Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 NEWSLETTER ÍNDICE Editorial | Palavra à Direção… Pág. | Tema Caros Amigos, 1 | Editorial da Direção… Após o interregno proporcionado pelas merecidas férias de verão, aproxima-se o momento de regressar aos treinos semanais, de voltar a (re)ler as Leis de Jogo, Normas e Instruções, Regulamentos das competições… e de sentir a saudade e o desejo de pisar novamente os relvados verdejantes espalhados pelo nosso país. 2 | Reportagem… Inauguração da Sala Pedro Proença… 6 | Crónicas | Artigos Opinião Luís Estrela | Alberto Helder | Filipe Guimarães 10 | O Treino do Árbitro… por Marco Guerreiro 12 | Notícias 16 | Entrevista… Alberto Fernandes Para que tudo isto seja possível, e querendo contribuir para o sucesso dos seus associados, é com regozijo que o NAF Lisboa anuncia a abertura das suas portas, contribuindo para a formação dos novos árbitros e recordando os ensinamentos olvidados aos mais experientes. 17 | Aniversários Associados 18 | Informações Votos de uma excelente época desportiva a todos os associados, José Luzia Presidente NAFLisboa 1 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 … Por Ana Ribeiro No passado dia 4 de Junho, a Direção do NAF Lisboa teve a honra de inaugurar uma nova sala nas suas instalações dando-lhe o nome do nosso prestigiado associado e fundador Pedro Proença. Presentes na Mesa de Honra estiveram o homenageado Homenagem a Pedro Proença pela sua prestigiada carreira como árbitro nacional e internacional. Pedro Proença, ladeado pelo Presidente da Direção do NAF Lisboa, José Luzia, e a representar a Associação de Futebol de Lisboa, . Estiveram de igual modo presentes, o Presidente do Conselho de Arbitragem, Helder Campos, o Presidente da APAF, José Gomes e o Mestre Joaquim Campos. 2 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 Por José Luzia (Presidente NAF Lisboa) Foi com grande honra que a Direcção do Núcleo de Árbitros de Futebol de Lisboa homenageou aquele que foi, muito provavelmente, o Associado com maior reconhecimento nacional e internacional, obtido ao longo da sua extensa carreira como árbitro de futebol, o árbitro Pedro Proença. Foi uma simples homenagem a um árbitro, que, desde o início da sua carreira, foi um sócio assíduo do Núcleo de Árbitros de Futebol de Lisboa, sendo (entre outros) sócio fundador do próprio Núcleo. O exemplo da carreira preconizada pelo Pedro Proença deve ser tido em conta por aqueles que possuem uma certa experiência na arte de arbitrar, mas sobretudo, deve ser seguido pelos mais novos, que chegam agora à arbitragem distrital e nacional. Queremos que esta homenagem seja uma força motivadora e inspiradora para os mais novos, dandolhes alento para perseguirem os seus sonhos e, quiçá, num futuro mais próximo do que pensam, poderão estar, também eles, deste lado a serem homenageados pelo Núcleo. Desenganem-se, aqueles que pensam que a carreira do Pedro foi realizada sem milhares de horas de esforço pessoal, familiar, sem sacrifícios e sem lágrimas. Para esses, é necessário entender a fórmula do sucesso: Trabalho, Talento e Sorte! Muito TRABALHO, TALENTO quanto baste, e também, por que faz parte da própria vida, uma pequena dose de SORTE nas oportunidades que surgem (um exemplo disso, é ter capacidade de estar no local certo, no momento certo, e conseguir estar à altura das expectativas). Dos 3 factores aqui apresentados, aquele que mais depende de nós próprios, é o factor TRABALHO. E neste factor, há que dizê-lo com frontalidade, o Pedro foi inexcedível durante toda a sua carreira, acreditando constantemente que conseguiria atingir atingir outros patamares se trabalhasse de forma ininterrupta, dando sempre o seu melhor, quer nos jogos arbitrados, quer nos treinos de preparação para os mesmos. No âmbito da preparação para os jogos, o Núcleo desempenhou um papel importantíssimo. Acreditamos devotamente, que as presenças assíduas nas Sessões Técnicas do Núcleo permitiram dotar o Pedro, com ferramentas indispensáveis para melhorar a sua técnica de arbitragem nos relvados; Técnicas essas que reduziram o número dos lapsos ocorridos nos jogos e contribuíram para elevar a qualidade da arbitragem praticada nos relvados Portugueses e Internacionais. 3 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 O resultado do trabalho incessante e a busca pela perfeição estão à vista de todos: Mencionaria “apenas” alguns dos principais marcos atingidos pelo Pedro, e pelos seus companheiros de equipa, ao longo da carreira de árbitro: Estiveram presentes em: Final da Supertaça Cândido Oliveira (2003 – Porto vs Leiria); Final do Campeonato Europeu Sub-19 (2004 – Turquia vs Espanha); 1ª Participação na Taça UEFA (2004); 1ª Participação na Fase Grupos da Liga dos Campeões (2007); Final da Taça de Portugal (2007 – Sporting vs Belenenses); Final da Taça da Liga (2008 – Vitória Setúbal vs Sporting); Final da Taça de Portugal (2010 – Chaves vs Porto); Final da Taça da Liga (2011 – Paços Ferreira vs Benfica); Final da Liga dos Campeões (2012 – Chelsea vs Bayern Munich); Final do EURO 2012 (Espanha vs Itália); Participação na Taça das Confederações FIFA (2013); Participação no Campeonato Mundial FIFA do Brasil (2014); Participação no Mundial de Clubes da FIFA (2014). Pelo trabalho desenvolvido na representação da arbitragem Portuguesa, da arbitragem Lisboeta e do Núcleo de Árbitros de Futebol de Lisboa, podemos afirmar, sem sombra de dúvidas, que, através do Pedro Proença, o Núcleo de Árbitros de Futebol de Lisboa esteve representado ao mais alto nível, no que toca ao Futebol de elite nacional e internacional. Por último, desejamos que o exemplo do modelo de trabalho seguido pelo Pedro Proença e que a sua carreira profissional conquistada com tanto suor e esforço, sirva de exemplo para as novas gerações de árbitros e permitam tirar conclusões sobre o caminho a seguir pela arbitragem nacional. É certo, que igualar a carreira do Pedro será muito difícil, mas temos de trabalhar nesse sentido, e queremos, enquanto Núcleo formador de árbitros, fazer parte das ferramentas que moldam a personalidade e os conhecimentos dos novos árbitros. O desafio colocado é enorme, e consiste em trabalhar para formar os futuros “Pedro’s Proença’s” da arbitragem distrital, nacional e internacional. Por tudo isto, o nosso muito obrigado ao Pedro Proença por representares o NAF Lisboa, desde o início da tua carreira ao término da mesma, sempre com rigor, isenção e honradez, efetivamente dignas de registo para a posteridade. Um bem-haja, NAF Lisboa. 4 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 A mesa de honra na homenagem a Pedro Proença (da esquerda para a direita): Mestre Joaquim Campos, Hélder Campos (Presidente do CA da AFL), José Luzia (Presidente NAF Lisboa), Pedro Proença, Manuel Castelo (representante Direção AFL) e José Gomes (Presidente APAF). Para além da presença de associados e amigos convidados do NAF Lisboa, assistiram à homenagem alguns meios de comunicação social. Após o descerramento da placa da nova sala do núcleo, o NAF Lisboa ofereceu a Pedro Proença uma pintura sua em graffiti, realizada pelo artista Vile. Por fim, todos os presentes participaram num singelo beberete oferecido pela Direção. Fotos de Rui Raimundo (Jornal A Bola) 5 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 As crónicas e os artigos de opinião apresentados são de autoria e total responsabilidade dos seus autores. LUIS ESTRELA CRÓNICA GOLO IMINENTE ASSOCIAÇÃO DE ÁRBITROS ANÓNIMOS - “Olá, eu sou o Luis e já não arbitro há 9 meses. Desde a data em que me lesionei que não toco num equipamento, num apito ou numa bandeira. Não tem sido fácil estar longe do vício, não entrar em campo, não fazer o saco, não ir treinar, não estar com os meus amigos de uma vida, não sentir a adrenalina dos jogos, não sentir o afeto dos adeptos, não sentir o cheiro da relva molhada ou o dos sintéticos de borracha queimada pelo sol. Estou feliz e orgulhoso por estar a conseguir dominar o vício sozinho”. - “Parabéns Luis”, dizem os restantes elementos do grupo em uníssono. - “Quem mais quer falar da sua história?”, pergunta aos participantes a gestora do grupo. “Sim, diz.”, incentivando alguém que se dispôs a falar. - “Olá, eu sou o XXX e já não tenho medo dos observadores há dois anos e fui promovido. Finalmente mentalizei-me que apenas devo concentrar as minhas energias e esforço naquilo que consigo dominar e que depende exclusivamente do meu sacrifício pessoal e familiar.” - “Olá, eu sou o XXX e ainda sofro com o «bullying» que me foi infligido em classificações finais e em graus de nomeação. São raras as noites em que não acordo sobressaltado a pensar que terei o observador do distrito A ou amigo do B. Não está a ser fácil.” - “Olá a todos, o meu nome é XZ e sou refugiado distrital. Por causa das cotas impostas já fui árbitro em três distritos, atravessei rios, mudei de sotaque e assimilei tradições locais. Deixei para trás a família, um emprego estável, a minha namorada e tudo em busca de uma subida, de uma promoção que ainda não consegui.” - “Olá, eu sou o o XYS e sofro profundamente porque percebi que os verdadeiros amigos na arbitragem se contam pelos dedos de uma mão. Quando subi, recebi mais de quinhentos telefonemas, fizeram-me dedicatórias no facebook e twitter. Agora fui despromovido e só os tais dedos de uma mão me ligaram e quiseram estar comigo. Alguns falam-me a medo, outros deixaram de me seguir no facebook, do meu conselho de arbitragem ninguém me disse nada, ninguém quis nem sequer saber se continuava ou não. Assim concluí que os sucessos, subidas, conquistas, classificações, nomeações fantásticas, etc, são coisas efémeras e que apenas a amizade verdadeira e duradoura é a melhor das insígnias. Ser-se primeiro para alguém é bem melhor que ser primeiro num ano.” 6 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 HISTORIANDO… Por ALBERTO HELDER COLECIONISMO… Vamos historiar as insígnias FIFA, através da maravilhosa, bela e única coleção existente no mundo, o emblema mais desejado por todos os que ingressam na carreira, mas só alguns terão o privilégio e a honra de atingir o topo, ou seja, a internacionalização. Já agora, como formador que fui em Lisboa, tenho o orgulho de afirmar que ajudei a que nove alunos meus alcançaram o estatuto máximo da carreira: ser internacional e, todos eles atravessaram com distinção, dignidade e honradez graves situações e problemas que afectaram negativamente a arbitragem portuguesa! Bem, vamos ao que mais interessa: Quando se realizou o Mundial de 1950-Brasil a FIFA resolveu criar um emblema que identificasse os Árbitros que actuassem naquela competição e seguintes, dado que, até aí, os distintivos usados (assim como os equipamentos) era o que cada um tinha e não dava um aspecto desejável de uniformidade que deve imperar nas equipas de arbitragem, como hoje simplesmente se constata. José Vieira da Costa, do Porto, que esteve naquele certame foi o primeiro português a usufruir de tal deferência. Em termos de ideia para o emblema foram considerados os hemisférios existentes nos primeiros documentos emitidos (como se demonstra na imagem inicial) e, quanto ao tamanho a sua criação baseou-se na algibeira superior do casaco, logo um tanto grande. Em 1968, aparece mais airoso, mais agradável à vista e, a partir foi uma constante melhoria até aos nossos dias. Quanto aos números e especialidades direi que os escudos dos Árbitros de Futebol são 30. Os dos Árbitros Assistentes (função criada em 1992), 24. As Árbitras e as Árbitras Assistentes, que começaram em 1995, cada função tem 21. Já os Árbitros de Futsal, ramo formado em 1996, têm 20. Para o Futebol de Praia, em que a FIFA organiza o campeonato mundial desde 2005, são 11. E por fim, as Árbitras de Futsal, que existem a partir de 2007, são 9, o que totaliza, até ao presente ano, 136 preciosos exemplares que formam uma valiosa colecção, única e deslumbrante! Os contactos que promovi (pessoalmente, por telefone, por correio postal, e-mail, sms, eu sei lá…) junto dos solícitos dadores, 93 maravilhosas personalidades, mais do que simples amigas e amigos, são naturais de Angola, Brasil, Cabo Verde, Chile, China, Eslovénia, Equador, Holanda, Moçambique, Paraguai, São Tomé e Príncipe, Suiça, Uruguai e, naturalmente, de Portugal. 7 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 Por ALBERTO HELDER COLECIONISMO… É oportuno dar conta que a primeira fase da recolha dos escudos decorreu entre Novembro de 2010 e Fevereiro de 2012, tendo esta iniciativa sido muito bem recebida pelos eleitos (Árbitras e Árbitros internacionais), expressando alguns deles que, assim, a história da arbitragem mundial fica muito mais rica e certificada, como preservada para todo o sempre, com interessantes, coloridos e diversos modelos de emblemas, alguns deles utilizados nas fases finais de competições de elite mundial! Esta foi, sem dúvida, uma tarefa que conclui com êxito e que me encheu de orgulho, agradecendo penhoradamente a todos pela contribuição que fizeram o favor de prestar sem qualquer contrapartida, o que se verifica ainda hoje! Sobre este tema, desenvolvo mais pormenores que poderão ser vistos no blog: www.albertohelder.blogspot.com Existem outros diversos emblemas, como os utilizados pelos portugueses que não tinham ainda cumprindo os requisitos exigidos pela FIFA que obrigava inicialmente que a sua insígnia só poderia ser usada pelos Árbitros que dirigissem 6 partidas entre selecções A, mais tarde foi-se reduzindo o número de participações e, agora, é entregue o distintivo a quem seja considerado internacional e por ano civil, sistema que começou a vigorar em 1989. Os emblemas dos Assistentes (masculinos e femininos) começaram a ser comuns a partir de 1997, dado que, até aí, havia as naturais diferenças entre sexos. Também foram editados outras variantes de símbolos, uns apelam para o Fair-Play, um outro que é uma algibeira com a legenda “FIFA” que em tempos idos era colocada em fato escuro, pertença dos nomeados para os jogos internacionais da entidade, pois esta ainda não fornecia fatos para os seus servidores… Já agora, por falar na FIFA, antes de avançar com este projeto entrei em contactos com os seus serviços para saber se tinham algo parecido com esta minha ideia e recebi uma agradável surpresa, quando me disseram que nada possuíam quanto à coleção que eu ia começar. Da UEFA também recebi a mesma resposta. É triste, não é? A hierarquia, toda poderosa, nada tem, mas Portugal, sim! E ainda bem, pois nesta área somos os primeiros. Naturalmente que existe uma razão para ter iniciado (em boa hora) esta colectânea. Quando exerci funções na APAF-Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol promovi a recolha de emblemas que os Árbitros usam nos seus países, nos seus campeonatos, colocando-os em quadros que guarnecem uma sala das suas instalações, mas, desde que deixei de dar a minha colaboração profissional à referida entidade (Fevereiro de 2007), está parada a referida recolha e o correspondente acompanhamento, o que se lamenta. Um repto àqueles que aqui me acompanham: porque não começarem também a colecionarem algo relacionado com a arbitragem? Há tanta coisa ainda inexplorada, como os apitos, os livros de regras e outros documentos, as bandeirolas, as camisolas, os calções, as meias, as botas ou chuteiras, os cartões disciplinares (amarelo e vermelho), os blocos de apontamentos, os pesa ar, os kits de comunicação rádio e tudo o que diga respeito ao sector. Será, garanto, uma boa aposta! 8 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 OS MISTÉRIOS DE HOGWARTS Não! Não estou a pensar em escadas nómadas, em passagens secretas ou em mantos de invisibilidade. Estou a pensar na plataforma Saber mais Arbitragem. Nesta plataforma mágica é possível encontrar entre outros tesourinhos: o o o Respostas diferentes para a mesma pergunta; Perguntas cuja resposta considerada certa difere da resposta oficial em teste escrito; Respostas de enquadramento muito muito duvidoso nas Leis de Jogo. Por FILIPE GUIMARÃES QUERER OU NÃO QUERER Aquando da marcação de um pontapé de canto, o guarda-redes empurra um colega e toma a posse da bola. Que deve o árbitro fazer? Resposta PSM: Deve advertir o guarda-redes e punir a sua equipa com pontapé livre indirecto. Relativamente aos pontos (1) e (2), sendo uma plataforma com a chancela FPF seria de esperar que a mesma oferecesse um serviço com elevado valor didáctico e pedagógico (!?) A Lei 12 – Faltas e incorrecções indica-nos que a equipa de um jogador que empurra um adversário deve ser punida com pontapé livre directo. Nada refere quanto a empurrar um colega. Porquê? Porque tal não deve considerado uma infracção, caso contrário estaria escrito. Pergunto-me frequentemente: "Quem terá elaborado as questões?"; "Existe alguém que as receba e valide antes de serem disponibilizadas?"; "Se as leis de jogo alterarem as respostas serão revistas?" Até aqui a lei parece muito clara e sem latitude para ambiguidades de interpretação. Resta-nos agora perceber porque é que empurrar um colega deve ser considerado comportamento antidesportivo. Lei 12 – Comportamento Antidesportivo. Alertados os responsáveis da plataforma para estas questões, a resposta obtida foi invariavelmente o mais profundo e sentido dos silêncios (!) Interpretações a cargo do leitor … Excluindo o ataque prometedor, agarrões, mão na bola, … restam-nos duas hipóteses para enquadrar na lei que empurrar um colega deva ser considerado comportamento antidesportivo: Dada a total ausência de esclarecimentos, confessome hesitante entre enviar um email para o TempoExtra ou para o Professor Marcelo. No entanto o que me irrita profundamente são as perguntas ao estilo "descubra as 7 diferenças", mas onde diferença só existe uma e habitualmente na sílaba muda. Relativamente ao ponto (3) parece falhar a compreensão das leis. Vamos a um exemplo: o o Atua de maneira que demonstra falta de respeito pelo jogo Utiliza deliberadamente um método ilegal para contornar a lei Não sei em qual destas o CA-FPF se baseia para justificar que empurrar um colega é um comportamento antidesportivo; mas são ambas igualmente parvas e descabidas de qualquer aderência à realidade. Para pensarmos. Todos. Bem hajam. 9 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 Coordenador Técnico A.F. Lisboa Treinador de Futebol / Preparador Físico As exigências do futebol atual obrigam a que todo e qualquer árbitro que se preze, independentemente do seu nível (amador ou profissional), tenha uma preocupação cada vez maior com a sua preparação diária, a todos os níveis, que lhe permita obter rendimentos de excelência, diretamente influenciados pela sua condição física e psicológica. Sendo que nenhuma delas deve ser desprezada, ao nível do treino, sob prejuízo de condicionar a sua atuação, que mais do que qualquer outro agente desportivo, é alvo de um escrutínio público meticuloso no final de cada jogo. No caso do árbitro, o compromisso tem de estar diretamente relacionado com a sua vontade de superação diária. E nada se conquista sem trabalho, persistência e uma boa planificação. E é nesse campo que se deve considerar a preparação física, como forma de melhorar a tomada de decisão. Da mesma forma que um jogador ou um treinador, trabalham diariamente os vários aspetos do jogo de forma específica, com o objetivo de melhorar o seu rendimento desportivo, também o árbitro deve ter essa preocupação, embora com outras especificidades, próprias da sua atuação e responsabilidade no jogo. Na ausência de ajuda especializada, o árbitro deve procurar ter os conhecimentos básicos que lhe permitam avaliar a sua condição física, técnica, tática e psicológica de forma estabelecer um plano de treino que o ajude a atingir os objetivos pretendidos, ao longo da época desportiva, recorrendo-se de métodos de treino e exercícios específicos, adaptados às exigências e especificidades da sua modalidade. E se é um facto que na consequência de uma prestação/decisão menos positiva, possa ser injusta a crítica a quem se prepara bem e atua de forma honesta, o mesmo já não se poderá dizer daqueles que descuram a sua preparação e também falham, não por desonestidade, mas sim porque a sua deficiente condição física e psicológica lhes condiciona a tomada de decisão. É tudo uma questão de mentalidade e de atitude perante um compromisso. 10 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 Por Marco Guerreiro Hoje em dia, o fenómeno “Internet” permite a qualquer um, aceder a uma panóplia de informação técnica e científica, na qual os árbitros se podem apoiar, caso não tenham a possibilidade de integrar um Centro de Treinos, onde têm à disposição técnicos especializados nas várias vertentes do treino, que resolvem eficazmente esta problemática. Quanto melhor um árbitro se preparar física, técnica e psicologicamente, melhor será a sua aptidão para uma correta tomada de decisão. E são muitas as que têm de ser tomadas ao longo de um jogo, com a particularidade de algumas delas poderem decidir o vencedor da partida. Na grande maioria dos casos uma boa ou má decisão são determinantes na progressão ou regressão da carreira desportiva de um árbitro. E como decidir melhor? Na mesma medida é importante dar atenção à componente psicológica, talvez a mais importante de todas, na medida em que um indivíduo motivado, produzirá mais e com mais qualidade, e vice-versa. Sendo de todas, provavelmente a mais difícil de controlar, penso que não restam dúvidas de que o treino em grupo produz efeitos benéficos e mais eficazes, do que o treino “solitário”. E nesta matéria sem dúvida que os Centros de Treino, têm colaborado para um espírito de equipa e camaradagem que em muito beneficiam e potenciam o rendimento dos nossos árbitros, tal como está comprovado. Para reflexão, importa ainda referir que se é uma certeza que o árbitro não tem a vida fácil, não é menos verdade que, ajudar-se-á se não guardar para o jogo, tudo aquilo que pode antecipar, preparar e aplicar através do treino, de forma sistemática, específica e progressiva. A ambição e rigor de cada um, definirá o caminho a percorrer, e o quão longe chegará. Marco Guerreiro Coordenador Técnico AF Lisboa Treinador de Futebol / Preparador Físico Sem dúvida, que o treino físico é determinante para a aquisição da forma física ideal e necessária para responder às elevadas exigências de um jogo. Um árbitro mais rápido, mais explosivo, mais reativo e mais resistente, está garantidamente mais próximo do centro do jogo, o que aumenta as possibilidades de decidir melhor. Pelo mesmo princípio, também a componente técnica se relaciona com a componente física, devendo ser contemplada no treino semanal, de forma integrada com o treino físico, ou seja, através de exercícios onde ambas as componentes se verifiquem. 11 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 … Por Daniel Santos FINAL FOUR - SEIA Já com o passe garantido para a Final-Four, objetivo que a equipa pretendia desde sempre obter, deslocou-se até Seia, sábado dia 6/6/2015. Após o sorteio realizado para os jogos das meiasfinais ocorreu um novo encontro entre os NAF de Lisboa e Linha Sintra. Jogo a realizar-se no pavilhão multiusos de Seia. O jogo em si correu como era de esperar, sem nenhum problema e sempre com grande respeito mútuo entre ambos os núcleos, acabando este no tempo regulamentar empatado 44. NAF de Lisboa andou sempre a correr atrás do prejuízo, 1-0; 2-0; 2-1; 3-1; 3-2; 4-2; 4-3; 4-4. No tempo de prolongamento não se verificou nenhuma alteração no marcado acabando, assim, por se ter de recorrer à marcação de grandes penalidades para se achar a 1ª equipa finalista da Final-Four. A vitória sorriu assim ao nosso núcleo, que com esta vitória conseguiu uma presença no jogo da final, acabando por afastar o atual campeão em título o NAF Linha Sintra. No dia seguinte realizou-se o derradeiro jogo da final contra o NAF Brandoa-Amadora. Durante o jogo como não poderia ser exceção, mais uma vez, verificou-se um respeito mútuo entre ambos os núcleos e sempre num ambiente de festa por estarem ambos a disputar o jogo da final. Desde o apito inicial se observou grande entrega por todos os atletas e sempre com o fair-play a dominar a partida. O NAF Brandoa-Amadora acabou por ser o feliz vencedor superando o nosso núcleo com uma vitória de 4-2. Mais uma vez o nosso núcleo andou sempre a correr atrás do resultado estando sempre a perder 1-0; 2-0; 2-1; 3-1; 3-2; 4-2. 12 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 … Por Daniel Santos Após o almoço de confraternização e de despedia entre ambos os NAF finalistas, realizou-se a entrega de prémios, tanto coletivos como individuais. O nosso núcleo teve, assim, o privilégio de trazer consigo 4 trofeus. O primeiro troféu de participante na final four, representado pelo nosso presidente José Luzia. O segundo trofeu a ser entregue foi o de 2º classificado na prova que foi recebido pelo nosso dirigente Manuel Oliveira Santos. Estes dois trofeus recebidos correspondem ao coletivo. O nosso núcleo ainda veio a arrecadar dois trofeus individuais, foram eles: o de Melhor Guarda-redes da fase final do torneio, recebido pelo nosso filiado Ricardo Nascimento e, por fim, o de Melhor Jogador da fase final, entregue ao nosso filiado Vítor Aires. Inserido nas XVIII Festas Populares do Pinhal Novo, a convite do NAF do Pinhal Novo, o NAFLisboa esteve presente no XII Torneio de Futsal António Francisco Rodrigues (Ramalheira), convite que muito nos honrou. Como sempre a hospitalidade foi excecional e o espírito de fair play esteve sempre presente. Obrigado a todos os presentes! 13 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 Decorreu nos dias 22 e 23 de Agosto a 1ª Edição da Futsal Masters Cup, um torneio que reuniu na MEO Arena quatro das melhores equipas da Europa da futsal, naquele que foi um torneio ibérico, que contou com as presenças dos portugueses Benfica e Sporting e dos espanhóis Inter Movistar e Barcelona. O Sporting foi a primeira equipa a entrar em ação, defrontando o Inter no dia 22 de Agosto, pelas 14.30, tendo sido arbitrados por Pedro Fragoso (Árb.), João Ramos (2º Árb.), Ana Ribeiro (3º Árb.) e Micael Alves (Cron.). O resultado final 2-3 foi favorável aos espanhóis. De seguida, às 19 horas, foi a vez do Benfica entrar em campo com o Barcelona, tendo os encarnados vencido por 3-2. Equipa de arbitragem responsável pelo encontro: Luís Ribeiro (Árb.), Luís Fernandes (2º Árb.), Ricardo Fonseca (3º Árb.) e Rafael Martins (Cron.). No dia 23 de Agosto, o Benfica entrou em ação pelas 11 horas, diante do Inter Movistar, sendo este o jogo decisivo para encontrar o vencedor do torneio. Após uma exibição fantástica das equipas e sobretudo do jogador Ricardinho, os espanhóis acabaram por derrotar o Benfica por 3-2. A arbitragem ficou a cargo da nossa vice-presidente da Direção, Ana Ribeiro (Árb.), Ricardo Fonseca (2º Árb.), Pedro Fragoso (3º Árb.) e João Ramos (Cron.). O fecho do torneio foi marcado por um SportingBarcelona, às 17 horas, tendo o jogo terminado com o resultado de 4-5. Neste último, a equipa de arbitragem foi liderada por Ricardo Fernandes (Árb.), Rafael Martins (2 Árb.), Luis Ribeiro (3º Árb.), e Luis Fernandes (Cron.) Fotos dos associados NAF Lisboa: Ana Ribeiro (foto por Gus Photography), Luís Fernandes, Rafael Martins e Ricardo Fernandes 14 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 NAF LISBOA NO JANTAR COMEMORATIVO DO 25º ANIVERSÁRIO DO NÚCLEO DE ÁRBITROS DE FUTEBOL DE TORRES VEDRAS ALMOÇO DE ENCERRAMENTO DA ÉPOCA 2014-15 DO NAFL SINTRA Correspondendo ao honroso convite que nos foi dirigido, o NAFLisboa esteve presente no jantar comemorativo do 25.º aniversário da fundação do Núcleo de Árbitros de Futebol de Torres Vedras fazendo-se representar pelo seu vice-presidente da Direção Rui Rodrigues. No passado dia 14 de Junho, o NAFLisboa esteve presente no Almoço de Encerramento da Época 2014-15 do Núcleo de Árbitros de Futebol da Linha de Sintra, fazendo-se representar através da sua vice-presidente de Direção Ana Ribeiro. O NAF Lisboa felicita o NAF Torres Vedras por mais um aniversário! Ana Ribeiro ao lado do Presidente do NAFLSintra, Miguel Castilho. O Almoço realizou-se no restaurante Colher de Pau, na Abrunheira, e reuniu em massa os associados do Núcleo de Sintra que num ambiente de confraternização assistiram também à entrega de prémios aos árbitros com melhores classificações da época. 15 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 José Alberto Fernandes é árbitro de Futebol e Futsal da Associação de Futebol de Lisboa e associado do NAF Lisboa. Durante o Verão participou em diversos torneios internacionais de escalões de formação, tendo a oportunidade de viajar por vários países do mundo. NAFL: Em que países se realizaram os torneios em que participou? JAF: Tive a Honra de estar envolvido em 4 Torneios Internacionais neste Verão na Áustria, Suécia, Estados Unidos e País de Gales. NAFL: Como surgiu a oportunidade participar nesses torneios? de JAF: Em todos os Torneios Internacionais presentes neste Verão foi-me enviado convite formal para presença nos mesmos. Tive ainda a Possibilidade no Welsh Super Cup (Realizado em Cardiff) de convidar mais 6 colegas (Nuno Vaz, Sofia Gama, Hélder Lourenço, Vítor Canhão, Wilson Marques, Miguel Bernardo). NAFL: O que sentiu durante esta experiência? Foi uma experiência fantástica que promoveu uma grande dinâmica de aprendizagem, momentos de lazer, Identificação de outras realidades e uma forma de Fomentar uma saudável relação entre colegas da classe Arbitragem. Gostaria de destacar Usa Cup pela Hospitalidade demonstrada e pela visita guiada à cidade de Blaine, anfitriã desta Competição. NAFL: Quais as razões que o levam a participar neste tipo de eventos? JAF: A razão da minha participação resume-se a 3 aspetos: Conjugar arbitragem com intercâmbios culturais de forma a ampliar a visão do Desporto, Valores e Formação Cívica; não ficar refém de um regulamento interno que não contempla o empenho e dedicação das pessoas à causa da arbitragem; Transmitir o sentido e razão de ser do Desporto; Divulgação das nossas tradições; Elevar os bons exemplos ocorridos no Desporto e na Vida. 16 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 ANIVERSÁRIOS de JUNHO, JULHO E AGOSTO… ASSOCIADOS NAFLisboa A Direção do NAF Lisboa felicita os associados aniversariantes dos meses de Junho, Julho e Agosto desejando muitos mais anos de vida repletos de sucessos pessoais e profissionais. ANA FILIPA PONTES 22-06-1993 ANDRE ALBERTO SILVA 12-06-1987 ANTONINO RODRIGUES SILVA 06-06-1954 BRUNO MANUEL COELHO 21-06-1976 BRUNO ARDISSON NUNES 06-06-1987 CARLOS ALBERTO ESTEVES 04-06-1935 CARLOS DECIO CORDEIRO 11-06-1985 CATARINA ISABEL CAMPOS 13-06-1985 DIOGO VAZ LEAL SANTOS 05-06-1991 FABIO ALEXANDRE ANTONIO 08-06-1981 FERNANDO PAULO PEREIRA 11-06-1965 FLAVIO DINIS LIMA 22-06-1987 HELDER MALHEIRO 23-06-1980 JAIME MAIA GOMES 10-06-1978 JOANA ALMEIDA BRITO 14-06-1992 JOAO MIGUEL PAIVA 17-06-1993 JOAO PEDRO GOMES 23-06-1991 JOAQUIM REIS CARVALHO 26-06-1969 MARIO FILIPE NUNES 29-06-1978 MARTINHO REIS AMARO 14-06-1979 MIGUEL LIBORIO SILVA 13-06-1987 NUNO MIGUEL BALEIZA 16-06-1988 PAULO ALEXANDRE LUIS 26-06-1971 RICARDO FILIPE NEVES 20-06-1980 RICARDO MANUEL GOMES 20-06-1987 SERGIO ADAO FONSECA 01-06-1983 ANA FILIPE REGALADO NETO 10-07-1986 ANA SOFIA SOARES AGUIAR 10-07-1981 BRUNO DURAO 03-07-1983 BRUNO MARTINS COSTA 02-07-1991 BRUNO MIGUEL ALVES JESUS 10-07-1982 BRUNO MIGUEL CHAGAS 08-07-1976 CANDIDO JOSE MARQUES 30-07-1980 CARLOS MANUEL COSTA 30-07-1980 DAUDE MOHAMED DULLA 27-07-1981 DIOGO ALEXANDRE LOPES 18-07-1998 ERNESTO PEIXOTO RODRIGUES 12-07-1967 FERNANDO JOSE OLIVEIRA 24-07-1970 HUGO ANDRE PIRES RIBEIRO 15-07-1981 JOAO FILIPE SANTOS 12-07-1989 JOAO MANUEL PINHEIRO 18-07-1987 JOSE DINIS GODINHO GORJAO 18-07-1985 JOSE MARTINS OLIVEIRA 17-07-1990 JOSE PEDRO ALMEIDA PIRES 24-07-1977 JOSE TIAGO TRIGO 02-07-1972 MARIA JOAO CALADO FREIRE 21-07-1977 NUNO FILIPE CERDEIRA 10-07-1986 PEDRO GONCALO RIBEIRO 20-07-1988 PEDRO MIGUEL TOMAS SILVA 29-07-1981 ROGERIO MAIA CORREIA 31-07-1991 SANDRO EMANUEL GOUVEIA 20-07-1984 VITOR DANIEL FEIJO AIRES 06-07-1993 ANDRE FIGUEIREDO 27-08-1992 ANDRE FILIPE VAZ 05-08-1993 ANDRE LOPES DIAS 06-08-1982 ANTONIO JOSE MARCAL 27-08-1957 DUARTE JORGE CASANOVA 12-08-1999 FERNANDO DUARTE GOMES 20-08-1982 FLAVIO EMANUEL SIMOES 04-08-1992 FLAVIO MANUEL RIBEIRO 08-08-1991 FREDERICO MACHADO COUTO 28-08-1985 GONCALO JOSE GAUDENCIO 24-08-1990 JOAO CARLOS ALMEIDA 31-08-1965 JOAO CARLOS CAPELA 07-08-1974 JOAO PEDRO LOUREIRO 12-08-1975 JORGE MIGUEL MAIA 15-08-1974 JOSE FERNANDO PADINHA 03-08-1949 MANUEL JOSE PARADA BRAVO 23-08-1985 NUNO FILIPE CEIFAO PEREIRA 10-08-1980 PAULO ALEXANDRE JUSTO 26-08-1974 PAULO JORGE BOGARIM 19-08-1972 PEDRO DANIEL AIRES SILVA 20-08-1987 PEDRO NUNO SANTOS VIEIRA 27-08-1975 RAFAEL SERRA MARTINS 13-08-1991 RENATO COSTA JESUS 03-08-1991 RICARDO MENDES LOURENCO 06-08-1995 TIAGO ANDRE MENDES GAMEIRO 10-08-1989 TOME SIMOES PEREIRA 23-08-1991 VANESSA GOMES 15-08-1987 VASCO RODRIGUES 11-08-1992 17 Edição 2 – Número 8 | Junho – Julho - Agosto 2015 1ª Edição da Semana Europeia do Desporto DADOS A RETER… DIREÇÃO NAF LISBOA Realizou-se nos passados dias 14 e 20 de Setembro, 1ª EDIÇÃO DA SEMANA EUROPEIA DO DESPORTO em Portugal. Esta iniciativa foi promovida e organizada pela União Europeia e a nível nacional pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude. No seguimento desta iniciativa e em resposta à solicitação da Câmara Municipal de Lisboa, o NAF Lisboa, como entidade desportiva, irá realizar uma Sessão de Esclarecimento dirigida não só aos nossos árbitros mas também a todos os interessados da comunidade desportiva da cidade de Lisboa. Mais informações em breve. Presidente – José Luzia Vice-Presidente – Rui Rodrigues Vice-Presidente – Ana Ribeiro Tesoureiro – Manuel Santos Vogal – Daniel Santos MORADA / LOCALIZAÇÃO Rua Wanda Ramos, Lote 16, Loja A/B Olaias 1900 – 917 Lisboa CONTATOS http://naflisboa.com [email protected] https://www.facebook.com/naf.lisboa FICHA TÉCNICA NEWSLETTER Futebol Dia 3 – Preparação para os testes escritos – José Rodrigues Dia 10 – Preparação para os Testes Escritos – Rui Rodrigues Dia 17 - equipa - Ricardo Baixinho Dia 24 - Auto avaliação da época – José Rodrigues Futsal Dia 17 – Preparação para os testes escritos – Ana Ribeiro Nome NEWSLETTER OFFSIDE (Edição 2) Propriedade Núcleo de Árbitros de Futebol de Lisboa Diretora Ana Ribeiro Redatores Ana Ribeiro, Daniel Santos, José Luzia, Manuel Santos e Rui Rodrigues Fotos, Gráfica e Montagem Ana Ribeiro Colaboradores Alberto Fernandes, Alberto Helder, Filipe Guimarães, Duarte Gomes, Hélder Malheiro, Luís Estrela, João Aragão e Pina, Marco Guerreiro e Sérgio Guerreiro. Junho Julho e Agosto 2015 18