Executor: RELATÓRIO FINAL ESTUDO MERCADOLÓGICO PARA LEVANTAMENTO DE POTENCIAL COMERCIAL DO LEITE TIPO “C” EM PORTO VELHO Contratante: Instituto FAPERON Executor: FOCCU’S CONSULTORIA Resp. Técnico: Adm. Msd. Mauricio Chiecco Filho CRA 2.206 RO/AC Porto Velho 2011 7 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: RELATÓRIO FINAL Pesquisa de mercado em Porto Velho, direcionada à percepção de potencial comercial para itens lácteos (especialmente do leite tipo C). Porto Velho Novembro de 2011 8 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: 1- INTRODUÇÃO Rondônia vive uma era de profundas transformações. Tal cenário viabiliza a percepção de oportunidades comerciais ímpares em diversas esferas do mercado local. Em meio a esta gama de crescimento, o INSTITUTO FAPERON propôs de forma clara e concisa um estudo mercadológico para identificação das potencialidades e viabilidade de acesso de novos entrantes no segmento de derivados lácteos, em especial do leite tipo C (saquinho) no mercado de Porto Velho. Face a esta realidade, a FOCCU’S CONSULTORIA, subsidiada por sua equipe técnica, empreendeu de forma empenhada e metodologicamente sustentada, a execução das ações necessárias para a construção de conhecimento informacional suficiente ao fomento de tomadas de decisão para grupos de interesse em futuros investimentos. Diante das características aplicáveis às atividades, bem como das necessidades expressas pelo contratante, uma gama contextualizada de buscas foram desenvolvidas e pesquisadas. Numa visão holística do estudo surgiu como questão central da pesquisa a seguinte pergunta: com base no perfil de consumo do portovelhense e nas características comerciais da cadeia de produtos lácteos na capital, é viável mercadologicamente o acesso de novos entrantes no segmento citado, em especial do produto leite tipo C (saquinho)? Esta pesquisa justificou-se em atender às necessidades informacionais necessárias à concepção do constructo a ser empreendido, objetivando atingir solicitações do agente demandante do estudo. Justificou-se também por permitir um estudo da realidade mercadológica e do perfil de consumo de leite e derivados em Porto Velho, colaborando com dados e informações que possam emanar ações e empreendimentos estratégicos que se estendam além deste objeto. Por fim, se justificou por direcionar todos os esforços num fim primordial: construir embasamento fundamentalmente técnico e científico que oriente as tomadas de decisão para futuros empreendimentos. O objetivo geral do estudo foi pesquisar, analisar e qualificar as potencialidades mercadológicas de itens lácteos em Porto Velho, com foco especial ao item LEITE TIPO “C” (embalagem em sacos plásticos). Para que este pudesse ser alcançado, objetivos secundários se fizeram necessários: Compreender o perfil de consumo da população portovelhense, exclusivamente quanto a itens lácteos; Identificar potencialidade de mercado para entrada de novos produtos do segmento lácteo, considerando produção local; Compreender procedimentos mercadológicos adotados por integrantes da cadeia de Porto Velho (mercados, 9 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: padarias, distribuidores, atacados, etc.) quanto à comercialização de itens lácteos; Identificar viabilidade comercial para os itens verificados. 2- MÉTODOS A metodologia da pesquisa, conforme necessidade de múltiplas informações teve uma composição multifacetada, agregando em situações distintas, procedimentos adequados de acordo com o objetivo da busca. A pesquisa classificou-se como segue: QUANTO À/AO: Propósito da pesquisa Abordagem Procedimentos CLASSIFICAÇÃO DA PESQUISA MÉTODO: Pesquisa-diagnóstico Dedutivo Observacional/estatístico Natureza Aplicada Forma de abordagem Quantitativa e qualitativa Objetivos Descritiva Procedimentos técnicos Survey/ estudo de campo REFERÊNCIA: (ROESCH,1999,p.127) (SIENA, 2009, p. 49) (GIL, 2007) (Marconi e Lakatos, 2000) (SIENA,2009,p.60) (OLIVEIRA,2007,p.37) (SIENA, 2009, p. 64) (GIL, 2007) (SIENA, 2009,p.65-66) Tabela 01 – Classificação da pesquisa Fonte: Foccu’s, 2011. A estrutura técnica planejada para o alcance dos objetivos propostos, compreendeu de 02 (duas) frentes de pesquisa, as quais empreenderam coletas junto a 03 (três) públicos distintos da cadeia em análise. FRENTES DEFINIÇÕES FOCO DOS DADOS SUB-FRENTES Alvo das coletas: ESTRUTURA TÉCNICA DA PESQUISA DE CAMPO FRENTE “A” FRENTE “B” Coleta de Dados com consumidores de Porto Velho SUB-FRENTE A.1 Consumidores de Porto Velho Coleta de Dados com integrantes da cadeia comercial SUB-FRENTE B.1 SUB-FRENTE B.2 SUB-FRENTE B.3 Distribuidores Atacados Varejos -Observação em campo /Survey -Formulário (ANEXO III) Banco de dados Excel 2010 / qualitativodescritiva. Interpretativa, considerando dados quanti-qualitativos. -Observação em campo /Survey -Formulário (ANEXO IV) Banco de dados Excel 2010 / qualitativodescritiva. Interpretativa, considerando dados quantitativos. -Observação em campo /Survey -Formulário (ANEXO II) Banco de dados Banco de dados Excel 2010 / Sistematização: Excel 2010. qualitativodescritiva. Interpretativa, Interpretativa, Análise: considerando dados considerando dados quanti-qualitativos. quanti-qualitativos. Tabela 02 – Estrutura técnica da pesquisa de campo Fonte: Foccu’s, 2011. Método e Instrumento de coleta: - Survey -Questionário (ANEXO I) 10 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: 3- RESULTADOS E DISCUSSÕES De acordo com especificações contidas no contrato entre as partes, bem como proposição metodológica descrita pela executora, a coleta de dados em campo deu-se em 02 (duas) frentes de pesquisa (Coleta de dados com consumidores e Coleta de dados com integrantes da cadeia comercial). A seguir serão apresentados pontualmente os resultados obtidos: 3.1 Frente “A” – Coleta de dados com consumidores Seguido definições amostrais planejadas e expressas em projeto de pesquisa aprovado pela contratante, um total de 384 sujeitos compôs o grupo de consumidores alvo das coletas de dados. Para fins de estratificação amostral, foi considerada a Lei Municipal nº 840/89, a qual apresenta o Zoneamento Oficial dos Bairros do Distrito Sede de Porto Velho. Considerando estratificação geográfica em função da amostra total definida, considerou-se: ZONA ESTRATIFICAÇÃO EM % TOTAL DE ENTREVISTAS (com arredondamento) 01 02 03 04 05 TOTAIS 39,3 % 11,5 % 19,7 % 24,6 % 4,9 % 100 % 151 44 76 94 19 384 Tabela 03 – Estratificação amostral Fonte: Foccu’s, 2011. Para fins de organização e objetividade analítica, os dados serão apresentados de 02 (duas) formas. Primeiramente serão expressas as informações mais relevantes e determinantes para a compreensão do contexto consumidor do grupo, mantendo consonância com as premissas convencionadas com a contratante. Após esta apresentação direcionada e objetiva, serão expressos todos os itens coletados na sub-frente, informações estas que subsidiarão continuamente as ideias e orientações propostas no estudo. 11 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: DADOS DE MAIOR RELEVÂNCIA PARA O ESTUDO - CONSUMIDORES DE PORTO VELHO Nº INFORMAÇÃO 01 Gênero dos pesquisados 02 Faixa etária dos consumidores 03 Número de pessoas do ambiente familiar 04 Renda média familiar 05 Origem familiar 06 07 08 09 10 11 12 Presença dos derivados do leite na alimentação familiar Itens derivados do leite mais presentes na alimentação rotineira Embalagem preferida em relação ao item leite Frequência de consumo do produto Leite na rotina familiar Média consumida em cada ocasião (per capta) Frequência de consumo do produto Queijo na rotina familiar Média consumida em cada ocasião (per capta) REFERÊNCIA Mulher RESULTADO ANÁLISE Deve-se considerar que preferencialmente as abordagens foram realizadas em frente a estabelecimentos de comercialização de alimentos, indicando além da proporção do gênero na pesquisa, a presença dos homens nas atividades de compras das famílias. Perfil etário dos consumidores é jovem, considerando que as abordagens foram direcionadas a maiores de 18 anos. Em comparação com períodos anteriores, o quantitativo de integrantes dos grupos familiares apresenta tendência de regressão. Homem 58% 42% De 26 à 45 anos 50% Entre 03 e 04 pessoas Média Mensal familiar Mensal per capta Rondônia Outros estados Região Norte 46% 3,81 R$ 1.852,14 R$ 430,73 40% Presente 98% Leite integral Queijos brancos 88% 43% Tetra pak (caixinha) 92% Informação remete à compreensão de busca por praticidade, durabilidade e economia doméstica. Diariamente 88% Informação revela alta frequência de consumo, fator mercadologicamente positivo. Litros 0,348 Considerando lares com média de 03 moradores, mantendo em maioria consumo diário de 0,348 litros, compreende-se consumo aproximado de 1 litro de leite por família/dia. (amostra pesquisada) Semanalmente 21% 17% - 0,325 Considerando lares com média de 03 moradores, mantendo em maioria consumo semanal de 0,325 quilos, compreende-se consumo aproximado de 0,975 quilo de queijo por família/semana. (amostra pesquisada) Quinzenalmente Quilos Renda compatível ao consumo de leite e derivados, considerando valores do produto e sua proporção na cesta familiar. - 23% Forte participação do leite e derivados na alimentação familiar, corroborando com cultura local de consumo. O leite integral. se apresenta como produto mais consumido pelas famílias portovelhenses, superando outros derivados. 12 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: 13 Oferta de leite tipo C nos atuais estabelecimentos comerciais 14 Preferência de compra em relação ao leite líquido 15 Posicionamento do consumidor em caso de oferta do leite tipo C nos estabelecimentos comerciais 16 Motivos para o posicionamento: “não compraria em qualquer hipótese” 17 Preço atualmente praticado 18 Percepção quanto ao preço 18 19 Não Não sabem Leite em caixas tetra pak Leite tipo C Não compraria em qualquer hipótese Compraria se o valor fosse inferior aos demais tipos Gosto diferenciado Não oferece praticidade Litro tetra pak (média) Consideram elevado / caro Manteve-se estável Teve grande aumento Percepção de evolução do consumo de leite (últimos 02 anos) Pretensão familiar quanto ao Manter mesmo aumento de consumo consumo (próximos 02 anos) Tabela 04 – Dados mais relevantes de consumo Fonte: Foccu’s, 2011. 54% 37% 90% 3% 38% Na visão dos consumidores, o produto não é oferecido nos estabelecimentos de compra. O fato reflete 02 possibilidades: ausência do produto no mercado e/ou falta de adequadas estratégias de marketing dos fornecedores. Informação indica preferência por aquisição de leite em embalagem tetra pak, denotando necessidade por praticidade, durabilidade e economia doméstica. O leite tipo C, em embalagens plásticas, representa apenas 3% das preferências de compra. Informação indica 02 possibilidades: - Negatividade mercadológica absoluta; - Possibilidade comercial para grupo de consumidores, considerando condicionante preço. 38% 14% 12% R$ 2,14 66% 53% Posicionamento do consumidor é claro e pode ser compreendido pela ausência de qualidade adequada às exigências de consumo. Preço atual é percebido como elevado. Informação indica manutenção na quantidade consumida, considerando que este consumo é contínuo. 20% 76% Consumidores indicam que a proporção de consumo tende a ser mantida, considerando os próximos 02 anos. 13 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: Conforme descrição gráfica abaixo, observamos que 58% das abordagens se direcionaram a mulheres, enquanto o restante das perguntas, equivalente a 42% foram respondidas por homens. 1- GÊNERO DO PESQUISADO: 42% A) HOMEM 58% B) MULHER Ilustração 01 – Gênero dos pesquisados Fonte: Foccu’s, 2011. Com relação à faixa etária, temos a maioria dos entrevistados, relativa a 30%, com idade de 36 a 45 anos. Adultos com intervalo de idade entre 26 e 35 anos foram responsáveis por 20% das respostas e jovens entre 18 e 25 anos responderam 19% das questões. Temos ainda significativos 17% de respondentes entre 46 e 55 anos e 11% de participantes de 56 a 65 anos de idade. Abordagens a pessoas com 66 anos ou mais somam apenas 3%. 2- FAIXA ETÁRIA DO PESQUISADO: 11% 3% 19% A) DE 18 À 25 ANOS B) DE 26 À 35 ANOS 17% 20% C) DE 36 À 45 ANOS D) DE 46 À 55 ANOS 30% E) DE 56 À 65 ANOS F) 66 ANOS OU MAIS Ilustração 02 – Faixa etária dos pesquisados Fonte: Foccu’s, 2011. 14 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: Com relação aos grupos familiares dos entrevistados, 26% são formados por 03 (três) pessoas, 21% por 05 (cinco) pessoas, 20% por 04 (quatro) pessoas e 17% por 02 (duas) pessoas. Famílias formadas por 06 (seis), 07 (sete), 08 (oito), 09 (nove) ou mais componentes somam 13%. Moradores solitários representam 3% dos entrevistados. 3- QUANTAS PESSOAS VIVEM EM SEU GRUPO FAMILIAR, INCLUINDO VOCÊ? A) 1 1% 6% 1% 5% 3% B) 2 C) 3 17% D) 4 21% E) 5 26% F) 6 20% G) 7 H) 8 I) 9 OU MAIS Ilustração 03 – Quantidade de moradores por residência Fonte: Foccu’s, 2011. RENDA FAMILIAR 4- QUAL A RENDA MÉDIA MENSAL DE SUA FAMILIA? R$ 1.852,14 RENDA MÉDIA PER CAPTA R$ 430,73 Tabela 05 – Renda média familiar / grupo pesquisado Fonte: Foccu’s, 2011. Quando abordados sobre a origem da família, 40% responderam ser do estado de Rondônia. Enquanto 23% informam origem de outros estados da região norte, 21% são oriundos do nordeste, 6% da região centro oeste, 7% da região sul e 3% da região sudeste. 15 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: 5- QUAL A ORIGEM DE SUA FAMÍLIA? 6% 7% A) RONDÔNIA 3% 40% 21% B) OUTROS ESTADOS REGIÃO NORTE C) REGIÃO NORDESTE D) REGIÃO CENTRO OESTE 23% E) REGIÃO SUL F) REGIÃO SUDESTE Ilustração 04 – Origem familiar Fonte: Foccu’s, 2011. As entrevistas demonstraram que 98% dos abordados têm o leite na composição da sua alimentação. 6- PRODUTOS DERIVADOS DO LEITE FAZEM PARTE DE SUA ALIMENTAÇÃO? 2% A) SIM B) NÃO 98% Ilustração 05 – Participação dos derivados de leite na alimentação familiar Fonte: Foccu’s, 2011. Quando da verificação sobre o consumo das variações de teor do leite, constatou-se que 88% preferem o leite integral, 16% o leite desnatado e apenas 1% a versão do produto semidesnatado. Queijos brancos e amarelos, requeijão, iogurtes, creme de leite, leite condensado e leite em pó merecem destaque como derivados consumidos pelos entrevistados, conforme gráfico abaixo. 16 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: 7- CONSUMO DE ITENS DERIVADOS DO LEITE 88% 43% 29% 16% 37% 20% 1% 25% 26% 37% 31% 9% 2% Ilustração 06 – Consumo de derivados de leite na rotina alimentar / múltiplas respostas Fonte: Foccu’s, 2011. De acordo com os entrevistados, o leite é consumido, em 92% dos casos, em embalagens tipo tetra pak. Outras formas de consumo, como o leite embalado em sacos plásticos, garrafas pet ou mesmo vendido à granel somam 6% das declarações. 8- ESPECIALMENTE EM RELAÇÃO AO PRODUTO LEITE, SEU CONSUMO ATUAL DIRECIONA-SE A ITENS COM QUAL TIPO DE EMBALAGENS? 1% 1% 1% 3% 2% A) CAIXA TETRA PAK B) SACO PLÁSTICO C) LEITE À GRANEL D) EM GARRAFAS PET 92% E) OUTRO TIPO F) NÃO CONSUMO Ilustração 07 – Preferência de embalagem para o produto leite Fonte: Foccu’s, 2011. Em relação à frequência, 88% dos entrevistados declararam consumir leite diariamente e 6% semanalmente, enquanto outros 6% o fazem com menor frequência ou mesmo não consomem o produto. 17 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: 9- EM RELAÇÃO AO PRODUTO LEITE, COM QUE FREQUÊNCIA VOCÊ CONSOME? 1% 1% 6% 2%2% A) DIARIAMENTE B) SEMANALMENTE C) QUINZENALMENTE D) MENSALMENTE 88% E) OUTRA FREQUENCIA F) NÃO CONSUMO Ilustração 08 – Frequência de consumo do produto leite Fonte: Foccu’s, 2011. 10- QUE QUANTIDADE MÉDIA GERALMENTE É CONSUMIDA EM CADA OCASIÃO? (LEITE) MÉDIA 348 ml Tabela 06 – Quantidade média consumida em cada ocasião / leite Fonte: Foccu’s, 2011. As respostas dos pesquisados demonstram que a frequência de consumo de queijo é bastante equilibrada, uma vez que 15% se alimentam do produto diariamente, 21% semanalmente, 17% quinzenalmente, 13% mensalmente e 18% em outra frequência não declarada. Há ainda o grupo representado por 16% dos respondentes que informaram não consumir queijo. 11- EM RELAÇÃO AO PRODUTO QUEIJO, COM QUE FREQUÊNCIA VOCÊ CONSOME? 16% A) DIARIAMENTE 15% B) SEMANALMENTE 18% 21% 13% C) QUINZENALMENTE D) MENSALMENTE 17% E) OUTRA FREQUENCIA F) NÃO CONSUMO Ilustração 09 – Frequência de consumo do produto queijo Fonte: Foccu’s, 2011. 18 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: 12- QUE QUANTIDADE MÉDIA GERALMENTE É COMPRADA EM CADA OCASIÃO? (QUEIJO) MÉDIA 325 g Tabela 07 – Quantidade média comprada em cada ocasião / queijo Fonte: Foccu’s, 2011. Quando questionados sobre a oferta do Leite Tipo C (saquinho), 54% dos entrevistados declararam não realizar compras em locais que ofereçam o produto. Outros 37% dos abordados não sabem se em seus locais de compras costumeiros o Leite Tipo C é disponibilizado. Uma pequena parcela, representada por 9% dos respondentes, informou que sim, este produto é ofertado nos estabelecimentos varejistas em que frequentam. Estes dados comprovam uma realidade mercadológica percebida ou imaginada: não há ou é muito baixa a oferta de leite tipo C em Porto Velho. 13- EM SEU AMBIENTE DE COMPRAS, OS LOCAIS DE VENDA ATUAIS (MERCADOS, PADARIAS E OUTROS) OFERECEM O LEITE TIPO C (SAQUINHO)? 9% 37% A) SIM 54% B) NÃO C) NÃO SEI Ilustração 10 – Oferta de leite tipo C nos ambientes comerciais Fonte: Foccu’s, 2011. O leite de caixa é preferência para 90% dos entrevistados, enquanto 3% optam pelo leite de saquinho. Outros tipos não informados complementam as respostas quanto ao tipo oferecido no varejo. 19 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: 14- QUAL A SUA PREFERÊNCIA QUANTO AO TIPO DE LEITE LÍQUIDO OFERECIDO NOS LOCAIS DE COMPRAS? 1% 3% 4% 2% A) LEITE DE CAIXA B) LEITE DE SAQUINHO D) LEITE EM VASILHAMES DE PLÁSTICO 90% E) OUTRO TIPO F) NÃO CONSUMO Ilustração 11 – Preferência do consumidor quanto ao tipo de leite Fonte: Foccu’s, 2011. Com relação ao posicionamento de cada entrevistado caso o leite tipo C fosse oferecido em seus locais de compra, 20% responderam que comprariam independente do valor dos demais tipos. Outros 38% dos entrevistados declararam que comprariam apenas se o valor de venda fosse inferior aos dos demais tipos. Um grupo importante, equivalente a 38% dos entrevistados afirmou que não compraria o produto em hipótese alguma, conforme demonstração gráfica abaixo. Nessa questão, observamos um grupo que demonstra uma forte vinculação da compra do produto ao preço, enquanto outro grupo uma preferência declarada ao produto. A soma destes grupos chega a 58% das respostas, o que aponta uma tendência ao consumo, impreterivelmente, vinculada a um preço acessível. A resistência de 38% dos entrevistados ao produto deve ser trabalhada, de acordo com os motivos indicados na próxima questão. 15- SE ATUALMENTE O LEITE TIPO C (SAQUINHO) FOSSE OFERECIDO EM SEUS LOCAIS DE COMPRAS, QUAL SERIA SEU POSICIONAMENTO? 4% 20% 38% A) COMPRARIA, INDEPENDENTEMENTE DO VALOR DOS DEMAIS TIPOS B) COMPRARIA, APENAS SE O VALOR DE VENDA FOSSE INFERIOR AO DOS DEMAIS TIPOS 38% C) NÃO COMPRARIA EM QUALQUER HIPÓTESE D) NÃO SEI Ilustração 12 – Posicionamento quanto à oferta de leite tipo C nos ambientes comerciais Fonte: Foccu’s, 2011. 20 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: Entre os entrevistados que responderam “não compraria em qualquer hipótese”, justificativas como insegurança quanto à qualidade, falta de praticidade e gosto diferenciado são as respostas mais aparentes, além do prazo de validade, em menor proporção, conforme demonstra o gráfico abaixo. Esta questão orienta para um posicionamento negativo do produto para pelo menos 38% dos entrevistados em Porto Velho, questão para ser tratada em caso de possibilidade e pretensão de reposicionamento do leite tipo C. As razões para a rejeição representam clara orientação para definição das estratégias de comunicação junto ao público-alvo. 16- CASO SEU POSICIONAMENTO FOR "NÃO COMPRARIA EM QUALQUER HIPÓTESE", POR QUAL (S) MOTIVO (S)? 11% A) INSEGURANÇA QUANTO À QUALIDADE B) PRAZO DE VALIDADE CURTO 3% 12% C) NÃO OFERECE PRATICIDADE 58% 14% 2% D) GOSTO DIFERENCIADO E) OUTRO TIPO F) NÃO SE APLICA Ilustração 13 – Motivos do consumidor em face de preferência negativa de compra do leite tipo C Fonte: Foccu’s, 2011. 17- EM SUA ÚLTIMA COMPRA, QUAL O PREÇO PAGO EM 01 LITRO DE LEITE? A) CAIXA TETRA PAK MÉDIA R$ 2,14 B) SAQUINHO MÉDIA R$ 2,10 C) LEITE À GRANEL MÉDIA NÃO IDENTIFICADO D) EM GARRAFAS PET MÉDIA R$ 1,50 Tabela 08 – Preço médio para por litro de leite Fonte: Foccu’s, 2011. Quando abordados sobre o preço pago no leite que consomem atualmente, 66% consideram caro o produto, enquanto 28% acreditam ser adequado. Apenas 4% dos entrevistados consideram que o preço atual é barato. A constatação da insatisfação do preço pago por parte dos consumidores de Porto Velho é fato importante para qualquer intenção de entrada de produto com preço mais baixo. 21 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: 18- EM RELAÇÃO AO PREÇO DO LEITE, VOCÊ CONSIDERA: 1% 1% A) O PREÇO ATUAL É CARO 4% B) O PREÇO ATUAL ESTÁ ADEQUADO 28% C) O PREÇO ATUAL É BARATO 66% D) NÃO SEI E) NÃO CONSUMO LEITE Ilustração 14 – Percepção do consumidor quanto ao preço atual do leite Fonte: Foccu’s, 2011. Ao investigar o consumo de leite pelas famílias nos últimos 02 anos, observa-se que, segundo os entrevistados, em 53% dos casos este consumo manteve-se estável. Outros 20% responderam que houve grande aumento no mesmo período, enquanto 15% afirmaram que o aumento foi leve. Um grupo relativo a 9% dos respondentes ainda informa que houve uma leve queda no consumo de leite no período dos últimos 02 anos. Os dados oriundos desta pergunta demonstram uma certa estabilidade do consumo de leite, uma vez que do total de entrevistados, apenas 10% responderam “leve ou grande queda” no consumo do produto. 19- NOS ÚLTIMOS 02 ANOS, O CONSUMO DE LEITE PARA VOCÊ E SUA FAMÍLIA: 9% 1% 2% A) TEVE GRANDE AUMENTO 20% B) TEVE LEVE AUMENTO 15% 53% C) MANTEVE-SE ESTÁVEL D) TEVE LEVE QUEDA E) TEVE GRANDE QUEDA F) NÃO CONSUMO Ilustração 15 – Percepção de variabilidade de consumo de leite nos últimos 02 anos Fonte: Foccu’s, 2011. 22 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: O preço elevado é a principal alegação dos entrevistados que declararam queda no consumo de leite nos últimos dois anos, ou seja, uma sugestão de reforço para entrantes com estratégia de preço. 20- CASO A QUESTÃO ANTERIOR TENHA REVELADO LEVE OU GRANDE QUEDA NO CONSUMO, QUAIS FORAM OS FATORES? 11% 7% 2% A) NÃO SE APLICA B) PREÇO ELEVADO DO PRODUTO 80% E) FALTA DE INTERESSE NO CONSUMO F) NÃO SEI Ilustração 16 – Motivos condicionantes de variabilidade negativa de consumo nos últimos 02 anos Fonte: Foccu’s, 2011. Quando questionados sobre a pretensão de consumo de leite para os próximos 02 anos, 76% informaram que manterão este consumo. Enquanto outros 14% acreditam que aumentarão e 6% declaram intenção de diminuição no consumo. Novamente constatamos a indicação de estabilidade no consumo de leite em Porto Velho. 21- VOCÊ E SUA FAMÍLIA PRETENDEM AUMENTAR O CONSUMO DE LEITE NOS PRÓXIMOS 02 ANOS? 1% 6% 3% 14% A) SIM, PRETENDEMOS AUMENTAR B) MANTEREMOS O MESMO CONSUMO 76% C) PRETENDEMOS DIMINUIR O CONSUMO D) NÃO SEI E) NÃO CONSUMO O PRODUTO Ilustração 17 – Perspectiva de variabilidade de consumo de leite nos próximos 02 anos Fonte: Foccu’s, 2011. 23 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: 3.2 Frente “B” – Coleta de Dados com integrantes da cadeia comercial De acordo com definições expressas no projeto de pesquisa norteador do estudo, um grupo de organizações integrantes da cadeia comercial do leite e derivados foi selecionado para abordagem e verificação de informações mercadológicas. Tais abordagens foram orientadas por instrumentos de pesquisa previamente elaborados e a seleção amostral foi definida com base nas declarações advindas dos consumidores pesquisados na frente “A”. Sendo assim: INTEGRANTES DA CADEIA ATACADOS DISTRIBUIDORES VAREJOS DE MICRO E PEQUENO PORTE VAREJOS DE MÉDIO E GRANDE PORTE PADARIAS SORVETERIAS TOTAL TOTAL DE ENTREVISTAS 02 01 06 06 06 04 25 organizações Tabela 09 – Integrantes da cadeia abordados na pesquisa Fonte: Foccu’s, 2011. Para fins de organização e objetividade analítica, os dados serão apresentados de 02 (duas) formas. Primeiramente serão expressas as informações mais relevantes e determinantes para a compreensão do contexto consumidor do grupo, mantendo consonância com as premissas convencionadas com a contratante. Após esta apresentação direcionada e objetiva, serão expressos demais itens coletados na sub-frente, informações estas que subsidiarão continuamente as ideias e orientações propostas no estudo. 24 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: Integrantes da Cadeia Atacados Itens Pesquisados SISTEMATIZAÇÃO DOS DADOS COLETADOS – INTEGRANTES DA CADEIA COMERCIAL Varejos de Micro e Varejos de Médio e Distribuidores Padarias Pequeno Porte Grande Porte Quais os principais produtos derivados de leite a empresa comercializa? - Leite líquido; - Leite em pó; - Leite condensado; - Creme de leite; - Queijos diversos; - Iogurtes; - Manteiga; - Requeijão. - Leite líquido; - Leite em pó; - Achocolatados; - Creme de leite; - Leite condensado. - Leite líquido; - Leite em pó; - Achocolatados; - Leite condensado; - Creme de leite; - Queijos diversos; - Iogurtes; - Manteiga; - Requeijão. Quais são as principais marcas comercializadas pela empresa (itens derivados do leite)? - Tradição; - Nestle; - Danone; - Itambé; - Miraella; - Italac; - Embaré; - Piracanjuba; - Paulista. - Nestle; - Danone; - Itambé; - Italac; - Embaré; - Piracanjuba; - Paulista. - Tradição; - Nestle; - Danone; - Miraella; - Italac; - Embaré; - Piracanjuba. - Sim, possui potencial. - Produtos diversos (queijos, manteigas, requeijões, etc.), em especial o queijo mussarela. - Preferência por indústria que valorizem a característica de marketing do processo, auxiliando os canais em melhores resultados de vendas. - Sim, possui grande potencial. - Produtos com potencial de entrada: queijos brancos, em especial o mussarela. - Compreendem mercado como monopolizado. - Afirmam que novos entrantes devem prezar pela qualidade do produto e do marketing. - Novos produtos devem ter competitividade de precificação. Na visão da empresa, o mercado de Porto Velho possui potencial para outros fornecedores de produtos derivados de leite? Se sim, quais produtos possuem maior potencial? - Sim, possui grande potencial. - Produtos com potencial de entrada: queijos variados. - Mercado atual está muito fechado, não oferendo boa diversidade de opções ao empresário. - Leite líquido; - Leite em pó; - Achocolatados; - Leite condensado; - Creme de leite; - Queijos diversos; - Iogurtes; - Manteiga; - Requeijão. - Tradição; - Nestle; - Danone; - Itambé; - Miraella; - Italac; - Embaré; - Piracanjuba; - Paulista. - Sim, possui grande potencial. - Produtos com potencial de entrada: queijo, manteiga e iogurte. - Compreendem mercado como monopolizado, o que interfere na lucratividade. - Afirmam que novos entrantes devem prezar pela qualidade do produto, do marketing e especialmente pela ação de promoção no PDV. - Novos produtos devem ter competitividade de precificação. - Leite líquido; - Leite em pó; - Achocolatados; - Creme de leite; - Queijos diversos; - Iogurtes; - Bolos a base de leite; - Coalhadas; - Manteiga; - Requeijão. Sorveterias - Sorvetes e picolés. - Tradição; - Nestle; - Danone; - Miraella; - Paulista. - Itambé; - Piracanjuba; - Paulista. - Sim, possui grande potencial para todos os tipos de derivados. - Compreendem mercado como monopolizado, o que interfere na lucratividade. - Afirmam que novos entrantes devem prezar pela competitividade de precificação. - Preferência por produtos importados de outros estados, uma vez que refletem mais confiança. - Potencial indeterminado. - Potencial para leite em pó. - Leite tipo C utilizado especialmente para produção iogurtes. 25 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: Especialmente em relação ao leite tipo c (saquinho), a empresa atualmente comercializa o produto? Se sim, quais os fornecedores? Se não, por qual motivo? Na visão da empresa, o mercado de Porto Velho possui potencial para comercialização de leite tipo C? Por quê? Caso a resposta anterior tenha sido positiva, quais diferenciais de comercialização o produto deve apresentar para ganhar espaço no mercado? - Atualmente não. - Produto não tem saída e não justifica custo logístico de armazenagem. - Não. Atualmente a preferência é por itens com maior durabilidade e praticidade. - Não comercializa atualmente. - Exige logística complicada e não desperta interesse ao empresário. Não comercializa atualmente. - Produto não tem saída. - É comum o leite fermentar e estufar se não mantiver em condições logísticas cuidadosas. Situação encarece o produto. - Prazo de validade muito curto. - Apenas para pequeno grupo de consumidores, com característica de consumo mais tradicional. - Produto não apresenta bom custo-benefício. - Não. Atualmente a preferência é por itens com maior durabilidade e praticidade. - Produtos com embalagem tetra pak apresentam melhor custo-benefício para os lojistas e para os consumidores. - - Não comercializa atualmente. - Custo de energia e logística muito elevado, não justificando a manutenção do produto no PDV. - Procura voltado ao Tetra Pak. - Possivelmente não. - Condições que podem viabilizar a entrada do produto: estratégia de marketing orientada para transmitir algum valor que beneficie o cliente e, preço mais competitivo que o produto comercializado na embalagem tetra pak. - Investir em marketing de PDV. - Todo o processo logístico deve ser assumido pelo fornecedor (até a ponta de gondola e a logística reversa). - Preço inferior ao tetra pak. - O leite tipo C é utilizado especialmente para produção de itens panificados, sendo apenas uma pequena parcela destinada a venda final. - Produto com pouca saída. - Não comercializa, nem revende. - Afirmam que o leite tem pouca gordura e não é adequado para a produção de sorvetes e/ou picolés. - Utilizam apenas leite em pó. - Possivelmente não. - Condições que podem viabilizar a entrada do produto: preço mais competitivo que o produto comercializado na embalagem tetra pak. - Possivelmente não. - Condições que podem viabilizar a entrada do produto: investir em qualidade mantendo maior quantidade de gordura no leite. - Melhorar a qualidade do produto - Preço inferior ao tetra pak. - Investir na qualidade, especialmente no teor de gordura do item, para que os pequenos produtores de sorvete, picolé e iogurte possam ter fornecedores de confiança. Tabela 09 – Integrantes da cadeia abordados na pesquisa Fonte: Foccu’s, 2011. 26 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: Os gráficos a seguir expressam a visão conjunta dos pesquisados, considerando todas as abordagens realizadas com integrantes da cadeia comercial do leite. Atacados, distribuidores, varejos de micro, pequeno, médio e grande porte, bem como padarias e sorveterias compreendem o grupo de 25 organizações pesquisadas. Para 96% dos pesquisados, o mercado de Porto Velho apresenta potencial para a entrada de novos fornecedores de leite e derivados. As constatações foram seguidas por comentários de informam a presença de poucos concorrentes fornecedores na região, diminuindo assim o poder de barganha dos canais de vendas. Tal condição impacta diretamente na disputa de precificação dos produtos, e consequentemente minimiza ações mais fortalecidas de marketing das empresas fornecedoras. Dos produtos com maior relevância para tal potencial destacaram-se os queijos diversos, em especial o “mussarela”. Segundo os empresários pesquisados, há falta de produto no mercado em determinadas épocas, causando elevação demasiada no preço e diminuição de consumo. NA VISÃO DA EMPRESA, O MERCADO DE PORTO VELHO POSSUI POTENCIAL PARA OUTROS FORNECEDORES DE PRODUTOS DERIVADOS DE LEITE? SE SIM, QUAIS PRODUTOS POSSUEM MAIOR POTENCIAL? 4% SIM NÃO 96% Ilustração 18 – Potencial para novos entrantes do ramo de leite e derivados Fonte: Foccu’s, 2011. Constatou-se que 83% não comercializam o leite tipo C em seus estabelecimentos. Dos 17% que afirmam tal comercialização, todos são do segmento de “padarias/panificadoras”. Indagados sobre tal posicionamento, os canais ATACADO, DISTRIBUIDOR e MERCADOS afirmam que o custo benefício do produto não é interessante, uma vez que gera elevado custo logístico, seja de transporte, manutenção, 27 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: armazenagem e relação giro/validade. Quando compreendidas todas essas questões sob o prisma financeiro, o produto chega a uma precificação quase igualada à dos itens em embalagem tetra pak (líderes na preferencia de consumo). As padarias/panificadoras (segmento de mais giro do produto) informam ainda que mais de 80% do quantitativo de leite tipo C que compram tem destinação para a produção de bolos, pudins e outros alimentos. As sorveterias, grandes consumidores de leite para produção de sorvetes, picolés e iogurtes declaram que o leite tipo C não oferece qualidade adequada a seu uso, uma vez que o teor de gordura é muito reduzido, impactando em seu produto final. ESPECIALMENTE EM RELAÇÃO AO LEITE TIPO C (SAQUINHO), A EMPRESA ATUALMENTE COMERCIALIZA O PRODUTO? SE SIM, QUAIS OS FORNECEDORES? SE NÃO, POR QUAL MOTIVO? 17% SIM 83% NÃO Ilustração 19 – Empresas atualmente comercializando leite tipo C Fonte: Foccu’s, 2011. Questionados acerca do potencial do mercado de Porto Velho para a comercialização do Leite tipo C, 71% dos abordados afirma que não, o mercado não oferece tal potencial. Os motivos mais relevantes para tal constatação são: - Falta de praticidade do produto; - Alta perecibilidade (curto prazo de validade); - Gosto diferenciado; - Preço elevado; - Custo/benefício não atraente para os comerciantes; - Qualidade duvidosa. 28 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: Dos 29% de abordados que indicam viabilidade comercial do produto no mercado de Porto Velho, todos informam condicionantes mínimas para tal potencialidade. São elas: - Preço mais competitivo que os itens concorrentes (especialmente o tetra pak); - Elevar a qualidade do produto, especialmente com relação ao teor de gordura; - Desenvolver embalagem ou subprodutos agregados que tornem o manuseio e consumo mais práticos; - Desenvolver adequadas estratégias de marketing, especialmente no PDV, auxiliando na comunicação aos consumidores finais dos benefícios, vantagens e comparações do item com demais produtos similares/concorrentes; - Desenvolver estratégia em que o fornecedor assuma os custos e as rotinas logísticas do produto, maximizando a relação custo-benefício do item. NA VISÃO DA EMPRESA, O MERCADO DE PORTO VELHO POSSUI POTENCIAL PARA COMERCIALIAZAÇÃO DE LEITE TIPO C? POR QUE? 29% SIM 71% NÃO Ilustração 20 – Potencial para comercialização do leite tipo C Fonte: Foccu’s, 2011. A tabela a seguir expressa informações obtidas através da média de precificação, marcas e distribuidores dos itens mais relevantes constatados pela pesquisa. Destaque para a ausência do leite tipo C, uma vez que não configura como item relevante para os pesquisados. A tabela resumo foi desenvolvida com base em dados da última ponta de venda da cadeia analisada, ou seja, varejos que atendem diretamente aos consumidores finais (mercados e padarias). 29 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: RESUMO MERCADOLÓGICO CONSIDERANDO VAREJISTAS PESQUISADOS – ITENS MAIS RELEVANTES PRODUTO MARCA DISTRIBUIDORES VLR_COMPRA VLR_VENDA LEITE UHT TRADIÇÃO TP LEITE CONDENSADO MOÇA LT LEITE PÓ NINHO LT 400G B.L. ACTIVIA MANTEIGA TRADIÇÃO 200G MANTEIGA TRADIÇÃO 500G LEITE CONDENSADO TRADIÇÃO 395 G CREME DE LEITE ITAMBÉ LT 300G CREME DE LEITE LEVE TP 200G CREME DE LEITE CAMPONESA TP 200G CREME DE LEITE TP 200G CREME DE LEITE TRADIÇÃO TP 200G REQUEIJÃO CREMOSO LEITE EM PÓ TRADIÇÃO BEBIDA LÁCTEA SABOR CHOCOLATE TRADIÇÃO NESTLE NESTLE DANONE TRADIÇÃO TRADIÇÃO TRADIÇÃO ITAMBÉ NESTLE EMBARÉ ITAMBÉ TRADIÇÃO MIRAELLA TRADIÇÃO TRADIÇÃO TRADIÇÃO NOVA ERA NOVA ERA ROVER TRADIÇÃO TRADIÇÃO TRADIÇÃO COIMBRA NOVA ERA COIMBRA COIMBRA TRADIÇÃO MIRAELLA TRADIÇÃO TRADIÇÃO R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1,84 2,66 7,50 4,60 2,20 4,80 1,80 1,95 1,60 1,23 1,40 1,15 2,80 4,00 0,75 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 2,10 3,50 9,20 5,99 3,20 6,60 2,40 2,50 2,00 1,60 1,80 1,50 3,50 5,00 1,00 LEITE PIRACANJUBA TP PIRACANJUBA ROVER R$ 1,95 R$ 2,40 Tabela 09 – Integrantes da cadeia abordados na pesquisa Fonte: Foccu’s, 2011. 4- ANÁLISE DE POTENCIALIDADES Considerando as informações coletadas, sistematizadas e analisadas, permite-se nesta etapa do estudo desenvolver um cruzamento técnico dos achados para auxílio e direcionamento na interpretação final da pesquisa: identificar a viabilidade do produto pretendido e suas possíveis condicionantes. Para credibilizar tais interpretações, utilizar-se-á a metodologia do Mapa de Associação de Ideias. Proposto por Spink e Lima (2000), a referida ferramenta possibilita a estruturação analítica dos dados coletados, permitindo ao pesquisador uma organização sequencial e lógica do contexto pesquisado. Conforme Vergara (2008): “Mapas de associação de ideias são instrumentos de visualização cujo objetivo é subsidiar o processo de análise e interpretação dos dados da pesquisa, a fim de facilitar a comunicação de seus resultados”. No desenvolvimento e análise da ferramenta citada, prezar-se-á pela indicação final de viabilidade, e condicionantes pertinentes. A referida análise compreenderá dos itens mais relevantes para a pesquisa. 30 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: MAPA DE ASSOCIAÇÃO DE IDEIAS – INETERPRETAÇÃO DIRECIONADA À CONSTATAÇÃO DE VIABILIDADE MERCADOLÓGICA CONSIDERANDO O MERCADO DE PORTO VELHO-RO PESQUISADOS PRODUTO: LEITE TIPO C Consumidor Viabilidade parcial Atacados Inviável Distribuidores Inviável Varejos M.P. Inviável Varejos M.G. Viabilidade parcial ANÁLISE CONCLUSIVA Verifica-se, através do levantamento direcionado aos CONSUMIDORES pesquisados, que o potencial mercadológico existe, considerando visão da amostra. Contudo trata-se de uma viabilidade possibilitada pelas seguintes condicionantes: - Preço final do produto mais competitivo que os itens concorrentes, em especial o tetra pak (preço entre 10% e 20% mais acessível); - Agregação de valor que torne o produto mais prático para armazenagem e manutenção; - Melhoria nas características qualitativas do produto (teor de gordura). - Zonas com maior potencial de consumo: Zona 01, Zona 03 e Zona 05. Verifica-se, através do levantamento direcionado aos ATACADOS pesquisados, que o potencial mercadológico não é identificado. Condicionantes mais relevantes da constatação: - Demanda muito tímida; - Custo-benefício não é atraente ao empresário; - Logística complexa (armazenagem, validade e manejo); - Precificação não competitiva. Verifica-se, através do levantamento direcionado aos DISTRIBUIDORES pesquisados, que o potencial mercadológico não é identificado. Condicionantes mais relevantes da constatação: - Demanda muito tímida; - Custo-benefício não é atraente ao empresário; - Logística complexa (armazenagem, validade e manejo). Verifica-se, através do levantamento direcionado aos VAREJOS DE MICRO E PEQUENO PORTE pesquisados, que o potencial mercadológico não é identificado. Condicionantes mais relevantes da constatação: - Custo-benefício não é atraente ao empresário; - Logística complexa, e não adequada à realidade financeira do empresário (armazenagem, validade e manejo). Verifica-se, através do levantamento direcionado aos VAREJOS DE MÉDIO E GRANDE PORTE pesquisados, que o potencial mercadológico existe, considerando visão da amostra. Contudo trata-se de uma viabilidade possibilitada pelas seguintes condicionantes: - Preço final do produto mais competitivo que os itens concorrentes, em especial o tetra pak (preço entre 10% e 20% mais acessível); - Agregação de valor que torne o produto mais prático para armazenagem e manutenção; - Melhoria nas características qualitativas do produto (teor de gordura); - Forte desenvolvimento de marketing, em especial do PDV; - Procedimentos logísticos assumidos totalmente pelo fornecedor. 31 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: Padarias Viabilidade parcial Sorveterias Inviável Verifica-se, através do levantamento direcionado às PADARIAS/PANIFICADORAS pesquisadas, que o potencial mercadológico existe, considerando visão da amostra. Contudo trata-se de uma viabilidade possibilitada pelas seguintes condicionantes: - Preço final do produto mais competitivo que os itens concorrentes, em especial o tetra pak (preço entre 10% e 20% mais acessível); - Melhoria nas características qualitativas do produto (teor de gordura, gosto percebido). Verifica-se, através do levantamento direcionado às SORVETERIAS (indústrias) pesquisadas, que o potencial mercadológico não é identificado. Condicionantes mais relevantes da constatação: - Qualidade do produto não adequada às atividades industriais pretendidas (teor de gordura). Tabela 10 – Apontamento de viabilidade mercadológica Fonte: Foccu’s, 2011. 32 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: Considerando os apontamentos e constatações expressos no mapa de associação de ideias, pode-se afirmar que em geral, mesmo o produto percebendo possibilidades de aceitação junto aos consumidores finais, a característica logística e de precificação o tornam pouco competitivo em relação aos concorrentes, em especial aos de embalagem tetra pak. Esta situação, quando percebida de forma técnica e especialmente financeira pelos empresários da cadeia comercial analisada, não torna o item atrativo e/ou lucrativo, inviabilizando-o aos olhos do empresariado. Contudo, podem-se identificar algumas condicionantes, que para segmentos específicos, oportunizam reversão à condição de viabilidade. Tais condicionantes foram expressas no mapa conclusivo. Ponto de destaque nas análises conclusivas da pesquisa refere-se ao grande potencial mercadológico para o item QUEIJO MUSSARELA. Conforme declarações e coletas quantitativas realizadas, o produto tem oferta abaixo da demanda em diversas épocas do ano, causando perda de venda e lucratividade. A característica do pouco quantitativo de fornecedores é fator crítico para a constatação. A viabilidade foi identificada especialmente junto aos seguintes segmentos pesquisados: - ATACADOS; - DISTRIBUIDORES; - VAREJOS DE MICRO E PEQUENO PORTE; - VAREJOS DE MÉDIO E GRANDE PORTE; - PADARIAS/PANIFICADORAS. 5- CONSIDERAÇÕES FINAIS Considerando a extrema relevância da coleta de dados para subsídio ao estudo proposto, observam-se níveis credíveis e seguros na metodologia apresentada, corroborando desta forma com objetivos, justificativa, problema e pretensões gerais do projeto. Isto posto, pode-se afirmar que as informações analisadas e conclusivas preenchem a nível pontual as necessidades apresentadas pelo contexto do estudo. O problema da pesquisa foi integralmente respondido, uma vez que indagava acerca viabilidade mercadológica para o acesso de novos entrantes no segmento de leite tipo C (saquinho). 33 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: O estudo também atendeu as suas justificativas, alcançando as informações necessárias à concepção do construto empreendido, e entregando em nível adequado as solicitações do agente demandante. Considera-se ainda que a pesquisa colabora com dados e informações que auxiliam em ações e empreendimentos estratégicos que podem ser estendidos além deste objeto. Em relação ao objetivo geral do estudo (pesquisar, analisar e qualificar as potencialidades mercadológicas de itens lácteos em Porto Velho, com foco especial ao item LEITE TIPO “C”), afirma-se seu total atingimento, especialmente considerando os seguintes achados: - Compreendeu o perfil de consumo da população portovelhense, exclusivamente quanto a itens lácteos (em especial LEITE tipo C); - Identificou potencialidade de mercado para entrada de novos produtos do segmento lácteo, considerando produção local; - Compreendeu procedimentos mercadológicos adotados por integrantes da cadeia de Porto Velho (mercados, padarias, distribuidores, atacados, etc.) quanto à comercialização de itens lácteos; - Qualificou a viabilidade comercial para os itens verificados. A Foccu’s Consultoria envolveu neste trabalho uma equipe multidisciplinar composta por cerca de 09 profissionais, os quais se dedicaram por cerca de 06 semanas ao atingimentos dos objetivos propostos. Colocamo-nos à inteira disposição da FAPERON para dirimir quaisquer esclarecimentos acerca do trabalho, bem como para auxiliar em atividades oriundas deste material. 34 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected] Executor: REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARBETTA, Pedro Alberto. Estatística Aplicada às Ciências Sociais. 5ª Ed. Florianópolis: UFSC, 2002. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2002. ________. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2007. MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Metodologia Científica. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2000. MICHEL, Maria Helena. Metodologia e pesquisa científica em ciências sociais. São Paulo: Atlas, 2005 OLIVEIRA, Maria Marly de. Como fazer pesquisa qualitativa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 22ª ed. São Paulo: Cortez, 2002. SIENA, Osmar. Metodologia da pesquisa científica: elementos para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. Porto Velho: [s.n.], 2007, 200 p. SILVA, Ermes Medeiros et all. Estatística: para os cursos de Economia, Administração, e Ciências Contábeis. Vol 2. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1997. 35 INSTITUTO FAPERON – INST. DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE RONDÔNIA Av. João Goulart, 1843 – Sala B – Bairro Nossa Senhora das Graças – CEP.: 76.804-126 Porto Velho – RO. Tele fax: (069) 3223-2403 –E-mail: [email protected]