PROJETO PEDAGÓGICO PARA O CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO FEVEREIRO - 2011 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI SUMÁRIO I. DIMENSÃO INSTITUCIONAL 1. CARACTERIZAÇÃO GERAL DO CURSO 1.1 Denominação 1.2 Total de Vagas Anuais 1.3 Regime Acadêmico de Oferta 1.4 Dimensões da Turma 1.5 Turnos de Funcionamento 1.6 Regime de Matricula 1.7 Carga Horária Total do Curso 1.8 Integralização do Curso 1.9 Base Legal do Curso 1.10 Necessidade Social para Implantação do Curso 1.10.1 Caracterização da Região e Inserção Regional 1.10.2 Justificativa para a Implementação do Curso 2. CONCEPÇÃO, OBJETIVOS E PERFIL DO EGRESSO. 2.1 Concepção do Curso 2.1.1 Articulação do Projeto Pedagógico do Curso com o Projeto Pedagógico Institucional – PPI – e com o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI 2.2 Objetivos do Curso 2.2.1 Objetivo Geral 2.2.2 Objetivos Específicos 2.3 Perfil do Egresso, Competências e Habilidades 2.3.1 Perfil do Egresso 2.3.2 Competências e Habilidades 3. ADERÊNCIA COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 3.1 Mercado de Trabalho 3.2 Coerência da Justificativa/objetivos do curso com a realidade socioeconômica local e regional 4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 4.1 Metodologia de Ensino 4.2 Estrutura Curricular 4.3 Conteúdos, Flexibilidade e Interdisciplinaridade Curriculares 4.4 Matriz Curricular 2006 4.5 Matriz Curricular 2009 5. ATIVIDADES ACADEMICAS ARTICULADAS COM A FORMAÇÃO 5.1 Práticas Profissionais – Estágio Supervisionado 5.1.1 Regulamento do Estágio Supervisionado 5.2 Oferta Regular de Atividades da IES 5.3 Responsabilidade Social 6. ATIVIDADES COMPLEMENTARES 6.1 Regulamento das Atividades Complementares 7. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM E DO CURSO 7.1 Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem 7.2 Avaliação do Curso 8. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS COM O ENSINO 8.1 Pesquisa 03 09 09 09 09 09 09 09 09 09 09 10 10 12 14 14 15 16 16 17 17 17 17 19 19 19 20 20 20 21 22 39 61 61 61 92 92 94 94 101 101 101 102 102 1 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 8.1.1 Regulamento do Projeto Interdisciplinar de Pesquisa e Aprendizagem 8.2 Extensão 9. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO 9.1 Titulação e Experiência Profissional do Coordenador do Curso 9.2 Regime de Trabalho do Coordenador do Curso 9.3 Organização Acadêmico-Administrativa do Curso 9.3.1 Organização do Controle Acadêmico 9.3.2 Pessoal Técnico e Administrativo do Curso 9.4 Atenção aos Alunos 9.4.1 Apoio Psicopedagogico ao Discente 9.4.2 Mecanismos de Nivelamento 9.4.3 Atendimento Extra-Classe 9.4.4 Monitoria e Iniciação Cientifica 9.4.5 Incentivos à Permanência 9.4.6 Programas de Bolsas 9.4.7 Política de Acompanhamento dos Egressos 10. CORPO SOCIAL 10.1 Corpo Docente 10.2 Corpo Técnico-Administrativo 10.2.1 Plano de Carreira do Corpo Técnico-Administrativo 10.2.2 Política de Qualificação do Corpo Técnico-Administrativo 11. INFRA-ESTRUTURA FISÍCA E ACADEMICA 11.1 Espaço Físico 11.2 Equipamentos 11.3 Serviços 12. INFRA-ESTRUTURA ESPECIFICA PARA O CURSO 12.1 Biblioteca 12.1.1 Espaço Físico 12.1.2 Política de Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo 12.1.3 Serviços da Biblioteca 13. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 13.1 Comissão Própria de Avaliação – CPA 13.3 Resultado da Auto-Avaliação 102 105 106 106 107 107 107 107 107 107 108 108 108 108 108 109 110 110 110 110 110 112 112 118 120 121 121 124 124 125 126 128 128 2 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI I. DIMENSÃO INSTITUCIONAL Histórico das Faculdades Integradas Torricelli As Faculdades Integradas Torricelli – FIT foram criadas a partir da unificação da Faculdade Torricelli e da Faculdade Elite, conforme Parecer CNE/CES nº 154, de 08 de julho de 2003 e Portaria MEC nº 2.344, de 02 de setembro de 2003, publicada no DOU de 02 de setembro de 2003. Três anos após a criação da Faculdade Torricelli, a AESE, Associação de Ensino Superior Elite Ltda, adquiriu a Faculdade IDEPE consolidando assim o delineamento de sua identidade regional. A partir de então as duas IES passaram a investir nos seus processos de expansão sempre preocupadas em atender, uma clientela diversificada de alunos oriundos de camadas populares, com maiores dificuldades de inserção social. A partir de 2007, as Faculdades Integradas Torricelli e a Faculdade IDEPE investiram na elaboração de seu projeto de Faculdades Unificadas criando uma estrutura planificada, adequada ao seu desenvolvimento. Em 28/04/2011, a ANHANGUERA EDUCACIONAL LTDA., entidade mantenedora de Instituições de Ensino Superior, inscrita no CNPJ sob nº 05.808.792/0001-49, com sede na Alameda Maria Tereza, nº 2.000, Bairro Dois Córregos, no município de Valinhos, no Estado de São Paulo, ingressou no Quadro Societário da Associação de Ensino Superior Elite Ltda. A transferência das quotas do capital social da Associação de Ensino Superior Elite Ltda. para a Anhanguera Educacional Ltda. (alteração de composição societária), bem como a aprovação do Novo Contrato Social daquela entidade, foram aprovadas conforme ATA específica, de 28/04/2011, devidamente registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo, sob nº 164.812/11-8 em 09/05/2011. Em 12/05/2011, nos termos da legislação vigente, a Anhanguera Educacional Ltda., por meio do Ofício DP-AEL nº 019/2011, de 12/05/2011, protocolizou no Gabinete do Senhor Ministro de Estado da Educação, sob nº 028623/2011-16, a comunicação da alteração de composição societária da Associação de Ensino Superior Elite Ltda. e da aquisição das FIT. Em 01/06/2011 foi protocolizado no sistema e-MEC, sob nº 201108965, o pedido de transferência de mantença das Faculdades Integradas Torricelli – FIT para a Anhanguera Educacional Ltda. A entidade adquirente aguarda a publicação da Portaria do Ministério da Educação aprovando a Transferência de Mantença aludida. As Faculdades Integradas Torricelli oferecem 30 cursos de graduação: Administração, Biomedicina, Ciências Biológicas – Bacharelado, Ciências Biológicas – Licenciatura, Ciências Contábeis, Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda, Comunicação Social com habilitação em Relações Publicas, Curso Superior de Tecnologia de Redes de Computadores, Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Desenvolvimento para Internet, Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial, Curso Superior de Tecnologia em Comercio Exterior, Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial, Curso 3 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos, Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria, Curso Superior de Tecnologia em Logística, Curso Superior de Tecnologia em Marketing, Direito, Educação Física, Enfermagem, Engenharia de Automação e Controle, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Farmácia, Letras Português e Espanhol, Letras Português e Inglês, Nutrição, Pedagogia, Sistemas de Informação e Turismo. Vale ressaltar que todos os cursos são devidamente autorizados pelo Ministério da Educação, sendo que 15 cursos estão reconhecidos. Além disso, a FIT oferece cursos de pós-graduação Lato sensu em: Gestão de Negócios, Administração Contábil Financeira, Gestão Ambiental, Gestão de Pessoas, Docência do Ensino Superior, Docência do Ensino Superior em Espanhol, Gestão em Marketing e Comunicação, Gestão de Negócios Orientado para Tecnologia, MBA em Logística Estratégica, Psicopedagogia e Automação e Controle. Quadro de Cursos Presenciais da Instituição DENOMINAÇÃO DO CURSO MODALIDADE VAGAS DIURNO Nº VAGAS NOTURNO Administração Bacharelado Torri: 250 Torri: 500 Biomedicina Bacharelado 50 100 Ciências Biológicas Bacharelado 50 110 Torri: 60 Torri: 190 Ciências Contábeis Bacharelado Idepe: 100 Total: 160 Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda Comunicação Social com habilitação em Jornalismo Comunicação Social com habilitação em Relações Publicas Idepe: 200 DURAÇÃO DO CURSO 8 Períodos 8 Períodos 8 Períodos 8 Períodos Total: 390 AUTORIZAÇÃO RECONHECIMENT O Portaria nº 1.595 de 28/10/1999 Portaria nº 236 08/02/2001 Portaria nº 10 08/01/2007 Portaria nº 996 17/05/2001 Portaria nº 1.508 de 19/10/1999 Portaria nº 577 de 12/03/2004 Portaria nº 939 de 20/11/06 * Portaria n° 2.334 de 21/12/2010 Portaria nº 576 de 12/03/2004 Portaria nº 651 28/03/2001 Portaria nº 939 de 20/11/06 - Bacharelado 100 100 8 Períodos Portaria nº 1.098 de 14/12/2006 - Bacharelado 100 100 8 Períodos Portaria nº 1.098 de 14/12/2006 - Bacharelado 100 100 8 Períodos Portaria nº 1.098 de 14/12/2006 - Direito Bacharelado 100 100 10 Períodos Educação Física Bacharelado 60 120 8 períodos Engenharia de Produção Engenharia Elétrica Bacharelado 50 50 10 Períodos Bacharelado 100 200 10 Períodos Portaria nº 667 de 15/03/2006 Portaria nº 9 08/01/2007 Portaria nº 87 de 31/01/2007 Portaria 1.502 de Portaria 272 de 1907-2011 Portaria nº 899 de 15/04/2011 Portaria nº 577 de 4 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Engenharia de Automação e Controle Bacharelado 50 50 10 Períodos Enfermagem Bacharelado 100 100 10 períodos Nutrição Bacharelado 30 70 8 períodos Farmácia Bacharelado 50 100 10 períodos Sistemas de Informação Bacharelado 120 120 8 períodos Turismo Bacharelado 120 120 6 períodos Ciências Biológicas Licenciatura Letras Português e Inglês Letras Português e Espanhol Pedagogia Curso Superior de Tecnologia em Logística Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial Curso Superior de Tecnologia de Redes de Computadores Curso Superior de Tecnologia em Comercio Exterior Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial Curso Superior de Tecnologia em Marketing Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos 320 8 Períodos 19/10/1999 Portaria nº 160 de 15/02/2007 23/02/2006 - Portaria nº 8 08/01/2007 Portaria nº 914 17/05/2001 Portaria nº 48 17/01/2008 Portaria nº 1965 30/08/2001 Portaria nº 237 08/02/2001 Portaria nº 996 17/05/2001 Portaria nº 7 de 08/01/2007 Portaria nº 7 de 08/01/2007 Portaria 1.075 de 21/07/2000 * Portaria nº 559 de 18/05/2010 Portaria nº 939 de 20/11/06 Portaria nº 939 de 20/11/06 Portaria nº 939 de 20/11/06 * Portaria n° 3.335 de 21/12/2010 Licenciatura 50 50 6 Períodos - Licenciatura 50 50 6 Períodos Licenciatura 150 300 6 Períodos Tecnologia 150 150 4 Períodos Portaria nº 274 de 20/01/2004 Portaria nº 390 de 18/05/2007 Tecnologia 100 100 5 Períodos Portaria nº 3.923 de 2/12/2004 - Tecnologia 50 100 6 Períodos Portaria nº 4.294 de 12/12/2005 Portaria N° 117 de 21/02/2011 Tecnologia 100 100 5 Períodos Portaria nº 1.335 de 18/05/2004 * Portaria nº 38, de 19/01/2011 Tecnologia 100 100 4 Períodos Portaria nº 281 de 05/04/2007 Portaria Nº 36, DE 19/01/2011 Tecnologia 100 100 4 Períodos Portaria nº 281 de 05/04/2007 - Tecnologia 100 100 4 Períodos Portaria nº 281 de 05/04/2007 Portaria Nº 35, DE 19/01/2011 Tecnologia 100 100 4 Períodos Portaria nº 281 de 05/04/2007 - Tecnologia 100 100 4 Períodos Portaria nº 281 de 05/04/2007 - - Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu 5 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI A FIT também oferece cursos de pós-graduação lato sensu. São eles: Cursos de pós-graduação Lato - Sensu. Administração Contábil e Financeira - Automação e Controle - Docência no Ensino Superior - Docência no Ensino Superior em Espanhol - Gestão de Negócios Orientado para a Tecnologia - Gestão, Análise e Monitoramento Ambiental - Gestão de Negócios - Gestão de Pessoas - Gestão em Marketing e Comunicação - MBA Logística Estratégica - Psicopedagogía - 6 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 1. CARACTERIZAÇÃO GERAL DO CURSO IDENTIFICAÇÃO E LOCAL DE FUNCIONAMENTO DO CURSO PROPOSTO CURSO TIPO DE CURSO Administração 1. Seriado CÓD 2. Semestral HABILITAÇÃO / MODALIDADE ÁREA DO CONHECIMENTO LOCAL DE FUNCIONAMENTO Administração Gestão e Administração Unidade IV 1 1. CARACTERIZAÇÃO GERAL DO CURSO 1.1 Denominação Curso de Graduação em Bacharelado em Administração. 1.2 Total de Vagas Anuais Total: 750 vagas Distribuição das Vagas: - 250 vagas período matutino e - 500 vagas período noturno 1.3 Regime Acadêmico de Oferta Seriado semestral, composto por disciplinas obrigatórias, conforme o projeto pedagógico do curso. 1.4 Dimensões da Turma Dimensão da Turma: 50 alunos, no máximo. 1.5 Turnos de Funcionamento Período Diurno e Noturno. 1.6 Regime de Matricula Regime seriado semestral. 1.7 Carga Horária Total do Curso Tipo de Disciplina Conteúdo Curricular Estágio Supervisionado Atividades Complementares Total do Curso Carga Horária 2880 300 300 3.480 1.8 Integralização do Curso A integralização será realizada em, no mínimo, oito semestres e, no máximo, doze semestres letivos. 1.9 Base Legal do Curso 7 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI O presente Projeto Pedagógico dos Cursos de Bacharelado em Administração das Faculdades Integradas Torricelli foi elaborado com base nos princípios propostos pelas diretrizes curriculares dos cursos de graduação do Ministério da Educação, quais sejam: - incentivar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro graduado supere os desafios de renovadas condições do exercício profissional e de produção do conhecimento; - promover a progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno; - fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando o ensino com pesquisas individual e coletiva, assim como os estágios e a participação em atividades de extensão; - organizar um modelo pedagógico capaz de adaptar-se à dinâmica das demandas da sociedade, em que a graduação passa a constituir-se numa etapa de formação inicial no processo contínuo de educação permanente; - orientações às atividades de estágio e demais atividades que integrem o saber acadêmico à prática profissional, incentivando o reconhecimento de habilidades e competências adquiridas fora do ambiente escolar. O projeto pedagógico ora apresentado expressa as concepções da comunidade acadêmica, voltado para uma formação global e crítica dos envolvidos nesse processo, como forma de capacitá-los para o exercício da cidadania, formação profissional e pleno desenvolvimento pessoal. Representa ainda, o esforço efetivo de toda a comunidade acadêmica na busca continuada do aprimoramento do ensino e da construção de um marco referencial para que se possa atingir, progressivamente, níveis mais elevados de excelência acadêmica. 1.10 Necessidade Social para Implantação do Curso Pela proposta do Curso de promover a pesquisa e contribuir para o bem comum, as Faculdades Integradas Torricelli entendem que o ensino, a pesquisa e extensão não podem deixar de responder, de forma dinâmica, eficiente e conseqüente aos problemas sociais que refletem as necessidades da comunidade social na qual está inserida. Como centro de elaboração da cultura e de sua irradiação, valorizando o conhecimento como instrumento para atender aos interesses e anseios da comunidade, as Faculdades Integradas Torricelli, continuam a tradição pedagógica das instituições educacionais que integram o grupo AESE, entendem e desenvolvem o ensino superior, como processo de contribuição para a formação plena do ser humano. Consciente de sua função social da maior amplitude, as Faculdades Integradas Torricelli privilegiam a formação de profissionais competentes e críticos, cultivadores do saber e da técnica como instrumento a serviço do bem comum. Por isso têm como princípio a realização de um ensino através de currículos dinâmicos e adequados à formação humano-científica, que garantam o relacionamento entre o saber sistematicamente elaborado e o saber popular, fatores fundamentais na construção da cultura. 1.10.1 Caracterização da Região e Inserção Regional O município de Guarulhos localiza-se na Região Metropolitana de São Paulo, o principal centro econômico do País. Distante apenas 17 km da maior metrópole da América Latina, o município encontra-se estrategicamente localizado entre duas das principais rodovias nacionais: a Via Dutra, eixo de ligação São Paulo – Rio de Janeiro e Rodovia Fernão Dias, que liga São Paulo a Belo Horizonte. Conta ainda com a Rodovia Ayrton Senna, uma das mais modernas do país, que facilita a ligação de São Paulo diretamente ao Aeroporto Internacional de Guarulhos. A atividade industrial caracteriza-se como principal fonte de recursos e de desenvolvimento do município, ocupando papel importante na geração de empregos e riquezas. Responsável por inserir Guarulhos na condição de segunda cidade em arrecadação de ICMS no Estado de São Paulo em 2008, o segmento industrial reúne importantes empresas nacionais e multinacionais em vários setores. Guarulhos possui um dos maiores e mais variados parques industriais do país, com cerca de 2.500 empresas, com destaque para as indústrias farmacêutica e química, autopeças, metalúrgica, mecânica, têxtil e vestuário, gráfica e construção civil. A cidade recebeu importantes investimentos nos últimos anos, destacando os investimentos do setor hoteleiro, com grandes redes de padrão mundial (Accor, Meliá, Marriot, Caesar’s), além de importantes empresas, como General Brands, Zamprogna, Valeo, entre outras. 8 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Grandes redes de comércio varejista de material de construção escolheram Guarulhos para ampliar sua rede de lojas, entre elas Telha Norte, Di Cicco e C&C Casa e Construção, que também optou em centralizar a distribuição de seus produtos a partir do município. Os bairros de Cumbica, Bonsucesso, Itapegica e Taboão abrigam as principais áreas industriais do município. Destaca-se o Parque Industrial de Cumbica, com cerca de 700 indústrias, maior que muitas cidades de grande atuação no ramo industrial. A região abriga ainda um grande número de transportadoras e empresas de logística, que permitem um melhor escoamento dos produtos fabricados pelas indústrias locais. Diversas indústrias multinacionais estão estabelecidas no município, o que assegura um grande intercâmbio de tecnologia internacional, além da divulgação mundial de produtos fabricados no município. O comércio também ocupa papel importante na economia do município. São cerca de 12.000 estabelecimentos comercias, dos mais variados ramos e portes, inclusive grandes redes de supermercados e lojas de departamento, que proporcionam aos consumidores grande diversidade de produtos. O segmento de prestação de serviços encontra-se em franca expansão. São cerca de 40.000 estabelecimentos e trabalhadores autônomos que atuam no setor, oferecendo diversas opções à população. Em virtude da implantação dos novos complexos hoteleiros no município, há uma notória tendência ao desenvolvimento das atividades ligadas ao ramo de turismo de negócios. Lojas de conveniência, locadoras de veículos, restaurantes, lojas de presentes e artesanato são alguns dos ramos que deverão receber investimentos em virtude dos novos empreendimentos imobiliários no município. Guarulhos possui três shopping centers. O Shopping Poli, localizado no centro da cidade, abriga 60 lojas, praça de alimentação, além de localização e acessos extremamente privilegiados, na principal região comercial do município. O Internacional Shopping Guarulhos é o maior da Grande São Paulo. Possui mais de 300 lojas, dos mais diversos ramos. O Shopping Bonsucesso disponibiliza 150 lojas, Praça de Alimentação, Alameda de Serviços, Hipermercado, localizado entre as Rodovias Presidente Dutra e Airton Senna tornou-se a opção de compras, serviços e lazer para as regiões periféricas da Grande São Paulo e Guarulhos, como: São Miguel Paulista, Itaim Paulista, Itaquequecetuba, Santa Isabel e Arujá. Guarulhos ocupa, no Estado de São Paulo, o 2º lugar em população, com 1.071.299 habitantes dados último censo IBGE (Segundo estimativa do IB?GE, Guarulhos ultrapassou a marca de 1.250.000 habitantes em 2008). É a maior cidade não-capital do país e o 12º município mais populoso do Brasil. A taxa de crescimento populacional é de 2,45% ao ano. Municípios mais Populosos Fonte: IBGE – Dados Preliminares CENSO 2000. O município de Guarulhos conta com unidades básicas de saúde nos setores federal, estadual e municipal. O Governo Federal apresenta um Posto de Atendimento Médico (PAM) instalado num prédio no centro do município 9 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI com quase todas as especialidades e, para sanar as demais deficiências, estabelece convênio com a rede hospitalar particular e laboratórios de análises clínicas privadas do município, visando complementar o atendimento global. Atualmente, conta com um quadro de aproximadamente de 50 médicos e dentistas trabalhando em três turnos. Conta, ainda, com dois postos do Centro de Atividades Médicas, que prestam assistência clínica ao município, em convênio com o INSS, utilizando as instalações dos Centros de Saúde. O Governo Estadual conta com a presença de três coordenadorias: Assistência Hospitalar, Saúde Mental e Saúde da Comunidade. A Coordenadoria de Assistência Hospitalar compõem-se dos Hospitais Padre Bento e Adhemar de Barros. O Hospital Adhemar de Barros presta atendimento dermatológico com relação às dermatoses tropicais, dando prioridades às dermatoses bolhosas, particularmente o Pênfigo Foliacio. A Coordenadoria de Saúde Mental conta com um Ambulatório de Saúde Mental e a Coordenadoria de Saúde da Comunidade é composta por 5 postos de saúde. O Governo Municipal conta com um Pronto Socorro, uma Central de Pediatria e 27 unidades básicas de Saúde localizadas em bairros da periferia. Quanto ao setor privado, o município conta com cerca 20 empresas que prestam assistência médica mediante convênios com indústrias e com contratos familiares. Conta ainda, 12 laboratórios de análises clínicas e hospitais conveniados com o INSS, num total de 2.069 leitos. O Serviço de Odontologia de Guarulhos conta com duas Centrais Odontológicas, diversas clínicas, inclusive pronto socorro dentário e cerca de 300 profissionais liberais. A educação em Guarulhos conta com 271 escolas de ensino fundamental e médio, da rede estadual de ensino, com um total de aproximadamente 30.000 alunos matriculados. A rede municipal mantém 30 escolas de educação préescolar, além de diversos núcleos e creches, abrangendo cerca de 8.500 crianças; há cerca de 180 escolas particulares de educação pré-escolar, inclusive maternal. Encontram-se instalados cerca de 60 postos de alfabetização, na sua maioria privados, onde estudam 3 500 pessoas. O Serviço Nacional da Indústria mantém no município duas escolas eminentemente profissionalizantes, com cursos de pequena duração e duração plena, nas seguintes profissões: Mecânicos, Eletricistas, Torneiros, Analistas de Qualidade, Oficinas e Serviços Auxiliares, com cerca de 4.000 alunos. Além do SENAI, funciona também o Posto do Centro de Formação e Treinamento de Mão de Obra, ligado a organismos governamentais, com cerca de 900 alunos regulares. O SENAC – Serviço Nacional do Comércio também mantém uma unidade no município para a formação e o treinamento do profissional para o comércio, hotelaria e turismo. O município é sede de uma Divisão Regional de Ensino, órgão delegado da Coordenadoria de Ensino da Região da Grande São Paulo, da Secretaria de Educação do Estado. Esta divisão possui duas Delegacias de Ensino tal a complexidade em termos de Supervisão e Coordenação, dado o número de escolas e alunos. Inserida neste contexto sócio-econômico, a FIT busca oferecer benefícios sócio-econômicos para a população residente na sua área de influência mediante a realização de sua proposta institucional. As áreas de atuação das Faculdades Integradas Torricelli já foram descritas anteriormente. 1.10.2 Justificativa para a Implementação do Curso. 10 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Para o perfeito entendimento do ambiente - início do Século XXI - em que o Bacharel em Administração formado pelas Faculdades Integradas Torricelli atuará na sociedade, exige do cidadão comportamento ético, com sólidos valores calcados em princípios de liberdade e democracia. O Bacharel em Administração deverá estar apto para atuar na sociedade pós-industrial e lidar com características inovadoras e revolucionárias, como suas estruturas informatizadas, apoiadas em pequenas estruturas de serviços, que incentivaram as “terceirizações”; a instituição do pensamento mercadológico; a abertura de mercados, com o implemento da competitividade em nichos, produtos com melhor qualidade e menor custo e com conhecimentos estratégicos e tecnologias internacionais e competitivas. As principais características da sociedade pós-industrial: - Novo relacionamento internacional; - Globalização da economia; - Novo enfoque da relação capital/trabalho; - Decréscimo do poder das corporações sindicais; - Crescimento da sociedade de serviços; e, - Aparecimento da cultura pós-moderna. Os postulados dessa cultura pós-moderna definem, com precisão, a inexorável tendência que toma realidade sócioeconômica dos nossos dias. Na análise da História, verifica-se que, a cada dois ou três séculos, acontece, na história ocidental, uma grande transformação, que poderíamos chamar de Revolução do Conhecimento, como a Revolução Industrial. A revolução acima descrita, que se verifica agora, caracteriza-se conforme cientistas, em uma dessas fases, que deverá estar consolidada em torno do ano 2.020. Estamos vivendo uma era de transformações e mudanças diárias, nos processos produtivos, produtos finais, formas de comercialização, expectativas e gostos dos consumidores e estratégias de abordagem. A concorrência dos produtos internacionais, trazidas pela globalização, faz com que a sobrevivência das organizações neste cenário de acirrada competitividade dependa diretamente da aplicação de novos métodos de gerenciamento, adequação de estratégias, percepção das mudanças nos mercados e consumidores, adoção de políticas e ações em tempo menor e de forma melhor que os concorrentes. O Curso de Administração das FIT está elaborado e dimensionado para formar profissionais capacitados a responder aos desafios inerentes a esse cenário, com visão estratégica, contribuindo para a evolução do conhecimento no campo da comercialização entre países e blocos comunitários, planejamento, organizando, executando e avaliando ações que envolvem complexa estruturação das atividades. 11 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 2. CONCEPÇÃO, OBJETIVOS E PERFIL DO EGRESSO 2.1 Concepção do Curso As Faculdades Integradas Torricelli sabe da importância das organizações nas sociedades pós-modernas e as mudanças que estão passando nestas últimas décadas. Administrar organizações exige, na atualidade, ser conhecedor de um novo modelo competitivo e produtivo das organizações. Esse conhecimento precisa ser aplicado às novas necessidades sociais e econômicas, o desenho de um novo mercado, mais exigente e consciente de seus direitos, o estabelecimento de novas relações de trabalho e/ou emprego, tanto quanto o fortalecimento de novos setores como o de serviços. O processo de globalização firmou-se na década de noventa e, hoje, vivemos na era das comunicações, da velocidade e da instantaneidade que mudaram as características de todo o funcionamento das estruturas sociais. Essa nova realidade dos mercados financeiros, da internet, da mídia, da microeletrônica, dentre outros, vem produzindo efeitos e mudanças também nas relações de trabalho. Na sociedade pós-industrial além da predominância do setor terciário, onde ocorre a concentração do maior número de pessoas empregadas, tem também como características o surgimento de novas tecnologias que permitiram diminuir as distâncias entre povos e mercados. A evolução muito rápida dos produtos, obriga a produção constante e descarta os produtos anteriores. A criação de uma rede de informações que cobre todo o planeta e até no futuro a possibilidade de termos uma cultura planetária; a potencialização de lucros e alterações no mercado de trabalho que tem levado os países desenvolvidos a políticas de diminuição de jornadas de trabalho e mais horas para o lazer e ensino; os novos desenvolvimentos na biologia que possibilitarão o homem a viver mais e em melhores condições de saúde e o renascimento de práticas místicas e religiosas valorizando cada vez mais as atitudes. A linha mestra que as Faculdades Integradas Torricelli adota para o projeto pedagógico de seu Cursos de Administração é a busca de uma percepção contemporânea que não despreze a tradição, mas, dê segurança e confiança àqueles que buscam um ordenamento social justo e igualitário. O Curso tem como premissa promover a participação do aluno no processo de sua aprendizagem. A Administração pretende ser um seletor dos quadros dirigentes das principais empresas do país e da Região Metropolitana de São Paulo. Com uma estrutura curricular flexível, ágil, moderna, inter e multi disciplinar e vinculada com a realidade. Procura, assim, aproximar os valores professados no Curso aos reais valores sociais; unindo a teoria e a prática, resultando em um ensino científico, humanístico e tecnológico. O estudo da Administração é entendido como um fato administrativo que traduz as condições políticas, sociais e econômicas, muito mais que os padrões formais de organização. Procura-se assim, desenvolver o raciocínio administrativo e o senso crítico do bacharel, preparando-o, não só como administrador de empresas, mas como conhecedor profundo do meio social onde atua. Assim, a Administração é vista como uma estrutura mutável, um processo de adaptação entre fatos e valores, conforme as próprias mudanças que a sociedade vivencia. O bacharel em Administração não pode ficar desvinculado de toda influência sociológica, antropológica, econômica ou política. As Faculdades Integradas Torricelli, terá uma função também social; contribuindo com saber científico, tecnológico e humanístico, exigido no cenário nacional atual e futuro. Só é possível cumprir a proposta, usando dos seguintes mecanismos: Uma estrutura flexível de cursos e programas; Metodologia didática atualizada; Professores especialistas, mestres e doutores; Espaço Físico adequado para se ministrar os Cursos; Professores que tenham experiência como Administradores; Aula dinâmica e participativa; Visão dinâmica, interdisciplinar e multidisciplinar das matérias; Laboratórios de Informática; Iniciação científica; Convênio com empresas para aulas práticas; Cursos extracurriculares, palestras, semanas de estudos, visitas técnicas; Publicações científicas; 12 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Ensinar o futuro administrador ao exímio manejo da administração como também, e principalmente, à crítica permanente dos valores predominantes da sociedade em que atua e ao trabalho de contínua adaptação da técnica a esses valores, enfim, aprender a aprender e aprender fazer. 2.1.1 Articulação do Projeto Pedagógico do Curso com o Projeto Pedagógico Institucional – PPI – e com o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI 1. Políticas Institucionais O PPI das FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI está pautado nos principais pilares da educação superior: Política de Responsabilidade Social; Política de Ensino; Política de Pesquisa; Política de Extensão; Política de Gestão Acadêmica. 1.1. Política de Responsabilidade Social As FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI possui políticas que estabelecem o compromisso com a responsabilidade social no desenvolvimento das suas atividades. Neste sentido, verifica-se a preocupação quanto à qualidade da formação dos seus alunos e dos serviços prestados; a permanente promoção de valores éticos; a realização de programas de incentivos à comunidade acadêmica; o estabelecimento de parcerias com ONG’s e instituições públicas e etc. 1.2. Política de Ensino A política das FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI para o ensino, voltada para a integração do ensino com a pesquisa e a extensão, objetiva a formação integral do ser humano. O ensino, nessa perspectiva, fundamenta-se numa concepção de educação que prepara o aluno para o mercado de trabalho, mas que também o capacita para o exercício pleno da cidadania, despertando-lhe o senso crítico, o critério ético e a capacidade de julgar e agir corretamente. 1.3. Política de Pesquisa A pesquisa desempenha papel fundamental na consolidação das FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI como espaço para a produção e disseminação do conhecimento. Elemento indissociável do ensino e da extensão, a pesquisa constitui-se como um trabalho investigativo e criativo, representando um avanço em relação ao esforço coletivo já empreendido por cientistas das diversas áreas de conhecimento onde é realizada. 1.4. Política de Extensão As FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI busca por meio de contatos com a comunidade local e regional, o conhecimento necessário para a avaliação institucional e para o ajustamento contínuo das programações de ensino e pesquisa às reais necessidades dos públicos com os quais a Instituição interage. 1.5. Políticas de Gestão Acadêmica O modelo desenhado para a gestão acadêmica das FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI dispõe de organização formal com estrutura simples, que visa propiciar à administração agilidade e flexibilidade para responder às exigências do mundo moderno. A estrutura organizacional caracteriza-se por níveis hierárquicos responsáveis pela formulação, deliberação e execução das atividades institucionais, que se interpenetram, objetivando a qualidade da formação profissional e da gestão, possibilitando a implantação das medidas. 2. Políticas Afirmativas de Inclusão Social das FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 13 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI A proposta de inclusão social que as FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI entende ser de sua responsabilidade funda-se, prioritariamente, na maior democratização do acesso dos segmentos menos favorecidos da sociedade a seus cursos. Com a finalidade de implementar uma política institucional de inclusão social, as FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI definiu como objetivos: Ampliar as probabilidades de acesso dos estudantes negros, afro-descendentes e indígenas; Atuar positivamente na superação das barreiras educacionais que dificultam esse acesso; Apoiar, com ações específicas, a permanência dos alunos no curso superior. As FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI contribui ainda para reduzir as desigualdades sociais, mediante o oferecimento de bolsas de estudos para estudantes que apresentem hipossuficiência econômica. A Instituição está credenciada junto ao Ministério da Educação para participar do Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior - FIES e já aderiu ao Programa Universidade para Todos – Pro-Uni. Além disso, a Instituição participa do Programa Jovem Acolhedor e do Programa Bolsa-Escola da Família, ambos do Governo do Estado de São Paulo. Há também convênios com empresas da região para a concessão de descontos de 5% a 20% nas mensalidades, dependendo do número de alunos que se matricularem. A Instituição oferece também o Desconto Irmão e o Desconto Rede. 2.2 Objetivos do Curso 2.2.1 Objetivo Geral A FIT tem, no âmbito dos cursos que ministra, os seguintes objetivos: Formar profissionais de nível superior, dotados de competências, habilidades, senso ético, espírito crítico e criativo, de modo a exercerem plenamente os direitos e deveres de cidadania e a exercerem a profissão abraçada, objeto de formação profissional dos cursos concluídos; Formar profissionais comprometidos com a qualidade de vida, em todos os seus sentidos, seja quanto ao aspecto profissional, seja quanto ao aspecto social, político, econômico e cultural; Oferecer infra-estrutura e condições para que seus alunos superem eventuais atrasos de escolaridade ou otimizem suas potencialidades, de modo a que estejam plenamente capacitados para o exercício profissional e desempenho social, após a conclusão de seus cursos; Proporcionar formas e meios capazes de despertar o interesse dos alunos pelo aprofundamento de estudos superiores e a conscientizá-los da importância da educação continuada, como instrumento de atualização e acompanhamento da evolução científica e tecnológica da sociedade, bem como seu desenvolvimento sócioeconômico e cultural; Utilizar-se de recursos tecnológicos e metodológicos, os mais avançados possíveis, de modo a familiarizar o aluno com o uso dos referidos instrumentos e métodos, para adaptar-se com facilidade à realidade social e profissional e engajar-se no espírito de mudanças e avanço da sociedade; Utilizar-se da pesquisa, extensão e outras formas de aprimorar o processo de ensino, de modo a diversificar as oportunidades de apropriação e criação de conhecimentos pelos alunos, tornando-os co-participes da construção curricular de seus cursos; Envolver-se com a comunidade, através das atividades de ensino, pesquisa e extensão, de modo a difundir seus conhecimentos e em contrapartida, retroalimentar-se para criar novos conhecimentos e manter-se sintonizada com a realidade concreta da sociedade; 14 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Praticar a auto-avaliação de todas as suas atividades, de modo a verificar a existência de desvios de seu projeto original e redirecionar seus procedimentos, objetivando atingir os seus objetivos e cumprir suas metas, preservando o padrão ideal de qualidade. 2.2.2 Objetivos Específicos - Desenvolver competências técnicas, metódicas, comportamentais, sociais, políticas e organizacionais como habilidades humanas, conceituais e técnicas para que o profissional da Administração possa atuar com desenvoltura em ambientes globalizados. - Criar condições para a elaboração e execução de planos de desenvolvimento, consoante métodos e estratégias específicas, modernas e altamente eficientes, de sucesso nas organizações. - Criar condições atitudinais e técnicas para a compreensão, por parte de cada membro do grupo, do papel estratégico da administração na definição de um projeto de vida para a sua organização. - Possibilitar o conhecimento, a compreensão e as formas de utilização, no dia-a-dia da instituição, das ferramentas básicas da gestão estratégica. - Incentivar, paralelamente a necessidade transmissão de conhecimentos, a adoção de novas atitudes e prática de novos comportamentos, que se reflitam, principalmente, na transferência do aprendizado para o desenvolvimento grupal no âmbito da organização como um todo. - Criar condições para adoção de uma atitude pessoal da autocrítica permanente, de modo que a reciclagem proposta e as novas formas de procedimentos daí decorrentes sejam uma constante na vida profissional e no ambiente da empresa. 2.3 Perfil do Egresso, Competências e Habilidades. 2.3.1 Perfil do Egresso O curso de Administração tem o objetivo de preparar profissionais com habilidades técnicas e conceituais que permitam aos seus egressos o exercício de atividades gerenciais e de direção nas empresas, através da aplicação otimizada e articulada dos recursos técnicos, financeiros e humanos. Estas orientações conduziram a elaboração do projeto pedagógico do curso visando formar cidadãos e profissionais conscientes de seus deveres e direitos, com amplos e sólidos conhecimentos práticos, técnico-administrativos e sóciopolíticos, capazes de serem solidários, de dialogarem com profissionais de outras áreas e de participarem, com responsabilidade e competência, do processo de desenvolvimento social, político e econômico, de todo o complexo que envolve o profissional do século XXI, voltado para o universo dos blocos regionais e globalizado. Para tanto, se espera reunir habilidades e competências no (a): - Exercício de funções gerenciais e consultivas em Administração; - Exercício de raciocínio lógico, prático e analítico para aplicação de técnicas e percepção do ambiente social; - Desenvolvimento de relações interpessoais, com forças internas e externas à organização como superior, subordinados, fornecedores e clientes. - Capacidade de expressar-se de forma clara, precisa e oportuna, respeitando os contextos organizacionais e sociais. - Agir sempre com ética em suas atividades empresariais e sociais; - Estímulo ao desenvolvimento de novos empreendimentos e adoção de práticas inovadoras; 2.3.2 Competências e Habilidades O curso de graduação em Administração deve possibilitar formação profissional que revele, pelo menos, as seguintes competências e habilidades: - utilização de metodologia adequada para o planejamento e execução das ações estratégicas, abrangendo projetos, planos e programas; - domínio e técnicas de planejamento e operacionalização de estudos de viabilidade econômico-financeira para os empreendimentos e projetos organizacionais; - domínio de métodos e técnicas indispensáveis ao estudo dos diferentes mercados 15 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI - comunicação interpessoal, intercultural e expressão correta e precisa sobre aspectos técnicos específicos e da interpretação da realidade das organizações - integração nas ações de equipes interdisciplinares e multidisciplinares interagindo criativamente nos diferentes contextos organizacionais e sociais; - compreensão da complexidade do mundo globalizado e das sociedades pós-industriais, nos diversos setores da atividade econômica; - conhecimento das relações humanas, de relações públicas, das articulações interpessoais, com posturas estratégicas para o êxito das equipes de trabalho - conhecimentos específicos e adequado desempenho técnico-profissional, com humanismo, simplicidade, segurança, empatia e ética. - competência e habilidade para implantar soluções alternativas e inovadoras aos desafios que se apresentam, com a necessária capacidade estratégica crítica, reflexiva, criadora e interativa. - saber exercer liderança, ter decisão, firmeza e habilidade comunicativa, expressão sintética, percepção estruturada do conhecimento científico para compreender a exata dimensão da ciência: possibilidades de generalização e limitação; - capacidade de planejar, organizar, implantar e gerir programas de administração dentro dos conceitos de desenvolvimento sustentável, sob o enfoque da múltipla manifestação sincrônica nas inter-relações imediatas do meio ambiente natural, cultural e artificial, da vida pessoal e da organização social; - Desenvolver competências técnicas, metódicas, comportamentais, sociais, políticas e organizacionais como habilidades humanas, conceituais e técnicas para que o profissional da Administração possa atuar com desenvoltura em ambientes globalizados. 16 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 3. ADERÊNCIA COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL A educação de qualidade é a base do desenvolvimento sustentado de um país e da distribuição de rendas e oportunidades para todos. Dessa forma, o ensino de qualidade fomenta o crescimento econômico, reduz as desigualdades e a pobreza, promovendo uma maior justiça social. A partir da oferta de uma educação de nível superior de maior qualidade, disseminando conhecimentos, incentivando a pesquisa, formando profissionais de alta competência, empreendedores, cidadãos éticos e humanos, as FIT contribuem para o desenvolvimento sócio econômico da região em que se situa e para o desenvolvimento sustentado da nação. 3.1 Mercado de Trabalho O mercado de trabalho do Administrador é extremamente amplo. Todos os ramos e tipos de atividades necessitam de organização, sistematização e gestão, o que significa que todos necessitam de um profissional de administração. O Administrador profissional pode atuar em empresas públicas ou privadas (indústria, comércio ou serviços), em todos os níveis hierárquicos, desempenhando funções importantes nas áreas de recursos humanos, materiais, mercadológica ou marketing, produção, finanças, entre outras, ou, ainda, administrar seu próprio negócio. Entre as inúmeras oportunidades do mercado de trabalho para o administrador, pode-se destacar: Instituições Financeiras. Indústrias. Setor de Serviços Condomínios Hotéis. Hospitais. Supermercados. Comércio. Empresas Agrícolas. Empresas de Consultoria. Associações. Empresas de Comércio Exterior. Instituições de Ensino Superior como professores ONG’s Empresas Públicas 3.2 Coerência da Justificativa/objetivos do curso com a realidade socioeconômica local e regional O Curso de Administração das FIT está organizado para a formação de um profissional polivalente e de visão global, empreendedora e humanista, com formação técnica e científica que possibilite assumir posicionamentos e 17 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI papéis dentro do contexto sócio econômico, observando sempre os princípios de responsabilidade social, equidade e ética profissional. Formamos profissionais com visão critica e com habilidades e competências para interferir positivamente na sociedade em que está inserido e apto a atuar tanto no eixo regional ou não, a diversidade regional (comércio, industria, prestação de serviços) é privilegiada pela localização dos eixos das grandes rodovias e do aeroporto internacional, diante disto nossos egressos tendem a ingressar profissionalmente na própria região, utilizando dos conhecimentos adquiridos para valorizar e qualificar, modernizar o meio corporativo e social. 4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 4.1 Metodologia de Ensino A metodologia de ensino, juntamente com a metodologia de avaliação, deve dar ênfase à abordagem das disciplinas de forma coerente ao desenvolvimento dos programas previamente apresentados aos alunos. Para transmitir esse conteúdo programático, os professores, com total autonomia de cátedra, usam dos mais diversos métodos de ensino. Desde o tradicional método expositivo em sala de aula, aprendizagem por problemas, recomendação de leitura, seminário, aulas interativas com as demais disciplinas, sempre priorizando o raciocínio e a capacidade argumentativa do aluno e o caráter interdisciplinar. Observe-se que as metodologias curriculares e dos objetivos do curso como um todo. 4.2 Estrutura Curricular Planejamento e Filosofia Curricular O currículo do curso de Administração das Faculdades Integradas Torricelli foi elaborado a partir da concepção e dos objetivos da instituição e do curso, tendo em vista o cenário nacional, regional e internacional, que impõem ao Administrador desafios complexos e mutáveis nunca antes enfrentados. O planejamento da matriz curricular considerou como pontos basilares as diretrizes curriculares instituídas pela Resolução nº 4, de 13 de julho de 2005, do Ministério da Educação, bem como pelas recomendações do Conselho Federal de Administração. Além dos aspectos formais, das recomendações citadas, a matriz curricular foi elaborada através de pesquisa das matrizes praticadas pelas escolas de referência no ensino da Administração, momento em que, foram extraídas diversas informações em relação às características de cada um dos cursos. A pesquisa ensinou a lição de que as matrizes não são, no todo, perfeitas. Cada IES, respeitando os princípios e objetivos específicos, inclina-se para uma certa tendência, fazendo dela o diferencial de seu curso. No caso das Faculdades Integradas Torricelli não foi diferente. Considerando a tradição das escolas de melhor conceito no mercado, aplicou-se os seguintes parâmetros: - O estudo ao longo dos semestres constroem toda a base do conhecimento administrativo, sobre o qual apóia-se os conteúdos que contextualizam a administração dos negócios, os conhecimentos de base como Matemática e Comunicação; 18 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI - O curso ainda investe-se na aprendizagem da filosofia e da ética como forma de apoiar o raciocínio lógico e a capacidade perceptiva, e, com destaque, despertar os futuros administradores com relação à ética nos negócios; - Não se pode deixar de destacar o ensino de metodologia de pesquisa, de forma a despertar nos alunos a vocação acadêmica, do estudo e da pesquisa, interligado em todas as demais etapas do curso as disciplinas e trabalhos avaliados e fortemente integrado ao relatório de estágio nos últimos semestres da grade curricular. Pode-se afirmar que a primeira fase caracteriza-se pelo estudo das disciplinas básicas instrumentais, e pelas disciplinas diretamente relacionadas aos princípios anteriormente referidos. A formação profissional vai ganhando força no decorrer do curso. O desenvolvimento do curso contempla todo o estudo de formação profissional, devidamente apoiado pela formação básica instrumental, permitindo ao aluno aumentar sua capacidade de percepção e entendimento do mundo da administração e das questões de maior complexidade. Deve-se destacar, os temas inseridos para a discussão dos novos modelos de administração, e dos tópicos avançados de administração, que permitem aos alunos farta aproximação ao estado da arte e uma sólida e moderna formação. A terceira referência deve-se à aplicação dos conhecimentos e das técnicas da administração para os negócios das pequenas e médias empresas, quase sempre desprezadas no ensino de Administração, sendo hoje parte importantíssima do desenvolvimento econômico do Brasil. Para encerrar, permeia ainda a estrutura curricular a avaliação do ambiente internacional, considerando as condições atuais do pensamento econômico e a derrubada dos limites geográficos, com o aumento da intensidade de efeitos das decisões de um país para outro e, até mesmo, entre ocorrências de empresas de grande porte. É esse o cenário que foi considerado para o desenvolvimento do Curso de Administração das Faculdades Integradas Torricelli. As evoluções internas e externas conduziram a elaboração deste projeto, considerando a escola de ensino superior como uma das organizações mais complexas da sociedade, mas a que tem a missão de participar, ativamente, de suas transformações, de suas revoluções. A instituição considera que a escola de hoje deve, ministrar uma educação técnica generalista, baseada em conhecimento científico, humanista e mercadológico. Deve, enfim, ser sensível ao momento sócio-econômico em que está inserida, dotada de mudanças de visão e novas estratégias. 4.3 Conteúdos, Flexibilidade e Interdisciplinaridade Curriculares O perfil de um Bacharel em Administração sob a ótica do processo pedagógico deve garantir ao graduando no final do curso: Capacidade de analisar as características distintivas de uma nova ordem organizacional emergente em face de parcerias de agentes de desenvolvimento, de alianças e fusões empresariais, da assimilação e gestão das inovações científicas e tecnológicas, da comunicação e universidade virtual e de novas formas de lazer e entretenimento. Consciência de deter uma formação humanística e visão holística que permita a sincronia interativa do espírito pioneiro empreendedor com o trabalho em equipe, da conduta macroestratégica proativa com o reconhecimento da diversidade, da busca da excelência com o respeito às diferenças de perspectivas, da competição com a cooperação, da lógica de mercado com a coesão social. Competência e habilidade para implantar soluções alternativas e inovadoras aos desafios que se apresentem, com a necessária capacidade estratégica crítica, reflexiva, criadora e interativa. 19 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Saber exercer liderança, ter decisão, firmeza e habilidade comunicativa, expressão sintética, percepção estruturada do conhecimento científico para compreender a exata dimensão da ciência: possibilidades de generalização e limitação; Integrar o conhecimento pela inter e transdisciplinaridade; Interesse e estímulo para desenvolver-se na área da docência ou da pesquisa; Internalização de valores de responsabilidade social, justiça e ética profissional; Formação humanística e visão global que o habilite a compreender o meio social, político, econômico e cultural onde está inserido e a tomar decisões em um mundo globalizado, diversificado e interdependente; Formação técnica e científica para atuar no planejamento e na gestão de empresas, além de desenvolver atividades específicas da prática profissional em consonância com as demandas mundiais, nacionais e regionais; Capacidade de planejar, organizar, implantar e gerir programas de administração dentro dos conceitos de desenvolvimento sustentável, sob o enfoque da múltipla manifestação sincrônica nas inter-relações imediatas do meio ambiente natural, cultural e artificial, da vida pessoal e da organização social; Capacidade de atuação nos diversos setores da administração e em todas as áreas concernentes à profissão. 4.4 Matriz Curricular válida para alunos matriculados no primeiro semestre de 2006, com o ajuste feito pelo colegiado na reunião realizada em 29 e 30 de janeiro de 2009. DISCIPLINAS 1º PERÍODO Economia Psicologia Teoria Geral da Administração I Matemática I Sociologia Metodologia Científica Comunicação Empresarial I 2º PERÍODO Macroeconomia Contabilidade Geral Teoria Geral da Administração II Matemática II Comunicação Empresarial II 3º PERÍODO Filosofia e Ética Microeconomia Estatística Introdução ao Direito Organização Sistemas e Métodos Contabilidade e Custos CARGA HORÁRIA 36 36 72 72 36 36 72 360 horas CARGA HORÁRIA 72 72 72 72 72 360 horas CARGA HORÁRIA 36 72 72 72 36 72 360 horas 20 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 4º PERÍODO Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Administração de Produção e Logística Administração Mercadológica Matemática Financeira Empreendedorismo Espanhol Instrumental Direito do Trabalho 5º PERÍODO Administração Financeira e Orçamentária I Administração de Sistemas de Informação Estrutura e Análise de Balanço Inglês Instrumental Metodologia da Pesquisa Legislação Tributária 6º PERÍODO Administração Financeira e Orçamentária II Gestão de Pessoas Gestão de Pequenas e Médias Empresas Tópicos Avançados de Administração Estratégia Empresarial 7º PERÍODO Planejamento Estratégico Novas Tecnologias de Gestão I Estudos de Casos de Gestão I Ética Profissional Direito Empresarial Orientação de TCC e Estágio I Estágio Supervisionado 8º PERÍODO Economia Internacional Gestão de Competências Organizacionais Tópicos Avançados em Marketing Estudos de Casos de Gestão II Orientação de TCC e Estágio II Estágio Supervisionado Optativas LIBRAS – Língua Brasileira de sinais CARGA HORÁRIA 36 36 72 72 36 36 72 360 horas CARGA HORÁRIA 72 72 72 36 36 72 360 horas CARGA HORÁRIA 72 72 72 72 72 360 horas CARGA HORÁRIA 72 72 72 36 36 72 72 510 horas CARGA HORÁRIA 72 72 72 72 72 150 510 Horas CARGA HORÁRIA 36 Quadro Resumo do Total de Horas das Disciplinas, Atividades Complementares e Estágio Supervisionado: 21 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Tipo de Disciplina Carga Horária Grade Curricular Comum 2.880 Atividades Complementares 300 Estágio Supervisionado 300 Total do Curso de Graduação 3.480 Ementas e Bibliografia Básica e Complementar 1º SEMESTRE Nome da Disciplina: ECONOMIA EMENTA: Apresenta os conceitos fundamentais de Economia. A Lei da Escassez. Problemas de natureza Econômica. Curva de possibilidades de produção e Custos de oportunidade. O Sistema Econômico. Funcionamento de uma Economia de Mercado. Evolução da Ciência Econômica (a Escola Clássica, o Marxismo, o Keynesianismo) - conceitos básicos e definições fundamentais. Teoria elementar da demanda. Teoria elementar da oferta. Estruturas de mercado (concorrência perfeita, monopólio, concorrência monopolista e oligopólio). Organização Industrial. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à Economia. São Paulo: 20 ed., Atlas ,2003 SILVA, César Roberto Leite; Sinclayr, Luiz. Economia e Mercados: Introdução à Economia. São Paulo: 18ª ed.,Saraiva, 2001. PINHO, Diva Benevides; Vasconcellos, Marco Antônio (organizadores). Manual de Economia: equipe de professores da USP. 3ª edição. São Paulo: Saraiva, 1999. COMPLEMENTAR: FERGUSON, C.E. Microeconomia. Rio de Janeiro: Forense universitária, 1989. VARIAN, Hal R. Microeconomia: princípios básicos. Rio de Janeiro: Campus, 1994. PINDICK, Robert S.; Rubinfeld, Daniel L. Microeconomia. São Paulo, Makron Books, 4ª edição, 1999. WESSELS, W.J. Microeconomia: teoria e aplicações. São Paulo: Saraiva, 2002. MANKIW, N. G. Introdução à Economia. Rio de Janeiro: Campus, 1999. GAROFALO, G.; Carvalho, L. Teoria Microeconômica. São Paulo: Atlas, 1988. SILVA, César Roberto Leite; Sinclayr, Luiz. Economia e Mercados: Introdução à Economia. 16ª edição. São Paulo: Saraiva, 1997. SANDOVAL, Marco Antonio. Fundamentos de Economia. Ed. Saraiva, 2 edição 2004 CARVALHO, Maria Auxiliadora. Economia Internacional. Ed. Saraiva, 3 edição 2004 Nome da Disciplina: PSICOLOGIA EMENTA: Introdução à psicologia e contextualização da psicologia do trabalho. Cultura organizacional e comportamento dentro das organizações . Abordagens fundamentais do comportamento humano: psicanálise, behaviorismo e gestalt.Motivação humana. Relações humanas. Liderança, poder, conflito e negociação. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 12ª ed. São Paulo: Saraiva, 1999. COMPLEMENTAR 22 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI BERGAMINI, C. W. Psicologia aplicada à administração de empresas: psicologia do comportamento organizacional. São Paulo: Atlas, 1982. GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional 15º edição, São Paulo: Editora Objetiva. HAWKIG Stephen, Uma Breve História do Tempo: do Big Bang aos Buracos Negros, São Paulo: Ed. Rocco. GADE, Christiane. Psicologia do consumidor e da propaganda. Edição revisada e ampliada. São Paulo: EPU, 1998. BANOV, Márcia R. Ferramentas da Psicologia Organizacional.São Paulo: CenaUn, 2002 FIORELLI, J. O. Psicologia para administradores: integrando teoria e prática. São Paulo: Atlas, 4 edição 2003. Nome da Disciplina:TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I EMENTA: Administração: História, Conceitos; Funções do Administrador; Primórdios da Administração; A Escola Clássica: Administração Científica e Clássica; FORD; Escola de Relações Humanas; Burocracia. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. - Introdução à teoria da administração. 6.ª Ed., Ed. Campus: Rio de Janeiro/RJ, 2000. MOTTA, Fernando C. prestes. Teoria Geral da Administração: uma introdução. Editora Pioneira, 22ª edição 1998. COMPLEMENTAR STONER, James A. e FREEMAN, R. Edward.- Administração - 5.ª Ed., Printice-Hall do Brasil, 1985. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru.- Teoria geral da administração - 2.ª Ed. São Paulo, Atlas : 2000. MONTANA, Patrick J. e CHARNOV, Bruce H. Administração: série essencial. São Paulo. Ed. Saraiva : 1998. ROBBINS, Stephen B. - Mudanças e perspectivas. 1.ª Edição, Ed. Saraiva, 2000. FARIA, José Carlos.- Administração, Introdução ao estudo. 4.ª Ed. Pioneira, 1999. Nome da Disciplina: MATEMÁTICA I EMENTA: -Conceituar porcentagem como razão entre duas grandezas, calcular e determinar porcentagens em situações concretas, calcular descontos e acréscimos simples e acumulados. - Realizar as operações fundamentais com os números naturais, inteiros, racionais (na forma fracionária e decimal) e reais. -Ler, interpretar e utilizar representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões, equações) relativas a situações concretas, tendo em vista a formação do conceito de função. -Identificar alguns tipos de função através da análise de tabelas, gráficos ou de equações em situações concretas. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MEDEIROS, Sebastião da Silva. Matemática para os cursos de economia, administração e ciências contábeis – 2 vls. 5ª ed. Atlas, 1999 COMPLEMENTAR: BOULOS, Paulo. Introdução ao Cálculo, Volume 1. Edgar Blucher Editora. PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática Financeira – Objetiva e Aplicada. 7 edição. Saraiva, 2003 VERAS, Lilia Ladeira. Matemática Aplicada a Economia. 3 edição. Atlas, 1999 SOBRINHO, José Dutra Vieira. Matemática Financeira. 7 edição. Atlas, 1996. Nome da Disciplina: SOCIOLOGIA EMENTA: Sociologia geral e sociologia aplicada à administração. Caracterização da sociologia como ciência social. Estratificação social. Unidades e processos sociais. Movimentos e mudanças sociais. O indivíduo e a organização. Organização formal e informal. Processo de organização do trabalho frente aos novos modelos de gestão. Mudança organizacional. Cultura das organizações. Movimentos e mudanças sociais. Globalização e relações de trabalho. Ideologia BIBLIOGRAFIA: 23 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI BÁSICA IANNI, Octávio. A Sociedade Global, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2001. SANTOS,Milton. Por uma outra globalização, Rio de Janeiro, Record, 2000. COMPLEMENTAR BERNARDES, Cyro. Sociologia aplicada à administração, São Paulo, Atlas, 1995. CHAUÍ, Marilena. O que é ideologia, São Paulo. Brasiliense, 1990. FLEURY, Maria Tereza Leme. Cultura e poder nas organizações, São Paulo, Atlas, 1996. IANNI, Octávio. Teorias da Globalização, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1995. MARTINS, Carlos Benedito. Que é Sociologia, Editora Brasilieinse, 57 edição 1994, 1998 e 2000 PENNAFORTE, Charles. Globalização, a nova dinâmica mundial, Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 1998. Nome da Disciplina: METODOLOGIA CIENTIFICA EMENTA Conceituação geral da metodologia de pesquisa. Os tipos de pesquisa; pesquisas qualitativas e quantitativas, exploratórias e descritivas aos estudos de caso forma de coleta de dados e tabulação e aplicações estatísticas; normas regulamentadoras de composição dos textos e citações. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA LAKATOS, Eva Maria e MARCONi, Mariana de Andrade. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboraçã, análise e interpretação de dados. 2º ed. São paulo: Atlas, 1990. MATTAR, Fouze Nagib. Pesquisa de Marketing: Metodologia e planejamento. Vol. 3º ed. São paulo,1996. COMPLEMENTAR ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projeto de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalho de conclusão de cursos, dissertações e estudo de casos. 2º ed. São Paulo: Atlas, 1999. Nome da Disciplina: COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL I EMENTA: Análise de estruturas gramaticais da língua portuguesa, partindo da comparação entre níveis de linguagem, a fim de ampliar as possibilidades lingüísticas do aluno. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MEDEIROS, J. B. Redação Empresarial. São Paulo : Atlas, 1989. TERRA, Ernani. Curso Prático de Gramática. São Paulo : Scipione,1996 COMPLEMENTAR MEDEIROS, J. B. Português Instrumental. São Paulo: Atlas, 1993 ABREU, A .S.Curso de Redação. São Paulo : Ática, 1991. CITELLI, ADILSON. Linguagem e persuasão. São Paulo : Ática, 1992. CUNHA, Antônio Geraldo da. Dicionário etimológico - Nova Fronteira da língua Portuguesa. 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário de língua portuguesa. 31ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. GARCIA, Othom. Comunicação em prosa moderna. São Paulo: FGV, 1996. KOCH, I. G.V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989 SACCONI, LUIZ ANTÔNIO.Nossa Gramática-Teoria e Prática. São Paulo: Atual, 1997. VANOYE, Francis. Usos da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1979. 24 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 2º SEMESTRE Nome da Disciplina: MACROECONOMIA EMENTA: Modelos para economia fechada e aberta: IS-LM, Mundell-Fleming e Overshooting da taxa de câmbio. Flutuações segundo o novo keynesianismo: Modelos com rigidez nominal e real. Flutuações segundo os novos clássicos: ciclos reais. Inflação e política monetária: senhoriagem, jogos e modelos de reputação. Déficit, dívida pública e inflação. Consumo e investimento sob condições de certeza. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA SIMONSEN, M. H. & CYSNE, Rubens P. Macroeconomia. São Paulo: Atlas, 1995. VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval.(organizador). Manual de Macroeconomia: equipe de professores da USP. São Paulo: Atlas,2000 LOPES, Luiz Martins / Vasconcellos, Marco Antonio Sandoval de. Manual de macroeconomia : nivel basico e nivel intermediario. Atlas. 2a edição 2000. MANKIW, Gregory. Princípios de Macroeconomia, Editora Pioneira, 1 edição 2004 AMADO, Adriana Moreira. Noções de Macroeconomia, Editora Manole, 1 edição 2003 COMPLEMENTAR GASTALDI, J. Petrelli, Elementos de Economia Política. São Paulo: Saraiva, 2002. BLANCHARD, O. Macroeconomia. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2004. DORNBUSCH, R.; FISCHER, S. Macroeconomia. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 1991. ______. Macroeconomics. 7th ed. Boston: McGraw Hill, 1998, 550p. HALL, R.; TAYLOR, J. Macroeconomia. Rio de Janeiro: Campus, 1989. MANKIW, G. Macroeconomia. 3. ed. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 2001. PAULANI, L.; BRAGA, M. B. A nova contabilidade social. São Paulo: Saraiva, 2000. FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999. Nome da Disciplina: CONTABILIDADE GERAL EMENTA: Conhecer conceitos básicos de contabilidade; Conhecer e desenvolver controles internos (Operacionais e financeiros); Conhecer e identificar os resultados financeiros.. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MARION, José Carlos, IUDÍCIBÚS, Sérgio de. Curso de Contabilidade para não Contadores. Atlas,2000 Equipe dos Professores da FEA-USP. Contabilidade Introdutória. Atlas,1998 COMPLEMENTAR LEITE, Hélio de Paula, contabilidade para administradores. São Paulo: Atlas,1997 ALMEIDA, Marcelo Cavalcante. Curso Básico de Contabilidade. Atlas MARTINS. Eliseu. Contabilidade de Custos. Atlas MATARAZZO, Dante Carmine. Análise Financeira de Balanços. Atlas MARION, José Carlos. Contabilidade para Administradores. Atlas Nome da Disciplina: TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II EMENTA: Organizações e ambientes, papéis e habilidades do administrador, funções organizacionais e administrativas (planejar, organizar, coordenar, controlar e dirigir). Teoria Neoclássica, APO, Teoria Sistêmica. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. -Introdução à Teoria da Administração. 6.ª Ed., Ed. Campus: Rio de Janeiro/RJ, 2000. COMPLEMENTAR MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru.- Introdução à Administração - 6.ª Ed. São Paulo/SP, Editora Atlas/2004 25 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI BERNADES, Cyro & MARCONDES, Reynaldo C. – Administração gerenciando organizações – 3º – Ed.São PauloEditora Saraiva/2003 ARAUJO, Luis César G. de – Teoria Geral da Administração – 1º Ed. São Paulo – Editora Atlas/2003 MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru.- Teoria Geral da Administração - 2.ª Ed. São Paulo, Atlas : 2000. ROBBINS, Stephen B. - Mudanças e perspectivas. 1.ª Edição, Ed. Saraiva, 2000. FARIA, José Carlos.- Administração, Introdução ao estudo. 4.ª Ed. Pioneira, 1999. MONTANA, Patrick J. e CHARNOV, Bruce H. Administração: série essencial. São Paulo. Ed. Saraiva : 1998. DRUCKER, Peter. Introdução a Administração. Editora Thompson, 3ª edição 1998. Nome da Disciplina: MATEMÁTICA II EMENTA: -Conceituar as principais funções (linear, afim, quadrática, exponencial, logarítmica e suas inversas) e suas especificidades (domínio, imagem, continuidade, crescimento, composição de funções,etc). -Aplicar os conceitos em situações específicas do campo da Administração, como demanda, oferta de mercado, preço de equilíbrio, receita, custo e lucro. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MEDEIROS, Sebastião da Silva. Matemática para os cursos de economia, administração e ciências contábeis – 2 vls. 5ª ed. Atlas, 1999 SOBRINHO, José Dutra Vieira. Matemática Financeira. 7 edição. Atlas, 2000 COMPLEMENTAR BOULOS, Paulo. Introdução ao Cálculo, Volume 1. Edgar Blucher Editora,1995 PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática Financeira – Objetiva e Aplicada. 7 edição. Saraiva, 2004 GOLDSTEIN, Larry J. Matemática Aplicada a Economia Administração e Contabilidade. 8 edição. Bookman, 2000 Nome da Disciplina: COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL II EMENTA: Análise de estruturas gramaticais da língua portuguesa, partindo da comparação entre níveis de linguagem, a fim de ampliar as possibilidades lingüísticas do aluno. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MEDEIROS, J. B. Redação Empresarial. São Paulo : Atlas, 1989. COMPLEMENTAR TERRA, Ernani. Curso Prático de Gramática. São Paulo : Scipione,1996. MEDEIROS, J. B. Português Instrumental. São Paulo: Atlas, 1993. ABREU, A .S.Curso de Redação. São Paulo : Ática, 1991. CITELLI, ADILSON. Linguagem e persuasão. São Paulo : Ática, 1992. CUNHA, Antônio Geraldo da. Dicionário etimológico - Nova Fronteira da língua Portuguesa. 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário de língua portuguesa. 31ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. GARCIA, Othom. Comunicação em prosa moderna. São Paulo: FGV, 1996. GARCEZ, Lucilia Helena do Carmo. Técnicas de Redação. 2 edição 2004. Ed. Martins Fontes KOCH, I. G.V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989 SACCONI, LUIZ ANTÔNIO.Nossa Gramática-Teoria e Prática. São Paulo: Atual, 1997. VANOYE, Francis. Usos da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1979. 3º SEMESTRE Nome da Disciplina: FILOSOFIA E ÉTICA 26 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI EMENTA: A disciplina de filosofia, para os cursos de Administração, tem por objetivo contribuir com a formação geral do profissional, aprofundando alguns conteúdos base das ciências humanas. Procura-se mostrar ao aluno como a forma peculiar do pensar filosófico não é indissociável da exigência pragmática da formação do administrado BIBLIOGRAFIA: BÁSICA . Chauí, Marilena, convite à Filosofia. São Paulo. Ed. Ática. 1994. . Sanchez Vasques, Adolfo. Ética. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 20ª ed. 2000. . Souza, Sonia Maria Ribeiro de. Um outro olhar. São Paulo. FTD. COMPLEMENTAR Gallo, Sílvio, Ética e Cidadania: Caminhos da filosofia. 7ª ed. Campinas/SP., Papirus. 2000. . Hare, R.M. A Linguagem da Moral. São Paulo. Martins fontes. 1996. . Roitman, Ari (org). O desafio ético. Rio de Janeiro. Garamond. 2000. . Vaz, Henrique C.L., Escritos Filosóficos IV: Introdução à Ética Filosófica 1. São Paulo. Loyola. 1999. . SROUR, Robert Henry. Ética Empresarial. Rio de Janeiro.Civilização Brasileira/2003 Além dos textos abaixo serão utilizados, como bibliografia específica, artigos de jornal e revistas escolhidos pelo professor. Nome da Disciplina: MICROECONOMIA EMENTA: Teoria Microeconômica – conceitos básicos e definições fundamentais. A condição “coeteris paribus”. Divisão dos tópicos de microeconomia. A oferta e a demanda e seu equilíbrio no mercado. Elasticidades. Produção e Mercado (teoria da produção e custos). Estruturas de mercado (concorrência perfeita, imperfeita, monopólio, oligopólio). Estrutura no mercado de fatores de produção. Teoria do Equilíbrio geral. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA FERGUSON, C. E. Microeconomia. Rio de Janeiro: Forense - Universitária, 2000. VARIAN, R.H. Microeconomia: princípios básicos, uma abordagem moderna.Rio de Janeiro: Campus, 2000. COMPLEMENTAR HALL, Robert E. Microenconomia. São Paulo, Thompson Learning, 2003 WESSELS, Walter J. Microecomia. São paulo, Saraiva, 2003. Nome da Disciplina: ESTATÍSTICA EMENTA: Diferenciar estatística descritiva e diferencial;Conceituar variáveis qualitativas e quantitativas, diferenciar séries de dados; Organizar, elaborar e interpretar tabelas e gráficos; Diferenciar população e amostra; Organizar dados em classes, construir tabelas de distribuição de freqüências; Construir e interpretar histogramas, polígonos de freqüência e ogivas e utilizá-los para resolução de problemas ; Calcular e interpretar medidas de tendência central e medidas de dispersão; Analisar diagrama de dispersão, conceituar análise de regressão e correlação linear, ajustar reta aos dados, interpretar resultados.;Conceituar probabilidade de um evento, calcular probabilidades simples; Conceituar curva de distribuição normal e ajustar a distribuição teórica à distribuição de freqüência das amostras; Realizar pesquisa quantitativa utilizando a estatística aprendida. Bibliografia: BÁSICA MARTINS, G; Donaire, D. Princípios de estatística. São Paulo: Atlas, 2000. COMPLEMENTAR Silva, Ermes Medeiros. Estatística, editora Atlas,1999 São Paulo SILVER, M. Estatística para administração. Tradução Sonia Vieira; São Paulo: Atlas, 2000. SPIEGEL, M.R. Estatística . Coleção Schaum.São Paulo McGraw. 1994. VIEIRA, S. Elementos de estatística. São Paulo: Atlas, 1999. 27 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Nome da Disciplina: INTRODUÇÃO AO DIREITO EMENTA: Justiniano - 1a Greve - Tribuno da Plebe. Noções Preliminares ao estudo do Direito, Conceito e Finalidade, Divisão do Direito. Da Lei Jurídica, Definição, Obrigatoriedade, Revogação, Das escusas de cumprimento da Lei, Da aplicação da Lei e de sua Lacuna, Da analogia, Dos costumes, Dos princípios gerais do Direito, Da hierarquia das normas jurídicas. Da aplicação da norma jurídica no tempo e no espaço, Da retroatividade, Do efeito imediato, Da sobrevivência da lei antiga, Da eficácia no espaço. Direito Civil, Conceito, Sua divisão, Breve histórico do código civil, Sujeito de Direito. Da pessoa física, Conceito, Da existência da personalidade civil, Da capacidade jurídica e de exercício, Proteção que o Direito concede aos incapazes, Cessação da incapacidade, Casos de emancipação, Fim da personalidade. Noções gerais de tributos. Direito de família, Do casamento, Da dissolução da sociedade conjugal e do casamento, Do divórcio, Do parentesco, Da adoção, Da sucessão, Do direito protetor dos incapazes, Do pátrio poder, Da tutela, Da curatela. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA DOWER, Nelson Godoy Bassil - Instituições de Direito Publico e Privado NELPA - SP - 9a Edição - 1999. SECCO, Orlando de Almeida - Introdução ao Estudo do Direito - LUMEN JURIS - RJ - 5a Edição - 1999. COMPLEMENTAR TEMER, Michel - Elementos do Direito Constitucional - RT - SP - 9a Edição - 1985. DINIZ, Maria Helena - Código Civil Anotado - Saraiva - SP - 10a Edição 1996. DOWER, Nelson Godoy Bassil - Direito e Legislação - ATLAS - SP - 3a Edição - 1997 LYRA FILHO, Roberto. Que é Direito, Editora Brasiliense, 19 edição 2000 PINHO, Ruy Rebello. Instituições de Direito Público e Privado, Editora Atlas, 22 edição 2000-. Nome da Disciplina: ORGANIZAÇÃO SISTEMAS E MÉTODOS EMENTA: Esta disciplina deverá abordar as diversas e freqüentes transformações ocorridas na área de Organização, Sistemas e Métodos tanto nas organizações como no mercado empresarial - passado, presente e futuro privilegiando a conceituação e sua correlação com a prática, servindo de instrumento de análise e decisão para os graduandos. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA CURY, Antônio. Organização E Métodos uma visão holistica. São Paulo. Atlas 2000. STAR, Ralph M.Princípio de Sistemas de Informação. Rio de Janeiro: LTC – 1996. COMPLEMENTAR CRUZ, Tadeu. Sistemas, Organização E Métodos. São Paulo: Atlas, 1998 MORGAN, Gareth. Imagens Da Organização. São Paulo: Atlas, 1996. Nome da Disciplina:CONTABILIDADE E CUSTOS EMENTA: Capacitar o estudante a implementar a Contabilidade de Custos para fins de decisão, planejamento e controle, com uma visão orientada para como administrar custos. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1993. COMPLEMENTAR: HORNGREN, Charles T. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 1991. 2 v. MATZ, Adolf et. al. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, s.d. 2v. 4º SEMESTRE Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS 28 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI EMENTA: Apresentar o conceito de tecnologia de produto; de processo e de gestão. Compreender as formas de avaliar o desempenho da gestão de materiais, incluindo o processo de compra. Identificar a evolução da atividade de compras em decorrência da evolução tecnológica. Avaliar a melhor opção para a empresa comprar ou fabricar. Compreender o processo de compras em temas de previsão de demanda, compreender as particularidades da aquisição de recursos patrimoniais. Avaliar o custo dos estoques nas empresas. Compreender os métodos de avaliação de estoques. Lotes econômicos de compra e fabricação compreender os cálculos que envolvem as duas opções e analisar as situações. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA DIAS, Marco Aurélio Pereira. Administração de Matérias: Uma abordagem logística. São Paulo: Atlas,1983 COMPLEMENTAR MARTINS, Petronio Garcia. Administração de recursos Materiais e Patrimoniais, São Paulo, Sariava 2003 GONÇALVES, Paulo Sérgio & Schwember. Administração de estoques:Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Interciência, 1979. Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E LOGÍSTICA EMENTA: Histórico, conceitos; estrutura da administração da produção nas empresas; planejamento e controle da produção; modelos de controle; qualidade e produtividade dos serviços prestados. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MARTINS, Petrônio Garcia, ACT, Adm. de materiais e recursos patrimonial. São Paulo: Saraiva/2000 MOREIRA, D.A. Administração da Produção e operações. São Paulo: Pioneira, 2002. COMPLEMENTAR BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento, organização e logística empresarial/trad. Elias Pereira. – 4.ed. – Porto Alegre: Bookman,2001 SLACK, N. et al. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 1996 Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA EMENTA: Evolução do Conceito e Administração de Marketing com visão para o século XXI. A análise de seus ambientes de convivência. As organizações e o profissional neste contexto. O Composto de Mercadológico. As ferramentas de Marketing e sua aplicação. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA KOTLER, Philip.- Princípios de Marketing. - São Paulo, SP - Prentice Hall 7.ª Edição, 2003 CHURCHILL, Gilbert A. e PETER, J. Paul.- Marketing: criando valores para os clientes. 2ª Edição, São Paulo, SP - Ed. Saraiva, 2003 COMPLEMENTAR HOOLEY, Graham J. – Estratégia de Marketing e Posicionamento competitivo – São Paulo – Prest Hall/2001 REVISTAS (seleção de artigos conforme o tema) HSM - Management Revista da ESPM RAE - Revista de Administração de Empresas EXAME Nome da Disciplina: MATEMÁTICA FINANCEIRA EMENTA: Conceitos básicos de juros simples e compostos, conceitos e fundamentos em capacitação simples e compostos, 29 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI desconto, equivalência de capitais, fluxo de caixa. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MATHIAS, Washington Franco. GOMES, José Maria. “Matemática Financeira” . 2º ed. São Paulo: Atlas, 1993, 1996 e2002 VERAS, Lilia Ladeira. “Matemática Financeira”. 3a. edição. São Paulo: Atlas, 1999, 2001 e 2005 COMPLEMENTAR PUCCINI, Abelardo de Lima. “Matemática Financeira: Objetiva e Aplicada”. 6a. edição. São Paulo: Saraiva,2001 e 2003 SAMANEZ, Carlos P. “Matemática Financeira - Aplicações à Análise de Investimentos”. Makron Books, 2002. Nome da Disciplina: EMPREENDEDORISMO EMENTA: Noções de empreendedorismo x empresário; ciclo de vidas organizações; a economia empreendedora; empreendimento sistemático; a prática do empreendedorismo; o processo inovativo e criativo; matriz CrescimentoGlobalização - os cinco modelos fundamentais; estruturas das Organizações Globais vs. Empreendedorismo; análise da Concorrência; análise de Mercado - “SWOTS”; teoria do Comportamento do Consumidor; técnicas de Gerenciamento em Ambientes Competitivos; processos da melhoria da qualidade e resultados. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA OLIVEIRA, Djalma Pinho Rebouças de. Estratégia Empresarial - Uma abordagem empreendedora, 2a ed. São Paulo: Atlas, 1991 DRUCKER, Peter. Inovação e Espírito Empreendedor - Entrepreneurship. São Paulo: Pioneira, 2002 e 2003. COMPLEMENTAR FARRELL, Larry C. Entrepreneurship - Fundamentos das organizações empreendedoras. São Paulo: Atlas, 1993. HAMEL, Gary; PRAHALAD, C. K. Competindo pelo Futuro, São Paulo:Campus, 1996. Nome da Disciplina:ESPANHOL INSTRUMENTAL EMENTA: A língua Espanhola e os dialetos; estrutura do idioma; categorias gramáticas; processos pessoais e de tratamento; verbos. Termos utilizados na administração. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA CASTRO. F, Marin. F, MORALES. R. Ven1 Español L Extranjera. Ed. Edelza Grupo Didasca. LLORACH,Emilio Alargos.Grámatica da La Espanola – Madrid Espasa,2002 LAROUSSE-ESPAÑA. Gramática de Lalengua española. Larousse-España. COMPLEMENTAR CASTRO, F. Uso de la gramática de lalengua española, nivel intemediário Edelza Grupo Didasca – 2003 CASTRO, F. Uso de la gramática de lalengua española, nivel avançado Edelza Grupo Didasca 2002 Nome da Disciplina: DIREITO DO TRABALHO EMENTA: Direito Trabalho. Legislação básica e específica. Aspectos teóricos e práticos. Consolidação das Leis do Trabalho Empregador e Empregado. Relações do Direito do Trabalho. Responsabilidade da Empresa. Contratos do Trabalho, obrigações do empregado, direitos do trabalhador, no tocante aos interesses dos administradores e empresário/empresa, seus direitos e deveres- Diferenças entre os contratos, prazo determinado e indeterminado. Direitos individual do trabalho e Direito Coletivo do Trabalho. Legislação Previdenciária, sistema de Seguridade Social, Benefícios, Acidentes de Trabalho, aposentadoria. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA 30 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Consolidação das leis do Trabalho – 2002 NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Iniciação ao Direito Trabalho –– Editora LTR., 2002 e 2003 Vladimir Novaes. – Temas atuais de Previdência Social, 1ª edição – Ed. Ltr COMPLEMENTAR Manual Direito Trabalho – Magano Bueno – Ed. LTr. Instituições de Direito do Trabalho – ARNALDO SÜSSEKIND LIMA TEIXEIRA, Vol. I e II – Edit. LTR. Curso de Direito da Seguridade Social – Sergio Pinto Martins – Editora Atlas Sistema de Seguridade Social – Wagner Balera – Editora LTr. Direito Previdenciário Brasileiro, Ed. Edições Trabalhistas Ltda.;Rio de Janeiro. Russomano, Mozart Victor. Comentários à CLT, Forense. Carrion, Valentim. Comentários à CLT. – Ed. Saraiva Mannrich, Nelson. A modernização do Contrato de Trabalho. Ed. Ltr. Moraes Filho, Evaristo de Moraes, Antônio C.F. Introdução Direito Trabalho. Ed. LTr. Comentários à Lei Básica da Previdência Social, Martinez, Wladimir Novaes, - Ed. Ltr. TEIXEIRA, A Sussekind Lima; Instituições de Direito do Trabalho. Vol. I e II. Ed. LTR. 2003 BALERA Wagner.Sistema de Seguridade Social. Editora LTR, 2003 5º SEMESTRE Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I EMENTA: Análise dos demonstrativos financeiros, permitindo avaliar a situação econômico-financeira das empresas no Brasil, bem como a avaliação e projeção das suas necessidades de capital. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA BRAGA, Roberto. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira . São Paulo, Atlas, 1995 GITMAN, Lawrence. Princípios da Administração Financeira, São Paulo, Harbra, 1997 COMPLEMENTAR NETO, Alexandre Assaf. Estrutura e Análise de Balanços: Um Enfoque Econômico e Financeiro, São Paulo, Atlas, 2001 MATRAZZO, Dante. C. Análise Financeira de Balanços: Abordagem Básica e Gerencial, São Paulo, Atlas, 2001 Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EMENTA: Introdução ao Sistema de Informação, sistema de informação na organização, organizando dados e informações, sistemas de informações empresariais, sistemas de informações gerenciais, sistemas de suporte a decisão, inteligência artificial e sistemas especialista. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA COSTA, P. W. D. JAD - Joint Application Design, Rio de Janeiro: InfoBook (IBPI Press),1994. GANE, C. e SARSON, T. Análise Estruturada de Sistemas. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1979. COMPLEMENTAR AUGUST, J. H. JAD – Joint Application Design, São Paulo: Makron Books,1993. BEACK, Leland, Desenvolvimento de Software Básico, Rio de Janeiro: Campos, 1998. BRAGA, A. Análise de Pontos de Função, Rio de Janeiro: IBPI Press, 1996. DEMARCO,T. Análise Estruturada e Especificação de Sistemas. Rio de Janeiro: Campus,1978. FERNANDES, A. A. Gerência de Software Através de Métricas, São Paulo: Atlas, 1995. FORBELLONE, A, & EBERSPACHER, H. Lógica de Programação. São Paulo: Macron Books, 2000. FURLAN, José David. Modelagem de Negócios. São Paulo: Makron Books,1996. 31 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI GANE, C. Desenvolvimento Rápido de Sistemas. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1979. MARTIN, J. Engenharia da Informação, Introdução. Rio de Janeiro: Campus, 1991. MARTIN, J., McCLURE , C. Técnicas Estruturadas e Case. São Paulo: Makron Books, 1991. OLIVEIRA, J. F. Metodologia para Desenvolvimento de Projetos e Sistemas. São Paulo: Érica, 1999. PRESSMAN, Roger S. Engenharia de Software. São Paulo: Makron Books, 1995. PYRON, T. Aprenda em 24 horas Microsoft Project 98. Rio de Janeiro: Campus, 1999. SILVA, Nelson P. Projeto e Desenvolvimento de Sistemas. São Paulo: Érica, 1998. YORDON, E. Administrando Técnicas de Estruturadas. Rio de Janeiro: Campus, 1998. YORDON, E. Análise Estruturada Moderna. Rio de Janeiro: Campus 1997. YORDON, E., ARGILA, C. Análise e Projeto Orientado a Objeto. São Paulo: Makron Books, 1999, Nome da Disciplina: ESTRUTURA E ANÁLISE DE BALANÇO EMENTA: Capacitar os alunos a entender os aspectos estruturais das demonstrações contábeis e preparar os dados de modo a transformá-los em informações para tomada de decisão nas diversas áreas em que se empregam as técnicas estudadas durante o curso. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA ASSAF Neto, Alexandre - Estrutura e Análise de Balanços - São Paulo – Atlas, 1998, 1999 e 2002 MATARAZZO, Dante Carmine - Análise Financeira de Balanços - Abordagem Básica e Gerencial - São Paulo Editora Atlas - Livro Texto e Livro de Exercícios, 1995, 1998 e 2003 COMPLEMENTAR: SILVA, José Pereira - Análise Financeira das Empresas - São Paulo - Atlas IUDÍCIBUS, Sérgio de - Análise de Balanços - São Paulo – Atlas Nome da Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL EMENTA: Estudos da língua inglesa com ênfase no desenvolvimento de habilidade letiva, conversação e compreensão, da rotina das atividades administrativas discussão de temas e análise de textos técnicos. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MUNHOZ, Rosângela, Inglês Instrumental: estratégias de Leitura, módulo I,Textonovo: Testonovo Editora,2002 EVANS, David, Powerbase – Beginner: internacional english for working adults, Longman: Pearson Education Limited,1998 COMPLEMENTAR Faram, Chris, Powerbase – Beginner – Study Book: Internacional english for working adults, Longman: Pearson Education Limited. Jacobs,Michael. Como não falar Inglês Dicionário Password MURPHY, Raymond, (1993), Essential Grammar in Use (Basic/Elementary), Cambridge: Cambridge University Press. Dicionário Oxford Escolar para Estudantes Brasileiros – Oxford: Oxford University Press. Nome da Disciplina: METODOLOGIA DA PESQUISA EMENTA: Pesquisa qualitativas e quantitativas, exploratória e descritivas aos estudos de caso forma de coleta de dados e tabulação e aplicações estatísticos; normas regulamentadora de composição dos textos e citações. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MATTAR, Fouze Nagib. Pesquisa de Marketing: Metodologia e planejamento. Vol. 3º ed. São Paulo,1996. 32 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Mariana de Andrade. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 2º ed. São Paulo: Atlas, 1999 e 2002 COMPLEMENTAR ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projeto de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalho de conclusão de cursos, dissertações e estudo de casos. 2º ed. São Paulo: Atlas, 1999. GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo, Saraiva, 2005. Nome da Disciplina: LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA EMENTA: Necessidades econômicas; execução, receita e despesa pública; sistemas tributárias, limitações e poder de tributos; lançamento e crédito tributário; espécie dos tributos federais, estaduais e municipais. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA DENARI, S. Censo de Direitos Tributário. São José dos Campos. UNIVAP ICSA, 1ª ed. Ed. Forense: São Paulo,1998. COMPLEMENTAR Código Tributário Nacional: Saraiva,2000 FABRETE, A . Laudio – código tributário nomianal comentado: Atlas,2003 MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário; São Paulo: Malheiros,2003. 6º SEMESTRE Nome da Disciplina:ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA II EMENTA: Esta disciplina deverá abordar as diversas (e freqüentes) transformações ocorridas na área de Administração Financeira e Orçamentária nas organizações como no mercado empresarial - passado, presente e futuro privilegiando a conceituação e sua correlação com a prática, servindo de instrumento de análise e decisão e gestão dos negócios para os graduandos. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA DI AGUSTINI, Carlos Alberto. Capital de Giro. São Paulo: Atlas, 1996 SANVICENTE, Antônio Zoratto. Administração Financeira. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1997. COMPLEMENTAR METHA, Dileep R. ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. São Paulo: Atlas, 1978. BRAGA, Roberto. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira. São Paulo: Atlas,1991. MARTINS, Eliseu, ASSAF NETO, Alexandre. Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2000. Nome da Disciplina: GESTÃO DE PESSOAS EMENTA: Diferentes áreas da administração de recursos humanos. Identificação dos diversos fatores que concorrem para eficiência dos recursos humanos nas organizações. Abordagens alternativas as teorias de recursos humanos; análise das técnicas de gestão de pessoas e o papel dos responsáveis pelo capital humano. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos. Ed. Campacta 4º Ed. São Paulo. Atlas, 1997. GIL, Antonio Carlos. Administração de Recursos Humanos um Enfoque Profissional. 1º Ed. Atlas, 1996. COMPLEMENTAR AQUINO, Cleber Pinheiros de. Administração de Recursos Humanos uma Introdução. 1º Ed. Atlas.1991. ARMSTRONG, Michel. Estratégia para Administração de Recursos Humanos - Uma Abordagem de Administração 33 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Total 1º Ed. Atlas. Nome da Disciplina: GESTÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS EMENTA: Identificação da oportunidade, concepção e elaboração do projeto de negócios, critérios e técnicas de avaliação do retorno e do senso; implantação e plano de organização; atividades de controle; as pessoas nas pequenas empresas; legislação seus projetos específicos; a fase da gestação, da resistência e crescimento das empresas, o foco dos negócios industria-serviço, comércio-serviço e serviço-serviço; relações com instituições financeiras e canais de captação de recursos; a comunicação na pequena e média empresa; e postura do proprietário, os problemas da sucessão; o dilema do crescimento. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA DEGEN, R. O Empreendedor – Fundamentos da iniciativa e Supresarial. Ed. Mcgrow – Hill, São Paulo,1989 COMPLEMENTAR BERNARDES, C. & MARCONDES, R. C. – Criando empresa para o sucesso, São Paulo, Abel. REJNIK, P. A Bíblia da pequena empresa – Makron Books, São Paulo, 1988 SANTOS, S. A – Criação de empresas de Alta Tecnologia: Capital de risco e os bancos de desenvolvimentos. São Paulo: Pioneira. Nome da Disciplina: TÓPICOS AVANÇADOS DE ADMINISTRAÇÃO EMENTA: Os novos modelos de empresas. Benchmarking. Novas ferramentas de administração. Terceiro Setor. Empreendedorismo; responsabilidade social; inoinovação e tecnologia; novas relações capital/trabalho; ética. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA DRUCKER, Peter. Administração em Tempos Turbulentos. 1. ed. São Paulo: Pioneira, 1991. COMPLEMENTAR PETERS, T.J. & WATERMAN, R.H. In search of excellence: Lessons from America’s Best-Run Companies. New York: Harper & Row, 1982. VASCONCELLOS, Eduardo & HEMSLEY. Estrutura das organizacoes: Estruturas tradicionais, estruturas para inovacao e estrutura matricial, 2ª ed. São Paulo: Pioneira, 1989. DRUCKER, Peter. 50 CASOS REAIS DE ADMINISTRACAO, 1ª ed. São Paulo: Pioneira , 1993. ______________. FATOR HUMANO E DESEMPENHO. 1ª ed. São Paulo: Pioneira, 1996. ______________. O LIDER DO FUTURO. 1ª ed. São Paulo: Futura, 1996. ______________. SOCIEDADE POS-CAPITALISTA. 1ª ed. São Paulo: Pioneira, 1996. STERN, Gery. TERCEIRO SETOR – Ferramenta de auto-avaliação para empresas. São Paulo: Futura, 2001. Nome da Disciplina: ESTRATÉGIA EMPRESARIAL EMENTA: Conceitos preliminares, diagnóstico estratégico, missão da empresa, objetivos e desafios empresariais, estratégias e políticas empresariais, estratégias e políticas empresariais, controle e avaliação e implantação de negócios. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA Estratégia Empresarial e Vantagem Competitiva – Oliveira, Djalma P.R., Ed.Atlas, 2001 OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de – Planejamento Estratégico – Conceitos, Metodologia, Práticas – Editora Atlas SA, 1995, 2002 e 2003 PORTER, M.E. Técnicas para análise da indústria e da competitividade – Rio de Janeiro, Campus,1986. COMPLEMENTAR 34 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Estratégia Competitiva – Porter, Michael, Editora Campus, 1.980 Safári de Estratégia – Mintzberg, Henry e outros, Bookman Companhia Ed, 1.999 Administração Estratégica – Hitt , Michael e outros. Ed. Pioneira, 2.002 Planejamento Estratégico – Oliveira, Djalma P.R., Ed.Atlas, 2.001 What’s Strategy (artigo)– Porter Mich ael. Harvard Business Review, Nov/Dec 1.996 Annual Editions: Entrepreneurship – Price, Robert, McgraW-Hill/Dushkin 2.002 HAMEL, Gary & Prahalad C. K., Competindo pelo futuro: estratégia inovadoras para obter o controle de seu setor e criar o mercado de amanhã: Rio de Janeiro,1995. MINTZBERG, Henry; Safari de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico: Porto alegre: Bookmam,1998. 7º SEMESTRE Nome da Disciplina: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EMENTA: Competitividade; Valor Agregado,;Análise SWOT; Análise da Indústria; Elaboração de um planejamento estratégico; Balanced Scorecard BIBLIOGRAFIA: BÁSICA ISNARD R, Martinho Manual de Planejamento Estratégico, 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2003 COMPLEMENTAR HITT, Michael ª; IRELAND, R. Duane; HOSKISSON, Robert E. Administração Estratégica. São Paulo: Thomson Pioneira: 2005 WRIGHT, Peter. Administração Estratégica – Conceitos. São Paulo: Atlas, 2000 CERTO, Samuel. Administração estratégica. 2ª ed. São Paulo: Makron Books, 2005 PORTER, Michael Estratégia Competitiva – São Paulo: Campus, 1.980 Nome da Disciplina: ÉTICA PROFISSIONAL EMENTA: Ética: origens, tradições éticas, teorias morais, responsabilidade. Ética na sociedade e nas organizações. Mito do lucro versus responsabilidade social. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA PLATÃO. Político (Diálogo). São Paulo: Nova Cultural, 1987 (col. Os Pensadores) ROUSSEAU. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. São paulo. Abril, 1988. COMPLEMENTAR HEGEL, G. W. F. O Sistema da Vida Ética. Trad. Arthur Mourão, Lisboa: Edições 70, 1990. NALINI, José Renato. Ética Geral e profissional. Revista dos tribunais, 2001. SANCHEZ VASQUEZ, Adolfo. Ética. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2003. Nome da Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL EMENTA: Direito Comercial. Legislação básica e específica. Aspectos teóricos e práticos. Sociedades - Tipos e relevâncias. Direito do Consumidor sob o aspecto empresarial. Responsabilidade do Contabilista. Contratos e obrigações aplicados ao direito civil e comercial, no tocante aos interesses do contabilista e empresário/empresa- Diferenças entre os contratos. Direitos e obrigações do empresário, contabilista e atividades afins. Direito de Concorrência e Propriedade Industrial. Títulos de Crédito - Garantias. Falência e Concordata. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA: COELHO, Fábio Ulhoa - Manual de Direito comercial - Editora Saraiva, 16 edição 2005 GRECO FILHO, Vicente – Direito Processual Civi – 3Vols- Ed. Saraiva – edição 2003 35 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI BRASIL, Leis. Código Comercial Universitário - Ed. Saraiva – 19 edição 2004 Novo Código Civil. São Paulo, Saraiva, 2005. COMPLEMENTAR: COELHO, Fábio Ulhoa - Curso de Direito Comercial ,Vols. I a III - Ed. Saraiva – edição 2005 DINIS, Maria Helena - Curso de Direito Civil Brasileiro – 7 Vols - Ed. Saraiva, RODRIGUES, Silvio. - Direito Civil – 5 Vols Ed. Saraiva, Nome da Disciplina: Orientação de TCC e Estágio. EMENTA: Preparar, fomentar conhecimento, apresentar técnica de metodologia cientifica. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA GILBERTO DE ANDRADE MARTINS E ALEXANDRE LINTZ: GUIA PARA ELABORACÃO DE MONOGRAFIAS E TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO - ATLAS MARINA DE ANDRADE MARCONI E EVA MARIA LAKATOS - METODOLOGIA CIENTÍFICA - ATLAS COMPLEMENTAR ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projeto de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalho de conclusão de cursos, dissertações e estudo de casos. 2º ed. São Paulo: Atlas, 1999. GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo, Saraiva, 2005. Nome da Disciplina: ESTUDOS DE CASOS DE GESTÃO I EMENTA: Ementa: Aplicação de gestões de administração geral, da gestão de pessoas, do marketing, do âmbito financeiro,da organização da produção etc. BIBLIOGRAFIA: Não há bibliografia especifica, serão utilizados casos diversos extraídos da literatura acadêmica, nos diversos campos de atuação, assim como, matérias publicadas em revistas especializadas, discutidos com base em livros de administração e conceitos estudados das várias disciplinas do curso. Nome da Disciplina: Novas Tecnologias de Gestão I. EMENTA: Gestão Conhecimento; Gestão do Clima Organizacional e Gestão por processos. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA ANTUNES, Jr. J. A., CAULLIRAUX, H. E. Neves. A Organização por Procssos. Grupo de Produção Integrada/COPPE-EE/UFRJ, SAP. São Paulo: Universe, 1998. BARÇANTE, Luiz César e CASTRO, Guilherme Caldas de. Ouvindo a voz do cliente interno. Rio de Janeiro, Qualitymark, 1995. BOWDITCH, James L; BUONO, Anthony F. Elementos do comportamento organizacional. São Paulo: Pioneira, 1992. COMPLEMENTAR CRUZ, T. Sistemas, Métodos & Processos: administrando organizações por meio de processos de negócios. São Paulo: Atlas, 2003. DAVIS, K; NEWSTROM. J. W. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem organizacional. São Paulo: Pioneira, 1996. HAMEL, G. e PRAHALAD, C.K. Competindo pelo Futuro: estratégias para obter o controle do seu setor e criar os mercados de amanhã. Rio de Janeiro: Campus,1997. 8º SEMESTRE 36 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Nome da Disciplina: ECONOMIA INTERNACIONAL EMENTA: Conceitos básicos de economia internacional. Abordagens analíticas do comércio internacional. Principais políticas econômicas. Organizações e instituições do comércio internacional. Integração Regional: blocos econômicos. Balanço de Pagamentos. Organismos do sistema financeiro internacional BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MAIA, Jayme de Mariz. Economia Internacional e Comércio Exterior. São Paulo: Atlas, 2001. SILVA, César R. Leite da & Maria Auxiliadora. Economia Internacional. São Paulo: Saraiva, 2000. KENEN, Pete B. Economia Internacional. Rio de Janeiro: Campus, 1998. GASTALDI, J. Petrelli, Elementos de Economia Política. São Paulo: Saraiva, 2002.BEÇAK, Peggy. MERCOSUL Uma experiência de Integração Regional. São Paulo: Contexto, 2000. COMPLEMENTAR FOSCHETE, Mozart. Relações Econômicas Internacionais. São Paulo: Aduaneiras, 1999. LOPEZ, José Manoel C. & GAMA, Marilza. Comércio Exterior Competitivo. São Paulo: Aduaneiras, 2005. RATTI, Bruno. Comércio Internacional e Câmbio. São Paulo: Aduaneiras,1998 Nome da Disciplina: GESTÃO DE COMPETÊNCIAS ORGANIZACIONAIS EMENTA: Serão apresentadas as definições de competências, gestão por competências e sua aplicabilidade, o mapeamento de competências e seleção por competências, os métodos de avaliação e investigação de técnicas de desenvolvimento da competências específicas, técnicas e essências. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA DUTRA, Joel Souza. Gestão por Competências. São Paulo, Editora Gente, 2001. FLEURY, Maria Tereza Lema. Estratégias Empresariais e Formação de Competências. São Paulo, Editora Atlas, 2004. COMPLEMENTAR RABAGLIO, Maria Odete. Seleção por Competências. São Paulo, Educator Editora, 2001. REZENDE, Enio. O Livro das Competências. São Paulo, Qualitymark Editora, 2000. Nome da Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II EMENTA: Ementa: Integração ao meio profissional. Vivência no ambiente organizacional. Abordagem de problemas dentro de uma perspectiva cientifica e tecnológica com aplicação de metodologias, técnicas e ferramentas, típicas do profissional de Administração de Empresas. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA: MARCONI, Marina de Andrade e LAKATOS, Eva Maria – Técnica de pesquisa:planejamento e execução de pesquisas, amostragem e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados.-São Paulo:Atlas, 2002. COMPLEMENTAR ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projeto de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalho de conclusão de cursos, dissertações e estudo de casos. 2º ed. São Paulo: Atlas, 1999. GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo, Saraiva, 2005. Nome da Disciplina: TÓPICOS AVANÇADOS DE MARKETING EMENTA: Marketing Empresarial; Criação de Valor; Internet; Fidelização; One to One; Marketing on Line; B2B; Análise de Mercado: Gerenciamento do Relacionamento, Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos; 37 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Antropomarketing; Buzz Marketing. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA CHURCHILL, Gilbert A. e PETER, J. Paul.- Marketing: criando valores para os clientes. 2ª Edição, São Paulo, SP - Ed. Saraiva, 2003 COMPLEMENTAR LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Administração de Marketing Conceitos, Planejamento e Aplicações a Realidade Brasileira. São Paulo: Atlas Nome da Disciplina: ESTUDOS DE CASOS DE GESTÃO I EMENTA: Ementa: Aplicação de gestões de administração geral, da gestão de pessoas, do marketing, do âmbito financeiro,da organização da produção etc. BIBLIOGRAFIA: Não há bibliografia especifica, serão utilizados casos diversos extraídos da literatura acadêmica, nos diversos campos de atuação, assim como, matérias publicadas em revistas especializadas, discutidos com base em livros de administração e conceitos estudados das várias disciplinas do curso. Optativa Nome da Disciplina: Libras Ementa: Proporcionar aos alunos o ensinamento da linguagem dos deficientes auditivos, cultura e sociedade, englobando os estudos sobre a linguagem e a língua de sinais. Fundamentos da educação de surdos. História da educação dos surdos. Língua Brasileira de Sinais. Fonética e Fonologia. Morfologia. Escrita de Sinais. Lingüística aplicada ao Ensino de Línguas. Sintaxe. Aquisição da Linguagem. Sociolingüística. Ensino de língua materna. Semântica e Pragmática. Bibliografia Básica: ALMEIDA, Elisabete Crepaldi de. Atividades ilustradas na atividade das libras. Rio de Janeiro: Revinter, 2004. SOUZA, Regina Maria de. Educação de surdos. Rio de Janeiro: Summus, 2007. QUADROS, Ronice M. de ; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2003. Bibliografia Complementar: CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria D. Enciclopédia da Língua de Sinais Brasileira. Vols. 01 e 08. São Paulo: EDUSP, 2005. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria D. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngüe: língua de sinais brasileira. São Paulo: EDUSP, 2002. v.1. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria D. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngüe: língua de sinais brasileira. São Paulo: EDUSP, 2002. V.2. BOTELHO, Paula. Linguagem e letramento na educação dos surdos. São Paulo: Autentica, 2002. SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. 14.ed. São Paulo: Ática, 1996 4.5 Matriz Curricular válida para alunos matriculados no primeiro semestre de 2009, aprovada pelo colegiado na reunião realizada em 29 e 30 de janeiro de 2009. 1º PERÍODO Disciplina Teoria Geral da Administração Comunicação e Expressão CH 72 72 38 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Empreendedorismo Perfil Profissional Economia Atividades Complementares Total do Semestre 72 72 72 60 420 2º PERÍODO Disciplina Instituições do Direito Público e Privado Redação Empresarial Elementos da Contabilidade Matemática Básica Elementos da Administração Atividades Complementares Total do Semestre CH 72 72 72 72 72 60 420 3º PERÍODO Disciplina Matemática Avançada Macroeconomia Desenho Organizacional Filosofia e Ética Direito Empresarial Sociologia Psicologia Atividades Complementares Total do Semestre CH 72 72 36 36 72 36 36 60 420 4º PERÍODO Disciplina Microeconomia Administração Mercadológica Administração Financeira Estatística Básica Direito Tributário Atividades Complementares Total do Semestre CH 72 72 72 72 72 60 420 5º PERÍODO Disciplina Metodologia da Pesquisa Científica Adm. de Rec. Mat. Patr. Orçamento, Planejamento e Controle Contabilidade de Custos Estatística Aplicada Administração e Formação de Preços CH 36 36 72 72 72 36 39 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Adm. de Produção e Logística Atividades Complementares Total do Semestre 36 60 420 6º PERÍODO Disciplina Gestão de Pessoas Adm. Sistema de Informações Legislação Trabalhista Gestão de Pequenas e Médias Empresas Tópicos Avançados de Administração Estágio Supervisionado I Total do Semestre CH 72 72 72 72 72 100 460 7º PERÍODO Disciplina Orientação de Trabalho de Conc. Curso I Estratégia Empresarial Análise das Demonstrações Contábeis Gestão de Marketing Jogos de Empresas Disciplina Optativa Estágio Supervisionado II Total do Semestre CH 72 72 72 72 36 36 100 460 8º PERÍODO Disciplina Economia Internacional Orientação de Trabalho de Conc. Curso II Elaboração e Desenvolvimento de Projetos Disciplina Optativa Administração Estratégica Mercado Financeiro e de Capitais Estágio Supervisionado III Total do Semestre CH 72 72 36 36 72 72 100 460 Disciplinas Optativas Disciplina Libras Gestão de RH Logística de Distribuição Marketing de Varejo Marketing Internacional CH 36 36 36 36 36 Ementas e Bibliografia Básica e Complementar 40 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Ementas e Bibliografia Básica e Complementar 1º SEMESTRE Nome da Disciplina: ECONOMIA EMENTA: Apresenta os conceitos fundamentais de Economia. A Lei da Escassez. Problemas de natureza Econômica. Curva de possibilidades de produção e Custos de oportunidade. O Sistema Econômico. Funcionamento de uma Economia de Mercado. Evolução da Ciência Econômica (a Escola Clássica, o Marxismo, o Keynesianismo) - conceitos básicos e definições fundamentais. Teoria elementar da demanda. Teoria elementar da oferta. Estruturas de mercado (concorrência perfeita, monopólio, concorrência monopolista e oligopólio). Organização Industrial. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. 20.ed. São Paulo: Atlas, 2006. SILVA, César Roberto Leite; SINCLAYR, Luiz. Economia e mercados: introdução à economia. 18. ed. São Paulo: Saraiva, 2001. PINHO, Diva Benevides; VASCONCELLOS, Marco Antônio (org.). Manual de economia: equipe de professores da USP. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2008. COMPLEMENTAR: FERGUSON, C. E. Microeconomia. 20.ed. Rio de Janeiro: Forense universitária, 2003. VARIAN, Hal R. Microeconomia: princípios básicos. 6.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2006. PINDICK, Robert S.; Rubinfeld, Daniel L. Microeconomia. 5.ed. São Paulo, Makron Books, 2002. WESSELS, W. J. Microeconomia: teoria e aplicações. São Paulo: Saraiva, 2002. MANKIW, N. G. Introdução à Economia. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2006. CARVALHO, Maria Auxiliadora. Economia Internacional. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2003. Nome da Disciplina:TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO EMENTA: Administração: História, Conceitos; Funções do Administrador; Primórdios da Administração; A Escola Clássica: Administração Científica e Clássica; FORD; Escola de Relações Humanas; Burocracia. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria da administração. 6.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004. MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Pioneira, 2008. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 5.ed. São Paulo, Atlas: 2005. COMPLEMENTAR BERNARDES, Cyro. Teoria geral da administração: gerenciando organizações. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2006. STONER, James A.; FREEMAN, R. Edward. Administração. 5.ed. São Paulo: Printice-Hall do Brasil, 1999. MONTANA, Patrick J.; CHARNOV, Bruce H. Administração: série essencial. 2.ed. São Paulo. Ed. Saraiva: 2005. ROBBINS, Stephen B. Mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2002. FARIA, José Carlos. Administração, Introdução ao estudo. 4.ed. São Paulo: Pioneira, 1999. Nome da Disciplina: COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO EMENTA: Análise de estruturas gramaticais da língua portuguesa, partindo da comparação entre níveis de linguagem, a fim de ampliar as possibilidades lingüísticas do aluno. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA 41 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI MEDEIROS, J. B. Redação empresarial. 4.ed. São Paulo : Atlas, 2005. TERRA, Ernani. Curso prático de gramática. 4.ed. São Paulo: Scipione, 2002. MEDEIROS, J. B. Português instrumental. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2005. COMPLEMENTAR ABREU, Antônio Soarez. Curso de redação. 12.ed. São Paulo : Ática, 2005. CITELLI, Adilson. Linguagem e persuasão. 15.ed. São Paulo : Ática, 2007. CUNHA, Antônio Geraldo da. Dicionário etimológico: nova fronteira da língua portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2010. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário de língua portuguesa. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2004. GARCIA, Othom. Comunicação em prosa moderna. 25.ed. São Paulo: FGV, 2010. VANOYE, Francis. Usos da linguagem. 12.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003. Nome da Disciplina: EMPREENDEDORISMO EMENTA: Noções de empreendedorismo x empresário; ciclo de vidas organizações; a economia empreendedora; empreendimento sistemático; a prática do empreendedorismo; o processo inovativo e criativo; matriz CrescimentoGlobalização - os cinco modelos fundamentais; estruturas das Organizações Globais vs. Empreendedorismo; análise da Concorrência; análise de Mercado - “SWOTS”; teoria do Comportamento do Consumidor; técnicas de Gerenciamento em Ambientes Competitivos; processos da melhoria da qualidade e resultados. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA DRUCKER, Peter. Inovação e espírito do empeendedor: entrepreneurship. São Paulo: Pioneira, 2005. Empreendedorismo além do plano de negócio. São Paulo: Atlas, 2005. DEGEN, Ronald. O empreendedor: fundamentos da iniciação empresarial. São Paulo: Makron, 2005. COMPLEMENTAR DORNELAS, José Carlos de Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2009. HAMEL, Gary; PRAHALAD, C. K. Competindo pelo Futuro. São Paulo:Campus, 1995. RAMOS. Fernando Henrique. Empreendedores: histórias de sucesso. São Paulo: Saraiva, 2005. Nome da Disciplina: PERFIL PROFISSIONAL BÁSICA QUEIROS, C. As competências das pessoas: potencializando os seus talentos. 2.ed. São Paulo: DVS, 2008. DUTRA, Joel Souza. Gestão por competências. São Paulo: Gente, 2001. DUCKER, Peter F. Administrando em tempos de grandes mudanças. São Paulo: Pioneira, 2002. COMPLEMENTAR COVEY, Stephen. O 8º Hábito: da Eficácia à Grandeza. São Paulo: Elsevier, 2005 FLEURY, Maria Tereza Lema. Estratégias empresariais e formação de competências. São Paulo, Editora Atlas, 2010. REZENDE, Enio. O livro das competências. São Paulo, Qualitymark Editora, 2003. DRUCKER, Peter F. Administrando para obter resultados: managing for results. São Paulo: Thonson, 2003. DRUCKER, Peter F. Fator humano e desempenho: o melhor de Peter F. Drucker sobre administração. São Paulo: Pioneira, 2002. 2º SEMESTRE Nome da Disciplina: MATEMÁTICA BÁSICA 42 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI EMENTA: -Conceituar porcentagem como razão entre duas grandezas, calcular e determinar porcentagens em situações concretas, calcular descontos e acréscimos simples e acumulados. - Realizar as operações fundamentais com os números naturais, inteiros, racionais (na forma fracionária e decimal) e reais. -Ler, interpretar e utilizar representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões, equações) relativas a situações concretas, tendo em vista a formação do conceito de função. -Identificar alguns tipos de função através da análise de tabelas, gráficos ou de equações em situações concretas. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para os Cursos de Economia, Adm e CCO. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2008 SILVA, Sebastião Medeiros. Matemática para os cursos de: economia, administração e ciências contábeis. São Paulo: Atlas, 2008. BOULOS, Paulo. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Makron, 2006. V.1. COMPLEMENTAR: FLEMMING, D. M. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. São Paulo: Makron, 2006. PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática Financeira: objetiva e aplicada. 7 edição. Saraiva, 2006. ÁVILA, Geraldo. Cálculo: das funções de uma variável. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. VERAS, Lilia Ladeira. Matemática Aplicada a Economia. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2007. SOBRINHO, José Dutra Vieira. Matemática Financeira. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 0 BOULOS, Paulo. Introdução ao Cálculo. São Paulo: Edgar Blucher, 2005. V.1. Nome da Disciplina: Elementos da Contabilidade EMENTA: Conhecer conceitos básicos de contabilidade; Conhecer e desenvolver controles internos (Operacionais e financeiros); Conhecer e identificar os resultados financeiros.. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MARION, José Carlos, IUDÍCIBÚS, Sérgio de. Contabilidade básica. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2009. 3 CIV Equipe dos Professores da FEA-USP. Contabilidade Introdutória. São Paulo: Atlas, 2008. 11 MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. São Paulo: Atlas, 2006. 23 COMPLEMENTAR ALMEIDA, Marcelo Cavalcante. Curso Básico de Contabilidade. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 0 MATARAZZO, Dante Carmine. Análise financeira de balanços. São Paulo: Atlas, 2006. 12 MARION, José Carlos, IUDÍCIBÚS, Sérgio de. Curso de Contabilidade para não Contadores. Atlas, 2000. 16 LEITE, Hélio de Paula. Contabilidade para administradores. São Paulo: Atlas,1997. 12 Nome da Disciplina: Elementos da Administração EMENTA: Organizações e ambientes, papéis e habilidades do administrador, funções organizacionais e administrativas (planejar, organizar, coordenar, controlar e dirigir). Teoria Neoclássica, APO, Teoria Sistêmica. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria da administração. 6.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 22 MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à Administração. 6.ed. São Paulo, 2010. 1 MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2005. 17 43 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI COMPLEMENTAR MOTTA, Fernando C. Prestes; VASCONCELOS, Isabella F. Gouveia. Teoria geral da administração. São Paulo: Pioneira, 2006. 10 DRUCKER, Peter. Introdução a Administração. 3.ed. São Paulo: Editora Thompson, 2006. 10 MONTANA, Patrick J.; CHARNOV, Bruce H. Administração: série essencial. São Paulo. Ed. Saraiva, 2005. 7 BERNADES, Cyro; MARCONDES, Reynaldo C. Teoria geral da administração: gerenciando organizações. 3.ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2006. 1 ARAUJO, Luis César G. de. Teoria geral da administração. São Paulo: Atlas, 2003. Nome da Disciplina: Instituições do Direito Público e Privado EMENTA: Justiniano - 1a Greve - Tribuno da Plebe. Noções Preliminares ao estudo do Direito, Conceito e Finalidade, Divisão do Direito. Da Lei Jurídica, Definição, Obrigatoriedade, Revogação, Das escusas de cumprimento da Lei, Da aplicação da Lei e de sua Lacuna, Da analogia, Dos costumes, Dos princípios gerais do Direito, Da hierarquia das normas jurídicas. Da aplicação da norma jurídica no tempo e no espaço, Da retroatividade, Do efeito imediato, Da sobrevivência da lei antiga, Da eficácia no espaço. Direito Civil, Conceito, Sua divisão, Breve histórico do código civil, Sujeito de Direito. Da pessoa física, Conceito, Da existência da personalidade civil, Da capacidade jurídica e de exercício, Proteção que o Direito concede aos incapazes, Cessação da incapacidade, Casos de emancipação, Fim da personalidade. Noções gerais de tributos. Direito de família, Do casamento, Da dissolução da sociedade conjugal e do casamento, Do divórcio, Do parentesco, Da adoção, Da sucessão, Do direito protetor dos incapazes, Do pátrio poder, Da tutela, Da curatela. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA DOWER, Nelson Godoy Bassil. Instituições de Direito Publico e Privado. São Paulo: Editora Saraiva, 2008. SECCO, Orlando de Almeida. Introdução ao Estudo do Direito. Rio de Janeiro: LUMEN JURIS, - 2002. TEMER, Michel. Elementos do Direito Constitucional. São Paulo: RT, 2010. COMPLEMENTAR FERRAZ JUNIOR, T. Introdução ao Estudo do Direito: técnica, decisão e dominação. São Paulo: Atlas, 6 ed. 2008. MONTORO, André Franco. Introdução à ciência do direito. 28 ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2005. REALE, M. Lições Preliminares de Direito. São Paulo: Saraiva, 27 ed. 2009. TELLES JUNIOR, Goffredo. Iniciação na ciência do direito. 4 ed. São Paulo: Saraiva, 2007. MARTINAS, Sergio Pinto. Instituição de Direito Publico e Privado. 6ªa ed. São Paulo: Atlas, 2006 Nome da Disciplina: REDAÇÃO EMPRESARIAL EMENTA: Análise de estruturas gramaticais da língua portuguesa, partindo da comparação entre níveis de linguagem, a fim de ampliar as possibilidades lingüísticas do aluno. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MEDEIROS, J. B. Redação Empresarial. São Paulo : Atlas, 1989. TERRA, Ernani. Curso Prático de Gramática. São Paulo : Scipione,1996. CITELLI, ADILSON. Linguagem e persuasão. São Paulo : Ática, 1992. COMPLEMENTAR MEDEIROS, J. B. Português Instrumental. São Paulo: Atlas, 1993. ABREU, A .S.Curso de Redação. São Paulo : Ática, 1991. CUNHA, Antônio Geraldo da. Dicionário etimológico - Nova Fronteira da língua Portuguesa. 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário de língua portuguesa. 31ª ed. Rio de Janeiro: Nova 44 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Fronteira, 1985. GARCIA, Othom. Comunicação em prosa moderna. São Paulo: FGV, 1996. GARCEZ, Lucilia Helena do Carmo. Técnicas de Redação. 2 edição 2004. Ed. Martins Fontes SACCONI, LUIZ ANTÔNIO.Nossa Gramática-Teoria e Prática. São Paulo: Atual, 1997. VANOYE, Francis. Usos da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1979. 3º SEMESTRE Nome da Disciplina: FILOSOFIA E ÉTICA EMENTA: A disciplina de filosofia, para os cursos de Administração, tem por objetivo contribuir com a formação geral do profissional, aprofundando alguns conteúdos base das ciências humanas. Procura-se mostrar ao aluno como a forma peculiar do pensar filosófico não é indissociável da exigência pragmática da formação do administrado BIBLIOGRAFIA: BÁSICA Chauí, Marilena, convite à Filosofia. São Paulo. Ed. Ática. 1994. SROUR, Robert Henry. Ética Empresarial. Rio de Janeiro.Civilização Brasileira/2003 NATALINI, José Renato. Ètica geral e profissional. São Paulo: RT, 2009. COMPLEMENTAR ALONSO, Augusto Hortal. Ética das Profissões. São Paulo: Loyola. 2006’ Gallo, Sílvio, Ética e Cidadania: Caminhos da filosofia. 7ª ed. Campinas/SP., Papirus. 2002. Vaz, Henrique C.L., Escritos Filosóficos IV: Introdução à Ética Filosófica 1. São Paulo. Loyola. 1999. Roitman, Ari (org). O desafio ético. Rio de Janeiro. Garamond. 2000. Nome da Disciplina: MACROECONOMIA EMENTA: Modelos para economia fechada e aberta: IS-LM, Mundell-Fleming e Overshooting da taxa de câmbio. Flutuações segundo o novo keynesianismo: Modelos com rigidez nominal e real. Flutuações segundo os novos clássicos: ciclos reais. Inflação e política monetária: senhoriagem, jogos e modelos de reputação. Déficit, dívida pública e inflação. Consumo e investimento sob condições de certeza. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA SIMONSEN, M. H.; CYSNE, Rubens P. Macroeconomia. São Paulo: Atlas, 2007. VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval.(organizador). Manual de Macroeconomia: equipe de professores da USP. São Paulo: Atlas,2000 MANKIW, Gregory. Princípios de Macroeconomia, Editora Pioneira, 1 edição 2004 COMPLEMENTAR GASTALDI, J. Petrelli, Elementos de Economia Política. São Paulo: Saraiva, 2002. BLANCHARD, O. Macroeconomia. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2004. DORNBUSCH, R.; FISCHER, S. Macroeconomia. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 1991. PAULANI, L.; BRAGA, M. B. A nova contabilidade social. São Paulo: Saraiva, 2000. FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999. Nome da Disciplina: DIREITO EMPRESARIAL EMENTA: Direito Comercial. Legislação básica e específica. Aspectos teóricos e práticos. Sociedades - Tipos e relevâncias. Direito do Consumidor sob o aspecto empresarial. Responsabilidade do Contabilista. Contratos e obrigações 45 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI aplicados ao direito civil e comercial, no tocante aos interesses do contabilista e empresário/empresa- Diferenças entre os contratos. Direitos e obrigações do empresário, contabilista e atividades afins. Direito de Concorrência e Propriedade Industrial. Títulos de Crédito - Garantias. Falência e Concordata. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA: MAMEDE, Gladson. Direito Empresarial Brasileiro:Empresa e Atuação Empresarial. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2009 VENOSA, Silvio de Salvo; RODRIGUES, Cláudia. Direito civil: Direito Empresarial. São Paulo: Atlas, 2009. COELHO, Fábio Ulhoa - Manual de Direito comercial - Editora Saraiva, 16 edição 2005 COMPLEMENTAR: GRECO FILHO, Vicente – Direito Processual Civil – 3Vols- Ed. Saraiva – edição 2003 BRASIL, Leis. Código Comercial Universitário - Ed. Saraiva – 19 edição 2004 Novo Código Civil. São Paulo, Saraiva, 2005. COELHO, Fábio Ulhoa - Curso de Direito Comercial. São Paulo: Ed. Saraiva, 2005. V.1. COELHO, Fábio Ulhoa - Curso de Direito Comercial. São Paulo: Ed. Saraiva, 2005. V.3. Nome da Disciplina: DESENHO ORGANIZACIONAL EMENTA: Esta disciplina deverá abordar as diversas e freqüentes transformações ocorridas na área de Organização, Sistemas e Métodos tanto nas organizações como no mercado empresarial - passado, presente e futuro privilegiando a conceituação e sua correlação com a prática, servindo de instrumento de análise e decisão para os graduandos. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA CURY, Antônio. Organização E Métodos uma visão holistica. São Paulo. Atlas 2007. CRUZ, Tadeu. Sistemas, Organização E Métodos. São Paulo: Atlas, 1998 OLIVEIRA, Djalma de Pinho. Sistemas, organização e métodos: uma abordagem gerencial. São Paulo: Atlas, 2003. COMPLEMENTAR MORGAN, Gareth. Imagens Da Organização. São Paulo: Atlas, 2009. STAR, Ralph M.Princípio de Sistemas de Informação. Rio de Janeiro: LTC, 1996. CHANLANT, Jean François. O individuo nas organizações. São Paulo: Atlas, 1996. Nome da Disciplina: MATEMÁTICA AVANÇADA EMENTA: -Conceituar as principais funções (linear, afim, quadrática, exponencial, logarítmica e suas inversas) e suas especificidades (domínio, imagem, continuidade, crescimento, composição de funções,etc). -Aplicar os conceitos em situações específicas do campo da Administração, como demanda, oferta de mercado, preço de equilíbrio, receita, custo e lucro. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MEDEIROS, Sebastião da Silva. Matemática para os cursos de economia, administração e ciências contábeis. São Paulo: Atlas, 1999. V.1 PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática Financeira – Objetiva e Aplicada. 7 edição. Saraiva, 2004 SILVA, Sebastião Medeiros da. Cálculo Básico para Cursos Superiores. São Paulo: Atlas, 2004. COMPLEMENTAR BOULOS, Paulo. Introdução ao Cálculo, Volume 1. Edgar Blucher Editora,1995 46 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI MEDEIROS, Sebastião da Silva. Matemática para os cursos de economia, administração e ciências contábeis. São Paulo: Atlas, 1999. V.2. SOBRINHO, José Dutra Vieira. Matemática Financeira. 7 edição. Atlas, 2000. IEZZI, Gelson et al. Matemática. 3.ed. São Paulo: Atual, 2005. DOLCE, Osvaldo; POMPEO, José Nicolau. Fundamentos de matemática elementar 10. 6.ed. São Paulo: Atual, 2005. HARIKI, Seiji; ABDOUNUR, Oscar João. Matemática aplicada. São Paulo: Atlas, 1999. Nome da Disciplina: PSICOLOGIA EMENTA: Introdução à psicologia e contextualização da psicologia do trabalho. Cultura organizacional e comportamento dentro das organizações . Abordagens fundamentais do comportamento humano: psicanálise, behaviorismo e gestalt.Motivação humana. Relações humanas. Liderança, poder, conflito e negociação. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. BERGAMINI, C. W. Psicologia aplicada à administração de empresas: psicologia do comportamento organizacional. São Paulo: Atlas, 1982. GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional. 15.ed. São Paulo: Editora Objetiva. COMPLEMENTAR BANOV, Márcia R. Ferramentas da Psicologia Organizacional.São Paulo: CenaUn, 2002 MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1996. GADE, Christiane. Psicologia do consumidor e da propaganda. Edição revisada e ampliada. São Paulo: EPU, 1998. FIORELLI, J. O. Psicologia para administradores: integrando teoria e prática. São Paulo: Atlas, 4 edição 2003. BANOV, Márcia Regina. Psicologia no Gerenciamento de Pessoas. São Paulo:Atlas, 2008 Nome da Disciplina: SOCIOLOGIA EMENTA: Sociologia geral e sociologia aplicada à administração. Caracterização da sociologia como ciência social. Estratificação social. Unidades e processos sociais. Movimentos e mudanças sociais. O indivíduo e a organização. Organização formal e informal. Processo de organização do trabalho frente aos novos modelos de gestão. Mudança organizacional. Cultura das organizações. Movimentos e mudanças sociais. Globalização e relações de trabalho. Ideologia BIBLIOGRAFIA: BÁSICA IANNI, Octávio. A sociedade global. 10.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. SANTOS,Milton. Por uma outra globalização. 9.ed. Rio de Janeiro: Record, 2006. BERNARDES, Cyro. Sociologia aplicada à administração. 5.ed. São Paulo:, Atlas, 1999. COMPLEMENTAR VILANOVA, Sebastião. Introdução a Sociologia. São Paulo: 6 ed. Atlas, 2009. BERNARDES, Cyro. Sociologia aplicada à administração, São Paulo, Atlas, 1995. CHAUÍ, Marilena. O que é ideologia, São Paulo. Brasiliense, 1990. FLEURY, Maria Tereza Leme. Cultura e poder nas organizações, São Paulo, Atlas, 1996. IANNI, Octávio. Teorias da Globalização, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1995.. 4º SEMESTRE 47 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Nome da Disciplina: MICROECONOMIA EMENTA: Teoria Microeconômica – conceitos básicos e definições fundamentais. A condição “coeteris paribus”. Divisão dos tópicos de microeconomia. A oferta e a demanda e seu equilíbrio no mercado. Elasticidades. Produção e Mercado (teoria da produção e custos). Estruturas de mercado (concorrência perfeita, imperfeita, monopólio, oligopólio). Estrutura no mercado de fatores de produção. Teoria do Equilíbrio geral. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA VARIAN, R.H. Microeconomia: princípios básicos, uma abordagem moderna.Rio de Janeiro: Campus, 2006 FERGUSON, C. E. Microeconomia. Rio de Janeiro: Forense - Universitária, 2000. WESSELS, Walter J. Microecomia. São Paulo, Saraiva, 2002. COMPLEMENTAR MANKIW, N. Gregory. INTRODUÇÃO À ECONOMIA. Rio de Janeiro: Campus, 2006. GARCIA, Manuel E.; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval. Fundamentos de economia. São Paulo: Saraiva, 2008. Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA EMENTA: Evolução do Conceito e Administração de Marketing com visão para o século XXI. A análise de seus ambientes de convivência. As organizações e o profissional neste contexto. O Composto de Mercadológico. As ferramentas de Marketing e sua aplicação. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA KOTLER, Philip. Administração de Marketing. São Paulo: 10, ed. Prentice Hall, 2000. CARVALHO, Pedro Carlos. Administração Mercadológica. Campinas, SP.: Alínea, 2010. COBRA, Marcos. Administração de Marketing no Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 2009. COMPLEMENTAR KOTLER, Philip. Princípios de marketing. São Paulo: Prentice Hall, 2003 HOFFMAN, K. D. Princípios de Marketing de Serviços: conceitos, estratégias e casos. Rio de Janeiro: Cengage, 2010. HARTLINE, Michael D. Estratégia de Marketing. Rio de Janeiro: Cengage, 2010. LAS CASAS, A. L. Marketing Interativo: a utilização de ferramentas. São Patrício, SP.: Saint Paul, 2010. CHURCHILL, Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing: criando valores para os clientes. São Paulo: Saraiva, 2003. Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA EMENTA: Análise dos demonstrativos financeiros, permitindo avaliar a situação econômico-financeira das empresas no Brasil, bem como a avaliação e projeção das suas necessidades de capital. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA GITMAN, Lawrence. Princípios da Administração Financeira. São Paulo: Harbra, 2006. MATARAZZO, Dante. C. Análise Financeira de Balanços: Abordagem Básica e Gerencial. São Paulo: Atlas, 2006. COMPLEMENTAR BRAGA, Roberto. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 2003. ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanços: Um Enfoque Econômico e Financeiro. São Paulo: Atlas, 2006. 48 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI SANVICENTE, Antonio Z. Administração financeira. São Paulo: Atlas, 2006. Nome da Disciplina: DIREITO TRIBUTÁRIO EMENTA: Necessidades econômicas; execução, receita e despesa pública; sistemas tributárias, limitações e poder de tributos; lançamento e crédito tributário; espécie dos tributos federais, estaduais e municipais. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. São Paulo: Malheiros, 2006. AMARO, Luciano. Direito tributrário Brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2010. COMPLEMENTAR CARVALHO, PAULO DE BARROS. Curso de direito tributário. São Paulo: Saraiva, 2010. HARADA, Kiyoshi. Direito financeiro e tributário: comentários a reforma tributária;; PEC 233/08 incorporadas as alterações introduzidas pela Lei Nº 11.941/09. São Paulo: Atlas, 2010. SABBAG, Eduardo de Moraes. Direito Tributário. São Paulo: RT, 2009. V.3. FABRETTI, Láudio Camargo. Direito Tributário aplicado: impostos e contribuições das empresas. São Paulo: Atlas, 2009. CASSONE, Vittorio. Direito Tributário: fundamentos constitucionais da tributação definição de tributos e suas espécies, conceitos e classificação dos impostos, doutrinas, praticas e jurisprudência. São Paulo: Atlas, 2010. Nome da Disciplina: ESTATÍSTICA BÁSICA EMENTA: Diferenciar estatística descritiva e diferencial; Conceituar variáveis qualitativas e quantitativas, diferenciar séries de dados; Organizar, elaborar e interpretar tabelas e gráficos; Diferenciar população e amostra; Organizar dados em classes, construir tabelas de distribuição de freqüências; Construir e interpretar histogramas, polígonos de freqüência e ogivas e utilizá-los para resolução de problemas ; Calcular e interpretar medidas de tendência central e medidas de dispersão; Analisar diagrama de dispersão, conceituar análise de regressão e correlação linear, ajustar reta aos dados, interpretar resultados.;Conceituar probabilidade de um evento, calcular probabilidades simples; Conceituar curva de distribuição normal e ajustar a distribuição teórica à distribuição de freqüência das amostras; Realizar pesquisa quantitativa utilizando a estatística aprendida. Bibliografia: BÁSICA MARTINS, Gilberto de Andrade; DONAIRE, Denis. Princípios de estatística. São Paulo: Atlas, 1990. CRESPO, Antonio Arnot. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 2009. COMPLEMENTAR TRIOLA, Mario F. Introdução a Estatística. Rio de Janeiro: Ltc. 2008. 2 MORETTIN, L.G. Estatística Básica. São Paulo: Makron, 2000. 2 MILONI G. ANGELINI, F. Estatística geral: descritiva, probabilidade, distribuição. São Paulo: Atlas, 2009. 2 5º SEMESTRE Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E LOGÍSTICA EMENTA: Histórico, conceitos; estrutura da administração da produção nas empresas; planejamento e controle da produção; modelos de controle; qualidade e produtividade dos serviços prestados. BIBLIOGRAFIA: 49 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI BÁSICA KEEDI, Samir. Logística de Transporte Internacional. São Paulo: Aduaneiras, 2008. BALLOU, Ronald. GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS / LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Porto Alegre: Bookman, 2006. MARTINS, Petrônio Garcia. Administração de materiais e recursos patrimonial. São Paulo: Saraiva, 2009 COMPLEMENTAR SLACK, N. et al. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 1996 DIAS, Marco Aurelio. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS: UMA ABORDAGEM LOGÍSTICA. São Paulo: Atlas, 1993. MOREIRA, D.A. Administração da Produção e operações. São Paulo: Pioneira, 2002. ROCHA, Paulo Cesar Alves. LOGÍSTICA E ADUANA. São Paulo: Aduaneira, 2008. POZO, Hamilton. ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS: UMA ABORDAGEM LOGISTÍCA. São Paulo: Atlas, 2010. Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS EMENTA: Apresentar o conceito de tecnologia de produto; de processo e de gestão. Compreender as formas de avaliar o desempenho da gestão de materiais, incluindo o processo de compra. Identificar a evolução da atividade de compras em decorrência da evolução tecnológica. Avaliar a melhor opção para a empresa comprar ou fabricar. Compreender o processo de compras em temas de previsão de demanda, compreender as particularidades da aquisição de recursos patrimoniais. Avaliar o custo dos estoques nas empresas. Compreender os métodos de avaliação de estoques. Lotes econômicos de compra e fabricação compreender os cálculos que envolvem as duas opções e analisar as situações. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MATTAR, Fauze Najib. GESTÃO DE PRODUTOS, SERVIÇOS, MARCAS E MERCADOS: ESTRATÉGIAS E AÇÕES PARA ALCANÇAR E MANTER-SE "TOP OF MAKER". São Paulo: Atlas, 2009. DIAS, Marco Aurélio Pereira. Administração de Matérias: uma abordagem logística. São Paulo: Atlas,1983 MARTINS, Petronio Garcia; ALT, Paulo Renato Campus. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E RECURSOS PATRIMONIAIS. São Paulo: Saraiva, 2006. POZO, Hamilton. ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS: UMA ABORDAGEM LOGISTÍCA. São Paulo: Atlas, 2010. COMPLEMENTAR MARTINS, Petronio Garcia. Administração de recursos Materiais e Patrimoniais, São Paulo, Sariava 2003 BOWESOX, Donald J.; CLOSS, David J. Logística empresarial: o processo de integração da cadeia de suprimento. São Paulo: Atlas, 2001. DIAS, Marco Aurélio Pereira. Administração de Matérias: PRINCIPIOS, CONCEITOS E GESTÃO. São Paulo: Atlas, 2009. Coan, maURO. PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO. ATLAS MOREIRA, D.A. Administração da Produção e operações. São Paulo: Pioneira, 2002. Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO E FORMAÇÃO DE PREÇOS EMENTA: Formação de preços de venda a partir dos custos. A formação de preços de venda considerando do tipo de cliente. A formação de preços a partir do mercado e dos concorrentes. Estabelecimento do Markup. Estabelecimento do preço e a percepção de valor do produto. Preços de venda considerando a estrutura de mercado. Os tratamentos com a concorrência e a vantagem competitiva na guerra de preços. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA 50 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI BRUNI, Adriano Leal. Administração de custos, preços e lucros. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2010. BRUNI, Adriano Leal. Gestão de custos e formação de preços. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2008. BOMFIM, Eunir de Amorin; Passarelli, João. Custos e formação de preços. São Paulo: IOB, 2009. COMPLEMENTAR: COGAN, Samuel. CUSTOS E PREÇOS: FORMAÇÃO DE ANÁLISE. São Paulo: Pioneira, 1999. DOLAN, Robert. O PODER DOS PREÇOS: AS MELHORES ESTRATÉGIAS PARA TER LUCROS. São Paulo: Futura, 1998. KULPA, Luciana; DUBOIS, Alexi; SOUZA, Luis Eurico. Gestão de custos e formação de preços. São Paulo: Atlas, 2009. Nome da Disciplina: CONTABILIDADE DE CUSTOS EMENTA: Capacitar o estudante a implementar a Contabilidade de Custos para fins de decisão, planejamento e controle, com uma visão orientada para como administrar custos. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1993. CREPALDI, Silvio Aparecido. CURSO BÁSICO DE CONTABILIDADE DE CUSTOS. São Paulo: Atlas, 2004. CREPALDI, Silvio Aparecido. CURSO BÁSICO DE CONTABILIDADE: RESUMO DA TEORIA ATENDENDO ÀS NOVAS DEMANDAS DA GESTÃO EMPRESARIAL EXERCÍCIOS. São Paulo: Atlas, 2002. COMPLEMENTAR: HORNGREN, Charles T. Contabilidade de Custos. Rio de Janeiro: LTC, 9 ed. 2000 NAKAGAWA, Masayuki. GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS: CONCEITOS, SISTEMAS E IMPLEMENTAÇÃO. São Paulo: Atlas, 2000. MAHER, Michael. CONTABILIDADE DE CUSTOS: CRIANDO VALOR PARA A ADMINISTRAÇÃO. São Paulo: Atlas, 2001. HORNGREN, Charles T. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 2000. 2 v. MARTINS, Eliseu. CONTABILIDADE DE CUSTOS. São Paulo: Atlas, 2003. Nome da Disciplina: ESTATÍSTICA APLICADA Ementa: Casos particulares de Probabilidade, Testes em relação a curva normal de Gauss, testes, ajustamentos, Qui Quadrado. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA SPIEGEL R. MURRAY. ESTATÍSTICA: Geral. São Paulo: McCR. W-HILL – 2ª edição 1985 MARTINS, Gilberto de Andrade. Princípios de Estatística. 4 ed. São Paulo: Atlas: 1990 COMPLEMENTAR MILONI G. ANGELINI, F. Estatística geral: descritiva, probabilidade, distribuição. São Paulo: Atlas, 1993 CRESPO, Antonio Arnot. ESTATÍSTICA FÁCIL. São Paulo: Saraiva, 2010. FONSECA, Jairo; MARTINS, Gilberto. CURSO DE ESTATÍSTICA. São Paulo: Atlas, 1996. FONSECA, Jairo; MARTINS, Gilberto. ESTATÍSTICA APLICADA. São Paulo: ATLAS, 1995. Nome da Disciplina: METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTIFICA EMENTA Conceituação geral da metodologia de pesquisa. Os tipos de pesquisa; pesquisas qualitativas e quantitativas, 51 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI exploratórias e descritivas aos estudos de caso forma de coleta de dados e tabulação e aplicações estatísticas; normas regulamentadoras de composição dos textos e citações. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA RUIZ, C.B. Metodologia científica. São Paulo: Ed. Atlas, 2010. MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa. 6ed. São Paulo: Atlas. 2006. LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. COMPLEMENTAR CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. São Paulo: Rearson Prentice Hall; 2007. CARVALHO, M.C.M. Construindo o saber: metodologia cientifica e técnicas. 14. São Paulo: Papirus, 2003. HOSSNE, W.S.; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área de saúde. São Paulo: LTR, 2003. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo: Cortez, 2006. Nome da Disciplina: ORÇAMENTO, PLANEJAMENTO E CONTROLE EMENTA: Orçamento empresarial; Planejamento e controle orçamentário empresarial; Análise do orçamento integrado; Acompanhamento, controle e execução orçamentária. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. 7.ed. São Paulo: Harbra, 2002. ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços: um enfoque econômico-financeiro. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2002. MATARAZZO, Dante Carmine. Análise financeira de balanços: abordagem básica e gerencial. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2003. COMPLEMENTAR WELSCH, Glenn Albert. Orçamento Empresarial. São Paulo: 4 ed. Atlas, 1983. Frezatti, Fábio. Orçamento empresarial: planejamento e controle gerencial. São Paulo: Atlas, 2000. KASSAI, José Roberto.RETORNO DE INVESTIMENTO: ABORDAGEM MATEMÁTICA E CONTÁBIL DO LUCRO EMPRESARIAL. São Paulo: Alinea, 2009. FREZATTI, Fábio. ORÇAMENTO EMPRESARIAL: PLANEJAMENTO E CONTROLE GERENCIAL. São Paulo: Atlas, 2000. 6º SEMESTRE Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES EMENTA: Introdução ao Sistema de Informação, sistema de informação na organização, organizando dados e informações, sistemas de informações empresariais, sistemas de informações gerenciais, sistemas de suporte a decisão, inteligência artificial e sistemas especialista. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA O´BRIEN, J. A. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da internet. São Paulo: Saraiva, 2007. STAIR, R.M. Princípios de Sistemas de informação: uma abordagem gerencial. São Paulo: Thonson, 2006. MELO, Ivo Soares. Administração de Sistemas de Informação. São Paulo: Pearson, 2002. COMPLEMENTAR OLIVEIRA, J. F. Sistemas de informação: um enfoque gerencial inserido no contexto empresarial e tecnológico. São Paulo: Èrica, 2005. ROSINI, Marco. Administração de Sistemas de Informação. São Paulo: Thonson, 2003. 52 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI BIO, Sérgio R. Sistemas de Informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, 2006. CASSARRO, A. C. Sistemas de Informação para Tomada de Decisões LAUDON, Kenneth C. Sistemas de informação. São Paulo: Pearson, 2007. Nome da Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO I EMENTA:Integração ao meio profissional. Vivência no ambiente organizacional. Abordagem de problemas dentro de uma perspectiva cientifica e tecnológica com aplicação de metodologias, técnicas e ferramentas, típicas do profissional de Administração de Empresas. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA: BURIOLA, Marta. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO. São Paulo: Cortez, 2006. RUIZ, C.B. Metodologia científica. São Paulo: Ed. Atlas, 2010. LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. COMPLEMENTAR CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. São Paulo: Rearson Prentice Hall; 2007. CARVALHO, M.C.M. Construindo o saber: metodologia cientifica e técnicas. 14. São Paulo: Papirus, 2003. HOSSNE, W.S.; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área de saúde. São Paulo: LTR, 2003. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo: Cortez, 2006. MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa. 6ed. São Paulo: Atlas. 2006. Nome da Disciplina: GESTÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS EMENTA: Identificação da oportunidade, concepção e elaboração do projeto de negócios, critérios e técnicas de avaliação do retorno e do senso; implantação e plano de organização; atividades de controle; as pessoas nas pequenas empresas; legislação seus projetos específicos; a fase da gestação, da resistência e crescimento das empresas, o foco dos negócios industria-serviço, comércio-serviço e serviço-serviço; relações com instituições financeiras e canais de captação de recursos; a comunicação na pequena e média empresa; e postura do proprietário, os problemas da sucessão; o dilema do crescimento. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA DEGEN, R. O Empreendedor: Fundamentos da iniciativa e Supresarial. São Paulo: Mcgrow – Hill, 1989. LONGEMECKER, Justin G. Administração de Pequenas Empresas. São Paulo: Pearson, 1997. COMPLEMENTAR MACHADO, José Roberto. PLANEJANDO A ESTRATÉGIA DE PEQUENOS NEGÓCIOS. . Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006.. Nome da Disciplina: GESTÃO DE PESSOAS EMENTA: Diferentes áreas da administração de recursos humanos. Identificação dos diversos fatores que concorrem para eficiência dos recursos humanos nas organizações. Abordagens alternativas as teorias de recursos humanos; análise das técnicas de gestão de pessoas e o papel dos responsáveis pelo capital humano. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos: edição campacta. 4.ed. São Paulo. Atlas, 2004. GIL, Antonio Carlos. Administração de recursos humanos: um enfoque profissional. São Paulo: Atlas, 2010. Gestão de pessoas: praticas modernas e transformações nas organizações. São Paulo: Atlas, 2010. COMPLEMENTAR BANOV, Márcia. RECRUTAMENTO, SELEÇÃO E COMPETÊNCIAS. São Paulo: Atlas, 2006. 53 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI BANOV, Márcia. GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS: TRADICIONAL E ESTRATÉGICA. São Paulo: Érica, 2007. MARRAS, Jean. ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS: DO OPERACIONAL AO ESTRATÉGICO. São Paulo: Futura, 2003. Nome da Disciplina: LEGISLAÇÃO TRABALHISTA EMENTA: Discutir o enquadramento jurídico das relações de trabalho, Direito Trabalho. Legislação básica e específica. Aspectos teóricos e práticos. Consolidação das Leis do Trabalho - Empregador e Empregado. Relações do Direito do Trabalho. Responsabilidade da Empresa. Contratos do Trabalho, obrigações do empregado, direitos do trabalhador, no tocante aos interesses dos administradores e empresário/empresa, seus direitos e deveres- Diferenças entre os contratos, prazo determinado e indeterminado. Direitos individual do trabalho e Direito Coletivo do Trabalho. Legislação Previdenciária, sistema de Seguridade Social, Benefícios, Acidentes de Trabalho, aposentadoria. BIBLIOGRAFIA: BASICA CARRION, V. Comentários à Consolidação das Leis do Trabalho. São Paulo: Saraiva, 2010. NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Iniciação ao Direito do Trabalho. São Paulo: LTR, 2006. Delgado, Mauricio Godinho. Curso de Direito do Trabalho. São Paulo: LTR, 2010. COMPLEMENTAR GARCIA, Gustavo Filipi Barbosa. Manual de Direito do Trabalho. São Paulo: Metodo, 2010. MARTINS, Sergio Pinto. Terceirização e o Direito do Trabalho. São Paulo: Atlas, 2010. REIS, Jair Teixeira dos. Manual de Rescisão de Contrato de Trabalho. São Paulo: Jurua, 2009. CORREIA, Rosani Portela. Novos Paradigmas do Contrato de Trabalho no Brasil. São Paulo: LTR, 2008. NUNES, Claudio Pedrosa. Modificações Do Contrato de Trabalho. São Paulo: Jurua, 2009. Nome da Disciplina: TÓPICOS AVANÇADOS DE ADMINISTRAÇÃO EMENTA: Os novos modelos de empresas. Benchmarking. Novas ferramentas de administração. Terceiro Setor. Empreendedorismo; responsabilidade social; inovação e tecnologia; novas relações capital/trabalho; ética. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro: Campus, 2004. MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Administração de projetos: como transformar idéias em resultados. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2007. WRIGHT, Peter L.; KROLL, Mark J. Administração estratégica: conceitos. São Paulo: Atlas, 2006. COMPLEMENTAR MOTTA, FERNANDO C. PRESTES. TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO: UMA INTRODUÇÃO. SÃO PAULO: PIONEIRA, 2000. STONER, JAMES A.; FREEMAN, R. EDWARD. ADMINISTRAÇÃO. RIO DE JANEIRO: PRINTICE-HALL, 1999. MONTANA, PATRICK J.; CHARNOV, BRUCE H. ADMINISTRAÇÃO: SÉRIE ESSENCIAL. SÃO PAULO: SARAIVA, 2003. POZO, HAMILTON. ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS: UMA ABORDAGEM LOGÍSTICA. SÃO PAULO: ATLAS, 2008. ROBBINS, STEPHEN B. ADMINISTRAÇÃO: MUDANÇAS E PERSPECTIVAS. SÃO PAULO: SARAIVA, 2002. 7º SEMESTRE 54 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Nome da Disciplina: ORIENTAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I EMENTA: Orientação para desenvolvimento do pré-projeto do trabalho de conclusão de curso. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA ANDRADE, Maria Margarida. INTRODUÇÃO À METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO. São Paulo: Atlas, 2010. LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo: Cortez, 2006. COMPLEMENTAR CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. São Paulo: Rearson Prentice Hall; 2007. CARVALHO, M.C.M. Construindo o saber: metodologia cientifica e técnicas. 14. São Paulo: Papirus, 2003. HOSSNE, W.S.; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área de saúde. São Paulo: LTR, 2003. RUIZ, C.B. Metodologia científica. São Paulo: Ed. Atlas, 2010. MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa. 6ed. São Paulo: Atlas. 2006. Nome da Disciplina: ESTRATÉGIA EMPRESARIAL EMENTA: Conceitos preliminares, diagnóstico estratégico, missão da empresa, objetivos e desafios empresariais, estratégias e políticas empresariais, estratégias e políticas empresariais, controle e avaliação e implantação de negócios. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Estratégia Empresarial e Vantagem Competitiva. São Paulo: Atlas, 2001. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Planejamento Estratégico: Conceitos, Metodologia, Práticas. São Paulo: Atlas, 2003. PORTER, Michael. Estratégia Competitiva - Técnicas para análise da indústria e da competitividade. Rio de Janeiro,: Campus,2004. COMPLEMENTAR MINTZBERG. Henry. Safári de Estratégia. Porto Alegre: 1999. HITT, Michael . Administração Estratégic. São Paulo: Pioneira, 2002. CERTO, Samuel. ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA: PLANEJAMENTO E IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA. São Paulo: Prentice Hall, 2005. KAPLAN, Robert. A ESTRATÉGIA EM AÇÃO: BALANCED SCORECARD. São Paulo: Pearson, 2006. Nome da Disciplina: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EMENTA: Capacitar os alunos a entender os aspectos estruturais das demonstrações contábeis e preparar os dados de modo a transformá-los em informações para tomada de decisão nas diversas áreas em que se empregam as técnicas estudadas durante o curso. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA ASSAF Neto, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanços. São Paulo: Atlas, 2002. MATARAZZO, Dante Carmine. Análise Financeira de Balanços: Abordagem Básica e Gerencial. São Paulo: Atlas, 2003. IUDICIBUS, Sergio de. Analise de Balanços. São Paulo, 7 ed. Atlas, 1998 COMPLEMENTAR: SILVA, José Pereira. Análise Financeira das Empresas. São Paulo: Atlas 55 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI GITMAN, Laurence. PRINCÍPIOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA. São Paulo: Harbra, 1997. HOJI, M. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA: UMA ABORDAGEM PRÁTICA. São Paulo: Atlas, 2000. Nome da Disciplina: JOGOS DE EMPRESA EMENTA: Capacitar os alunos a entender os aspectos negociais do mercado, estimular a negociação e competição entre fornecedores, clientes e concorrentes. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA KOTLER, Philip. Administração de Marketing. São Paulo: 10, ed. Prentice Hall, 2000. CARVALHO, Pedro Carlos. Administração Mercadológica. Campinas, SP.: Alínea, 2010. PORTER, Michael. Estratégia Competitiva - Técnicas para análise da indústria e da competitividade. Rio de Janeiro,: Campus,2004. COMPLEMENTAR MACHADO, José Roberto. PLANEJANDO A ESTRATÉGIA DE PEQUENOS NEGÓCIOS. . Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006. DOLAN, Robert. O PODER DOS PREÇOS: AS MELHORES ESTRATÉGIAS PARA TER LUCROS. São Paulo: Futura, 1998. HARTLINE, Michael D. Estratégia de Marketing. Rio de Janeiro: Cengage, 2010. LAS CASAS, A. L. Marketing Interativo: a utilização de ferramentas. São Patrício, SP.: Saint Paul, 2010. CHURCHILL, Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing: criando valores para os clientes. São Paulo: Saraiva, 2003. Nome da Disciplina: GESTÃO DE MARKETING EMENTA: Marketing Empresarial; Criação de Valor; Internet; Fidelização; One to One; Marketing on Line; B2B; Análise de Mercado: Gerenciamento do Relacionamento, Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos; Antropomarketing; Buzz Marketing. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA CHURCHILL, Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing: criando valores para os clientes. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2003. LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Administração de Marketing Conceitos, Planejamento e Aplicações a Realidade Brasileira. São Paulo: Atlas COBRA, Marcos. Administração de Marketing no Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 2009. KOTLER, Philip. Princípios de marketing. São Paulo: Prentice Hall, 2003. COMPLEMENTAR KOTLER, Philips. ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING: A EDIÇÃO DO NOVO MILÊNIO. São Paulo: Pearson, 2003. KOTLER, Philips. MARKETING ESSENCIAL: CONCEITOS, ESTRATÉGIAS E CASOS . São Paulo: Pearson, 2003. KOTLER, Philips. MARKETING PARA O SÉCULO XXI: COMO CRIAR, CONQUISTAR E DOMINAR MERCADOS. São Paulo: Futura, 2002. COBRA, Marcos. O Novo Marketing. Rio de Janeiro: Campus, 2009. HARTLINE, Michael D. Estratégia de Marketing. Rio de Janeiro: Cengage, 2010. Nome da Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II EMENTA:Integração ao meio profissional. Vivência no ambiente organizacional. Abordagem de problemas dentro de uma perspectiva cientifica e tecnológica com aplicação de metodologias, técnicas e ferramentas, típicas do profissional de Administração de Empresas. 56 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI BIBLIOGRAFIA: BÁSICA: BURIOLA, Marta. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO. São Paulo: Cortez, 2006. RUIZ, C.B. Metodologia científica. São Paulo: Ed. Atlas, 2010. LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. COMPLEMENTAR CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. São Paulo: Rearson Prentice Hall; 2007. CARVALHO, M.C.M. Construindo o saber: metodologia cientifica e técnicas. 14. São Paulo: Papirus, 2003. HOSSNE, W.S.; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área de saúde. São Paulo: LTR, 2003. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo: Cortez, 2006. MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa. 6ed. São Paulo: Atlas. 2006. 8º SEMESTRE Nome da Disciplina: ECONOMIA INTERNACIONAL EMENTA: Conceitos básicos de economia internacional. Abordagens analíticas do comércio internacional. Principais políticas econômicas. Organizações e instituições do comércio internacional. Integração Regional: blocos econômicos. Balanço de Pagamentos. Organismos do sistema financeiro internacional BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MAIA, Jayme de Mariz. Economia Internacional e Comércio Exterior. São Paulo: Atlas, 2006. SILVA, César R. Leite da; CARVALHO, Maria Auxiliadora. Economia Internacional. São Paulo: Saraiva, 2000. RATTI, Bruno. COMÉRCIO INTERNACIONAL E CÂMBIO. São Paulo: Aduaneiras, 2010. COMPLEMENTAR HARTUNG, Douglas S. Negocios Internacionais. Rio de Janeiro: Quality Mark, 2004. LUNARDI, Angelo. OPERAÇÕES DE CÂMBIO E PAGAMENTOS INTERNACIONAIS NO COMÉRCIO EXTERIOR. São Paulo: Aduaneiras, 2000. GASTALDI, J.P. ELEMENTOS DE ECONOMIA POLÍTICA. São Paulo: Saraiva, 2009. Nome da Disciplina: ORIENTAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II EMENTA: Orientação para desenvolvimento do trabalho de conclusão de curso. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA RUIZ, C.B. Metodologia científica. São Paulo: Ed. Atlas, 2010. MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa. 6ed. São Paulo: Atlas. 2006. LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. COMPLEMENTAR CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. São Paulo: Rearson Prentice Hall; 2007. VIEIRA, Sonia. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de Janeiro: Campus, 2003. CARVALHO, M.C.M. Construindo o saber: metodologia cientifica e técnicas. 14. São Paulo: Papirus, 2003. HOSSNE, W.S.; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área de saúde. São Paulo: LTR, 2003. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo: Cortez, 2006. Nome da Disciplina: ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA EMENTA: Competitividade; Valor Agregado,;Análise SWOT; Análise da Indústria; Elaboração de um planejamento estratégico; Balanced Scorecard 57 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI BIBLIOGRAFIA: BÁSICA OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento Estratégico: Conceitos, Metodologia, Práticas. São Paulo: Atlas, 2006. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Estratégia Empresarial e Vantagem Competitiva. São Paulo: Atlas, 2005. PORTER, Michael. Estratégia Competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 2004. CERTOS, Samuel C. Administração estratégica: planejamento e implementação da estratégia. São Paulo: Pearson, 2006. COMPLEMENTAR GHOSHAL, Samantra; TANURE, Betania. Estratégia e gestão empresarial: construindo empresas brasileiras de sucesso, estudos de casos. Rio de Janeiro: Campus, 2004. CASAROTTO FILHO, Nelson. Projeto de negócios: estratégias e estudos de viabilidade: redes de empresas, enegenharia simultânea, plano de negócio. São Paulo: Atlas, 2006. ZACCARELLI, Ségio. Estratégia e sucesso na empresa. São Paulo: Saraiva, 2000. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebolcas D. Estratégia empresarial e ventagem competitiva: como estabelecer, implementar e avaliar. São Paulo: Atlas, 2006. HAMEL, Gary; PRAHALAD, C. K. Competindo pelo futuro: estratégia inovadoras para obter o controle de seu setor e criar o mercado de amanhã. Rio de Janeiro: Campus, 1995. MINTZBERG, Henry. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégia. Porto alegre: Bookmam, 2000. MACHADO, José Roberto. Planejando a estratégia de pequenos negócios. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006. Nome da Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO III EMENTA:Integração ao meio profissional. Vivência no ambiente organizacional. Abordagem de problemas dentro de uma perspectiva cientifica e tecnológica com aplicação de metodologias, técnicas e ferramentas, típicas do profissional de Administração de Empresas. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA RUIZ, C.B. Metodologia científica. São Paulo: Ed. Atlas, 2010. MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa. 6ed. São Paulo: Atlas. 2006. LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. COMPLEMENTAR CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. São Paulo: Rearson Prentice Hall; 2007. VIEIRA, Sonia. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de Janeiro: Campus, 2003. CARVALHO, M.C.M. Construindo o saber: metodologia cientifica e técnicas. 14. São Paulo: Papirus, 2003. HOSSNE, W.S.; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área de saúde. São Paulo: LTR, 2003. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo: Cortez, 2006. Nome da Disciplina: ELABORAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS EMENTA: Projetos, objetivos e conceitos; Ciclo de vida dos projetos, Ferramentas para elaboração de projetos (MsProject); Fases da elaboração do projeto: planejamento – definição de escopo, definição das tarefas, definição dos recursos, estabelecimento de tempos e prazos, montagem de cronograma, avaliação e revisão da carga de trabalho; apresentação do projeto. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA KEELING, R. Gestão de projetos: uma abordagem global. São Paulo: Saraiva, 2006. KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. Porto Alegre: Bookman, 2006. MAXIMIANO, A.C.A. Administração para empreendedores: fundamentos da criação e da gestão de novos 58 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI negócios. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. COMPLEMENTAR DUFFY, M. Gestão de projetos: arregimente recursos, estabeleça prazos, monitore o orçamento, gere relatórios: soluções práticas para os desafios do trabalho. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. OLIVEIRA, G.B. MS Project & gestão de projetos.São Paulo: Pearson Makron Books, 2005. NOVAES, Antônio Galvão. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação e avaliação. Rio de Janeiro: Campus, 2006. SABBAG, Paulo Yazigi. Gerenciamento de projetos e empreendedorismo. São Paulo: Saraiva, 2009. Nome da Disciplina: MERCADO FINANEIRO E DE CAPITAIS EMENTA: Proporcionar aos alunos conhecimentos que lhes permitam compreender, interpretar e analisar operações e atividades realizadas pelas instituições que atuam no mercado financeiro. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA NIYAMA, Jorge Katsumi & GOMES, Amaro Luiz de Oliveira. Contabilidade de Instituições Financeiras. São Paulo: Atlas, 2005. FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro – Produtos e Serviços. Ed. Qualitymark, 2005 ANDREZO, Andréa Fernandes & LIMA, Iran Siqueira. Mercado Financeiro – Aspectos Históricos e Conceituais. São Paulo: Pioneira, 1999. COMPLEMENTAR ASSAF, ALEXANDRE ASSAF NETO. Mercado Financeiro. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005. FERNANDES, Antonio Alberto Grossi. O Brasil e o Sistema Financeiro Nacional. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002. HULL, JOHN C. Introdução aos Mercados Futuros e de Opções. 2. ed. BM&F 1996. LIMA, Iran Siqueira & BROEDEL Alexsandro Lopes. Contabilidade e Controle de Operações com Derivativos. São Paulo: Pioneira, 1999. (657.48 L 732c) SAUNDERS, Anthony. Administração de Instituições Financeiras. São Paulo: Atlas, 2000. Legislação Institucional (Normas e procedimentos das instituições financeiras, COSIF, MNI, etc) Publicações relativas ao mercado financeiro (Gazeta mercantil, Valor Econômico, etc.). DISCIPLINAS OPTATIVAS Nome da Disciplina: LIBRAS EMENTA: A língua da modalidade visual e gestual da Comunidade Surda. Abrangência dos conteúdos gerais para comunicação visual, baseada em regras gramaticais da Língua de Sinais e da Cultura Surda. Aspectos históricos da surdez e da modalidade gestual-visual de fala na Antigüidade e na Modernidade; A educação de surdos no Brasil e a legislação. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA MAZZOTA, M. J. da S. Educação Inclusiva - uma escola para todos In: Anais do Seminário Nacional do INES Desafios para o Próximo Milênio, 2000. http://www.ines.gov.br/paginas/publicacoes/Anais/Anais.pdf Data de acesso 11/03/2009 MAZZOTA, M. J. da S. Educação Especial no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 2001. UNESCO, Declaração Mundial sobre Educação para Todos - Plano de ação para satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem. Jomtiem, Tailândia, 1990. COMPLEMENTAR BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. INSTITUTO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DE SURDOS. A língua brasileira de sinais. Disponível em http://www.ines.gov.br/ines_livros/FASC7_001.HTM Data de acesso 11/03/2009. PONCE, Lina. A Língua Portuguesa e o Deficiente Auditivo. Gráfica Portinho Cavalcanti LTDA. Rio de Janeiro, 1998. Nome da Disciplina: GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS 59 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI EMENTA: Discutir o enquadramento jurídico das relações de trabalho, Direito Trabalho. Legislação básica e específica. Aspectos teóricos e práticos. Consolidação das Leis do Trabalho - Empregador e Empregado. Relações do Direito do Trabalho.Responsabilidade da Empresa. Contratos do Trabalho, obrigações do empregado, direitos do trabalhador, no tocante aos interesses dos administradores e empresário/empresa, seus direitos e deveres- Diferenças entre os contratos, prazo determinado e indeterminado. Direitos individual do trabalho e Direito Coletivo do Trabalho. Legislação Previdenciária, sistema de Seguridade Social, Benefícios, Acidentes de Trabalho, aposentadoria. Prática da administração de cargos e salários, salários e benefícios: elementos econômicos, tecnológicos, sociais e trabalhistas. Estrutura de cargos. Elaboração do plano de classificação de cargos, salários e benefício. Avaliação de desempenho. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA DOMINGOS, Annaghi Sávio. Curso de Legislação Social – Direito Trabalho – Ed. Atlas 10ª. Edição, São Paulo, 2005. DELGADO, Mauricio Godinho – Curso de Direito Trabalho 2ª. Edição, São Paulo, 2005. RUSSOMANO, Mozart Victor – Comentários a CLT Editora forense – São Paulo - 2005 : COMPLEMENTAR NASCIMENTO, Amauri Mascaro. – Curso de Direito Trabalho – Saraiva – 2005. CORREA, W. E. Participação nos Lucros e Resultados: uma metodologia aplicável à todas as empresas e de todos os tamanhos. Petrópolis, Vozes,1995. PONTES, B. R. Administração de Cargos e Salários. São Paulo, LTR, 1997. Nome da Disciplina: LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO EMENTA: Descrição e características do canal de distribuição: Logística e Distribuição física; Sistemas de Distribuição; Varejo – histórico e particularidades; Serviços; Comércio eletrônico; Customer Relationship Management (CRM); Business Intelligence (BI). BIBLIOGRAFIA: BÁSICA COBRA, M. Administração de Marketing. São Paulo: Atlas, 1992. ANGELO, C.F. Varejo Competitivo. São Paulo: Atlas, 1997. COMPLEMENTAR KOTLER, Philip.- Princípios de Marketing. - São Paulo, SP - Prentice Hall 7.ª Edição, 2003 CASSARRO, ªC. Como relatar e manter o sucesso no varejo. São Paulo: Pioneira, 1999. Nome da Disciplina: MARKETING DE VAREJO EMENTA: Descrição e características do canal de distribuição: Logística e Distribuição física; Sistemas de Distribuição; Varejo – histórico e particularidades; Serviços; Comércio eletrônico; Customer Relationship Management (CRM); Business Intelligence (BI). BIBLIOGRAFIA: BÁSICA COBRA, M. Administração de Marketing. São Paulo: Atlas, 1992. ANGELO, C.F. Varejo Competitivo. São Paulo: Atlas, 1997. COMPLEMENTAR KOTLER, Philip.- Princípios de Marketing. - São Paulo, SP - Prentice Hall 7.ª Edição, 2003 CASSARRO, ªC. Como relatar e manter o sucesso no varejo. São Paulo: Pioneira, 1999. 60 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Nome da Disciplina: MARKETING INTERNACIONAL Ementa: Marketing nacional e internacional. Padrões comparativos. Estudos de marketing internacional. Novas tendências. BIBLIOGRAFIA: BÁSICA KUAZAQUI, Edmir. Marketing Internacional – Como Conquistar negócios em mercados internacionais 1ª ed. São Paulo: Makron,1999 BARBOSA, R.A. América latina em perspectiva: a integração regional da retórica á realidade. São Paulo: Aduaneiras, 1991. COMPLEMENTAR COUTINHO, D.M. Comércio internacional sem censuras. São Paulo: Aduaneiras, 1990. PORTER, M.E. Vantagem competitiva: criando e sustentando um desempenho superior. Rio de Janeiro: Campus, 1989. SOMAVIA, J.ET.AL. A informação na nova ordem internacional. Rio de janeiro: Paz e Terra, 1980. 5. ATIVIDADES ACADEMICAS ARTICULADAS COM A FORMAÇÃO 5.1 Práticas Profissionais – Estágio Supervisionado O Estágio Supervisionado, permite ao aluno vivenciar o dia-a-dia das organizações, colocando em prática as técnicas e métodos de ensino bem como a troca de conhecimentos. As atividades dos Estágios Supervisionados são planejados, executadas, acompanhadas e avaliadas seguindo os Parâmetros Curriculares Nacionais e demais Programas. Constitui-se em instrumento de integração, em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-didático-pedagógico, cultural, científico e de relacionamento humano. Para o adequado desenvolvimento das atividades, os alunos deverão obedecer às normas contidas no Regulamento próprio, que vai transcrito abaixo: REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO DAS FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLÍ TÍTULO I DISPOSIÇÕES INICIAIS CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Artigo 1º - Quanto aos Objetivos do estágio supervisionado. 61 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI PARÁGRAFO ÚNICO - A realização do Estágio Supervisionado tem como objetivos: a complementação acadêmica, nos moldes estabelecidos pela Lei 11.788 de 25/09/2008 (Anexo I); proporcionar ao discente a vivencia e aquisição de experiências práticas no ambiente de trabalho, corroborando os conteúdos programáticos apresentados nas disciplinas observadas na matriz curricular do curso de Bacharelado em Administração, de modo que o discente conheça diferentes ambientes condizentes e ou relevantes à prática profissional do administrador. CAPÍTULO II DA SUPERVISÃO As atividades de estágio contam com um Núcleo de Estágios, com funções técnico-administrativas e de centralização das referidas atividades e execução da política institucional das Faculdades Integradas Torricelli na área. A apreciação dos estágios quanto ao mérito e forma, para os assuntos administrativos e legais, será feita pelo Supervisor de Estágios; pelo Professor Orientador de Estágios, a quem cabe a avaliação dos relatórios e a aprovação dos alunos como qualquer outra disciplina e pela Coordenação de Cursos para a aprovação final de todas as práticas. Artigo 2º - Ao Núcleo de Estágios compete: I - promover a integração da Faculdade com as Empresas e Instituições na busca de oportunidades para estágios dos alunos de todos os cursos; II – centralizar e executar a política de estágio assumida pela Faculdade; III - organizar e comandar o sistema institucional destinado ao Programa de Estágios; IV – articular-se com coordenadores, professores supervisores e dirigentes visando manter as atividades do setor em consonância com os procedimentos pedagógicos de todos os cursos. Artigo 3º - São responsáveis pelo Núcleo de Estágios: § 1º. Supervisão Geral de Estágios a quem cabe: I - dirigir o Núcleo de Estágios consoante a política definida pela Faculdade; II - manter contato com os coordenadores de curso e professores orientadores dos estágios, dando suporte aos mesmos, visando o bom desenvolvimento do Programa de Estágios e seu crescimento; III - manter contatos com empresas e instituições em geral, visando ampliar o rol de empresas conveniadas; IV - organizar e manter cadastro de alunos interessados em participar do Programa de Estágios; V - difundir o Núcleo e divulgar aos alunos todas as oportunidades de estágios; VI - centralizar as ações destinadas à execução do Programa, respondendo pela celebração dos convênios e firmação dos contratos com os alunos estagiários e empresas concedentes; VII - manter um permanente acompanhamento dos estágios em andamento, promovendo gestões para a sua fiel execução e compatibilização com as atividades teóricas desenvolvidas em sala de aula; VIII – verificar a condição de matriculados dos alunos em processo de estágio, tomando as providências devidas em caso de aluno estagiário não renovar matrícula de um semestre para outro; IX - receber os relatórios de estágios, fazendo a devida comprovação de seus protocolamentos e promover a entrega dos mesmos aos professores responsáveis, bem como recebê-los de volta dos referidos professores, 62 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI fazendo a divulgação dos resultados aos alunos e devidos registros acadêmicos, bem como guarda dos relatórios respectivos; X – incumbir-se de outras atribuições não elencadas, mas que se caracterizem como inerentes ao processo de estágios. § 2º. Aos Coordenadores de Curso compete: I - Definir as áreas profissionais tratadas no curso para atuação dos alunos interessados em realizarem estágios supervisionados; II - Identificar dentre seus professores aqueles mais preparados e capacitados para atuarem como orientadores e supervisores de estágio; III - Indicar à Diretoria Geral, para designação, os nomes dos professores que se encarregarão de promover a orientação, supervisão e avaliação dos alunos estagiários; IV - Acompanhar o trabalho dos professores designados e apresentar à Direção Geral relatório avaliativo das atividades desenvolvidas; V - Manter a Direção Geral informada sobre o andamento dos trabalhos dos professores supervisores; VI - Propor à Direção Geral inovações ou alterações nos procedimentos adotados para supervisão e acompanhamento dos estágios, visando a melhoria dos mesmos para reflexo nas atividades de ensino; VII - Manter-se em permanente articulação com o Núcleo de Estágios, no sentido de acompanhar as ações com relação à execução da política de estágio supervisionado; VIII - Incumbir-se de outras atribuições que se caracterizem como inerentes às ações relacionadas ao estágio supervisionado. § 3º. São atribuições dos Professores orientadores de Estágio: I - Discutir com os alunos os seus planos de estágio e definir o projeto final com os mesmos; II - Promover periodicamente o acompanhamento do estágio, prestando orientação e supervisão aos alunos; III - Prestar informações ao Núcleo de Estágios sobre o andamento dos estágios de seus alunos orientandos; IV - Manter articulação com o Núcleo de Estágios, visando a integração das atividades de supervisão com as atividades do projeto institucional, quanto à execução da política de estágios; V - Orientar o aluno na elaboração do relatório de estágio, combinando prazos para entrega e proceder à avaliação dos relatórios; VI - Entregar ao Núcleo de Estágios os relatórios dos estágios, as fichas de supervisão do aluno estagiário, bem como os resultados das avaliações realizadas; VII - Emitir, através de relatório próprio, parecer final identificador do desempenho do aluno estagiário; VIII – Orientar projetos de pesquisa, como atividades de iniciação científica do aluno estagiário; 63 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI IX - Incumbir-se de outras providências não elencadas, mas que se caracterizem como pertinentes às atividades realizadas de estágios. CAPÍTULO III DA OBRIGATORIEDADE E DURAÇÃO Artigo 4º - É obrigatória a sua realização, devendo-se observar os seguintes requisitos: Todo aluno regularmente matriculado no curso de Administração; A duração mínima do estágio é de 300 horas que deverão ser cumpridas integralmente. CAPÍTULO IV DA LEGISLAÇÃO VIGENTE Artigo 5º - Quanto às regulamentações, pareceres, resoluções, regimentos e demais documentos oriundos de órgãos superiores ao colegiado do curso de Administração, à que o presente regulamento esta sujeito, bem às Diretrizes fixadas pela Lei 11.788. TÍTULO II REGULAMENTAÇÃO GERAL CAPÍTULO I DOS CAMPOS DE ESTÁGIOS Artigo 6º - Considera-se campos de estágios as empresas ou organizações públicas ou privadas conveniadas diretamente ou via agentes de integração com as Faculdades Integradas Torricelli. § 1º. A caracterização e definição dos campos de estágios curriculares são representadas pelas disciplinas profissionalizantes dos cursos, podendo o aluno optar por quaisquer das áreas abrangidas, não se configurando, entretanto, ênfase ou habilitação na formação escolar. Artigo 7º - As Faculdades Integradas Torricelli firmarão com empresas ou organizações públicas ou privadas, diretamente ou através de Agências de Integração, acordos de cooperação, visando proporcionar aos alunos oportunidades para realizarem estágios de natureza prática, de acordo com abrangência de seus cursos. Após a celebração do Acordo de Cooperação com a empresa ou organizações públicas ou privadas e uma vez selecionado o aluno para iniciar suas atividades de estágio, deverá ser firmado um Termo de Compromisso do aluno e a Empresa ou organização respectiva, e Agente de Integração, se for o caso, em que figure a contratação das condições de estágio do aluno. § 1º. Constatada a desvinculação das atividades práticas desenvolvidas pelo aluno com aquelas afins e necessárias ao aprimoramento das atividades de ensino relacionadas ao curso, o professor orientador declarará a irrelevância do estágio em relação ao curso e informará o coordenador de curso, que fará a comunicação ao Núcleo de Estágio para tomadas das providências cabíveis, visando interromper o Termo de Compromisso e até mesmo o Acordo de Cooperação celebrado. CAPÍTULO II DOS DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS Artigo 8º - O conjunto de documentos que são exigidos para comprovação do cumprimento de estágios são os seguintes: I) Acordo de Cooperação - documento firmado com a empresa ou organização pública ou privada no sentido de estabelecer normas e procedimentos destinados a viabilizar oportunidades de estágio para os alunos interessados. Um mesmo acordo com uma empresa poderá ensejar a firmação de diversos termos de compromissos, que corresponderão a diversos estagiários. 64 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI II) Termo de Compromisso - documento celebrado entre o aluno e a empresa, com interveniência da Faculdade. Somente será assinado pela Faculdade se houver nexo das atividades do estagiário com os conteúdos programáticos ministrados no curso. III) Comprovação de Vínculo Profissional - Quando o acadêmico for registrado ou manter algum tipo de vínculo com a empresa onde desenvolverá o estágio. Neste caso é facultativa a apresentação do Termo de Compromisso, e do Acordo de Cooperação. IV) Pré-Projeto. “III”). V) Declaração da empresa autorizando a realização do estágio (somente para estagiários incluídos no item VI) Primeiro relatório parcial do cumprimento do estágio. VII) Relatórios periódicos. VIII) Declaração da empresa comprovando a realização do estágio. IX) Avaliação do estagiário, elaborada e assinada pelo responsável pelo estágio na empresa ou organização. X) Auto-Avaliação. CAPÍTULO III SISTEMA DE AVALIAÇÃO Artigo 9º - Somente será considerado aprovado o aluno que apresentar o Relatório Final de Estágio, conforme as regras deste manual e outras normas técnicas de redação e apresentação de trabalhos científicos, com nota igual ou superior a 6,0 (seis). PARÁGRAFO ÚNICO. O aluno será avaliado pelo professor orientador, com menção numérica de 0 a 10 (zero a dez), a partir das seguintes referências: I) Apresentação e desenvolvimento dos relatórios; II) Assiduidade nas reuniões de acompanhamento e apresentação de relatórios; III) As apresentações dos relatórios parciais serão acompanhadas e avaliadas exclusivamente pelo professor orientador. Artigo 10º - Para aprovação, a presença mínima do aluno estagiário a todas as atividades de estágio, destacando-se as reuniões e entrevistas com o professor orientador para entrega de relatórios e comparecimento a palestras e seminários deverá ser de no mínimo 75% (setenta e cinco por cento). Artigo 11º O aluno que for reprovado terá prazo de 10 dias para apresentar pedido de reconsideração na avaliação, se o resultado decorreu de falha passível de ser sanada. Após o prazo determinado no item anterior o aluno será considerado reprovado e não terá registrado o estágio em seu histórico escolar; PARÁGRAFO ÚNICO. A reprovação nas atividades de Estágio Supervisionado enquadra o aluno em situação de Dependência. 65 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Artigo 12º - No decorrer de acompanhamento e apresentação de relatórios, o professor orientador deverá redirecionar o desenvolvimento do estágio, se constatar o desvirtuamento da proposta do mesmo; Artigo 13º - Ocorrendo a indicação de desligamento ou de redirecionamento de que trata o item anterior, o NÚCLEO DE ESTÁGIOS deverá providenciar comunicação à Organização. TÍTULO III DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES FINAIS Artigo 14º - Quanto a Alteração Deste Regulamento. § ÚNICO: O presente regulamento fica sujeito a alterações, sendo estas com o objetivo de atualização ou discordância com documentos, regulamentos e regimentos futuros de instâncias superiores das Faculdades Integradas Torricelli, por decisão do colegiado do curso de Administração, por determinação do seu diretor geral ou órgãos reguladores e regimentais superiores. Artigo 15º- Os discentes que não realizarem a carga horária estabelecida do estágio supervisionado não colarão grau com os componentes de sua turma, ficando-lhes prejudicada a entrega do diploma. Artigo 16º - Compõem este regulamento os anexos: Anexo I – Lei 11.788 de 26 de setembro de 2008. Anexo II – Modelos de documentos e relatórios do estágio supervisionado.. Anexo III – Orientações específicas para o curso de Administração Artigo 23º - Revogam-se as disposições em contrário. Artigo 24º - O presente regulamento entra em vigor a partir da sua data de publicação ou aprovação pelo colegiado do curso de Bacharelado Administração das Faculdades Integradas Torricelli. Anexo I Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. 66 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E RELAÇÕES DE ESTÁGIO o Art. 1 Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos. o O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso, além de integrar o itinerário formativo do § 1 educando. o § 2 O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho. o Art. 2 O estágio poderá ser obrigatório ou não-obrigatório, conforme determinação das diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico do curso. o § 1 Estágio obrigatório é aquele definido como tal no projeto do curso, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma. o § 2 Estágio não-obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória. o § 3 As atividades de extensão, de monitorias e de iniciação científica na educação superior, desenvolvidas pelo estudante, somente poderão ser equiparadas ao estágio em caso de previsão no projeto pedagógico do curso. o o o o Art. 3 O estágio, tanto na hipótese do § 1 do art. 2 desta Lei quanto na prevista no § 2 do mesmo dispositivo, não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, observados os seguintes requisitos: I – matrícula e freqüência regular do educando em curso de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e nos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos e atestados pela instituição de ensino; II – celebração de termo de compromisso entre o educando, a parte concedente do estágio e a instituição de ensino; III – compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas previstas no termo de compromisso. o § 1 O estágio, como ato educativo escolar supervisionado, deverá ter acompanhamento efetivo pelo professor orientador da instituição de ensino e por supervisor da parte concedente, comprovado por vistos nos o relatórios referidos no inciso IV do caput do art. 7 desta Lei e por menção de aprovação final. o § 2 O descumprimento de qualquer dos incisos deste artigo ou de qualquer obrigação contida no termo de compromisso caracteriza vínculo de emprego do educando com a parte concedente do estágio para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária. o Art. 4 A realização de estágios, nos termos desta Lei, aplica-se aos estudantes estrangeiros regularmente matriculados em cursos superiores no País, autorizados ou reconhecidos, observado o prazo do visto temporário de estudante, na forma da legislação aplicável. 67 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI o Art. 5 As instituições de ensino e as partes cedentes de estágio podem, a seu critério, recorrer a serviços de agentes de integração públicos e privados, mediante condições acordadas em instrumento jurídico apropriado, devendo ser observada, no caso de contratação com recursos públicos, a legislação que estabelece as normas gerais de licitação. o § 1 estágio: Cabe aos agentes de integração, como auxiliares no processo de aperfeiçoamento do instituto do I – identificar oportunidades de estágio; II – ajustar suas condições de realização; III – fazer o acompanhamento administrativo; IV – encaminhar negociação de seguros contra acidentes pessoais; V – cadastrar os estudantes. o § 2 É vedada a cobrança de qualquer valor dos estudantes, a título de remuneração pelos serviços referidos nos incisos deste artigo. o § 3 Os agentes de integração serão responsabilizados civilmente se indicarem estagiários para a realização de atividades não compatíveis com a programação curricular estabelecida para cada curso, assim como estagiários matriculados em cursos ou instituições para as quais não há previsão de estágio curricular. o Art. 6 O local de estágio pode ser selecionado a partir de cadastro de partes cedentes, organizado pelas instituições de ensino ou pelos agentes de integração. CAPÍTULO II DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO o Art. 7 São obrigações das instituições de ensino, em relação aos estágios de seus educandos: I – celebrar termo de compromisso com o educando ou com seu representante ou assistente legal, quando ele for absoluta ou relativamente incapaz, e com a parte concedente, indicando as condições de adequação do estágio à proposta pedagógica do curso, à etapa e modalidade da formação escolar do estudante e ao horário e calendário escolar; II – avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação cultural e profissional do educando; III – indicar professor orientador, da área a ser desenvolvida no estágio, como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário; IV – exigir do educando a apresentação periódica, em prazo não superior a 6 (seis) meses, de relatório das atividades; V – zelar pelo cumprimento do termo de compromisso, reorientando o estagiário para outro local em caso de descumprimento de suas normas; VI – elaborar normas complementares e instrumentos de avaliação dos estágios de seus educandos; VII – comunicar à parte concedente do estágio, no início do período letivo, as datas de realização de avaliações escolares ou acadêmicas. 68 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Parágrafo único. O plano de atividades do estagiário, elaborado em acordo das 3 (três) partes a que se o refere o inciso II do caput do art. 3 desta Lei, será incorporado ao termo de compromisso por meio de aditivos à medida que for avaliado, progressivamente, o desempenho do estudante. Art. 8o É facultado às instituições de ensino celebrar com entes públicos e privados convênio de concessão de estágio, nos quais se explicitem o processo educativo compreendido nas atividades programadas para seus o educandos e as condições de que tratam os arts. 6 a 14 desta Lei. Parágrafo único. A celebração de convênio de concessão de estágio entre a instituição de ensino e a parte o concedente não dispensa a celebração do termo de compromisso de que trata o inciso II do caput do art. 3 desta Lei. CAPÍTULO III DA PARTE CONCEDENTE o Art. 9 As pessoas jurídicas de direito privado e os órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como profissionais liberais de nível superior devidamente registrados em seus respectivos conselhos de fiscalização profissional, podem oferecer estágio, observadas as seguintes obrigações: I – celebrar termo de compromisso com a instituição de ensino e o educando, zelando por seu cumprimento; II – ofertar instalações que tenham condições de proporcionar ao educando atividades de aprendizagem social, profissional e cultural; III – indicar funcionário de seu quadro de pessoal, com formação ou experiência profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para orientar e supervisionar até 10 (dez) estagiários simultaneamente; IV – contratar em favor do estagiário seguro contra acidentes pessoais, cuja apólice seja compatível com valores de mercado, conforme fique estabelecido no termo de compromisso; V – por ocasião do desligamento do estagiário, entregar termo de realização do estágio com indicação resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho; VI – manter à disposição da fiscalização documentos que comprovem a relação de estágio; VII – enviar à instituição de ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses, relatório de atividades, com vista obrigatória ao estagiário. Parágrafo único. No caso de estágio obrigatório, a responsabilidade pela contratação do seguro de que trata o inciso IV do caput deste artigo poderá, alternativamente, ser assumida pela instituição de ensino. CAPÍTULO IV DO ESTAGIÁRIO Art. 10. A jornada de atividade em estágio será definida de comum acordo entre a instituição de ensino, a parte concedente e o aluno estagiário ou seu representante legal, devendo constar do termo de compromisso ser compatível com as atividades escolares e não ultrapassar: I – 4 (quatro) horas diárias e 20 (vinte) horas semanais, no caso de estudantes de educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional de educação de jovens e adultos; 69 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI II – 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, no caso de estudantes do ensino superior, da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular. o § 1 O estágio relativo a cursos que alternam teoria e prática, nos períodos em que não estão programadas aulas presenciais, poderá ter jornada de até 40 (quarenta) horas semanais, desde que isso esteja previsto no projeto pedagógico do curso e da instituição de ensino. o § 2 Se a instituição de ensino adotar verificações de aprendizagem periódicas ou finais, nos períodos de avaliação, a carga horária do estágio será reduzida pelo menos à metade, segundo estipulado no termo de compromisso, para garantir o bom desempenho do estudante. Art. 11. A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência. Art. 12. O estagiário poderá receber bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada, sendo compulsória a sua concessão, bem como a do auxílio-transporte, na hipótese de estágio não obrigatório. o § 1 A eventual concessão de benefícios relacionados a transporte, alimentação e saúde, entre outros, não caracteriza vínculo empregatício. o § 2 Poderá o educando inscrever-se e contribuir como segurado facultativo do Regime Geral de Previdência Social. Art. 13. É assegurado ao estagiário, sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 (um) ano, período de recesso de 30 (trinta) dias, a ser gozado preferencialmente durante suas férias escolares. o § 1 O recesso de que trata este artigo deverá ser remunerado quando o estagiário receber bolsa ou outra forma de contraprestação. o § 2 Os dias de recesso previstos neste artigo serão concedidos de maneira proporcional, nos casos de o estágio ter duração inferior a 1 (um) ano. Art. 14. Aplica-se ao estagiário a legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho, sendo sua implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio. CAPÍTULO V DA FISCALIZAÇÃO Art. 15. A manutenção de estagiários em desconformidade com esta Lei caracteriza vínculo de emprego do educando com a parte concedente do estágio para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária. o § 1 A instituição privada ou pública que reincidir na irregularidade de que trata este artigo ficará impedida de receber estagiários por 2 (dois) anos, contados da data da decisão definitiva do processo administrativo correspondente. o o § 2 A penalidade de que trata o § 1 deste artigo limita-se à filial ou agência em que for cometida a irregularidade. CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 16. O termo de compromisso deverá ser firmado pelo estagiário ou com seu representante ou assistente legal e pelos representantes legais da parte concedente e da instituição de ensino, vedada a atuação o dos agentes de integração a que se refere o art. 5 desta Lei como representante de qualquer das partes. 70 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Art. 17. O número máximo de estagiários em relação ao quadro de pessoal das entidades concedentes de estágio deverá atender às seguintes proporções: I – de 1 (um) a 5 (cinco) empregados: 1 (um) estagiário; II – de 6 (seis) a 10 (dez) empregados: até 2 (dois) estagiários; III – de 11 (onze) a 25 (vinte e cinco) empregados: até 5 (cinco) estagiários; IV – acima de 25 (vinte e cinco) empregados: até 20% (vinte por cento) de estagiários. o § 1 Para efeito desta Lei, considera-se quadro de pessoal o conjunto de trabalhadores empregados existentes no estabelecimento do estágio. o § 2 Na hipótese de a parte concedente contar com várias filiais ou estabelecimentos, os quantitativos previstos nos incisos deste artigo serão aplicados a cada um deles. o § 3 Quando o cálculo do percentual disposto no inciso IV do caput deste artigo resultar em fração, poderá ser arredondado para o número inteiro imediatamente superior. o § 4 Não se aplica o disposto no caput deste artigo aos estágios de nível superior e de nível médio profissional. o § 5 Fica assegurado às pessoas portadoras de deficiência o percentual de 10% (dez por cento) das vagas oferecidas pela parte concedente do estágio. Art. 18. A prorrogação dos estágios contratados antes do início da vigência desta Lei apenas poderá ocorrer se ajustada às suas disposições. o Art. 19. O art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei n 5.452, de 1 de maio de 1943, passa a vigorar com as seguintes alterações: o “Art. 428. ...................................................................... o § 1 A validade do contrato de aprendizagem pressupõe anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social, matrícula e freqüência do aprendiz na escola, caso não haja concluído o ensino médio, e inscrição em programa de aprendizagem desenvolvido sob orientação de entidade qualificada em formação técnico-profissional metódica. ...................................................................... o § 3 O contrato de aprendizagem não poderá ser estipulado por mais de 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de aprendiz portador de deficiência. ...................................................................... o § 7 Nas localidades onde não houver oferta de ensino médio para o cumprimento do disposto no § 1 deste artigo, a contratação do aprendiz poderá ocorrer sem a freqüência à escola, desde que ele já tenha concluído o ensino fundamental.” (NR) o o Art. 20. O art. 82 da Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 82. Os sistemas de ensino estabelecerão as normas de realização de estágio em sua jurisdição, observada a lei federal sobre a matéria. Parágrafo único. (Revogado).” (NR) Art. 21. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 71 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001. Art. 22. Revogam-se as Brasília, 25 de setembro de 2008; 187o da Independência e 120o da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Fernando Haddad André Peixoto Figueiredo Lima Este texto não substitui o publicado no DOU de 26.9.2008. Anexo II PRÉ-PROJETO Aluno: RA: Curso: Semestre: Turno: Área pretendida de estágio: Área específica relacionada ao curso: Contribuição do estágio para a aprendizagem no curso: Disponibilidade de tempo: Duração possível do estágio: Disciplinas relacionadas ao estágio: Durante a realização do estágio deverá desenvolver uma pesquisa: Qual temática gostaria de desenvolver? Nome do Professor Orientador: Assinatura do Aluno (a): DECLARAÇÃO DA EMPRESA AUTORIZANDO A REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO Declaramos, para fins de estágio supervisionado, que _________________________________________, portador do RG________________ e CPF________________, está autorizado a realizar seu estágio supervisionado nesta 72 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI empresa na área de _______________________________________, com início em ______/______/______, devendo cumprir no mínimo 300 horas. Informamos, ainda que o responsável pelo acompanhamento de estágio na empresa será o(a) Sr.(a)_______________________________, que atua como__________________________________, nome ____________________________________________________ fone_____________ cargo Local e data (Carimbo do CNPJ) ______________________________ Assinatura do responsável pelo estágio na empresa RELATÓRIO PARCIAL DE CUMPRIMENTO DO ESTÁGIO 1º RELATÓRIO PARCIAL Nome do aluno: Ra: Curso: Semestre: data: ___/____/____ Período: Dados gerais da empresa: (nome, endereço, etc.) Histórico da empresa: Estrutura organizacional da empresa: Áreas e funções: Quadro de dirigentes: Número de funcionários: Local do estágio: Área: Cronograma cumprido de estágio: -Atividades Programadas: 73 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI -Atividades Realizadas: -Relação com as Disciplinas do Curso: -Apreciação das atividades: dificuldades e ocorrências -Auto-Avaliação do aluno ______________________________ Estagiário(a) _____/_____/_____ ______________________________ Professor Orientador _____/_____/_____ RELATÓRIOS PARCIAIS Relatório Parcial nº.___________data: ___/____/____ Nome do aluno: Ra: Curso: Semestre: Local do estágio: Período: Área: Cronograma cumprido de estágio: -Atividades Programadas: -Atividades Realizadas: -Relação com as Disciplinas do Curso: -Apreciação das atividades: dificuldades e ocorrências -Auto-Avaliação do aluno ______________________________ Estagiário(a) _____/_____/_____ ______________________________ Professor Orientador _____/_____/_____ 74 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI DECLARAÇÃO Declaro, para todos os fins de direito, que estou ciente e de acordo com o regulamento que aborda os objetivos, trata da operacionalização e define o trâmite acadêmico do Estágio Supervisionado, comprometendo-me a cumprílo, bem como respeitar todas as regras e normas da empresa concedente do estágio. Estou ciente, também, que a conclusão do curso depende da necessidade de seguir devidamente as determinações e procedimentos que definem o Estágio Supervisionado, do cumprimento de no mínimo 300 horas de atividades práticas e da participação nas sessões de orientação, marcadas previamente. Guarulhos, ____/_______/2009. aceito as normas e regras referentes ao Estágio Supervisionado assinatura do aluno_______________________________ DECLARAÇÃO DA EMPRESA COMPROVANDO A REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO Declaramos, para fins de conclusão de atividades de estágio, que ________________________________________, RG_________________ e CPF___________________ concluiu seu projeto de estágio na área de ___________________, no período de ____/_______/______a _____/_______/______, completando um total de _____________( ) horas. Local e data Assinatura do responsável pelo estágio na empresa 75 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Papel timbrado da empresa e/ou carimbo do CNPJ Duas vias, com reconhecimento de firma Não encadernar junto com o relatório RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DE ATIVIDADES Empresa/Organização: Estagiário(a): Área: Período: ___/___/___ a ___/___/___ Total de Horas no Período:______ hs. Nome do(a) Supervisor(a) na Empresa: AVALIAÇÃO A SER PREENCHIDA PELO SUPERVISOR DO ESTÁGIO NA EMPRESA Aspectos Considerados Avaliação 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Conhecimento demonstrado no desenvolvimento das atividades programadas. 2. Cumprimento das atividades programadas. Qualidade do trabalho dentro de um padrão de desempenho aceitável. Disposição para atender prontamente as solicitações. (cooperação) Iniciativa na solução de problemas. Capacidade de sugerir, projetar ou executar inovações. Assiduidade e pontualidade no cumprimento de horários. 8. Disciplina quanto às normas e regulamentos internos. 9. Facilidade de contatos e interação no ambiente de trabalho. 10. Responsabilidade e zelo pelos bens da Empresa/Organização. 11. Desenvolvimento do Plano de Estágio. 76 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI ____/____/_______ ___________________________ Supervisor na Empresa ___________________________ Visto do Orientador CARIMBO DA EMPRESA AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Nome do Aluno : Semestre: Turno: Empresa em que efetuou o Estágio : Endereço: Nome do supervisor na Empresa: Área em que efetuou o Estágio : Início do Estágio:___/___/___ Término do Estágio: ___/___/___ Total de Horas : Objetivando sua ambientação houve apresentação aos demais funcionários ? ( )Sim ( )Não Durante o estágio desenvolveu entrevistas com gerências? ( )Sim ( )Não Procedeu visitas às instalações ? ( )Sim ( )Não Encontrou dificuldades na sua execução? ( )Sim ( )Não Caso tenha respondido afirmativamente a questão acima, como resolveu suas dificuldades? _______________________________________ Contou com assistência do supervisor na empresa ? ( )Sim ( )Não Apresentou à empresa seus(s) relatório(s)? ( )Sim ( )Não A realização do estágio contribuiu para melhorar sua aprendizagem no curso? ( )Sim ( )Não Você tratou de assuntos não contemplados no curso? ( )Sim ( )Não Se a resposta anterior foi SIM indique os assuntos: 77 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI ______________________________________________________________________________________ Guarulhos, _____/____________/_____. Assinatura do aluno Anexo III Considerações especificas para o Curso de Bacharelado em Administração Como dito anteriormente, o aluno deve realizar 300 horas de estágio ao longo dos dois últimos semestres, ou em casos excepcionalmente autorizados pela coordenação do curso. No entanto, de acordo com o período em que o mesmo estiver matriculado, sua atividade será regida pelas orientações abaixo. Levando em consideração a natureza do curso e as peculiaridades das empresas, apresentamos algumas áreas onde os alunos poderão efetuar os trabalhos de estágio: I) Planejamento, administração, organização, coordenação, supervisão, execução, produção e operacionalização de atividades e serviços; II) Assistência aos setores operacionais como suporte para compras, controle de estoque, custos, recrutamento e seleção, e outras atividades pertinentes a área de formação. III) Elaboração de projetos, estudos de viabilidade, pesquisas de mercado e demais atividades ligadas ao planejamento de instalações; IV) Os Estágios poderão ser realizados em empresas, instituições ou órgãos pertencentes à iniciativa privada ou ao setor público; V) O aluno deverá desenvolver o seu PROJETO de acordo com as explicações do professor orientador. MODELO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO O Relatório de Estágio é constituído por elementos pré-textuais, elementos textuais e elementos pós-textuais dispostos da seguinte forma: Estrutura Elemento 78 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Capa (obrigatório) Lombada (obrigatório) Folha de rosto (obrigatório) Errata (opcional) Folha de aprovação (opcional) Dedicatória(s) (opcional) Agradecimento(s) (opcional) Pré-textuais Epígrafe (opcional) Resumo na língua vernácula (opcional) Resumo na língua estrangeira (opcional) Lista de ilustrações (opcional) Lista de tabelas (opcional) Lista de abreviaturas e siglas (opcional) Lista de símbolos (opcional) Sumário (obrigatório) Introdução Textuais Desenvolvimento Conclusão Referências Glossário Pós-textuais Apêndice(s) Anexo(s) Índice(s) O elemento textual desenvolvimento deve ser contemplado pelos seguintes capítulos: Revisão da literatura Metodologia Análise 79 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Já a conclusão pode apresentar os desdobramentos relativos à importância, síntese, projeção, repercussão, encaminhamento e outros. Os capítulos devem ser apresentados em tópicos, de forma a organizar o assunto e o processo de comunicação. A seguir, apresentamos uma descrição/modelo de como deve ser elaborado cada um dos capítulos do Relatório de Estágio: Capítulo I – INTRODUÇÃO A Introdução deve, dentro do possível, contemplar os seguintes aspectos: •Caracterização do Estágio – Apresentar a empresa e área escolhidas para o Estágio; •Desenvolvimento do Estágio – Fazer uma breve descrição das tarefas executadas, do aprendizado prático obtido e dos problemas de administração encontrados na empresa e/ou no setor do Estágio; •Objetivos do Estágio – Dar ênfase ao aspecto de aprendizado e, principalmente, à formulação de soluções para correção dos problemas; •Justificativa do Estágio – Descrever o embasamento técnico/bibliográfico e a orientação recebida dos professores, para encontrar e indicar as soluções para os problemas evidenciados no decorrer do Estágio; •Razões que levaram o aluno a realizar o Estágio na área específica; •Dificuldades encontradas no Estágio e a forma como foram superadas; •Nível de colaboração da empresa (por exemplo: dificuldade ou facilidade na obtenção dos dados necessários, informações sobre procedimentos, formulários etc.); •Orientação técnica prestada pela empresa (por parte do responsável pelo estagiário e mesmo por outros profissionais) que tenha colaborado para o seu aperfeiçoamento profissional; •Meios de obtenção da bibliografia de apoio ao desenvolvimento do trabalho; •Delimitação do projeto – De acordo com os objetivos do estágio e as justificativas; Outro ponto essencial do capítulo introdutório é o tópico relativo à identificação da empresa onde o estágio foi realizado, conforme segue: IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA ONDE O ESTÁGIO FOI REALIZADO 1 – Nome da empresa (Razão Social e Nome Fantasia); 2 – Endereço completo; 3 – Telefone, fax, e-mail; 4 – Sócios majoritários, acionistas controladores e grupos associados; 5 – Ramo de atividade da empresa 80 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 5.1 – Principais produtos desenvolvidos pela empresa; 5.2 – Serviços complementares. 6 - Área de atuação da empresa (turismo de negócios, restaurante internacional, restaurante típico, parque temático, turismo de lazer de praia, turismo de lazer de campo, saúde, consultoria, manufatura, etc.); 7 – Histórico da empresa; 8 – Organograma da empresa; 9 – Principais metas da empresa; 10 – Recursos Humanos da empresa (fazer uma breve descrição sobre o “ambiente” de Recursos Humanos da empresa – válido para estágios de todos os setores); 10.1 – Número de empregados da empresa; 10.2 – Categorias dos profissionais que atuam na empresa; 10.3 – Divisão Técnica do trabalho na empresa (breve descrição de como são operacionais e técnicas – hierarquia e atribuições profissionais); divididas as tarefas 10.4 – Qualificação dos funcionários especializados e não especializa- dos e tipos de treinamentos oferecidos; 10.5 – Nome do(a) gerente do setor de Recursos Humanos da empresa; 11 – Principais recursos materiais (Ativo Permanente) da empresa (prédios, instalações, equipamentos, maquinaria, material de uso diário etc.); 12 – Política Ambiental da Empresa (descrever se a empresa possui uma política ambiental. Observar se realiza reciclagem de lixo, se tem alguma política que evite desperdícios (água, energia)); 13 – Código de Ética. 14 –Globalização. (dissertar sobre a empresa no mundo globalizado). IDENTIFICAÇÃO DA ÁREA DO ESTÁGIO Após a identificação geral da empresa, o projeto deve permitir a caracterização da área de estágio/projeto, conforme segue: 1 – A Área do Estágio (citar o departamento, setor ou área onde se concentrou o estágio); 2 – Organograma do setor do Estágio; 3 – Recursos Humanos da área do Estágio: 3.1 – Categoria dos profissionais que atuam na área do Estágio; 3.2 – Adequação da mão-de-obra para a área de concentração do Estágio; 3.3 – Jornada de trabalho na área do Estágio (número de turnos, tempo dos intervalos, tipo de revezamento, etc.); 81 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 3.4 – Nome e cargo da chefia direta; 4 – Principais recursos materiais (Ativo Permanente) da área do Estágio; 5 – Cadeia de suprimentos da área do Estágio (onde e como o setor é abastecido dos itens necessários à sua operação e como abastece os outros setores da empresa, com os seus produtos e serviços). Capítulo II – REVISÃO DE LITERATURA Neste capítulo, o aluno deverá apresentar os aspectos teóricos relativos à área e ao assunto abrangido pelo projeto. É esperado que o aluno pesquise livros, periódicos e demais fontes de informação sobre o tema escolhido. O estudo desse material é a base e conteúdo desse capítulo. Assim como os demais capítulos, este deverá estar organizado em tópicos e correlacionado com os objetivos e justificativas do projeto. “A revisão da literatura busca uma fundamentação teórica para o trabalho” (Roesch, 1999:186). Capítulo III – METODOLOGIA(*) Neste capítulo o aluno deve descrever os procedimentos utilizados para a obtenção do conhecimento do funcionamento da empresa e da área escolhida para o Estágio (entrevistas, observação direta, análise documental, estudo de formulários etc.). Deve, ainda, citar quais foram os instrumentos utilizados para analisar o comportamento da empresa/área e como foram evidenciados os problemas porventura existentes e como foram encontradas as suas respectivas soluções (obras didáticas, orientação dos professores etc.). Por último, deve descrever a metodologia usada para a formatação técnica do Relatório de Estágio (orientação básica recebida dos professores das várias disciplinas das Faculdades, orientações contidas no Manual de Estágio, aspectos próprios exigidos pela área escolhida para o Estágio e bibliografia disponível). A base concreta para os procedimentos empregados será a discussão bibliográfica realizada por indicação do Professor Orientador. De acordo com a área/setor escolhidos para estágio, o aluno receberá tarefa de leitura de obras que sejam aplicáveis ao seu caso específico. Para tanto, deverá: • Levantar conceitos teóricos, métodos e instrumentos de análise, encontrados em livros adotados pelas várias matérias do curso de Administração; • Rever Relatórios de Estágio relacionados com a área objeto do trabalho, atentando para as observações/indicações feitas pelo Professor Orientador; (*)Obs.: Este capítulo deverá ser composto por duas partes. A primeira relativa à leitura e conhecimentos sobre metodologia, considerando o texto base da disciplina e outros pesquisados pelo aluno. Com base na primeira parte, a segunda apresenta o enfoque metodológico que será adotado, tendo em vista a natureza do projeto do aluno. • Descrever, compreender e criticar a bibliografia que lhe for indicada; • Ampliar a base da pesquisa teórica, consultando outras obras sobre a área de estágio, que não as indicadas pelo Professor Orientador. 82 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Capítulo IV – ANÁLISE (*) 1 – Escopo do Trabalho Este capítulo deve descrever as atividades desenvolvidas pelo aluno, durante o período do estágio, tais como: • Áreas em que “trabalhou” durante o período do Estágio; • Serviços que “realizou” em cada área. 2 - Diagnose Este item deve descrever, individualmente, os problemas de ordens técnica, administrativa e de procedimento, encontrados na área do Estágio, observando: •Que os problemas devem ser detalhados de forma clara, a fim de que haja compreensão das falhas de procedimento existentes; •As causas dos problemas; •Os prejuízos financeiros, materiais e/ou administrativos resultantes das falhas de procedimento. O Relatório deve ser apresentado com o maior número possível de falhas de procedimento. Os problemas identificados podem, inclusive, ser de outras áreas que não aquela onde o aluno realizou o estágio, desde que haja sólida base para a sua inclusão no Relatório. Exemplo sucinto: “As compras, o recebimento da mercadoria e o pagamento aos fornecedores são realizados pela mesma pessoa, de forma que não há segmentação de autoridade e responsabilidade, o que enseja a possibilidade de ocorrência de fraudes.” (*) Obs.: a) O capítulo “Análise” deve ser apresentado em tópicos; b) O aluno deve fazer referência bibliográfica, citando as obras utilizadas para base das análises dos problemas e elaborar a diagnose do setor/área do estágio. Capítulo V – CONCLUSÕES (*) 1 - Comentários Como forma de colaborar para o aperfeiçoamento técnico, administrativo e de procedimentos da empresa, o aluno deve fazer comentários sobre os meios materiais e humanos de que esta dispõe para solucionar os problemas identificados no Capítulo IV. 2 - Sugestões Para cada problema identificado no item anterior, indicar o procedimento correto, para corrigir a falha. As recomendações devem estar embasadas na bibliografia consultada. Exemplo sucinto: 83 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI “As funções de compra, recebimento das mercadorias e o pagamento aos fornecedores devem ser exercidas por pessoas distintas, de forma a evitar fraudes no recebimento (quantidade de mercadorias menor do que o consignado na Nota Fiscal, por exemplo) e no pagamento (pagamento por mercadorias não efetivamente recebidas)”. Neste capítulo o aluno deve emitir suas opiniões sobre as condições gerais da empresa e, particularmente, do setor ou área escolhida para o estágio, considerando a literatura (capítulo II), a análise (capítulo IV) e os objetivos/justificativas propostas no capítulo I. (* ) Obs.: a) O capítulo “Conclusões” deve ser apresentado em tópicos; b) O aluno deve fazer referência bibliográfica, citando as obras utilizadas para base das análises dos problemas e para elaborar a diagnose do setor/área do estágio. Capítulo VI – RECOMENDAÇÕES E SUGESTÕES Neste capítulo o aluno apresentará suas considerações, no sentido do desenvolvimento de novos projetos ou campos de pesquisa, os quais não foram abordados no projeto, em razão das limitações das informações. Assim, poderá sugerir aos colegas temas e formas para a continuidade dessa linha de pesquisa. 4. APRESENTAÇÃO DOS “RELATÓRIOS PARCIAIS” DE ESTÁGIO A preparação e a elaboração do Relatório de Estágio deve ser realizada durante o período das atividades normais de aula, de forma a não sobrecarregar o aluno no final do curso. Assim, os capítulos serão desenvolvidos durante o transcorrer dos dois últimos semestres, sem obedecer à ordem seqüencial. Os Relatórios Parciais de Estágio somente serão aceitos se estiverem de acordo com o estabelecido por este Regulamento de Estágio. Deverão ser observadas as seguintes características na apresentação, para cada um desses Relatórios, observando-se a sua uniformidade: • Os relatórios devem ser digitados em computador, se enquadrarem nas normas da ABNT, e entregues em duas vias (original e 1 cópia xerográfica); • Devem ser digitados em papel formato A-4, com páginas devidamente numeradas; • A digitação dos Relatórios Parciais deve obedecer a seguinte estética: margem superior, 3 cm; margem inferior, 2 cm; margem esquerda, 3 cm, e margem direita, 2 cm; • Os Relatórios Parciais devem ser digitados com espaço duplo, letras tamanho 12 (doze), fonte Arial; • As notas de rodapé devem ser separadas por um traço obedecendo à mesma margem à esquerda e à direita; • Os parágrafos iniciam-se a uma marca de tabulação de 1,27cm para dentro em relação à margem esquerda; • Os capítulos devem sempre ser iniciados numa nova página, com os títulos em letras maiúsculas, centrados na folha e indicados através de algarismos romanos. 5. APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO 84 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI O Estágio, como dito anteriormente, é caracterizado pela vivência do acadêmico em atividades que o levem ao aprofundamento teórico/prático exigido para a formação de um profissional qualificado, consistindo de uma fase de aproximação e aperfeiçoamento em um determinado campo profissional e de desenvolvimento de habilidades específicas. Os trabalhos concluídos devem ser socializados e sistematizados gerando conhecimentos que devem ser postos à disposição da comunidade acadêmica. O desenvolvimento da prática pré-profissionalizante deve ocorrer ao longo de todo processo de estágio, baseado no campo construído através da experiência do dia-a-dia, buscando o aprimorando das habilidades que culminam na elaboração de trabalhos técnico-científicos. A partir dessa experiência serão emitidos relatórios parciais que visam demonstrar a capacidade de análise, interpretação e reflexão crítica de atuação do aluno estagiário. Ao final do processo será elaborado o RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO, que circunstancia todo o processo de desenvolvimento de estágio desde a escolha do tema, passando pela investigação através da utilização de recursos metodológicos, bibliográficos e tecnológicos, necessários à realização do trabalho. Assim, o RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO é um documento que descreve o trabalho de preparação do estágio, relata o que foi efetivamente realizado na prática, bem como apresenta análise dos resultados, conclusão e roposições, podendo se constituir em um documento para alavancar futuros projetos de pesquisa, planos de empreendimentos ou mesmo em um trabalho profissional. O Professor Orientador deve, de acordo com suas atribuições, orientar, avaliar e aprovar as versões geradas pelos estagiários, quanto ao formato e a metodologia e quanto ao conteúdo, antes do encaminhamento à banca examinadora (instalada a critério da coordenação do curso), conforme disposto neste regulamento, no item 6 – Avaliação dos Relatórios. A versão preliminar do RELATÓRIO DE FINAL DE ESTÁGIO, deve descrever todas as atividades desenvolvidas pelo aluno, articulando-as com a bibliografia pesquisada, já digitada em computador, e com o rigor nas normas da ABNT (ver item 3 – Elaboração do Relatório de Estágio, bem como o Manual de Normatização para Elaboração de Trabalhos Acadêmicos produzido pela Instituição), deve ser entregue ao professor orientador que proporá ou não alterações. A “versão capa dura do Relatório” deverá ser escrita considerando-se as recomendações da banca. O RELATÓRIO DE FINAL DE ESTÁGIO será sempre de caráter individual. A data para as respectivas entregas, em versão preliminar e encadernada, será definida pelo Professor Orientador que levará em consideração o Calendário Escolar das Faculdades Integradas Torricelli. 6. AVALIAÇÃO DOS RELATÓRIOS 1 – Avaliações periódicas Nas avaliações dos Relatórios Parciais será considerado: •Metodologia na elaboração dos relatórios; •Pontualidade e dedicação no desenvolvimento dos trabalhos e dos contatos formais e informais com a supervisão e orientação; •Abrangência e conteúdo do trabalho em relação ao tema proposto; •Desenvolvimento ordenado e lógico dos Relatórios; 85 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI •Correção de linguagem, ortografia e apresentação do trabalho; •Bibliografia utilizada pelo aluno e citada nos Relatórios; •Avaliação da empresa; •Freqüência e interesse nas aulas de orientação; •Entrega e qualidade dos trabalhos intermediários; •A avaliação será feita pelo professor orientador de estágio com notas de 0 (zero) a 10 (dez). 2 – Avaliação do Relatório Final Na avaliação do relatório final será considerada também a qualidade e forma de apresentação do trabalho. O aluno que não efetuar a entrega do relatório final, nas condições e prazos regulamentares, mesmo que já tenha obtido a média mínima de aprovação nos bimestres anteriores, estará reprovado na disciplina Orientação de Estágios. A nota mínima para aprovação é 6,0 (seis). Os trabalhos poderão ser escolhidos através de amostragem aleatória e apresentados à uma banca examinadora. Para tanto os alunos deverão preparar a apresentação, com todos os requintes didáticos. A apresentação poderá ser aberta ao público acadêmico. Os que obterem nota igual ou superior a 7,0 (sete) serão encaminhados à biblioteca para utilização do público interno e externo. 7. DISPOSIÇÕES GERAIS O estágio supervisionado nos 6º, 7º. e 8º. semestres receberão orientação semanal, conforme horário estabelecido pelo professor orientador. Os Relatórios Parciais e Final deverão obedecer ao cronograma estabelecido neste Regulamento. Os alunos que não cumprirem os prazos de entrega dos relatórios não colarão grau com os componentes de sua turma, ficando-lhes prejudicada a entrega do diploma. Segundo a legislação, o aluno que ultrapassar sete anos de curso (incluindo o período para apresentação do Relatório de Estágio) deverá prestar novo concurso vestibular. Caso o curso passe por mudança curricular, o aluno deverá fazer todas as adaptações necessárias. Os alunos reprovados deverão efetuar matrícula na disciplina no ano seguinte. 8. SUGESTÕES DE TEMAS PARA O ESTÁGIO (*) (*) Adaptado de ROESCH, S.M. Projetos de estágio do curso de administração. São Paulo: Atlas, 1996. 1 – Área de administração geral a) Modernização administrativa. •Informatização. -Conveniência da informática em termos de custos e benefícios. -Treinamento e seleção de pessoal. -Identificação de áreas da empresa a serem informatizadas. 86 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI •Transferência de tecnologia. -Geração de conhecimentos e tecnologia. •Mudança incremental ou mudança total? •Eficiência, eficácia e efetividade. -Produtividade. -Desempenho organizacional. -Cumprimento de metas e objetivos. •Estratégias de mudança organizacional. •Gestão da qualidade. b) Análise ambiental. •Programas de proteção ambiental; gestão de programas e projetos de proteção ambiental; gestão de programas de controle de acidentes tecnológicos. •Percepção e análise de programas ambientais. -Identificação de problemas ambientais. -Mapeamento de atividades de risco. -Reação das populações ao risco eventual, potencial e real. c) Análise organizacional. •Análise Administrativa. -Sistemas organizacionais: estudo da organização como ela é; estrutura da organização; o que significa afirmar que uma organização é um sistema aberto?; que implicações esse sistema traria para uma organização? -Sistemas administrativos: classificação de cargos com limite de ascensão horizontal; estudo das rotinas de trabalho, distribuição das tarefas para o pessoal; racionalização e simplificação do trabalho; utilização e otimização dos equipamentos de última geração; abandono de equipamentos ultrapassados e em boas condições. •Contexto ambiental; distribuição do espaço físico; condições ambientais, variáveis externas de maior impacto sobre a organização. •Análise geral da empresa. -Levantamento de necessidades (pessoal, espaço físico). -Análise e formulação de alterações. -Manuais: elaboração de manuais para toda a organização ou para setores; análise crítica e reformulação de manuais preexistentes. 87 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI -Formulários: padronização e controle, levantamento e análise crítica dos formulários já existentes; elaboração e reelaboração de formulários; estruturação de um sistema de produção e controle de formulários (empresa média ou grande). -Estudos de layout burocrático no escritório; remontagem do layout existente para a reformulação de alternativas de modificação. -Fluxos de informação ou documentos: levantamento e graficação dos preexistentes na organização; análise e reformulação dos fluxos já existentes (empresa grande); manualização dos fluxos já existentes. -Estruturas organizacionais: formalização de estruturas informais e preexistentes (empresa pequena ou média); estudos para mudanças de estruturas organizacionais; manualização das estruturas existentes. •Sistemas de informações gerenciais. -Pequena/média empresa: sem uso exclusivo do computador. -Grande empresa: com uso exclusivo do computador. d) Estruturas de controle. •Controles fiscais, financeiros e físicos. 2 - Área de Recursos Humanos a) Estratégias e técnicas de recursos humanos. •Recrutamento e Seleção. -Fontes e meios de recrutamento. -Formas alternativas de recrutamento e seleção, inclusive com uso de grafologia, astrologia etc. -Inversão do processo de seleção: os subordinados escolhem os superiores. -Socialização operacional; integração na organização. •Treinamento. -Levantamento de necessidades. -Elaboração de um programa de treinamento. -Treinamento para o exercício da cidadania. -Formação e qualificação de agentes de treinamento. -Perfis a serem alcançados com o treinamento. -Recursos organizacionais disponíveis. •Planos de cargos. 88 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI -Remuneração. -Formas alternativas de remuneração. -Remuneração indireta para reduzir os encargos diretos do salário. -Significado e resultados da participação nos lucros. -Estrutura de salários nas empresas e critérios adotados. •Sistemas de avaliação. •Desenvolvimento de executivos. -Proposta de um programa para desenvolvimento de executivos a longo prazo. •Assistência/benefícios. -Benefícios oferecidos pela empresa (legais e opcionais). -Planos (abertos e fechados) de complementação da previdência. •Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho. -Avaliar o nível de insalubridade e periculosidade nas empresas. -Causas e conseqüências dos acidentes no trabalho. -Doenças profissionais. -Programa para criação de medidas e atitudes prevencionais. b) Comportamento organizacional. •Motivação , comportamento. -O que leva o indivíduo a engajar-se no processo de trabalho de organização. •Liderança. -Estilos de lideranças nas empresas brasileiras. •O poder das organizações. -Porque é usado? Para quem? Em benefício de quem poderá ser usado? •Conflitos dentro da empresa. -Situações não resolvidas e o conflito; causas e conseqüências; como resolver conflitos? •Qualidade de vida no trabalho – QVT. •Cultura organizacional. -A formação da cultura; mudanças na cultura. 89 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI -Programas de integração grupal na vida das organizações. -Clima organizacional. c) Relações de trabalho. •Sindicalismo. -Raízes do sindicalismo brasileiro. -O perfil das novas lideranças sindicais. -As formas de luta: greve, operação pipoca, operação tartaruga etc. -Negociação coletiva. -Utilização e impacto da legislação trabalhista nas relações de trabalho. -Formas avançadas de participação e gestão. d) Sociologia do trabalho. •Análise do processo de trabalho. -As novas tecnologias e a qualificação/desqualificação do trabalhador. -Novas formas de organização do trabalho. -Uso da flexibilidade funcional e numérica. •Significado do trabalho para as pessoas. •Controle nas organizações. -Mudanças na estrutura hierárquica e padrões de controle. •Mercado de trabalho e modalidade da mão-de-obra. e) Gestão de recursos humanos. •A nova postura do profissional de RH diante da realidade econômico-social do país. •Dificuldades no processo de sucessão em empresas familiares. •Recursos Humanos e Gestão da Qualidade: estrutura participativa, técnicas de envolvimento de funcionários, administração de processos, novas formas de relacionamento entre superiores e subordinados. •Gestão de RH em pequenas e médias empresas. •O processo decisório: níveis de decisão e o processo decisório; comportamento de executivos; desenvolvimento gerencial. •Reengenharia de Recursos Humanos: programas técnicas. 90 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 3 – Área de Marketing a) Elementos de mercado. •Descrição/análise de mercado. -Identificação dos diferentes segmentos. -Canal de troca. -Lançamento de um novo produto/serviço. -Ampliação da fronteira mercadológica da empresa. -Definição do potencial de mercado (receptividade à inovação). -Zoneamento de vendas. -Dimensionamento do mercado. -Análise de vendas. -Análise do setor - perspectivas do setor (volumes de vendas, estrutura competitiva e rentabilidade). -Determinação do volume da demanda. •Descrição/análise competitiva. -Identificação dos competidores, seu perfil e suas estratégias de Marketing. -Vantagem competitiva de custos e diferenciação de oferta. •Comportamento do consumidor. -Perfil e características do consumidor (consumidor industrial e final). -Processo decisório de compra. b) Instrumentos de Marketing. •Decisões em relação ao preço, distribuição, comunicação, administração de vendas e propaganda. •Logística (relação: custo e nível de serviço pretendido ou exigido); Sistema de remuneração da equipe de vendas. •Definição do plano de Marketing (estratégias: quantas unidades vender). •Análise de cadastro (custo de manutenção de um cadastro volumoso; identificação da curva ABC de clientes). •Análise da estratégia do produto. •Análise da equipe de vendas. •Programas de treinamento da equipe de vendas. •Controle mercadológico. 91 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI •Marketing direto. •Código de defesa do consumidor. •Política de Preços - reflexos da contabilidade. •Programa de produtividade. •Propaganda – comunicação. •Publicidade (patrocínio de fora para dentro). •Alternativas de comercialização: franquia (definições de padrões, exigências mínimas, normas contratuais e padrões de desempenho mínimo para controle da empresa); telemarketing. •Planejamento mercadológico. •Capacidade para o Marketing: Universidade X Empresa – avaliação das necessidades da empresa e perfil do profissional que está sendo formado. 4 – Área de produção de sistemas a) Administração de materiais. •A importância da Administração de Materiais no modelo empresarial. -Representação dos materiais no custo total do produto/serviço. -Adaptação de materiais tendo em vista sua representação no custo total. •Elaboração de um modelo para cadastro de fornecedores (tendo em vista, principalmente, a qualidade, o custo e o prazo de entrega). •Interligação da área de materiais com as áreas financeira, de produção e comercialização. •Estrutura organizacional para a área de administração de materiais. •Análise de valor aplicada aos materiais. b) Utilização de modelos, métodos e instrumentos. •Modelos de previsão. -Critérios válidos para modelos de previsão de vendas e demanda -Técnicas utilizadas. •Cálculo e controle de custos de produção. •Uso de redes PERT/CPM e desempenho da administração de projetos. •Elaboração de um plano de desenvolvimento e controle de projetos. •Aplicação de métodos quantitativos para a solução de problemas (níveis da empresa em que são utilizados). 92 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI •Planejamento de integração vertical e/ou horizontal na indústria. •Análise de produtividade. •Programação e controle de produção em determinado setor. c) Processo produtivo. •Processo produtivo utilizado, sua conveniência. •Proposta de um novo processo produtivo. •Estudo do layout e sugestões para modificações. •Administração de materiais e processo de produção: identificação das especificações de materiais para a produção/geração de serviços. •Controle de produção. •Utilização de matérias-primas alternativas em determinado setor, considerando raridade e preço, complexidade do processo, qualidade e custo, e medidas para evitar o esgotamento de matéria-prima escassa. d) Técnicas modernas de administração da produção e gestão da qualidade •Avaliação da eficiência dos sistemas just in time e kanban TQC - aplicabilidade, forma, local, condições, metodologia e integração entre estas técnicas. •Novas formas de organização da produção. •Técnicas japonesas. •Principais elementos de um programa de gestão da qualidade. •Avaliação de resultados de um programa de gestão da qualidade. •Conceito e formas de melhoria da gestão da qualidade. •Tipos de controle de qualidade, técnicas utilizadas. Emprego de métodos estatísticos da qualidade. •Análise da produtividade: conceitos, índices adotados e formas de melhorias. 5.2 Oferta Regular de Atividades da IES A Faculdade incentiva à participação de seus discentes em pesquisa mediante concessão de auxilio para execução de projetos científicos, concessão de bolsas especiais, promoção de congressos e congêneres, intercâmbio com outras instituições e divulgação dos resultados das pesquisas realizadas e outros meios a seu alcance. São incentivadas participação dos alunos em atividades de extensão cultural, criação, adaptação, difusão e transferência dos conhecimentos de tecnologia correlatos e/ou afins às áreas de seus cursos, destinadas a órgãos do governo e não governamentais, à sociedade e ao cidadão em geral, dando ênfase da região onde se encontra inserida a Instituição. A faculdade apóia a participação efetiva dos seus alunos em atividades articuladas com o setor produtivo através de parcerias com empresas da região em programas que se destinam a oportunizar o desenvolvimento da prática 93 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI profissional articulado com aprendizagem teórica desenvolvida na instituição, bem como propiciando ao aluno vivência e conscientização profissional, com vistas ao seu desenvolvimento, além de assegurar-lhes oportunidades no mercado de trabalho. 5.3 Responsabilidade Social O Núcleo de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Torricelli iniciou suas atividades em Agosto de 2005 com a missão de promover conceitos e práticas de responsabilidade social, gerando valor e melhorando a qualidade de vida da sociedade e da instituição. a) Educação: Alfabetização Solidária: O projeto de alfabetização solidária é parte integrante das atividades de responsabilidade social promovidas pela instituição e tem sua gestão centralizada na assessoria pedagógica que desenvolveu e implementou o referido projeto. b) Assistência Social (Alimentação): Faça o Feijão com Arroz: No ano de 2005 foi realizada na instituição, no período de 08/10/05 à 12/11/05 a segunda edição do projeto Faça o Feijão com Arroz que teve como objetivo contribuir para o desenvolvimento dos princípios da Responsabilidade Social Corporativa no ambiente acadêmico da Faculdades Integradas Torricelli, buscando inserir e disseminar a cultura do empreendedorismo social. O projeto superou todas as expectativas, alcançando o montante de 14,7 toneladas de alimentos. Dia Nacional da Livre Iniciativa: No dia 29 de Outubro de 2005, o Núcleo de Responsabilidade Social coordenou a participação das Faculdades Integradas Torricelli no evento realizado pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior – ABMES, no “Dia Nacional da Livre Iniciativa: Compromisso Social do Ensino Superior Particular”, evento este catalisou as ações de responsabilidade social desenvolvidas por faculdades e universidades particulares em todo o país. Neste dia o núcleo montou um posto de coleta de alimentos em um hipermercado Guarulhos, e com um grupo de voluntários composto por alunos e membros da comunidade arrecadou 1 tonelada de alimentos, que passou a integrar o projeto Faça o Feijão com Arroz. Este evento foi divulgado na mídia local conforme mostra o relatório final do projeto e a participação das Faculdades Integradas Torricelli será publicada no mês de Março em uma revista com o conteúdo do evento que circulará em todo País. c) Meio Ambiente: Implantação do Papel Reciclado No ano de 2005 o papel de reciclado passou a ser utilizado nas atividades dos departamentos da instituição que desta forma passa a contribuir para o equilíbrio ambiental e ainda desperta em seu público interno a cultura do consumo consciente e importância da preservação do meio ambiente. Reciclagem Também no segundo semestre de 2005 foi iniciada a fase de pesquisa para o desenvolvimento do projeto de reciclagem de materiais que tem por finalidade implementar na Faculdades Integradas Torricelli a prática da reciclagem de materiais e resíduos pós-consumo gerados pelas atividades dos seus departamentos, bem como pela atividade acadêmica de seus alunos e freqüentadores, de forma a contribuir para a redução do impacto ambiental, disseminando as práticas de preservação e responsabilidade social entre seu público e comunidade onde está inserida. O projeto se encontra em fase final de desenvolvimento devendo ser implantado no primeiro semestre de 2006. d) Inclusão Digital: Faz parte da pauta do núcleo o desenvolvimento de um projeto de inclusão digital. No ano de 2005, demos início a fase de pesquisa do projeto que incluiu visitas técnicas a algumas entidades e empresas que já possuem projetos dessa natureza em andamento como os tele-centros e entre outros. 94 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Também foram realizadas visitas em empresas que desenvolvem projetos sociais como a Visteon em Guarulhos e algumas reuniões com parceiros em potencial deste projeto como o Instituto Paradigma, Solution T.I., Sait-Gobain Abrasivos entre outros. e) Interação com o Público Interno e Externo: Modelo de Proposta de Projeto O Núcleo RS visa em sua atuação criar canais de relacionamento e interação com os públicos envolvidos em suas ações. Desta maneira, criou um modelo de proposta de projeto social. Este instrumento visa ajudar o proponente a transformar idéias e expectativas, em uma proposta mais consistente. Neste modelo, que segue abaixo o interessado encontra as diretrizes e a metodologia que um projeto social deve contemplar facilitando a exposição de suas idéias. Pesquisa Interativa O núcleo criou também um modelo de pesquisa para ser inserido no site da faculdade, acessado através do link do núcleo, onde o interessado poderá escolher a área preferida em que gostaria que a instituição desenvolvesse projetos sociais. Modelo da Pesquisa: Na sua opinião, em qual área o Núcleo de Responsabilidade Social da Faculdades Integradas Torricelli poderia atuar? Meio Ambiente Inclusão de Deficientes Capacitação Profissional Inclusão Digital Geração de Trabalho e Renda Cultura Esporte Outros: ________________ 6 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 6.1 ATIVIDADES COMPLEMENTARES Participação efetiva dos alunos em atividades complementares constituem componentes enriquecedores ao perfil do formando. As atividades complementares são atividades vivenciadas pelo discente, direcionadas ou não pelos professores, e têm como finalidade ampliar conhecimentos não somente no âmbito escolar, como também no contexto social, no campo de trabalho, proporcionando ao aluno experiências teóricas e práticas em diferentes relações sócio-culturais e educacionais a partir de uma perspectiva interdisciplinar. Conforme regulamento abaixo: 95 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO DAS FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLÍ TÍTULO I DISPOSIÇÕES INICIAIS CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Artigo 1º - Quanto aos Objetivos das Atividades Complementares. § ÚNICO - apresentam-se com a característica e objetivo de proporcionar ao discente a vivencia e aquisição de experiências não contempladas nas disciplinas observadas na matriz curricular do curso de Bacharelado em Administração, de modo que o discente conheça diferentes ambientes condizentes e ou relevantes à prática profissional do administrador. CAPÍTULO II DA NATUREZA E FINALIDADE Artigo 2º - Quanto à Definição das Atividades Complementares. § ÚNICO - as atividades complementares são aquelas realizadas fora da matriz curricular do curso de Bacharelado em Administração das Faculdades Integradas Torricelli, buscando desenvolver no discente o aprofundamento: formativo, acadêmico e profissional. Sendo estas, consideradas aprovadas ou não pela coordenação do curso, através da figura do coordenador, órgão similar ou docente por ele autorizado. CAPÍTULO III DA OBRIGATORIEDADE Artigo 3º - Quanto a Obrigatoriedade do Cumprimento das Atividades Complementares. § ÚNICO: Todos os discentes do curso de Bacharelado em Administração das Faculdades Integradas Torricelli encontram-se obrigados a cumprir as atividades complementares, sendo estas, atividades compulsórias para a aprovação final e, conseqüentemente colação de grau. CAPÍTULO IV DA LEGISLAÇÃO VIGENTE Artigo 4º - Quanto às regulamentações, pareceres, resoluções, regimentos e demais documentos oriundos de órgãos superiores ao colegiado do curso de administração, à que o presente regulamento esta sujeito, bem às Diretrizes Curriculares fixadas pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (lei 9.394/96 –LDB). CAPÍTULO V DA OFERTA Artigo 5º - Quanto à Oferta das Atividades Complementares. § ÚNICO: As Faculdades Integradas Torricelli, bem como a coordenação do curso de Administração, ou qualquer outro órgão a ele subordinado, não se obriga a ofertar a totalidade das atividades complementares. TÍTULO II CARACTERIZAÇÃO DAS MODALIDADES 96 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI CAPÍTULO I DAS MODALIDADES Artigo 6º - Quanto as Modalidades das Atividades Complementares. i. Modalidade de Ensino: são caracterizadas pelo processo de aquisição também pela transmissão do conhecimento, cultura ou similar, cuja realização seja complementar às realizadas na matriz curricular do curso, de forma que, fique assegurada a ampliação de conhecimentos, saberes, habilidades e competências relevantes ao processo de formação humano ou acadêmico - profissional dos discentes. ii. Modalidade de Pesquisa: são atividades onde o discente apresente envolvimento participativo em processos de investigação, transmissão e o registro de um conhecimento ou conjunto de conhecimentos, métodos e procedimentos. iii. Modalidade de Extensão: tal modalidade preconiza a prestação de algum(ns) tipo(s) de serviço à comunidade, com o objetivo de promover o desenvolvimento sócio, econômico e cultural e melhorar a qualidade de vida da população em algum aspecto condizente com a prática da profissão do administrador. TÍTULO III DISPOSIÇÕES PARA VALIDAÇÃO CAPÍTULO I DA CARGA HORÁRIA MÍNIMA Artigo 7º - Quanto à Carga Horária das Atividades Complementares. § ÚNICO: O cumprimento das atividades complementares deverá apresentar a carga horária mínima de 300 (trezentas) horas, que serão acrescentadas à carga horária total no curso de Bacharelado em Administração das Faculdades Integradas Torricelli; CAPÍTULO II DO LIMITE DA CARGA HORÁRIA Artigo 8º - Quanto ao Limite de Carga Horária para Validação das Atividades Complementares por Modalidade. i. Não há limite de carga horária para validação das atividades complementares por modalidade e sim por atividade. ii. A atividade para ser validada como atividade complementar, somente poderá se repetir, na seqüência do curso, transcorridos no mínimo dois semestres, o que não impede o discente repetir a modalidade das atividades complementares discentes. iii. O coordenador do curso, assim como os demais docentes, deverão orientar os discentes a diversificarem suas atividades complementares, com o objetivo de aumentar a vivência em diferentes situações e ambientes, condizentes com a profissão de administrador. CAPÍTULO III DA DOCUMENTAÇÃO Artigo 9º - Quanto a Entrega de Documentos das Atividades Complementares. 97 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI i. Todo o documento comprobatório das atividades complementares, quer sejam cópias ou documentação original, deverão ser entregues pelos discentes do curso de Bacharelado em Administração ao setor de atendimento ao cliente mediante protocolo. ii. Fica impedido outra pessoa, funcionário ou docente das Faculdades Integradas Torricelli de receber a documentação comprobatória das atividades complementares. CAPÍTULO IV DA PARCIALIDADE OU TOTALIDADE Artigo 10º - Quanto a Totalidade ou Parcialidade do Cumprimento das Atividades Complementares. § ÚNICO: Somente as atividades complementares concluídas em sua totalidade terão sua validação deferida, desse modo, fica vetado o cumprimento parcial de carga horária para efeito de validação. TÍTULO IV SISTEMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES CAPÍTULO I DA TABELA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Artigo 11º - Quanto à Relação: Modalidade – Requisitos Para Validação – Carga Horária Máxima – Incidência no Decorrer o Curso. § ÚNICO : A validação das atividades complementares será feita em consonância com a Tabela de Atividades Complementares, apresentado abaixo: Atividades Complementares de Ensino Requisitos para Validação Monitoria na graduação. Declaração assinada pelo professor, ou IES. (Documento Original) Participação em cursos de atualização ou de extensão universitária. Carga Horária Máxima Incidência no no Decorrer do Curso Decorrer o Curso 50 8 (as disciplinas não poderão se repetir) Certificado do curso com carga horária 15 Ilimitado Certificado de Aprovação no Exame. (xérox autenticado) 20 Ilimitado (somente será válido se o teste for realizado no período letivo vigente) Participação como representante Declaração de participação assinada de classe durante o semestre no pelo coordenador do curso. curso de graduação. 40 8 Aprovação em Exame de Proficiência de Língua Estrangeira Cursos de idiomas Cursos artísticos (xérox autenticado) Cada 6 horas no curso Certificado ou declaração de participação e aprovação semestral. equivalem a 1 hora/ atividade (xérox autenticado) complementar. Certificado ou declaração de Cada 6 horas no curso participação semestral com mínimo de equivalem a 1 hora/ atividade Ilimitado Ilimitado 98 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 12 horas. (xérox autenticado) Cursos de informática. Participação em atividades interdisciplinares indicadas por professores dos cursos. Visitas Técnicas complementar. Cada 8 horas no curso Certificado de participação semestral equivalem a 1 hora/ atividade com mínimo de 24 horas. complementar (xérox autenticado) Relatório com resenha e anuência do professor. Declaração do docente responsável que acompanhou, juntamente com relatório das atividades ou relatório com foto do discente com algum referencial visual que comprove sua presença no dia da visita. 2 30 horas 4 Ilimitado 4 Contrato do estágio onde indicando CNPJ e razão social da instituição; Estágios curriculares não relatório das atividades realizadas com obrigatórios (Estágio Integrador e assinatura e número do registro no Estágio de Pesquisa) CREF do profissional responsável. (Documento Original) 50 Ilimitado Participação como ouvinte em Certificado de participação com carga horária. eventos, palestras, seminários, congressos, simpósios, feiras e exposições. (xérox autenticado) 20 4 Participação em grupo de pesquisa de iniciação científica das FIT. 50 Ilimitado 15 2 20 Ilimitado Declaração assinada do professor orientador. Declaração da IES com carimbo Participação em grupo de indicando CNPJ e razão social, pesquisa de iniciação científica declaração professor responsável pela fora da FIT. pesquisa e relatório das atividades desenvolvidas pelo discente. Publicação de trabalho científico em periódico nacional. Atestado de publicação da Revista. (xérox autenticado) Publicação de trabalho científico em periódico internacional. Atestado de publicação da Revista. (xérox autenticado) 30 Ilimitado Participação em evento científico nacional com apresentação de Pôster. Atestado de apresentação do pôster pela organização do evento e cópia digitalizada em mídia (CD). (xérox autenticado) 15 Ilimitado Participação em evento científico internacional com apresentação de Pôster. Atestado de apresentação do pôster pela organização do evento e cópia digitalizada em mídia (CD). (xérox autenticado) 20 Ilimitado Participação em evento científico internacional com Comunicação Revista do evento ou similar. 25 Ilimitado 99 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Oral. (xérox autenticado) Participação em evento científico nacional com Comunicação Oral. Apresentação da cópia autenticada ou da cópia acompanhada de original. (xérox autenticado) 15 Ilimitado Partic. em projetos e eventos Relatório da atividade com assinatura extensão da FIT, autorizados pelo do responsável e carga horária total do Coordenador do curso. projeto. 20 6 Participação em projetos e Relatório da atividade da instituição eventos extensão fora da FIT, responsável pela atividade, com autorizados pelo Coordenador do carimbo indicando CNPJ e razão curso. social e assinatura do responsável. 10 2 Trabalho voluntário promovido por ONGs, instituições religiosas, programas comunitários (públicos ou privados), relacionados diretamente ao processo formativo-acadêmico do discente. Declaração indicando o carimbo da instituição o número de identificação da mesma em algum órgão público, assinatura do responsável e relatório das atividades. 15 4 Organização de eventos Declaração de participação assinada científicos, jornadas, semanas pelo coordenador do curso de acadêmicas, eventos esportivos, administração das FIT, na sua culturais e de recreação, nas FIT ausência deste, a declaração deverá ou com ela figurando como ser assinada pelo diretor acadêmico principal IES do evento. ou diretor geral das FIT. 30 Ilimitada Participação em grupos de estudo Relatório da atividade com parecer do registrados pela coordenação do professor responsável, quanto à curso de bacharelado em freqüência e aproveitamento dos Administração das FIT. estudos. 20 2 A definir por cada trabalho Ilimitado Leitura e resenhas de livros, solicitados pelos professores. Solicitação e validação pelo professor que fez a solicitação. TÍTULO V ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS CAPÍTULO I DO COORDENADOR DO CURSO DE ADMINITRAÇÃO Artigo 12º - Quanto à Responsabilidade de Organização, Acompanhamento, Registro e Elaboração de Relatórios das Atividades Complementares. i. O coordenador do curso de Bacharelado em Adminitração das Faculdades Integradas Torricelli definirá docentes do curso, para desempenhar as funções de organização, acompanhamento, registro e elaboração de relatórios das atividades complementares do período letivo vigente, sendo então, atribuído a este um acréscimo de 10 (dez) horas atividades por período letivo. ii. Para efeitos de referência e facilitação de comunicação o docente supra citado, indicado pelo coordenador, nomear-se-á “Coordenador de Atividades Complementares”; 100 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI iii. Definição dos critérios para validação das atividades complementares, ouvindo para isto o colegiado do curso, devendo obedecer às considerações e regulamentações oriundas do Conselho Superior de Gestão (CSG). CAPÍTULO II DO(S) COORDENADOR(S) DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Artigo 13º - Quanto a Validação das o Reconhecimento das Atividades Complementares Apresentadas § ÚNICO: O reconhecimento dos comprovantes de atividades complementares, apresentadas pelos discentes, será deferido ou indeferido pelo coordenador do curso de administração ou qualquer outro docente do curso, por ele designado com o objetivo de desempenhar esta função, não tendo a obrigatoriedade de consultar qualquer outro órgão, conselho, colegiado para tal. Artigo 14º - Quanto as Competências do Coordenador de Atividades Complementares. i. deferir ou indeferir as atividades complementares apresentadas pelos discentes; ii. validar as cargas horárias apresentadas pelos discentes, dispondo para este processo a tabela apresentada do artigo Art. 11º do presente documento; iii. remeter ao setor responsável pelos registros acadêmicos as informações e documentações (quando requerida) referentes às atividades complementares, para efeito de registro no histórico escolar do discente; iv. remeter ao coordenador do curso de Administração relatório referente ao desenvolvimento da função de coordenador de atividades disciplinares; v. exigir a documentação correta das atividades complementares, do discente; vi. fazer o lançamento das atividades cumpridas pelos discentes, referentes às atividades complementares discentes; vii. avaliar e dar parecer prévio ao discente, quando questionado, sobre a adequação da atividade a qual o discente esta propondo realizar; viii. desenvolver projeto de conscientização junto aos discentes sobre a importância do cumprimento das atividades complementares discentes, podendo inclusive para isto solicitar o auxilio de outros docentes; ix. encaminhar para análise ao coordenador do curso de Bacharelado em Adminsitração das FIT, atividades não mencionadas no Art. 11º, que gere dúvida quanto a sua validação. CAPÍTULO III DOS DEMAIS DOCENTES DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Artigo 15º - Quanto aos demais docentes do curso de Administração, fica estabelecido a tarefa de co-auxiliar o discente na realização das atividades complementares, cabendo a este: conhecer as informações contidas neste regulamento; orientar o discente quando necessário e na ausência do coordenador de atividades complementares; responder aos discentes sobre as possíveis dúvidas futuras sobre a realização das atividades complementares; 101 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI manter-se informado em relação as alterações deste regulamento e demais resoluções ou pareceres oriundos dos demais órgãos das Faculdades Integradas Torricelli; direcionar o discente ao coordenador de atividades complementares ou ao coordenador do curso de Bacharelado em Administração, quando não conseguir respondê-las; CAPÍTULO IV DO DISCENTE DO CURSO Artigo 16º - Quanto as obrigações dos discentes, que deverão desenvolver suas atividades complementares com senso crítico, fundamentado em conceitos teórico-práticos próprios das áreas correspondentes ao local de realização. Artigo 17º - Quanto as ações são pertinentes ao discente do curso: i. obedecer à legislação vigente, bem como as apresentadas neste documento; ii. escolher seu campo de realização das atividades complementares e, quando necessário solicitar auxilio do coordenador ou qualquer outro docente do curso de Bacharelado em Administração das Faculdades Integradas Torricelli; iii. assinar os documentos pertinentes à realização das atividades complementares; iv. apresentar toda a documentação solicitada pelas Faculdades Integradas Torricelli, o coordenador de atividades complementares ou coordenador do curso; TÍTULO VI DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES FINAIS Artigo 18º - Quanto a Alteração Deste Regulamento. § ÚNICO: O presente regulamento fica sujeito a alterações, sendo estas com o objetivo de atualização ou discordância com documentos, regulamentos e regimentos futuros de instâncias superiores das Faculdades Integradas Torricelli, por decisão do colegiado do curso de administração, por determinação do seu diretor geral ou órgãos reguladores e regimentais superiores. Artigo 19º- Os discentes que não realizarem a carga mínima das atividades complementares não colarão grau com os componentes de sua turma, ficando-lhes prejudicada a entrega do diploma. Artigo 20º - Segundo a legislação, o discente que ultrapassar seis anos de curso (incluindo o período para a realização das atividades complementares) deverá prestar novo concurso vestibular. Artigo 21º - Caso o curso passe por mudança curricular, o discente deverá fazer todas as adaptações necessárias. Artigo 22º - Os discentes reprovados deverão efetuar matrícula e cumprir as cargas horárias pertinentes à atividades complementares no semestre seguinte. Artigo 23º - Revogam-se as disposições em contrário. Artigo 24º - O presente regulamento entra em vigor a partir da sua data de publicação ou aprovação pelo colegiado do curso de Bacharelado Administração das Faculdades Integradas Torricelli. 102 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 7. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM E DO CURSO 7.1 Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre o aproveitamento e freqüência do aluno. O aproveitamento escolar é avaliado através do acompanhamento contínuo dos alunos e dos resultados por ele obtido nos diversos instrumentos de avaliação. Cabe ao professor da disciplina, de forma integrada com os demais professores da turma e do curso, ouvido o Coordenador do curso respectivo, elaborar e aplicar os instrumentos de avaliação, bem como julgar os resultados e discuti-los com os alunos. 7.2 Avaliação do Curso O curso se auto-avalia sistematicamente no decorrer do semestre letivo através de: observação, acompanhamento, orientação e momentos de um ciclo pedagógico, entendido como instrumento de re-planejamento. Tais mecanismos são de responsabilidade permanente dos corpos docente, discente e da administração didático-pedagógica do curso por ocasião das reuniões com representante de classe, reuniões pedagógicas além de instrumentos avaliatórios aplicados aos envolvidos no processo educacional. 103 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 8. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS COM O ENSINO 8.1 Pesquisa As Faculdades Integradas Torricelli incentivam à participação de seus discentes em pesquisa mediante concessão de auxilio para execução de projetos científicos, concessão de bolsas especiais, promoção de congressos e congêneres, intercâmbio com outras instituições e divulgação dos resultados das pesquisas realizadas e outros meios a seu alcance. Foi instituído neste sentido o Projeto Interdisciplinar de Pesquisa e Aprendizagem que visa avaliar o aluno em projetos específicos de pesquisa, conforme apresentamos no regulamento descrito abaixo: REGULAMENTO DO PROJETO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA DE APRENDIZAGEM (PIPA) DO CURSO DE BACHARELADO EM ADMINSITRAÇÃO DAS FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLÍ CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES INICIAIS Artigo 1º - O presente documento originou-se da necessidade de sistematização e padronização dos processos de avaliação do desempenho acadêmico dos discentes e, teve como documento determinante das diretrizes a serem cumpridas a resolução no 002 de 05 de janeiro de 2009, do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) das Faculdades Integradas Torricelli. CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS E DA NATUREZA DO “PIPA” Artigo 2º - A avaliação da aprendizagem por meio da Pesquisa Simplificada de Iniciação Científica (PSIC) é realizada pelos alunos e coordenada pelo professor conselheiro da classe e ou Docente Representante do Período (DRP), focada na avaliação das Competências e Habilidades Específicas inerentes ao semestre letivo presente. Artigo 3º - A realização do Projeto Interdisciplinar de Pesquisa de Aprendizagem tem o objetivo de desenvolver no discente a ciência e cultura da busca regular e sistematizada por informações e, como importante recurso de avaliação do desempenho acadêmico, resultando em um instrumento integrante do processo de avaliação formal das Faculdades Integradas Torricelli. Artigo 4º - O Projeto Interdisciplinar de Pesquisa de Aprendizagem (PIPA) trata-se de um projeto de pesquisa, que estruturalmente obedece às regras impostas pela ABNT e, tem como objetivo desenvolver um projeto de pesquisa onde todas as disciplinas do semestre participem, através da formulação de perguntas ou propostas de atividades, com o foco na produção de um material que evidencie a capacitação profissional e, desenvolvimento das competências e habilidades especificas a serem desenvolvidas no semestre. Artigo 5º - O Projeto Interdisciplinar de Pesquisa em Aprendizagem deve apresentar em sua formatação final, como dito anteriormente os padrões da ABNT, principalmente por que esta produção será submetida à comissão avaliadora de projetos da jornada cientifica Torricelli, podendo assim, estes fazerem parte das publicações internas 104 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI resultantes desta jornada e, ou possível encaminhamento a outros veículos de publicação cientifica, quer estes sejam nacionais ou internacionais. CAPÍTULO III DA OPERACIONALIZAÇÃO DO “PIPA” Artigo 6º - Em consonância com a resolução proveniente do CONSEPE, o Projeto Interdisciplinar de Pesquisa de Aprendizagem (PIPA), deverá ser realizado pelos discentes e, deve ser formulado obedecendo duas etapas: §1º. Nesta primeira etapa o DRP responsável pela coordenação do PIPA, deverá reunir-se (presencialmente, via contato eletrônico, ...) com os demais docentes que ministram aulas à turma e, deliberar sobre os objetivos propostos inerentes ao desenvolvimento das capacidades e habilidades específicas do semestre em questão, as linhas de pesquisas que serão abordadas pelo curso, bem como, o tema, a contextualização e a estrutura que o PIPA deva apresentar. §2º. Na segunda etapa o DRP responsável pela coordenação do PIPA, deverá solicitar aos discentes a formação de grupos, de forma que a classe seja composta de pelo menos quatro grupos, com quantidades iguais ou próxima de participantes e, transmitir aos discentes todas as perguntas das diferentes matérias que irão compor o PIPA, bem como toda a estrutura requerente para sua composição, datas para entregas de relatórios e ou atividades parciais e demais requisições que se fizerem necessárias. Artigo 7º - As futuras publicações que puderem vir a acontecer em virtude dos projetos e pesquisas originários do PIPA, deverão ser de forma coletiva, nunca individual, ou seja, um discente e um docente ou, vários discentes e um ou mais professores, nunca apenas os discentes. CAPÍTULO IV DA RESPONSABILIDADE E ATRIBUIÇÃO DE NOTAS DO “PIPA” Artigo 8º - A atribuição de notas no “PIPA” será composta de dois momentos: §1º. Atribuição de nota parcial, consiste na atribuição de notas referente ao cumprimento parcial do “PIPA” do primeiro semestre. Neste momento o discente deverá apresentar ao docente responsável pela sua turma as primeiras partes do trabalho, devendo conter: a capa, objetivos gerais e específicos, cronogramas das atividades, métodos utilizados (tipo da pesquisa, estratégias utilizadas para obtenção das respostas) e demais partes que o DRP responsável atribuir aos discentes; §2º. No segundo momento, o discente já se encontrará no final do semestre e, deverá entregar em data estipulada previamente pelo DRP responsável, sem possibilidade de prorrogação o trabalho completo, com todas as regras observadas pela ABNT, devendo este conter: 1.Introdução, apresentando os seguintes sub-itens: objetivos(s) gerais(s), objetivos específicos, questões respondidas, relevância do estudo, definição de termos, revisão bibliográfica com relação direta com os objetivos apresentados; 2. Metodologia, contendo: tipo de pesquisa, amostra, critérios de seleção, recursos empregados, coleta de dados, tabulação dos dados, cronograma; 3. Discussão (não obrigatório); 4. Perspectivas Futuras (não obrigatório); 5. Referências (mínimo de seis referências); 6. Anexos (não obrigatório). 105 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Artigo 9º - A atribuição das notas do PIPA, como visto anteriormente acontecerá em dois momentos de aferição, através da atribuição de notas de zero a dez, considerando para estas peso 3 (três) na média bimestral do discente, constituindo, portanto, em elemento avaliativo comum a todas as disciplinas do período. O PIPA na sua primeira etapa será constituído pela elaboração do projeto, que será orientado e corrigido pelo professor DRP coordenador do PIPA que poderá designar professores auxiliares para esta atividade quando o número de turmas for superior a 2 (dois); Na segunda etapa o PIPA, será avaliado por uma banca composta de pelo menos 3 professores do período, com a possibilidade, se previamente acordada com os discentes, de se sortear um discente, que fará uma apresentação oral dos resultados da pesquisa. Esta última alternativa apresenta-se mais indicada a partir de semestres intermediários, com objetivo também de preparar o discente para a apresentação do trabalho de conclusão de curso; Em ambos os casos a nota obtida é socializada para todas as disciplinas do período a fim de compor a média bimestral do aluno. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES E CONSIDERAÇÕES FINAIS Artigo 10º - Os discentes que estiverem cursando os 7º e 8º Semestres terão o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso, por este motivo não terão tema especifico, uma vez que desenvolverão o trabalho de pesquisa dentro da linha de estudo escolhida. Para os demais discentes os temas para as pesquisas do primeiro semestre de 2009, são: Primeiro Semestre: Administração científica – um estudo sobre a aplicação dos processos administrativos nas empresas na atualidade. O trabalho deverá apresentar um estudo dos principais fundamentos da administração científica e como eles são aplicados atualmente nas empresas. Segundo Semestre: Ética profissional – um estudo sobre a legislação e o conhecimento dos profissionais no mercado de trabalho. O trabalho deverá contemplar além da pesquisa sobre o tema e importância na formação profissional, deverá ser efetuada uma pesquisa de campo com no mínimo 15 profissionais autônomos ou não que exerçam a profissão de administrador de empresas. A pesquisa deverá ser de no mínimo 20 perguntas sobre o crescimento profissional sempre ligado ao tema central do trabalho que é a ética. Terceiro Semestre: A relação da administração com a contabilidade, o direito, economia – um estudo sobre os diversos ramos do conhecimento que são necessários para um gestor de negócios. O trabalho deverá além da pesquisa sobre o tema, apresentar uma pesquisa de campo abordando o conhecimento dos profissionais de administração de no mínimo 15 empresas do mercado em que estamos inseridos, bem como uma análise do resultado. Quarto Semestre: A importância da administração frente aos desafios da crise internacional. O trabalho deverá apresentar dentro da interdisciplinaridade as principais ações que o administrador deverá tomar para melhoria dos resultados das empresas em tempos de crises, como a que estamos vivenciando. Quinto Semestre: A importância da gestão financeira das empresas em tempos de restrição de créditos. O trabalho deverá apresentar dentro da interdisciplinaridade as principais ações que o administrador deverá tomar para garantias do fluxo de caixa das empresas. Sexto Semestre: A importância da gestão de pessoas das empresas. O trabalho deverá apresentar dentro da interdisciplinaridade as principais ações que o administrador deverá tomar para garantias do clima organizacional nas empresas. 106 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Artigo 11º - O discente que tiver restrição (dependência, adaptação ou regime de exceção) em participar de um grupo de pesquisa deverá realizar trabalhos alternativos em substituição ao PIPA e, a sua média bimestral deverá ser composta da mesma forma que os alunos regulares. Artigo 12º - O presente regulamento fica sujeito a alterações, sendo estas com o objetivo de atualização ou discordância com documentos, regulamentos e regimentos futuros de instâncias superiores das Faculdades Integradas Torricelli, por decisão do colegiado do curso de administração, por determinação do seu diretor geral ou órgãos reguladores e regimentais superiores. Artigo 13º - Caso o curso passe por mudança curricular ou o presente regulamento seja substituído por outro, o discente deverá fazer as adaptações necessárias. Artigo 14º - Revogam-se as disposições em contrário. Artigo 15º - O presente regulamento entra em vigor a partir da sua data da sua aprovação pelo Colegiado do curso de Bacharelado em Administração das Faculdades Integradas Torricelli. 8.2 Extensão São incentivadas participação dos alunos em atividades de extensão cultural, criação, adaptação, difusão e transferência dos conhecimentos de tecnologia correlatos e/ou afins às áreas de seus cursos, destinadas a órgãos do governo e não governamentais, a sociedade e ao cidadão em geral, dando ênfase da região onde se encontra inserida a Instituição. 107 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 9. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO 9.1 Titulação e Experiência Profissional do Coordenador do Curso FICHA DE CADASTRO Nome: Clausemir Batista de Paula Regime de trabalho: Integral Data de Admissão na IES: 14/07/2006 Disciplinas que ministra no Curso: 1. 2. 3. CPF: 798.674.647-53 RG: 602.042 SSP/ES Data de Rescisão na IES: Disciplinas que ministra na IES: 1. 2. 3. TITULAÇÃO I – Graduação Curso: Bacharel em Ciências Contábeis e Administração Habilitação: Instituição: Faculdade de Ciências Contábeis e Administrativa de Cachoeiro de Itapemirim Ano Conclusão: 1986 e 1989 II – Pós-Graduação1 – (Reconhecida pela Capes)2 2.1 PÓS-DOUTORADO 2.2 DOUTORADO 2.3 MESTRADO 2.4 ESPECIALIZAÇÃO Curso: Contabilidade Gerencial e Controladoria Título Monografia: Instituição: Unisantana Ano Conclusão: 1995 III - EXPERIÊNCIA DOCENTE (FORA DESTA INSTITUIÇÃO) Instituição Curso F. C. Con. Adm. Cach. Ita. Ciências Contábeis Disciplina Período Análise de Custos, Auditoria e 03/98 a 05/99 Perícia Contábil. Análise de custos 03/96 a 12/96 F. C. Com. Adm. Cach. Ita Ciências Contábeis IV – EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Organização Cargo Ocupado Transportadora Itapemirim Sub. Contador Samadisa (Grupo Itapemirim) Gerente Financeiro 1 2 Período 11/82 a 03/87 09/87 a 05/90 Quando curso de Mestrado/Doutorado for realizado no exterior informar a convalidação do mesmo. Para os curso de Informática inserir o nº da Portaria que reconhece o curso de Mestrado/Doutorado. 108 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Grupo Itacar Transportadora Itapemirim Viação Itapemirim Gerente Geral Gerente Desenvolvimento Gerente de Planejamento Estratégico 06/90 a 09/92 09/92 a 05/02 05/02 a 06/08 V - TRABALHOS PUBLICADOS (Utilizar as normas da ABNT) DOS ÚLTIMOS 5 ANOS 5.1. Livros e/ou Capítulos de Livros Data 5.2. Artigos Científicos Publicadas e Revistas Técnicas Data 5.3. Anais em Congressos Científicos Data 5.4. Outras Publicações Data VI – ENDEREÇO COMPLETO Rua/Av./ nº : Rua Antonio Nunes Mineiro, 87 Bairro/Cidade/Estado Jardim Carioca – Guarulhos – SP CEP.: 07083-000 Tel. (011): 2304-0998 Cel. (011): 7685 -3701 E-mail: [email protected] 9.2 Regime de Trabalho do Coordenador do Curso 40 horas semanais, caracterizando regime integral. 9.3 Organização Acadêmico-Administrativa do Curso As reuniões semestrais do colegiado de curso deverão ser feitas para revisão do projeto pedagógico e também para atender os setores / departamentos referentes a estrutura interna da Instituição. 9.3.1 Organização do Controle Acadêmico O controle acadêmico de notas, carga horária, freqüência é organizado através de sistema eletrônico e arquivado em prontuários individuais dos alunos. Os alunos têm acesso aos dados de sua vida acadêmica através da internet, dos murais, bem como, de boletins individuais, quando solicitados. As informações de fluxo curricular, matrículas, trancamentos são fornecidas pessoalmente pela secretaria, além de constarem do manual do aluno. No que se refere ao conhecimento do planejamento pedagógico do curso os alunos são informados através dos professores, no início do semestre letivo. Os conteúdos a serem ministrados também fazem parte dessa informação inicial sob a responsabilidade dos professores. Os coordenadores também dão informações adicionais a respeito da programação a ser desenvolvida, com detalhamento de acordo com o cronograma de cada curso. 9.3.2 Pessoal Técnico e Administrativo do Curso As Faculdades Integradas Torricelli não possui um plano de carreira específico implementado para o seu pessoal técnico-administrativo. Todavia adaptou a política de incentivos por meio de concessão de bolsas de estudos como forma de estimulação ao crescimento pessoal e profissional. 9.4 Atenção aos Alunos Sempre os discentes são apoiados na iniciativa de atividades acadêmicas e complementares de acordo com a disponibilidade de tempo e de recursos financeiros. Para estimular os discentes nas atividades de pesquisa com orientação do professor e para servir de espaço para relacionamentos e trocas de experiências., é mantido um setor de estágios muito ativo alem do setor de bolsas que tem contribuído para a formação de turmas. A atenção se dá da seguinte foram: Reunião com os representante de classe afim de verificar as suas necessidades, obter sugestões para assim contribuir com a qualidade do curso; A Instituição disponibiliza apoio ao aluno através da assistência psicopedagógica; 109 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Estímulo e apoio ao aluno no que se refere a sua participação em projetos e palestras junto as entidades parcerias (ex.Ciesp) da Instituição; Apoio pedagógico (biblioteca, secretaria) etc; 9.4.1 Apoio Psicopedagogico ao Discente Sempre os discentes são apoiados na iniciativa de atividades acadêmicas e complementares de acordo com a disponibilidade de tempo e de recursos financeiros. Para estimular os discentes nas atividades de pesquisa com orientação do professor e para servir de espaço para relacionamentos e trocas de experiências., mantemos um setor de estágios muito ativo alem do setor de bolsas que tem contribuído para a formação de turmas. A atenção se dá da seguinte foram: Reunião com os representante de classe afim de verificar as suas necessidades, obter sugestões para assim contribuir com a qualidade do curso; A Instituição disponibiliza apoio ao aluno através da assistência psicopedagógica; Estímulo e apoio ao aluno no que se refere a sua participação em projetos e palestras junto as entidades parcerias (ex.Ciesp) da Instituição; Apoio pedagógico (biblioteca, secretaria) etc; 9.4.2 Mecanismos de Nivelamento A Faculdade dispõe de aulas de nivelamento para todos os cursos da instituição, como forma de estimular e orientar o aluno para aprendizagem, possibilitando assim, suprir deficiências anteriores, bem como, motivando-os a superálas. Essas ações estão sistematicamente implementadas e se constitui numa das políticas educacionais da instituição. 9.4.3 Atendimento Extra-Classe A Faculdade apóia à participação de alunos em eventos de interesse do curso, através da divulgação pelos professores em sala de aula, a fixação de cartazes, distribuição de folders, divulgação dos eventos no site da instituição, entre outros. Outra forma de incentivo se dá através do Espaço Cultural Torricelli que proporciona aos alunos cursos extracurriculares, palestras e semanas acadêmicas, exposições, saraus literários, filmes, consertos musicais. 9.4.4 Monitoria e Iniciação Cientifica A Faculdade incentiva à participação de seus discentes em pesquisa mediante concessão de auxilio para execução de projetos científicos, concessão de bolsas especiais, promoção de congressos e congêneres, intercâmbio com outras instituições e divulgação dos resultados das pesquisas realizas e outros meios a seu alcance 9.4.5 Incentivos à Permanência O setor de pós-graduação das Faculdades Integradas Torricelli disponibilizam à comunidade guarulhense e do entorno os seguintes cursos: Docência no Ensino Superior, Marketing e Comunicação, Direito Empresarial, Gestão de Negócios, Gestão de Pessoas, Logística Estratégica, Gestão de Análise e Monitoramento Ambiental, Administração Contábil Financeira, Automação e Controle e Psicopedagogia. Os cursos são amplamente divulgados internamente, por meio de comunicados e eventos de divulgação, folders e internet, no sentido de sensibilizar os diferentes públicos: externo e interno (docentes, discentes e funcionários), buscando assim fomentar a integração entre a graduação e a pós-graduação. Existe uma bolsa parcial para os diferentes públicos internos. Durante o ano de 2005, a instituição forneceu 12 bolsas parciais de 50% aos docentes e a um integrante externo, além de dois funcionários. Os alunos possuem uma bolsa parcial de 10% sobre a mensalidade. 9.4.6 Programas de Bolsas 110 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI São outorgadas bolsas de estudo a alunos carentes com percentuais que variam entre 10% a 100% de desconto. Estas bolsas são direcionadas aos alunos carentes, irmãos ou parentes de primeiro grau, convênios com empresas da região, e antecipação de pagamentos. A Faculdades Integradas Torricelli aderiu a projetos estatais de apoio a alunos carentes, tendo idealizado outros tantos, conforme se pode verificar em quadro ao final desta explanação. BOLSA PROGRAMA ESCOLA DA FAMÍLIA Tem como objetivo atrair os jovens e suas famílias para um espaço voltado à prática da cidadania, onde serão desenvolvidas atividades sócio-educativas, e, assim colaborar para a reversão do quadro de violência que permeia a sociedade paulista. De acordo com o Governo Estadual, os alunos aprovados nesse programa não pagam suas mensalidades e o Governo repassa para a instituição 50% (cinqüenta por cento) do valor da mensalidade de cada aluno aprovado nesse programa. BOLSA EMPRESA Tem como objetivo apresentar a Faculdades Integradas Torricelli às empresas privadas, sindicatos, autarquias e bancos, e em contra partida, através de contratos de Convênio oferecer aos funcionários dessas entidades descontos que possibilitem aos interessados ingressar no CURSO UNIVERSITÁRIO. Esse desconto depende do número de alunos que foram os grupos dentro de cada empresa, e pode ir de 10% (dez) a 30% (trinta),aplicados sobre o valor das mensalidades. BOLSA ESTÁGIO Tem como objetivo proporcionar aos alunos da instituição um incentivo através de um desconto na mensalidade por prestar serviços diversos dentro da própria instituição. O percentual desse desconto é de 10% (dez por cento) BOLSA FAMÍLIA Tem como objetivo incentivar irmãos ou cônjuges estudarem na Faculdades Integradas Torricelli, oferecendo um desconto de 10% (dez por cento), sobre o valor das mensalidades para cada membro da família. BOLSA ESPECIAL Tem como objetivo analisar a situação individual do aluno que passa por uma situação difícil quer seja pela perda de emprego ou por doença grave que venha atingir o próprio aluno ou sua família e que através de um requerimento esse aluno demonstra essa situação para a direção da Faculdades Integradas Torricelli. O percentual de desconto mínimo é de 10% (dez por cento), podendo ser aumentado de acordo com a situação apresentada. BOLSA PROUNI O Programa Universidade para Todos – PROUNI - é um programa do Ministério da Educação, criado pelo Governo Federal em 2004, que oferece bolsas de estudo em instituições de educação superior privadas a estudantes brasileiros de baixa renda sem diploma de nível superior. O ProUni é o maior programa de concessão de bolsas de estudo da história da educação brasileira. FINANCIAMENTO ESTUDANTIL - FIES Muito embora não se trata de uma BOLSA DE ESTUDO, a Faculdades Integradas Torricelli, estão inscritas no programa FIES (Financiamento Estudantil) que é um financiamento do Governo Federal destinado ao estudante universitário que precisa de apoio para arcar com sua formação. O aluno beneficiado pelo programa pode financiar junto a Caixa Econômica Federal até 50% do valor da sua mensalidade. 111 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI O valor financiando, acrescido de juros deverá ser restituído pelo estudante após a conclusão de sua graduação, em prazo que varia de acordo com a duração do seu curso. Em um curso de quatro anos, o aluno terá até seis anos para saldar o seu compromisso sempre a partir da obtenção do diploma. 9.4.7 Política de Acompanhamento dos Egressos A instituição estuda um projeto de acompanhamento de seus egressos por meio de um núcleo de orientação que auxiliará o concluinte a ingressar no mercado de trabalho, ou recoloca-lo no mercado de trabalho, em outros casos. Há ainda, neste âmbito, a orientação para programas de formação continuada, aprofundamento de estudos, aperfeiçoamento, atualização e treinamento profissional. 112 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 10. CORPO SOCIAL 10.1 Corpo Docente Docente Clausemir Batista de Paula Abimael Martins Miranda Adriana Donizetti Carvalho Costa Antonio Carlos dos Santos Martins Carlos Alberto Graça Carlos Roberto Cardoso Claudio Teramoto Cristina Maria de Carvalho Danieli Cristina Ramos Hernandes Debora Afonso Edmundo Ribeiro de Souza Edson Fernandes Elena Lucia Anna Malpezzi Marinho Fernando Brasil da Silva Francisco Carlos Bervenotti Ivan Claudio Guedes Jean François Henry Netter Levy João Henrique Almendro Jorge Luiz Barros da Silva Jose Assunção Rocha Lacerda Luciana de Camargo Maltinti Luiz Carlos Mota Loyola Marcia Gamboa Marco Antonio Fabiano da Silva Marco Antonio Ferreira Lima Marcos Sergio de Souza Maria Auxiliadora Fontana Baseio Roberto Ueno Rogerio Lopes Rogerio Pimentel de Carvalho Solange Maria da Silva Telmo Santos Marins Valeria Kemp Galdino Vera Hena de Camargo Vicente de Paula Maggio Horas Regime Sala de Coordenação Outras NDE Titulação de Aula - curso Atividades Trabalho no curso X Especialista Integral 3 30 7 Mestre Horista 10 X Doutor Parcial 13 8 X Mestre Parcial 10 7 Doutor Horista 5 Mestre Horista 6 Especialista Parcial 15 5 Especialista Horista 4 Mestre Horista 20 Especialista Horista 20 Especialista Horista 16 Doutor Horista 4 Doutor Integral 12 28 Mestre Horista 6 Mestre Horista 15 Mestre Integral 20 20 Mestre Parcial 15 7 Mestre Horista 8 X Mestre Parcial 15 11 Especialista Integral 20 20 Especialista Parcial 18 11 Especialista Parcial 15 10 X Doutor Integral 12 30 Especialista Parcial 15 6 Mestre Horista 6 Mestre Parcial 10 4 X Doutor Parcial 12 8 Mestre Horista 10 Especialista Horista 8 Especialista Parcial 15 6 Mestre Parcial 12 8 Especialista Integral 15 25 Especialista Horista 28 Especialista Horista 10 X Doutor Integral 12 28 Titulação do Corpo Docente 113 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Titulação Especialista Mestre Doutor Quantidade 14 14 07 % 40% 40% 20% Regime de Trabalho do corpo Docente Regime de Trabalho Horista Parcial Intregal Quantidade 15 12 07 % 43% 34% 20% 10.2 Corpo Técnico-Administrativo 10.2.1 Plano de Carreira do Corpo Técnico-Administrativo As Faculdades Integradas Torricelli não possui um plano de carreira específico implementado para o seu pessoal técnico-administrativo. Todavia adaptou a política de incentivos por meio de concessão de bolsas de estudos como forma de estimulação ao crescimento pessoal e profissional. 10.2.2 Política de Qualificação do Corpo Técnico-Administrativo O plano de Capacitação do Pessoal Técnico e Administrativo se estrutura a partir de atividades de treinamento para funcionários novos e de qualificação permanente dos funcionários existentes, com o objetivo de torná-los aptos a realizarem satisfatoriamente suas atividades, tendo em vista a consecução das finalidades da Faculdade. Estratégias A instituição oferece aos seus funcionários os seguintes incentivos, além dos previstos no Plano de Carreira: Concessão de bolsa de estudo para Curso de Graduação, mestrado, especialização ou aperfeiçoamento em instituições brasileiras; Oferta de cursos e de infra-estrutura e bolsa para treinamento e atualização profissional e de bolsas, aos funcionários; Licença sem perda de vencimento (integral ou parcial), para participação em programas internos ou externos, de pós graduação e ou de treinamento profissional. Pré-requisitos No PCTA de acordo com os seguintes critérios: Nos programas de mestrado, terão prioridade os que possuem no mínimo nível título de especialista, em nível de pós graduação, que sejam aceitos em cursos de áreas de interesse específico da faculdade; Nos cursos de treinamento ou de atualização profissional, funcionários que estejam atuando na Faculdade em áreas específicas do curso. Gerenciamento O gerenciamento do PCTA será administrado pelo Diretor Superintendente. Os programas serão previamente aprovados pelos Conselho de Gestão Superior na forma regimental. 114 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Caberá ao administrador gerenciar todas as atividades de apoio administrativo e financeiro aos cursos e seus participantes. Elaborar relatórios periódicos sobre o funcionamento dos programas submeter a Direção Geral as propostas de recrutamento, seleção, admissão e dispensa de funcionários para os programas, bem como alocação dos demais recursos necessários a cada curso ou atividade. Presidir a comissão encarregada, selecionar os candidatos para os programas, segundo os critérios estabelecidos neste plano e nas demais normas expedidas pelos órgãos próprios da faculdade e submeter a Direção Geral os assuntos omissos, para decisão superior. O Diretor designará uma comissão, composta de 3 membros para seleção e inscrição dos candidatos no PCTA. 10.3. Núcleo Docente Estruturante - NDE. Docente Clausemir Batista de Paula Adriana Donizetti Carvalho Costa Antonio Carlos dos Santos Martins Jorge Luiz Barros da Silva Marcia Gamboa Maria Auxiliadora Fontana Baseio Vicente de Paula Maggio Horas Regime Sala de Coordenação Outras NDE Titulação de Aula - curso Atividades Trabalho no curso X Especialista Integral 3 30 7 X Doutor Parcial 13 8 X Mestre Parcial 10 7 X Mestre Parcial 15 11 X Doutor Integral 12 30 X Doutor Parcial 12 8 X Doutor Integral 12 28 Titulação do NDE Titulação Especialista Mestre Doutor Quantidade 01 02 04 % 14.2% 28.6% 57.1% Regime de Trabalho do NDE Regime de Trabalho Horista Parcial Intregal Quantidade 00 04 03 % 00% 57% 43% 115 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 11. INFRA-ESTRUTURA FISÍCA E ACADEMICA 11.1 Espaço Físico A Instituição possui instalações adequadas para atendimento aos portadores de deficiências físicas, tais como: elevadores, rampas, corrimões, instalações sanitárias. LABORATÓRIOS (RELACIONAR OS LABORATÓRIOS, OFICINAS, ESTÚDIOS E ESPAÇOS PARA AULAS PRÁTICAS) HORÁRIO DE LABORATÓRIO – UNIDADE I ÁREA (M2) ALUNOS/TURMA TURMAS/SEMANA FUNCIONAMENTO Lab. Informática 01 128,33 64 02 Integral Lab. Informática 02 98,20 50 02 Integral Lab. Informática 03 57,85 25 03 Integral Lab. Eng. Elétrica 01 40,81 24 03 Integral Lab. Eng. Elétrica 02 40,81 24 02 Integral Lab. Eng. Elétrica 03 50,00 24 01 Integral Lab – Física 62,05 18 04 19:20 às 23:00 horas HORÁRIO DE LABORATÓRIO – UNIDADE III ÁREA (M2) ALUNOS/TURMA TURMAS/SEMANA FUNCIONAMENTO Lab. Informática 01 55,00 47 Integral Lab. Informática 02 70,00 47 Integral Lab. Informática 03 90,00 50 Integral Lab. Hardware 40,00 50 18:00 ás 23:00 horas HORÁRIO DE LABORATÓRIO – UNIDADE IV ÁREA (M2) ALUNOS/TURMA TURMAS/SEMANA FUNCIONAMENTO Lab. 1 de Tecnologia da Informação 61,00 20 - Projetos Lab. 2 Enfermagem 61,00 20 Lab. 3 Lab. de Técnica Dietética e Gastronomia e Tecnologia de 111,75 50 Alimentos Lab. Bio-ciência 1 36,82 24 Lab. Bio-ciência 2 30,17 24 Lab. Bio-ciência 3 29,43 24 Lab. Bio-ciência 4 30,85 24 Lab. Bio-ciência 5 34,62 24 Lab. Químicas 1 57,47 40 Lab. 2 Lab. de Bromatologia 45,49 32 Lab. Microbiologia 45,49 32 Lab. De Geociência 41,09 40 Lab. Informática I 69,58 60 Lab. Informática II 60,54 60 Clínica Escola de Nutrição 62,00 15 Lab. De Anatomia 55,40 30 Lab. Apoio Anatomia 46,80 20 SALAS DE AULA 116 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI UNIDADE I SALA Sala nº 101 Sala nº 103 Sala nº 105 Sala nº 106 Sala nº 107 Sala nº 108 Sala nº 109 Sala nº 110 Sala nº 200 (DESENHO) Sala nº 201 Sala nº 202 Sala nº 203 Sala nº 204 Sala nº 205 Sala nº 206 Sala nº 207 Sala nº 208 Sala nº 209 Sala nº 210 Sala nº 211 Sala nº 212 Sala nº 213 Sala nº 214 Sala nº 301 Sala nº 302 Sala nº 304 Sala nº 305 Sala nº 306 Sala nº 307 Sala nº 309 Sala nº 310 Sala nº 311 CARACTERÍSTICAS ÁREA (M2) 57,75 57,75 57,75 57,75 60,45 64,80 84,24 61,20 93,84 99,63 32,00 44,00 63,00 57,66 57,75 57,75 57,75 57,75 60,45 64,80 84,24 61,20 57,85 93,84 99,63 90,00 67,00 67,00 37,00 42,00 124,44 124,44 ALUNOS/ TURMA HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 66 66 66 66 70 66 104 77 48 117 44 55 60 60 60 66 66 66 77 72 104 66 63 102 126 91 120 132 50 60 117 154 Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral UNIDADE III SALA Sala nº 101 Sala nº 102 Sala nº 103 Sala nº 104 Sala nº 105 Sala nº 106 Sala nº 107 CARACTERÍSTICAS ÁREA (M2) 55,00 55,00 55,00 55,00 55,00 55,00 50,00 ALUNOS / TURMA 56 79 57 52 63 50 47 HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral 117 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Sala nº 108 Sala nº 119 Sala nº 201 Sala nº 202 Sala nº 203 Sala nº 204 Sala nº 205 Sala nº 206 Sala nº 208 Sala nº 210 Sala nº 223 Sala nº 301 Sala nº 302 Sala nº 303 Sala nº 304 Sala nº 305 Sala nº 306 Sala nº 307 Sala nº 308 Sala nº 309 Sala nº 311 Sala nº 312 Sala nº 316 Sala nº 401 50,00 55,00 55,00 55,00 55,00 55,00 55,00 55,00 55,00 60,00 45,00 55,00 55,00 55,00 55,00 55,00 55,00 45,00 55,00 40,00 55,00 60,00 60,00 40,00 50 30 54 54 55 58 78 80 76 74 40 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral 118 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI UNIDADE IV SALA Sala nº 101 Sala nº 102 Sala nº 103 Sala nº 104 Sala nº 105 Sala nº 106 Sala nº 107 Sala nº 108 Sala nº 112 Sala nº 113 Sala nº 114 Sala nº 115 Sala nº 116 Sala nº 117 Sala nº 119 Sala nº 120 Sala nº 121 Sala nº 201 Sala nº 202 Sala nº 203 Sala nº 204 Sala nº 205 Sala nº 206 Sala nº 207 Sala nº 208 Sala nº 209 Sala nº 210 Sala nº 211 Sala nº 212 Sala nº 213 Sala nº 214 Sala nº 215 CARACTERÍSTICAS ÁREA (M2) 60 60 63,13 60,50 59,47 59,47 59,47 60,84 71,20 63,08 62,40 63,08 63,08 50,70 72,15 72,52 73,26 64,31 64,31 64,31 64,31 64,31 64,31 64,20 69,58 88,73 72,86 62,51 62,51 62,51 62,51 50,70 ALUNOS TURMA 55 55 60 55 55 55 55 55 68 60 60 60 60 45 70 70 70 60 60 60 60 60 60 60 65 80 70 60 60 60 60 48 / HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral 119 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI OUTRAS ÁREAS UNIDADE I CARACTERÍSTICAS ÁREA (M2) Biblioteca 226,32 Sala de Estudos 93,84 Sala de Multimídia 110,00 Sala do Bedel 27,00 Lab. Informática 01 128,33 Lab. Informática 02 98,20 Lab. Informática 03 57,85 Lab. Eng. Elétrica 01 40,81 Lab. Eng. Elétrica 02 40,81 Lab. Eng. Elétrica 03 50,00 Sala de Apoio para Engenharia 33,34 Almoxarifado 50,00 Sala de Sist. Informação 21,20 Centro de Serviços 15,00 Videoteca 227,00 AnFaculdades Integradas Torricellieatro 357,12 Sala dos Professores 100,00 Coordenações 100,00 Sala de Reunião 30,00 Empresa Júnior 35,00 Diretorias 70,00 Núcleo de Pesquisa 65,00 Elevador 08 pessoas Cantina Sala de Limpeza 12,00 Sala de Manutenção Geral 20,00 AMBIENTES ALUNOS / TURMA 200 80 70 64 50 25 24 24 24 2 6 200 360 630 Kg HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral UNIDADE III AMBIENTES Lab. Informática 01 Lab. Informática 02 Lab. Informática 03 Lab. Hardware Espaço: Empresa Júnior, Estágios e Bolsas Sala de Atendimento Auditório AMBIENTES Secretaria Acadêmica Recepção CARACTERÍSTIC AS ÁREA (M2) 55,00 70,00 90,00 40,00 ALUNOS / TURMA HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 47 47 50 50 Integral Integral Integral Integral Integral Integral Integral 100 CARACTERÍSTICA ALUNOS / S TURMA ÁREA (M2) 58,62 15,00 HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 120 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Recepção 42,74 Biblioteca 303,69 Cobrança 26,91 Jurídico 27,05 Setor de Estágios 16,45 Setor de Bolsas 11,55 Comissão Permanente de Avaliação 11,55 Núcleo de Responsabilidade Social 11,55 CENPATEC 57,52 Cedoc Tur – Centro de Documentação e Pesquisa em 18,00 Turismo Tecnologia e Informação Recepção Diretoria Sala de Reuniões do Colegiado Diretoria Recepção Sala Multimídia I Sala Multimídia II Auditório Auditório Apoio Multimídia Sala dos Professores Sala da Assistente dos Professores Sala de Reunião Sala dos Coordenadores Processo Seletivo Ambulatório Almoxarifado de Reagentes Almoxarifado de equipamentos 54,38 45,60 37,00 124,46 38,50 98,50 86,73 67,60 67,60 100,00 116,02 9,00 13,50 116,02 19,50 8,05 20,61 28,69 95 84 64 64 95 VISÃO GERAL DO ESPAÇO FÍSICO Espaço Físico Geral - Unidade I – Unidade III – Unidade IV INFRA-ESTRUTURA até 50 alunos de 51 a 100 Salas de alunos aula acima de 100 alunos Salas especiais: Auditórios e Anfiteatros Salas de professores Salas de coordenadores de curso Biblioteca Laboratório de Informática Laboratório Específico N° ÁREA CAPACIDADE HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 26 1056,88 965 M X 151 9761,16 9059 - - X 5 569,63 540 - - - 7 7 3 640,43 1127,93 351,00 582 1102 - X X X X X X X X X 3 318,00 X X X 3 12 35 677,94 813,30 1842,22 X X X X X X X X X 500 623 902 T - N 121 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Instalações Sanitárias Total 40 1005,00 18163,49 X X X X X X 11.2 Equipamentos A Faculdade dispõe de equipamentos adequados para o seu funcionamento, de acordo com as necessidades específicas de cada curso. PROGAMAS CONTIDOS NOS LABORATÓRIOS Laboratórios N° Máquinas N° Sala SISTEMA OPERACIONAL IP Campus II Lab 01 Lab 02 Lab 03 Lab 04 Lab. 05 Hardware LabRedes 01 30 25 20 40 34 (08) 17 65 209 211 410 406/408 404 402 Windows 2000 Windows 2000 Windows 2000 Windows 2000 Windows 2000 10.2.1.X 10.2.2.X 10.2.3.X 10.2.4.X 10.2.5.X LabRedes 02 18 403 Eletrônica 01 Anfiteatro Eletrotécnica Automação Hidráulica Sala de estudos CAMPUS I Lab01 01 01 412 405 409 407 401 Win 2003 / XP / Linux Debian Win 2003 / XP / Linux Debian Windows 2000 Windows XP DHCP -10.2.10.1 (IP roteador) DHCP – 10.2.10.1 (IP roteador) 10.2.6.1 10.2.7.1 Windows 2000 Windows 2000 Windows 2000 10.2.8.X 10.2.9.1 10.2.11.X 50 109 10.1.1.X Lab02 25 107 Sala de estudos CAMPUS III Lab 01 04 Windows 2000 / Linux Kurumin Windows 2000 / Linux Kurumin Windows 2000 28 224 10.3.1.X Lab 02 20 209 Lab 03 25 123 Windows XP / Linux Ubuntu Windows 2000 / Linux Kurumin Windows 2000 / Linux Kurumin CAMPUS IV Lab 01 30 110 10.4.1.X 30 10 03 109 Windows XP / Linux Ubuntu Windows 2000 Windows 2000 Windows 2000 Lab 02 Lab. Proj. Sala de estudos 10 01 04 10.1.2.X 10.1.4.X 10.3.2.X 10.3.3.X 10.4.2.X 10.4.3.X 10.4.4.X OBS: O X no final de cada range de IP corresponde ao número de cada máquina no respectivo laboratório. 122 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Descrição dos laboratórios instalados, por área de conhecimento a que se destinam, área física disponível e equipamentos instalados. Laboratórios Específicos As Faculdades Integradas Torricelli possuem os seguintes laboratórios para uso dos alunos: Laboratório Localização Área de Conheciment o Área Física Equipamentos Engenharia Elétrica 1 Engenharia 40,81 m² Vide PS1 Engenharia Elétrica 2 Engenharia 40,81 m² Vide PS1 Engenharia Elétrica 3 Engenharia 50 m² Vide PS1 Engenharia Elétrica 4 Engenharia 55 m² Vide PS1 Hotelaria Hotelaria - Cozinha Cozinha para Práticas de Alimentos e Bebidas, Administração de Restaurante Hospedagem Apto Modelo Completo. Sala de Montagem Engenharia 33,34 m² Armários para Arquivamento Física Física 60 m² Vide PS2 Química Engenharia 50 m² Vide PS2 O acesso dos alunos nesses laboratórios acontece conforme nos horários das aulas ou com prévio agendamento com o docente da disciplina. PS1 - Fontes de tensão contínua; osciloscópios analógicos e digitais; geradores de função; kit’s didáticos de telecomunicação, automação, redes, antena e sistemas digitais; clp’s atos; computadores equipados com software específico para a disciplina. PS2 - Microscópios; Termômetros; Medidor de pH; Liquidificador Mesa agitadora; Equipamentos de Vidraria. 11.3 Serviços A infra-estrutura passa por uma constante manutenção. As condições de limpeza são adequadas. A equipe de limpeza providencia, várias vezes ao dia, a higienização dos diversos ambientes principalmente, as instalações sanitárias, espaços de jazer e convivência, bem como a 123 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI conservação e de todo espaço físico. Os trabalhos de manutenção, tanto preventiva como de reparo de danos às instalações é feita por uma equipe própria da Instituição. Para tanto são mantidos profissionais especializados em tempo integral para todas as unidades. Manutenção e conservação dos equipamentos A Faculdade mantém um setor manutenção responsável por toda a conservação e manutenção dos equipamentos. Para tanto, conta com pessoal técnico especializado nas áreas de elétrica, eletrônica, informática e manutenção em período integral para atender qualquer problema emergencial. A instituição recebe periodicamente a visita de empresas especializadas vinculadas através de contratos de manutenção nas seguintes áreas: - manutenção dos elevadores - realizada mensalmente pela empresa Tyssen Krupp. Nos casos emergenciais estão disponibilizados os telefones da central de atendimento; - serviços de controle de saúde - responsável pelos programas de medicina e segurança no trabalho com os programas de PCMSO - Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (NR7) e PPRA - Programa de Proteção de Riscos Ambientais (NR9), responsável também pelo mapa de risco (NR5). Condições de salubridade das instalações acadêmicas As instalações acadêmicas tais como: salas de aula, salas de estudos, biblioteca, salas específicas para atendimento, entre outras possuem boas condições de uso e salubridade, bem como espaço, iluminação, ventilação, acústica adequados. 12. INFRA-ESTRUTURA ESPECIFICA PARA O CURSO 12.1 Biblioteca Visando subsidiar os alunos na busca pela informação e também servir de apoio às atividades didáticas da instituição, a Biblioteca atualmente é voltada basicamente para áreas referentes aos cursos aqui existentes: Sistemas de Informação, Pedagogia com habilitações em Gestão Educacional e Informática Educacional, Normal Superior com habilitações em Educação Infantil e Ensino Fundamental e Administração bem como aos cursos a serem implantados. A Biblioteca conta com livros, periódicos, obras de referência e monografias, sendo que todas as obras e materiais especiais se encontram dentro das normas de classificação por meio da CDD (Classificação Decimal de Dewey) e de catalogação pelo AACR2 (Código de Catalogação Anglo Americano). Não obstante, visa atender funcionários, alunos, professores e comunidade em geral (este para consultar e pesquisar in loco). O acervo abrange diversas áreas do conhecimento e é administrado através do software WISE, possibilitando consultas por autor, título e assunto, assim como empréstimo e devolução automatizados. Os usuários da Biblioteca contam com terminais de consulta de acervo e micros para trabalhos e pesquisas na Internet. O acervo está inserido no sistema e são automatizados serviços de catalogação, empréstimo/devolução, consulta/pesquisa, reserva, relatórios/estatísticas. Distribuição Geral do Acervo por Área do Conhecimento Distribuição Geral do Acervo de Periódicos por Área do Conhecimento Áreas Títulos Exemplares 124 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Artes Ciências Agrárias Ciências Biológicas Ciências da Saúde Ciências Exatas e da Terra Ciências Humanas Ciências Sociais Aplicadas Dicionários Engenharia e tecnologia Lingüistica e Letras Total 162 8 233 538 1245 2350 5224 173 380 3616 639 15 963 3162 4873 4790 14841 387 1674 3621 13.929 34.965 PERIÓDICOS, BASES DE DADOS ESPECÍFICAS, JORNAIS E REVISTAS O acervo de periódicos é constituído 73 assinaturas de diversos títulos. ACERVO DE PERIÓDICOS CLASSE ASSUNTO GENERALIDADES 000 (Obras Gerais, Conhecimento, Sistemas, Processamento de Dados, Ciência da Computação) FILOSOFIA E PSICOLOGIA 100 (Metafísica, Psicologia, Ética, Lógica, Filosofia) RELIGIÃO 200 (Bíblia, Teologia, Cristianismo, Outras Religiões) CIÊNCIAS SOCIAIS 300 (Estatística, Política, Economia, Direito, Serviços Sociais, Educação, Comércio, Folclore) LINGUAGEM E LÍNGUAS 400 (Lingüística, Línguas) CIÊNCIAS PURAS 500 (Matemática, Astronomia, Física, Química, Geologia, Biologia, Zoologia) CIÊNCIAS APLICADAS, TECNOLOGIA 600 (Medicina, Engenharia, Agricultura, Administração, Contabilidade) ARTES E DIVERTIMENTOS 700 (Urbanismo, Arquitetura, Escultura, Artes Plásticas, Desenho, Decoração, Pintura, Fotografia, Música, Esporte, Teatro) 800 LITERATURA E RETÓRICA 900 HISTÓRIA E GEOGRAFIA TOTAL ASSINATURAS 16 01 01 22 31 2 73 IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ATUALIZAÇÃO DO ACERVO NO ÂMBITO DO CURSO A Coordenação se reúne com o corpo docente, semestralmente, para fazer as indicações de obras para atualização do acervo, com base nas demandas de temas e unidades curriculares do curso, bem como o recebimento de obras para avaliação recebidas de editoras pelos respectivos professores. 125 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI ACERVO – Campus I VOLUME ANUAL DE ATUALIZAÇÃO COMPRA DOAÇÃO PERMUTA X X DISPOSIÇÃO DO ACERVO CDU CDD OUTRO ACESSO AO EQUIPE RESPONSÁVEL MATERIAL VIDEOTECA (EXCETO VIGILÂNCIA E LIMPEZA) BIBLIOGRÁFICO QTDE BIBLIOTECÁRIOS OUTROS ABERTO FECHADO TÍTULOS X 01 05 09 TIPO DE CATALOGAÇÃO FORMAS DE EMPRÉSTIMO ABERTO A FECHADO À CCAAR2 CCAAR1 OUTRO COMUN. COMUM. X X X EMPRÉSTIMO DE FACILIDADE PARA RESERVA DE MATERIAL FACILIDADE PARA REPRODUÇÃO DE MAT. DE BIBLIOG. MATERIAL BIBLIOG. REFERÊNCIA NÃO NO SIM NÃO INFORMATIZADA MANUAL NA BIBLIOTECA NÃO TEM TEM PRÉDIO X X X ACERVO – Campus IV VOLUME ANUAL DE ATUALIZAÇÃO COMPRA DOAÇÃO PERMUTA X X X DISPOSIÇÃO DO ACERVO CDU CDD OUTRO ACESSO AO EQUIPE RESPONSÁVEL MATERIAL VIDEOTECA (EXCETO VIGILÂNCIA E LIMPEZA) BIBLIOGRÁFICO QTDE BIBLIOTECÁRIOS OUTROS ABERTO FECHADO TÍTULOS X 01 03 09 TIPO DE CATALOGAÇÃO FORMAS DE EMPRÉSTIMO ABERTO A FECHADO À CCAAR2 CCAAR1 OUTRO COMUN. COMUM. X X X EMPRÉSTIMO DE FACILIDADE PARA RESERVA DE MATERIAL FACILIDADE PARA REPRODUÇÃO DE MAT. DE BIBLIOG. MATERIAL BIBLIOG. REFERÊNCIA NÃO NO SIM NÃO INFORMATIZADA MANUAL NA BIBLIOTECA NÃO TEM TEM PRÉDIO X X X 12.1.1 Espaço Físico ESPAÇO FÍSICO E FUNCIONAMENTO ESPAÇO FÍSICO TIPO DO ESPAÇO Salas individuais de estudo Salas para leitura e trabalhos em grupo Destinado aos serviços de biblioteca ÁREA EM M2 15,39 m² 1,61 m² 79,82 m² HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO SÁBADOS TARDE INÍCIO FIM INÍCIO FIM 08:00 16:00 13:00 ---13:00 ---13:00 -- NOITE INÍCIO ---- FIM 23:00 23:00 23:00 a) Instalações para o Acervo 126 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI A biblioteca conta com uma área de 197 m2, com boa iluminação e ventilação. Divide-se em área de atendimento, a área dos computadores, área de estudo, área de acervo e área da referência. Área dos Computadores Área Geral de Atendimento, Estudo e Circulação Sala de Estudo Individual Sala de Estudo em Grupo Área de Acervo Sala de Processamento Técnico 15 m² 79,82 m² 15,39 m² 1,61 m² 66,78 m² 7, 64 m² O acervo de livros está disposto em estantes sinalizadas quanto à classificação e assuntos. Os periódicos estão arquivados em porta-revistas devidamente identificados. A biblioteca fica localizada no andar térreo. Nesse sentido, existem espaços que contemplam os portadores de necessidades especiais. b) Instalações para Estudos Individuais A biblioteca conta com uma área de 7,70 X 8,50, destinada a estudos individuais e em grupo. 12.1.2 Política de Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo A atualização do acervo tem por objetivo oferecer suporte bibliográfico ao ensino, á pesquisa e à extensão aos cursos da Instituição. O plano de atualização e expansão do acervo e o desenvolvimento de coleções se dão através da seleção de títulos (livros e periódicos) atualizados que são sugeridos pelos Professores das suas respectivas disciplinas, e posteriormente avaliados pelos Coordenadores de Cursos e pela Bibliotecária. Nessa avaliação considera-se: o ano de publicação da obra, edição (a mais atualizada), o assunto (se é pertinente à área de atuação), editora, etc. Considera-se também os catálogos bibliográficos como uma importante ferramenta no processo de seleção de material bibliográfico. Em virtude do avanço das novas teconologias informacionais e do aumento de usuários no espaço da biblioteca, houve a ampliação no espaço físico e do acervo proporcionando maior eficiência nos serviços prestados, seguindo normas e padrões estabelecidos para lay-outs de bibliotecas, evitando assim desperdícios de área. 12.1.3 Serviços da Biblioteca Acesso a base de dados (em implantação) Acesso aos periódicos Apresentação da biblioteca aos usuários Comutação bibliográfica - COMUT (em implantação) Empréstimo domiciliar Empréstimo entre bibliotecas Levantamentos bibliográficos 127 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Normalização técnica Pesquisa na Internet Serviço de orientação ao usuário 128 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI 13. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL A avaliação é presença obrigatória em toda e qualquer atividade humana, sobretudo, na educação. As Faculdades Integradas Torricelli consideram que o processo de avaliação dos níveis acadêmico e administrativo deve ser dinâmico, participativo, recuperativo e construtivo. Assume-se assim, que o processo de construção de uma realidade educacional mais justa supõe uma intervenção planejada, intencional e sistemática na organização do trabalho pedagógico dessa mesma realidade. Cabe às Faculdades fomentar a compreensão da avaliação como um processo de constante repensar a práxis, buscar legitimar a reflexão por meio da ampla participação de todos os segmentos da Instituição, bem como rejeitar a adoção de modelos de avaliação prontos e acabados. A conscientização de tal responsabilidade abre linhas de debate associadas ao perfil dos processos de avaliação que sejam condizentes com o perfil institucional assumido pela Instituição. Política de Avaliação Institucional das Faculdades e de seus Cursos A Avaliação Institucional tem como objetivo verificar, analisar e propor ações de recondução das atuações educacionais da Instituição e de seus Cursos. O processo de avaliação como um todo abrange aspectos de natureza quantitativa e qualitativa, compreendendo as etapas: a preparação; auto-avaliação (sondagem no ambiente externo e no ambiente interno); diagnóstico conscientização, síntese global, implementação, publicação, difusão, reavaliação e retroalimentação. A preparação dos envolvidos, quando da deflagração do processo de avaliação, requer o desenvolvimento de programas de sensibilização e de conscientização para todos os segmentos envolvidos no processo com o intuito de deixar claro que a avaliação não deve ser encarada como uma estratégia punitiva mas, pelo contrário, que a mesma represente uma estratégia que assegure a qualidade dos serviços prestados pela, Instituição e seus cursos. A etapa de auto-avaliação se desdobra na sondagem dos ambientes externo e interno. A sondagem no ambiente externo corresponde à investigação das necessidades e expectativas da comunidade, que podem ser obtidas através da utilização de diferentes técnicas de coleta de dados, como por exemplo: a observação, a entrevista, o questionário e o exame de fontes documentais. A sondagem no ambiente interno, diz respeito à análise do projeto pedagógico (currículo, corpo docente, corpo discente, corpo técnico-administrativo, infra-estrutura física e tecnológica, de gestão, da pesquisa e da extensão). Esta auto-avaliação nas Faculdades se faz por meio de questionários respondidos pelos discentes e entrevista com os docentes e pessoal técnico-administrativo, além de reuniões regulares com os representantes discentes. As reuniões pedagógicas também propiciam momentos de avaliação, assim como, da correção de eventuais distorções. A sondagem no ambiente interno pode estabelecer a realização de uma retrospectiva crítica, socialmente contextualizada do trabalho realizado pelo Curso com a participação de professores, alunos e funcionários, no que concerne às condições para o desenvolvimento das atividades curriculares, processos pedagógicos e organizacionais, resultados alcançados do ponto de vista do perfil do formando, bem como à formação de profissional crítico, habilitado às necessidades do contexto social. A sondagem dos ambientes externo e interno é realizada por comissão, indicada pela Direção Geral, que manterá contato com dirigentes, corpos docente, discente e técnico-administrativo, fornecendo assim subsídios para a reavaliação e reformulação do processo, com vistas à superação de dificuldades e transformação da realidade educacional. As demais etapas compõem as fases de reflexão, análise, correções, publicação dos resultados e conscientização do processo permanente de avaliação. Objetivos 129 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI O processo de avaliação da Instituição e de seus cursos tem por objetivos: desencadear um processo de avaliação, buscando explicitar qual o papel social da Instituição e de seus cursos, rumo a uma sociedade mais justa, democrática e contemporânea; ampliar a qualidade do ensino dos cursos de graduação, seqüenciais e de pós-graduação, mediante análise, revisão e reconstrução dos currículos; definir uma política acadêmica globalizadora que possibilite, na práxis pedagógica a integração entre ensino, pesquisa e extensão; impulsionar um processo criativo de autocrítica da Instituição e de seus cursos como evidência da vontade política de auto-avaliar-se para garantir a qualidade de suas ações; contribuir para a definição dos projetos educacionais tanto da Instituição quanto de seus cursos, com vistas a uma melhor adequação às expectativas e necessidades sociais, políticas e econômicas da atual conjuntura. Metodologia para a Avaliação Institucional Bases de Ação A avaliação está adaptada ao modelo organizacional garantindo a flexibilidade do processo, independente dos níveis hierárquicos. A partir do planejamento de atividades dos órgãos, em cada nível, será realizada periodicamente a diagnose específica que permita verificar o cumprimento dos objetivos e metas planejadas, bem como sua necessária interligação com os demais níveis da estrutura organizacional, evitando desta forma, a dicotomia entre a organização acadêmica e a organização administrativa financeira. A avaliação desta Instituição e de seus Cursos pauta-se a partir de dois pressupostos. De um lado, aqueles de cunho político-filosófico, quais sejam: a avaliação atenderá à característica de globalidade e da especificidade, na medida em que leva em consideração as atividades-fim e atividades-meio, o caráter de indissociabilidade e de interface das dimensões Ensino, Produção Acadêmica, Extensão e Gestão; a avaliação envolverá uma intensa participação de todos os membros da comunidade acadêmica do curso; a avaliação deverá ressaltar e integrar esforços e experiências já existentes na Faculdade; a avaliação tem caráter contínuo e sistemático, apoiada pela existência de uma vontade política e uma infraestrutura capaz de assegurá-la. De outro lado, a avaliação é também de natureza técnico-científica, ou seja: uma metodologia qualitativa e quantitativa que, de modo ágil e preciso, instale e acione um sistema de coleta de informações centralizadas e descentralizadas, com dados relevantes para efeito de diagnóstico, de controle e de autoconhecimento. Informações estas que permitam analisar, explicar e compreender os fenômenos acadêmicos pedagógicos com vistas à superação de dificuldades e transformação da realidade educacional; uma metodologia quantitativa qualitativa que garanta indicadores fidedignos e permitam oferecer modelos analíticos e interpretativos com vistas ao aprimoramento do processo. Para a avaliação das funções das Faculdades, os princípios metodológicos básicos utilizados são: clareza no que vai ser avaliado; critérios e as condições para a avaliação; 130 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI técnicas adequadas; variedade de técnicas e instrumentos; e aferição dos resultados. Ao lado desses princípios, usar-se-à a metodologia específica, de acordo com o objetivo da avaliação e da área a ser avaliada. 13.1 Comissão Própria de Avaliação – CPA A Comissão Própria de Avaliação, das Faculdades Integradas Torricelli foi criada em consonância com a Lei 10.861 de 14 de Abril de 2004, instituiu o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES). O Sistema estabelecido por essa lei tem como objetivo inaugurar uma nova fase do Ensino Superior no Brasil, considerando um novo paradigma que estabelece a oferta de vagas, na educação superior, atrelada à melhoria de qualidade por meio do aumento permanente da eficácia institucional e de sua relação com responsabilidades sociais. A autoavaliação institucional representa a primeira etapa, nos ciclos de avaliação do Ensino Superior, e certamente o alicerce do procedimento que contemplará, tendo a identidade institucional como referência, uma cultura de avaliação em médio prazo Composição da CPA Nome José Carlos Abreu Junior Coordenador Adriana D onizettiCarvalho Costa Itam ar Pereira Batista Francisco C anindé Pegado Anderson Terres Silva Ivanilda Am ancio Paulo C ésar Pereira Telm o M arins dos Santos Segmento que representa - Coordenador D ocente Técnico Adm inistrativo Sociedade civil D iscente D iscente Técnico Adm inistrativo D ocente 13.3 Resultados da Auto-Avaliação RESULTADOS ALCANÇADOS Tratando da avaliação propriamente dita, pode-se perceber, a partir da análise dos resultados, que as mesmas questões, abordadas pelos diferentes segmentos da comunidade interna, mostram tendências comuns, ou seja, os problemas, dificuldades e distorções, no âmbito da instituição são vistos por todos, de uma maneira geral, na mesma proporção e intensidade. É certo que as Faculdades Integradas Torricelli deverão e serão (re)pensadas, após os resultados da auto-avaliação institucional. Por outro lado, as carências estruturais somente poderão ser superadas com ações efetivas, principalmente de aporte financeiro, da parte da mantenedora. Como não cabe a esta CPA, pelo menos no contexto de suas responsabilidades, apresentar soluções, proposições ou encaminhamentos dos diversos temas e questões abordadas, os resultados da auto-avaliação serão tratados de forma concisa, para facilitar o seu entendimento e análise por parte dos consultores da CONAES, assim como orientá-los para a visita “in loco” e lhes dar suporte para quaisquer decisões ou orientações subseqüentes. Dessa forma, destacaremos de forma objetiva os resultados alcançados indicando as fortalezas encontradas bem como as limitações: 131 FACULDADES INTEGRADAS TORRICELLI Fortalezas: 1. A aprovação quase unânime dos professores pelos alunos é um dos pontos de destaque dentre as fortalezas da instituição. 2. O percentual de satisfação do corpo técnico-administrativo com as condições de trabalho oferecidas no tocante à recursos tecnológicos e à disponibilidade de materiais é também uma potencialidade a ser destacada. 3. É considerável o grau de satisfação de todos os segmentos com relação à infra-estrutura física dos laboratórios e da biblioteca. 4. A infra-estrutura física (cantinas, banheiros, estacionamento, segurança, etc.) para permanência de alunos, funcionários e professores na IES, também é do agrado da maioria. 5. O ambiente organizacional harmonioso, figura também como uma das fortalezas da IES reveladas por esse relatório. 6 .A receptividade no contato entre a coordenação e os docentes é destacada como um dos pontos fortes das Faculdades Integradas Torricelli pelos seus professores. 7.A facilidade no acesso e confecção de material acadêmico como apostilas/transparências, por exemplo, é destacada pelos professores como uma das fortalezas da IES. Limitações: 1. É insignificante o número de professores que conhecem o PDI, a Missão e a Finalidade da IES. 2. Frágil também é a política de incentivo à pesquisa, apesar de as Faculdades Integradas Torricelli serem uma instituição de ensino superior, sobre a qual não recai a exigência legal da pesquisa. 3. O relatório revela que, entre o segmento docente, há um considerável grau de descontentamento com o regime (cooperado) de contratação. 4. No tocante à infra-estrutura física, há, entre alunos e professores, um considerável índice de insatisfação com relação à ventilação e à acústica das salas de aulas. 5. Há, entre professores e alunos, um considerável percentual de insatisfação com relação aos recursos multimídias disponibilizados pela IES. 132