Plano de Actividades 2004 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO FICHA TÉCNICA Título Plano de Actividades 2004 Autoria Inspecção-Geral da Educação Edição © Inspecção-Geral da Educação (IGE) Av. 24 de Julho, 136 1350–346 LISBOA Tel.: 213 924 800 / 213 924 801 Fax: 213 924 950 / 213 924 960 e-mail: [email protected] URL: http://www.ige.min-edu.pt Coordenação editorial, copidesque, design gráfico, revisão tipográfica e divulgação IGE — Gabinete de Planeamento, Documentação e Formação (GPDF) Impressão e acabamento Reprografia da Secretaria-Geral do Ministério da Educação Av. 24 de Julho, 136 — 1.º 1350–346 LISBOA Março 2004 Tiragem 400 exemplares Depósito Legal 116799/97 ISBN 972-8429-55-X Catalogação na publicação Portugal. Inspecção-Geral da Educação Plano de Actividades 2004 ISBN 972-8429-35-5 CDU 354(469)”2004” 37(469)”2004” Plano de Actividades 2004 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 5 MATRIZ DE PROGRAMAS E ACTIVIDADES POR DEPENDÊNCIA FUNCIONAL, INTEGRAÇÃO ORGÂNICA E RESPONSABILIDADE 13 PROGRAMA I — ACOMPANHAMENTO I.1 Observação da acção educativa 17 23 PROGRAMA II — CONTROLO II.1 Organização do ano lectivo II.2 Exames nacionais do ensino secundário II.3 Autonomia e paralelismo pedagógico II.4 Ensino secundário recorrente II.5 Centros de Formação de Associações de Escolas II.6 Ensino da língua e cultura portuguesas no estrangeiro 25 31 35 37 39 41 43 PROGRAMA III — AUDITORIA III.1 Administração financeira das escolas — Acção Social Escolar III.2 Administração financeira das escolas — Gestão de pessoal e orçamental III.3 Contratos de financiamento das escolas particulares III.4 Sistema Nacional de Controlo do Quadro Comunitário de Apoio III 45 51 PROGRAMA IV — PROVEDORIA E ACÇÃO DISCIPLINAR IV.1 Intervenções inspectivas e disciplinares IV.2 Processos disciplinares e processos de encerramento IV.3 Provedoria, atendimento e análise de queixas 59 65 67 69 PROGRAMA V — AFERIÇÃO V.1 Os primeiros anos da educação básica V.2 Desempenho escolar dos alunos V.3 Análise da classificação interna final e da externa no 12.º ano V.4 Bem-estar e segurança nas escolas V.5 Aferição da auto-avaliação nas escolas V.6 Avaliação dos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária V.7 Análise dos custos por aluno nas escolas secundárias 71 77 79 81 83 85 89 91 PROGRAMA VI — COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL E INTERNACIONAL VI.1 Cooperação com outras inspecções nacionais VI.2 SICI — Conferência Internacional Permanente das Inspecções Gerais e Nacionais de Educação: actividades de presidência e participação em projectos internacionais VI.3 Rede C do projecto INES da OCDE — indicadores de funcionamento das escolas e Grupo de Trabalho das Redes A e C VI.4 Escolas europeias VI.5 Escolas portuguesas no estrangeiro 93 99 103 105 107 PROGRAMA VII — FORMAÇÃO DE PESSOAL VII.1 Formação especializada de inspectores VII.2 Formação contínua de inspectores e de outro pessoal 109 115 117 53 55 57 101 3 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA VIII — SISTEMAS DE PLANEAMENTO E INFORMAÇÃO VIII.1 Sistema interno de gestão e controlo da qualidade inspectiva VIII.2 Sistema de informação de suporte às actividades inspectivas VIII.3 Sistema de informação de apoio à gestão interna 119 125 129 133 PROGRAMA IX — PUBLICAÇÕES, DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO IX.1 Publicações IX.2 Centro de Documentação e Informação IX.3 Site-IGE — Página da IGE na Internet 137 143 147 151 PROGRAMA X — ADMINISTRAÇÃO GERAL X.1 Contabilidade X.2 Património e Economato X.3 Pessoal X.4 Expediente X.5 Sistema de Arquivos da IGE 153 159 161 163 167 169 ANEXOS I Orçamento para 2004 II Lista de pessoal III Participação em conselhos, grupos de trabalho e comissões IV Siglas e abreviaturas 171 173 175 189 191 4 Plano de Actividades 2004 INTRODUÇÃO Missões e responsabilidades da IGE 1 Enquadramento No actual contexto de reestruturação orgânica do Ministério da Educação, competem à IGE «funções de auditoria e de controlo do funcionamento do sistema educativo, prosseguindo dois objectivos primordiais: a garantia da qualidade do sistema e a salvaguarda dos interesses legítimos de todos os que o integram». A leitura da actual realidade institucional e da intencionalidade política contida no Decreto-Lei n.º 208/2002 permite-nos concluir que se regista uma mudança de perspectiva nas políticas de educação e na sua administração, no sentido de adoptar uma visão integrada de políticas e de formação, bem como de conceber a modernização do sistema como um processo de democratização da própria administração. A nova estrutura do ME, assente numa organização de órgãos e serviços estruturados de forma coerente para agir em função de resultados, segundo uma filosofia de desenvolvimento da autonomia das escolas e do princípio da subsidiariedade, conduziu a uma redistribuição funcional de papéis e de responsabilidades dos serviços nos diferentes níveis da administração educativa. Neste quadro, a IGE é convocada a desempenhar um novo papel e a assumir um novo perfil na governação da educação. Confronta-se com a necessidade de desenvolver novas abordagens, novos instrumentos e uma nova racionalidade na relação que estabelece com as escolas e com os serviços da administração educativa, pois o objectivo primeiro de garantia da qualidade inspectiva, neste novo contexto, já não diz respeito à qualidade de um resultado que, tradicionalmente e de forma dominante, era centrado na qualidade do ensino e garantido pelo controlo e fiscalização da legalidade por via impositiva. Nos contextos enunciados e ao constituir-se num processo de qualidade do desempenho, a actividade inspectiva assume uma nova dimensão que é aferida pela sua capacidade de recentrar esta noção em torno do processo e das condições de aprendizagem, bem como da vivência da escola em cada comunidade educativa. Este alargamento do campo e do foco da observação da escola considerada no seu todo e o facto de hoje se acreditar que a qualidade é contextual, porque depende também de outros factores como o ethos da escola, o estilo de liderança, os recursos, o meio envolvente e as condições e constrangimentos em que o desempenho institucional se exerce, tornam difíceis e complexos os actos de aferição e certificação da qualidade. A emergência de um novo quadro axiológico e de uma nova atitude da administração perante o cidadão, fundada na ética e no aprofundamento do serviço público, subjacente ao segundo objectivo definido para a IGE, constitui, a par da qualidade, o segundo eixo estruturante do papel e da missão que a reforma atribui a esta instituição. 2 Aspectos de mudança: tarefas, responsabilidades e posturas O novo perfil proposto na reforma estrutural do Ministério da Educação alarga a esfera de competências e as áreas de intervenção da IGE nas vertentes pedagógica, administrativa, 5 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO financeira e patrimonial e regista alterações e mudanças em vários aspectos que a seguir, sucintamente, se enumeram e explicitam: Novos campos de intervenção e de alargamento de competências, dos quais se destacam, pela sua importância, a intervenção junto dos agrupamentos de escolas e dos centros de formação de associações de escolas da rede pública e as intervenções no âmbito do regime jurídico da formação contínua, dos órgãos e serviços centrais do Ministério da Educação, das escolas profissionais no novo quadro da formação vocacional; Novos enfoques e abordagens que resultam da nova visão de políticas integradas de educação e formação, introduzida na lei orgânica do ME, do carácter transversal da nova organização funcional do ME, da reorganização da rede e da gestão escolares em contextos de autonomia das escolas. As novas abordagens decorrem da governação por objectivos e resultados e da nova visão para as políticas de desenvolvimento e gestão. Clarificação de funções e conceitos: de acordo com a lei orgânica do ME, a acção da inspecção assume quatro tipos de acção estratégica: Controlo pelo qual se intervém, caracterizando o funcionamento e a gestão das escolas e dos serviços educativos, de forma a dotar a tutela política e a administração educativa da necessária informação do desempenho para a regulação do sistema e para a afectação de meios adequados aos objectivos, tendo em conta critérios de eficiência e eficácia; Auditoria, ou análise e verificação dos processos de afectação e do uso de recursos financeiros e de racionalização dos investimentos em educação do ponto de vista da legalidade e da análise custo-benefício; Aferição, actividade através da qual, considerando um quadro legal e conceptual pré-definido a utilizar como referência, se procuram examinar os níveis de qualidade alcançados no planeamento, na organização e na realização da prestação educativa, em ordem a garantir a credibilização das organizações e a confiança pública na educação; Provedoria, entendida como a resposta às expectativas sociais quanto à justiça e equidade do sistema, traduzida na capacidade de atendimento das queixas dos utentes e actores da educação e na organização da decorrente acção disciplinadora do sistema. No seu conjunto, as diferentes modalidades de intervenção inspectiva garantem à tutela política e ao público em geral a informação e o conhecimento úteis para, respectivamente, a tomada de decisão política e a credibilização social da Educação. A este propósito, sublinha-se que as funções inspectivas, agora revistas à luz do programa de reestruturação do ME, traçam e estruturam o novo perfil da instituição, ela própria objecto de prestação de contas, promotora e indutora de uma cultura de exigência e de responsabilidade social. Subjacente a este quadro conceptual de funções inspectivas, podemos ainda identificar um papel de observação e de Acompanhamento, que consiste na observação regular da acção educativa, sobretudo em níveis de ensino considerados prioritários e em áreas críticas do funcionamento educativo, designadamente no que se relaciona com a realização pedagógica, com a acção ou a atitude profissional dos docentes e com a integração na comunidade. 6 Plano de Actividades 2004 No novo quadro, assiste-se também a uma mudança de racionalidade instrumental. A racionalidade meramente técnica, que dominou os processos tradicionais da actividade inspectiva, dá lugar, à luz dos princípios e valores enunciados, a uma racionalidade técnica e interactiva entre inspectores e inspeccionados, tendo em vista contribuir para a melhoria do processo de implementação da qualidade. Para este perfil exige-se uma nova e contínua formação com maior exigência científica e com maior diversidade de soluções técnicas, a combinar com níveis de exigência ética e de rigor técnico, utilizando crescentemente as tecnologias de informação e comunicação. Estamos, assim, perante um quadro de mudança que foi tido em conta ao elaborar-se o presente Plano de Actividades para a Inspecção-Geral da Educação, sobretudo no que se refere às linhas orientadoras da proposta de Reforma da Administração Pública, bem como à nova estrutura orgânica do Ministério da Educação e aos objectivos que lhe estão subjacentes, nomeadamente: • Introduzir uma lógica de racionalização na gestão dos recursos afectos às políticas de educação e de formação ao longo da vida; • Aprofundar a autonomia das escolas e a sua maior responsabilização pelos resultados alcançados e pela gestão dos recursos disponibilizados; • Reorientar os órgãos e serviços centrais e regionais do Ministério em coerência com o regime de autonomia, administração e gestão das escolas e clarificar as funções de cada um; • Modernizar a administração educativa e os seus instrumentos e processos de gestão. O Plano de Actividades organiza-se em torno de três grandes áreas de intervenção. Por sua vez, estas áreas orientam-se de acordo com dois critérios fundamentais: • Contribuir para a garantia da qualidade da educação, credibilizando o sistema e as suas instituições e consolidando a confiança pública no serviço nacional de educação, através da observação directa e do acompanhamento da prestação de serviço aos diferentes níveis do sistema, bem como da disponibilização sistemática de informação; • Gerir-se por critérios de qualidade e racionalidade, prestando contas e servindo o interesse público. Na concepção dos programas e das actividades que os operacionalizam foram combinados dois tipos de intervenção: • as que correspondem a actividades em execução inscritas em planos de actividade anteriores e que pela sua importância estratégica são permanentes e se consideram estabilizadas, mesmo que careçam de alguma adequação ou correcção; • as que por força da reforma orgânica do ME e de orientações políticas correspondem a novas áreas de intervenção. 3 Organização do Plano de Actividades Tendo em conta as missões e funções da IGE já referidas, o Plano de Actividades estrutura-se em três áreas fundamentais: A — Administração do sistema escolar e dos serviços educativos; B — Cooperação institucional e internacional; C — Desenvolvimento interno. No âmbito da Administração do sistema escolar e dos serviços educativos, desenvolvem-se as intervenções que operacionalizam a função inspectiva: as actividades de acompanhamento, as de controlo, as de auditoria, as de aferição e as de provedoria e acção disciplinar. As acções relacionadas com as secções B e C decorrem da nossa inserção na comunidade nacional e 7 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO internacional, dos programas de sustentação do desenvolvimento interno, numa perspectiva de organização de primeira linha, e das acções de gestão dos nossos próprios recursos. A — ACTIVIDADES DE INTERVENÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA ESCOLAR E DOS SERVIÇOS EDUCATIVOS, ESTRUTURADAS EM CINCO PROGRAMAS: Programa I — Acompanhamento. Este programa é constituído por uma única actividade que se orienta para a observação da acção educativa nos jardins de infância e nas escolas do 1.º ciclo que não tenham sido objecto de intervenção inspectiva nos últimos anos. Programa II — Controlo. Este programa abrange seis actividades de intervenção para observação e caracterização de procedimentos administrativos em áreas-chave da organização educativa e que vão desde a organização do ano lectivo, ao sistema de exames e à organização da formação contínua dos recursos humanos; desenvolve-se ao longo do ano lectivo, de acordo com a respectiva calendarização. A incidência das actividades previstas cobre diferentes modalidades e níveis de ensino, os estabelecimentos de ensino da rede pública, particular e cooperativa e solidária e o ensino de português no estrangeiro. Programa III — Auditoria. Este programa desenvolve um conjunto de quatro actividades e tem como objectivo genérico verificar a correcção e adequação da gestão dos recursos, tendo em conta critérios de economia, eficácia e eficiência. A sua incidência é abrangente e tem carácter transversal e articulado. Por um lado, pretende identificar pontos fortes e pontos fracos da gestão dos recursos, segundo critérios explícitos que possam constituir referência para a aferição da qualidade do sistema e das organizações escolares individuais, reforçando a sua autonomia; por outro lado, pretende verificar a adequação do serviço prestado pelas estruturas de administração regional e local, quer em termos da gestão dos recursos e do reordenamento da rede escolar, quer em termos da garantia da correcta provisão, orientação e/ou coordenação dos serviços necessários às escolas, nomeadamente os apoios sociais e a gestão do pessoal; por outro lado, ainda, pretende acompanhar a aplicação dos fundos financeiros disponibilizados para o desenvolvimento da rede particular supletiva da rede pública escolar, bem como a aplicação dos fundos comunitários no âmbito do PRODEP. Programa IV — Provedoria e acção disciplinar. As actividades que integram este programa reflectem as funções de salvaguarda dos interesses legítimos dos utentes, agentes e beneficiários do sistema de ensino, atendendo e tratando as suas queixas, procedendo a averiguações e a inquéritos e instruindo, nos termos legais, processos disciplinares instaurados pelas entidades competentes. Programa V — Aferição. Este programa integra sete actividades e tem como objectivo genérico garantir a qualidade do desempenho do Sistema Educativo, acompanhando as estratégias que têm vindo a ser conduzidas, no sentido de contribuir para a sua melhoria, tendo em conta o conjunto de parâmetros que o quadro legal prevê e a experiência recomenda como referentes na sua monitorização e observação. Seleccionaram-se como áreas estratégicas as que se referem aos primeiros anos da educação básica, ao bem-estar da população escolar e à segurança das instalações e dos equipamentos, à análise dos resultados escolares e da efectividade das estratégias de regulação interna em cada escola, em ordem a uma melhoria progressiva do desempenho, e ainda à análise dos custos por aluno nas escolas que ministram o ensino secundário. 8 Plano de Actividades 2004 B — ACTIVIDADES NA ÁREA DA COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL E INTERNACIONAL INCLUÍDAS NUM ÚNICO PROGRAMA, NOMEADAMENTE: Programa VI — Cooperação Institucional e Internacional. Através deste programa pretendem-se reforçar as estratégias de articulação entre os diferentes sectores da administração e em especial entre as diferentes inspecções nacionais. No que se refere às actividades de cooperação internacional, estas decorrem dos compromissos de cooperação e articulação assumidos no âmbito do espaço europeu, do espaço lusófono e das organizações internacionais em que Portugal participa e cuja representação a IGE assegura. As acções que materializam estas actividades constituem modalidades de participação na comunidade internacional e no seu esforço conjunto de controlo, de melhoria e aferição dos critérios de qualidade do serviço educativo. C — AS ACTIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO INTERNO REPRESENTAM ÁREAS ESTRATÉGICAS PARA O APOIO DA ACTIVIDADE INSPECTIVA E O SUPORTE ADMINISTRATIVO DA GESTÃO CORRENTE. Abrangem quatro programas: Programa VII — A Formação de Pessoal. Este programa desenvolve-se em duas actividades: a primeira diz respeito à formação inicial de novos inspectores, a recrutar para garantir a capacidade inspectiva necessária, a qual será em parte assegurada por instituições de ensino superior e por formadores internos, orientadores do estágio de inspecção. A segunda actividade refere-se à formação contínua de inspectores e de outro pessoal, tendo em vista assegurar a capacitação e actualização do pessoal dos quadros permanentes da IGE. Estas actividades serão em larga medida apoiadas financeiramente pelo PRODEP, mediante candidaturas já apresentadas e a apresentar. Programa VIII — Sistemas de Planeamento e Informação. Este programa assenta em três actividades: uma que visa assegurar um sistema interno de gestão de qualidade, respondendo às políticas de modernização e melhoria da administração pública; outra que é relacionada com o desenvolvimento de sistemas de informação e comunicação indispensável à realização das actividades inspectivas, nomeadamente no que se refere à transmissão de dados e ao seu posterior tratamento informático. E a terceira que diz respeito ao sistema de controlo de uma organização dispersa no território e ao apoio à gestão interna. O programa é em parte financiado pelo Programa Operacional da Sociedade de Informação (POSI). Programa IX — Publicações, Documentação e Informação. Este programa visa assegurar a edição e distribuição da informação produzida pela IGE no âmbito das suas intervenções, compreendendo materiais de trabalho, ou roteiros de inspecção, relatórios e estudos, bem como assegurar o acesso à informação quer através do Centro de Documentação, quer através do sítio da IGE na Internet. Programa X — Administração Geral. Este programa compreende cinco actividades, designadamente: a Contabilidade, o Património e Economato, o Pessoal, o Expediente e o Arquivo. 4 Universo da intervenção inspectiva Dos dez programas que estruturam o Plano de Actividades, cinco constituem o nó essencial da actividade inspectiva: o acompanhamento, o controlo, a auditoria, a aferição e a provedoria e 9 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO acção disciplinar. Dos restantes, um corresponde à actividade de inserção e articulação da IGE com organismos congéneres no espaço nacional e internacional, e os outros quatro são o suporte e a sustentabilidade dos primeiros, merecendo especial referência o serviço de Publicações, Documentação e Informação, que, de forma específica, assegura a ligação com as diferentes componentes da Inspecção-Geral da Educação localizadas no território e com os seus inspectores, e a ligação com o exterior, nomeadamente com a tutela e a comunidade mais vasta, numa perspectiva de prestação de contas e de disponibilização de informação útil para o conhecimento do funcionamento do sistema educativo. Do conjunto de actividades em que os primeiros cinco programas se desenvolvem — 21 no total — destacam-se as que correspondem a actividades estabilizadas, quer quanto às finalidades, quer quanto às metodologias e ao âmbito de intervenção, nomeadamente no que se refere à dimensão da amostra e aos critérios de selecção. A sua estabilização significa que são actividades em relação às quais existe segurança profissional. Outras, especificamente as de provedoria e de acção disciplinar, embora do ponto de vista da execução inspectiva sejam actividades em continuidade, do ponto de vista do seu planeamento são actividades às quais as características específicas de dimensão e de incidência conferem um elevado grau de imprevisibilidade. Além das actividades já tradicionais na intervenção inspectiva, propõe-se, para o ano de 2004, um largo número de novas actividades, que exigem mais tempo para serem concebidas e faseadas, para a formação dos inspectores e para o seu lançamento, pois, em relação a elas, é necessário definir a metodologia de trabalho, com destaque para a concepção e produção de novos roteiros — que carecem de experimentação e de avaliação antes de serem utilizados em intervenções sistemáticas. Com esta metodologia procura-se ainda definir a dimensão da amostra, garantindo o mais largo espectro à intervenção inspectiva, de modo a garantir a coerência da acção, a validade e a fiabilidade da informação. Isto quer dizer que, através de diferentes projectos, recorrendo a amostras relativamente pequenas, mas significativas, se pretende intervencionar o maior número possível de escolas, ainda que com objectivos e enfoques diferentes, para obter um “retrato” do sistema tão facetado quanto possível. Esta opção resulta, também, da reestruturação da rede escolar, que altera a noção de unidade de intervenção — que em muitos casos será simultaneamente escola e agrupamento — e da necessidade de responder a questões prementes da gestão do sistema, relativamente às quais é preciso formar os inspectores e ganhar segurança para intervenções de maior incidência territorial, que irão ter lugar no ano de 2005. O quadro seguinte indica, para o corrente ano, em termos de unidades de gestão, a dimensão da intervenção apenas nas actividades que têm por base uma amostra. Essas actividades serão desenvolvidas por equipas de inspectores em cada região. 10 Plano de Actividades 2004 DIMENSIONAMENTO DAS AMOSTRAS PARA INTERVENÇÃO INSPECTIVA EM 2004 Universo1 Amostra ACOMPANHAMENTO 2.5102 2.510 ORGANIZAÇÃO DO ANO LECTIVO 1.330 450 AUTONOMIA E PARALELISMO PEDAGÓGICO 1483 50 CENTROS DE FORMAÇÃO DE ASSOCIAÇÕES DE ESCOLAS 201 50 OS PRIMEIROS ANOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2784 12 1.330 170 1.330 100 ACTIVIDADE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DAS ESCOLAS — ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DAS ESCOLAS — GESTÃO DE PESSOAL E ORÇAMENTAL BEM-ESTAR E SEGURANÇA NAS ESCOLAS AFERIÇÃO DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS ANÁLISE GLOBAL DA CLASSIFICAÇÃO INTERNA FINAL E DA EXTERNA NO 12.º ANO * 628 50 70 O conjunto destas intervenções ilustra o modo como se pode obter um «retrato» multifacetado dos 1.070 agrupamentos a intervencionar em pequenas amostras representativas, aleatórias ou deliberadas. Janeiro de 2004 Conceição Castro Ramos Inspectora-Geral 1 N.º de agrupamentos. N.º não determinado, constituído pelo conjunto de jardins de infância e de escolas que há mais de cinco anos não são visitadas pela IGE. 3 N.º de estabelecimentos de ensino particular e cooperativo que leccionam pelo menos o ensino secundário. 4 N.º de concelhos no continente. O âmbito territorial da unidade de intervenção nesta actividade são os agrupamentos de um reduzido número de concelhos, incidindo essencialmente em todos os jardins-de-infância e escolas do 1.º ciclo, o que poderá totalizar um número superior a 200 escolas. * N.º não determinado de escolas já envolvidas. 2 11 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 12 Plano de Actividades 2004 MATRIZ DE PROGRAMAS E ACTIVIDADES POR DEPENDÊNCIA FUNCIONAL, INTEGRAÇÃO ORGÂNICA E RESPONSABILIDADE PROGRAMAS E ACTIVIDADES Actividades e Coordenadores A — ÁREA DE INTERVENÇÃO — ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA ESCOLAR E DOS SERVIÇOS EDUCATIVOS PROGRAMA I — ACOMPANHAMENTO I.1 Observação da acção educativa — Maria Júlia Neves PROGRAMA II — CONTROLO II.1 Organização do ano lectivo — Maria Margarida Tomé e Pedro Teixeira Pinto II.2 Exames nacionais do ensino secundário — Carlos Marques Taleço II.3 Autonomia e paralelismo pedagógico — Amparo Costa II.4 Ensino secundário recorrente— Alzira de Freitas II.5 Centros de Formação de Associações de Escolas — Natalina de Moura II.6 Ensino da língua e cultura portuguesas no estrangeiro — Carlos Silva e J. A. Pereira Neto PROGRAMA III — AUDITORIA III.1 Administração financeira das escolas — Acção Social Escolar — Pedro Teixeira Pinto III.2 Administração financeira das escolas — Gestão de pessoal e orçamental — Rui Leonardo Silva III.3 Contratos de financiamento das escolas particulares — Maria Luísa Ferreira III.4 Sistema Nacional de Controlo do Quadro Comunitário de Apoio III — João Ramalho PROGRAMA IV — PROVEDORIA E ACÇÃO DISCIPLINAR IV.1 Intervenções inspectivas e disciplinares — Maria Júlia Neves e Rui Leonardo Silva IV.2 Processos disciplinares e processos de encerramento — Maria do Céu Pedreño IV.3 Provedoria, atendimento e análise de queixas— Maria Júlia Neves e Rui Leonardo Silva PROGRAMA V — AFERIÇÃO V.1 Os primeiros anos da educação básica — Lúcia Fialho V.2 Desempenho escolar dos alunos — João Figueiredo V.3 Análise da classificação interna final e da externa no 12.º ano — J. A. Pereira Neto V.4 Bem-estar e segurança nas escolas — Rosa Silva e Fernando Gaiolas V.5 Aferição da auto-avaliação nas escolas — José Carlos Alves V.6 Avaliação dos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária — Carlos Marques Taleço V.7 Análise global dos custos por aluno nas escolas secundárias — Rui Leonardo Silva B — ÁREA DE INTERVENÇÃO — COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL E INTERNACIONAL PROGRAMA VI — COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL E INTERNACIONAL VI.1 Cooperação com outras inspecções nacionais — Conceição Castro Ramos VI.2 SICI — Conferência Internacional Permanente das Inspecções Gerais e Nacionais de Educação: actividades de presidência e participação em projectos internacionais —Maria do Carmo Clímaco VI.3 Rede C do projecto INES da OCDE — indicadores de funcionamento das escolas e Grupo de Trabalho das Redes A e C — Helder Guerreiro VI.4 Escolas europeias — Carlos Silva VI.5 Escolas portuguesas no estrangeiro —J. A. Pereira Neto 13 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO C — ÁREA DE DESENVOLVIMENTO INTERNO PROGRAMA VII — FORMAÇÃO DE PESSOAL VII.1 Formação especializada de inspectores — Fernanda Lopes VII.2 Formação contínua de inspectores e de outro pessoal — Fernanda Lopes PROGRAMA VIII — SISTEMAS DE PLANEAMENTO E INFORMAÇÃO VIII.1 Sistema interno de gestão e controlo da qualidade inspectiva — Helder Guerreiro VIII.2 Sistema de informação de suporte às actividades inspectivas — Eduardo Bação VIII.3 Sistema de informação de apoio à gestão interna — Margarida Simões PROGRAMA IX — PUBLICAÇÕES, DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO IX.1 Publicações — Paulo Barata IX.2 Centro de Documentação e Informação — Edite Prada IX.3 Site-IGE — Página da IGE na Internet (gestão de conteúdos) — Paulo Barata PROGRAMA X — ADMINISTRAÇÃO GERAL X.1 Contabilidade — Teresa António X.2 Património e Economato — Pedro Henriques X.3 Pessoal — Maria Margarida Serrão X.4 Expediente — Maria de Jesus Henriques X.5 Arquivo — Paulo Barata 14 Plano de Actividades 2004 PROGRAMAS E ACTIVIDADES 15 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 16 Plano de Actividades 2004 PROGRAMA I 17 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 18 Plano de Actividades 2004 A ACOMPANHAMENTO SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Delegações Regionais da IGE DEFINIÇÃO E OBJECTIVOS Acompanhar a acção educativa dos agrupamentos e das escolas através de uma actividade interactiva de observação, fundamental para o desenvolvimento qualitativo da educação. Observar, de forma regular e com enfoque em níveis de ensino considerados prioritários, áreas críticas do funcionamento educativo, nomeadamente no que se relaciona com a «realização pedagógica», com a «acção ou atitude profissional dos docentes» e com a «integração comunitária». ACTIVIDADES Observação da acção educativa I.1 RESULTADOS ESPERADOS Relatórios das actividades RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 3.628 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 6,88 % Financeiros Valor absoluto (total) — 955.119 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 6,90 % 19 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 20 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 21 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 22 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I . 1 OBSERVAÇÃO DA ACÇÃO EDUCATIVA OBJECTIVOS Acompanhar, de forma regular e com enfoque em níveis de ensino considerados prioritários, a acção educativa dos agrupamentos e das escolas através de uma actividade interactiva de observação, fundamental para o desenvolvimento qualitativo da educação. Visa-se especificamente caracterizar a acção pedagógica nas escolas e identificar as áreas de desempenho que manifestem viabilidade e as que careçam de apoio. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios regionais; Relatório nacional. METODOLOGIA Definição, a nível de escola, do acompanhamento a efectuar ao longo do ano; Formação específica dos inspectores; Informação ao agrupamento acerca da visita inspectiva; Recolha dos documentos básicos de gestão dos agrupamentos e das escolas; Visita a escolas e observação (Carta de Observação de Escola), por um inspector, durante um dia; Registo dos aspectos observados (Carta de Observação de Escola). RECURSOS HUMANOS Coordenador: Maria Júlia Neves Equipa de trabalho: Maria Júlia Neves e Delegados Regionais Interlocutores regionais: DRN — Ana Maria Garrett DRC — Maria de Lurdes R. R. Campos DRL — Maria Eugénia Duarte e José Filipe Duarte Silva DRA — Ana Pinto DRAlg — Clara Lucas Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — 3.628 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 6,88 % 23 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Preparação dos instrumentos Formação dos inspectores Intervenção nas escolas Produção dos relatórios regionais Produção do relatório nacional 24 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Serviços Centrais e Delegações Serviços Centrais e Delegações z z z z z z z z z z z z Delegações Jan. 2005 Delegações FevMar 2005 Serviços Centrais Plano de Actividades 2004 PROGRAMA II 25 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 26 Plano de Actividades 2004 CONTROLO SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Núcleo de Inspecção Técnico-Pedagógica (NITP), Núcleo de Inspecção AdministrativoFinanceira (NIAF), Gabinete de Relações Externas e Internacionais (GREI) DEFINIÇÃO E OBJECTIVOS As actividades de controlo têm por finalidade verificar a conformidade legal do funcionamento concreto de unidades organizacionais ou segmentos do sistema educativo e identificar factores condicionadores ou restritivos da sua eficiência, considerando os meios disponíveis e os serviços prestados. Para a realização destas actividades, a IGE elabora e aplica regularmente instrumentos de observação e de recolha de informação, sob a forma de roteiros e questionários. As actividades de controlo sistemático, bem como outras de intervenção selectiva e estratégica, conjugadas com acções de acompanhamento da execução das recomendações, são parte do dispositivo de monitorização do sistema educativo da responsabilidade da IGE. A IGE coloca à consideração da administração vias alternativas, sob a forma de recomendações. Os relatórios elaborados por actividade são parte fundamental de um sistema de informação sobre a prestação do serviço educativo, constituindo instrumentos de prestação de contas e de retroalimentação do próprio sistema. ACTIVIDADES Organização do ano lectivo II.1 Exames nacionais do ensino secundário II.2 Autonomia e paralelismo pedagógico (Ensino particular e cooperativo) II.3 Ensino secundário recorrente II.4 Centros de Formação de Associações de Escolas II.5 Ensino da língua e cultura portuguesas no estrangeiro II.6 RESULTADOS ESPERADOS Relatórios de actividades RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 8.824 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 16,73 % 27 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Financeiros Valor absoluto (total) — 2.323.324 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 16,77 % 28 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 29 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 30 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I . 1 ORGANIZAÇÃO DO ANO LECTIVO OBJECTIVOS Analisar a organização das unidades de gestão, numa perspectiva de equidade do serviço público de educação; Identificar as situações de desvio em relação aos normativos em vigor, que se traduzam em prejuízo para os alunos e/ou para o erário público; Avaliar o grau de racionalidade e de eficácia na gestão dos recursos humanos disponíveis; Analisar as consequências, aos diversos níveis, da reorganização curricular no 9.º ano; Verificar a sequência dada pelas unidades de gestão às desconformidades e deficiências detectadas; Induzir práticas de boa gestão de recursos. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios regionais Relatório nacional. METODOLOGIA Articulação com os Serviços Centrais e Regionais do Ministério da Educação para conhecimento da intervenção; Selecção da amostra — 33% das unidades de gestão regidas pelo Decreto-Lei n.º 115-A/98 de 4 de Maio; Revisão e actualização do documento final — roteiro; Preparação das aplicações informáticas; Formação dos inspectores; Informação às unidades de gestão (escolas singulares e sedes de agrupamentos); Intervenção no terreno, efectuada por um a dois inspectores, com a duração de 1 a 3 dias, conforme a complexidade organizacional da unidade de gestão; Introdução e validação dos dados; Elaboração do relatório nacional. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Direcções Regionais de Educação Gabinete de Gestão Financeira (GGF) 31 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenadores: Margarida Tomé (NITP) e Pedro Teixeira Pinto (NIAF) Equipa de trabalho: Eduardo Bação, João Figueiredo, Margarida Tomé e Pedro Teixeira Pinto Colaboração do Gabinete de Informática Interlocutores Regionais: DRN — Maria José Leitão DRC — Pedro Gerardo e Lurdes Navarro DRL — Jorge Morais DRA — Basílica Daniel DRAlg — Luís Barregão Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 3514 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 6,66 % RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 925.182 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 6,68% CRONOGRAMA Meses Responsável Jan. Acções Articulação com os Serviços Centrais do ME e DRE Revisão do roteiro e dos instrumentos de trabalho Preparação das aplicações informáticas Formação dos inspectores Informação às escolas Intervenção nas escolas Introdução e validação dos dados Produção do relatório nacional 32 Fev. Mar. Abr. Mai. z Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. z z z Serviços Centrais Serviços Centrais e Delegações z z z z Jun. z z z z z Serviços Centrais z z z z z z z z Serviços Centrais Delegações Serviços Centrais e Delegações Delegações Serviços Centrais Delegações z Serviços Centrais Plano de Actividades 2004 NSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro da actividade Mapas do serviço docente Mapas auxiliares relativos à constituição das turmas Inquéritos A e B «9.º ano» Ficha de comunicação de desconformidades Aplicações informáticas/Internet 33 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 34 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I . 2 EXAMES NACIONAIS DO ENSINO SECUNDÁRIO OBJECTIVOS Fiscalizar a realização das provas de exame do ensino secundário, de modo a garantir a sua realização em condições de confidencialidade e de equidade; Verificar a adequação e a razoabilidade das medidas e procedimentos adoptados pelos estabelecimentos de ensino, face ao normativo e ao contexto específico em que o serviço de exames decorre; Induzir a qualidade dos desempenhos, contribuindo para a superação de eventuais desconformidades; Cooperar com o Júri Nacional de Exames na eficácia e no aperfeiçoamento do sistema nacional de exames. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Melhoria da qualidade dos desempenhos nos vários níveis da administração da Educação, contribuindo para a superação de eventuais disfuncionamentos; Relatórios regionais e nacional. METODOLOGIA Reavaliação e reformulação do roteiro de inspecção dentro do novo quadro normativo de exames nacionais; Preparação da intervenção; A intervenção inspectiva a desenvolver na 1.ª e 2.ª fase dos exames, numa amostra de cerca de 20% dos estabelecimentos de ensino público, particular e cooperativo onde se realizam exames nacionais do ensino secundário, e em que estarão incluídas, prioritariamente, as escolas: com exames pela primeira vez; onde foram detectadas, em anos anteriores, situações anómalas e/ou irregulares; sinalizadas pelo Júri Nacional de Exames como necessitando de apoio e acompanhamento. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Departamento do Ensino Secundário Júri Nacional de Exames RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Carlos Marques Taleço Equipa de trabalho: Serviços Centrais — Maria Graziela Poeira 35 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Delegação Regional de Lisboa — Luís Alberto Nunes Capela Técnico do Gabinete de Informática Interlocutores regionais: DRN — Maria Zita Escórcio DRC — Silvina Marques DRL — A. Nunes Correia DRA — Rui Atanásio DRAlg — Luís Barregão Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — 1495 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 2,84% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 393.695 € Despesas com pessoas (valor relativo) — 2,84% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Actualização do roteiro Reuniões de fixação do roteiro Edição do roteiro Reunião nacional de preparação da intervenção Intervenção inspectiva Relatórios regionais Relatório nacional Fev. Mar. Abr. z z z Mai. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável z Equipa de trabalho z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro de fiscalização dos exames 36 Jun. z z z z z z Delegações Regionais Delegações Regionais Equipa de trabalho Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I . 3 AUTONOMIA E PARALELISMO PEDAGÓGICO OBJECTIVOS Analisar o funcionamento dos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo quanto a condições materiais (instalações, equipamento e material didáctico) e quanto a recursos humanos; Analisar a organização dos procedimentos administrativos, no que respeita aos processos dos alunos e dos docentes e aos registos das actividades desenvolvidas nos estabelecimentos; Verificar a existência e o funcionamento dos órgãos de gestão pedagógica, na perspectiva da qualidade de ensino e de práticas de interdisciplinaridade; Apreciar as condições de organização pedagógica, tendo em conta o cumprimento dos planos de estudo e o processo de avaliação das aprendizagens escolares; Identificar eventuais situações de desvio em relação às condições que legitimam a concessão de paralelismo ou autonomia pedagógica. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatório por estabelecimento de ensino Relatórios regionais e relatório nacional METODOLOGIA Elaboração do roteiro de inspecção; Intervenção numa selecção de escolas que garanta uma representação equilibrada dos diferentes níveis e modalidades de ensino; Sistematização e análise da informação produzida no decurso das intervenções. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Direcções Regionais de Educação RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Amparo Costa Equipa de Trabalho: Alzira de Freitas, Amparo Costa e Joaquim Melo Interlocutores regionais: DRN — Vítor Manuel Rosa DRC — Joaquim Brigas e Cristina Lemos DRL — Maria João Pereira 37 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO DRA — Ana Jacob DRAlg — Ana Pacheco Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — 1.184 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 2,24 % RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto — 311.675 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 2,25% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Elaboração do roteiro Fev. Mar. Abr. z z Formação dos inspectores Intervenções inspectivas Produção de relatórios regionais e nacional Avaliação interna Mai. 38 Jul. Ago. Set. z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro de intervenção Jun. z z z Out. Nov. Dez. Responsável Equipa de trabalho Serviços Centrais e Delegações Regionais Delegações Regionais Delegações Regionais e Serviços Centrais Serviços Centrais Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I . 4 ENSINO SECUNDÁRIO RECORRENTE OBJECTIVOS Verificar a legalidade dos procedimentos administrativos seguidos na constituição dos processos dos alunos relativamente às matrículas, à concessão de equivalências e aos regimes de frequência e avaliação. Garantir a oportunidade da intervenção, de modo a permitir a correcção de eventuais desvios normativos em tempo útil. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatório final da intervenção METODOLOGIA I — Elaboração do roteiro de intervenção. II — Informação a todos os estabelecimentos do teor desta acção inspectiva. III — Intervenção numa amostra representativa de 20% dos estabelecimentos de ensino, públicos e privados, que leccionam o ensino secundário recorrente, em duas fases: 1.ª fase — Março — análise dos processos de todos os alunos matriculados nos estabelecimentos de ensino, públicos e privados, com ensino secundário recorrente; 2.ª fase — Maio — verificação da correcção das irregularidades eventualmente detectadas na 1.ª fase de intervenção. IV — Registo das irregularidades eventualmente identificadas na 1.ª fase, numa Ficha Individual de Irregularidades, a ser enviada aos responsáveis dos estabelecimentos de ensino intervencionados, bem como às escolas públicas a que se encontram vinculados os estabelecimentos de ensino particular e cooperativo sem autonomia pedagógica; V — Preenchimento de uma Ficha-Síntese por escola, a ser enviada a cada estabelecimento de ensino, após o final da acção; VI — Esta acção será realizada por uma equipa de inspectores e terá a duração máxima de 5 dias úteis. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Alzira de Freitas Equipa de trabalho: Alzira de Freitas e Amparo Costa Interlocutores regionais: DRN — Rosa Maria Vilhena DRC — Ermelinda Tinoco DRL — Maria Manuela Escarduça 39 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO DRA — José C. Bacalhau DRAlg — Ana Pacheco Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — 1.121 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 2,13 % RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto — 295.141 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 2,13% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Preparação do roteiro Reunião com os interlocutores Intervenções inspectivas Relatório nacional 40 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável z z z Equipa de trabalho z z Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I . 5 CENTROS DE FORMAÇÃO DE ASSOCIAÇÕES DE ESCOLAS OBJECTIVOS Caracterizar o nível de eficiência das estruturas de formação contínua junto das escolas, face aos objectivos estabelecidos pela política de formação contínua; Caracterizar o nível de eficácia das ofertas de formação, face à procura e às necessidades do sistema educativo e dos seus agentes; Identificar características de diferenciação de Centros de Formação de Associações de Escolas (CFAE), tendo em conta a sua organização e o seu funcionamento global. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatório sobre o desempenho dos CFAE na execução das políticas de formação contínua dos agentes educativos, docentes e não docentes, organizado em três volumes distintos: Vol. I — O movimento da formação contínua dos agentes educativos; Vol. II — O impacto da formação na qualidade educativa; Vol. III — Centros de Formação de Associação de Escolas: caracterização da sua organização e do seu funcionamento. METODOLOGIA I — Análise da informação genérica disponível na estrutura de gestão do PRODEP tendo em vista a verificação da eficiência da formação oferecida pelos CFAE, considerando: a) a estrutura organizativa, o planeamento da oferta e a certificação da formação; b) o movimento da formação (formandos, formadores, horas de formação, incidências da formação); c) custos da formação; d) calendarização ou incidências no tempo dedicado à formação. Validação dessa informação de acordo com a metodologia seguida nas intervenções de auditoria, numa amostra alargada de CFAE. II — Inquérito ao impacto da formação na vida das escolas e nas práticas educativas, com apreciação dos níveis de eficácia alcançados, face às necessidades do ensino e da aprendizagem e à satisfação dos beneficiários. III — Estudos de caso para conhecer a prestação do serviço de formação nos CFAE, numa perspectiva integrada e global do funcionamento dos mesmos. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Unidade de Gestão do Programa Operacional para o Desenvolvimento da Educação Centros de Formação de Associações de Escolas Conselho Científico da Formação Contínua 41 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Natalina de Moura Equipa nuclear: Natalina de Moura, José Carlos Alves, João Ramalho, Domingos Bento e Virgílio Alves Consultor externo Interlocutores regionais: DRN — António Torrão DRC — Fernando Vasconcelos DRL — Virgílio Lopes DRA — Francisco Estrada DRAlg — Carlos Mendonça Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — 1.374 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 2,61 % RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 361.871 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 2,61% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Elaboração do roteiro Recolha e análise da informação Elaboração do relatório — volume 1 Elaboração, validação e aplicação do questionário* e tratamento de dados Elaboração do relatório — volume 2 Estudos de caso Elaboração do relatório — volume 3 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Equipa nuclear z z z z Equipa nuclear z z z z Equipa nuclear z Equipa nuclear, Delegações e Gabinete de Informática z z z z z z Equipa nuclear Delegações z z z z z Delegações e Equipa nuclear * O questionário relaciona-se com o impacto da formação e construção da aplicação de suporte informático. INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro para recolha de dados Questionário de impacto e roteiro de aplicação inspectiva Protocolo de estudo de caso e roteiro 42 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I . 6 ENSINO DA LÍNGUA E CULTURA PORTUGUESAS NO ESTRANGEIRO OBJECTIVOS I — Analisar a organização dos cursos de português no Luxemburgo e no Reino Unido; Apreciar a qualidade pedagógica e didáctica da prática lectiva desses cursos e as condições materiais em que ela se desenvolve; Recomendar o apoio técnico que se revele adequado; II — Verificar o cumprimento dos programas e normativos relacionados com os exames do O.I.B. (Option Internationale du Baccalauréat) e supervisionar a atribuição das classificações do Júri Internacional; Acompanhar, juntamente com as autoridades francesas, o desenvolvimento dos currículos dos cursos de Português, História e Geografia de Portugal do O.I.B., frequentados pelos alunos portugueses dos liceus de St. Germain-en-Laye e Montagne, em Paris; PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios por missão METODOLOGIA Visitas de inspecção a cursos de ensino de português; Reuniões de trabalho com responsáveis locais, quer nacionais quer do país em questão, professores e encarregados de educação; Elaboração de relatório final; COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS GAERI — Gabinete dos Assuntos Europeus e Relações Internacionais DGIDC — Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Carlos Silva e Pereira Neto. Equipa de trabalho: Helena Coelho, Helder Guerreiro, outros inspectores a designar. Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — 136 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,26 % 43 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 35.761 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,26% CRONOGRAMA Meses Jan. Fev. Acções Reunião com a coordenação do EPE no Luxemburgo Acção inspectiva no Luxemburgo Reunião com a coordenação do EPE no Reino Unido Acção inspectiva no Reino Unido Intervenção nos cursos O.I.B. Mar. Abr. Mai. 44 Jul. Ago. Set. Out. Nov. z Dez. Responsável Helena Coelho z Carlos Silva z Helena Coelho z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro de inspecção Jun. z Carlos Silva Carlos Silva Plano de Actividades 2004 PROGRAMA III 45 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 46 Plano de Actividades 2004 AUDITORIA SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Núcleo de Inspecção Técnico-Pedagógica (NITP) Núcleo de Inspecção Administrativo-Financeira (NIAF) OBJECTIVOS As actividades de auditoria orientam-se para a análise dos actos de gestão praticados num determinado lapso temporal, tendo por referência a legislação em vigor, as normas ou regulamentos das organizações e os contratos celebrados com entidades públicas, segundo critérios de conformidade, eficácia, eficiência, pertinência e coerência; A grande finalidade das auditorias é informar os responsáveis das organizações auditadas das condições de funcionamento ou de prestação do serviço, recomendando soluções alternativas e úteis para melhorar os resultados da sua gestão; Pautando-se pelos princípios da independência e da transparência na observação e análise de dados documentados, a auditoria não se confunde com a consultoria, sendo particularmente adequada à observação dos actos de gestão realizados por entidades públicas dotadas de autonomia administrativa e financeira, serviços descentralizados e entidades privadas que têm contrato com o Estado para a prestação de serviços públicos. Estão em causa a verificação da legalidade dos actos praticados e a correcção dos procedimentos técnicos e administrativos. ACTIVIDADES Administração financeira das escolas: Acção Social Escolar III.1 Administração financeira das escolas: Gestão de pessoal e orçamental III.2 Contratos de financiamento das escolas particulares III.3 Sistema Nacional de Controlo do Quadro Comunitário de Apoio III III.4 RESULTADOS ESPERADOS Relatórios de intervenção RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 8.283 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 15,71 % 47 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Financeiros Valor absoluto (total) — 2.180.740 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 15,75 % 48 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 49 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 50 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I I . 1 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DAS ESCOLAS – ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR OBJECTIVOS Verificar o modo como estão a ser levados à prática o regime jurídico de autonomia (Decreto-Lei n.º 43/89) e o regime de autonomia, administração e gestão das escolas da educação básica e do ensino secundário; Analisar a implementação da Reforma da Administração Financeira do Estado nos estabelecimentos de ensino básico e secundário (Decreto-Lei n.º 155/92 e Lei n.º 91/2001, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 2/2002); Apreciar a adequação dos recursos humanos ao Serviço de Acção Social Escolar nos estabelecimentos de ensino básico e secundário; Auditar a gestão, tendo em conta os seguintes aspectos: verificar se foram fixados objectivos e prioridades; avaliar o processo de planeamento; avaliar o processo organizativo; analisar o processo de controlo. Promover práticas de gestão dos recursos compatíveis com os princípios de eficácia e eficiência. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios de auditoria por unidade de gestão Relatório nacional METODOLOGIA Revisão e actualização do roteiro Selecção de uma amostra de unidades de gestão a intervencionar Preparação da intervenção Aplicação do roteiro Análise dos relatórios finais de auditoria Elaboração do relatório nacional COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Gabinete de Gestão Financeira e Direcções Regionais de Educação 51 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Pedro Teixeira Pinto Equipa de trabalho: Pedro Teixeira Pinto, António Ferreira, Fernando Costa Ribeiro, João Ramalho Interlocutores regionais: DRN — Alberto Tavares Roque DRC — António Ferreira DRL — Fernando Costa Ribeiro DRA — Graça Maria Fernandes DRAlg — Marília Fernandes Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 1.433 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 2,72 % RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 377.291 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 2,72% CRONOGRAMA Meses Acções Revisão e actualização do roteiro Selecção da amostra Jan. Fev. z z Mar. Abr. Mai. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Aplicação do roteiro Análise dos relatórios finais de auditoria z z z z Elaboração do relatório nacional INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro de auditoria Dez. z z Preparação da intervenção 52 Jun. z z z z z z z z z z z z z Responsável Equipa de trabalho Serviços Centrais e equipa de trabalho Equipa de trabalho Interloc. das delegações Delegações Regionais Delegações Regionais e Equipa de trabalho Equipa de trabalho Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I I . 2 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DAS ESCOLAS GESTÃO ORÇAMENTAL E DE PESSOAL OBJECTIVOS Verificar o modo como estão a ser levados à prática o regime jurídico de autonomia (Decreto-Lei n.º 43/89) e o regime de autonomia, administração e gestão (Decreto-Lei n.º 115-A/98); Avaliar a adequação dos recursos humanos e da estrutura organizativa através da análise qualitativa e quantitativa dos efectivos; Auditar o pagamento dos abonos e descontos através da verificação da conformidade das práticas com a legislação e da fiabilidade e segurança do sistema de controlo. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios individuais por unidade de gestão Relatório nacional METODOLOGIA Concepção do roteiro de auditoria Realização de teste de validação e formação dos inspectores Aplicação do roteiro e elaboração dos relatórios de auditoria Elaboração do relatório nacional COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Gabinete de Gestão Financeira e Direcções Regionais de Educação RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Rui Leonardo Silva Equipa de trabalho: Arnaldo Neves, João Ramalho, Lília Falcato e Pedro Teixeira Pinto Interlocutores regionais: DRN — João Bernardo Basílio DRC — Sílvio Lopes Barata DRL — Fernando Costa Ribeiro DRA — Luísa Carracha DRAlg — Marília Fernandes 53 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 3178 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 6,03 % RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 836.601 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 6,04% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Finalização do roteiro Realização de teste e formação inspectores Aplicação do roteiro Elaboração do relatório nacional Fev. Mar. Abr. Mai. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. z Bibliografia e legislação Roteiro de auditoria Responsável Serviços Centrais z Serviços Centrais z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO 54 Jun. z z z z z z Delegações Regionais Serviços Centrais Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I I . 3 CONTRATOS DE FINANCIAMENTO DAS ESCOLAS PARTICULARES OBJECTIVOS Verificar a conformidade da informação prestada às Direcções Regionais de Educação pelos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo com financiamento público que determinou os montantes atribuídos no âmbito dos contratos de associação, simples e de desenvolvimento da educação pré-escolar. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios regionais Relatório nacional METODOLOGIA Aplicação do roteiro e elaboração dos relatórios por instituição Elaboração do relatório nacional COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Gabinete de Gestão Financeira e Direcções Regionais de Educação RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Maria Luísa Ferreira Equipa de trabalho: Maria Luísa Ferreira e Rui Gonçalves Interlocutores regionais: DRN — Luís Manuel Fernandes DRC — Manuel Branco Silva DRL — Fernando Silva DRA — Francisco Estrada DRAlg — Marília Fernandes Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 2.052 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 3,89 % 55 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 540.346 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 3,90% CRONOGRAMA Meses Acções Aplicação do roteiro Elaboração do relatório nacional Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. z z z z z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Bibliografia e legislação Roteiro de auditoria 56 Ago. Set. Out. Nov. z z z z Dez. z Responsável Delegações Regionais Serviços Centrais Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I I . 4 SISTEMA NACIONAL DE CONTROLO DO QUADRO COMUNITÁRIO DE APOIO III FORMAÇÃO INICIAL QUALIFICANTE DE JOVENS APOIO À TRANSIÇÃO DOS JOVENS PARA A VIDA ACTIVA FORMAÇÃO DE DOCENTES E DE OUTROS AGENTES OBJECTIVOS Assegurar a fiabilidade dos procedimentos adoptados e a validade dos critérios subjacentes à análise da despesa efectuada; Verificar a forma como os órgãos de gestão ou as suas estruturas garantem a fiabilidade dos documentos constantes das candidaturas, asseguram a recolha de informação necessária à caracterização das componentes dos projectos ou acções e a eficácia do seu acompanhamento. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios individualizados das acções auditadas; Relatórios trimestrais de execução do plano de controlo; Relatório nacional anual de síntese. METODOLOGIA Determinação conjunta pela Inspecção-Geral de Finanças (IGF) e pela entidade coordenadora, Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu (IGFSE), das linhas gerais do plano de controlos para o ano seguinte, tendo por base a informação enviada pela IGE, os controlos realizados e em curso e os critérios de selecção definidos pelo PRODEP; Programação, em articulação com o PRODEP e com o IGFSE, da actividade anual de controlo de 1.º nível, de acordo com as linhas gerais aprovadas; Realização dos controlos às entidades que compõem a amostra, construída de acordo com os critérios de selecção elaborados pela IGF, em articulação com o IGFSE, e utilizando os métodos e instrumentos fornecidos por estas entidades; Elaboração, com periodicidade trimestral, de relatório de execução do plano anual de controlo; Elaboração do relatório anual com a síntese da actividade desenvolvida. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Unidade de Gestão da Intervenção Operacional da Educação (PRODEP III), Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu, Inspecção-Geral de Finanças e Sistema de Controlo Interno da Administração Financeira do Estado (SCI). 57 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: João Ramalho Equipa de trabalho: João Ramalho, Lília Falcato e Manuel Cruz Interlocutores regionais: DRN — Manuel Eugénio Ferreira DRC — Manuel de Sousa Cruz DRL — Filomena Mota DRA — Graça Maria Fernandes DRAlg — Carlos Mendonça Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — 1620 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 3,07 % RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 426.502 € Despesas com pessoal (valor relativo) —.3,08% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Elaboração do relatório anual de síntese de 2004 Realização das intervenções de controlo Manutenção do sistema de informação Elaboração dos relatórios trimestrais Programação da actividade de controlo de 2005 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Equipa de trabalho z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiros de auditoria; Sistema de informação conforme o anexo IV do Regulamento CE n.º 438/2001. 58 Responsável Delegações Regionais Equipa de trabalho e Delegações Regionais Equipa de trabalho Equipa de trabalho Plano de Actividades 2004 PROGRAMA IV 59 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 60 Plano de Actividades 2004 PROVEDORIA E ACÇÃO DISCIPLINAR SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Núcleo de Inspecção Técnico-Pedagógica (NITP), Gabinete de Apoio Jurídico (GAJ) e Núcleo de Inspecção Administrativo-Financeira (NIAF), sempre que sejam abordadas questões de natureza financeira. DEFINIÇÃO E OBJECTIVOS Suscitada por uma informação externa, a intervenção inspectiva tem como objectivo a verificação da conformidade das práticas com o respectivo enquadramento legal. A acção disciplinar é constituída pelo conjunto de procedimentos que pontualmente são desencadeados em todo o Sistema Educativo, por solicitação externa ou em resultado de prévia acção inspectiva, com o objectivo de apurar eventuais responsabilidades disciplinares. A acção disciplinar pode assumir as características de uma averiguação, de um inquérito ou de um processo disciplinar. A função de provedoria destina-se a informar das queixas escritas apresentadas pelos utentes e agentes do Sistema Educativo, tendo em vista salvaguardar a defesa e promoção dos direitos e interesses legítimos dos cidadãos e a equidade e justiça no SE. Constitui tarefa inerente à plena realização da função de provedoria envidar esforços para que todas as situações expostas ou denunciadas, que não caiba aos serviços do ME apreciar, sejam, sempre que possível, encaminhadas para os organismos competentes da administração central, regional ou local, através de canais próprios. As actividades de provedoria, no âmbito da IGE, desenvolvem-se em coordenação funcional com a intervenção inspectiva e a acção disciplinar e, tal como estas, não são passíveis de programação prévia. ACTIVIDADES Intervenção inspectivas e disciplinares IV.1 Processos disciplinares e processos de encerramento IV.2 Atendimento e provedoria dos utentes IV.3 RESULTADOS ESPERADOS Relatórios de actividade RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 18.252 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 34,61% 61 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Financeiros Valor absoluto (total)— 4.805.447 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 34,70% 62 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 63 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 64 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I V . 1 INTERVENÇÕES INSPECTIVAS E DISCIPLINARES OBJECTIVOS Desenvolver as intervenções inspectivas e instruir os processos de averiguações e de inquérito superiormente determinados; Apreciar os processos de averiguações e de inquérito com vista à preparação da tomada de decisão; Delimitar o âmbito específico das intervenções inspectivas e estabelecer critérios de apreciação, de forma a contribuir para a equidade do sistema; Analisar a origem e a tipologia das intervenções e proceder ao tratamento dos processos. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Processos de averiguações, de inquérito e de aplicação de medidas preventivas disciplinares; Relatório nacional. METODOLOGIA Elaboração de pareceres tendentes à preparação da decisão; Encaminhamento dos processos. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Direcções Regionais de Educação RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Maria Júlia Neves e Rui Leonardo Lilva Equipa nuclear: Natalina de Moura, Alzira de Freitas, Fernando Gaiolas, Graziela Poeira, Carmo Caeiro, José Carlos Alves, Adriano Portugal, Rui Gonçalves, João Ramalho, Pedro Teixeira Pinto e Arnaldo Neves Interlocutores regionais: DRN — Eurico Pina Cabral DRC — João Mateus DRL — Maria Rosa Saraiva DRA — Emília Monteiro e José Carlos Bacalhau DRAlg — Luísa Gomes de Sousa 65 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 10.532 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 19,97% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 2.772.900 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 20,02% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Análise da tipologia Preparação de decisões Encaminhamento de processos Elaboração do relatório 66 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z Jan. Responsável Serviços Centrais Delegações Regionais e Serviços Centrais z Serviços Centrais Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I V . 2 PROCESSOS DISCIPLINARES E PROCESSOS DE ENCERRAMENTO OBJECTIVOS Dar cumprimento ao disposto no Estatuto da Carreira Docente que atribui à IGE a responsabilidade de instruir os processos disciplinares instaurados aos docentes, bem como os processos instaurados pelo inspector-geral, de acordo com a Lei Orgânica da IGE, ao pessoal docente e não docente dos ensinos básico e secundário (este último nos termos do disposto no Decreto-Lei n.º 515/99 de 24 de Novembro); Elaborar pareceres técnico-jurídicos relativos a processos disciplinares e a recursos hierárquicos das respectivas decisões e acompanhar os recursos contenciosos e as acções de impugnação dos mesmos; Dar cumprimento ao disposto no Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo, segundo o qual incumbem à IGE os procedimentos administrativos com vista ao encerramento de escolas clandestinas, na sequência da decisão da DRE; PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Instauração de processos disciplinares; Instrução de processos disciplinares; Acompanhamento dos meios de impugnação graciosa e contenciosa; Elaboração de pareceres técnico-jurídicos; Procedimentos com vista ao encerramento de escolas clandestinas; Relatório anual de caracterização e análise. METODOLOGIA Definição de orientações para aferição de critérios e análise da tipologia das intervenções; Designação do instrutor do processo; Instrução dos processos; Análise prévia à decisão; Elaboração do relatório anual. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Conselho Restrito de Directores Regionais de Educação 67 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenadora: Maria do Céu Pedreño Equipa de trabalho: Alexandre Pereira, José Manuel Baptista, Manuel Veiga, Maria de Fátima Marreiros, Marina Peixoto e Rui Hermida Interlocutores regionais: DRN — Eurico Pina Cabral DRC — João Mateus DRL — Maria Rosa Saraiva DRA — Emília Monteiro e José Bacalhau DRAlg — Luísa Gomes de Sousa Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 1.820 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 3,45% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 479.176 € Despesas com pessoal (valor absoluto) — 3,46% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Análise da tipologia Preparação das decisões Encaminhamento de processos Elaboração do relatório Fev. Mar. Abr. Mai. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z Serviços Centrais Delegações Regionais e Serviços Centrais z z Serviços Centrais Legislação Jurisprudência 68 Jul. z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Doutrina Jun. Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I V . 3 PROVEDORIA, ATENDIMENTO E ANÁLISE DE QUEIXAS OBJECTIVOS Analisar e assegurar o tratamento das situações apresentadas à IGE pelos utentes e agentes do sistema educativo; Assegurar a coerência de procedimentos no atendimento e apoio à resolução dos problemas colocados; Identificar eventuais áreas de fragilidade do sistema em matéria de organização, quadro legal e informação a utentes e agentes do sistema educativo; Identificar situações em que é objectivamente dispensável o desencadear de acções inspectivas, facilitando a resolução de diferendos. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Maior eficácia e eficiência nos serviços pela redução dos tempos de resposta; Redução dos factores de conflitualidade; Relatório nacional. METODOLOGIA Definição de critérios de apreciação dos procedimentos; Apreciação e encaminhamento das exposições e reclamações apresentadas pelos utentes e agentes do sistema educativo; Atendimento dos utentes e reclamantes que contactem a IGE por telefone, por escrito, ou através de correio electrónico e resposta ou encaminhamento das situações; Compilação e sistematização da informação referente à actividade de provedoria. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Serviços Centrais e Regionais da Administração Educativa e outros serviços da Administração Pública RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenadores: Maria Júlia Neves e Rui Leonardo Equipa de trabalho: Fernando Gaiolas, Carmo Caeiro, Graziela Poeira, Adriano Portugal, João Ramalho e Pedro Teixeira Pinto Direcção-Geral da Inovação e do Desenvolvimento Curricular 69 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Interlocutores regionais: DRN — Eusébio Pimentel Alves DRC — João Mateus DRL — Gabriela Pereira DRA — Maria Emília Monteiro DRAlg — João Marques Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 5.900 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 11,19% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 1.553.371 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 11,22% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Análise da tipologia Preparação das decisões Encaminhamento de processos Elaboração do relatório 70 z z z Fev. z z Mar. z z Abr. z z Mai. z z Jun. z z Jul. z z Ago. z z Set. z z Out. z z Nov. z z Dez. z z z Responsável Serviços Centrais Delegações Regionais e Serviços Centrais Serviços Centrais Plano de Actividades 2004 PROGRAMA V 71 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 72 Plano de Actividades 2004 AFERIÇÃO SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Núcleo de Inspecção Técnico-Pedagógica (NITP) e Núcleo de Inspecção AdministrativoFinanceira (NIAF) OBJECTIVOS As actividades de aferição têm como finalidade contribuir para o melhor conhecimento da actividade das organizações educativas no seu todo, ou em programas específicos, dando sentido aos processos desencadeados e aos resultados obtidos. O ponto de partida da aferição pressupõe o conhecimento explícito do quadro normativo que rege a actividade educativa em análise, bem como do quadro conceptual constituído pelos elementos de conhecimento científico e empírico que servem de referência para a apreciação da qualidade educativa do ponto de vista substantivo e técnico. A existência de elementos de referência é essencial para que a aferição avance como estrutura metodológica onde se podem inscrever as análises comparadas de desempenho, a meta-avaliação e a comparação estratégica progressiva, ou benchmarking. As actividades de aferição têm funções simultaneamente de ordem política, social e técnica. Por um lado, enquanto actividades «explicativas» da qualidade conseguida, espera-se que permitam perceber os sentidos da evolução do sistema, podendo constituir um significativo instrumento de informação de retorno, ou de retroalimentação, para os decisores educativos dos diferentes níveis. Nesta perspectiva, são actividades essenciais à definição de estratégias de melhoria e de planeamento, permitindo gerir a complexidade do sistema e das suas organizações. Por outro lado, podem constituir um meio de sustentação da qualidade educativa, ao contribuir para a credibilização das instituições, para o reforço da autonomia das escolas e da sua auto-estima e para a confiança social na educação. Pressupõe-se que as escolas são organizações que aprendem e que essa aprendizagem organizacional pode ser fomentada, se houver contextos propícios. A aferição é um dos elementos constitutivos desse contexto. Importa referir e sublinhar que as duas funções anteriores se cumprem se a aferição for conduzida com rigor e grande competência técnica e induzir nas organizações intervencionadas o mesmo sentido de rigor e saber técnico, profissional. ACTIVIDADES Os primeiros anos da educação básica V.1 Desempenho escolar dos alunos V.2 Análise da classificação interna final e da externa no 12.º ano V.3 Bem-estar e segurança nas escolas V.4 Aferição da auto-avaliação das escolas V.5 Avaliação dos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária V.6 Análise global dos custos por aluno nas escolas secundárias V.7 73 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RESULTADOS ESPERADOS Relatórios de intervenção RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 5.652 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 10,72% Financeiros Valor absoluto (total) — 1.488.165 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 10.74% 74 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 75 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 76 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V . 1 OS PRIMEIROS ANOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA OBJECTIVOS Caracterizar, a nível concelhio, os agrupamentos de escolas com enfoque nos primeiros anos da educação básica (pré-escolar e 1.º ciclo); Verificar o progresso na consolidação da rede de educação pré-escolar e as condições do seu funcionamento; Verificar a qualidade da actividade educativa na educação pré-escolar e no 1.º ciclo, centrada na aquisição, no desenvolvimento de competências essenciais e nos conhecimentos estruturantes da aprendizagem, respectivamente para a entrada na escolaridade formal e ao longo do 1.º ciclo; Evidenciar a grande importância dos primeiros anos da educação básica. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Caracterização dos primeiros anos da educação e do ensino básico por concelho; Indução de boas práticas pedagógicas, de organização e gestão em agrupamento; Relatório por agrupamento; Relatório nacional. METODOLOGIA Selecção dos concelhos por Delegação Regional; Intervenção em todos os agrupamentos desse concelho; Constituição de equipas inspectivas formadas por dois inspectores em que, pelo menos um deles, deverá ser oriundo do pré-escolar ou do 1.º ciclo; Comunicação prévia à escola sede do agrupamento da intervenção a realizar, solicitando o envio do Projecto Educativo e do Plano de Actividades; Realização da acção, com início na escola sede e intervenção em diferentes jardins de infância e escolas do 1.º ciclo do agrupamento, de acordo com o roteiro de apoio à acção; Recolha de dados com recurso à análise documental, observação directa e entrevistas; Relatório final por agrupamento; Relatório nacional. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular 77 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Lúcia Fialho Equipa de trabalho: Lúcia Fialho, Leonor Duarte e José Leonel Afonso Interlocutores regionais: DRN — José Leonel Afonso DRC — Alda Veloso DRL — Francisco Monge e Teresa de Jesus DRA — Ana Pinto DRAlg — Clara Lucas Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 748 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 1,42% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 196.847 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 1,42% CRONOGRAMA Meses Acções Elaboração do roteiro Edição de roteiro Formação de inspectores Intervenção inspectiva Elaboração do relatório Divulgação Responsável Jan. Fev. z z Mar. Abr. Mai. 78 Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Equipa nuclear z z z Serviços Centrais Equipa nuclear Delegações Regionais Equipa nuclear z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiros Jun. z z z Serviços Centrais e Delegações Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V . 2 DESEMPENHO ESCOLAR DOS ALUNOS OBJECTIVOS Caracterizar os níveis de desempenho das escolas a partir dos resultados dos alunos obtidos na avaliação interna e externa; Identificar os níveis de eficiência e de eficácia das escolas a partir da análise dos fluxos escolares; Determinar a distribuição das escolas segundo os diversos indicadores; Disponibilizar a informação de referência para a auto-avaliação e para a avaliação comparada das escolas; PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Produção de informação de referência relativamente aos seguintes indicadores: Taxa de transição para o 2.º ciclo; Taxa de transição para o 2.º ciclo de alunos com 11 ou mais anos; Taxa de sucesso por ano escolaridade nos ensinos básico e secundário; Taxas de sucesso pleno e de sucesso deficitário em Português e em Matemática; Eficácia interna no 3.º ciclo do ensino básico e no ensino secundário; Coeficientes de conclusão no 3.º ciclo do ensino básico e no ensino secundário; Taxas de abandono no 3.º ciclo e no ensino secundário; Duração média dos anos de escolaridade (7.º ao 12.º ano); Valor do sucesso esperado por escola. Divulgação da informação de referência para consulta das escolas, através da página da IGE na Internet. METODOLOGIA Produção de um manual de informação com a descrição dos indicadores de referência e a sua forma de apresentação e de cálculo; Utilização da informação disponibilizada pelo GIASE a partir dos dados registados pelas escolas nos formulários relativos ao ano lectivo 2002-2003; Calcular os indicadores seleccionados; Publicar na página da IGE na Internet os resultados sob a forma de tabelas com informação de referência, visando a auto-avaliação e a avaliação comparada entre as escolas. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular 79 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: João Figueiredo Equipa de trabalho: Carlos Roque, Fernando Silva e João Figueiredo. Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 1.308 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 2,48% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 344.483 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 2,49% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Preparação do manual de informação Preparação do formulário de cálculo de indicadores Preparação da base de dados Recolha e validação de dados Tratamento dos dados e cálculo de referentes Produção de informação para a análise comparada das escolas Publicação da informação Fev. Mar. Abr. z z Mai. Jun. Jul. Ago. Nov. Dez. Responsável z z z Equipa de trabalho z z z Manual de procedimentos e de definição de conceitos Formulários electrónicos 80 Out. z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Base de dados Set. z Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V . 3 ANÁLISE DA CLASSIFICAÇÃO INTERNA FINAL E DA EXTERNA NO 12.º ANO OBJECTIVOS 1 Identificar e compreender as disparidades por escola entre Classificação Interna Final e Classificação Externa dos alunos do 12.º ano no ensino secundário; 2 Verificar que factores da organização escolar, do processo de ensino e do sistema de exames poderão explicar as disparidades referidas; 3 Contribuir para a redução das disparidades entre classificações. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS 1 Indicadores estatísticos dos resultados de avaliação final do 12.º ano com recurso ao Programa ENES; 2 Roteiro de intervenção inspectiva; 3 Relatório final. METODOLOGIA Identificação dos anos de referência; Recolha de dados para trabalho estatístico; Concepção de um roteiro de intervenção inspectiva em escolas exemplares de divergência e de coincidência nos resultados obtidos; Selecção da amostra; Intervenção no terreno. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS DGIDC — Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular AEEP — Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo RECURSOS HUMANOS Intervenientes: Coordenador: J. A. Pereira Neto Equipa de trabalho: J. A. Pereira Neto, Piedade Timóteo e Paulo Valada Interlocutores regionais: DRN — Hilário Fernandes Sousa DRC — José João Azevedo DRL — Piedade Timóteo 81 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO DRA — Fernando Coelho DRAlg — Helena Baptista Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 374 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,71% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 98.424 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,71% CRONOGRAMA Meses Acções Intervenção Tratamento de dados Relatório Jan. Fev. z z z z Mar. z z Abr. Mai. 82 Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Equipa de trabalho z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro Jun. Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V . 4 BEM-ESTAR E SEGURANÇA NAS ESCOLAS OBJECTIVOS Apreciar a qualidade dos equipamentos educativos e a sua acessibilidade; Verificar as condições de utilização dos equipamentos relativamente ao cumprimento das normas de bem-estar e de segurança; Apreciar os procedimentos e os mecanismos de controlo existentes nas escolas para o desenvolvimento de uma cultura de bem-estar e de segurança; Induzir uma cultura de segurança comum a todos os membros da comunidade educativa; Disponibilizar informação conducente à melhoria dos níveis de eficiência e de eficácia das organizações educativas na prossecução de uma política de qualidade. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Roteiro; Relatório por intervenção individual; Relatório nacional. METODOLOGIA Selecção de indicadores para a aferição do bem-estar e da segurança nas escolas; Elaboração de um roteiro e sua discussão com os interlocutores regionais Produção dos formulários electrónicos para recolha, controlo e tratamento de dados e elaboração dos relatórios por intervenção individual; Aplicação experimental do roteiro; Formação dos inspectores intervenientes; Intervenção no terreno; Elaboração do relatório nacional. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS GIASE — Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo Secretaria-Geral do ME Direcções Regionais de Educação RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Rosa Silva e Fernando Gaiolas Equipa de trabalho: Rosa Silva, Fernando Gaiolas, Rui Gonçalves e Carlos Roque 83 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Interlocutores regionais: DRN — Jorge Mesquita DRC — António Gonçalves DRL — Fátima Pissarra DRA — Manuel Lourenço DRAlg — Carlos Mendonça Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 685 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 1,30% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 180.443 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 1,30% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Selecção de indicadores Elaboração de roteiros Formação dos inspectores Intervenção no terreno Elaboração de relatório final Fev. Mar. Abr. z z Mai. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiros em formato papel e electrónico 84 Jun. Equipa de trabalho z z z z z z z Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V . 5 AFERIÇÃO DA AUTO-AVALIAÇÃO NAS ESCOLAS OBJECTIVOS Identificar aspectos-chave na aferição da auto-avaliação enquanto actividade promotora do desenvolvimento das escolas; Desenvolver uma metodologia inspectiva de meta-avaliação, tendo em conta a diversidade dos modelos possíveis de auto-avaliação da escola e usando como referência outras metodologias, nomeadamente as que foram desenvolvidas no projecto ESSE — Auto-Avaliação Efectiva, no âmbito da SICI; Promover nos estabelecimentos de educação e ensino uma cultura de qualidade, exigência e responsabilidade, mediante uma atitude crítica e de auto-questionamento, tendo em vista o incremento da qualidade dos processos e dos resultados; Contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de aperfeiçoamento institucional focalizado e estratégico; Acompanhar o desenvolvimento de dispositivos externos de suporte à auto-avaliação nas escolas. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Desenvolvimento de um quadro conceptual de intervenção inspectiva, tendo como referência a lei-quadro da avaliação, o conhecimento sobre as organizações que aprendem e a experiência já existente na área da meta-avaliação; Roteiro de intervenção inspectiva; Relatórios de escola; Relatório nacional (Março de 2005). METODOLOGIA Análise da documentação nacional existente e de outra produzida no âmbito do Projecto ESSE da SICI e entretanto traduzida; Desenho do projecto nacional; Desenvolvimento da documentação de base, definidora da estratégia e orientadora da acção; Disponibilização desta documentação a todos os intervenientes, nomeadamente através da página da IGE na Internet. Construção da aplicação informática que possibilite a transmissão electrónica de dados; Formação das equipas de inspectores; Intervenção para a consolidação da metodologia e para a discussão do processo e das suas eventuais dificuldades; Selecção das escolas a intervencionar de entre as que têm sido abrangidas por diferentes projectos nacionais e internacionais de auto-avaliação; Elaboração dos relatórios de escola; Elaboração do relatório final. 85 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo; Direcções Regionais de Educação; Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular RECURSOS HUMANOS Intervenientes Equipa nuclear: Serviços Centrais Coordenador: José Carlos Alves Equipa de trabalho: José Carlos Alves e Helder Guerreiro Técnico do Gabinete de Informática Interlocutores regionais: DRN — Augusto Patrício Lima Rocha DRC — Eduardo Oliveira e Carlos Heitor DRL — João Nunes DRA — Fernanda Lota DRAlg — Helena Baptista Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 1.540 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 2,92% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 405.505 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 2,93% CRONOGRAMA Meses Responsável Jan. Acções Análise da documentação Desenho do projecto nacional Elaboração do roteiro Formulários em suporte electrónico Formação Fev. Mar. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Equipa nuclear z z z z Equipa nuclear Equipa nuclear z z z Aplicação experimental Intervenção Relatório *Realização prevista para Março de 2005 86 Abr. z z z z z z * Equipa nuclear e Gabinete de Informática Serviços Centrais e Delegações Regionais Delegações Regionais Delegações Regionais Equipa nuclear Plano de Actividades 2004 INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro de inspecção Aplicação informática 87 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 88 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V . 6 AVALIAÇÃO DOS TERRITÓRIOS EDUCATIVOS DE INTERVENÇÃO PRIORITÁRIA OBJECTIVOS Analisar os níveis de concretização dos Projectos Educativos dos TEIP, face aos objectivos do programa; Analisar os resultados globais do programa, em termos educativos, numa dimensão quantitativa e qualitativa, e em termos de mais valias — pedagógicas, sociais, de desenvolvimento de recursos humanos, culturais ou outras a identificar; Descrever as boas práticas, no sentido da identificação das estratégias seguidas e dos processos socioeducativos que se foram construindo; Identificar as iniciativas que poderão prosseguir no desenvolvimento dos agrupamentos de escolas e dos contratos de autonomia; Lançar as bases da organização de um Observatório das Mudanças Educativas para a Qualidade, em resultado das mudanças consistentes no âmbito das políticas de agrupamento de escolas. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatório final Constituição do Observatório das Mudanças Educativas para a Qualidade METODOLOGIA 1.ª fase Desenho do quadro conceptual para o desenvolvimento desta avaliação Identificação e selecção das fontes de informação Elaboração dos vários instrumentos de trabalho: Questionários às escolas, às DRE e a alunos Roteiro 2.ª fase Estudo de casos de boas práticas Estruturação de um Observatório das Mudanças Educativas para a Qualidade COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Direcção-Geral da Inovação e do Desenvolvimento Curricular Direcções Regionais de Educação Escolas sede dos ex-TEIP e outras que os integraram 89 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Equipa nuclear Coordenador: Carlos Taleço Serviços Centrais: Carlos Taleço e João Figueiredo Delegações Regionais: Joaquim Brigas, José Pinho Silva, António Torrão Colaboradores externos: técnico da DGIDC e Direcções Regionais de Educação Interlocutores regionais: DRN — José Pinho Silva DRC — Joaquim Brigas DRL — Gabriela Pereira DRA — actividade desenvolvida em 2003 DRAlg — Ana Pacheco Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 523 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,99% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 137.793 € Despesas com pessoal (valor relativo) —0,99% CRONOGRAMA Meses Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Acções* Tratamento dos dados Equipa nuclear Elaboração do relatório Organização do observatório *A concepção do projecto, a elaboração dos instrumentos, a informação às escolas e a formação dos inspectores foram concretizadas em 2003 z z z z z z z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Questionário às escolas sede dos ex-TEIP Questionário às DRE Questionário aos alunos Roteiro Aplicação informática para a recolha e tratamento de resultados dos alunos de 1997–1998 e 1999–2000 90 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V . 7 ANÁLISE GLOBAL DOS CUSTOS POR ALUNO NAS ESCOLAS SECUNDÁRIAS OBJECTIVOS Identificar os factores que influenciam o custo por aluno nas escolas secundárias e secundárias com 3.º ciclo do ensino básico; Determinar as causas das variações do custo por aluno entre as escolas seleccionadas. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Documento-síntese METODOLOGIA I — Primeira fase: Identificação dos factores relevantes para a formação do custo unitário; Selecção de um conjunto de 36 escolas de acordo com os seguintes critérios: distribuição geográfica, localização em centros urbanos de dimensão significativa, custo por aluno e desvio relativamente ao custo esperado, tendo como referência um estudo de meios realizado pelo Gabinete do ME; Análise dos dados disponíveis na base de dados existente na IGE, constituída pela informação recolhida na actividade Organização do Ano Lectivo (OAL), e registo de todos os factores que poderão, de alguma forma, contribuir para o custo por aluno; Recolha dos dados não disponíveis no OAL, relativos à Escola Fonseca Benevides, em Lisboa, pertencente ao grupo de escolas seleccionadas; II — Segunda fase: Elaboração do guião destinado a orientar a recolha de informação pelas Delegações Regionais Elaboração de um relatório final COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Gabinete de Gestão Financeira Escolas secundárias e secundárias com 3.º ciclo RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Rui Leonardo Silva Equipa de trabalho: João Ramalho, Pedro Teixeira Pinto e Rui Leonardo Silva Colaboradores externos: João Matos 91 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Interlocutores regionais: DRN — Fernanda Dantas DRC — Jorge Sena DRL — Conceição Ribeiro DRA — Ana Baltazar DRAlg — Marília Fernandes Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 474 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,90% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 124.670 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,90% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções* Recolha dos dados pelas delegações Fev. z Elaboração do documento final z Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Responsável Delegações Regionais Equipa nuclear *A fase preparatória, designadamente no que se refere à realização do roteiro para suporte da intervenção, teve lugar em Novembro e Dezembro de 2003. INSTRUMENTOS DE TRABALHO Base de Dados do OAL Roteiro 92 Plano de Actividades 2004 PROGRAMA VI 93 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 94 Plano de Actividades 2004 COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL E INTERNACIONAL SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Gabinete para as Relações Exteriores e Internacionais (GREI), Gabinete de Assuntos Europeus e Internacionais do Ministério da Educação (GAERI) e outros Serviços Centrais do ME e Delegações Regionais da IGE. DEFINIÇÃO E OBJECTIVOS A troca de experiências, o debate e a cooperação internacional constituem uma vertente da administração pública que não deve, hoje em dia, ser desenvolvida e incentivada numa mera perspectiva de assistentes e auditores/leitores, mas, essencialmente, numa perspectiva de participação interveniente e activa que permita a reflexão e o debate conjunto sobre semelhanças e diferenças do trabalho feito, sobre vias consolidadas e novos percursos, sobre dúvidas e certezas dos caminhos percorridos e dos que se querem percorrer. No caso da Inspecção-Geral da Educação, as relações exteriores e internacionais são tanto mais importantes e motivantes quanto são, hoje, de grande prioridade e interesse, na educação e na administração em geral, as questões do acompanhamento e do controlo, da avaliação e da auditoria e da prestação de contas ligada às políticas de descentralização e autonomia. Decorrem assim como principais objectivos deste programa: • Assegurar o relacionamento com entidades exteriores ao Ministério da Educação, nacionais, estrangeiras e internacionais, tendo em vista, na área de intervenção da Inspecção-Geral da Educação, a troca de conhecimentos e experiências, a actualização técnica e científica, o apoio mútuo e a permuta de documentação e informação; • Colaborar com os serviços congéneres de outros países, nomeadamente os de expressão portuguesa, com base em acordos e solicitações. Assegurar a participação em actividades de associações, organizações e instituições europeias e internacionais de áreas afins àquelas em que se situam as competências da IGE. ACTIVIDADES Cooperação com outras inspecções nacionais VI.1 SICI — Conferência Internacional Permanente das Inspecções Nacionais e Gerais da Educação VI.2 Escolas Europeias VI.3 OCDE — Rede C do projecto INES — Indicadores do sistema educativo e do funcionamento das escolas VI.4 RESULTADOS ESPERADOS Relatórios de missão e de projectos específicos. 95 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 474 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,90% Financeiros Valor absoluto (total) — 124.796 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 0,90% 96 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 97 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 98 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I . 1 COOPERAÇÃO COM OUTRAS INSPECÇÕES NACIONAIS OBJECTIVOS Desenvolver actividades de cooperação com outras inspecções nacionais e regionais de educação; Realizar intervenções conjuntas em áreas de responsabilidade partilhada, mediante protocolos a estabelecer. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios; Programas, materiais e acções de formação. METODOLOGIA Programação das acções a realizar em cooperação; Participação nas actividades; Estabelecimento de protocolos. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Inspecções Regionais de Educação; Inspecção-Geral de Finanças; Inspecção-Geral da Segurança Social; Sistema de Controlo Interno — SCI; Secção Especializada para a Formação e Qualificação de Recursos Humanos — SCI. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Inspectora-Geral Equipa de trabalho: Carmo Clímaco e Rui Leonardo Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 17 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0.03% 99 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 4.476 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,03% CRONOGRAMA Meses Acções Actividades de coordenação Acções de formação Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiros; Programas e materiais de formação. 100 Responsável Equipa de trabalho Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I . 2 SICI – CONFERÊNCIA INTERNACIONAL PERMANENTE DAS INSPECÇÕES GERAIS E NACIONAIS DA EDUCAÇÃO: ACTIVIDADES DE PRESIDÊNCIA E PARTICIPAÇÃO EM PROJECTOS INTERNACIONAIS OBJECTIVOS Participar nas actividades internacionais como forma de contribuir para o desenvolvimento dos trabalhos e do serviço das inspecções, através da troca de experiências e de informação como forma de beneficiar de oportunidades de formação; Assegurar a presidência da SICI até à realização da Assembleia-Geral Extraordinária, em 2004; Disseminar os resultados das iniciativas da SICI, em especial aquelas em que Portugal participou, através de informação escrita ou de pequenos seminários ou sessões de trabalho; Divulgar práticas diferenciadas das inspecções europeias; Promover a formação de inspectores em contexto transnacional. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Actividades e responsabilidades inerentes à presidência da SICI, nomeadamente actividades de coordenação da responsabilidade da Comissão Executiva, com destaque para a Assembleia-Geral de Outubro de 2004; Trabalhos preparatórios do próximo estudo internacional da SICI — A Observação do Ensino e da Aprendizagem — a ser desencadeado em 2004; Divulgação dos resultados do projecto ESSE (Avaliação da Auto-Avaliação das Escolas) e dos seus documentos básicos; Produção de notícias e outros documentos para divulgação interna das actividades da SICI, através dos canais de que a IGE dispõe; Divulgação do estudo sobre a Formação de Inspectores na Europa e de outras práticas das inspecções europeias; Preparação e apresentação de uma candidatura no âmbito do programa COMENIUS, em parceria com outras instituições educativas, a realizar em 2005. METODOLOGIA Utilização dos suportes de trabalho a definir pela SICI em todas as actividades coordenadas por esta organização; Integração de inspectores em grupos de trabalho transnacionais e organização de grupos de trabalho nacionais, visando o desenvolvimento de projectos; Actividades de divulgação e de formação destinada aos inspectores que participam nos grupos de trabalho do projecto Observação do Ensino e da Aprendizagem; Divulgação de estudos da SICI; Participação em oficinas de formação. 101 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Articulação com outras inspecções europeias no desenvolvimento dos projectos da SICI; Colaboração, a nível de troca de informações, com outras inspecções europeias na realização de estudos; Articulação com as escolas envolvidas no projecto Observação do Ensino e da Aprendizagem; Articulação com outros serviços do Ministério da Educação na organização de actividades de divulgação e de formação. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Carmo Clímaco Equipa de trabalho: Carmo Clímaco e Helder Guerreiro Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 20 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,04% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 5.266 € Despesas com pessoal (valor relativo) —0,04% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Projecto Análise Internacional Comparada de Indicadores de Ensino e Aprendizagem Reunião do Comité Executivo Assembleia-Geral Extraordinária Fev. Mar. Abr. Mai. z z z Jun. z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Documentos de trabalho preparados pela SICI. 102 Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável z z z Carmo Clímaco z z Carmo Clímaco Carmo Clímaco Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I . 3 REDE C DO PROJECTO INES DA OCDE — INDICADORES DE FUNCIONAMENTO DAS ESCOLAS E GRUPO DE TRABALHO DAS REDES A/C OBJECTIVOS Assegurar a representação de Portugal na Rede C, responsável por testar e produzir indicadores de funcionamento da escola; Desenvolver e produzir anualmente um conjunto de indicadores sobre professores, currículo e desempenho das escolas; Participar nos trabalhos necessários ao desenvolvimento do estudo Indicadores do Ensino e da Aprendizagem; Contribuir para a coordenação das actividades portuguesas no âmbito do projecto INESOCDE. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Produção de informação para a Rede C e para a publicação Education at a Glance; Produção de relatórios de missão e de artigos/documentos de divulgação das actividades da OCDE; Publicação do relatório nacional do projecto ISUSS; Participação no 3.º estudo sobre Níveis de Decisão e produção de um relatório nacional sobre o mesmo; Participação em actividades/projectos nacionais a definir pela coordenação das actividades portuguesas no projecto INES-OCDE. METODOLOGIA Aplicação de instrumentos de recolha de dados e/ou questionários concebidos pela Rede C no âmbito do projecto INES; Utilização e adaptação de instrumentos e de informação produzidos no âmbito da rede C para o desenvolvimento de estudos internos; Divulgação da participação da IGE nas actividades da Rede C e do grupo de trabalho das Redes A/C. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Articulação com outras estruturas do Ministério da Educação no âmbito das actividades da OCDE-INES (GAERI, GIASE, GAVE, GGF, etc.) de acordo com as estratégias definidas pela coordenação; Colaboração com outras estruturas do ME na realização de estudos ou na produção de documentos, utilizando indicadores e dados decorrentes da actividade da Rede C e do grupo de trabalho. 103 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Carmo Clímaco Equipa de trabalho: Carmo Clímaco e Helder Guerreiro Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 50 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,09% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 13.164 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,10% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Consolidação de dados para publicação no Education at a Glance Preparação, reunião relatório — (Rede C) Preparação, reunião relatório —(grupo de trabalho) Relatório nacional do estudo sobre Níveis de Decisão Questionário Teachers & the Curriculum Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. z Nov. Dez. Responsável Carmo Clímaco z z z z z z Carmo Clímaco z z Helder Guerreiro z Documentos de trabalho da Rede C e do grupo de trabalho; Questionários da Rede C. Helder Guerreiro z INSTRUMENTOS DE TRABALHO 104 Out. z Carmo Clímaco Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I . 4 ESCOLAS EUROPEIAS OBJECTIVOS Participar, em parceria com os países membros da EU, nas decisões e acções que se relacionam com a gestão pedagógica, administrativa e financeira das Escolas Europeias. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Obtenção de elevados padrões de qualidade da educação prestada; Melhoria da eficiência da gestão das escolas e do sistema em geral. METODOLOGIA Reuniões com os representantes dos países membros da União Europeia; Inspecções pedagógicas; Trabalhos de grupo; Comités vários. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS GAERI — Gabinete dos Assuntos Europeus e Relações Internacionais; RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Carlos Silva Equipa de trabalho: Carlos Silva e Helena Coelho Colaboradores externos: Gabinete de Acesso ao Ensino Superior, para a orientação escolar e profissional dos alunos do secundário; DGIDC (Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular) e GAVE (Gabinete de Avaliação Educacional), para a organização e acompanhamento dos exames dos alunos do secundário. Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 367 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,70% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 96.625 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,70% 105 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Conselho Superior Conselho de Inspecção Conselho Pedagógico Visitas de inspecção Grupos de trabalho BAC europeu Formação de professores Comités vários 106 Fev. Mar. z z z Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. z z z z z z z z z z z z Nov. Dez. z z z z z z z z z z z Responsável Carlos Silva z z z z z z z z Out. z z z z Equipa de trabalho Equipa de trabalho Equipa de trabalho Equipa de trabalho Helena Coelho Equipa de trabalho Equipa de trabalho Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I . 5 ESCOLAS PORTUGUESAS NO ESTRANGEIRO OBJECTIVOS Prosseguir o processo de levantamento e de caracterização da situação das escolas com planos curriculares portugueses e das escolas portuguesas. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatório de missão, através do qual se analisam as condições de funcionamento das escolas e se efectuam recomendações a enviar aos serviços competentes do Ministério. METODOLOGIA Análise e diagnóstico da situação das escolas abrangidas por esta actividade. Proposta fundamentada de intervenção, a apresentar à tutela, tendo em vista definir as escolas a visitar e os contactos a estabelecer. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Colaboração e articulação com as respectivas embaixadas portuguesas e com as inspecções de educação dos respectivos países. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: J. A. Pereira Neto Equipa de trabalho: J. A. Pereira Neto e elemento(s) a designar Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 20 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,04% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 5.266 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,04% 107 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO CRONOGRAMA Meses Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Acções Deslocação Data a definir INSTRUMENTOS DE TRABALHO Orientações já seguidas na intervenção realizada em Moçambique 108 J. A. Pereira Neto Plano de Actividades 2004 PROGRAMA VII 109 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 110 Plano de Actividades 2004 FORMAÇÃO DE PESSOAL SERVIÇOS RESPONSÁVEIS GAG, com colaboração do GI e NIAF. DEFINIÇÃO E OBJECTIVOS A evolução das funções da IGE no quadro de reestruturação do ME e da modernização administrativa da educação, decorrente da descentralização, exige a actualização permanente de competências profissionais de todo o pessoal inspectivo e não inspectivo, de modo a assegurar a sua capacidade de resposta em termos de eficácia e qualidade das práticas inspectivas. A alteração da orientação do trabalho dos inspectores implica o desenvolvimento de uma formação contínua que garanta a especialização e a autoridade profissional. As linhas de orientação da formação contínua dos inspectores têm como objectivo contribuir para que, no exercício das suas funções, a IGE possa garantir: • mais informação sobre o desempenho do sistema escolar; • mais sistematicidade na intervenção inspectiva; • mais garantia de qualidade; • mais prestação de contas. ACTIVIDADES Formação especializada de inspectores VII.1 Formação contínua de inspectores e de outros funcionários VII.2 RESULTADOS ESPERADOS Cursos de formação contínua em áreas específicas de especialização, nomeadamente em auditoria (nível 1 e nível 2 — aprofundamento), acção disciplinar e contencioso administrativo, e sistemas de informação; Acções de formação associadas ao trabalho de campo; Cursos de formação especializada para inspectores estagiários. RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 5.869 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 11,13% 111 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Financeiros Valor absoluto (total) — 1.545.251 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 11,16% 112 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 113 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO ACTIVIDADES 114 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I I . 1 FORMAÇÃO ESPECIALIZADA DE INSPECTORES OBJECTIVOS Preparar e formar um grupo de inspectores estagiários a nível de especialização em áreas da competência inspectiva. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Realização de um estágio profissional para inspectores. METODOLOGIA Elaboração de um programa de formação especializada para integrar em estágio; Negociação e elaboração de protocolo com a entidade formadora; Apresentação de candidatura ao PRODEP. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Universidades; Instituto Nacional de Administração (INA); Secção Especializada para a Formação e Qualificação de Auditores (SCI); Inspecções Nacionais e Europeias. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Fernanda Lopes Equipa de trabalho: Luísa Araújo, Inestina Pinto e Ana Paula Silva Interlocutores regionais: DRN — Isidro Beleza DRC — Beatriz Proença DRL — Rosário Silva DRA — Domingos Bento DRAlg — Joaquim Pacheco Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 2.181 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 4,13% 115 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 574.138 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 4,15% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Preparação do concurso Preparação e negociação do programa Candidatura ao PRODEP Recrutamento e selecção Inicio de estágio Fev. Mar. Abr. z z z Mai. z z z z Jun. Jul. Programas de formação; Termos de referência para a formação; Protocolos com entidades formadoras. 116 Set. Out. Nov. Dez. Responsável Fernanda Lopes e Luísa Araújo Fernanda Lopes e Luísa Araújo Luísa Araújo Data a definir Data a definir INSTRUMENTOS DE TRABALHO Ago. Serviços Centrais GAG e Delegações Regionais Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I I . 2 FORMAÇÃO CONTÍNUA DE INSPECTORES E DE OUTRO PESSOAL OBJECTIVOS Desenvolver competências inspectivas correspondentes às áreas específicas de intervenção da IGE; Promover a formação dos inspectores e de outro pessoal em áreas funcionais específicas. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Realização de 13 acções de formação: 6 acções em edições múltiplas de 30 horas cada; 4 acções de curta duração, preparatórias do trabalho de campo, em edições regionais de dois a três dias; 2 acções para dirigentes, no âmbito da política educativa; Um encontro temático destinado a todos os inspectores (12 horas). Realização de acções de formação de iniciativa regional, de curta duração. METODOLOGIA Levantamento das necessidades de formação e elaboração do Plano de Formação; Apresentação de candidatura ao PRODEP; Execução das acções de formação previstas. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Instituto Nacional de Administração (INA), Secretaria-Geral do Ministério da Educação e empresas de formação. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Fernanda Lopes Equipa de trabalho: Luísa Araújo, Inestina Pinto e Ana Paula Silva Interlocutores regionais: DRN — Isidro Beleza (Formação de inspectores) e Henrique de Magalhães (formação de outro pessoal) DRC — António Laranjeira DRL — Emília Pires e Rosário Silva 117 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO DRA — Domingos Bento DRAlg — Joaquim Pacheco Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 3.688 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 6,99% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 971.113 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 7,01% CRONOGRAMA Meses Jan. Fev. Mar. Abr. Acções Contencioso administrativo Acção disciplinar Auditoria e controlo de gestão 1 (curso) Auditoria e controlo de gestão 2 (oficina de formação) POCP z z Informática (Excel e Access) Estruturas de formação de professores Auditoria à administração e gestão financeira das escolas Aferição da qualidade pedagógica — metodologias de avaliação e metaavaliação Avaliação das aprendizagens, com base no programa PISA Gestão das escolas Mai. Jun. z z z z z z z z z z Ago. Set. Out. Nov. z z z z z z z z z Encontro temático Melhor Inspecção — Novos Desafios, Novas Competências INSTRUMENTOS DE TRABALHO Formulários do PRODEP; Documentação e materiais de formação. 118 Jul. z z z Dez. Responsável z Fernanda Lopes e Luísa Araújo Plano de Actividades 2004 PROGRAMA VIII 119 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 120 Plano de Actividades 2004 SISTEMAS DE PLANEAMENTO E INFORMAÇÃO SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Subinspectora-Geral; Gabinete de Informática (GI) e SISAI; Gabinete de Apoio Geral (GAG); Gabinete de Planeamento, Documentação e Formação (GPDF). OBJECTIVOS Desenvolver, no âmbito da estrutura orgânica e de funcionamento da Inspecção-Geral da Educação, sistemas de informação que funcionem não só como instrumentos de gestão e controlo interno, mas também como sistemas de apoio à actividade de campo dos inspectores e à análise e tratamento posterior dos dados recolhidos; Este objectivo desenvolve-se no âmbito do Programa Operacional da Sociedade de Informação (POSI) com o propósito de: Dotar a IGE de sistemas de informação que lhe permitam uma maior eficiência de funcionamento, uma intervenção no sistema educativo de forma continuada e sistemática, um acesso aprofundado e diversificado à informação sobre as suas áreas de trabalho; Desenvolver uma cultura de utilização das tecnologias de informação e comunicação, fomentando a interacção interna e externa à organização, e melhorando a sua eficácia e eficiência; Desenvolver, a partir deste enquadramento geral, os seguintes objectivos específicos: • Manter e disponibilizar o Sistema de Informação de Suporte à Actividade da IGE (SISAI), contemplando um vasto repositório de dados recolhidos e preparados pelas diversas equipas de projecto e pelos inspectores responsáveis que têm a seu cargo a interligação com os outros departamentos do Estado, com vista à importação de dados coligidos; • Disponibilizar um sistema (GESTIGE) para as várias actividades administrativas centradas na Gestão de Recursos Humanos e no Planeamento, Controlo e Execução do Plano de Actividades, e que, não só crie um repositório centralizado de informação que sirva de suporte às actividades de carácter processual e de expediente da IGE, como assegure também uma gestão mais eficiente dos recursos, evoluindo do actual registo de tempos de inspecção para uma análise de custos de processos; • Gerir de forma eficaz as infra-estruturas e os sistemas de segurança das TIC adequando- as às necessidades dos serviços, numa perspectiva de modernização e eficiência da administração; • Desenvolver e gerir as aplicações informáticas, permitindo a consulta pelo utilizador final dos dados resultantes da informação centrada nos diversos instrumentos de trabalho (roteiros). ACTIVIDADES Sistema interno de gestão e controlo da qualidade inspectiva VIII.1 Sistema de informação de suporte à actividades VIII.2 Sistemas de informação de apoio à gestão interna VIII.3 121 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RESULTADOS ESPERADOS A criação de sistemas de informação que permitam à organização uma maior eficácia no seu funcionamento, através da agilização dos processos e de um acesso interno e externo à informação nas diferentes áreas de trabalho, fomentando uma cultura de utilização das novas tecnologias. RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 836 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 1,59% Financeiros Valor absoluto (total) — 203.316 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 1,47% 122 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 123 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 124 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I I I . 1 SISTEMA INTERNO DE GESTÃO E CONTROLO DA QUALIDADE INSPECTIVA OBJECTIVOS Desenvolver um processo que permita construir progressivamente um sistema de gestão e controlo da qualidade inspectiva, contemplando o planeamento, a auto-avaliação, a avaliação externa e a prestação de contas dos objectivos definidos e alcançados. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Plano de actividades; Instrumentos de estruturação da actividade de campo dos inspectores, organizados sob a forma deroteiros, um por cada actividade; Relatório de Actividades; Balanço Social; Relatórios finais e/ou intercalares por actividade; Relatório de avaliação externa ou do impacto da acção inspectiva; Relatório de avaliação interna. METODOLOGIA Planeamento: • Elaboração de uma proposta de Plano de Actividades e sua aprovação pela tutela; • Desenvolvimento e operacionalização da proposta de Plano de Actividades, envolvendo as diferentes equipas de trabalho de concepção e coordenação — equipas nucleares; • Articulação com as Delegações Regionais, através dos diferentes interlocutores, para discussão do planeamento e organização da formação dos inspectores em ordem ao trabalho de campo. Controlo interno de actividade: • Tratamento da informação de controlo e de execução das actividades registadas no SGATI; • Elaboração das fichas de execução de actividade; • Elaboração de relatórios individuais por actividade inspectiva; • Tratamento dos dados globais por actividade inspectiva e elaboração dos respectivos relatórios finais nacionais; • Relatório de Actividades e Balanço Social. Controlo externo de actividade: • Criação de um dispositivo de auscultação dos inspeccionados para recolha da análise dos efeitos da acção inspectiva, como forma de avaliação do impacto da inspecção; • Tratamento dos dados e elaboração de relatório. Sistema de auto-avaliação: • Criação de um dispositivo organizacional em ordem à auto-avaliação; • Desenvolvimento de instrumentos de apoio à auto-avaliação, de acordo com as recomendações da CAF; 125 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO • Elaboração de relatório. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Delegações Regionais da IGE Direcções Regionais de Educação Secretaria-Geral do ME Escolas e organismos intervencionados RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Maria do Carmo Clímaco Equipa de trabalho: Helder Guerreiro, Fernanda Lopes, Luísa Araújo e Paulo Barata Interlocutores regionais: DRN — Valdemar Castro Almeida DRC — Jorge Simões Dias DRL — Helena Manuela Almeida Guerra DRA — António Louro Alves DRAlg — Joaquim Pacheco Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 418 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,79% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 101.658 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,73% CRONOGRAMA Meses Acções Produção de roteiros Formação dos inspectores Organização da auto-avaliação Organização da avaliação externa Elaboração de relatórios 126 Jan. Fev. Mar. Abr. z z z z z z z z z z z z z z z Mai. Jun. Jul. z z z z z z z z z z z z z z Ago. Set. Out. Nov. Dez. z z z z z z z z z z z Responsável Equipa de trabalho Plano de Actividades 2004 INSTRUMENTOS DE TRABALHO Plano de Actividades Relatório de Actividades Balanço Social Relatórios de avaliação e auto-avaliação 127 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 128 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I I I . 2 SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE SUPORTE ÀS ACTIVIDADES INSPECTIVAS OBJECTIVOS Assegurar a criação de um repositório único dos dados recolhidos nas actividades inspectivas; Constituir uma base de dados por projecto; Assegurar a publicação, em formato de páginas electrónicas, de um dossier por unidade de ensino, que contemple progressivamente as actividades inspectivas aí realizadas; Assegurar a introdução directa, no servidor geral, dos dados constantes das aplicações que apoiam os projectos; Assegurar a ligação com o sistema GESTIGE, nomeadamente na publicação dos dados referentes à intervenção disciplinar que farão parte do dossier de escola. PRODUTOS E RESULTADOS ESPERADOS Criação/manutenção de bases de dados por actividade; Publicação em formato html de um conjunto de características mínimas que permitam estabelecer a singularidade dos projectos para o conhecimento da unidade de ensino; Estabelecimento de um servidor Web para a Intranet que disponibilize o dossier de escola; Apoiar os sistemas de recolha de dados através do acesso ao Centro de Roteiros Electrónicos; Apoiar os utilizadores na exploração de ferramentas de análise de dados. METODOLOGIA Participação nas reuniões de trabalho organizadas para elaborar ou rectificar os documentos de base dos projectos (roteiros e outros); Elaboração do modelo de organização de dados, decorrente das actividades anuais que constituem a missão da IGE; Transposição do modelo de aplicação de dados para o modelo a implementar no servidor de base de dados; Aquisição de serviços para a execução de aplicações em formato asp e html para a publicação de pequenas sínteses de dados no dossier de escola; Apoiar a produção de novas formas de recolha de dados que aproxime a fonte de recolha do(s) destinatários da informação. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Articulação com o Gabinete de Informática, Núcleo de Inspecção Administrativa Financeira, Núcleo de Inspecção Técnico-Pedagógica; Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo; Direcção-Geral de Administração Educativa; Conselho Coordenador do Ensino Particular e Cooperativo. 129 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Eduardo Bação Equipa de trabalho: Eduardo Bação, Carlos Roque Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — António Laranjeira DRL — Rosário Silva DRA — Domingos Bento DRAlg — João Marques Colaboradores externos: programadores de aplicações, empresas de desenvolvimento aplicacional. Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 268 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,51% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 65.178 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,47% CRONOGRAMA Meses Acções Migração dos dados para o novo servidor de BD. Implementação do novo servidor da Intranet. Coordenação dos dados dos projectos que façam parte do Dossier de Escola. Desenvolvimento do CRE e do Dossier de Escola. Manutenção das Tabelas da BD do SISAI estabelecimentos de ensino. Ligação do Dossier de Escola com o sistema GESTIGE Auditoria de Sistemas de Informação e de Formação 130 Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z Responsável Eduardo Bação Eduardo Bação Eduardo Bação Eduardo Bação Carlos Roque Eduardo Bação e Carlos Afonso z z z Eduardo Bação Plano de Actividades 2004 INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiros da actividade inspectiva; Documentos e revistas da especialidade; Propostas de empresas de especialidade; Processos de aquisição de bens e serviços; Formação em Tecnologias de Informação e Comunicação. 131 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 132 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I I I . 3 SISTEMA DE INFORMAÇÃO E APOIO À GESTÃO INTERNA OBJECTIVOS Dotar a IGE de um Sistema de Informação — GestIGE — que integre as várias actividades administrativas da IGE centradas no Planeamento, Controlo e Execução do Plano de Actividades e na Gestão dos Recursos Humanos, que suporte as actividades de carácter processual, expediente e arquivo, e que assegure uma gestão mais eficiente dos recursos; Analisar e desenvolver aplicações à medida, que permitam a introdução de dados e a sua exportação e que possibilitem o seu tratamento e consulta pelos utilizadores; Dotar a IGE de meios informáticos e dos recursos de rede necessários, garantindo a circulação, a segurança, a confidencialidade e a integridade da informação; Adequar as infra-estruturas tecnológicas às necessidades dos serviços, numa perspectiva de modernização da administração pública. PRODUTOS E RESULTADOS ESPERADOS Aplicação informática para gerir o Sistema GestIGE que integrará as componentes de Gestão de Expediente/Documentação, Gestão de Processos e Gestão da Actividade Inspectiva. Início deste sistema. Desenvolvimento dos módulos de digitalização dos documentos internos e planeamento da afectação de recursos. Integração do Regulamento Arquivístico da IGE. Aplicações informáticas à medida, para os projectos da actividade inspectiva. Implementação de um parque informático que melhor se adeqúe às necessidades da IGE e que potencie a utilização das TIC. METODOLOGIA Teste às funcionalidades do sistema GestIGE; Formação de utilizadores; Definição de procedimentos comuns a adoptar em toda a IGE. Análise de roteiros/documentos de suporte aos diversos projectos, que permitam o desenvolvimento aplicacional caso a caso; Concepção e arquitectura de bases de dados; Contratação de serviços externos para desenvolvimento aplicacional e para tratamento de dados. Substituição gradual de microcomputadores, portáteis e periféricos; Gestão dos equipamentos; Apoio aos utilizadores; Actualização do software; Celebração de contratos de manutenção dos servidores, da rede e do site; Administração da rede e do sistema informático. 133 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo (GIASE), Secretaria-Geral do ME (SG), Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação (DGRHE), Portugal Telecom — PT, Empresas da especialidade, Software houses, Empresas com Acordo na Central de Compras do Estado. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenadores: Maria Margarida Simões e Carlos Afonso Equipa de coordenação do GestIGE — Carlos Afonso, Maria Júlia Neves, João Marques, Domingos Bento, Rosário Silva, António Laranjeira e Henrique de Magalhães Equipas de trabalho dos Serviços Centrais Gabinete de Informática: M. Margarida Simões e Carlos Afonso Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — António Laranjeira DRL — Rosário Silva DRA — Domingos Bento DRAlg — João Marques Colaboradores externos a contratar: HOLOS, Soluções Avançadas em Tecnologias de Informação, Lda. Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 150 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,28% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 36.480 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,26% 134 Plano de Actividades 2004 CRONOGRAMA Meses Acções Entrada em produção do GestIGE Desenvolvimento dos novos módulos do GestIGE Elaboração de aplicações de suporte dos projectos Processos de aquisição de equipamentos Estudos de mercado Instalação e configuração dos equipamentos Manutenção dos equipamentos Apoio ao utilizador Actualização do software Procedimentos de Operação do Sistema Informático Gestão e administração da rede e servidores Jan. Fev. z z Mar. z Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Carlos Afonso z z Abr. z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z Margarida Simões e Carlos Afonso Margarida Simões Margarida Simões Margarida Simões Margarida Simões Margarida Simões Margarida Simões Margarida Simões Margarida Simões e Carlos Afonso Margarida Simões e Carlos Afonso INSTRUMENTOS DE TRABALHO Documentos de análise Ferramentas de desenvolvimento aplicacional Propostas de empresas da especialidade Publicações técnicas 135 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 136 Plano de Actividades 2004 PROGRAMA IX 137 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 138 Plano de Actividades 2004 PUBLICAÇÕES, DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Gabinete de Planeamento, Documentação e Formação (GPDF)* OBJECTIVOS A informação constitui hoje um recurso essencial das organizações. Da sua organização, descrição e divulgação depende, em muito, o sucesso dos programas e das actividades desenvolvidos. A informação assegura a actualização dos conhecimentos, melhora as qualificações profissionais, apoia a tomada de decisão, potencia a eficácia e a eficiência organizacionais, contribui para o reforço do sentido de pertença, mantém a comunicação entre os membros da organização e assegura a prestação pública do desempenho e dos resultados. Este programa aglutina várias das componentes relacionadas com a informação na IGE, ou seja: as publicações, o Centro de Documentação, o site e os arquivos. As actividades que integram este programa assumem no seu conjunto os seguintes objectivos gerais: • Editar as publicações da IGE (instrumentos de gestão, publicações periódicas, roteiros e relatórios); • Assegurar a gestão do Centro de Documentação e Informação; • Assegurar a gestão de conteúdos do site da IGE; • Contribuir para a implementação de um sistema de arquivos da IGE. Constitui igualmente pano de fundo deste programa a utilização, cada vez com maior prevalência, das TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), através de CD-ROM, do correio electrónico e do site, em detrimento da utilização do suporte tradicional (papel). ACTIVIDADES Publicações Instrumentos de Gestão Publicações Periódicas IGE Informação — Boletim Informativo IGE Documentação — Boletim de difusão selectiva de informação IGE Difusão — Recolha e difusão diária de artigos e notícias da imprensa Revista da IGE Relatórios e Roteiros IX.1 Centro de Documentação e Informação IX.2 SITE-IGE — Página da IGE na Internet IX.3 RESULTADOS ESPERADOS Fornecimento, em tempo útil, de modo normalizado e com a máxima correcção formal, das publicações da IGE, da documentação e da informação pertinente quer aos inspectores quer aos agentes, utentes e beneficiários do Sistema Educativo, com os quais a IGE se relaciona. * GPDF e Gabinete de Informática (GI) no que diz respeito à actividade IX.3 Site-IGE — Página da IGE na Internet. 139 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 575 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 1,09% Financeiros Valor absoluto (total) — 139.840 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 1,01% 140 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 141 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 142 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I X . 1 PUBLICAÇÕES A) INSTRUMENTOS DE GESTÃO B) PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS C) RELATÓRIOS E ROTEIROS OBJECTIVOS A) Instrumentos de Gestão Apresentar o planeamento dos programas e das actividades da IGE (Plano) e apresentar a avaliação e o balanço da realização dos programas e das actividades planeados (Relatório); Acompanhar a concepção da estrutura, a recolha dos dados e o processo de edição; Assegurar a edição do Balanço Social, cuja elaboração é da responsabilidade do Gabinete de Apoio Geral (GAG). B) Publicações Periódicas IGE Informação — Boletim Informativo Constituir um espaço de informação sobre as actividades da IGE e sobre os projectos nacionais e internacionais em que a IGE participa, divulgando legislação, as publicações da IGE, bibliografia nacional e estrangeira atinente à função inspectiva e projectos e actividades de outras inspecções congéneres e dos fóruns internacionais nos quais a IGE participa. Periodicidade — Bimestral Suporte — Papel, enviado aos elementos que integram a mailing-list já constituída, e electrónico (PDF), disponibilizado no site. IGE Documentação — Boletim de difusão selectiva de informação Informar e manter actualizados os inspectores sobre a legislação e outros normativos com relevância para a função inspectiva, bem como sobre a bibliografia adquirida pelo Centro de Documentação e Informação. Periodicidade — Mensal Suporte — Papel e electrónico (em base de dados, disponível na rede interna, para já disponibilizando apenas as referências, prevendo-se ainda, no futuro, disponibilizar também os próprios documentos em formato PDF. IGE Difusão — Recolha e difusão diária de artigos e notícias da imprensa Recolher, compilar e difundir os artigos e as notícias da imprensa na área da educação. Periodicidade — Diária Suporte — Papel e electrónico; este último disponibilizado na rede interna em pasta contendo os PDF das notícias e artigos seleccionados. C) Relatórios e Roteiros Editar os roteiros de suporte às diversas actividades inspectivas e os relatórios decorrentes dessas mesmas actividades. Periodicidade — Variável. Decorrente do calendário de execução das várias actividades. Procurar-se-á estabelecer uma planificação que permita a sua distribuição equitativa ao longo do ano, seguindo o princípio de que a divulgação dos dados decorrentes de cada acção ou actividade alvo de relatório seja efectuada no máximo até 5 meses depois de finalizada a intervenção, sendo de 3 meses o tempo para a elaboração do relatório e de 2 meses o tempo para a edição, e de que os roteiros de apoio às actividades inspectivas deverão estar disponíveis para distribuição com uma antecedência mínima de 15 dias em relação ao início da acção. 143 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Publicação, em tempo útil e com a máxima qualidade formal, dos instrumentos de gestão da IGE (Plano, Relatório de Actividades e Balanço Social), das Publicações Periódicas da Inspecção-Geral da Educação, IGE Informação, IGE Documentação e IGE Difusão), dos roteiros e relatórios, bem como de brochuras, estacionário, sinalética e outros produtos decorrentes das actividades da IGE e que caibam nas funções do GPDF. METODOLOGIA a) Instrumentos de Gestão (Plano e Relatório de Actividades da IGE) Acompanhar a concepção da estrutura do Plano e do Relatório de Actividades, bem como das fichas de recolha de dados; Elaboração e disponibilização das fichas de recolha de dados; Organização e uniformização da informação necessária à sua elaboração; Elaboração das versões provisórias; Apreciação das versões provisórias pelos responsáveis dos diferentes programas e actividades; Provas e contraprovas (versões provisórias); Elaboração das versões definitivas; Design gráfico e paginação; Provas e contraprovas (versões definitivas); Prova de autor e contraprova; Impressão; Divulgação. b) Publicações Periódicas IGE — Informação Análise e síntese da informação a inserir; Copidesque; Paginação; Prova e contraprova; Acompanhamento da impressão; Divulgação. IGE — Documentação Avaliação e selecção da produção normativa (legislação, circulares, ofícios-circulares, ordens de serviço, etc.); Selecção das monografias e publicações periódicas entradas no Centro de Documentação da IGE; Edição; Divulgação. IGE Difusão Avaliação e selecção das notícias e artigos; Impressão; Divulgação. 144 Plano de Actividades 2004 c) Roteiros e Relatórios Constituição do processo de edição; Copidesque; Provas e contraprovas (versões de trabalho); Paginação; Provas e contraprovas (versões finais); Prova de autor e contraprova; Acompanhamento/adjudicação do processo de impressão; Divulgação. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Ateliers gráficos e designers, tipografias, Biblioteca Nacional (BN) e Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL). RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenação geral: Paulo Barata Coordenação por acções: Instrumentos de gestão — Paula Barata e Fátima Vasconcelos IGE Informação — Edite Prada IGE Documentação — Beja Madeira IGE Difusão — Beja Madeira Relatórios e Roteiros — Paulo Barata Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — Gabriela Barbosa DRL — Rosário Silva DRA — Domingos de Bento DRAlg — João Marques Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 342 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,65% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 83.175 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,60% 145 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO CRONOGRAMA a) Instrumentos de gestão — Plano (PA) e Relatório de Actividades da IGE (RA) Meses Jan. Acções Concepção da estrutura Recolha e organização dos dados Redacção final e uniformização Design gráfico e/ou paginação Provas e contraprovas Acompanhamento da impressão Divulgação Fev. Mar. Abr. RA 2003 Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Direcção da IGE Secretariado da IGE RA 2003 RA 2003 PA 2004 PA 2004 PA 2004 PA 2004 Edite Prada e Paulo Barata Fátima Vasconcelos, Gabriela Cunha e empresas externas Fátima Vasconcelos Paula Barata Paula Barata INSTRUMENTOS DE TRABALHO Aplicações informáticas de tratamento gráfico (Adobe Pagemaker, CorelDraw, Adobe Photoshop, Adobe Acrobat, Adobe Illustrator, Adobe Indesign e Microsoft Publisher), tipos de letra, obras de referência (dicionários gerais e especializados) e outra bibliografia. 146 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I X . 2 CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO (CDI) OBJECTIVOS Continuar a reorganização do acervo do CDI em livre acesso, decorrente da alteração do sistema de cotação das obras; Concretizar a adesão do CDI da IGE à PORBASE — Base Nacional de Dados Bibliográficos gerida pela Biblioteca Nacional; Assegurar a continuidade da participação da IGE em todas as actividades do SIBE — Sistema Integrado de Bibliotecas da Educação; Assegurar o tratamento documental, essencialmente a catalogação, das obras adquiridas por compra, oferta ou permuta; Assegurar o tratamento documental retrospectivo, essencialmente a catalogação, das obras existentes no CDI ainda sem descrição bibliográfica; Continuar a revisão e a validação sistemática da catalogação, da classificação e do rigor formal dos registos das obras existentes em livre acesso, constantes das bases de dados bibliográficas; Disponibilizar documentação e informação pertinentes e actualizadas, para apoio aos utilizadores internos (inspectores, professores requisitados em funções inspectivas e outros técnicos superiores) e externos (investigadores e estudantes); Iniciar a elaboração de um plano de aquisições de obras — monografias e publicações periódicas — em suporte papel e electrónico nas áreas de actuação da IGE, de acordo com a política de aquisições definida no âmbito do SIBE; Continuar a reorganização do depósito do CDI. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Finalização da organização da obras em livre acesso; continuação do processo de normalização da descrição bibliográfica das bases de dados do CDI integração plena do CDI da IGE em iniciativas da natureza cooperativa (PORBASE e SIBE) que lhe permitam aproveitar oportunidades de desenvolvimento e potenciar os serviços. METODOLOGIA Cotação das obras em livre acesso, de acordo com o plano de classificação já definido; Catalogação, classificação e indexação das monografias, das publicações periódicas e dos restantes documentos adquiridos pelo CDI; Classificação das monografias, das publicações periódicas e dos restantes documentos já existentes no CDI; Análise dos registos bibliográficos constantes da base de dados do CDI, procedendo à sua correcção, no que diz respeito à qualidade da catalogação, da classificação e da indexação; Pesquisa em sites de inspecções congéneres no estrangeiro, em bases de dados em linha e nas bibliotecas e centros de documentação do ME, de universidades, etc., acerca da bibliografia necessária à elaboração de um plano de aquisições. 147 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Centros de Documentação dos Serviços Centrais e Regionais do Ministério da Educação e de outras Inspecções-Gerais, Biblioteca Nacional (BN), Centros de Documentação das Unidades Orgânicas do Ensino Superior na área das Ciências da Educação e Bibliosoft — Informação, Formação e Serviços, Ld.ª. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenadora: Edite Prada Equipa de trabalho dos Serviços Centrais: Marília Lameiras e Elisabete Sousa Interlocutores regionais: DRN —Henrique de Magalhães DRC — Odete Afonso DRL — Rosário Silva DRA — Domingos Bento DRAlg — João Marques Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 195 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,37% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 47.424 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,34% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Cotação das obras em livre acesso Catalogação, classificação e indexação das aquisições Catalogação, classificação e indexação retrospectiva Revisão e validação dos registos bibliográficos Elaboração de um plano de aquisições Reorganização do depósito 148 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z Edite Prada z z z z z z z z z z z z Edite Prada Edite Prada Paulo Barata z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z Paula Barata e Edite Prada Edite Prada Plano de Actividades 2004 INSTRUMENTOS DE TRABALHO Bibliobase — Módulo de catalogação e pesquisa, Regras Portuguesas de Catalogação, ISBD(M) — International Standard Bibliographic Description (Monographs), CDU — Classificação Decimal Universal, Manual UNIMARC, TEE — Thesaurus Europeu da Educação e outras normas nacionais e internacionais aplicáveis. 149 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 150 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I X . 3 SITE-IGE — PÁGINA DA IGE NA INTERNET OBJECTIVOS Com vista a consolidar o site, enquanto instrumento de interacção e de relacionamento institucional entre a Inspecção e os demais utentes, agentes e beneficiários do Sistema Educativo, acrescentando-lhe novas funcionalidades e melhorando o desempenho das já existentes, pretende-se efectuar desenvolvimentos aplicacionais que permitam: 1. Uma navegação mais rápida com menores tempos de acesso entre as várias páginas e subpáginas do site; 2. Criar um sistema de pesquisa automática através da implementação de um motor de busca que permita, a partir da homepage, pesquisar um qualquer termo em todo o site; 3. Implementar uma versão do site em língua inglesa; 4. Efectuar desenvolvimentos de modo a adaptar o site a cidadãos com necessidades especiais; 5. Criar a ligação à rede interna e a sistemas em ambiente web. Esta actividade é constituída por duas vertentes: Actualização de conteúdos; Desenvolvimentos aplicacionais. A actualização dos conteúdos é assegurada pelo Gabinete de Planeamento, Documentação e Formação (GPDF) e os desenvolvimentos aplicacionais pelo Gabinete de Informática (GI). METODOLOGIA Elaboração de um caderno de encargos que contemple as funcionalidades propostas, para adjudicação externa; Consulta externa, no sentido de proceder à adaptação do site, a fim de criar um novo sítio em «modo de texto» que cumpra as recomendações do W3C — Web Content Acessibility Guidelines, de modo a tornar o conteúdo do site acessível a pessoas com algum tipo de incapacidade. Ligação, por razões de segurança, da rede interna a outros sistemas em ambiente web, eventualmente efectuada através de um apontador localizado no site actual que direccione o utilizador para uma zona independente. A actual Área Reservada manterá os respectivos conteúdos, sendo alterada a sua designação para Informação Restrita. Designação, por cada serviço da IGE, de um interlocutor para o site que se articule com o GPDF e que periodicamente lhe envie a informação considerada pertinente, a fim de criar uma maior dinâmica na actualização do site e assegurar o crescimento sustentado dos respectivos conteúdos. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS GIASE, empresas de software e de telecomunicações. 151 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenação da componente tecnológica — Margarida Simões Actualização de conteúdos — Paulo Barata e Gabriela Cunha Interlocutores dos diversos serviços da IGE. Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — Fernando Rêgo DRL — Rosário Silva DRA — Celina Almeirim DRAlg — João Marques Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 38 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,07% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 9.242 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0.07% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Adjudicação dos desenvolvimentos Acompanhamento dos desenvolvimentos Actualização dos conteúdos Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. M. Margarida Simões M. Margarida Simões z z z z z z z z z Responsável z z z z z z z z Gabriela Cunha INSTRUMENTOS DE TRABALHO Guias de boas práticas na Web, sites considerados de referência e revistas da especialidade. 152 Plano de Actividades 2004 PROGRAMA X 153 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 154 Plano de Actividades 2004 ADMINISTRAÇÃO GERAL SERVIÇOS RESPONSÁVEIS5 Gabinete de Apoio Geral (GAG) e restantes serviços da IGE. Articulação com o Gabinete de Gestão Financeira, Secretaria Geral, Direcção Geral do Orçamento, Instituto de Informática e Direcção Geral da Administração Pública. OBJECTIVOS A integração, em 2000, da IGE na RAFE (Reforma da Administração Financeira do Estado, a aplicação das suas duas vertentes (SIC — Sistema de Informação Contabilística — e RH — Recursos Humanos) e o desenvolvimento do processo de aplicação do POCP (Plano Oficial de Contabilidade Pública) exigem que, para além da manutenção de um bom funcionamento dos serviços, se mantenha um esforço contínuo de qualificação e modernização, quer dos procedimentos e instrumentos utilizados, quer, simultaneamente, das infra-estruturas de suporte. Deste progresso deverá resultar a produção regular de indicadores de gestão que permitam analisar, entre outras vertentes, o desempenho da IGE, a relação custo/benefício dos vários tipos de intervenção, os tempos e os valores das várias actividades. Constituem, assim, objectivos deste programa: • Assegurar o normal funcionamento da Inspecção-Geral da Educação ao nível dos serviços de apoio, dotando a instituição dos recursos necessários à execução das acções previstas no seu Plano de Actividades; • Promover a utilização generalizada dos sistemas, visando incentivar a modernização técnica e administrativa das diferentes actividades. ACTIVIDADES Contabilidade X.1 Património e Economato X.2 Pessoal X.3 Expediente X.4 Arquivo X.5 RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 346 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,66% Financeiros Valor absoluto (total) — 84.147 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 0,61% 5 O GPDF assegura a execução das actividades X.4, Expediente e X.5, Arquivo. 155 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 156 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 157 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 158 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E X . 1 CONTABILIDADE OBJECTIVOS Assegurar uma boa gestão orçamental, executando as tarefas inerentes à contabilização e aos pagamentos dos encargos da IGE; Efectuar as tarefas inerentes às obrigações legais e fiscais; Elaborar os projectos de orçamento para os anos económicos de 2004 e 2005; Organizar a conta de gerência; Proporcionar informação de natureza financeira para apoio à tomada de decisões; Assegurar a plena exploração e sistemática actualização de Informação Contabilística (SIC) da RAFE. Preparar a introdução do Plano Oficial de Contabilidade Publica (POCP) decorrente da portaria Portaria 794/2000, de 20 de Setembro, que aprova o POCP para o sector da Educação. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Conta de Gerência de 2003; Propostas de Orçamento para 2004 e 2005 METODOLOGIA Tratamento das verbas recebidas do orçamento do Estado, PRODEP (Programa de Desenvolvimento Educativo para Portugal) e POSI (Programa Operacional Sociedade de Informação); Adaptação dos suportes informáticos da RAFE (Reforma Administrativa e Financeira do Estado), tendo em consideração o já referido POCP. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Direcção-Geral do Orçamento e Instituto de Informática. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Teresa António Equipa de Trabalho: Fernanda Figueiredo, Luís Pedroso, Ana Maria Silva, Gilberto Dias, Fátima Pina Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — Fernanda Costa DRL — Gabriela Campos DRA — Celina Almeirim DRAlg — Manuela Almeida 159 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 73 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,14% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 17.754 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,13% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Registo de operações correntes através do SIC Elaboração do projecto de orçamento Elaboração da conta de gerência z Fev. z Mar. z z Abr. z Mai. z Jun. z Jul. z z z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Orçamento de Estado; Sistema de Informação para a Gestão Orçamental. 160 Ago. Set. z Out. z Nov. z Dez. Responsável z Chefe de Repartição Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E X . 2 PATRIMÓNIO E ECONOMATO OBJECTIVOS Controlar a qualidade dos serviços prestados pelas empresas de limpeza, vigilância, e manutenção dos arranjos florais, tendo em conta a verificação do cumprimento dos contratos; Zelar pelo estado de conservação dos bens, equipamentos e edifícios afectos à IGE (Serviços Centrais e Delegações); Inventariar e controlar os bens móveis e veículos afectos à IGE, permitindo assim conhecer a estrutura do património; Proceder ao abate dos bens por razões de incapacidade decorrente do seu uso ou por terem deixado de ser necessários ao serviço; Promover a aquisição de bens necessários ao desenvolvimento das actividades da IGE e assegurar o controlo da sua utilização procedendo à afectação das despesas dela decorrente aos diferentes serviços e utilizadores; Assegurar e verificar o cumprimento dos contratos de manutenção de equipamentos, de assistência técnica e de aluguer de equipamentos. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Melhoria das condições de trabalho do pessoal da IGE; Manutenção do regular funcionamento dos serviços; Cadastro e Inventário dos Bens do Estado no período de Dezembro de 2003 a Dezembro de 2004. METODOLOGIA Diagnóstico das necessidades em equipamento, mobiliário e bens não duradouros; Prospecção do mercado, realização de consultas e análise das propostas dos fornecedores, visando a aquisição nas condições mais favoráveis; Utilização da plataforma de marketplace disponibilizada pelo iwaytrade.com no âmbito do projecto piloto das compras electrónicas, no que se refere a material de escritório; Utilização de um sistema informático de controlo e gestão de stocks; Inventariação periódica dos bens afectos à IGE através do CIBE. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Empresa GEDI — Apoio informático ao CIBE. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Pedro Henriques Colaboração periódica: Angelina Araújo e Olga Pereira 161 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — Fernanda Costa DRL — Gabriela Campos DRA — Celina Almeirim DRAlg — Olinda Farinha Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 96 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,18% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 23.347 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,17% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Inventário Fev. Mar. Abr. Mai. z Prospecção do mercado Aquisição de bens z z z z z z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Aplicação CIBE. 162 Jun. z z Jul. Ago. z z z z Set. z z Out. z z Nov. z z Dez. Responsável Pedro Henriques z Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E X . 3 PESSOAL OBJECTIVOS Assegurar a gestão e a administração do pessoal dirigente e inspectivo do quadro de pessoal próprio da IGE; Assegurar o processamento de vencimentos e outros abonos do pessoal do quadro da IGE, bem como do pessoal avençado, do pessoal do Programa Ocupacional e dos funcionários do quadro único do ME afectos à IGE; Proceder à abertura de concursos de ingresso e de acesso às categorias de inspector principal, inspector superior e inspector superior principal; Promover a elaboração e posterior integração no quadro privativo da IGE — a criar na sequência da extinção do quadro único do pessoal do Ministério da Educação — do pessoal técnico superior, técnico profissional, administrativo e auxiliar que lhe ficará adstrito; Proceder à elaboração do balanço social, bem como das listas de antiguidade do pessoal da IGE; Assegurar a plena exploração e sistemática actualização do Sistema de Recursos Humanos (SRH); Introdução de dados no SRH, para pagamento de ajudas de custo; Elaborar a estatística de pessoal; Assegurar o apoio técnico e logístico necessário à realização de concursos de pessoal e de dirigentes; Proceder à introdução dos dados necessários à organização e actualização da Base de Dados dos Recursos Humanos da Administração Pública (BDAP) PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Garantia do bom e regular funcionamento dos Serviços; Emissão de pareceres para resolução de problemas e reclamações. METODOLOGIA Actualização permanente dos processos individuais de pessoal em suporte papel e informático (SRH); Desenvolvimento da tramitação administrativa necessária à integração do pessoal oriundo do quadro único do Ministério da Educação, a extinguir; Desenvolvimento da tramitação administrativa necessária à realização de concursos; Processamento de salários do pessoal da IGE. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Secretaria-Geral do Ministério da Educação, Direcção-Geral de Protecção Social aos Funcionários e Agentes da Administração Pública, Direcção-Geral da Administração Pública, Caixa Geral de Aposentações, Instituto de Informática, Cofre de Previdência dos Funcionários e Agentes do Estado. 163 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Fernanda Lopes Equipa de Trabalho: Gil Morais, Margarida Serrão, Águeda Polónio, Inocência Pésinho, Augusta Ventura. Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — Fernanda Costa DRL — Gabriela Campos DRA — Celina Almeirim DRAlg — Manuela Almeida Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 124 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,24% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 30.157 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,22% 164 Plano de Actividades 2004 CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Gestão de pessoal Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável z z z z z z z z z z z z Fernanda Lopes z z z z z z z z z z z z Gil Morais z z z z z z z z z z z z Gil Morais z z z z z z z z z z z z z z z Fernanda Lopes z z z Fernanda Lopes Balanço Social z Luísa Araújo Lista de antiguidade z Margarida Serrão Fernanda Lopes Exploração e actualização do SRH Introdução de dados no SRH para proc. de Ajudas de custo Elaboração da estatística de pessoal Introdução de dados BDAP Conc. De acesso a Inspector Sup. Principal Conc de acesso a Inspector Superior z Concurso de acesso para Insp. Principal Concurso de ingresso Data a definir Fernanda Lopes Data a definir Classificação de serviço z z z z z Projecto de quadro privativo z z z z z z z Fernanda Lopes Luísa Araújo Fernanda Lopes z z z z z Margarida Serrão Fernanda Lopes Luísa Araújo INSTRUMENTOS DE TRABALHO Sistema de Recursos Humanos 165 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 166 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E X . 4 EXPEDIENTE OBJECTIVOS Assegurar a recepção, a classificação e o encaminhamento da correspondência recebida pela IGE; Assegurar o registo informático da correspondência recebida e expedida pela IGE; Assegurar a expedição da correspondência produzida pela IGE, através de fax, por via postal e enviada em mão (protocolo); Assegurar, em articulação com o Sector de Arquivo, a permanente actualização do Plano de Classificação de Documentos da IGE; Propor, em articulação com o Sector de Arquivo, medidas de racionalização de circuitos e procedimentos documentais. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Recepção, registo, classificação, encaminhamento e expedição da correspondência da IGE. METODOLOGIA Aplicação do Plano de Classificação de Documentos; Aplicação das regras inerentes ao programa de gestão de expediente. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Serviços Centrais do ME, Tribunais, CTT, empresas transportadoras, entre outros. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenação — Maria de Jesus Henriques Equipa de trabalho — Maria Fernanda Sousa; Maria Júlia Silvestre e Maria Fernanda Frias. Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — Fernanda Costa DRL — Gabriela Campos DRA — Celina Almeirim DRAlg — Manuela Almeida Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 15 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,03% 167 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 3.648 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,03% CRONOGRAMA Actividade realizada em contínuo ao longo do ano. INSTRUMENTOS DE TRABALHO Plano de classificação de arquivo, programa de gestão de expediente (Teemtalk e futuramente GestIGE). 168 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E X . 5 SISTEMA DE ARQUIVOS DA IGE OBJECTIVOS Assegurar o acompanhamento do processo conducente à aprovação da portaria de avaliação e selecção da documentação da IGE; Assegurar, no âmbito da gestão integrada de arquivos do ME, a participação da IGE no respectivo grupo de trabalho e nas actividades dele decorrentes. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Publicação da portaria de avaliação e selecção. METODOLOGIA Organizar as folhas de recolha de dados enviadas aos diferentes serviços da IGE; Proceder à análise e à uniformização da informação constante nas folhas de recolha de dados enviadas aos diferentes serviços; Elaboração do regulamento arquivístico; Revisão do preâmbulo; Envio do projecto de portaria ao Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (IAN/TT); Organização do arquivo definitivo do GPDF; Revisão do plano de classificação de arquivo da IGE, à luz do projecto de portaria; Acompanhamento do processo conducente à aprovação da portaria. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo, Secretaria-Geral do ME. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenação — Paulo Barata Equipa de trabalho — Maria de Jesus Henriques; interlocutores dos diversos serviços da IGE Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — Fernanda Costa DRL — Gabriela Campos DRA — Carlos Oliveira DRAlg — Manuela Almeida 169 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 38 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0.07% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 9.242 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,07% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Organização do arquivo do GPDF Revisão do plano de classificação de arquivo da IGE Acompanhamento do processo conducente à aprovação da portaria Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. z z z z z z z z z z z z Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Maria de Jesus Henriques Maria de Jesus Henriques z z z z z z z z z z z z Paulo Barata e Maria de Jesus Henriques INSTRUMENTOS DE TRABALHO Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo — Manual para gestão de documentos; Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro — Dicionário de Terminologia Arquivística. 170 Plano de Actividades 2004 ANEXOS 171 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 172 Plano de Actividades 2004 A N E X O I ORÇAMENTO PARA 2004 O orçamento da Inspecção Geral da Educação (IGE) para o ano 2004 tem por objectivo dotar a instituição dos meios financeiros, humanos e materiais indispensáveis à concretização das suas missões fundamentais, tendo em conta as grandes linhas de acção do Ministério da Educação, a sua relevância política e as prioridades definidas. Foi elaborado de acordo com as orientações superiormente definidas sobre o assunto e com o Decreto-Lei n.º 26/2002, de 14 de Fevereiro, no que diz respeito à classificação económica das despesas públicas. Na elaboração do projecto de orçamento para 2004, tomaram-se como base os valores efectivamente gastos em 2002, o orçamento corrigido de 2003 e a proposta de Plano de Actividades para 2004. RUBRICAS 2004 ORÇAMENTO DE FUNCIONAMENTO RECEITAS GERAIS 14.900.000 Despesas com pessoal 13.494.428 Remunerações certas e permanentes Outras despesas com pessoal Aquisição de bens e serviços Aquisição de bens Aquisição de serviços Transferências correntes 12.700.000 794.428 1.400.572 114.875 1.285.697 5.000 DESPESAS COM COMPENSAÇÃO EM RECEITA 57.200 Abonos variáveis ou eventuais 20.020 Aquisição de serviços 37.180 INVESTIMENTOS DO PLANO Material de informática Maquinaria e equipamento 100.000 0 Da dotação global de 14.900.000 € atribuídos à IGE no âmbito do seu ORÇAMENTO DE RECEITAS GERAIS, 91% destinam-se a despesas de pessoal e os restantes 9% a despesas de funcionamento (aquisição de bens e serviços e transferências correntes). O orçamento encontra-se dividido em duas actividades: A — Administração Têm especial impacto nesta actividade as despesas com remunerações certas e permanentes, que apresentam, relativamente a 2003, uma redução de 7%, em resultado do número de aposentações verificado nesse ano. Estas despesas consideraram, na rubrica Pessoal dos quadros — Regime de função pública, os encargos com 21 dirigentes e 251 inspectores e, na rubrica Pessoal em qualquer outra situação, os encargos com 14 docentes requisitados. Merecem também referência as despesas com «ajudas de custo», que representam 75% das outras despesas com pessoal, e as despesas com «deslocações e estadas», que representam 46% das despesas com aquisição de serviços. 173 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO B — Formação e Documentação A prossecução dos objectivos da IGE implica um esforço contínuo de qualificação técnica dos seus recursos humanos, que lhes permita acompanhar os progressos do ensino e as alterações de legislação e processos que com ele se relacionam ou que interferem com a gestão dos respectivos estabelecimentos. Assim, estão inscritas nesta actividade verbas destinadas a cobrir: • os custos de formação que satisfaça as necessidades consideradas prioritárias, as quais se prendem com o desenvolvimento de competências específicas, designadamente nas áreas de inspecção administrativo-financeira, disciplinar e informática; • os encargos com a publicação e a divulgação de materiais de suporte à acção inspectiva e de apoio à decisão, podendo envolver o recurso a peritos externos para trabalhos especializados. As verbas inscritas em INVESTIMENTOS DO PLANO decorrem, no que diz respeito a Material informático, do Projecto «Modernização da Infraestrutura de Informação e Comunicação da IGE», que esta Inspecção-Geral tem vindo a desenvolver desde 2001, no quadro do Programa Operacional da Sociedade de Informação (POSI) e também, embora com valores menos significativos, do PIDDAC. O projecto tem como objectivos a optimização de recursos e a racionalização de processos e visa associar os ganhos de eficiência interna com a flexibilização no acesso aos serviços da IGE por parte de todos os intervenientes no processo educativo. Em termos financeiros, as verbas aprovadas, de 746.321 € destinam-se à aquisição, ao longo de 3 anos, de serviços de estudo, consultadoria e desenvolvimento aplicacional, e de equipamentos de rede e telecomunicações. O financiamento comunitário representa 75% do custo total. 174 Plano de Actividades 2004 A N E X O I I LISTA DE PESSOAL 1 DIRECÇÃO Maria Conceição Castro Ramos, Inspectora-Geral Maria do Carmo Clímaco, Subinspectora-Geral José Manuel Luz Afonso, Subinspector-Geral Valdemar Castro Almeida, Delegado Regional do Norte Jorge Simões Dias, Delegado Regional do Centro Helena Manuela Almada Guerra, Delegada Regional de Lisboa António Maria Louro Alves, Delegado Regional do Alentejo Joaquim Gago Pacheco, Delegado Regional do Algarve 2 SERVIÇOS CENTRAIS Secretariado da Inspectora-Geral Maria Luísa Marrana, Assistente Administrativa Especialista Maria Carmo Santos Rodrigues, Assistente Administrativa Especialista Secretariado da Subinspectora-Geral Fernanda Oliveira Nunes (Programa Ocupacional – Centro de Emprego) Secretariado do Subinspector-Geral Maria Fernanda Ferreira Costa, Assistente Administrativa Especialista Assessoria para as Relações Exteriores e Internacionais (REI) Inspectores Carlos Assunção Silva, Inspector Superior Principal José Augusto Pereira Neto, Inspector Superior Principal Helena Maria Silva Coelho, Inspectora Superior Principal Helder Lopo Guerreiro, Inspector Pessoal Administrativo Ana Leonor Oliveira, Assistente Administrativa Especialista Assessoria para o Sistema de Informação de Suporte à Actividade Inspectiva (SISAI) Inspector Eduardo Jorge Farinha Bação, Inspector Superior Professores Requisitados Carlos Filipe Noivo Roque 175 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 2.1 NITP – Núcleo de Inspecção Técnico-Pedagógica Directora de Serviços: Maria Júlia Brites Evaristo Ferreira Neves Inspectores Amparo Carrellan Esteves Costa, Inspectora Superior Principal Carlos Marques Taleço, Inspector Superior Principal Fernando Manuel Ribeiro Gaiolas, Inspector Superior Principal Maria do Carmo Caeiro, Inspectora Superior Principal Maria Graziela Costa Poeira, Inspectora Superior Principal Margarida Caroça Tomé, Inspectora Superior Natalina Tavares de Moura, Inspectora Superior Maria Luísa Ferreira, Inspectora Principal José Carlos Martins Alves, Inspector Maria Leonor Venâncio Duarte, Inspectora Rosa de Oliveira Melo da Silva, Inspectora Professores Requisitados: Adriano Dores Portugal Alzira Caetano Freitas Lopes João Manuel Reis Figueiredo Rui Pereira Gonçalves Pessoal Administrativo: Tobias José Melo Chaves, Assistente Administrativo Especialista Alzira Elisa Pereira Simões, Assistente Administrativa Especialista Maria Lurdes Moreira Reis, Assistente Administrativa Principal Maria Victória Amado, Assistente Administrativa Especialista Maria Fernanda Rojão Almeida, Assistente Administrativa Principal Maria Cecília Melo Gouveia, (Programa Ocupacional – Centro de Emprego) Maria Idalina Martins, (Programa Ocupacional – Centro de Emprego) 2.2 NIAF – Núcleo de Inspecção Administrativo-Financeira Director de Serviços: Rui Manuel Leonardo Silva Inspectores Lília Rosa Falcato, Inspectora Superior Arnaldo Marques das Neves, Inspector Principal João Carlos Ribeiro Ramalho, Inspector Professores Requisitados Pedro Teixeira Pinto Pessoal Aministrativo Judite Santos Almeida, Assistente Administrativa Especialista 2.3 GAJ – Gabinete de Apoio Jurídico Chefe de Divisão Lugar não provido 176 Plano de Actividades 2004 Coordenação Maria Céu Pedreño, Inspectora Superior Inspectores Manuel Veiga, Inspector Superior Alexandre Pereira, Inspector Principal José Manuel Figueira Batista, Inspector Marina Luísa R. Peixoto, Inspectora Rui Manuel S. Hermida, Inspector Técnicos Superiores: Maria de Fátima Baptista, Técnica Superior Principal Técnicos Profissionais José Pedro Oliveira, Técnico Profissional Especialista Principal Pessoal Administrativo Maria Luísa Soares Martins, Assistente Administrativa Especialista 2.4 GI – Gabinete de Informática Chefe de Divisão Maria Margarida Cortes Simões Professores Requisitados Carlos Manuel Afonso de Jesus Pessoal Administrativo Laura Maria Faleiro Lopes, Assistente Administrativa 2.5 GPDF – Gabinete de Planeamento, Documentação e Formação Chefe de Divisão Paulo Jorge dos Santos Barata Inspectores: Armando Abílio Beja Madeira, Inspector Superior Principal Técnicos Superiores Maria de Fátima Eugénio Vasconcelos, Técnica Superior Principal Maria Paula Soares Barata, Técnica Superior Principal Gabriela Maria Bertão Carvalho da Cunha, Técnica Superior de 1.ª Classe Professores Requisitados Edite da Conceição Fernandes Prada Pessoal Aministrativo Marília de Jesus Lameiras, Assistente Administrativa Especialista Elisabete Sousa, Assistente Administrativa Especialista Secção de Administração Geral (Expediente) Chefe de Secção Lugar não provido 177 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Coordenação Maria Jesus R. Henriques, Assistente Administrativa Especialista (em substituição) Pessoal Aministrativo Maria Júlia Silvestre Baptista, Assistente Administrativa Principal Maria Fernanda Camarate Sousa, Assistente Administrativa Principal Almerinda Pais Peixoto, Assistente Administrativa Maria Fernanda Matos Frias, Assistente Administrativa 2.6 GAG – Gabinete de Apoio Geral Chefe de Divisão Maria Fernanda Matias Lopes Secretariado Técnico para Concursos Inestina Marques Pinto, Técnica Superior Principal Secretariado Técnico para a Formação Ana Paula Silva, Técnica Superior de 2.ª Classe Secção de Pessoal Chefe de Secção Gil António Morais Pessoal Administrativo Gilberto Leopoldo Dias Júnior, Assistente Administrativo Especialista Inocência de Lurdes Pésinho, Assistente Administrativa Especialista Maria Augusta Soares Ventura, Assistente Administrativa Especialista Maria Margarida Serrão, Assistente Administrativa Especialista Águeda Maria Polónio, Assistente Administrativa Principal Pessoal Auxiliar Ana Mónica Alves Castro, Auxiliar Administrativa Angelina Sousa de Araújo, Auxiliar Administrativa Maria Céu Oliveira Costa, Auxiliar Administrativa Maria Helena Fonseca, Auxiliar Administrativa António de Almeida Ferreira, Motorista Maria Natércia Silva, Telefonista Maria dos Remédios Luís (Programa Ocupacional – Centro de Emprego) 2.7.2 Repartição Financeira Chefe de Repartição Maria Teresa Nogueira António Secção de Economato Chefe de Secção Lugar não provido Técnicos Superiores Pedro Miguel Henriques, Técnico Superior de 2.ª Classe Pessoal administrativo Olga Maria Cruz Pereira (Programa Ocupacional – Centro de Emprego) 178 Plano de Actividades 2004 Secção de Contabilidade Chefe de Secção Maria Fernanda Figueiredo Pessoal Administrativo Ana Maria Fonseca Silva, Assistente Administrativa Especialista Flora Fátima Pina, Assistente Administrativa Principal Luís Filipe Sá Pedrosa, Tesoureiro ***** Maria Luísa Araújo, Técnica Superior em contrato de avença 3 SERVIÇOS REGIONAIS 3.1 DELEGAÇÃO REGIONAL DO NORTE Secretariado do Delegado Regional Isaura Maria Silva Fonseca, Assistente Administrativa Especialista GATI (Gabinete de Acompanhamento Técnico-Inspectivo) Director de Serviços Isidro Manuel Beleza, Inspector Principal Coordenações técnicas Controlo e Acompanhamento Fernanda Dantas Ferreira, Inspectora Superior Acção Disciplinar e Jurídica Eurico Manuel Pina Cabral, Inspector Superior Auditorias Financeiras Alberto Tavares S. Roque, Inspector Intervenção. inspectiva e provedoria Eusébio Pimentel Alves, Inspector Superior Principal Secretariado das Coordenações técnicas Aida Paula Vieira Almeida, Assistente Administrativa Principal Ana Maria Morais Cunha Silva, Assistente Administrativa Principal Clara Maria Araújo Fernandes, Assistente Administrativa Principal DAG (Divisão de Apoio Geral) Chefe de Divisão Henrique Manuel Vieira de Magalhães Informática Vítor Manuel Amaro, Programador-Adjunto Documentação e Informação Maria da Conceição Ribeiro, Assistente Administrativa Especialista 179 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Secção Administrativa Chefe de Secção Maria de Lurdes Graça Ribeiro, Assistente Administrativa Especialista (em substituição) Pessoal Administrativo Maria de Fátima Guedes Oliveira, Assistente Administrativa Especialista Rita Isabel Drummond Maia, Assistente Administrativa Especialista Natércia Lázaro dos Santos, Assistente Administrativa Especialista Balbina Amélia Celas Lopes, Assistente Administrativa Principal Pessoal Auxiliar Emília Maria Matos, Auxiliar Administrativa Francisco Eduardo Fernandes, Auxiliar Administrativa António Manuel Moreira Cunha, Motorista Inspectores Joaquim Manuel da Silva Melo, Inspector Superior Principal José Fernando Araújo Calçada, Inspector Superior Principal José Horácio Gomes de Miranda, Inspector Superior Principal Agostinho Gonçalves da Santa, Inspector Superior Ana Maria Lobo de Almeida Garrett, Inspectora Superior António Fernando Naldinho Paixão, Inspector Superior Arlete de Jesus Nogueira Dias, Inspectora Superior Dora Odíla Clare Barreto Vigário, Inspectora Superior Fernando Ilídio Moreira Almeida, Inspector Superior João Bernardo Basílio, Inspector Superior João José Tição Moreira, Inspector Superior Jorge da Silva Teixeira da Mota, Inspector Superior José Leonel Branco Afonso, Inspector Superior José Manuel Magalhães Coelho, Inspector Superior Luis Manuel Rodrigues, Inspector Superior Manuel Eugénio Ribeiro Ferreira, Inspector Superior Maria Eugénia Miranda Oliveira Barbosa, Inspectora Superior Albano Fernandes, Inspector Principal Armando Aurélio F. Gomes, Inspector Principal Armindo Carolino Sá Ferreira da Cunha, Inspector Principal José de Almeida Martins, Inspector Principal José Dias Batista, Inspector Principal José Inácio Morais, Inspector Principal Luís Manuel dos Santos Martins, Inspector Principal Manuel Carlos Marques Pinto, Inspector Principal Maria José Soares Pamplona Pinto, Inspectora Principal Maria Zita Nunes Escórcio, Inspectora Principal Nuno Xavier Varejão Barbosa, Inspector Principal Regina Maria Vale Costa Rocha, Inspectora Principal Abílio Fernando Valente e Brito, Inspector Acácio José Azevedo de Brito, Inspector Adelino Manuel Fernandes da Silva, Inspector Adriano Augusto Fonseca da Silva, Inspector Ana Branca Barroso Vilela Rocha Pinto, Inspectora António Joaquim da Silva Osório, Inspector António Lopes Rebelo, Inspector António Luís Fonseca Oliveira, Inspector António Norberto Rodrigues Patrício, Inspector António Preto Torrão, Inspector 180 Plano de Actividades 2004 Augusto Patrício Lima Rocha, Inspector Bercina Maria Ramos da Costa Pereira, Inspectora Casimiro Cerqueira Veloso, Inspector Cremilda Lourenço Barros Alves, Inspectora Francisco Manuel Rebelo de Almeida Espinhaço, Inspector Hilário Fernandes Coutinho de Sousa, Inspector João Alberto Carvalho Miranda, Inspector João Manuel do Espírito Santo Rocha Pinto, Inspector João Maria Morais Monteiro, Inspector João Paulo Leal Araújo Alves, Inspector João Rodrigues Fonseca, Inspector Jorge Manuel Aguiar Mesquita, Inspector José António de Morais Afonso Caridade, Inspector José de Melo Varela, Inspector José Fernando Pinho Silva, Inspector José Joaquim Sottomaior Faria, Inspector José Manuel de Carvalho Ramos, Inspector José Manuel Sevivas Martins, Inspector Julieta Maria Macedo Brito, Inspectora Luís Manuel Fernandes, Inspector Luísa Maria de Carvalho Teixeira, Inspectora Manuel Dias Baptista, Inspector Manuel Fernando Morgado Carvoeiro, Inspector Margarida Celeste Marques Pereira, Inspectora Maria Filomena Sena Vidal, Inspectora Maria Helena Gomes Alves Meireles, Inspectora Maria José Pombo Arada Leitão, Inspectora Maria Judite Meira Cruz, Inspectora Maria Madalena Saraiva Sousa Lima Moreira, Inspectora Maria Manuela Afonso Lourenço Alves, Inspectora Maria Manuela da Cruz Parente Ribeiro, Inspectora Maria Margarida Ferreira, Inspectora Maria Pia Mendes Barroso, Inspectora Ramiro Fernandes dos Santos, Inspector Rosa Maria Almeida Vilhena, Inspectora Virgínia Maria Leão Garcia, Inspector Vitor Manuel Santos do Val, Inspector Vitor Manuel Ventura Cardoso Rosa, Inspector 3.2 DELEGAÇÃO REGIONAL DO CENTRO Secretariado do Delegado Regional Maria Manuela Bento Silva (Programa Ocupacional – Centro de Emprego) GATI (Gabinete de Acompanhamento Técnico-Inspectivo) Director de Serviços António Monteiro Rodrigues Laranjeira Coordenação Técnico-Jurídica João Augusto Amado Mateus, Inspector Superior 181 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO DAG (Divisão de Apoio Geral) Chefe de Divisão Maria Beatriz Pereira dos Santos Proença Secção Administrativa Chefe de Secção Lugar não provido Pessoal Técnico Ana Rita Franco Fonseca (Contrato de Avença) Pessoal administrativo Maria Fernanda S. Costa, Assistente Administrativa Especialista Maria Fernanda Marques Pedrosa, Assistente Administrativa Especialista Mário Jorge Salgueiro da Silva, Assistente Administrativo Principal Micaela Ribeiro M. Rodrigues, Assistente Administrativa Principal Paulo Jorge R. S. de Freitas, Assistente Administrativo Principal Maria de Lurdes Silva Coelho, Operadora de Caixa da OSMOP (requisitada) Pessoal de Informática Maria Leonor Agostinho, Operadora de Sistemas, 2.ª Classe Inspectores Ermelinda da Purificação Santos, Inspectora Superior Principal Maria Gabriela Ribeiro V. Barbosa, Inspectora Superior Manuel de Sousa e Cruz, Inspector Superior Marcial Rodrigues Mota, Inspector Superior Maria Lúcia Reis Fialho, Inspectora Superior Maria Lúcilia Oliveira Carraça Pinto, Inspectora Superior Odete do Carmo Camboias Afonso, Inspectora Superior António José da Silva Ferreira, Inspector Principal Carlos Manuel Figueiredo Monteiro, Inspector Principal Maria da Conceição Osório S. Pereira, Inspectora Principal Maria Luisa Morgado Alexandre, Inspectora Principal Maria Odete Abreu de Freitas, Inspectora Principal Maria Silvina Santos Marques, Inspectora Principal Adelino Cardoso de Almeida, Inspector Agostinho Tavares Fernandes Martins, Inspector Alda Maria Rodrigues Coelho Pires Veloso, Inspectora Ana Paula Silva Ferreira, Inspectora António Almeida Gonçalves, Inspector Artur José dos Santos Magalhães, Inspector Carlos Alberto Branco Barata, Inspector Carlos Alberto Esteves Miranda, Inspector Carlos António Heitor Rodrigues, Inspector Cristina Isabel Caniceiro de Lemos, Inspectora Eduardo Manuel Nunes de Oliveira, Inspector Fernando José Esteves Rêgo, Inspector Fernando Nuno Pimentel Vasconcelos, Inspector Irene Gonçalves Marques, Inspectora Isabel Cristina Campos Gonçalves, Inspectora João Joaquim Saraiva Ribeiro, Inspector Joaquim Monteiro Brigas, Inspector Jorge Manuel da Silva Sena, Inspector José Alberto Marinho Ferreira Lebre, Inspector 182 Plano de Actividades 2004 José João Ribeiro de Azevedo, Inspector José Matias Guardado Rodrigues Silva, Inspector Manuel José Branco Silva, Inspector Maria Licínia Fernandes dos Santos, Inspectora Maria Lurdes dos Reis Navarro, Inspectora Maria Lurdes Rosa Ribeiro Campos, Inspectora Paulo Duarte Martins de Sousa, Inspector Pedro Manuel Pires Gerardo, Inspector Ulisses Quevedo Santos, Inspector Professores Requisitados Manuel Branquinho Flório Santos 3.3 DELEGAÇÃO REGIONAL DE LISBOA Secretariado do Delegado Regional Maria Vicência Vasco Gomes, Assistente Administrativa Especialista Cristina Isabel Simões, Assistente Administrativa Principal GATI (Gabinete de Acompanhamento Técnico-Inspectivo) Directora de Serviços Maria João Alegria Lemos Rodelo Coordenação Técnico-Jurídica Maria Rosa Saraiva, Inspectora Principal DAG (Divisão de Apoio Geral) Chefe de Divisão Eduardo Gilberto Firmino Pacheco Técnicos Superiores Emília Ramos Pires, Técnica Superior de 1.ª Classe Maria Rosário R. Silva, Técnica Superior de 1.ª Classe Secção Administrativa Chefe de Secção Maria Gabriela Tavares Campos Técnicos Profissionais Maria Alice Dias Fernandes, Técnica Profissional Especialista Pessoal Administrativo Maria José Guerreiro, Assistente Administrativa Principal Orlando Óscar de Macedo Correia, Assistente Administrativo Principal Pessoal Auxiliar Maria da Graça Horta Pais, Auxiliar Administrativa Inspectores Maria Delfina Falcão Vasconcelos, Inspectora Superior Principal Maria Gabriela Freire Pereira, Inspectora Superiora Principal Maria Manuela Matos Escarduça, Inspector Superiora Principal Maria Paula Carvalho Madeira, Inspectora Superior Principal 183 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Maria Piedade Faria Timóteo, Inspectora Superior Principal António Augusto F. Nunes Correia, Inspector Superior Francisco José Neves Barroca, Inspector Superior José Godinho Marques Calado, Inspector Superior Manuel Antunes Almeida, Inspector Superior Manuel Cândido de Faria, Inspector Superior Maria Elsa Alves T. Mourão, Inspectora Superior Maria José Simões Virgílio, Inspectora Superior Carlos Manuel Reis Silva, Inspector Principal Maria Alice Barreira Batista, Inspectora Principal Maria Alzira A. Alcarpe Santos, Inspectora Principal Maria dos Prazeres Lousã, Inspectora Principal Maria Lurdes Dias Fabião Campos, Inspectora Principal Ana Isabel Muralha Godinho, Inspectora Ana Maria Correia Serra, Inspectora Ana Maria Leitão Matela, Inspectora António João Galaio Frade, Inspector António Joaquim Afonso Caridade, Inspector António Rui Dias Barata, Inspector Berta Maria de Matos Vasconcelos Ribeiro Correia, Inspectora Fernando Correia da Silva, Inspector Fernando José da Costa Ribeiro, Inspector Francisco Manuel Monge da Silva, Inspector Helena Maria Raimundo Monteiro Calado, Inspectora João Manuel Pires Martins Nunes, Inspector João Manuel Sampaio, Inspector José Filipe Duarte Silva, Inspector Luís Alberto Santos Nunes Capela, Inspector Manuel Gomes Espadanal, Inspector Manuel Joaquim Lopes Ramos, Inspector Maria Adelina Rodrigues da Silva Pinto, Inspectora Maria Conceição Roque Ribeiro, Inspectora Maria Eugénia Ferrão Gomes Duarte, Inspectora Maria Fátima Severino Boavida Pissarra, Inspectora Maria Filomena Graça da Mota, Inspectora Maria Filomena Lopes Aldeias, Inspectora Maria Helena Lopes Nobre Grácio, Inspectora Maria Helena Clemente Ribeiro, Inspectora Maria Isabel Pinto Lemos Crespo, Inspectora Maria João Mendes Pereira, Inspectora Maria Luísa Marques José Leal, Inspectora Maria Margarida Gabriel do Paulo, Inspectora Maria Teresa Silva de Jesus, Inspectora Marisa Cordeiro Soares Nunes, Inspectora Moisés Ferreira Anes, Inspector Paulo Jorge de Oliveira e Cruz, Inspector Paulo Jorge Guerra Valada, Inspector Teresa Maria Azêdo Pimentel Guerra, Inspectora Virgílio Manuel Sanches Alves, Inspector Vítor Manuel Marques Farinha, Inspector Professores Requisitados Maria Fátima Fonseca Pinto 184 Plano de Actividades 2004 3.4 DELEGAÇÃO REGIONAL DO ALENTEJO Secretariado do Delegado Regional Maria Guilhermina Fialho, Chefe Serviços Administração Escolar (destacada) GATI (Gabinete de Acompanhamento Técnico-Inspectivo) Director de Serviços Domingos Alberto Macedo da Silva Bento DAG (Divisão de Apoio Geral) Chefe de Divisão Lugar não provido Secção Administrativa Chefe de Secção Lugar não provido Pessoal Administrativo Celina da Conceição Almeirim, Assistente Administrativa Especialista Carlos Manuel Carapinha Oliveira, Assistente Administrativo Principal Felicidade de Jesus Piteira Calvão (Programa Ocupacional – Centro de Emprego) Pessoal Auxiliar Maria Rosa Falé Neto, Auxiliar de Limpeza João Paulo Romero, Telefonista Manuel Joaquim Figo, Motorista de Ligeiros Margarida Nascimento Barreto (Programa Ocupacional - Centro de Emprego) Inspectores Basílica Rosa Daniel, Inspectora Superior Manuel Santos Lourenço, Inspector Superior Ana Maria Jacob, Inspectora Principal Ana Maria Pinto, Inspectora Principal, Luisa Lança Carracha, Inspectora Principal Maria Emília Monteiro N. Sousa, Inspectora Principal Ana Paula Gomes Baltazar, Inspectora Fernando Manuel Guerreiro Coelho, Inspector Graça Maria Marques Fernandes, Inspectora João José Laia do Nascimento, Inspector José Carlos Alhinha Bacalhau, Inspector Luísa Maria da Costa Janeirinho, Inspectora Maria Fernanda Loto Guia, Inspectora Rui Manuel Vidal Atanásio, Inspector Professores Requisitados Francisco Serra Estrada Rui José Carvalho Varela 185 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 3.5 DELEGAÇÃO REGIONAL DO ALGARVE Secretariado do Delegado Regional Olinda Maria Farinha Martins, Assistente Administrativa DAG (Divisão de Apoio Geral) Chefe de Divisão João José do Carmo Marques Secção Administrativa Pessoal administrativo Maria de Lurdes Chung Granha, Assistente Administrativa Especialista (requisitada) Maria Manuela Costa Almeida, Assistente Administrativa Principal Inspectores Ana Maria Flor Gago Pacheco, Inspectora Superior Principal Maria Helena Serafim Baptista, Inspectora Superior Principal Luís Correia Barregão, Inspector Superior Maria Inês Salgadinho, Inspectora Principal Carlos Filipe Gomes Carrajola Mendonça, Inspector Clara de Fátima Moreira Lucas, Inspectora Professores Requisitados Marília da Cruz Fernandes Luísa Maria Gomes de Sousa 4 PESSOAL DO QUADRO DA INSPECÇÃO DE EDUCAÇÃO A EXERCER FUNÇÕES NO EXTERIOR António Albuquerque de Oliveira, Inspector Superior, Vereador da Câmara Municipal de Mangualde António Fernandes da Silva Braga, Inspector Principal, Deputado da Assembleia da República Artur Manuel Cardoso Furtado, Inspector Superior, em comissão de serviço no Instituto Politécnico de Coimbra Digner Ferreira da Costa, Inspector Superior Principal, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* João António Pereira da Silva, Inspector, em comissão de serviço no Centro de Emprego de Braga João Paulo Antunes Dias, Inspector, destacado em Timor José Manuel Borges Palma, Inspector Superior Principal, requisitado no Gabinete de Assuntos Europeus e Relações Internacionais Luísa Martins Rendas Amado, Inspectora Principal, em comissão de serviço, no Instituto Politécnico de Beja Manuel Domingos Pereira Gomes, Inspector Superior, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* Manuel José dos Mártires Rodrigues, Inspector Principal, Vereador da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António Margarida Maria Manso Lévy, Inspectora Superior Principal, destacada na Coordenação do Ensino Português no Luxemburgo * Ao abrigo do artigo 30.º do Decreto-Lei n.º 149/2003 de 11 de Julho. 186 Plano de Actividades 2004 Maria Adília Gomes Ribeiro, Inspectora Superior, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* Maria Conceição Oliveira, Inspectora Superior Principal, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* Maria Fernanda Maciel de Almeida Correia, Inspectora Superior Principal, Requisitada na Universidade do Porto. Maria Helena Dias Ferreira, Inspectora Superior Principal, em comissão de serviço na Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* Maria Leonor Moreira Varandas, Inspectora Superior Principal, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* Maria de Lurdes Santos, Inspectora Superior, Inspecção-Geral da Ciência do Ensino Superior* Maria Rosário Almeida, Inspectora Superior Principal, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior Natércio Augusto Afonso, Inspector Superior Principal, licença sem vencimento Nídia Maria Guimarães Rocha, Inspectora, em comissão de serviço na Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação Ramiro Ribeiro de Almeida, Inspector Superior Principal, em comissão de serviço no Instituto de Gestão do FSE Rosa Maria Menezes Ferreira, Inspectora, destacada em Timor Rosa Maria Santos Mendes Sousa Paulo, Inspectora Superior, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* Waldemar dos Santos Moreira, Inspector Superior Principal, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* 5 PESSOAL TÉCNICO E ADMINISTRATIVO AFECTO À INSPECÇÃO DE EDUCAÇÃO A EXERCER FUNÇÕES NO EXTERIOR Cândida Maria Baptista Inácio, Assistente Administrativa Especialista, Instituto Politécnico de Lisboa José Miguel Benoit Contreiras, Técnico Profissional Especialista, requisitado na Direcção-Geral dos Serviços Prisionais Luciano Ornelas Dias, Assistente Administrativa Principal, licença sem vencimento Maria Conceição Santos Marques, Assistente Administrativa Especialista, Ministério da Ciência e do Ensino Superior Maria Filomena Sanches, Assistente Administrativa Especialista, requisitada na Direcção Geral de Registos e Notariado Maria Graça Granadeiro, Assistente Administrativa Especialista, Secretaria de Estado do Planeamento Maria Lurdes Henriques Tomás, Assistente Administrativa Especialista, Instituto Politécnico de Lisboa Maria da Luz Vieira, Assistente Administrativa Especialista, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior** Maria Máxima Palma Dias, Técnica Profissional Especialista, Secretaria de Estado da Administração Educativa Maria Teresa Martins Brito, Técnica Profissional Especialista, Secretaria de Estado da Administração Educativa Maria Teresa Rodrigues, Assistente Administrativa Especialista, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior * Ao abrigo do artigo 30.º do Decreto-Lei n.º 149/2003 de 11 de Julho. Ao abrigo da artigo 29.º do Decreto-Lei n.º 149/2003 de 11 de Julho. ** 187 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 188 Plano de Actividades 2004 A N E X O I I I PARTICIPAÇÃO EM CONSELHOS, GRUPOS DE TRABALHO E COMISSÕES CONSELHO COORDENADOR DO SCI – SISTEMA DE CONTROLO INTERNO DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DO ESTADO Suporte legal: Decreto-Lei n.º 166/98 de 25 de Junho Representante da IGE: CONCEIÇÃO CASTRO RAMOS, Inspectora-Geral, por inerência de funções. CONSELHO CONSULTIVO DO ENSINO PARTICULAR E COOPERATIVO Suporte legal: Decreto-Lei n.º 553/80 de 21 de Novembro Portaria n.º 207/98, de 28 de Março Representante da IGE: CONCEIÇÃO CASTRO RAMOS, Inspectora-Geral. CONSELHO SUPERIOR DAS ESCOLAS EUROPEIAS Suporte legal: Lei Orgânica da IGE: alínea d), do n.º 2 do art.º 2.º. Despacho n.º 19/IGE/99, de 2 de Dezembro Representante da IGE: CARLOS ASSUNÇÃO SILVA, Inspector Superior Principal, por delegação da Inspectora-Geral. CONFERÊNCIA PERMANENTE GERAIS DA EDUCAÇÃO DAS INSPECÇÕES NACIONAIS E Suporte legal: Despacho do Subsecretário de Estado Adjunto da Ministra da Educação de 07.03.1995 Adesão: 1995 Representante da IGE: MARIA DO CARMO CLÍMACO, Subinspectora-Geral, por delegação da Inspectora-Geral. Data da designação: 3.09.2001 189 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DO PROGRAMA INTEGRADO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO (PIEF), NO ÂMBITO DO COMBATE À EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL 190 Suporte legal: Despacho conjunto n.º 882/99 ME/MTS, ponto 10 Representante da IGE: NATALINA TAVARES DE MOURA, Inspectora Superior, por designação da Inspectora-Geral. Plano de Actividades 2004 A N E X O I V SIGLAS E ABREVIATURAS AEEP Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo APEL Associação Portuguesa de Editores e Livreiros BDAP Base de Dados da Administração Pública BN Biblioteca Nacional CAF Common Assessment Framework (strutura Comum de Autoavaliação da Qualidade das Administrações Públicas da União Europeia) CCEPC Conselho Consultivo do Ensino Particular e Cooperativo CCFC Conselho Científico da Formação Contínua CDI Centro de Documentação e Informação CDU Classificação Decimal Universal CE Classificação Externa (12.º ano) CFAE Centros de Formação de Associações de Escolas CIBE Cadastro e Inventário dos Bens do Estado CIF Classificação Interna Final (12.º ano) DAPP Departamento de Avaliação Prospectiva e Planeamento DEB Departamento da Educação Básica DES Departamento do Ensino Secundário DGAE Direcção-Geral da Administração Educativa DGIDC Direcção-Geral da Inovação e do Desenvolvimento Curricular DR Delegações Regionais da Inspecção-Geral da Educação DRA Delegação Regional do Alentejo da Inspecção-Geral da Educação DRAlg Delegação Regional do Algarve da Inspecção-Geral da Educação DRC Delegação Regional do Centro da Inspecção-Geral da Educação DRE Direcção Regional de Educação DRL Delegação Regional de Lisboa da Inspecção-Geral da Educação DRN Delegação Regional do Norte da Inspecção-Geral da Educação DUI Dias Úteis de Trabalho Inspectivo ECAE Equipas de Coordenação de Apoio Educativo ENES Exames Nacionais do Ensino Secundário 191 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO EPE Ensino Português no Estrangeiro FAE Fundo de Apoio ao Estudante FSE Fundo Social Europeu GAERI Gabinete de Assuntos Europeus e Relações Internacionais do ME GAG Gabinete de Apoio Geral (IGE) GAJ Gabinete de Apoio Jurídico (IGE) GATI Gabinete de Acompanhamento Técnico-Inspectivo (IGE) GAVE Gabinete de Avaliação Educacional GEF Gabinete de Gestão Financeira GestIGE Sistema de Gestão Organizativa da IGE GI Gabinete de Informática (IGE) GIASE Gabinete da Informação e Avaliação da Sistema Educativo GGF Gabinete de Gestão Financeira GPDF Gabinete de Planeamento, Documentação e Formação (IGE) GREI Gabinete de Relações Externas e Internacionais IAN/TT Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo IGAT Inspecção-Geral da Administração do Território IGF Inspecção-Geral de Finanças IGFSE Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu IGFSS Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social IGMTS Inspecção-Geral do Ministério do Trabalho e da Solidariedade IHE Instituto Histórico da Educação INA Instituto Nacional de Administração INES Indicators for Education Systems (Indicadores Internacionais da Educação) IPLB Instituto Português do Livro e das Bibliotecas ISCED International Standard Classification of Education ISSS Instituto de Solidariedade e Segurança Social ISUSS International Survey of Upper Secondary Schools (Estudo Internacional sobre Escolas do Ensino Secundário (OCDE)) JI Jardim de Infância ME Ministério da Educação MNE Ministério dos Negócios Estrangeiros 192 Plano de Actividades 2004 NIAF Núcleo de Inspecção Administrativo-Financeira (IGE) NITP Núcleo de Inspecção Técnico- Pedagógico (IGE) OCDE Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económicos O.I.B. Option Internationale du Baccalauréat OSMOP Obra Social do Ministério das Obras Públicas PIDDAC Plano de Investimentos e de Desenvolvimento da Administração Central POC Plano Oficial de Contabilidade POCP Plano Oficial de Contabilidade Pública POSI Programa Operacional da Sociedade de Informação PRDP Programa de Reforma da Despesa Pública PRODEP Programa de Desenvolvimento Educativo para Portugal RAFE Reforma Administrativa e Financeira do Estado REI Assessoria para as Relações Exteriores e Internacionais (IGE) REPER Representação Permanente de Portugal na União Europeia RH Recursos Humanos SAS Serviços de Acção Social SCI Sistema de Controlo Interno da Administração Financeira do Estado SG Secretaria Geral do ME SGATI Sistema de Gestão das Actividades e Tempos da IGE SICI Standing International Conference of Inspectorates (Conferência Internacional Permanente das Inspecções Gerais e Nacionais de Educação) SISAI Sistema de Informação de Suporte à Actividade da IGE Site-IGE Sítio da IGE na Internet SRH Sistema de Recursos Humanos TEIP Territórios Educativos de Intervenção Prioritária TIC Tecnologias de Informação e Comunicação UE União Europeia 193 Plano de Actividades 2004 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO FICHA TÉCNICA Título Plano de Actividades 2004 Autoria Inspecção-Geral da Educação Edição © Inspecção-Geral da Educação (IGE) Av. 24 de Julho, 136 1350–346 LISBOA Tel.: 213 924 800 / 213 924 801 Fax: 213 924 950 / 213 924 960 e-mail: [email protected] URL: http://www.ige.min-edu.pt Coordenação editorial, copidesque, design gráfico, revisão tipográfica e divulgação IGE — Gabinete de Planeamento, Documentação e Formação (GPDF) Impressão e acabamento Reprografia da Secretaria-Geral do Ministério da Educação Av. 24 de Julho, 136 — 1.º 1350–346 LISBOA Março 2004 Tiragem 400 exemplares Depósito Legal 116799/97 ISBN 972-8429-55-X Catalogação na publicação Portugal. Inspecção-Geral da Educação Plano de Actividades 2004 ISBN 972-8429-35-5 CDU 354(469)”2004” 37(469)”2004” Plano de Actividades 2004 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 5 MATRIZ DE PROGRAMAS E ACTIVIDADES POR DEPENDÊNCIA FUNCIONAL, INTEGRAÇÃO ORGÂNICA E RESPONSABILIDADE 13 PROGRAMA I — ACOMPANHAMENTO I.1 Observação da acção educativa 17 23 PROGRAMA II — CONTROLO II.1 Organização do ano lectivo II.2 Exames nacionais do ensino secundário II.3 Autonomia e paralelismo pedagógico II.4 Ensino secundário recorrente II.5 Centros de Formação de Associações de Escolas II.6 Ensino da língua e cultura portuguesas no estrangeiro 25 31 35 37 39 41 43 PROGRAMA III — AUDITORIA III.1 Administração financeira das escolas — Acção Social Escolar III.2 Administração financeira das escolas — Gestão de pessoal e orçamental III.3 Contratos de financiamento das escolas particulares III.4 Sistema Nacional de Controlo do Quadro Comunitário de Apoio III 45 51 PROGRAMA IV — PROVEDORIA E ACÇÃO DISCIPLINAR IV.1 Intervenções inspectivas e disciplinares IV.2 Processos disciplinares e processos de encerramento IV.3 Provedoria, atendimento e análise de queixas 59 65 67 69 PROGRAMA V — AFERIÇÃO V.1 Os primeiros anos da educação básica V.2 Desempenho escolar dos alunos V.3 Análise da classificação interna final e da externa no 12.º ano V.4 Bem-estar e segurança nas escolas V.5 Aferição da auto-avaliação nas escolas V.6 Avaliação dos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária V.7 Análise dos custos por aluno nas escolas secundárias 71 77 79 81 83 85 89 91 PROGRAMA VI — COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL E INTERNACIONAL VI.1 Cooperação com outras inspecções nacionais VI.2 SICI — Conferência Internacional Permanente das Inspecções Gerais e Nacionais de Educação: actividades de presidência e participação em projectos internacionais VI.3 Rede C do projecto INES da OCDE — indicadores de funcionamento das escolas e Grupo de Trabalho das Redes A e C VI.4 Escolas europeias VI.5 Escolas portuguesas no estrangeiro 93 99 103 105 107 PROGRAMA VII — FORMAÇÃO DE PESSOAL VII.1 Formação especializada de inspectores VII.2 Formação contínua de inspectores e de outro pessoal 109 115 117 53 55 57 101 3 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA VIII — SISTEMAS DE PLANEAMENTO E INFORMAÇÃO VIII.1 Sistema interno de gestão e controlo da qualidade inspectiva VIII.2 Sistema de informação de suporte às actividades inspectivas VIII.3 Sistema de informação de apoio à gestão interna 119 125 129 133 PROGRAMA IX — PUBLICAÇÕES, DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO IX.1 Publicações IX.2 Centro de Documentação e Informação IX.3 Site-IGE — Página da IGE na Internet 137 143 147 151 PROGRAMA X — ADMINISTRAÇÃO GERAL X.1 Contabilidade X.2 Património e Economato X.3 Pessoal X.4 Expediente X.5 Sistema de Arquivos da IGE 153 159 161 163 167 169 ANEXOS I Orçamento para 2004 II Lista de pessoal III Participação em conselhos, grupos de trabalho e comissões IV Siglas e abreviaturas 171 173 175 189 191 4 Plano de Actividades 2004 INTRODUÇÃO Missões e responsabilidades da IGE 1 Enquadramento No actual contexto de reestruturação orgânica do Ministério da Educação, competem à IGE «funções de auditoria e de controlo do funcionamento do sistema educativo, prosseguindo dois objectivos primordiais: a garantia da qualidade do sistema e a salvaguarda dos interesses legítimos de todos os que o integram». A leitura da actual realidade institucional e da intencionalidade política contida no Decreto-Lei n.º 208/2002 permite-nos concluir que se regista uma mudança de perspectiva nas políticas de educação e na sua administração, no sentido de adoptar uma visão integrada de políticas e de formação, bem como de conceber a modernização do sistema como um processo de democratização da própria administração. A nova estrutura do ME, assente numa organização de órgãos e serviços estruturados de forma coerente para agir em função de resultados, segundo uma filosofia de desenvolvimento da autonomia das escolas e do princípio da subsidiariedade, conduziu a uma redistribuição funcional de papéis e de responsabilidades dos serviços nos diferentes níveis da administração educativa. Neste quadro, a IGE é convocada a desempenhar um novo papel e a assumir um novo perfil na governação da educação. Confronta-se com a necessidade de desenvolver novas abordagens, novos instrumentos e uma nova racionalidade na relação que estabelece com as escolas e com os serviços da administração educativa, pois o objectivo primeiro de garantia da qualidade inspectiva, neste novo contexto, já não diz respeito à qualidade de um resultado que, tradicionalmente e de forma dominante, era centrado na qualidade do ensino e garantido pelo controlo e fiscalização da legalidade por via impositiva. Nos contextos enunciados e ao constituir-se num processo de qualidade do desempenho, a actividade inspectiva assume uma nova dimensão que é aferida pela sua capacidade de recentrar esta noção em torno do processo e das condições de aprendizagem, bem como da vivência da escola em cada comunidade educativa. Este alargamento do campo e do foco da observação da escola considerada no seu todo e o facto de hoje se acreditar que a qualidade é contextual, porque depende também de outros factores como o ethos da escola, o estilo de liderança, os recursos, o meio envolvente e as condições e constrangimentos em que o desempenho institucional se exerce, tornam difíceis e complexos os actos de aferição e certificação da qualidade. A emergência de um novo quadro axiológico e de uma nova atitude da administração perante o cidadão, fundada na ética e no aprofundamento do serviço público, subjacente ao segundo objectivo definido para a IGE, constitui, a par da qualidade, o segundo eixo estruturante do papel e da missão que a reforma atribui a esta instituição. 2 Aspectos de mudança: tarefas, responsabilidades e posturas O novo perfil proposto na reforma estrutural do Ministério da Educação alarga a esfera de competências e as áreas de intervenção da IGE nas vertentes pedagógica, administrativa, 5 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO financeira e patrimonial e regista alterações e mudanças em vários aspectos que a seguir, sucintamente, se enumeram e explicitam: Novos campos de intervenção e de alargamento de competências, dos quais se destacam, pela sua importância, a intervenção junto dos agrupamentos de escolas e dos centros de formação de associações de escolas da rede pública e as intervenções no âmbito do regime jurídico da formação contínua, dos órgãos e serviços centrais do Ministério da Educação, das escolas profissionais no novo quadro da formação vocacional; Novos enfoques e abordagens que resultam da nova visão de políticas integradas de educação e formação, introduzida na lei orgânica do ME, do carácter transversal da nova organização funcional do ME, da reorganização da rede e da gestão escolares em contextos de autonomia das escolas. As novas abordagens decorrem da governação por objectivos e resultados e da nova visão para as políticas de desenvolvimento e gestão. Clarificação de funções e conceitos: de acordo com a lei orgânica do ME, a acção da inspecção assume quatro tipos de acção estratégica: Controlo pelo qual se intervém, caracterizando o funcionamento e a gestão das escolas e dos serviços educativos, de forma a dotar a tutela política e a administração educativa da necessária informação do desempenho para a regulação do sistema e para a afectação de meios adequados aos objectivos, tendo em conta critérios de eficiência e eficácia; Auditoria, ou análise e verificação dos processos de afectação e do uso de recursos financeiros e de racionalização dos investimentos em educação do ponto de vista da legalidade e da análise custo-benefício; Aferição, actividade através da qual, considerando um quadro legal e conceptual pré-definido a utilizar como referência, se procuram examinar os níveis de qualidade alcançados no planeamento, na organização e na realização da prestação educativa, em ordem a garantir a credibilização das organizações e a confiança pública na educação; Provedoria, entendida como a resposta às expectativas sociais quanto à justiça e equidade do sistema, traduzida na capacidade de atendimento das queixas dos utentes e actores da educação e na organização da decorrente acção disciplinadora do sistema. No seu conjunto, as diferentes modalidades de intervenção inspectiva garantem à tutela política e ao público em geral a informação e o conhecimento úteis para, respectivamente, a tomada de decisão política e a credibilização social da Educação. A este propósito, sublinha-se que as funções inspectivas, agora revistas à luz do programa de reestruturação do ME, traçam e estruturam o novo perfil da instituição, ela própria objecto de prestação de contas, promotora e indutora de uma cultura de exigência e de responsabilidade social. Subjacente a este quadro conceptual de funções inspectivas, podemos ainda identificar um papel de observação e de Acompanhamento, que consiste na observação regular da acção educativa, sobretudo em níveis de ensino considerados prioritários e em áreas críticas do funcionamento educativo, designadamente no que se relaciona com a realização pedagógica, com a acção ou a atitude profissional dos docentes e com a integração na comunidade. 6 Plano de Actividades 2004 No novo quadro, assiste-se também a uma mudança de racionalidade instrumental. A racionalidade meramente técnica, que dominou os processos tradicionais da actividade inspectiva, dá lugar, à luz dos princípios e valores enunciados, a uma racionalidade técnica e interactiva entre inspectores e inspeccionados, tendo em vista contribuir para a melhoria do processo de implementação da qualidade. Para este perfil exige-se uma nova e contínua formação com maior exigência científica e com maior diversidade de soluções técnicas, a combinar com níveis de exigência ética e de rigor técnico, utilizando crescentemente as tecnologias de informação e comunicação. Estamos, assim, perante um quadro de mudança que foi tido em conta ao elaborar-se o presente Plano de Actividades para a Inspecção-Geral da Educação, sobretudo no que se refere às linhas orientadoras da proposta de Reforma da Administração Pública, bem como à nova estrutura orgânica do Ministério da Educação e aos objectivos que lhe estão subjacentes, nomeadamente: • Introduzir uma lógica de racionalização na gestão dos recursos afectos às políticas de educação e de formação ao longo da vida; • Aprofundar a autonomia das escolas e a sua maior responsabilização pelos resultados alcançados e pela gestão dos recursos disponibilizados; • Reorientar os órgãos e serviços centrais e regionais do Ministério em coerência com o regime de autonomia, administração e gestão das escolas e clarificar as funções de cada um; • Modernizar a administração educativa e os seus instrumentos e processos de gestão. O Plano de Actividades organiza-se em torno de três grandes áreas de intervenção. Por sua vez, estas áreas orientam-se de acordo com dois critérios fundamentais: • Contribuir para a garantia da qualidade da educação, credibilizando o sistema e as suas instituições e consolidando a confiança pública no serviço nacional de educação, através da observação directa e do acompanhamento da prestação de serviço aos diferentes níveis do sistema, bem como da disponibilização sistemática de informação; • Gerir-se por critérios de qualidade e racionalidade, prestando contas e servindo o interesse público. Na concepção dos programas e das actividades que os operacionalizam foram combinados dois tipos de intervenção: • as que correspondem a actividades em execução inscritas em planos de actividade anteriores e que pela sua importância estratégica são permanentes e se consideram estabilizadas, mesmo que careçam de alguma adequação ou correcção; • as que por força da reforma orgânica do ME e de orientações políticas correspondem a novas áreas de intervenção. 3 Organização do Plano de Actividades Tendo em conta as missões e funções da IGE já referidas, o Plano de Actividades estrutura-se em três áreas fundamentais: A — Administração do sistema escolar e dos serviços educativos; B — Cooperação institucional e internacional; C — Desenvolvimento interno. No âmbito da Administração do sistema escolar e dos serviços educativos, desenvolvem-se as intervenções que operacionalizam a função inspectiva: as actividades de acompanhamento, as de controlo, as de auditoria, as de aferição e as de provedoria e acção disciplinar. As acções relacionadas com as secções B e C decorrem da nossa inserção na comunidade nacional e 7 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO internacional, dos programas de sustentação do desenvolvimento interno, numa perspectiva de organização de primeira linha, e das acções de gestão dos nossos próprios recursos. A — ACTIVIDADES DE INTERVENÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA ESCOLAR E DOS SERVIÇOS EDUCATIVOS, ESTRUTURADAS EM CINCO PROGRAMAS: Programa I — Acompanhamento. Este programa é constituído por uma única actividade que se orienta para a observação da acção educativa nos jardins de infância e nas escolas do 1.º ciclo que não tenham sido objecto de intervenção inspectiva nos últimos anos. Programa II — Controlo. Este programa abrange seis actividades de intervenção para observação e caracterização de procedimentos administrativos em áreas-chave da organização educativa e que vão desde a organização do ano lectivo, ao sistema de exames e à organização da formação contínua dos recursos humanos; desenvolve-se ao longo do ano lectivo, de acordo com a respectiva calendarização. A incidência das actividades previstas cobre diferentes modalidades e níveis de ensino, os estabelecimentos de ensino da rede pública, particular e cooperativa e solidária e o ensino de português no estrangeiro. Programa III — Auditoria. Este programa desenvolve um conjunto de quatro actividades e tem como objectivo genérico verificar a correcção e adequação da gestão dos recursos, tendo em conta critérios de economia, eficácia e eficiência. A sua incidência é abrangente e tem carácter transversal e articulado. Por um lado, pretende identificar pontos fortes e pontos fracos da gestão dos recursos, segundo critérios explícitos que possam constituir referência para a aferição da qualidade do sistema e das organizações escolares individuais, reforçando a sua autonomia; por outro lado, pretende verificar a adequação do serviço prestado pelas estruturas de administração regional e local, quer em termos da gestão dos recursos e do reordenamento da rede escolar, quer em termos da garantia da correcta provisão, orientação e/ou coordenação dos serviços necessários às escolas, nomeadamente os apoios sociais e a gestão do pessoal; por outro lado, ainda, pretende acompanhar a aplicação dos fundos financeiros disponibilizados para o desenvolvimento da rede particular supletiva da rede pública escolar, bem como a aplicação dos fundos comunitários no âmbito do PRODEP. Programa IV — Provedoria e acção disciplinar. As actividades que integram este programa reflectem as funções de salvaguarda dos interesses legítimos dos utentes, agentes e beneficiários do sistema de ensino, atendendo e tratando as suas queixas, procedendo a averiguações e a inquéritos e instruindo, nos termos legais, processos disciplinares instaurados pelas entidades competentes. Programa V — Aferição. Este programa integra sete actividades e tem como objectivo genérico garantir a qualidade do desempenho do Sistema Educativo, acompanhando as estratégias que têm vindo a ser conduzidas, no sentido de contribuir para a sua melhoria, tendo em conta o conjunto de parâmetros que o quadro legal prevê e a experiência recomenda como referentes na sua monitorização e observação. Seleccionaram-se como áreas estratégicas as que se referem aos primeiros anos da educação básica, ao bem-estar da população escolar e à segurança das instalações e dos equipamentos, à análise dos resultados escolares e da efectividade das estratégias de regulação interna em cada escola, em ordem a uma melhoria progressiva do desempenho, e ainda à análise dos custos por aluno nas escolas que ministram o ensino secundário. 8 Plano de Actividades 2004 B — ACTIVIDADES NA ÁREA DA COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL E INTERNACIONAL INCLUÍDAS NUM ÚNICO PROGRAMA, NOMEADAMENTE: Programa VI — Cooperação Institucional e Internacional. Através deste programa pretendem-se reforçar as estratégias de articulação entre os diferentes sectores da administração e em especial entre as diferentes inspecções nacionais. No que se refere às actividades de cooperação internacional, estas decorrem dos compromissos de cooperação e articulação assumidos no âmbito do espaço europeu, do espaço lusófono e das organizações internacionais em que Portugal participa e cuja representação a IGE assegura. As acções que materializam estas actividades constituem modalidades de participação na comunidade internacional e no seu esforço conjunto de controlo, de melhoria e aferição dos critérios de qualidade do serviço educativo. C — AS ACTIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO INTERNO REPRESENTAM ÁREAS ESTRATÉGICAS PARA O APOIO DA ACTIVIDADE INSPECTIVA E O SUPORTE ADMINISTRATIVO DA GESTÃO CORRENTE. Abrangem quatro programas: Programa VII — A Formação de Pessoal. Este programa desenvolve-se em duas actividades: a primeira diz respeito à formação inicial de novos inspectores, a recrutar para garantir a capacidade inspectiva necessária, a qual será em parte assegurada por instituições de ensino superior e por formadores internos, orientadores do estágio de inspecção. A segunda actividade refere-se à formação contínua de inspectores e de outro pessoal, tendo em vista assegurar a capacitação e actualização do pessoal dos quadros permanentes da IGE. Estas actividades serão em larga medida apoiadas financeiramente pelo PRODEP, mediante candidaturas já apresentadas e a apresentar. Programa VIII — Sistemas de Planeamento e Informação. Este programa assenta em três actividades: uma que visa assegurar um sistema interno de gestão de qualidade, respondendo às políticas de modernização e melhoria da administração pública; outra que é relacionada com o desenvolvimento de sistemas de informação e comunicação indispensável à realização das actividades inspectivas, nomeadamente no que se refere à transmissão de dados e ao seu posterior tratamento informático. E a terceira que diz respeito ao sistema de controlo de uma organização dispersa no território e ao apoio à gestão interna. O programa é em parte financiado pelo Programa Operacional da Sociedade de Informação (POSI). Programa IX — Publicações, Documentação e Informação. Este programa visa assegurar a edição e distribuição da informação produzida pela IGE no âmbito das suas intervenções, compreendendo materiais de trabalho, ou roteiros de inspecção, relatórios e estudos, bem como assegurar o acesso à informação quer através do Centro de Documentação, quer através do sítio da IGE na Internet. Programa X — Administração Geral. Este programa compreende cinco actividades, designadamente: a Contabilidade, o Património e Economato, o Pessoal, o Expediente e o Arquivo. 4 Universo da intervenção inspectiva Dos dez programas que estruturam o Plano de Actividades, cinco constituem o nó essencial da actividade inspectiva: o acompanhamento, o controlo, a auditoria, a aferição e a provedoria e 9 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO acção disciplinar. Dos restantes, um corresponde à actividade de inserção e articulação da IGE com organismos congéneres no espaço nacional e internacional, e os outros quatro são o suporte e a sustentabilidade dos primeiros, merecendo especial referência o serviço de Publicações, Documentação e Informação, que, de forma específica, assegura a ligação com as diferentes componentes da Inspecção-Geral da Educação localizadas no território e com os seus inspectores, e a ligação com o exterior, nomeadamente com a tutela e a comunidade mais vasta, numa perspectiva de prestação de contas e de disponibilização de informação útil para o conhecimento do funcionamento do sistema educativo. Do conjunto de actividades em que os primeiros cinco programas se desenvolvem — 21 no total — destacam-se as que correspondem a actividades estabilizadas, quer quanto às finalidades, quer quanto às metodologias e ao âmbito de intervenção, nomeadamente no que se refere à dimensão da amostra e aos critérios de selecção. A sua estabilização significa que são actividades em relação às quais existe segurança profissional. Outras, especificamente as de provedoria e de acção disciplinar, embora do ponto de vista da execução inspectiva sejam actividades em continuidade, do ponto de vista do seu planeamento são actividades às quais as características específicas de dimensão e de incidência conferem um elevado grau de imprevisibilidade. Além das actividades já tradicionais na intervenção inspectiva, propõe-se, para o ano de 2004, um largo número de novas actividades, que exigem mais tempo para serem concebidas e faseadas, para a formação dos inspectores e para o seu lançamento, pois, em relação a elas, é necessário definir a metodologia de trabalho, com destaque para a concepção e produção de novos roteiros — que carecem de experimentação e de avaliação antes de serem utilizados em intervenções sistemáticas. Com esta metodologia procura-se ainda definir a dimensão da amostra, garantindo o mais largo espectro à intervenção inspectiva, de modo a garantir a coerência da acção, a validade e a fiabilidade da informação. Isto quer dizer que, através de diferentes projectos, recorrendo a amostras relativamente pequenas, mas significativas, se pretende intervencionar o maior número possível de escolas, ainda que com objectivos e enfoques diferentes, para obter um “retrato” do sistema tão facetado quanto possível. Esta opção resulta, também, da reestruturação da rede escolar, que altera a noção de unidade de intervenção — que em muitos casos será simultaneamente escola e agrupamento — e da necessidade de responder a questões prementes da gestão do sistema, relativamente às quais é preciso formar os inspectores e ganhar segurança para intervenções de maior incidência territorial, que irão ter lugar no ano de 2005. O quadro seguinte indica, para o corrente ano, em termos de unidades de gestão, a dimensão da intervenção apenas nas actividades que têm por base uma amostra. Essas actividades serão desenvolvidas por equipas de inspectores em cada região. 10 Plano de Actividades 2004 DIMENSIONAMENTO DAS AMOSTRAS PARA INTERVENÇÃO INSPECTIVA EM 2004 Universo1 Amostra ACOMPANHAMENTO 2.5102 2.510 ORGANIZAÇÃO DO ANO LECTIVO 1.330 450 AUTONOMIA E PARALELISMO PEDAGÓGICO 1483 50 CENTROS DE FORMAÇÃO DE ASSOCIAÇÕES DE ESCOLAS 201 50 OS PRIMEIROS ANOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2784 12 1.330 170 1.330 100 ACTIVIDADE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DAS ESCOLAS — ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DAS ESCOLAS — GESTÃO DE PESSOAL E ORÇAMENTAL BEM-ESTAR E SEGURANÇA NAS ESCOLAS AFERIÇÃO DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS ANÁLISE GLOBAL DA CLASSIFICAÇÃO INTERNA FINAL E DA EXTERNA NO 12.º ANO * 628 50 70 O conjunto destas intervenções ilustra o modo como se pode obter um «retrato» multifacetado dos 1.070 agrupamentos a intervencionar em pequenas amostras representativas, aleatórias ou deliberadas. Janeiro de 2004 Conceição Castro Ramos Inspectora-Geral 1 N.º de agrupamentos. N.º não determinado, constituído pelo conjunto de jardins de infância e de escolas que há mais de cinco anos não são visitadas pela IGE. 3 N.º de estabelecimentos de ensino particular e cooperativo que leccionam pelo menos o ensino secundário. 4 N.º de concelhos no continente. O âmbito territorial da unidade de intervenção nesta actividade são os agrupamentos de um reduzido número de concelhos, incidindo essencialmente em todos os jardins-de-infância e escolas do 1.º ciclo, o que poderá totalizar um número superior a 200 escolas. * N.º não determinado de escolas já envolvidas. 2 11 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 12 Plano de Actividades 2004 MATRIZ DE PROGRAMAS E ACTIVIDADES POR DEPENDÊNCIA FUNCIONAL, INTEGRAÇÃO ORGÂNICA E RESPONSABILIDADE PROGRAMAS E ACTIVIDADES Actividades e Coordenadores A — ÁREA DE INTERVENÇÃO — ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA ESCOLAR E DOS SERVIÇOS EDUCATIVOS PROGRAMA I — ACOMPANHAMENTO I.1 Observação da acção educativa — Maria Júlia Neves PROGRAMA II — CONTROLO II.1 Organização do ano lectivo — Maria Margarida Tomé e Pedro Teixeira Pinto II.2 Exames nacionais do ensino secundário — Carlos Marques Taleço II.3 Autonomia e paralelismo pedagógico — Amparo Costa II.4 Ensino secundário recorrente— Alzira de Freitas II.5 Centros de Formação de Associações de Escolas — Natalina de Moura II.6 Ensino da língua e cultura portuguesas no estrangeiro — Carlos Silva e J. A. Pereira Neto PROGRAMA III — AUDITORIA III.1 Administração financeira das escolas — Acção Social Escolar — Pedro Teixeira Pinto III.2 Administração financeira das escolas — Gestão de pessoal e orçamental — Rui Leonardo Silva III.3 Contratos de financiamento das escolas particulares — Maria Luísa Ferreira III.4 Sistema Nacional de Controlo do Quadro Comunitário de Apoio III — João Ramalho PROGRAMA IV — PROVEDORIA E ACÇÃO DISCIPLINAR IV.1 Intervenções inspectivas e disciplinares — Maria Júlia Neves e Rui Leonardo Silva IV.2 Processos disciplinares e processos de encerramento — Maria do Céu Pedreño IV.3 Provedoria, atendimento e análise de queixas— Maria Júlia Neves e Rui Leonardo Silva PROGRAMA V — AFERIÇÃO V.1 Os primeiros anos da educação básica — Lúcia Fialho V.2 Desempenho escolar dos alunos — João Figueiredo V.3 Análise da classificação interna final e da externa no 12.º ano — J. A. Pereira Neto V.4 Bem-estar e segurança nas escolas — Rosa Silva e Fernando Gaiolas V.5 Aferição da auto-avaliação nas escolas — José Carlos Alves V.6 Avaliação dos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária — Carlos Marques Taleço V.7 Análise global dos custos por aluno nas escolas secundárias — Rui Leonardo Silva B — ÁREA DE INTERVENÇÃO — COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL E INTERNACIONAL PROGRAMA VI — COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL E INTERNACIONAL VI.1 Cooperação com outras inspecções nacionais — Conceição Castro Ramos VI.2 SICI — Conferência Internacional Permanente das Inspecções Gerais e Nacionais de Educação: actividades de presidência e participação em projectos internacionais —Maria do Carmo Clímaco VI.3 Rede C do projecto INES da OCDE — indicadores de funcionamento das escolas e Grupo de Trabalho das Redes A e C — Helder Guerreiro VI.4 Escolas europeias — Carlos Silva VI.5 Escolas portuguesas no estrangeiro —J. A. Pereira Neto 13 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO C — ÁREA DE DESENVOLVIMENTO INTERNO PROGRAMA VII — FORMAÇÃO DE PESSOAL VII.1 Formação especializada de inspectores — Fernanda Lopes VII.2 Formação contínua de inspectores e de outro pessoal — Fernanda Lopes PROGRAMA VIII — SISTEMAS DE PLANEAMENTO E INFORMAÇÃO VIII.1 Sistema interno de gestão e controlo da qualidade inspectiva — Helder Guerreiro VIII.2 Sistema de informação de suporte às actividades inspectivas — Eduardo Bação VIII.3 Sistema de informação de apoio à gestão interna — Margarida Simões PROGRAMA IX — PUBLICAÇÕES, DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO IX.1 Publicações — Paulo Barata IX.2 Centro de Documentação e Informação — Edite Prada IX.3 Site-IGE — Página da IGE na Internet (gestão de conteúdos) — Paulo Barata PROGRAMA X — ADMINISTRAÇÃO GERAL X.1 Contabilidade — Teresa António X.2 Património e Economato — Pedro Henriques X.3 Pessoal — Maria Margarida Serrão X.4 Expediente — Maria de Jesus Henriques X.5 Arquivo — Paulo Barata 14 Plano de Actividades 2004 PROGRAMAS E ACTIVIDADES 15 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 16 Plano de Actividades 2004 PROGRAMA I 17 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 18 Plano de Actividades 2004 A ACOMPANHAMENTO SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Delegações Regionais da IGE DEFINIÇÃO E OBJECTIVOS Acompanhar a acção educativa dos agrupamentos e das escolas através de uma actividade interactiva de observação, fundamental para o desenvolvimento qualitativo da educação. Observar, de forma regular e com enfoque em níveis de ensino considerados prioritários, áreas críticas do funcionamento educativo, nomeadamente no que se relaciona com a «realização pedagógica», com a «acção ou atitude profissional dos docentes» e com a «integração comunitária». ACTIVIDADES Observação da acção educativa I.1 RESULTADOS ESPERADOS Relatórios das actividades RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 3.628 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 6,88 % Financeiros Valor absoluto (total) — 955.119 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 6,90 % 19 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 20 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 21 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 22 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I . 1 OBSERVAÇÃO DA ACÇÃO EDUCATIVA OBJECTIVOS Acompanhar, de forma regular e com enfoque em níveis de ensino considerados prioritários, a acção educativa dos agrupamentos e das escolas através de uma actividade interactiva de observação, fundamental para o desenvolvimento qualitativo da educação. Visa-se especificamente caracterizar a acção pedagógica nas escolas e identificar as áreas de desempenho que manifestem viabilidade e as que careçam de apoio. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios regionais; Relatório nacional. METODOLOGIA Definição, a nível de escola, do acompanhamento a efectuar ao longo do ano; Formação específica dos inspectores; Informação ao agrupamento acerca da visita inspectiva; Recolha dos documentos básicos de gestão dos agrupamentos e das escolas; Visita a escolas e observação (Carta de Observação de Escola), por um inspector, durante um dia; Registo dos aspectos observados (Carta de Observação de Escola). RECURSOS HUMANOS Coordenador: Maria Júlia Neves Equipa de trabalho: Maria Júlia Neves e Delegados Regionais Interlocutores regionais: DRN — Ana Maria Garrett DRC — Maria de Lurdes R. R. Campos DRL — Maria Eugénia Duarte e José Filipe Duarte Silva DRA — Ana Pinto DRAlg — Clara Lucas Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — 3.628 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 6,88 % 23 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Preparação dos instrumentos Formação dos inspectores Intervenção nas escolas Produção dos relatórios regionais Produção do relatório nacional 24 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Serviços Centrais e Delegações Serviços Centrais e Delegações z z z z z z z z z z z z Delegações Jan. 2005 Delegações FevMar 2005 Serviços Centrais Plano de Actividades 2004 PROGRAMA II 25 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 26 Plano de Actividades 2004 CONTROLO SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Núcleo de Inspecção Técnico-Pedagógica (NITP), Núcleo de Inspecção AdministrativoFinanceira (NIAF), Gabinete de Relações Externas e Internacionais (GREI) DEFINIÇÃO E OBJECTIVOS As actividades de controlo têm por finalidade verificar a conformidade legal do funcionamento concreto de unidades organizacionais ou segmentos do sistema educativo e identificar factores condicionadores ou restritivos da sua eficiência, considerando os meios disponíveis e os serviços prestados. Para a realização destas actividades, a IGE elabora e aplica regularmente instrumentos de observação e de recolha de informação, sob a forma de roteiros e questionários. As actividades de controlo sistemático, bem como outras de intervenção selectiva e estratégica, conjugadas com acções de acompanhamento da execução das recomendações, são parte do dispositivo de monitorização do sistema educativo da responsabilidade da IGE. A IGE coloca à consideração da administração vias alternativas, sob a forma de recomendações. Os relatórios elaborados por actividade são parte fundamental de um sistema de informação sobre a prestação do serviço educativo, constituindo instrumentos de prestação de contas e de retroalimentação do próprio sistema. ACTIVIDADES Organização do ano lectivo II.1 Exames nacionais do ensino secundário II.2 Autonomia e paralelismo pedagógico (Ensino particular e cooperativo) II.3 Ensino secundário recorrente II.4 Centros de Formação de Associações de Escolas II.5 Ensino da língua e cultura portuguesas no estrangeiro II.6 RESULTADOS ESPERADOS Relatórios de actividades RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 8.824 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 16,73 % 27 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Financeiros Valor absoluto (total) — 2.323.324 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 16,77 % 28 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 29 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 30 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I . 1 ORGANIZAÇÃO DO ANO LECTIVO OBJECTIVOS Analisar a organização das unidades de gestão, numa perspectiva de equidade do serviço público de educação; Identificar as situações de desvio em relação aos normativos em vigor, que se traduzam em prejuízo para os alunos e/ou para o erário público; Avaliar o grau de racionalidade e de eficácia na gestão dos recursos humanos disponíveis; Analisar as consequências, aos diversos níveis, da reorganização curricular no 9.º ano; Verificar a sequência dada pelas unidades de gestão às desconformidades e deficiências detectadas; Induzir práticas de boa gestão de recursos. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios regionais Relatório nacional. METODOLOGIA Articulação com os Serviços Centrais e Regionais do Ministério da Educação para conhecimento da intervenção; Selecção da amostra — 33% das unidades de gestão regidas pelo Decreto-Lei n.º 115-A/98 de 4 de Maio; Revisão e actualização do documento final — roteiro; Preparação das aplicações informáticas; Formação dos inspectores; Informação às unidades de gestão (escolas singulares e sedes de agrupamentos); Intervenção no terreno, efectuada por um a dois inspectores, com a duração de 1 a 3 dias, conforme a complexidade organizacional da unidade de gestão; Introdução e validação dos dados; Elaboração do relatório nacional. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Direcções Regionais de Educação Gabinete de Gestão Financeira (GGF) 31 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenadores: Margarida Tomé (NITP) e Pedro Teixeira Pinto (NIAF) Equipa de trabalho: Eduardo Bação, João Figueiredo, Margarida Tomé e Pedro Teixeira Pinto Colaboração do Gabinete de Informática Interlocutores Regionais: DRN — Maria José Leitão DRC — Pedro Gerardo e Lurdes Navarro DRL — Jorge Morais DRA — Basílica Daniel DRAlg — Luís Barregão Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 3514 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 6,66 % RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 925.182 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 6,68% CRONOGRAMA Meses Responsável Jan. Acções Articulação com os Serviços Centrais do ME e DRE Revisão do roteiro e dos instrumentos de trabalho Preparação das aplicações informáticas Formação dos inspectores Informação às escolas Intervenção nas escolas Introdução e validação dos dados Produção do relatório nacional 32 Fev. Mar. Abr. Mai. z Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. z z z Serviços Centrais Serviços Centrais e Delegações z z z z Jun. z z z z z Serviços Centrais z z z z z z z z Serviços Centrais Delegações Serviços Centrais e Delegações Delegações Serviços Centrais Delegações z Serviços Centrais Plano de Actividades 2004 NSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro da actividade Mapas do serviço docente Mapas auxiliares relativos à constituição das turmas Inquéritos A e B «9.º ano» Ficha de comunicação de desconformidades Aplicações informáticas/Internet 33 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 34 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I . 2 EXAMES NACIONAIS DO ENSINO SECUNDÁRIO OBJECTIVOS Fiscalizar a realização das provas de exame do ensino secundário, de modo a garantir a sua realização em condições de confidencialidade e de equidade; Verificar a adequação e a razoabilidade das medidas e procedimentos adoptados pelos estabelecimentos de ensino, face ao normativo e ao contexto específico em que o serviço de exames decorre; Induzir a qualidade dos desempenhos, contribuindo para a superação de eventuais desconformidades; Cooperar com o Júri Nacional de Exames na eficácia e no aperfeiçoamento do sistema nacional de exames. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Melhoria da qualidade dos desempenhos nos vários níveis da administração da Educação, contribuindo para a superação de eventuais disfuncionamentos; Relatórios regionais e nacional. METODOLOGIA Reavaliação e reformulação do roteiro de inspecção dentro do novo quadro normativo de exames nacionais; Preparação da intervenção; A intervenção inspectiva a desenvolver na 1.ª e 2.ª fase dos exames, numa amostra de cerca de 20% dos estabelecimentos de ensino público, particular e cooperativo onde se realizam exames nacionais do ensino secundário, e em que estarão incluídas, prioritariamente, as escolas: com exames pela primeira vez; onde foram detectadas, em anos anteriores, situações anómalas e/ou irregulares; sinalizadas pelo Júri Nacional de Exames como necessitando de apoio e acompanhamento. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Departamento do Ensino Secundário Júri Nacional de Exames RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Carlos Marques Taleço Equipa de trabalho: Serviços Centrais — Maria Graziela Poeira 35 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Delegação Regional de Lisboa — Luís Alberto Nunes Capela Técnico do Gabinete de Informática Interlocutores regionais: DRN — Maria Zita Escórcio DRC — Silvina Marques DRL — A. Nunes Correia DRA — Rui Atanásio DRAlg — Luís Barregão Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — 1495 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 2,84% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 393.695 € Despesas com pessoas (valor relativo) — 2,84% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Actualização do roteiro Reuniões de fixação do roteiro Edição do roteiro Reunião nacional de preparação da intervenção Intervenção inspectiva Relatórios regionais Relatório nacional Fev. Mar. Abr. z z z Mai. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável z Equipa de trabalho z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro de fiscalização dos exames 36 Jun. z z z z z z Delegações Regionais Delegações Regionais Equipa de trabalho Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I . 3 AUTONOMIA E PARALELISMO PEDAGÓGICO OBJECTIVOS Analisar o funcionamento dos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo quanto a condições materiais (instalações, equipamento e material didáctico) e quanto a recursos humanos; Analisar a organização dos procedimentos administrativos, no que respeita aos processos dos alunos e dos docentes e aos registos das actividades desenvolvidas nos estabelecimentos; Verificar a existência e o funcionamento dos órgãos de gestão pedagógica, na perspectiva da qualidade de ensino e de práticas de interdisciplinaridade; Apreciar as condições de organização pedagógica, tendo em conta o cumprimento dos planos de estudo e o processo de avaliação das aprendizagens escolares; Identificar eventuais situações de desvio em relação às condições que legitimam a concessão de paralelismo ou autonomia pedagógica. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatório por estabelecimento de ensino Relatórios regionais e relatório nacional METODOLOGIA Elaboração do roteiro de inspecção; Intervenção numa selecção de escolas que garanta uma representação equilibrada dos diferentes níveis e modalidades de ensino; Sistematização e análise da informação produzida no decurso das intervenções. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Direcções Regionais de Educação RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Amparo Costa Equipa de Trabalho: Alzira de Freitas, Amparo Costa e Joaquim Melo Interlocutores regionais: DRN — Vítor Manuel Rosa DRC — Joaquim Brigas e Cristina Lemos DRL — Maria João Pereira 37 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO DRA — Ana Jacob DRAlg — Ana Pacheco Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — 1.184 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 2,24 % RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto — 311.675 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 2,25% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Elaboração do roteiro Fev. Mar. Abr. z z Formação dos inspectores Intervenções inspectivas Produção de relatórios regionais e nacional Avaliação interna Mai. 38 Jul. Ago. Set. z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro de intervenção Jun. z z z Out. Nov. Dez. Responsável Equipa de trabalho Serviços Centrais e Delegações Regionais Delegações Regionais Delegações Regionais e Serviços Centrais Serviços Centrais Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I . 4 ENSINO SECUNDÁRIO RECORRENTE OBJECTIVOS Verificar a legalidade dos procedimentos administrativos seguidos na constituição dos processos dos alunos relativamente às matrículas, à concessão de equivalências e aos regimes de frequência e avaliação. Garantir a oportunidade da intervenção, de modo a permitir a correcção de eventuais desvios normativos em tempo útil. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatório final da intervenção METODOLOGIA I — Elaboração do roteiro de intervenção. II — Informação a todos os estabelecimentos do teor desta acção inspectiva. III — Intervenção numa amostra representativa de 20% dos estabelecimentos de ensino, públicos e privados, que leccionam o ensino secundário recorrente, em duas fases: 1.ª fase — Março — análise dos processos de todos os alunos matriculados nos estabelecimentos de ensino, públicos e privados, com ensino secundário recorrente; 2.ª fase — Maio — verificação da correcção das irregularidades eventualmente detectadas na 1.ª fase de intervenção. IV — Registo das irregularidades eventualmente identificadas na 1.ª fase, numa Ficha Individual de Irregularidades, a ser enviada aos responsáveis dos estabelecimentos de ensino intervencionados, bem como às escolas públicas a que se encontram vinculados os estabelecimentos de ensino particular e cooperativo sem autonomia pedagógica; V — Preenchimento de uma Ficha-Síntese por escola, a ser enviada a cada estabelecimento de ensino, após o final da acção; VI — Esta acção será realizada por uma equipa de inspectores e terá a duração máxima de 5 dias úteis. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Alzira de Freitas Equipa de trabalho: Alzira de Freitas e Amparo Costa Interlocutores regionais: DRN — Rosa Maria Vilhena DRC — Ermelinda Tinoco DRL — Maria Manuela Escarduça 39 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO DRA — José C. Bacalhau DRAlg — Ana Pacheco Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — 1.121 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 2,13 % RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto — 295.141 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 2,13% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Preparação do roteiro Reunião com os interlocutores Intervenções inspectivas Relatório nacional 40 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável z z z Equipa de trabalho z z Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I . 5 CENTROS DE FORMAÇÃO DE ASSOCIAÇÕES DE ESCOLAS OBJECTIVOS Caracterizar o nível de eficiência das estruturas de formação contínua junto das escolas, face aos objectivos estabelecidos pela política de formação contínua; Caracterizar o nível de eficácia das ofertas de formação, face à procura e às necessidades do sistema educativo e dos seus agentes; Identificar características de diferenciação de Centros de Formação de Associações de Escolas (CFAE), tendo em conta a sua organização e o seu funcionamento global. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatório sobre o desempenho dos CFAE na execução das políticas de formação contínua dos agentes educativos, docentes e não docentes, organizado em três volumes distintos: Vol. I — O movimento da formação contínua dos agentes educativos; Vol. II — O impacto da formação na qualidade educativa; Vol. III — Centros de Formação de Associação de Escolas: caracterização da sua organização e do seu funcionamento. METODOLOGIA I — Análise da informação genérica disponível na estrutura de gestão do PRODEP tendo em vista a verificação da eficiência da formação oferecida pelos CFAE, considerando: a) a estrutura organizativa, o planeamento da oferta e a certificação da formação; b) o movimento da formação (formandos, formadores, horas de formação, incidências da formação); c) custos da formação; d) calendarização ou incidências no tempo dedicado à formação. Validação dessa informação de acordo com a metodologia seguida nas intervenções de auditoria, numa amostra alargada de CFAE. II — Inquérito ao impacto da formação na vida das escolas e nas práticas educativas, com apreciação dos níveis de eficácia alcançados, face às necessidades do ensino e da aprendizagem e à satisfação dos beneficiários. III — Estudos de caso para conhecer a prestação do serviço de formação nos CFAE, numa perspectiva integrada e global do funcionamento dos mesmos. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Unidade de Gestão do Programa Operacional para o Desenvolvimento da Educação Centros de Formação de Associações de Escolas Conselho Científico da Formação Contínua 41 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Natalina de Moura Equipa nuclear: Natalina de Moura, José Carlos Alves, João Ramalho, Domingos Bento e Virgílio Alves Consultor externo Interlocutores regionais: DRN — António Torrão DRC — Fernando Vasconcelos DRL — Virgílio Lopes DRA — Francisco Estrada DRAlg — Carlos Mendonça Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — 1.374 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 2,61 % RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 361.871 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 2,61% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Elaboração do roteiro Recolha e análise da informação Elaboração do relatório — volume 1 Elaboração, validação e aplicação do questionário* e tratamento de dados Elaboração do relatório — volume 2 Estudos de caso Elaboração do relatório — volume 3 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Equipa nuclear z z z z Equipa nuclear z z z z Equipa nuclear z Equipa nuclear, Delegações e Gabinete de Informática z z z z z z Equipa nuclear Delegações z z z z z Delegações e Equipa nuclear * O questionário relaciona-se com o impacto da formação e construção da aplicação de suporte informático. INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro para recolha de dados Questionário de impacto e roteiro de aplicação inspectiva Protocolo de estudo de caso e roteiro 42 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I . 6 ENSINO DA LÍNGUA E CULTURA PORTUGUESAS NO ESTRANGEIRO OBJECTIVOS I — Analisar a organização dos cursos de português no Luxemburgo e no Reino Unido; Apreciar a qualidade pedagógica e didáctica da prática lectiva desses cursos e as condições materiais em que ela se desenvolve; Recomendar o apoio técnico que se revele adequado; II — Verificar o cumprimento dos programas e normativos relacionados com os exames do O.I.B. (Option Internationale du Baccalauréat) e supervisionar a atribuição das classificações do Júri Internacional; Acompanhar, juntamente com as autoridades francesas, o desenvolvimento dos currículos dos cursos de Português, História e Geografia de Portugal do O.I.B., frequentados pelos alunos portugueses dos liceus de St. Germain-en-Laye e Montagne, em Paris; PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios por missão METODOLOGIA Visitas de inspecção a cursos de ensino de português; Reuniões de trabalho com responsáveis locais, quer nacionais quer do país em questão, professores e encarregados de educação; Elaboração de relatório final; COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS GAERI — Gabinete dos Assuntos Europeus e Relações Internacionais DGIDC — Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Carlos Silva e Pereira Neto. Equipa de trabalho: Helena Coelho, Helder Guerreiro, outros inspectores a designar. Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — 136 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,26 % 43 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 35.761 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,26% CRONOGRAMA Meses Jan. Fev. Acções Reunião com a coordenação do EPE no Luxemburgo Acção inspectiva no Luxemburgo Reunião com a coordenação do EPE no Reino Unido Acção inspectiva no Reino Unido Intervenção nos cursos O.I.B. Mar. Abr. Mai. 44 Jul. Ago. Set. Out. Nov. z Dez. Responsável Helena Coelho z Carlos Silva z Helena Coelho z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro de inspecção Jun. z Carlos Silva Carlos Silva Plano de Actividades 2004 PROGRAMA III 45 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 46 Plano de Actividades 2004 AUDITORIA SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Núcleo de Inspecção Técnico-Pedagógica (NITP) Núcleo de Inspecção Administrativo-Financeira (NIAF) OBJECTIVOS As actividades de auditoria orientam-se para a análise dos actos de gestão praticados num determinado lapso temporal, tendo por referência a legislação em vigor, as normas ou regulamentos das organizações e os contratos celebrados com entidades públicas, segundo critérios de conformidade, eficácia, eficiência, pertinência e coerência; A grande finalidade das auditorias é informar os responsáveis das organizações auditadas das condições de funcionamento ou de prestação do serviço, recomendando soluções alternativas e úteis para melhorar os resultados da sua gestão; Pautando-se pelos princípios da independência e da transparência na observação e análise de dados documentados, a auditoria não se confunde com a consultoria, sendo particularmente adequada à observação dos actos de gestão realizados por entidades públicas dotadas de autonomia administrativa e financeira, serviços descentralizados e entidades privadas que têm contrato com o Estado para a prestação de serviços públicos. Estão em causa a verificação da legalidade dos actos praticados e a correcção dos procedimentos técnicos e administrativos. ACTIVIDADES Administração financeira das escolas: Acção Social Escolar III.1 Administração financeira das escolas: Gestão de pessoal e orçamental III.2 Contratos de financiamento das escolas particulares III.3 Sistema Nacional de Controlo do Quadro Comunitário de Apoio III III.4 RESULTADOS ESPERADOS Relatórios de intervenção RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 8.283 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 15,71 % 47 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Financeiros Valor absoluto (total) — 2.180.740 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 15,75 % 48 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 49 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 50 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I I . 1 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DAS ESCOLAS – ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR OBJECTIVOS Verificar o modo como estão a ser levados à prática o regime jurídico de autonomia (Decreto-Lei n.º 43/89) e o regime de autonomia, administração e gestão das escolas da educação básica e do ensino secundário; Analisar a implementação da Reforma da Administração Financeira do Estado nos estabelecimentos de ensino básico e secundário (Decreto-Lei n.º 155/92 e Lei n.º 91/2001, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 2/2002); Apreciar a adequação dos recursos humanos ao Serviço de Acção Social Escolar nos estabelecimentos de ensino básico e secundário; Auditar a gestão, tendo em conta os seguintes aspectos: verificar se foram fixados objectivos e prioridades; avaliar o processo de planeamento; avaliar o processo organizativo; analisar o processo de controlo. Promover práticas de gestão dos recursos compatíveis com os princípios de eficácia e eficiência. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios de auditoria por unidade de gestão Relatório nacional METODOLOGIA Revisão e actualização do roteiro Selecção de uma amostra de unidades de gestão a intervencionar Preparação da intervenção Aplicação do roteiro Análise dos relatórios finais de auditoria Elaboração do relatório nacional COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Gabinete de Gestão Financeira e Direcções Regionais de Educação 51 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Pedro Teixeira Pinto Equipa de trabalho: Pedro Teixeira Pinto, António Ferreira, Fernando Costa Ribeiro, João Ramalho Interlocutores regionais: DRN — Alberto Tavares Roque DRC — António Ferreira DRL — Fernando Costa Ribeiro DRA — Graça Maria Fernandes DRAlg — Marília Fernandes Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 1.433 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 2,72 % RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 377.291 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 2,72% CRONOGRAMA Meses Acções Revisão e actualização do roteiro Selecção da amostra Jan. Fev. z z Mar. Abr. Mai. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Aplicação do roteiro Análise dos relatórios finais de auditoria z z z z Elaboração do relatório nacional INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro de auditoria Dez. z z Preparação da intervenção 52 Jun. z z z z z z z z z z z z z Responsável Equipa de trabalho Serviços Centrais e equipa de trabalho Equipa de trabalho Interloc. das delegações Delegações Regionais Delegações Regionais e Equipa de trabalho Equipa de trabalho Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I I . 2 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DAS ESCOLAS GESTÃO ORÇAMENTAL E DE PESSOAL OBJECTIVOS Verificar o modo como estão a ser levados à prática o regime jurídico de autonomia (Decreto-Lei n.º 43/89) e o regime de autonomia, administração e gestão (Decreto-Lei n.º 115-A/98); Avaliar a adequação dos recursos humanos e da estrutura organizativa através da análise qualitativa e quantitativa dos efectivos; Auditar o pagamento dos abonos e descontos através da verificação da conformidade das práticas com a legislação e da fiabilidade e segurança do sistema de controlo. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios individuais por unidade de gestão Relatório nacional METODOLOGIA Concepção do roteiro de auditoria Realização de teste de validação e formação dos inspectores Aplicação do roteiro e elaboração dos relatórios de auditoria Elaboração do relatório nacional COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Gabinete de Gestão Financeira e Direcções Regionais de Educação RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Rui Leonardo Silva Equipa de trabalho: Arnaldo Neves, João Ramalho, Lília Falcato e Pedro Teixeira Pinto Interlocutores regionais: DRN — João Bernardo Basílio DRC — Sílvio Lopes Barata DRL — Fernando Costa Ribeiro DRA — Luísa Carracha DRAlg — Marília Fernandes 53 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 3178 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 6,03 % RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 836.601 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 6,04% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Finalização do roteiro Realização de teste e formação inspectores Aplicação do roteiro Elaboração do relatório nacional Fev. Mar. Abr. Mai. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. z Bibliografia e legislação Roteiro de auditoria Responsável Serviços Centrais z Serviços Centrais z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO 54 Jun. z z z z z z Delegações Regionais Serviços Centrais Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I I . 3 CONTRATOS DE FINANCIAMENTO DAS ESCOLAS PARTICULARES OBJECTIVOS Verificar a conformidade da informação prestada às Direcções Regionais de Educação pelos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo com financiamento público que determinou os montantes atribuídos no âmbito dos contratos de associação, simples e de desenvolvimento da educação pré-escolar. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios regionais Relatório nacional METODOLOGIA Aplicação do roteiro e elaboração dos relatórios por instituição Elaboração do relatório nacional COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Gabinete de Gestão Financeira e Direcções Regionais de Educação RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Maria Luísa Ferreira Equipa de trabalho: Maria Luísa Ferreira e Rui Gonçalves Interlocutores regionais: DRN — Luís Manuel Fernandes DRC — Manuel Branco Silva DRL — Fernando Silva DRA — Francisco Estrada DRAlg — Marília Fernandes Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 2.052 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 3,89 % 55 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 540.346 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 3,90% CRONOGRAMA Meses Acções Aplicação do roteiro Elaboração do relatório nacional Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. z z z z z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Bibliografia e legislação Roteiro de auditoria 56 Ago. Set. Out. Nov. z z z z Dez. z Responsável Delegações Regionais Serviços Centrais Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I I I . 4 SISTEMA NACIONAL DE CONTROLO DO QUADRO COMUNITÁRIO DE APOIO III FORMAÇÃO INICIAL QUALIFICANTE DE JOVENS APOIO À TRANSIÇÃO DOS JOVENS PARA A VIDA ACTIVA FORMAÇÃO DE DOCENTES E DE OUTROS AGENTES OBJECTIVOS Assegurar a fiabilidade dos procedimentos adoptados e a validade dos critérios subjacentes à análise da despesa efectuada; Verificar a forma como os órgãos de gestão ou as suas estruturas garantem a fiabilidade dos documentos constantes das candidaturas, asseguram a recolha de informação necessária à caracterização das componentes dos projectos ou acções e a eficácia do seu acompanhamento. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios individualizados das acções auditadas; Relatórios trimestrais de execução do plano de controlo; Relatório nacional anual de síntese. METODOLOGIA Determinação conjunta pela Inspecção-Geral de Finanças (IGF) e pela entidade coordenadora, Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu (IGFSE), das linhas gerais do plano de controlos para o ano seguinte, tendo por base a informação enviada pela IGE, os controlos realizados e em curso e os critérios de selecção definidos pelo PRODEP; Programação, em articulação com o PRODEP e com o IGFSE, da actividade anual de controlo de 1.º nível, de acordo com as linhas gerais aprovadas; Realização dos controlos às entidades que compõem a amostra, construída de acordo com os critérios de selecção elaborados pela IGF, em articulação com o IGFSE, e utilizando os métodos e instrumentos fornecidos por estas entidades; Elaboração, com periodicidade trimestral, de relatório de execução do plano anual de controlo; Elaboração do relatório anual com a síntese da actividade desenvolvida. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Unidade de Gestão da Intervenção Operacional da Educação (PRODEP III), Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu, Inspecção-Geral de Finanças e Sistema de Controlo Interno da Administração Financeira do Estado (SCI). 57 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: João Ramalho Equipa de trabalho: João Ramalho, Lília Falcato e Manuel Cruz Interlocutores regionais: DRN — Manuel Eugénio Ferreira DRC — Manuel de Sousa Cruz DRL — Filomena Mota DRA — Graça Maria Fernandes DRAlg — Carlos Mendonça Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — 1620 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 3,07 % RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 426.502 € Despesas com pessoal (valor relativo) —.3,08% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Elaboração do relatório anual de síntese de 2004 Realização das intervenções de controlo Manutenção do sistema de informação Elaboração dos relatórios trimestrais Programação da actividade de controlo de 2005 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Equipa de trabalho z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiros de auditoria; Sistema de informação conforme o anexo IV do Regulamento CE n.º 438/2001. 58 Responsável Delegações Regionais Equipa de trabalho e Delegações Regionais Equipa de trabalho Equipa de trabalho Plano de Actividades 2004 PROGRAMA IV 59 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 60 Plano de Actividades 2004 PROVEDORIA E ACÇÃO DISCIPLINAR SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Núcleo de Inspecção Técnico-Pedagógica (NITP), Gabinete de Apoio Jurídico (GAJ) e Núcleo de Inspecção Administrativo-Financeira (NIAF), sempre que sejam abordadas questões de natureza financeira. DEFINIÇÃO E OBJECTIVOS Suscitada por uma informação externa, a intervenção inspectiva tem como objectivo a verificação da conformidade das práticas com o respectivo enquadramento legal. A acção disciplinar é constituída pelo conjunto de procedimentos que pontualmente são desencadeados em todo o Sistema Educativo, por solicitação externa ou em resultado de prévia acção inspectiva, com o objectivo de apurar eventuais responsabilidades disciplinares. A acção disciplinar pode assumir as características de uma averiguação, de um inquérito ou de um processo disciplinar. A função de provedoria destina-se a informar das queixas escritas apresentadas pelos utentes e agentes do Sistema Educativo, tendo em vista salvaguardar a defesa e promoção dos direitos e interesses legítimos dos cidadãos e a equidade e justiça no SE. Constitui tarefa inerente à plena realização da função de provedoria envidar esforços para que todas as situações expostas ou denunciadas, que não caiba aos serviços do ME apreciar, sejam, sempre que possível, encaminhadas para os organismos competentes da administração central, regional ou local, através de canais próprios. As actividades de provedoria, no âmbito da IGE, desenvolvem-se em coordenação funcional com a intervenção inspectiva e a acção disciplinar e, tal como estas, não são passíveis de programação prévia. ACTIVIDADES Intervenção inspectivas e disciplinares IV.1 Processos disciplinares e processos de encerramento IV.2 Atendimento e provedoria dos utentes IV.3 RESULTADOS ESPERADOS Relatórios de actividade RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 18.252 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 34,61% 61 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Financeiros Valor absoluto (total)— 4.805.447 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 34,70% 62 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 63 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 64 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I V . 1 INTERVENÇÕES INSPECTIVAS E DISCIPLINARES OBJECTIVOS Desenvolver as intervenções inspectivas e instruir os processos de averiguações e de inquérito superiormente determinados; Apreciar os processos de averiguações e de inquérito com vista à preparação da tomada de decisão; Delimitar o âmbito específico das intervenções inspectivas e estabelecer critérios de apreciação, de forma a contribuir para a equidade do sistema; Analisar a origem e a tipologia das intervenções e proceder ao tratamento dos processos. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Processos de averiguações, de inquérito e de aplicação de medidas preventivas disciplinares; Relatório nacional. METODOLOGIA Elaboração de pareceres tendentes à preparação da decisão; Encaminhamento dos processos. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Direcções Regionais de Educação RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Maria Júlia Neves e Rui Leonardo Lilva Equipa nuclear: Natalina de Moura, Alzira de Freitas, Fernando Gaiolas, Graziela Poeira, Carmo Caeiro, José Carlos Alves, Adriano Portugal, Rui Gonçalves, João Ramalho, Pedro Teixeira Pinto e Arnaldo Neves Interlocutores regionais: DRN — Eurico Pina Cabral DRC — João Mateus DRL — Maria Rosa Saraiva DRA — Emília Monteiro e José Carlos Bacalhau DRAlg — Luísa Gomes de Sousa 65 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 10.532 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 19,97% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 2.772.900 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 20,02% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Análise da tipologia Preparação de decisões Encaminhamento de processos Elaboração do relatório 66 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z Jan. Responsável Serviços Centrais Delegações Regionais e Serviços Centrais z Serviços Centrais Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I V . 2 PROCESSOS DISCIPLINARES E PROCESSOS DE ENCERRAMENTO OBJECTIVOS Dar cumprimento ao disposto no Estatuto da Carreira Docente que atribui à IGE a responsabilidade de instruir os processos disciplinares instaurados aos docentes, bem como os processos instaurados pelo inspector-geral, de acordo com a Lei Orgânica da IGE, ao pessoal docente e não docente dos ensinos básico e secundário (este último nos termos do disposto no Decreto-Lei n.º 515/99 de 24 de Novembro); Elaborar pareceres técnico-jurídicos relativos a processos disciplinares e a recursos hierárquicos das respectivas decisões e acompanhar os recursos contenciosos e as acções de impugnação dos mesmos; Dar cumprimento ao disposto no Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo, segundo o qual incumbem à IGE os procedimentos administrativos com vista ao encerramento de escolas clandestinas, na sequência da decisão da DRE; PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Instauração de processos disciplinares; Instrução de processos disciplinares; Acompanhamento dos meios de impugnação graciosa e contenciosa; Elaboração de pareceres técnico-jurídicos; Procedimentos com vista ao encerramento de escolas clandestinas; Relatório anual de caracterização e análise. METODOLOGIA Definição de orientações para aferição de critérios e análise da tipologia das intervenções; Designação do instrutor do processo; Instrução dos processos; Análise prévia à decisão; Elaboração do relatório anual. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Conselho Restrito de Directores Regionais de Educação 67 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenadora: Maria do Céu Pedreño Equipa de trabalho: Alexandre Pereira, José Manuel Baptista, Manuel Veiga, Maria de Fátima Marreiros, Marina Peixoto e Rui Hermida Interlocutores regionais: DRN — Eurico Pina Cabral DRC — João Mateus DRL — Maria Rosa Saraiva DRA — Emília Monteiro e José Bacalhau DRAlg — Luísa Gomes de Sousa Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 1.820 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 3,45% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 479.176 € Despesas com pessoal (valor absoluto) — 3,46% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Análise da tipologia Preparação das decisões Encaminhamento de processos Elaboração do relatório Fev. Mar. Abr. Mai. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z Serviços Centrais Delegações Regionais e Serviços Centrais z z Serviços Centrais Legislação Jurisprudência 68 Jul. z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Doutrina Jun. Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I V . 3 PROVEDORIA, ATENDIMENTO E ANÁLISE DE QUEIXAS OBJECTIVOS Analisar e assegurar o tratamento das situações apresentadas à IGE pelos utentes e agentes do sistema educativo; Assegurar a coerência de procedimentos no atendimento e apoio à resolução dos problemas colocados; Identificar eventuais áreas de fragilidade do sistema em matéria de organização, quadro legal e informação a utentes e agentes do sistema educativo; Identificar situações em que é objectivamente dispensável o desencadear de acções inspectivas, facilitando a resolução de diferendos. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Maior eficácia e eficiência nos serviços pela redução dos tempos de resposta; Redução dos factores de conflitualidade; Relatório nacional. METODOLOGIA Definição de critérios de apreciação dos procedimentos; Apreciação e encaminhamento das exposições e reclamações apresentadas pelos utentes e agentes do sistema educativo; Atendimento dos utentes e reclamantes que contactem a IGE por telefone, por escrito, ou através de correio electrónico e resposta ou encaminhamento das situações; Compilação e sistematização da informação referente à actividade de provedoria. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Serviços Centrais e Regionais da Administração Educativa e outros serviços da Administração Pública RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenadores: Maria Júlia Neves e Rui Leonardo Equipa de trabalho: Fernando Gaiolas, Carmo Caeiro, Graziela Poeira, Adriano Portugal, João Ramalho e Pedro Teixeira Pinto Direcção-Geral da Inovação e do Desenvolvimento Curricular 69 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Interlocutores regionais: DRN — Eusébio Pimentel Alves DRC — João Mateus DRL — Gabriela Pereira DRA — Maria Emília Monteiro DRAlg — João Marques Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 5.900 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 11,19% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 1.553.371 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 11,22% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Análise da tipologia Preparação das decisões Encaminhamento de processos Elaboração do relatório 70 z z z Fev. z z Mar. z z Abr. z z Mai. z z Jun. z z Jul. z z Ago. z z Set. z z Out. z z Nov. z z Dez. z z z Responsável Serviços Centrais Delegações Regionais e Serviços Centrais Serviços Centrais Plano de Actividades 2004 PROGRAMA V 71 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 72 Plano de Actividades 2004 AFERIÇÃO SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Núcleo de Inspecção Técnico-Pedagógica (NITP) e Núcleo de Inspecção AdministrativoFinanceira (NIAF) OBJECTIVOS As actividades de aferição têm como finalidade contribuir para o melhor conhecimento da actividade das organizações educativas no seu todo, ou em programas específicos, dando sentido aos processos desencadeados e aos resultados obtidos. O ponto de partida da aferição pressupõe o conhecimento explícito do quadro normativo que rege a actividade educativa em análise, bem como do quadro conceptual constituído pelos elementos de conhecimento científico e empírico que servem de referência para a apreciação da qualidade educativa do ponto de vista substantivo e técnico. A existência de elementos de referência é essencial para que a aferição avance como estrutura metodológica onde se podem inscrever as análises comparadas de desempenho, a meta-avaliação e a comparação estratégica progressiva, ou benchmarking. As actividades de aferição têm funções simultaneamente de ordem política, social e técnica. Por um lado, enquanto actividades «explicativas» da qualidade conseguida, espera-se que permitam perceber os sentidos da evolução do sistema, podendo constituir um significativo instrumento de informação de retorno, ou de retroalimentação, para os decisores educativos dos diferentes níveis. Nesta perspectiva, são actividades essenciais à definição de estratégias de melhoria e de planeamento, permitindo gerir a complexidade do sistema e das suas organizações. Por outro lado, podem constituir um meio de sustentação da qualidade educativa, ao contribuir para a credibilização das instituições, para o reforço da autonomia das escolas e da sua auto-estima e para a confiança social na educação. Pressupõe-se que as escolas são organizações que aprendem e que essa aprendizagem organizacional pode ser fomentada, se houver contextos propícios. A aferição é um dos elementos constitutivos desse contexto. Importa referir e sublinhar que as duas funções anteriores se cumprem se a aferição for conduzida com rigor e grande competência técnica e induzir nas organizações intervencionadas o mesmo sentido de rigor e saber técnico, profissional. ACTIVIDADES Os primeiros anos da educação básica V.1 Desempenho escolar dos alunos V.2 Análise da classificação interna final e da externa no 12.º ano V.3 Bem-estar e segurança nas escolas V.4 Aferição da auto-avaliação das escolas V.5 Avaliação dos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária V.6 Análise global dos custos por aluno nas escolas secundárias V.7 73 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RESULTADOS ESPERADOS Relatórios de intervenção RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 5.652 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 10,72% Financeiros Valor absoluto (total) — 1.488.165 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 10.74% 74 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 75 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 76 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V . 1 OS PRIMEIROS ANOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA OBJECTIVOS Caracterizar, a nível concelhio, os agrupamentos de escolas com enfoque nos primeiros anos da educação básica (pré-escolar e 1.º ciclo); Verificar o progresso na consolidação da rede de educação pré-escolar e as condições do seu funcionamento; Verificar a qualidade da actividade educativa na educação pré-escolar e no 1.º ciclo, centrada na aquisição, no desenvolvimento de competências essenciais e nos conhecimentos estruturantes da aprendizagem, respectivamente para a entrada na escolaridade formal e ao longo do 1.º ciclo; Evidenciar a grande importância dos primeiros anos da educação básica. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Caracterização dos primeiros anos da educação e do ensino básico por concelho; Indução de boas práticas pedagógicas, de organização e gestão em agrupamento; Relatório por agrupamento; Relatório nacional. METODOLOGIA Selecção dos concelhos por Delegação Regional; Intervenção em todos os agrupamentos desse concelho; Constituição de equipas inspectivas formadas por dois inspectores em que, pelo menos um deles, deverá ser oriundo do pré-escolar ou do 1.º ciclo; Comunicação prévia à escola sede do agrupamento da intervenção a realizar, solicitando o envio do Projecto Educativo e do Plano de Actividades; Realização da acção, com início na escola sede e intervenção em diferentes jardins de infância e escolas do 1.º ciclo do agrupamento, de acordo com o roteiro de apoio à acção; Recolha de dados com recurso à análise documental, observação directa e entrevistas; Relatório final por agrupamento; Relatório nacional. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular 77 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Lúcia Fialho Equipa de trabalho: Lúcia Fialho, Leonor Duarte e José Leonel Afonso Interlocutores regionais: DRN — José Leonel Afonso DRC — Alda Veloso DRL — Francisco Monge e Teresa de Jesus DRA — Ana Pinto DRAlg — Clara Lucas Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 748 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 1,42% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 196.847 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 1,42% CRONOGRAMA Meses Acções Elaboração do roteiro Edição de roteiro Formação de inspectores Intervenção inspectiva Elaboração do relatório Divulgação Responsável Jan. Fev. z z Mar. Abr. Mai. 78 Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Equipa nuclear z z z Serviços Centrais Equipa nuclear Delegações Regionais Equipa nuclear z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiros Jun. z z z Serviços Centrais e Delegações Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V . 2 DESEMPENHO ESCOLAR DOS ALUNOS OBJECTIVOS Caracterizar os níveis de desempenho das escolas a partir dos resultados dos alunos obtidos na avaliação interna e externa; Identificar os níveis de eficiência e de eficácia das escolas a partir da análise dos fluxos escolares; Determinar a distribuição das escolas segundo os diversos indicadores; Disponibilizar a informação de referência para a auto-avaliação e para a avaliação comparada das escolas; PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Produção de informação de referência relativamente aos seguintes indicadores: Taxa de transição para o 2.º ciclo; Taxa de transição para o 2.º ciclo de alunos com 11 ou mais anos; Taxa de sucesso por ano escolaridade nos ensinos básico e secundário; Taxas de sucesso pleno e de sucesso deficitário em Português e em Matemática; Eficácia interna no 3.º ciclo do ensino básico e no ensino secundário; Coeficientes de conclusão no 3.º ciclo do ensino básico e no ensino secundário; Taxas de abandono no 3.º ciclo e no ensino secundário; Duração média dos anos de escolaridade (7.º ao 12.º ano); Valor do sucesso esperado por escola. Divulgação da informação de referência para consulta das escolas, através da página da IGE na Internet. METODOLOGIA Produção de um manual de informação com a descrição dos indicadores de referência e a sua forma de apresentação e de cálculo; Utilização da informação disponibilizada pelo GIASE a partir dos dados registados pelas escolas nos formulários relativos ao ano lectivo 2002-2003; Calcular os indicadores seleccionados; Publicar na página da IGE na Internet os resultados sob a forma de tabelas com informação de referência, visando a auto-avaliação e a avaliação comparada entre as escolas. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular 79 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: João Figueiredo Equipa de trabalho: Carlos Roque, Fernando Silva e João Figueiredo. Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 1.308 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 2,48% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 344.483 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 2,49% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Preparação do manual de informação Preparação do formulário de cálculo de indicadores Preparação da base de dados Recolha e validação de dados Tratamento dos dados e cálculo de referentes Produção de informação para a análise comparada das escolas Publicação da informação Fev. Mar. Abr. z z Mai. Jun. Jul. Ago. Nov. Dez. Responsável z z z Equipa de trabalho z z z Manual de procedimentos e de definição de conceitos Formulários electrónicos 80 Out. z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Base de dados Set. z Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V . 3 ANÁLISE DA CLASSIFICAÇÃO INTERNA FINAL E DA EXTERNA NO 12.º ANO OBJECTIVOS 1 Identificar e compreender as disparidades por escola entre Classificação Interna Final e Classificação Externa dos alunos do 12.º ano no ensino secundário; 2 Verificar que factores da organização escolar, do processo de ensino e do sistema de exames poderão explicar as disparidades referidas; 3 Contribuir para a redução das disparidades entre classificações. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS 1 Indicadores estatísticos dos resultados de avaliação final do 12.º ano com recurso ao Programa ENES; 2 Roteiro de intervenção inspectiva; 3 Relatório final. METODOLOGIA Identificação dos anos de referência; Recolha de dados para trabalho estatístico; Concepção de um roteiro de intervenção inspectiva em escolas exemplares de divergência e de coincidência nos resultados obtidos; Selecção da amostra; Intervenção no terreno. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS DGIDC — Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular AEEP — Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo RECURSOS HUMANOS Intervenientes: Coordenador: J. A. Pereira Neto Equipa de trabalho: J. A. Pereira Neto, Piedade Timóteo e Paulo Valada Interlocutores regionais: DRN — Hilário Fernandes Sousa DRC — José João Azevedo DRL — Piedade Timóteo 81 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO DRA — Fernando Coelho DRAlg — Helena Baptista Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 374 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,71% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 98.424 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,71% CRONOGRAMA Meses Acções Intervenção Tratamento de dados Relatório Jan. Fev. z z z z Mar. z z Abr. Mai. 82 Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Equipa de trabalho z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro Jun. Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V . 4 BEM-ESTAR E SEGURANÇA NAS ESCOLAS OBJECTIVOS Apreciar a qualidade dos equipamentos educativos e a sua acessibilidade; Verificar as condições de utilização dos equipamentos relativamente ao cumprimento das normas de bem-estar e de segurança; Apreciar os procedimentos e os mecanismos de controlo existentes nas escolas para o desenvolvimento de uma cultura de bem-estar e de segurança; Induzir uma cultura de segurança comum a todos os membros da comunidade educativa; Disponibilizar informação conducente à melhoria dos níveis de eficiência e de eficácia das organizações educativas na prossecução de uma política de qualidade. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Roteiro; Relatório por intervenção individual; Relatório nacional. METODOLOGIA Selecção de indicadores para a aferição do bem-estar e da segurança nas escolas; Elaboração de um roteiro e sua discussão com os interlocutores regionais Produção dos formulários electrónicos para recolha, controlo e tratamento de dados e elaboração dos relatórios por intervenção individual; Aplicação experimental do roteiro; Formação dos inspectores intervenientes; Intervenção no terreno; Elaboração do relatório nacional. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS GIASE — Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo Secretaria-Geral do ME Direcções Regionais de Educação RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Rosa Silva e Fernando Gaiolas Equipa de trabalho: Rosa Silva, Fernando Gaiolas, Rui Gonçalves e Carlos Roque 83 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Interlocutores regionais: DRN — Jorge Mesquita DRC — António Gonçalves DRL — Fátima Pissarra DRA — Manuel Lourenço DRAlg — Carlos Mendonça Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 685 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 1,30% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 180.443 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 1,30% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Selecção de indicadores Elaboração de roteiros Formação dos inspectores Intervenção no terreno Elaboração de relatório final Fev. Mar. Abr. z z Mai. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiros em formato papel e electrónico 84 Jun. Equipa de trabalho z z z z z z z Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V . 5 AFERIÇÃO DA AUTO-AVALIAÇÃO NAS ESCOLAS OBJECTIVOS Identificar aspectos-chave na aferição da auto-avaliação enquanto actividade promotora do desenvolvimento das escolas; Desenvolver uma metodologia inspectiva de meta-avaliação, tendo em conta a diversidade dos modelos possíveis de auto-avaliação da escola e usando como referência outras metodologias, nomeadamente as que foram desenvolvidas no projecto ESSE — Auto-Avaliação Efectiva, no âmbito da SICI; Promover nos estabelecimentos de educação e ensino uma cultura de qualidade, exigência e responsabilidade, mediante uma atitude crítica e de auto-questionamento, tendo em vista o incremento da qualidade dos processos e dos resultados; Contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de aperfeiçoamento institucional focalizado e estratégico; Acompanhar o desenvolvimento de dispositivos externos de suporte à auto-avaliação nas escolas. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Desenvolvimento de um quadro conceptual de intervenção inspectiva, tendo como referência a lei-quadro da avaliação, o conhecimento sobre as organizações que aprendem e a experiência já existente na área da meta-avaliação; Roteiro de intervenção inspectiva; Relatórios de escola; Relatório nacional (Março de 2005). METODOLOGIA Análise da documentação nacional existente e de outra produzida no âmbito do Projecto ESSE da SICI e entretanto traduzida; Desenho do projecto nacional; Desenvolvimento da documentação de base, definidora da estratégia e orientadora da acção; Disponibilização desta documentação a todos os intervenientes, nomeadamente através da página da IGE na Internet. Construção da aplicação informática que possibilite a transmissão electrónica de dados; Formação das equipas de inspectores; Intervenção para a consolidação da metodologia e para a discussão do processo e das suas eventuais dificuldades; Selecção das escolas a intervencionar de entre as que têm sido abrangidas por diferentes projectos nacionais e internacionais de auto-avaliação; Elaboração dos relatórios de escola; Elaboração do relatório final. 85 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo; Direcções Regionais de Educação; Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular RECURSOS HUMANOS Intervenientes Equipa nuclear: Serviços Centrais Coordenador: José Carlos Alves Equipa de trabalho: José Carlos Alves e Helder Guerreiro Técnico do Gabinete de Informática Interlocutores regionais: DRN — Augusto Patrício Lima Rocha DRC — Eduardo Oliveira e Carlos Heitor DRL — João Nunes DRA — Fernanda Lota DRAlg — Helena Baptista Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 1.540 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 2,92% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 405.505 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 2,93% CRONOGRAMA Meses Responsável Jan. Acções Análise da documentação Desenho do projecto nacional Elaboração do roteiro Formulários em suporte electrónico Formação Fev. Mar. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Equipa nuclear z z z z Equipa nuclear Equipa nuclear z z z Aplicação experimental Intervenção Relatório *Realização prevista para Março de 2005 86 Abr. z z z z z z * Equipa nuclear e Gabinete de Informática Serviços Centrais e Delegações Regionais Delegações Regionais Delegações Regionais Equipa nuclear Plano de Actividades 2004 INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiro de inspecção Aplicação informática 87 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 88 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V . 6 AVALIAÇÃO DOS TERRITÓRIOS EDUCATIVOS DE INTERVENÇÃO PRIORITÁRIA OBJECTIVOS Analisar os níveis de concretização dos Projectos Educativos dos TEIP, face aos objectivos do programa; Analisar os resultados globais do programa, em termos educativos, numa dimensão quantitativa e qualitativa, e em termos de mais valias — pedagógicas, sociais, de desenvolvimento de recursos humanos, culturais ou outras a identificar; Descrever as boas práticas, no sentido da identificação das estratégias seguidas e dos processos socioeducativos que se foram construindo; Identificar as iniciativas que poderão prosseguir no desenvolvimento dos agrupamentos de escolas e dos contratos de autonomia; Lançar as bases da organização de um Observatório das Mudanças Educativas para a Qualidade, em resultado das mudanças consistentes no âmbito das políticas de agrupamento de escolas. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatório final Constituição do Observatório das Mudanças Educativas para a Qualidade METODOLOGIA 1.ª fase Desenho do quadro conceptual para o desenvolvimento desta avaliação Identificação e selecção das fontes de informação Elaboração dos vários instrumentos de trabalho: Questionários às escolas, às DRE e a alunos Roteiro 2.ª fase Estudo de casos de boas práticas Estruturação de um Observatório das Mudanças Educativas para a Qualidade COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Direcção-Geral da Inovação e do Desenvolvimento Curricular Direcções Regionais de Educação Escolas sede dos ex-TEIP e outras que os integraram 89 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Equipa nuclear Coordenador: Carlos Taleço Serviços Centrais: Carlos Taleço e João Figueiredo Delegações Regionais: Joaquim Brigas, José Pinho Silva, António Torrão Colaboradores externos: técnico da DGIDC e Direcções Regionais de Educação Interlocutores regionais: DRN — José Pinho Silva DRC — Joaquim Brigas DRL — Gabriela Pereira DRA — actividade desenvolvida em 2003 DRAlg — Ana Pacheco Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 523 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,99% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 137.793 € Despesas com pessoal (valor relativo) —0,99% CRONOGRAMA Meses Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Acções* Tratamento dos dados Equipa nuclear Elaboração do relatório Organização do observatório *A concepção do projecto, a elaboração dos instrumentos, a informação às escolas e a formação dos inspectores foram concretizadas em 2003 z z z z z z z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Questionário às escolas sede dos ex-TEIP Questionário às DRE Questionário aos alunos Roteiro Aplicação informática para a recolha e tratamento de resultados dos alunos de 1997–1998 e 1999–2000 90 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V . 7 ANÁLISE GLOBAL DOS CUSTOS POR ALUNO NAS ESCOLAS SECUNDÁRIAS OBJECTIVOS Identificar os factores que influenciam o custo por aluno nas escolas secundárias e secundárias com 3.º ciclo do ensino básico; Determinar as causas das variações do custo por aluno entre as escolas seleccionadas. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Documento-síntese METODOLOGIA I — Primeira fase: Identificação dos factores relevantes para a formação do custo unitário; Selecção de um conjunto de 36 escolas de acordo com os seguintes critérios: distribuição geográfica, localização em centros urbanos de dimensão significativa, custo por aluno e desvio relativamente ao custo esperado, tendo como referência um estudo de meios realizado pelo Gabinete do ME; Análise dos dados disponíveis na base de dados existente na IGE, constituída pela informação recolhida na actividade Organização do Ano Lectivo (OAL), e registo de todos os factores que poderão, de alguma forma, contribuir para o custo por aluno; Recolha dos dados não disponíveis no OAL, relativos à Escola Fonseca Benevides, em Lisboa, pertencente ao grupo de escolas seleccionadas; II — Segunda fase: Elaboração do guião destinado a orientar a recolha de informação pelas Delegações Regionais Elaboração de um relatório final COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Gabinete de Gestão Financeira Escolas secundárias e secundárias com 3.º ciclo RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Rui Leonardo Silva Equipa de trabalho: João Ramalho, Pedro Teixeira Pinto e Rui Leonardo Silva Colaboradores externos: João Matos 91 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Interlocutores regionais: DRN — Fernanda Dantas DRC — Jorge Sena DRL — Conceição Ribeiro DRA — Ana Baltazar DRAlg — Marília Fernandes Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 474 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,90% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 124.670 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,90% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções* Recolha dos dados pelas delegações Fev. z Elaboração do documento final z Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Responsável Delegações Regionais Equipa nuclear *A fase preparatória, designadamente no que se refere à realização do roteiro para suporte da intervenção, teve lugar em Novembro e Dezembro de 2003. INSTRUMENTOS DE TRABALHO Base de Dados do OAL Roteiro 92 Plano de Actividades 2004 PROGRAMA VI 93 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 94 Plano de Actividades 2004 COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL E INTERNACIONAL SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Gabinete para as Relações Exteriores e Internacionais (GREI), Gabinete de Assuntos Europeus e Internacionais do Ministério da Educação (GAERI) e outros Serviços Centrais do ME e Delegações Regionais da IGE. DEFINIÇÃO E OBJECTIVOS A troca de experiências, o debate e a cooperação internacional constituem uma vertente da administração pública que não deve, hoje em dia, ser desenvolvida e incentivada numa mera perspectiva de assistentes e auditores/leitores, mas, essencialmente, numa perspectiva de participação interveniente e activa que permita a reflexão e o debate conjunto sobre semelhanças e diferenças do trabalho feito, sobre vias consolidadas e novos percursos, sobre dúvidas e certezas dos caminhos percorridos e dos que se querem percorrer. No caso da Inspecção-Geral da Educação, as relações exteriores e internacionais são tanto mais importantes e motivantes quanto são, hoje, de grande prioridade e interesse, na educação e na administração em geral, as questões do acompanhamento e do controlo, da avaliação e da auditoria e da prestação de contas ligada às políticas de descentralização e autonomia. Decorrem assim como principais objectivos deste programa: • Assegurar o relacionamento com entidades exteriores ao Ministério da Educação, nacionais, estrangeiras e internacionais, tendo em vista, na área de intervenção da Inspecção-Geral da Educação, a troca de conhecimentos e experiências, a actualização técnica e científica, o apoio mútuo e a permuta de documentação e informação; • Colaborar com os serviços congéneres de outros países, nomeadamente os de expressão portuguesa, com base em acordos e solicitações. Assegurar a participação em actividades de associações, organizações e instituições europeias e internacionais de áreas afins àquelas em que se situam as competências da IGE. ACTIVIDADES Cooperação com outras inspecções nacionais VI.1 SICI — Conferência Internacional Permanente das Inspecções Nacionais e Gerais da Educação VI.2 Escolas Europeias VI.3 OCDE — Rede C do projecto INES — Indicadores do sistema educativo e do funcionamento das escolas VI.4 RESULTADOS ESPERADOS Relatórios de missão e de projectos específicos. 95 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 474 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,90% Financeiros Valor absoluto (total) — 124.796 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 0,90% 96 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 97 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 98 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I . 1 COOPERAÇÃO COM OUTRAS INSPECÇÕES NACIONAIS OBJECTIVOS Desenvolver actividades de cooperação com outras inspecções nacionais e regionais de educação; Realizar intervenções conjuntas em áreas de responsabilidade partilhada, mediante protocolos a estabelecer. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatórios; Programas, materiais e acções de formação. METODOLOGIA Programação das acções a realizar em cooperação; Participação nas actividades; Estabelecimento de protocolos. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Inspecções Regionais de Educação; Inspecção-Geral de Finanças; Inspecção-Geral da Segurança Social; Sistema de Controlo Interno — SCI; Secção Especializada para a Formação e Qualificação de Recursos Humanos — SCI. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Inspectora-Geral Equipa de trabalho: Carmo Clímaco e Rui Leonardo Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 17 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0.03% 99 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 4.476 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,03% CRONOGRAMA Meses Acções Actividades de coordenação Acções de formação Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiros; Programas e materiais de formação. 100 Responsável Equipa de trabalho Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I . 2 SICI – CONFERÊNCIA INTERNACIONAL PERMANENTE DAS INSPECÇÕES GERAIS E NACIONAIS DA EDUCAÇÃO: ACTIVIDADES DE PRESIDÊNCIA E PARTICIPAÇÃO EM PROJECTOS INTERNACIONAIS OBJECTIVOS Participar nas actividades internacionais como forma de contribuir para o desenvolvimento dos trabalhos e do serviço das inspecções, através da troca de experiências e de informação como forma de beneficiar de oportunidades de formação; Assegurar a presidência da SICI até à realização da Assembleia-Geral Extraordinária, em 2004; Disseminar os resultados das iniciativas da SICI, em especial aquelas em que Portugal participou, através de informação escrita ou de pequenos seminários ou sessões de trabalho; Divulgar práticas diferenciadas das inspecções europeias; Promover a formação de inspectores em contexto transnacional. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Actividades e responsabilidades inerentes à presidência da SICI, nomeadamente actividades de coordenação da responsabilidade da Comissão Executiva, com destaque para a Assembleia-Geral de Outubro de 2004; Trabalhos preparatórios do próximo estudo internacional da SICI — A Observação do Ensino e da Aprendizagem — a ser desencadeado em 2004; Divulgação dos resultados do projecto ESSE (Avaliação da Auto-Avaliação das Escolas) e dos seus documentos básicos; Produção de notícias e outros documentos para divulgação interna das actividades da SICI, através dos canais de que a IGE dispõe; Divulgação do estudo sobre a Formação de Inspectores na Europa e de outras práticas das inspecções europeias; Preparação e apresentação de uma candidatura no âmbito do programa COMENIUS, em parceria com outras instituições educativas, a realizar em 2005. METODOLOGIA Utilização dos suportes de trabalho a definir pela SICI em todas as actividades coordenadas por esta organização; Integração de inspectores em grupos de trabalho transnacionais e organização de grupos de trabalho nacionais, visando o desenvolvimento de projectos; Actividades de divulgação e de formação destinada aos inspectores que participam nos grupos de trabalho do projecto Observação do Ensino e da Aprendizagem; Divulgação de estudos da SICI; Participação em oficinas de formação. 101 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Articulação com outras inspecções europeias no desenvolvimento dos projectos da SICI; Colaboração, a nível de troca de informações, com outras inspecções europeias na realização de estudos; Articulação com as escolas envolvidas no projecto Observação do Ensino e da Aprendizagem; Articulação com outros serviços do Ministério da Educação na organização de actividades de divulgação e de formação. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Carmo Clímaco Equipa de trabalho: Carmo Clímaco e Helder Guerreiro Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 20 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,04% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 5.266 € Despesas com pessoal (valor relativo) —0,04% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Projecto Análise Internacional Comparada de Indicadores de Ensino e Aprendizagem Reunião do Comité Executivo Assembleia-Geral Extraordinária Fev. Mar. Abr. Mai. z z z Jun. z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Documentos de trabalho preparados pela SICI. 102 Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável z z z Carmo Clímaco z z Carmo Clímaco Carmo Clímaco Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I . 3 REDE C DO PROJECTO INES DA OCDE — INDICADORES DE FUNCIONAMENTO DAS ESCOLAS E GRUPO DE TRABALHO DAS REDES A/C OBJECTIVOS Assegurar a representação de Portugal na Rede C, responsável por testar e produzir indicadores de funcionamento da escola; Desenvolver e produzir anualmente um conjunto de indicadores sobre professores, currículo e desempenho das escolas; Participar nos trabalhos necessários ao desenvolvimento do estudo Indicadores do Ensino e da Aprendizagem; Contribuir para a coordenação das actividades portuguesas no âmbito do projecto INESOCDE. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Produção de informação para a Rede C e para a publicação Education at a Glance; Produção de relatórios de missão e de artigos/documentos de divulgação das actividades da OCDE; Publicação do relatório nacional do projecto ISUSS; Participação no 3.º estudo sobre Níveis de Decisão e produção de um relatório nacional sobre o mesmo; Participação em actividades/projectos nacionais a definir pela coordenação das actividades portuguesas no projecto INES-OCDE. METODOLOGIA Aplicação de instrumentos de recolha de dados e/ou questionários concebidos pela Rede C no âmbito do projecto INES; Utilização e adaptação de instrumentos e de informação produzidos no âmbito da rede C para o desenvolvimento de estudos internos; Divulgação da participação da IGE nas actividades da Rede C e do grupo de trabalho das Redes A/C. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Articulação com outras estruturas do Ministério da Educação no âmbito das actividades da OCDE-INES (GAERI, GIASE, GAVE, GGF, etc.) de acordo com as estratégias definidas pela coordenação; Colaboração com outras estruturas do ME na realização de estudos ou na produção de documentos, utilizando indicadores e dados decorrentes da actividade da Rede C e do grupo de trabalho. 103 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Carmo Clímaco Equipa de trabalho: Carmo Clímaco e Helder Guerreiro Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 50 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,09% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 13.164 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,10% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Consolidação de dados para publicação no Education at a Glance Preparação, reunião relatório — (Rede C) Preparação, reunião relatório —(grupo de trabalho) Relatório nacional do estudo sobre Níveis de Decisão Questionário Teachers & the Curriculum Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. z Nov. Dez. Responsável Carmo Clímaco z z z z z z Carmo Clímaco z z Helder Guerreiro z Documentos de trabalho da Rede C e do grupo de trabalho; Questionários da Rede C. Helder Guerreiro z INSTRUMENTOS DE TRABALHO 104 Out. z Carmo Clímaco Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I . 4 ESCOLAS EUROPEIAS OBJECTIVOS Participar, em parceria com os países membros da EU, nas decisões e acções que se relacionam com a gestão pedagógica, administrativa e financeira das Escolas Europeias. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Obtenção de elevados padrões de qualidade da educação prestada; Melhoria da eficiência da gestão das escolas e do sistema em geral. METODOLOGIA Reuniões com os representantes dos países membros da União Europeia; Inspecções pedagógicas; Trabalhos de grupo; Comités vários. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS GAERI — Gabinete dos Assuntos Europeus e Relações Internacionais; RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Carlos Silva Equipa de trabalho: Carlos Silva e Helena Coelho Colaboradores externos: Gabinete de Acesso ao Ensino Superior, para a orientação escolar e profissional dos alunos do secundário; DGIDC (Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular) e GAVE (Gabinete de Avaliação Educacional), para a organização e acompanhamento dos exames dos alunos do secundário. Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 367 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,70% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 96.625 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,70% 105 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Conselho Superior Conselho de Inspecção Conselho Pedagógico Visitas de inspecção Grupos de trabalho BAC europeu Formação de professores Comités vários 106 Fev. Mar. z z z Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. z z z z z z z z z z z z Nov. Dez. z z z z z z z z z z z Responsável Carlos Silva z z z z z z z z Out. z z z z Equipa de trabalho Equipa de trabalho Equipa de trabalho Equipa de trabalho Helena Coelho Equipa de trabalho Equipa de trabalho Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I . 5 ESCOLAS PORTUGUESAS NO ESTRANGEIRO OBJECTIVOS Prosseguir o processo de levantamento e de caracterização da situação das escolas com planos curriculares portugueses e das escolas portuguesas. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Relatório de missão, através do qual se analisam as condições de funcionamento das escolas e se efectuam recomendações a enviar aos serviços competentes do Ministério. METODOLOGIA Análise e diagnóstico da situação das escolas abrangidas por esta actividade. Proposta fundamentada de intervenção, a apresentar à tutela, tendo em vista definir as escolas a visitar e os contactos a estabelecer. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Colaboração e articulação com as respectivas embaixadas portuguesas e com as inspecções de educação dos respectivos países. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: J. A. Pereira Neto Equipa de trabalho: J. A. Pereira Neto e elemento(s) a designar Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 20 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,04% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 5.266 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,04% 107 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO CRONOGRAMA Meses Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Acções Deslocação Data a definir INSTRUMENTOS DE TRABALHO Orientações já seguidas na intervenção realizada em Moçambique 108 J. A. Pereira Neto Plano de Actividades 2004 PROGRAMA VII 109 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 110 Plano de Actividades 2004 FORMAÇÃO DE PESSOAL SERVIÇOS RESPONSÁVEIS GAG, com colaboração do GI e NIAF. DEFINIÇÃO E OBJECTIVOS A evolução das funções da IGE no quadro de reestruturação do ME e da modernização administrativa da educação, decorrente da descentralização, exige a actualização permanente de competências profissionais de todo o pessoal inspectivo e não inspectivo, de modo a assegurar a sua capacidade de resposta em termos de eficácia e qualidade das práticas inspectivas. A alteração da orientação do trabalho dos inspectores implica o desenvolvimento de uma formação contínua que garanta a especialização e a autoridade profissional. As linhas de orientação da formação contínua dos inspectores têm como objectivo contribuir para que, no exercício das suas funções, a IGE possa garantir: • mais informação sobre o desempenho do sistema escolar; • mais sistematicidade na intervenção inspectiva; • mais garantia de qualidade; • mais prestação de contas. ACTIVIDADES Formação especializada de inspectores VII.1 Formação contínua de inspectores e de outros funcionários VII.2 RESULTADOS ESPERADOS Cursos de formação contínua em áreas específicas de especialização, nomeadamente em auditoria (nível 1 e nível 2 — aprofundamento), acção disciplinar e contencioso administrativo, e sistemas de informação; Acções de formação associadas ao trabalho de campo; Cursos de formação especializada para inspectores estagiários. RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 5.869 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 11,13% 111 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Financeiros Valor absoluto (total) — 1.545.251 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 11,16% 112 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 113 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO ACTIVIDADES 114 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I I . 1 FORMAÇÃO ESPECIALIZADA DE INSPECTORES OBJECTIVOS Preparar e formar um grupo de inspectores estagiários a nível de especialização em áreas da competência inspectiva. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Realização de um estágio profissional para inspectores. METODOLOGIA Elaboração de um programa de formação especializada para integrar em estágio; Negociação e elaboração de protocolo com a entidade formadora; Apresentação de candidatura ao PRODEP. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Universidades; Instituto Nacional de Administração (INA); Secção Especializada para a Formação e Qualificação de Auditores (SCI); Inspecções Nacionais e Europeias. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Fernanda Lopes Equipa de trabalho: Luísa Araújo, Inestina Pinto e Ana Paula Silva Interlocutores regionais: DRN — Isidro Beleza DRC — Beatriz Proença DRL — Rosário Silva DRA — Domingos Bento DRAlg — Joaquim Pacheco Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 2.181 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 4,13% 115 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 574.138 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 4,15% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Preparação do concurso Preparação e negociação do programa Candidatura ao PRODEP Recrutamento e selecção Inicio de estágio Fev. Mar. Abr. z z z Mai. z z z z Jun. Jul. Programas de formação; Termos de referência para a formação; Protocolos com entidades formadoras. 116 Set. Out. Nov. Dez. Responsável Fernanda Lopes e Luísa Araújo Fernanda Lopes e Luísa Araújo Luísa Araújo Data a definir Data a definir INSTRUMENTOS DE TRABALHO Ago. Serviços Centrais GAG e Delegações Regionais Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I I . 2 FORMAÇÃO CONTÍNUA DE INSPECTORES E DE OUTRO PESSOAL OBJECTIVOS Desenvolver competências inspectivas correspondentes às áreas específicas de intervenção da IGE; Promover a formação dos inspectores e de outro pessoal em áreas funcionais específicas. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Realização de 13 acções de formação: 6 acções em edições múltiplas de 30 horas cada; 4 acções de curta duração, preparatórias do trabalho de campo, em edições regionais de dois a três dias; 2 acções para dirigentes, no âmbito da política educativa; Um encontro temático destinado a todos os inspectores (12 horas). Realização de acções de formação de iniciativa regional, de curta duração. METODOLOGIA Levantamento das necessidades de formação e elaboração do Plano de Formação; Apresentação de candidatura ao PRODEP; Execução das acções de formação previstas. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Instituto Nacional de Administração (INA), Secretaria-Geral do Ministério da Educação e empresas de formação. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Fernanda Lopes Equipa de trabalho: Luísa Araújo, Inestina Pinto e Ana Paula Silva Interlocutores regionais: DRN — Isidro Beleza (Formação de inspectores) e Henrique de Magalhães (formação de outro pessoal) DRC — António Laranjeira DRL — Emília Pires e Rosário Silva 117 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO DRA — Domingos Bento DRAlg — Joaquim Pacheco Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 3.688 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 6,99% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 971.113 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 7,01% CRONOGRAMA Meses Jan. Fev. Mar. Abr. Acções Contencioso administrativo Acção disciplinar Auditoria e controlo de gestão 1 (curso) Auditoria e controlo de gestão 2 (oficina de formação) POCP z z Informática (Excel e Access) Estruturas de formação de professores Auditoria à administração e gestão financeira das escolas Aferição da qualidade pedagógica — metodologias de avaliação e metaavaliação Avaliação das aprendizagens, com base no programa PISA Gestão das escolas Mai. Jun. z z z z z z z z z z Ago. Set. Out. Nov. z z z z z z z z z Encontro temático Melhor Inspecção — Novos Desafios, Novas Competências INSTRUMENTOS DE TRABALHO Formulários do PRODEP; Documentação e materiais de formação. 118 Jul. z z z Dez. Responsável z Fernanda Lopes e Luísa Araújo Plano de Actividades 2004 PROGRAMA VIII 119 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 120 Plano de Actividades 2004 SISTEMAS DE PLANEAMENTO E INFORMAÇÃO SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Subinspectora-Geral; Gabinete de Informática (GI) e SISAI; Gabinete de Apoio Geral (GAG); Gabinete de Planeamento, Documentação e Formação (GPDF). OBJECTIVOS Desenvolver, no âmbito da estrutura orgânica e de funcionamento da Inspecção-Geral da Educação, sistemas de informação que funcionem não só como instrumentos de gestão e controlo interno, mas também como sistemas de apoio à actividade de campo dos inspectores e à análise e tratamento posterior dos dados recolhidos; Este objectivo desenvolve-se no âmbito do Programa Operacional da Sociedade de Informação (POSI) com o propósito de: Dotar a IGE de sistemas de informação que lhe permitam uma maior eficiência de funcionamento, uma intervenção no sistema educativo de forma continuada e sistemática, um acesso aprofundado e diversificado à informação sobre as suas áreas de trabalho; Desenvolver uma cultura de utilização das tecnologias de informação e comunicação, fomentando a interacção interna e externa à organização, e melhorando a sua eficácia e eficiência; Desenvolver, a partir deste enquadramento geral, os seguintes objectivos específicos: • Manter e disponibilizar o Sistema de Informação de Suporte à Actividade da IGE (SISAI), contemplando um vasto repositório de dados recolhidos e preparados pelas diversas equipas de projecto e pelos inspectores responsáveis que têm a seu cargo a interligação com os outros departamentos do Estado, com vista à importação de dados coligidos; • Disponibilizar um sistema (GESTIGE) para as várias actividades administrativas centradas na Gestão de Recursos Humanos e no Planeamento, Controlo e Execução do Plano de Actividades, e que, não só crie um repositório centralizado de informação que sirva de suporte às actividades de carácter processual e de expediente da IGE, como assegure também uma gestão mais eficiente dos recursos, evoluindo do actual registo de tempos de inspecção para uma análise de custos de processos; • Gerir de forma eficaz as infra-estruturas e os sistemas de segurança das TIC adequando- as às necessidades dos serviços, numa perspectiva de modernização e eficiência da administração; • Desenvolver e gerir as aplicações informáticas, permitindo a consulta pelo utilizador final dos dados resultantes da informação centrada nos diversos instrumentos de trabalho (roteiros). ACTIVIDADES Sistema interno de gestão e controlo da qualidade inspectiva VIII.1 Sistema de informação de suporte à actividades VIII.2 Sistemas de informação de apoio à gestão interna VIII.3 121 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RESULTADOS ESPERADOS A criação de sistemas de informação que permitam à organização uma maior eficácia no seu funcionamento, através da agilização dos processos e de um acesso interno e externo à informação nas diferentes áreas de trabalho, fomentando uma cultura de utilização das novas tecnologias. RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 836 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 1,59% Financeiros Valor absoluto (total) — 203.316 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 1,47% 122 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 123 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 124 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I I I . 1 SISTEMA INTERNO DE GESTÃO E CONTROLO DA QUALIDADE INSPECTIVA OBJECTIVOS Desenvolver um processo que permita construir progressivamente um sistema de gestão e controlo da qualidade inspectiva, contemplando o planeamento, a auto-avaliação, a avaliação externa e a prestação de contas dos objectivos definidos e alcançados. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Plano de actividades; Instrumentos de estruturação da actividade de campo dos inspectores, organizados sob a forma deroteiros, um por cada actividade; Relatório de Actividades; Balanço Social; Relatórios finais e/ou intercalares por actividade; Relatório de avaliação externa ou do impacto da acção inspectiva; Relatório de avaliação interna. METODOLOGIA Planeamento: • Elaboração de uma proposta de Plano de Actividades e sua aprovação pela tutela; • Desenvolvimento e operacionalização da proposta de Plano de Actividades, envolvendo as diferentes equipas de trabalho de concepção e coordenação — equipas nucleares; • Articulação com as Delegações Regionais, através dos diferentes interlocutores, para discussão do planeamento e organização da formação dos inspectores em ordem ao trabalho de campo. Controlo interno de actividade: • Tratamento da informação de controlo e de execução das actividades registadas no SGATI; • Elaboração das fichas de execução de actividade; • Elaboração de relatórios individuais por actividade inspectiva; • Tratamento dos dados globais por actividade inspectiva e elaboração dos respectivos relatórios finais nacionais; • Relatório de Actividades e Balanço Social. Controlo externo de actividade: • Criação de um dispositivo de auscultação dos inspeccionados para recolha da análise dos efeitos da acção inspectiva, como forma de avaliação do impacto da inspecção; • Tratamento dos dados e elaboração de relatório. Sistema de auto-avaliação: • Criação de um dispositivo organizacional em ordem à auto-avaliação; • Desenvolvimento de instrumentos de apoio à auto-avaliação, de acordo com as recomendações da CAF; 125 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO • Elaboração de relatório. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Delegações Regionais da IGE Direcções Regionais de Educação Secretaria-Geral do ME Escolas e organismos intervencionados RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Maria do Carmo Clímaco Equipa de trabalho: Helder Guerreiro, Fernanda Lopes, Luísa Araújo e Paulo Barata Interlocutores regionais: DRN — Valdemar Castro Almeida DRC — Jorge Simões Dias DRL — Helena Manuela Almeida Guerra DRA — António Louro Alves DRAlg — Joaquim Pacheco Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 418 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,79% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 101.658 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,73% CRONOGRAMA Meses Acções Produção de roteiros Formação dos inspectores Organização da auto-avaliação Organização da avaliação externa Elaboração de relatórios 126 Jan. Fev. Mar. Abr. z z z z z z z z z z z z z z z Mai. Jun. Jul. z z z z z z z z z z z z z z Ago. Set. Out. Nov. Dez. z z z z z z z z z z z Responsável Equipa de trabalho Plano de Actividades 2004 INSTRUMENTOS DE TRABALHO Plano de Actividades Relatório de Actividades Balanço Social Relatórios de avaliação e auto-avaliação 127 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 128 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I I I . 2 SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE SUPORTE ÀS ACTIVIDADES INSPECTIVAS OBJECTIVOS Assegurar a criação de um repositório único dos dados recolhidos nas actividades inspectivas; Constituir uma base de dados por projecto; Assegurar a publicação, em formato de páginas electrónicas, de um dossier por unidade de ensino, que contemple progressivamente as actividades inspectivas aí realizadas; Assegurar a introdução directa, no servidor geral, dos dados constantes das aplicações que apoiam os projectos; Assegurar a ligação com o sistema GESTIGE, nomeadamente na publicação dos dados referentes à intervenção disciplinar que farão parte do dossier de escola. PRODUTOS E RESULTADOS ESPERADOS Criação/manutenção de bases de dados por actividade; Publicação em formato html de um conjunto de características mínimas que permitam estabelecer a singularidade dos projectos para o conhecimento da unidade de ensino; Estabelecimento de um servidor Web para a Intranet que disponibilize o dossier de escola; Apoiar os sistemas de recolha de dados através do acesso ao Centro de Roteiros Electrónicos; Apoiar os utilizadores na exploração de ferramentas de análise de dados. METODOLOGIA Participação nas reuniões de trabalho organizadas para elaborar ou rectificar os documentos de base dos projectos (roteiros e outros); Elaboração do modelo de organização de dados, decorrente das actividades anuais que constituem a missão da IGE; Transposição do modelo de aplicação de dados para o modelo a implementar no servidor de base de dados; Aquisição de serviços para a execução de aplicações em formato asp e html para a publicação de pequenas sínteses de dados no dossier de escola; Apoiar a produção de novas formas de recolha de dados que aproxime a fonte de recolha do(s) destinatários da informação. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Articulação com o Gabinete de Informática, Núcleo de Inspecção Administrativa Financeira, Núcleo de Inspecção Técnico-Pedagógica; Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo; Direcção-Geral de Administração Educativa; Conselho Coordenador do Ensino Particular e Cooperativo. 129 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Eduardo Bação Equipa de trabalho: Eduardo Bação, Carlos Roque Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — António Laranjeira DRL — Rosário Silva DRA — Domingos Bento DRAlg — João Marques Colaboradores externos: programadores de aplicações, empresas de desenvolvimento aplicacional. Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 268 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,51% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 65.178 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,47% CRONOGRAMA Meses Acções Migração dos dados para o novo servidor de BD. Implementação do novo servidor da Intranet. Coordenação dos dados dos projectos que façam parte do Dossier de Escola. Desenvolvimento do CRE e do Dossier de Escola. Manutenção das Tabelas da BD do SISAI estabelecimentos de ensino. Ligação do Dossier de Escola com o sistema GESTIGE Auditoria de Sistemas de Informação e de Formação 130 Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z Responsável Eduardo Bação Eduardo Bação Eduardo Bação Eduardo Bação Carlos Roque Eduardo Bação e Carlos Afonso z z z Eduardo Bação Plano de Actividades 2004 INSTRUMENTOS DE TRABALHO Roteiros da actividade inspectiva; Documentos e revistas da especialidade; Propostas de empresas de especialidade; Processos de aquisição de bens e serviços; Formação em Tecnologias de Informação e Comunicação. 131 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 132 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E V I I I . 3 SISTEMA DE INFORMAÇÃO E APOIO À GESTÃO INTERNA OBJECTIVOS Dotar a IGE de um Sistema de Informação — GestIGE — que integre as várias actividades administrativas da IGE centradas no Planeamento, Controlo e Execução do Plano de Actividades e na Gestão dos Recursos Humanos, que suporte as actividades de carácter processual, expediente e arquivo, e que assegure uma gestão mais eficiente dos recursos; Analisar e desenvolver aplicações à medida, que permitam a introdução de dados e a sua exportação e que possibilitem o seu tratamento e consulta pelos utilizadores; Dotar a IGE de meios informáticos e dos recursos de rede necessários, garantindo a circulação, a segurança, a confidencialidade e a integridade da informação; Adequar as infra-estruturas tecnológicas às necessidades dos serviços, numa perspectiva de modernização da administração pública. PRODUTOS E RESULTADOS ESPERADOS Aplicação informática para gerir o Sistema GestIGE que integrará as componentes de Gestão de Expediente/Documentação, Gestão de Processos e Gestão da Actividade Inspectiva. Início deste sistema. Desenvolvimento dos módulos de digitalização dos documentos internos e planeamento da afectação de recursos. Integração do Regulamento Arquivístico da IGE. Aplicações informáticas à medida, para os projectos da actividade inspectiva. Implementação de um parque informático que melhor se adeqúe às necessidades da IGE e que potencie a utilização das TIC. METODOLOGIA Teste às funcionalidades do sistema GestIGE; Formação de utilizadores; Definição de procedimentos comuns a adoptar em toda a IGE. Análise de roteiros/documentos de suporte aos diversos projectos, que permitam o desenvolvimento aplicacional caso a caso; Concepção e arquitectura de bases de dados; Contratação de serviços externos para desenvolvimento aplicacional e para tratamento de dados. Substituição gradual de microcomputadores, portáteis e periféricos; Gestão dos equipamentos; Apoio aos utilizadores; Actualização do software; Celebração de contratos de manutenção dos servidores, da rede e do site; Administração da rede e do sistema informático. 133 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo (GIASE), Secretaria-Geral do ME (SG), Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação (DGRHE), Portugal Telecom — PT, Empresas da especialidade, Software houses, Empresas com Acordo na Central de Compras do Estado. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenadores: Maria Margarida Simões e Carlos Afonso Equipa de coordenação do GestIGE — Carlos Afonso, Maria Júlia Neves, João Marques, Domingos Bento, Rosário Silva, António Laranjeira e Henrique de Magalhães Equipas de trabalho dos Serviços Centrais Gabinete de Informática: M. Margarida Simões e Carlos Afonso Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — António Laranjeira DRL — Rosário Silva DRA — Domingos Bento DRAlg — João Marques Colaboradores externos a contratar: HOLOS, Soluções Avançadas em Tecnologias de Informação, Lda. Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 150 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,28% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 36.480 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,26% 134 Plano de Actividades 2004 CRONOGRAMA Meses Acções Entrada em produção do GestIGE Desenvolvimento dos novos módulos do GestIGE Elaboração de aplicações de suporte dos projectos Processos de aquisição de equipamentos Estudos de mercado Instalação e configuração dos equipamentos Manutenção dos equipamentos Apoio ao utilizador Actualização do software Procedimentos de Operação do Sistema Informático Gestão e administração da rede e servidores Jan. Fev. z z Mar. z Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Carlos Afonso z z Abr. z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z Margarida Simões e Carlos Afonso Margarida Simões Margarida Simões Margarida Simões Margarida Simões Margarida Simões Margarida Simões Margarida Simões Margarida Simões e Carlos Afonso Margarida Simões e Carlos Afonso INSTRUMENTOS DE TRABALHO Documentos de análise Ferramentas de desenvolvimento aplicacional Propostas de empresas da especialidade Publicações técnicas 135 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 136 Plano de Actividades 2004 PROGRAMA IX 137 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 138 Plano de Actividades 2004 PUBLICAÇÕES, DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO SERVIÇOS RESPONSÁVEIS Gabinete de Planeamento, Documentação e Formação (GPDF)* OBJECTIVOS A informação constitui hoje um recurso essencial das organizações. Da sua organização, descrição e divulgação depende, em muito, o sucesso dos programas e das actividades desenvolvidos. A informação assegura a actualização dos conhecimentos, melhora as qualificações profissionais, apoia a tomada de decisão, potencia a eficácia e a eficiência organizacionais, contribui para o reforço do sentido de pertença, mantém a comunicação entre os membros da organização e assegura a prestação pública do desempenho e dos resultados. Este programa aglutina várias das componentes relacionadas com a informação na IGE, ou seja: as publicações, o Centro de Documentação, o site e os arquivos. As actividades que integram este programa assumem no seu conjunto os seguintes objectivos gerais: • Editar as publicações da IGE (instrumentos de gestão, publicações periódicas, roteiros e relatórios); • Assegurar a gestão do Centro de Documentação e Informação; • Assegurar a gestão de conteúdos do site da IGE; • Contribuir para a implementação de um sistema de arquivos da IGE. Constitui igualmente pano de fundo deste programa a utilização, cada vez com maior prevalência, das TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), através de CD-ROM, do correio electrónico e do site, em detrimento da utilização do suporte tradicional (papel). ACTIVIDADES Publicações Instrumentos de Gestão Publicações Periódicas IGE Informação — Boletim Informativo IGE Documentação — Boletim de difusão selectiva de informação IGE Difusão — Recolha e difusão diária de artigos e notícias da imprensa Revista da IGE Relatórios e Roteiros IX.1 Centro de Documentação e Informação IX.2 SITE-IGE — Página da IGE na Internet IX.3 RESULTADOS ESPERADOS Fornecimento, em tempo útil, de modo normalizado e com a máxima correcção formal, das publicações da IGE, da documentação e da informação pertinente quer aos inspectores quer aos agentes, utentes e beneficiários do Sistema Educativo, com os quais a IGE se relaciona. * GPDF e Gabinete de Informática (GI) no que diz respeito à actividade IX.3 Site-IGE — Página da IGE na Internet. 139 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 575 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 1,09% Financeiros Valor absoluto (total) — 139.840 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 1,01% 140 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 141 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 142 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I X . 1 PUBLICAÇÕES A) INSTRUMENTOS DE GESTÃO B) PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS C) RELATÓRIOS E ROTEIROS OBJECTIVOS A) Instrumentos de Gestão Apresentar o planeamento dos programas e das actividades da IGE (Plano) e apresentar a avaliação e o balanço da realização dos programas e das actividades planeados (Relatório); Acompanhar a concepção da estrutura, a recolha dos dados e o processo de edição; Assegurar a edição do Balanço Social, cuja elaboração é da responsabilidade do Gabinete de Apoio Geral (GAG). B) Publicações Periódicas IGE Informação — Boletim Informativo Constituir um espaço de informação sobre as actividades da IGE e sobre os projectos nacionais e internacionais em que a IGE participa, divulgando legislação, as publicações da IGE, bibliografia nacional e estrangeira atinente à função inspectiva e projectos e actividades de outras inspecções congéneres e dos fóruns internacionais nos quais a IGE participa. Periodicidade — Bimestral Suporte — Papel, enviado aos elementos que integram a mailing-list já constituída, e electrónico (PDF), disponibilizado no site. IGE Documentação — Boletim de difusão selectiva de informação Informar e manter actualizados os inspectores sobre a legislação e outros normativos com relevância para a função inspectiva, bem como sobre a bibliografia adquirida pelo Centro de Documentação e Informação. Periodicidade — Mensal Suporte — Papel e electrónico (em base de dados, disponível na rede interna, para já disponibilizando apenas as referências, prevendo-se ainda, no futuro, disponibilizar também os próprios documentos em formato PDF. IGE Difusão — Recolha e difusão diária de artigos e notícias da imprensa Recolher, compilar e difundir os artigos e as notícias da imprensa na área da educação. Periodicidade — Diária Suporte — Papel e electrónico; este último disponibilizado na rede interna em pasta contendo os PDF das notícias e artigos seleccionados. C) Relatórios e Roteiros Editar os roteiros de suporte às diversas actividades inspectivas e os relatórios decorrentes dessas mesmas actividades. Periodicidade — Variável. Decorrente do calendário de execução das várias actividades. Procurar-se-á estabelecer uma planificação que permita a sua distribuição equitativa ao longo do ano, seguindo o princípio de que a divulgação dos dados decorrentes de cada acção ou actividade alvo de relatório seja efectuada no máximo até 5 meses depois de finalizada a intervenção, sendo de 3 meses o tempo para a elaboração do relatório e de 2 meses o tempo para a edição, e de que os roteiros de apoio às actividades inspectivas deverão estar disponíveis para distribuição com uma antecedência mínima de 15 dias em relação ao início da acção. 143 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Publicação, em tempo útil e com a máxima qualidade formal, dos instrumentos de gestão da IGE (Plano, Relatório de Actividades e Balanço Social), das Publicações Periódicas da Inspecção-Geral da Educação, IGE Informação, IGE Documentação e IGE Difusão), dos roteiros e relatórios, bem como de brochuras, estacionário, sinalética e outros produtos decorrentes das actividades da IGE e que caibam nas funções do GPDF. METODOLOGIA a) Instrumentos de Gestão (Plano e Relatório de Actividades da IGE) Acompanhar a concepção da estrutura do Plano e do Relatório de Actividades, bem como das fichas de recolha de dados; Elaboração e disponibilização das fichas de recolha de dados; Organização e uniformização da informação necessária à sua elaboração; Elaboração das versões provisórias; Apreciação das versões provisórias pelos responsáveis dos diferentes programas e actividades; Provas e contraprovas (versões provisórias); Elaboração das versões definitivas; Design gráfico e paginação; Provas e contraprovas (versões definitivas); Prova de autor e contraprova; Impressão; Divulgação. b) Publicações Periódicas IGE — Informação Análise e síntese da informação a inserir; Copidesque; Paginação; Prova e contraprova; Acompanhamento da impressão; Divulgação. IGE — Documentação Avaliação e selecção da produção normativa (legislação, circulares, ofícios-circulares, ordens de serviço, etc.); Selecção das monografias e publicações periódicas entradas no Centro de Documentação da IGE; Edição; Divulgação. IGE Difusão Avaliação e selecção das notícias e artigos; Impressão; Divulgação. 144 Plano de Actividades 2004 c) Roteiros e Relatórios Constituição do processo de edição; Copidesque; Provas e contraprovas (versões de trabalho); Paginação; Provas e contraprovas (versões finais); Prova de autor e contraprova; Acompanhamento/adjudicação do processo de impressão; Divulgação. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Ateliers gráficos e designers, tipografias, Biblioteca Nacional (BN) e Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL). RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenação geral: Paulo Barata Coordenação por acções: Instrumentos de gestão — Paula Barata e Fátima Vasconcelos IGE Informação — Edite Prada IGE Documentação — Beja Madeira IGE Difusão — Beja Madeira Relatórios e Roteiros — Paulo Barata Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — Gabriela Barbosa DRL — Rosário Silva DRA — Domingos de Bento DRAlg — João Marques Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 342 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,65% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 83.175 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,60% 145 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO CRONOGRAMA a) Instrumentos de gestão — Plano (PA) e Relatório de Actividades da IGE (RA) Meses Jan. Acções Concepção da estrutura Recolha e organização dos dados Redacção final e uniformização Design gráfico e/ou paginação Provas e contraprovas Acompanhamento da impressão Divulgação Fev. Mar. Abr. RA 2003 Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Direcção da IGE Secretariado da IGE RA 2003 RA 2003 PA 2004 PA 2004 PA 2004 PA 2004 Edite Prada e Paulo Barata Fátima Vasconcelos, Gabriela Cunha e empresas externas Fátima Vasconcelos Paula Barata Paula Barata INSTRUMENTOS DE TRABALHO Aplicações informáticas de tratamento gráfico (Adobe Pagemaker, CorelDraw, Adobe Photoshop, Adobe Acrobat, Adobe Illustrator, Adobe Indesign e Microsoft Publisher), tipos de letra, obras de referência (dicionários gerais e especializados) e outra bibliografia. 146 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I X . 2 CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO (CDI) OBJECTIVOS Continuar a reorganização do acervo do CDI em livre acesso, decorrente da alteração do sistema de cotação das obras; Concretizar a adesão do CDI da IGE à PORBASE — Base Nacional de Dados Bibliográficos gerida pela Biblioteca Nacional; Assegurar a continuidade da participação da IGE em todas as actividades do SIBE — Sistema Integrado de Bibliotecas da Educação; Assegurar o tratamento documental, essencialmente a catalogação, das obras adquiridas por compra, oferta ou permuta; Assegurar o tratamento documental retrospectivo, essencialmente a catalogação, das obras existentes no CDI ainda sem descrição bibliográfica; Continuar a revisão e a validação sistemática da catalogação, da classificação e do rigor formal dos registos das obras existentes em livre acesso, constantes das bases de dados bibliográficas; Disponibilizar documentação e informação pertinentes e actualizadas, para apoio aos utilizadores internos (inspectores, professores requisitados em funções inspectivas e outros técnicos superiores) e externos (investigadores e estudantes); Iniciar a elaboração de um plano de aquisições de obras — monografias e publicações periódicas — em suporte papel e electrónico nas áreas de actuação da IGE, de acordo com a política de aquisições definida no âmbito do SIBE; Continuar a reorganização do depósito do CDI. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Finalização da organização da obras em livre acesso; continuação do processo de normalização da descrição bibliográfica das bases de dados do CDI integração plena do CDI da IGE em iniciativas da natureza cooperativa (PORBASE e SIBE) que lhe permitam aproveitar oportunidades de desenvolvimento e potenciar os serviços. METODOLOGIA Cotação das obras em livre acesso, de acordo com o plano de classificação já definido; Catalogação, classificação e indexação das monografias, das publicações periódicas e dos restantes documentos adquiridos pelo CDI; Classificação das monografias, das publicações periódicas e dos restantes documentos já existentes no CDI; Análise dos registos bibliográficos constantes da base de dados do CDI, procedendo à sua correcção, no que diz respeito à qualidade da catalogação, da classificação e da indexação; Pesquisa em sites de inspecções congéneres no estrangeiro, em bases de dados em linha e nas bibliotecas e centros de documentação do ME, de universidades, etc., acerca da bibliografia necessária à elaboração de um plano de aquisições. 147 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Centros de Documentação dos Serviços Centrais e Regionais do Ministério da Educação e de outras Inspecções-Gerais, Biblioteca Nacional (BN), Centros de Documentação das Unidades Orgânicas do Ensino Superior na área das Ciências da Educação e Bibliosoft — Informação, Formação e Serviços, Ld.ª. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenadora: Edite Prada Equipa de trabalho dos Serviços Centrais: Marília Lameiras e Elisabete Sousa Interlocutores regionais: DRN —Henrique de Magalhães DRC — Odete Afonso DRL — Rosário Silva DRA — Domingos Bento DRAlg — João Marques Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 195 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,37% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 47.424 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,34% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Cotação das obras em livre acesso Catalogação, classificação e indexação das aquisições Catalogação, classificação e indexação retrospectiva Revisão e validação dos registos bibliográficos Elaboração de um plano de aquisições Reorganização do depósito 148 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z Edite Prada z z z z z z z z z z z z Edite Prada Edite Prada Paulo Barata z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z z Paula Barata e Edite Prada Edite Prada Plano de Actividades 2004 INSTRUMENTOS DE TRABALHO Bibliobase — Módulo de catalogação e pesquisa, Regras Portuguesas de Catalogação, ISBD(M) — International Standard Bibliographic Description (Monographs), CDU — Classificação Decimal Universal, Manual UNIMARC, TEE — Thesaurus Europeu da Educação e outras normas nacionais e internacionais aplicáveis. 149 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 150 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E I X . 3 SITE-IGE — PÁGINA DA IGE NA INTERNET OBJECTIVOS Com vista a consolidar o site, enquanto instrumento de interacção e de relacionamento institucional entre a Inspecção e os demais utentes, agentes e beneficiários do Sistema Educativo, acrescentando-lhe novas funcionalidades e melhorando o desempenho das já existentes, pretende-se efectuar desenvolvimentos aplicacionais que permitam: 1. Uma navegação mais rápida com menores tempos de acesso entre as várias páginas e subpáginas do site; 2. Criar um sistema de pesquisa automática através da implementação de um motor de busca que permita, a partir da homepage, pesquisar um qualquer termo em todo o site; 3. Implementar uma versão do site em língua inglesa; 4. Efectuar desenvolvimentos de modo a adaptar o site a cidadãos com necessidades especiais; 5. Criar a ligação à rede interna e a sistemas em ambiente web. Esta actividade é constituída por duas vertentes: Actualização de conteúdos; Desenvolvimentos aplicacionais. A actualização dos conteúdos é assegurada pelo Gabinete de Planeamento, Documentação e Formação (GPDF) e os desenvolvimentos aplicacionais pelo Gabinete de Informática (GI). METODOLOGIA Elaboração de um caderno de encargos que contemple as funcionalidades propostas, para adjudicação externa; Consulta externa, no sentido de proceder à adaptação do site, a fim de criar um novo sítio em «modo de texto» que cumpra as recomendações do W3C — Web Content Acessibility Guidelines, de modo a tornar o conteúdo do site acessível a pessoas com algum tipo de incapacidade. Ligação, por razões de segurança, da rede interna a outros sistemas em ambiente web, eventualmente efectuada através de um apontador localizado no site actual que direccione o utilizador para uma zona independente. A actual Área Reservada manterá os respectivos conteúdos, sendo alterada a sua designação para Informação Restrita. Designação, por cada serviço da IGE, de um interlocutor para o site que se articule com o GPDF e que periodicamente lhe envie a informação considerada pertinente, a fim de criar uma maior dinâmica na actualização do site e assegurar o crescimento sustentado dos respectivos conteúdos. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS GIASE, empresas de software e de telecomunicações. 151 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenação da componente tecnológica — Margarida Simões Actualização de conteúdos — Paulo Barata e Gabriela Cunha Interlocutores dos diversos serviços da IGE. Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — Fernando Rêgo DRL — Rosário Silva DRA — Celina Almeirim DRAlg — João Marques Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 38 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,07% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 9.242 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0.07% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Adjudicação dos desenvolvimentos Acompanhamento dos desenvolvimentos Actualização dos conteúdos Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. M. Margarida Simões M. Margarida Simões z z z z z z z z z Responsável z z z z z z z z Gabriela Cunha INSTRUMENTOS DE TRABALHO Guias de boas práticas na Web, sites considerados de referência e revistas da especialidade. 152 Plano de Actividades 2004 PROGRAMA X 153 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 154 Plano de Actividades 2004 ADMINISTRAÇÃO GERAL SERVIÇOS RESPONSÁVEIS5 Gabinete de Apoio Geral (GAG) e restantes serviços da IGE. Articulação com o Gabinete de Gestão Financeira, Secretaria Geral, Direcção Geral do Orçamento, Instituto de Informática e Direcção Geral da Administração Pública. OBJECTIVOS A integração, em 2000, da IGE na RAFE (Reforma da Administração Financeira do Estado, a aplicação das suas duas vertentes (SIC — Sistema de Informação Contabilística — e RH — Recursos Humanos) e o desenvolvimento do processo de aplicação do POCP (Plano Oficial de Contabilidade Pública) exigem que, para além da manutenção de um bom funcionamento dos serviços, se mantenha um esforço contínuo de qualificação e modernização, quer dos procedimentos e instrumentos utilizados, quer, simultaneamente, das infra-estruturas de suporte. Deste progresso deverá resultar a produção regular de indicadores de gestão que permitam analisar, entre outras vertentes, o desempenho da IGE, a relação custo/benefício dos vários tipos de intervenção, os tempos e os valores das várias actividades. Constituem, assim, objectivos deste programa: • Assegurar o normal funcionamento da Inspecção-Geral da Educação ao nível dos serviços de apoio, dotando a instituição dos recursos necessários à execução das acções previstas no seu Plano de Actividades; • Promover a utilização generalizada dos sistemas, visando incentivar a modernização técnica e administrativa das diferentes actividades. ACTIVIDADES Contabilidade X.1 Património e Economato X.2 Pessoal X.3 Expediente X.4 Arquivo X.5 RECURSOS A AFECTAR Humanos Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 346 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,66% Financeiros Valor absoluto (total) — 84.147 € Valor relativo face à totalidade dos programas da IGE — 0,61% 5 O GPDF assegura a execução das actividades X.4, Expediente e X.5, Arquivo. 155 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 156 Plano de Actividades 2004 ACTIVIDADES 157 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 158 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E X . 1 CONTABILIDADE OBJECTIVOS Assegurar uma boa gestão orçamental, executando as tarefas inerentes à contabilização e aos pagamentos dos encargos da IGE; Efectuar as tarefas inerentes às obrigações legais e fiscais; Elaborar os projectos de orçamento para os anos económicos de 2004 e 2005; Organizar a conta de gerência; Proporcionar informação de natureza financeira para apoio à tomada de decisões; Assegurar a plena exploração e sistemática actualização de Informação Contabilística (SIC) da RAFE. Preparar a introdução do Plano Oficial de Contabilidade Publica (POCP) decorrente da portaria Portaria 794/2000, de 20 de Setembro, que aprova o POCP para o sector da Educação. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Conta de Gerência de 2003; Propostas de Orçamento para 2004 e 2005 METODOLOGIA Tratamento das verbas recebidas do orçamento do Estado, PRODEP (Programa de Desenvolvimento Educativo para Portugal) e POSI (Programa Operacional Sociedade de Informação); Adaptação dos suportes informáticos da RAFE (Reforma Administrativa e Financeira do Estado), tendo em consideração o já referido POCP. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Direcção-Geral do Orçamento e Instituto de Informática. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Teresa António Equipa de Trabalho: Fernanda Figueiredo, Luís Pedroso, Ana Maria Silva, Gilberto Dias, Fátima Pina Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — Fernanda Costa DRL — Gabriela Campos DRA — Celina Almeirim DRAlg — Manuela Almeida 159 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 73 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,14% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 17.754 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,13% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Registo de operações correntes através do SIC Elaboração do projecto de orçamento Elaboração da conta de gerência z Fev. z Mar. z z Abr. z Mai. z Jun. z Jul. z z z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Orçamento de Estado; Sistema de Informação para a Gestão Orçamental. 160 Ago. Set. z Out. z Nov. z Dez. Responsável z Chefe de Repartição Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E X . 2 PATRIMÓNIO E ECONOMATO OBJECTIVOS Controlar a qualidade dos serviços prestados pelas empresas de limpeza, vigilância, e manutenção dos arranjos florais, tendo em conta a verificação do cumprimento dos contratos; Zelar pelo estado de conservação dos bens, equipamentos e edifícios afectos à IGE (Serviços Centrais e Delegações); Inventariar e controlar os bens móveis e veículos afectos à IGE, permitindo assim conhecer a estrutura do património; Proceder ao abate dos bens por razões de incapacidade decorrente do seu uso ou por terem deixado de ser necessários ao serviço; Promover a aquisição de bens necessários ao desenvolvimento das actividades da IGE e assegurar o controlo da sua utilização procedendo à afectação das despesas dela decorrente aos diferentes serviços e utilizadores; Assegurar e verificar o cumprimento dos contratos de manutenção de equipamentos, de assistência técnica e de aluguer de equipamentos. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Melhoria das condições de trabalho do pessoal da IGE; Manutenção do regular funcionamento dos serviços; Cadastro e Inventário dos Bens do Estado no período de Dezembro de 2003 a Dezembro de 2004. METODOLOGIA Diagnóstico das necessidades em equipamento, mobiliário e bens não duradouros; Prospecção do mercado, realização de consultas e análise das propostas dos fornecedores, visando a aquisição nas condições mais favoráveis; Utilização da plataforma de marketplace disponibilizada pelo iwaytrade.com no âmbito do projecto piloto das compras electrónicas, no que se refere a material de escritório; Utilização de um sistema informático de controlo e gestão de stocks; Inventariação periódica dos bens afectos à IGE através do CIBE. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Empresa GEDI — Apoio informático ao CIBE. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Pedro Henriques Colaboração periódica: Angelina Araújo e Olga Pereira 161 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — Fernanda Costa DRL — Gabriela Campos DRA — Celina Almeirim DRAlg — Olinda Farinha Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 96 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,18% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 23.347 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,17% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Inventário Fev. Mar. Abr. Mai. z Prospecção do mercado Aquisição de bens z z z z z z z z INSTRUMENTOS DE TRABALHO Aplicação CIBE. 162 Jun. z z Jul. Ago. z z z z Set. z z Out. z z Nov. z z Dez. Responsável Pedro Henriques z Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E X . 3 PESSOAL OBJECTIVOS Assegurar a gestão e a administração do pessoal dirigente e inspectivo do quadro de pessoal próprio da IGE; Assegurar o processamento de vencimentos e outros abonos do pessoal do quadro da IGE, bem como do pessoal avençado, do pessoal do Programa Ocupacional e dos funcionários do quadro único do ME afectos à IGE; Proceder à abertura de concursos de ingresso e de acesso às categorias de inspector principal, inspector superior e inspector superior principal; Promover a elaboração e posterior integração no quadro privativo da IGE — a criar na sequência da extinção do quadro único do pessoal do Ministério da Educação — do pessoal técnico superior, técnico profissional, administrativo e auxiliar que lhe ficará adstrito; Proceder à elaboração do balanço social, bem como das listas de antiguidade do pessoal da IGE; Assegurar a plena exploração e sistemática actualização do Sistema de Recursos Humanos (SRH); Introdução de dados no SRH, para pagamento de ajudas de custo; Elaborar a estatística de pessoal; Assegurar o apoio técnico e logístico necessário à realização de concursos de pessoal e de dirigentes; Proceder à introdução dos dados necessários à organização e actualização da Base de Dados dos Recursos Humanos da Administração Pública (BDAP) PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Garantia do bom e regular funcionamento dos Serviços; Emissão de pareceres para resolução de problemas e reclamações. METODOLOGIA Actualização permanente dos processos individuais de pessoal em suporte papel e informático (SRH); Desenvolvimento da tramitação administrativa necessária à integração do pessoal oriundo do quadro único do Ministério da Educação, a extinguir; Desenvolvimento da tramitação administrativa necessária à realização de concursos; Processamento de salários do pessoal da IGE. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Secretaria-Geral do Ministério da Educação, Direcção-Geral de Protecção Social aos Funcionários e Agentes da Administração Pública, Direcção-Geral da Administração Pública, Caixa Geral de Aposentações, Instituto de Informática, Cofre de Previdência dos Funcionários e Agentes do Estado. 163 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenador: Fernanda Lopes Equipa de Trabalho: Gil Morais, Margarida Serrão, Águeda Polónio, Inocência Pésinho, Augusta Ventura. Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — Fernanda Costa DRL — Gabriela Campos DRA — Celina Almeirim DRAlg — Manuela Almeida Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 124 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,24% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 30.157 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,22% 164 Plano de Actividades 2004 CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Gestão de pessoal Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável z z z z z z z z z z z z Fernanda Lopes z z z z z z z z z z z z Gil Morais z z z z z z z z z z z z Gil Morais z z z z z z z z z z z z z z z Fernanda Lopes z z z Fernanda Lopes Balanço Social z Luísa Araújo Lista de antiguidade z Margarida Serrão Fernanda Lopes Exploração e actualização do SRH Introdução de dados no SRH para proc. de Ajudas de custo Elaboração da estatística de pessoal Introdução de dados BDAP Conc. De acesso a Inspector Sup. Principal Conc de acesso a Inspector Superior z Concurso de acesso para Insp. Principal Concurso de ingresso Data a definir Fernanda Lopes Data a definir Classificação de serviço z z z z z Projecto de quadro privativo z z z z z z z Fernanda Lopes Luísa Araújo Fernanda Lopes z z z z z Margarida Serrão Fernanda Lopes Luísa Araújo INSTRUMENTOS DE TRABALHO Sistema de Recursos Humanos 165 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 166 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E X . 4 EXPEDIENTE OBJECTIVOS Assegurar a recepção, a classificação e o encaminhamento da correspondência recebida pela IGE; Assegurar o registo informático da correspondência recebida e expedida pela IGE; Assegurar a expedição da correspondência produzida pela IGE, através de fax, por via postal e enviada em mão (protocolo); Assegurar, em articulação com o Sector de Arquivo, a permanente actualização do Plano de Classificação de Documentos da IGE; Propor, em articulação com o Sector de Arquivo, medidas de racionalização de circuitos e procedimentos documentais. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Recepção, registo, classificação, encaminhamento e expedição da correspondência da IGE. METODOLOGIA Aplicação do Plano de Classificação de Documentos; Aplicação das regras inerentes ao programa de gestão de expediente. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Serviços Centrais do ME, Tribunais, CTT, empresas transportadoras, entre outros. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenação — Maria de Jesus Henriques Equipa de trabalho — Maria Fernanda Sousa; Maria Júlia Silvestre e Maria Fernanda Frias. Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — Fernanda Costa DRL — Gabriela Campos DRA — Celina Almeirim DRAlg — Manuela Almeida Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 15 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0,03% 167 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 3.648 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,03% CRONOGRAMA Actividade realizada em contínuo ao longo do ano. INSTRUMENTOS DE TRABALHO Plano de classificação de arquivo, programa de gestão de expediente (Teemtalk e futuramente GestIGE). 168 Plano de Actividades 2004 A C T I V I D A D E X . 5 SISTEMA DE ARQUIVOS DA IGE OBJECTIVOS Assegurar o acompanhamento do processo conducente à aprovação da portaria de avaliação e selecção da documentação da IGE; Assegurar, no âmbito da gestão integrada de arquivos do ME, a participação da IGE no respectivo grupo de trabalho e nas actividades dele decorrentes. PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS Publicação da portaria de avaliação e selecção. METODOLOGIA Organizar as folhas de recolha de dados enviadas aos diferentes serviços da IGE; Proceder à análise e à uniformização da informação constante nas folhas de recolha de dados enviadas aos diferentes serviços; Elaboração do regulamento arquivístico; Revisão do preâmbulo; Envio do projecto de portaria ao Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (IAN/TT); Organização do arquivo definitivo do GPDF; Revisão do plano de classificação de arquivo da IGE, à luz do projecto de portaria; Acompanhamento do processo conducente à aprovação da portaria. COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo, Secretaria-Geral do ME. RECURSOS HUMANOS Intervenientes Coordenação — Paulo Barata Equipa de trabalho — Maria de Jesus Henriques; interlocutores dos diversos serviços da IGE Interlocutores regionais: DRN — Henrique de Magalhães DRC — Fernanda Costa DRL — Gabriela Campos DRA — Carlos Oliveira DRAlg — Manuela Almeida 169 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Volume Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 38 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 0.07% RECURSOS FINANCEIROS Despesas com pessoal (valor absoluto) — 9.242 € Despesas com pessoal (valor relativo) — 0,07% CRONOGRAMA Meses Jan. Acções Organização do arquivo do GPDF Revisão do plano de classificação de arquivo da IGE Acompanhamento do processo conducente à aprovação da portaria Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. z z z z z z z z z z z z Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Responsável Maria de Jesus Henriques Maria de Jesus Henriques z z z z z z z z z z z z Paulo Barata e Maria de Jesus Henriques INSTRUMENTOS DE TRABALHO Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo — Manual para gestão de documentos; Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro — Dicionário de Terminologia Arquivística. 170 Plano de Actividades 2004 ANEXOS 171 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 172 Plano de Actividades 2004 A N E X O I ORÇAMENTO PARA 2004 O orçamento da Inspecção Geral da Educação (IGE) para o ano 2004 tem por objectivo dotar a instituição dos meios financeiros, humanos e materiais indispensáveis à concretização das suas missões fundamentais, tendo em conta as grandes linhas de acção do Ministério da Educação, a sua relevância política e as prioridades definidas. Foi elaborado de acordo com as orientações superiormente definidas sobre o assunto e com o Decreto-Lei n.º 26/2002, de 14 de Fevereiro, no que diz respeito à classificação económica das despesas públicas. Na elaboração do projecto de orçamento para 2004, tomaram-se como base os valores efectivamente gastos em 2002, o orçamento corrigido de 2003 e a proposta de Plano de Actividades para 2004. RUBRICAS 2004 ORÇAMENTO DE FUNCIONAMENTO RECEITAS GERAIS 14.900.000 Despesas com pessoal 13.494.428 Remunerações certas e permanentes Outras despesas com pessoal Aquisição de bens e serviços Aquisição de bens Aquisição de serviços Transferências correntes 12.700.000 794.428 1.400.572 114.875 1.285.697 5.000 DESPESAS COM COMPENSAÇÃO EM RECEITA 57.200 Abonos variáveis ou eventuais 20.020 Aquisição de serviços 37.180 INVESTIMENTOS DO PLANO Material de informática Maquinaria e equipamento 100.000 0 Da dotação global de 14.900.000 € atribuídos à IGE no âmbito do seu ORÇAMENTO DE RECEITAS GERAIS, 91% destinam-se a despesas de pessoal e os restantes 9% a despesas de funcionamento (aquisição de bens e serviços e transferências correntes). O orçamento encontra-se dividido em duas actividades: A — Administração Têm especial impacto nesta actividade as despesas com remunerações certas e permanentes, que apresentam, relativamente a 2003, uma redução de 7%, em resultado do número de aposentações verificado nesse ano. Estas despesas consideraram, na rubrica Pessoal dos quadros — Regime de função pública, os encargos com 21 dirigentes e 251 inspectores e, na rubrica Pessoal em qualquer outra situação, os encargos com 14 docentes requisitados. Merecem também referência as despesas com «ajudas de custo», que representam 75% das outras despesas com pessoal, e as despesas com «deslocações e estadas», que representam 46% das despesas com aquisição de serviços. 173 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO B — Formação e Documentação A prossecução dos objectivos da IGE implica um esforço contínuo de qualificação técnica dos seus recursos humanos, que lhes permita acompanhar os progressos do ensino e as alterações de legislação e processos que com ele se relacionam ou que interferem com a gestão dos respectivos estabelecimentos. Assim, estão inscritas nesta actividade verbas destinadas a cobrir: • os custos de formação que satisfaça as necessidades consideradas prioritárias, as quais se prendem com o desenvolvimento de competências específicas, designadamente nas áreas de inspecção administrativo-financeira, disciplinar e informática; • os encargos com a publicação e a divulgação de materiais de suporte à acção inspectiva e de apoio à decisão, podendo envolver o recurso a peritos externos para trabalhos especializados. As verbas inscritas em INVESTIMENTOS DO PLANO decorrem, no que diz respeito a Material informático, do Projecto «Modernização da Infraestrutura de Informação e Comunicação da IGE», que esta Inspecção-Geral tem vindo a desenvolver desde 2001, no quadro do Programa Operacional da Sociedade de Informação (POSI) e também, embora com valores menos significativos, do PIDDAC. O projecto tem como objectivos a optimização de recursos e a racionalização de processos e visa associar os ganhos de eficiência interna com a flexibilização no acesso aos serviços da IGE por parte de todos os intervenientes no processo educativo. Em termos financeiros, as verbas aprovadas, de 746.321 € destinam-se à aquisição, ao longo de 3 anos, de serviços de estudo, consultadoria e desenvolvimento aplicacional, e de equipamentos de rede e telecomunicações. O financiamento comunitário representa 75% do custo total. 174 Plano de Actividades 2004 A N E X O I I LISTA DE PESSOAL 1 DIRECÇÃO Maria Conceição Castro Ramos, Inspectora-Geral Maria do Carmo Clímaco, Subinspectora-Geral José Manuel Luz Afonso, Subinspector-Geral Valdemar Castro Almeida, Delegado Regional do Norte Jorge Simões Dias, Delegado Regional do Centro Helena Manuela Almada Guerra, Delegada Regional de Lisboa António Maria Louro Alves, Delegado Regional do Alentejo Joaquim Gago Pacheco, Delegado Regional do Algarve 2 SERVIÇOS CENTRAIS Secretariado da Inspectora-Geral Maria Luísa Marrana, Assistente Administrativa Especialista Maria Carmo Santos Rodrigues, Assistente Administrativa Especialista Secretariado da Subinspectora-Geral Fernanda Oliveira Nunes (Programa Ocupacional – Centro de Emprego) Secretariado do Subinspector-Geral Maria Fernanda Ferreira Costa, Assistente Administrativa Especialista Assessoria para as Relações Exteriores e Internacionais (REI) Inspectores Carlos Assunção Silva, Inspector Superior Principal José Augusto Pereira Neto, Inspector Superior Principal Helena Maria Silva Coelho, Inspectora Superior Principal Helder Lopo Guerreiro, Inspector Pessoal Administrativo Ana Leonor Oliveira, Assistente Administrativa Especialista Assessoria para o Sistema de Informação de Suporte à Actividade Inspectiva (SISAI) Inspector Eduardo Jorge Farinha Bação, Inspector Superior Professores Requisitados Carlos Filipe Noivo Roque 175 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 2.1 NITP – Núcleo de Inspecção Técnico-Pedagógica Directora de Serviços: Maria Júlia Brites Evaristo Ferreira Neves Inspectores Amparo Carrellan Esteves Costa, Inspectora Superior Principal Carlos Marques Taleço, Inspector Superior Principal Fernando Manuel Ribeiro Gaiolas, Inspector Superior Principal Maria do Carmo Caeiro, Inspectora Superior Principal Maria Graziela Costa Poeira, Inspectora Superior Principal Margarida Caroça Tomé, Inspectora Superior Natalina Tavares de Moura, Inspectora Superior Maria Luísa Ferreira, Inspectora Principal José Carlos Martins Alves, Inspector Maria Leonor Venâncio Duarte, Inspectora Rosa de Oliveira Melo da Silva, Inspectora Professores Requisitados: Adriano Dores Portugal Alzira Caetano Freitas Lopes João Manuel Reis Figueiredo Rui Pereira Gonçalves Pessoal Administrativo: Tobias José Melo Chaves, Assistente Administrativo Especialista Alzira Elisa Pereira Simões, Assistente Administrativa Especialista Maria Lurdes Moreira Reis, Assistente Administrativa Principal Maria Victória Amado, Assistente Administrativa Especialista Maria Fernanda Rojão Almeida, Assistente Administrativa Principal Maria Cecília Melo Gouveia, (Programa Ocupacional – Centro de Emprego) Maria Idalina Martins, (Programa Ocupacional – Centro de Emprego) 2.2 NIAF – Núcleo de Inspecção Administrativo-Financeira Director de Serviços: Rui Manuel Leonardo Silva Inspectores Lília Rosa Falcato, Inspectora Superior Arnaldo Marques das Neves, Inspector Principal João Carlos Ribeiro Ramalho, Inspector Professores Requisitados Pedro Teixeira Pinto Pessoal Aministrativo Judite Santos Almeida, Assistente Administrativa Especialista 2.3 GAJ – Gabinete de Apoio Jurídico Chefe de Divisão Lugar não provido 176 Plano de Actividades 2004 Coordenação Maria Céu Pedreño, Inspectora Superior Inspectores Manuel Veiga, Inspector Superior Alexandre Pereira, Inspector Principal José Manuel Figueira Batista, Inspector Marina Luísa R. Peixoto, Inspectora Rui Manuel S. Hermida, Inspector Técnicos Superiores: Maria de Fátima Baptista, Técnica Superior Principal Técnicos Profissionais José Pedro Oliveira, Técnico Profissional Especialista Principal Pessoal Administrativo Maria Luísa Soares Martins, Assistente Administrativa Especialista 2.4 GI – Gabinete de Informática Chefe de Divisão Maria Margarida Cortes Simões Professores Requisitados Carlos Manuel Afonso de Jesus Pessoal Administrativo Laura Maria Faleiro Lopes, Assistente Administrativa 2.5 GPDF – Gabinete de Planeamento, Documentação e Formação Chefe de Divisão Paulo Jorge dos Santos Barata Inspectores: Armando Abílio Beja Madeira, Inspector Superior Principal Técnicos Superiores Maria de Fátima Eugénio Vasconcelos, Técnica Superior Principal Maria Paula Soares Barata, Técnica Superior Principal Gabriela Maria Bertão Carvalho da Cunha, Técnica Superior de 1.ª Classe Professores Requisitados Edite da Conceição Fernandes Prada Pessoal Aministrativo Marília de Jesus Lameiras, Assistente Administrativa Especialista Elisabete Sousa, Assistente Administrativa Especialista Secção de Administração Geral (Expediente) Chefe de Secção Lugar não provido 177 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Coordenação Maria Jesus R. Henriques, Assistente Administrativa Especialista (em substituição) Pessoal Aministrativo Maria Júlia Silvestre Baptista, Assistente Administrativa Principal Maria Fernanda Camarate Sousa, Assistente Administrativa Principal Almerinda Pais Peixoto, Assistente Administrativa Maria Fernanda Matos Frias, Assistente Administrativa 2.6 GAG – Gabinete de Apoio Geral Chefe de Divisão Maria Fernanda Matias Lopes Secretariado Técnico para Concursos Inestina Marques Pinto, Técnica Superior Principal Secretariado Técnico para a Formação Ana Paula Silva, Técnica Superior de 2.ª Classe Secção de Pessoal Chefe de Secção Gil António Morais Pessoal Administrativo Gilberto Leopoldo Dias Júnior, Assistente Administrativo Especialista Inocência de Lurdes Pésinho, Assistente Administrativa Especialista Maria Augusta Soares Ventura, Assistente Administrativa Especialista Maria Margarida Serrão, Assistente Administrativa Especialista Águeda Maria Polónio, Assistente Administrativa Principal Pessoal Auxiliar Ana Mónica Alves Castro, Auxiliar Administrativa Angelina Sousa de Araújo, Auxiliar Administrativa Maria Céu Oliveira Costa, Auxiliar Administrativa Maria Helena Fonseca, Auxiliar Administrativa António de Almeida Ferreira, Motorista Maria Natércia Silva, Telefonista Maria dos Remédios Luís (Programa Ocupacional – Centro de Emprego) 2.7.2 Repartição Financeira Chefe de Repartição Maria Teresa Nogueira António Secção de Economato Chefe de Secção Lugar não provido Técnicos Superiores Pedro Miguel Henriques, Técnico Superior de 2.ª Classe Pessoal administrativo Olga Maria Cruz Pereira (Programa Ocupacional – Centro de Emprego) 178 Plano de Actividades 2004 Secção de Contabilidade Chefe de Secção Maria Fernanda Figueiredo Pessoal Administrativo Ana Maria Fonseca Silva, Assistente Administrativa Especialista Flora Fátima Pina, Assistente Administrativa Principal Luís Filipe Sá Pedrosa, Tesoureiro ***** Maria Luísa Araújo, Técnica Superior em contrato de avença 3 SERVIÇOS REGIONAIS 3.1 DELEGAÇÃO REGIONAL DO NORTE Secretariado do Delegado Regional Isaura Maria Silva Fonseca, Assistente Administrativa Especialista GATI (Gabinete de Acompanhamento Técnico-Inspectivo) Director de Serviços Isidro Manuel Beleza, Inspector Principal Coordenações técnicas Controlo e Acompanhamento Fernanda Dantas Ferreira, Inspectora Superior Acção Disciplinar e Jurídica Eurico Manuel Pina Cabral, Inspector Superior Auditorias Financeiras Alberto Tavares S. Roque, Inspector Intervenção. inspectiva e provedoria Eusébio Pimentel Alves, Inspector Superior Principal Secretariado das Coordenações técnicas Aida Paula Vieira Almeida, Assistente Administrativa Principal Ana Maria Morais Cunha Silva, Assistente Administrativa Principal Clara Maria Araújo Fernandes, Assistente Administrativa Principal DAG (Divisão de Apoio Geral) Chefe de Divisão Henrique Manuel Vieira de Magalhães Informática Vítor Manuel Amaro, Programador-Adjunto Documentação e Informação Maria da Conceição Ribeiro, Assistente Administrativa Especialista 179 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Secção Administrativa Chefe de Secção Maria de Lurdes Graça Ribeiro, Assistente Administrativa Especialista (em substituição) Pessoal Administrativo Maria de Fátima Guedes Oliveira, Assistente Administrativa Especialista Rita Isabel Drummond Maia, Assistente Administrativa Especialista Natércia Lázaro dos Santos, Assistente Administrativa Especialista Balbina Amélia Celas Lopes, Assistente Administrativa Principal Pessoal Auxiliar Emília Maria Matos, Auxiliar Administrativa Francisco Eduardo Fernandes, Auxiliar Administrativa António Manuel Moreira Cunha, Motorista Inspectores Joaquim Manuel da Silva Melo, Inspector Superior Principal José Fernando Araújo Calçada, Inspector Superior Principal José Horácio Gomes de Miranda, Inspector Superior Principal Agostinho Gonçalves da Santa, Inspector Superior Ana Maria Lobo de Almeida Garrett, Inspectora Superior António Fernando Naldinho Paixão, Inspector Superior Arlete de Jesus Nogueira Dias, Inspectora Superior Dora Odíla Clare Barreto Vigário, Inspectora Superior Fernando Ilídio Moreira Almeida, Inspector Superior João Bernardo Basílio, Inspector Superior João José Tição Moreira, Inspector Superior Jorge da Silva Teixeira da Mota, Inspector Superior José Leonel Branco Afonso, Inspector Superior José Manuel Magalhães Coelho, Inspector Superior Luis Manuel Rodrigues, Inspector Superior Manuel Eugénio Ribeiro Ferreira, Inspector Superior Maria Eugénia Miranda Oliveira Barbosa, Inspectora Superior Albano Fernandes, Inspector Principal Armando Aurélio F. Gomes, Inspector Principal Armindo Carolino Sá Ferreira da Cunha, Inspector Principal José de Almeida Martins, Inspector Principal José Dias Batista, Inspector Principal José Inácio Morais, Inspector Principal Luís Manuel dos Santos Martins, Inspector Principal Manuel Carlos Marques Pinto, Inspector Principal Maria José Soares Pamplona Pinto, Inspectora Principal Maria Zita Nunes Escórcio, Inspectora Principal Nuno Xavier Varejão Barbosa, Inspector Principal Regina Maria Vale Costa Rocha, Inspectora Principal Abílio Fernando Valente e Brito, Inspector Acácio José Azevedo de Brito, Inspector Adelino Manuel Fernandes da Silva, Inspector Adriano Augusto Fonseca da Silva, Inspector Ana Branca Barroso Vilela Rocha Pinto, Inspectora António Joaquim da Silva Osório, Inspector António Lopes Rebelo, Inspector António Luís Fonseca Oliveira, Inspector António Norberto Rodrigues Patrício, Inspector António Preto Torrão, Inspector 180 Plano de Actividades 2004 Augusto Patrício Lima Rocha, Inspector Bercina Maria Ramos da Costa Pereira, Inspectora Casimiro Cerqueira Veloso, Inspector Cremilda Lourenço Barros Alves, Inspectora Francisco Manuel Rebelo de Almeida Espinhaço, Inspector Hilário Fernandes Coutinho de Sousa, Inspector João Alberto Carvalho Miranda, Inspector João Manuel do Espírito Santo Rocha Pinto, Inspector João Maria Morais Monteiro, Inspector João Paulo Leal Araújo Alves, Inspector João Rodrigues Fonseca, Inspector Jorge Manuel Aguiar Mesquita, Inspector José António de Morais Afonso Caridade, Inspector José de Melo Varela, Inspector José Fernando Pinho Silva, Inspector José Joaquim Sottomaior Faria, Inspector José Manuel de Carvalho Ramos, Inspector José Manuel Sevivas Martins, Inspector Julieta Maria Macedo Brito, Inspectora Luís Manuel Fernandes, Inspector Luísa Maria de Carvalho Teixeira, Inspectora Manuel Dias Baptista, Inspector Manuel Fernando Morgado Carvoeiro, Inspector Margarida Celeste Marques Pereira, Inspectora Maria Filomena Sena Vidal, Inspectora Maria Helena Gomes Alves Meireles, Inspectora Maria José Pombo Arada Leitão, Inspectora Maria Judite Meira Cruz, Inspectora Maria Madalena Saraiva Sousa Lima Moreira, Inspectora Maria Manuela Afonso Lourenço Alves, Inspectora Maria Manuela da Cruz Parente Ribeiro, Inspectora Maria Margarida Ferreira, Inspectora Maria Pia Mendes Barroso, Inspectora Ramiro Fernandes dos Santos, Inspector Rosa Maria Almeida Vilhena, Inspectora Virgínia Maria Leão Garcia, Inspector Vitor Manuel Santos do Val, Inspector Vitor Manuel Ventura Cardoso Rosa, Inspector 3.2 DELEGAÇÃO REGIONAL DO CENTRO Secretariado do Delegado Regional Maria Manuela Bento Silva (Programa Ocupacional – Centro de Emprego) GATI (Gabinete de Acompanhamento Técnico-Inspectivo) Director de Serviços António Monteiro Rodrigues Laranjeira Coordenação Técnico-Jurídica João Augusto Amado Mateus, Inspector Superior 181 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO DAG (Divisão de Apoio Geral) Chefe de Divisão Maria Beatriz Pereira dos Santos Proença Secção Administrativa Chefe de Secção Lugar não provido Pessoal Técnico Ana Rita Franco Fonseca (Contrato de Avença) Pessoal administrativo Maria Fernanda S. Costa, Assistente Administrativa Especialista Maria Fernanda Marques Pedrosa, Assistente Administrativa Especialista Mário Jorge Salgueiro da Silva, Assistente Administrativo Principal Micaela Ribeiro M. Rodrigues, Assistente Administrativa Principal Paulo Jorge R. S. de Freitas, Assistente Administrativo Principal Maria de Lurdes Silva Coelho, Operadora de Caixa da OSMOP (requisitada) Pessoal de Informática Maria Leonor Agostinho, Operadora de Sistemas, 2.ª Classe Inspectores Ermelinda da Purificação Santos, Inspectora Superior Principal Maria Gabriela Ribeiro V. Barbosa, Inspectora Superior Manuel de Sousa e Cruz, Inspector Superior Marcial Rodrigues Mota, Inspector Superior Maria Lúcia Reis Fialho, Inspectora Superior Maria Lúcilia Oliveira Carraça Pinto, Inspectora Superior Odete do Carmo Camboias Afonso, Inspectora Superior António José da Silva Ferreira, Inspector Principal Carlos Manuel Figueiredo Monteiro, Inspector Principal Maria da Conceição Osório S. Pereira, Inspectora Principal Maria Luisa Morgado Alexandre, Inspectora Principal Maria Odete Abreu de Freitas, Inspectora Principal Maria Silvina Santos Marques, Inspectora Principal Adelino Cardoso de Almeida, Inspector Agostinho Tavares Fernandes Martins, Inspector Alda Maria Rodrigues Coelho Pires Veloso, Inspectora Ana Paula Silva Ferreira, Inspectora António Almeida Gonçalves, Inspector Artur José dos Santos Magalhães, Inspector Carlos Alberto Branco Barata, Inspector Carlos Alberto Esteves Miranda, Inspector Carlos António Heitor Rodrigues, Inspector Cristina Isabel Caniceiro de Lemos, Inspectora Eduardo Manuel Nunes de Oliveira, Inspector Fernando José Esteves Rêgo, Inspector Fernando Nuno Pimentel Vasconcelos, Inspector Irene Gonçalves Marques, Inspectora Isabel Cristina Campos Gonçalves, Inspectora João Joaquim Saraiva Ribeiro, Inspector Joaquim Monteiro Brigas, Inspector Jorge Manuel da Silva Sena, Inspector José Alberto Marinho Ferreira Lebre, Inspector 182 Plano de Actividades 2004 José João Ribeiro de Azevedo, Inspector José Matias Guardado Rodrigues Silva, Inspector Manuel José Branco Silva, Inspector Maria Licínia Fernandes dos Santos, Inspectora Maria Lurdes dos Reis Navarro, Inspectora Maria Lurdes Rosa Ribeiro Campos, Inspectora Paulo Duarte Martins de Sousa, Inspector Pedro Manuel Pires Gerardo, Inspector Ulisses Quevedo Santos, Inspector Professores Requisitados Manuel Branquinho Flório Santos 3.3 DELEGAÇÃO REGIONAL DE LISBOA Secretariado do Delegado Regional Maria Vicência Vasco Gomes, Assistente Administrativa Especialista Cristina Isabel Simões, Assistente Administrativa Principal GATI (Gabinete de Acompanhamento Técnico-Inspectivo) Directora de Serviços Maria João Alegria Lemos Rodelo Coordenação Técnico-Jurídica Maria Rosa Saraiva, Inspectora Principal DAG (Divisão de Apoio Geral) Chefe de Divisão Eduardo Gilberto Firmino Pacheco Técnicos Superiores Emília Ramos Pires, Técnica Superior de 1.ª Classe Maria Rosário R. Silva, Técnica Superior de 1.ª Classe Secção Administrativa Chefe de Secção Maria Gabriela Tavares Campos Técnicos Profissionais Maria Alice Dias Fernandes, Técnica Profissional Especialista Pessoal Administrativo Maria José Guerreiro, Assistente Administrativa Principal Orlando Óscar de Macedo Correia, Assistente Administrativo Principal Pessoal Auxiliar Maria da Graça Horta Pais, Auxiliar Administrativa Inspectores Maria Delfina Falcão Vasconcelos, Inspectora Superior Principal Maria Gabriela Freire Pereira, Inspectora Superiora Principal Maria Manuela Matos Escarduça, Inspector Superiora Principal Maria Paula Carvalho Madeira, Inspectora Superior Principal 183 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Maria Piedade Faria Timóteo, Inspectora Superior Principal António Augusto F. Nunes Correia, Inspector Superior Francisco José Neves Barroca, Inspector Superior José Godinho Marques Calado, Inspector Superior Manuel Antunes Almeida, Inspector Superior Manuel Cândido de Faria, Inspector Superior Maria Elsa Alves T. Mourão, Inspectora Superior Maria José Simões Virgílio, Inspectora Superior Carlos Manuel Reis Silva, Inspector Principal Maria Alice Barreira Batista, Inspectora Principal Maria Alzira A. Alcarpe Santos, Inspectora Principal Maria dos Prazeres Lousã, Inspectora Principal Maria Lurdes Dias Fabião Campos, Inspectora Principal Ana Isabel Muralha Godinho, Inspectora Ana Maria Correia Serra, Inspectora Ana Maria Leitão Matela, Inspectora António João Galaio Frade, Inspector António Joaquim Afonso Caridade, Inspector António Rui Dias Barata, Inspector Berta Maria de Matos Vasconcelos Ribeiro Correia, Inspectora Fernando Correia da Silva, Inspector Fernando José da Costa Ribeiro, Inspector Francisco Manuel Monge da Silva, Inspector Helena Maria Raimundo Monteiro Calado, Inspectora João Manuel Pires Martins Nunes, Inspector João Manuel Sampaio, Inspector José Filipe Duarte Silva, Inspector Luís Alberto Santos Nunes Capela, Inspector Manuel Gomes Espadanal, Inspector Manuel Joaquim Lopes Ramos, Inspector Maria Adelina Rodrigues da Silva Pinto, Inspectora Maria Conceição Roque Ribeiro, Inspectora Maria Eugénia Ferrão Gomes Duarte, Inspectora Maria Fátima Severino Boavida Pissarra, Inspectora Maria Filomena Graça da Mota, Inspectora Maria Filomena Lopes Aldeias, Inspectora Maria Helena Lopes Nobre Grácio, Inspectora Maria Helena Clemente Ribeiro, Inspectora Maria Isabel Pinto Lemos Crespo, Inspectora Maria João Mendes Pereira, Inspectora Maria Luísa Marques José Leal, Inspectora Maria Margarida Gabriel do Paulo, Inspectora Maria Teresa Silva de Jesus, Inspectora Marisa Cordeiro Soares Nunes, Inspectora Moisés Ferreira Anes, Inspector Paulo Jorge de Oliveira e Cruz, Inspector Paulo Jorge Guerra Valada, Inspector Teresa Maria Azêdo Pimentel Guerra, Inspectora Virgílio Manuel Sanches Alves, Inspector Vítor Manuel Marques Farinha, Inspector Professores Requisitados Maria Fátima Fonseca Pinto 184 Plano de Actividades 2004 3.4 DELEGAÇÃO REGIONAL DO ALENTEJO Secretariado do Delegado Regional Maria Guilhermina Fialho, Chefe Serviços Administração Escolar (destacada) GATI (Gabinete de Acompanhamento Técnico-Inspectivo) Director de Serviços Domingos Alberto Macedo da Silva Bento DAG (Divisão de Apoio Geral) Chefe de Divisão Lugar não provido Secção Administrativa Chefe de Secção Lugar não provido Pessoal Administrativo Celina da Conceição Almeirim, Assistente Administrativa Especialista Carlos Manuel Carapinha Oliveira, Assistente Administrativo Principal Felicidade de Jesus Piteira Calvão (Programa Ocupacional – Centro de Emprego) Pessoal Auxiliar Maria Rosa Falé Neto, Auxiliar de Limpeza João Paulo Romero, Telefonista Manuel Joaquim Figo, Motorista de Ligeiros Margarida Nascimento Barreto (Programa Ocupacional - Centro de Emprego) Inspectores Basílica Rosa Daniel, Inspectora Superior Manuel Santos Lourenço, Inspector Superior Ana Maria Jacob, Inspectora Principal Ana Maria Pinto, Inspectora Principal, Luisa Lança Carracha, Inspectora Principal Maria Emília Monteiro N. Sousa, Inspectora Principal Ana Paula Gomes Baltazar, Inspectora Fernando Manuel Guerreiro Coelho, Inspector Graça Maria Marques Fernandes, Inspectora João José Laia do Nascimento, Inspector José Carlos Alhinha Bacalhau, Inspector Luísa Maria da Costa Janeirinho, Inspectora Maria Fernanda Loto Guia, Inspectora Rui Manuel Vidal Atanásio, Inspector Professores Requisitados Francisco Serra Estrada Rui José Carvalho Varela 185 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 3.5 DELEGAÇÃO REGIONAL DO ALGARVE Secretariado do Delegado Regional Olinda Maria Farinha Martins, Assistente Administrativa DAG (Divisão de Apoio Geral) Chefe de Divisão João José do Carmo Marques Secção Administrativa Pessoal administrativo Maria de Lurdes Chung Granha, Assistente Administrativa Especialista (requisitada) Maria Manuela Costa Almeida, Assistente Administrativa Principal Inspectores Ana Maria Flor Gago Pacheco, Inspectora Superior Principal Maria Helena Serafim Baptista, Inspectora Superior Principal Luís Correia Barregão, Inspector Superior Maria Inês Salgadinho, Inspectora Principal Carlos Filipe Gomes Carrajola Mendonça, Inspector Clara de Fátima Moreira Lucas, Inspectora Professores Requisitados Marília da Cruz Fernandes Luísa Maria Gomes de Sousa 4 PESSOAL DO QUADRO DA INSPECÇÃO DE EDUCAÇÃO A EXERCER FUNÇÕES NO EXTERIOR António Albuquerque de Oliveira, Inspector Superior, Vereador da Câmara Municipal de Mangualde António Fernandes da Silva Braga, Inspector Principal, Deputado da Assembleia da República Artur Manuel Cardoso Furtado, Inspector Superior, em comissão de serviço no Instituto Politécnico de Coimbra Digner Ferreira da Costa, Inspector Superior Principal, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* João António Pereira da Silva, Inspector, em comissão de serviço no Centro de Emprego de Braga João Paulo Antunes Dias, Inspector, destacado em Timor José Manuel Borges Palma, Inspector Superior Principal, requisitado no Gabinete de Assuntos Europeus e Relações Internacionais Luísa Martins Rendas Amado, Inspectora Principal, em comissão de serviço, no Instituto Politécnico de Beja Manuel Domingos Pereira Gomes, Inspector Superior, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* Manuel José dos Mártires Rodrigues, Inspector Principal, Vereador da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António Margarida Maria Manso Lévy, Inspectora Superior Principal, destacada na Coordenação do Ensino Português no Luxemburgo * Ao abrigo do artigo 30.º do Decreto-Lei n.º 149/2003 de 11 de Julho. 186 Plano de Actividades 2004 Maria Adília Gomes Ribeiro, Inspectora Superior, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* Maria Conceição Oliveira, Inspectora Superior Principal, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* Maria Fernanda Maciel de Almeida Correia, Inspectora Superior Principal, Requisitada na Universidade do Porto. Maria Helena Dias Ferreira, Inspectora Superior Principal, em comissão de serviço na Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* Maria Leonor Moreira Varandas, Inspectora Superior Principal, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* Maria de Lurdes Santos, Inspectora Superior, Inspecção-Geral da Ciência do Ensino Superior* Maria Rosário Almeida, Inspectora Superior Principal, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior Natércio Augusto Afonso, Inspector Superior Principal, licença sem vencimento Nídia Maria Guimarães Rocha, Inspectora, em comissão de serviço na Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação Ramiro Ribeiro de Almeida, Inspector Superior Principal, em comissão de serviço no Instituto de Gestão do FSE Rosa Maria Menezes Ferreira, Inspectora, destacada em Timor Rosa Maria Santos Mendes Sousa Paulo, Inspectora Superior, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* Waldemar dos Santos Moreira, Inspector Superior Principal, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior* 5 PESSOAL TÉCNICO E ADMINISTRATIVO AFECTO À INSPECÇÃO DE EDUCAÇÃO A EXERCER FUNÇÕES NO EXTERIOR Cândida Maria Baptista Inácio, Assistente Administrativa Especialista, Instituto Politécnico de Lisboa José Miguel Benoit Contreiras, Técnico Profissional Especialista, requisitado na Direcção-Geral dos Serviços Prisionais Luciano Ornelas Dias, Assistente Administrativa Principal, licença sem vencimento Maria Conceição Santos Marques, Assistente Administrativa Especialista, Ministério da Ciência e do Ensino Superior Maria Filomena Sanches, Assistente Administrativa Especialista, requisitada na Direcção Geral de Registos e Notariado Maria Graça Granadeiro, Assistente Administrativa Especialista, Secretaria de Estado do Planeamento Maria Lurdes Henriques Tomás, Assistente Administrativa Especialista, Instituto Politécnico de Lisboa Maria da Luz Vieira, Assistente Administrativa Especialista, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior** Maria Máxima Palma Dias, Técnica Profissional Especialista, Secretaria de Estado da Administração Educativa Maria Teresa Martins Brito, Técnica Profissional Especialista, Secretaria de Estado da Administração Educativa Maria Teresa Rodrigues, Assistente Administrativa Especialista, Inspecção-Geral da Ciência e do Ensino Superior * Ao abrigo do artigo 30.º do Decreto-Lei n.º 149/2003 de 11 de Julho. Ao abrigo da artigo 29.º do Decreto-Lei n.º 149/2003 de 11 de Julho. ** 187 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO 188 Plano de Actividades 2004 A N E X O I I I PARTICIPAÇÃO EM CONSELHOS, GRUPOS DE TRABALHO E COMISSÕES CONSELHO COORDENADOR DO SCI – SISTEMA DE CONTROLO INTERNO DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DO ESTADO Suporte legal: Decreto-Lei n.º 166/98 de 25 de Junho Representante da IGE: CONCEIÇÃO CASTRO RAMOS, Inspectora-Geral, por inerência de funções. CONSELHO CONSULTIVO DO ENSINO PARTICULAR E COOPERATIVO Suporte legal: Decreto-Lei n.º 553/80 de 21 de Novembro Portaria n.º 207/98, de 28 de Março Representante da IGE: CONCEIÇÃO CASTRO RAMOS, Inspectora-Geral. CONSELHO SUPERIOR DAS ESCOLAS EUROPEIAS Suporte legal: Lei Orgânica da IGE: alínea d), do n.º 2 do art.º 2.º. Despacho n.º 19/IGE/99, de 2 de Dezembro Representante da IGE: CARLOS ASSUNÇÃO SILVA, Inspector Superior Principal, por delegação da Inspectora-Geral. CONFERÊNCIA PERMANENTE GERAIS DA EDUCAÇÃO DAS INSPECÇÕES NACIONAIS E Suporte legal: Despacho do Subsecretário de Estado Adjunto da Ministra da Educação de 07.03.1995 Adesão: 1995 Representante da IGE: MARIA DO CARMO CLÍMACO, Subinspectora-Geral, por delegação da Inspectora-Geral. Data da designação: 3.09.2001 189 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DO PROGRAMA INTEGRADO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO (PIEF), NO ÂMBITO DO COMBATE À EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL 190 Suporte legal: Despacho conjunto n.º 882/99 ME/MTS, ponto 10 Representante da IGE: NATALINA TAVARES DE MOURA, Inspectora Superior, por designação da Inspectora-Geral. Plano de Actividades 2004 A N E X O I V SIGLAS E ABREVIATURAS AEEP Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo APEL Associação Portuguesa de Editores e Livreiros BDAP Base de Dados da Administração Pública BN Biblioteca Nacional CAF Common Assessment Framework (strutura Comum de Autoavaliação da Qualidade das Administrações Públicas da União Europeia) CCEPC Conselho Consultivo do Ensino Particular e Cooperativo CCFC Conselho Científico da Formação Contínua CDI Centro de Documentação e Informação CDU Classificação Decimal Universal CE Classificação Externa (12.º ano) CFAE Centros de Formação de Associações de Escolas CIBE Cadastro e Inventário dos Bens do Estado CIF Classificação Interna Final (12.º ano) DAPP Departamento de Avaliação Prospectiva e Planeamento DEB Departamento da Educação Básica DES Departamento do Ensino Secundário DGAE Direcção-Geral da Administração Educativa DGIDC Direcção-Geral da Inovação e do Desenvolvimento Curricular DR Delegações Regionais da Inspecção-Geral da Educação DRA Delegação Regional do Alentejo da Inspecção-Geral da Educação DRAlg Delegação Regional do Algarve da Inspecção-Geral da Educação DRC Delegação Regional do Centro da Inspecção-Geral da Educação DRE Direcção Regional de Educação DRL Delegação Regional de Lisboa da Inspecção-Geral da Educação DRN Delegação Regional do Norte da Inspecção-Geral da Educação DUI Dias Úteis de Trabalho Inspectivo ECAE Equipas de Coordenação de Apoio Educativo ENES Exames Nacionais do Ensino Secundário 191 INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO EPE Ensino Português no Estrangeiro FAE Fundo de Apoio ao Estudante FSE Fundo Social Europeu GAERI Gabinete de Assuntos Europeus e Relações Internacionais do ME GAG Gabinete de Apoio Geral (IGE) GAJ Gabinete de Apoio Jurídico (IGE) GATI Gabinete de Acompanhamento Técnico-Inspectivo (IGE) GAVE Gabinete de Avaliação Educacional GEF Gabinete de Gestão Financeira GestIGE Sistema de Gestão Organizativa da IGE GI Gabinete de Informática (IGE) GIASE Gabinete da Informação e Avaliação da Sistema Educativo GGF Gabinete de Gestão Financeira GPDF Gabinete de Planeamento, Documentação e Formação (IGE) GREI Gabinete de Relações Externas e Internacionais IAN/TT Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo IGAT Inspecção-Geral da Administração do Território IGF Inspecção-Geral de Finanças IGFSE Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu IGFSS Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social IGMTS Inspecção-Geral do Ministério do Trabalho e da Solidariedade IHE Instituto Histórico da Educação INA Instituto Nacional de Administração INES Indicators for Education Systems (Indicadores Internacionais da Educação) IPLB Instituto Português do Livro e das Bibliotecas ISCED International Standard Classification of Education ISSS Instituto de Solidariedade e Segurança Social ISUSS International Survey of Upper Secondary Schools (Estudo Internacional sobre Escolas do Ensino Secundário (OCDE)) JI Jardim de Infância ME Ministério da Educação MNE Ministério dos Negócios Estrangeiros 192 Plano de Actividades 2004 NIAF Núcleo de Inspecção Administrativo-Financeira (IGE) NITP Núcleo de Inspecção Técnico- Pedagógico (IGE) OCDE Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económicos O.I.B. Option Internationale du Baccalauréat OSMOP Obra Social do Ministério das Obras Públicas PIDDAC Plano de Investimentos e de Desenvolvimento da Administração Central POC Plano Oficial de Contabilidade POCP Plano Oficial de Contabilidade Pública POSI Programa Operacional da Sociedade de Informação PRDP Programa de Reforma da Despesa Pública PRODEP Programa de Desenvolvimento Educativo para Portugal RAFE Reforma Administrativa e Financeira do Estado REI Assessoria para as Relações Exteriores e Internacionais (IGE) REPER Representação Permanente de Portugal na União Europeia RH Recursos Humanos SAS Serviços de Acção Social SCI Sistema de Controlo Interno da Administração Financeira do Estado SG Secretaria Geral do ME SGATI Sistema de Gestão das Actividades e Tempos da IGE SICI Standing International Conference of Inspectorates (Conferência Internacional Permanente das Inspecções Gerais e Nacionais de Educação) SISAI Sistema de Informação de Suporte à Actividade da IGE Site-IGE Sítio da IGE na Internet SRH Sistema de Recursos Humanos TEIP Territórios Educativos de Intervenção Prioritária TIC Tecnologias de Informação e Comunicação UE União Europeia 193