À GLÓRIA DO G∴ ∴ A∴ ∴ D∴ ∴U∴ AUG :. RESP :. LOJ :. “FRANCISCO XAVIER FERREIRA DE PESQUISAS MAÇÔNICAS” - JURISDICIONADA AO GORGS Fundada em 19 de novembro de 1995 INFORMATIVO CHICO DA BOTICA Registro na ABIM nº. 18-B Ano 8, Edição nº. 059 Nesta edição: Data: 30 de Março de 2012 EDITORIAL: "Alegria de Início de Ano com Filiação” Editorial: "Alegria de Início de Ano com Filiação” Caros Irmãos: EMULAÇÃO E A LINHA SU- 2 CESSÓRIA * Irmão Anatoli Oliynik - Pág. 2 e 3 3 Vaidade, Vaidoso. * Irmão Paulo José de Almeida Maçonaria não é milícia * Irmão Laurindo R. Gutierrez 4 Rito Schröder, Esoterismo e Misticismo - * Irmão Rui Jung Neto - Pág. 6, 7 e 8 5 Especiais: • • • • Conhecimento Chico Social Rapidinhas da Chico Reflexões Com o início de nossas atividades para o ano de 2012, voltamos ao fraterno convívio dos Irmãos para deixarmos um pouco de cultura maçônica e informações a todos com nossas ações voltadas para transmitirmos o espírito de amor e fraternidade entre os Maçons espalhados pelo mundo. Desde já estamos nos preparando para, em novembro, organizarmos o evento comemorativo a nosso 17º aniversário. Se fatores aleatórios a nossa vontade ou de força maior não acontecerem, o tema, provisoriamente definido, é sobre as ”Drogas” e durante o ano iremos dar notícias da evolução e programação. Neste inicio de ano começamos com a filiação de dois novos membros efetivos que, por certo, trarão suas luzes as nossas reuniões, acrescentando conhecimento e cultura para nossa Chico da Botica. Ganhamos também a adesão de novos membros correspondentes que pelas suas qualidades deixam todos com muita alegria e orgulho. O ano promete muito trabalho, estudos e discussões em busca de novos conhecimentos e aperfeiçoamento, para os que vierem a participar de nossas reuniões e encontros, onde impera a igualdade, harmonia, fraternidade e humildade, não deixando aberturas para as vaidades. Por fim disponibilizamos, neste Boletim nº 59, textos produzidos por Irmãos, esperando que os mesmos sejam do agrado e uteis a todos e que contribuam efetivamente para divulgação da cultura maçônica. CEIA PASCAL UMA FELIZ PÁSCOA Um TFA Loja Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas . . . "Quanto mais corrupto um governo, mais leis contra a posse de armas” Cornélio Tácitus - historiador romano, 116 d C Página 2 OJA Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas Informativo CHICO DA BOTICA EMULAÇÃO E A LINHA SUCESSÓRIA CONHECIMENTO: 8 de março - Dia Internacional da Mulher, tem como origem as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto. Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária. Nos países ocidentais, a data foi esquecida e somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. . Em 1975, foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres. Fonte internet Aniversariantes: ABRIL: Efetivos: 04 - ALMIR CASTILHOS DA SILVA. 09 - MARCO ANTONIO MACHADO. Correspondentes: 01 - DANGLER TRAVASSOS GUIMARÃES 05 - ORLEY ADEMAR IKERT 08 - PEDRO MOACYR MENDES CAMPOS 15 - ANTONIO DO CARMO FERREIRA 19 - JOÃO QUINT 22 - ABSAI GOMES BRITO 27 - JORGE RODRIGUES DE SENNA. Aos aniversariantes! Nossas Felicitações!!! * Irmão Anatoli Oliynik Esta é uma questão que tem suscitado muitas dúvidas, senão controvérsias e até dissidências nas lojas maçônicas brasileiras que adotam o Ritual Emulação, linha inglesa. O principal problema decorre da falta de compreensão do objetivo da linha sucessória. Imagina-se que a “linha sucessória” seja um direito, quando se trata apenas de um indicativo para aqueles que aspiram um dia a ascender à cadeira de Mestre da Loja. No meu livro "O Rito de York (Emulation Rite)" (esgotado), página 145, está descrito o seguinte: "No Rito de York é tradição que o candidato a Mestre da Loja tenha passado por todos os cargos da linha sucessória, que é a seguinte: 1º - Guarda Interno; 2º - Segundo Diácono; 3º - Primeiro Diácono; 4º - Segundo Vigilante; 5º - Primeiro Vigilante; 6º - Mestre da Loja. "Este procedimento se revela interessante e eficaz, uma vez que o postulante ao cargo de Mestre da Loja, depois de ter vivenciado os vários cargos acima relacionados, está, ao menos teoricamente, mais capacitado para exercício do cargo, em razão da experiência adquirida" "O procedimento resulta da tradição e da prática das lojas que adotam o rito. Não se trata de um dispositivo de ordem regulamentar, ... " Isso posto, chamo a atenção do leitor para três aspectos importantes: Primeiro, trata-se de um procedimento administrativo onde cada Loja pode implementar seus próprios procedimentos e isto está garantido pelo Artigo 155 da Constituição da Grande Loja Unida da Inglaterra, na seção que trata dos procedimentos das lojas. O Artigo 155 pode ser encontrado na página 562 do meu livro EMULAÇÃO (esgotado). Segundo, a linha sucessória não estabelece obrigações e nem garante direitos, mas apenas um indicativo. Isso quer dizer que o fato de alguém ter seguido toda a linha sucessória e chegado a 1º Vigilante, não significa que ele tenha adquirido direito para ser naturalmente candidato a Mestre da Loja. Ele precisa ter mérito para isso. A falta de entendimento desta premissa tem causado muitos equívocos, brigas e dissidências em Lojas do rito no Brasil por ocasião das eleições. Aliás, eleição versus dissidência é tradição no Brasil. Faz parte da cultura não somente dos maçons, mas de todo o povo brasileiro. Lamentavelmente essa (in)cultura está arraigada por aqui. Herbert F. Inman uma das maiores autoridades do ritual Emulação na Inglaterra, em seu livro "Emulation Working Explained" ["Trabalho de Emulação Explicado"], Editora A. Lewis, Londres, 3ª edição, 1935, página 14, assim descreve: "In the Fourth of the Antient Charges we are told: "All preferment among Masons is grounded upon real worth and personal merit only... Therefore no Master or Warden is chosen by seniority, but for his merit." Traduzindo: ["Na Quarta das Antigas Obrigações nos é dito: ‘Toda promoção entre Maçons está fundada apenas no real valor e mérito pessoal [...] Portanto, nenhum Mestre ou Vigilante é escolhido por antiguidade, mas por seu mérito’ "]. A seguir ele complementa com o seguinte parágrafo: "An admirable counsel of perfection, but one which, it is to be feared, has for many years been honoured more in the breach than in the observance. Página 3 Informativo CHICO DA BOTICA OJA Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas - Ano 8 Edição 059 - 30 Mar. 2012 - Vaidade, Vaidoso. * Irmão Paulo José de Almeida Cont. EMULAÇÃO E A LINHA SUCESSÓRIA Este trabalho, tem a pretensão de despertar em todos os Irmãos o gosto de pesquisar, e procurar entender o porquê das mudanças que ao longo de nossas vidas ocorrem, tanto no campo material, quanto no espiritual. Traduzindo: Meus Irmãos, são mais de 30 anos de vida maçôni["Um admirável conselho de perfeição, e que é para ser ca, de forma ininterrupta e constante, não me limitando respeitado, entretanto, tem por muitos anos sido, mas honrado por sua violação do que por sua observância. apenas a comparecer em dia de Sessão à Loja, e a Ingteiramente comum também é a pratica de promover perguntar ou ficar na expectativa que a sessão não Irmãos de acordo com sua posição na lista de Membros demore e que “o Venerável, tenha o bom senso de suda Loja, com pouca ou nenhuma meditação com respeito primir algumas etapas a serem cumpridas do Ritual”, às suas qualificações, ou pela maneira com a qual eles para que ao final dos trabalhos possa participar de um provavelmente se desincumbem dos deveres pertinentes bate-papo informal e via de regra apontando as falhas ao seu Cargo"]. da administração, sem contudo, aceitar participar da Para finalizar, “As Obrigações de um Maçom”, constante no preâmbulo da CONSTITUIÇÃO da Grande loja Unida da mesma, e normalmente quem age desta forma, por Inglaterra, edição 2003, em seu Inciso IV Dos Mestres, Vigi- falta de conhecimento ou de estar integrado espirituallantes, Companheiros e Aprendizes , e que o Irmão Inman mente nos objetivos da Ordem, chegam atrasados, dese refere, estabelecem o seguinte: clinam a ocupar qualquer cargo em Loja, demonstran“Todas as promoções entre maçons são baseadas uni- do “uma humildade sem par”, e são os primeiros a se camente em valor real e mérito pessoal, de forma a arvorarem “MAÇONS” em toda e qualquer oportunidamelhor servir os interesses dos superiores, sem sujeitar de que se apresenta, e, apesar de seu os Irmãos à vergonha e sem denegrir a Arte Real. Por isso, nenhum Mestre ou Vigilante é escolhido por anti- “autoconhecimento maçônico”, quando solicitado a guidade, mas por seu mérito. Não é possível descrever esclarecer ou transmitir conhecimento a Aprendizes e todas estas coisas por escrito e cabe a todo o Irmão com- Companheiros sai-se com a seguinte pérola “Calma, parecer e desempenhar as suas obrigações regularmente, ainda não é ora de saberdes o que perguntais, quando aprendendo-as da maneira peculiar a esta fraternidade. chegardes a Mestre, aí sim, terás respostas a essas Os candidatos devem saber que o Mestre não tem de ad- indagações”. Ah! Quanta sabedoria nestas sábias palamitir um Aprendiz a menos que haja trabalho suficiente e vras, ou será , quanta ignorância nestas nefastas palaa menos que seja um jovem perfeito, não tendo mutilações nem defeitos que possam impedi-lo de aprender a vras? São meus Irmãos, a constância e observação ao Arte, de servir ao superior de seu Mestre, de ser feito Irmão e, no devido tempo, tornar-se um Companheiro, após longo do tempo, que solidificou o meu entendimento ter servido pelo número de anos devido, conforme os cos- que a Ordem, tem como objetivo, forjar o caráter, o distumes locais. Ele deve descender de pais honestos, de cernimento, a conduta e o caminho espiritual através forma que, estando ademais qualificado, possa atingir a da busca incessante da verdade, sem contudo, aprisiohonra de ser Vigilante e, após, Mestre da Loja, Grande nar sua consciência em dogmas e paradigmas, e aVigilante e eventualmente o Grão Mestre de todas as Lojas, de acordo com o seu mérito. ”(Os grifos são meus) prendemos que aqui estamos, por sermos livres e de A maior dificuldade para o maçom brasileiro é raciocinar bons costumes; como objetivo: lutamos pela família, segundo a tradição da cultura inglesa toda ela fundamentada pela pátria e pela humanidade. no direito consuetudinário. A cultura brasileira se fundamenta O que vem a ser, ou o que entendo como sendo no direito romano. É do confronto entre estes dois conceitos esses os objetivos: paradoxos que decorre toda a confusão. É preciso superar 1º - Família é o contesto em que vivemos, ( casaisso, senão fica impossível chegar a um consenso. dos, divorciados, com companheira, com filhos, sem Espero que com esta explanação tenha tirado as dúvidas dos leitores que adotam o Ritual Emulação e trazido esclare- filhos) 2º - Pátria, é o solo em que vivemos, seja por nascimentos culturais maçônicos àqueles que praticam outros cimento ou por adoção, onde temos direitos e obrigaritos. ções, seja com seus governantes, e principalmente * Anatoli Oliynik - Membro Correspondente da Loja Francisco com suas Leis, que ditam normas de conduta e conviXavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas All too common has become the practice of promoting Brethren according to their position in the Lodge list of Members, with litle or no thought as to their qualifications, or as to the manner in which they are likely to discharge the duties appertaining to their Office". Página 4 Informativo CHICO DA BOTICA OJA Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas - Ano 8 Edição 059 - 30 Mar. 2012 - Cont. Vaidade, Vaidoso. vência, cuja inobservância, certamente nos leva a trilhar na contramão, e, passíveis de punição. 3º - Humanidade, toda criação do G.:A.:D.:U.:, desde a criação de sua imagem e semelhança. CRIAÇÃO DIVINA. Isso posto, em meu entendimento, esses três preceitos da Ordem, vem resumir o que é a célula da Ordem conhecida como Loja, senão vejamos: Família : Somos a família maçônica, filhos de um mesmo Pai, nos tratamos como Irmãos, em consequência, cunhadas, sobrinhos e sobrinhas. Pátria: A Loja em si, onde nascemos ou adotamos (através filiação) e temos exatamente os mesmos direitos e obrigações acima descritos. Humanidade: Compromisso irrestrito com a Criação Divina, através da crença em um ser Criador, que denominamos GADU ou SADU que é “DEUS”. Após definir meu conceito de Família, Pátria e Humanidade, irei ater-me a definição de Pátria (Loja). A INICIAÇÃO A rigor, a ninguém é dado o direito de conhecer os nossos Augustos Mistérios, a não ser por convite de um bom e legítimo Maçom., que em tese, deverá após observação com acuidade, convidar o profano, porém, como Mestre, tem a obrigação de detalhar toda responsabilidade que o proposto terá ao aceitar o convite, tanto na parte pecuniária como em presença, pois somente com assiduidade haverá um entendimento por parte do neófito dos caminhos que a Ordem utiliza através de todo simbolismo em cada Grau, e da observação da conduta dos Irmãos em Loja e fora dela, além dos estudos em cada degrau da escada de Jacó, degrau a degrau, sem jamais descuidarse dos ensinamentos do degrau anterior, e nunca, tentar avançar mais que o lhe é permitido, o neófito só poderá entender isso, se o seu padrinho, como Mestre conhecer e bem o Ritual, para que possa fazer que o proposto tenha sempre em mente até ser convocado para fazer parte da Grande Loja Celestial, que fez um juramento frente aos Irmãos em Loja, com a mão sobre o L∴L∴, e ali foi constituído e recebido como Aprendiz Maçom, pela autoridade maior da Loja Por tanto, o sucesso de um Mestre, inicia-se com o padrinho, com a seriedade dos sindicantes e a assiduidade em Loja pelos Irmãos que lá estão, e em momento específico e único em Loja, pois ali se decide o destino e o sucesso da Loja, para após apresentação e apreciação das sindicâncias usarem de seu momento único com suas consciências e depositarem na urna a sua decisão. Todos os Irmãos devem ter como princípio, o conhecimento pleno do Rito que praticamos, o ritual adotado, a Constituição do GOB, o Regulamento Geral, Estatuto da Loja, Leis Penais e Eleitorais Maçônicas, Conhecimento dos Poderes constituídos, Legislativo, Executivo e Judiciário, tanto em esfera Estadual como Federal, ter conhecimento dos Conselhos Estaduais e Federais, das Grandes Secretarias Estaduais e Federais, saber discernir o que é uma Loja Simbólica, Graus Filosóficos, Altos Corpos, saber se há ingerência entre os graus de 01 a 03 e de 04 a 33., mas para isso, tem que se pesquisar, estudar, não confundir Literatura Maçônica, onde via de regra está o pensamento pessoal do autor, de acordo com o Rito praticado e a Potência que são seguidores, muitas vezes “espúrias para nós”. PORQUE PESQUISAR? Sim, porque pesquisar, é de meu entendimento, a única maneira que temos, para tentar desvendar os “mistérios” que nos cercam nessa vida terrena, vivemos envoltos de coisas materiais, induzidos a amealhar a cada dia que passa, mais e mais, pois esses bens são visíveis e palpáveis, e os bens espirituais? Invisíveis, inodoros, inaudíveis, será que existem? (pergunta que nos fazemos constantemente), em caso afirmativo, porque tentamos materializar o espiritual, através de incensamento? Velas? Copo com água? Galho ou banho de arruda? Sal grosso? Etc...etc...etc.... Vamos pesquisar meus Irmãos, apresentar nossas conclusões para serem discutidas possivelmente em um fórum, aliás, não existe lugar melhor do que em ‘Tempo de Estudos’, pois para pertencermos a Ordem, temos que acreditar em um Ente Superior, e a prevalência do Espírito sobre a Matéria. Pesquisar o Ritual, os decretos nele contidos, 0 Regulamento Geral, cada membro em sua função, seja cargo de ofício, seja ad-doc, o que fazer em suas funções para que aja paz e harmonia durante os trabalhos, para que realmente possamos trabalhar pelo bem da humanidade pela família e pela pátria, meus Irmãos se pesquisarmos veremos e sentiremos que praticar a verdadeira maçonaria é muito fácil e prazeroso, é só não inventarmos, acharmos, e sim termos em mente que devemos seguir o que se nos determinam, questionemos sim, através dos caminhos legais, sejamos Maçons, na concepção real da palavra, e de tanto ver, ouvir e até pesquisar, e muitas vezes mudando o meu modo de ver ouvindo atentamente o entendimento de outro Irmão, por uma ótica vista que não a Página 5 Informativo CHICO DA BOTICA OJA Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas - Ano 8 Edição 059 - 30 Mar. 2012 - Cont. Vaidade, Vaidoso. Cont. Maçonaria não é milícia. minha, e a partir de então dividir aquele pensamento como aceito no momento, porém atento e aberto a novas pesquisas, vou caminhando e procurando transmitir a meus Irmãos nesta senda a que fui escolhido a participar e aqui estou, de Pé e a Ordem, pela Constitucionalidade e obediência feita lá no século passado, aos meus Juramentos que foram pela Fé e pela Honra, em respeito ao convite que tive, a todos que me ensinaram a trilhar esse caminho, que não foram poucos, e após essa peça de arquitetura que apresento hoje, cheguei a conclusão o que os Mestres com uma caminhada mais longa pensam sobre VA IDADE, e os Mestres com caminhada menor, Companheiros e até Aprendizes pensam sobre VA IDOSO. Mestre com caminhada maior, ao tentar transmitir aos Aprendizes, Companheiros e Mestres a pouco exaltados, tem sempre em mente : VÁ IDADE, ou seja, que a idade maçônica avance e possas realmente terminar a sua busca incessante da verdade. Em contra partida, nós os mais velhos, sentimos em alguns Aprendizes, Companheiros e Mestres, que ao usarmos a TRIBUNA, que esses citados tem em mente: VÁ IDOSO, como a dizer, lá vem ele repetir tudo o que sabemos, vá idoso, acabe logo com esse discurso que está ficando tarde; e em minhas pesquisas, pergunto: onde está a tolerância? Será que só nos mal feitos? Vejam meus Irmãos até onde pode nos levar a pesquisa, costumo dizer que a melhor das práticas Maçônicas é filosofar, pois filosofando viajamos em nosso interior, e buscamos no âmago de nosso ser a nossa verdade. Porém uma corrente de maçons atesta que nossa Ordem é originária do Cavaleiros Templários, a Ordem militar fundada em 12 de junho de 1.119 conhecida como a Milícia de Cristo para proteger os peregrinos e os lugares sagrados da Terra Santa contra o inimigo islâmico. Em sua época os templários foram um colosso financeiro e militar e eram conhecidos como os banqueiros de Cristo pois arrecadavam dinheiro e o protegiam em cofres forte, protegido pelo Senhor, diziam. Livros foram escritos e avidamente devorados por irmãos desejosos de conhecer a “maçonaria” ali retratada e a tomam como verdadeira. Os Templários nunca foram maçons e deles nossa Ordem apenas herdou os protocolos secretos e o sigilo imposto a seus iniciados. Aliás essa teoria da relação entre maçonaria e os templários é uma lenda criada por Andrew Ramsay orador da Grande Loja da França em 1.736. É pura imaginação e uma mentira bem contada que até hoje se acredita nela. A ruína do Templários começou quando a Quarta Cruzada, em 1.204 desviando de seus princípios assaltaram e pilharam Constantinopla, a capital da cristandade oriental. Essa talvez seja o maior erro deles, que causou o Cisma da Cristandade, e nunca mais a Igreja de Roma e a Grega de Constantinopla fizeram as pazes. Amantes do ocultismo, admiradores de seitas secretas, caçadores de tesouros perdidos ao estilo Indiana Jones e curiosos desinformados de toda ordem se uniram e criaram essa fantasia. Muitos autores trabalham incessantemente para dar credibilidade a essa ideia e tem seguidores ferrenhos que não conhecendo nem as 4 Instruções do ritual do Grau de Aprendiz acreditam no que leem. Não existe uma única prova da relação entre Maçonaria e cavaleiros templários. Maçom se reúne no Templo, não na caserna. * Paulo José de Almeida M.:I.: ARBLS SIR FRANCIS BACON, Nº 1810 - Rio de Janeiro - RJ Maçonaria não é milícia * Irmão Laurindo R. Gutierrez Parido no ventre de minha mãe, a Loja Regeneração 3ª, aprendi que o Maçom é um construtor de catedrais, homem pacífico e amante dos estudos. A palavra Maçom que vem do Frances e significa “pedreiro” me deram a certeza da finalidade da Ordem Maçônica, a de construir um novo homem a partir de um profano habitante das trevas. Maço instrumento de trabalho e símbolo da ação maçônica, também lembra Maçom. Nunca vi escrito em rituais nem ouvi relato algum de que o maçom deva prestar obediência ao Papa, o maçom é livre para pensar e agir e assim se tornar um Ser especial capaz de ensinar e servir de exemplo para sua comunidade. * Laurindo R. Gutierrez - Loja Regeneração 3ª - Londrina -Pr - Membro Correspondente da Loja Francisco Xavier Ferreira de pesquisas Maçônicas Consulta : internet e rituais do REAA. Página 6 Informativo CHICO DA BOTICA OJA Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas - Ano 8 Edição 059 - 30 Mar. 2012 - Rito Schröder, Esoterismo e Misticismo * Irmão Rui Jung Neto Se este trabalho fosse escrito há alguns anos, provavelmente diria simplesmente: "no Rito Schröder devemos nos ater apenas nos aspectos morais e humanitários, pois estes foram os que Schröder enfatizou em seu ritual". Hoje, depois de conviver e debater com Irmãos de outras Lojas e de outros Ritos procurando entender mais e melhor os Irmãos e a própria Fraternidade maçônica, creio ter atingido outro estágio de compreensão sobre o que é importante para cada um de nós e sobre o que cada maçom pode obter para si próprio dos ensinamentos dos rituais e das sessões maçônicas das quais participa. Se, ao ver o esquadro e o compasso armados, um Irmão perceber neles outros significados além dos expostos no ritual e, se estes significados não conflitarem com os ali expressos e, além disto, forem coerentes com o seu modo de pensar e com as suas crenças, ótimo, excelente! Afinal, por ser a Maçonaria essencialmente simbólica e filosófica, cada um pode e deve interpretar os símbolos para si próprio e encontrar neles os significados que mais lhe transmitam ensinamentos e lhe tragam conforto. Mas, sempre sem tentar impor aos demais Irmãos as suas crenças pessoais e, principalmente, sem querer introduzilas nas Lojas como se verdades universais fossem. Para entender a importância de nos mantermos fiéis aos ensinamentos puros de cada Rito precisamos considerar o que muito bem escreveu o Respeitabilíssimo Irm. Walnyr Goulart Jacques, ex-G.M. da M.R.G.L.M.E.R.G.S. e V.M. da Loja Maçônica de Estudos e Pesquisas “UNIVERSUM” N° 147, em seu trabalho “Usos” em Desuso e “Costumes” Desacostumados: “A autenticidade é a pureza de um sistema e deve ser preservada eternamente, para evitar a descaracterização da Instituição.” ... "O maçom, que por ingenuidade ou desconhecimento, tentar trazer hábitos profanos para dentro da Ordem estará deturpando os seus USOS E COSTUMES, que constituem as tradições, por serem elos fortes e respeitados, entre o passado e o presente por que passam de geração em geração. Faz-se mister que tratemos a respeito de alguns hábitos que deram origem ao que denominamos USOS E COSTUMES, a fim de que os Mestres mais novos compreendam as razões da sua existência e adquiram a consciência verdadeira, à altura da grandiosidade da Instituição. A expressão USO E COSTUME deve ser compreendida como uma regra antiga que faz parte da jurisprudência maçônica consuetudinária. Um hábito consagrado pelo tempo, mas com fundamento, e por essa razão reconhecido universalmente." ... ... "A Maçonaria é uma ciência e regula-se pelas leis naturais, como tal, todo procedimento “tem razão de ser"; qualquer mudança feita nos rituais, ou nas posturas maçônicas acarretará alterações funestas à Ordem, exatamente por ser ela uma ciência que jamais poderá ser mexida." ... Entendemos que o Irm. Walnyr, ao se referir a “qualquer mudança feita nos rituais, ou nas posturas maçônicas”, não se refere às eventuais correções realizadas nos rituais pelas Comissões devidamente nomeadas pelo Sereníssimo Grão-Mestre e homologadas pelas Assembleias Gerais, mas àquelas mudanças realizadas por Lojas ou Irmãos dos procedimentos originais de cada Rito e ao inteiro desabrigo da legislação maçônica. Estas mudanças, algumas verdadeiras invenções, outras trazidas de outros Ritos, não podem ser alegadas "usos e costumes da Loja" pois, como o Irmão. Walnyr também nos alerta, as Lojas não podem ter “usos e costumes”, quem os tem é a Maçonaria como um todo. Assim, esta alegação serve apenas como desculpa ou justificativa para a introdução de praticas que nada tem a ver com o Rito Schröder e, algumas, com a própria Maçonaria Universal. Assim, não podemos admitir que algumas Lojas adotem procedimentos, não só contrários à origem do Rito Schröder, mas profanos, pois também não encontram guarida nos demais Ritos reconhecidos, quer pela nossa Grande Loja, quer pela maioria dos Ritos das demais Potências Regulares. Isto decorre, na minha opinião, do desconhecimento de uma "regra de ouro", que vale para todos os Ritos: “o que não faz parte do Ritual não pertence ao Rito e não deve ser praticado em Loja”. Ah! Mas se foi o "fulano" quem disse ou escreveu? Se alguém disse ou escreveu e não está no ritual, então é a Página 7 Informativo CHICO DA BOTICA OJA Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas - Ano 8 Edição 059 - 30 Mar. 2012 - Cont. Rito Schröder, Esoterismo e Misticismo interpretação daquele autor e, tanto interpretação, como opinião, cada um pode ter a sua. Porém, por mais reconhecido que seja o autor, sua opinião não pode prevalecer ou alterar o que está nos rituais adotados pelas Lojas. Mas, e sobre o Rito Schröder ser ou não esotérico, vejamos a definição do termo: "do Grego esoterikós, peculiar aos de dentro; adjetivo, diz-se da doutrina que certas escolas filosóficas reservavam somente para os seus discípulos mais adiantados; obscuro; misterioso; secreto; estranho". Ora, não há como negar que a Maçonaria, em todos os seus ritos, é uma Fraternidade esotérica, na medida em que revela os seus ensinamentos somente aos seus membros e, ainda, em sucessivos sistemas de graus ou níveis de conhecimento progressivo. No meu entender, o que Schröder combatia não era o esoterismo definido acima, mas o misticismo, ou seja: "crença religiosa ou filosófica que admite comunicação oculta entre o homem e a divindade; devoção religiosa em elevado grau; vida contemplativa; tendência para acreditar no sobrenatural". E baseio minha afirmação, principalmente no trabalho “Origem e Fontes do Ritual Schröder”, de autoria do Irm. Hans Heinrich Solf, membro da Loja de Pesquisas "Quatuor Coronati", Nr. 2076, da Grande Loja Unida da Inglaterra, onde está documentado que o Rito Schröder surgiu na Alemanha, como fruto de um movimento que buscava: “Restaurar a verdadeira e antiga Maçonaria, como nos foi trazida pelos nossos antepassados e espalhada daqui por quase toda Alemanha, e que existiu em Hamburgo até a reforma de 1765”. Reforma esta que havia introduzido o “Rito da Estrita Observância Templária” que dominou a Maçonaria Alemã de 1765 até 1782. Neste período, as Lojas foram dominadas pelo misticismo, alquimia, Rosa-Cruzes e Iluminados da Baviera (“Illuminatti”), sendo que os últimos introduziram os “graus de cavalaria”, também chamados de "altos graus", importados da França, fazendo com que se perdessem os ensinamentos da Maçonaria dos “Três Graus de São João”, adotados pela Grande Loja de Londres de 1717 e, originalmente, introduzidos em Hamburgo em 1737. Esta constatação é reafirmada em duas citações que aparecem no prefácio do Ritual da Loja de Companheiro Maçom do Rito Schröder da M.R.G.L.M.E.R.G.S., sempre se referindo a situação da Maçonaria Alemã na época de Schröder: a) Citação original da edição de 1960 do Ritual Schröder da Loja ABSALOM, Nr. 1, do Or. de Hamburgo, Alemanha: “Diz Paul Brocker em sua obra “A crença nas Oficinas”: “O Ritual Schröder e a sua trajetória no mundo maçônico, encerram a triste caminhada em ziguezague, que as Lojas tiveram que percorrer através do labirinto dos altos e dos altíssimos graus, do charlatanismo e do embuste, da alquimia e da magia mística e as reconduziu para a trilha livre da cultura”. b) Trecho de uma carta referindo-se ao Ritual de Schröder, escrita em 1800 pelo Ven. Irmão Johann Gottfried Herder, poeta e filósofo alemão. O Irmão Herder foi amigo e um dos principais colaboradores de F. L. Schröder: “Com que beleza podemos agora colocar a alavanca nos picos da Humanidade, mantendo-nos fiéis ao Ritual, mas afastados de todas estas interpretações metafísicas e alegóricas.” Para ilustrar ainda mais, cito uma definição retirada do "Grande Dicionário Enciclopédico de Maçonaria", do Irm. Nicola Aslan, que traduz perfeitamente a noção que queremos transmitir: "Misticismo: de acordo com Mackey, é uma palavra aplicada na fraseologia religiosa para qualquer ponto de vista ou tendência que aspire a uma comunicação mais direta entre Deus e o homem. Os alemães tem duas palavras: “mystic” e “mysticismus”. A primeira tem sentido positivo e a segunda, negativo”. Uma frase do Freimaurer Lexicon, de Gaedicke, expressa o entendimento germânico: "Todo o homem deve ser um pouco místico, mas deve precaver-se contra o grosseiro misticismo". Com esta compreensão, podemos facilmente entender porque Schröder, vivendo no Século das Luzes, nascedouro dos conceitos do livre pensar e do homem assumindo o controle do seu próprio destino, combatia tenazmente as ordens místicas que se infiltraram na Maçonaria da Alemanha e, a juízo de Schröder e de outros tantos irmãos de elevado padrão cultural e Intelectual (Herder, Fessler, etc.), ofereciam "milagres e conhecimentos mágicos" aos crédulos de então, o que, infelizmente, ocorre ainda hoje. No entendimento de Schröder e de seus “Irmãos de confiança”, estas quimeras desvirtuavam o ideário maçônico e afastavam os Irmãos das verdadeiras finalidades da Fraternidade (vide o Ritual de Aprendiz Maçom do Rito Schröder): “Os Maçons formam uma Fraternidade difundida entre todos os povos, países e classes, cujo fim Informativo CHICO DA BOTICA Organização AUG :. RESP :. LOJ :. “FRANCISCO XAVIER FERREIRA DE PESQUISAS MAÇÔNICAS” JURISDICIONADA AO GORGS Página 8 - Ano 8 Edição 059 - 30 Mar. 2012 - >>> Informativo Virtual destaca . . . Março . . . . . . Retorno as atividades . . . Próxima reunião marcada para 14 de abril... Templo : Leonello Paulo Paludo Centro Templário - 3º andar Rua Aureliano de Figueiredo Pinto, 945 Dia da Oficina: 3º Sábado de cada mês Hora: 10:00 h Cont. Rito Schröder, Esoterismo e Misticismo consiste em promover o legítimo humanitarismo no espírito do verdadeiro amor fraterno, isto é, ajudar a implantar o domínio dos puros princípios morais em todos os círculos e empregar suas atividades em boas obras.” Finalmente, entendo que a sessão ritualística maçônica não é um acontecimento social ou místico, ela é a forma de transmissão de cerimônias, procedimentos e conhecimentos maçônicos, contidos nos rituais oficialmente adotados, que devem ser aprendidos, desenvolvidos e vivenciados em Loja e fora dela (na família, no trabalho, no clube, ou seja, no nosso dia-a-dia), lembrando sempre o que nos ensina o primeiro “Dever do Aprendiz”, conforme o Ritual de Aprendiz Maçom do Rito Schröder: “O Aprendiz deverá aprender a pensar e agir como Maçom”. * Irmão Rui Jung Neto, Ex-VM da Loja de Instrução e Restauração e ex-Presidente e membro da Gr Comissão de Liturgia do Rito Schröder da M R GL MERGS Ex-VM da C B A e R Loja S “CONCORDIA ET HUMANITAS”, N° 56 Membro da Loja Maçônica de Estudos e Pesquisas “UNIVERSUM” N° 147 – GLMERGS Membro Correspondente da Loja Francisco Xavier Ferreira de Pesquisa Maçônicas(Chico da Botica) - GORGS Membro do Colegiado Diretor do Colégio de Estudos do Rito Schröder – Florianópolis – SC. Or∴de Porto Alegre, julho de 2011 Bibliografia: “Usos” em Desuso e Costumes Desacostumados” - Respeitabilíssimo Irm. Walnyr Goulart Jacques, P.G.M. da MRGLMERGS Edições “Universum” N° 16, setembro de 2001. "Grande Dicionário Enciclopédico de Maçonaria" - Irm. Nicola Aslan - "A Trolha". "Origem e Fontes do Ritual Schröder" - Irm. Hans H. Solf da Loja "Quatuor Coronati" N° 2076, Grande Loja Unida da Inglaterra edição de 1979 – Tradução dos Veneráveis Irmãos Kurt Max Hauser (P.G.M.), Samuel Herbert Jones (M.I.), Antônio Gouveia Medeiros (P.G.M.) e Rui Jung Neto (M.I.). Rituais das Lojas de Aprendiz e Companheiro Maçom do Rito Schröder – MRGLMERGS. Boletins do Colégio de Estudos do Rito Schröder de Florianópolis - SC. NOTÍCIAS RAPIDINHAS DA CHICO 1. MEMBROS CORRESPONDENTES Informamos o cadastramento como Membros Correspondentes da Chico nossos IIr∴Carlos Roberto Castilhos dos Santos, residente no Oriente de Itajaí - SC e membro da Loja Ciência e Liberdade nº 63, filiada ao GOSC, e Ivo Leuck, residente no Oriente de São Leopoldo e membro da Loja Redempção III nº. 507, filiada ao GOB. Aproveitamos para saudar os Irmãos que chegam para abrilhantar nosso Quadro de Obreiros. 2. MEMBROS EFETIVOS - Filiação Teve início as atividades em 2012 da Loja Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas com a tradicional reunião do terceiro sábado de cada mês, dia 17 de março as 10:00 horas, no Templo: Leonello Paulo Paludo, Centro Templário - 3º andar, na Rua Aureliano de Figueiredo Pinto, 945, sob a presidência do VM Ir∴ JOÂO LAURO DESIDÉRIO ALVES. Além dos membros efetivos presentes, contamos com a presença dos IIr.·. NICOLAU BORGES LUTZ NETTO e PERI SILVEIRA, Membros Correspondentes e o Ir.·. visitante FÁBIO DE SANS LESSA DA ROSA, da Loja Phoenix nº 70 da GLMERGS. Na ocasião realizou-se a Filiação do Irmão CLEONIR BASSANI e o Irmão MILTON AMERICANO OCHOA, Orador, fez uso da palavra saudando o novo Membro Efetivo da Chico, bem como o Irmão ALMIR CASTILHOS DA SILVA, filiado no último dia 15 de fevereiro 3. PAUTA DA REUNIÃO - destaca-se: a) Irmão João Lauro, Venerável Mestre, colocou em pauta o tema sobre propostas de atividades que durante ano serão o objeto das festividades do 17º ano de fundação da Chico da Botica. Ficando pré-definida a proposta sobre o tema “drogas”, num engajamento com a comunidade e com uma palestra de encerramento a cargo de especialista a ser convidado para tal. b) O Irmão Perottoni trouxe uma série de cartas originais, com início em 1988 e 1991 encaminhadas pelo Irmão HERCULE SPOLADORE, primeiro Membro Correspondente da Chico, que foram trocadas com nosso saudoso Irmão VILMAR RODRIGUES DE MIRANDA, repletas de conhecimento e vibrações maçônicas e que agora farão parte do acervo da Loja; 4. PUBLICAÇÕES INFORMATIVO CHICO DA BOTICA Ir.·. Efetivos, Correspondentes e Colaboradores contatar: - Marco A. Perottoni - e-mail: [email protected] - Artêmio G. Hoffmann - e-mail: [email protected] Obs:textos publicados são de inteira responsabilidade dos autores