DIREÇÃO REGIONAL DA ECONOMIA DE LISBOA E VALE DO TEJO LABORATÓRIO REGIONAL DE METROLOGIA DE LISBOA E LABORATÓRIO DE ACÚSTICA Workshop “Acreditação Flexível – Requisitos e Mais Valias” Valias A Acreditação ç Flexível Intermédia no Laboratório Regional de Lisboa J Jorge F Fradique di 21 de maio de 2013 Workshop Acreditação Flexível 1 DIREÇÃO REGIONAL DA ECONOMIA DE LISBOA E VALE DO TEJO LABORATÓRIO REGIONAL DE METROLOGIA DE LISBOA E LABORATÓRIO DE ACÚSTICA • Acreditação Flexível Intermédia • Razões de adoção: • Novas regras para alterações normativas impostas pelo DRC005 de 2012 Alt õ à õ d i ou • Alterações às versões das normas d de ensaios procedimentos internos passaram a ser apenas possíveis sem custos, possíveis, custos quando enquadradas nas avaliações periódicas do IPAC 21 de maio de 2013 Workshop Acreditação Flexível 2 DIREÇÃO REGIONAL DA ECONOMIA DE LISBOA E VALE DO TEJO LABORATÓRIO REGIONAL DE METROLOGIA DE LISBOA E LABORATÓRIO DE ACÚSTICA • Â Âmbito de acreditação dos Laboratórios: 39 documentos normativos Área Norma Calibração Ensaios Acústica 4 4 10 21 de maio de 2013 Regulamentos 4 4 Workshop Acreditação Flexível Procedimento Interno 3 3 7 3 DIREÇÃO REGIONAL DA ECONOMIA DE LISBOA E VALE DO TEJO LABORATÓRIO REGIONAL DE METROLOGIA DE LISBOA E LABORATÓRIO DE ACÚSTICA • Alterações, sem impacto na metodologia q de ensaio,, são frequentes: • Atualização de versões de normas • Resolução de NC internas sobre conteúdo dos Procedimentos Internos internas com reflexo no conteúdo dos • Alterações ç Procedimentos Internos: – Aspetos organizativos ou editorias – Alterações de identificação de meios usados: equipamentos; folhas de cálculo, modelos de registos, etc. 21 de maio de 2013 Workshop Acreditação Flexível 4 DIREÇÃO REGIONAL DA ECONOMIA DE LISBOA E VALE DO TEJO LABORATÓRIO REGIONAL DE METROLOGIA DE LISBOA E LABORATÓRIO DE ACÚSTICA • Acreditação Flexível Intermédia • Razões de adoção: • A introdução e formalização destas alterações, no Si t d tã em ttempo útil id d Sistema de G Gestão, útil, e considerando as novas regras e custos associados, apenas se torna praticável na nova modalidade de acreditação flexível 21 de maio de 2013 Workshop Acreditação Flexível 5 DIREÇÃO REGIONAL DA ECONOMIA DE LISBOA E VALE DO TEJO LABORATÓRIO REGIONAL DE METROLOGIA DE LISBOA E LABORATÓRIO DE ACÚSTICA • Acreditação Flexível Intermédia • Implicações no Sistema de Gestão: • Regras específicas da Acreditação Flexível I t édi não ã trouxeram t id d especiais i i Intermédia necessidades de adaptação ou alterações ao SG 21 de maio de 2013 Workshop Acreditação Flexível 6 DIREÇÃO REGIONAL DA ECONOMIA DE LISBOA E VALE DO TEJO LABORATÓRIO REGIONAL DE METROLOGIA DE LISBOA E LABORATÓRIO DE ACÚSTICA • Implicações no Sistema de Gestão: • Controlo documental das versões dos documentos normativos já implementado no controlo de documentos internos e externos • Validação/confirmações de alterações aos métodos de ensaio •R Requisito i i 5 5.4 4d da NP EN ISO/IEC17025 já implicava e previa as ações de: 21 de maio de 2013 Workshop Acreditação Flexível 7 DIREÇÃO REGIONAL DA ECONOMIA DE LISBOA E VALE DO TEJO LABORATÓRIO REGIONAL DE METROLOGIA DE LISBOA E LABORATÓRIO DE ACÚSTICA • Requisito 5.4 da NP EN ISO/IEC17025 • Identificação das alterações e a sua análise comparativa, face à metodologia de ensaio em vigor, e análise de implicações na metodologia de ensaio A ã fformall d lt õ pelos l • Aprovação das alterações Responsáveis • Comunicação e aplicação das alterações 21 de maio de 2013 Workshop Acreditação Flexível 8 DIREÇÃO REGIONAL DA ECONOMIA DE LISBOA E VALE DO TEJO LABORATÓRIO REGIONAL DE METROLOGIA DE LISBOA E LABORATÓRIO DE ACÚSTICA • Acreditação Flexível Intermédia • Implicações no Sistema de Gestão • Aspeto Novo: • Lista de Ensaios/Calibrações sob acreditação Flexível • Documento novo, novo controlado, controlado com divulgação pública. Na DRELVT estes documentos estão disponíveis na página dos Laboratórios • www.metrologia-drelvt.min-economia.pt 21 de maio de 2013 Workshop Acreditação Flexível 9 DIREÇÃO REGIONAL DA ECONOMIA DE LISBOA E VALE DO TEJO LABORATÓRIO REGIONAL DE METROLOGIA DE LISBOA E LABORATÓRIO DE ACÚSTICA • Acreditação Flexível Intermédia • Aspeto crítico: • Definição da fronteira em que as alterações dos documentos em causa ultrapassam o conceito de “alterações” e passam a dever ser consideradas como “extensões” • Dificuldade com que se irão deparar as partes envolvidas, Laboratórios, Avaliadores IPAC e IPAC • Poderão ser objeto de “discussão” interminável e de difícil conclusão concl são 21 de maio de 2013 Workshop Acreditação Flexível 10 DIREÇÃO REGIONAL DA ECONOMIA DE LISBOA E VALE DO TEJO LABORATÓRIO REGIONAL DE METROLOGIA DE LISBOA E LABORATÓRIO DE ACÚSTICA • Critérios do DRC005 • Ensaios - ponto 5.1.2: » “… requeira competências similares – mesmos princípios de medição, tecnologia (equipamentos), validação calibração validação, calibração, controlo da qualidade qualidade, aprendizagem e formação” • Calibrações - ponto 6.1.2: » “… requerendo meios e competências similares – mesmos princípios de medição, tecnologia (equipamentos) validação, (equipamentos), validação calibração calibração, cálculo de incertezas, aprendizagem e formação” 21 de maio de 2013 Workshop Acreditação Flexível 11 DIREÇÃO REGIONAL DA ECONOMIA DE LISBOA E VALE DO TEJO LABORATÓRIO REGIONAL DE METROLOGIA DE LISBOA E LABORATÓRIO DE ACÚSTICA • Acreditação Flexível Intermédia • Ensaio de Potência Sonora: – A nova versão da norma de ensaio define uma “grelha” distinta de posições de medição no espaço em volta do objeto a ensaiar • Esta alteração de metodologia de ensaio pode ser considerada dentro do conceito de acreditação ç flexível intermédia? 21 de maio de 2013 Workshop Acreditação Flexível 12 DIREÇÃO REGIONAL DA ECONOMIA DE LISBOA E VALE DO TEJO LABORATÓRIO REGIONAL DE METROLOGIA DE LISBOA E LABORATÓRIO DE ACÚSTICA • Acreditação Flexível Intermédia • Calibração – O procedimento de ensaio é alterado passando a estimar o valor médio da medição com base em 3 medições em lugar de 5 medições – A estimativa da incerteza devido ao equipamento padrão usado passa a ser contabilizada através de um valor de erro máximo atribuído ao equipamento em lugar do valor convencionalmente verdadeiro determinado na sua calibração e do desvio máximo desse valor entre calibrações 21 de maio de 2013 Workshop Acreditação Flexível 13 DIREÇÃO REGIONAL DA ECONOMIA DE LISBOA E VALE DO TEJO LABORATÓRIO REGIONAL DE METROLOGIA DE LISBOA E LABORATÓRIO DE ACÚSTICA • Acreditação Flexível Intermédia – Em ambos os casos anteriores, o cálculo da incerteza de medição é alterado, mas sem colocar em causa a capacidade de se atingir o valor de Melhor Incerteza de calibração • Esta alteração de metodologia de calibração pode ser considerada dentro do conceito de acreditação flexível intermédia? 21 de maio de 2013 Workshop Acreditação Flexível 14