PROJETO PEDAGÓGICO
PARA O CURSO DE BACHARELADO EM
ADMINISTRAÇÃO
FEVEREIRO - 2011
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
SUMÁRIO
I. DIMENSÃO INSTITUCIONAL
1. CARACTERIZAÇÃO GERAL DO CURSO
1.1 Denominação
1.2 Total de Vagas Anuais
1.3 Regime Acadêmico de Oferta
1.4 Dimensões da Turma
1.5 Turnos de Funcionamento
1.6 Regime de Matricula
1.7 Carga Horária Total do Curso
1.8 Integralização do Curso
1.9 Base Legal do Curso
1.10 Necessidade Social para Implantação do Curso
1.10.1 Caracterização da Região e Inserção Regional
1.10.2 Justificativa para a Implementação do Curso
2. CONCEPÇÃO, OBJETIVOS E PERFIL DO EGRESSO.
2.1 Concepção do Curso
2.1.1 Articulação do Projeto Pedagógico do Curso com o Projeto Pedagógico
Institucional – PPI – e com o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI
2.2 Objetivos do Curso
2.2.1 Objetivo Geral
2.2.2 Objetivos Específicos
2.3 Perfil do Egresso, Competências e Habilidades
2.3.1 Perfil do Egresso
2.3.2 Competências e Habilidades
3. ADERÊNCIA COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
3.1 Mercado de Trabalho
3.2 Coerência da Justificativa/objetivos do curso com a realidade socioeconômica local e
regional
4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
4.1 Metodologia de Ensino
4.2 Estrutura Curricular
4.3 Conteúdos, Flexibilidade e Interdisciplinaridade Curriculares
4.4 Matriz Curricular 2006
4.5 Matriz Curricular 2009
5. ATIVIDADES ACADEMICAS ARTICULADAS COM A FORMAÇÃO
5.1 Práticas Profissionais – Estágio Supervisionado
5.1.1 Regulamento do Estágio Supervisionado
5.2 Oferta Regular de Atividades da IES
5.3 Responsabilidade Social
6. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
6.1 Regulamento das Atividades Complementares
7. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM E DO CURSO
7.1 Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem
7.2 Avaliação do Curso
8. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS COM O ENSINO
8.1 Pesquisa
03
09
09
09
09
09
09
09
09
09
09
10
10
12
14
14
15
16
16
17
17
17
17
19
19
19
20
20
20
21
22
39
61
61
61
92
92
94
94
101
101
101
102
102
1
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
8.1.1 Regulamento do Projeto Interdisciplinar de Pesquisa e Aprendizagem
8.2 Extensão
9. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO
9.1 Titulação e Experiência Profissional do Coordenador do Curso
9.2 Regime de Trabalho do Coordenador do Curso
9.3 Organização Acadêmico-Administrativa do Curso
9.3.1 Organização do Controle Acadêmico
9.3.2 Pessoal Técnico e Administrativo do Curso
9.4 Atenção aos Alunos
9.4.1 Apoio Psicopedagogico ao Discente
9.4.2 Mecanismos de Nivelamento
9.4.3 Atendimento Extra-Classe
9.4.4 Monitoria e Iniciação Cientifica
9.4.5 Incentivos à Permanência
9.4.6 Programas de Bolsas
9.4.7 Política de Acompanhamento dos Egressos
10. CORPO SOCIAL
10.1 Corpo Docente
10.2 Corpo Técnico-Administrativo
10.2.1 Plano de Carreira do Corpo Técnico-Administrativo
10.2.2 Política de Qualificação do Corpo Técnico-Administrativo
11. INFRA-ESTRUTURA FISÍCA E ACADEMICA
11.1 Espaço Físico
11.2 Equipamentos
11.3 Serviços
12. INFRA-ESTRUTURA ESPECIFICA PARA O CURSO
12.1 Biblioteca
12.1.1 Espaço Físico
12.1.2 Política de Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo
12.1.3 Serviços da Biblioteca
13. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
13.1 Comissão Própria de Avaliação – CPA
13.3 Resultado da Auto-Avaliação
102
105
106
106
107
107
107
107
107
107
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108
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108
108
109
110
110
110
110
110
112
112
118
120
121
121
124
124
125
126
128
128
2
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
I. DIMENSÃO INSTITUCIONAL
Histórico das Faculdades Integradas Torricelli
As Faculdades Integradas Torricelli – FIT foram criadas a partir da unificação da Faculdade
Torricelli e da Faculdade Elite, conforme Parecer CNE/CES nº 154, de 08 de julho de 2003 e Portaria
MEC nº 2.344, de 02 de setembro de 2003, publicada no DOU de 02 de setembro de 2003.
Três anos após a criação da Faculdade Torricelli, a AESE, Associação de Ensino Superior Elite
Ltda, adquiriu a Faculdade IDEPE consolidando assim o delineamento de sua identidade regional. A
partir de então as duas IES passaram a investir nos seus processos de expansão sempre preocupadas
em atender, uma clientela diversificada de alunos oriundos de camadas populares, com maiores
dificuldades de inserção social.
A partir de 2007, as Faculdades Integradas Torricelli e a Faculdade IDEPE investiram na
elaboração de seu projeto de Faculdades Unificadas criando uma estrutura planificada, adequada
ao seu desenvolvimento.
Em 28/04/2011, a ANHANGUERA EDUCACIONAL LTDA., entidade mantenedora de Instituições
de Ensino Superior, inscrita no CNPJ sob nº 05.808.792/0001-49, com sede na Alameda Maria Tereza,
nº 2.000, Bairro Dois Córregos, no município de Valinhos, no Estado de São Paulo, ingressou no
Quadro Societário da Associação de Ensino Superior Elite Ltda.
A transferência das quotas do capital social da Associação de Ensino Superior Elite Ltda. para a
Anhanguera Educacional Ltda. (alteração de composição societária), bem como a aprovação do Novo
Contrato Social daquela entidade, foram aprovadas conforme ATA específica, de 28/04/2011,
devidamente registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo, sob nº 164.812/11-8 em
09/05/2011.
Em 12/05/2011, nos termos da legislação vigente, a Anhanguera Educacional Ltda., por meio do
Ofício DP-AEL nº 019/2011, de 12/05/2011, protocolizou no Gabinete do Senhor Ministro de Estado da
Educação, sob nº 028623/2011-16, a comunicação da alteração de composição societária da
Associação de Ensino Superior Elite Ltda. e da aquisição das FIT.
Em 01/06/2011 foi protocolizado no sistema e-MEC, sob nº 201108965, o pedido de transferência
de mantença das Faculdades Integradas Torricelli – FIT para a Anhanguera Educacional Ltda. A
entidade adquirente aguarda a publicação da Portaria do Ministério da Educação aprovando a
Transferência de Mantença aludida.
As Faculdades Integradas Torricelli oferecem 30 cursos de graduação: Administração,
Biomedicina, Ciências Biológicas – Bacharelado, Ciências Biológicas – Licenciatura, Ciências
Contábeis, Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, Comunicação Social com habilitação
em Publicidade e Propaganda, Comunicação Social com habilitação em Relações Publicas, Curso
Superior de Tecnologia de Redes de Computadores, Curso Superior de Tecnologia em Gestão de
Desenvolvimento para Internet, Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial, Curso Superior
de Tecnologia em Comercio Exterior, Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial, Curso
3
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos, Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria,
Curso Superior de Tecnologia em Logística, Curso Superior de Tecnologia em Marketing, Direito,
Educação Física, Enfermagem, Engenharia de Automação e Controle, Engenharia de Produção,
Engenharia Elétrica, Farmácia, Letras Português e Espanhol, Letras Português e Inglês, Nutrição,
Pedagogia, Sistemas de Informação e Turismo.
Vale ressaltar que todos os cursos são devidamente autorizados pelo Ministério da Educação,
sendo que 15 cursos estão reconhecidos.
Além disso, a FIT oferece cursos de pós-graduação Lato sensu em: Gestão de Negócios,
Administração Contábil Financeira, Gestão Ambiental, Gestão de Pessoas, Docência do Ensino
Superior, Docência do Ensino Superior em Espanhol, Gestão em Marketing e Comunicação,
Gestão de Negócios Orientado para Tecnologia, MBA em Logística Estratégica, Psicopedagogia e
Automação e Controle.
Quadro de Cursos Presenciais da Instituição
DENOMINAÇÃO DO
CURSO
MODALIDADE
VAGAS
DIURNO
Nº VAGAS
NOTURNO
Administração
Bacharelado
Torri: 250
Torri: 500
Biomedicina
Bacharelado
50
100
Ciências Biológicas
Bacharelado
50
110
Torri: 60
Torri: 190
Ciências Contábeis
Bacharelado
Idepe: 100
Total: 160
Comunicação Social
com habilitação em
Publicidade e
Propaganda
Comunicação Social
com habilitação em
Jornalismo
Comunicação Social
com habilitação em
Relações Publicas
Idepe: 200
DURAÇÃO DO
CURSO
8 Períodos
8 Períodos
8 Períodos
8 Períodos
Total: 390
AUTORIZAÇÃO
RECONHECIMENT
O
Portaria nº 1.595
de 28/10/1999
Portaria nº 236
08/02/2001
Portaria nº 10
08/01/2007
Portaria nº 996
17/05/2001
Portaria nº 1.508
de 19/10/1999
Portaria nº 577 de
12/03/2004
Portaria nº 939 de
20/11/06
* Portaria n° 2.334
de 21/12/2010
Portaria nº 576 de
12/03/2004
Portaria nº 651
28/03/2001
Portaria nº 939 de
20/11/06
-
Bacharelado
100
100
8 Períodos
Portaria nº 1.098
de 14/12/2006
-
Bacharelado
100
100
8 Períodos
Portaria nº 1.098
de 14/12/2006
-
Bacharelado
100
100
8 Períodos
Portaria nº 1.098
de 14/12/2006
-
Direito
Bacharelado
100
100
10 Períodos
Educação Física
Bacharelado
60
120
8 períodos
Engenharia de
Produção
Engenharia Elétrica
Bacharelado
50
50
10 Períodos
Bacharelado
100
200
10 Períodos
Portaria nº 667 de
15/03/2006
Portaria nº 9
08/01/2007
Portaria nº 87 de
31/01/2007
Portaria 1.502 de
Portaria 272 de 1907-2011
Portaria nº 899 de
15/04/2011
Portaria nº 577 de
4
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Engenharia de
Automação e
Controle
Bacharelado
50
50
10 Períodos
Enfermagem
Bacharelado
100
100
10 períodos
Nutrição
Bacharelado
30
70
8 períodos
Farmácia
Bacharelado
50
100
10 períodos
Sistemas de
Informação
Bacharelado
120
120
8 períodos
Turismo
Bacharelado
120
120
6 períodos
Ciências Biológicas
Licenciatura
Letras Português e
Inglês
Letras Português e
Espanhol
Pedagogia
Curso Superior de
Tecnologia em
Logística
Curso Superior de
Tecnologia em
Sistemas para
Internet
Curso Superior de
Tecnologia em
Automação
Industrial
Curso Superior de
Tecnologia de
Redes de
Computadores
Curso Superior de
Tecnologia em
Comercio Exterior
Curso Superior de
Tecnologia em
Gestão Comercial
Curso Superior de
Tecnologia em
Marketing
Curso Superior de
Tecnologia em
Hotelaria
Curso Superior de
Tecnologia em
Gestão de Recursos
Humanos
320
8 Períodos
19/10/1999
Portaria nº 160 de
15/02/2007
23/02/2006
-
Portaria nº 8
08/01/2007
Portaria nº 914
17/05/2001
Portaria nº 48
17/01/2008
Portaria nº 1965
30/08/2001
Portaria nº 237
08/02/2001
Portaria nº 996
17/05/2001
Portaria nº 7 de
08/01/2007
Portaria nº 7 de
08/01/2007
Portaria 1.075 de
21/07/2000
* Portaria nº 559 de
18/05/2010
Portaria nº 939 de
20/11/06
Portaria nº 939 de
20/11/06
Portaria nº 939 de
20/11/06
* Portaria n° 3.335
de 21/12/2010
Licenciatura
50
50
6 Períodos
-
Licenciatura
50
50
6 Períodos
Licenciatura
150
300
6 Períodos
Tecnologia
150
150
4 Períodos
Portaria nº 274 de
20/01/2004
Portaria nº 390 de
18/05/2007
Tecnologia
100
100
5 Períodos
Portaria nº 3.923
de 2/12/2004
-
Tecnologia
50
100
6 Períodos
Portaria nº 4.294
de 12/12/2005
Portaria N° 117 de
21/02/2011
Tecnologia
100
100
5 Períodos
Portaria nº 1.335
de 18/05/2004
* Portaria nº 38,
de 19/01/2011
Tecnologia
100
100
4 Períodos
Portaria nº 281 de
05/04/2007
Portaria Nº 36, DE
19/01/2011
Tecnologia
100
100
4 Períodos
Portaria nº 281 de
05/04/2007
-
Tecnologia
100
100
4 Períodos
Portaria nº 281 de
05/04/2007
Portaria Nº 35, DE
19/01/2011
Tecnologia
100
100
4 Períodos
Portaria nº 281 de
05/04/2007
-
Tecnologia
100
100
4 Períodos
Portaria nº 281 de
05/04/2007
-
-
Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu
5
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
A FIT também oferece cursos de pós-graduação lato sensu. São eles:
Cursos de pós-graduação Lato - Sensu.
Administração Contábil e Financeira
-
Automação e Controle
-
Docência no Ensino Superior
-
Docência no Ensino Superior em Espanhol
-
Gestão de Negócios Orientado para a
Tecnologia
-
Gestão, Análise e Monitoramento
Ambiental
-
Gestão de Negócios
-
Gestão de Pessoas
-
Gestão em Marketing e Comunicação
-
MBA Logística Estratégica
-
Psicopedagogía
-
6
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
1. CARACTERIZAÇÃO GERAL DO CURSO
IDENTIFICAÇÃO E LOCAL DE FUNCIONAMENTO DO CURSO PROPOSTO
CURSO
TIPO DE CURSO
Administração
1. Seriado
CÓD
2. Semestral
HABILITAÇÃO / MODALIDADE
ÁREA DO CONHECIMENTO
LOCAL DE FUNCIONAMENTO
Administração
Gestão e Administração
Unidade IV
1
1. CARACTERIZAÇÃO GERAL DO CURSO
1.1 Denominação
Curso de Graduação em Bacharelado em Administração.
1.2 Total de Vagas Anuais
Total: 750 vagas
Distribuição das Vagas:
- 250 vagas período matutino e
- 500 vagas período noturno
1.3 Regime Acadêmico de Oferta
Seriado semestral, composto por disciplinas obrigatórias, conforme o projeto pedagógico do curso.
1.4 Dimensões da Turma
Dimensão da Turma: 50 alunos, no máximo.
1.5 Turnos de Funcionamento
Período Diurno e Noturno.
1.6 Regime de Matricula
Regime seriado semestral.
1.7 Carga Horária Total do Curso
Tipo de Disciplina
Conteúdo Curricular
Estágio Supervisionado
Atividades Complementares
Total do Curso
Carga Horária
2880
300
300
3.480
1.8 Integralização do Curso
A integralização será realizada em, no mínimo, oito semestres e, no máximo, doze semestres letivos.
1.9 Base Legal do Curso
7
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
O presente Projeto Pedagógico dos Cursos de Bacharelado em Administração das Faculdades Integradas Torricelli foi
elaborado com base nos princípios propostos pelas diretrizes curriculares dos cursos de graduação do Ministério da
Educação, quais sejam:
- incentivar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro graduado supere os desafios de renovadas
condições do exercício profissional e de produção do conhecimento;
- promover a progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno;
- fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando o ensino com pesquisas individual e coletiva, assim como
os estágios e a participação em atividades de extensão;
- organizar um modelo pedagógico capaz de adaptar-se à dinâmica das demandas da sociedade, em que a graduação
passa a constituir-se numa etapa de formação inicial no processo contínuo de educação permanente;
- orientações às atividades de estágio e demais atividades que integrem o saber acadêmico à prática profissional,
incentivando o reconhecimento de habilidades e competências adquiridas fora do ambiente escolar.
O projeto pedagógico ora apresentado expressa as concepções da comunidade acadêmica, voltado para uma
formação global e crítica dos envolvidos nesse processo, como forma de capacitá-los para o exercício da cidadania,
formação profissional e pleno desenvolvimento pessoal.
Representa ainda, o esforço efetivo de toda a comunidade acadêmica na busca continuada do aprimoramento do
ensino e da construção de um marco referencial para que se possa atingir, progressivamente, níveis mais elevados de
excelência acadêmica.
1.10 Necessidade Social para Implantação do Curso
Pela proposta do Curso de promover a pesquisa e contribuir para o bem comum, as Faculdades Integradas Torricelli
entendem que o ensino, a pesquisa e extensão não podem deixar de responder, de forma dinâmica, eficiente e
conseqüente aos problemas sociais que refletem as necessidades da comunidade social na qual está inserida.
Como centro de elaboração da cultura e de sua irradiação, valorizando o conhecimento como instrumento para
atender aos interesses e anseios da comunidade, as Faculdades Integradas Torricelli, continuam a tradição
pedagógica das instituições educacionais que integram o grupo AESE, entendem e desenvolvem o ensino superior,
como processo de contribuição para a formação plena do ser humano. Consciente de sua função social da maior
amplitude, as Faculdades Integradas Torricelli privilegiam a formação de profissionais competentes e críticos,
cultivadores do saber e da técnica como instrumento a serviço do bem comum. Por isso têm como princípio a
realização de um ensino através de currículos dinâmicos e adequados à formação humano-científica, que garantam
o relacionamento entre o saber sistematicamente elaborado e o saber popular, fatores fundamentais na construção
da cultura.
1.10.1 Caracterização da Região e Inserção Regional
O município de Guarulhos localiza-se na Região Metropolitana de São Paulo, o principal centro econômico do País.
Distante apenas 17 km da maior metrópole da América Latina, o município encontra-se estrategicamente localizado
entre duas das principais rodovias nacionais: a Via Dutra, eixo de ligação São Paulo – Rio de Janeiro e Rodovia
Fernão Dias, que liga São Paulo a Belo Horizonte. Conta ainda com a Rodovia Ayrton Senna, uma das mais
modernas do país, que facilita a ligação de São Paulo diretamente ao Aeroporto Internacional de Guarulhos.
A atividade industrial caracteriza-se como principal fonte de recursos e de desenvolvimento do município, ocupando
papel importante na geração de empregos e riquezas. Responsável por inserir Guarulhos na condição de segunda
cidade em arrecadação de ICMS no Estado de São Paulo em 2008, o segmento industrial reúne importantes
empresas nacionais e multinacionais em vários setores.
Guarulhos possui um dos maiores e mais variados parques industriais do país, com cerca de 2.500 empresas, com
destaque para as indústrias farmacêutica e química, autopeças, metalúrgica, mecânica, têxtil e vestuário, gráfica e
construção civil.
A cidade recebeu importantes investimentos nos últimos anos, destacando os investimentos do setor hoteleiro, com
grandes redes de padrão mundial (Accor, Meliá, Marriot, Caesar’s), além de importantes empresas, como General
Brands, Zamprogna, Valeo, entre outras.
8
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Grandes redes de comércio varejista de material de construção escolheram Guarulhos para ampliar sua rede de
lojas, entre elas Telha Norte, Di Cicco e C&C Casa e Construção, que também optou em centralizar a distribuição
de seus produtos a partir do município.
Os bairros de Cumbica, Bonsucesso, Itapegica e Taboão abrigam as principais áreas industriais do município.
Destaca-se o Parque Industrial de Cumbica, com cerca de 700 indústrias, maior que muitas cidades de grande
atuação no ramo industrial. A região abriga ainda um grande número de transportadoras e empresas de logística,
que permitem um melhor escoamento dos produtos fabricados pelas indústrias locais.
Diversas indústrias multinacionais estão estabelecidas no município, o que assegura um grande intercâmbio de
tecnologia internacional, além da divulgação mundial de produtos fabricados no município.
O comércio também ocupa papel importante na economia do município. São cerca de 12.000 estabelecimentos
comercias, dos mais variados ramos e portes, inclusive grandes redes de supermercados e lojas de departamento,
que proporcionam aos consumidores grande diversidade de produtos.
O segmento de prestação de serviços encontra-se em franca expansão. São cerca de 40.000 estabelecimentos e
trabalhadores autônomos que atuam no setor, oferecendo diversas opções à população. Em virtude da implantação
dos novos complexos hoteleiros no município, há uma notória tendência ao desenvolvimento das atividades ligadas
ao ramo de turismo de negócios. Lojas de conveniência, locadoras de veículos, restaurantes, lojas de presentes e
artesanato são alguns dos ramos que deverão receber investimentos em virtude dos novos empreendimentos
imobiliários no município.
Guarulhos possui três shopping centers. O Shopping Poli, localizado no centro da cidade, abriga 60 lojas, praça de
alimentação, além de localização e acessos extremamente privilegiados, na principal região comercial do município.
O Internacional Shopping Guarulhos é o maior da Grande São Paulo. Possui mais de 300 lojas, dos mais diversos
ramos. O Shopping Bonsucesso disponibiliza 150 lojas, Praça de Alimentação, Alameda de Serviços, Hipermercado,
localizado entre as Rodovias Presidente Dutra e Airton Senna tornou-se a opção de compras, serviços e lazer para
as regiões periféricas da Grande São Paulo e Guarulhos, como: São Miguel Paulista, Itaim Paulista,
Itaquequecetuba, Santa Isabel e Arujá.
Guarulhos ocupa, no Estado de São Paulo, o 2º lugar em população, com 1.071.299 habitantes dados último censo
IBGE (Segundo estimativa do IB?GE, Guarulhos ultrapassou a marca de 1.250.000 habitantes em 2008). É a maior
cidade não-capital do país e o 12º município mais populoso do Brasil. A taxa de crescimento populacional é de
2,45% ao ano.
Municípios mais Populosos
Fonte: IBGE – Dados Preliminares CENSO 2000.
O município de Guarulhos conta com unidades básicas de saúde nos setores federal, estadual e municipal.
O Governo Federal apresenta um Posto de Atendimento Médico (PAM) instalado num prédio no centro do município
9
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
com quase todas as especialidades e, para sanar as demais deficiências, estabelece convênio com a rede
hospitalar particular e laboratórios de análises clínicas privadas do município, visando complementar o atendimento
global. Atualmente, conta com um quadro de aproximadamente de 50 médicos e dentistas trabalhando em três
turnos. Conta, ainda, com dois postos do Centro de Atividades Médicas, que prestam assistência clínica ao
município, em convênio com o INSS, utilizando as instalações dos Centros de Saúde.
O Governo Estadual conta com a presença de três coordenadorias: Assistência Hospitalar, Saúde Mental e Saúde
da Comunidade.
A Coordenadoria de Assistência Hospitalar compõem-se dos Hospitais Padre Bento e Adhemar de Barros. O
Hospital Adhemar de Barros presta atendimento dermatológico com relação às dermatoses tropicais, dando
prioridades às dermatoses bolhosas, particularmente o Pênfigo Foliacio.
A Coordenadoria de Saúde Mental conta com um Ambulatório de Saúde Mental e a Coordenadoria de Saúde da
Comunidade é composta por 5 postos de saúde.
O Governo Municipal conta com um Pronto Socorro, uma Central de Pediatria e 27 unidades básicas de Saúde
localizadas em bairros da periferia.
Quanto ao setor privado, o município conta com cerca 20 empresas que prestam assistência médica mediante
convênios com indústrias e com contratos familiares. Conta ainda, 12 laboratórios de análises clínicas e hospitais
conveniados com o INSS, num total de 2.069 leitos.
O Serviço de Odontologia de Guarulhos conta com duas Centrais Odontológicas, diversas clínicas, inclusive pronto
socorro dentário e cerca de 300 profissionais liberais.
A educação em Guarulhos conta com 271 escolas de ensino fundamental e médio, da rede estadual de ensino, com
um total de aproximadamente 30.000 alunos matriculados. A rede municipal mantém 30 escolas de educação préescolar, além de diversos núcleos e creches, abrangendo cerca de 8.500 crianças; há cerca de 180 escolas
particulares de educação pré-escolar, inclusive maternal.
Encontram-se instalados cerca de 60 postos de alfabetização, na sua maioria privados, onde estudam 3 500
pessoas.
O Serviço Nacional da Indústria mantém no município duas escolas eminentemente profissionalizantes, com cursos
de pequena duração e duração plena, nas seguintes profissões: Mecânicos, Eletricistas, Torneiros, Analistas de
Qualidade, Oficinas e Serviços Auxiliares, com cerca de 4.000 alunos. Além do SENAI, funciona também o Posto do
Centro de Formação e Treinamento de Mão de Obra, ligado a organismos governamentais, com cerca de 900
alunos regulares.
O SENAC – Serviço Nacional do Comércio também mantém uma unidade no município para a formação e o
treinamento do profissional para o comércio, hotelaria e turismo.
O município é sede de uma Divisão Regional de Ensino, órgão delegado da Coordenadoria de Ensino da Região da
Grande São Paulo, da Secretaria de Educação do Estado. Esta divisão possui duas Delegacias de Ensino tal a
complexidade em termos de Supervisão e Coordenação, dado o número de escolas e alunos.
Inserida neste contexto sócio-econômico, a FIT busca oferecer benefícios sócio-econômicos para a população
residente na sua área de influência mediante a realização de sua proposta institucional. As áreas de atuação das
Faculdades Integradas Torricelli já foram descritas anteriormente.
1.10.2 Justificativa para a Implementação do Curso.
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FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Para o perfeito entendimento do ambiente - início do Século XXI - em que o Bacharel em Administração formado
pelas Faculdades Integradas Torricelli atuará na sociedade, exige do cidadão comportamento ético, com sólidos
valores calcados em princípios de liberdade e democracia.
O Bacharel em Administração deverá estar apto para atuar na sociedade pós-industrial e lidar com características
inovadoras e revolucionárias, como suas estruturas informatizadas, apoiadas em pequenas estruturas de serviços,
que incentivaram as “terceirizações”; a instituição do pensamento mercadológico; a abertura de mercados, com o
implemento da competitividade em nichos, produtos com melhor qualidade e menor custo e com conhecimentos estratégicos
e tecnologias internacionais e competitivas.
As principais características da sociedade pós-industrial:
- Novo relacionamento internacional;
- Globalização da economia;
- Novo enfoque da relação capital/trabalho;
- Decréscimo do poder das corporações sindicais;
- Crescimento da sociedade de serviços; e,
- Aparecimento da cultura pós-moderna.
Os postulados dessa cultura pós-moderna definem, com precisão, a inexorável tendência que toma realidade sócioeconômica dos nossos dias.
Na análise da História, verifica-se que, a cada dois ou três séculos, acontece, na história ocidental, uma grande
transformação, que poderíamos chamar de Revolução do Conhecimento, como a Revolução Industrial. A revolução acima
descrita, que se verifica agora, caracteriza-se conforme cientistas, em uma dessas fases, que deverá estar consolidada em
torno do ano 2.020.
Estamos vivendo uma era de transformações e mudanças diárias, nos processos produtivos, produtos finais,
formas de comercialização, expectativas e gostos dos consumidores e estratégias de abordagem. A concorrência
dos produtos internacionais, trazidas pela globalização, faz com que a sobrevivência das organizações neste
cenário de acirrada competitividade dependa diretamente da aplicação de novos métodos de gerenciamento,
adequação de estratégias, percepção das mudanças nos mercados e consumidores, adoção de políticas e ações
em tempo menor e de forma melhor que os concorrentes.
O Curso de Administração das FIT está elaborado e dimensionado para formar profissionais capacitados a
responder aos desafios inerentes a esse cenário, com visão estratégica, contribuindo para a evolução do
conhecimento no campo da comercialização entre países e blocos comunitários, planejamento, organizando,
executando e avaliando ações que envolvem complexa estruturação das atividades.
11
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
2. CONCEPÇÃO, OBJETIVOS E PERFIL DO EGRESSO
2.1 Concepção do Curso
As Faculdades Integradas Torricelli sabe da importância das organizações nas sociedades pós-modernas e as mudanças que
estão passando nestas últimas décadas. Administrar organizações exige, na atualidade, ser conhecedor de um novo modelo
competitivo e produtivo das organizações. Esse conhecimento precisa ser aplicado às novas necessidades sociais e
econômicas, o desenho de um novo mercado, mais exigente e consciente de seus direitos, o estabelecimento de novas
relações de trabalho e/ou emprego, tanto quanto o fortalecimento de novos setores como o de serviços.
O processo de globalização firmou-se na década de noventa e, hoje, vivemos na era das comunicações, da velocidade e da
instantaneidade que mudaram as características de todo o funcionamento das estruturas sociais. Essa nova realidade dos
mercados financeiros, da internet, da mídia, da microeletrônica, dentre outros, vem produzindo efeitos e mudanças também
nas relações de trabalho.
Na sociedade pós-industrial além da predominância do setor terciário, onde ocorre a concentração do maior número de
pessoas empregadas, tem também como características o surgimento de novas tecnologias que permitiram diminuir as
distâncias entre povos e mercados. A evolução muito rápida dos produtos, obriga a produção constante e descarta os
produtos anteriores. A criação de uma rede de informações que cobre todo o planeta e até no futuro a possibilidade de termos
uma cultura planetária; a potencialização de lucros e alterações no mercado de trabalho que tem levado os países
desenvolvidos a políticas de diminuição de jornadas de trabalho e mais horas para o lazer e ensino; os novos
desenvolvimentos na biologia que possibilitarão o homem a viver mais e em melhores condições de saúde e o renascimento
de práticas místicas e religiosas valorizando cada vez mais as atitudes.
A linha mestra que as Faculdades Integradas Torricelli adota para o projeto pedagógico de seu Cursos de Administração é a
busca de uma percepção contemporânea que não despreze a tradição, mas, dê segurança e confiança àqueles que buscam
um ordenamento social justo e igualitário. O Curso tem como premissa promover a participação do aluno no processo de sua
aprendizagem.
A Administração pretende ser um seletor dos quadros dirigentes das principais empresas do país e da Região Metropolitana
de São Paulo. Com uma estrutura curricular flexível, ágil, moderna, inter e multi disciplinar e vinculada com a realidade.
Procura, assim, aproximar os valores professados no Curso aos reais valores sociais; unindo a teoria e a prática, resultando
em um ensino científico, humanístico e tecnológico.
O estudo da Administração é entendido como um fato administrativo que traduz as condições políticas, sociais e econômicas,
muito mais que os padrões formais de organização. Procura-se assim, desenvolver o raciocínio administrativo e o senso
crítico do bacharel, preparando-o, não só como administrador de empresas, mas como conhecedor profundo do meio social
onde atua. Assim, a Administração é vista como uma estrutura mutável, um processo de adaptação entre fatos e valores,
conforme as próprias mudanças que a sociedade vivencia.
O bacharel em Administração não pode ficar desvinculado de toda influência sociológica, antropológica, econômica ou
política. As Faculdades Integradas Torricelli, terá uma função também social; contribuindo com saber científico, tecnológico e
humanístico, exigido no cenário nacional atual e futuro. Só é possível cumprir a proposta, usando dos seguintes
mecanismos:
Uma estrutura flexível de cursos e programas;
Metodologia didática atualizada;
Professores especialistas, mestres e doutores;
Espaço Físico adequado para se ministrar os Cursos;
Professores que tenham experiência como Administradores;
Aula dinâmica e participativa;
Visão dinâmica, interdisciplinar e multidisciplinar das matérias;
Laboratórios de Informática;
Iniciação científica;
Convênio com empresas para aulas práticas;
Cursos extracurriculares, palestras, semanas de estudos, visitas técnicas;
Publicações científicas;
12
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Ensinar o futuro administrador ao exímio manejo da administração como também, e principalmente, à crítica permanente
dos valores predominantes da sociedade em que atua e ao trabalho de contínua adaptação da técnica a esses valores,
enfim, aprender a aprender e aprender fazer.
2.1.1 Articulação do Projeto Pedagógico do Curso com o Projeto Pedagógico Institucional – PPI – e com o Plano de
Desenvolvimento Institucional – PDI
1. Políticas Institucionais
O PPI das FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI está pautado nos principais pilares da educação superior:
Política de Responsabilidade Social;
Política de Ensino;
Política de Pesquisa;
Política de Extensão;
Política de Gestão Acadêmica.
1.1. Política de Responsabilidade Social
As FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI possui políticas que estabelecem o compromisso com a
responsabilidade social no desenvolvimento das suas atividades. Neste sentido, verifica-se a preocupação quanto à
qualidade da formação dos seus alunos e dos serviços prestados; a permanente promoção de valores éticos; a
realização de programas de incentivos à comunidade acadêmica; o estabelecimento de parcerias com ONG’s e
instituições públicas e etc.
1.2. Política de Ensino
A política das FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI para o ensino, voltada para a integração do ensino com a
pesquisa e a extensão, objetiva a formação integral do ser humano. O ensino, nessa perspectiva, fundamenta-se
numa concepção de educação que prepara o aluno para o mercado de trabalho, mas que também o capacita para o
exercício pleno da cidadania, despertando-lhe o senso crítico, o critério ético e a capacidade de julgar e agir
corretamente.
1.3. Política de Pesquisa
A pesquisa desempenha papel fundamental na consolidação das FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI como
espaço para a produção e disseminação do conhecimento. Elemento indissociável do ensino e da extensão, a
pesquisa constitui-se como um trabalho investigativo e criativo, representando um avanço em relação ao esforço
coletivo já empreendido por cientistas das diversas áreas de conhecimento onde é realizada.
1.4. Política de Extensão
As FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI busca por meio de contatos com a comunidade local e regional, o
conhecimento necessário para a avaliação institucional e para o ajustamento contínuo das programações de ensino
e pesquisa às reais necessidades dos públicos com os quais a Instituição interage.
1.5. Políticas de Gestão Acadêmica
O modelo desenhado para a gestão acadêmica das FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI dispõe de
organização formal com estrutura simples, que visa propiciar à administração agilidade e flexibilidade para
responder às exigências do mundo moderno.
A estrutura organizacional caracteriza-se por níveis hierárquicos responsáveis pela formulação, deliberação e
execução das atividades institucionais, que se interpenetram, objetivando a qualidade da formação profissional e da
gestão, possibilitando a implantação das medidas.
2. Políticas Afirmativas de Inclusão Social das FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
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FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
A proposta de inclusão social que as FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI entende ser de sua
responsabilidade funda-se, prioritariamente, na maior democratização do acesso dos segmentos menos favorecidos
da sociedade a seus cursos.
Com a finalidade de implementar uma política institucional de inclusão social, as FACULDADES INTEGRADAS
TORRICELLI definiu como objetivos:
Ampliar as probabilidades de acesso dos estudantes negros, afro-descendentes e indígenas;
Atuar positivamente na superação das barreiras educacionais que dificultam esse acesso;
Apoiar, com ações específicas, a permanência dos alunos no curso superior.
As FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI contribui ainda para reduzir as desigualdades sociais, mediante o
oferecimento de bolsas de estudos para estudantes que apresentem hipossuficiência econômica. A Instituição está
credenciada junto ao Ministério da Educação para participar do Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino
Superior - FIES e já aderiu ao Programa Universidade para Todos – Pro-Uni. Além disso, a Instituição participa do
Programa Jovem Acolhedor e do Programa Bolsa-Escola da Família, ambos do Governo do Estado de São Paulo.
Há também convênios com empresas da região para a concessão de descontos de 5% a 20% nas mensalidades,
dependendo do número de alunos que se matricularem. A Instituição oferece também o Desconto Irmão e o
Desconto Rede.
2.2 Objetivos do Curso
2.2.1 Objetivo Geral
A FIT tem, no âmbito dos cursos que ministra, os seguintes objetivos:
Formar profissionais de nível superior, dotados de competências, habilidades, senso ético, espírito crítico e criativo,
de modo a exercerem plenamente os direitos e deveres de cidadania e a exercerem a profissão abraçada, objeto de
formação profissional dos cursos concluídos;
Formar profissionais comprometidos com a qualidade de vida, em todos os seus sentidos, seja quanto ao aspecto
profissional, seja quanto ao aspecto social, político, econômico e cultural;
Oferecer infra-estrutura e condições para que seus alunos superem eventuais atrasos de escolaridade ou otimizem
suas potencialidades, de modo a que estejam plenamente capacitados para o exercício profissional e desempenho
social, após a conclusão de seus cursos;
Proporcionar formas e meios capazes de despertar o interesse dos alunos pelo aprofundamento de estudos
superiores e a conscientizá-los da importância da educação continuada, como instrumento de atualização e
acompanhamento da evolução científica e tecnológica da sociedade, bem como seu desenvolvimento sócioeconômico e cultural;
Utilizar-se de recursos tecnológicos e metodológicos, os mais avançados possíveis, de modo a familiarizar o aluno
com o uso dos referidos instrumentos e métodos, para adaptar-se com facilidade à realidade social e profissional e
engajar-se no espírito de mudanças e avanço da sociedade;
Utilizar-se da pesquisa, extensão e outras formas de aprimorar o processo de ensino, de modo a diversificar as
oportunidades de apropriação e criação de conhecimentos pelos alunos, tornando-os co-participes da construção
curricular de seus cursos;
Envolver-se com a comunidade, através das atividades de ensino, pesquisa e extensão, de modo a difundir seus
conhecimentos e em contrapartida, retroalimentar-se para criar novos conhecimentos e manter-se sintonizada com
a realidade concreta da sociedade;
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FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Praticar a auto-avaliação de todas as suas atividades, de modo a verificar a existência de desvios de seu projeto
original e redirecionar seus procedimentos, objetivando atingir os seus objetivos e cumprir suas metas, preservando
o padrão ideal de qualidade.
2.2.2 Objetivos Específicos
- Desenvolver competências técnicas, metódicas, comportamentais, sociais, políticas e organizacionais como habilidades
humanas, conceituais e técnicas para que o profissional da Administração possa atuar com desenvoltura em ambientes
globalizados.
- Criar condições para a elaboração e execução de planos de desenvolvimento, consoante métodos e estratégias
específicas, modernas e altamente eficientes, de sucesso nas organizações.
- Criar condições atitudinais e técnicas para a compreensão, por parte de cada membro do grupo, do papel estratégico da
administração na definição de um projeto de vida para a sua organização.
- Possibilitar o conhecimento, a compreensão e as formas de utilização, no dia-a-dia da instituição, das ferramentas básicas
da gestão estratégica.
- Incentivar, paralelamente a necessidade transmissão de conhecimentos, a adoção de novas atitudes e prática de novos
comportamentos, que se reflitam, principalmente, na transferência do aprendizado para o desenvolvimento grupal no âmbito
da organização como um todo.
- Criar condições para adoção de uma atitude pessoal da autocrítica permanente, de modo que a reciclagem proposta e as
novas formas de procedimentos daí decorrentes sejam uma constante na vida profissional e no ambiente da empresa.
2.3 Perfil do Egresso, Competências e Habilidades.
2.3.1 Perfil do Egresso
O curso de Administração tem o objetivo de preparar profissionais com habilidades técnicas e conceituais que permitam aos
seus egressos o exercício de atividades gerenciais e de direção nas empresas, através da aplicação otimizada e articulada
dos recursos técnicos, financeiros e humanos.
Estas orientações conduziram a elaboração do projeto pedagógico do curso visando formar cidadãos e profissionais
conscientes de seus deveres e direitos, com amplos e sólidos conhecimentos práticos, técnico-administrativos e sóciopolíticos, capazes de serem solidários, de dialogarem com profissionais de outras áreas e de participarem, com
responsabilidade e competência, do processo de desenvolvimento social, político e econômico, de todo o complexo que
envolve o profissional do século XXI, voltado para o universo dos blocos regionais e globalizado. Para tanto, se espera reunir
habilidades e competências no (a):
- Exercício de funções gerenciais e consultivas em Administração;
- Exercício de raciocínio lógico, prático e analítico para aplicação de técnicas e percepção do ambiente social;
- Desenvolvimento de relações interpessoais, com forças internas e externas à organização como superior, subordinados,
fornecedores e clientes.
- Capacidade de expressar-se de forma clara, precisa e oportuna, respeitando os contextos organizacionais e sociais.
- Agir sempre com ética em suas atividades empresariais e sociais;
- Estímulo ao desenvolvimento de novos empreendimentos e adoção de práticas inovadoras;
2.3.2 Competências e Habilidades
O curso de graduação em Administração deve possibilitar formação profissional que revele, pelo menos, as
seguintes competências e habilidades:
- utilização de metodologia adequada para o planejamento e execução das ações estratégicas, abrangendo
projetos, planos e programas;
- domínio e técnicas de planejamento e operacionalização de estudos de viabilidade econômico-financeira para os
empreendimentos e projetos organizacionais;
- domínio de métodos e técnicas indispensáveis ao estudo dos diferentes mercados
15
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
- comunicação interpessoal, intercultural e expressão correta e precisa sobre aspectos técnicos específicos e da
interpretação da realidade das organizações
- integração nas ações de equipes interdisciplinares e multidisciplinares interagindo criativamente nos diferentes
contextos organizacionais e sociais;
- compreensão da complexidade do mundo globalizado e das sociedades pós-industriais, nos diversos setores da
atividade econômica;
- conhecimento das relações humanas, de relações públicas, das articulações interpessoais, com posturas
estratégicas para o êxito das equipes de trabalho
- conhecimentos específicos e adequado desempenho técnico-profissional, com humanismo, simplicidade,
segurança, empatia e ética.
- competência e habilidade para implantar soluções alternativas e inovadoras aos desafios que se apresentam,
com a necessária capacidade estratégica crítica, reflexiva, criadora e interativa.
- saber exercer liderança, ter decisão, firmeza e habilidade comunicativa, expressão sintética, percepção
estruturada do conhecimento científico para compreender a exata dimensão da ciência: possibilidades de
generalização e limitação;
- capacidade de planejar, organizar, implantar e gerir programas de administração dentro dos conceitos de
desenvolvimento sustentável, sob o enfoque da múltipla manifestação sincrônica nas inter-relações imediatas do
meio ambiente natural, cultural e artificial, da vida pessoal e da organização social;
- Desenvolver competências técnicas, metódicas, comportamentais, sociais, políticas e organizacionais como
habilidades humanas, conceituais e técnicas para que o profissional da Administração possa atuar com
desenvoltura em ambientes globalizados.
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FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
3. ADERÊNCIA COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
A educação de qualidade é a base do desenvolvimento sustentado de um país e da distribuição de rendas e
oportunidades para todos. Dessa forma, o ensino de qualidade fomenta o crescimento econômico, reduz as
desigualdades e a pobreza, promovendo uma maior justiça social.
A partir da oferta de uma educação de nível superior de maior qualidade, disseminando conhecimentos,
incentivando a pesquisa, formando profissionais de alta competência, empreendedores, cidadãos éticos e humanos,
as FIT contribuem para o desenvolvimento sócio econômico da região em que se situa e para o desenvolvimento
sustentado da nação.
3.1 Mercado de Trabalho
O mercado de trabalho do Administrador é extremamente amplo. Todos os ramos e tipos de atividades necessitam
de organização, sistematização e gestão, o que significa que todos necessitam de um profissional de administração.
O Administrador profissional pode atuar em empresas públicas ou privadas (indústria, comércio ou serviços), em
todos os níveis hierárquicos, desempenhando funções importantes nas áreas de recursos humanos, materiais,
mercadológica ou marketing, produção, finanças, entre outras, ou, ainda, administrar seu próprio negócio.
Entre as inúmeras oportunidades do mercado de trabalho para o administrador, pode-se destacar:
Instituições Financeiras.
Indústrias.
Setor de Serviços
Condomínios
Hotéis.
Hospitais.
Supermercados.
Comércio.
Empresas Agrícolas.
Empresas de Consultoria.
Associações.
Empresas de Comércio Exterior.
Instituições de Ensino Superior como professores
ONG’s
Empresas Públicas
3.2 Coerência da Justificativa/objetivos do curso com a realidade socioeconômica local e regional
O Curso de Administração das FIT está organizado para a formação de um profissional polivalente e de visão
global, empreendedora e humanista, com formação técnica e científica que possibilite assumir posicionamentos e
17
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
papéis dentro do contexto sócio econômico, observando sempre os princípios de responsabilidade social, equidade
e ética profissional.
Formamos profissionais com visão critica e com habilidades e competências para interferir positivamente na
sociedade em que está inserido e apto a atuar tanto no eixo regional ou não, a diversidade regional (comércio,
industria, prestação de serviços) é privilegiada pela localização dos eixos das grandes rodovias e do aeroporto
internacional, diante disto nossos egressos tendem a ingressar profissionalmente na própria região, utilizando dos
conhecimentos adquiridos para valorizar e qualificar, modernizar o meio corporativo e social.
4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
4.1 Metodologia de Ensino
A metodologia de ensino, juntamente com a metodologia de avaliação, deve dar ênfase à abordagem das disciplinas
de forma coerente ao desenvolvimento dos programas previamente apresentados aos alunos. Para transmitir esse
conteúdo programático, os professores, com total autonomia de cátedra, usam dos mais diversos métodos de
ensino. Desde o tradicional método expositivo em sala de aula, aprendizagem por problemas, recomendação de
leitura, seminário, aulas interativas com as demais disciplinas, sempre priorizando o raciocínio e a capacidade
argumentativa do aluno e o caráter interdisciplinar. Observe-se que as metodologias curriculares e dos objetivos do
curso como um todo.
4.2 Estrutura Curricular
Planejamento e Filosofia Curricular
O currículo do curso de Administração das Faculdades Integradas Torricelli foi elaborado a partir da concepção e
dos objetivos da instituição e do curso, tendo em vista o cenário nacional, regional e internacional, que impõem ao
Administrador desafios complexos e mutáveis nunca antes enfrentados.
O planejamento da matriz curricular considerou como pontos basilares as diretrizes curriculares instituídas pela
Resolução nº 4, de 13 de julho de 2005, do Ministério da Educação, bem como pelas recomendações do Conselho
Federal de Administração.
Além dos aspectos formais, das recomendações citadas, a matriz curricular foi elaborada através de pesquisa das
matrizes praticadas pelas escolas de referência no ensino da Administração, momento em que, foram extraídas
diversas informações em relação às características de cada um dos cursos. A pesquisa ensinou a lição de que as
matrizes não são, no todo, perfeitas. Cada IES, respeitando os princípios e objetivos específicos, inclina-se para
uma certa tendência, fazendo dela o diferencial de seu curso.
No caso das Faculdades Integradas Torricelli não foi diferente. Considerando a tradição das escolas de melhor
conceito no mercado, aplicou-se os seguintes parâmetros:
- O estudo ao longo dos semestres constroem toda a base do conhecimento administrativo, sobre o qual apóia-se
os conteúdos que contextualizam a administração dos negócios, os conhecimentos de base como Matemática e
Comunicação;
18
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
- O curso ainda investe-se na aprendizagem da filosofia e da ética como forma de apoiar o raciocínio lógico e a
capacidade perceptiva, e, com destaque, despertar os futuros administradores com relação à ética nos negócios;
- Não se pode deixar de destacar o ensino de metodologia de pesquisa, de forma a despertar nos alunos a
vocação acadêmica, do estudo e da pesquisa, interligado em todas as demais etapas do curso as disciplinas e
trabalhos avaliados e fortemente integrado ao relatório de estágio nos últimos semestres da grade curricular.
Pode-se afirmar que a primeira fase caracteriza-se pelo estudo das disciplinas básicas instrumentais, e pelas
disciplinas diretamente relacionadas aos princípios anteriormente referidos. A formação profissional vai ganhando
força no decorrer do curso.
O desenvolvimento do curso contempla todo o estudo de formação profissional, devidamente apoiado pela
formação básica instrumental, permitindo ao aluno aumentar sua capacidade de percepção e entendimento do
mundo da administração e das questões de maior complexidade.
Deve-se destacar, os temas inseridos para a discussão dos novos modelos de administração, e dos tópicos
avançados de administração, que permitem aos alunos farta aproximação ao estado da arte e uma sólida e
moderna formação.
A terceira referência deve-se à aplicação dos conhecimentos e das técnicas da administração para os
negócios das pequenas e médias empresas, quase sempre desprezadas no ensino de Administração, sendo hoje
parte importantíssima do desenvolvimento econômico do Brasil.
Para encerrar, permeia ainda a estrutura curricular a avaliação do ambiente internacional, considerando as
condições atuais do pensamento econômico e a derrubada dos limites geográficos, com o aumento da intensidade
de efeitos das decisões de um país para outro e, até mesmo, entre ocorrências de empresas de grande porte.
É esse o cenário que foi considerado para o desenvolvimento do Curso de Administração das Faculdades
Integradas Torricelli. As evoluções internas e externas conduziram a elaboração deste projeto, considerando a
escola de ensino superior como uma das organizações mais complexas da sociedade, mas a que tem a missão de
participar, ativamente, de suas transformações, de suas revoluções.
A instituição considera que a escola de hoje deve, ministrar uma educação técnica generalista, baseada em
conhecimento científico, humanista e mercadológico. Deve, enfim, ser sensível ao momento sócio-econômico em
que está inserida, dotada de mudanças de visão e novas estratégias.
4.3 Conteúdos, Flexibilidade e Interdisciplinaridade Curriculares
O perfil de um Bacharel em Administração sob a ótica do processo pedagógico deve garantir ao graduando no final do curso:
Capacidade de analisar as características distintivas de uma nova ordem organizacional emergente em face de parcerias de
agentes de desenvolvimento, de alianças e fusões empresariais, da assimilação e gestão das inovações científicas e
tecnológicas, da comunicação e universidade virtual e de novas formas de lazer e entretenimento.
Consciência de deter uma formação humanística e visão holística que permita a sincronia interativa do espírito pioneiro
empreendedor com o trabalho em equipe, da conduta macroestratégica proativa com o reconhecimento da diversidade, da
busca da excelência com o respeito às diferenças de perspectivas, da competição com a cooperação, da lógica de mercado
com a coesão social.
Competência e habilidade para implantar soluções alternativas e inovadoras aos desafios que se apresentem, com a
necessária capacidade estratégica crítica, reflexiva, criadora e interativa.
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FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Saber exercer liderança, ter decisão, firmeza e habilidade comunicativa, expressão sintética, percepção estruturada do
conhecimento científico para compreender a exata dimensão da ciência: possibilidades de generalização e limitação;
Integrar o conhecimento pela inter e transdisciplinaridade;
Interesse e estímulo para desenvolver-se na área da docência ou da pesquisa;
Internalização de valores de responsabilidade social, justiça e ética profissional;
Formação humanística e visão global que o habilite a compreender o meio social, político, econômico e cultural onde está
inserido e a tomar decisões em um mundo globalizado, diversificado e interdependente;
Formação técnica e científica para atuar no planejamento e na gestão de empresas, além de desenvolver atividades
específicas da prática profissional em consonância com as demandas mundiais, nacionais e regionais;
Capacidade de planejar, organizar, implantar e gerir programas de administração dentro dos conceitos de desenvolvimento
sustentável, sob o enfoque da múltipla manifestação sincrônica nas inter-relações imediatas do meio ambiente natural,
cultural e artificial, da vida pessoal e da organização social;
Capacidade de atuação nos diversos setores da administração e em todas as áreas concernentes à profissão.
4.4 Matriz Curricular válida para alunos matriculados no primeiro semestre de 2006, com o ajuste feito pelo colegiado
na reunião realizada em 29 e 30 de janeiro de 2009.
DISCIPLINAS
1º PERÍODO
Economia
Psicologia
Teoria Geral da Administração I
Matemática I
Sociologia
Metodologia Científica
Comunicação Empresarial I
2º PERÍODO
Macroeconomia
Contabilidade Geral
Teoria Geral da Administração II
Matemática II
Comunicação Empresarial II
3º PERÍODO
Filosofia e Ética
Microeconomia
Estatística
Introdução ao Direito
Organização Sistemas e Métodos
Contabilidade e Custos
CARGA HORÁRIA
36
36
72
72
36
36
72
360 horas
CARGA HORÁRIA
72
72
72
72
72
360 horas
CARGA HORÁRIA
36
72
72
72
36
72
360 horas
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FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
4º PERÍODO
Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais
Administração de Produção e Logística
Administração Mercadológica
Matemática Financeira
Empreendedorismo
Espanhol Instrumental
Direito do Trabalho
5º PERÍODO
Administração Financeira e Orçamentária I
Administração de Sistemas de Informação
Estrutura e Análise de Balanço
Inglês Instrumental
Metodologia da Pesquisa
Legislação Tributária
6º PERÍODO
Administração Financeira e Orçamentária II
Gestão de Pessoas
Gestão de Pequenas e Médias Empresas
Tópicos Avançados de Administração
Estratégia Empresarial
7º PERÍODO
Planejamento Estratégico
Novas Tecnologias de Gestão I
Estudos de Casos de Gestão I
Ética Profissional
Direito Empresarial
Orientação de TCC e Estágio I
Estágio Supervisionado
8º PERÍODO
Economia Internacional
Gestão de Competências Organizacionais
Tópicos Avançados em Marketing
Estudos de Casos de Gestão II
Orientação de TCC e Estágio II
Estágio Supervisionado
Optativas
LIBRAS – Língua Brasileira de sinais
CARGA HORÁRIA
36
36
72
72
36
36
72
360 horas
CARGA HORÁRIA
72
72
72
36
36
72
360 horas
CARGA HORÁRIA
72
72
72
72
72
360 horas
CARGA HORÁRIA
72
72
72
36
36
72
72
510 horas
CARGA HORÁRIA
72
72
72
72
72
150
510 Horas
CARGA HORÁRIA
36
Quadro Resumo do Total de Horas das Disciplinas, Atividades Complementares e Estágio Supervisionado:
21
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Tipo de Disciplina
Carga Horária
Grade Curricular Comum
2.880
Atividades Complementares
300
Estágio Supervisionado
300
Total do Curso de Graduação
3.480
Ementas e Bibliografia Básica e Complementar
1º SEMESTRE
Nome da Disciplina: ECONOMIA
EMENTA:
Apresenta os conceitos fundamentais de Economia. A Lei da Escassez. Problemas de natureza Econômica. Curva
de possibilidades de produção e Custos de oportunidade. O Sistema Econômico. Funcionamento de uma Economia
de Mercado. Evolução da Ciência Econômica (a Escola Clássica, o Marxismo, o Keynesianismo) - conceitos básicos
e definições fundamentais. Teoria elementar da demanda. Teoria elementar da oferta. Estruturas de mercado
(concorrência perfeita, monopólio, concorrência monopolista e oligopólio). Organização Industrial.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à Economia. São Paulo: 20 ed., Atlas ,2003
SILVA, César Roberto Leite; Sinclayr, Luiz. Economia e Mercados: Introdução à Economia. São Paulo: 18ª
ed.,Saraiva, 2001.
PINHO, Diva Benevides; Vasconcellos, Marco Antônio (organizadores). Manual de Economia: equipe de
professores da USP. 3ª edição. São Paulo: Saraiva, 1999.
COMPLEMENTAR:
FERGUSON, C.E. Microeconomia. Rio de Janeiro: Forense universitária, 1989.
VARIAN, Hal R. Microeconomia: princípios básicos. Rio de Janeiro: Campus, 1994.
PINDICK, Robert S.; Rubinfeld, Daniel L. Microeconomia. São Paulo, Makron Books, 4ª edição, 1999.
WESSELS, W.J. Microeconomia: teoria e aplicações. São Paulo: Saraiva, 2002.
MANKIW, N. G. Introdução à Economia. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
GAROFALO, G.; Carvalho, L. Teoria Microeconômica. São Paulo: Atlas, 1988.
SILVA, César Roberto Leite; Sinclayr, Luiz. Economia e Mercados: Introdução à Economia. 16ª edição. São Paulo:
Saraiva, 1997.
SANDOVAL, Marco Antonio. Fundamentos de Economia. Ed. Saraiva, 2 edição 2004
CARVALHO, Maria Auxiliadora. Economia Internacional. Ed. Saraiva, 3 edição 2004
Nome da Disciplina: PSICOLOGIA
EMENTA:
Introdução à psicologia e contextualização da psicologia do trabalho. Cultura organizacional e comportamento
dentro das organizações . Abordagens fundamentais do comportamento humano: psicanálise, behaviorismo e
gestalt.Motivação humana. Relações humanas. Liderança, poder, conflito e negociação.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes. Psicologias: uma introdução ao estudo
de psicologia. 12ª ed. São Paulo: Saraiva, 1999.
COMPLEMENTAR
22
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
BERGAMINI, C. W. Psicologia aplicada à administração de empresas: psicologia do comportamento organizacional.
São Paulo: Atlas, 1982.
GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional 15º edição, São Paulo: Editora Objetiva.
HAWKIG Stephen, Uma Breve História do Tempo: do Big Bang aos Buracos Negros, São Paulo: Ed. Rocco.
GADE, Christiane. Psicologia do consumidor e da propaganda. Edição revisada e ampliada. São Paulo: EPU, 1998.
BANOV, Márcia R. Ferramentas da Psicologia Organizacional.São Paulo: CenaUn, 2002
FIORELLI, J. O. Psicologia para administradores: integrando teoria e prática. São Paulo: Atlas, 4 edição 2003.
Nome da Disciplina:TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I
EMENTA:
Administração: História, Conceitos; Funções do Administrador; Primórdios da Administração; A Escola Clássica:
Administração Científica e Clássica; FORD; Escola de Relações Humanas; Burocracia.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. - Introdução à teoria da administração. 6.ª Ed., Ed. Campus: Rio de Janeiro/RJ, 2000.
MOTTA, Fernando C. prestes. Teoria Geral da Administração: uma introdução. Editora Pioneira, 22ª edição 1998.
COMPLEMENTAR
STONER, James A. e FREEMAN, R. Edward.- Administração - 5.ª Ed., Printice-Hall do Brasil, 1985.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru.- Teoria geral da administração - 2.ª Ed. São Paulo, Atlas : 2000.
MONTANA, Patrick J. e CHARNOV, Bruce H. Administração: série essencial. São Paulo. Ed. Saraiva : 1998.
ROBBINS, Stephen B. - Mudanças e perspectivas. 1.ª Edição, Ed. Saraiva, 2000.
FARIA, José Carlos.- Administração, Introdução ao estudo. 4.ª Ed. Pioneira, 1999.
Nome da Disciplina: MATEMÁTICA I
EMENTA:
-Conceituar porcentagem como razão entre duas grandezas, calcular e determinar porcentagens em situações
concretas, calcular descontos e acréscimos simples e acumulados.
- Realizar as operações fundamentais com os números naturais, inteiros, racionais (na forma fracionária e decimal)
e reais.
-Ler, interpretar e utilizar representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões, equações) relativas a
situações concretas, tendo em vista a formação do conceito de função.
-Identificar alguns tipos de função através da análise de tabelas, gráficos ou de equações em situações concretas.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MEDEIROS, Sebastião da Silva. Matemática para os cursos de economia, administração e ciências contábeis – 2
vls. 5ª ed. Atlas, 1999
COMPLEMENTAR:
BOULOS, Paulo. Introdução ao Cálculo, Volume 1. Edgar Blucher Editora.
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática Financeira – Objetiva e Aplicada. 7 edição. Saraiva, 2003
VERAS, Lilia Ladeira. Matemática Aplicada a Economia. 3 edição. Atlas, 1999
SOBRINHO, José Dutra Vieira. Matemática Financeira. 7 edição. Atlas, 1996.
Nome da Disciplina: SOCIOLOGIA
EMENTA:
Sociologia geral e sociologia aplicada à administração. Caracterização da sociologia como ciência social.
Estratificação social. Unidades e processos sociais. Movimentos e mudanças sociais. O indivíduo e a organização.
Organização formal e informal. Processo de organização do trabalho frente aos novos modelos de gestão. Mudança
organizacional. Cultura das organizações. Movimentos e mudanças sociais. Globalização e relações de trabalho.
Ideologia
BIBLIOGRAFIA:
23
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
BÁSICA
IANNI, Octávio. A Sociedade Global, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2001.
SANTOS,Milton. Por uma outra globalização, Rio de Janeiro, Record, 2000.
COMPLEMENTAR
BERNARDES, Cyro. Sociologia aplicada à administração, São Paulo, Atlas, 1995.
CHAUÍ, Marilena. O que é ideologia, São Paulo. Brasiliense, 1990.
FLEURY, Maria Tereza Leme. Cultura e poder nas organizações, São Paulo, Atlas, 1996.
IANNI, Octávio. Teorias da Globalização, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1995.
MARTINS, Carlos Benedito. Que é Sociologia, Editora Brasilieinse, 57 edição 1994, 1998 e 2000
PENNAFORTE, Charles. Globalização, a nova dinâmica mundial, Rio de Janeiro, Ao Livro
Técnico, 1998.
Nome da Disciplina: METODOLOGIA CIENTIFICA
EMENTA
Conceituação geral da metodologia de pesquisa. Os tipos de pesquisa; pesquisas qualitativas e quantitativas,
exploratórias e descritivas aos estudos de caso forma de coleta de dados e tabulação e aplicações estatísticas;
normas regulamentadoras de composição dos textos e citações.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
LAKATOS, Eva Maria e MARCONi, Mariana de Andrade. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de
pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboraçã, análise e interpretação de dados. 2º ed. São paulo:
Atlas, 1990.
MATTAR, Fouze Nagib. Pesquisa de Marketing: Metodologia e planejamento. Vol. 3º ed. São paulo,1996.
COMPLEMENTAR
ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projeto de estágio e de pesquisa em administração: guia para
estágios, trabalho de conclusão de cursos, dissertações e estudo de casos. 2º ed. São Paulo:
Atlas, 1999.
Nome da Disciplina: COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL I
EMENTA:
Análise de estruturas gramaticais da língua portuguesa, partindo da comparação entre níveis de linguagem, a fim de
ampliar as possibilidades lingüísticas do aluno.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MEDEIROS, J. B. Redação Empresarial. São Paulo : Atlas, 1989.
TERRA, Ernani. Curso Prático de Gramática. São Paulo : Scipione,1996
COMPLEMENTAR
MEDEIROS, J. B. Português Instrumental. São Paulo: Atlas, 1993
ABREU, A .S.Curso de Redação. São Paulo : Ática, 1991.
CITELLI, ADILSON. Linguagem e persuasão. São Paulo : Ática, 1992.
CUNHA, Antônio Geraldo da. Dicionário etimológico - Nova Fronteira da língua Portuguesa. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 1982.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário de língua portuguesa. 31ª ed. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1985.
GARCIA, Othom. Comunicação em prosa moderna. São Paulo: FGV, 1996.
KOCH, I. G.V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989
SACCONI, LUIZ ANTÔNIO.Nossa Gramática-Teoria e Prática. São Paulo: Atual, 1997.
VANOYE, Francis. Usos da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1979.
24
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
2º SEMESTRE
Nome da Disciplina: MACROECONOMIA
EMENTA:
Modelos para economia fechada e aberta: IS-LM, Mundell-Fleming e Overshooting da taxa de câmbio. Flutuações
segundo o novo keynesianismo: Modelos com rigidez nominal e real. Flutuações segundo os novos clássicos: ciclos
reais. Inflação e política monetária: senhoriagem, jogos e modelos de reputação. Déficit, dívida pública e inflação.
Consumo e investimento sob condições de certeza.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
SIMONSEN, M. H. & CYSNE, Rubens P. Macroeconomia. São Paulo: Atlas, 1995.
VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval.(organizador). Manual de Macroeconomia: equipe de professores da
USP. São Paulo: Atlas,2000
LOPES, Luiz Martins / Vasconcellos, Marco Antonio Sandoval de. Manual de macroeconomia : nivel basico e nivel
intermediario. Atlas. 2a edição 2000.
MANKIW, Gregory. Princípios de Macroeconomia, Editora Pioneira, 1 edição 2004
AMADO, Adriana Moreira. Noções de Macroeconomia, Editora Manole, 1 edição 2003
COMPLEMENTAR
GASTALDI, J. Petrelli, Elementos de Economia Política. São Paulo: Saraiva, 2002.
BLANCHARD, O. Macroeconomia. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2004.
DORNBUSCH, R.; FISCHER, S. Macroeconomia. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 1991.
______. Macroeconomics. 7th ed. Boston: McGraw Hill, 1998, 550p.
HALL, R.; TAYLOR, J. Macroeconomia. Rio de Janeiro: Campus, 1989.
MANKIW, G. Macroeconomia. 3. ed. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 2001.
PAULANI, L.; BRAGA, M. B. A nova contabilidade social. São Paulo: Saraiva, 2000.
FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999.
Nome da Disciplina: CONTABILIDADE GERAL
EMENTA:
Conhecer conceitos básicos de contabilidade; Conhecer e desenvolver controles internos (Operacionais e
financeiros); Conhecer e identificar os resultados financeiros..
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MARION, José Carlos, IUDÍCIBÚS, Sérgio de. Curso de Contabilidade para não Contadores. Atlas,2000
Equipe dos Professores da FEA-USP. Contabilidade Introdutória. Atlas,1998
COMPLEMENTAR
LEITE, Hélio de Paula, contabilidade para administradores. São Paulo: Atlas,1997
ALMEIDA, Marcelo Cavalcante. Curso Básico de Contabilidade. Atlas
MARTINS. Eliseu. Contabilidade de Custos. Atlas
MATARAZZO, Dante Carmine. Análise Financeira de Balanços. Atlas
MARION, José Carlos. Contabilidade para Administradores. Atlas
Nome da Disciplina: TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II
EMENTA:
Organizações e ambientes, papéis e habilidades do administrador, funções organizacionais e administrativas
(planejar, organizar, coordenar, controlar e dirigir). Teoria Neoclássica, APO, Teoria Sistêmica.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. -Introdução à Teoria da Administração. 6.ª Ed., Ed. Campus: Rio de Janeiro/RJ, 2000.
COMPLEMENTAR
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru.- Introdução à Administração - 6.ª Ed. São Paulo/SP, Editora Atlas/2004
25
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
BERNADES, Cyro & MARCONDES, Reynaldo C. – Administração gerenciando organizações – 3º – Ed.São PauloEditora Saraiva/2003
ARAUJO, Luis César G. de – Teoria Geral da Administração – 1º Ed. São Paulo – Editora Atlas/2003
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru.- Teoria Geral da Administração - 2.ª Ed. São Paulo, Atlas : 2000.
ROBBINS, Stephen B. - Mudanças e perspectivas. 1.ª Edição, Ed. Saraiva, 2000.
FARIA, José Carlos.- Administração, Introdução ao estudo. 4.ª Ed. Pioneira, 1999.
MONTANA, Patrick J. e CHARNOV, Bruce H. Administração: série essencial. São Paulo. Ed. Saraiva : 1998.
DRUCKER, Peter. Introdução a Administração. Editora Thompson, 3ª edição 1998.
Nome da Disciplina: MATEMÁTICA II
EMENTA:
-Conceituar as principais funções (linear, afim, quadrática, exponencial, logarítmica e suas inversas) e suas
especificidades (domínio, imagem, continuidade, crescimento, composição de funções,etc).
-Aplicar os conceitos em situações específicas do campo da Administração, como demanda, oferta de mercado,
preço de equilíbrio, receita, custo e lucro.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MEDEIROS, Sebastião da Silva. Matemática para os cursos de economia, administração e ciências contábeis – 2
vls. 5ª ed. Atlas, 1999
SOBRINHO, José Dutra Vieira. Matemática Financeira. 7 edição. Atlas, 2000
COMPLEMENTAR
BOULOS, Paulo. Introdução ao Cálculo, Volume 1. Edgar Blucher Editora,1995
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática Financeira – Objetiva e Aplicada. 7 edição. Saraiva, 2004
GOLDSTEIN, Larry J. Matemática Aplicada a Economia Administração e Contabilidade. 8 edição.
Bookman, 2000
Nome da Disciplina: COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL II
EMENTA:
Análise de estruturas gramaticais da língua portuguesa, partindo da comparação entre níveis de linguagem, a fim de
ampliar as possibilidades lingüísticas do aluno.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MEDEIROS, J. B. Redação Empresarial. São Paulo : Atlas, 1989.
COMPLEMENTAR
TERRA, Ernani. Curso Prático de Gramática. São Paulo : Scipione,1996.
MEDEIROS, J. B. Português Instrumental. São Paulo: Atlas, 1993.
ABREU, A .S.Curso de Redação. São Paulo : Ática, 1991.
CITELLI, ADILSON. Linguagem e persuasão. São Paulo : Ática, 1992.
CUNHA, Antônio Geraldo da. Dicionário etimológico - Nova Fronteira da língua Portuguesa. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 1982.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário de língua portuguesa. 31ª ed. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1985.
GARCIA, Othom. Comunicação em prosa moderna. São Paulo: FGV, 1996.
GARCEZ, Lucilia Helena do Carmo. Técnicas de Redação. 2 edição 2004. Ed. Martins Fontes
KOCH, I. G.V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989
SACCONI, LUIZ ANTÔNIO.Nossa Gramática-Teoria e Prática. São Paulo: Atual, 1997.
VANOYE, Francis. Usos da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1979.
3º SEMESTRE
Nome da Disciplina: FILOSOFIA E ÉTICA
26
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
EMENTA:
A disciplina de filosofia, para os cursos de Administração, tem por objetivo contribuir com a formação geral do
profissional, aprofundando alguns conteúdos base das ciências humanas. Procura-se mostrar ao aluno como a
forma peculiar do pensar filosófico não é indissociável da exigência pragmática da formação do administrado
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
. Chauí, Marilena, convite à Filosofia. São Paulo. Ed. Ática. 1994.
. Sanchez Vasques, Adolfo. Ética. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 20ª ed. 2000.
. Souza, Sonia Maria Ribeiro de. Um outro olhar. São Paulo. FTD.
COMPLEMENTAR
Gallo, Sílvio, Ética e Cidadania: Caminhos da filosofia. 7ª ed. Campinas/SP., Papirus. 2000.
. Hare, R.M. A Linguagem da Moral. São Paulo. Martins fontes. 1996.
. Roitman, Ari (org). O desafio ético. Rio de Janeiro. Garamond. 2000.
. Vaz, Henrique C.L., Escritos Filosóficos IV: Introdução à Ética Filosófica 1. São Paulo. Loyola. 1999.
. SROUR, Robert Henry. Ética Empresarial. Rio de Janeiro.Civilização Brasileira/2003
Além dos textos abaixo serão utilizados, como bibliografia específica, artigos de jornal e revistas escolhidos pelo
professor.
Nome da Disciplina: MICROECONOMIA
EMENTA:
Teoria Microeconômica – conceitos básicos e definições fundamentais. A condição “coeteris paribus”. Divisão dos
tópicos de microeconomia. A oferta e a demanda e seu equilíbrio no mercado. Elasticidades. Produção e Mercado
(teoria da produção e custos). Estruturas de mercado (concorrência perfeita, imperfeita, monopólio, oligopólio).
Estrutura no mercado de fatores de produção. Teoria do Equilíbrio geral.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
FERGUSON, C. E. Microeconomia. Rio de Janeiro: Forense - Universitária, 2000.
VARIAN, R.H. Microeconomia: princípios básicos, uma abordagem moderna.Rio de Janeiro: Campus, 2000.
COMPLEMENTAR
HALL, Robert E. Microenconomia. São Paulo, Thompson Learning, 2003
WESSELS, Walter J. Microecomia. São paulo, Saraiva, 2003.
Nome da Disciplina: ESTATÍSTICA
EMENTA:
Diferenciar estatística descritiva e diferencial;Conceituar variáveis qualitativas e quantitativas, diferenciar séries de
dados; Organizar, elaborar e interpretar tabelas e gráficos; Diferenciar população e amostra; Organizar dados em
classes, construir tabelas de distribuição de freqüências; Construir e interpretar histogramas, polígonos de
freqüência e ogivas e utilizá-los para resolução de problemas ; Calcular e interpretar medidas de tendência central e
medidas de dispersão; Analisar diagrama de dispersão, conceituar análise de regressão e correlação linear, ajustar
reta aos dados, interpretar resultados.;Conceituar probabilidade de um evento, calcular probabilidades simples;
Conceituar curva de distribuição normal e ajustar a distribuição teórica à distribuição de freqüência das amostras;
Realizar pesquisa quantitativa utilizando a estatística aprendida.
Bibliografia:
BÁSICA
MARTINS, G; Donaire, D. Princípios de estatística. São Paulo: Atlas, 2000.
COMPLEMENTAR
Silva, Ermes Medeiros. Estatística, editora Atlas,1999 São Paulo
SILVER, M. Estatística para administração. Tradução Sonia Vieira; São Paulo: Atlas, 2000.
SPIEGEL, M.R. Estatística . Coleção Schaum.São Paulo McGraw. 1994.
VIEIRA, S. Elementos de estatística. São Paulo: Atlas, 1999.
27
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Nome da Disciplina: INTRODUÇÃO AO DIREITO
EMENTA:
Justiniano - 1a Greve - Tribuno da Plebe. Noções Preliminares ao estudo do Direito, Conceito e Finalidade, Divisão
do Direito. Da Lei Jurídica, Definição, Obrigatoriedade, Revogação, Das escusas de cumprimento da Lei, Da
aplicação da Lei e de sua Lacuna, Da analogia, Dos costumes, Dos princípios gerais do Direito, Da hierarquia das
normas jurídicas. Da aplicação da norma jurídica no tempo e no espaço, Da retroatividade, Do efeito imediato, Da
sobrevivência da lei antiga, Da eficácia no espaço. Direito Civil, Conceito, Sua divisão, Breve histórico do código
civil, Sujeito de Direito. Da pessoa física, Conceito, Da existência da personalidade civil, Da capacidade jurídica e de
exercício, Proteção que o Direito concede aos incapazes, Cessação da incapacidade, Casos de emancipação, Fim
da personalidade. Noções gerais de tributos. Direito de família, Do casamento, Da dissolução da sociedade conjugal
e do casamento, Do divórcio, Do parentesco, Da adoção, Da sucessão, Do direito protetor dos incapazes, Do pátrio
poder, Da tutela, Da curatela.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
DOWER, Nelson Godoy Bassil - Instituições de Direito Publico e Privado NELPA - SP - 9a Edição - 1999.
SECCO, Orlando de Almeida - Introdução ao Estudo do Direito - LUMEN JURIS - RJ - 5a Edição - 1999.
COMPLEMENTAR
TEMER, Michel - Elementos do Direito Constitucional - RT - SP - 9a Edição - 1985.
DINIZ, Maria Helena - Código Civil Anotado - Saraiva - SP - 10a Edição 1996.
DOWER, Nelson Godoy Bassil - Direito e Legislação - ATLAS - SP - 3a Edição - 1997
LYRA FILHO, Roberto. Que é Direito, Editora Brasiliense, 19 edição 2000
PINHO, Ruy Rebello. Instituições de Direito Público e Privado, Editora Atlas, 22 edição 2000-.
Nome da Disciplina: ORGANIZAÇÃO SISTEMAS E MÉTODOS
EMENTA:
Esta disciplina deverá abordar as diversas e freqüentes transformações ocorridas na área de Organização,
Sistemas e Métodos tanto nas organizações como no mercado empresarial - passado, presente e futuro privilegiando a conceituação e sua correlação com a prática, servindo de instrumento de análise e decisão para os
graduandos.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
CURY, Antônio. Organização E Métodos uma visão holistica. São Paulo. Atlas 2000.
STAR, Ralph M.Princípio de Sistemas de Informação. Rio de Janeiro: LTC – 1996.
COMPLEMENTAR
CRUZ, Tadeu. Sistemas, Organização E Métodos. São Paulo: Atlas, 1998
MORGAN, Gareth. Imagens Da Organização. São Paulo: Atlas, 1996.
Nome da Disciplina:CONTABILIDADE E CUSTOS
EMENTA:
Capacitar o estudante a implementar a Contabilidade de Custos para fins de decisão, planejamento e controle, com
uma visão orientada para como administrar custos.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1993.
COMPLEMENTAR:
HORNGREN, Charles T. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 1991. 2 v.
MATZ, Adolf et. al. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, s.d. 2v.
4º SEMESTRE
Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS
28
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
EMENTA:
Apresentar o conceito de tecnologia de produto; de processo e de gestão. Compreender as formas de avaliar o
desempenho da gestão de materiais, incluindo o processo de compra. Identificar a evolução da atividade de
compras em decorrência da evolução tecnológica. Avaliar a melhor opção para a empresa comprar ou fabricar.
Compreender o processo de compras em temas de previsão de demanda, compreender as particularidades da
aquisição de recursos patrimoniais. Avaliar o custo dos estoques nas empresas. Compreender os métodos de
avaliação de estoques. Lotes econômicos de compra e fabricação compreender os cálculos que envolvem as duas
opções e analisar as situações.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
DIAS, Marco Aurélio Pereira. Administração de Matérias: Uma abordagem logística. São Paulo: Atlas,1983
COMPLEMENTAR
MARTINS, Petronio Garcia. Administração de recursos Materiais e Patrimoniais, São Paulo, Sariava 2003
GONÇALVES, Paulo Sérgio & Schwember. Administração de estoques:Teoria e Prática. Rio de Janeiro:
Interciência, 1979.
Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E LOGÍSTICA
EMENTA:
Histórico, conceitos; estrutura da administração da produção nas empresas; planejamento e controle da produção;
modelos de controle; qualidade e produtividade dos serviços prestados.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MARTINS, Petrônio Garcia, ACT, Adm. de materiais e recursos patrimonial. São Paulo: Saraiva/2000
MOREIRA, D.A. Administração da Produção e operações. São Paulo: Pioneira, 2002.
COMPLEMENTAR
BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento, organização e logística
empresarial/trad. Elias Pereira. – 4.ed. – Porto Alegre: Bookman,2001
SLACK, N. et al. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 1996
Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA
EMENTA:
Evolução do Conceito e Administração de Marketing com visão para o século XXI. A análise de seus ambientes de
convivência. As organizações e o profissional neste contexto. O Composto de Mercadológico. As ferramentas de
Marketing e sua aplicação.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
KOTLER, Philip.- Princípios de Marketing. - São Paulo, SP - Prentice Hall 7.ª Edição, 2003
CHURCHILL, Gilbert A. e PETER, J. Paul.- Marketing: criando valores para os clientes. 2ª Edição, São Paulo, SP - Ed.
Saraiva, 2003
COMPLEMENTAR
HOOLEY, Graham J. – Estratégia de Marketing e Posicionamento competitivo – São Paulo – Prest Hall/2001
REVISTAS (seleção de artigos conforme o tema)
HSM - Management
Revista da ESPM
RAE - Revista de Administração de Empresas
EXAME
Nome da Disciplina: MATEMÁTICA FINANCEIRA
EMENTA:
Conceitos básicos de juros simples e compostos, conceitos e fundamentos em capacitação simples e compostos,
29
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
desconto, equivalência de capitais, fluxo de caixa.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MATHIAS, Washington Franco. GOMES, José Maria. “Matemática Financeira” . 2º ed. São Paulo: Atlas, 1993, 1996
e2002
VERAS, Lilia Ladeira. “Matemática Financeira”. 3a. edição. São Paulo: Atlas, 1999, 2001 e 2005
COMPLEMENTAR
PUCCINI, Abelardo de Lima. “Matemática Financeira: Objetiva e Aplicada”. 6a. edição. São Paulo: Saraiva,2001 e
2003
SAMANEZ, Carlos P. “Matemática Financeira - Aplicações à Análise de Investimentos”. Makron Books, 2002.
Nome da Disciplina: EMPREENDEDORISMO
EMENTA:
Noções de empreendedorismo x empresário; ciclo de vidas organizações; a economia empreendedora;
empreendimento sistemático; a prática do empreendedorismo; o processo inovativo e criativo; matriz CrescimentoGlobalização - os cinco modelos fundamentais; estruturas das Organizações Globais vs. Empreendedorismo;
análise da Concorrência; análise de Mercado - “SWOTS”; teoria do Comportamento do Consumidor; técnicas de
Gerenciamento em Ambientes Competitivos; processos da melhoria da qualidade e resultados.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
OLIVEIRA, Djalma Pinho Rebouças de. Estratégia Empresarial - Uma abordagem empreendedora, 2a ed. São
Paulo: Atlas, 1991
DRUCKER, Peter. Inovação e Espírito Empreendedor - Entrepreneurship. São Paulo: Pioneira, 2002 e 2003.
COMPLEMENTAR
FARRELL, Larry C. Entrepreneurship - Fundamentos das organizações empreendedoras. São Paulo: Atlas, 1993.
HAMEL, Gary; PRAHALAD, C. K. Competindo pelo Futuro, São Paulo:Campus, 1996.
Nome da Disciplina:ESPANHOL INSTRUMENTAL
EMENTA:
A língua Espanhola e os dialetos; estrutura do idioma; categorias gramáticas; processos pessoais e de tratamento;
verbos. Termos utilizados na administração.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
CASTRO. F, Marin. F, MORALES. R. Ven1 Español L Extranjera. Ed. Edelza Grupo Didasca.
LLORACH,Emilio Alargos.Grámatica da La Espanola – Madrid Espasa,2002
LAROUSSE-ESPAÑA. Gramática de Lalengua española. Larousse-España.
COMPLEMENTAR
CASTRO, F. Uso de la gramática de lalengua española, nivel intemediário Edelza Grupo Didasca – 2003
CASTRO, F. Uso de la gramática de lalengua española, nivel avançado Edelza Grupo Didasca 2002
Nome da Disciplina: DIREITO DO TRABALHO
EMENTA:
Direito Trabalho. Legislação básica e específica. Aspectos teóricos e práticos. Consolidação das Leis do Trabalho Empregador e Empregado. Relações do Direito do Trabalho. Responsabilidade da Empresa. Contratos do Trabalho,
obrigações do empregado, direitos do trabalhador, no tocante aos interesses dos administradores e
empresário/empresa, seus direitos e deveres- Diferenças entre os contratos, prazo determinado e indeterminado.
Direitos individual do trabalho e Direito Coletivo do Trabalho. Legislação Previdenciária, sistema de Seguridade
Social, Benefícios, Acidentes de Trabalho, aposentadoria.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
30
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Consolidação das leis do Trabalho – 2002
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Iniciação ao Direito Trabalho –– Editora LTR., 2002 e 2003
Vladimir Novaes. – Temas atuais de Previdência Social, 1ª edição – Ed. Ltr
COMPLEMENTAR
Manual Direito Trabalho – Magano Bueno – Ed. LTr.
Instituições de Direito do Trabalho – ARNALDO SÜSSEKIND LIMA TEIXEIRA, Vol. I e II – Edit. LTR.
Curso de Direito da Seguridade Social – Sergio Pinto Martins – Editora Atlas
Sistema de Seguridade Social – Wagner Balera – Editora LTr.
Direito Previdenciário Brasileiro, Ed. Edições Trabalhistas Ltda.;Rio de Janeiro.
Russomano, Mozart Victor. Comentários à CLT, Forense.
Carrion, Valentim. Comentários à CLT. – Ed. Saraiva
Mannrich, Nelson. A modernização do Contrato de Trabalho. Ed. Ltr.
Moraes Filho, Evaristo de Moraes, Antônio C.F. Introdução Direito Trabalho. Ed. LTr.
Comentários à Lei Básica da Previdência Social, Martinez, Wladimir Novaes, - Ed. Ltr.
TEIXEIRA, A Sussekind Lima; Instituições de Direito do Trabalho. Vol. I e II. Ed. LTR. 2003
BALERA Wagner.Sistema de Seguridade Social. Editora LTR, 2003
5º SEMESTRE
Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I
EMENTA:
Análise dos demonstrativos financeiros, permitindo avaliar a situação econômico-financeira das empresas no Brasil,
bem como a avaliação e projeção das suas necessidades de capital.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
BRAGA, Roberto. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira . São Paulo, Atlas, 1995
GITMAN, Lawrence. Princípios da Administração Financeira, São Paulo, Harbra, 1997
COMPLEMENTAR
NETO, Alexandre Assaf. Estrutura e Análise de Balanços: Um Enfoque Econômico e Financeiro,
São Paulo, Atlas, 2001
MATRAZZO, Dante. C. Análise Financeira de Balanços: Abordagem Básica e Gerencial, São Paulo, Atlas, 2001
Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
EMENTA:
Introdução ao Sistema de Informação, sistema de informação na organização, organizando dados e informações,
sistemas de informações empresariais, sistemas de informações gerenciais, sistemas de suporte a decisão,
inteligência artificial e sistemas especialista.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
COSTA, P. W. D. JAD - Joint Application Design, Rio de Janeiro: InfoBook (IBPI Press),1994.
GANE, C. e SARSON, T. Análise Estruturada de Sistemas. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1979.
COMPLEMENTAR
AUGUST, J. H. JAD – Joint Application Design, São Paulo: Makron Books,1993.
BEACK, Leland, Desenvolvimento de Software Básico, Rio de Janeiro: Campos, 1998.
BRAGA, A. Análise de Pontos de Função, Rio de Janeiro: IBPI Press, 1996.
DEMARCO,T. Análise Estruturada e Especificação de Sistemas. Rio de Janeiro: Campus,1978.
FERNANDES, A. A. Gerência de Software Através de Métricas, São Paulo: Atlas, 1995.
FORBELLONE, A, & EBERSPACHER, H. Lógica de Programação. São Paulo: Macron Books, 2000.
FURLAN, José David. Modelagem de Negócios. São Paulo: Makron Books,1996.
31
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
GANE, C. Desenvolvimento Rápido de Sistemas. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1979.
MARTIN, J. Engenharia da Informação, Introdução. Rio de Janeiro: Campus, 1991.
MARTIN, J., McCLURE , C. Técnicas Estruturadas e Case. São Paulo: Makron Books, 1991.
OLIVEIRA, J. F. Metodologia para Desenvolvimento de Projetos e Sistemas. São Paulo: Érica, 1999.
PRESSMAN, Roger S. Engenharia de Software. São Paulo: Makron Books, 1995.
PYRON, T. Aprenda em 24 horas Microsoft Project 98. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
SILVA, Nelson P. Projeto e Desenvolvimento de Sistemas. São Paulo: Érica, 1998.
YORDON, E. Administrando Técnicas de Estruturadas. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
YORDON, E. Análise Estruturada Moderna. Rio de Janeiro: Campus 1997.
YORDON, E., ARGILA, C. Análise e Projeto Orientado a Objeto. São Paulo: Makron Books, 1999,
Nome da Disciplina: ESTRUTURA E ANÁLISE DE BALANÇO
EMENTA:
Capacitar os alunos a entender os aspectos estruturais das demonstrações contábeis e preparar os dados de modo
a transformá-los em informações para tomada de decisão nas diversas áreas em que se empregam as técnicas
estudadas durante o curso.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
ASSAF Neto, Alexandre - Estrutura e Análise de Balanços - São Paulo – Atlas, 1998, 1999 e 2002
MATARAZZO, Dante Carmine - Análise Financeira de Balanços - Abordagem Básica e Gerencial - São Paulo Editora Atlas - Livro Texto e Livro de Exercícios, 1995, 1998 e 2003
COMPLEMENTAR:
SILVA, José Pereira - Análise Financeira das Empresas - São Paulo - Atlas
IUDÍCIBUS, Sérgio de - Análise de Balanços - São Paulo – Atlas
Nome da Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL
EMENTA:
Estudos da língua inglesa com ênfase no desenvolvimento de habilidade letiva, conversação e compreensão, da
rotina das atividades administrativas discussão de temas e análise de textos técnicos.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MUNHOZ, Rosângela, Inglês Instrumental: estratégias de Leitura, módulo I,Textonovo: Testonovo Editora,2002
EVANS, David, Powerbase – Beginner: internacional english for working adults, Longman: Pearson Education
Limited,1998
COMPLEMENTAR
Faram, Chris, Powerbase – Beginner – Study Book: Internacional english for working adults, Longman: Pearson
Education Limited.
Jacobs,Michael. Como não falar Inglês
Dicionário Password
MURPHY, Raymond, (1993), Essential Grammar in Use (Basic/Elementary), Cambridge: Cambridge University
Press.
Dicionário Oxford Escolar para Estudantes Brasileiros – Oxford: Oxford University Press.
Nome da Disciplina: METODOLOGIA DA PESQUISA
EMENTA:
Pesquisa qualitativas e quantitativas, exploratória e descritivas aos estudos de caso forma de coleta de dados e
tabulação e aplicações estatísticos; normas regulamentadora de composição dos textos e citações.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MATTAR, Fouze Nagib. Pesquisa de Marketing: Metodologia e planejamento. Vol. 3º ed. São Paulo,1996.
32
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Mariana de Andrade. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de
pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 2º ed. São Paulo:
Atlas, 1999 e 2002
COMPLEMENTAR
ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projeto de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalho
de conclusão de cursos, dissertações e estudo de casos. 2º ed. São Paulo: Atlas, 1999.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo, Saraiva, 2005.
Nome da Disciplina: LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
EMENTA:
Necessidades econômicas; execução, receita e despesa pública; sistemas tributárias, limitações e poder de tributos;
lançamento e crédito tributário; espécie dos tributos federais, estaduais e municipais.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
DENARI, S. Censo de Direitos Tributário. São José dos Campos. UNIVAP ICSA, 1ª ed. Ed. Forense: São
Paulo,1998.
COMPLEMENTAR
Código Tributário Nacional: Saraiva,2000
FABRETE, A . Laudio – código tributário nomianal comentado: Atlas,2003
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário; São Paulo: Malheiros,2003.
6º SEMESTRE
Nome da Disciplina:ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA II
EMENTA:
Esta disciplina deverá abordar as diversas (e freqüentes) transformações ocorridas na área de Administração
Financeira e Orçamentária nas organizações como no mercado empresarial - passado, presente e futuro privilegiando a conceituação e sua correlação com a prática, servindo de instrumento de análise e decisão e gestão
dos negócios para os graduandos.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
DI AGUSTINI, Carlos Alberto. Capital de Giro. São Paulo: Atlas, 1996
SANVICENTE, Antônio Zoratto. Administração Financeira. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1997.
COMPLEMENTAR
METHA, Dileep R. ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. São Paulo: Atlas, 1978.
BRAGA, Roberto. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira. São Paulo: Atlas,1991.
MARTINS, Eliseu, ASSAF NETO, Alexandre. Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2000.
Nome da Disciplina: GESTÃO DE PESSOAS
EMENTA:
Diferentes áreas da administração de recursos humanos. Identificação dos diversos fatores que concorrem para
eficiência dos recursos humanos nas organizações. Abordagens alternativas as teorias de recursos humanos;
análise das técnicas de gestão de pessoas e o papel dos responsáveis pelo capital humano.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos. Ed. Campacta 4º Ed. São Paulo. Atlas, 1997.
GIL, Antonio Carlos. Administração de Recursos Humanos um Enfoque Profissional. 1º Ed. Atlas, 1996.
COMPLEMENTAR
AQUINO, Cleber Pinheiros de. Administração de Recursos Humanos uma Introdução. 1º Ed. Atlas.1991.
ARMSTRONG, Michel. Estratégia para Administração de Recursos Humanos - Uma Abordagem de Administração
33
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Total 1º Ed. Atlas.
Nome da Disciplina: GESTÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS
EMENTA:
Identificação da oportunidade, concepção e elaboração do projeto de negócios, critérios e técnicas de avaliação do
retorno e do senso; implantação e plano de organização; atividades de controle; as pessoas nas pequenas
empresas; legislação seus projetos específicos; a fase da gestação, da resistência e crescimento das empresas, o
foco dos negócios industria-serviço, comércio-serviço e serviço-serviço; relações com instituições financeiras e
canais de captação de recursos; a comunicação na pequena e média empresa; e postura do proprietário, os
problemas da sucessão; o dilema do crescimento.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
DEGEN, R. O Empreendedor – Fundamentos da iniciativa e Supresarial. Ed. Mcgrow – Hill, São Paulo,1989
COMPLEMENTAR
BERNARDES, C. & MARCONDES, R. C. – Criando empresa para o sucesso, São Paulo, Abel.
REJNIK, P. A Bíblia da pequena empresa – Makron Books, São Paulo, 1988
SANTOS, S. A – Criação de empresas de Alta Tecnologia: Capital de risco e os bancos de desenvolvimentos. São
Paulo: Pioneira.
Nome da Disciplina: TÓPICOS AVANÇADOS DE ADMINISTRAÇÃO
EMENTA:
Os novos modelos de empresas. Benchmarking. Novas ferramentas de administração. Terceiro Setor.
Empreendedorismo; responsabilidade social; inoinovação e tecnologia; novas relações capital/trabalho; ética.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
DRUCKER, Peter. Administração em Tempos Turbulentos. 1. ed. São Paulo: Pioneira, 1991.
COMPLEMENTAR
PETERS, T.J. & WATERMAN, R.H. In search of excellence: Lessons from America’s Best-Run Companies. New
York: Harper & Row, 1982.
VASCONCELLOS, Eduardo & HEMSLEY. Estrutura das organizacoes: Estruturas tradicionais, estruturas para
inovacao e estrutura matricial, 2ª ed. São Paulo: Pioneira, 1989.
DRUCKER, Peter. 50 CASOS REAIS DE ADMINISTRACAO, 1ª ed. São Paulo: Pioneira , 1993.
______________. FATOR HUMANO E DESEMPENHO. 1ª ed. São Paulo: Pioneira, 1996.
______________. O LIDER DO FUTURO. 1ª ed. São Paulo: Futura, 1996.
______________. SOCIEDADE POS-CAPITALISTA. 1ª ed. São Paulo: Pioneira, 1996.
STERN,
Gery. TERCEIRO SETOR – Ferramenta de auto-avaliação para empresas. São
Paulo: Futura, 2001.
Nome da Disciplina: ESTRATÉGIA EMPRESARIAL
EMENTA:
Conceitos preliminares, diagnóstico estratégico, missão da empresa, objetivos e desafios empresariais, estratégias
e políticas empresariais, estratégias e políticas empresariais, controle e avaliação e implantação de negócios.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
Estratégia Empresarial e Vantagem Competitiva – Oliveira, Djalma P.R., Ed.Atlas, 2001
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de – Planejamento Estratégico – Conceitos, Metodologia, Práticas – Editora
Atlas SA, 1995, 2002 e 2003 PORTER, M.E. Técnicas para análise da indústria e da competitividade – Rio de
Janeiro, Campus,1986.
COMPLEMENTAR
34
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Estratégia Competitiva – Porter, Michael, Editora Campus, 1.980
Safári de Estratégia – Mintzberg, Henry e outros, Bookman Companhia Ed, 1.999
Administração Estratégica – Hitt , Michael e outros. Ed. Pioneira, 2.002
Planejamento Estratégico – Oliveira, Djalma P.R., Ed.Atlas, 2.001
What’s Strategy (artigo)– Porter Mich ael. Harvard Business Review, Nov/Dec 1.996
Annual Editions: Entrepreneurship – Price, Robert, McgraW-Hill/Dushkin 2.002
HAMEL, Gary & Prahalad C. K., Competindo pelo futuro: estratégia inovadoras para obter o controle de seu setor e
criar o mercado de amanhã: Rio de Janeiro,1995.
MINTZBERG, Henry; Safari de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégia: um roteiro pela selva do
planejamento estratégico: Porto alegre: Bookmam,1998.
7º SEMESTRE
Nome da Disciplina: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
EMENTA: Competitividade; Valor Agregado,;Análise SWOT; Análise da Indústria; Elaboração de um planejamento
estratégico; Balanced Scorecard
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
ISNARD R, Martinho Manual de Planejamento Estratégico, 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2003
COMPLEMENTAR
HITT, Michael ª; IRELAND, R. Duane; HOSKISSON, Robert E. Administração Estratégica. São Paulo: Thomson
Pioneira: 2005
WRIGHT, Peter. Administração Estratégica – Conceitos. São Paulo: Atlas, 2000
CERTO, Samuel. Administração estratégica. 2ª ed. São Paulo: Makron Books, 2005
PORTER, Michael Estratégia Competitiva – São Paulo: Campus, 1.980
Nome da Disciplina: ÉTICA PROFISSIONAL
EMENTA:
Ética: origens, tradições éticas, teorias morais, responsabilidade. Ética na sociedade e nas organizações. Mito do
lucro versus responsabilidade social.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
PLATÃO. Político (Diálogo). São Paulo: Nova Cultural, 1987 (col. Os Pensadores)
ROUSSEAU. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. São paulo. Abril, 1988.
COMPLEMENTAR
HEGEL, G. W. F. O Sistema da Vida Ética. Trad. Arthur Mourão, Lisboa: Edições 70, 1990.
NALINI, José Renato. Ética Geral e profissional. Revista dos tribunais, 2001.
SANCHEZ VASQUEZ, Adolfo. Ética. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2003.
Nome da Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL
EMENTA:
Direito Comercial. Legislação básica e específica. Aspectos teóricos e práticos. Sociedades - Tipos e relevâncias.
Direito do Consumidor sob o aspecto empresarial. Responsabilidade do Contabilista. Contratos e obrigações
aplicados ao direito civil e comercial, no tocante aos interesses do contabilista e empresário/empresa- Diferenças
entre os contratos. Direitos e obrigações do empresário, contabilista e atividades afins. Direito de Concorrência e
Propriedade Industrial. Títulos de Crédito - Garantias. Falência e Concordata.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA:
COELHO, Fábio Ulhoa - Manual de Direito comercial - Editora Saraiva, 16 edição 2005
GRECO FILHO, Vicente – Direito Processual Civi – 3Vols- Ed. Saraiva – edição 2003
35
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
BRASIL, Leis. Código Comercial Universitário - Ed. Saraiva – 19 edição 2004
Novo Código Civil. São Paulo, Saraiva, 2005.
COMPLEMENTAR:
COELHO, Fábio Ulhoa - Curso de Direito Comercial ,Vols. I a III - Ed. Saraiva – edição 2005
DINIS, Maria Helena - Curso de Direito Civil Brasileiro – 7 Vols - Ed. Saraiva,
RODRIGUES, Silvio. - Direito Civil – 5 Vols Ed. Saraiva,
Nome da Disciplina: Orientação de TCC e Estágio.
EMENTA:
Preparar, fomentar conhecimento, apresentar técnica de metodologia cientifica.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
GILBERTO DE ANDRADE MARTINS E ALEXANDRE LINTZ: GUIA PARA ELABORACÃO DE
MONOGRAFIAS E TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO - ATLAS
MARINA DE ANDRADE MARCONI E EVA MARIA LAKATOS - METODOLOGIA CIENTÍFICA - ATLAS
COMPLEMENTAR
ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projeto de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalho
de conclusão de cursos, dissertações e estudo de casos. 2º ed. São Paulo: Atlas, 1999.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo, Saraiva, 2005.
Nome da Disciplina: ESTUDOS DE CASOS DE GESTÃO I
EMENTA: Ementa: Aplicação de gestões de administração geral, da gestão de pessoas, do marketing, do âmbito
financeiro,da organização da produção etc.
BIBLIOGRAFIA:
Não há bibliografia especifica, serão utilizados casos diversos extraídos da literatura acadêmica, nos diversos
campos de atuação, assim como, matérias publicadas em revistas especializadas, discutidos com base em livros de
administração e conceitos estudados das várias disciplinas do curso.
Nome da Disciplina: Novas Tecnologias de Gestão I.
EMENTA:
Gestão Conhecimento; Gestão do Clima Organizacional e Gestão por processos.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
ANTUNES, Jr. J. A., CAULLIRAUX, H. E. Neves. A Organização por Procssos. Grupo de Produção
Integrada/COPPE-EE/UFRJ, SAP. São Paulo: Universe, 1998.
BARÇANTE, Luiz César e CASTRO, Guilherme Caldas de. Ouvindo a voz do cliente interno. Rio de Janeiro,
Qualitymark, 1995.
BOWDITCH, James L; BUONO, Anthony F. Elementos do comportamento organizacional. São Paulo: Pioneira,
1992.
COMPLEMENTAR
CRUZ, T. Sistemas, Métodos & Processos: administrando organizações por meio de processos de negócios. São
Paulo: Atlas, 2003.
DAVIS, K; NEWSTROM. J. W. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem organizacional. São Paulo:
Pioneira, 1996.
HAMEL, G. e PRAHALAD, C.K. Competindo pelo Futuro: estratégias para obter o controle do seu setor e criar os
mercados de amanhã. Rio de Janeiro: Campus,1997.
8º SEMESTRE
36
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Nome da Disciplina: ECONOMIA INTERNACIONAL
EMENTA:
Conceitos básicos de economia internacional. Abordagens analíticas do comércio internacional. Principais políticas
econômicas. Organizações e instituições do comércio internacional. Integração Regional: blocos econômicos.
Balanço de Pagamentos. Organismos do sistema financeiro internacional
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MAIA, Jayme de Mariz. Economia Internacional e Comércio Exterior. São Paulo: Atlas, 2001. SILVA, César R. Leite
da & Maria Auxiliadora. Economia Internacional. São Paulo: Saraiva, 2000. KENEN, Pete B. Economia
Internacional. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
GASTALDI, J. Petrelli, Elementos de Economia Política. São Paulo: Saraiva, 2002.BEÇAK, Peggy. MERCOSUL Uma experiência de Integração Regional. São Paulo: Contexto, 2000.
COMPLEMENTAR
FOSCHETE, Mozart. Relações Econômicas Internacionais. São Paulo: Aduaneiras, 1999.
LOPEZ, José Manoel C. & GAMA, Marilza. Comércio Exterior Competitivo. São Paulo: Aduaneiras, 2005.
RATTI, Bruno. Comércio Internacional e Câmbio. São Paulo: Aduaneiras,1998
Nome da Disciplina: GESTÃO DE COMPETÊNCIAS ORGANIZACIONAIS
EMENTA:
Serão apresentadas as definições de competências, gestão por competências e sua aplicabilidade, o mapeamento
de competências e seleção por competências, os métodos de avaliação e investigação de técnicas de
desenvolvimento da competências específicas, técnicas e essências.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
DUTRA, Joel Souza. Gestão por Competências. São Paulo, Editora Gente, 2001.
FLEURY, Maria Tereza Lema. Estratégias Empresariais e Formação de Competências. São Paulo, Editora Atlas,
2004.
COMPLEMENTAR
RABAGLIO, Maria Odete. Seleção por Competências. São Paulo, Educator Editora, 2001.
REZENDE, Enio. O Livro das Competências. São Paulo, Qualitymark Editora, 2000.
Nome da Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II
EMENTA: Ementa: Integração ao meio profissional. Vivência no ambiente organizacional. Abordagem de problemas
dentro de uma perspectiva cientifica e tecnológica com aplicação de metodologias, técnicas e ferramentas, típicas
do profissional de Administração de Empresas.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA:
MARCONI, Marina de Andrade e LAKATOS, Eva Maria – Técnica de pesquisa:planejamento e execução de
pesquisas, amostragem e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados.-São Paulo:Atlas,
2002.
COMPLEMENTAR
ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projeto de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalho
de conclusão de cursos, dissertações e estudo de casos. 2º ed. São Paulo: Atlas, 1999.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo, Saraiva, 2005.
Nome da Disciplina: TÓPICOS AVANÇADOS DE MARKETING
EMENTA: Marketing Empresarial; Criação de Valor; Internet; Fidelização; One to One; Marketing on Line; B2B;
Análise de Mercado: Gerenciamento do Relacionamento, Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos;
37
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Antropomarketing; Buzz Marketing.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
CHURCHILL, Gilbert A. e PETER, J. Paul.- Marketing: criando valores para os clientes. 2ª Edição, São Paulo, SP - Ed.
Saraiva, 2003
COMPLEMENTAR
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Administração de Marketing Conceitos, Planejamento e Aplicações a Realidade
Brasileira. São Paulo: Atlas
Nome da Disciplina: ESTUDOS DE CASOS DE GESTÃO I
EMENTA: Ementa: Aplicação de gestões de administração geral, da gestão de pessoas, do marketing, do âmbito
financeiro,da organização da produção etc.
BIBLIOGRAFIA:
Não há bibliografia especifica, serão utilizados casos diversos extraídos da literatura acadêmica, nos diversos
campos de atuação, assim como, matérias publicadas em revistas especializadas, discutidos com base em livros de
administração e conceitos estudados das várias disciplinas do curso.
Optativa
Nome da Disciplina: Libras
Ementa: Proporcionar aos alunos o ensinamento da linguagem dos deficientes auditivos, cultura e
sociedade, englobando os estudos sobre a linguagem e a língua de sinais. Fundamentos da educação
de surdos. História da educação dos surdos. Língua Brasileira de Sinais. Fonética e Fonologia.
Morfologia. Escrita de Sinais. Lingüística aplicada ao Ensino de Línguas. Sintaxe. Aquisição da
Linguagem. Sociolingüística. Ensino de língua materna. Semântica e Pragmática.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Elisabete Crepaldi de. Atividades ilustradas na atividade das libras. Rio de Janeiro:
Revinter, 2004.
SOUZA, Regina Maria de. Educação de surdos. Rio de Janeiro: Summus, 2007.
QUADROS, Ronice M. de ; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira: estudos
lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2003.
Bibliografia Complementar:
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria D. Enciclopédia da Língua de Sinais Brasileira.
Vols. 01 e 08. São Paulo: EDUSP, 2005.
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria D. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngüe:
língua de sinais brasileira. São Paulo: EDUSP, 2002. v.1.
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria D. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngüe:
língua de sinais brasileira. São Paulo: EDUSP, 2002. V.2.
BOTELHO, Paula. Linguagem e letramento na educação dos surdos. São Paulo: Autentica, 2002.
SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. 14.ed. São Paulo: Ática, 1996
4.5 Matriz Curricular válida para alunos matriculados no primeiro semestre de 2009, aprovada pelo colegiado na
reunião realizada em 29 e 30 de janeiro de 2009.
1º PERÍODO
Disciplina
Teoria Geral da Administração
Comunicação e Expressão
CH
72
72
38
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Empreendedorismo
Perfil Profissional
Economia
Atividades Complementares
Total do Semestre
72
72
72
60
420
2º PERÍODO
Disciplina
Instituições do Direito Público e Privado
Redação Empresarial
Elementos da Contabilidade
Matemática Básica
Elementos da Administração
Atividades Complementares
Total do Semestre
CH
72
72
72
72
72
60
420
3º PERÍODO
Disciplina
Matemática Avançada
Macroeconomia
Desenho Organizacional
Filosofia e Ética
Direito Empresarial
Sociologia
Psicologia
Atividades Complementares
Total do Semestre
CH
72
72
36
36
72
36
36
60
420
4º PERÍODO
Disciplina
Microeconomia
Administração Mercadológica
Administração Financeira
Estatística Básica
Direito Tributário
Atividades Complementares
Total do Semestre
CH
72
72
72
72
72
60
420
5º PERÍODO
Disciplina
Metodologia da Pesquisa Científica
Adm. de Rec. Mat. Patr.
Orçamento, Planejamento e Controle
Contabilidade de Custos
Estatística Aplicada
Administração e Formação de Preços
CH
36
36
72
72
72
36
39
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Adm. de Produção e Logística
Atividades Complementares
Total do Semestre
36
60
420
6º PERÍODO
Disciplina
Gestão de Pessoas
Adm. Sistema de Informações
Legislação Trabalhista
Gestão de Pequenas e Médias Empresas
Tópicos Avançados de Administração
Estágio Supervisionado I
Total do Semestre
CH
72
72
72
72
72
100
460
7º PERÍODO
Disciplina
Orientação de Trabalho de Conc. Curso I
Estratégia Empresarial
Análise das Demonstrações Contábeis
Gestão de Marketing
Jogos de Empresas
Disciplina Optativa
Estágio Supervisionado II
Total do Semestre
CH
72
72
72
72
36
36
100
460
8º PERÍODO
Disciplina
Economia Internacional
Orientação de Trabalho de Conc. Curso II
Elaboração e Desenvolvimento de Projetos
Disciplina Optativa
Administração Estratégica
Mercado Financeiro e de Capitais
Estágio Supervisionado III
Total do Semestre
CH
72
72
36
36
72
72
100
460
Disciplinas Optativas
Disciplina
Libras
Gestão de RH
Logística de Distribuição
Marketing de Varejo
Marketing Internacional
CH
36
36
36
36
36
Ementas e Bibliografia Básica e Complementar
40
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Ementas e Bibliografia Básica e Complementar
1º SEMESTRE
Nome da Disciplina: ECONOMIA
EMENTA:
Apresenta os conceitos fundamentais de Economia. A Lei da Escassez. Problemas de natureza Econômica. Curva
de possibilidades de produção e Custos de oportunidade. O Sistema Econômico. Funcionamento de uma Economia
de Mercado. Evolução da Ciência Econômica (a Escola Clássica, o Marxismo, o Keynesianismo) - conceitos básicos
e definições fundamentais. Teoria elementar da demanda. Teoria elementar da oferta. Estruturas de mercado
(concorrência perfeita, monopólio, concorrência monopolista e oligopólio). Organização Industrial.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. 20.ed. São Paulo: Atlas, 2006.
SILVA, César Roberto Leite; SINCLAYR, Luiz. Economia e mercados: introdução à economia. 18. ed. São Paulo:
Saraiva, 2001.
PINHO, Diva Benevides; VASCONCELLOS, Marco Antônio (org.). Manual de economia: equipe de professores da
USP. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
COMPLEMENTAR:
FERGUSON, C. E. Microeconomia. 20.ed. Rio de Janeiro: Forense universitária, 2003.
VARIAN, Hal R. Microeconomia: princípios básicos. 6.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2006.
PINDICK, Robert S.; Rubinfeld, Daniel L. Microeconomia. 5.ed. São Paulo, Makron Books, 2002.
WESSELS, W. J. Microeconomia: teoria e aplicações. São Paulo: Saraiva, 2002.
MANKIW, N. G. Introdução à Economia. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2006.
CARVALHO, Maria Auxiliadora. Economia Internacional. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Nome da Disciplina:TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO
EMENTA:
Administração: História, Conceitos; Funções do Administrador; Primórdios da Administração; A Escola Clássica:
Administração Científica e Clássica; FORD; Escola de Relações Humanas; Burocracia.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria da administração. 6.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Pioneira, 2008.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 5.ed.
São Paulo, Atlas: 2005.
COMPLEMENTAR
BERNARDES, Cyro. Teoria geral da administração: gerenciando organizações. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
STONER, James A.; FREEMAN, R. Edward. Administração. 5.ed. São Paulo: Printice-Hall do Brasil, 1999.
MONTANA, Patrick J.; CHARNOV, Bruce H. Administração: série essencial. 2.ed. São Paulo. Ed. Saraiva: 2005.
ROBBINS, Stephen B. Mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2002.
FARIA, José Carlos. Administração, Introdução ao estudo. 4.ed. São Paulo: Pioneira, 1999.
Nome da Disciplina: COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
EMENTA:
Análise de estruturas gramaticais da língua portuguesa, partindo da comparação entre níveis de linguagem, a fim de
ampliar as possibilidades lingüísticas do aluno.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
41
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
MEDEIROS, J. B. Redação empresarial. 4.ed. São Paulo : Atlas, 2005.
TERRA, Ernani. Curso prático de gramática. 4.ed. São Paulo: Scipione, 2002.
MEDEIROS, J. B. Português instrumental. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2005.
COMPLEMENTAR
ABREU, Antônio Soarez. Curso de redação. 12.ed. São Paulo : Ática, 2005.
CITELLI, Adilson. Linguagem e persuasão. 15.ed. São Paulo : Ática, 2007.
CUNHA, Antônio Geraldo da. Dicionário etimológico: nova fronteira da língua portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 2010.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário de língua portuguesa. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 2004.
GARCIA, Othom. Comunicação em prosa moderna. 25.ed. São Paulo: FGV, 2010.
VANOYE, Francis. Usos da linguagem. 12.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
Nome da Disciplina: EMPREENDEDORISMO
EMENTA:
Noções de empreendedorismo x empresário; ciclo de vidas organizações; a economia empreendedora;
empreendimento sistemático; a prática do empreendedorismo; o processo inovativo e criativo; matriz CrescimentoGlobalização - os cinco modelos fundamentais; estruturas das Organizações Globais vs. Empreendedorismo;
análise da Concorrência; análise de Mercado - “SWOTS”; teoria do Comportamento do Consumidor; técnicas de
Gerenciamento em Ambientes Competitivos; processos da melhoria da qualidade e resultados.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
DRUCKER, Peter. Inovação e espírito do empeendedor: entrepreneurship. São Paulo: Pioneira, 2005.
Empreendedorismo além do plano de negócio. São Paulo: Atlas, 2005.
DEGEN, Ronald. O empreendedor: fundamentos da iniciação empresarial. São Paulo: Makron, 2005.
COMPLEMENTAR
DORNELAS, José Carlos de Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro:
Campus, 2009.
HAMEL, Gary; PRAHALAD, C. K. Competindo pelo Futuro. São Paulo:Campus, 1995.
RAMOS. Fernando Henrique. Empreendedores: histórias de sucesso. São Paulo: Saraiva, 2005.
Nome da Disciplina: PERFIL PROFISSIONAL
BÁSICA
QUEIROS, C. As competências das pessoas: potencializando os seus talentos. 2.ed. São Paulo: DVS, 2008.
DUTRA, Joel Souza. Gestão por competências. São Paulo: Gente, 2001.
DUCKER, Peter F. Administrando em tempos de grandes mudanças. São Paulo: Pioneira, 2002.
COMPLEMENTAR
COVEY, Stephen. O 8º Hábito: da Eficácia à Grandeza. São Paulo: Elsevier, 2005
FLEURY, Maria Tereza Lema. Estratégias empresariais e formação de competências. São Paulo, Editora Atlas,
2010.
REZENDE, Enio. O livro das competências. São Paulo, Qualitymark Editora, 2003.
DRUCKER, Peter F. Administrando para obter resultados: managing for results. São Paulo: Thonson, 2003.
DRUCKER, Peter F. Fator humano e desempenho: o melhor de Peter F. Drucker sobre administração. São Paulo:
Pioneira, 2002.
2º SEMESTRE
Nome da Disciplina: MATEMÁTICA BÁSICA
42
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
EMENTA:
-Conceituar porcentagem como razão entre duas grandezas, calcular e determinar porcentagens em situações
concretas, calcular descontos e acréscimos simples e acumulados.
- Realizar as operações fundamentais com os números naturais, inteiros, racionais (na forma fracionária e decimal)
e reais.
-Ler, interpretar e utilizar representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões, equações) relativas a
situações concretas, tendo em vista a formação do conceito de função.
-Identificar alguns tipos de função através da análise de tabelas, gráficos ou de equações em situações concretas.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para os Cursos de Economia, Adm e CCO. 4 ed. São Paulo: Atlas,
2008
SILVA, Sebastião Medeiros. Matemática para os cursos de: economia, administração e ciências contábeis. São
Paulo: Atlas, 2008.
BOULOS, Paulo. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Makron, 2006. V.1.
COMPLEMENTAR:
FLEMMING, D. M. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. São Paulo: Makron, 2006.
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática Financeira: objetiva e aplicada. 7 edição. Saraiva, 2006.
ÁVILA, Geraldo. Cálculo: das funções de uma variável. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
VERAS, Lilia Ladeira. Matemática Aplicada a Economia. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2007.
SOBRINHO, José Dutra Vieira. Matemática Financeira. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 0
BOULOS, Paulo. Introdução ao Cálculo. São Paulo: Edgar Blucher, 2005. V.1.
Nome da Disciplina: Elementos da Contabilidade
EMENTA:
Conhecer conceitos básicos de contabilidade; Conhecer e desenvolver controles internos (Operacionais e
financeiros); Conhecer e identificar os resultados financeiros..
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MARION, José Carlos, IUDÍCIBÚS, Sérgio de. Contabilidade básica. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2009. 3 CIV
Equipe dos Professores da FEA-USP. Contabilidade Introdutória. São Paulo: Atlas, 2008. 11
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. São Paulo: Atlas, 2006. 23
COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Marcelo Cavalcante. Curso Básico de Contabilidade. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 0
MATARAZZO, Dante Carmine. Análise financeira de balanços. São Paulo: Atlas, 2006. 12
MARION, José Carlos, IUDÍCIBÚS, Sérgio de. Curso de Contabilidade para não Contadores. Atlas, 2000. 16
LEITE, Hélio de Paula. Contabilidade para administradores. São Paulo: Atlas,1997. 12
Nome da Disciplina: Elementos da Administração
EMENTA:
Organizações e ambientes, papéis e habilidades do administrador, funções organizacionais e administrativas
(planejar, organizar, coordenar, controlar e dirigir). Teoria Neoclássica, APO, Teoria Sistêmica.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria da administração. 6.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 22
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à Administração. 6.ed. São Paulo, 2010. 1
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2005. 17
43
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
COMPLEMENTAR
MOTTA, Fernando C. Prestes; VASCONCELOS, Isabella F. Gouveia. Teoria geral da administração. São Paulo:
Pioneira, 2006. 10
DRUCKER, Peter. Introdução a Administração. 3.ed. São Paulo: Editora Thompson, 2006. 10
MONTANA, Patrick J.; CHARNOV, Bruce H. Administração: série essencial. São Paulo. Ed. Saraiva, 2005. 7
BERNADES, Cyro; MARCONDES, Reynaldo C. Teoria geral da administração: gerenciando organizações. 3.ed.
São Paulo: Editora Saraiva, 2006. 1
ARAUJO, Luis César G. de. Teoria geral da administração. São Paulo: Atlas, 2003.
Nome da Disciplina: Instituições do Direito Público e Privado
EMENTA:
Justiniano - 1a Greve - Tribuno da Plebe. Noções Preliminares ao estudo do Direito, Conceito e Finalidade, Divisão
do Direito. Da Lei Jurídica, Definição, Obrigatoriedade, Revogação, Das escusas de cumprimento da Lei, Da
aplicação da Lei e de sua Lacuna, Da analogia, Dos costumes, Dos princípios gerais do Direito, Da hierarquia das
normas jurídicas. Da aplicação da norma jurídica no tempo e no espaço, Da retroatividade, Do efeito imediato, Da
sobrevivência da lei antiga, Da eficácia no espaço. Direito Civil, Conceito, Sua divisão, Breve histórico do código
civil, Sujeito de Direito. Da pessoa física, Conceito, Da existência da personalidade civil, Da capacidade jurídica e de
exercício, Proteção que o Direito concede aos incapazes, Cessação da incapacidade, Casos de emancipação, Fim
da personalidade. Noções gerais de tributos. Direito de família, Do casamento, Da dissolução da sociedade conjugal
e do casamento, Do divórcio, Do parentesco, Da adoção, Da sucessão, Do direito protetor dos incapazes, Do pátrio
poder, Da tutela, Da curatela.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
DOWER, Nelson Godoy Bassil. Instituições de Direito Publico e Privado. São Paulo: Editora Saraiva, 2008.
SECCO, Orlando de Almeida. Introdução ao Estudo do Direito. Rio de Janeiro: LUMEN JURIS, - 2002.
TEMER, Michel. Elementos do Direito Constitucional. São Paulo: RT, 2010.
COMPLEMENTAR
FERRAZ JUNIOR, T. Introdução ao Estudo do Direito: técnica, decisão e dominação. São Paulo: Atlas, 6 ed. 2008.
MONTORO, André Franco. Introdução à ciência do direito. 28 ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2005.
REALE, M. Lições Preliminares de Direito. São Paulo: Saraiva, 27 ed. 2009.
TELLES JUNIOR, Goffredo. Iniciação na ciência do direito. 4 ed. São Paulo: Saraiva, 2007.
MARTINAS, Sergio Pinto. Instituição de Direito Publico e Privado. 6ªa ed. São Paulo: Atlas, 2006
Nome da Disciplina: REDAÇÃO EMPRESARIAL
EMENTA:
Análise de estruturas gramaticais da língua portuguesa, partindo da comparação entre níveis de linguagem, a fim de
ampliar as possibilidades lingüísticas do aluno.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MEDEIROS, J. B. Redação Empresarial. São Paulo : Atlas, 1989.
TERRA, Ernani. Curso Prático de Gramática. São Paulo : Scipione,1996.
CITELLI, ADILSON. Linguagem e persuasão. São Paulo : Ática, 1992.
COMPLEMENTAR
MEDEIROS, J. B. Português Instrumental. São Paulo: Atlas, 1993.
ABREU, A .S.Curso de Redação. São Paulo : Ática, 1991.
CUNHA, Antônio Geraldo da. Dicionário etimológico - Nova Fronteira da língua Portuguesa. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 1982.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário de língua portuguesa. 31ª ed. Rio de Janeiro: Nova
44
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Fronteira, 1985.
GARCIA, Othom. Comunicação em prosa moderna. São Paulo: FGV, 1996.
GARCEZ, Lucilia Helena do Carmo. Técnicas de Redação. 2 edição 2004. Ed. Martins Fontes
SACCONI, LUIZ ANTÔNIO.Nossa Gramática-Teoria e Prática. São Paulo: Atual, 1997.
VANOYE, Francis. Usos da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1979.
3º SEMESTRE
Nome da Disciplina: FILOSOFIA E ÉTICA
EMENTA:
A disciplina de filosofia, para os cursos de Administração, tem por objetivo contribuir com a formação geral do
profissional, aprofundando alguns conteúdos base das ciências humanas. Procura-se mostrar ao aluno como a
forma peculiar do pensar filosófico não é indissociável da exigência pragmática da formação do administrado
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
Chauí, Marilena, convite à Filosofia. São Paulo. Ed. Ática. 1994.
SROUR, Robert Henry. Ética Empresarial. Rio de Janeiro.Civilização Brasileira/2003
NATALINI, José Renato. Ètica geral e profissional. São Paulo: RT, 2009.
COMPLEMENTAR
ALONSO, Augusto Hortal. Ética das Profissões. São Paulo: Loyola. 2006’
Gallo, Sílvio, Ética e Cidadania: Caminhos da filosofia. 7ª ed. Campinas/SP., Papirus. 2002.
Vaz, Henrique C.L., Escritos Filosóficos IV: Introdução à Ética Filosófica 1. São Paulo. Loyola. 1999.
Roitman, Ari (org). O desafio ético. Rio de Janeiro. Garamond. 2000.
Nome da Disciplina: MACROECONOMIA
EMENTA:
Modelos para economia fechada e aberta: IS-LM, Mundell-Fleming e Overshooting da taxa de câmbio. Flutuações
segundo o novo keynesianismo: Modelos com rigidez nominal e real. Flutuações segundo os novos clássicos: ciclos
reais. Inflação e política monetária: senhoriagem, jogos e modelos de reputação. Déficit, dívida pública e inflação.
Consumo e investimento sob condições de certeza.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
SIMONSEN, M. H.; CYSNE, Rubens P. Macroeconomia. São Paulo: Atlas, 2007.
VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval.(organizador). Manual de Macroeconomia: equipe de professores da
USP. São Paulo: Atlas,2000
MANKIW, Gregory. Princípios de Macroeconomia, Editora Pioneira, 1 edição 2004
COMPLEMENTAR
GASTALDI, J. Petrelli, Elementos de Economia Política. São Paulo: Saraiva, 2002.
BLANCHARD, O. Macroeconomia. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2004.
DORNBUSCH, R.; FISCHER, S. Macroeconomia. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 1991.
PAULANI, L.; BRAGA, M. B. A nova contabilidade social. São Paulo: Saraiva, 2000.
FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999.
Nome da Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL
EMENTA:
Direito Comercial. Legislação básica e específica. Aspectos teóricos e práticos. Sociedades - Tipos e relevâncias.
Direito do Consumidor sob o aspecto empresarial. Responsabilidade do Contabilista. Contratos e obrigações
45
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
aplicados ao direito civil e comercial, no tocante aos interesses do contabilista e empresário/empresa- Diferenças
entre os contratos. Direitos e obrigações do empresário, contabilista e atividades afins. Direito de Concorrência e
Propriedade Industrial. Títulos de Crédito - Garantias. Falência e Concordata.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA:
MAMEDE, Gladson. Direito Empresarial Brasileiro:Empresa e Atuação Empresarial. 3ª ed. São Paulo: Atlas,
2009
VENOSA, Silvio de Salvo; RODRIGUES, Cláudia. Direito civil: Direito Empresarial. São Paulo: Atlas, 2009.
COELHO, Fábio Ulhoa - Manual de Direito comercial - Editora Saraiva, 16 edição 2005
COMPLEMENTAR:
GRECO FILHO, Vicente – Direito Processual Civil – 3Vols- Ed. Saraiva – edição 2003
BRASIL, Leis. Código Comercial Universitário - Ed. Saraiva – 19 edição 2004
Novo Código Civil. São Paulo, Saraiva, 2005.
COELHO, Fábio Ulhoa - Curso de Direito Comercial. São Paulo: Ed. Saraiva, 2005. V.1.
COELHO, Fábio Ulhoa - Curso de Direito Comercial. São Paulo: Ed. Saraiva, 2005. V.3.
Nome da Disciplina: DESENHO ORGANIZACIONAL
EMENTA:
Esta disciplina deverá abordar as diversas e freqüentes transformações ocorridas na área de Organização,
Sistemas e Métodos tanto nas organizações como no mercado empresarial - passado, presente e futuro privilegiando a conceituação e sua correlação com a prática, servindo de instrumento de análise e decisão para os
graduandos.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
CURY, Antônio. Organização E Métodos uma visão holistica. São Paulo. Atlas 2007.
CRUZ, Tadeu. Sistemas, Organização E Métodos. São Paulo: Atlas, 1998
OLIVEIRA, Djalma de Pinho. Sistemas, organização e métodos: uma abordagem gerencial. São Paulo: Atlas,
2003.
COMPLEMENTAR
MORGAN, Gareth. Imagens Da Organização. São Paulo: Atlas, 2009.
STAR, Ralph M.Princípio de Sistemas de Informação. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
CHANLANT, Jean François. O individuo nas organizações. São Paulo: Atlas, 1996.
Nome da Disciplina: MATEMÁTICA AVANÇADA
EMENTA:
-Conceituar as principais funções (linear, afim, quadrática, exponencial, logarítmica e suas inversas) e suas
especificidades (domínio, imagem, continuidade, crescimento, composição de funções,etc).
-Aplicar os conceitos em situações específicas do campo da Administração, como demanda, oferta de mercado,
preço de equilíbrio, receita, custo e lucro.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MEDEIROS, Sebastião da Silva. Matemática para os cursos de economia, administração e ciências contábeis.
São Paulo: Atlas, 1999. V.1
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática Financeira – Objetiva e Aplicada. 7 edição. Saraiva, 2004
SILVA, Sebastião Medeiros da. Cálculo Básico para Cursos Superiores. São Paulo: Atlas, 2004.
COMPLEMENTAR
BOULOS, Paulo. Introdução ao Cálculo, Volume 1. Edgar Blucher Editora,1995
46
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
MEDEIROS, Sebastião da Silva. Matemática para os cursos de economia, administração e ciências contábeis. São
Paulo: Atlas, 1999. V.2.
SOBRINHO, José Dutra Vieira. Matemática Financeira. 7 edição. Atlas, 2000.
IEZZI, Gelson et al. Matemática. 3.ed. São Paulo: Atual, 2005.
DOLCE, Osvaldo; POMPEO, José Nicolau. Fundamentos de matemática elementar 10. 6.ed. São Paulo: Atual,
2005.
HARIKI, Seiji; ABDOUNUR, Oscar João. Matemática aplicada. São Paulo: Atlas, 1999.
Nome da Disciplina: PSICOLOGIA
EMENTA:
Introdução à psicologia e contextualização da psicologia do trabalho. Cultura organizacional e comportamento
dentro das organizações . Abordagens fundamentais do comportamento humano: psicanálise, behaviorismo e
gestalt.Motivação humana. Relações humanas. Liderança, poder, conflito e negociação.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes. Psicologias: uma introdução ao
estudo de psicologia. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
BERGAMINI, C. W. Psicologia aplicada à administração de empresas: psicologia do comportamento organizacional.
São Paulo: Atlas, 1982.
GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional. 15.ed. São Paulo: Editora Objetiva.
COMPLEMENTAR
BANOV, Márcia R. Ferramentas da Psicologia Organizacional.São Paulo: CenaUn, 2002
MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1996.
GADE, Christiane. Psicologia do consumidor e da propaganda. Edição revisada e ampliada. São Paulo: EPU, 1998.
FIORELLI, J. O. Psicologia para administradores: integrando teoria e prática. São Paulo: Atlas, 4 edição 2003.
BANOV, Márcia Regina. Psicologia no Gerenciamento de Pessoas. São Paulo:Atlas, 2008
Nome da Disciplina: SOCIOLOGIA
EMENTA:
Sociologia geral e sociologia aplicada à administração. Caracterização da sociologia como ciência social.
Estratificação social. Unidades e processos sociais. Movimentos e mudanças sociais. O indivíduo e a organização.
Organização formal e informal. Processo de organização do trabalho frente aos novos modelos de gestão. Mudança
organizacional. Cultura das organizações. Movimentos e mudanças sociais. Globalização e relações de trabalho.
Ideologia
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
IANNI, Octávio. A sociedade global. 10.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
SANTOS,Milton. Por uma outra globalização. 9.ed. Rio de Janeiro: Record, 2006.
BERNARDES, Cyro. Sociologia aplicada à administração. 5.ed. São Paulo:, Atlas, 1999.
COMPLEMENTAR
VILANOVA, Sebastião. Introdução a Sociologia. São Paulo: 6 ed. Atlas, 2009.
BERNARDES, Cyro. Sociologia aplicada à administração, São Paulo, Atlas, 1995.
CHAUÍ, Marilena. O que é ideologia, São Paulo. Brasiliense, 1990.
FLEURY, Maria Tereza Leme. Cultura e poder nas organizações, São Paulo, Atlas, 1996.
IANNI, Octávio. Teorias da Globalização, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1995..
4º SEMESTRE
47
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Nome da Disciplina: MICROECONOMIA
EMENTA:
Teoria Microeconômica – conceitos básicos e definições fundamentais. A condição “coeteris paribus”. Divisão dos
tópicos de microeconomia. A oferta e a demanda e seu equilíbrio no mercado. Elasticidades. Produção e Mercado
(teoria da produção e custos). Estruturas de mercado (concorrência perfeita, imperfeita, monopólio, oligopólio).
Estrutura no mercado de fatores de produção. Teoria do Equilíbrio geral.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
VARIAN, R.H. Microeconomia: princípios básicos, uma abordagem moderna.Rio de Janeiro: Campus, 2006
FERGUSON, C. E. Microeconomia. Rio de Janeiro: Forense - Universitária, 2000.
WESSELS, Walter J. Microecomia. São Paulo, Saraiva, 2002.
COMPLEMENTAR
MANKIW, N. Gregory. INTRODUÇÃO À ECONOMIA. Rio de Janeiro: Campus, 2006.
GARCIA, Manuel E.; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval. Fundamentos de economia. São Paulo:
Saraiva, 2008.
Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA
EMENTA:
Evolução do Conceito e Administração de Marketing com visão para o século XXI. A análise de seus ambientes de
convivência. As organizações e o profissional neste contexto. O Composto de Mercadológico. As ferramentas de
Marketing e sua aplicação.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
KOTLER, Philip. Administração de Marketing. São Paulo: 10, ed. Prentice Hall, 2000.
CARVALHO, Pedro Carlos. Administração Mercadológica. Campinas, SP.: Alínea, 2010.
COBRA, Marcos. Administração de Marketing no Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 2009.
COMPLEMENTAR
KOTLER, Philip. Princípios de marketing. São Paulo: Prentice Hall, 2003
HOFFMAN, K. D. Princípios de Marketing de Serviços: conceitos, estratégias e casos. Rio de Janeiro: Cengage,
2010.
HARTLINE, Michael D. Estratégia de Marketing. Rio de Janeiro: Cengage, 2010.
LAS CASAS, A. L. Marketing Interativo: a utilização de ferramentas. São Patrício, SP.: Saint Paul, 2010.
CHURCHILL, Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing: criando valores para os clientes. São Paulo: Saraiva, 2003.
Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA
EMENTA:
Análise dos demonstrativos financeiros, permitindo avaliar a situação econômico-financeira das empresas no Brasil,
bem como a avaliação e projeção das suas necessidades de capital.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
GITMAN, Lawrence. Princípios da Administração Financeira. São Paulo: Harbra, 2006.
MATARAZZO, Dante. C. Análise Financeira de Balanços: Abordagem Básica e Gerencial. São Paulo: Atlas,
2006.
COMPLEMENTAR
BRAGA, Roberto. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2003.
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanços: Um Enfoque Econômico e Financeiro. São Paulo: Atlas,
2006.
48
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
SANVICENTE, Antonio Z. Administração financeira. São Paulo: Atlas, 2006.
Nome da Disciplina: DIREITO TRIBUTÁRIO
EMENTA:
Necessidades econômicas; execução, receita e despesa pública; sistemas tributárias, limitações e poder de tributos;
lançamento e crédito tributário; espécie dos tributos federais, estaduais e municipais.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. São Paulo: Malheiros,
2006.
AMARO, Luciano. Direito tributrário Brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2010.
COMPLEMENTAR
CARVALHO, PAULO DE BARROS. Curso de direito tributário. São Paulo: Saraiva, 2010.
HARADA, Kiyoshi. Direito financeiro e tributário: comentários a reforma tributária;; PEC 233/08 incorporadas as
alterações introduzidas pela Lei Nº 11.941/09. São Paulo: Atlas, 2010.
SABBAG, Eduardo de Moraes. Direito Tributário. São Paulo: RT, 2009. V.3.
FABRETTI, Láudio Camargo. Direito Tributário aplicado: impostos e contribuições das empresas. São Paulo: Atlas,
2009.
CASSONE, Vittorio. Direito Tributário: fundamentos constitucionais da tributação definição de tributos e suas
espécies, conceitos e classificação dos impostos, doutrinas, praticas e jurisprudência. São Paulo: Atlas, 2010.
Nome da Disciplina: ESTATÍSTICA BÁSICA
EMENTA:
Diferenciar estatística descritiva e diferencial; Conceituar variáveis qualitativas e quantitativas, diferenciar séries de
dados; Organizar, elaborar e interpretar tabelas e gráficos; Diferenciar população e amostra; Organizar dados em
classes, construir tabelas de distribuição de freqüências; Construir e interpretar histogramas, polígonos de
freqüência e ogivas e utilizá-los para resolução de problemas ; Calcular e interpretar medidas de tendência central e
medidas de dispersão; Analisar diagrama de dispersão, conceituar análise de regressão e correlação linear, ajustar
reta aos dados, interpretar resultados.;Conceituar probabilidade de um evento, calcular probabilidades simples;
Conceituar curva de distribuição normal e ajustar a distribuição teórica à distribuição de freqüência das amostras;
Realizar pesquisa quantitativa utilizando a estatística aprendida.
Bibliografia:
BÁSICA
MARTINS, Gilberto de Andrade; DONAIRE, Denis. Princípios de estatística. São Paulo: Atlas, 1990.
CRESPO, Antonio Arnot. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 2009.
COMPLEMENTAR
TRIOLA, Mario F. Introdução a Estatística. Rio de Janeiro: Ltc. 2008. 2
MORETTIN, L.G. Estatística Básica. São Paulo: Makron, 2000. 2
MILONI G. ANGELINI, F. Estatística geral: descritiva, probabilidade, distribuição. São Paulo: Atlas, 2009. 2
5º SEMESTRE
Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E LOGÍSTICA
EMENTA:
Histórico, conceitos; estrutura da administração da produção nas empresas; planejamento e controle da produção;
modelos de controle; qualidade e produtividade dos serviços prestados.
BIBLIOGRAFIA:
49
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
BÁSICA
KEEDI, Samir. Logística de Transporte Internacional. São Paulo: Aduaneiras, 2008.
BALLOU, Ronald. GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS / LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Porto
Alegre: Bookman, 2006.
MARTINS, Petrônio Garcia. Administração de materiais e recursos patrimonial. São Paulo: Saraiva, 2009
COMPLEMENTAR
SLACK, N. et al. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 1996
DIAS, Marco Aurelio. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS: UMA ABORDAGEM LOGÍSTICA. São Paulo: Atlas,
1993.
MOREIRA, D.A. Administração da Produção e operações. São Paulo: Pioneira, 2002.
ROCHA, Paulo Cesar Alves. LOGÍSTICA E ADUANA. São Paulo: Aduaneira, 2008.
POZO, Hamilton. ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS: UMA ABORDAGEM
LOGISTÍCA. São Paulo: Atlas, 2010.
Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS
EMENTA:
Apresentar o conceito de tecnologia de produto; de processo e de gestão. Compreender as formas de avaliar o
desempenho da gestão de materiais, incluindo o processo de compra. Identificar a evolução da atividade de
compras em decorrência da evolução tecnológica. Avaliar a melhor opção para a empresa comprar ou fabricar.
Compreender o processo de compras em temas de previsão de demanda, compreender as particularidades da
aquisição de recursos patrimoniais. Avaliar o custo dos estoques nas empresas. Compreender os métodos de
avaliação de estoques. Lotes econômicos de compra e fabricação compreender os cálculos que envolvem as duas
opções e analisar as situações.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MATTAR, Fauze Najib. GESTÃO DE PRODUTOS, SERVIÇOS, MARCAS E MERCADOS: ESTRATÉGIAS E
AÇÕES PARA ALCANÇAR E MANTER-SE "TOP OF MAKER". São Paulo: Atlas, 2009.
DIAS, Marco Aurélio Pereira. Administração de Matérias: uma abordagem logística. São Paulo: Atlas,1983
MARTINS, Petronio Garcia; ALT, Paulo Renato Campus. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E RECURSOS
PATRIMONIAIS. São Paulo: Saraiva, 2006.
POZO, Hamilton. ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS: UMA ABORDAGEM
LOGISTÍCA. São Paulo: Atlas, 2010.
COMPLEMENTAR
MARTINS, Petronio Garcia. Administração de recursos Materiais e Patrimoniais, São Paulo, Sariava 2003
BOWESOX, Donald J.; CLOSS, David J. Logística empresarial: o processo de integração da cadeia de
suprimento. São Paulo: Atlas, 2001.
DIAS, Marco Aurélio Pereira. Administração de Matérias: PRINCIPIOS, CONCEITOS E GESTÃO. São Paulo: Atlas,
2009.
Coan, maURO. PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO. ATLAS
MOREIRA, D.A. Administração da Produção e operações. São Paulo: Pioneira, 2002.
Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO E FORMAÇÃO DE PREÇOS
EMENTA:
Formação de preços de venda a partir dos custos. A formação de preços de venda considerando do tipo de cliente.
A formação de preços a partir do mercado e dos concorrentes. Estabelecimento do Markup. Estabelecimento do
preço e a percepção de valor do produto. Preços de venda considerando a estrutura de mercado. Os tratamentos
com a concorrência e a vantagem competitiva na guerra de preços.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
50
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
BRUNI, Adriano Leal. Administração de custos, preços e lucros. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
BRUNI, Adriano Leal. Gestão de custos e formação de preços. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2008.
BOMFIM, Eunir de Amorin; Passarelli, João. Custos e formação de preços. São Paulo: IOB,
2009.
COMPLEMENTAR:
COGAN, Samuel. CUSTOS E PREÇOS: FORMAÇÃO DE ANÁLISE. São Paulo: Pioneira, 1999.
DOLAN, Robert. O PODER DOS PREÇOS: AS MELHORES ESTRATÉGIAS PARA TER LUCROS. São Paulo:
Futura, 1998.
KULPA, Luciana; DUBOIS, Alexi; SOUZA, Luis Eurico. Gestão de custos e formação de preços. São Paulo: Atlas,
2009.
Nome da Disciplina: CONTABILIDADE DE CUSTOS
EMENTA:
Capacitar o estudante a implementar a Contabilidade de Custos para fins de decisão, planejamento e controle, com
uma visão orientada para como administrar custos.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1993.
CREPALDI, Silvio Aparecido. CURSO BÁSICO DE CONTABILIDADE DE CUSTOS. São Paulo: Atlas, 2004.
CREPALDI, Silvio Aparecido. CURSO BÁSICO DE CONTABILIDADE: RESUMO DA TEORIA ATENDENDO ÀS
NOVAS DEMANDAS DA GESTÃO EMPRESARIAL EXERCÍCIOS. São Paulo: Atlas, 2002.
COMPLEMENTAR:
HORNGREN, Charles T. Contabilidade de Custos. Rio de Janeiro: LTC, 9 ed. 2000
NAKAGAWA, Masayuki. GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS: CONCEITOS, SISTEMAS E IMPLEMENTAÇÃO.
São Paulo: Atlas, 2000.
MAHER, Michael. CONTABILIDADE DE CUSTOS: CRIANDO VALOR PARA A ADMINISTRAÇÃO. São Paulo:
Atlas, 2001.
HORNGREN, Charles T. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2000. 2 v.
MARTINS, Eliseu. CONTABILIDADE DE CUSTOS. São Paulo: Atlas, 2003.
Nome da Disciplina: ESTATÍSTICA APLICADA
Ementa:
Casos particulares de Probabilidade, Testes em relação a curva normal de Gauss, testes, ajustamentos, Qui
Quadrado.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
SPIEGEL R. MURRAY. ESTATÍSTICA: Geral. São Paulo: McCR. W-HILL – 2ª edição 1985
MARTINS, Gilberto de Andrade. Princípios de Estatística. 4 ed. São Paulo: Atlas: 1990
COMPLEMENTAR
MILONI G. ANGELINI, F. Estatística geral: descritiva, probabilidade, distribuição. São Paulo: Atlas, 1993
CRESPO, Antonio Arnot. ESTATÍSTICA FÁCIL. São Paulo: Saraiva, 2010.
FONSECA, Jairo; MARTINS, Gilberto. CURSO DE ESTATÍSTICA. São Paulo: Atlas, 1996.
FONSECA, Jairo; MARTINS, Gilberto. ESTATÍSTICA APLICADA. São Paulo: ATLAS, 1995.
Nome da Disciplina: METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTIFICA
EMENTA
Conceituação geral da metodologia de pesquisa. Os tipos de pesquisa; pesquisas qualitativas e quantitativas,
51
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
exploratórias e descritivas aos estudos de caso forma de coleta de dados e tabulação e aplicações estatísticas;
normas regulamentadoras de composição dos textos e citações.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
RUIZ, C.B. Metodologia científica. São Paulo: Ed. Atlas, 2010.
MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa. 6ed. São Paulo: Atlas. 2006.
LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
COMPLEMENTAR
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. São Paulo: Rearson Prentice Hall; 2007.
CARVALHO, M.C.M. Construindo o saber: metodologia cientifica e técnicas. 14. São Paulo: Papirus, 2003.
HOSSNE, W.S.; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área de saúde. São Paulo: LTR, 2003.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo: Cortez, 2006.
Nome da Disciplina: ORÇAMENTO, PLANEJAMENTO E CONTROLE
EMENTA:
Orçamento empresarial; Planejamento e controle orçamentário empresarial; Análise do orçamento integrado;
Acompanhamento, controle e execução orçamentária.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. 7.ed. São Paulo: Harbra, 2002.
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços: um enfoque econômico-financeiro. 7.ed. São Paulo:
Atlas, 2002.
MATARAZZO, Dante Carmine. Análise financeira de balanços: abordagem básica e gerencial. 6.ed. São Paulo:
Atlas, 2003.
COMPLEMENTAR
WELSCH, Glenn Albert. Orçamento Empresarial. São Paulo: 4 ed. Atlas, 1983.
Frezatti, Fábio. Orçamento empresarial: planejamento e controle gerencial. São Paulo: Atlas, 2000.
KASSAI, José Roberto.RETORNO DE INVESTIMENTO: ABORDAGEM MATEMÁTICA E CONTÁBIL DO
LUCRO EMPRESARIAL. São Paulo: Alinea, 2009.
FREZATTI, Fábio. ORÇAMENTO EMPRESARIAL: PLANEJAMENTO E CONTROLE GERENCIAL. São Paulo:
Atlas, 2000.
6º SEMESTRE
Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES
EMENTA:
Introdução ao Sistema de Informação, sistema de informação na organização, organizando dados e informações,
sistemas de informações empresariais, sistemas de informações gerenciais, sistemas de suporte a decisão,
inteligência artificial e sistemas especialista.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
O´BRIEN, J. A. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da internet. São Paulo: Saraiva, 2007.
STAIR, R.M. Princípios de Sistemas de informação: uma abordagem gerencial. São Paulo: Thonson, 2006.
MELO, Ivo Soares. Administração de Sistemas de Informação. São Paulo: Pearson, 2002.
COMPLEMENTAR
OLIVEIRA, J. F. Sistemas de informação: um enfoque gerencial inserido no contexto empresarial e tecnológico. São
Paulo: Èrica, 2005.
ROSINI, Marco. Administração de Sistemas de Informação. São Paulo: Thonson, 2003.
52
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
BIO, Sérgio R. Sistemas de Informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, 2006.
CASSARRO, A. C. Sistemas de Informação para Tomada de Decisões
LAUDON, Kenneth C. Sistemas de informação. São Paulo: Pearson, 2007.
Nome da Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO I
EMENTA:Integração ao meio profissional. Vivência no ambiente organizacional. Abordagem de problemas dentro de
uma perspectiva cientifica e tecnológica com aplicação de metodologias, técnicas e ferramentas, típicas do
profissional de Administração de Empresas.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA:
BURIOLA, Marta. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO. São Paulo: Cortez, 2006.
RUIZ, C.B. Metodologia científica. São Paulo: Ed. Atlas, 2010.
LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
COMPLEMENTAR
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. São Paulo: Rearson Prentice Hall; 2007.
CARVALHO, M.C.M. Construindo o saber: metodologia cientifica e técnicas. 14. São Paulo: Papirus, 2003.
HOSSNE, W.S.; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área de saúde. São Paulo: LTR, 2003.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo: Cortez, 2006.
MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa. 6ed. São Paulo: Atlas. 2006.
Nome da Disciplina: GESTÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS
EMENTA:
Identificação da oportunidade, concepção e elaboração do projeto de negócios, critérios e técnicas de avaliação do
retorno e do senso; implantação e plano de organização; atividades de controle; as pessoas nas pequenas
empresas; legislação seus projetos específicos; a fase da gestação, da resistência e crescimento das empresas, o
foco dos negócios industria-serviço, comércio-serviço e serviço-serviço; relações com instituições financeiras e
canais de captação de recursos; a comunicação na pequena e média empresa; e postura do proprietário, os
problemas da sucessão; o dilema do crescimento.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
DEGEN, R. O Empreendedor: Fundamentos da iniciativa e Supresarial. São Paulo: Mcgrow – Hill, 1989.
LONGEMECKER, Justin G. Administração de Pequenas Empresas. São Paulo: Pearson, 1997.
COMPLEMENTAR
MACHADO, José Roberto. PLANEJANDO A ESTRATÉGIA DE PEQUENOS NEGÓCIOS. . Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2006..
Nome da Disciplina: GESTÃO DE PESSOAS
EMENTA:
Diferentes áreas da administração de recursos humanos. Identificação dos diversos fatores que concorrem para
eficiência dos recursos humanos nas organizações. Abordagens alternativas as teorias de recursos humanos;
análise das técnicas de gestão de pessoas e o papel dos responsáveis pelo capital humano.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos: edição campacta. 4.ed. São Paulo. Atlas, 2004.
GIL, Antonio Carlos. Administração de recursos humanos: um enfoque profissional. São Paulo: Atlas, 2010.
Gestão de pessoas: praticas modernas e transformações nas organizações. São Paulo: Atlas, 2010.
COMPLEMENTAR
BANOV, Márcia. RECRUTAMENTO, SELEÇÃO E COMPETÊNCIAS. São Paulo: Atlas, 2006.
53
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
BANOV, Márcia. GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS: TRADICIONAL E ESTRATÉGICA. São Paulo: Érica, 2007.
MARRAS, Jean. ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS: DO OPERACIONAL AO ESTRATÉGICO. São
Paulo: Futura, 2003.
Nome da Disciplina: LEGISLAÇÃO TRABALHISTA
EMENTA:
Discutir o enquadramento jurídico das relações de trabalho, Direito Trabalho. Legislação básica e específica.
Aspectos teóricos e práticos. Consolidação das Leis do Trabalho - Empregador e Empregado. Relações do Direito
do Trabalho.
Responsabilidade da Empresa. Contratos do Trabalho, obrigações do empregado, direitos do trabalhador, no
tocante aos interesses dos administradores e empresário/empresa, seus direitos e deveres- Diferenças entre os
contratos, prazo determinado e indeterminado. Direitos individual do trabalho e Direito Coletivo do Trabalho.
Legislação Previdenciária, sistema de Seguridade Social, Benefícios, Acidentes de Trabalho, aposentadoria.
BIBLIOGRAFIA:
BASICA
CARRION, V. Comentários à Consolidação das Leis do Trabalho. São Paulo: Saraiva, 2010.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Iniciação ao Direito do Trabalho. São Paulo: LTR, 2006.
Delgado, Mauricio Godinho. Curso de Direito do Trabalho. São Paulo: LTR, 2010.
COMPLEMENTAR
GARCIA, Gustavo Filipi Barbosa. Manual de Direito do Trabalho. São Paulo: Metodo, 2010.
MARTINS, Sergio Pinto. Terceirização e o Direito do Trabalho. São Paulo: Atlas, 2010.
REIS, Jair Teixeira dos. Manual de Rescisão de Contrato de Trabalho. São Paulo: Jurua, 2009.
CORREIA, Rosani Portela. Novos Paradigmas do Contrato de Trabalho no Brasil. São Paulo: LTR, 2008.
NUNES, Claudio Pedrosa. Modificações Do Contrato de Trabalho. São Paulo: Jurua, 2009.
Nome da Disciplina: TÓPICOS AVANÇADOS DE ADMINISTRAÇÃO
EMENTA:
Os novos modelos de empresas. Benchmarking. Novas ferramentas de administração. Terceiro Setor.
Empreendedorismo; responsabilidade social; inovação e tecnologia; novas relações capital/trabalho; ética.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Administração de projetos: como transformar idéias em resultados. 2.ed. São
Paulo: Atlas, 2007.
WRIGHT, Peter L.; KROLL, Mark J. Administração estratégica: conceitos. São Paulo: Atlas, 2006.
COMPLEMENTAR
MOTTA, FERNANDO C. PRESTES. TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO: UMA INTRODUÇÃO. SÃO PAULO: PIONEIRA, 2000.
STONER, JAMES A.; FREEMAN, R. EDWARD. ADMINISTRAÇÃO. RIO DE JANEIRO: PRINTICE-HALL, 1999.
MONTANA, PATRICK J.; CHARNOV, BRUCE H. ADMINISTRAÇÃO: SÉRIE ESSENCIAL. SÃO PAULO: SARAIVA, 2003.
POZO, HAMILTON. ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS: UMA ABORDAGEM LOGÍSTICA. SÃO PAULO:
ATLAS, 2008.
ROBBINS, STEPHEN B. ADMINISTRAÇÃO: MUDANÇAS E PERSPECTIVAS. SÃO PAULO: SARAIVA, 2002.
7º SEMESTRE
54
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Nome da Disciplina: ORIENTAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
EMENTA: Orientação para desenvolvimento do pré-projeto do trabalho de conclusão de curso.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
ANDRADE, Maria Margarida. INTRODUÇÃO À METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO. São Paulo: Atlas,
2010.
LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo: Cortez, 2006.
COMPLEMENTAR
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. São Paulo: Rearson Prentice Hall; 2007.
CARVALHO, M.C.M. Construindo o saber: metodologia cientifica e técnicas. 14. São Paulo: Papirus, 2003.
HOSSNE, W.S.; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área de saúde. São Paulo: LTR, 2003.
RUIZ, C.B. Metodologia científica. São Paulo: Ed. Atlas, 2010.
MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa. 6ed. São Paulo: Atlas. 2006.
Nome da Disciplina: ESTRATÉGIA EMPRESARIAL
EMENTA:
Conceitos preliminares, diagnóstico estratégico, missão da empresa, objetivos e desafios empresariais, estratégias
e políticas empresariais, estratégias e políticas empresariais, controle e avaliação e implantação de negócios.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Estratégia Empresarial e Vantagem Competitiva. São Paulo: Atlas, 2001.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Planejamento Estratégico: Conceitos, Metodologia, Práticas. São Paulo:
Atlas, 2003.
PORTER, Michael. Estratégia Competitiva - Técnicas para análise da indústria e da competitividade. Rio de
Janeiro,: Campus,2004.
COMPLEMENTAR
MINTZBERG. Henry. Safári de Estratégia. Porto Alegre: 1999.
HITT, Michael . Administração Estratégic. São Paulo: Pioneira, 2002.
CERTO, Samuel. ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA: PLANEJAMENTO E IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA. São
Paulo: Prentice Hall, 2005.
KAPLAN, Robert. A ESTRATÉGIA EM AÇÃO: BALANCED SCORECARD. São Paulo: Pearson, 2006.
Nome da Disciplina: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
EMENTA:
Capacitar os alunos a entender os aspectos estruturais das demonstrações contábeis e preparar os dados de modo
a transformá-los em informações para tomada de decisão nas diversas áreas em que se empregam as técnicas
estudadas durante o curso.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
ASSAF Neto, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanços. São Paulo: Atlas, 2002.
MATARAZZO, Dante Carmine. Análise Financeira de Balanços: Abordagem Básica e Gerencial. São Paulo: Atlas,
2003.
IUDICIBUS, Sergio de. Analise de Balanços. São Paulo, 7 ed. Atlas, 1998
COMPLEMENTAR:
SILVA, José Pereira. Análise Financeira das Empresas. São Paulo: Atlas
55
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
GITMAN, Laurence. PRINCÍPIOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA. São Paulo: Harbra, 1997.
HOJI, M. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA: UMA ABORDAGEM PRÁTICA. São Paulo: Atlas, 2000.
Nome da Disciplina: JOGOS DE EMPRESA
EMENTA:
Capacitar os alunos a entender os aspectos negociais do mercado, estimular a negociação e competição entre
fornecedores, clientes e concorrentes.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
KOTLER, Philip. Administração de Marketing. São Paulo: 10, ed. Prentice Hall, 2000.
CARVALHO, Pedro Carlos. Administração Mercadológica. Campinas, SP.: Alínea, 2010.
PORTER, Michael. Estratégia Competitiva - Técnicas para análise da indústria e da competitividade. Rio de
Janeiro,: Campus,2004.
COMPLEMENTAR
MACHADO, José Roberto. PLANEJANDO A ESTRATÉGIA DE PEQUENOS NEGÓCIOS. . Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2006.
DOLAN, Robert. O PODER DOS PREÇOS: AS MELHORES ESTRATÉGIAS PARA TER LUCROS. São Paulo:
Futura, 1998.
HARTLINE, Michael D. Estratégia de Marketing. Rio de Janeiro: Cengage, 2010.
LAS CASAS, A. L. Marketing Interativo: a utilização de ferramentas. São Patrício, SP.: Saint Paul, 2010.
CHURCHILL, Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing: criando valores para os clientes. São Paulo: Saraiva, 2003.
Nome da Disciplina: GESTÃO DE MARKETING
EMENTA: Marketing Empresarial; Criação de Valor; Internet; Fidelização; One to One; Marketing on Line; B2B;
Análise de Mercado: Gerenciamento do Relacionamento, Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos;
Antropomarketing; Buzz Marketing.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
CHURCHILL, Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing: criando valores para os clientes. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Administração de Marketing Conceitos, Planejamento e Aplicações a Realidade
Brasileira. São Paulo: Atlas
COBRA, Marcos. Administração de Marketing no Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 2009.
KOTLER, Philip. Princípios de marketing. São Paulo: Prentice Hall, 2003.
COMPLEMENTAR
KOTLER, Philips. ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING: A EDIÇÃO DO NOVO MILÊNIO. São Paulo: Pearson,
2003.
KOTLER, Philips. MARKETING ESSENCIAL: CONCEITOS, ESTRATÉGIAS E CASOS
. São Paulo: Pearson, 2003.
KOTLER, Philips. MARKETING PARA O SÉCULO XXI: COMO CRIAR, CONQUISTAR E DOMINAR MERCADOS.
São Paulo: Futura, 2002.
COBRA, Marcos. O Novo Marketing. Rio de Janeiro: Campus, 2009.
HARTLINE, Michael D. Estratégia de Marketing. Rio de Janeiro: Cengage, 2010.
Nome da Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II
EMENTA:Integração ao meio profissional. Vivência no ambiente organizacional. Abordagem de problemas dentro de
uma perspectiva cientifica e tecnológica com aplicação de metodologias, técnicas e ferramentas, típicas do
profissional de Administração de Empresas.
56
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA:
BURIOLA, Marta. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO. São Paulo: Cortez, 2006.
RUIZ, C.B. Metodologia científica. São Paulo: Ed. Atlas, 2010.
LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
COMPLEMENTAR
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. São Paulo: Rearson Prentice Hall; 2007.
CARVALHO, M.C.M. Construindo o saber: metodologia cientifica e técnicas. 14. São Paulo: Papirus, 2003.
HOSSNE, W.S.; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área de saúde. São Paulo: LTR, 2003.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo: Cortez, 2006.
MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa. 6ed. São Paulo: Atlas. 2006.
8º SEMESTRE
Nome da Disciplina: ECONOMIA INTERNACIONAL
EMENTA:
Conceitos básicos de economia internacional. Abordagens analíticas do comércio internacional. Principais políticas
econômicas. Organizações e instituições do comércio internacional. Integração Regional: blocos econômicos.
Balanço de Pagamentos. Organismos do sistema financeiro internacional
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MAIA, Jayme de Mariz. Economia Internacional e Comércio Exterior. São Paulo: Atlas, 2006.
SILVA, César R. Leite da; CARVALHO, Maria Auxiliadora. Economia Internacional. São Paulo: Saraiva, 2000.
RATTI, Bruno. COMÉRCIO INTERNACIONAL E CÂMBIO. São Paulo: Aduaneiras, 2010.
COMPLEMENTAR
HARTUNG, Douglas S. Negocios Internacionais. Rio de Janeiro: Quality Mark, 2004.
LUNARDI, Angelo. OPERAÇÕES DE CÂMBIO E PAGAMENTOS INTERNACIONAIS NO COMÉRCIO EXTERIOR.
São Paulo: Aduaneiras, 2000.
GASTALDI, J.P. ELEMENTOS DE ECONOMIA POLÍTICA. São Paulo: Saraiva, 2009.
Nome da Disciplina: ORIENTAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
EMENTA: Orientação para desenvolvimento do trabalho de conclusão de curso.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
RUIZ, C.B. Metodologia científica. São Paulo: Ed. Atlas, 2010.
MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa. 6ed. São Paulo: Atlas. 2006.
LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
COMPLEMENTAR
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. São Paulo: Rearson Prentice Hall; 2007.
VIEIRA, Sonia. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
CARVALHO, M.C.M. Construindo o saber: metodologia cientifica e técnicas. 14. São Paulo: Papirus, 2003.
HOSSNE, W.S.; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área de saúde. São Paulo: LTR, 2003.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo: Cortez, 2006.
Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA
EMENTA:
Competitividade; Valor Agregado,;Análise SWOT; Análise da Indústria; Elaboração de um planejamento estratégico;
Balanced Scorecard
57
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento Estratégico: Conceitos, Metodologia, Práticas. São Paulo:
Atlas, 2006.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Estratégia Empresarial e Vantagem Competitiva. São Paulo: Atlas, 2005.
PORTER, Michael. Estratégia Competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
CERTOS, Samuel C. Administração estratégica: planejamento e implementação da estratégia. São Paulo: Pearson,
2006.
COMPLEMENTAR
GHOSHAL, Samantra; TANURE, Betania. Estratégia e gestão empresarial: construindo empresas brasileiras de
sucesso, estudos de casos. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
CASAROTTO FILHO, Nelson. Projeto de negócios: estratégias e estudos de viabilidade: redes de empresas,
enegenharia simultânea, plano de negócio. São Paulo: Atlas, 2006.
ZACCARELLI, Ségio. Estratégia e sucesso na empresa. São Paulo: Saraiva, 2000.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebolcas D. Estratégia empresarial e ventagem competitiva: como estabelecer,
implementar e avaliar. São Paulo: Atlas, 2006.
HAMEL, Gary; PRAHALAD, C. K. Competindo pelo futuro: estratégia inovadoras para obter o controle de seu setor e
criar o mercado de amanhã. Rio de Janeiro: Campus, 1995.
MINTZBERG, Henry. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégia. Porto alegre:
Bookmam, 2000.
MACHADO, José Roberto. Planejando a estratégia de pequenos negócios. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006.
Nome da Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO III
EMENTA:Integração ao meio profissional. Vivência no ambiente organizacional. Abordagem de problemas dentro de
uma perspectiva cientifica e tecnológica com aplicação de metodologias, técnicas e ferramentas, típicas do
profissional de Administração de Empresas.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
RUIZ, C.B. Metodologia científica. São Paulo: Ed. Atlas, 2010.
MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa. 6ed. São Paulo: Atlas. 2006.
LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
COMPLEMENTAR
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. São Paulo: Rearson Prentice Hall; 2007.
VIEIRA, Sonia. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
CARVALHO, M.C.M. Construindo o saber: metodologia cientifica e técnicas. 14. São Paulo: Papirus, 2003.
HOSSNE, W.S.; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área de saúde. São Paulo: LTR, 2003.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo: Cortez, 2006.
Nome da Disciplina: ELABORAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS
EMENTA: Projetos, objetivos e conceitos; Ciclo de vida dos projetos, Ferramentas para elaboração de projetos
(MsProject); Fases da elaboração do projeto: planejamento – definição de escopo, definição das tarefas, definição
dos recursos, estabelecimento de tempos e prazos, montagem de cronograma, avaliação e revisão da carga de
trabalho; apresentação do projeto.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
KEELING, R. Gestão de projetos: uma abordagem global. São Paulo: Saraiva, 2006.
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. Porto Alegre: Bookman, 2006.
MAXIMIANO, A.C.A. Administração para empreendedores: fundamentos da criação e da gestão de novos
58
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
negócios. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
COMPLEMENTAR
DUFFY, M. Gestão de projetos: arregimente recursos, estabeleça prazos, monitore o orçamento, gere
relatórios: soluções práticas para os desafios do trabalho. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
OLIVEIRA, G.B. MS Project & gestão de projetos.São Paulo: Pearson Makron Books, 2005.
NOVAES, Antônio Galvão. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação e
avaliação. Rio de Janeiro: Campus, 2006.
SABBAG, Paulo Yazigi. Gerenciamento de projetos e empreendedorismo. São Paulo: Saraiva, 2009.
Nome da Disciplina: MERCADO FINANEIRO E DE CAPITAIS
EMENTA: Proporcionar aos alunos conhecimentos que lhes permitam compreender, interpretar e analisar
operações e atividades realizadas pelas instituições que atuam no mercado financeiro.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
NIYAMA, Jorge Katsumi & GOMES, Amaro Luiz de Oliveira. Contabilidade de Instituições Financeiras. São Paulo: Atlas, 2005.
FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro – Produtos e Serviços. Ed. Qualitymark, 2005
ANDREZO, Andréa Fernandes & LIMA, Iran Siqueira. Mercado Financeiro – Aspectos Históricos e Conceituais. São Paulo: Pioneira, 1999.
COMPLEMENTAR
ASSAF, ALEXANDRE ASSAF NETO. Mercado Financeiro. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
FERNANDES, Antonio Alberto Grossi. O Brasil e o Sistema Financeiro Nacional. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002.
HULL, JOHN C. Introdução aos Mercados Futuros e de Opções. 2. ed. BM&F 1996.
LIMA, Iran Siqueira & BROEDEL Alexsandro Lopes. Contabilidade e Controle de Operações com Derivativos. São Paulo: Pioneira, 1999.
(657.48 L 732c)
SAUNDERS, Anthony. Administração de Instituições Financeiras. São Paulo: Atlas, 2000.
Legislação Institucional (Normas e procedimentos das instituições financeiras, COSIF, MNI, etc)
Publicações relativas ao mercado financeiro (Gazeta mercantil, Valor Econômico, etc.).
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Nome da Disciplina: LIBRAS
EMENTA:
A língua da modalidade visual e gestual da Comunidade Surda. Abrangência dos conteúdos gerais para
comunicação visual, baseada em regras gramaticais da Língua de Sinais e da Cultura Surda. Aspectos históricos da
surdez e da modalidade gestual-visual de fala na Antigüidade e na Modernidade; A educação de surdos no Brasil e
a legislação.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
MAZZOTA, M. J. da S. Educação Inclusiva - uma escola para todos In: Anais do Seminário Nacional do INES Desafios para o Próximo Milênio, 2000. http://www.ines.gov.br/paginas/publicacoes/Anais/Anais.pdf Data de acesso
11/03/2009
MAZZOTA, M. J. da S. Educação Especial no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 2001.
UNESCO, Declaração Mundial sobre Educação para Todos - Plano de ação para satisfazer as necessidades
básicas de aprendizagem. Jomtiem, Tailândia, 1990.
COMPLEMENTAR
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. INSTITUTO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DE SURDOS. A língua brasileira
de sinais. Disponível em http://www.ines.gov.br/ines_livros/FASC7_001.HTM Data de acesso 11/03/2009.
PONCE, Lina. A Língua Portuguesa e o Deficiente Auditivo. Gráfica Portinho Cavalcanti LTDA. Rio de Janeiro, 1998.
Nome da Disciplina: GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
59
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
EMENTA: Discutir o enquadramento jurídico das relações de trabalho, Direito Trabalho. Legislação básica e
específica. Aspectos teóricos e práticos. Consolidação das Leis do Trabalho - Empregador e Empregado. Relações
do Direito do Trabalho.Responsabilidade da Empresa. Contratos do Trabalho, obrigações do empregado,
direitos do trabalhador, no tocante aos interesses dos administradores e empresário/empresa, seus direitos e
deveres- Diferenças entre os contratos, prazo determinado e indeterminado. Direitos individual do trabalho e Direito
Coletivo do Trabalho. Legislação Previdenciária, sistema de Seguridade Social, Benefícios, Acidentes de Trabalho,
aposentadoria. Prática da administração de cargos e salários, salários e benefícios: elementos econômicos,
tecnológicos, sociais e trabalhistas. Estrutura de cargos. Elaboração do plano de classificação de cargos, salários e
benefício. Avaliação de desempenho.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
DOMINGOS, Annaghi Sávio. Curso de Legislação Social – Direito Trabalho – Ed. Atlas 10ª. Edição, São Paulo,
2005.
DELGADO, Mauricio Godinho – Curso de Direito Trabalho 2ª. Edição, São Paulo, 2005.
RUSSOMANO, Mozart Victor – Comentários a CLT Editora forense – São Paulo - 2005 :
COMPLEMENTAR
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. – Curso de Direito Trabalho – Saraiva – 2005.
CORREA, W. E. Participação nos Lucros e Resultados: uma metodologia aplicável à todas as empresas e de todos
os tamanhos. Petrópolis, Vozes,1995.
PONTES, B. R. Administração de Cargos e Salários. São Paulo, LTR, 1997.
Nome da Disciplina: LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO
EMENTA:
Descrição e características do canal de distribuição: Logística e Distribuição física; Sistemas de Distribuição; Varejo
– histórico e particularidades; Serviços; Comércio eletrônico; Customer Relationship Management (CRM); Business
Intelligence (BI).
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
COBRA, M. Administração de Marketing. São Paulo: Atlas, 1992.
ANGELO, C.F. Varejo Competitivo. São Paulo: Atlas, 1997.
COMPLEMENTAR
KOTLER, Philip.- Princípios de Marketing. - São Paulo, SP - Prentice Hall 7.ª Edição, 2003
CASSARRO, ªC. Como relatar e manter o sucesso no varejo. São Paulo: Pioneira, 1999.
Nome da Disciplina: MARKETING DE VAREJO
EMENTA:
Descrição e características do canal de distribuição: Logística e Distribuição física; Sistemas de Distribuição; Varejo
– histórico e particularidades; Serviços; Comércio eletrônico; Customer Relationship Management (CRM); Business
Intelligence (BI).
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
COBRA, M. Administração de Marketing. São Paulo: Atlas, 1992.
ANGELO, C.F. Varejo Competitivo. São Paulo: Atlas, 1997.
COMPLEMENTAR
KOTLER, Philip.- Princípios de Marketing. - São Paulo, SP - Prentice Hall 7.ª Edição, 2003
CASSARRO, ªC. Como relatar e manter o sucesso no varejo. São Paulo: Pioneira, 1999.
60
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Nome da Disciplina: MARKETING INTERNACIONAL
Ementa: Marketing nacional e internacional. Padrões comparativos. Estudos de marketing internacional. Novas
tendências.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA
KUAZAQUI, Edmir. Marketing Internacional – Como Conquistar negócios em mercados internacionais 1ª ed. São
Paulo: Makron,1999
BARBOSA, R.A. América latina em perspectiva: a integração regional da retórica á realidade. São Paulo:
Aduaneiras, 1991.
COMPLEMENTAR
COUTINHO, D.M. Comércio internacional sem censuras. São Paulo: Aduaneiras, 1990.
PORTER, M.E. Vantagem competitiva: criando e sustentando um desempenho superior. Rio de Janeiro: Campus,
1989.
SOMAVIA, J.ET.AL. A informação na nova ordem internacional. Rio de janeiro: Paz e Terra, 1980.
5. ATIVIDADES ACADEMICAS ARTICULADAS COM A FORMAÇÃO
5.1 Práticas Profissionais – Estágio Supervisionado
O Estágio Supervisionado, permite ao aluno vivenciar o dia-a-dia das organizações, colocando em prática as
técnicas e métodos de ensino bem como a troca de conhecimentos.
As atividades dos Estágios Supervisionados são planejados, executadas, acompanhadas e avaliadas seguindo os
Parâmetros Curriculares Nacionais e demais Programas. Constitui-se em instrumento de integração, em termos de
treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-didático-pedagógico, cultural, científico e de relacionamento
humano.
Para o adequado desenvolvimento das atividades, os alunos deverão obedecer às normas contidas no
Regulamento próprio, que vai transcrito abaixo:
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO DAS
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLÍ
TÍTULO I
DISPOSIÇÕES INICIAIS
CAPÍTULO I
DOS OBJETIVOS
Artigo 1º - Quanto aos Objetivos do estágio supervisionado.
61
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
PARÁGRAFO ÚNICO - A realização do Estágio Supervisionado tem como objetivos: a complementação acadêmica,
nos moldes estabelecidos pela Lei 11.788 de 25/09/2008 (Anexo I); proporcionar ao discente a vivencia e aquisição
de experiências práticas no ambiente de trabalho, corroborando os conteúdos programáticos apresentados nas
disciplinas observadas na matriz curricular do curso de Bacharelado em Administração, de modo que o discente
conheça diferentes ambientes condizentes e ou relevantes à prática profissional do administrador.
CAPÍTULO II
DA SUPERVISÃO
As atividades de estágio contam com um Núcleo de Estágios, com funções técnico-administrativas e de
centralização das referidas atividades e execução da política institucional das Faculdades Integradas Torricelli na
área. A apreciação dos estágios quanto ao mérito e forma, para os assuntos administrativos e legais, será feita pelo
Supervisor de Estágios; pelo Professor Orientador de Estágios, a quem cabe a avaliação dos relatórios e a
aprovação dos alunos como qualquer outra disciplina e pela Coordenação de Cursos para a aprovação final de
todas as práticas.
Artigo 2º - Ao Núcleo de Estágios compete:
I - promover a integração da Faculdade com as Empresas e Instituições na busca de oportunidades para
estágios dos alunos de todos os cursos;
II – centralizar e executar a política de estágio assumida pela Faculdade;
III - organizar e comandar o sistema institucional destinado ao Programa de Estágios;
IV – articular-se com coordenadores, professores supervisores e dirigentes visando manter as atividades do
setor em consonância com os procedimentos pedagógicos de todos os cursos.
Artigo 3º - São responsáveis pelo Núcleo de Estágios:
§ 1º. Supervisão Geral de Estágios a quem cabe:
I - dirigir o Núcleo de Estágios consoante a política definida pela Faculdade;
II - manter contato com os coordenadores de curso e professores orientadores dos estágios, dando suporte
aos mesmos, visando o bom desenvolvimento do Programa de Estágios e seu crescimento;
III - manter contatos com empresas e instituições em geral, visando ampliar o rol de empresas conveniadas;
IV - organizar e manter cadastro de alunos interessados em participar do Programa de Estágios;
V - difundir o Núcleo e divulgar aos alunos todas as oportunidades de estágios;
VI - centralizar as ações destinadas à execução do Programa, respondendo pela celebração dos convênios
e firmação dos contratos com os alunos estagiários e empresas concedentes;
VII - manter um permanente acompanhamento dos estágios em andamento, promovendo gestões para a
sua fiel execução e compatibilização com as atividades teóricas desenvolvidas em sala de aula;
VIII – verificar a condição de matriculados dos alunos em processo de estágio, tomando as providências
devidas em caso de aluno estagiário não renovar matrícula de um semestre para outro;
IX - receber os relatórios de estágios, fazendo a devida comprovação de seus protocolamentos e promover
a entrega dos mesmos aos professores responsáveis, bem como recebê-los de volta dos referidos professores,
62
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
fazendo a divulgação dos resultados aos alunos e devidos registros acadêmicos, bem como guarda dos relatórios
respectivos;
X – incumbir-se de outras atribuições não elencadas, mas que se caracterizem como inerentes ao processo
de estágios.
§ 2º. Aos Coordenadores de Curso compete:
I - Definir as áreas profissionais tratadas no curso para atuação dos alunos interessados em realizarem
estágios supervisionados;
II - Identificar dentre seus professores aqueles mais preparados e capacitados para atuarem como
orientadores e supervisores de estágio;
III - Indicar à Diretoria Geral, para designação, os nomes dos professores que se encarregarão de promover
a orientação, supervisão e avaliação dos alunos estagiários;
IV - Acompanhar o trabalho dos professores designados e apresentar à Direção Geral relatório avaliativo
das atividades desenvolvidas;
V - Manter a Direção Geral informada sobre o andamento dos trabalhos dos professores supervisores;
VI - Propor à Direção Geral inovações ou alterações nos procedimentos adotados para supervisão e
acompanhamento dos estágios, visando a melhoria dos mesmos para reflexo nas atividades de ensino;
VII - Manter-se em permanente articulação com o Núcleo de Estágios, no sentido de acompanhar as ações
com relação à execução da política de estágio supervisionado;
VIII - Incumbir-se de outras atribuições que se caracterizem como inerentes às ações relacionadas ao
estágio supervisionado.
§ 3º. São atribuições dos Professores orientadores de Estágio:
I - Discutir com os alunos os seus planos de estágio e definir o projeto final com os mesmos;
II - Promover periodicamente o acompanhamento do estágio, prestando orientação e supervisão aos alunos;
III - Prestar informações ao Núcleo de Estágios sobre o andamento dos estágios de seus alunos
orientandos;
IV - Manter articulação com o Núcleo de Estágios, visando a integração das atividades de supervisão com
as atividades do projeto institucional, quanto à execução da política de estágios;
V - Orientar o aluno na elaboração do relatório de estágio, combinando prazos para entrega e proceder à
avaliação dos relatórios;
VI - Entregar ao Núcleo de Estágios os relatórios dos estágios, as fichas de supervisão do aluno estagiário,
bem como os resultados das avaliações realizadas;
VII - Emitir, através de relatório próprio, parecer final identificador do desempenho do aluno estagiário;
VIII – Orientar projetos de pesquisa, como atividades de iniciação científica do aluno estagiário;
63
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
IX - Incumbir-se de outras providências não elencadas, mas que se caracterizem como pertinentes às
atividades realizadas de estágios.
CAPÍTULO III
DA OBRIGATORIEDADE E DURAÇÃO
Artigo 4º - É obrigatória a sua realização, devendo-se observar os seguintes requisitos: Todo aluno regularmente
matriculado no curso de Administração; A duração mínima do estágio é de 300 horas que deverão ser cumpridas
integralmente.
CAPÍTULO IV
DA LEGISLAÇÃO VIGENTE
Artigo 5º - Quanto às regulamentações, pareceres, resoluções, regimentos e demais documentos oriundos de
órgãos superiores ao colegiado do curso de Administração, à que o presente regulamento esta sujeito, bem às
Diretrizes fixadas pela Lei 11.788.
TÍTULO II
REGULAMENTAÇÃO GERAL
CAPÍTULO I
DOS CAMPOS DE ESTÁGIOS
Artigo 6º - Considera-se campos de estágios as empresas ou organizações públicas ou privadas conveniadas
diretamente ou via agentes de integração com as Faculdades Integradas Torricelli.
§ 1º. A caracterização e definição dos campos de estágios curriculares são representadas pelas disciplinas
profissionalizantes dos cursos, podendo o aluno optar por quaisquer das áreas abrangidas, não se configurando,
entretanto, ênfase ou habilitação na formação escolar.
Artigo 7º - As Faculdades Integradas Torricelli firmarão com empresas ou organizações públicas ou privadas,
diretamente ou através de Agências de Integração, acordos de cooperação, visando proporcionar aos alunos
oportunidades para realizarem estágios de natureza prática, de acordo com abrangência de seus cursos.
Após a celebração do Acordo de Cooperação com a empresa ou organizações públicas ou privadas e uma vez
selecionado o aluno para iniciar suas atividades de estágio, deverá ser firmado um Termo de Compromisso do aluno
e a Empresa ou organização respectiva, e Agente de Integração, se for o caso, em que figure a contratação das
condições de estágio do aluno.
§ 1º. Constatada a desvinculação das atividades práticas desenvolvidas pelo aluno com aquelas afins e necessárias
ao aprimoramento das atividades de ensino relacionadas ao curso, o professor orientador declarará a irrelevância
do estágio em relação ao curso e informará o coordenador de curso, que fará a comunicação ao Núcleo de Estágio
para tomadas das providências cabíveis, visando interromper o Termo de Compromisso e até mesmo o Acordo de
Cooperação celebrado.
CAPÍTULO II
DOS DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS
Artigo 8º - O conjunto de documentos que são exigidos para comprovação do cumprimento de estágios são os
seguintes:
I) Acordo de Cooperação - documento firmado com a empresa ou organização pública ou privada no sentido
de estabelecer normas e procedimentos destinados a viabilizar oportunidades de estágio para os alunos
interessados. Um mesmo acordo com uma empresa poderá ensejar a firmação de diversos termos de
compromissos, que corresponderão a diversos estagiários.
64
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
II) Termo de Compromisso - documento celebrado entre o aluno e a empresa, com interveniência da
Faculdade. Somente será assinado pela Faculdade se houver nexo das atividades do estagiário com os conteúdos
programáticos ministrados no curso.
III) Comprovação de Vínculo Profissional - Quando o acadêmico for registrado ou manter algum tipo de
vínculo com a empresa onde desenvolverá o estágio. Neste caso é facultativa a apresentação do Termo de
Compromisso, e do Acordo de Cooperação.
IV) Pré-Projeto.
“III”).
V) Declaração da empresa autorizando a realização do estágio (somente para estagiários incluídos no item
VI) Primeiro relatório parcial do cumprimento do estágio.
VII) Relatórios periódicos.
VIII) Declaração da empresa comprovando a realização do estágio.
IX) Avaliação do estagiário, elaborada e assinada pelo responsável pelo estágio na empresa ou
organização.
X) Auto-Avaliação.
CAPÍTULO III
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
Artigo 9º - Somente será considerado aprovado o aluno que apresentar o Relatório Final de Estágio, conforme as
regras deste manual e outras normas técnicas de redação e apresentação de trabalhos científicos, com nota igual
ou superior a 6,0 (seis).
PARÁGRAFO ÚNICO. O aluno será avaliado pelo professor orientador, com menção numérica de 0 a 10 (zero a
dez), a partir das seguintes referências:
I) Apresentação e desenvolvimento dos relatórios;
II) Assiduidade nas reuniões de acompanhamento e apresentação de relatórios;
III) As apresentações dos relatórios parciais serão acompanhadas e avaliadas exclusivamente pelo
professor orientador.
Artigo 10º - Para aprovação, a presença mínima do aluno estagiário a todas as atividades de estágio, destacando-se
as reuniões e entrevistas com o professor orientador para entrega de relatórios e comparecimento a palestras e
seminários deverá ser de no mínimo 75% (setenta e cinco por cento).
Artigo 11º O aluno que for reprovado terá prazo de 10 dias para apresentar pedido de reconsideração na avaliação,
se o resultado decorreu de falha passível de ser sanada. Após o prazo determinado no item anterior o aluno será
considerado reprovado e não terá registrado o estágio em seu histórico escolar;
PARÁGRAFO ÚNICO. A reprovação nas atividades de Estágio Supervisionado enquadra o aluno em situação de
Dependência.
65
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Artigo 12º - No decorrer de acompanhamento e apresentação de relatórios, o professor orientador deverá
redirecionar o desenvolvimento do estágio, se constatar o desvirtuamento da proposta do mesmo;
Artigo 13º - Ocorrendo a indicação de desligamento ou de redirecionamento de que trata o item anterior, o NÚCLEO
DE ESTÁGIOS deverá providenciar comunicação à Organização.
TÍTULO III
DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
CAPÍTULO I
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Artigo 14º - Quanto a Alteração Deste Regulamento.
§ ÚNICO: O presente regulamento fica sujeito a alterações, sendo estas com o objetivo de atualização ou
discordância com documentos, regulamentos e regimentos futuros de instâncias superiores das Faculdades
Integradas Torricelli, por decisão do colegiado do curso de Administração, por determinação do seu diretor geral ou
órgãos reguladores e regimentais superiores.
Artigo 15º- Os discentes que não realizarem a carga horária estabelecida do estágio supervisionado não colarão
grau com os componentes de sua turma, ficando-lhes prejudicada a entrega do diploma.
Artigo 16º - Compõem este regulamento os anexos:
Anexo I – Lei 11.788 de 26 de setembro de 2008.
Anexo II – Modelos de documentos e relatórios do estágio supervisionado..
Anexo III – Orientações específicas para o curso de Administração
Artigo 23º - Revogam-se as disposições em contrário.
Artigo 24º - O presente regulamento entra em vigor a partir da sua data de publicação ou aprovação pelo colegiado
do curso de Bacharelado Administração das Faculdades Integradas Torricelli.
Anexo I
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008.
Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a
redação do art. 428 da Consolidação das Leis
do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei
no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no
9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as
Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e
8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo
único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida
Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de
2001; e dá outras providências.
66
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu
sanciono a seguinte Lei:
CAPÍTULO I
DA DEFINIÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E RELAÇÕES DE ESTÁGIO
o
Art. 1 Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à
preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regular em instituições de
educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino
fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos.
o
O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso, além de integrar o itinerário formativo do
§ 1
educando.
o
§ 2 O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização
curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho.
o
Art. 2 O estágio poderá ser obrigatório ou não-obrigatório, conforme determinação das diretrizes
curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico do curso.
o
§ 1 Estágio obrigatório é aquele definido como tal no projeto do curso, cuja carga horária é requisito para
aprovação e obtenção de diploma.
o
§ 2 Estágio não-obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária
regular e obrigatória.
o
§ 3 As atividades de extensão, de monitorias e de iniciação científica na educação superior, desenvolvidas
pelo estudante, somente poderão ser equiparadas ao estágio em caso de previsão no projeto pedagógico do
curso.
o
o
o
o
Art. 3 O estágio, tanto na hipótese do § 1 do art. 2 desta Lei quanto na prevista no § 2 do mesmo
dispositivo, não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, observados os seguintes requisitos:
I – matrícula e freqüência regular do educando em curso de educação superior, de educação profissional,
de ensino médio, da educação especial e nos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da
educação de jovens e adultos e atestados pela instituição de ensino;
II – celebração de termo de compromisso entre o educando, a parte concedente do estágio e a instituição
de ensino;
III – compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas previstas no termo de
compromisso.
o
§ 1 O estágio, como ato educativo escolar supervisionado, deverá ter acompanhamento efetivo pelo
professor orientador da instituição de ensino e por supervisor da parte concedente, comprovado por vistos nos
o
relatórios referidos no inciso IV do caput do art. 7 desta Lei e por menção de aprovação final.
o
§ 2 O descumprimento de qualquer dos incisos deste artigo ou de qualquer obrigação contida no termo de
compromisso caracteriza vínculo de emprego do educando com a parte concedente do estágio para todos os fins
da legislação trabalhista e previdenciária.
o
Art. 4 A realização de estágios, nos termos desta Lei, aplica-se aos estudantes estrangeiros regularmente
matriculados em cursos superiores no País, autorizados ou reconhecidos, observado o prazo do visto temporário
de estudante, na forma da legislação aplicável.
67
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
o
Art. 5 As instituições de ensino e as partes cedentes de estágio podem, a seu critério, recorrer a serviços
de agentes de integração públicos e privados, mediante condições acordadas em instrumento jurídico apropriado,
devendo ser observada, no caso de contratação com recursos públicos, a legislação que estabelece as normas
gerais de licitação.
o
§ 1
estágio:
Cabe aos agentes de integração, como auxiliares no processo de aperfeiçoamento do instituto do
I – identificar oportunidades de estágio;
II – ajustar suas condições de realização;
III – fazer o acompanhamento administrativo;
IV – encaminhar negociação de seguros contra acidentes pessoais;
V – cadastrar os estudantes.
o
§ 2 É vedada a cobrança de qualquer valor dos estudantes, a título de remuneração pelos serviços
referidos nos incisos deste artigo.
o
§ 3 Os agentes de integração serão responsabilizados civilmente se indicarem estagiários para a
realização de atividades não compatíveis com a programação curricular estabelecida para cada curso, assim
como estagiários matriculados em cursos ou instituições para as quais não há previsão de estágio curricular.
o
Art. 6 O local de estágio pode ser selecionado a partir de cadastro de partes cedentes, organizado pelas
instituições de ensino ou pelos agentes de integração.
CAPÍTULO II
DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO
o
Art. 7 São obrigações das instituições de ensino, em relação aos estágios de seus educandos:
I – celebrar termo de compromisso com o educando ou com seu representante ou assistente legal, quando
ele for absoluta ou relativamente incapaz, e com a parte concedente, indicando as condições de adequação do
estágio à proposta pedagógica do curso, à etapa e modalidade da formação escolar do estudante e ao horário e
calendário escolar;
II – avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação cultural e
profissional do educando;
III – indicar professor orientador, da área a ser desenvolvida no estágio, como responsável pelo
acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário;
IV – exigir do educando a apresentação periódica, em prazo não superior a 6 (seis) meses, de relatório das
atividades;
V – zelar pelo cumprimento do termo de compromisso, reorientando o estagiário para outro local em caso
de descumprimento de suas normas;
VI – elaborar normas complementares e instrumentos de avaliação dos estágios de seus educandos;
VII – comunicar à parte concedente do estágio, no início do período letivo, as datas de realização de
avaliações escolares ou acadêmicas.
68
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Parágrafo único. O plano de atividades do estagiário, elaborado em acordo das 3 (três) partes a que se
o
refere o inciso II do caput do art. 3 desta Lei, será incorporado ao termo de compromisso por meio de aditivos à
medida que for avaliado, progressivamente, o desempenho do estudante.
Art. 8o É facultado às instituições de ensino celebrar com entes públicos e privados convênio de concessão
de estágio, nos quais se explicitem o processo educativo compreendido nas atividades programadas para seus
o
educandos e as condições de que tratam os arts. 6 a 14 desta Lei.
Parágrafo único. A celebração de convênio de concessão de estágio entre a instituição de ensino e a parte
o
concedente não dispensa a celebração do termo de compromisso de que trata o inciso II do caput do art. 3 desta
Lei.
CAPÍTULO III
DA PARTE CONCEDENTE
o
Art. 9 As pessoas jurídicas de direito privado e os órgãos da administração pública direta, autárquica e
fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como
profissionais liberais de nível superior devidamente registrados em seus respectivos conselhos de fiscalização
profissional, podem oferecer estágio, observadas as seguintes obrigações:
I – celebrar termo de compromisso com a instituição de ensino e o educando, zelando por seu
cumprimento;
II – ofertar instalações que tenham condições de proporcionar ao educando atividades de aprendizagem
social, profissional e cultural;
III – indicar funcionário de seu quadro de pessoal, com formação ou experiência profissional na área de
conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para orientar e supervisionar até 10 (dez) estagiários
simultaneamente;
IV – contratar em favor do estagiário seguro contra acidentes pessoais, cuja apólice seja compatível com
valores de mercado, conforme fique estabelecido no termo de compromisso;
V – por ocasião do desligamento do estagiário, entregar termo de realização do estágio com indicação
resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho;
VI – manter à disposição da fiscalização documentos que comprovem a relação de estágio;
VII – enviar à instituição de ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses, relatório de atividades,
com vista obrigatória ao estagiário.
Parágrafo único. No caso de estágio obrigatório, a responsabilidade pela contratação do seguro de que
trata o inciso IV do caput deste artigo poderá, alternativamente, ser assumida pela instituição de ensino.
CAPÍTULO IV
DO ESTAGIÁRIO
Art. 10. A jornada de atividade em estágio será definida de comum acordo entre a instituição de ensino, a
parte concedente e o aluno estagiário ou seu representante legal, devendo constar do termo de compromisso ser
compatível com as atividades escolares e não ultrapassar:
I – 4 (quatro) horas diárias e 20 (vinte) horas semanais, no caso de estudantes de educação especial e dos
anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional de educação de jovens e adultos;
69
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
II – 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, no caso de estudantes do ensino superior, da
educação profissional de nível médio e do ensino médio regular.
o
§ 1 O estágio relativo a cursos que alternam teoria e prática, nos períodos em que não estão programadas
aulas presenciais, poderá ter jornada de até 40 (quarenta) horas semanais, desde que isso esteja previsto no
projeto pedagógico do curso e da instituição de ensino.
o
§ 2 Se a instituição de ensino adotar verificações de aprendizagem periódicas ou finais, nos períodos de
avaliação, a carga horária do estágio será reduzida pelo menos à metade, segundo estipulado no termo de
compromisso, para garantir o bom desempenho do estudante.
Art. 11. A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder 2 (dois) anos, exceto
quando se tratar de estagiário portador de deficiência.
Art. 12. O estagiário poderá receber bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada,
sendo compulsória a sua concessão, bem como a do auxílio-transporte, na hipótese de estágio não obrigatório.
o
§ 1 A eventual concessão de benefícios relacionados a transporte, alimentação e saúde, entre outros, não
caracteriza vínculo empregatício.
o
§ 2 Poderá o educando inscrever-se e contribuir como segurado facultativo do Regime Geral de
Previdência Social.
Art. 13. É assegurado ao estagiário, sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 (um) ano,
período de recesso de 30 (trinta) dias, a ser gozado preferencialmente durante suas férias escolares.
o
§ 1 O recesso de que trata este artigo deverá ser remunerado quando o estagiário receber bolsa ou outra
forma de contraprestação.
o
§ 2 Os dias de recesso previstos neste artigo serão concedidos de maneira proporcional, nos casos de o
estágio ter duração inferior a 1 (um) ano.
Art. 14. Aplica-se ao estagiário a legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho, sendo sua
implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio.
CAPÍTULO V
DA FISCALIZAÇÃO
Art. 15. A manutenção de estagiários em desconformidade com esta Lei caracteriza vínculo de emprego do
educando com a parte concedente do estágio para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária.
o
§ 1 A instituição privada ou pública que reincidir na irregularidade de que trata este artigo ficará impedida
de receber estagiários por 2 (dois) anos, contados da data da decisão definitiva do processo administrativo
correspondente.
o
o
§ 2 A penalidade de que trata o § 1 deste artigo limita-se à filial ou agência em que for cometida a
irregularidade.
CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 16. O termo de compromisso deverá ser firmado pelo estagiário ou com seu representante ou
assistente legal e pelos representantes legais da parte concedente e da instituição de ensino, vedada a atuação
o
dos agentes de integração a que se refere o art. 5 desta Lei como representante de qualquer das partes.
70
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Art. 17. O número máximo de estagiários em relação ao quadro de pessoal das entidades concedentes de
estágio deverá atender às seguintes proporções:
I – de 1 (um) a 5 (cinco) empregados: 1 (um) estagiário;
II – de 6 (seis) a 10 (dez) empregados: até 2 (dois) estagiários;
III – de 11 (onze) a 25 (vinte e cinco) empregados: até 5 (cinco) estagiários;
IV – acima de 25 (vinte e cinco) empregados: até 20% (vinte por cento) de estagiários.
o
§ 1 Para efeito desta Lei, considera-se quadro de pessoal o conjunto de trabalhadores empregados
existentes no estabelecimento do estágio.
o
§ 2 Na hipótese de a parte concedente contar com várias filiais ou estabelecimentos, os quantitativos
previstos nos incisos deste artigo serão aplicados a cada um deles.
o
§ 3 Quando o cálculo do percentual disposto no inciso IV do caput deste artigo resultar em fração, poderá
ser arredondado para o número inteiro imediatamente superior.
o
§ 4 Não se aplica o disposto no caput deste artigo aos estágios de nível superior e de nível médio
profissional.
o
§ 5 Fica assegurado às pessoas portadoras de deficiência o percentual de 10% (dez por cento) das vagas
oferecidas pela parte concedente do estágio.
Art. 18. A prorrogação dos estágios contratados antes do início da vigência desta Lei apenas poderá
ocorrer se ajustada às suas disposições.
o
Art. 19. O art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei n 5.452, de 1
de maio de 1943, passa a vigorar com as seguintes alterações:
o
“Art. 428. ......................................................................
o
§ 1 A validade do contrato de aprendizagem pressupõe anotação na Carteira de Trabalho e
Previdência Social, matrícula e freqüência do aprendiz na escola, caso não haja concluído o ensino médio,
e inscrição em programa de aprendizagem desenvolvido sob orientação de entidade qualificada em
formação técnico-profissional metódica.
......................................................................
o
§ 3 O contrato de aprendizagem não poderá ser estipulado por mais de 2 (dois) anos, exceto
quando se tratar de aprendiz portador de deficiência.
......................................................................
o
§ 7 Nas localidades onde não houver oferta de ensino médio para o cumprimento do disposto no §
1 deste artigo, a contratação do aprendiz poderá ocorrer sem a freqüência à escola, desde que ele já
tenha concluído o ensino fundamental.” (NR)
o
o
Art. 20. O art. 82 da Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 82. Os sistemas de ensino estabelecerão as normas de realização de estágio em sua
jurisdição, observada a lei federal sobre a matéria.
Parágrafo único. (Revogado).” (NR)
Art. 21. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
71
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o
parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de
24 de agosto de 2001.
Art. 22. Revogam-se as
Brasília, 25 de setembro de 2008; 187o da Independência e 120o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad
André Peixoto Figueiredo Lima
Este texto não substitui o publicado no DOU de 26.9.2008.
Anexo II
PRÉ-PROJETO
Aluno:
RA:
Curso:
Semestre:
Turno:
Área pretendida de estágio:
Área específica relacionada ao curso:
Contribuição do estágio para a aprendizagem no curso:
Disponibilidade de tempo:
Duração possível do estágio:
Disciplinas relacionadas ao estágio:
Durante a realização do estágio deverá desenvolver uma pesquisa:
Qual temática gostaria de desenvolver?
Nome do Professor Orientador:
Assinatura do Aluno (a):
DECLARAÇÃO DA EMPRESA AUTORIZANDO A REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO
Declaramos, para fins de estágio supervisionado, que _________________________________________, portador
do RG________________ e CPF________________, está autorizado a realizar seu estágio supervisionado nesta
72
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empresa na área de _______________________________________, com início em ______/______/______,
devendo cumprir no mínimo 300 horas.
Informamos, ainda que o responsável pelo acompanhamento de estágio na empresa será o(a)
Sr.(a)_______________________________, que atua como__________________________________,
nome ____________________________________________________ fone_____________
cargo
Local e data
(Carimbo do CNPJ)
______________________________
Assinatura do responsável pelo estágio na empresa
RELATÓRIO PARCIAL DE CUMPRIMENTO DO ESTÁGIO
1º RELATÓRIO PARCIAL
Nome do aluno:
Ra:
Curso:
Semestre:
data: ___/____/____
Período:
Dados gerais da empresa: (nome, endereço, etc.)
Histórico da empresa:
Estrutura organizacional da empresa:
Áreas e funções:
Quadro de dirigentes:
Número de funcionários:
Local do estágio:
Área:
Cronograma cumprido de estágio:
-Atividades Programadas:
73
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-Atividades Realizadas:
-Relação com as Disciplinas do Curso:
-Apreciação das atividades: dificuldades e ocorrências
-Auto-Avaliação do aluno
______________________________
Estagiário(a)
_____/_____/_____
______________________________
Professor Orientador
_____/_____/_____
RELATÓRIOS PARCIAIS
Relatório Parcial nº.___________data: ___/____/____
Nome do aluno:
Ra:
Curso:
Semestre:
Local do estágio:
Período:
Área:
Cronograma cumprido de estágio:
-Atividades Programadas:
-Atividades Realizadas:
-Relação com as Disciplinas do Curso:
-Apreciação das atividades: dificuldades e ocorrências
-Auto-Avaliação do aluno
______________________________
Estagiário(a)
_____/_____/_____
______________________________
Professor Orientador
_____/_____/_____
74
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
DECLARAÇÃO
Declaro, para todos os fins de direito, que estou ciente e de acordo com o regulamento que aborda os objetivos,
trata da operacionalização e define o trâmite acadêmico do Estágio Supervisionado, comprometendo-me a cumprílo, bem como respeitar todas as regras e normas da empresa concedente do estágio.
Estou ciente, também, que a conclusão do curso depende da necessidade de seguir devidamente as determinações
e procedimentos que definem o Estágio Supervisionado, do cumprimento de no mínimo 300 horas de atividades
práticas e da participação nas sessões de orientação, marcadas previamente.
Guarulhos, ____/_______/2009.
aceito as normas e regras referentes ao Estágio Supervisionado
assinatura do aluno_______________________________
DECLARAÇÃO DA EMPRESA COMPROVANDO A REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO
Declaramos,
para
fins
de
conclusão
de
atividades
de
estágio,
que
________________________________________, RG_________________ e CPF___________________ concluiu
seu projeto de estágio na área de ___________________, no período de ____/_______/______a
_____/_______/______, completando um total de _____________( ) horas.
Local e data
Assinatura do responsável
pelo estágio na empresa
75
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Papel timbrado da empresa e/ou carimbo do CNPJ
Duas vias, com reconhecimento de firma
Não encadernar junto com o relatório
RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DE ATIVIDADES
Empresa/Organização:
Estagiário(a):
Área:
Período: ___/___/___ a ___/___/___ Total de Horas no Período:______ hs.
Nome do(a) Supervisor(a) na Empresa:
AVALIAÇÃO A SER PREENCHIDA PELO SUPERVISOR DO ESTÁGIO NA EMPRESA
Aspectos Considerados
Avaliação
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Conhecimento demonstrado no desenvolvimento das atividades programadas.
2. Cumprimento das atividades programadas.
Qualidade do trabalho dentro de um padrão de desempenho aceitável.
Disposição para atender prontamente as solicitações. (cooperação)
Iniciativa na solução de problemas.
Capacidade de sugerir, projetar ou executar inovações.
Assiduidade e pontualidade no cumprimento de horários.
8. Disciplina quanto às normas e regulamentos internos.
9. Facilidade de contatos e interação no ambiente de trabalho.
10. Responsabilidade e zelo pelos bens da Empresa/Organização.
11. Desenvolvimento do Plano de Estágio.
76
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
____/____/_______
___________________________
Supervisor na Empresa
___________________________
Visto do Orientador
CARIMBO DA EMPRESA
AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Nome do Aluno :
Semestre:
Turno:
Empresa em que efetuou o Estágio :
Endereço:
Nome do supervisor na Empresa:
Área em que efetuou o Estágio :
Início do Estágio:___/___/___
Término do Estágio: ___/___/___
Total de Horas :
Objetivando sua ambientação houve apresentação aos demais funcionários ?
( )Sim ( )Não
Durante o estágio desenvolveu entrevistas com gerências?
( )Sim ( )Não
Procedeu visitas às instalações ?
( )Sim ( )Não
Encontrou dificuldades na sua execução?
( )Sim ( )Não
Caso tenha respondido afirmativamente a questão acima, como resolveu suas dificuldades?
_______________________________________
Contou com assistência do supervisor na empresa ?
( )Sim ( )Não
Apresentou à empresa seus(s) relatório(s)?
( )Sim ( )Não
A realização do estágio contribuiu para melhorar sua aprendizagem no curso?
( )Sim ( )Não
Você tratou de assuntos não contemplados no curso?
( )Sim ( )Não
Se a resposta anterior foi SIM indique os assuntos:
77
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
______________________________________________________________________________________
Guarulhos, _____/____________/_____.
Assinatura do aluno
Anexo III
Considerações especificas para o Curso de Bacharelado em Administração
Como dito anteriormente, o aluno deve realizar 300 horas de estágio ao longo dos dois últimos semestres, ou em
casos excepcionalmente autorizados pela coordenação do curso. No entanto, de acordo com o período em que o
mesmo estiver matriculado, sua atividade será regida pelas orientações abaixo.
Levando em consideração a natureza do curso e as peculiaridades das empresas, apresentamos algumas áreas
onde os alunos poderão efetuar os trabalhos de estágio:
I) Planejamento, administração, organização, coordenação, supervisão, execução, produção e
operacionalização de atividades e serviços;
II) Assistência aos setores operacionais como suporte para compras, controle de estoque, custos,
recrutamento e seleção, e outras atividades pertinentes a área de formação.
III) Elaboração de projetos, estudos de viabilidade, pesquisas de mercado e demais atividades ligadas ao
planejamento de instalações;
IV) Os Estágios poderão ser realizados em empresas, instituições ou órgãos pertencentes à iniciativa
privada ou ao setor público;
V) O aluno deverá desenvolver o seu PROJETO de acordo com as explicações do professor orientador.
MODELO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO
O Relatório de Estágio é constituído por elementos pré-textuais, elementos textuais e elementos pós-textuais
dispostos da seguinte forma:
Estrutura
Elemento
78
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Capa (obrigatório)
Lombada (obrigatório)
Folha de rosto (obrigatório)
Errata (opcional)
Folha de aprovação (opcional)
Dedicatória(s) (opcional)
Agradecimento(s) (opcional)
Pré-textuais
Epígrafe (opcional)
Resumo na língua vernácula (opcional)
Resumo na língua estrangeira (opcional)
Lista de ilustrações (opcional)
Lista de tabelas (opcional)
Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
Lista de símbolos (opcional)
Sumário (obrigatório)
Introdução
Textuais
Desenvolvimento
Conclusão
Referências
Glossário
Pós-textuais
Apêndice(s)
Anexo(s)
Índice(s)
O elemento textual desenvolvimento deve ser contemplado pelos seguintes capítulos:
Revisão da literatura
Metodologia
Análise
79
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Já a conclusão pode apresentar os desdobramentos relativos à importância, síntese, projeção, repercussão,
encaminhamento e outros.
Os capítulos devem ser apresentados em tópicos, de forma a organizar o assunto e o processo de comunicação.
A seguir, apresentamos uma descrição/modelo de como deve ser elaborado cada um dos capítulos do Relatório de
Estágio:
Capítulo I – INTRODUÇÃO
A Introdução deve, dentro do possível, contemplar os seguintes aspectos:
•Caracterização do Estágio – Apresentar a empresa e área escolhidas para o Estágio;
•Desenvolvimento do Estágio – Fazer uma breve descrição das tarefas executadas, do aprendizado prático obtido e
dos problemas de administração encontrados na empresa e/ou no setor do Estágio;
•Objetivos do Estágio – Dar ênfase ao aspecto de aprendizado e, principalmente, à formulação de soluções para
correção dos problemas;
•Justificativa do Estágio – Descrever o embasamento técnico/bibliográfico e a orientação recebida dos professores,
para encontrar e indicar as soluções para os problemas evidenciados no decorrer do Estágio;
•Razões que levaram o aluno a realizar o Estágio na área específica;
•Dificuldades encontradas no Estágio e a forma como foram superadas;
•Nível de colaboração da empresa (por exemplo: dificuldade ou facilidade na obtenção dos dados necessários,
informações sobre procedimentos, formulários etc.);
•Orientação técnica prestada pela empresa (por parte do responsável pelo estagiário e mesmo por outros
profissionais) que tenha colaborado para o seu aperfeiçoamento profissional;
•Meios de obtenção da bibliografia de apoio ao desenvolvimento do trabalho;
•Delimitação do projeto – De acordo com os objetivos do estágio e as justificativas;
Outro ponto essencial do capítulo introdutório é o tópico relativo à identificação da empresa onde o estágio foi
realizado, conforme segue:
IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA ONDE O ESTÁGIO FOI REALIZADO
1 – Nome da empresa (Razão Social e Nome Fantasia);
2 – Endereço completo;
3 – Telefone, fax, e-mail;
4 – Sócios majoritários, acionistas controladores e grupos associados;
5 – Ramo de atividade da empresa
80
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
5.1 – Principais produtos desenvolvidos pela empresa;
5.2 – Serviços complementares.
6 - Área de atuação da empresa (turismo de negócios, restaurante internacional, restaurante típico, parque temático,
turismo de lazer de praia, turismo de lazer de campo, saúde, consultoria, manufatura, etc.);
7 – Histórico da empresa;
8 – Organograma da empresa;
9 – Principais metas da empresa;
10 – Recursos Humanos da empresa (fazer uma breve descrição sobre o “ambiente” de Recursos Humanos da
empresa – válido para estágios de todos os setores);
10.1 – Número de empregados da empresa;
10.2 – Categorias dos profissionais que atuam na empresa;
10.3 – Divisão Técnica do trabalho na empresa (breve descrição de como são
operacionais e técnicas – hierarquia e atribuições profissionais);
divididas
as
tarefas
10.4 – Qualificação dos funcionários especializados e não especializa- dos e tipos de treinamentos oferecidos;
10.5 – Nome do(a) gerente do setor de Recursos Humanos da empresa;
11 – Principais recursos materiais (Ativo Permanente) da empresa (prédios, instalações, equipamentos, maquinaria,
material de uso diário etc.);
12 – Política Ambiental da Empresa (descrever se a empresa possui uma política ambiental. Observar se realiza
reciclagem de lixo, se tem alguma política que evite desperdícios (água, energia));
13 – Código de Ética.
14 –Globalização. (dissertar sobre a empresa no mundo globalizado).
IDENTIFICAÇÃO DA ÁREA DO ESTÁGIO
Após a identificação geral da empresa, o projeto deve permitir a caracterização da área de estágio/projeto, conforme
segue:
1 – A Área do Estágio (citar o departamento, setor ou área onde se concentrou o estágio);
2 – Organograma do setor do Estágio;
3 – Recursos Humanos da área do Estágio:
3.1 – Categoria dos profissionais que atuam na área do Estágio;
3.2 – Adequação da mão-de-obra para a área de concentração do Estágio;
3.3 – Jornada de trabalho na área do Estágio (número de turnos, tempo dos intervalos, tipo de revezamento, etc.);
81
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
3.4 – Nome e cargo da chefia direta;
4 – Principais recursos materiais (Ativo Permanente) da área do Estágio;
5 – Cadeia de suprimentos da área do Estágio (onde e como o setor é abastecido dos itens necessários à sua
operação e como abastece os outros setores da empresa, com os seus produtos e serviços).
Capítulo II – REVISÃO DE LITERATURA
Neste capítulo, o aluno deverá apresentar os aspectos teóricos relativos à área e ao assunto abrangido pelo projeto.
É esperado que o aluno pesquise livros, periódicos e demais fontes de informação sobre o tema escolhido. O estudo
desse material é a base e conteúdo desse capítulo.
Assim como os demais capítulos, este deverá estar organizado em tópicos e correlacionado com os objetivos e
justificativas do projeto.
“A revisão da literatura busca uma fundamentação teórica para o trabalho” (Roesch, 1999:186).
Capítulo III – METODOLOGIA(*)
Neste capítulo o aluno deve descrever os procedimentos utilizados para a obtenção do conhecimento do
funcionamento da empresa e da área escolhida para o Estágio (entrevistas, observação direta, análise documental,
estudo de formulários etc.).
Deve, ainda, citar quais foram os instrumentos utilizados para analisar o comportamento da empresa/área e como
foram evidenciados os problemas porventura existentes e como foram encontradas as suas respectivas soluções
(obras didáticas, orientação dos professores etc.).
Por último, deve descrever a metodologia usada para a formatação técnica do Relatório de Estágio (orientação
básica recebida dos professores das várias disciplinas das Faculdades, orientações contidas no Manual de Estágio,
aspectos próprios exigidos pela área escolhida para o Estágio e bibliografia disponível).
A base concreta para os procedimentos empregados será a discussão bibliográfica realizada por indicação do
Professor Orientador. De acordo com a área/setor escolhidos para estágio, o aluno receberá tarefa de leitura de
obras que sejam aplicáveis ao seu caso específico. Para tanto, deverá:
• Levantar conceitos teóricos, métodos e instrumentos de análise, encontrados em livros adotados pelas várias
matérias do curso de Administração;
• Rever Relatórios de Estágio relacionados com a área objeto do trabalho, atentando para as
observações/indicações feitas pelo Professor Orientador;
(*)Obs.: Este capítulo deverá ser composto por duas partes. A primeira relativa à leitura e conhecimentos
sobre metodologia, considerando o texto base da disciplina e outros pesquisados pelo aluno. Com base na primeira
parte, a segunda apresenta o enfoque metodológico que será adotado, tendo em vista a natureza do projeto do
aluno.
• Descrever, compreender e criticar a bibliografia que lhe for indicada;
• Ampliar a base da pesquisa teórica, consultando outras obras sobre a área de estágio, que não as indicadas pelo
Professor Orientador.
82
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Capítulo IV – ANÁLISE (*)
1 – Escopo do Trabalho
Este capítulo deve descrever as atividades desenvolvidas pelo aluno, durante o período do estágio, tais como:
•
Áreas em que “trabalhou” durante o período do Estágio;
•
Serviços que “realizou” em cada área.
2 - Diagnose
Este item deve descrever, individualmente, os problemas de ordens técnica, administrativa e de procedimento,
encontrados na área do Estágio, observando:
•Que os problemas devem ser detalhados de forma clara, a fim de que haja compreensão das falhas de
procedimento existentes;
•As causas dos problemas;
•Os prejuízos financeiros, materiais e/ou administrativos resultantes das falhas de procedimento.
O Relatório deve ser apresentado com o maior número possível de falhas de procedimento. Os problemas
identificados podem, inclusive, ser de outras áreas que não aquela onde o aluno realizou o estágio, desde que haja
sólida base para a sua inclusão no Relatório.
Exemplo sucinto:
“As compras, o recebimento da mercadoria e o pagamento aos fornecedores são realizados pela mesma pessoa, de
forma que não há segmentação de autoridade e responsabilidade, o que enseja a possibilidade de ocorrência de
fraudes.”
(*) Obs.: a) O capítulo “Análise” deve ser apresentado em tópicos; b) O aluno deve fazer referência bibliográfica,
citando as obras utilizadas para base das análises dos problemas e elaborar a diagnose do setor/área do estágio.
Capítulo V – CONCLUSÕES (*)
1 - Comentários
Como forma de colaborar para o aperfeiçoamento técnico, administrativo e de procedimentos da empresa, o aluno
deve fazer comentários sobre os meios materiais e humanos de que esta dispõe para solucionar os problemas
identificados no Capítulo IV.
2 - Sugestões
Para cada problema identificado no item anterior, indicar o procedimento correto, para corrigir a falha. As
recomendações devem estar embasadas na bibliografia consultada.
Exemplo sucinto:
83
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
“As funções de compra, recebimento das mercadorias e o pagamento aos fornecedores devem ser exercidas por
pessoas distintas, de forma a evitar fraudes no recebimento (quantidade de mercadorias menor do que o
consignado na Nota Fiscal, por exemplo) e no pagamento (pagamento por mercadorias não efetivamente
recebidas)”.
Neste capítulo o aluno deve emitir suas opiniões sobre as condições gerais da empresa e, particularmente, do setor
ou área escolhida para o estágio, considerando a literatura (capítulo II), a análise (capítulo IV) e os
objetivos/justificativas propostas no capítulo I.
(* ) Obs.: a) O capítulo “Conclusões” deve ser apresentado em tópicos; b) O aluno deve fazer referência
bibliográfica, citando as obras utilizadas para base das análises dos problemas e para elaborar a diagnose do
setor/área do estágio.
Capítulo VI – RECOMENDAÇÕES E SUGESTÕES
Neste capítulo o aluno apresentará suas considerações, no sentido do desenvolvimento de novos projetos ou
campos de pesquisa, os quais não foram abordados no projeto, em razão das limitações das informações.
Assim, poderá sugerir aos colegas temas e formas para a continuidade dessa linha de pesquisa.
4. APRESENTAÇÃO DOS “RELATÓRIOS PARCIAIS”
DE ESTÁGIO
A preparação e a elaboração do Relatório de Estágio deve ser realizada durante o período das atividades normais
de aula, de forma a não sobrecarregar o aluno no final do curso. Assim, os capítulos serão desenvolvidos durante o
transcorrer dos dois últimos semestres, sem obedecer à ordem seqüencial.
Os Relatórios Parciais de Estágio somente serão aceitos se estiverem de acordo com o estabelecido por este
Regulamento de Estágio. Deverão ser observadas as seguintes características na apresentação, para cada um
desses Relatórios, observando-se a sua uniformidade:
•
Os relatórios devem ser digitados em computador, se enquadrarem nas normas da ABNT, e entregues em
duas vias (original e 1 cópia xerográfica);
•
Devem ser digitados em papel formato A-4, com páginas devidamente numeradas;
•
A digitação dos Relatórios Parciais deve obedecer a seguinte estética: margem superior, 3 cm; margem
inferior, 2 cm; margem esquerda, 3 cm, e margem direita, 2 cm;
•
Os Relatórios Parciais devem ser digitados com espaço duplo, letras tamanho 12 (doze), fonte Arial;
•
As notas de rodapé devem ser separadas por um traço obedecendo à mesma margem à esquerda e à
direita;
•
Os parágrafos iniciam-se a uma marca de tabulação de 1,27cm para dentro em relação à margem
esquerda;
•
Os capítulos devem sempre ser iniciados numa nova página, com os títulos em letras maiúsculas, centrados
na folha e indicados através de algarismos romanos.
5. APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DE
ESTÁGIO
84
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
O Estágio, como dito anteriormente, é caracterizado pela vivência do acadêmico em atividades que o levem ao
aprofundamento teórico/prático exigido para a formação de um profissional qualificado, consistindo de uma fase de
aproximação e aperfeiçoamento em um determinado campo profissional e de desenvolvimento de habilidades
específicas.
Os trabalhos concluídos devem ser socializados e sistematizados gerando conhecimentos que devem ser postos à
disposição da comunidade acadêmica.
O desenvolvimento da prática pré-profissionalizante deve ocorrer ao longo de todo processo de estágio, baseado no
campo construído através da experiência do dia-a-dia, buscando o aprimorando das habilidades que culminam na
elaboração de trabalhos técnico-científicos.
A partir dessa experiência serão emitidos relatórios parciais que visam demonstrar a capacidade de análise,
interpretação e reflexão crítica de atuação do aluno estagiário.
Ao final do processo será elaborado o RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO, que circunstancia todo o processo de
desenvolvimento de estágio desde a escolha do tema, passando pela investigação através da utilização de recursos
metodológicos, bibliográficos e tecnológicos, necessários à realização do trabalho.
Assim, o RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO é um documento que descreve o trabalho de preparação do estágio,
relata o que foi efetivamente realizado na prática, bem como apresenta análise dos resultados, conclusão e
roposições, podendo se constituir em um documento para alavancar futuros projetos de pesquisa, planos de
empreendimentos ou mesmo em um trabalho profissional.
O Professor Orientador deve, de acordo com suas atribuições, orientar, avaliar e aprovar as versões geradas pelos
estagiários, quanto ao formato e a metodologia e quanto ao conteúdo, antes do encaminhamento à banca
examinadora (instalada a critério da coordenação do curso), conforme disposto neste regulamento, no item 6 –
Avaliação dos Relatórios.
A versão preliminar do RELATÓRIO DE FINAL DE ESTÁGIO, deve descrever todas as atividades desenvolvidas
pelo aluno, articulando-as com a bibliografia pesquisada, já digitada em computador, e com o rigor nas normas da
ABNT (ver item 3 – Elaboração do Relatório de Estágio, bem como o Manual de Normatização para Elaboração de
Trabalhos Acadêmicos produzido pela Instituição), deve ser entregue ao professor orientador que proporá ou não
alterações. A “versão capa dura do Relatório” deverá ser escrita considerando-se as recomendações da banca.
O RELATÓRIO DE FINAL DE ESTÁGIO será sempre de caráter individual.
A data para as respectivas entregas, em versão preliminar e encadernada, será definida pelo Professor Orientador
que levará em consideração o Calendário Escolar das Faculdades Integradas Torricelli.
6. AVALIAÇÃO DOS RELATÓRIOS
1 – Avaliações periódicas
Nas avaliações dos Relatórios Parciais será considerado:
•Metodologia na elaboração dos relatórios;
•Pontualidade e dedicação no desenvolvimento dos trabalhos e dos contatos formais e informais com a supervisão e
orientação;
•Abrangência e conteúdo do trabalho em relação ao tema proposto;
•Desenvolvimento ordenado e lógico dos Relatórios;
85
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
•Correção de linguagem, ortografia e apresentação do trabalho;
•Bibliografia utilizada pelo aluno e citada nos Relatórios;
•Avaliação da empresa;
•Freqüência e interesse nas aulas de orientação;
•Entrega e qualidade dos trabalhos intermediários;
•A avaliação será feita pelo professor orientador de estágio com notas de 0 (zero) a 10 (dez).
2 – Avaliação do Relatório Final
Na avaliação do relatório final será considerada também a qualidade e forma de apresentação do trabalho.
O aluno que não efetuar a entrega do relatório final, nas condições e prazos regulamentares, mesmo que já tenha
obtido a média mínima de aprovação nos bimestres anteriores, estará reprovado na disciplina Orientação de
Estágios. A nota mínima para aprovação é 6,0 (seis). Os trabalhos poderão ser escolhidos através de amostragem
aleatória e apresentados à uma banca examinadora. Para tanto os alunos deverão preparar a apresentação, com
todos os requintes didáticos. A apresentação poderá ser aberta ao público acadêmico. Os que obterem nota igual ou
superior a 7,0 (sete) serão encaminhados à biblioteca para utilização do público interno e externo.
7. DISPOSIÇÕES GERAIS
O estágio supervisionado nos 6º, 7º. e 8º. semestres receberão orientação semanal, conforme horário estabelecido
pelo professor orientador.
Os Relatórios Parciais e Final deverão obedecer ao cronograma estabelecido neste Regulamento.
Os alunos que não cumprirem os prazos de entrega dos relatórios não colarão grau com os componentes de sua
turma, ficando-lhes prejudicada a entrega do diploma.
Segundo a legislação, o aluno que ultrapassar sete anos de curso (incluindo o período para apresentação do
Relatório de Estágio) deverá prestar novo concurso vestibular.
Caso o curso passe por mudança curricular, o aluno deverá fazer todas as adaptações necessárias.
Os alunos reprovados deverão efetuar matrícula na disciplina no ano seguinte.
8. SUGESTÕES DE TEMAS PARA O ESTÁGIO (*)
(*) Adaptado de ROESCH, S.M. Projetos de estágio do curso de administração. São Paulo: Atlas, 1996.
1 – Área de administração geral
a) Modernização administrativa.
•Informatização.
-Conveniência da informática em termos de custos e benefícios.
-Treinamento e seleção de pessoal.
-Identificação de áreas da empresa a serem informatizadas.
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FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
•Transferência de tecnologia.
-Geração de conhecimentos e tecnologia.
•Mudança incremental ou mudança total?
•Eficiência, eficácia e efetividade.
-Produtividade.
-Desempenho organizacional.
-Cumprimento de metas e objetivos.
•Estratégias de mudança organizacional.
•Gestão da qualidade.
b) Análise ambiental.
•Programas de proteção ambiental; gestão de programas e projetos de proteção ambiental; gestão de programas de
controle de acidentes tecnológicos.
•Percepção e análise de programas ambientais.
-Identificação de problemas ambientais.
-Mapeamento de atividades de risco.
-Reação das populações ao risco eventual, potencial e real.
c) Análise organizacional.
•Análise Administrativa.
-Sistemas organizacionais: estudo da organização como ela é; estrutura da organização; o que significa afirmar que
uma organização é um sistema aberto?; que implicações esse sistema traria para uma organização?
-Sistemas administrativos: classificação de cargos com limite de ascensão horizontal; estudo das rotinas de
trabalho, distribuição das tarefas para o pessoal; racionalização e simplificação do trabalho; utilização e otimização
dos equipamentos de última geração; abandono de equipamentos ultrapassados e em boas condições.
•Contexto ambiental; distribuição do espaço físico; condições ambientais, variáveis externas de maior impacto sobre
a organização.
•Análise geral da empresa.
-Levantamento de necessidades (pessoal, espaço físico).
-Análise e formulação de alterações.
-Manuais: elaboração de manuais para toda a organização ou para setores; análise crítica e reformulação de
manuais preexistentes.
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FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
-Formulários: padronização e controle, levantamento e análise crítica dos formulários já existentes; elaboração e
reelaboração de formulários; estruturação de um sistema de produção e controle de formulários (empresa média ou
grande).
-Estudos de layout burocrático no escritório; remontagem do layout existente para a reformulação de alternativas de
modificação.
-Fluxos de informação ou documentos: levantamento e graficação dos preexistentes na organização; análise e
reformulação dos fluxos já existentes (empresa grande); manualização dos fluxos já existentes.
-Estruturas organizacionais: formalização de estruturas informais e preexistentes (empresa pequena ou média);
estudos para mudanças de estruturas organizacionais; manualização das estruturas existentes.
•Sistemas de informações gerenciais.
-Pequena/média empresa: sem uso exclusivo do computador.
-Grande empresa: com uso exclusivo do computador.
d) Estruturas de controle.
•Controles fiscais, financeiros e físicos.
2 - Área de Recursos Humanos
a) Estratégias e técnicas de recursos humanos.
•Recrutamento e Seleção.
-Fontes e meios de recrutamento.
-Formas alternativas de recrutamento e seleção, inclusive com uso de grafologia, astrologia etc.
-Inversão do processo de seleção: os subordinados escolhem os superiores.
-Socialização operacional; integração na organização.
•Treinamento.
-Levantamento de necessidades.
-Elaboração de um programa de treinamento.
-Treinamento para o exercício da cidadania.
-Formação e qualificação de agentes de treinamento.
-Perfis a serem alcançados com o treinamento.
-Recursos organizacionais disponíveis.
•Planos de cargos.
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FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
-Remuneração.
-Formas alternativas de remuneração.
-Remuneração indireta para reduzir os encargos diretos do salário.
-Significado e resultados da participação nos lucros.
-Estrutura de salários nas empresas e critérios adotados.
•Sistemas de avaliação.
•Desenvolvimento de executivos.
-Proposta de um programa para desenvolvimento de executivos a longo prazo.
•Assistência/benefícios.
-Benefícios oferecidos pela empresa (legais e opcionais).
-Planos (abertos e fechados) de complementação da previdência.
•Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho.
-Avaliar o nível de insalubridade e periculosidade nas empresas.
-Causas e conseqüências dos acidentes no trabalho.
-Doenças profissionais.
-Programa para criação de medidas e atitudes prevencionais.
b) Comportamento organizacional.
•Motivação , comportamento.
-O que leva o indivíduo a engajar-se no processo de trabalho de organização.
•Liderança.
-Estilos de lideranças nas empresas brasileiras.
•O poder das organizações.
-Porque é usado? Para quem? Em benefício de quem poderá ser usado?
•Conflitos dentro da empresa.
-Situações não resolvidas e o conflito; causas e conseqüências; como resolver conflitos?
•Qualidade de vida no trabalho – QVT.
•Cultura organizacional.
-A formação da cultura; mudanças na cultura.
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FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
-Programas de integração grupal na vida das organizações.
-Clima organizacional.
c) Relações de trabalho.
•Sindicalismo.
-Raízes do sindicalismo brasileiro.
-O perfil das novas lideranças sindicais.
-As formas de luta: greve, operação pipoca, operação tartaruga etc.
-Negociação coletiva.
-Utilização e impacto da legislação trabalhista nas relações de trabalho.
-Formas avançadas de participação e gestão.
d) Sociologia do trabalho.
•Análise do processo de trabalho.
-As novas tecnologias e a qualificação/desqualificação do trabalhador.
-Novas formas de organização do trabalho.
-Uso da flexibilidade funcional e numérica.
•Significado do trabalho para as pessoas.
•Controle nas organizações.
-Mudanças na estrutura hierárquica e padrões de controle.
•Mercado de trabalho e modalidade da mão-de-obra.
e) Gestão de recursos humanos.
•A nova postura do profissional de RH diante da realidade econômico-social do país.
•Dificuldades no processo de sucessão em empresas familiares.
•Recursos Humanos e Gestão da Qualidade: estrutura participativa, técnicas de envolvimento de funcionários,
administração de processos, novas formas de relacionamento entre superiores e subordinados.
•Gestão de RH em pequenas e médias empresas.
•O processo decisório: níveis de decisão e o processo decisório; comportamento de executivos; desenvolvimento
gerencial.
•Reengenharia de Recursos Humanos: programas técnicas.
90
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
3 – Área de Marketing
a) Elementos de mercado.
•Descrição/análise de mercado.
-Identificação dos diferentes segmentos.
-Canal de troca.
-Lançamento de um novo produto/serviço.
-Ampliação da fronteira mercadológica da empresa.
-Definição do potencial de mercado (receptividade à inovação).
-Zoneamento de vendas.
-Dimensionamento do mercado.
-Análise de vendas.
-Análise do setor - perspectivas do setor (volumes de vendas, estrutura competitiva e rentabilidade).
-Determinação do volume da demanda.
•Descrição/análise competitiva.
-Identificação dos competidores, seu perfil e suas estratégias de Marketing.
-Vantagem competitiva de custos e diferenciação de oferta.
•Comportamento do consumidor.
-Perfil e características do consumidor (consumidor industrial e final).
-Processo decisório de compra.
b) Instrumentos de Marketing.
•Decisões em relação ao preço, distribuição, comunicação, administração de vendas e propaganda.
•Logística (relação: custo e nível de serviço pretendido ou exigido); Sistema de remuneração da equipe de vendas.
•Definição do plano de Marketing (estratégias: quantas unidades vender).
•Análise de cadastro (custo de manutenção de um cadastro volumoso; identificação da curva ABC de clientes).
•Análise da estratégia do produto.
•Análise da equipe de vendas.
•Programas de treinamento da equipe de vendas.
•Controle mercadológico.
91
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
•Marketing direto.
•Código de defesa do consumidor.
•Política de Preços - reflexos da contabilidade.
•Programa de produtividade.
•Propaganda – comunicação.
•Publicidade (patrocínio de fora para dentro).
•Alternativas de comercialização: franquia (definições de padrões, exigências mínimas, normas contratuais e
padrões de desempenho mínimo para controle da empresa); telemarketing.
•Planejamento mercadológico.
•Capacidade para o Marketing: Universidade X Empresa – avaliação das necessidades da empresa e perfil do
profissional que está sendo formado.
4 – Área de produção de sistemas
a) Administração de materiais.
•A importância da Administração de Materiais no modelo empresarial.
-Representação dos materiais no custo total do produto/serviço.
-Adaptação de materiais tendo em vista sua representação no custo total.
•Elaboração de um modelo para cadastro de fornecedores (tendo em vista, principalmente, a qualidade, o custo e o
prazo de entrega).
•Interligação da área de materiais com as áreas financeira, de produção e comercialização.
•Estrutura organizacional para a área de administração de materiais.
•Análise de valor aplicada aos materiais.
b) Utilização de modelos, métodos e instrumentos.
•Modelos de previsão.
-Critérios válidos para modelos de previsão de vendas e demanda
-Técnicas utilizadas.
•Cálculo e controle de custos de produção.
•Uso de redes PERT/CPM e desempenho da administração de projetos.
•Elaboração de um plano de desenvolvimento e controle de projetos.
•Aplicação de métodos quantitativos para a solução de problemas (níveis da empresa em que são utilizados).
92
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
•Planejamento de integração vertical e/ou horizontal na indústria.
•Análise de produtividade.
•Programação e controle de produção em determinado setor.
c) Processo produtivo.
•Processo produtivo utilizado, sua conveniência.
•Proposta de um novo processo produtivo.
•Estudo do layout e sugestões para modificações.
•Administração de materiais e processo de produção: identificação das especificações de materiais para a
produção/geração de serviços.
•Controle de produção.
•Utilização de matérias-primas alternativas em determinado setor, considerando raridade e preço, complexidade do
processo, qualidade e custo, e medidas para evitar o esgotamento de matéria-prima escassa.
d) Técnicas modernas de administração da produção e gestão da qualidade
•Avaliação da eficiência dos sistemas just in time e kanban TQC - aplicabilidade, forma, local, condições,
metodologia e integração entre estas técnicas.
•Novas formas de organização da produção.
•Técnicas japonesas.
•Principais elementos de um programa de gestão da qualidade.
•Avaliação de resultados de um programa de gestão da qualidade.
•Conceito e formas de melhoria da gestão da qualidade.
•Tipos de controle de qualidade, técnicas utilizadas. Emprego de métodos estatísticos da qualidade.
•Análise da produtividade: conceitos, índices adotados e formas de melhorias.
5.2 Oferta Regular de Atividades da IES
A Faculdade incentiva à participação de seus discentes em pesquisa mediante concessão de auxilio para execução
de projetos científicos, concessão de bolsas especiais, promoção de congressos e congêneres, intercâmbio com
outras instituições e divulgação dos resultados das pesquisas realizadas e outros meios a seu alcance.
São incentivadas participação dos alunos em atividades de extensão cultural, criação, adaptação, difusão e
transferência dos conhecimentos de tecnologia correlatos e/ou afins às áreas de seus cursos, destinadas a órgãos
do governo e não governamentais, à sociedade e ao cidadão em geral, dando ênfase da região onde se encontra
inserida a Instituição.
A faculdade apóia a participação efetiva dos seus alunos em atividades articuladas com o setor produtivo através de
parcerias com empresas da região em programas que se destinam a oportunizar o desenvolvimento da prática
93
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
profissional articulado com aprendizagem teórica desenvolvida na instituição, bem como propiciando ao aluno
vivência e conscientização profissional, com vistas ao seu desenvolvimento, além de assegurar-lhes oportunidades
no mercado de trabalho.
5.3 Responsabilidade Social
O Núcleo de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Torricelli iniciou suas atividades em Agosto de 2005 com a
missão de promover conceitos e práticas de responsabilidade social, gerando valor e melhorando a qualidade de vida da
sociedade e da instituição.
a) Educação:
Alfabetização Solidária:
O projeto de alfabetização solidária é parte integrante das atividades de responsabilidade social promovidas pela instituição e
tem sua gestão centralizada na assessoria pedagógica que desenvolveu e implementou o referido projeto.
b) Assistência Social (Alimentação):
Faça o Feijão com Arroz:
No ano de 2005 foi realizada na instituição, no período de 08/10/05 à 12/11/05 a segunda edição do projeto Faça o Feijão com
Arroz que teve como objetivo contribuir para o desenvolvimento dos princípios da Responsabilidade Social Corporativa no
ambiente acadêmico da Faculdades Integradas Torricelli, buscando inserir e disseminar a cultura do empreendedorismo social.
O projeto superou todas as expectativas, alcançando o montante de 14,7 toneladas de alimentos.
Dia Nacional da Livre Iniciativa:
No dia 29 de Outubro de 2005, o Núcleo de Responsabilidade Social coordenou a participação das Faculdades Integradas
Torricelli no evento realizado pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior – ABMES, no “Dia Nacional da
Livre Iniciativa: Compromisso Social do Ensino Superior Particular”, evento este catalisou as ações de responsabilidade social
desenvolvidas por faculdades e universidades particulares em todo o país.
Neste dia o núcleo montou um posto de coleta de alimentos em um hipermercado Guarulhos, e com um grupo de voluntários
composto por alunos e membros da comunidade arrecadou 1 tonelada de alimentos, que passou a integrar o projeto Faça o
Feijão com Arroz.
Este evento foi divulgado na mídia local conforme mostra o relatório final do projeto e a participação das Faculdades
Integradas Torricelli será publicada no mês de Março em uma revista com o conteúdo do evento que circulará em todo País.
c) Meio Ambiente:
Implantação do Papel Reciclado
No ano de 2005 o papel de reciclado passou a ser utilizado nas atividades dos departamentos da instituição que desta forma
passa a contribuir para o equilíbrio ambiental e ainda desperta em seu público interno a cultura do consumo consciente e
importância da preservação do meio ambiente.
Reciclagem
Também no segundo semestre de 2005 foi iniciada a fase de pesquisa para o desenvolvimento do projeto de reciclagem de
materiais que tem por finalidade implementar na Faculdades Integradas Torricelli a prática da reciclagem de materiais e
resíduos pós-consumo gerados pelas atividades dos seus departamentos, bem como pela atividade acadêmica de seus alunos
e freqüentadores, de forma a contribuir para a redução do impacto ambiental, disseminando as práticas de preservação e
responsabilidade social entre seu público e comunidade onde está inserida.
O projeto se encontra em fase final de desenvolvimento devendo ser implantado no primeiro semestre de 2006.
d) Inclusão Digital:
Faz parte da pauta do núcleo o desenvolvimento de um projeto de inclusão digital. No ano de 2005, demos início a fase de
pesquisa do projeto que incluiu visitas técnicas a algumas entidades e empresas que já possuem projetos dessa natureza em
andamento como os tele-centros e entre outros.
94
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Também foram realizadas visitas em empresas que desenvolvem projetos sociais como a Visteon em Guarulhos e algumas
reuniões com parceiros em potencial deste projeto como o Instituto Paradigma, Solution T.I., Sait-Gobain Abrasivos entre
outros.
e) Interação com o Público Interno e Externo:
Modelo de Proposta de Projeto
O Núcleo RS visa em sua atuação criar canais de relacionamento e interação com os públicos envolvidos em suas ações.
Desta maneira, criou um modelo de proposta de projeto social. Este instrumento visa ajudar o proponente a transformar idéias
e expectativas, em uma proposta mais consistente. Neste modelo, que segue abaixo o interessado encontra as diretrizes e a
metodologia que um projeto social deve contemplar facilitando a exposição de suas idéias.
Pesquisa Interativa
O núcleo criou também um modelo de pesquisa para ser inserido no site da faculdade, acessado através do link do núcleo,
onde o interessado poderá escolher a área preferida em que gostaria que a instituição desenvolvesse projetos sociais.
Modelo da Pesquisa:
Na sua opinião, em qual área o Núcleo de Responsabilidade Social da Faculdades Integradas Torricelli poderia atuar?
Meio Ambiente
Inclusão de Deficientes
Capacitação Profissional
Inclusão Digital
Geração de Trabalho e Renda
Cultura
Esporte
Outros: ________________
6 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
6.1 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Participação efetiva dos alunos em atividades complementares constituem componentes enriquecedores ao perfil do
formando.
As atividades complementares são atividades vivenciadas pelo discente, direcionadas ou não pelos professores, e
têm como finalidade ampliar conhecimentos não somente no âmbito escolar, como também no contexto social, no
campo de trabalho, proporcionando ao aluno experiências teóricas e práticas em diferentes relações sócio-culturais
e educacionais a partir de uma perspectiva interdisciplinar. Conforme regulamento abaixo:
95
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO
CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO DAS
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLÍ
TÍTULO I
DISPOSIÇÕES INICIAIS
CAPÍTULO I
DOS OBJETIVOS
Artigo 1º - Quanto aos Objetivos das Atividades Complementares.
§ ÚNICO - apresentam-se com a característica e objetivo de proporcionar ao discente a vivencia e aquisição de
experiências não contempladas nas disciplinas observadas na matriz curricular do curso de Bacharelado em
Administração, de modo que o discente conheça diferentes ambientes condizentes e ou relevantes à prática
profissional do administrador.
CAPÍTULO II
DA NATUREZA E FINALIDADE
Artigo 2º - Quanto à Definição das Atividades Complementares.
§ ÚNICO - as atividades complementares são aquelas realizadas fora da matriz curricular do curso de Bacharelado
em Administração das Faculdades Integradas Torricelli, buscando desenvolver no discente o aprofundamento:
formativo, acadêmico e profissional. Sendo estas, consideradas aprovadas ou não pela coordenação do curso,
através da figura do coordenador, órgão similar ou docente por ele autorizado.
CAPÍTULO III
DA OBRIGATORIEDADE
Artigo 3º - Quanto a Obrigatoriedade do Cumprimento das Atividades Complementares.
§ ÚNICO: Todos os discentes do curso de Bacharelado em Administração das Faculdades Integradas Torricelli
encontram-se obrigados a cumprir as atividades complementares, sendo estas, atividades compulsórias para a
aprovação final e, conseqüentemente colação de grau.
CAPÍTULO IV
DA LEGISLAÇÃO VIGENTE
Artigo 4º - Quanto às regulamentações, pareceres, resoluções, regimentos e demais documentos oriundos de
órgãos superiores ao colegiado do curso de administração, à que o presente regulamento esta sujeito, bem às
Diretrizes Curriculares fixadas pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (lei 9.394/96
–LDB).
CAPÍTULO V
DA OFERTA
Artigo 5º - Quanto à Oferta das Atividades Complementares.
§ ÚNICO: As Faculdades Integradas Torricelli, bem como a coordenação do curso de Administração, ou qualquer
outro órgão a ele subordinado, não se obriga a ofertar a totalidade das atividades complementares.
TÍTULO II
CARACTERIZAÇÃO DAS MODALIDADES
96
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
CAPÍTULO I
DAS MODALIDADES
Artigo 6º - Quanto as Modalidades das Atividades Complementares.
i. Modalidade de Ensino: são caracterizadas pelo processo de aquisição também pela transmissão do
conhecimento, cultura ou similar, cuja realização seja complementar às realizadas na matriz curricular do
curso, de forma que, fique assegurada a ampliação de conhecimentos, saberes, habilidades e competências
relevantes ao processo de formação humano ou acadêmico - profissional dos discentes.
ii. Modalidade de Pesquisa: são atividades onde o discente apresente envolvimento participativo em processos
de investigação, transmissão e o registro de um conhecimento ou conjunto de conhecimentos, métodos e
procedimentos.
iii. Modalidade de Extensão: tal modalidade preconiza a prestação de algum(ns) tipo(s) de serviço à comunidade,
com o objetivo de promover o desenvolvimento sócio, econômico e cultural e melhorar a qualidade de vida da
população em algum aspecto condizente com a prática da profissão do administrador.
TÍTULO III
DISPOSIÇÕES PARA VALIDAÇÃO
CAPÍTULO I
DA CARGA HORÁRIA MÍNIMA
Artigo 7º - Quanto à Carga Horária das Atividades Complementares.
§ ÚNICO: O cumprimento das atividades complementares deverá apresentar a carga horária mínima de 300
(trezentas) horas, que serão acrescentadas à carga horária total no curso de Bacharelado em Administração das
Faculdades Integradas Torricelli;
CAPÍTULO II
DO LIMITE DA CARGA HORÁRIA
Artigo 8º - Quanto ao Limite de Carga Horária para Validação das Atividades Complementares por Modalidade.
i. Não há limite de carga horária para validação das atividades complementares por modalidade e sim
por atividade.
ii. A atividade para ser validada como atividade complementar, somente poderá se repetir, na seqüência
do curso, transcorridos no mínimo dois semestres, o que não impede o discente repetir a modalidade
das atividades complementares discentes.
iii. O coordenador do curso, assim como os demais docentes, deverão orientar os discentes a
diversificarem suas atividades complementares, com o objetivo de aumentar a vivência em diferentes
situações e ambientes, condizentes com a profissão de administrador.
CAPÍTULO III
DA DOCUMENTAÇÃO
Artigo 9º - Quanto a Entrega de Documentos das Atividades Complementares.
97
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
i. Todo o documento comprobatório das atividades complementares, quer sejam cópias ou documentação
original, deverão ser entregues pelos discentes do curso de Bacharelado em Administração ao setor de
atendimento ao cliente mediante protocolo.
ii. Fica impedido outra pessoa, funcionário ou docente das Faculdades Integradas Torricelli de receber a
documentação comprobatória das atividades complementares.
CAPÍTULO IV
DA PARCIALIDADE OU TOTALIDADE
Artigo 10º - Quanto a Totalidade ou Parcialidade do Cumprimento das Atividades Complementares.
§ ÚNICO: Somente as atividades complementares concluídas em sua totalidade terão sua validação deferida, desse
modo, fica vetado o cumprimento parcial de carga horária para efeito de validação.
TÍTULO IV
SISTEMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES
CAPÍTULO I
DA TABELA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Artigo 11º - Quanto à Relação: Modalidade – Requisitos Para Validação – Carga Horária Máxima – Incidência no
Decorrer o Curso.
§ ÚNICO : A validação das atividades complementares será feita em consonância com a Tabela de Atividades
Complementares, apresentado abaixo:
Atividades
Complementares de
Ensino
Requisitos para Validação
Monitoria na graduação.
Declaração assinada pelo professor,
ou IES.
(Documento Original)
Participação em cursos de
atualização ou de extensão
universitária.
Carga Horária Máxima
Incidência no
no Decorrer do Curso Decorrer o Curso
50
8
(as disciplinas não
poderão se repetir)
Certificado do curso com carga horária
15
Ilimitado
Certificado de Aprovação no Exame.
(xérox autenticado)
20
Ilimitado
(somente será válido se
o teste for realizado no
período letivo vigente)
Participação como representante
Declaração de participação assinada
de classe durante o semestre no
pelo coordenador do curso.
curso de graduação.
40
8
Aprovação em Exame de
Proficiência de Língua
Estrangeira
Cursos de idiomas
Cursos artísticos
(xérox autenticado)
Cada 6 horas no curso
Certificado ou declaração de
participação e aprovação semestral. equivalem a 1 hora/ atividade
(xérox autenticado)
complementar.
Certificado ou declaração de
Cada 6 horas no curso
participação semestral com mínimo de equivalem a 1 hora/ atividade
Ilimitado
Ilimitado
98
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
12 horas. (xérox autenticado)
Cursos de informática.
Participação em atividades
interdisciplinares indicadas por
professores dos cursos.
Visitas Técnicas
complementar.
Cada 8 horas no curso
Certificado de participação semestral
equivalem a 1 hora/ atividade
com mínimo de 24 horas.
complementar
(xérox autenticado)
Relatório com resenha e anuência do
professor.
Declaração do docente
responsável que acompanhou,
juntamente com relatório das
atividades ou relatório com foto do
discente com algum referencial
visual que comprove sua presença
no dia da visita.
2
30 horas
4
Ilimitado
4
Contrato do estágio onde indicando
CNPJ e razão social da instituição;
Estágios curriculares não
relatório das atividades realizadas com
obrigatórios (Estágio Integrador e
assinatura e número do registro no
Estágio de Pesquisa)
CREF do profissional responsável.
(Documento Original)
50
Ilimitado
Participação como ouvinte em Certificado de participação com carga
horária.
eventos, palestras, seminários,
congressos, simpósios, feiras e
exposições.
(xérox autenticado)
20
4
Participação em grupo de
pesquisa de iniciação científica
das FIT.
50
Ilimitado
15
2
20
Ilimitado
Declaração assinada do professor
orientador.
Declaração da IES com carimbo
Participação em grupo de
indicando CNPJ e razão social,
pesquisa de iniciação científica declaração professor responsável pela
fora da FIT.
pesquisa e relatório das atividades
desenvolvidas pelo discente.
Publicação de trabalho científico
em periódico nacional.
Atestado de publicação da Revista.
(xérox autenticado)
Publicação de trabalho científico
em periódico internacional.
Atestado de publicação da Revista.
(xérox autenticado)
30
Ilimitado
Participação em evento científico
nacional com apresentação de
Pôster.
Atestado de apresentação do pôster
pela organização do evento e cópia
digitalizada em mídia (CD).
(xérox autenticado)
15
Ilimitado
Participação em evento científico
internacional com apresentação
de Pôster.
Atestado de apresentação do pôster
pela organização do evento e cópia
digitalizada em mídia (CD).
(xérox autenticado)
20
Ilimitado
Participação em evento científico
internacional com Comunicação
Revista do evento ou similar.
25
Ilimitado
99
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Oral.
(xérox autenticado)
Participação em evento científico
nacional com Comunicação Oral.
Apresentação da cópia autenticada ou
da cópia acompanhada de original.
(xérox autenticado)
15
Ilimitado
Partic. em projetos e eventos Relatório da atividade com assinatura
extensão da FIT, autorizados pelo do responsável e carga horária total do
Coordenador do curso.
projeto.
20
6
Participação em projetos e
Relatório da atividade da instituição
eventos extensão fora da FIT,
responsável pela atividade, com
autorizados pelo Coordenador do carimbo indicando CNPJ e razão
curso.
social e assinatura do responsável.
10
2
Trabalho voluntário promovido
por ONGs, instituições religiosas,
programas comunitários (públicos
ou privados), relacionados
diretamente ao processo
formativo-acadêmico do discente.
Declaração indicando o carimbo da
instituição o número de identificação
da mesma em algum órgão público,
assinatura do responsável e relatório
das atividades.
15
4
Organização de eventos
Declaração de participação assinada
científicos, jornadas, semanas
pelo coordenador do curso de
acadêmicas, eventos esportivos,
administração das FIT, na sua
culturais e de recreação, nas FIT ausência deste, a declaração deverá
ou com ela figurando como
ser assinada pelo diretor acadêmico
principal IES do evento.
ou diretor geral das FIT.
30
Ilimitada
Participação em grupos de estudo Relatório da atividade com parecer do
registrados pela coordenação do
professor responsável, quanto à
curso de bacharelado em
freqüência e aproveitamento dos
Administração das FIT.
estudos.
20
2
A definir por cada trabalho
Ilimitado
Leitura e resenhas de livros,
solicitados pelos professores.
Solicitação e validação pelo professor
que fez a solicitação.
TÍTULO V
ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS
CAPÍTULO I
DO COORDENADOR DO CURSO DE ADMINITRAÇÃO
Artigo 12º - Quanto à Responsabilidade de Organização, Acompanhamento, Registro e Elaboração de Relatórios
das Atividades Complementares.
i. O coordenador do curso de Bacharelado em Adminitração das Faculdades Integradas Torricelli definirá
docentes do curso, para desempenhar as funções de organização, acompanhamento, registro e elaboração
de relatórios das atividades complementares do período letivo vigente, sendo então, atribuído a este um
acréscimo de 10 (dez) horas atividades por período letivo.
ii. Para efeitos de referência e facilitação de comunicação o docente supra citado, indicado pelo coordenador,
nomear-se-á “Coordenador de Atividades Complementares”;
100
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
iii. Definição dos critérios para validação das atividades complementares, ouvindo para isto o colegiado do
curso, devendo obedecer às considerações e regulamentações oriundas do Conselho Superior de Gestão
(CSG).
CAPÍTULO II
DO(S) COORDENADOR(S) DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Artigo 13º - Quanto a Validação das o Reconhecimento das Atividades Complementares Apresentadas
§ ÚNICO: O reconhecimento dos comprovantes de atividades complementares, apresentadas pelos discentes, será
deferido ou indeferido pelo coordenador do curso de administração ou qualquer outro docente do curso, por ele
designado com o objetivo de desempenhar esta função, não tendo a obrigatoriedade de consultar qualquer outro
órgão, conselho, colegiado para tal.
Artigo 14º - Quanto as Competências do Coordenador de Atividades Complementares.
i. deferir ou indeferir as atividades complementares apresentadas pelos discentes;
ii. validar as cargas horárias apresentadas pelos discentes, dispondo para este processo a tabela apresentada
do artigo Art. 11º do presente documento;
iii. remeter ao setor responsável pelos registros acadêmicos as informações e documentações (quando
requerida) referentes às atividades complementares, para efeito de registro no histórico escolar do discente;
iv. remeter ao coordenador do curso de Administração relatório referente ao desenvolvimento da função de
coordenador de atividades disciplinares;
v. exigir a documentação correta das atividades complementares, do discente;
vi. fazer o lançamento das atividades cumpridas pelos discentes, referentes às atividades complementares
discentes;
vii. avaliar e dar parecer prévio ao discente, quando questionado, sobre a adequação da atividade a qual o
discente esta propondo realizar;
viii. desenvolver projeto de conscientização junto aos discentes sobre a importância do cumprimento das
atividades complementares discentes, podendo inclusive para isto solicitar o auxilio de outros docentes;
ix. encaminhar para análise ao coordenador do curso de Bacharelado em Adminsitração das FIT, atividades
não mencionadas no Art. 11º, que gere dúvida quanto a sua validação.
CAPÍTULO III
DOS DEMAIS DOCENTES DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
Artigo 15º - Quanto aos demais docentes do curso de Administração, fica estabelecido a tarefa de co-auxiliar o
discente na realização das atividades complementares, cabendo a este:
conhecer as informações contidas neste regulamento;
orientar o discente quando necessário e na ausência do coordenador de atividades
complementares;
responder aos discentes sobre as possíveis dúvidas futuras sobre a realização das atividades
complementares;
101
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
manter-se informado em relação as alterações deste regulamento e demais resoluções ou
pareceres oriundos dos demais órgãos das Faculdades Integradas Torricelli;
direcionar o discente ao coordenador de atividades complementares ou ao coordenador do curso de
Bacharelado em Administração, quando não conseguir respondê-las;
CAPÍTULO IV
DO DISCENTE DO CURSO
Artigo 16º - Quanto as obrigações dos discentes, que deverão desenvolver suas atividades complementares com
senso crítico, fundamentado em conceitos teórico-práticos próprios das áreas correspondentes ao local de
realização.
Artigo 17º - Quanto as ações são pertinentes ao discente do curso:
i. obedecer à legislação vigente, bem como as apresentadas neste documento;
ii. escolher seu campo de realização das atividades complementares e, quando necessário solicitar auxilio do
coordenador ou qualquer outro docente do curso de Bacharelado em Administração das Faculdades
Integradas Torricelli;
iii. assinar os documentos pertinentes à realização das atividades complementares;
iv. apresentar toda a documentação solicitada pelas Faculdades Integradas Torricelli, o coordenador de
atividades complementares ou coordenador do curso;
TÍTULO VI
DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
CAPÍTULO I
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Artigo 18º - Quanto a Alteração Deste Regulamento.
§ ÚNICO: O presente regulamento fica sujeito a alterações, sendo estas com o objetivo de atualização ou
discordância com documentos, regulamentos e regimentos futuros de instâncias superiores das Faculdades
Integradas Torricelli, por decisão do colegiado do curso de administração, por determinação do seu diretor geral ou
órgãos reguladores e regimentais superiores.
Artigo 19º- Os discentes que não realizarem a carga mínima das atividades complementares não colarão grau com
os componentes de sua turma, ficando-lhes prejudicada a entrega do diploma.
Artigo 20º - Segundo a legislação, o discente que ultrapassar seis anos de curso (incluindo o período para a
realização das atividades complementares) deverá prestar novo concurso vestibular.
Artigo 21º - Caso o curso passe por mudança curricular, o discente deverá fazer todas as adaptações necessárias.
Artigo 22º - Os discentes reprovados deverão efetuar matrícula e cumprir as cargas horárias pertinentes à
atividades complementares no semestre seguinte.
Artigo 23º - Revogam-se as disposições em contrário.
Artigo 24º - O presente regulamento entra em vigor a partir da sua data de publicação ou aprovação pelo colegiado
do curso de Bacharelado Administração das Faculdades Integradas Torricelli.
102
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
7. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM E DO CURSO
7.1 Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem
A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre o aproveitamento e freqüência do aluno. O
aproveitamento escolar é avaliado através do acompanhamento contínuo dos alunos e dos resultados por ele obtido
nos diversos instrumentos de avaliação. Cabe ao professor da disciplina, de forma integrada com os demais
professores da turma e do curso, ouvido o Coordenador do curso respectivo, elaborar e aplicar os instrumentos de
avaliação, bem como julgar os resultados e discuti-los com os alunos.
7.2 Avaliação do Curso
O curso se auto-avalia sistematicamente no decorrer do semestre letivo através de: observação, acompanhamento,
orientação e momentos de um ciclo pedagógico, entendido como instrumento de re-planejamento. Tais mecanismos
são de responsabilidade permanente dos corpos docente, discente e da administração didático-pedagógica do curso
por ocasião das reuniões com representante de classe, reuniões pedagógicas além de instrumentos avaliatórios
aplicados aos envolvidos no processo educacional.
103
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
8. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS COM O ENSINO
8.1 Pesquisa
As Faculdades Integradas Torricelli incentivam à participação de seus discentes em pesquisa mediante concessão
de auxilio para execução de projetos científicos, concessão de bolsas especiais, promoção de congressos e
congêneres, intercâmbio com outras instituições e divulgação dos resultados das pesquisas realizadas e outros
meios a seu alcance.
Foi instituído neste sentido o Projeto Interdisciplinar de Pesquisa e Aprendizagem que visa avaliar o aluno em
projetos específicos de pesquisa, conforme apresentamos no regulamento descrito abaixo:
REGULAMENTO DO PROJETO INTERDISCIPLINAR
DE PESQUISA DE APRENDIZAGEM (PIPA)
DO CURSO DE BACHARELADO EM ADMINSITRAÇÃO
DAS FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLÍ
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES INICIAIS
Artigo 1º - O presente documento originou-se da necessidade de sistematização e padronização dos processos de
avaliação do desempenho acadêmico dos discentes e, teve como documento determinante das diretrizes a serem
cumpridas a resolução no 002 de 05 de janeiro de 2009, do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão
(CONSEPE) das Faculdades Integradas Torricelli.
CAPÍTULO II
DOS OBJETIVOS E DA NATUREZA DO “PIPA”
Artigo 2º - A avaliação da aprendizagem por meio da Pesquisa Simplificada de Iniciação Científica (PSIC) é
realizada pelos alunos e coordenada pelo professor conselheiro da classe e ou Docente Representante do Período
(DRP), focada na avaliação das Competências e Habilidades Específicas inerentes ao semestre letivo presente.
Artigo 3º - A realização do Projeto Interdisciplinar de Pesquisa de Aprendizagem tem o objetivo de desenvolver no
discente a ciência e cultura da busca regular e sistematizada por informações e, como importante recurso de
avaliação do desempenho acadêmico, resultando em um instrumento integrante do processo de avaliação formal
das Faculdades Integradas Torricelli.
Artigo 4º - O Projeto Interdisciplinar de Pesquisa de Aprendizagem (PIPA) trata-se de um projeto de pesquisa, que
estruturalmente obedece às regras impostas pela ABNT e, tem como objetivo desenvolver um projeto de pesquisa
onde todas as disciplinas do semestre participem, através da formulação de perguntas ou propostas de atividades,
com o foco na produção de um material que evidencie a capacitação profissional e, desenvolvimento das
competências e habilidades especificas a serem desenvolvidas no semestre.
Artigo 5º - O Projeto Interdisciplinar de Pesquisa em Aprendizagem deve apresentar em sua formatação final, como
dito anteriormente os padrões da ABNT, principalmente por que esta produção será submetida à comissão
avaliadora de projetos da jornada cientifica Torricelli, podendo assim, estes fazerem parte das publicações internas
104
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
resultantes desta jornada e, ou possível encaminhamento a outros veículos de publicação cientifica, quer estes
sejam nacionais ou internacionais.
CAPÍTULO III
DA OPERACIONALIZAÇÃO DO “PIPA”
Artigo 6º - Em consonância com a resolução proveniente do CONSEPE, o Projeto Interdisciplinar de Pesquisa de
Aprendizagem (PIPA), deverá ser realizado pelos discentes e, deve ser formulado obedecendo duas etapas:
§1º. Nesta primeira etapa o DRP responsável pela coordenação do PIPA, deverá reunir-se (presencialmente, via
contato eletrônico, ...) com os demais docentes que ministram aulas à turma e, deliberar sobre os objetivos
propostos inerentes ao desenvolvimento das capacidades e habilidades específicas do semestre em questão, as
linhas de pesquisas que serão abordadas pelo curso, bem como, o tema, a contextualização e a estrutura que o
PIPA deva apresentar.
§2º. Na segunda etapa o DRP responsável pela coordenação do PIPA, deverá solicitar aos discentes a formação
de grupos, de forma que a classe seja composta de pelo menos quatro grupos, com quantidades iguais ou próxima
de participantes e, transmitir aos discentes todas as perguntas das diferentes matérias que irão compor o PIPA, bem
como toda a estrutura requerente para sua composição, datas para entregas de relatórios e ou atividades parciais e
demais requisições que se fizerem necessárias.
Artigo 7º - As futuras publicações que puderem vir a acontecer em virtude dos projetos e pesquisas originários do
PIPA, deverão ser de forma coletiva, nunca individual, ou seja, um discente e um docente ou, vários discentes e um
ou mais professores, nunca apenas os discentes.
CAPÍTULO IV
DA RESPONSABILIDADE E ATRIBUIÇÃO DE NOTAS DO “PIPA”
Artigo 8º - A atribuição de notas no “PIPA” será composta de dois momentos:
§1º. Atribuição de nota parcial, consiste na atribuição de notas referente ao cumprimento parcial do “PIPA” do
primeiro semestre. Neste momento o discente deverá apresentar ao docente responsável pela sua turma as
primeiras partes do trabalho, devendo conter: a capa, objetivos gerais e específicos, cronogramas das atividades,
métodos utilizados (tipo da pesquisa, estratégias utilizadas para obtenção das respostas) e demais partes que o
DRP responsável atribuir aos discentes;
§2º. No segundo momento, o discente já se encontrará no final do semestre e, deverá entregar em data estipulada
previamente pelo DRP responsável, sem possibilidade de prorrogação o trabalho completo, com todas as regras
observadas pela ABNT, devendo este conter:
1.Introdução, apresentando os seguintes sub-itens: objetivos(s) gerais(s), objetivos específicos,
questões respondidas, relevância do estudo, definição de termos, revisão bibliográfica com relação direta com os
objetivos apresentados;
2. Metodologia, contendo: tipo de pesquisa, amostra, critérios de seleção, recursos empregados,
coleta de dados, tabulação dos dados, cronograma;
3. Discussão (não obrigatório);
4. Perspectivas Futuras (não obrigatório);
5. Referências (mínimo de seis referências);
6. Anexos (não obrigatório).
105
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Artigo 9º - A atribuição das notas do PIPA, como visto anteriormente acontecerá em dois momentos de aferição,
através da atribuição de notas de zero a dez, considerando para estas peso 3 (três) na média bimestral do discente,
constituindo, portanto, em elemento avaliativo comum a todas as disciplinas do período.
O PIPA na sua primeira etapa será constituído pela elaboração do projeto, que será orientado e corrigido pelo
professor DRP coordenador do PIPA que poderá designar professores auxiliares para esta atividade quando o
número de turmas for superior a 2 (dois);
Na segunda etapa o PIPA, será avaliado por uma banca composta de pelo menos 3 professores do período, com a
possibilidade, se previamente acordada com os discentes, de se sortear um discente, que fará uma apresentação
oral dos resultados da pesquisa. Esta última alternativa apresenta-se mais indicada a partir de semestres
intermediários, com objetivo também de preparar o discente para a apresentação do trabalho de conclusão de
curso;
Em ambos os casos a nota obtida é socializada para todas as disciplinas do período a fim de compor a média
bimestral do aluno.
CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES E CONSIDERAÇÕES FINAIS
Artigo 10º - Os discentes que estiverem cursando os 7º e 8º Semestres terão o desenvolvimento do Trabalho de
Conclusão de Curso, por este motivo não terão tema especifico, uma vez que desenvolverão o trabalho de pesquisa
dentro da linha de estudo escolhida. Para os demais discentes os temas para as pesquisas do primeiro semestre de
2009, são:
Primeiro Semestre: Administração científica – um estudo sobre a aplicação dos processos administrativos nas
empresas na atualidade. O trabalho deverá apresentar um estudo dos principais fundamentos da administração
científica e como eles são aplicados atualmente nas empresas.
Segundo Semestre: Ética profissional – um estudo sobre a legislação e o conhecimento dos profissionais no
mercado de trabalho. O trabalho deverá contemplar além da pesquisa sobre o tema e importância na formação
profissional, deverá ser efetuada uma pesquisa de campo com no mínimo 15 profissionais autônomos ou não que
exerçam a profissão de administrador de empresas. A pesquisa deverá ser de no mínimo 20 perguntas sobre o
crescimento profissional sempre ligado ao tema central do trabalho que é a ética.
Terceiro Semestre: A relação da administração com a contabilidade, o direito, economia – um estudo sobre os
diversos ramos do conhecimento que são necessários para um gestor de negócios. O trabalho deverá além da
pesquisa sobre o tema, apresentar uma pesquisa de campo abordando o conhecimento dos profissionais de
administração de no mínimo 15 empresas do mercado em que estamos inseridos, bem como uma análise do
resultado.
Quarto Semestre: A importância da administração frente aos desafios da crise internacional. O trabalho deverá
apresentar dentro da interdisciplinaridade as principais ações que o administrador deverá tomar para melhoria dos
resultados das empresas em tempos de crises, como a que estamos vivenciando.
Quinto Semestre: A importância da gestão financeira das empresas em tempos de restrição de créditos. O
trabalho deverá apresentar dentro da interdisciplinaridade as principais ações que o administrador deverá tomar
para garantias do fluxo de caixa das empresas.
Sexto Semestre: A importância da gestão de pessoas das empresas. O trabalho deverá apresentar dentro da
interdisciplinaridade as principais ações que o administrador deverá tomar para garantias do clima organizacional
nas empresas.
106
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Artigo 11º - O discente que tiver restrição (dependência, adaptação ou regime de exceção) em participar de um
grupo de pesquisa deverá realizar trabalhos alternativos em substituição ao PIPA e, a sua média bimestral deverá
ser composta da mesma forma que os alunos regulares.
Artigo 12º - O presente regulamento fica sujeito a alterações, sendo estas com o objetivo de atualização ou
discordância com documentos, regulamentos e regimentos futuros de instâncias superiores das Faculdades
Integradas Torricelli, por decisão do colegiado do curso de administração, por determinação do seu diretor geral ou
órgãos reguladores e regimentais superiores.
Artigo 13º - Caso o curso passe por mudança curricular ou o presente regulamento seja substituído por outro, o
discente deverá fazer as adaptações necessárias.
Artigo 14º - Revogam-se as disposições em contrário.
Artigo 15º - O presente regulamento entra em vigor a partir da sua data da sua aprovação pelo Colegiado do curso
de Bacharelado em Administração das Faculdades Integradas Torricelli.
8.2 Extensão
São incentivadas participação dos alunos em atividades de extensão cultural, criação, adaptação, difusão e
transferência dos conhecimentos de tecnologia correlatos e/ou afins às áreas de seus cursos, destinadas a órgãos
do governo e não governamentais, a sociedade e ao cidadão em geral, dando ênfase da região onde se encontra
inserida a Instituição.
107
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
9. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO
9.1 Titulação e Experiência Profissional do Coordenador do Curso
FICHA DE CADASTRO
Nome: Clausemir Batista de Paula
Regime de trabalho: Integral
Data de Admissão na IES: 14/07/2006
Disciplinas que ministra no Curso:
1.
2.
3.
CPF: 798.674.647-53
RG: 602.042 SSP/ES
Data de Rescisão na IES:
Disciplinas que ministra na IES:
1.
2.
3.
TITULAÇÃO
I – Graduação
Curso:
Bacharel em Ciências Contábeis e Administração
Habilitação:
Instituição:
Faculdade de Ciências Contábeis e Administrativa de Cachoeiro de Itapemirim
Ano Conclusão:
1986 e 1989
II – Pós-Graduação1 – (Reconhecida pela Capes)2
2.1 PÓS-DOUTORADO
2.2 DOUTORADO
2.3 MESTRADO
2.4 ESPECIALIZAÇÃO
Curso:
Contabilidade Gerencial e Controladoria
Título Monografia:
Instituição:
Unisantana
Ano Conclusão:
1995
III - EXPERIÊNCIA DOCENTE (FORA DESTA INSTITUIÇÃO)
Instituição
Curso
F. C. Con. Adm. Cach. Ita.
Ciências Contábeis
Disciplina
Período
Análise de Custos, Auditoria e
03/98 a 05/99
Perícia Contábil.
Análise de custos
03/96 a 12/96
F. C. Com. Adm. Cach. Ita Ciências Contábeis
IV – EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Organização
Cargo Ocupado
Transportadora Itapemirim
Sub. Contador
Samadisa (Grupo Itapemirim)
Gerente Financeiro
1
2
Período
11/82 a 03/87
09/87 a 05/90
Quando curso de Mestrado/Doutorado for realizado no exterior informar a convalidação do mesmo.
Para os curso de Informática inserir o nº da Portaria que reconhece o curso de Mestrado/Doutorado.
108
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Grupo Itacar
Transportadora Itapemirim
Viação Itapemirim
Gerente Geral
Gerente Desenvolvimento
Gerente de Planejamento Estratégico
06/90 a 09/92
09/92 a 05/02
05/02 a 06/08
V - TRABALHOS PUBLICADOS (Utilizar as normas da ABNT) DOS ÚLTIMOS 5 ANOS
5.1. Livros e/ou Capítulos de Livros
Data
5.2. Artigos Científicos Publicadas e Revistas Técnicas
Data
5.3. Anais em Congressos Científicos
Data
5.4. Outras Publicações
Data
VI – ENDEREÇO COMPLETO
Rua/Av./ nº : Rua Antonio Nunes Mineiro, 87
Bairro/Cidade/Estado Jardim Carioca – Guarulhos – SP
CEP.: 07083-000
Tel. (011): 2304-0998
Cel. (011): 7685 -3701
E-mail:
[email protected]
9.2 Regime de Trabalho do Coordenador do Curso
40 horas semanais, caracterizando regime integral.
9.3 Organização Acadêmico-Administrativa do Curso
As reuniões semestrais do colegiado de curso deverão ser feitas para revisão do projeto pedagógico e também
para atender os setores / departamentos referentes a estrutura interna da Instituição.
9.3.1 Organização do Controle Acadêmico
O controle acadêmico de notas, carga horária, freqüência é organizado através de sistema eletrônico e arquivado
em prontuários individuais dos alunos. Os alunos têm acesso aos dados de sua vida acadêmica através da internet,
dos murais, bem como, de boletins individuais, quando solicitados. As informações de fluxo curricular, matrículas,
trancamentos são fornecidas pessoalmente pela secretaria, além de constarem do manual do aluno.
No que se refere ao conhecimento do planejamento pedagógico do curso os alunos são informados através dos
professores, no início do semestre letivo. Os conteúdos a serem ministrados também fazem parte dessa informação
inicial sob a responsabilidade dos professores. Os coordenadores também dão informações adicionais a respeito da
programação a ser desenvolvida, com detalhamento de acordo com o cronograma de cada curso.
9.3.2 Pessoal Técnico e Administrativo do Curso
As Faculdades Integradas Torricelli não possui um plano de carreira específico implementado para o seu pessoal
técnico-administrativo. Todavia adaptou a política de incentivos por meio de concessão de bolsas de estudos como
forma de estimulação ao crescimento pessoal e profissional.
9.4 Atenção aos Alunos
Sempre os discentes são apoiados na iniciativa de atividades acadêmicas e complementares de acordo com a
disponibilidade de tempo e de recursos financeiros. Para estimular os discentes nas atividades de pesquisa com
orientação do professor e para servir de espaço para relacionamentos e trocas de experiências., é mantido um setor
de estágios muito ativo alem do setor de bolsas que tem contribuído para a formação de turmas.
A atenção se dá da seguinte foram:
Reunião com os representante de classe afim de verificar as suas necessidades, obter sugestões para assim
contribuir com a qualidade do curso;
A Instituição disponibiliza apoio ao aluno através da assistência psicopedagógica;
109
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Estímulo e apoio ao aluno no que se refere a sua participação em projetos e palestras junto as entidades
parcerias (ex.Ciesp) da Instituição;
Apoio pedagógico (biblioteca, secretaria) etc;
9.4.1 Apoio Psicopedagogico ao Discente
Sempre os discentes são apoiados na iniciativa de atividades acadêmicas e complementares de acordo com a
disponibilidade de tempo e de recursos financeiros. Para estimular os discentes nas atividades de pesquisa com
orientação do professor e para servir de espaço para relacionamentos e trocas de experiências., mantemos um setor
de estágios muito ativo alem do setor de bolsas que tem contribuído para a formação de turmas.
A atenção se dá da seguinte foram:
Reunião com os representante de classe afim de verificar as suas necessidades, obter sugestões para assim
contribuir com a qualidade do curso;
A Instituição disponibiliza apoio ao aluno através da assistência psicopedagógica;
Estímulo e apoio ao aluno no que se refere a sua participação em projetos e palestras junto as entidades
parcerias (ex.Ciesp) da Instituição;
Apoio pedagógico (biblioteca, secretaria) etc;
9.4.2 Mecanismos de Nivelamento
A Faculdade dispõe de aulas de nivelamento para todos os cursos da instituição, como forma de estimular e orientar
o aluno para aprendizagem, possibilitando assim, suprir deficiências anteriores, bem como, motivando-os a superálas. Essas ações estão sistematicamente implementadas e se constitui numa das políticas educacionais da
instituição.
9.4.3 Atendimento Extra-Classe
A Faculdade apóia à participação de alunos em eventos de interesse do curso, através da divulgação pelos
professores em sala de aula, a fixação de cartazes, distribuição de folders, divulgação dos eventos no site da
instituição, entre outros.
Outra forma de incentivo se dá através do Espaço Cultural Torricelli que proporciona aos alunos cursos extracurriculares, palestras e semanas acadêmicas, exposições, saraus literários, filmes, consertos musicais.
9.4.4 Monitoria e Iniciação Cientifica
A Faculdade incentiva à participação de seus discentes em pesquisa mediante concessão de auxilio para execução
de projetos científicos, concessão de bolsas especiais, promoção de congressos e congêneres, intercâmbio com
outras instituições e divulgação dos resultados das pesquisas realizas e outros meios a seu alcance
9.4.5 Incentivos à Permanência
O setor de pós-graduação das Faculdades Integradas Torricelli disponibilizam à comunidade guarulhense e do
entorno os seguintes cursos: Docência no Ensino Superior, Marketing e Comunicação, Direito Empresarial, Gestão
de Negócios, Gestão de Pessoas, Logística Estratégica, Gestão de Análise e Monitoramento Ambiental,
Administração Contábil Financeira, Automação e Controle e Psicopedagogia.
Os cursos são amplamente divulgados internamente, por meio de comunicados e eventos de divulgação, folders e
internet, no sentido de sensibilizar os diferentes públicos: externo e interno (docentes, discentes e funcionários),
buscando assim fomentar a integração entre a graduação e a pós-graduação.
Existe uma bolsa parcial para os diferentes públicos internos. Durante o ano de 2005, a instituição forneceu 12
bolsas parciais de 50% aos docentes e a um integrante externo, além de dois funcionários. Os alunos possuem uma
bolsa parcial de 10% sobre a mensalidade.
9.4.6 Programas de Bolsas
110
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
São outorgadas bolsas de estudo a alunos carentes com percentuais que variam entre 10% a 100% de desconto.
Estas bolsas são direcionadas aos alunos carentes, irmãos ou parentes de primeiro grau, convênios com empresas
da região, e antecipação de pagamentos.
A Faculdades Integradas Torricelli aderiu a projetos estatais de apoio a alunos carentes, tendo idealizado outros
tantos, conforme se pode verificar em quadro ao final desta explanação.
BOLSA PROGRAMA ESCOLA DA FAMÍLIA
Tem como objetivo atrair os jovens e suas famílias para um espaço voltado à prática da cidadania, onde serão
desenvolvidas atividades sócio-educativas, e, assim colaborar para a reversão do quadro de violência que permeia
a sociedade paulista.
De acordo com o Governo Estadual, os alunos aprovados nesse programa não pagam suas mensalidades e o
Governo repassa para a instituição 50% (cinqüenta por cento) do valor da mensalidade de cada aluno aprovado
nesse programa.
BOLSA EMPRESA
Tem como objetivo apresentar a Faculdades Integradas Torricelli às empresas privadas, sindicatos, autarquias e
bancos, e em contra partida, através de contratos de Convênio oferecer aos funcionários dessas entidades
descontos que possibilitem aos interessados ingressar no CURSO UNIVERSITÁRIO. Esse desconto depende do
número de alunos que foram os grupos dentro de cada empresa, e pode ir de 10% (dez) a 30% (trinta),aplicados
sobre o valor das mensalidades.
BOLSA ESTÁGIO
Tem como objetivo proporcionar aos alunos da instituição um incentivo através de um desconto na mensalidade por
prestar serviços diversos dentro da própria instituição. O percentual desse desconto é de 10% (dez por cento)
BOLSA FAMÍLIA
Tem como objetivo incentivar irmãos ou cônjuges estudarem na Faculdades Integradas Torricelli, oferecendo um
desconto de 10% (dez por cento), sobre o valor das mensalidades para cada membro da família.
BOLSA ESPECIAL
Tem como objetivo analisar a situação individual do aluno que passa por uma situação difícil quer seja pela perda de
emprego ou por doença grave que venha atingir o próprio aluno ou sua família e que através de um requerimento
esse aluno demonstra essa situação para a direção da Faculdades Integradas Torricelli. O percentual de desconto
mínimo é de 10% (dez por cento), podendo ser aumentado de acordo com a situação apresentada.
BOLSA PROUNI
O Programa Universidade para Todos – PROUNI - é um programa do Ministério da Educação, criado
pelo Governo Federal em 2004, que oferece bolsas de estudo em instituições de educação superior
privadas a estudantes brasileiros de baixa renda sem diploma de nível superior. O ProUni é o maior
programa de concessão de bolsas de estudo da história da educação brasileira.
FINANCIAMENTO ESTUDANTIL - FIES
Muito embora não se trata de uma BOLSA DE ESTUDO, a Faculdades Integradas Torricelli, estão inscritas no
programa FIES (Financiamento Estudantil) que é um financiamento do Governo Federal destinado ao estudante
universitário que precisa de apoio para arcar com sua formação. O aluno beneficiado pelo programa pode financiar
junto a Caixa Econômica Federal até 50% do valor da sua mensalidade.
111
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
O valor financiando, acrescido de juros deverá ser restituído pelo estudante após a conclusão de sua graduação, em
prazo que varia de acordo com a duração do seu curso. Em um curso de quatro anos, o aluno terá até seis anos
para saldar o seu compromisso sempre a partir da obtenção do diploma.
9.4.7 Política de Acompanhamento dos Egressos
A instituição estuda um projeto de acompanhamento de seus egressos por meio de um núcleo de orientação que
auxiliará o concluinte a ingressar no mercado de trabalho, ou recoloca-lo no mercado de trabalho, em outros casos.
Há ainda, neste âmbito, a orientação para programas de formação continuada, aprofundamento de estudos,
aperfeiçoamento, atualização e treinamento profissional.
112
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
10. CORPO SOCIAL
10.1 Corpo Docente
Docente
Clausemir Batista de Paula
Abimael Martins Miranda
Adriana Donizetti Carvalho Costa
Antonio Carlos dos Santos Martins
Carlos Alberto Graça
Carlos Roberto Cardoso
Claudio Teramoto
Cristina Maria de Carvalho
Danieli Cristina Ramos Hernandes
Debora Afonso
Edmundo Ribeiro de Souza
Edson Fernandes
Elena Lucia Anna Malpezzi Marinho
Fernando Brasil da Silva
Francisco Carlos Bervenotti
Ivan Claudio Guedes
Jean François Henry Netter Levy
João Henrique Almendro
Jorge Luiz Barros da Silva
Jose Assunção Rocha Lacerda
Luciana de Camargo Maltinti
Luiz Carlos Mota Loyola
Marcia Gamboa
Marco Antonio Fabiano da Silva
Marco Antonio Ferreira Lima
Marcos Sergio de Souza
Maria Auxiliadora Fontana Baseio
Roberto Ueno
Rogerio Lopes
Rogerio Pimentel de Carvalho
Solange Maria da Silva
Telmo Santos Marins
Valeria Kemp Galdino
Vera Hena de Camargo
Vicente de Paula Maggio
Horas
Regime Sala de
Coordenação Outras
NDE Titulação
de
Aula - curso
Atividades
Trabalho
no
curso
X Especialista Integral
3
30
7
Mestre
Horista
10
X
Doutor
Parcial
13
8
X
Mestre
Parcial
10
7
Doutor
Horista
5
Mestre
Horista
6
Especialista Parcial
15
5
Especialista Horista
4
Mestre
Horista
20
Especialista Horista
20
Especialista Horista
16
Doutor
Horista
4
Doutor
Integral
12
28
Mestre
Horista
6
Mestre
Horista
15
Mestre
Integral
20
20
Mestre
Parcial
15
7
Mestre
Horista
8
X
Mestre
Parcial
15
11
Especialista Integral
20
20
Especialista Parcial
18
11
Especialista Parcial
15
10
X
Doutor
Integral
12
30
Especialista Parcial
15
6
Mestre
Horista
6
Mestre
Parcial
10
4
X
Doutor
Parcial
12
8
Mestre
Horista
10
Especialista Horista
8
Especialista Parcial
15
6
Mestre
Parcial
12
8
Especialista Integral
15
25
Especialista Horista
28
Especialista Horista
10
X
Doutor
Integral
12
28
Titulação do Corpo Docente
113
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Titulação
Especialista
Mestre
Doutor
Quantidade
14
14
07
%
40%
40%
20%
Regime de Trabalho do corpo Docente
Regime de Trabalho
Horista
Parcial
Intregal
Quantidade
15
12
07
%
43%
34%
20%
10.2 Corpo Técnico-Administrativo
10.2.1 Plano de Carreira do Corpo Técnico-Administrativo
As Faculdades Integradas Torricelli não possui um plano de carreira específico implementado para o seu pessoal
técnico-administrativo. Todavia adaptou a política de incentivos por meio de concessão de bolsas de estudos como
forma de estimulação ao crescimento pessoal e profissional.
10.2.2 Política de Qualificação do Corpo Técnico-Administrativo
O plano de Capacitação do Pessoal Técnico e Administrativo se estrutura a partir de atividades de treinamento para
funcionários novos e de qualificação permanente dos funcionários existentes, com o objetivo de torná-los aptos a
realizarem satisfatoriamente suas atividades, tendo em vista a consecução das finalidades da Faculdade.
Estratégias
A instituição oferece aos seus funcionários os seguintes incentivos, além dos previstos no Plano de Carreira:
Concessão de bolsa de estudo para Curso de Graduação, mestrado, especialização ou aperfeiçoamento em
instituições brasileiras;
Oferta de cursos e de infra-estrutura e bolsa para treinamento e atualização profissional e de bolsas, aos
funcionários;
Licença sem perda de vencimento (integral ou parcial), para participação em programas internos ou externos, de
pós graduação e ou de treinamento profissional.
Pré-requisitos
No PCTA de acordo com os seguintes critérios:
Nos programas de mestrado, terão prioridade os que possuem no mínimo nível título de especialista, em nível de
pós graduação, que sejam aceitos em cursos de áreas de interesse específico da faculdade;
Nos cursos de treinamento ou de atualização profissional, funcionários que estejam atuando na Faculdade em áreas
específicas do curso.
Gerenciamento
O gerenciamento do PCTA será administrado pelo Diretor Superintendente.
Os programas serão previamente aprovados pelos Conselho de Gestão Superior na forma regimental.
114
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Caberá ao administrador gerenciar todas as atividades de apoio administrativo e financeiro aos cursos e seus
participantes.
Elaborar relatórios periódicos sobre o funcionamento dos programas submeter a Direção Geral as propostas de
recrutamento, seleção, admissão e dispensa de funcionários para os programas, bem como alocação dos demais
recursos necessários a cada curso ou atividade.
Presidir a comissão encarregada, selecionar os candidatos para os programas, segundo os critérios estabelecidos
neste plano e nas demais normas expedidas pelos órgãos próprios da faculdade e submeter a Direção Geral os
assuntos omissos, para decisão superior.
O Diretor designará uma comissão, composta de 3 membros para seleção e inscrição dos candidatos no PCTA.
10.3. Núcleo Docente Estruturante - NDE.
Docente
Clausemir Batista de Paula
Adriana Donizetti Carvalho Costa
Antonio Carlos dos Santos Martins
Jorge Luiz Barros da Silva
Marcia Gamboa
Maria Auxiliadora Fontana Baseio
Vicente de Paula Maggio
Horas
Regime Sala de
Coordenação Outras
NDE Titulação
de
Aula - curso
Atividades
Trabalho
no
curso
X Especialista Integral
3
30
7
X
Doutor
Parcial
13
8
X
Mestre
Parcial
10
7
X
Mestre
Parcial
15
11
X
Doutor
Integral
12
30
X
Doutor
Parcial
12
8
X
Doutor
Integral
12
28
Titulação do NDE
Titulação
Especialista
Mestre
Doutor
Quantidade
01
02
04
%
14.2%
28.6%
57.1%
Regime de Trabalho do NDE
Regime de Trabalho
Horista
Parcial
Intregal
Quantidade
00
04
03
%
00%
57%
43%
115
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
11. INFRA-ESTRUTURA FISÍCA E ACADEMICA
11.1 Espaço Físico
A Instituição possui instalações adequadas para atendimento aos portadores de deficiências físicas, tais como:
elevadores, rampas, corrimões, instalações sanitárias.
LABORATÓRIOS (RELACIONAR OS LABORATÓRIOS, OFICINAS, ESTÚDIOS E ESPAÇOS PARA AULAS
PRÁTICAS)
HORÁRIO
DE
LABORATÓRIO – UNIDADE I
ÁREA (M2) ALUNOS/TURMA TURMAS/SEMANA
FUNCIONAMENTO
Lab. Informática 01
128,33
64
02
Integral
Lab. Informática 02
98,20
50
02
Integral
Lab. Informática 03
57,85
25
03
Integral
Lab. Eng. Elétrica 01
40,81
24
03
Integral
Lab. Eng. Elétrica 02
40,81
24
02
Integral
Lab. Eng. Elétrica 03
50,00
24
01
Integral
Lab – Física
62,05
18
04
19:20 às 23:00 horas
HORÁRIO
DE
LABORATÓRIO – UNIDADE III
ÁREA (M2) ALUNOS/TURMA TURMAS/SEMANA
FUNCIONAMENTO
Lab. Informática 01
55,00
47
Integral
Lab. Informática 02
70,00
47
Integral
Lab. Informática 03
90,00
50
Integral
Lab. Hardware
40,00
50
18:00 ás 23:00 horas
HORÁRIO
DE
LABORATÓRIO – UNIDADE IV
ÁREA (M2) ALUNOS/TURMA TURMAS/SEMANA
FUNCIONAMENTO
Lab. 1 de Tecnologia da Informação
61,00
20
- Projetos
Lab. 2 Enfermagem
61,00
20
Lab. 3 Lab. de Técnica Dietética e
Gastronomia e Tecnologia de 111,75
50
Alimentos
Lab. Bio-ciência 1
36,82
24
Lab. Bio-ciência 2
30,17
24
Lab. Bio-ciência 3
29,43
24
Lab. Bio-ciência 4
30,85
24
Lab. Bio-ciência 5
34,62
24
Lab. Químicas 1
57,47
40
Lab. 2 Lab. de Bromatologia
45,49
32
Lab. Microbiologia
45,49
32
Lab. De Geociência
41,09
40
Lab. Informática I
69,58
60
Lab. Informática II
60,54
60
Clínica Escola de Nutrição
62,00
15
Lab. De Anatomia
55,40
30
Lab. Apoio Anatomia
46,80
20
SALAS DE AULA
116
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
UNIDADE I
SALA
Sala nº 101
Sala nº 103
Sala nº 105
Sala nº 106
Sala nº 107
Sala nº 108
Sala nº 109
Sala nº 110
Sala nº 200 (DESENHO)
Sala nº 201
Sala nº 202
Sala nº 203
Sala nº 204
Sala nº 205
Sala nº 206
Sala nº 207
Sala nº 208
Sala nº 209
Sala nº 210
Sala nº 211
Sala nº 212
Sala nº 213
Sala nº 214
Sala nº 301
Sala nº 302
Sala nº 304
Sala nº 305
Sala nº 306
Sala nº 307
Sala nº 309
Sala nº 310
Sala nº 311
CARACTERÍSTICAS
ÁREA (M2)
57,75
57,75
57,75
57,75
60,45
64,80
84,24
61,20
93,84
99,63
32,00
44,00
63,00
57,66
57,75
57,75
57,75
57,75
60,45
64,80
84,24
61,20
57,85
93,84
99,63
90,00
67,00
67,00
37,00
42,00
124,44
124,44
ALUNOS/ TURMA
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
66
66
66
66
70
66
104
77
48
117
44
55
60
60
60
66
66
66
77
72
104
66
63
102
126
91
120
132
50
60
117
154
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
UNIDADE III
SALA
Sala nº 101
Sala nº 102
Sala nº 103
Sala nº 104
Sala nº 105
Sala nº 106
Sala nº 107
CARACTERÍSTICAS
ÁREA (M2)
55,00
55,00
55,00
55,00
55,00
55,00
50,00
ALUNOS /
TURMA
56
79
57
52
63
50
47
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
117
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Sala nº 108
Sala nº 119
Sala nº 201
Sala nº 202
Sala nº 203
Sala nº 204
Sala nº 205
Sala nº 206
Sala nº 208
Sala nº 210
Sala nº 223
Sala nº 301
Sala nº 302
Sala nº 303
Sala nº 304
Sala nº 305
Sala nº 306
Sala nº 307
Sala nº 308
Sala nº 309
Sala nº 311
Sala nº 312
Sala nº 316
Sala nº 401
50,00
55,00
55,00
55,00
55,00
55,00
55,00
55,00
55,00
60,00
45,00
55,00
55,00
55,00
55,00
55,00
55,00
45,00
55,00
40,00
55,00
60,00
60,00
40,00
50
30
54
54
55
58
78
80
76
74
40
50
50
50
50
50
50
50
50
50
50
50
50
50
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
118
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
UNIDADE IV
SALA
Sala nº 101
Sala nº 102
Sala nº 103
Sala nº 104
Sala nº 105
Sala nº 106
Sala nº 107
Sala nº 108
Sala nº 112
Sala nº 113
Sala nº 114
Sala nº 115
Sala nº 116
Sala nº 117
Sala nº 119
Sala nº 120
Sala nº 121
Sala nº 201
Sala nº 202
Sala nº 203
Sala nº 204
Sala nº 205
Sala nº 206
Sala nº 207
Sala nº 208
Sala nº 209
Sala nº 210
Sala nº 211
Sala nº 212
Sala nº 213
Sala nº 214
Sala nº 215
CARACTERÍSTICAS
ÁREA (M2)
60
60
63,13
60,50
59,47
59,47
59,47
60,84
71,20
63,08
62,40
63,08
63,08
50,70
72,15
72,52
73,26
64,31
64,31
64,31
64,31
64,31
64,31
64,20
69,58
88,73
72,86
62,51
62,51
62,51
62,51
50,70
ALUNOS
TURMA
55
55
60
55
55
55
55
55
68
60
60
60
60
45
70
70
70
60
60
60
60
60
60
60
65
80
70
60
60
60
60
48
/ HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
119
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
OUTRAS ÁREAS
UNIDADE I
CARACTERÍSTICAS
ÁREA (M2)
Biblioteca
226,32
Sala de Estudos
93,84
Sala de Multimídia
110,00
Sala do Bedel
27,00
Lab. Informática 01
128,33
Lab. Informática 02
98,20
Lab. Informática 03
57,85
Lab. Eng. Elétrica 01
40,81
Lab. Eng. Elétrica 02
40,81
Lab. Eng. Elétrica 03
50,00
Sala de Apoio para Engenharia
33,34
Almoxarifado
50,00
Sala de Sist. Informação
21,20
Centro de Serviços
15,00
Videoteca
227,00
AnFaculdades Integradas Torricellieatro 357,12
Sala dos Professores
100,00
Coordenações
100,00
Sala de Reunião
30,00
Empresa Júnior
35,00
Diretorias
70,00
Núcleo de Pesquisa
65,00
Elevador 08 pessoas
Cantina
Sala de Limpeza
12,00
Sala de Manutenção Geral
20,00
AMBIENTES
ALUNOS /
TURMA
200
80
70
64
50
25
24
24
24
2
6
200
360
630 Kg
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
UNIDADE III
AMBIENTES
Lab. Informática 01
Lab. Informática 02
Lab. Informática 03
Lab. Hardware
Espaço: Empresa Júnior, Estágios e Bolsas
Sala de Atendimento
Auditório
AMBIENTES
Secretaria Acadêmica
Recepção
CARACTERÍSTIC
AS
ÁREA (M2)
55,00
70,00
90,00
40,00
ALUNOS /
TURMA
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
47
47
50
50
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
100
CARACTERÍSTICA
ALUNOS /
S
TURMA
ÁREA (M2)
58,62
15,00
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
120
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Recepção
42,74
Biblioteca
303,69
Cobrança
26,91
Jurídico
27,05
Setor de Estágios
16,45
Setor de Bolsas
11,55
Comissão Permanente de Avaliação
11,55
Núcleo de Responsabilidade Social
11,55
CENPATEC
57,52
Cedoc Tur – Centro de Documentação e Pesquisa em
18,00
Turismo
Tecnologia e Informação
Recepção Diretoria
Sala de Reuniões do Colegiado
Diretoria
Recepção
Sala Multimídia I
Sala Multimídia II
Auditório
Auditório
Apoio Multimídia
Sala dos Professores
Sala da Assistente dos Professores
Sala de Reunião
Sala dos Coordenadores
Processo Seletivo
Ambulatório
Almoxarifado de Reagentes
Almoxarifado de equipamentos
54,38
45,60
37,00
124,46
38,50
98,50
86,73
67,60
67,60
100,00
116,02
9,00
13,50
116,02
19,50
8,05
20,61
28,69
95
84
64
64
95
VISÃO GERAL DO ESPAÇO FÍSICO
Espaço Físico Geral - Unidade I – Unidade III – Unidade IV
INFRA-ESTRUTURA
até 50 alunos
de 51 a 100
Salas de
alunos
aula
acima de 100
alunos
Salas especiais:
Auditórios e Anfiteatros
Salas de professores
Salas de coordenadores de
curso
Biblioteca
Laboratório de Informática
Laboratório Específico
N°
ÁREA
CAPACIDADE
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO
26
1056,88
965
M
X
151
9761,16
9059
-
-
X
5
569,63
540
-
-
-
7
7
3
640,43
1127,93
351,00
582
1102
-
X
X
X
X
X
X
X
X
X
3
318,00
X
X
X
3
12
35
677,94
813,30
1842,22
X
X
X
X
X
X
X
X
X
500
623
902
T
-
N
121
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Instalações Sanitárias
Total
40
1005,00
18163,49
X
X
X
X
X
X
11.2 Equipamentos
A Faculdade dispõe de equipamentos adequados para o seu funcionamento, de acordo com as necessidades
específicas de cada curso.
PROGAMAS CONTIDOS NOS LABORATÓRIOS
Laboratórios
N° Máquinas
N° Sala
SISTEMA
OPERACIONAL
IP
Campus II
Lab 01
Lab 02
Lab 03
Lab 04
Lab. 05
Hardware
LabRedes 01
30
25
20
40
34
(08)
17
65
209
211
410
406/408
404
402
Windows 2000
Windows 2000
Windows 2000
Windows 2000
Windows 2000
10.2.1.X
10.2.2.X
10.2.3.X
10.2.4.X
10.2.5.X
LabRedes 02
18
403
Eletrônica 01
Anfiteatro
Eletrotécnica
Automação
Hidráulica
Sala de
estudos
CAMPUS I
Lab01
01
01
412
405
409
407
401
Win 2003 / XP /
Linux Debian
Win 2003 / XP /
Linux Debian
Windows 2000
Windows XP
DHCP -10.2.10.1
(IP roteador)
DHCP – 10.2.10.1
(IP roteador)
10.2.6.1
10.2.7.1
Windows 2000
Windows 2000
Windows 2000
10.2.8.X
10.2.9.1
10.2.11.X
50
109
10.1.1.X
Lab02
25
107
Sala de
estudos
CAMPUS III
Lab 01
04
Windows 2000 /
Linux Kurumin
Windows 2000 /
Linux Kurumin
Windows 2000
28
224
10.3.1.X
Lab 02
20
209
Lab 03
25
123
Windows XP /
Linux Ubuntu
Windows 2000 /
Linux Kurumin
Windows 2000 /
Linux Kurumin
CAMPUS IV
Lab 01
30
110
10.4.1.X
30
10
03
109
Windows XP /
Linux Ubuntu
Windows 2000
Windows 2000
Windows 2000
Lab 02
Lab. Proj.
Sala de
estudos
10
01
04
10.1.2.X
10.1.4.X
10.3.2.X
10.3.3.X
10.4.2.X
10.4.3.X
10.4.4.X
OBS: O X no final de cada range de IP corresponde ao número de cada máquina
no respectivo laboratório.
122
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Descrição dos laboratórios instalados, por área de conhecimento a que se destinam, área
física disponível e equipamentos instalados.
Laboratórios Específicos
As Faculdades Integradas Torricelli possuem os seguintes laboratórios para uso dos
alunos:
Laboratório
Localização
Área de
Conheciment
o
Área Física
Equipamentos
Engenharia
Elétrica 1
Engenharia
40,81 m²
Vide PS1
Engenharia
Elétrica 2
Engenharia
40,81 m²
Vide PS1
Engenharia
Elétrica 3
Engenharia
50 m²
Vide PS1
Engenharia
Elétrica 4
Engenharia
55 m²
Vide PS1
Hotelaria
Hotelaria
-
Cozinha
Cozinha para Práticas de Alimentos e
Bebidas, Administração de Restaurante
Hospedagem Apto Modelo Completo.
Sala de
Montagem
Engenharia
33,34 m²
Armários para
Arquivamento
Física
Física
60 m²
Vide PS2
Química
Engenharia
50 m²
Vide PS2
O acesso dos alunos nesses laboratórios acontece conforme nos horários das aulas ou com
prévio agendamento com o docente da disciplina.
PS1 - Fontes de tensão contínua; osciloscópios analógicos e digitais; geradores de função;
kit’s didáticos de telecomunicação, automação, redes, antena e sistemas digitais; clp’s atos;
computadores equipados com software específico para a disciplina.
PS2 - Microscópios; Termômetros; Medidor de pH; Liquidificador Mesa agitadora;
Equipamentos de Vidraria.
11.3 Serviços
A infra-estrutura passa por uma constante manutenção.
As condições de limpeza são adequadas. A equipe de limpeza providencia, várias vezes ao dia, a higienização dos
diversos ambientes principalmente, as instalações sanitárias, espaços de jazer e convivência, bem como a
123
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
conservação e de todo espaço físico.
Os trabalhos de manutenção, tanto preventiva como de reparo de danos às instalações é feita por uma equipe
própria da Instituição. Para tanto são mantidos profissionais especializados em tempo integral para todas as
unidades.
Manutenção e conservação dos equipamentos
A Faculdade mantém um setor manutenção responsável por toda a conservação e manutenção dos equipamentos.
Para tanto, conta com pessoal técnico especializado nas áreas de elétrica, eletrônica, informática e manutenção em
período integral para atender qualquer problema emergencial.
A instituição recebe periodicamente a visita de empresas especializadas vinculadas
através de contratos de manutenção nas seguintes áreas:
- manutenção dos elevadores - realizada mensalmente pela empresa Tyssen Krupp.
Nos casos emergenciais estão disponibilizados os telefones da central de atendimento;
- serviços de controle de saúde - responsável pelos programas de medicina e segurança no trabalho com os
programas de PCMSO - Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (NR7) e PPRA - Programa de
Proteção de Riscos Ambientais (NR9), responsável também pelo mapa de risco (NR5).
Condições de salubridade das instalações acadêmicas
As instalações acadêmicas tais como: salas de aula, salas de estudos, biblioteca, salas específicas para
atendimento, entre outras possuem boas condições de uso e salubridade, bem como espaço, iluminação,
ventilação, acústica adequados.
12. INFRA-ESTRUTURA ESPECIFICA PARA O CURSO
12.1 Biblioteca
Visando subsidiar os alunos na busca pela informação e também servir de apoio às atividades didáticas da
instituição, a Biblioteca atualmente é voltada basicamente para áreas referentes aos cursos aqui existentes:
Sistemas de Informação, Pedagogia com habilitações em Gestão Educacional e Informática Educacional, Normal
Superior com habilitações em Educação Infantil e Ensino Fundamental e Administração bem como aos cursos a
serem implantados.
A Biblioteca conta com livros, periódicos, obras de referência e monografias, sendo que todas as obras e materiais
especiais se encontram dentro das normas de classificação por meio da CDD (Classificação Decimal de Dewey) e
de catalogação pelo AACR2 (Código de Catalogação Anglo Americano). Não obstante, visa atender funcionários,
alunos, professores e comunidade em geral (este para consultar e pesquisar in loco).
O acervo abrange diversas áreas do conhecimento e é administrado através do software WISE, possibilitando
consultas por autor, título e assunto, assim como empréstimo e devolução automatizados.
Os usuários da Biblioteca contam com terminais de consulta de acervo e micros para trabalhos e pesquisas na
Internet. O acervo está inserido no sistema e são automatizados serviços de catalogação, empréstimo/devolução,
consulta/pesquisa, reserva, relatórios/estatísticas.
Distribuição Geral do Acervo por Área do Conhecimento
Distribuição Geral do Acervo de Periódicos por Área do Conhecimento
Áreas
Títulos
Exemplares
124
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Artes
Ciências Agrárias
Ciências Biológicas
Ciências da Saúde
Ciências Exatas e da Terra
Ciências Humanas
Ciências Sociais Aplicadas
Dicionários
Engenharia e tecnologia
Lingüistica e Letras
Total
162
8
233
538
1245
2350
5224
173
380
3616
639
15
963
3162
4873
4790
14841
387
1674
3621
13.929
34.965
PERIÓDICOS, BASES DE DADOS ESPECÍFICAS, JORNAIS E REVISTAS
O acervo de periódicos é constituído 73 assinaturas de diversos títulos.
ACERVO DE PERIÓDICOS
CLASSE
ASSUNTO
GENERALIDADES
000
(Obras Gerais, Conhecimento, Sistemas, Processamento de
Dados, Ciência da Computação)
FILOSOFIA E PSICOLOGIA
100
(Metafísica, Psicologia, Ética, Lógica, Filosofia)
RELIGIÃO
200
(Bíblia, Teologia, Cristianismo, Outras Religiões)
CIÊNCIAS SOCIAIS
300
(Estatística, Política, Economia, Direito, Serviços Sociais,
Educação, Comércio, Folclore)
LINGUAGEM E LÍNGUAS
400
(Lingüística, Línguas)
CIÊNCIAS PURAS
500
(Matemática, Astronomia, Física, Química, Geologia, Biologia,
Zoologia)
CIÊNCIAS APLICADAS, TECNOLOGIA
600
(Medicina,
Engenharia,
Agricultura,
Administração,
Contabilidade)
ARTES E DIVERTIMENTOS
700
(Urbanismo, Arquitetura, Escultura, Artes Plásticas, Desenho,
Decoração, Pintura, Fotografia, Música, Esporte, Teatro)
800
LITERATURA E RETÓRICA
900
HISTÓRIA E GEOGRAFIA
TOTAL
ASSINATURAS
16
01
01
22
31
2
73
IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ATUALIZAÇÃO DO ACERVO NO ÂMBITO DO
CURSO
A Coordenação se reúne com o corpo docente, semestralmente, para fazer as indicações de obras para atualização
do acervo, com base nas demandas de temas e unidades curriculares do curso, bem como o recebimento de obras
para avaliação recebidas de editoras pelos respectivos professores.
125
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
ACERVO – Campus I
VOLUME ANUAL DE ATUALIZAÇÃO
COMPRA DOAÇÃO PERMUTA
X
X
DISPOSIÇÃO DO ACERVO
CDU
CDD
OUTRO
ACESSO
AO
EQUIPE RESPONSÁVEL
MATERIAL
VIDEOTECA
(EXCETO VIGILÂNCIA E LIMPEZA)
BIBLIOGRÁFICO
QTDE
BIBLIOTECÁRIOS OUTROS
ABERTO FECHADO
TÍTULOS
X
01
05
09
TIPO DE CATALOGAÇÃO
FORMAS DE EMPRÉSTIMO
ABERTO
A FECHADO
À
CCAAR2
CCAAR1 OUTRO
COMUN.
COMUM.
X
X
X
EMPRÉSTIMO DE
FACILIDADE PARA RESERVA DE MATERIAL FACILIDADE PARA REPRODUÇÃO DE
MAT.
DE
BIBLIOG.
MATERIAL BIBLIOG.
REFERÊNCIA
NÃO
NO
SIM
NÃO
INFORMATIZADA MANUAL
NA BIBLIOTECA
NÃO TEM
TEM
PRÉDIO
X
X
X
ACERVO – Campus IV
VOLUME ANUAL DE ATUALIZAÇÃO
COMPRA DOAÇÃO PERMUTA
X
X
X
DISPOSIÇÃO DO ACERVO
CDU
CDD
OUTRO
ACESSO
AO
EQUIPE RESPONSÁVEL
MATERIAL
VIDEOTECA
(EXCETO VIGILÂNCIA E LIMPEZA)
BIBLIOGRÁFICO
QTDE
BIBLIOTECÁRIOS OUTROS
ABERTO FECHADO
TÍTULOS
X
01
03
09
TIPO DE CATALOGAÇÃO
FORMAS DE EMPRÉSTIMO
ABERTO
A FECHADO
À
CCAAR2
CCAAR1 OUTRO
COMUN.
COMUM.
X
X
X
EMPRÉSTIMO DE
FACILIDADE PARA RESERVA DE MATERIAL FACILIDADE PARA REPRODUÇÃO DE
MAT.
DE
BIBLIOG.
MATERIAL BIBLIOG.
REFERÊNCIA
NÃO
NO
SIM
NÃO
INFORMATIZADA MANUAL
NA BIBLIOTECA
NÃO TEM
TEM
PRÉDIO
X
X
X
12.1.1 Espaço Físico
ESPAÇO FÍSICO E FUNCIONAMENTO
ESPAÇO FÍSICO
TIPO DO ESPAÇO
Salas individuais de estudo
Salas para leitura e trabalhos em grupo
Destinado aos serviços de biblioteca
ÁREA EM M2
15,39 m²
1,61 m²
79,82 m²
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
SÁBADOS
TARDE
INÍCIO
FIM
INÍCIO
FIM
08:00
16:00 13:00
---13:00
---13:00
--
NOITE
INÍCIO
----
FIM
23:00
23:00
23:00
a) Instalações para o Acervo
126
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
A biblioteca conta com uma área de 197 m2, com boa iluminação e ventilação. Divide-se em área de
atendimento, a área dos computadores, área de estudo, área de acervo e área da referência.
Área dos Computadores
Área Geral de Atendimento, Estudo e Circulação
Sala de Estudo Individual
Sala de Estudo em Grupo
Área de Acervo
Sala de Processamento Técnico
15 m²
79,82 m²
15,39 m²
1,61 m²
66,78 m²
7, 64 m²
O acervo de livros está disposto em estantes sinalizadas quanto à classificação e assuntos. Os periódicos
estão arquivados em porta-revistas devidamente identificados.
A biblioteca fica localizada no andar térreo. Nesse sentido, existem espaços que contemplam os portadores de
necessidades especiais.
b) Instalações para Estudos Individuais
A biblioteca conta com uma área de 7,70 X 8,50, destinada a estudos individuais e em grupo.
12.1.2 Política de Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo
A atualização do acervo tem por objetivo oferecer suporte bibliográfico ao ensino, á pesquisa e à extensão aos
cursos da Instituição. O plano de atualização e expansão do acervo e o desenvolvimento de coleções se dão
através da seleção de títulos (livros e periódicos) atualizados que são sugeridos pelos Professores das suas
respectivas disciplinas, e posteriormente avaliados pelos Coordenadores de Cursos e pela Bibliotecária. Nessa
avaliação considera-se: o ano de publicação da obra, edição (a mais atualizada), o assunto (se é pertinente à área
de atuação), editora, etc.
Considera-se também os catálogos bibliográficos como uma importante ferramenta no processo de seleção de
material bibliográfico. Em virtude do avanço das novas teconologias informacionais e do aumento de usuários no
espaço da biblioteca, houve a ampliação no espaço físico e do acervo proporcionando maior eficiência nos
serviços prestados, seguindo normas e padrões estabelecidos para lay-outs de bibliotecas, evitando assim
desperdícios de área.
12.1.3 Serviços da Biblioteca
Acesso a base de dados (em implantação)
Acesso aos periódicos
Apresentação da biblioteca aos usuários
Comutação bibliográfica - COMUT (em implantação)
Empréstimo domiciliar
Empréstimo entre bibliotecas
Levantamentos bibliográficos
127
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Normalização técnica
Pesquisa na Internet
Serviço de orientação ao usuário
128
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
13. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
A avaliação é presença obrigatória em toda e qualquer atividade humana, sobretudo, na educação. As Faculdades
Integradas Torricelli consideram que o processo de avaliação dos níveis acadêmico e administrativo deve ser
dinâmico, participativo, recuperativo e construtivo. Assume-se assim, que o processo de construção de uma
realidade educacional mais justa supõe uma intervenção planejada, intencional e sistemática na organização do
trabalho pedagógico dessa mesma realidade. Cabe às Faculdades fomentar a compreensão da avaliação como um
processo de constante repensar a práxis, buscar legitimar a reflexão por meio da ampla participação de todos os
segmentos da Instituição, bem como rejeitar a adoção de modelos de avaliação prontos e acabados. A
conscientização de tal responsabilidade abre linhas de debate associadas ao perfil dos processos de avaliação que
sejam condizentes com o perfil institucional assumido pela Instituição.
Política de Avaliação Institucional das Faculdades e de seus Cursos
A Avaliação Institucional tem como objetivo verificar, analisar e propor ações de recondução das atuações
educacionais da Instituição e de seus Cursos.
O processo de avaliação como um todo abrange aspectos de natureza quantitativa e qualitativa, compreendendo as
etapas: a preparação; auto-avaliação (sondagem no ambiente externo e no ambiente interno); diagnóstico
conscientização, síntese global, implementação, publicação, difusão, reavaliação e retroalimentação.
A preparação dos envolvidos, quando da deflagração do processo de avaliação, requer o desenvolvimento de
programas de sensibilização e de conscientização para todos os segmentos envolvidos no processo com o intuito
de deixar claro que a avaliação não deve ser encarada como uma estratégia punitiva mas, pelo contrário, que a
mesma represente uma estratégia que assegure a qualidade dos serviços prestados pela, Instituição e seus cursos.
A etapa de auto-avaliação se desdobra na sondagem dos ambientes externo e interno. A sondagem no ambiente
externo corresponde à investigação das necessidades e expectativas da comunidade, que podem ser obtidas
através da utilização de diferentes técnicas de coleta de dados, como por exemplo: a observação, a entrevista, o
questionário e o exame de fontes documentais. A sondagem no ambiente interno, diz respeito à análise do projeto
pedagógico (currículo, corpo docente, corpo discente, corpo técnico-administrativo, infra-estrutura física e
tecnológica, de gestão, da pesquisa e da extensão). Esta auto-avaliação nas Faculdades se faz por meio de
questionários respondidos pelos discentes e entrevista com os docentes e pessoal técnico-administrativo, além de
reuniões regulares com os representantes discentes. As reuniões pedagógicas também propiciam momentos de
avaliação, assim como, da correção de eventuais distorções.
A sondagem no ambiente interno pode estabelecer a realização de uma retrospectiva crítica, socialmente
contextualizada do trabalho realizado pelo Curso com a participação de professores, alunos e funcionários, no que
concerne às condições para o desenvolvimento das atividades curriculares, processos pedagógicos e
organizacionais, resultados alcançados do ponto de vista do perfil do formando, bem como à formação de
profissional crítico, habilitado às necessidades do contexto social.
A sondagem dos ambientes externo e interno é realizada por comissão, indicada pela Direção Geral, que manterá
contato com dirigentes, corpos docente, discente e técnico-administrativo, fornecendo assim subsídios para a
reavaliação e reformulação do processo, com vistas à superação de dificuldades e transformação da realidade
educacional.
As demais etapas compõem as fases de reflexão, análise, correções, publicação dos resultados e conscientização
do processo permanente de avaliação.
Objetivos
129
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
O processo de avaliação da Instituição e de seus cursos tem por objetivos:
desencadear um processo de avaliação, buscando explicitar qual o papel social da Instituição e de seus cursos,
rumo a uma sociedade mais justa, democrática e contemporânea;
ampliar a qualidade do ensino dos cursos de graduação, seqüenciais e de pós-graduação, mediante análise,
revisão e reconstrução dos currículos;
definir uma política acadêmica globalizadora que possibilite, na práxis pedagógica a integração entre ensino,
pesquisa e extensão;
impulsionar um processo criativo de autocrítica da Instituição e de seus cursos como evidência da vontade
política de auto-avaliar-se para garantir a qualidade de suas ações;
contribuir para a definição dos projetos educacionais tanto da Instituição quanto de seus cursos, com vistas a
uma melhor adequação às expectativas e necessidades sociais, políticas e econômicas da atual conjuntura.
Metodologia para a Avaliação Institucional
Bases de Ação
A avaliação está adaptada ao modelo organizacional garantindo a flexibilidade do processo, independente dos
níveis hierárquicos.
A partir do planejamento de atividades dos órgãos, em cada nível, será realizada periodicamente a diagnose
específica que permita verificar o cumprimento dos objetivos e metas planejadas, bem como sua necessária
interligação com os demais níveis da estrutura organizacional, evitando desta forma, a dicotomia entre a
organização acadêmica e a organização administrativa financeira.
A avaliação desta Instituição e de seus Cursos pauta-se a partir de dois pressupostos.
De um lado, aqueles de cunho político-filosófico, quais sejam:
a avaliação atenderá à característica de globalidade e da especificidade, na medida em que leva em
consideração as atividades-fim e atividades-meio, o caráter de indissociabilidade e de interface das dimensões
Ensino, Produção Acadêmica, Extensão e Gestão;
a avaliação envolverá uma intensa participação de todos os membros da comunidade acadêmica do curso;
a avaliação deverá ressaltar e integrar esforços e experiências já existentes na Faculdade;
a avaliação tem caráter contínuo e sistemático, apoiada pela existência de uma vontade política e uma infraestrutura capaz de assegurá-la.
De outro lado, a avaliação é também de natureza técnico-científica, ou seja:
uma metodologia qualitativa e quantitativa que, de modo ágil e preciso, instale e acione um sistema de coleta de
informações centralizadas e descentralizadas, com dados relevantes para efeito de diagnóstico, de controle e
de autoconhecimento. Informações estas que permitam analisar, explicar e compreender os fenômenos
acadêmicos pedagógicos com vistas à superação de dificuldades e transformação da realidade educacional;
uma metodologia quantitativa qualitativa que garanta indicadores fidedignos e permitam oferecer modelos
analíticos e interpretativos com vistas ao aprimoramento do processo.
Para a avaliação das funções das Faculdades, os princípios metodológicos básicos utilizados são:
clareza no que vai ser avaliado;
critérios e as condições para a avaliação;
130
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
técnicas adequadas;
variedade de técnicas e instrumentos; e
aferição dos resultados.
Ao lado desses princípios, usar-se-à a metodologia específica, de acordo com o objetivo da avaliação e da área a
ser avaliada.
13.1 Comissão Própria de Avaliação – CPA
A Comissão Própria de Avaliação, das Faculdades Integradas Torricelli foi criada em consonância com a Lei 10.861
de 14 de Abril de 2004, instituiu o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES). O Sistema
estabelecido por essa lei tem como objetivo inaugurar uma nova fase do Ensino Superior no Brasil, considerando
um novo paradigma que estabelece a oferta de vagas, na educação superior, atrelada à melhoria de qualidade por
meio do aumento permanente da eficácia institucional e de sua relação com responsabilidades sociais. A autoavaliação institucional representa a primeira etapa, nos ciclos de avaliação do Ensino Superior, e certamente o
alicerce do procedimento que contemplará, tendo a identidade institucional como referência, uma cultura de
avaliação em médio prazo
Composição da CPA
Nome
José
Carlos
Abreu
Junior
Coordenador
Adriana D onizettiCarvalho Costa
Itam ar Pereira Batista
Francisco C anindé Pegado
Anderson Terres Silva
Ivanilda Am ancio
Paulo C ésar Pereira
Telm o M arins dos Santos
Segmento que representa
- Coordenador
D ocente
Técnico Adm inistrativo
Sociedade civil
D iscente
D iscente
Técnico Adm inistrativo
D ocente
13.3 Resultados da Auto-Avaliação
RESULTADOS ALCANÇADOS
Tratando da avaliação propriamente dita, pode-se perceber, a partir da análise dos resultados, que as mesmas
questões, abordadas pelos diferentes segmentos da comunidade interna, mostram tendências comuns, ou seja, os
problemas, dificuldades e distorções, no âmbito da instituição são vistos por todos, de uma maneira geral, na
mesma proporção e intensidade.
É certo que as Faculdades Integradas Torricelli deverão e serão (re)pensadas, após os resultados da auto-avaliação
institucional. Por outro lado, as carências estruturais somente poderão ser superadas com ações efetivas,
principalmente de aporte financeiro, da parte da mantenedora.
Como não cabe a esta CPA, pelo menos no contexto de suas responsabilidades, apresentar soluções, proposições
ou encaminhamentos dos diversos temas e questões abordadas, os resultados da auto-avaliação serão tratados de
forma concisa, para facilitar o seu entendimento e análise por parte dos consultores da CONAES, assim como
orientá-los para a visita “in loco” e lhes dar suporte para quaisquer decisões ou orientações subseqüentes.
Dessa forma, destacaremos de forma objetiva os resultados alcançados indicando as fortalezas encontradas bem
como as limitações:
131
FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI
Fortalezas:
1. A aprovação quase unânime dos professores pelos alunos é um dos pontos de destaque dentre as fortalezas da
instituição.
2. O percentual de satisfação do corpo técnico-administrativo com as condições de trabalho oferecidas no tocante à
recursos tecnológicos e à disponibilidade de materiais é também uma potencialidade a ser destacada.
3. É considerável o grau de satisfação de todos os segmentos com relação à infra-estrutura física dos laboratórios e
da biblioteca.
4. A infra-estrutura física (cantinas, banheiros, estacionamento, segurança, etc.) para permanência de alunos,
funcionários e professores na IES, também é do agrado da maioria.
5. O ambiente organizacional harmonioso, figura também como uma das fortalezas da IES reveladas por esse
relatório.
6 .A receptividade no contato entre a coordenação e os docentes é destacada como um dos pontos fortes das
Faculdades Integradas Torricelli pelos seus professores.
7.A facilidade no acesso e confecção de material acadêmico como apostilas/transparências, por exemplo, é
destacada pelos professores como uma das fortalezas da IES.
Limitações:
1. É insignificante o número de professores que conhecem o PDI, a Missão e a Finalidade da IES.
2. Frágil também é a política de incentivo à pesquisa, apesar de as Faculdades Integradas Torricelli serem uma
instituição de ensino superior, sobre a qual não recai a exigência legal da pesquisa.
3. O relatório revela que, entre o segmento docente, há um considerável grau de descontentamento com o regime
(cooperado) de contratação.
4. No tocante à infra-estrutura física, há, entre alunos e professores, um considerável índice de insatisfação com
relação à ventilação e à acústica das salas de aulas.
5. Há, entre professores e alunos, um considerável percentual de insatisfação com relação aos recursos multimídias
disponibilizados pela IES.
132
Download

projeto pedagógico para o curso de bacharelado em administração