Benefícios Econômicos e SócioSócio-ambientais da Adoção da
Biotecnologia no Brasil, 2008
“O caso da soja RR”
“O caso do algodão Bollgard”
“O caso do milho Bt
Bt””
por Anderson Galvão e Paula Carneiro
São Paulo, SP
Fevereiro de 2009
Agenda
Apresentação
Soja
Benefícios sócio-ambientais
Benefícios econômicos
Al dã
Algodão
Benefícios sócio-ambientais
Benefícios econômicos
Milho
Benefícios sócio-ambientais
Benefícios econômicos
Sobre a Céleres
Página 2
Página 3
REDUÇÃO
NO USO DE
ÁGUA
A adoção da biotecnologia1/, nos
próximos dez anos,
anos deve trazer uma
melhor utilização da água
105,1 bilhões de litros de água
≈
água para 2,40 milhões de
pessoas no período
1/ Algodão resistente à insetos, milho resistente à insetos e soja tolerante a herbicida
2/ Recomendação da ONU: 120 litros/hab/dia
Página 4
REDUÇÃO
ÓLEO
DIESEL
NO USO DE
Para o uso de óleo diesel, a adoção da
biotecnologia1/, nos próximos dez anos
anos,
deve trazer uma economia de:
806,5 milhões de litros
≈
336 mil camionetes leves no
período
1/ Algodão resistente à insetos, milho resistente à insetos e soja tolerante a herbicida
2/ Consumo de 10 km/l x 24 mil km/ano
Página 5
REDUÇÃO
NAS EMISSÕES
GEE
Como efeito, a adoção da biotecnologia1/,
d
deve
equivaler
i l ao plantio
l ti de
d
2,08 milhões de tCO2
≈
15,3 milhões de árvores2 ao longo
de 10 anos
1/ Algodão resistente à insetos, milho resistente à insetos e soja tolerante a herbicida
2/ Floresta Ripária
Página 6
O benefício perdido com a não adoção da biotecnologia
US$ 5,4 bilhões deixaram de circular na economia agrícola brasileira desde 1997
Custos
Excedente Produção
Ind Def.
Ind.
Def
Sementes
Total
10 0
10,0
8,1
E a maior parte do recurso que poderia
circular na economia seria capturado
pelos produtores rurais através da
redução
d ã d
de custos
t e excedente
d t da
d
produção
Produtores
10,0
7,5
7,5
5,0
26
2,6
5,0
2,7
2,5
2,5
0,0
0,0
Superior
Indústria
Potencial
Fonte: Céleres baseada em estimativas próprias
Considerando a adoção do algodão RI, milho RI e soja TH
Superior: Limite superior da adoção da biotecnologia nas culturas selecionadas
5,5
Potencial
Valores em US$ bilhões
Página 7
Os benefícios potenciais nos próximos dez anos
E outros US$ 21 bilhões poderão deixar de circular na economia nos próximos 10 anos
Custos
Excedente Produção
Ind Def.
Ind.
Def
Sementes
Total
É importante fomentar a pesquisa local e
a contínua atualização das políticas que
agilizem
g
a expansão da biotecnologia
g no
Brasil.
80 0
80,0
Produtores
Indústria
80
62,9
60,0
60
41 9
41,9
40,0
10,3
,
40
20,0
20
0,0
0
Superior
Potencial
Fonte: Céleres baseada em estimativas próprias
Considerando a adoção do algodão RI, milho RI e soja TH
Superior: Limite superior da adoção da biotecnologia nas culturas selecionadas
52,6
Potencial
Valores em US$ bilhões
E o milho, nos próximos dez anos, será o principal gerador de
benefícios econômicos
Milho
Valor a ser
acumulado entre
2008/09 e
2017/18
Soja
Algodão
4,2
11,9
46,8
Fonte: Céleres baseada em estimativas próprias
Considerando a adoção do algodão RI, milho RI e soja TH
Superior: Limite superior da adoção da biotecnologia nas culturas selecionadas
Valores em US$ bilhões
Página 8
Agenda
Apresentação
Soja
Benefícios sócio-ambientais
Benefícios econômicos
Al dã
Algodão
Benefícios sócio-ambientais
Benefícios econômicos
Milho
Benefícios sócio-ambientais
Benefícios econômicos
Sobre a Céleres
Página 9
Premissa de plantio de soja e adoção da biotecnologia
Safra 2007/08
NORTE
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
São Paulo
SUL
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
C-OESTE
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Goiás
Distrito Federal
N/NE
C-SUL
BRASIL
Área
Plantada
(.000 ha)
472
1 584
1.584
410
249
925
1.440
910
530
8.197
3.940
373
3.884
9.592
5.610
1.740
2 190
2.190
52
2.056
19.229
21.285
Produvidade
(Kg/ha)
2.786
2 801
2.801
2.950
2.800
2.735
2.797
2.830
2.740
2.521
3.030
2.560
2.000
3.050
3.150
2.690
3 080
3.080
3.120
2.798
2.806
2.805
Fonte: Céleres 4º acompanhamento mensal de safra
Produção
(.000 T)
1.315
4 437
4.437
1.210
697
2.530
4.028
2.575
1.452
20.661
11.938
954
7.768
29.260
17.672
4.681
6 745
6.745
162
5.752
53.948
59.699
Área plantada com
soja GM
Inf.
Sup.
32,4%
41,7%
37 2%
37,2%
53 1%
53,1%
37,6%
47,0%
36,3%
45,0%
37,2%
58,0%
44,7%
53,1%
44,8%
52,0%
44,5%
55,0%
75,7%
82,0%
58,5%
66,0%
81,0%
,
90,0%
,
92,6%
97,5%
38,1%
47,6%
32,3%
43,0%
45,3%
53,0%
47 1%
47,1%
55 0%
55,0%
49,2%
54,0%
36,1%
50,5%
54,6%
62,7%
52,8%
61,5%
Atualizado em novembro/2008
Área plantada com
soja GM
Inf.
Sup.
153
197
589
841
154
193
91
112
344
537
643
765
407
473
236
292
6.206
6.723
2.307
2.600
302
335
3.598
3.787
3.655
4.567
1.809
2.412
788
922
1 032
1.032
1 205
1.205
26
28
742
1.038
10.505
12.055
11.247
13.092
Página 10
Produção de soja
GM
Inf.
Sup.
423
544
1 650
1.650
2 350
2.350
455
568
253
314
941
1.467
1.799
2.138
1.153
1.339
646
799
14.958
16.312
6.990
7.879
773
859
7.195
7.574
11.079
13.877
5.699
7.599
2.120
2.481
3 180
3.180
3 710
3.710
80
88
2.073
2.893
27.835
32.327
29.909
35.220
Premissa de plantio de soja e adoção da biotecnologia
Safra 2008/09
NORTE
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
São Paulo
SUL
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
C-OESTE
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Goiás
Distrito Federal
N/NE
C-SUL
BRASIL
Área
Plantada
(.000 ha)
517
1 634
1.634
428
256
950
1.470
930
540
8.308
4.050
375
3.883
10.004
5.880
1.750
2 320
2.320
54
2.151
19.782
21.933
Produvidade
(Kg/ha)
2.875
2 759
2.759
2.900
2.702
2.710
2.813
2.850
2.750
2.556
3.025
2.790
2.045
3.030
3.120
2.667
3 074
3.074
3.069
2.786
2.815
2.812
Fonte: Céleres 4º acompanhamento mensal de safra
Produção
(.000 T)
1.487
4 507
4.507
1.241
692
2.575
4.136
2.651
1.485
21.237
12.251
1.045
7.941
30.311
18.346
4.667
7 132
7.132
166
5.995
55.683
61.678
Área plantada com
soja GM
Inf.
Sup.
38,3%
44,1%
42 7%
42,7%
54 9%
54,9%
44,0%
50,0%
43,0%
48,0%
42,0%
59,0%
49,1%
57,7%
48,0%
54,0%
51,0%
64,0%
77,3%
83,5%
61,2%
69,0%
82,4%
,
95,0%
,
93,7%
97,6%
41,6%
50,2%
37,0%
46,0%
47,0%
55,0%
49 0%
49,0%
57 0%
57,0%
50,0%
57,0%
41,6%
52,3%
57,2%
64,7%
55,6%
63,5%
Atualizado em novembro/2008
Área plantada com
soja GM
Inf.
Sup.
198
228
697
897
188
214
110
123
399
561
722
848
446
502
275
346
6.426
6.940
2.479
2.795
309
356
3.638
3.790
4.162
5.021
2.176
2.705
823
963
1 137
1.137
1 322
1.322
27
31
895
1.125
11.310
12.809
12.205
13.934
Página 11
Produção de soja
GM
Inf.
Sup.
568
652
1 925
1.925
2 472
2.472
546
621
297
332
1.081
1.519
2.030
2.382
1.272
1.431
757
950
15.800
17.197
7.499
8.453
861
993
7.440
7.750
12.559
15.166
6.788
8.439
2.194
2.567
3 495
3.495
4 065
4.065
83
95
2.493
3.124
30.389
34.744
32.882
37.868
Página 12
As premissas dos ganhos ambientais
Utilizou--se da redução média de 2 aplicações de defensivos
Utilizou
Calda
Aplicada
(l/ha)
100
110
120
130
140
150
160
Redução no
uso de água
Redução no
uso de óleo
diesel
1
10
11
12
13
14
15
16
1,20
1,09
1,00
0 92
0,92
0,86
0,80
0,75
10
11
12
13
14
15
16
1/
2/
100
110
120
130
140
150
160
Rendimento
(ha/h)
Rendimento
(ha/h)
Redução nas
emissões GEE
1
Número de aplicações reduzidas com soja RR
2
Volume de água economizado (l/ha/ano)
200
220
240
260
280
300
320
Número de aplicações reduzidas com soja RR
2
Volume de diesel economizado (l/ha/ano)
2,40
2,18
2,00
1 85
1,85
1,71
1,60
1,50
3
300
330
360
390
420
450
480
3
3,60
3,27
3,00
2 77
2,77
2,57
2,40
2,25
Número de aplicações reduzidas com soja RR
2
3
Redução da emissão em tCO2 ( tCO2/ano/ha)
0,0031
0,0062
0,0093
0,0028
0,0056
0,0084
0,0026
0,0052
0,0077
0,0024
0,0048
0,0071
0,0022
0,0044
0,0066
0,0021
0,0041
0,0062
0,0019
0,0039
0,0058
1
Considerando um pulverizador autopropelido de 2.000 litros de carga
Considerando um pulverizador autopropelido com consumo médio de 12 l de diesel/h
Página 13
O benefício potencial da safra de soja 2007/08
Utilizou--se da redução média de 2 aplicações de defensivos
Utilizou
Calda
Aplicada
(l/ha)
100
110
120
130
140
150
160
Redução no
uso de água
Redução no
uso de óleo
diesel
1
1,3
1,4
16
1,6
1,7
1,8
2,0
2,1
Rendimento
(ha/h)
1
10
11
12
13
14
15
16
15,7
14,3
13,1
12 1
12,1
11,2
10,5
9,8
Rendimento
(ha/h)
1
10
11
12
13
14
15
16
40,5
36,8
33,8
31,2
28,9
27,0
25,3
Redução nas
emissões GEE
1/
2/
3/
Número de aplicações reduzidas com soja RR
2
Volume de água economizado (bilhões l/ano)
2,6
2,9
31
3,1
3,4
3,7
3,9
4,2
Número de aplicações reduzidas com soja RR
2
Volume de diesel economizado (milhões l/ano)
31,4
28,6
26,2
24 2
24,2
22,4
20,9
19,6
Número de aplicações reduzidas com soja RR
2
Redução da emissão em tCO2 (mil tCO2/ano)
81,0
73,7
67,5
62,3
57,9
54,0
50,7
3
3,9
4,3
47
4,7
5,1
5,5
5,9
6,3
3
47,1
42,8
39,3
36 3
36,3
33,7
31,4
29,5
3
121,6
110,5
101,3
93,5
86,8
81,0
76,0
Considerando um pulverizador autopropelido de 2.000 litros de carga
Considerando um pulverizador autopropelido com consumo médio de 12 l de diesel/h
Adoção de soja RR no período considerad
13.092 mil hectares
Página 14
A soja RR em 2007/08
O benefício potencial em números práticos
Redução no
uso de água
3,1 bilhões de litros de água ≈
água para 72 mil pessoas/ano1/
Redução no
uso de óleo
diesel
26,2 milhões litros de diesel ≈
11 mil camionetes leves/ano2/
Redução nas
emissões GEE
67,5 mil tCO2/ano ≈
500 mil árvores3/
1/
Recomendação da ONU: 120 litros/hab/ano
2/
Consumo de 10 km/l x 24 mil km/ano
3/
Floresta ripária
Página 15
Matriz de risco sóciosócio-ambiental
Soja safra 2007/08
Pesquisa 2008
Pesquisa 2007
10
Risco Ambienttal
Alto
5
0
Baixo
0
5
Atratividade Ambiental
Os produtores de soja no Brasil têm uma clara visão da atratividade
sócio-ambiental da soja RR
Alto
10
Página 16
O benchmark ambiental da soja RR – Mato Grosso – Safra 2007/08
Uma redução no uso total e um menor número de produtos em uso
Uso de ingrediente ativo (kg i.a./ha)
Classe I
Classe II
Classe III
Classe IV
Número de produtos utilizado
Total
Classe I
Kg de i.a./hectare
e
8,0
5 41
5,41
5 27
5,27
6,0
4,0
2,0
3,05
,
3 17
3,17
0,60
0 78
0,78
0,59
3,0
0 78
0,78
Convencional
RR
4,2
0,0
Classe III
Classe IV
Total
20
Ganho de 2,7%
Número de
e produtos utiilizados
10,0
Classe II
16
15
12
5
11
8
9
4
2
4
0
9
3
2
2
Convencional
RR
Com substancial redução no número de
produtos utilizado, o que é visto como
uma grande vantagem pelo produtor
Página 17
O benchmark ambiental da soja RR – Paraná – Safra 2007/08
Nesse caso, observouobservou-se a redução nas classes mais tóxicas
Uso de ingrediente ativo (kg i.a./ha)
Classe I
Classe II
Classe III
Classe IV
Número de produtos utilizado
Total
Classe I
Kg de i.a./hectare
e
8,0
6,0
4,0
2,0
Classe III
Classe IV
Total
20
4,22
4,26
0,72
,
0,30
1,08
1
08
0,27
4,2
3,0
1,68
Número de
e produtos utiilizados
10,0
Classe II
16
12
11
1
8
9
9
4
1,56
0,0
8
1
2
2
4
3
Convencional
RR
0
Convencional
Ganho de 1%
RR
Com redução no número de produtos
utilizado, o que é visto como uma grande
vantagem pelo produtor
Página 18
A soja RR e os benefícios de longo prazo
288,8 milhões de hectares serão plantados com soja ao longo de 10 anos
Produção requerida (milhão t)
Área com GM (milhão ha)
120,00
108,03
5 anos
100,00
82,71
5 anos
80 00
80,00
59,70
60,00
40,00
35,14
,
20,00
28,24
21,28
0,00
0 00
07/08
Fonte: Céleres PLP2008
08/09
09/10
10/11
11/12
12/13
13/14
14/15
15/16
16/17
17/18
O custo ambiental da lavoura de soja em 10 anos
com a adoção da biotecnologia
Fonte: Céleres baseado na pesquisa de campo safra 2007/08
Página 19
O custo ambiental da lavoura de soja em 10 anos
sem a adoção da biotecnologia
Fonte: Céleres baseado na pesquisa de campo safra 2007/08
Página 20
O benefício ambiental líquido em 10 anos com a adoção da soja
transgênica
Fonte: Céleres baseado na pesquisa de campo safra 2007/08
Nota:
Consumo de água recomendado pela ONU: 120 litros/hab/dia
24 mil km/ano/veículo
Página 21
A adoção da soja RR teria gerado ganhos de até US$ 7,4 bi entre
1996/97 e 2007/08
Mas o vazio jurídico e a demora na liberação da tecnologia custou anos irrecuperáveis
para os produtores brasileiros, com uma perda de até US$ 5,3 bilhões
Benefício Potencial
US$ 7,4 bilhões
Perda potencial:
US$ 5,3 bilhões
Benefício Econômico Limite Inferior
Benefício Econômico ‐
Limite Inferior
Benefício Econômico Limite Superior
Benefício Econômico ‐
Limite Superior
8,00
8,00
6,00
6,00
4,00
4,00
2,07
2,00
1,36
0,51
Perda potencial:
US$ 4,8 milhões
0,21
2,58
1,72
0,62
0,25
Total
Produtor
Defensivos
Sementes
2,00
0,00
0,00
Total
Produtor
Defensivos
Sementes
Fonte: Céleres baseada em estudos de campo e projeções próprias
Valores em bilhões de dólares
Mas nos próximos dez anos, a soja RR pode trazer até US$ 11,9
bilhões em benefícios econômicos
O case da soja RR exemplifica como a indefinição jurídica pode causar prejuízos
“ocultos” para a agricultura brasileira e para a sociedade como um todo
Benefício Potencial
US$ 11,9 bilhões
Perda potencial:
US$ 1,5 bilhões
Benefício Econômico Limite Inferior
Benefício Econômico ‐
Limite Inferior
Perda potencial:
US$ 0,7 bilhões
Benefício Econômico Limite Superior
Benefício Econômico ‐
Limite Superior
14,00
14,00
11,13
10,34
1,27
10,50
3,28
7,00
10,50
3,50
3,50
0,00
0,00
Total
Produtor
Defensivos
Sementes
Fonte: Céleres baseada em estudos de campo e projeções próprias
1,36
Defensivos
Sementes
6,24
7,00
5,79
3,53
Total
Valores em bilhões de dólares
Produtor
Página 24
O benchmark de custo de produção – Mato Grosso – Safra 2007/08
Soja RR
A - Receita operacional bruta
Soja em grão
B - Impostos sobre receita
C - Receita operacional líquida
D - Custos diretos
Armazenagem e beneficiamento
Combustível e lubrificantes
Defensivos agrícolas
Acaricidas
Formicidas
Fungicidas
Herbicidas
Inseticidas
Outros produtos químicos
Fertilizantes e corretivos
Mão de obra direta
Sementes e materiais de plantio
Sementes
Royalties/taxas
/
Outros materiais para plantio
Transporte
Outros custos diretos
E - Margem operacional bruta
F - Produtividade considerada (kg/ha)
Valor (R$/hectare)
Convencional
RR
R$
1.707 R$
1.653
R$
1.707 R$
1.653
R$
(38) R$
(36)
R$
1.669 R$
1.617
R$
(1.308) R$
(1.242)
R$
(32) R$
(31)
R$
(152) R$
(144)
R$
(479) R$
(384)
R$
R$
R$
R$
R$
(204) R$
(204)
R$
(156) R$
(61)
R$
(80) R$
(80)
R$
(39) R$
(39)
R$
(387) R$
(387)
R$
(115) R$
(115)
R$
(58) R$
(73)
R$
(58) R$
(58)
R$
$
R$
$
(1 )
(15)
R$
R$
R$
(26) R$
(25)
R$
(60) R$
(83)
R$
361 R$
375
3.200
3.100
Safra 2007/08
Fonte: Céleres em pesquisa de campo para soja convencional e RR
Página 25
O benchmark de custo de produção – Paraná – Safra 2007/08
Soja RR
A - Receita operacional bruta
Soja em grão
B - Impostos sobre receita
C - Receita operacional líquida
D - Custos diretos
Armazenagem e beneficiamento
Combustível e lubrificantes
Defensivos agrícolas
Acaricidas
Formicidas
Fungicidas
Herbicidas
Inseticidas
Outros produtos químicos
Fertilizantes e corretivos
Mão de obra direta
Sementes e materiais de plantio
Sementes
Royalties/taxas
Outros materiais para plantio
Transporte
Outros custos diretos
E - Margem operacional bruta
F - Produtividade considerada (kg/ha)
Valor (R$/hectare)
Convencional
RR
R$
2.100 R$
2.100
R$
2.100 R$
2.100
R$
(46) R$
(46)
R$
2.054 R$
2.054
R$
(1.232) R$
(1.152)
R$
(28) R$
(28)
R$
(136) R$
(128)
R$
(453) R$
(377)
R$
R$
R$
R$
R$
(189) R$
(189)
R$
(138) R$
(63)
R$
(90) R$
(90)
R$
(35) R$
(35)
R$
(327) R$
(315)
R$
(135) R$
(135)
R$
(60) R$
(82)
R$
(60) R$
(60)
R$
$
R$
$
(22)
R$
R$
R$
(10) R$
(10)
R$
(83) R$
(78)
R$
822 R$
902
3.000
3.000
Safra 2007/08
Fonte: Céleres em pesquisa de campo para soja convencional e RR
Página 26
RR®
O caso da soja
A análise da produtividade – Safra 2007/08
Soja RR
Soja Convencional
Média
Produtividade média
4.500 4.500 3.600 3.600 2.700 2.700 kg/ha
kg/ha
Produtividade média
1.800 1.800 900 900 0 0 BA
MT
MS
GO
MG
PR
RS
Média
BA
MT
MS
GO
MG
PR
RS
A produtividade média relatada pelos produtores da soja RR foi de 3.180
kg/ha contra 3.300 kg/ha na soja convencional (-3,6%). No ano anterior, a
diferença entre as variedades transgênicas e convencionais foi de 2,5%. A
ocorrência de estiagem no Rio Grande do Sul diminui a diferença entre as
tecnologias nesta safra.
RR®
O caso da soja
A análise do número de entradas para pulverizações – Safra 2007/08
Soja Convencional
Entradas
Página 27
Soja RR
Entradas
Média
15 10 12 8 9 Média
6 6 4 3 2 0 BA
MT
MS
GO
MG
PR
RS
0 BA
MT
MS
GO
MG
PR
RS
O número médio de entradas para pulverizações na soja transgênica foi de
5,1 contra 6,3 entradas na soja convencional.
N pesquisa
Na
i passada,
d o número
ú
médio
édi d
de entradas
t d na soja
j RR ffoii 5
5,15
15 e
na soja convencional 6,31.
Página 28
RR®
O caso da soja
A análise da receita operacional – Safra 2007/08
Soja Convencional
Receita operacional bruta
Média
R$ 3.000
R$ 3.000
R$ 2.400
R$ 2.400
R$ 1.800
R$/ha
R$/ha
Receita operacional bruta
Soja RR
R$ 1.200
Média
R$ 1.800
R$ 1.200
$
R$ 600
R$ 600
R$ 0
BA
MT
MS
GO
MG
PR
RS
R$ 0
BA
MT
MS
GO
MG
PR
RS
A receita operacional média para a soja RR foi R$ 2.021/ha contra R$
2.031/ha na soja convencional (-0,5%).
N pesquisa
Na
i d
do ano passado,
d receita
it operacional
i
l média
édi d
da soja
j RR ffoii R$
1.342/ha e na soja convencional, R$ 1.370/ha (-2%).
Houveram diferentes padrões de comercialização nesta safra que
impactaram na composição da receita média da amostra
amostra.
Página 29
RR®
O caso da soja
A análise do custo direto – Safra 2007/08
Soja Convencional
Média
Custos diretos
R$ 1.500
R$ 2.000
R$ 1.200
R$ 1.600
R$ 900
R$/ha
R$/ha
Custos diretos
Soja RR
R$ 600
Média
R$ 1.200
R$ 800
R$ 300
R$ 400
R$ 0
BA
MT
MS
GO
MG
PR
RS
R$ 0
BA
MT
MS
GO
MG
PR
RS
O custo direto médio da produção de soja RR foi de R$ 1.004/ha contra R$
1.075/ha na soja convencional (-6,6%) .
N ano passado,
No
d o custo
t di
direto
t médio
édi d
da soja
j RR ffoii R$ 1
1.033/ha
033/h e o d
da
soja convencional R$ 1. 083/ha (-1,1%).
Em 2007/08, os produtores lançaram mão de estratégias para reduzir o
custo de produção
produção, como produtos genéricos
genéricos.
Página 30
RR®
O caso da soja
A análise da margem operacional – Safra 2007/08
Soja Convencional
Média
Margem operacional bruta
R$ 2.000
R$ 2.250
R$ 1.600
R$ 1.800
R$ 1.200
R$ 1.350
R$/ha
R$/ha
Margem operacional bruta
Soja RR
R$ 800
R$ 900
R$ 400
R$ 450
R$ 0
R$ 0
BA
MT
MS
GO
MG
PR
RS
Média
BA
MT
MS
GO
MG
PR
RS
A margem operacional média na produção da soja RR foi de R$ 972/ha
contra R$ 910/ha (+6,8%).
N pesquisa
Na
i d
do ano passado,
d a margem média
édi na soja
j RR ffoii R$ 308
308,9/ha
9/h
e R$ 287,6/ha na soja convencional (+7,4%).
Agenda
Apresentação
Soja
Benefícios sócio-ambientais
Benefícios econômicos
Al dã
Algodão
Benefícios sócio-ambientais
Benefícios econômicos
Milho
Benefícios sócio-ambientais
Benefícios econômicos
Sobre a Céleres
Página 31
Premissa de plantio de algodão e adoção da biotecnologia
Safra 2007/08
NORTE
Tocantins
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
São Paulo
SUL
Paraná
C-OESTE
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Goiás
Distrito Federal
N/NE
C-SUL
BRASIL
Área
Plantada
(.000 ha)
2
2
379
12
17
316
38
21
17
7
7
661
542
45
73
3
381
706
1.086
Produvidade
(Kg/ha)
3.748
3.748
3.553
3.389
3.497
3.879
2.748
2.913
2.540
2.174
2 174
2.174
3.844
3.824
4.269
3.743
3.400
3.554
3.770
3.694
Fonte: Céleres 4º acompanhamento mensal de safra
Produção
(.000 T)
2
2
526
16
20
484
39
23
16
5
5
988
808
73
103
3
528
1.032
1.560
Área plantada com
algodão GM
Inf.
Sup.
9,1%
11,3%
9,1%
11,3%
16,5%
20,7%
18,0%
22,5%
5,6%
7,0%
, %
22,8%
, %
18,3%
13,8%
17,3%
14,2%
17,7%
13,4%
16,7%
11,5%
14,3%
11 5%
11,5%
14 3%
14,3%
10,5%
12,8%
9,2%
11,3%
20,0%
25,0%
13,6%
17,0%
16,0%
20,0%
16,5%
20,6%
10,6%
13,1%
12,7%
15,7%
Atualizado em novembro/2008
Área plantada com
algodão GM
Inf.
Sup.
0,1
0,2
0
0
63
78
2,2
2,8
1,0
1,2
58
72
5
7
3,0
3,7
2,2
2,8
1
1
07
0,7
09
0,9
69
85
50
61
8,9
11
10
12
0,4
0,5
63
79
75
92
138
171
Página 32
Produção de algodão
GM
Inf.
Sup.
0,2
0,3
0
0
96
120
2,9
3,7
1,1
1,4
92
115
6
7
3,4
4
2,2
2,8
0,6
0,8
06
0,6
08
0,8
108
133
78
95
15
19
15
18
1
1
96
121
115
141
211
261
Premissa de plantio de algodão e adoção da biotecnologia
Safra 2008/09
NORTE
Tocantins
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Bahia
a a
SUDESTE
Minas Gerais
São Paulo
SUL
Paraná
C-OESTE
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Goiás
Distrito Federal
N/NE
C-SUL
BRASIL
Área
Plantada
(.000 ha)
6
6
396
20
17
33200
40
25
15
7
7
513
410
40
60
3
402
559
961
Produvidade
(Kg/ha)
3.923
3.923
3.501
3.330
3.465
33.843
8 3
2.890
3.051
2.622
2.247
2 247
2.247
3.827
3.826
4.004
3.737
3.400
3.507
3.742
3.644
Fonte: Céleres 4º acompanhamento mensal de safra
Produção
(.000 T)
9
9
541
25
20
486
86
44
29
15
5
5
763
612
62
85
3
550
812
1.362
Área plantada com
algodão GM
Inf.
Sup.
15,1%
18,4%
15,1%
18,4%
18,6%
22,7%
16,4%
20,0%
9,6%
11,8%
20,3%
0,3%
24,7%
, %
18,4%
22,5%
18,4%
22,5%
18,4%
22,5%
18,0%
22,5%
18 0%
18,0%
22 5%
22,5%
14,0%
17,1%
12,4%
15,1%
24,8%
30,3%
17,9%
21,8%
19,3%
23,5%
18,5%
22,6%
14,4%
17,6%
16,1%
19,7%
Atualizado em novembro/2008
Área plantada com
algodão GM
Inf.
Sup.
0,9
1,1
0,9
1,1
73,5
89,7
3,3
4,0
1,6
2,0
664,9
,9
79,1
9,
7,4
9,0
4,6
5,6
2,8
3,4
1,2
1,5
12
1,2
15
1,5
72,0
87,8
50,8
62,0
9,9
12,1
10,7
13,1
0,5
0,6
74,4
90,8
80,5
98,3
155,0
189,0
Página 33
Produção de algodão
GM
Inf.
Sup.
1,4
1,7
1,4
1,7
109,7
133,8
4,3
5,2
2,0
2,4
102,3
0 ,3
124,8
,8
8,4
10,2
5,5
6,7
2,9
3,5
1,0
1,2
10
1,0
12
1,2
111,6
136,0
79,2
96,6
15,9
19,3
15,9
19,4
0,6
0,8
111,1
135,5
120,9
147,5
232,0
283,0
Página 34
As premissas dos ganhos ambientais
Utilizou--se da redução média de 3 aplicações de defensivos
Utilizou
Calda
Aplicada
(l/ha)
100
110
120
130
140
150
160
Redução no
uso de água
Redução no
uso de óleo
diesel
Redução nas
emissões GEE
1/
2/
1
100
110
120
130
140
150
160
Número de aplicações reduzidas com algodão Bollgard
3
4
5
6
Volume de água economizado (l/ha/ano)
200
300
400
500
600
220
330
440
550
660
240
360
480
600
720
260
390
520
650
780
280
420
560
700
840
300
450
600
750
900
320
480
640
800
960
2
Número de aplicações reduzidas com algodão Bollgard
3
4
5
6
Volume de diesel economizado (l/ha/ano)
2,40
3,60
4,80
6,00
7,20
2,18
3,27
4,36
5,45
6,55
2,00
3,00
4,00
5,00
6,00
1 85
1,85
2 77
2,77
3 69
3,69
4 62
4,62
5 54
5,54
1,71
2,57
3,43
4,29
5,14
1,60
2,40
3,20
4,00
4,80
1,50
2,25
3,00
3,75
4,50
Rendimento
(ha/h)
1
10
11
12
13
14
15
16
1,20
1,09
1,00
0 92
0,92
0,86
0,80
0,75
Rendimento
(ha/h)
1
2
10
11
12
13
14
15
16
0,0031
0,0028
0,0026
0,0024
0,0022
,
0,0021
0,0019
0,0062
0,0056
0,0052
0,0048
0,0044
,
0,0041
0,0039
2
Número de aplicações reduzidas com algodão Bollgard
3
4
5
6
Redução da emissão em tCO2 ( tCO2/ano/ha)
0,0093
0,0084
0,0077
0,0071
0,0066
,
0,0062
0,0058
0,0124
0,0113
0,0103
0,0095
0,0088
,
0,0083
0,0077
Considerando um pulverizador autopropelido de 2.000 litros de carga
Considerando um pulverizador autopropelido com consumo médio de 12 l de diesel/h
0,0155
0,0141
0,0129
0,0119
0,0111
,
0,0103
0,0097
0,0186
0,0169
0,0155
0,0143
0,0133
,
0,0124
0,0116
Página 35
O benefício potencial da safra 2007/08
Utilizou--se da redução média de 3 aplicações de defensivos
Utilizou
Calda
Aplicada
(l/ha)
100
110
120
130
140
150
160
Redução no
uso de água
Redução no
uso de óleo
diesel
Redução nas
emissões GEE
1/
2/
1
17,1
18,8
20 5
20,5
22,2
23,9
25,6
27,3
Número de aplicações reduzidas com algodão Bollgard
3
4
5
6
Volume de água economizado (milhões l/ano)
34,2
51,3
68,4
85,5
102,6
37,6
56,4
75,2
94,0
112,8
41 0
41,0
61 5
61,5
82 0
82,0
102 6
102,6
123 1
123,1
44,4
66,7
88,9
111,1
133,3
47,9
71,8
95,7
119,7
143,6
51,3
76,9
102,6
128,2
153,8
54,7
82,0
109,4
136,7
164,1
2
Número de aplicações reduzidas com algodão Bollgard
3
4
5
6
Volume de diesel economizado (mil l/ano)
410
615
820
1.026
1.231
373
559
746
932
1.119
342
513
684
855
1.026
316
473
631
789
947
293
440
586
733
879
273
410
547
684
820
256
385
513
641
769
Rendimento
(ha/h)
1
10
11
12
13
14
15
16
205
186
171
158
147
137
128
Rendimento
(ha/h)
1
2
10
11
12
13
14
15
16
529
481
441
407
378
353
331
1.058
962
882
814
756
705
661
2
Número de aplicações reduzidas com algodão Bollgard
3
4
5
6
Redução da emissão de GEE, em tCO2 ( tCO2/ano)
1.587
1.443
1.323
1.221
1.134
1.058
992
2.116
1.924
1.763
1.628
1.512
1.411
1.323
Considerando um pulverizador autopropelido de 2.000 litros de carga
Considerando um pulverizador autopropelido com consumo médio de 12 l de diesel/h
2.645
2.405
2.204
2.035
1.889
1.763
1.653
3.174
2.886
2.645
2.442
2.267
2.116
1.984
Página 36
O algodão Bollgard em 2007/08
O benefício potencial em números práticos
Redução no
uso de água
61,5 milhões de litros de água ≈
água para 1.400 pessoas/ano1/
Redução no
uso de óleo
diesel
512,8 mil litros de diesel ≈
214 camionetes leves/ano2/
Redução nas
emissões GEE
1.323 tCO2/ano ≈
9.800 árvores3/
1/
Recomendação da ONU: 120 litros/hab/ano
2/
Consumo de 10 km/l x 24 mil km/ano
3/
Floresta ripária
Página 37
Matriz de risco sóciosócio-ambiental
Algodão safra 2007/08
Pesquisa 2008
Pesquisa 2007
10
Riisco Ambienttal
Alto
5
0
Baixo
0
5
Atratividade Ambiental
Os produtores de algodão percebem que os grandes benefícios serão
obtidos com os novos eventos do algodão transgênico
Alto
10
Página 38
O benchmark ambiental em Mato Grosso
Redução potencial de 41% no volume de ingrediente ativo (agroquímico)
Uso de ingrediente ativo (kg i.a./ha)
16,0
Kg de i.a./he
ectare
14,0
12,0
Classe II
1,6
12,3
2,1
1,5
1,5
21
2,1
21
2,1
4,2
3,0
6,0
4,0
20
2,0
Classe IV
Total
14,5
10,0
,
8,0
Classe III
6,2
5,3
12,0
3,0
5,1
8,7
1,9
0,4
1,7
46
4,6
0,0
8,5
1,8
0,4
1,7
44
4,4
Classe I
Núme
ero de produto
os utilizados
Classe I
Número de produtos utilizado
Classe III
Classe IV
Total
36
32
30
28
4
24
20
9
28
4
12
9
8
2
9
7
7
8
4
25
9
16
8
7
20
4
17
2
6
6
3
3
7
6
0
Simulação
Ganho de 15,2%
Classe II
que tem potencial para chegar a
40% de redução no uso de
ingrediente
ativo mais nocivos ao meio ambiente
Simulação
Com substancial
C
b t
i l redução
d ã no número
ú
de
d
produtos utilizado, o que é visto como
uma grande vantagem pelo produtor
Página 39
O benchmark ambiental na Bahia
Redução potencial de 15,8% no volume de ingrediente ativo
Uso de ingrediente ativo (kg i.a./ha)
Classe II
Classe III
Classe IV
Total
16,0
Kg de i.a./he
ectare
14,0
12,0
11,4
10,0
,
2,0
8,0
1,7
6,0
3,7
10,7
2,0
1,4
2,0
1,1
3,7
3,7
4,0
20
2,0
39
3,9
10,0
3,6
3,3
9,8
2,1
1,3
9,6
2,3
1,0
3,0
3,0
3,3
3,3
0,0
Classe I
Núme
ero de produto
os utilizados
Classe I
Número de produtos utilizado
36
32
31
31
28
4
4
11
11
24
20
12
9
9
8
4
Classe III
7
7
Classe IV
Total
25
3
8
16
3
23
8
3
20
6
8
6
5
6
6
6
0
Simulação
Ganho de 6,1%
Classe II
que tem potencial para chegar a
16% de redução no uso de
ingrediente
ativo mais nocivos ao meio ambiente
Simulação
Com substancial
C
b t
i l redução
d ã no número
ú
de
d
produtos utilizado, o que é visto como
uma grande vantagem pelo produtor
Página 40
O algodão Bollgard e os benefícios de longo prazo
17,7 milhões de hectares serão plantados com algodão ao longo de 10 anos
Produção requerida (milhão t de pluma)
Área com GM (milhão ha)
Área sem GM (milhão ha)
5,00
5 anos
3,95
4,00
5 anos
3,00
2,00
2,52
1,74
2,40
1,56
1,22
1,00
2,55
1,61
Média de 130,4 mil hectares a cada ano
1,09
0,00
0 00
07/08
08/09
Fonte: Céleres PLP2008
09/10
10/11
11/12
12/13
13/14
14/15
15/16
16/17
17/18
O custo ambiental da lavoura de algodão em 10 anos
com a adoção da biotecnologia
Fonte: Céleres baseado na pesquisa de campo safra 2007/08
Página 41
O custo ambiental da lavoura de algodão em 10 anos
sem a adoção da biotecnologia
Fonte: Céleres baseado na pesquisa de campo safra 2007/08
Página 42
O benefício ambiental líquido do algodão Bollgard em 10 anos
Fonte: Céleres baseado na pesquisa de campo safra 2007/08
Nota:
Consumo de água recomendado pela ONU: 120 litros/hab/dia
24 mil km/ano/veículo
Página 43
A adoção do algodão transgênico pode gerar o ganho potencial de
US$ 4,6 bi até a safra 2017/18
Mantido o padrão atual de adoção do algodão transgênico, onde novas cultivares e
eventos enfrentam atrasos para chegar até o produtor rural, a cotonicultura nacional
pode perder quase US$ 1 bilhão até 2017/18!
Benefício Potencial
US$ 4,6 bilhões
Perda potencial:
US$ 975,0 milhões
Benefício Econômico - Limite Inferior
Perda potencial:
US$ 527,2 milhões
Benefício Econômico - Limite Superior
4.006,3
3.604,6
539,5
488,3
2.001,4
,
458,0
122,0
534,9
Total
Redução
custo
2.230,7
510,8
Excedente
pluma
Excedente
caroço
134,7
590,6
Excedente
pluma
Excedente
caroço
Indústria
defensivos
Indústria
sementes
Fonte: Céleres baseada em estudos de campo e projeções próprias
Total
Redução
custo
Valores em milhões de dólares
Indústria
defensivos
Indústria
sementes
Mas o custo de não adotar a biotecnologia pode chegar a US$ 7,5
bilhões também ao longo de dez anos
Adicional de área plantada em 10 anos:
Página 45
1.435 mil hectares
Gasto adicional com
produção
Investimento em Máquinas &
Implementos
Investimento em abertura e
incorporação de áreas
US$ 2.105/ha 1/
US$ 2.178 mil 2/
US$ 908,6/ha 3/
US$ 3,02 bilhões
US$ 3,13 bilhões
US$ 1,30 bilhões
US$ 7,45 bilhões
Fonte: Céleres
1/ Custo direto de produção para o padrão atual de tecnologia, considerado fixo ao longo dos próximos dez anos
2/ Investimento padrão para um módulo de 1.000 hectares plantados com algodão
3/ Investimento considerado para a abertura de 1 hectare de cerrado, nas condições do Oeste da Bahia
Custos ambientais:
→Diretos
•Combustíveis
•Água
•Terra agrícola
→Indiretos
•Biodiversidade
•Esgotamento dos
recursos naturais
Página 46
O benchmark de custo de produção – Mato Grosso – Safra 2007/08
Algodão Bollgard
A - Receita operacional bruta
Algodão em pluma
Caroço de algodão
B - IImpostos
t
sobre
b receita
it
C - Receita operacional líquida
D - Custos diretos
Armazenagem e beneficiamento
Combustível e lubrificantes
Defensivos agrícolas
A
Acaricidas
i id
Formicidas
Fungicidas
Herbicidas
Inseticidas
Outros produtos químicos
Fertilizantes e corretivos
Corretivos
Fertilizante plantio
Fertilizante cobertura
Mão de obra direta
Sementes e materiais de plantio
Sementes
Royalties/taxas
Outros materiais para plantio
Transporte
Outros custos diretos
E - Margem operacional bruta
F - Produtividade considerada (@/ha)
Convencional
R$
5.356
R$
4.089
R$
1.268
R$
(118)
R$
5.239
R$
(4.135)
R$
(661)
R$
(277)
R$
(1.453)
R$
(126)
R$
R$
(149)
R$
(411)
R$
(571)
R$
(196)
R$
(1 068)
(1.068)
R$
(29)
R$
(450)
R$
(589)
R$
(330)
R$
(88)
R$
(88)
R$
R$
R$
(17)
R$
(241)
R$
1.104
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
Valor (R$/hectare)
Bollgard
Bollgard II
5.541 R$
5.726
4.230 R$
4.371
1.311 R$
1.355
(122) R$
(126)
5.419 R$
5.600
(4.014) R$
(3.893)
(684) R$
(707)
(261) R$
(228)
(1.204) R$
(1.152)
(126) R$
(126)
R$
(149) R$
(149)
(411) R$
(411)
(321) R$
(270)
(196) R$
(196)
(1 118) R$
(1.118)
(1 068)
(1.068)
(29) R$
(29)
(500) R$
(450)
(589) R$
(589)
(330) R$
(305)
(168) R$
(195)
(96) R$
(105)
(72) R$
(90)
R$
(17) R$
(18)
(231) R$
(221)
1.406 R$
1.707
290
300
Safra 2007/08
Bollgard+RR
R$
5.910
R$
4.512
R$
1.399
R$
(130)
R$
5.780
R$
(3.615)
R$
(730)
R$
(208)
R$
(865)
R$
(126)
R$
R$
(149)
R$
(72)
R$
(321)
R$
(196)
R$
(1 068)
(1.068)
R$
(29)
R$
(450)
R$
(589)
R$
(305)
R$
(221)
R$
(114)
R$
(108)
R$
R$
(18)
R$
(200)
R$
2.166
Bollgard II+Flex
R$
6.095
R$
4.653
R$
1.442
R$
(134)
R$
5.961
R$
(3.581)
R$
(752)
R$
(194)
R$
(813)
R$
(126)
R$
R$
(149)
R$
(72)
R$
(270)
R$
(196)
R$
(1 068)
(1.068)
R$
(29)
R$
(450)
R$
(589)
R$
(305)
R$
(234)
R$
(119)
R$
(115)
R$
R$
(19)
R$
(196)
R$
2.380
320
330
310
Estimativas Céleres
Fonte: Céleres em pesquisa de campo para algodão convencional e Bollgard. Estimativa para os demais cenários
O benchmark de custo de produção – Bahia – Safra 2007/08
Algodão Bollgard
A - Receita operacional bruta
Algodão em pluma
Caroço de algodão
B - IImpostos sobre
b receita
i
C - Receita operacional líquida
D - Custos diretos
Armazenagem e beneficiamento
Combustível e lubrificantes
Defensivos agrícolas
A i id
Acaricidas
Formicidas
Fungicidas
Herbicidas
Inseticidas
Outros produtos químicos
F tili
Fertilizantes
t e corretivos
ti
Corretivos
Fertilizante plantio
Fertilizante cobertura
Mão de obra direta
Sementes e materiais de plantio
S
Sementes
t
Royalties/taxas
Outros materiais para plantio
Transporte
Outros custos diretos
E - Margem operacional bruta
F - Produtividade considerada (@/ha)
Convencional
R$
5.825
R$
4.463
R$
1.361
R$
(128)
R$
5.696
R$
(4.260)
R$
(711)
R$
(245)
R$
(1.549)
R$
(100)
R$
R$
(112)
R$
(401)
R$
(678)
R$
(259)
R$
(1 068)
(1.068)
R$
(28)
R$
(486)
R$
(554)
R$
(330)
R$
(88)
R$
(88)
R$
R$
R$
(24)
R$
(246)
R$
1.436
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
Valor (R$/hectare)
Bollgard
Bollgard II
6.116 R$
6.407
4.687 R$
4.910
1.429 R$
1.497
(13 ) R$
(135)
(141)
5.981 R$
6.266
(4.191) R$
(3.966)
(747) R$
(782)
(231) R$
(201)
(1.409) R$
(1.193)
(100) R$
(100)
R$
(112) R$
(112)
(401) R$
(401)
(539) R$
(323)
(259) R$
(259)
(1 068) R$
(1.068)
(1 068)
(1.068)
(28) R$
(28)
(486) R$
(486)
(554) R$
(554)
(305) R$
(280)
(168) R$
(195)
(96) R$
(105)
(72) R$
(90)
R$
(25) R$
(26)
(239) R$
(220)
1.790 R$
2.300
300
315
Safra 2007/08
Bollgard+RR
R$
6.601
R$
5.058
R$
1.543
R$
(14 )
(145)
R$
6.456
R$
(3.825)
R$
(806)
R$
(184)
R$
(1.055)
R$
(100)
R$
R$
(112)
R$
(206)
R$
(379)
R$
(259)
R$
(1 068)
(1.068)
R$
(28)
R$
(486)
R$
(554)
R$
(255)
R$
(221)
R$
(114)
R$
(108)
R$
R$
(27)
R$
(209)
R$
2.631
330
340
Estimativas Céleres
Fonte: Céleres em pesquisa de campo para algodão convencional e Bollgard. Estimativa para os demais cenários
Página 47
Bollgard
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
II+Flex
6.795
5.207
1.588
(149)
6.646
(3.728)
(830)
(173)
(966)
(100)
(112)
(173)
(323)
(259)
(1 068)
(1.068)
(28)
(486)
(554)
(230)
(234)
(119)
(115)
(28)
(200)
2.918
350
Página 48
O caso do algodão Bollgard
A análise da produtividade – Safra 2007/08
®
200 200 100 100 0 0 A produtividade média na amostra dos produtores que plantaram Bollgard foi 288
@/ha (4.319,52 kg/ha) contra 280 @/ha (4.201,73 kg/ha)nos campos com algodão
convencional. O ganho do algodão Bollgard foi de 2,80% em relação ao
i
l
convencional
MG
300
300 MG
300
300 GO
400 MS
400 BA
500 MT
500 Média
GO
Produtividade Bollgard
BA
Média
MT
Produtividade convencional
Bollgard
MS
Convencional
Página 49
O caso do algodão Bollgard
A análise da receita operacional bruta – Safra 2007/08
®
R$ 4.000
R$ 4.000
R$ 2.000
R$ 2.000
R$ 0
R$ 0
Com base nas respostas dos produtores (produtividade x preço) a receita
operacional média na amostra foi de R$ 5.618/ha no algodão Bollgard e R$
5.450/ha no algodão convencional com diferença de 3,1% favorável ao algodão
Bollgard.
MG
R$ 6 000
R$ 6.000
MG
R$ 6 000
R$ 6.000
GO
R$ 8.000
MS
R$ 8.000
BA
R$ 10.000
MT
R$ 10.000
Média
GO
Receita operacional bruta
BA
Média
MT
Receita operacional bruta
Bollgard
MS
Convencional
Página 50
O caso do algodão Bollgard
A análise da margem bruta – Safra 2007/08
®
R$ 2 500
R$ 2.500
R$ 2 500
R$ 2.500
R$ 2.000
R$ 2.000
R$ 1.500
R$ 1.500
R$ 1.000
R$ 1.000
R$ 500
R$ 500
R$ 500
R$ 500
R$ 0
R$ 0
‐R$ 500
‐R$ 500
A margem operacional média resultante foi de R$ 1.921/ha para o algodão Bollgard e R$
1.721/ha para o algodão convencional. No entanto, numa abordagem nacional, é importante
lembrar q
que os níveis de p
produtividade observados na safra 2007/08 oscilaram bastante,, com
forte impacto sobre a rentabilidade individual.
MG
R$ 3.000
MG
R$ 3.000
GO
R$ 3.500
MS
R$ 3.500
BA
R$ 4.000
MT
R$ 4.000
Média
GO
Margem Bruta ‐
g
Bollgard
g
BA
Média
MT
Margem bruta ‐
g
Convencional
Bollgard
MS
Convencional
Agenda
Apresentação
Soja
Benefícios sócio-ambientais
Benefícios econômicos
Al dã
Algodão
Benefícios sócio-ambientais
Benefícios econômicos
Milho
Benefícios sócio-ambientais
Benefícios econômicos
Sobre a Céleres
Página 51
Premissa de plantio de milho e a adoção da biotecnologia
Safra Verão 2008/09
NORTE
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
São Paulo
SUL
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
C-OESTE
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Goiás
Distrito Federal
N/NE
C-SUL
BRASIL
Área
Plantada
(.000 ha)
593
2 506
2.506
398
299
430
2.077
1.328
686
3.548
1.372
715
1.461
850
174
97
555
24
3.099
6.475
9.574
Produvidade
(Kg/ha)
2.112
1 219
1.219
1.285
773
2.827
4.780
4.847
4.828
5.531
7.283
5.789
3.759
5.770
4.747
6.335
5 944
5.944
6.877
1.390
5.321
4.048
Produção
(.000 T)
1.254
3 054
3.054
511
231
1.216
9.927
6.436
3.312
19.623
9.992
4.139
5.492
4.904
826
615
3 297
3.297
165
4.307
34.454
38.761
Área plantada com
milho GM
Inf.
Sup.
0,2%
0,3%
0 2%
0,2%
0 7%
0,7%
0,0%
0,0%
0,0%
0,0%
1,2%
3,9%
6,3%
9,0%
5,9%
8,6%
7,8%
10,5%
8,6%
10,5%
4,7%
6,6%
9,8%
,
11,3%
,
11,7%
13,7%
2,1%
4,5%
1,6%
3,9%
2,3%
4,7%
2 3%
2,3%
4 7%
4,7%
0,8%
3,1%
0,2%
0,6%
7,0%
9,2%
4,8%
6,4%
Área plantada com
milho GM
Inf.
Sup.
1
2
5
17
0
0
0
0
5
17
132
187
78
114
54
72
305
371
64
91
70
81
171
199
18
38
3
7
2
5
13
26
0
1
6
19
455
597
461
615
Página 52
Produção de milho
GM
Inf.
Sup.
3
5
14
47
0
0
0
0
14
47
636
904
376
552
258
349
1.514
1.880
468
662
404
468
643
750
106
220
13
32
14
29
77
154
1
5
17
52
2.256
3.005
2.272
3.058
Premissa de plantio de milho e a adoção da biotecnologia
Safra Inverno 2008/09
NORTE
NORDESTE
Maranhão
Piauí
Bahia
SUDESTE
Minas Gerais
São Paulo
SUL
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
C-OESTE
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Goiás
Distrito Federal
N/NE
C-SUL
BRASIL
Área
Plantada
(.000 ha)
31
410
0
0
410
287
27
260
1.572
1.572
0
0
2.623
1.502
856
259
7
440
4.482
4.922
Produvidade
(Kg/ha)
2.756
1 031
1.031
0
0
1.031
2.532
4.570
2.322
3.816
3.816
0
0
3.959
4.119
3.608
4 191
4.191
4.016
1.151
3.817
3.579
Produção
(.000 T)
85
422
0
0
422
726
122
604
6.000
6.000
0
0
10.385
6.185
3.088
1 085
1.085
27
507
17.110
17.617
Área plantada com
milho GM
Inf.
Sup.
1,4%
3,3%
2 9%
2,9%
16 5%
16,5%
0,0%
0,0%
0,0%
0,0%
2,9%
16,5%
14,5%
23,1%
14,5%
23,1%
14,5%
23,1%
7,3%
16,5%
7,3%
16,5%
0,0%
,
0,0%
,
0,0%
0,0%
5,8%
16,5%
5,8%
16,5%
5,8%
16,5%
5 8%
5,8%
16 5%
16,5%
2,9%
13,2%
2,8%
15,6%
6,9%
16,9%
6,5%
16,8%
Área plantada com
milho GM
Inf.
Sup.
0
1
12
68
0
0
0
0
12
68
42
66
4
6
38
60
114
259
114
259
0
0
0
0
152
433
87
248
50
141
15
43
0
1
12
69
308
758
320
827
Página 53
Produção de milho
GM
Inf.
Sup.
2
4
13
76
0
0
0
0
13
76
116
184
20
31
96
153
473
1.076
473
1.076
0
0
0
0
657
1.872
396
1.128
192
545
68
195
1
4
15
80
1.246
3.132
1.261
3.212
Página 54
As premissas dos ganhos ambientais
Utilizou--se da redução média de 3 aplicações de defensivos
Utilizou
Calda
Aplicada
(l/ha)
100
110
120
130
140
150
160
Redução no
uso de água
Redução no
uso de óleo
diesel
Redução nas
emissões GEE
1/
2/
1
2
100
110
120
130
140
150
160
200
220
240
260
280
300
320
Número de aplicações reduzidas com milho Yieldgard
3
4
5
Volume de água economizado (l/ha/ano)
300
400
500
330
440
550
360
480
600
390
520
650
420
560
700
450
600
750
480
640
800
6
600
660
720
780
840
900
960
Número de aplicações reduzidas com milho Yieldgard
3
4
5
6
Volume de diesel economizado (l/ha/ano)
2,40
3,60
4,80
6,00
7,20
2,18
3,27
4,36
5,45
6,55
2,00
3,00
4,00
5,00
6,00
1,85
2,77
3,69
4,62
5,54
1,71
2,57
3,43
4,29
5,14
1,60
2,40
3,20
4,00
4,80
1,50
2,25
3,00
3,75
4,50
Rendimento
(ha/h)
1
10
11
12
13
14
15
16
1,20
1,09
1,00
0,92
0,86
0,80
0,75
Rendimento
(ha/h)
1
2
10
11
12
13
14
15
16
0,0031
0,0028
0,0026
0,0024
0,0022
0,0021
0,0019
0,0062
0,0056
0,0052
0,0048
0,0044
0,0041
0,0039
2
Número de aplicações reduzidas com milho Yieldgard
3
4
5
6
Redução da emissão em tCO2 ( tCO2/ano/ha)
0,0093
0,0084
0,0077
0,0071
0,0066
0,0062
0,0058
0,0124
0,0113
0,0103
0,0095
0,0088
0,0083
0,0077
Considerando um pulverizador autopropelido de 2.000 litros de carga
Considerando um pulverizador autopropelido com consumo médio de 12 l de diesel/h
0,0155
0,0141
0,0129
0,0119
0,0111
0,0103
0,0097
0,0186
0,0169
0,0155
0,0143
0,0133
0,0124
0,0116
Página 55
O benefício potencial da safra 2008/09
Utilizou--se da redução média de 3 aplicações de defensivos
Utilizou
Calda
Aplicada
(l/ha)
100
110
120
130
140
150
160
Redução no
uso de água
Redução no
uso de óleo
diesel
Redução nas
emissões GEE
1/
2/
1
144,1
158,6
173 0
173,0
187,4
201,8
216,2
230,6
Número de aplicações reduzidas com milho Yieldgard
3
4
5
6
Volume de água economizado (milhões l/ano)
288,3
432,4
576,6
720,7
864,9
317,1
475,7
634,3
792,8
951,4
346 0
346,0
518 9
518,9
691 9
691,9
864 9
864,9
1 037 9
1.037,9
374,8
562,2
749,6
937,0
1.124,4
403,6
605,4
807,2
1.009,0
1.210,9
432,4
648,7
864,9
1.081,1
1.297,3
461,3
691,9
922,6
1.153,2
1.383,8
2
Número de aplicações reduzidas com milho Yieldgard
3
4
5
6
Volume de diesel economizado (milhão l/ano)
3,46
5,19
6,92
8,65
10,38
3,15
4,72
6,29
7,86
9,44
2,88
4,32
5,77
7,21
8,65
2 66
2,66
3 99
3,99
5 32
5,32
6 65
6,65
7 98
7,98
2,47
3,71
4,94
6,18
7,41
2,31
3,46
4,61
5,77
6,92
2,16
3,24
4,32
5,41
6,49
Rendimento
(ha/h)
1
10
11
12
13
14
15
16
1,73
1,57
1,44
1 33
1,33
1,24
1,15
1,08
Rendimento
(ha/h)
1
2
10
11
12
13
14
15
16
4,46
4,06
3,72
3,43
,
3,19
2,97
2,79
8,92
8,11
7,44
6,86
6,37
,
5,95
5,58
2
Número de aplicações reduzidas com milho Yieldgard
3
4
5
6
Redução da emissão de GEE, em tCO2 ( mil tCO2/ano)
13,38
12,17
11,15
10,30
9,56
,
8,92
8,37
17,85
16,22
14,87
13,73
12,75
,
11,90
11,15
Considerando um pulverizador autopropelido de 2.000 litros de carga
Considerando um pulverizador autopropelido com consumo médio de 12 l de diesel/h
22,31
20,28
18,59
17,16
15,93
,
14,87
13,94
26,77
24,34
22,31
20,59
19,12
,
17,85
16,73
Página 56
O milho Bt em 2008/09
O benefício potencial em números práticos
Redução no
uso de água
519,1 milhões de litros de água ≈
água para 11.800 pessoas/ano1/
Redução no
uso de óleo
diesel
4,3 milhões litros de diesel ≈
1 800 camionetes leves/ano2/
1.800
Redução nas
emissões GEE
11,16 mil tCO2/ano ≈
82.300 árvores3/
1/
Recomendação da ONU: 120 litros/hab/dia
2/
Consumo de 10 km/l x 24 mil km/ano
3/
Floresta ripária
Página 57
Matriz de risco sóciosócio-ambiental
Milho verão safra 2007/08
Risco Ambiental
R
Alto
10
5
0
0
Baixo
5
Atratividade Ambiental
Os produtores têm um elevado grau de expectativas
quanto a adoção do milho Bt,
Bt à exemplo do algodão
na pesquisa anterior, de 2007.
10
Alto
Página 58
Matriz de risco sóciosócio-ambiental
Milho inverno safra 2007/08
Risco Ambiental
R
Alto
10
5
0
0
Baixo
5
Atratividade Ambiental
Mas no caso da safra de milho inverno, os
produtores já têm algum grau de experiência
experiência, por
causa do algodão resistente à insetos
10
Alto
Página 59
O benchmark ambiental do milho verão – Paraná
Redução no uso total de agroquímicos e um menor número de produtos em uso
Uso de ingrediente ativo (kg i.a./ha)
Classe I
Classe II
Classe III
Classe IV
Número de produtos utilizado
Total
Classe I
Kg
g de i.a./hectare
8,0
5,41
5,
5 12
5,12
6,0
4,0
2,0
0,0
Classe III
Classe IV
Total
20
1,61
2,76
4,2
0,26
Convencional
1,58
3,3
2,76
2,3
3,0
0,00
YieldGard
0,2
3,0
0,0
YieldGard +
RR
Potencial de reduzir em 39% o uso de i.a.
Número de
e produtos utiilizados
10,0
Classe II
16
12
9
8
3
4
9
0
9
1
Convencional
7
7
2
3
3
2
2
0
YieldGard
2
0
YieldGard/RR2
Mais redução no número de produtos
utilizado, o que é visto como uma grande
vantagem pelo produtor
Página 60
O benchmark ambiental do milho verão – Goiás
Uma redução no uso total e um menor número de produtos em uso
Uso de ingrediente ativo (kg i.a./ha)
Classe I
Classe II
Classe III
Classe IV
Número de produtos utilizado
Total
Classe I
Kg
g de i.a./hectare
8,0
6,0
3,71
3,54
3,56
4,0
2,0
0,0
Classe III
Classe IV
Total
20
1,61
1,60
2,12
1,17
1,17
4,2
0,15
3,0
0,00
YieldGard
0,67
3,0
0,00
YieldGard +
RR
Convencional
Potencial de reduzir em 4% o uso de i.a.
Número de
e produtos utiilizados
10,0
Classe II
16
12
9
8
4
4
9
0
9
1
Convencional
7
7
3
3
2
2
2
0
YieldGard
2
0
YieldGard + RR
Mais redução no número de produtos
utilizado, o que é visto como uma grande
vantagem pelo produtor
Página 61
O benchmark ambiental do milho inverno – Mato Grosso
Redução potencial de 34% no volume de ingrediente ativo
Uso de ingrediente ativo (kg i.a./ha)
Classe I
Classe II
Classe III
Classe IV
Número de produtos utilizado
Total
Classe I
Kg
g de i.a./hectare
8,0
6,0
3,96
3,77
4,0
2,62
1 61
1,61
2,0
0,0
Classe III
Classe IV
Total
20
1,58
1,70
1,70
4,2
0,17
3,0
0,00
YieldGard
Convencional
Ganho de 5%
1,94
0,20
3,0
0,00
YieldGard +
RR
Número de
e produtos utiilizados
10,0
Classe II
16
12
9
8
4
7
3
4
0
que tem potencial para chegar a
34% de redução no uso de ingrediente
ativo por hectare
9
9
1
Convencional
3
1
0
YieldGard
6
3
2
1
0
YieldGard + RR
Também com redução no número de
produtos utilizados, que por sua vez impacta
na gestão de embalagens vazias e nos
processos comerciais
Página 62
O benchmark ambiental do milho inverno – Mato Grosso do Sul
Redução potencial de 17% no volume de ingrediente ativo
Uso de ingrediente ativo (kg i.a./ha)
Classe I
Classe II
Classe III
Classe IV
Número de produtos utilizado
Total
Classe I
Kg
g de i.a./hectare
8,0
6,0
4,96
4,56
4,11
4,0
0,89
2,64
2,0
0,0
Classe III
Classe IV
Total
20
4,2
0,79
Convencional
Ganho de 8%
0,87
2,64
3,0
0,40
YieldGard
0,87
2,59
3,0
0,00
YieldGard +
RR
Número de
e produtos utiilizados
10,0
Classe II
16
12
8
10
3
2
9
4
0
que tem potencial para chegar a
17% de redução no uso de ingrediente
ativo por hectare
8
9
3
2
2
1
Convencional
YieldGard
6
2
2
2
0
YieldGard + RR
Também com redução no número de
produtos utilizados, que por sua vez impacta
na gestão de embalagens vazias e nos
processos comerciais
Página 63
O milho Bt e os benefícios de longo prazo
152,2 milhões de hectares serão plantados com milho ao longo de 10 anos
Produção requerida (milhão t de pluma)
Área com GM (milhão ha)
Área sem GM (milhão ha)
100,00
94,54
5 anos
5 anos
90 00
90,00
80,18
80,00
70,00
60,00
56,93
50,00
Média de 2,53 milhões de hectares a cada ano
40,00
30,00
20,00
10,00
17,82
19,71
15,13
16,41
14,68
14,42
0,00
0 00
07/08
Fonte: Céleres PLP2008
08/09
09/10
10/11
11/12
12/13
13/14
14/15
15/16
16/17
17/18
A adoção do milho transgênico tem o potencial de “alavancar” a
produtividade brasileira ao longo dos anos
Produtividade com GM
Página 64
Produtividade sem GM
6,00
5,50
5 00
5,00
4,50
4,00
3,50
3,00
07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14 14/15 15/16 16/17 17/18
Fonte: Céleres
Valores em t/hectare
Página 65
No longo prazo, a taxa de adoção do milho transgênico tende a ser
maior na safra inverno
Adoção verão
Adoção inverno
70,0%
60,0%
50,0%
40,0%
30 0%
30,0%
20,0%
10,0%
0,0%
07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 13/14 14/15 15/16 16/17 17/18
Fonte: Céleres
Valores em % da área plantada total em cada ano
O custo ambiental da lavoura de milho em 10 anos
com a adoção da biotecnologia
Fonte: Céleres baseado na pesquisa de campo safra 2007/08
Página 66
O custo ambiental da lavoura do milho em 10 anos
sem a adoção da biotecnologia
Fonte: Céleres baseado na pesquisa de campo safra 2007/08
Página 67
O benefício ambiental líquido em 10 anos com a adoção do milho
transgênico
Fonte: Céleres baseado na pesquisa de campo safra 2007/08
Nota:
Consumo de água recomendado pela ONU: 120 litros/hab/dia
24 mil km/ano/veículo
Página 68
Página 69
A adoção do milho transgênico gera o ganho potencial de US$ 51,0 bi
em dez anos
Benefício com a adoção prevista
verão + inverno)
Benefício com a adoção potencial
(verão + inverno)
51 0
51,0
29 4
29,4
23,6
0,6
2,1
42,4
32
3,2
Total
Custos
0,9
3,6
Ind. Def.
Sementes
4,1
Grãos
Ind. Def.
Sementes
Total
Custos
Grãos
Ao longo dos anos, o principal benefício para a cadeia é o aumento físico da
produção, cujos benefícios se desdobram ao longo da cadeia, até chegar ao
id fifinall
consumidor
Fonte: Céleres baseada em estudos de campo e projeções próprias
Valores em bilhões de dólares
Página 70
Mas o custo de não adotar a biotecnologia pode chegar a US$ 84,7
bilhões também ao longo de dez anos
Adicional de área plantada em 10 anos:
25,3 milhões hectares
Gasto adicional com
produção
Investimento em Máquinas &
Implementos
Investimento em abertura e
incorporação de áreas
US$ 1.289/ha 1/
US$ 1.151 mil 2/
US$ 908,6/ha 3/
US$ 32,6 bilhões
US$ 29,1 bilhões
US$ 23,0 bilhões
US$ 84,7 bilhões
Fonte: Céleres
1/ Custo direto de produção para o padrão atual de tecnologia, considerado fixo ao longo dos próximos dez anos
2/ Investimento padrão para um módulo de 1.000 hectares plantados com milho/grãos
3/ Investimento considerado para a abertura de 1 hectare de cerrado, nas condições do Oeste da Bahia
Custos ambientais:
→Diretos
•Combustíveis
•Água
•Terra agrícola
→Indiretos
•Biodiversidade
•Esgotamento dos
recursos naturais
Página 71
O benchmark de custo de produção – Paraná
Safra verão 2007/08
A - Receita operacional bruta
Milho em grão
B - Impostos sobre receita
C - Receita operacional líquida
D - Custos diretos
Armazenagem e beneficiamento
Combustível e lubrificantes
Defensivos agrícolas
g
Acaricidas
Formicidas
Fungicidas
Herbicidas
Inseticidas
Outros produtos químicos
Fertilizantes e corretivos
Mão de obra direta
Sementes e materiais de plantio
Sementes
Royalties/taxas
Outros materiais para plantio
Transporte
Outros custos diretos
E - Margem operacional bruta
F - Produtividade
P d ti id d considerada
id d (kg/ha)
(k /h )
Valor (R$/hectare)
Convencional
YieldGard
R$
2.835 R$
3.028
R$
2.835 R$
3.028
R$
(62) R$
(67)
R$
2.773 R$
2.961
R$
(1.437) R$
(1.374)
R$
(81) R$
(87)
R$
(194) R$
(182)
R$
((284)) R$
((231))
R$
R$
R$
R$
R$
(79) R$
(79)
R$
(89) R$
(89)
R$
(63) R$
(10)
$
$
(53)
R$
(53) R$
R$
(398) R$
(398)
R$
(180) R$
(180)
R$
(195) R$
(195)
R$
(195) R$
(195)
R$
R$
R$
R$
R$
(12) R$
(13)
R$
(94) R$
(89)
R$
1.335 R$
1.587
8 100
8.100
8 650
8.650
Safra 2007/08
Fonte: Céleres em pesquisa de campo para milho convencional. Estimativa para os demais cenários
YieldGard + RR
R$
3.238
R$
3.238
R$
(71)
R$
3.166
R$
(1.345)
R$
(93)
R$
(175)
R$
((204))
R$
R$
R$
(79)
R$
(62)
R$
(10)
R$
(53)
$
R$
(398)
R$
(180)
R$
(195)
R$
(195)
R$
R$
R$
(14)
R$
(86)
R$
1.821
9 250
9.250
Estimativa
Página 72
O benchmark de custo de produção – Goiás
Safra verão 2007/08
A - Receita operacional bruta
Milho em grão
B - Impostos sobre receita
C - Receita operacional líquida
D - Custos diretos
Armazenagem e beneficiamento
Combustível e lubrificantes
Defensivos agrícolas
g
Acaricidas
Formicidas
Fungicidas
Herbicidas
Inseticidas
Outros produtos químicos
Fertilizantes e corretivos
Mão de obra direta
Sementes e materiais de plantio
Sementes
Royalties/taxas
Outros materiais para plantio
Transporte
Outros custos diretos
E - Margem operacional bruta
F - Produtividade
P d ti id d considerada
id d (kg/ha)
(k /h )
Valor (R$/hectare)
Convencional
YieldGard
R$
2.633 R$
2.833
R$
2.633 R$
2.833
R$
(58) R$
(62)
R$
2.575 R$
2.771
R$
(1.574) R$
(1.540)
R$
(79) R$
(85)
R$
(205) R$
(198)
R$
((230)) R$
((198))
R$
R$
R$
R$
R$
(66) R$
(66)
R$
(61) R$
(61)
R$
(44) R$
(11)
$
$
(59)
R$
(59) R$
R$
(475) R$
(475)
R$
(260) R$
(260)
R$
(190) R$
(190)
R$
(190) R$
(190)
R$
R$
R$
R$
R$
(33) R$
(35)
R$
(102) R$
(99)
R$
1.001 R$
1.231
7 900
7.900
8 500
8.500
Safra 2007/08
Fonte: Céleres em pesquisa de campo para milho convencional. Estimativa para os demais cenários
YieldGard + RR
R$
3.033
R$
3.033
R$
(67)
R$
2.967
R$
(1.528)
R$
(91)
R$
(191)
R$
((186))
R$
R$
R$
(66)
R$
(50)
R$
(11)
R$
(59)
$
R$
(475)
R$
(260)
R$
(190)
R$
(190)
R$
R$
R$
(38)
R$
(98)
R$
1.438
9 100
9.100
Estimativa
Página 73
O benchmark de custo de produção – Mato Grosso
Safra inverno 2007/08
A - Receita operacional bruta
Milho em grão
B - Impostos sobre receita
C - Receita operacional líquida
D - Custos diretos
Armazenagem e beneficiamento
Combustível e lubrificantes
Defensivos agrícolas
g
Acaricidas
Formicidas
Fungicidas
Herbicidas
Inseticidas
O t
Outros
produtos
d t químicos
í i
Fertilizantes e corretivos
Corretivos
Fertilizante plantio
Fertilizante cobertura
Mão de obra direta
Sementes e materiais de plantio
Transporte
Outros custos diretos
E - Margem operacional bruta
F - Produtividade considerada (kg/ha)
Valor (R$/hectare)
Convencional
YieldGard
R$
1.800 R$
1.920
R$
1.800 R$
1.920
R$
(40) R$
(42)
R$
1.760 R$
1.878
R$
(1.608) R$
(1.569)
R$
(60) R$
(64)
R$
(234) R$
(219)
R$
((223)) R$
((190))
R$
R$
R$
R$
R$
(67) R$
(67)
R$
(68) R$
(68)
R$
(43) R$
(10)
R$
(44) R$
(44)
R$
(576) R$
(576)
R$
(81) R$
(81)
R$
(375) R$
(375)
R$
(120) R$
(120)
R$
(145) R$
(145)
R$
(150) R$
(150)
R$
(121) R$
(129)
R$
(100) R$
(96)
R$
152 R$
309
6 000
6.000
6 400
6.400
Safra 2008/09
Fonte: Céleres em pesquisa de campo para milho convencional. Estimativa para os demais cenários
YieldGard + RR
R$
2.070
R$
2.070
R$
(46)
R$
2.024
R$
(1.540)
R$
(69)
R$
(211)
R$
((157))
R$
R$
R$
(67)
R$
(36)
R$
(10)
R$
(44)
R$
(576)
R$
(81)
R$
(375)
R$
(120)
R$
(145)
R$
(150)
R$
(139)
R$
(93)
R$
484
6 900
6.900
Estimativa
O benchmark de custo de produção – Mato Grosso do Sul
Safra inverno 2007/08
A - Receita operacional bruta
Milho em grão
B - Impostos sobre receita
C - Receita operacional líquida
D - Custos diretos
Armazenagem e beneficiamento
Combustível e lubrificantes
Defensivos agrícolas
g
Acaricidas
Formicidas
Fungicidas
Herbicidas
Inseticidas
O t
Outros
produtos
d t químicos
í i
Fertilizantes e corretivos
Corretivos
Fertilizante plantio
Fertilizante cobertura
Mão de obra direta
Sementes e materiais de plantio
Transporte
Outros custos diretos
E - Margem operacional bruta
F - Produtividade considerada (kg/ha)
Valor (R$/hectare)
Convencional
YieldGard
R$
2.000 R$
2.133
R$
2.000 R$
2.133
R$
(44) R$
(47)
R$
1.956 R$
2.086
R$
(1.872) R$
(1.814)
R$
(60) R$
(64)
R$
(222) R$
(209)
R$
((255)) R$
((209))
R$
R$
R$
R$
R$
(18) R$
(18)
R$
(145) R$
(145)
R$
(59) R$
(13)
R$
(33) R$
(33)
R$
(810) R$
(810)
R$
(52) R$
(52)
R$
(483) R$
(483)
R$
(275) R$
(275)
R$
(215) R$
(215)
R$
(150) R$
(150)
R$
(36) R$
(38)
R$
(124) R$
(119)
R$
84 R$
272
6 000
6.000
6 400
6.400
Safra 2008/09
Fonte: Céleres em pesquisa de campo para milho convencional. Estimativa para os demais cenários
Página 74
YieldGard + RR
R$
2.300
R$
2.300
R$
(51)
R$
2.249
R$
(1.744)
R$
(69)
R$
(201)
R$
((144))
R$
R$
R$
(18)
R$
(80)
R$
(13)
R$
(33)
R$
(810)
R$
(52)
R$
(483)
R$
(275)
R$
(215)
R$
(150)
R$
(41)
R$
(114)
R$
505
6 900
6.900
Estimativa
Página 75
Análise da produtividade média
Safra 2007/08
Milho Inverno
Milho Verão
Produtividade média
Produtividade
15 000
15.000 10 000
10.000
12.000 8.000
9.000 6.000
Média
4.000
6.000 2.000
3.000 MG
SP
PR
RS
SSP
PR
SC
A produtividade média entre os
produtores pesquisados foi de 8
8.233
233
kg/ha, entre 93 produtores amostrados
A produtividade média entre os produtores
pesquisados
p
q
foi de 4.839 kg/ha,
g , entre 90
produtores amostrados. Na amostra,
houveram três produtores com áreas
irrigadas, cujas produtividades ficaram
q
acima de 8 mil quilos
MG
GO
GO
O
MS
M
MT
MT
M
0
0 Página 76
Análise do número de entradas
Safra 2007/08
Milho Inverno
Milho Verão
Número de entradas
Entradas terrestres
15 0
15,0
Média
10
12,0
8
9,0
6
6,0
4
3,0
2
0,0
S
SC
O número médio de entradas para
pulverização foi de 4
4,6,
6 com mínimo de
2 entradas e máximo de 11 entradas
0
O número médio de entradas para
pulverização foi de 5,0,
5 0 com mínimo de
2 entradas e máximo de 9 entradas
MG
RSS
SP
PR
PR
S
SP
GO
MG
MT
GO
O
MS
MT
Página 77
Análise da receita operacional bruta
Safra 2007/08
Milho Inverno
R$ 3.000
R$ 3.000
R$ 2.000
R$ 2.000
R$ 1.000
R$ 1.000
R$ 0
R$ 0
MT
GO
MG
G
S
SP
PR
RSS
Com base nas respostas dos
produtores a receita operacional
produtores,
média (produtividade x preço) na
amostra foi de R$ 3.085/ha.
S
SC
Com base nas respostas dos
produtores (produtividade x preço) a
receita operacional média na amostra
foi de R$ 1.712/ha.
MG
M
R$ 4.000
Média
SSP
R$ 4.000
GO
R$ 5 000
R$ 5.000
MS
M
R$ 5 000
R$ 5.000
MT
M
Receita operacional bruta
Receita operacional bruta
PR
P
Milho Verão
Página 78
Análise do custo direto
Safra 2007/08
Milho Inverno
Milho Verão
Custo direto
Custos diretos
R$ 2 500
R$ 2.500
Média
R$ 2.500
R$ 2.000
R$ 2.000
R$ 1.500
R$ 1.500
R$ 1.000
R$ 1.000
R$ 500
R$ 500
R$ 0
O custo direto médio resultante da
pesquisa foi de R$ 1
1.453/ha.
453/ha
S
SC
R$ 0
R$ 0
O custo direto médio resultante da
pesquisa foi de R$ 943,9/ha.
943 9/ha
MG
RSS
SP
PR
PR
S
SP
GO
MG
G
MT
GO
MS
MT
Página 79
Análise da margem operacional bruta
Safra 2007/08
R$ 2.100
R$ 1.500
R$ 1.400
R$ 1.000
R$ 700
R$ 500
R$ 0
R$ 0
MT
GO
MG
G
S
SP
PR
RSS
S
SC
A margem operacional média resultante foi
de R$ 1.564/ha. É importante
p
salientar,, no
entanto, que a análise da margem na
cultura do milho deve ser diferente da feita
na cultura da soja.
A margem operacional média resultante foi
de R$ 1.095/ha. É importante
p
salientar,, no
entanto, que a análise da margem na
cultura do milho deve considerar o fato que
o produtor está “estimando” o preço de
venda.
MG
M
R$ 2.000
SSP
R$ 2.800
Média
PR
P
R$ 2 500
R$ 2.500
MS
M
R$ 3 500
R$ 3.500
Margem operacional bruta
GO
Margem operacional bruta
MT
M
Milho Inverno
Milho Verão
Página 80
A síntese dos benefícios sóciosócio-ambientais dos transgênicos no Brasil
Período entre 2008/09 a 2017/18
Benefício ambiental com a
biotecnologia no Brasil
entre 2008/09 e 2017/18
Equivalência ambiental
dos benefícios estimados
com a biotecnologia no Brasil
Água
g
105,1 bilhões de litros
2,40 milhões de pessoas
Diesel
806 5 milhões de litros
806,5
336 mil veículos leves
CO2
2.076,4 mil t CO2
Fonte: Céleres em pesquisa de campo
15,3 milhões de árvores
Sobre a Céleres
Página 81
Um equipe com mais de dez anos de experiência na análise da
agricultura brasileira acompanhando:
Cenário econômico agroindustrial
Projetos de investimentos na área agroindustrial
Biotecnologia
Bioenergia
Assessoria em negociações empresariais
Foco na análise da cadeia agroindustrial, com clientes desde a indústria
de insumos até consumidores finais
Opera com parceiros e associados nas Américas, Europa e Ásia
Conta com equipe de profissionais diversificada e com inserção
internacional, voltado para uma visão holística do sistema agroindustrial
A Céleres atende diversas empresas de destaque no agronegócio
nacional e internacional
Página 82
biomatrix
Alexander Farms, Inc.
Página 83
Contato
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R. Eng. Hélvio Felice, 119
Uberlândia – MG – 38.411-114
℡: (34) 3229
3229-1313
1313
: (34) 3229-4949
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