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Abr 2009
Olá Galp Energia
Que dia espectacular foi o da Mini Maratona!
O cansaço deixamo-lo na Margem Sul e, a cada passada dos 8 km
percorridos até à meta, deixámo-nos conquistar pelo entusiasmo da
música que ecoava no garrafão e pelo estranho e bom cheirinho matinal a
febras grelhadas, tão inesperado e diferente daquilo a que estamos
habituadas quando viajamos todos os dias de carro, rumo à Capital.
Destaques
Olá Galp Energia
Capa
Próximas Realizações
Capa
A Rainha Refresca-se
3
Peru: O sonho cumpriu-se
ou Um poema de viagem
5
Workshop de Iniciação
ao Qi Gong
20
As Aventuras de Puck
21
Colónia de Férias na
Quinta da Broeira
22
Envolvidas neste ritmo tão bom e tão fora de rotina, a passos largos
fomos carregando as baterias para mais um e outro km ao longo da
Próximas Realizações
ponte, entre fotografias, paragens, encontrões e avanços, para por fim
chegarmos num tempo espectacular de 2h15min!!!
16 Maio - 3ª Etapa do Campeonato
Interno de Bowling Feminino
Este foi um ano especial para nós, por termos trazido as nossas filhas 16 Maio - Final do Campeonato
para este evento ostentando com orgulho os dorsais nos carrinhos de Interno de Karting Masculino
bebé.
17 Maio - 5º Workshop de Qi Gong
e Automassagem Chinesa
Pretendemos continuar a contar com a Galp e a sua Energia para que 21 Maio - Cirque du Soleil
possamos fazer muitas mais "minis".
30 Maio - A Rainha Refresca-se
(3º grupo)
Obrigada Clube Galp Energia!
30 Maio - Pesca de Mar
30 Maio - Harlem Globetrotters
Texto de Sara Coelho e Raquel Mendes
30 Maio - Karting Feminino
04 a 14 Jun - Viagem a Cuba
(1º grupo)
11 a 21 Jun - Viagem a Cuba
(2º grupo)
www.clubegalpenergia.com
21 Jun - Lisboa Bike Tour
28 Jun a 04 Jul - Barreirense
Campus Basket 09
18 Jul – Cinema
Workshop de Pilates
Pensando no princípio “mente Sã corpo São”, foi
em 1920 que o alemão Joseph Pilates criou uma
actividade física baseada em 6 princípios
básicos: respiração, concentração, controle,
alinhamento, centralização e integração de
movimentos.
Foi com este princípio que alguns colaboradores
iniciaram o seu fim-de-semana quando, no dia 7
Março pelas 10 horas, se encontraram na sede
do Clube Galp Energia onde foram recebidos pela
Professora de Pilates Carla Marcelo.
Com uma serena música de fundo, o primeiro
desafio foi o da respiração! De todas as técnicas
de Pilates a respiração mantém a sua
supremacia.
“O movimento da caixa toráxica permite o
aumento e redução dos volumes intratoráxicos
em 3 diâmetros de expansibilidade: vertical
(acção directa do diafragma), transversal e
ântero-posterior (dado pelo movimento das
costelas)”.
Qual a diferença em relação ao que fazemos
todos os dias?
Abr 2009
A consciência corporal e controle do movimento.
O alívio da tensão é imediato!
De seguida passámos aos métodos de
alongamento e outros exercícios físicos,
utilizando o peso do próprio corpo na sua
execução através de uma técnica de reeducação
dos movimentos, composta por exercícios
profundos na anatomia humana, capazes de
restabelecer a flexibilidade e força muscular,
melhorando a respiração e corrigindo a postura.
Ideal para prevenir lesões!
Pilates teve várias influências como Yoga, zen
Budismo, artes marciais e exercícios praticados
pelos antigos gregos e romanos. A procura do
equilíbro corporal tem percorrido o tempo e a
sua importância na nossa cultura tem-se
intensificado, mostrando o quão necessário é a
harmonia física, mental e emocional.
Foi com uma sensação de leveza, mas sentindo
tudo, que pelas 12:30h terminámos o nosso
Workshop de Pilates, ficando no ar a vontade de
manutenção deste estádio de harmonia.
Quem sabe brevemente teremos mais.
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A Rainha refresca-se: Na pista do Barroco
No ensejo de mais um passeio organizado pelo
Clube Galp Energia - Núcleo Centro, foi
proporcionado no passado dia 7 de Março uma
real visita ao Aqueduto das Águas Livres, que
pretendeu dar a conhecer a história do
abastecimento de água à cidade de Lisboa e
sensibilizar para a importância do património que
nos foi legado.
O passeio que se iniciou sob os auspícios de um
céu tristonho, cedo se revelou uma descoberta a
uma faceta pouco conhecida do Aqueduto.
De facto, foi-nos dado a saber o sacrifício
pessoal de várias gerações de artesãos que
durante aproximadamente um século e perante a
vontade régia de 3 monarcas contribuíram para a
sua construção, de modo a que a cidade de
Lisboa pudesse suprimir as carências de água
que sofria há centenas de anos, bem essencial ao
seu crescimento como metrópole e capital de um
império.
O passeio proporcionou-nos a visita a locais que
estão escondidos dos olhares de quem passa,
desde as nascentes de Caneças ao vale de
Alcântara, reconstituindo, no espírito do
Barroco, o percurso pelo Aqueduto que a família
real, a corte e o povo faziam ao deslocarem-se
de Mafra a Queluz.
No percurso no interior das galerias do
Aqueduto impressiona o espectáculo natural de
luz e sombra aliado à nobreza da pedra que nos
transporta para uma época em que o ênfase na
procura dos sentidos era fulcral. De facto, essas
galerias foram construídas de maneira a não só
transportarem a água, por caleiras, como para
também permitirem andar no seu interior.
A magnificência desta obra de engenharia da
época barroca realça-se quando, ao caminhar no
seu interior, se ouve a água que corre,
aproveitando a força da gravidade.
Após o passeio pelo interior do aqueduto fomos
conhecer a fonte nova, local onde nos esperava a
primeira intervenção de um grupo de animação,
que nos presenteou com uma recriação histórica
de várias personagens do século XVIII, entre
elas a Raínha Dona Carlota Joaquina, o seu
cocheiro-mor e as tradicionais lavadeiras locais.
Dali fomos até ao bairro da Serafina, local onde
iniciámos a travessia da arcaria sobre o vale de
Alcântara, a qual é notável quer pela sua
extensão, quer pela altura dos seus bem
conhecidos
arcos.
Também
ali
fomos
acompanhados por mais uma recriação do grupo
de animação que nos acompanhou neste
percurso.
O fecho daquela manhã sobejamente bem
passada, levou-nos até outro grande espaço da
cidade de Lisboa - "A Mãe de Água das
Amoreiras" - sítio onde se recebiam as águas
provenientes do aqueduto. No seu interior o
destaque vai para a grande cisterna de água que
integra uma majestosa cascata.
Foi aí que terminamos o passeio, após nos ter
sido servido o almoço, mas não antes de
podermos apreciar a fabulosa vista da cidade
que é obtida no Terraço d'A Mãe de Água.
É, sem dúvida, um passeio que vale muito a pena
fazer!
Júlia Silva
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Pesca Desportiva na Barragem dos Patudos - Alpiarça
Decorreu no passado dia 14 de Março, a 1ª prova
do Campeonato Interno de Pesca Desportiva
2009 do Clube Galp Energia - Núcleo Centro.
Prova disputada na Barragem dos Patudos, em
Alpiarça, em que o primeiro classificado foi
Filipe Bertelo que obteve, durante as quatro
horas de duração de prova, 4,340 kg de peixe
(carpas), tendo-se classificado nos 2º e 3º
lugares, respectivamente, José Cruz e Daniel
Bertelo.
Nesta prova participaram dezanove pescadores
não tendo pescado quaisquer peixes sete
participantes. O Campeonato Regional tem como
objectivo apurar os primeiros dez classificados
que irão representar o Núcleo Centro, em
confronto com os Núcleos Norte e Sul, na Final
Nacional do Campeonato Interno de Pesca
Pescador
Filipe Bertelo
José Cruz
Daniel Bertelo
Hugo Sousa
António Faria
José Couvinha
José Rasteiro
Tobias Rasteiro
Francisco Novo
Jorge Cunha
Rui Batalha
Fernando Moreira
Américo Escaleira
Camilo Marques
Francisco Mouro
Joaquim Rodrigues
José da Silva
Luís Colaço
Rui Reis
Pescado
Classif.
4,340Kg
4,120Kg
2,020Kg
1,720Kg
1,600Kg
1,600Kg
1,520Kg
1,480Kg
1,420Kg
1,340Kg
1,320Kg
1,300Kg
0,00Kg
0,00Kg
0,00Kg
0,00Kg
0,00Kg
0,00Kg
0,00Kg
1º
2º
3º
4º
5º
5º
7º
8º
9º
10º
11º
12º
13º
13º
13º
13º
13º
13º
13º
Campeonato Interno de Bowling Feminino
Desta vez a etapa do Campeonato de Bowling Feminino do Clube Galp Energia - Núcleo Centro teve
lugar no Playbowling, em Cascais.
O ponto de encontro foi no local do costume - nas Torres de Lisboa - pois, apesar de Cascais ser
perto, as participantes preferem ir nas carrinhas do Clube, pois assim tem acesso a mais um momento
de animação. Sim porque neste campeonato, é do princípio ao fim cheio de boa disposição!
A 2ª etapa do Campeonato 2009 decorreu com normalidade, dois jogos em que as jogadoras tentaram
dar o seu melhor, e se não o deram foi de certeza por causa das pistas … os comentários são sempre
os mesmos: a pista está torta, a máquina deixa cair pinos, a madeira é diferente dos outros locais, ....
Mas deixemos as desculpas para trás, afinal é em Cascais que aparecem os melhores resultados.
A classificação final desta prova, foi a seguinte:
1º Dora Martins
2º Eliana Domingos
3º Rosa Moreira
No final da manhã já só se falava na terceira prova, que vai realizar-se no próximo dia 16 de Maio em
Setúbal, e que será brindada no final com um almoço convívio.
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Peru: O sonho cumpriu-se
ou
Um poema de viagem
(29 de Março a 12 de Abril)
Texto e fotos: Clara Ramos
Poemas: Manuel Gouveia, Jorge Mónica e Clara Ramos
Por várias vezes, durante a viagem ao Peru, me disseram que o início desta despretensiosa
“crónica de viagem” devia resumi-la. E assim será. Para mim, o melhor resumo é “o sonho cumpriu-se”.
Para muitas, se não mesmo para as trinta pessoas que integraram esta fantástica viagem a este país
de contrastes, a viagem de sonho esteve ao nosso alcance e as nossas altas expectativas não saíram
goradas.
Mais uma vez, o encontro foi no aeroporto de Lisboa e de madrugada. A quase totalidade dos
viajantes, aqui se juntou. Caras conhecidas, de outras viagens: Austrália, Patagónia, Oriente. Já
somos todos uma grande família!
Talvez muitos de nós não o saibamos (eu não sabia de certeza!), mas o Peru tem cerca de 57% do
seu território na selva amazónica (onde se situa Machu Picchu, p. ex.), 32% pertence à cordilheira
andina e 11% é costa desértica (devido à corrente fria de Humboldt e à cordilheira dos Andes), que
faz parte do Deserto de Atacama; é na costa que vivem cerca de 65% dos peruanos. Tudo isto nos
aguardava…
Após longas horas de viagem (mais de 16 horas, contando com os tempos de aeroporto), eis-nos
chegados ao Peru e à sua capital, Lima. Situada no deserto, nunca chove em Lima; no entanto, é uma
cidade que se orgulha dos seus jardins, muitíssimo bem cuidados, cheios de verde e do colorido de
muitas flores. Quem diria que Lima é a segunda cidade mais seca do mundo (a seguir ao Cairo)! Com
um centro histórico interessante, o ponto “alto” da visita a Lima foi o Museu Larco Herrera, cuja
última sala fez as delícias de muito boa gente… Igualmente interessante foi a visita à Fazenda
Mamacona, onde algumas pessoas puderam dar uma voltinha a cavalo e tomar contacto pela primeira
vez com o “pisco sour”, bebida peruana que nos acompanhou em toda a viagem.
Um dos jardins da cidade de Lima
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Peru: O sonho cumpriu-se
O dia seguinte levou-nos, através da estada Pan-americana, a um dos locais que mais expectativa
criara em toda a gente: as Linhas de Nasca. Em três avionetas, o grupo pôde desfrutar da vista aérea
das misteriosas linhas. O problema foi… que a maioria de nós (eu incluída!) deu-se um “bocadinho” mal
com a avioneta: olha o astronauta à esquerda, olha o colibri à direita… e o estômago aos saltos!! Muita
expectativa, alguma desilusão pelo enjoo, mas pudemos ver as tão aguardadas linhas de Nasca: entre
outros, vimos o astronauta, a baleia, o macaco, o cão, o colibri, a aranha, o condor, o papagaio, as mãos
e ainda mais uns quantos. Nesta zona, há cerca de 10.000 hieróglifos, entre linhas rectas,
trapezóides e desenhos de seres humanos, animais e plantas. Presume-se que estas linhas tenham
entre 1500 e 2500 anos e preservam-se porque não chove nem faz vento no deserto de Nasca.
O colibri, uma das Linhas de Nasca, que mede 96 por 66 m
Mas as emoções do dia não se ficaram por aqui! Ao fim da tarde, no deserto de Ica, fizemos um
alucinante passeio de buggy pelas dunas, muito apreciado pela maioria das pessoas! Igualmente muito
divertida, foi a descida em sandboard, que algumas pessoas fizeram duas vezes!!
O nosso buggy, no deserto de Ica
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ou Um poema de viagem
O dia seguinte reservava-nos menos emoção, mas muitos animais no seu habitat natural, nas Ilhas
Ballestas, onde observámos leões-marinhos, pinguins de Humboldt, pelicanos e outras aves; aqui vivem
cerca de 160 espécies de aves marinhas. Pudemos também observar o Candelabro, um geóglifo com
150 m de altura, na encosta desértica. Próximo, fica o Parque Natural de Paracas, com uma paisagem
de notar, desértica, com praias de areia avermelhada, na península com o mesmo nome.
Um leão-marinho nas Ilhas Ballestas
Após estes dias ao nível do mar, próximo do Oceano Pacífico, começámos a subir em altitude,
começando pela cidade de Arequipa, a segunda cidade do Peru, a 2.300m de altitude, cujo centro
histórico, bastante bem conservado, é muito interessante; próximo, os vulcões Misti, Picchu Picchu e
Chachani, este último com mais de 6.000 m de altitude. Nesta cidade, património da humanidade
desde 2000, merecem destaque o Mosteiro de Santa Catarina, muito bem conservado e onde ainda
hoje há freiras, a Plaza de Armas e algumas igrejas coloniais. Aqui, vimos pela primeira vez lamas e
também o rato-coelho cuy. Igualmente, começámos a ouvir falar do “mal de altitude”, do chá e das
folhas de coca, das divindades pré-incas (sol, lua, vulcão e terra) e dos animais sagrados (condor,
puma e serpente). Aqui, habitaram muitas culturas, a mais conhecida é a última antes da ocupação
espanhola, os Incas. A folha de coca era sagrada para os Incas e os espanhóis utilizaram-na para os
controlar.
De Arequipa para Chivay, passámos no ponto mais alto de toda a viagem: 4.910 metros de altitude.
Esta viagem provocou “estragos” numa das nossas companheiras de viagem… mas, felizmente, o
médico de Chivay, conhecedor do “mal de altitude”, fez o diagnóstico correcto bem como a medicação,
permitindo-lhe desfrutar da restante viagem (quase) sem problemas! Durante a travessia dos Andes,
com alguns vulcões em volta (alguns ainda activos – mas não enquanto andámos por lá!! J), vimos alguns
animais: lamas, alpacas, guanacos, vicuñas e outros. Para protecção das vicuñas, estas são tosquiadas
de 2 em 2 anos, o que permite aos locais serem pagos pela lã e não terem motivos para as matar. E
quem ainda se lembra? As alpacas têm o rabo para cima, os lamas, para baixo!
De Chivay, não há nada de especial a dizer, mas há muito a dizer sobre o Cañon de Colca,
desfiladeiro que é uma falha geológica com 7 milhões de anos, provocada por terramotos (e não por
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Peru: O sonho cumpriu-se
erosão como o Grand Canyon, p. ex.) e com paisagem absolutamente maravilhosa.
Este desfiladeiro tem 100 km de comprimento, atingindo os 3.400 m de profundidade, sendo um
dos mais profundos do mundo. De manhãzinha, pudemos apreciar toda amplitude de paisagem, muito
verde, com algumas pequenas povoações e agricultores tratando dos seus terrenos. Cerca de 80% da
população local tem sangue anterior aos incas e aos espanhóis; aqui habitam 65.000 pessoas. A
estrada é de terra batida, para que o turismo não se sobreponha às actividades e interesse dos
locais. Há 18 anos, um terramoto abriu mais uma falha geológica, dando origem a um pequeno
desfiladeiro, o Cañon de Maca. No Cañon de Colca , pudemos observar o voo do condor, a maior ave
voadora do mundo, que faz os ninhos nos buracos no desfiladeiro, saindo para arranjar alimentos, em
voos mais ou menos rápidos, que podem atingir 200 km/h.
O voo do condor, no Cañon de Colca
O resto do dia foi feito em altitude, pelo altiplano, em viagem até Puno. Um pouco antes de
chegarmos, percorremos os túmulos pré-incas e incas de Sillustani, com uma lindíssima paisagem de
montanha e lago; e aí, tivemos uma lição de auto-massagem! Fomos ainda a uma casa de população
local, tendo algumas pessoas provado o queijo local.
De Puno não há nada a assinalar, excepto que é a cidade que “abre as portas”, por assim dizer, ao
Lago Titicaca, o lago navegável mais alto do mundo, a 3.810 m de altitude, cujo nome significa “puma
de pedra”; o lago tem 194 km de comprimento e 80 km de largura e é repartido entre o Peru e a
Bolívia. O passeio no lago iniciou-se com uma paragem na ilha de S. Pedro de Unos, onde fomos
recebidos pela população local e fizemos passeios em barcos de junco. Esta e muitas outras ilhas no
lago são ilhas flutuantes, feitas de junco.
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ou Um poema de viagem
Barcos de junco, no Lago Titicaca
De Unos para a ilha Taquile, onde almoçámos, a viagem foi atribulada; por causa do vento, o lago
estava bastante agitado e não pudemos atracar onde estava previsto, o que levou a que tivéssemos de
fazer um passeio de cerca de 40 minutos até ao outro lado da ilha. Bom, não fosse a altitude e o
cansaço inerente e o passeio tinha sido admirável!! Paisagem magnífica, recepção muito simpática,
tempo agradável, com sol, montanhas de picos nevados em volta do lago e gente duma imensa simpatia
a receber-nos. E um almoço digno de nota para retemperar forças!
O meu colar de flores na Ilha Taquile
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Peru: O sonho cumpriu-se
No dia seguinte, nova viagem, desta vez com destino a Cusco. Deste percurso, o maior destaque
vai para a Igreja de S. Pedro de Andahuaylillas, designada a “Capela Sistina da América do Sul”, uma
espantosa igreja coberta de pinturas.
E eis-nos chegados à cidade de Cusco, a capital dos Incas, em plena procissão da Semana Santa!
Gente, gente e mais gente… e a chegada à magnífica Plaza de Armas (que põem muitas plazas mayores
de Espanha a um canto!), para o jantar, por entre essa multidão. A cidade tinha a forma dum puma,
que ainda hoje se pode observar… por quem sabe!
A Catedral de Cusco, na Plaza de Armas
No dia seguinte, visitámos o Convento de Santo Domingo e os complexos arqueológicos que
rodeiam a cidade: Saqsaywaman, Qenqo, Tambomackay. Aqui, aprendemos a distinguir as pedras do
tempo do inca das pedras do tempo do… “incapaz”!!
Pedras do tempo do Inca, em Saqsaywaman
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ou Um poema de viagem
Visita obrigatória, foi a loja Vicuñita, onde muita gente comprou camisolas em lã alpaca e vicuña e
muitas outras coisas… Durante o almoço, alguns portistas puderam assistir ao Porto-Manchester
United, que poderia ter tido resultado mais favorável. Após o almoço, a visita da riquíssima Catedral,
com interior barroco, ocupou-nos bastante tempo. Depois, tempo livre para as inevitáveis compras,
que, em Cusco, há oferta em abundância e qualidade.
Em Cusco, encontrámos um grupo de motards (que já havíamos visto em Arequipa), que percorriam
o Peru e outros países da América do Sul, com um guia português! Não deixa de ser curioso que, tão
longe, encontremos compatriotas…
Seguidamente, a viagem levou-nos ao Vale Sagrado dos Incas, o vale do Rio Urubamba. Aí,
observámos as casas tal como eram no tempo dos Incas e subimos às ruínas de Ollantaytambo.
Mãe e filha, em Ollantaytambo
Após o almoço numa fazenda do vale, seguimos para Pisac, onde… nos prometeram compras e,
afinal… bem, é melhor nem dizer!! J E aqui cabe uma palavra para a nossa guia Ana Cláudia, que soube
sempre conduzir com profissionalismo e muita alegria todo o grupo. A única falha que lhe registámos –
e essa, bem imperdoável!! – foi a do mercado de Pisac! Pois a Ana Cláudia andou todo o tempo a falarnos nas compras de Pisac e, afinal, não havia nada de especial, apenas algumas lojas mas, mesmo essas,
pouco atractivas… coisas da Semana Santa, é o que nos parece!! J
E o dia seguinte era o dia mais aguardado por todos: aquele que nos levaria a Machu Picchu!!
Acordámos cedo, mas muito entusiasmados. As montanhas em volta estavam cobertas de névoa…
hum… talvez não o melhor dos tempos, mas a expectativa estava no nível mais alto! O comboio de
Ollantaytambo para Machu Picchu Pueblo (ainda não Machu Picchu, mas o “pueblo” 400 m abaixo, na
margem do Rio Urubamba) ou Aguas Calientes vai ao longo do Rio Urubamba, através duma lindíssima
paisagem. E, para animar as hostes, nada melhor que uma versão adaptada do famosíssimo “Apita o
comboio”!!
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Peru: O sonho cumpriu-se
Apita o comboio em Machu Picchu
Apita o comboio para o Clube Galp
Apita o comboio aqui no Peru
Apita o comboio tão longe dos Alpes
(Manuel Gouveia)
Chegados a Machu Picchu Pueblo, apanhámos o autocarro para Machu Picchu, no cimo montanha, a
2.350 m de altitude. Aliás “Machu Picchu” significa Montanha (Picchu) Velha (Machu). Ali chegados… o
tempo começou a piorar e a névoa transformou-se em chuva. Durante as várias horas que lá
estivemos, choveu sempre. O que imaginamos é muito abaixo do que nos é dado observar lá. Tudo
contribui para a beleza do lugar: verde, terraços, casas, lamas, montes, o vale do Rio Urubamba e
mesmo a névoa e chuva contribuíram para a “mística” de que a visita se revestiu.
Machu Picchu, uma das Sete Maravilhas do Mundo
E mais não digo porque não tenho palavras para descrever um lugar tão mágico e belo! … lugar inspirador,
como se pode comprovar pelo que se segue:
P'ra ir a Machu Picchu
Tive muito que trepar
P'ra sentir o 'espiritu'
Daquele mágico lugar
P'ra vir de Machu Picchu
Tive muito que descer
E como dei um bate-cu
'Inda' me está a doer
Mas devo dizer com mágoa
A quem o quiser ir ver
P'ra verem no Borda d'Água
Se faz sol ou vai chover
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ou Um poema de viagem
(Jorge Mónica)
Como dizia um dos companheiros de viagem, chegámos ao final da visita a Machu Picchu “molhados
até à cueca”, mas muito, muito felizes!! Só foi pena não termos podido assistir ao pôr-do-sol,
conforme previsto, mas sol foi coisa que não vimos por lá!!
O nosso grupo em Machu Picchu
Infelizmente, a viagem estava quase a terminar. Mas ainda não tinha terminado!! J No dia
seguinte, voltamos a fazer o comboio de Machu Picchu Pueblo para Ollantaytambo. E aí tínhamos mais
uma surpresa! Uma animada passagem de modelos de vicuña e alpaca, que muito divertiu toda a
gente… e contribuiu para que o nosso grupo deixasse mais alguns “soles” por terras do Peru! E houve
até quem demonstrasse os seus dotes de modelo!
Um autêntico “modelo da linha”
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Peru: O sonho cumpriu-se
D
e regresso a Cusco, fizemos uma paragem em Chinchero, onde fizemos um agradável pic-nic, num
enorme terraço agrícola, “vigiados” por uma parede inca. Em Cusco, andámos novamente a saborear
esta cidade, apreciando a sua beleza e assistindo a algumas cerimónias da Semana Santa. E fazendo
as inevitáveis últimas compras! J
E eis-nos chegados à recta final da viagem. Cusco-Lima, com paragem em Lima, paragem essa
muito bem aproveitada com uma visita ao Museu do Ouro.
Um dos colares do Museu do Ouro
E depois, a longa viagem de regresso!! Como dizia à chegada a Lisboa o nosso companheiro-viajante
-poeta Manuel Gouveia, tivemos uma chegada de “truz”. É que, quando nos despedimos em Lisboa,
toda a gente tinha largos sorrisos, por estarmos a regressar duma viagem tão boa, sobre todos os
aspectos: paisagem, cultura, civilizações antigas, boa disposição e um grupo digno de nota, quase uma
família!! Um autêntico “poema de viagem”, em que o sonho se cumpriu!!
Como nota final, aqui ficam uns modestos versos de “pé quebrado”:
Agora que já voltámos
A esta vida de agruras
Ficam as memórias do Peru
E de todas as aventuras.
Coragem para aguentar
Este nosso ramerrão...
E para o ano, já sabemos,
Vamos todos ao Japão!!
(Clara Ramos)
… não há dúvida que este “poema de viagem” nos inspirou a todos! J
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Um Dia de Pesca de Barco
No passado dia 15 de Março, pelas 7 horas,
estávamos na marina de Cascais prontos para um
dia de pesca.
Depois do almoço continuámos a pescar, embora
houvesse aqueles mais entusiastas da arte que
nem para almoçar tiraram a cana da água.
Segundo consegui apurar dos seis elementos
presentes da parte do Clube Galp Energia, cinco
era a primeira vez que iam ter esta aventura.
Entretanto trocámos de pesqueiro e começaram
a sair uns peixinhos mais graúdos, carapaus com
cerca de 1 - 1,5 kg, besugos e um safio que foi
pescado pelo dono do barco.
Arrancámos em direcção ao Cabo Espichel onde
chegámos após duas horas de viagem. O
entusiasmo era tanto que ainda o barco estava
mal ancorado, já o pessoal tinha as canas dentro
de água.
O peixe não abundava mas de vez em quando
surgiam uns carapaus a par de besugos, sargos e
as famosas bogas que foram um óptimo petisco
para as nossas amigas gaivotas que não nos
largaram o dia todo.
Por volta das 12:30 horas o assador já estava
pronto para o almoço. Ainda o pessoal pescava
quando começou a cheirar a bifana.
Por volta das 19 horas iniciámos o regresso,
sendo que chegámos a terra por volta das 21
horas.
Concluo com o meu manifesto de agrado por
este dia bem passado e penso que a opinião
positiva é geral, pois todos levaram alguns
“kilinhos” de peixe, exceptuando um dos
membros que passou o dia mal disposto mesmo
tomando o famoso comprimido.
VENHA O PRÓXIMO!
Luís Araújo
Winx
Eu fui ver o Espectáculo das Winx no Pavilhão
Atlântico, através do Clube Galp Energia, e
adorei.
Eram seis fadas boas: a Bloom, a Flora, a Musa, a
Tecna, a Laila e a Stella.
Adorei os vestidos de todas mas mais o da Stella
e da Bloom, que são as minhas preferidas.
Todas as fadas vão ter que lutar contra o Lord
Darkar e seus aliados, e as Winx com a ajuda de
todos os amiguinhos vão ultrapassar todas as
forças do mal.
Gostei bastante.
Marta Ferreira (4 anos)
Havia o Timmy, que é o namorado da Tecna, que
era muito trapalhão, fazia muitas diabruras, era
o mais engraçado.
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Viagem a Sevilha
Às oito da manhã do dia 20 de Março saímos de
Sete Rios e, após uma passagem pelo Bairro da
Petrogal para recolher mais alguns companheiros
aí residentes, iniciámos a viagem pela Ponte
Vasco da Gama em direcção à A2. O dia
amanhecia com um sol radioso e uma
temperatura agradável.
Após uma pequena paragem na área de serviço
de Alcácer do Sal continuámos a viagem até
Beja, onde parámos para novo café e para ver a
igreja e o castelo local. Ao longo da viagem
pudemos apreciar a linda paisagem alentejana,
embora um tanto descaracterizada pelo plantio
intensivo de oliveiras.
De Beja dirigimo-nos à fronteira de Vila Nova de
Ficalho, através de um Baixo Alentejo sobretudo
rico em ninhos de cegonhas que nesta época do
ano habitam esta zona. Seguimos até Aracena,
onde almoçámos no restaurante Monte Cruz.
Após o almoço visitámos a célebre gruta de Las
Maravillas, situada mesmo por baixo da povoação
de Aracena, que a todos deslumbrou. É uma
cavidade que no seu interior apresenta 12 salas
que comunicam por galerias, tem formações
estactíticas, estalagmíticas, colunas, lagos e
excêntricas imagens que levam a pensar no poder
da Natureza ao longo de milhões de anos.
De Aracena seguimos directamente para Sevilha,
instalámo-nos no Hotel Sevilha Center e
jantámos. Depois do jantar tivemos a primeira
vista de Sevilha à noite através de uma pequena
volta de autocarro e a pé.
A área visitada de Itálica incluiu o anfiteatro,
arena, termas, restos da cidade e respectivas
condutas de água.
Após o almoço no hotel visitámos vários pontos
da cidade, tendo merecido especial atenção a
Praça de Espanha, conjunto arquitectónico em
semi-círculo com duas altas torres nos seus
extremos. Os bancos sob as balaustradas são
decorados com lindíssimos azulejos que
representam as 54 províncias espanholas.
Seguiu-se um percurso a pé através de ruas
estreitinhas e de pátios típicos, que terminou na
visita à Catedral. Esta foi construída sobre uma
grande mesquita e é considerada o maior templo
de Espanha e o terceiro maior do mundo Cristão.
De seguida houve um pequeno espaço de tempo
para compras nas lojas que se situam nas
proximidades da Catedral. Á noite jantámos no
Palácio Andaluz, onde assistimos a um magnífico
espectáculo de Flamengo, muito apreciado por
todos.
O dia 22 foi de regresso a Lisboa, com paragem
em Ayamonte para compra dos velhos caramelos,
e em Olhão para almoçar.
À chegada a Lisboa ficou a recordação de um
bom fim-de-semana, com um grupo simpático
onde alguns amigos se reencontraram e outros
se fizeram, esperando que o Clube Galp Energia
organize mais passeios deste tipo.
Martins Carvalho
Sábado, dia 21, saída pelas nove da manhã com
destino à cidade romana de Itálica, nos
arredores de Sevilha. É um importante conjunto
arqueológico com um destacado papel no
processo de romanização do território andaluz,
tendo sido a primeira concentração de Romanos
no Sul da Península Ibérica.
Abr 2009
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Sevilha
Ponte
25 de Abril
Bowling
Feminino
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Campeonato Interno de Karting Masculino
Foi uma corrida de karts animada numa manhã
solarenga.
O tempo ajudou a um momento de convívio ao
som dos motores. O grupo que participou na
corrida é um grupo muito alegre e animado. Não
se esperou muito, a seguir à hora marcada, para
que a corrida tivesse início.
Depois da corrida, como já é costume, houve a
necessidade de se comentar e debater as
habilidades e os azares que sucederam durante a
mesma.
O local do almoço , descontraído e ao ar livre ,
como se de um dia de Verão se tratasse, é outro
dos pontos fortes do dia, sendo que estava
bastante saboroso, e a escolha da cozinha
tradicional alentejana foi excelente.
Abr 2009
Nunca tinha corrido nos karts de 270 cc’s,
somente nos de 200 cc. A ansiedade de os
experimentar era muita. As escapatórias e a
segurança do kartódromo não corresponderam
às minhas expectativas, contudo não iria ser isso
que ia estragar um óptimo dia de Sol passado a
fazer algo que adoro. Só tenho a certeza de ser
para repetir.
Parabéns ao Clube Galp Energia por ser uma
instituição da empresa integradora e de
actividades interessantes, onde conseguem
conviver pessoas de várias idades, num bom
entendimento para objectivos comuns e em
saudável convívio.
João Cunha
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Aqueduto das Águas Livres, 21 de Março de 2009
O Aqueduto das Águas Livres abriu uma vez mais
as suas portas para uma nova temporada de
visitas. O percurso "A Rainha Refresca-se"
recria o espírito barroco e "proporciona a visita
a locais de inédita beleza ao longo das
nascentes", de Caneças ao Vale de Alcântara,
refazendo o percurso pelo Aqueduto das Águas
Livres que a família real, a corte e o povo faziam
ao deslocar-se de Caneças a Lisboa.
Este passeio teve o seu início na Rua das
Amoreiras, 101 (recinto da EPAL), pelas 9:30h,
onde o autocarro recebeu a Bárbara Pires, nossa
interlocutora.
Água integra quatro núcleos: o Aqueduto das
Águas Livres, os reservatórios da Mãe-d’Água e
da Patriarcal e a Estação Elevatória a Vapor dos
Barbadinhos. Este conjunto de monumentos e
edifícios, construídos entre os séculos XVIII e
XIX, encontra-se indissociavelmente ligados à
História do abastecimento de água à cidade de
Lisboa. O Clube tem procurado estar atento na
divulgação destas obras, que são sem dúvida
fontes enriquecedoras da História da nossa
cidade de Lisboa.
Esta visita terminou com um almoço volante
servido na Mãe d’Água, em Campolide, e que foi
do agrado de todos os participantes.
Ao longo da visita e pelos vários pontos de
passagem entre Carenque, Queluz e Vale de
Alcântara o grupo do Clube Galp Energia –
Núcleo Centro teve a oportunidade para além de
ficar a conhecer o interior desta magnífica obra,
conviver com artistas ligados ao mundo do
teatro, que recriando as figuras da época como a
Rainha Carlota Joaquina, e as lavadeiras de
Caneças, muito ajudaram no êxito alcançado por
este programa.
O Museu da
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Workshop de Iniciação ao Qi Gong e à Automassagem
Chinesa
Sempre tive muita curiosidade de experimentar
este tipo de “chinesices” e por isso resolvi
inscrever-me nesta iniciativa do Clube Galp
Energia.
Aliás, o tema era bastante apelativo - “a arte de
cultivar o equilíbrio e a energia”.
De facto foi uma manhã de sábado muito
interessante, conduzida pela nossa colega Sónia
Rodrigues, mestre em medicina chinesa, e que
melhor do que ninguém nos sabe cativar para
estas práticas milenares.
A manhã foi dividida em duas partes, sendo a
primeira a automassagem chinesa. Tudo começa
com o nosso corpo em posição de árvore e daqui
partimos para os exercícios de automassagem
em que cobrimos grande parte do nosso corpo,
permitindo assim estimular os nossos sentidos e
relaxar a mente.
Gostei especialmente da automassagem na região
da cabeça, que recomendo vivamente a quem
sofre de dores de cabeça com frequência.
Depois do “tea break”, prosseguimos para a
segunda parte, que consistiu nos 18 movimentos
do Taiji Qijong, que é um método terapêutico
chinês para fortalecer a saúde e prolongar a
vida. Cada exercício tem um nome engraçado e
alusivo à imagem que se pretende criar, como
por exemplo “virar o corpo para olhar a lua” ou
“remar no centro do lago” ou ainda “a pomba voa
abrindo as asas”.
Aprendemos os exercícios um a um, repetindo
cada um deles diversas vezes.
O mais espectacular foi, no final, fazer de
seguida os 18 exercícios, sem parar, unicamente
olhando para a nossa Mestre. Foi fantástico e
de facto fica-se com uma sensação de imensa
tranquilidade, conforto e bem-estar.
Finalizo, fazendo um apelo ao Clube Galp Energia
- organizem mais eventos deste tipo e, melhor,
uma aula semanal de Qijong que teria de certeza
muitos aderentes. Eu seria um deles.
Outro aspecto foi o facto de os exercícios
serem fáceis de executar, mais tarde, em casa,
com a ajuda, é claro, do manual fornecido.
Leonor Cabral
Sorteados Emir Kustrica
Os Associados do Clube Galp Energia - Núcleo Centro contemplados com um dos cinco bilhetes duplos
para assistirem ao espectáculo, no passado dia 18 de Abril, no Campo Pequeno, de Emir Kustrica and
the No Smoking Orchestra foram:
Mário Rocha
Mónica Cunha
Maria Isabel Letras
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Marisa Fernandes
Avelino Soares
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As Aventuras de Puck, o Duende
As Aventuras de Puck, o Duende, numa
adaptação livre da versão infantil de Hélia
Correia de Sonho de “Uma Noite de Verão” de
William Shakspeare, pelo Teatro TapaFuros,
realizado num Sábado de muito frio mas situado
num dos mais belos lugares de Portugal - a
Quinta da Regaleira.
Situada em pleno Centro Histórico de Sintra,
classificado Património Mundial pela UNESCO,
um lugar com espírito próprio. Edificado nos
primórdios do século XX, no meio de uma
floresta luxuriante, é o resultado da
concretização de um sonho de qualquer um a
juntar à peça que o Clube Galp Energia - Núcleo
Centro nos proporcionou.
Chegámos por volta das 11 horas e fomos
recebidos por um colaborador do Teatro que nos
levou por um caminho lindíssimo até ao Teatro
onde se realizou a peça.
O percurso, pequeno, mas muito bom, deu logo
para percebermos que estávamos num lugar de
sonho e o que nos esperaria deveria ser igual ou
melhor.
E aqui está o resumo do Teatro:
Há fadas e duendes escondidos em Sintra…
Obedecem aos reis da floresta, Oberon e
Titânia… Eles andam zangados por causa de um
pedacinho de Lua… Puck, o duende traquinas, não
vai ter tempo para descansar! Com as suas
magias tem de consertar (e desconsertar!) as
vidas de todos.
Ainda por cima três artesãos de Sintra andam a
preparar uma peça maluca sobre uma princesa
moura dos sete ais, que querem oferecer na
noite de casamento dos Reis de Sintra.
No fim da peça tivemos ainda a oportunidade de
ir conhecer a Quinta da Regaleira, pelo que
deixo ainda uma opinião sobre a mesma.
A Quinta da Regaleira é um lugar para se sentir.
Não basta contar-lhe a memória, a paisagem, os
mistérios.
Torna-se necessário conhecê-la, observar e
sentir os jardins, admirar o Palácio dos Milhões,
percorrer o parque exótico, descobrir a
espiritualidade cristã na Capela da Santíssima
Trindade, onde nos é permitido descer à cripta.
Há ainda um fabuloso conjunto de torreões que
nos
oferecem
paisagens
deslumbrantes,
recantos estranhos feitos de lenda e saudade.
A culminar a visita à Quinta da Regaleira há que
invocar a aventura dos cavaleiros Templários, ou
os ideais dos mestres da maçonaria, para descer
ao monumental poço iniciático por uma imensa
escadaria em espiral.
E, lá no fundo com os pés assentes numa estrela
de oito pontas, é deslumbrante olharmos para
cima e vermos toda aquela beleza construída
pelos nossos antepassados.
Por último não poderia deixar de escrever sobre
a travessia das grutas labirínticas, até
ganharmos a luz, reflectida em lagos
surpreendentes.
Parabéns ao Clube Galp Energia por esta manhã
belíssima de Teatro e Passeio que nos
proporcionou uma vez mais.
Inês Silva
Um sonho!
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Sorteio Mamma Mia
A Direcção do Clube Galp Energia - Núcleo Centro vai proceder ao sorteio,
entre os seus Associados, de três bilhetes duplos para o espectáculo
Mamma Mia a realizar no próximo dia 26 de Junho, pelas 21:15 horas, no
Pavilhão Atlântico.
Pode efectuar a sua inscrição neste sorteio pelas vias habituais até ao final
do próximo dia 17 de Junho próximo.
Colónia de Férias da Páscoa na Quinta da Broeira
Nestas férias da Páscoa passei uns dias na
Quinta da Broeira. Foi uma experiência muito
interessante, energética e agradável.
A DIRECÇÃO
Conheci novas pessoas e passei grande parte do
tempo a fazer desporto e a participar em
aventuras. As actividades nocturnas foram
esplêndidas devido ao convívio que proporcionam.
A comida é boa, saudável e farta.
Na última noite tivemos uma festa de gala que
foi uma despedida divertida com um concurso de
máscaras muito engraçado.
Gostei muito e espero voltar no Verão.
Gonçalo Traça, 10 anos
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