h s a l F 3 14 Abr 2009 Olá Galp Energia Que dia espectacular foi o da Mini Maratona! O cansaço deixamo-lo na Margem Sul e, a cada passada dos 8 km percorridos até à meta, deixámo-nos conquistar pelo entusiasmo da música que ecoava no garrafão e pelo estranho e bom cheirinho matinal a febras grelhadas, tão inesperado e diferente daquilo a que estamos habituadas quando viajamos todos os dias de carro, rumo à Capital. Destaques Olá Galp Energia Capa Próximas Realizações Capa A Rainha Refresca-se 3 Peru: O sonho cumpriu-se ou Um poema de viagem 5 Workshop de Iniciação ao Qi Gong 20 As Aventuras de Puck 21 Colónia de Férias na Quinta da Broeira 22 Envolvidas neste ritmo tão bom e tão fora de rotina, a passos largos fomos carregando as baterias para mais um e outro km ao longo da Próximas Realizações ponte, entre fotografias, paragens, encontrões e avanços, para por fim chegarmos num tempo espectacular de 2h15min!!! 16 Maio - 3ª Etapa do Campeonato Interno de Bowling Feminino Este foi um ano especial para nós, por termos trazido as nossas filhas 16 Maio - Final do Campeonato para este evento ostentando com orgulho os dorsais nos carrinhos de Interno de Karting Masculino bebé. 17 Maio - 5º Workshop de Qi Gong e Automassagem Chinesa Pretendemos continuar a contar com a Galp e a sua Energia para que 21 Maio - Cirque du Soleil possamos fazer muitas mais "minis". 30 Maio - A Rainha Refresca-se (3º grupo) Obrigada Clube Galp Energia! 30 Maio - Pesca de Mar 30 Maio - Harlem Globetrotters Texto de Sara Coelho e Raquel Mendes 30 Maio - Karting Feminino 04 a 14 Jun - Viagem a Cuba (1º grupo) 11 a 21 Jun - Viagem a Cuba (2º grupo) www.clubegalpenergia.com 21 Jun - Lisboa Bike Tour 28 Jun a 04 Jul - Barreirense Campus Basket 09 18 Jul – Cinema Workshop de Pilates Pensando no princípio “mente Sã corpo São”, foi em 1920 que o alemão Joseph Pilates criou uma actividade física baseada em 6 princípios básicos: respiração, concentração, controle, alinhamento, centralização e integração de movimentos. Foi com este princípio que alguns colaboradores iniciaram o seu fim-de-semana quando, no dia 7 Março pelas 10 horas, se encontraram na sede do Clube Galp Energia onde foram recebidos pela Professora de Pilates Carla Marcelo. Com uma serena música de fundo, o primeiro desafio foi o da respiração! De todas as técnicas de Pilates a respiração mantém a sua supremacia. “O movimento da caixa toráxica permite o aumento e redução dos volumes intratoráxicos em 3 diâmetros de expansibilidade: vertical (acção directa do diafragma), transversal e ântero-posterior (dado pelo movimento das costelas)”. Qual a diferença em relação ao que fazemos todos os dias? Abr 2009 A consciência corporal e controle do movimento. O alívio da tensão é imediato! De seguida passámos aos métodos de alongamento e outros exercícios físicos, utilizando o peso do próprio corpo na sua execução através de uma técnica de reeducação dos movimentos, composta por exercícios profundos na anatomia humana, capazes de restabelecer a flexibilidade e força muscular, melhorando a respiração e corrigindo a postura. Ideal para prevenir lesões! Pilates teve várias influências como Yoga, zen Budismo, artes marciais e exercícios praticados pelos antigos gregos e romanos. A procura do equilíbro corporal tem percorrido o tempo e a sua importância na nossa cultura tem-se intensificado, mostrando o quão necessário é a harmonia física, mental e emocional. Foi com uma sensação de leveza, mas sentindo tudo, que pelas 12:30h terminámos o nosso Workshop de Pilates, ficando no ar a vontade de manutenção deste estádio de harmonia. Quem sabe brevemente teremos mais. Page 2 A Rainha refresca-se: Na pista do Barroco No ensejo de mais um passeio organizado pelo Clube Galp Energia - Núcleo Centro, foi proporcionado no passado dia 7 de Março uma real visita ao Aqueduto das Águas Livres, que pretendeu dar a conhecer a história do abastecimento de água à cidade de Lisboa e sensibilizar para a importância do património que nos foi legado. O passeio que se iniciou sob os auspícios de um céu tristonho, cedo se revelou uma descoberta a uma faceta pouco conhecida do Aqueduto. De facto, foi-nos dado a saber o sacrifício pessoal de várias gerações de artesãos que durante aproximadamente um século e perante a vontade régia de 3 monarcas contribuíram para a sua construção, de modo a que a cidade de Lisboa pudesse suprimir as carências de água que sofria há centenas de anos, bem essencial ao seu crescimento como metrópole e capital de um império. O passeio proporcionou-nos a visita a locais que estão escondidos dos olhares de quem passa, desde as nascentes de Caneças ao vale de Alcântara, reconstituindo, no espírito do Barroco, o percurso pelo Aqueduto que a família real, a corte e o povo faziam ao deslocarem-se de Mafra a Queluz. No percurso no interior das galerias do Aqueduto impressiona o espectáculo natural de luz e sombra aliado à nobreza da pedra que nos transporta para uma época em que o ênfase na procura dos sentidos era fulcral. De facto, essas galerias foram construídas de maneira a não só transportarem a água, por caleiras, como para também permitirem andar no seu interior. A magnificência desta obra de engenharia da época barroca realça-se quando, ao caminhar no seu interior, se ouve a água que corre, aproveitando a força da gravidade. Após o passeio pelo interior do aqueduto fomos conhecer a fonte nova, local onde nos esperava a primeira intervenção de um grupo de animação, que nos presenteou com uma recriação histórica de várias personagens do século XVIII, entre elas a Raínha Dona Carlota Joaquina, o seu cocheiro-mor e as tradicionais lavadeiras locais. Dali fomos até ao bairro da Serafina, local onde iniciámos a travessia da arcaria sobre o vale de Alcântara, a qual é notável quer pela sua extensão, quer pela altura dos seus bem conhecidos arcos. Também ali fomos acompanhados por mais uma recriação do grupo de animação que nos acompanhou neste percurso. O fecho daquela manhã sobejamente bem passada, levou-nos até outro grande espaço da cidade de Lisboa - "A Mãe de Água das Amoreiras" - sítio onde se recebiam as águas provenientes do aqueduto. No seu interior o destaque vai para a grande cisterna de água que integra uma majestosa cascata. Foi aí que terminamos o passeio, após nos ter sido servido o almoço, mas não antes de podermos apreciar a fabulosa vista da cidade que é obtida no Terraço d'A Mãe de Água. É, sem dúvida, um passeio que vale muito a pena fazer! Júlia Silva Abr 2009 Page 3 Pesca Desportiva na Barragem dos Patudos - Alpiarça Decorreu no passado dia 14 de Março, a 1ª prova do Campeonato Interno de Pesca Desportiva 2009 do Clube Galp Energia - Núcleo Centro. Prova disputada na Barragem dos Patudos, em Alpiarça, em que o primeiro classificado foi Filipe Bertelo que obteve, durante as quatro horas de duração de prova, 4,340 kg de peixe (carpas), tendo-se classificado nos 2º e 3º lugares, respectivamente, José Cruz e Daniel Bertelo. Nesta prova participaram dezanove pescadores não tendo pescado quaisquer peixes sete participantes. O Campeonato Regional tem como objectivo apurar os primeiros dez classificados que irão representar o Núcleo Centro, em confronto com os Núcleos Norte e Sul, na Final Nacional do Campeonato Interno de Pesca Pescador Filipe Bertelo José Cruz Daniel Bertelo Hugo Sousa António Faria José Couvinha José Rasteiro Tobias Rasteiro Francisco Novo Jorge Cunha Rui Batalha Fernando Moreira Américo Escaleira Camilo Marques Francisco Mouro Joaquim Rodrigues José da Silva Luís Colaço Rui Reis Pescado Classif. 4,340Kg 4,120Kg 2,020Kg 1,720Kg 1,600Kg 1,600Kg 1,520Kg 1,480Kg 1,420Kg 1,340Kg 1,320Kg 1,300Kg 0,00Kg 0,00Kg 0,00Kg 0,00Kg 0,00Kg 0,00Kg 0,00Kg 1º 2º 3º 4º 5º 5º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 13º 13º 13º 13º 13º 13º Campeonato Interno de Bowling Feminino Desta vez a etapa do Campeonato de Bowling Feminino do Clube Galp Energia - Núcleo Centro teve lugar no Playbowling, em Cascais. O ponto de encontro foi no local do costume - nas Torres de Lisboa - pois, apesar de Cascais ser perto, as participantes preferem ir nas carrinhas do Clube, pois assim tem acesso a mais um momento de animação. Sim porque neste campeonato, é do princípio ao fim cheio de boa disposição! A 2ª etapa do Campeonato 2009 decorreu com normalidade, dois jogos em que as jogadoras tentaram dar o seu melhor, e se não o deram foi de certeza por causa das pistas … os comentários são sempre os mesmos: a pista está torta, a máquina deixa cair pinos, a madeira é diferente dos outros locais, .... Mas deixemos as desculpas para trás, afinal é em Cascais que aparecem os melhores resultados. A classificação final desta prova, foi a seguinte: 1º Dora Martins 2º Eliana Domingos 3º Rosa Moreira No final da manhã já só se falava na terceira prova, que vai realizar-se no próximo dia 16 de Maio em Setúbal, e que será brindada no final com um almoço convívio. Abr 2009 Page 4 Peru: O sonho cumpriu-se ou Um poema de viagem (29 de Março a 12 de Abril) Texto e fotos: Clara Ramos Poemas: Manuel Gouveia, Jorge Mónica e Clara Ramos Por várias vezes, durante a viagem ao Peru, me disseram que o início desta despretensiosa “crónica de viagem” devia resumi-la. E assim será. Para mim, o melhor resumo é “o sonho cumpriu-se”. Para muitas, se não mesmo para as trinta pessoas que integraram esta fantástica viagem a este país de contrastes, a viagem de sonho esteve ao nosso alcance e as nossas altas expectativas não saíram goradas. Mais uma vez, o encontro foi no aeroporto de Lisboa e de madrugada. A quase totalidade dos viajantes, aqui se juntou. Caras conhecidas, de outras viagens: Austrália, Patagónia, Oriente. Já somos todos uma grande família! Talvez muitos de nós não o saibamos (eu não sabia de certeza!), mas o Peru tem cerca de 57% do seu território na selva amazónica (onde se situa Machu Picchu, p. ex.), 32% pertence à cordilheira andina e 11% é costa desértica (devido à corrente fria de Humboldt e à cordilheira dos Andes), que faz parte do Deserto de Atacama; é na costa que vivem cerca de 65% dos peruanos. Tudo isto nos aguardava… Após longas horas de viagem (mais de 16 horas, contando com os tempos de aeroporto), eis-nos chegados ao Peru e à sua capital, Lima. Situada no deserto, nunca chove em Lima; no entanto, é uma cidade que se orgulha dos seus jardins, muitíssimo bem cuidados, cheios de verde e do colorido de muitas flores. Quem diria que Lima é a segunda cidade mais seca do mundo (a seguir ao Cairo)! Com um centro histórico interessante, o ponto “alto” da visita a Lima foi o Museu Larco Herrera, cuja última sala fez as delícias de muito boa gente… Igualmente interessante foi a visita à Fazenda Mamacona, onde algumas pessoas puderam dar uma voltinha a cavalo e tomar contacto pela primeira vez com o “pisco sour”, bebida peruana que nos acompanhou em toda a viagem. Um dos jardins da cidade de Lima Abr 2009 Page 5 Peru: O sonho cumpriu-se O dia seguinte levou-nos, através da estada Pan-americana, a um dos locais que mais expectativa criara em toda a gente: as Linhas de Nasca. Em três avionetas, o grupo pôde desfrutar da vista aérea das misteriosas linhas. O problema foi… que a maioria de nós (eu incluída!) deu-se um “bocadinho” mal com a avioneta: olha o astronauta à esquerda, olha o colibri à direita… e o estômago aos saltos!! Muita expectativa, alguma desilusão pelo enjoo, mas pudemos ver as tão aguardadas linhas de Nasca: entre outros, vimos o astronauta, a baleia, o macaco, o cão, o colibri, a aranha, o condor, o papagaio, as mãos e ainda mais uns quantos. Nesta zona, há cerca de 10.000 hieróglifos, entre linhas rectas, trapezóides e desenhos de seres humanos, animais e plantas. Presume-se que estas linhas tenham entre 1500 e 2500 anos e preservam-se porque não chove nem faz vento no deserto de Nasca. O colibri, uma das Linhas de Nasca, que mede 96 por 66 m Mas as emoções do dia não se ficaram por aqui! Ao fim da tarde, no deserto de Ica, fizemos um alucinante passeio de buggy pelas dunas, muito apreciado pela maioria das pessoas! Igualmente muito divertida, foi a descida em sandboard, que algumas pessoas fizeram duas vezes!! O nosso buggy, no deserto de Ica Abr 2009 Page 6 ou Um poema de viagem O dia seguinte reservava-nos menos emoção, mas muitos animais no seu habitat natural, nas Ilhas Ballestas, onde observámos leões-marinhos, pinguins de Humboldt, pelicanos e outras aves; aqui vivem cerca de 160 espécies de aves marinhas. Pudemos também observar o Candelabro, um geóglifo com 150 m de altura, na encosta desértica. Próximo, fica o Parque Natural de Paracas, com uma paisagem de notar, desértica, com praias de areia avermelhada, na península com o mesmo nome. Um leão-marinho nas Ilhas Ballestas Após estes dias ao nível do mar, próximo do Oceano Pacífico, começámos a subir em altitude, começando pela cidade de Arequipa, a segunda cidade do Peru, a 2.300m de altitude, cujo centro histórico, bastante bem conservado, é muito interessante; próximo, os vulcões Misti, Picchu Picchu e Chachani, este último com mais de 6.000 m de altitude. Nesta cidade, património da humanidade desde 2000, merecem destaque o Mosteiro de Santa Catarina, muito bem conservado e onde ainda hoje há freiras, a Plaza de Armas e algumas igrejas coloniais. Aqui, vimos pela primeira vez lamas e também o rato-coelho cuy. Igualmente, começámos a ouvir falar do “mal de altitude”, do chá e das folhas de coca, das divindades pré-incas (sol, lua, vulcão e terra) e dos animais sagrados (condor, puma e serpente). Aqui, habitaram muitas culturas, a mais conhecida é a última antes da ocupação espanhola, os Incas. A folha de coca era sagrada para os Incas e os espanhóis utilizaram-na para os controlar. De Arequipa para Chivay, passámos no ponto mais alto de toda a viagem: 4.910 metros de altitude. Esta viagem provocou “estragos” numa das nossas companheiras de viagem… mas, felizmente, o médico de Chivay, conhecedor do “mal de altitude”, fez o diagnóstico correcto bem como a medicação, permitindo-lhe desfrutar da restante viagem (quase) sem problemas! Durante a travessia dos Andes, com alguns vulcões em volta (alguns ainda activos – mas não enquanto andámos por lá!! J), vimos alguns animais: lamas, alpacas, guanacos, vicuñas e outros. Para protecção das vicuñas, estas são tosquiadas de 2 em 2 anos, o que permite aos locais serem pagos pela lã e não terem motivos para as matar. E quem ainda se lembra? As alpacas têm o rabo para cima, os lamas, para baixo! De Chivay, não há nada de especial a dizer, mas há muito a dizer sobre o Cañon de Colca, desfiladeiro que é uma falha geológica com 7 milhões de anos, provocada por terramotos (e não por Abr 2009 Page 7 Peru: O sonho cumpriu-se erosão como o Grand Canyon, p. ex.) e com paisagem absolutamente maravilhosa. Este desfiladeiro tem 100 km de comprimento, atingindo os 3.400 m de profundidade, sendo um dos mais profundos do mundo. De manhãzinha, pudemos apreciar toda amplitude de paisagem, muito verde, com algumas pequenas povoações e agricultores tratando dos seus terrenos. Cerca de 80% da população local tem sangue anterior aos incas e aos espanhóis; aqui habitam 65.000 pessoas. A estrada é de terra batida, para que o turismo não se sobreponha às actividades e interesse dos locais. Há 18 anos, um terramoto abriu mais uma falha geológica, dando origem a um pequeno desfiladeiro, o Cañon de Maca. No Cañon de Colca , pudemos observar o voo do condor, a maior ave voadora do mundo, que faz os ninhos nos buracos no desfiladeiro, saindo para arranjar alimentos, em voos mais ou menos rápidos, que podem atingir 200 km/h. O voo do condor, no Cañon de Colca O resto do dia foi feito em altitude, pelo altiplano, em viagem até Puno. Um pouco antes de chegarmos, percorremos os túmulos pré-incas e incas de Sillustani, com uma lindíssima paisagem de montanha e lago; e aí, tivemos uma lição de auto-massagem! Fomos ainda a uma casa de população local, tendo algumas pessoas provado o queijo local. De Puno não há nada a assinalar, excepto que é a cidade que “abre as portas”, por assim dizer, ao Lago Titicaca, o lago navegável mais alto do mundo, a 3.810 m de altitude, cujo nome significa “puma de pedra”; o lago tem 194 km de comprimento e 80 km de largura e é repartido entre o Peru e a Bolívia. O passeio no lago iniciou-se com uma paragem na ilha de S. Pedro de Unos, onde fomos recebidos pela população local e fizemos passeios em barcos de junco. Esta e muitas outras ilhas no lago são ilhas flutuantes, feitas de junco. Abr 2009 Page 8 ou Um poema de viagem Barcos de junco, no Lago Titicaca De Unos para a ilha Taquile, onde almoçámos, a viagem foi atribulada; por causa do vento, o lago estava bastante agitado e não pudemos atracar onde estava previsto, o que levou a que tivéssemos de fazer um passeio de cerca de 40 minutos até ao outro lado da ilha. Bom, não fosse a altitude e o cansaço inerente e o passeio tinha sido admirável!! Paisagem magnífica, recepção muito simpática, tempo agradável, com sol, montanhas de picos nevados em volta do lago e gente duma imensa simpatia a receber-nos. E um almoço digno de nota para retemperar forças! O meu colar de flores na Ilha Taquile Abr 2009 Page 9 Peru: O sonho cumpriu-se No dia seguinte, nova viagem, desta vez com destino a Cusco. Deste percurso, o maior destaque vai para a Igreja de S. Pedro de Andahuaylillas, designada a “Capela Sistina da América do Sul”, uma espantosa igreja coberta de pinturas. E eis-nos chegados à cidade de Cusco, a capital dos Incas, em plena procissão da Semana Santa! Gente, gente e mais gente… e a chegada à magnífica Plaza de Armas (que põem muitas plazas mayores de Espanha a um canto!), para o jantar, por entre essa multidão. A cidade tinha a forma dum puma, que ainda hoje se pode observar… por quem sabe! A Catedral de Cusco, na Plaza de Armas No dia seguinte, visitámos o Convento de Santo Domingo e os complexos arqueológicos que rodeiam a cidade: Saqsaywaman, Qenqo, Tambomackay. Aqui, aprendemos a distinguir as pedras do tempo do inca das pedras do tempo do… “incapaz”!! Pedras do tempo do Inca, em Saqsaywaman Abr 2009 Page 10 ou Um poema de viagem Visita obrigatória, foi a loja Vicuñita, onde muita gente comprou camisolas em lã alpaca e vicuña e muitas outras coisas… Durante o almoço, alguns portistas puderam assistir ao Porto-Manchester United, que poderia ter tido resultado mais favorável. Após o almoço, a visita da riquíssima Catedral, com interior barroco, ocupou-nos bastante tempo. Depois, tempo livre para as inevitáveis compras, que, em Cusco, há oferta em abundância e qualidade. Em Cusco, encontrámos um grupo de motards (que já havíamos visto em Arequipa), que percorriam o Peru e outros países da América do Sul, com um guia português! Não deixa de ser curioso que, tão longe, encontremos compatriotas… Seguidamente, a viagem levou-nos ao Vale Sagrado dos Incas, o vale do Rio Urubamba. Aí, observámos as casas tal como eram no tempo dos Incas e subimos às ruínas de Ollantaytambo. Mãe e filha, em Ollantaytambo Após o almoço numa fazenda do vale, seguimos para Pisac, onde… nos prometeram compras e, afinal… bem, é melhor nem dizer!! J E aqui cabe uma palavra para a nossa guia Ana Cláudia, que soube sempre conduzir com profissionalismo e muita alegria todo o grupo. A única falha que lhe registámos – e essa, bem imperdoável!! – foi a do mercado de Pisac! Pois a Ana Cláudia andou todo o tempo a falarnos nas compras de Pisac e, afinal, não havia nada de especial, apenas algumas lojas mas, mesmo essas, pouco atractivas… coisas da Semana Santa, é o que nos parece!! J E o dia seguinte era o dia mais aguardado por todos: aquele que nos levaria a Machu Picchu!! Acordámos cedo, mas muito entusiasmados. As montanhas em volta estavam cobertas de névoa… hum… talvez não o melhor dos tempos, mas a expectativa estava no nível mais alto! O comboio de Ollantaytambo para Machu Picchu Pueblo (ainda não Machu Picchu, mas o “pueblo” 400 m abaixo, na margem do Rio Urubamba) ou Aguas Calientes vai ao longo do Rio Urubamba, através duma lindíssima paisagem. E, para animar as hostes, nada melhor que uma versão adaptada do famosíssimo “Apita o comboio”!! Abr 2009 Page 11 Peru: O sonho cumpriu-se Apita o comboio em Machu Picchu Apita o comboio para o Clube Galp Apita o comboio aqui no Peru Apita o comboio tão longe dos Alpes (Manuel Gouveia) Chegados a Machu Picchu Pueblo, apanhámos o autocarro para Machu Picchu, no cimo montanha, a 2.350 m de altitude. Aliás “Machu Picchu” significa Montanha (Picchu) Velha (Machu). Ali chegados… o tempo começou a piorar e a névoa transformou-se em chuva. Durante as várias horas que lá estivemos, choveu sempre. O que imaginamos é muito abaixo do que nos é dado observar lá. Tudo contribui para a beleza do lugar: verde, terraços, casas, lamas, montes, o vale do Rio Urubamba e mesmo a névoa e chuva contribuíram para a “mística” de que a visita se revestiu. Machu Picchu, uma das Sete Maravilhas do Mundo E mais não digo porque não tenho palavras para descrever um lugar tão mágico e belo! … lugar inspirador, como se pode comprovar pelo que se segue: P'ra ir a Machu Picchu Tive muito que trepar P'ra sentir o 'espiritu' Daquele mágico lugar P'ra vir de Machu Picchu Tive muito que descer E como dei um bate-cu 'Inda' me está a doer Mas devo dizer com mágoa A quem o quiser ir ver P'ra verem no Borda d'Água Se faz sol ou vai chover Abr 2009 Page 12 ou Um poema de viagem (Jorge Mónica) Como dizia um dos companheiros de viagem, chegámos ao final da visita a Machu Picchu “molhados até à cueca”, mas muito, muito felizes!! Só foi pena não termos podido assistir ao pôr-do-sol, conforme previsto, mas sol foi coisa que não vimos por lá!! O nosso grupo em Machu Picchu Infelizmente, a viagem estava quase a terminar. Mas ainda não tinha terminado!! J No dia seguinte, voltamos a fazer o comboio de Machu Picchu Pueblo para Ollantaytambo. E aí tínhamos mais uma surpresa! Uma animada passagem de modelos de vicuña e alpaca, que muito divertiu toda a gente… e contribuiu para que o nosso grupo deixasse mais alguns “soles” por terras do Peru! E houve até quem demonstrasse os seus dotes de modelo! Um autêntico “modelo da linha” Abr 2009 Page 13 Peru: O sonho cumpriu-se D e regresso a Cusco, fizemos uma paragem em Chinchero, onde fizemos um agradável pic-nic, num enorme terraço agrícola, “vigiados” por uma parede inca. Em Cusco, andámos novamente a saborear esta cidade, apreciando a sua beleza e assistindo a algumas cerimónias da Semana Santa. E fazendo as inevitáveis últimas compras! J E eis-nos chegados à recta final da viagem. Cusco-Lima, com paragem em Lima, paragem essa muito bem aproveitada com uma visita ao Museu do Ouro. Um dos colares do Museu do Ouro E depois, a longa viagem de regresso!! Como dizia à chegada a Lisboa o nosso companheiro-viajante -poeta Manuel Gouveia, tivemos uma chegada de “truz”. É que, quando nos despedimos em Lisboa, toda a gente tinha largos sorrisos, por estarmos a regressar duma viagem tão boa, sobre todos os aspectos: paisagem, cultura, civilizações antigas, boa disposição e um grupo digno de nota, quase uma família!! Um autêntico “poema de viagem”, em que o sonho se cumpriu!! Como nota final, aqui ficam uns modestos versos de “pé quebrado”: Agora que já voltámos A esta vida de agruras Ficam as memórias do Peru E de todas as aventuras. Coragem para aguentar Este nosso ramerrão... E para o ano, já sabemos, Vamos todos ao Japão!! (Clara Ramos) … não há dúvida que este “poema de viagem” nos inspirou a todos! J Abr 2009 Page 14 Um Dia de Pesca de Barco No passado dia 15 de Março, pelas 7 horas, estávamos na marina de Cascais prontos para um dia de pesca. Depois do almoço continuámos a pescar, embora houvesse aqueles mais entusiastas da arte que nem para almoçar tiraram a cana da água. Segundo consegui apurar dos seis elementos presentes da parte do Clube Galp Energia, cinco era a primeira vez que iam ter esta aventura. Entretanto trocámos de pesqueiro e começaram a sair uns peixinhos mais graúdos, carapaus com cerca de 1 - 1,5 kg, besugos e um safio que foi pescado pelo dono do barco. Arrancámos em direcção ao Cabo Espichel onde chegámos após duas horas de viagem. O entusiasmo era tanto que ainda o barco estava mal ancorado, já o pessoal tinha as canas dentro de água. O peixe não abundava mas de vez em quando surgiam uns carapaus a par de besugos, sargos e as famosas bogas que foram um óptimo petisco para as nossas amigas gaivotas que não nos largaram o dia todo. Por volta das 12:30 horas o assador já estava pronto para o almoço. Ainda o pessoal pescava quando começou a cheirar a bifana. Por volta das 19 horas iniciámos o regresso, sendo que chegámos a terra por volta das 21 horas. Concluo com o meu manifesto de agrado por este dia bem passado e penso que a opinião positiva é geral, pois todos levaram alguns “kilinhos” de peixe, exceptuando um dos membros que passou o dia mal disposto mesmo tomando o famoso comprimido. VENHA O PRÓXIMO! Luís Araújo Winx Eu fui ver o Espectáculo das Winx no Pavilhão Atlântico, através do Clube Galp Energia, e adorei. Eram seis fadas boas: a Bloom, a Flora, a Musa, a Tecna, a Laila e a Stella. Adorei os vestidos de todas mas mais o da Stella e da Bloom, que são as minhas preferidas. Todas as fadas vão ter que lutar contra o Lord Darkar e seus aliados, e as Winx com a ajuda de todos os amiguinhos vão ultrapassar todas as forças do mal. Gostei bastante. Marta Ferreira (4 anos) Havia o Timmy, que é o namorado da Tecna, que era muito trapalhão, fazia muitas diabruras, era o mais engraçado. Abr 2009 Page 15 Viagem a Sevilha Às oito da manhã do dia 20 de Março saímos de Sete Rios e, após uma passagem pelo Bairro da Petrogal para recolher mais alguns companheiros aí residentes, iniciámos a viagem pela Ponte Vasco da Gama em direcção à A2. O dia amanhecia com um sol radioso e uma temperatura agradável. Após uma pequena paragem na área de serviço de Alcácer do Sal continuámos a viagem até Beja, onde parámos para novo café e para ver a igreja e o castelo local. Ao longo da viagem pudemos apreciar a linda paisagem alentejana, embora um tanto descaracterizada pelo plantio intensivo de oliveiras. De Beja dirigimo-nos à fronteira de Vila Nova de Ficalho, através de um Baixo Alentejo sobretudo rico em ninhos de cegonhas que nesta época do ano habitam esta zona. Seguimos até Aracena, onde almoçámos no restaurante Monte Cruz. Após o almoço visitámos a célebre gruta de Las Maravillas, situada mesmo por baixo da povoação de Aracena, que a todos deslumbrou. É uma cavidade que no seu interior apresenta 12 salas que comunicam por galerias, tem formações estactíticas, estalagmíticas, colunas, lagos e excêntricas imagens que levam a pensar no poder da Natureza ao longo de milhões de anos. De Aracena seguimos directamente para Sevilha, instalámo-nos no Hotel Sevilha Center e jantámos. Depois do jantar tivemos a primeira vista de Sevilha à noite através de uma pequena volta de autocarro e a pé. A área visitada de Itálica incluiu o anfiteatro, arena, termas, restos da cidade e respectivas condutas de água. Após o almoço no hotel visitámos vários pontos da cidade, tendo merecido especial atenção a Praça de Espanha, conjunto arquitectónico em semi-círculo com duas altas torres nos seus extremos. Os bancos sob as balaustradas são decorados com lindíssimos azulejos que representam as 54 províncias espanholas. Seguiu-se um percurso a pé através de ruas estreitinhas e de pátios típicos, que terminou na visita à Catedral. Esta foi construída sobre uma grande mesquita e é considerada o maior templo de Espanha e o terceiro maior do mundo Cristão. De seguida houve um pequeno espaço de tempo para compras nas lojas que se situam nas proximidades da Catedral. Á noite jantámos no Palácio Andaluz, onde assistimos a um magnífico espectáculo de Flamengo, muito apreciado por todos. O dia 22 foi de regresso a Lisboa, com paragem em Ayamonte para compra dos velhos caramelos, e em Olhão para almoçar. À chegada a Lisboa ficou a recordação de um bom fim-de-semana, com um grupo simpático onde alguns amigos se reencontraram e outros se fizeram, esperando que o Clube Galp Energia organize mais passeios deste tipo. Martins Carvalho Sábado, dia 21, saída pelas nove da manhã com destino à cidade romana de Itálica, nos arredores de Sevilha. É um importante conjunto arqueológico com um destacado papel no processo de romanização do território andaluz, tendo sido a primeira concentração de Romanos no Sul da Península Ibérica. Abr 2009 Page 16 Sevilha Ponte 25 de Abril Bowling Feminino Abr 2009 Page 17 Campeonato Interno de Karting Masculino Foi uma corrida de karts animada numa manhã solarenga. O tempo ajudou a um momento de convívio ao som dos motores. O grupo que participou na corrida é um grupo muito alegre e animado. Não se esperou muito, a seguir à hora marcada, para que a corrida tivesse início. Depois da corrida, como já é costume, houve a necessidade de se comentar e debater as habilidades e os azares que sucederam durante a mesma. O local do almoço , descontraído e ao ar livre , como se de um dia de Verão se tratasse, é outro dos pontos fortes do dia, sendo que estava bastante saboroso, e a escolha da cozinha tradicional alentejana foi excelente. Abr 2009 Nunca tinha corrido nos karts de 270 cc’s, somente nos de 200 cc. A ansiedade de os experimentar era muita. As escapatórias e a segurança do kartódromo não corresponderam às minhas expectativas, contudo não iria ser isso que ia estragar um óptimo dia de Sol passado a fazer algo que adoro. Só tenho a certeza de ser para repetir. Parabéns ao Clube Galp Energia por ser uma instituição da empresa integradora e de actividades interessantes, onde conseguem conviver pessoas de várias idades, num bom entendimento para objectivos comuns e em saudável convívio. João Cunha Page 18 Aqueduto das Águas Livres, 21 de Março de 2009 O Aqueduto das Águas Livres abriu uma vez mais as suas portas para uma nova temporada de visitas. O percurso "A Rainha Refresca-se" recria o espírito barroco e "proporciona a visita a locais de inédita beleza ao longo das nascentes", de Caneças ao Vale de Alcântara, refazendo o percurso pelo Aqueduto das Águas Livres que a família real, a corte e o povo faziam ao deslocar-se de Caneças a Lisboa. Este passeio teve o seu início na Rua das Amoreiras, 101 (recinto da EPAL), pelas 9:30h, onde o autocarro recebeu a Bárbara Pires, nossa interlocutora. Água integra quatro núcleos: o Aqueduto das Águas Livres, os reservatórios da Mãe-d’Água e da Patriarcal e a Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos. Este conjunto de monumentos e edifícios, construídos entre os séculos XVIII e XIX, encontra-se indissociavelmente ligados à História do abastecimento de água à cidade de Lisboa. O Clube tem procurado estar atento na divulgação destas obras, que são sem dúvida fontes enriquecedoras da História da nossa cidade de Lisboa. Esta visita terminou com um almoço volante servido na Mãe d’Água, em Campolide, e que foi do agrado de todos os participantes. Ao longo da visita e pelos vários pontos de passagem entre Carenque, Queluz e Vale de Alcântara o grupo do Clube Galp Energia – Núcleo Centro teve a oportunidade para além de ficar a conhecer o interior desta magnífica obra, conviver com artistas ligados ao mundo do teatro, que recriando as figuras da época como a Rainha Carlota Joaquina, e as lavadeiras de Caneças, muito ajudaram no êxito alcançado por este programa. O Museu da Abr 2009 Page 19 Workshop de Iniciação ao Qi Gong e à Automassagem Chinesa Sempre tive muita curiosidade de experimentar este tipo de “chinesices” e por isso resolvi inscrever-me nesta iniciativa do Clube Galp Energia. Aliás, o tema era bastante apelativo - “a arte de cultivar o equilíbrio e a energia”. De facto foi uma manhã de sábado muito interessante, conduzida pela nossa colega Sónia Rodrigues, mestre em medicina chinesa, e que melhor do que ninguém nos sabe cativar para estas práticas milenares. A manhã foi dividida em duas partes, sendo a primeira a automassagem chinesa. Tudo começa com o nosso corpo em posição de árvore e daqui partimos para os exercícios de automassagem em que cobrimos grande parte do nosso corpo, permitindo assim estimular os nossos sentidos e relaxar a mente. Gostei especialmente da automassagem na região da cabeça, que recomendo vivamente a quem sofre de dores de cabeça com frequência. Depois do “tea break”, prosseguimos para a segunda parte, que consistiu nos 18 movimentos do Taiji Qijong, que é um método terapêutico chinês para fortalecer a saúde e prolongar a vida. Cada exercício tem um nome engraçado e alusivo à imagem que se pretende criar, como por exemplo “virar o corpo para olhar a lua” ou “remar no centro do lago” ou ainda “a pomba voa abrindo as asas”. Aprendemos os exercícios um a um, repetindo cada um deles diversas vezes. O mais espectacular foi, no final, fazer de seguida os 18 exercícios, sem parar, unicamente olhando para a nossa Mestre. Foi fantástico e de facto fica-se com uma sensação de imensa tranquilidade, conforto e bem-estar. Finalizo, fazendo um apelo ao Clube Galp Energia - organizem mais eventos deste tipo e, melhor, uma aula semanal de Qijong que teria de certeza muitos aderentes. Eu seria um deles. Outro aspecto foi o facto de os exercícios serem fáceis de executar, mais tarde, em casa, com a ajuda, é claro, do manual fornecido. Leonor Cabral Sorteados Emir Kustrica Os Associados do Clube Galp Energia - Núcleo Centro contemplados com um dos cinco bilhetes duplos para assistirem ao espectáculo, no passado dia 18 de Abril, no Campo Pequeno, de Emir Kustrica and the No Smoking Orchestra foram: Mário Rocha Mónica Cunha Maria Isabel Letras Abr 2009 Marisa Fernandes Avelino Soares Page 20 As Aventuras de Puck, o Duende As Aventuras de Puck, o Duende, numa adaptação livre da versão infantil de Hélia Correia de Sonho de “Uma Noite de Verão” de William Shakspeare, pelo Teatro TapaFuros, realizado num Sábado de muito frio mas situado num dos mais belos lugares de Portugal - a Quinta da Regaleira. Situada em pleno Centro Histórico de Sintra, classificado Património Mundial pela UNESCO, um lugar com espírito próprio. Edificado nos primórdios do século XX, no meio de uma floresta luxuriante, é o resultado da concretização de um sonho de qualquer um a juntar à peça que o Clube Galp Energia - Núcleo Centro nos proporcionou. Chegámos por volta das 11 horas e fomos recebidos por um colaborador do Teatro que nos levou por um caminho lindíssimo até ao Teatro onde se realizou a peça. O percurso, pequeno, mas muito bom, deu logo para percebermos que estávamos num lugar de sonho e o que nos esperaria deveria ser igual ou melhor. E aqui está o resumo do Teatro: Há fadas e duendes escondidos em Sintra… Obedecem aos reis da floresta, Oberon e Titânia… Eles andam zangados por causa de um pedacinho de Lua… Puck, o duende traquinas, não vai ter tempo para descansar! Com as suas magias tem de consertar (e desconsertar!) as vidas de todos. Ainda por cima três artesãos de Sintra andam a preparar uma peça maluca sobre uma princesa moura dos sete ais, que querem oferecer na noite de casamento dos Reis de Sintra. No fim da peça tivemos ainda a oportunidade de ir conhecer a Quinta da Regaleira, pelo que deixo ainda uma opinião sobre a mesma. A Quinta da Regaleira é um lugar para se sentir. Não basta contar-lhe a memória, a paisagem, os mistérios. Torna-se necessário conhecê-la, observar e sentir os jardins, admirar o Palácio dos Milhões, percorrer o parque exótico, descobrir a espiritualidade cristã na Capela da Santíssima Trindade, onde nos é permitido descer à cripta. Há ainda um fabuloso conjunto de torreões que nos oferecem paisagens deslumbrantes, recantos estranhos feitos de lenda e saudade. A culminar a visita à Quinta da Regaleira há que invocar a aventura dos cavaleiros Templários, ou os ideais dos mestres da maçonaria, para descer ao monumental poço iniciático por uma imensa escadaria em espiral. E, lá no fundo com os pés assentes numa estrela de oito pontas, é deslumbrante olharmos para cima e vermos toda aquela beleza construída pelos nossos antepassados. Por último não poderia deixar de escrever sobre a travessia das grutas labirínticas, até ganharmos a luz, reflectida em lagos surpreendentes. Parabéns ao Clube Galp Energia por esta manhã belíssima de Teatro e Passeio que nos proporcionou uma vez mais. Inês Silva Um sonho! Abr 2009 Page 21 Sorteio Mamma Mia A Direcção do Clube Galp Energia - Núcleo Centro vai proceder ao sorteio, entre os seus Associados, de três bilhetes duplos para o espectáculo Mamma Mia a realizar no próximo dia 26 de Junho, pelas 21:15 horas, no Pavilhão Atlântico. Pode efectuar a sua inscrição neste sorteio pelas vias habituais até ao final do próximo dia 17 de Junho próximo. Colónia de Férias da Páscoa na Quinta da Broeira Nestas férias da Páscoa passei uns dias na Quinta da Broeira. Foi uma experiência muito interessante, energética e agradável. A DIRECÇÃO Conheci novas pessoas e passei grande parte do tempo a fazer desporto e a participar em aventuras. As actividades nocturnas foram esplêndidas devido ao convívio que proporcionam. A comida é boa, saudável e farta. Na última noite tivemos uma festa de gala que foi uma despedida divertida com um concurso de máscaras muito engraçado. Gostei muito e espero voltar no Verão. Gonçalo Traça, 10 anos Abr 2009 Page 22