11 valor limite de referência (Ia11max) atualmente ajustado em 517 A Lado de 345 kV: valor monitorado = Ib11 valor limite de referência (Ib11max) atualmente ajustado em 749 A Condição de sobrecarga: Ia11 ≥ Ia11max e/ou Ib11 ≥ Ibmax11 7.1.2. Lógica 2 Sobretensão dos ATR T11 e T12. Para o ATR T11: valor da tensão da barra 1-OP-500 kV = Vb1 valor limite suportável (Vt11) atualmente ajustado em 600 kV. condição de sobrecarga: Vb1 ≥ Vt11 Para o ATR T12: valor da tensão da barra 2-OP-500 kV = Vb2 ECS – 1.99.03 ONS 3 BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE valor limite suportável (Vt12) atualmente ajustado em 600 kV. condição de sobrecarga: Vb2 ≥ Vt12 7.1.3. Lógica 3. Geração da usina de Volta Grande. valor monitorado = GV3 valor limite de referência (G3max) atualmente ajustado em 100MW Condição para atuação da lógica: GV3 ≥ G3max Geração da rede do rio Parnaíba. Valor monitorado (GP3) = Geração total de São Simão + Emborcação + Itumbiara + Nova Ponte + 0,9 x (C. Dourada + Miranda + Igarapava) + 0,8 x (Serra da Mesa + Corumbá + NorteSul) . Valor limite máximo de referência: Carga média - (G3mmax) ajustada atualmente em 6200 MW. Carga leve - (G3lmax) ajustado atualmente em 4800 MW. Condição da geração da rede do rio Paranaíba: Carga média - GP3m ≥ G3mmax. Carga leve - GP3l ≥ G3lmax. Transmissão de potência ativa para a região central da CEMIG (FMG). FMG = LT Jaguara - Neves 500 kV + LT Jaguara - São Gonçalo do Pará 500 kV + LT Emborcação - São Gotardo 2 500 kV + LTs 1 e 2 Jaguara - Pimenta 345 kV + LI Furnas - Pimenta 345 kV + ATRs T1 e T2 345/138 kV da SE Itutinga + LT Coromandel - Vazante 138 kV (valor simulado reajustável). Valor limite máximo de referência: Carga pesada - (Fpmax) ajustada atualmente em 3000 MW. Carga média - (Fmmax) ajustada atualmente em 2700 MW. Carga leve - (Flmax) ajustada atualmente em 2300 MW. Condição da transmissão de potência ativa para a região central da CEMIG: Carga pesada - FMGp ≥ Fpmax. Carga média - FMGm ≥ Fmmax. Carga leve - FMGl ≥ Flmax. 7.2. Critérios de cortes 7.2.1. Lógica 3 Corte de geração na Usina de Volta Grande Número de UG para corte (NGV3) = menor valor entre (número inteiro positivo mais próximo). Onde NGVop = número de geradores em operação. (GV3 - G3max) ÷ 95 e (NGVop - 1) Corte de geração na Usina de São Simão Em carga média Número de UG para corte (NGS3m) = menor valor entre (GP3m - G3mmax) ÷ 250 Sopm - 3) (número inteiro positivo mais próximo). Onde NGSopm = número de geradores em operação em carga média. Em carga leve Número de UG para corte (NGS3l) = menor valor entre (GP3m - G3mmax) ÷ 250 - 3) (número inteiro positivo mais próximo). Onde NGSopl = número de geradores em operação em carga leve. e (NG- e (NGSopl Corte de geração na Usina de Emborcação Em carga média Número de UG para corte (NGE3m) = menor valor entre (NGS3m) e (NGEopm - 1) (número inteiro positivo mais próximo). ECS – 1.99.03 ONS 4 (GP3m - G3mmax) ÷ 250 - BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE Onde NGEopm = número de geradores em operação em carga média. Em carga leve Número de UG para corte (NGE3l) = menor valor entre (GP3l - G3lmax) ÷ 250 (NGEopl - 1) (número inteiro positivo mais próximo). Onde NGEopl = número de geradores em operação em carga leve. - (NGS3l) e Corte de carga na região central da CEMIG Em carga pesada: CRC3p = FMGp - Fpmax Em carga média: CRC3m = FMGm - Fmmax Em carga leve: CRC3l = FMGl - Flmax Os cortes deverão ser efetuados através da abertura de disjuntores em ordem de prioridade nas SEs: Neves 1, Barbacena 2, Ipatinga 1, Itutinga (SE e UHE) e Montes Claros 2. O número de disjuntores a serem comandados deve ser definido com base na medição de carga ativa na saída desses disjuntores, que totalizada deve corresponder a um valor igual ou superior mais próximo do CRC3p. CRC3m ou CRC3l. Cada disjuntor somente deverá ser comandado para abertura caso a tensão no barramento em que estão ligados, 138 ou 230 kV, seja, conforme ajustado atualmente, inferior a 124 ou 207 kV, respectivamente. 8. CARÁTER DO SISTEMA: Permanente. 9. LÓGICA DO ESQUEMA: Flexível. 10. TECNOLOGIA EMPREGADA: Microprocessadores. 11. DATA DE ENTRADA EM OPERAÇÃO: Lógica 1 - previsão 03/12/2004; Lógicas 2 e 3 sem previsão. 12. DATA DA ÚLTIMA REVISÃO/MOTIVO: Não houve. 13. DATA DE EMISSÃO: ECS – 1.99.03 ONS 29/09/2004. 5 BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE ECS 1.99.03 Localização dos CLP’s Associados ao ECS da SE Jaguara 345 kV A Figura abaixo destaca a localização dos CLP’s associados ao ECS de Jaguara: q CEMIG: Jaguara (500kV e 345 kV), São Simão, Emborcação, Nova Ponte, Ipatinga 1, Neves, Pimenta, Volta Grande, Itutinga, Barbacena, Montes Claros e Miranda. q FURNAS: Luiz Carlos Barreto. q Consórcio IGARAPAVA: Igarapava. q CELG / CDSA: Cachoeira Dourada. O CLP Master fica situado na sede da CEMIG, em Belo Horizonte. Zona de Segurança 3B 3b S.Mesa Região Central Corumbá Itumbiara M. Claros Emborcação C.Dourada S.Simão T.Marias N.Ponte Jaguara V.Grande L.C. Barreto Furnas Mesquita S.Gotardo Pimenta Taquaril Neves BH Ipatinga Barreiro Barbacena Itutinga Rede de CLP’s da Zona de Segurança 3B ECS – 1.99.03 ONS 6 MASTER ZS 3B BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE ECS 1.99.03 Minas Gerais SE Jaguara 345/500 kV LÓGICA #1 INÍCIO CLP MASTER ZS - 3b CLP LOCAL JAGUARA 345 kV • GERAÇÃO DA REDE DO RIO PARANAÍBA (GP1) S OCORREU PERDA SOMENTE DA BARRA1 ATR T11 EM OPERAÇÃO ATRAVÉS DA BARRA 2 •ESTADO DOS DJ e SEC da SE 345 kV de V.GRANDE ? ? N N •ESTADO DOS DJ e SEC d a SE 345 kV de LCBARRETO. N •ESTADO DOS DJ e SEC da SE JAGUARA 500 Kv S OCORREU PERDA SIMULTÂNEA DOS ATRs T12 e T13 SISTEMA INTERLIGADO EM HORÁRIO de CARGA LEVE S ? •CORRENTE LADO 500 kV do ATR T11 N ? S N LI JAGUARA-LCBARRETO EM OPERAÇÃO S GERAÇÃO REDE PARANAÍBA MENOR Q U E LIMITE ? LI LCBARRETO-VGRANDE EM OPERAÇÃO ? ECS – 1.99.03 ONS CLP LOCAL LCBARRETO ? S N N N N S BARRAS B e C da SE LCBARRETO INTERLIGADAS ? CORRENTE ATR T11 MAIOR OU IGUAL AO LIMITE ? 7 S COMANDA ABERTURA DISJUNTOR 802 DE ACOPLAMENTO D A S BARRAS B e C DE N AÇÃO DA LÓGICA #1 DO ECS ASSOCIADO À SE JAGUARA FIM BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE ECS 1.99.03 Minas Gerais SE Jaguara 345/500 kV LÓGICA #2 INÍCIO CLP MASTER ZS - 3b CLP LOCAL JAGUARA 500 kV N OCORREU ABERTURA BARRA 1-P-345kV ou LADO 345 ATR T12 OCORREU ABERTURA BARRA 2-P-345kV ou LADO 345 ATR T11 S ATR T12 ENERGIZADO PELA AT ATR T11 ENERGIZADO PELA AT ? ? S N (AÇÃO 1) COMANDA ABERTURA DA BARRA 1-OP-500 Kv DA SE JAGUARA ECS – 1.99.03 ONS N CLP LOCAL JAGUARA 345 kV S TENSÃO BARRA 1-OP-500 kV MAIOR QUE O LIMTE ? S N N ? ? S N ESTADO DOS DISJUNTORES E SECCIONADORAS DA SE JAGUARA 345 kV TENSÃO N BARRA 2-OP-500 kV MAIOR QUE O LIMTE ? S (AÇÃO 2) COMANDA ABERTURA DA BARRA 2-OP-500 Kv DA SE JAGUARA OCORREU DISPARO SIMULTÂNEO DAS AÇÕES 1 e 2 ? FIM (AÇÃO 3) COMANDA ABERTURA DO DJ 8U4-500 Kv DA SE JAGUARA S 8 AÇÕES DA LÓGICA #2 DO ECS ASSOCIADO À SE JAGUARA BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE ECS 1.99.03 LÓGICA #3 CLP VOLTA GRANDE INÍCIO CLP MASTER ÁREA MG • GERAÇÃO RIO PARANAÍBA •No. DE UG EM VOLTA GRANDE •No. DE UG EM S ÃO S I M ÃO •No. DE UG EM EMBORCAÇÃ O •GERAÇÃO DA UHE VOLTA GRANDE •ESTADO DOS DJ e SEC da SE 345 kV de LCBARRETO. •ESTADO DOS DJ e SEC da SE 345 kV de V.GRANDE •TRANSMISSÃ O DE POT. ATIVA PARA A R. CENTRAL • POT. ATIVA NA SAÍDA DOS DISJ.: • SE NEVES 1:DJ 5K4,6K4,11K4,12K4, 18K4,17K4,16K4,15K4 e 1K4 •SE BARBACENA 2:10K4,11K4 e 8K4 •SE IPATINGA 1:1K4,2K4,6M4 •SE ITUTINGA:5K4,6K4 e 7K4 •UHE ITUTINGA:32K4 •SE M.CLAROS 2:1K4,2K4,10K4, 206F4 e 212F4 CLP LOCAL JAGUARA500kV N OCORREU DISPARO DA AÇÃO 1 DA LÓGICA 2 ? S S N OCORREU DISPARO DA AÇÃO 2 DA LÓGICA 2 ? BARRA 2-OP-500kV DESLIGADA ? N S S N N BARRA 1-OP-500kV DESLIGADA ? S CARGA PESADA NO SISTEMA INTERLIGADO ? OCORREU DISPARO DA AÇÃO 1 DA LÓGICA 2 ? N S N S N LI LCBARRETO-VGRANDE EM OPERAÇÃO ? S GERAÇÃO UHE VGRANDE MAIOR QUE O LIMITE ? FLUXO R.CENTRAL C.PESADA MAIOR QUE O LIMITE ? N CARGA MÉDIA NO SISTEMA INTERLIGADO ? S N N S N AÇÃO 3 N N N S FLUXO R.CENTRAL C.LEVE MAIOR QUE O LIMITE ? GERAÇÃO PARANAÍBA C. LEVE MAIOR QUE O LIMITE ? S S AÇÃO 2 S ECS – 1.99.03 ONS 9 COMANDA CORTE DE GERAÇÃO (NGV3) CLPsREGIÃO CENTRAL AÇÃO 3 NEVES1-BARBACENA2 IPATINGA1-ITUTINGA(SE) ITUTINGA(UHE)-M.CLAROS2 COMANDA CORTE DE CARGA (CRC3p-CRC3m-CRC3l) CLP SÃO SIMÃO COMANDA CORTE DE GERAÇÃO (NGS3M-NGS3L) AÇÃO 2 CLP EMBORCAÇÃO COMANDA CORTE DE GERAÇÃO COMANDA CORTE DE GERAÇÃO (NGE3M-NGE3L) AÇÃO DA LÓGICA #3 DO ECS ASSOCIADO À SE JAGUARA AÇÃO 1 S CARGA LEVE NO SISTEMA INTERLIGADO ? FLUXO R.CENTRAL C.MÉDIA MAIOR QUE O LIMITE ? GERAÇÃO PARANAÍBA C. MÉDIA MAIOR QUE O LIMITE ? TENSÃO DOS PONTOS DE CORTE MENOR QUE O LIMITE ? AÇÃO 1 FIM BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE 1. ECS 1.99.06 2. ESQUEMA DE CONTROLE DE SEGURANÇA PARA CONTROLE DO CARREGAMENTO DO TRANSFORMADOR TR-1 440/230 kV - 336 MVA DA SUBESTAÇÃO DE ASSIS (ZONA DE SEGURANÇA 1) 3. EMPRESA RESPONSÁVEL: ONS 4. CATEGORIA DO ESQUEMA: Abertura automática de linha de transmissão, segregação de barras e corte de geração. 5. FINALIDADE: Este esquema tem como objetivo controlar o carregamento no TR -1 440/230 kV - 336 MVA (de propriedade da ELETROSUL) da subestação de Assis, executando ações corretivas que visam a reduzir, ou mesmo a eliminar, possíveis sobrecargas superiores a 50% ocasionadas por contingências na malha de transmissão do Sistema Interligado. 6. DESCRIÇÃO DAS LÓGICAS DE FUNCIONAMENTO: O esquema é composto por uma rede de CLP’s remotos, situados em instalações da CTEEP (Assis), da CESP (Porto Primavera) e da DUKE-GP (Capivara e Taquaruçu) e de um CLP concentrador (Master) localizado em Bom Jardim (COS da CTEEP). A gerência do ECS é feita pelo Centro de Supervisão (SAGE) situado em Bom Jardim, que é inte rligado ao Centro de Supervisão do CNOS, onde são realizados os ajustes do início e do término do horário de verão e a programação dos feriados nacionais. São duas lógicas neste ECS: Lógica de Controle de Carregamento do TR-1 da SE Assis e Lógica de Priorização do Corte de Máquinas . A primeira lógica é processada tanto no CLP Master de Bom Jardim (para eventos com origem na Região Sudeste) como no CLP da Subestação de Assis (para eventos com origem na Região Sul) e a segunda no CLP Master de Bom Jardim. Foram determinados quatro patamares de sobrecarga no TR-1 da SE Assis, que são monitorados por sensores de corrente: 130% (OL1), 150% (OL2), 170% (OL3) e 220% (OL4). A unidade OL2 enviará um sinal para o CLP e para um temporizador ajustado em 3,9 s (ECE). O ECE comanda, através de canais de telecomunicações, o desligamento de três UGs da usina de Taquaruçu e de (n-1) UGs da usina de Capivara. A lógica de carregamento do TR -1 da SE Assis contempla eventos que se originam na região Sul e que podem ocasionar sobrecargas superiores a 50% neste transformador: Quando da ocorrência desses eventos, um esquema da SE Londrina gera um sinal (SLL) que é enviado para o CLP da SE Assis. O recebimento deste sinal indica que a sobrecarga porventura existente no transfo rmador é originada por evento ocorrido na região Sul, em caso contrário a sobrecarga é devida a evento ocorrido na região Sudeste. 6.1. LÓGICA DE CONTROLE DO CARREGAMENTO DO TR-1 DA SE ASSIS 6.1.1. Eventos com origem na região Sudeste O CLP Master recebe as seguintes informações: - Estado do disjuntor interligador do barramento de 230 kV da SE Assis; - Potências das UG's das usinas de Porto Primavera, Capivara e Taquaruçu; - Sinais que indicam sobrecarga no transformador de Assis (OL1, OL2, OL3 e OL4). ECE -1.99.06 ONS 1 BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE Quando da ocorrência de sobrecargas superiores a 50%, a lógica aciona, dependendo da situação: q O comando de disparo do disjuntor interligador do barramento de 230 kV da SE Assis. q A Lógica de Priorização de Corte de Máquinas para cortes de UG's nas UHEs de Taquaruçu, Capivara e Porto Primavera. As ações decorrentes da atuação das lógicas serão suficientes para trazer o carregamento do TR 1 da SE Assis para valores inferiores a 130% do seu valor nominal, ou até eliminar a sobrecarga. Isto, como ocorrerá antes de se completar o tempo de 3,9 s, vai inibir a ação do ECS da SE de Assis. Entretanto, se por alguma razão não houver sucesso nos comandos acionados, seja de abertura do disjuntor interligador de barramento como de corte de geração, e permanecendo uma sobrecarga igual ou superior a 50%, haverá, decorridos os 3,9 s, uma ação do ECE cortando máquinas nas UHEs Taquaruçu e Capivara. 6.1.2. Eventos com origem na região Sul A Lógica de Controle de Carregamento do TR-1 da SE Assis contempla os seguintes eventos (com origem na região Sul), que podem ocasionar sobrecargas superiores a 50% neste transformador: - Perda da LT 525 kV Ivaiporã – Londrina; - Falta na LT 525 kV Areia – Ivaiporã, com falha do disjuntor central do “bay” na SE Ivaiporã ocasionando também o desligamento da LT 525 kV Ivaiporã – Londrina, e; - Perda total da transformação de 525/230 kV da SE Londrina. O recebimento do sinal SLL indica a ocorrência desses eventos. Se o sinal SLL continuar presente por mais de 100 ms e se for mantido um valor de sobrecarga igual ou superior a 50% por mais de 1 s , será comandando, na SE Assis, o disparo do disjuntor da LT 230 kV Assis – Salto Grande. Caso o carregamento remanescente permaneça superior a 130%, decorridos 500 ms, será comandado, na SE Assis, o disparo do disjuntor da LT 230 kV Assis – Maringá. A abertura destas duas LTs será suficiente para trazer o carregamento do TR-1 da SE Assis para valores inferiores a 130% do seu valor nominal, ou até eliminar a sobrecarga. Entretanto, se não houver sucesso na abertura dos disjuntores e, portanto, a sobrecarga permanecer igual ou superior a 50%, decorridos 2,6 s, haverá a atuação da parte da lógica projetada para cobrir os eventos que tiveram origem na região Sudeste (item 6.1.1). 6.2. LÓGICA DE PRIORIZAÇÃO DO CORTE DE MÁQUINAS Esta lógica, residente no CLP Master de Bom Jardim, tem por objetivo receber a informação do montante de corte de geração (em MW), proveniente da Lógica de Controle do Carregamento do TR-1 do CLP da SE Assis, e estabelecer quais unidades geradoras serão rejeitadas. 6.2.1. Algor itmo de Estabelecimento da Relação de Corte. Este algoritmo está elaborado de forma a: - verificar quais unidades geradoras das UHEs Capivara (4 UGs), Taquaruçu (5 UGs) e Porto Primavera (18 UGs, sendo 7 UGs futuras) estão em operação gerando energia. - listar as unidades geradoras das UHEs em ordem decrescente de potência gerada. - priorizar as unidades geradoras das UHEs que não possuem “sangria” para o serviço auxiliar. - listar no máximo (n-1) unidades geradoras por UHE. - procurar estabelecer uma isonomia de corte (em MW), entre as empresas envolvidas, CESP (UHE Porto Primavera) e DUKE-GP (UHEs Taquaruçu e Capivara). 6.2.2 Definição das Unidades Geradoras a Serem Rejeitadas. ECE -1.99.06 ONS 2 BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE Em função do montante de corte necessário estabelecido, pela Lógica de Controle do Carregamento do TR-1 da SE Assis, e da lista de priorização de corte, serão definidas as unidades geradoras que necessitarão ser cortadas. Por exemplo: Supondo um corte de 750 MW vindo da Lógica de Controle do Carregamento do TR 1 da SE Assis e uma lista de priorização de corte em que, efetuando-se o corte até a sexta unidade geradora se obtivesse uma redução de geração de 678 MW, e incluindo-se a sétima unidade esta redução atingisse 774 MW, haveria, neste caso, a necessidade de se efetuar o corte até a sétima unidade geradora. 7. AJUSTE DOS SENSORES: Para a Lógica de Controle do Carregamento do TR -1 da SE Assis. 7.1. Para eventos com origem na região Sudeste (*) - após o corte de geração permanecendo S>50% por mais 600 ms. Sobrecarga do TR-1 da SE Assis (S) Barramento 230 kV da SE Assis Interligado 50%≤S<70% 70%≤S<120% S≥120% Temporizações (segundos) nas unidades OL1 OL2 OL3 OL4 NÃO 0 2,6 SIM 0 2,6 NÃO 0 2,6 0 SIM 0 2,6 0 NÃO 0 2,6 0 0 SIM 0 2,6 0 0 Ação Corte de geração Abertura barramento 230 kV da SE Assis 750 (MW) X 1200 (MW) X Nenhuma 670 (MW) X (*) 7.2. Para eventos com origem na região Sul (SLL permanecendo no mínimo por 100 ms). Sobrecarga do TR-1 da SE Assis (S) Temporizações (segundos) Ações (seqüenciais) OL1 OL2 S≥50% 0 1 Abertura da LT 230 kV Assis - Salto Santiago S≥30% 1,5 0 Abertura da LT 230 kV Assis - Maringá S≥50% 0 2,6 Lógica para eventos com origem na região Sudeste (ocorrendo insucesso na abertura dos disjuntores) 8. CARÁTER DO SISTEMA: Permanente. 9. LÓGICA DO ESQUEMA: Flexível.. 10. TECNOLOGIA EMPREGADA: Microprocessadores. 11. DATA DE ENTRADA EM OPERAÇÃO: Está em operação assistida . Estão em andamento providências para eliminação de pendências visando e entrada em operação definitiva. 12. DATA DA ÚLTIMA REVISÃO/MOTIVO: Não houve. 13. DATA DE EMISSÃO: 13/10/2004. ECE -1.99.06 ONS 3 BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE Localização dos CLP’s Associados ao ECS da SE Assis ECS 1.99.06 A figura abaixo destaca a localização dos CLPs da Zona de Segurança 1. q CTEEP: SE Assis 440 kV e 230 kV. q DUKE: UHE Capivara e UHE Taquaruçu. q CESP: UHE Porto Primavera. O CLP Master fica situado na SE Bom Jardim , da CTEEP. A. Vermelha I. Solteira T. Irmãos Jupiá Araraquara Bauru P.Primavera Taquaruçu Capivara MASTER Bom Jardim Assis Zona de Segurança 1 ECE -1.99.06 ONS 4 BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE Fluxograma simplificado de informações para a atuação das Lógicas ECS 1.99.06 440 kV 230 kV MARINGÁ ASSIS LONDRINA DJ3 ECE EXISTENTE TX 50 OL4 50 OL3 50 OL2 50 OL1 RX (4552-17) 220% CH1 (4529-82) 170% DJ1 150% 130% LONDRINA (4552-XX) CH2 (4529-YY) SALTO GRANDE Abertura de DJ1 DJ2 (4552-20) 88 kV TAQUARUÇU CAPIVARA Abertura de DJ2 Abertura de DJ3 0,1 seg. 3 UG'S 0,1 seg. RX TX TX RX (N-1) UG'S T2 T3 3,9 seg. UG'S T1 CH1 CORTE MW SLL 130% S1 50 OL1 CLP 150 % 50 OL2 S2 170 % 50 OL3 S3 220 % 50 OL4 AD3 AD1 DJ1 UG'S CH2 CORTE MW AD2 LÓGICA DE CONTROLE DO CARREGAMENTO DO TR1 440/230 kV - 336 MVA DA SE ASSIS PARA EVENTOS COM ORIGEM NA REGIÃO SUL CLP CLP S4 BID OL1 ABERTURA DO DISJUNTOR DJ1 OL2 OL3 OL4 LÓGICA DE CONTROLE DO CARREGAMENTO DO TR1 440/230 kV DA SE ASSIS PARA EVENTOS COM ORIGEM NA REGIÃO SUDESTE CLP MASTER LÓGICA DE PRIORIZAÇÃO DE CORTE DE MÁQUINAS ORDEM DE CORTE DE "M" UNIDADE S BOM JARDIM CLP MW PORTO PRIMAVERA ECE -1.99.06 ONS CORTE UG'S 5 BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE Fluxograma simplificado da Lógica de Controle do Carregamento do TR-1 da SE Assis instalada no CLP de Assis ECS 1.99.06 CLP - SE ASSIS CH1 Barramento interno por disjuntor DJ1 BID E3 CH2 SLL RX Tpu = 100 ms Tdo = 2 s AD2 DJ2 E1 T4 E3 S1 130% S2 150% S3 170% Tpu = 1 s Tdo = 1 s F I L T R O T5 Tpu = 500 ms Tdo = 2 s AD3 1s T6 S4 220% E2 E3 T7 FILTRO: Os sinais S1, S2, S3 e S4 só serão repassados se a corrente da fase 2 do transformador de Assis estiver acima de 10% do valor nominal e o multimedidor responsável por esta medida não estiver em falha. 2,60 Para a Master de Bom Jardim ECE -1.99.06 ONS 6 DJ3 BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE Fluxograma simplificado da Lógica de Controle do Carregamento do TR-1 da SE Assis instalada na Master de Bom Jardim ECS 1.99.06 MASTER DE BOM JARDIM OL1 OL2 OL3 OL4 BID 1 A 1 A CORTE ISONÔMICO 750 MW 1 C CORTE ISONÔMICO 1200 MW 1 B UHE CAPIVARA UHE P. PRIMAVERA UHE TAQUARUÇU 1 D ABERTURA 4524-5 (DJ1) Tpu = 600 ms 1 E ECE -1.99.06 ONS Tdo = 700 ms 7 CORTE ISONÔMICO 670 MW SE ASSIS BANCO DE DADOS DE SISTEMAS ESPECIAIS DE PROTEÇÃO Relatório ONS RE 3/041/2004 REGIÃO SUDESTE DPP/GPE Fluxograma simplificado da Lógica de Priorização do Corte de Máquinas instalada na Master de Bom Jardim ECS 1.99.06 Lógica de Priorização do Corte de Máquinas Algoritmo de Estabelecimento da Relação de Corte (1) Potência gerada por cada máquina da UHE Capivara Priorização de Corte 1- CPV – U.G.3 2- PPR – U.G.2 3- PPR – U.G.9 4- TAQ – U.G.2 5- PPR – U.G.3 6- CPV – U.G.4 . . . . . . . . . MW / unidade Potência gerada por cada máquina da UHE Taquaruçu Potência gerada por cada máquina da UHE Porto Primavera Sinais de Carregamento do TR-1 da SE Assis OL1 OL2 OL3 OL4 BID Esquemas Futuros Definição das Unidades Geradoras a Serem Rejeitadas (2) CLP Master Ordem de Corte de m máquinas ECE -1.99.06 ONS 8