CONEP – UFSJ o Parecer N 002/2010 Aprovado em 24/02/2010 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI DEPARTAMENTO DE LETRAS, ARTES E CULTURA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL HABILITAÇÃO JORNALISMO São João del-Rei Setembro - 2009 SUMÁRIO Parte I – Histórico.................................................................................................................01 Parte II – Dados Preliminares..............................................................................................03 Parte III – Organização Didático-Pedagógica......................................................................05 1. Apresentação.................................................................................................................05 2. Justificativa.....................................................................................................................05 2.1. Demanda pelo Curso de Bacharelado em Comunicação Social...................................10 2.2. Integração entre Ensino e Pesquisa na Pós-graduação e graduação.......................................................................................................................11 3. Objetivos.........................................................................................................................12 3.1. Objetivo Geral.................................................................................................................12 3.2. Objetivos Específicos.....................................................................................................13 4. Perfil Egresso.................................................................................................................13 5. Número de vagas oferecidas em entrada anual............................................................14 6. As estratégias de Ensino-Aprendizagem.......................................................................15 7. Corpo Docente e Técnico..............................................................................................16 8. Apoio Institucional à Pesquisa.......................................................................................17 8.1. Orientação de trabalhos de Conclusão de Curso.........................................................17 9. Infra-Estrutura...............................................................................................................17 10. Matriz Curricular...........................................................................................................18 10.1. Relação das disciplinas e respectivas ementas e bibliografias.................................22 Anexos Anexo I – Demanda de contratação de docentes com formação específica em Comunicação Social – Habilitação Jornalismo.............................................................81 Anexo II – Livros para o Curso de Comunicação Social – Jornalismo.........................84 Anexo III – Laboratórios e Equipamentos para o Curso de Comunicação Social – habilitação Jornalismo.................................................................................................111 Anexo IV – Orientações para Oferta e Cadastro do curso de Comunicação Social – Habilitação Jornalismo.................................................................................................120 1 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL/JORNALISMO PARTE I. HISTÓRICO São João del-Rei é uma das poucas cidades não litorâneas do Brasil que soube preservar suas tradições, sua cultura, seu patrimônio e sua história em seus mais de 300 anos, desde sua fundação como Arraial. O povoamento iniciou-se no século XVII, quando Tomé Portes del-Rei recebeu permissão real para explorar a travessia do rio das Mortes, depois Porto Real da Passagem. Em 1704 foi fundado o Arraial do Rio das Mortes. No ano de 1713, o arraial tornou-se vila, batizada em homenagem a Dom João V, rei de Portugal e, nomeada sede da comarca do Rio das Mortes em 1714. Em 1838 foi elevada à categoria de cidade. A trajetória histórica da Universidade Federal de São João del-Rei – UFSJ – iniciou-se com a Fundação de Ensino Superior de São João del-Rei, FUNREI, implantada em 21 de abril de 1987, a partir da incorporação do patrimônio da Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras e da Fundação Municipal de Ensino Superior de São João del-Rei. Em 2002, a FUNREI foi então transformada em Universidade Federal de São João del-Rei, fato que resgatou antigo sonho de Tancredo Neves que, a exemplo dos Inconfidentes, desejava uma universidade na região. Em 2008, a Universidade Federal de São João del-Rei, UFSJ, ao completar 21 anos como instituição federal de ensino superior passa por um vertiginoso processo de expansão, que lhe permite a incorporação de mais alunos, professores e técnicos a uma cultura acadêmica comprometida com a transformação social. Como parte do programa EXPANDIR, de ampliação e interiorização do sistema público de ensino superior, a UFSJ criou novos cursos de graduação em dois novos campi, cinco na área tecnológica (Campus Alto Paraopeba) e quatro na área de Saúde (Campus Divinópolis). Para concretizar essa expansão, 269 novos professores e 112 técnicos administrativos serão contratados. Há ainda a 2 possibilidade de criação de dois novos cursos de graduação e um doutorado, em parceria com a Embrapa. Ainda neste período, a UFSJ implantou o curso de graduação em Música e mais quatro Programas de Mestrados, aprovados pela CAPES, nas áreas de História, Psicologia, Educação e Engenharia de Energia, que vieram se somar aos dois existentes: em Letras, área de concentração em Teoria e Literária e Crítica da Cultura, outro, multidisciplinar, em Física, Química e Neurociências. Uma nova onda de crescimento se anuncia em função da adesão da UFSJ ao REUNI - Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais -, que prevê a criação de onze novos cursos de graduação em São João del-Rei, entre os quais o que é objeto deste projeto, Comunicação Social, habilitação Jornalismo. Em razão do REUNI, a UFSJ receberá, a partir de 2008, 34 milhões de reais e l6 milhões de reais, por ano, para despesas de custeio. O programa possibilitará a contratação de mais 169 professores e 75 técnicos. Com os novos cursos, o número de alunos de graduação da UFSJ saltará de 3600 para 11500 estudantes. Nesse extraordinário processo de expansão, a UFSJ ainda poderá acentuar a condição de universidade que tem o maior percentual de cursos noturnos entre todas as públicas do país. Expressiva parcela dos alunos que ingressam na UFSJ é de trabalhadores e procedem de escolas públicas de ensino médio. Essa situação revela, portanto, um índice excepcional de inclusão social na UFSJ. Essa perspectiva altamente alentadora indica um quadro em que a extensão universitária, articulada com o ensino e a pesquisa, leva cultura e conhecimento à comunidade das Vertentes de várias maneiras, seja por intermédio da valorização de manifestações culturais típicas e nascentes, seja por meio do incentivo ao cooperativismo entre trabalhadores e artesãos ou pela interação com o ensino fundamental e médio da rede pública. Desenvolvimento que reflete a preocupação da Universidade Federal de São João del-Rei em responder as expectativas no campo da formação de profissionais de excelência, qualificados ao mercado de trabalho. A UFSJ vem se consolidando ao longo de seus 21 anos de existência por oferecer um ensino de graduação de qualidade, capaz de contribuir para os processos de evolução econômica, cultural e social de uma vasta região do Estado de Minas Gerais. 3 Este impacto positivo pode ser aferido pela contribuição dos 24 cursos de graduação que oferece, em seus cinco campi: Campus Santo Antônio, Campus Dom Bosco e Campus Tancredo Neves Campus Alto Paraopeba Campus Divinópolis Campus Sete Lagoas (em implantação) A UFSJ conta, ainda, com um Centro Cultural, espaço de exposições de arte em geral dois auditórios multimidiático, para cinema e vídeo. Há, ainda, três teatros e dois anfiteatros com possibilidades de abrigar estúdios multimeios. A preocupação com a qualidade e a renovação do ensino são constantes na Universidade Federal de São João del-Rei. Para alcançar esses objetivos, a UFSJ possui uma estrutura acadêmica consolidada, profissionais e pesquisadores de nível superior com títulos de especialização, mestrado e doutorado, ótimas instalações, modernos laboratórios e um minucioso Planejamento Universitário. Tudo isso porque o compromisso da UFSJ, entre outros, é com a qualidade universitária. Neste período, criou e vem mantendo regular a publicação da revista científica Vertentes, ISSN 0104-8473, hoje em seu número 30, além de outras revistas eletrônicas, jornais e livros publicados pela UFSJ. Parte II – Dados Preliminares 1. Identificação do curso: Bacharelado em Comunicação Social - Habilitação Jornalismo 2. Local de funcionamento: Campus Tancredo Neves - São João del-Rei 3. Regime escolar: Regime semestral, com 18 semanas de aula por semestre. 4. Prazo de integralização curricular: 11 Semestres (Máximo) 7 semestres (mínimo) 4 5. Turno de funcionamento: Noturno 6. Número de vagas: 50 anuais 7. Dimensão das turmas: Em média, 50 alunos por turma, mas o número pode variar conforme a natureza das atividades de uma determinada disciplina- teórica ou prática. 8. Dados sobre o corpo docente (inclusive os docentes a serem contratados): nome completo, titulação, regime de trabalho, nome da unidade curricular/disciplina ministradas, período, departamento responsável; (Anexo 1) 9. Quadro com perspectiva do número de docentes a contratar por ano; (Anexo 1) 10. Professor responsável pela implantação do curso: Prof. Guilherme Jorge de Rezende 10.1. Qualificação: Doutorado 10.2 . Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva 11. Biblioteca – informações sobre o acervo (Anexo 2) 12. Espaço físico e equipamentos necessários (Anexo 3) 13. Planejamento econômico-financeiro para implantação – O orçamento para implantação do curso conta com os recursos que a UFSJ receberá, mediante o convênio assinado com MEC-SESU relativo à aprovação de seus projetos de adesão ao REUNI. Os custos com a infra-estrutura constam dos anexos deste Projeto. Parte III –Organização Didático-Pedagógica Projeto Pedagógico do Curso (PPC) 1. APRESENTAÇÃO O Projeto Pedagógico do Curso de Comunicação Social-Habilitação Jornalismo atende: 5 à Lei de Diretrizes e Bases, homologada em dezembro de 1996; aos Parâmetros Curriculares do Curso; aos artigos 66 e 67 do regimento geral da ufsj; à Resolução Nº 011/2002 de 30 de setembro de 2002, do Conselho Deliberativo Superior da Universidade Federal de São João del-Rei – que estabelece a política dos cursos de graduação na UFSJ; à Resolução CNE/CS16, de 13 de Março de 2002, que estabelece as Diretrizes Curriculares para a área de Comunicação Social e suas habilitações; à Resolução Nº 001/2003, de 15 de janeiro de 2003, do Conselho Acadêmico da Universidade Federal de São João del-Rei, que estabelece as diretrizes curriculares na UFSJ; à resolução CNE/CES nº 2, de 18 de junho de 2007, que estabelece uma carga horária mínima de 2700 horas para o bacharelado em Comunicação Social, a ser adotado rigorosamente, conforme orientações definidas pelo REUNI. 2. JUSTIFICATIVA A criação da habilitação em Jornalismo do curso de graduação em Comunicação Social, da Universidade Federal de São João del-Rei - UFSJ ocorre em um momento em que a Instituição se encontra contextualmente preparada e acolhedora para investir na formação do jornalista profissional. Os longos anos de investimento no ensino de graduação em várias áreas do conhecimento, sua aplicação nas atividades de extensão em nível de especialização e o número de professores já titulados e em titulação mostram seu preparo para mais um passo importante. Identificando agora a necessidade de ampliar seu espaço na participação da pesquisa acadêmica, a Instituição se propõe a formar profissionais em nível de bacharelado. O curso de Bacharelado em Comunicação Social está sendo proposto pelo Departamento de Letras, Artes e Cultura, que, em conjunto com a Coordenadoria do Curso de Comunicação Social - Habilitação Jornalismo se responsabilizará pelo cumprimento dos objetivos do curso delineados neste projeto e no Regimento Geral da instituição. 6 No mundo contemporâneo caracterizado pelo desenvolvimento tecnológico, que encurta distâncias, transpondo fronteiras físicas e culturais, o processo de Comunicação inerente ao ser humano enfrenta o desafio da interpretação e a busca de respostas mais rápidas às leituras e exigências desse ambiente mutável. Nesse sentido, o jornalista deve ter sua formação embasada em uma filosofia de maior desenvolvimento das habilidades em análise crítica, pró-atividade na busca de soluções criativas, proposição e elaboração de modelos de solução de problemas reais e ética profissional. Deve-se ressaltar que a UFSJ desenvolve, há algum tempo, esforços para manter em bom nível de qualidade de ensino os seus cursos de graduação e extensão. Pode-se dizer que se encontra dentro de uma perspectiva evolutiva, destacando-se pelo fato de ser pioneira em São João del-Rei na sustentação de que os alunos para obterem o título de bacharel façam uma apresentação pública de iniciação científica diante de uma banca. As atividades de desenvolvimento dos projetos laboratoriais e/ou monografia têm o acompanhamento de orientação de professor, devidamente credenciado pelo colegiado de curso da Instituição. O bacharelado estrutura-se a partir de uma linha central que expressa a compreensão de temas multidisciplinares de conhecimento encontrando ressonância no perfil da Instituição. Os vários cursos de graduação oferecidos têm amplo domínio conexo de conhecimento, tais como: Administração, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Educação Física, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Filosofia, Física, História, Pedagogia, Química, Letras, Matemática, Psicologia. A habilitação em Jornalismo apóia-se em uma base multi e interdisciplinar de interesse em estabelecer conexão com as várias habilitações das áreas de Ciências Sociais, Ciências Humanas e Letras e Artes abrangendo, inicialmente, uma linha de estudos relacionada com os temas afins, tanto correspondentes à experiência de estudos desenvolvidos no curso de Letras, História, Filosofia, Pedagogia e Psicologia da UFSJ como, também, na busca de novos focos de concentração e aprofundamento de conhecimento. A habilitação em Jornalismo propõe-se a formar profissionais para atuarem tanto no setor público como no privado, com ética, competência e consciência dos valores culturais e sociais que a profissão de jornalismo requer. Procurará atender às necessidades de uma sociedade em mudança através de sólida formação 7 embasada no compromisso de dotar o profissional jornalista de uma consciência multidisciplinar, dentro dos padrões éticos que devem permear uma sociedade moderna. Principalmente, no caso de São João del-Rei, destacamos a riqueza cultural material ou física e imaterial a serem divulgadas e socializadas pelos profissionais capacitados. Por exemplo, a religiosidade, o patrimônio arquitetônico, os projetos turísticos da Estrada Real e da Trilha dos Inconfidentes, o Festival de Inverno Cultural, a extraordinária linguagem dos sinos, as orquestras e a música sacra e barroca, as lendas e segredos, o rico artesanato regional, as manifestações folclóricas e a privilegiada localização geográfica. A Biblioteca Municipal foi a primeira do estado de Minas e abriga um acervo de obras raras, jornais, livros e registros cartoriais. Há que se ressaltar os museus Regional, o de Arte Sacra, o de Estanho, o Bárbara Heliodora e o Ferroviário com suas lendárias marias-fumaças que ainda hoje circulam pelos 14 quilômetros de trilhos entre São João del-Rei e Tiradentes. A cultura imaterial está marcada pela forte religiosidade acentuada pelo culto às tradições que desenvolveram em São João del-Rei maneiras especiais de praticar ritos católicos, criando liturgias que só existem na cidade, especialmente na Semana Santa: A Via Sacra no período da Quaresma, com cortejo pelas ruas com paradas nos “passinhos”, pequenas capelas, onde os celebrantes rezam e as orquestras e coro executam “motetos” contados em latim alusivos ao sofrimento de Cristo. Na quarta-feira, o Ofício das trevas, que consiste em leituras cantadas de antífonas, salmos e textos relativos à paixão e morte de Cristo, com a participação do clero, da Irmandade do Santíssimo Sacramento, coroinhas e Orquestra e Coral da Ribeiro Bastos. Na sexta-feira, o descendimento da Cruz e a procissão do enterro, com a representação das grandes personagens do antigo e do novo testamento caracterizadas por pessoas da comunidade; Rasouras, alternativa à procissão, consiste em caminhar ao redor da Igreja ou Capela com a imagem e o mesmo ritual de orações. 8 A arquitetura são-joanense resulta de uma mescla de estilos iniciada com o barroco mineiro em que o núcleo histórico permanece preservado e convive em harmonia com as construções ecléticas do século XIX e a moderna arquitetura do século XX. Charme que atraiu a atenção dos modernistas brasileiros que, após visitarem a cidade, a pintaram e descreveram apenas dois anos depois da Semana de Arte de 22. Do acervo arquitetônico destacam-se os sobrados coloniais, as pontes de pedra e as igrejas desde as capelas mais simples as majestosas construções de ordens terceiras, dentre elas, São Francisco de Assis, Nossa Senhora do Pilar, Nossa Senhora do Carmo, Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora das Mercês. O projeto turístico da Estrada Real reconstitui a rota de escoamento do ouro e do diamante das minas gerais ligando Minas Gerais à Corte e a rota dos bandeirantes. São João del-Rei, mais 15 municípios compõem a Trilha dos Inconfidentes. Um circuito percorrido por trilhas e recantos fortemente marcado pela história, culinária, artesanato, música, poesia e por paisagens mineiras das mais deslumbrantes. Em todo o percurso festas religiosas coexistem com festejos profanos. O Festival de Inverno Cultural reúne talentos nacionais e internacionais com as formas mais tradicionais da cultura local e a arte produzidas na cidade, mesclando modernidade e tradição. A extraordinária linguagem dos sinos – Em São João del-Rei os sinos falam. Uma linguagem distinta, rica de acordes e harmonias significantes. Os toques e dobles codificados tornaram-se uma espécie de veículo de comunicação transmitindo mensagens de interesse da população e dos fiéis. Essa linguagem sonora foi herdada dos colonizadores portugueses e das tradições do Vaticano. Essa manifestação está em processo de tombamento como bem imaterial no Instituto Histórico e Artístico Nacional. Parte integrante dos rituais católicos a música sacra traça os contornos que ambientam as festas religiosas através de duas orquestras bicentenárias, dentre as mais antigas em atividade constante, a Lira San-joanense, fundada em 1776 e a Ribeiro Bastos de 1790. A cidade abriga, ainda, um conservatório de música 9 estadual - com mais de dois mil alunos e a Sinfônica, espaço de conciliação entre os artistas das duas orquestras rivais. São João del-Rei produziu um grande número de autores de música barroca e religiosa desde o século XVIII, ainda hoje executadas nas festas religiosas da cidade. Além disso, há ainda as bandas que dão o toque profano às comemorações, com músicas alegres nas praças públicas. As lendas e segredos são preservadas e cultivadas em São João del-Rei, herdadas e modificadas pelas diversas versões através dos tempos, recontando amores e medos, superstições e fantasmas do passado. A Folia de Reis e os Congados, Pastorinhas e Moçambique estão entre as manifestações folclóricas. O rico artesanato regional é variado de esculturas e utensílios em estanho, como também de confecções em tecidos. Desde 1827, quando começaram a circular seus dois primeiros jornais, Astro de Minas e O amigo da Verdade São João del-Rei abrigou mais de 150 órgãos de comunicação. Ao comemorar 181 anos, a Biblioteca Municipal Baptista Caetano de Almeida, de São João del-Rei, primeira biblioteca pública de Minas Gerais, vai disponibilizar o acesso ao acervo de jornais são-joanenses que circularam no período de 1829 a 1938. São mais de 18 mil fotos digitalizadas de 45 periódicos, acessíveis em microfilmes e base de dados na Internet. A consulta à base de dados já pode ser feita http://www.dibib.ufsj.edu.br/bibliotecapublicasjdr/, através pelos do seguintes endereço itens de informação: ano da edição, nomes do proprietário e do redator-chefe, título dos periódicos, periodicidade, temática principal, data da edição, notas relativas ao conteúdo e palavras-chave. A preservação desse acervo, que reúne exemplares e até coleções completas de periódicos de uma ampla diversidade cultural, do humorístico ao político e do escolar ao religioso, foi possível graças ao projeto integrado da direção da Biblioteca Municipal e da Universidade Federal de São João del-ReiUFSJ, com apoio integral da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais-FAPEMIG. Material tão especial deverá ser objeto de inúmeros projetos de pesquisa acerca de distintos temas referentes à História do Jornalismo em São João del-Rei. Além desse acervo, as iniciativas de pesquisa poderão dirigir-se também aos 10 meios radiofônicos existentes na cidade, particularmente a tradicional Rádio São João, que completou, em 2007, 60 anos de funcionamento. Nos últimos 50 anos o jornalismo são-joanense apresentou uma singularidade: os jornais de formato mural, do qual o jornal do poste se tornou um paradigma, objeto de pesquisa em várias universidades. Consta do Plano de Desenvolvimento Institucional da UFSJ, para os próximos anos, a implantação da Rádio Universitária, que poderá servir como campo de estágio e experimentação na área do Radiojornalismo. Outra criação que se anuncia é a da Editora Universitária, a constituir-se em valioso instrumento de divulgação científica de toda a UFSJ, com a qual o Curso de Comunicação poderá estabelecer um programa de ações cooperativas. 2.1. Demanda pelo curso de bacharelado em Comunicação Social. A demanda pelo Bacharelado em Comunicação Social, em São João del-Rei e microrregião pode ser considerada alta por vários motivos. Existe alta demanda na região e em centros não muito distantes por pessoal qualificado nesta área do conhecimento. A habilitação em Jornalismo buscar atender parte dessa demanda e contemplar, também, outras especializações temáticas relevantes a serem desenvolvidas. É oportuna a criação do curso de Comunicação Social, porque nenhuma instituição de Ensino Superior da região possui bacharelado nessa área. Nos próximos anos, a UFSJ poderá criar outras habilitações do bacharelado, aproveitando-se do Núcleo Comum de unidades curriculares. A implantação de novas habilitações do poderá justificar-se também pela privilegiada posição geográfica da cidade, localizada a 184 km de Belo Horizonte, a 320 do Rio de Janeiro e 473 de São Paulo, através de rodovias. Não existem cursos de Jornalismo nas cidades vizinhas de Lavras, Barbacena, e nas estâncias hidrominerais de Caxambu, São Lourenço e de importantes cidades históricas: Congonhas do Campo, Ouro Preto, Diamantina, Sabará, Santa Bárbara, Catas Altas, Caetés, Itabira e Tiradentes, entre outras. Há cerca de 10 jornais em São João del-Rei, cinco emissoras de rádio, uma de televisão, fora as outras cidades. 11 Existe uma grande necessidade de profissionais qualificados para atuar no mercado cada vez mais exigente quanto aos conhecimentos humanistas, e de conhecimentos técnicos específicos nesta era digital, com título de jornalista profissional para trabalhar nas diversas empresas existentes na região, exercendo a profissão com ética e conhecimento das características históricoculturais da região. A habilitação com foco em Jornalismo especializado, principalmente jornalismo cultural, responde aos interesses crescentes de empresas no mercado, tanto na área pública quanto na privada. Essa demanda, inclusive, estende-se a inúmeras regiões do país. O tema multidisciplinar para a formação de jornalistas culturais poderá atrair candidatos das diversas áreas do conhecimento, em vários âmbitos, não apenas em empresas jornalísticas, mas em instituições as mais heterogêneas. 2.2. Integração entre Ensino e Pesquisa na Pós-graduação e Graduação A missão universitária da UFSJ expressa a consciência natural da indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão. As interfaces entre disciplinas dos cursos de licenciatura e bacharelado em Letras, e mesmo do Mestrado em Letras estão em conteúdos específicos de: Teoria da Comunicação, Linguagem Jornalística, Discurso Televisivo, Práticas Discursivas e Radiojornalísticas e Elementos da Comunicação Midiática, Cinema e outras. Esses encontros multidisciplinares descrevem fatos, prescrevem ações, inovam, apresentando descobertas que constroem a pirâmide do saber humano na ciência e nas artes. O conhecimento resultante da investigação, na busca constante do amadurecimento, compreensão dos fenômenos do mundo real e também do imaginário concebido, repassado ao ensino de pós-graduação e graduação através de suas várias formas de expressão, resulta no crescimento humano e profissional do corpo discente, docente e da comunidade social como um todo. O conhecimento da extensão advinda do fazer, das atividades pragmáticas e heurísticas revela-se rico em sua aplicabilidade na solução de problemas da sociedade e na aprendizagem organizacional e interativa. O corpo discente 12 necessita desse conhecimento para complementar e dar respostas às demandas desse saber no processo de Comunicação. Esses conhecimentos se integram para o crescimento de aprendizagem e melhoria da capacidade de análise e interpretação dos fenômenos organizacionais resultando em benefícios tanto para a graduação quanto para a pós-graduação. A ausência de um desses níveis impede uma visão abrangente, analítica e consistente dos fenômenos e fatos sociais acarretando perdas de possibilidade de se dar respostas à altura das complexidades do mundo atual. 3. OBJETIVOS 3.1. Objetivo Geral O curso de Comunicação Social da UFSJ tem como objetivo central desenvolver a reflexão e investigação dos processos de comunicação e de suas transformações, diante das mudanças que as novas tecnologias de informação e de representação introduzem nas culturas e nas sociedades contemporâneas. Destina-se a atender a demanda por recursos humanos altamente qualificados nos setores privado e público, que além de desenvolverem uma visão crítica e analítica, também, respondam às exigências de um mercado competitivo e de uma sociedade em desenvolvimento. Objetiva contribuir com a formação profissional e a preservação da memória cultural, histórica e social da região, refletir sobre as diversas teorias da comunicação e suas interfaces com outras áreas do conhecimento, além de analisar os processos comunicacionais com abordagens nas novas mídias e nas tecnologias de informação e de comunicação. 3.2. Objetivos Específicos Compreender e analisar processos comunicacionais, por meio de teorias e práticas em âmbitos globais, e estudar a comunicação como meios e mediações direcionados ao atendimento dos múltiplos horizontes de expectativas das sociedades contemporâneas; 13 Contribuir para a formação de recursos humanos com postura ética e participativa que obtenham o máximo da técnica de produção e de transmissão da mensagem, seja informativa, institucional ou comercial; Analisar e compreender os avanços das novas mídias e sua influência em relação às mídias tradicionais, expressas em termos de veículos de comunicação de massa. Aprofundar o estudo e a interpretação do desenvolvimento das novas tecnologias de comunicação e informação com base na revalorização histórica, social e cultural; Pesquisar e compreender os processos e as estratégias de comunicação social nos grupos, e demais organizações, públicas e privadas; Estudar a tecnologia como vetor de transformação social, geradora de novas articulações na sociedade. Formar profissionais graduados competentes a colaborar com a Associação de Cidades Históricas, que agrega cerca de 20 cidades e à demanda de projetos culturais como Estrada Real e a Trilha dos Inconfidentes, nichos carentes de profissionais especializados. 4. PERFIL DO EGRESSO O perfil do egresso, descrito na legislação que fixa diretrizes curriculares para todas as habilitações desse bacharelado, representa uma garantia da manutenção da identidade do Curso de Comunicação Social na UFSJ. São características desse perfil: 1. a capacidade de criação, produção, distribuição, recepção, e análise crítica referentes às mídias, às práticas profissionais e sociais relacionadas com estas, e a suas inserções culturais, políticas e econômicas; 2. a habilidade em refletir a variedade e mutabilidade de demandas sociais e profissionais na área, adequando-se à complexidade e velocidade do mundo contemporâneo; 3. a visão integradora e horizontalizada - genérica e ao mesmo tempo especializada de seu campo de trabalho possibilitando o entendimento da dinâmica das diversas modalidades comunicacionais e das suas relações com os processos sociais que as originam e que destas decorrem. 14 4. a utilização crítica do instrumental teórico-prático oferecido pelo curso, sendo portanto competente para posicionar-se de um ponto de vista éticopolítico sobre o exercício do poder na comunicação, sobre os constrangimentos a que a comunicação pode ser submetida, sobre as repercussões sociais que enseja e ainda sobre as necessidades da sociedade contemporânea em relação à comunicação social. Para corresponder plenamente ao que se espera de um formando da habilitação em jornalismo, o egresso deve demonstrar as seguintes aptidões: 1. produção de informações relacionadas a fatos, circunstâncias e contextos; 2. exercício da objetividade na apuração, interpretação, registro e divulgação dos fatos; 3. exercício da tradução e disseminação de informações de modo a qualificar o senso comum; 4. exercício das relações com outras áreas sociais, culturais e econômicas com as quais o jornalismo faz interface. 5. NÚMERO DE VAGAS OFERECIDAS PARA A ENTRADA ANUAL O número de vagas para o curso de Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, será de 50 vagas em entrada anual, horário noturno. 6. AS ESTRATÉGIAS DE ENSINO/APRENDIZAGEM O Currículo do Curso de Comunicação Social - Habilitação Jornalismo constitui-se de 40 disciplinas, perfazendo um total de 2900 horas aula. O curso é estruturado em 8 semestres de 18 semanas. As disciplinas referem-se ao estudo dos processos básicos da comunicação, à formação teórica fundamental e às atividades práticas e de conclusão do curso. A proposta pedagógica do curso fundamenta-se nos seguintes princípios. O currículo do Curso está estruturado em unidades semestrais. Procura abranger uma seqüência de disciplinas e atividades ordenadas por matrículas semestrais em uma seriação aconselhada. Todas as unidades curriculares são obrigatórias. 15 Baseado no que estabelece a Portaria Nº 4059/2004, do Ministério da Educação, até 20 por cento da carga horárias das unidades curriculares poderão ser utilizados em atividades semi-presenciais: “...quaisquer atividades didáticas, módulos ou unidades de ensino-aprendizagem e com a mediação de recursos didáticos organizados em diferentes suportes de informação centrados na autoaprendizagem e com a mediação de recursos didáticos de comunicação remota” (Art. 1º da Portaria mencionada acima) O 8º semestre é destinado à elaboração de Projetos Experimentais que compreendem a produção de trabalhos relacionados com a Habilitação em Jornalismo. Esta unidade curricular- Projeto Experimental- integra também o conjunto de práticas de formação. A matriz curricular não prevê a relação de pré ou co-requisitos entre as unidades curriculares. A estruturação do Currículo enfatiza a especialização individual em jornalismo cultural, campo da profissão de Jornalismo que necessita de profissionais preparados para o mercado de trabalho. oferta de unidades curriculares das áreas de Lingüística e das Ciências Humanas, como conteúdo básico em humanidades, que garantam conhecimentos gerais sobre o campo da Comunicação e do papel social do jornalista; oferta de disciplinas técnicas iniciais que vão agregando conhecimentos e o domínio de técnicas específicas nos vários ramos do Jornalismo; conjunto de disciplinas obrigatórias destinadas a avaliar, examinar e discutir, sob ponto de vista crítico, as várias formas do Jornalismo e os seus diversos meios de difusão– impressos, rádio, televisão, Internet; realização de Oficinas de Jornalismo – impresso, rádio, televisão e on line – para o exercício prático do Jornalismo, em laboratórios da própria UFSJ, que tenham produtos similares aos do mercado ou no próprio mercado; Tópicos Variáveis, sob a forma de seminários, projetos de pesquisas ou estudos específicos, para discutir temas de interesse do Jornalismo, permitindo maior flexibilização do percurso acadêmico pela ampliação do leque de atividades oferecidas ao estudante e do quadro de oferta de disciplinas do professor; Projetos de Extensão voltados para o desenvolvimento de trabalhos junto à sociedade, sobretudo, produtos jornalísticos, em suas várias formas, especialmente para comunidades que não possuem infra-estrutura ou capacidade para realizá-los. 16 Programas de intercâmbio com empresas, entidades e instituições, através dos quais professores e alunos do Jornalismo possam prestar serviços ou consultoria em suas sedes, como contrapartida à participação de profissionais dessas organizações nos cursos de Jornalismo, como professores convidados, orientadores de projetos e outros mecanismos. A grade curricular prevê ainda mais 200 (duzentas) horas, não presenciais, para aprimoramento da formação profissional, que o aluno deverá cumprir ao longo do curso, a título de Atividades Complementares, a serem regulamentadas pelo Colegiado de Curso. 7. CORPO DOCENTE E TÉCNICO As necessidades de formação básica e técnico-profissional serão atendidas por um corpo docente especialmente recrutado mediante concurso público, conforme previsões apresentadas no Programa do REUNI da UFSJ, devidamente aprovado pela SESU/MEC. Abaixo, estão relacionados os professores por departamentos e respectivas disciplinas. A não ser em casos excepcionais, quando de fato não se encontrar profissionais com a titulação desejada, os professores do curso, especialmente os de formação específica na área de Comunicação SocialHabilitação Jornalismo, deverão ser doutores com regime de trabalho em Dedicação Exclusiva e com aptidão para integrarem o Programa de Pós- graduação em Letras- Crítica da Cultura ou outros, próprios do campo da Teoria da Comunicação/Jornalismo. 8. APOIO INSTITUCIONAL À PESQUISA Os professores buscarão desenvolver atividades de pesquisa e extensão que respondam às necessidades de nossa sociedade.Haverá busca de apoio aos órgãos de financiamento e fomento à pesquisa -FAPEMIG, CAPES, CNPq e Fineptanto para apoio material como financiamento de bolsas de estudo. A produção científica será apresentada, além de outras formas de expressão das ciências e das artes através de:Trabalhos de Conclusão de Curso – TCC: monografias, produtos laboratoriais ou livros reportagens; publicações de artigos e reportagens em jornal-laboratório; produção e edição de programas jornalísticos 17 em rádio, televisão e webjornalismo; seminários; trabalhos apresentados em reuniões científicas e eventos (congressos). 8.1. Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) O Professor orientador de Trabalho de Conclusão de Curso deverá acompanhar e avaliar com regularidade as etapas do projeto e o desenvolvimento da monografia ou livro reportagem até a sua efetiva apresentação. O orientador será indicado pela Coordenação do Curso segundo a especificação e afinidades do professor com o tema e a produção escolhidos pelos alunos do curso. O controle do andamento será por meio de reuniões periódicas do estudante com o Professor orientador e com apresentação de um relatório trimestral, descrevendo as etapas realizadas no período em questão, assinado pelo orientador e orientando. 9. INFRA-ESTRUTURA Toda a infra-estrutura física que vai abrigar o Curso de Comunicação Social – Habilitação Jornalismo - ocupará um prédio a ser construído, a partir do segundo semestre de 2008, no Campus Tancredo Neves, em São João del-Rei. Esse prédio terá, além das dependências administrativas e gabinetes de convencionais, Laboratórios de Redação professores, salas de aula e Planejamento Gráfico, de Fotografia/Fotojornalismo, de Rádio/Radiojornalismo, de Televisão e Telejornalismo, equipados com os recursos necessários às atividades teóricas e práticas do curso. O corpo docente e discente do curso disporá também de outros serviços essenciais às atividades de ensino, pesquisa e extensão: Biblioteca, Anfiteatro, instalações para lazer, cultura e práticas desportivas comuns aos demais cursos que funcionarão no Campus Tancredo Neves. No decorrer do curso, a UFSJ buscará acompanhar as necessidades evolutivas do curso com os demais equipamentos e materiais exigidos pela especificidade das práticas e estudos específicos. Inclusive, para isso, investirá em parcerias com empresas midiáticas e instituições públicas e privadas, para realização de programas de estágio e de extensão universitária. 10. MATRIZ CURRICULAR 18 A Matriz Curricular compõe-se de um conjunto de unidades curriculares voltadas para a capacitação no aluno em Competências e Habilidades próprias do curso de Comunicação Social e específicas da Habilitação em Jornalismo. São competências e habilidades gerais do Curso: 1. assimilar criticamente conceitos que permitam a apreensão de teorias; 2. usar tais conceitos e teorias em análises críticas da realidade; 3. posicionar-se de modo ético-político; 4. dominar as linguagens habitualmente usadas nos processos de comunicação, nas dimensões de criação, de produção, de interpretação e da técnica; 5. experimentar e inovar no uso destas linguagens; 6. refletir criticamente sobre as práticas profissionais no campo da Comunicação; 7. ter competência no uso da língua nacional para escrita e interpretação de textos gerais e especializados na área. A essas competências e habilidades, somam-se outras a serem desenvolvidas pelas unidades curriculares específicas da habilitação em Jornalismo: 1. registrar fatos jornalísticos, apurando, interpretando, editando e transformando-os em notícias e reportagens; 2. interpretar, explicar e contextualizar informações; 3. investigar informações, produzir textos e mensagens jornalísticas com clareza e correção e editá-los em espaço e período de tempo limitados; 4. formular pautas e planejar coberturas jornalísticas; 5. formular questões e conduzir entrevistas; 6. relacionar-se com fontes de informação de qualquer natureza; 7. trabalhar em equipe com profissionais da área; 8. compreender e saber sistematizar e organizar os processos de produção jornalística; 9. desenvolver, planejar, propor, executar e avaliar projetos na área de comunicação jornalística; 10. avaliar criticamente produtos, práticas e empreendimentos jornalísticos; 11. compreender os processos envolvidos na recepção de mensagens jornalísticas e seus impactos sobre os diversos setores da sociedade; 12. buscar a verdade jornalística, com postura ética e compromisso com a cidadania; 13. dominar a língua nacional e as estruturas narrativas e expositivas aplicáveis às mensagens jornalísticas, abrangendo-se leitura, compreensão, interpretação e redação; 19 14. dominar a linguagem jornalística apropriada aos diferentes meios e modalidades tecnológicas de comunicação; A matriz curricular norteia-se pela seqüência de unidades e atividades, com as correspondentes cargas horárias. 1º SEMESTRE Antropologia Cultural C/H CURSO 72 DEPTO. RESP. DECIS Teorias da Comunicação 72 DELAC(Jornalismo) Metodologia da Pesquisa 36 DELAC(Jornalismo) Ciências da Linguagem 72 DELAC(Letras) Narrativas Jornalísticas 72 DELAC(Jornalismo) História da Arte 36 DECIS(Jornalismo) Total 2 º SEMESTRE Linguagem Fotográfica 360 C/H CURSO 36 DEPTO. RESP. DELAC(Jornalismo) Cultura Brasileira 72 DECIS Sociologia Geral e da Comunicação 72 DECIS Teorias do Jornalismo 36 DELAC(Jornalismo) Planejamento Visual-Gráfico 36 DELAC(Jornalismo) História do Jornalismo 72 Técnicas Jornalísticas Total 3 º SEMESTRE Filosofia Geral e da Comunicação DELAC(Jornalismo) 36 DELAC(Jornalismo) 360 720 C/H CURSO 72 DEPTO. RESP. DFIME Tópico Variável em Práticas Discursivas 36 DELAC(Letras) Fotojornalismo 36 DELAC(Jornalismo) Tópico Variável em Jorn. Especializado 72 DELAC (Jornalismo) Teorias do Radiojornalismo 72 DELAC(Jornalismo) Oficina de Jornalismo Impresso 72 DELAC(Jornalismo) Total 360 1080 4 º SEMESTRE Psicologia Geral e da Comunicação C/H CURSO 72 DEPTO. RESP. DPSIC 20 Teorias do Telejornalismo 72 DELAC(Jornalismo) Ética e Legislação em Jornalismo 36 DELAC (Jornalismo) Oficina de Radiojornalismo 72 DELAC(Jornalismo) Tópico Variável em Jorn. Especializado 72 DELAC(Jornalismo) Total 5º SEMESTRE Comunicação Organizacional 324 C/H CURSO 72 1404 DEPTO. RESP. DELAC(Jornalismo) Oficina de Telejornalismo 72 DELAC(Jornalismo) Jornalismo On-line 72 DELAC(Jornalismo) Tópico Variável em Jorn. Especializado 72 DELAC(Jornalismo) Educomunicação 36 DELAC(Jornalismo) Total 324 1728 6 º SEMESTRE C/H CURSO DEPTO. RESP. Documentário para TV 72 DELAC(Jornalismo) Oficina de Jornalismo On-line 72 DELAC(Jornalismo) Assessoria de Imprensa 72 DELAC(Jornalismo) Comunicação Comparada 72 DELAC(Jornalismo) Tópico Variável em Comunic. Regional 36 DELAC(Jornalismo) Total 7º SEMESTRE 324 2052 C/H CURSO DEPTO. RESP. Reportagens Especiais p/ Jorn.Impresso 72 DELAC(Jornalismo) Introdução ao Projeto Experimental 36 DELAC(Jornalismo) Gestão de Empresas de Comunicação 72 DELAC(Jornalismo) Análise Crítica da Mídia 72 DELAC(Jornalismo) Tópico Variável em Com. e Cultura 72 DELAC(Jornalismo) TOTAL 8º SEMESTRE Projeto Experimental em Jornalismo 324 2376 C/H CURSO 324 Atividades Complementares 200 Total da carga horária do curso 2900 DEPTO. RESP. DELAC (Jornalismo) 2900 As 2900 horas da Matriz Curricular referem-se a uma parte comum ao Curso, em um total de 1044 hs ( 540 de unidades curriculares da formação básica em Lingüística e Ciências Humanas e 504 hs de conteúdos específicos da área de Comunicação Social), a uma 21 parte específica da Habilitação em Jornalismo, correspondentes a uma carga horária de 1656 hs e a 200hs de Atividades Complementares. (Maiores detalhes no Anexo 4) FLUXOGRAMA DO CURSO DE COMUNICAÇÃO/JORNALISMO 1ºPeríodo 2º Período 3º Período 4º Período 5º Período 6º Período 7º Período 8º Período Teorias da Comunicação Teorias do Jornalismo Filosofia Geral e da Psicologia Geral e Comunicação Assessoria Reportagens da Comunicação Organizacional de Imprensa Especiais para Comunicação Jornalismo Impresso Antropologia Cultural Cultura Tópico Variável Brasileira em Práticas Teorias do Telejornalismo Oficina de Documentário Introdução ao Telejornalismo para TV Projeto Jornalismo Oficina Gestão de Projeto On-line Jornalismo Empresas de Experi On-line Comunicação Tópico Análise Crítica Discursivas Metodologia Sociologia da Pesquisa Geral e Teorias da Experimental do Radiojornalismo Oficina de Radiojornalismo Comunicação Ciências da Linguagem História do Jornalismo Oficina Jornalismo de Ética e Legislação Tópico em Jornalismo em Jornalismo Variável Especialiizado ComunicaçãoR Impresso Variável de em da mental Mídia egional Narrativas Planejamento Jornalísticas Visual-Gráfico Tópico Variável Jornalismo Especializado Tópico Variável em Jornalismo Especializado Educomunicação Comunicação Tópico Comparada variável em Comunicação e Cultura História Linguagem da Arte Fotográfica Fotojornalismo Técnicas Jornalísticas 10.1. Relação das disciplinas e respectivas ementas e bibliografias 1. TEORIAS DA COMUNICAÇÃO Carga horária: 72hs/a Ementa: O campo de estudos da comunicação e seu objeto. Comunicação e Ciências Sociais. Estudo de conceitos, modelos e estruturas da comunicação. Panorama histórico-evolutivo das diferentes teorias da comunicação. Exame crítico das principais teorias da comunicação. A comunicação e seus princípios explicativos: do funcionalismo à teoria dos modelos; da Escola de Frankfurt à teoria estéticocrítica de Benjamin. Dos estudos culturais ingleses e os estudos culturais latino- 22 americanos. Os estudos da informação e seus princípios explicativos: o behaviorismo, o cognitivismo e o sócio-construtivismo. Bibliografia básica: BERLO, David K. O processo da comunicação: introdução à teoria e prática. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1968. COHN, GABRIEL (Org.) Comunicação e Indústria Cultural. São Paulo: Nacional, 1977. COMUNICAÇÃO E SOCIEDADE. O pensamento comunicação. São Bernardo do Campo: UMESP, 1996. latino-americano de HOHFELDT, Antonio. Teorias da Comunicação (conceitos, escolas e tendências). Petrópolis: Vozes, 2004. LIMA, Luís Costa. (org.). Teorias da Cultura de Massa. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1978 MARQUES DE MELO, José. Teorias da Comunicação: paradigmas latinoamericanos. Petrópolis: Vozes, 1998 MATTELART, Armand e MATTELART, Michèle. História das Teorias da Comunicação. São Paulo: Loyola, 2000. MOLES, Abraham. Teoria da Informação e percepção estética. Janeiro/Tempo Brasileiro: Brasília/UNB: 1978. Rio de TEMER, Ana Carolina Rocha Pessoa; NERY, Vanda Cunha Albieri. Para entender as Teorias da Comunicação. Uberlândia: Aspectus, 2004. THOMPSON, John B. Ideologia e Cultura Moderna: teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. 3ª ed. Petrópolis, Vozes, 1999. 427p. WATZLAWICK, Paul; BEAVIN, J. Helmick; JACKSON, Don D. Pragmática da Comunicação Humana. São Paulo: Cultrix, 1973. WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Presença, 1995. Bibliografia complementar: CALDAS, Waldenir. Temas da Cultura de Massa. São Paulo: Arte ; Ciência Villipress, 2001. 23 DEFLEUR, Melvin L. Teorias da Comunicação de Massa. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. ECO, Umberto. Apocalípticos e Integrados. São Paulo: Perspectiva. 1975 FREITAS, Ricardo Ferreira; LUCAS, Luciane (orgs.). Desafios Contemporâneos em Comunicação. São Paulo: Summus, 2002. GOMES, Pedro Gilberto. Tópicos de Teoria da Comunicação. São Leopoldo: Editora UNISINOS, 1997. LIMA, Venício A de. Mídia: teoria e política. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2003 MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem. São Paulo: Cultrix, 2005. MARTIN-BARBERO, Jesus. Dos Meios às Mediações: comunicação, cultura e hegemonia. Trad. Ronald Polito e Sérgio Alcides. 2ª ed. Rio de Janeiro: UFRJ, 2001. 369p. MORIN, Edgard. Cultura de Massa no século XX - O espírito do tempo. São Paulo: Forense, 1967. RUDIGER, Francisco. Introdução às Teorias da Cibercultura - perspectivas do pensamento tecnológico contemporâneo. Rio Grande do Sul: Sulina, 2004. SANTOS, Roberto Elísio. As Teorias da Comunicação - da fala à internet. São Paulo: Paulinas, 2003. SANTAELLA, Lúcia. Comunicação e Pesquisa. São Paulo: Livrocerto, 2002. 2. ANTROPOLOGIA CULTURAL Carga horária: 72hs/a Ementa: O desenvolvimento da cultura do homem e da sociedade. Heranças culturais. Ritos, mitologia e mito. O homem e sua existência social e cultural. A ciência dos costumes. Museologia, cultura e sociedade. Pluralidade cultural, educação e cultura. Bibliografia básica: 24 CANEVACCI, Massimo. Antropologia do cinema: do mito a indústria cultural. 2ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1990. 175 p. (Coleção primeiros passos). CASCUDO, Luís da Câmara. Civilização e cultura: pesquisas e notas de etnografia geral. São Paulo: Global, 2004. CASTRO, Eliane Quadros. Pluralidade cultural e educação da antropologia cultural e educação no Brasil: contribuições da antropologia cultural e cosmovisão holística. Feira de Santa: Sitientibus, n. 25, p. 39-52, jul/dez de 2001. CUCHE, Denys. A noção de cultura nas Ciências Sociais. São Paulo: Edusc, 1998. FOUCAULT et al. Estruturalismo: antologia de textos teóricos - Foucault Derrida, Levi-Strauss, Althusser, Lacan, Sartre, Barthes, Sebag e outros. Seleção e introdução de Eduardo Prado Coelho. São Paulo: Martins Fontes, 1976. HOMANS, George C. El Grupo Humano. Buenos Aires: Editorial Universitária, 1972 MEAD, George H. Espíritu, persona y sociedad. 3ª Ed. Buenos Aires: Editorial Paidós, 1972 MARCUSE, Herbert. Cultura e sociedade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998. 175 p. V.2. TRAVANCAS, Isabel; FARIA, PATRÍCIA (orgs.) Antropologia e comunicação. Rio de Janeiro: Garamond, 2003. VASCONCELOS, Paulo Denisar. A violência no escárnio do trote tradicional: um estudo filosófico em antropologia cultural. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, 1993. 45 p. Bibliografia complementar: HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2000. OLIVEIRA, Ernesto Veiga de. Apontamentos sobre museologia: museus etnológicos (lições dadas no museu de etnologia do Vetremar). Lisboa: s/n, 1971. 112 p. 25 3. METODOLOGIA DA PESQUISA Carga horária: 36hs/a Ementa: A produção de conhecimento. A metodologia científica: aspectos gerais. Ciência, conhecimento e método científico. Questões teóricas e metodológicas da pesquisa. Modelos de pesquisa e as questões teóricas e técnicas. O tema e o método. Problema de Pesquisa. Operações metodológicas. Problematização das formas de utilização e articulações das metodologias qualitativas e quantitativas. Padrões da pesquisa científica em comunicação. Bibliografia básica: BECKER, H. Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais. São Paulo: Hucitec, 1993. BOUGNOUX, Daniel. Introdução às Ciências da Comunicação. Bauru: Edusc, 1999. DENCKER, Ada de Freitas Maneti; DA VIÁ, Sarah Chucid. Pesquisa empírica em ciências humanas (com ênfase em comunicação). São Paulo, Futura, 2001. 190p. DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (Orgs). Métodos e técnica de pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas, 2005. ECO, Umberto. Como se faz uma Tese. São Paulo: Perspectiva, 1991. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2002. GOLDENBERG, Miriam. A arte de pesquisar. Rio de Janeiro: Record, 2002. HELLER, Agnes et al. A crise dos paradigmas em ciências sociais e os desafios para o século XXI. Rio de Janeiro: Contraponto, 1999. 268p. KAPLAN, Abraham. A conduta na pesquisa: metodologia para as ciências do comportamento. São Paulo: EPU/EDUSP, 1975. 435p. SANTAELLA, Lúcia. Comunicação e Pesquisa. São Paulo: Livrocerto, 2002. SECAF, Victoria. Artigo Científico: do desafio à conquista. São Paulo: Reis Editorial, 2000. 26 Bibliografia complementar: CHAMPAGNE, Patrick. Formar a Opinião. Petrópolis: Vozes, 1998. CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. 4ed. São Paulo: Cortez, 2000. 164p. GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1987. 206p. GRANGER, Gilles-Gaston. A ciência e as ciências. São Paulo, UNESP, 1994. 122p. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 1999. 260p. RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa Social: métodos e técnicas. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1999. 334p. SANTOS, Antônio Raimundo. Metodologia Científica – a construção do conhecimento. 6ª ed. São Paulo: DP&A, 2004. 140p. 4. CIÊNCIAS DA LINGUAGEM Carga horária: 72hs/a Ementa: Teorias lingüísticas e antropológicas sobre a linguagem. Conhecimento do sistema de língua e de seu funcionamento em várias situações dadas, com ênfase ao domínio e conhecimento ao profissional do jornalismo. Fundamentos das práticas midiáticas de linguagem no jornalismo contemporâneo. Bibliografia básica BRAIT, Beth(org.). Bakhtin: outros conceitos-chave. São Paulo: Contexto, 2006: BARTHES, Roland. Elementos de semiologia. Sao Paulo: Cultrix, 1971 BENVENISTE, Emile. Problemas de linguistica geral I. Campinas: Pontes, 1988 27 FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso: aula inaugural no collège de France, pronunciada em 2 de dezembro de 1970. 8ª ed. São Paulo: Loyola, 2002. FLORES, Onici Claro. Aquisição da linguagem: indagações e percalços. Ciências e Letras, Porto Alegre: s.n, n. 26, p. 31-41, jul./dez. 1999. GREGOLIN, Maria do Rosário. Foucault e Pêcheux na análise do discurso: diálogos & duelos. São Carlos: Claraluz, 2006. LOPES, Harry Vieira. Linguagem língua escrita: apontamentos para uma psicopedagogia da escola. Boletim: Centro de Letras e Ciência Humanas, Londrina: s.n, n. 36, p. 111-135, jan./jun. 1999. Orlandi, Eni Puccinelli. A linguagem seu funcionamento: as formas do discurso. 4ª ed. Campinas: Pontes, 2001 PECHEUX, Michel. O discurso: estrutura ou acontecimento. Campinas: Pontes, 1990 PERFEITO, Alba Maria. Bakhtin e Vygotsky: reflexões sobre a natureza social e dialógica da linguagem. Boletim: Centro de Letras e Ciências Humanas, Londrina: s.n, n. 39, p. 107-118, jul./dez. 2001. SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de linguistica geral. 14 ed. Sao Paulo: Cultrix, 1988. Bibliografia complementar: CONDE, Mauro Lucio Leitão. Maquiavel e Wittgenstein: a astúcia da linguagem. Caderno de Filosofia e Ciências Humanas, Belo Horizonte: s.n, n. 1, p. 5-11, out. 1993. SILVA, Carmem Luci da Costa. O lugar da estilística nos estudos da linguagem. Ciências e Letras, Porto Alegre: s.n, n. 23, p. 231-248, 1998. 5. NARRATIVAS JORNALÍSTICAS Carga horária: 72hs/a Ementa Técnicas de comunicação escrita na redação narrativa jornalísticas. Gêneros narrativos. Redação, narração e dissertação. O trabalho de redator; o texto no jornalismo diário. Condensação e reestruturação de matérias. O texto jornalístico diário em diversos projetos editoriais 28 Bibliografia básica: ANDRE, Hildebrando A. de. Curso de redação: técnicas de redação, análise estilístico-interpretativa literatura brasileira. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 1992. 282 p. BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 2ª ed; 8ª impressão. São Paulo: Ática, 2004. 95 p. (Série Princípios). COIMBRA, Oswaldo. O texto da reportagem impressa. São Paulo: Ática, 1993. ERBOLATO, Mario L. Técnicas de codificação em jornalismo: redação, captação e edição do jornal diário. 5ª ed. São Paulo: Ática, 1991. 256 p. (Fundamentos ; 66). LOPES, Maria Immacolata Vassalo de. O rádio dos pobres: comunicação de massa, ideologia e marginalidade social. São Paulo: Edições Loyola, 1988. 195 p. (Coleção educação popular ; 9). SODRÉ, M.; FERRARI, M. H. Técnica de reportagem – Notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986. VIANA, Antonio Carlos (org.). Roteiro de redação – Lendo e argumentando. São Paulo: Scipione, 1999. Bibliografia complementar: BARROS, Enéas Martins de. Cartas comerciais e redação oficial: técnicas, modelos. São Paulo: Atlas, 1990. 143 p. LOPES, Maria Immacolata Vassalo. A narrativa policial de Gil Gomes. Cadernos Intercom. São Paulo: s.n, n. 8, p. 25-36, dez. 1985. CDB. 6. HISTÓRIA DA ARTE Carga horária: 36hs Ementa: Cultura artística na Antigüidade. Arte na Idade Média. Renascença. Barroco, Rococó, Classicismo e Romantismo. A arte do século XIX e do século XX: do Impressionismo às tendências contemporâneas. 29 Bibliografia básica: ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1992. 280 p. (Coleção A). ARGAN, Giulio Carlo, Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992 BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e historia da cultura. 6ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1993. 253 p. BARRAL I ALTET, Xavier. História da arte. 2ª ed. Campinas: Papirus, 1994. 152 p. BAUMGART, Fritz. Breve história da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1994.. GOMBRICH, E. H. A História da Arte. 16.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. HAUSER, Arnold. História Mestre Jou, 1982. social da literatura e da arte. 3 ed. Sao Paulo: READ, Herbert, História da Pintura Moderna. São Paulo: Círculo do Livro,1974 UPJOHN, E. M. e outros, História Mundial da Arte. São Paulo: Difel, 1980 WOLFFLIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da história da arte: o problema da evolução dos estilos na arte mais recente. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1989 (Coleção A) Bibliografia complementar: BAZIN, Germain. História da história da arte: de Vasari a nossos dias. São Paulo: Martins Fontes, 1989. (Coleção A). JANSON, H. W..História da arte 4 ed. Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian, 1989. SANTOS, Maria das Graças Vieira Proença dos. História da arte. 3ª ed. São Paulo: Ática, 1991. 7. LINGUAGEM FOTOGRÁFICA 30 Carga horária: 36hs/a Ementa: :Linguagem fotográfica e informação. A imagem e a linguagem fotográfica. Signos e cores. A foto em preto e branco e a foto em cores. Elementos da história da fotografia. Técnicas de registro fotográfico. A fotografia como relato e notícia. Bibliografia básica: GURAN, Milton. Linguagem fotográfica e informação. Rio de Janeiro: Rio Fundo, 1992. 112 p. DELEUZE, Gilles. A imagem-tempo. São Paulo: Brasiliense, 1990. 338 p. DUMONT, Jacques. A imagem. Campinas: Papirus, 1993. 317 p. LANGFORD, Michael J. Tratado de fotografia: uma gramática de técnicas. Lisboa: Dinalivro, 1981. 390 p. Bibliografia complementar: SANTOS, Marines dos; LIMA, João Batista de. A linguagem fotográfica: verbal e icônica. Revista Ciências Humanas, Taubaté: s.n, v. 3, n. 2, p. 37-40, jul./dez. 1997. CDB. KELBY, Scott. Photoshop CS para fotógrafos digitais. São Paulo: Makron Books, 2005. 375 p. 8. CULTURA BRASILEIRA Carga horária: 72hs/a Ementa: A pluralidade e riqueza da cultura brasileira. Aspectos da configuração sociocultural brasileira; cultura popular; cultura erudita; os limiares entre alta e baixa cultura, a cultura como prática e reflexo social. Bibliografia básica: AYALA, Maria Ignez Novais; AYALA, Marcos. Cultura popular no Brasil: 31 perspectivas de análise. 2. ed. São Paulo: Ática, 1995. AZEVEDO, Fernando de. A cultura brasileira: introducao ao estudo da cultura no Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 1943 BOSI, Alfredo.Cultura Brasileira: temas e situacoes. Sao Paulo: Atica, 1987. MATTA, Roberto da . O que faz o Brasil, Brasil?. 5 ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1991 MOTA , Carlos Guilherme. Ideologia da Cultura Brasileira(1933-1974): pontos de partida para um revisao historica. 3 ed. Sao Paulo: Atica, 1977 Ortiz, Renato. Cultura Brasileira e identidade nacional. 3 ed. Sao Paulo: Brasiliense, s.d. 148 p. A 1.ed. e de 1985. PERUZZO, Cicilia Maria Krohling; PINHO, José Benedito. Comunicação e Multiculturalismo. São Paulo: INTERCOM, 2001. 408p. PINTO, Virgílio Noya. Comunicação e Cultura Brasileira. São Paulo: Ática, 2003. SODRÉ, Muniz. Reinventando a Cultura: a comunicação e seus produtos. 3ª ed. Petrópolis-RJ: Vozes, 1999. 180p. Bibliografia complementar: EDGAR, Andreio; SEDGWICK, Peter. Teoria Cultural de A a Z: conceitos-chave para entender o mundo contemporâneo. São Paulo: Contexto, 2003. Lopez, Luiz Roberto.Cultura Brasileira: das origens a 1808. 2ª ed. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 1994. PERUZZO, Cicilia Maria Krohling(org.). Comunicação e Culturas Populares. São Paulo: INTERCOM, 1995. 206p. (GT’s INTERCOM, 5). 9. SOCIOLOGIA GERAL E DA COMUNICAÇÃO Carga horária: 72hs/a Ementa: 32 A Sociologia e suas interfaces com a comunicação e as tecnologias de informação. Quadro histórico das principais correntes e dos principais pensamentos que marcaram os séculos. Bibliografia básica: BAGDIKIAN, Ben H. Sociologia da Comunicação - Máquinas de Informar. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1973. BERGER, Peter; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. 23. ed. Petrópolis: Vozes, 2003. BRAGA, José Luiz. A sociedade enfrenta sua mídia. Dispositivos sociais de crítica midiática. São Paulo: Paulus, 2006. BURKE, Peter; BRIGGS, Asa. Uma História Social da Mídia. Rio de Janeiro: Zahar, 2004. DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997. IANI, Octavio. Ensaios de sociologia da cultura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991. 212 p. JAMESON, Fredric. A cultura do dinheiro. Ensaios sobre a globalização. 3ª Ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2002, LIMA, Luís Costa. (org.). Teorias da Cultura de Massa. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1978 MARTIN-BARBERO, Jesus. Dos Meios às Mediações: comunicação, cultura e hegemonia. Trad. Ronald Polito e Sérgio Alcides. 2ª ed. Rio de Janeiro: UFRJ, 2001. 369p. MORAES, Denis de (Org.). Sociedade Midiatizada. Rio de Janeiro: Mauad, 2006. NEVEU, Erik. Sociologia do jornalismo. Porto: Porto Editora, 2005. SANTOS, Roberto Elísio. As Teorias da Comunicação - da fala à internet. São Paulo: Paulinas, 2003. THOMPSON, John B. A Mídia e a Modernidade: uma teoria social da mídia. 4ª ed. Petrópolis-RJ: Vozes, 2002. 261p. VATTIMO, Gianni. A Sociedade Transparente. Lisboa: Relógio D’Água, 1992. 33 Bibliografia complementar: COELHO, Cláudio Novaes Pinto; CASTRO, Waldir José de (orgs.). Comunicação e Sociedade do Espetáculo. São Paulo: Paulus, 2006. LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Recepção dos meios, classes, poder e estrutura. In: Comunicação e Sociedade, São Bernardo do Campo: s.n, n. 23, p. 99-110, jun. 1995. CDB. RUDIGER, Francisco. Introdução às Teorias da Cibercultura - perspectivas do pensamento tecnológico contemporâneo. Rio Grande do Sul: Sulina, 2004. 10. TEORIAS DO JORNALISMO Carga horária: 36hs/a Ementa: As principais abordagens teóricas dos estudos de jornalismo. Análise crítica das teorias vigentes no jornalismo. Teoria e práxis jornalística. Reflexão sobre os veículos de comunicação de massa. A recepção no jornalismo. Aspectos sociopolíticos e econômicos como influenciadores do futuro do jornalismo. Fato, acontecimento e notícia. A natureza do conhecimento jornalístico. A estrutura do campo jornalístico. A identidade e os mitos do jornalista. Poder e responsabilidade social. Bibliografia básica: AGUILERA, Octavio. Las Ideologias en el Periodismo. Madrid: Paraninfo, 1990. ANGRIMANI, Danilo. Espreme que sai sangue - Um estudo sensacionalista na imprensa. São Paulo: Summus, 1995. BELTRÃO, Luiz. Iniciação à Filosofia do Jornalismo. 2ª ed. São Paulo: EDUSP, 1992. (Coleção Clássicos do Jornalismo, 5). BELTRÃO, Luís. Teoria e Prática do Jornalismo. Adamantina: FAI/Cátedra Unesco Metodista para o Desenvolvimento Regional/Editora Omnia, 2006. DEFLEUR, Melvin L. Teorias da Comunicação de Massa. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. FREITAS, Ricardo Ferreira; LUCAS, Luciane (orgs.). Desafios contemporâneos em comunicação. São Paulo: Summus, 2002. KEHL, Maria Rita; BUCCI, Eugênio. Videologias. São Paulo: Boitempo, 2004. 34 KOVACH, Bill; ROSENTIEL, Tom. Os Elementos do Jornalismo (o que os jornalistas devem saber e público exigir). São Paulo: Geração Editorial, 2003. KUNCZIK, Machael. Conceitos de Jornalismo: norte e sul. São Paulo: USP/COMARTE/EDUSP/FRIEDRICH EBERT, 2002. MARCONDES FILHO, Ciro. Jornalismo Fin-de-siècle. São Paulo: Scritta, 1993. MARQUES DE MELO, José. História Social da Imprensa - fatores sócio-culturais que retardaram a implantação da imprensa no Brasil. 2ª ed. Porto Alegre: PUCRS, 2003. MARQUES DE MELO, José. Jornalismo Brasileiro. Rio Grande do Sul: Sulina, 2003. MATTA, Fernando Reyes. A Informação na Nova Ordem Internacional. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980. POLISTCHUK, Ilana; RAMOS, Aluízio. Teorias da Comunicação - o pensamento e a prática da comunicação social. Rio de Janeiro, Campus, 2003. RUDIGER, Francisco. Introdução às Teorias da Cibercultura - perspectivas do pensamento tecnológico contemporâneo. Rio Grande do Sul: Sulina, 2004. SANTOS, Roberto Elísio. As Teorias da Comunicação - da fala à internet. São Paulo: Paulinas, 2003. SODRÉ, Nelson Werneck. História da Imprensa no Brasil. Rio de Janeiro: Mauad, 1999. SOUSA, Jorge Pedro. Teorias da Notícia e do Jornalismo. Chapecó/SC: Argos, 2002. TRAQUINA, Nelson. O estudo do Jornalismo no Século XX. São Leopoldo-RS: UNISINOS, 2003. TRAQUINA, Nélson. Teorias do Jornalismo. Vol. 1 - Por que as notícias são como são. 2ª Ed. Florianópolis: Editora Insular, 2005. TRAQUINA, Nélson. Teorias do Jornalismo. Vol. II - A tribo jornalística - uma comunidade interpretativa transnacional. Florianópolis: Editora Insular, 2005. Bibliografia complementar: DAYAN, Daniel: KATZ, Elihu. A história em directo. Coimbra: Minerva, 1999 RESENDE, Fernando. Textuações: ficção e fato no novo jornalismo de Tom Wolfe. São Paulo:Anablume/Fapesp, 2002. 35 OLIVEIRA, Jayr Figueiredo. Tecnologias da Informação e da Comunicação. São Paulo: Erica, 2003. QUIRINO, Newton de Oliveira. Teoria da Comunicação de Massa. São Paulo: Summus, 1986. 11. PLANEJAMENTO VISUAL GRÁFICO Carga horária: 36hs/a Ementa Estudo da estética aplicada ao material gráfico. Tipografia. Medidas gráficas. Sintaxe visual gráfica. Estilo do projeto gráfico. Semiologia do projeto gráfico. Utilização de ilustrações. Utilização das cores. Princípios de diagramação: leis gerais - unidade e ritmo. O planejamento visual na comunicação impressa: zonas de visualização da página impressa. Padronização gráfica - Identidade visual. O design gráfico: a criação do conceito para as peças gráficas: anúncio de revista e anúncio de jornal. A elaboração visual-gráfica e o desenvolvimento de layout a partir de rafes. Bibliografia básica: BAER, Lorenzo. Produção Gráfica. São Paulo: Senac, 1999. COLLARO, Antonio Celso. Projeto gráfico – teoria e prática de diagramação. São Paulo: Summus, 1985. DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 1999. GUIMARÃES, Luciano. As cores na mídia: a organização da cor-informação no jornalismo. São Paulo: Annablume, 2003. KOREN, Leonard; MECKLER, R. Wippo. Design gráfico – Receitas (propostas + diagramações + soluções para leiautes). Barcelona: Gustavo Gili, 2002. HURLBURT, Allen. Layout: o design da página impressa. São Paulo: Nobel, 1986. NIEMEYER, Lucy. Tipografia: uma apresentação. Rio de Janeiro: 2AB, 2001. RIBEIRO, Milton. Planejamento visual gráfico. 7 ed. rev. ampl. Brasília: Linha Gráfica, 1998. 36 SILVA, Rafael Souza. Diagramação – o planejamento visual gráfico na comunicação impressa. São Paulo: Summus, 1985. Bibliografia complementar: ERREA, Javier (coord.). Ñhoz – Lo mejor del diseño periodístico. España ; Portugal 2006. Pamplona: SND, 2006. FERREIRA JUNIOR, José. Capas de jornal – a primeira imagem e o espaço gráfico visual. São Paulo: Editora Senac: 2003. HORIE, Ricardo Minoru. Preparação e fechamento de arquivos para birôs – Windows e Macintosh. São Paulo: Érica, 2003. HORIE, Ricardo Minoru; FUSCO, Liliane. Projetos Gráficos Utilizando Corel 9, PhotoShop 5.5. São Paulo: Érica. HORIE, Ricardo Minoru; PEREIRA, Ricardo. Pagemaker: 300 superdicas de editoração, design e artes gráficas. São Paulo: Senac SP, 2000. MÜLLER-BROCKMANN, Josef. Sistemas de grelhas – um manual para desenhistas gráficos. Barcelona: Gustavo Gili, 1982. MUNARI, Donis. Design e comunicação visual. São Paulo: Martins Fontes, 1968. NETO, Mário Carramillo. Contato imediato com produção gráfica. São Paulo: Global, 1987. PELTZER, Gonzalo. Jornalismo iconográfico. Lisboa: Planeta, 1992. WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer – noções básicas de planejamento visual. São Paulo: Callis, 1995. WHITE, Jan V. Edição e design. São Paulo: JSN, 2006. WHELAN, Bride M. Color harmony 2 – A guide to creative color combinations. Gloucester, Massachusetts: Rockport Publishers, 1994. ZAPPATERRA, Yolanda. Editorial design for print and eletronic media. Crans, Switzerland: Roto Vision, 2002. 12. HISTÓRIA DO JORNALISMO Carga horária: 72hs/a Ementa: 37 A evolução da comunicação humana através dos tempos. O jornalismo antes da tipografia. Dos pictogramas nas cavernas à comunicação digital. Dos sinais de fumaça aos satélites e fibras ópticas. História do Jornalismo no Brasil. A imprensa colonial e a imprensa da Independência. O jornalismo no Império. O jornalismo na República. O processo de consolidação da imprensa brasileira. O jornalismo no rádio e na TV. O controle da imprensa no Brasil: do período getulista à ditadura militar. Redemocratização e perspectivas do jornalismo brasileiro. Bibliografia básica: AGUILERA, Octavio. Las Ideologias en el Periodismo. Madrid: Paraninfo, 1990. ABREU, Alzira Alves (org.). A imprensa em transição: o jornalismo brasileiro dos anos 50. Rio de Janeiro, FGV, 1996. ABREU, Alzira Alves (org.). Imprensa Brasileira – 1930/1990. Rio de Janeiro, FV/CPDPOC, 1991. BAHIA, Juarez. Jornal, História e Técnica: história da imprensa brasileira. São Paulo, Ática, 1990. BARBOSA, Marialva. Os Donos do Rio. Rio de Janeiro, Vício de Leitura, 2000. BELTRÃO, Luiz. Iniciação à Filosofia do Jornalismo. 2ª ed. São Paulo: EDUSP, 1992. (Coleção Clássicos do Jornalismo, 5). KOVACH, Bill; ROSENTIEL, Tom. Os Elementos do Jornalismo (o que os jornalistas devem saber e público exigir). São Paulo: Geração Editorial, 2003. KUNCZIK, Machael. Conceitos de Jornalismo: norte e sul. São Paulo: USP/COMARTE/EDUSP/FRIEDRICH EBERT, 2002. MARQUES DE MELO, José. História Social da Imprensa - fatores sócio-culturais que retardaram a implantação da imprensa no Brasil. 2.ed. Porto Alegre: PUCRS, 2003. MARQUES DE MELO, José. Jornalismo Brasileiro. Rio Grande do Sul: sulina, 2003. MATTA, Fernando Reyes. A Informação na Nova Ordem Internacional. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980. LAGO, Claudia; ROMANCINI, Richard. História do jornalismo no Brasil. Florianópolis: Insular, 2007. LEWIS, Jon E. (org.). O grande livro do jornalismo: 55 obras-primas dos melhores escritores e jornalista. Trad. de Marcos Santarrita. São Paulo: José Olympio, 2008. 38 POLISTCHUK, Ilana; RAMOS, Aluízio. Teorias da Comunicação - o pensamento e a prática da comunicação social. Rio de Janeiro: Campus, 2003. SODRÉ, Nelson Werneck. História da Imprensa no Brasil. Rio de Janeiro: Mauad, 1999. TRAQUINA, Nelson. O estudo do Jornalismo no Século XX. São Leopoldo-RS: UNISINOS, 2003. Bibliografia complementar: BRITTOS, Valério Cruz; BOLAÑO, César Ricardo Siqueira. Rede Globo, 40 anos de poder e hegemonia. São Paulo: Paulus, 2005. CARNEIRO, Glauco. Brasil, primeira: a história dos Diários Associados. Brasília, Fundação Assis Chateaubriand, 1999. CARTA, Mino. O Castelo de âmbar. Rio de Janeiro, Record, 2000. CASTRO, Moacir Werneck et al. A Última Hora de Samuel: nos tempos de Wainer. Rio de Janeiro, Edições ABI/COPIM. CONTI, Mário Sérgio. Notícias do Planalto. A Imprensa e Fernando Collor. São Paulo, Cia das Letras, 1999. COSTELA. Comunicação: do grito ao satélite. Ed. Mantiqueira: Campos do Jordão, 2002. DEFLEUR, Melvin L. Teorias da Comunicação de Massa. Trad. Octavio Alves Velho. RJ: Zahar, 2003. FERREIRA, Maria Nazareth. A imprensa operária no Brasil - 1880-1920. Petrópolis: Editora Vozes, 1978 FONSECA, Joaquim da. Caricatura, a imagem gráfica do humor. Porto Alegre, Artes e Ofícios, 1999. GOLDENSTEIN, Gisela. Do jornalismo político à indústria cultural. São Paulo, Summus, 1987. GOLDEFEDER, Miriam. Por trás das ondas da Rádio Nacional. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980. GOULART, Silvana. Sob a verdade oficial: ideologia, propaganda e censura no Estado Novo. São Paulo: Marco Zero/CNPq, 1990. 39 MELO, José Marques de (Org.). Imprensa Brasileira - Personagens que fizeram história. Vol. 1. São Paulo/Imprensa Oficial; São Bernardo do Campo/UMESP, 2005. MELO, José Marques de (Org.). Imprensa Brasileira - Personagens que fizeram história. Vol. 2. São Paulo/Imprensa Oficial; São Bernardo do Campo/UMESP, 2005. NETTO, Accioly. O Império de Papel. Os bastidores de O Cruzeiro. Porto Alegre: Editora Sulina, 1998. OLIVEIRA, Jayr Figueiredo. Tecnologias da Informação e da Comunicação. São Paulo: Erica, 2003. PEREGRINO, Nadja. O Cruzeiro: a revolução da fotorreportagem. Rio de Janeiro: Dazibao, 1991. REGO, Norma Pereira. Pasquim. Col. Arenas do Rio. Rio de Janeiro: Relume Dumará/Rioarte, 1996. RIZZINI, Carlos. O jornalismo antes da tipografia. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1968 RESENDE, Beatriz. Lima Barreto e o Rio de Janeiro em fragmentos. Rio de Janeiro: UFRJ-Unicamp, 1993. RODRIGUES, Sérgio; FARIA, Tales. Reforma do Diário Carioca: revolução na imprensa brasileira. Rio de Janeiro: Griffo/ECO/UFRJ, 1995. RUDIGER, Francisco. Introdução às Teorias da Cibercultura - perspectivas do pensamento tecnológico contemporâneo. Rio Grande do Sul: Sulina, 2004. SANTOS, Roberto Elísio. As Teorias da Comunicação - da fala à internet. São Paulo: Paulinas, 2003. SCHWARCZ, Lília Moritz. Retrato em branco e preto. Jornais, escravos e cidadãos em São Paulo no final do século XIX. São Paulo: Cia das Letras, 1987. TRAVANCAS, Isabel. O Livro no Jornal. Os Suplementos Literários dos jornais franceses e brasileiros nos anos 90. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001. TRAVANCAS, Isabel. O mundo dos jornalistas. São Paulo: Summus, 1993. VENTURA, Roberto. Estilo tropical. História cultural e polêmicas literárias no Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1991. 13. TÉCNICAS JORNALÍSTICAS 40 Carga horária: 36hs/a Ementa: O trabalho de redator; o texto no jornalismo diário. Condensação e reestruturação de matérias. A codificação em jornalismo e suas diversas técnicas, no impresso, no rádio, na TV, na internet. As técnicas de redação em jornalismo de revista. Técnicas de captação de dados, organização, composição e redação. Bibliografia básica: ANDRE, Hildebrando A. de. Curso de redação: técnicas de redação, análise estilístico-interpretativa literatura brasileira. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 1992. 282 p. BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 2ª ed; 8ª impressão. São Paulo: Ática, 2004. 95 p. (Série Princípios). CDB. ERBOLATO, Mario L. Técnicas de codificação em jornalismo: redação, captação e edição do jornal diário. 5ª ed. São Paulo: Ática, 1991. 256 p. (Fundamentos ; 66). KOVACH, Bill ; ROSENTIEL, Tom. Os Elementos do Jornalismo (o que os jornalistas devem saber e público exigir). São Paulo: Geração Editorial, 2003. MARQUES DE MELO, José. Jornalismo Brasileiro. Rio Grande do Sul: sulina, 2003. OLIVEIRA, Jayr Figueiredo. Tecnologias da Informação e da Comunicação. São Paulo: Erica, 2003. RUDIGER, Francisco. Introdução às Teorias da Cibercultura - perspectivas do pensamento tecnológico contemporâneo. Rio Grande do Sul: Sulina, 2004. SOUSA, Jorge Pedro. Teorias SC/Chapecó/Florianópolis, 2002. da Notícia e do Jornalismo. TRAQUINA, Nelson. Teorias do jornalismo: porque as notícias são como são. Florianópolis, Insular, 2004. Bibliografia complementar: KUNCZIK, Machael. Conceitos de Jornalismo: norte e sul. São Paulo: USP/COMARTE/EDUSP/FRIEDRICH EBERT, 2002. 41 LOPES, Maria Immacolata Vassalo de. O rádio dos pobres: comunicação de massa, ideologia e marginalidade social. São Paulo: Edições Loyola, 1988. 195 p. (Coleção educação popular; 9). LOPES, Maria Immacolata Vassalo. A narrativa policial de Gil Gomes. Cadernos Intercom, São Paulo: s.n, n. 8, p. 25-36, dez. 1985. CDB. MATTA, Fernando Reyes. A Informação na Nova Ordem Internacional. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980. 14. FILOSOFIA GERAL E DA COMUNICAÇÃO Carga horária: 72hs/a Ementa: O quadro histórico das principais correntes do pensamento filosófico que influenciaram nossa contemporaneidade, com ênfase nas reflexões sobre o conhecimento e a percepção. Os pensadores e as teorias filosóficas. Elementos da filosofia. Bibliografia básica: ADORNO, Theodor. A.; HORKEHEIMER, Max. A Indústria Cultural. O Iluminismo como Mistificação de Massa. In: LIMA, Luis Costa (Org.). Teoria da Cultura de Massa. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978, p. 159-204. AMARAL, Márcio Tavares d'. Filosofia da Comunicação e da linguagem. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977 BELTRÃO, Luiz. Iniciação à Filosofia do Jornalismo. 2.ed. São Paulo: EDUSP, 1992.( Coleção Clássicos do Jornalismo, 5). BENJAMIN, Walter. A Obra de Arte na Época de sua Reprodutibilidade técnica. In: LIMA, Luis Costa (Org.). Teoria da Cultura de Massa. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978, p. 209-240. COHN, GABRIEL (Org.) Comunicação e Indústria Cultural. São Paulo: Nacional, 1977. ECO, Umberto. Apocalípticos eintegrados. 6.ed. São Paulo: Perspectiva, 2006. LIMA, Luís Costa. (org.). Teorias da Cultura de Massa. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1978 42 MARCONDES, Danilo. Filosofia , linguagem e Comunicação . 2 ed. Sao Paulo: Cortez, 1992 OLIVEIRA, Armando Mora de et al. Primeira filosofia: tópicos de filosofia geral. 8 ed. São Paulo: Brasiliense, 1990. 166 p. SEVERINO, Antonio Joaquim. Filosofia. São Paulo: Cortez, 1992. 211 p. (Coleção magistério - 2o. grau; Serie formação geral). RUDIGER, Francisco. Introdução às Teorias da Cibercultura - perspectivas do pensamento tecnológico contemporâneo. Rio Grande do Sul: Sulina, 2004. SUBIRATS, Eduardo. A Cultura como Espetáculo. São Paulo: Nobel, 1989. Bibliografia complementar: HABERMAS, Jürgen. Racionalidade e Comunicação . Lisboa: 70, 2002. PRADO NETO, Bento. O triângulo geral de Locke e a consideração parcial de Berkeley. Revista Dois Pontos: filosofia britânica nos séculos XVII e XVIII, Curitiba: s.n, v. 1, n. 2, p. 97-110, 2004. CDB. 15. TÓPICO VARIÁVEL EM PRÁTICAS DISCURSIVAS Carga horária: 36hs/a Ementa: Estrutura e funcionamento da comunicação. Teorias da análise do discurso. Lógica e organização de práticas discursivas. Retórica e argumentação. Bibliografia básica: ABELARDO, Pedro. Lógica para principiantes. Petrópolis: Vozes, 1994. 80 p. BARTHES, Roland. Crítica e Verdade. São Paulo: Perspectiva/Fundo de Cultura, 1970. BRANDÃO, Helena H. N. Introdução à análise do discurso. 2.ed. Campinas: Unicamp, 2006. 43 CARVALHO, Maria Jane Soares. Práticas discursivas na produção e reprodução de gênero. Caesura, Canoas: s.n, n. 5, p. 34-41, jul./dez. 1994. CDB. CHARAUDEAU, Patrick. Discurso das Mídias. São Paulo: Editora Contexto, 2006. ECO, Umberto. Lector in Fabula. 2ª edição. São Paulo: Perspectiva, 2004 Fiorin, José Luiz. Elementos de análise do discurso. 5ª ed. São Paulo: Contexto, 1996 Mari, Hugo; Machado, Ida Lúcia; Mello, Renato de. Análise do discurso em perspectivas. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, 2003. 400 p. (Análises discursivas ; v.6). MILLER, Jacques-Alain. A lógica na direção da cura: elaboração sobre o Seminário IV de Jacques Lacan, a relação do objeto. Belo Horizonte: O Lutador, 1995. 169 p. Orlandi, Eni Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discruso. 4ª ed. Campinas: Pontes, 2001 PONTE, Cristina. Para entender as notícias: Linhas de análise do Discurso jornalísticos. Florianópolis: Editora Insular, 2007. STEINBERGER, Margarethe Born. Discursos geopolíticos da mídia - Jornalismo e imaginário internacional na América Latina. São Paulo: Fapesp/Educ/Cortez Editora, 2005. Bibliografia complementar: BARTHES , Roland. Mitologias. Sao Paulo: Bertrand Brasil, 1987 CHARAUDEAU, Patrick; MAINGUENEAU, Dominique. Dicionário de análise do discurso. São Paulo: Contexto, 2006. MORATO, Edwiges Maria. Rotinas significativas e práticas discursivas: relato de experiência de um centro de convivência de afásicos. Distúrbios da Comunicação, São Paulo: s.n, v. 10, n. 2, p. 157-165, jun. 1999. CDB. RONDELLI, Elizabeth. Imagens da violência: práticas discursivas. Tempo Social. São Paulo: s.n, v. 10, n. 2, p. 145-157, out. 1998. CDB. VAN DIJK, Teun A. Cognição, discurso e interação. São Paulo: Contexto, 1996. 44 16. FOTOJORNALISMO Carga horária: 36hs/a Ementa Técnicas de registro fotográfico. Operação de câmara fotográfica e de seus acessórios. Filtros e lentes especiais. Recursos técnicos das câmeras profissionais. Operações de laboratório. Fotografia de eventos jornalísticos com iluminação natural. Flash e lâmpadas, filme preto e branco e colorido. Relacionamento do repórter com o fato e o veiculo. Utilização de teleobjetivas, grandes angulares, motores, flashes, lâmpadas e iluminações e aval de reprodução audiovisual jornalístico. Conveniências e inconveniências da utilização do Photoshop. Bibliografia básica: ALVARENGA, André Luis de. A Arte da fotografia digital: explorando técnicas com o Photoshop Cs. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2005. BARTHES, Roland. A câmara clara – Nota sobre a fotografia. Rio de Janeiro: Fronteira,1984. EHRLICH, Richard. Dicionário de termos fotográficos. Publicações EuropaAmérica. FREEMAN, Michael. Grande Manual de Fotografia. Dinalivro, 2ª. Edição, 2001. FREUDENFELD, R. O manual fotográfico – Prático para principiantes. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional-Escola de Belas Artes, s/d. GURAN, Milton. Linguagem fotográfica e informação. 2ªed. Rio de Janeiro. Ed. Gama Filho,1999. HEDGECOE, John. Manual de técnica fotográfica. Madri: Hermann Blume, 1979. KOSSOY, Boris. Fotografia e história. São Paulo: Ática, 1989. LIMA, Ivan. A fotografia e sua linguagem. 2ª ed. Rio de Janeiro. Espaço e Tempo, 1988. LINS, Alene. VALENTE, Rosangela. Fotojornalismo: informação, técnica e arte. Campo Grande. UFMS, 1997. SOUZA, Jorge Pedro. Uma história crítica do fotojornalismo ocidental. Florianópolis: Grifos/Letras Contemporâneas, 2000. 45 Bibliografia complementar: BUSSELE, M. Tudo sobre fotografia. São Paulo. Pioneira, 2001. KOSSOY, Boris. Realidade e ficções na trama fotográfica. São Paulo: Ateliê Editorial, 2000. LANGFORD, Michael. Guia Prático da Fotografia. Edição Civilização, 1993 SALGADO, Sebastião. Trabalhadores – Uma arqueologia da era industrial. São Paulo: Cia das Letras, 1997. SCHISLER, Millard. Revelação em preto e branco – A imagem com qualidade. São Paulo: Martins Fontes, 1995. TRIGO, Thales. Equipamento fotográfico – Teoria e prática. São Paulo: Senac, 1998. 17. TEORIAS DO RADIOJORNALISMO Carga horária: 72hs/a Ementa Limitações e potencialidades da comunicação radiofônica. Elementos da linguagem radiofônica: fala, música, efeitos sonoros. Especificidades da expressão verbal. O discurso radiofônico gravado e ao vivo. As características do jornalismo praticado no rádio: o texto, o script, as técnicas de reportagem e entrevista, a edicão. A história do radiojornalismo no Brasil. A análise de noticiários radiofônicos. Rdiojornalismo especializado. Bibliografia básica: BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de radiojornalismo. Rio de Janeiro: Campus, 2001. CBN. Manual de Radiojornalismo. Sistema Globo de Rádios. 1996. CESAR, C. Como falar no rádio: prática de locução AM e FM. São Paulo: Ibrasa, 1990. CHANTLER, P.; HARRIS, S. Radiojornalismo, São Paulo: Summus, 1992. 46 COMASSETO, Leandro Ramires. A voz da aldeia - O rádio local e o comportmanto da informação na Nova Ordem Global. Florianópolis: Editora Insular. DEL BIANCO, Nélia R.; MOREIRA, Sônia V. (orgs.). Rádio no Brasil: tendências e perspectivas. Rio de Janeiro/Eduerj; Braíslia Edit. Unb, 1999. FREDEREICO, Maria Elvira Bonavita. História da Comunicação - Rádio e TV no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1982. HAUSSEN, Dóris Fagundes. Rádio e Política: tempos de Vargas e Perón. Porto Alegre: EdiPUC-RS, s/d. JUNG, Milton. Jornalismo de Rádio. São Paulo: Contexto, 2004. KAPLUN, Mário. La elaboración del guión: princípios básicos. Quito, Ciespal, 1978. KLOCKNER, Luciano. A notícia na Rádio Gaúcha. Porto Alegre, Sulina. 1997. MEDITSCH, Eduardo. (org.) Rádio e Pânico. A Guerra dos Mundos, 60 anos depois. Florianópolis: Editora Insular, 1998. MEDITSCH, Eduardo. O Rádio na Era da Informação. Teoria e Técnica do Novo Radiojornalismo, 2ª Ed. Florianópolis: Editora Insular, 2007. MEDITSCH, Eduardo (org.) Teorias do Rádio: Textos e Contextos. Vol. 1. Florianópolis: Editora Insular, 2007. MEDITSCH, Eduardo; ZUCOLOTO, Valci. (orgs.) Teorias do Rádio: Textos e Contextos. Vol. 2. Florianópolis: Editora Insular, 2008 NEWMAN, John. Periodismo radiofónico. México, Limusa. 1991. ORTRIWANO, Gisela. A Informação no Rádio, São Paulo: Summus, 1985. PRADO, E. Estrutura da informação radiofônica. São Paulo: Summus, 1989. PORCHAT, M.E. Manual de Radiojornalismo Jovem Pan. São Paulo: Atica. 1990. SOARES, Edileuza. A bola no ar - o rádio esportivo em São Paulo. São Paulo, Summus Editorial. 1994. Bibliografia complementar: FELICE, Mauro de. Jornalismo de rádio. Brasília: Thesaurus Editora, 1981. 47 FERRARETO, Luiz Artur. Rádio no ar - O veículo, a história e a técnica. Porto Alegre : Sagra Luzzatto, 2000. GOLDFEDER, Miriam. Por trás das ondas da Rádio Nacional. Rio de janeiro: Paz e Terra, 1981. LIMA, Zita de Andrade. Princípios e Técnica de Radiojornalismo: Comunicações e Problemas (ICIFORM). Brasília. 1970. MCLEISH, Robert. Produção de Rádio. São Paulo: Summus, 2001. MUÑOZ, José Javier, GIL César. La Radio: teoría y práctica. Madrid: Instituto oficial de Radio y Televisión. 1986. SAMPAIO, Mário Ferraz. História do rádio e da TV no Brasil e no mundo. Rio de Janeiro, Achiamé, 1984. SPERBER. George Bernard. Introdução à peça radiofônica. São Paulo, EPU, 1980. VAMPRÉ, Octavio Augusto. Raízes e evolução do rádio e da TV: cronologia. Porto Alegre: Fundação Educacional Padre Landell de Moura/RBS, 1979. 18. OFICINA DE JORNALISMO IMPRESSO Carga horária: 72hs/a Ementa Disciplina laboratorial que visa à edição semanal de um boletim noticioso, enfocando pauta (importância, vantagens e desvantagens), apuração de dados (técnicas de coleta, entrevista, fontes, setorismo), estruturação da notícia (conceitos e características da notícia, formas de redação, estruturação e análise textual), título (tipos, macetes, elaboração, estruturação e padronização) e edição (função do editor, ruídos, interferências, intenção na edição e hierarquização das matérias). Abordagem de outros gêneros de texto jornalístico: interpretação e opinião. Manual de Redação: sua importância dentro da política editorial do jornal. Bibliografia básica: AMARAL, Luiz. A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, 1996. COIMBRA, Oswaldo. O texto da reportagem impressa. São Paulo: Ática, 1993. FERREIRA, C. Literatura e jornalismo – Práticas políticas. São Paulo: Edusp, 2003. 48 KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. São Paulo: Ática, 1986.p. 7 a 80 (todo) LAGE, Nilson. A reportagem. Teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. Rio de Janeiro: Record, 2000. LIMA, Edvaldo P. Páginas ampliadas – O livro-reportagem como extensão do jornalismo e da literatura. Campinas: Unicamp, 1993. MEDINA, Cremilda. Entrevista – O diálogo possível. São Paulo: Ática, 1986. MELO, José Marques de. A opinião no jornalismo brasileiro. São Paulo: Vozes, 1985. MANUAL de redação e estilo. São Paulo: Folha de São Paulo, 2002. PEREIRA JUNIOR, Luiz Costa. A apuração da notícia – Métodos de apuração na imprensa. Petrópolis: Vozes, 2006. SODRÉ, M.; FERRARI, M. H. Técnica de reportagem – Notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986. VIANA, Antonio Carlos (org.). Roteiro de redação – Lendo e argumentando. São Paulo: Scipione, 1999. Bibliografia complementar: BENDER, Flora e LAURITO, Ilka. Crônica – História, teoria e prática. São Paulo: Scipione, 1993. CASTRO, G. e GALENO, A. (Orgs.) Jornalismo e literatura – A sedução da palavra. São Paulo: Escrituras, 2002. CITELLI, Adilson. Linguagem e persuasão. São Paulo: Ática, 2001. GARCIA, Luiz. Manual de redação e estilo – O Globo. São Paulo: Globo, 2001. GRANATIC, Branca. Redação – Humor e criatividade. São Paulo: Scipione, 1997. INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto. São Paulo: Scipione, 1999. LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. São Paulo: Ática, 1999. MARTINS, Eduardo. Manual de redação e estilo – OESP. São Paulo: Moderna, 2004. MEDINA, Cremilda. Notícia – um produto à venda – jornalismo na sociedade urbana e industrial (3ª Ed.). São Paulo: Summus, 1988. 49 MEDINA, Cremilda. Povo e personagem. Canoas-RS: Ulbra, 1996. MEDINA, Cremilda. A arte de tecer o presente – Narrativa e cotidiano. São Paulo: Summus, 2003. MELO, José Marque de. Jornalismo opinativo – Gêneros opinativos no jornalismo brasileiro. Campos do Jordão-SP: Mantiqueira, 2003. MELO, J. Marques de. Gêneros jornalísticos na Folha de S. Paulo. São Paulo: FTD-IPCJE, 1987. MELO Mesquita, Roberto. Gramática da língua portuguesa. São Paulo: Saraiva, 1995. PEREIRA JUNIOR, Luiz Costa. Vozes, 2006. Guia para a edição jornalística. Petrópolis: PIZA, Daniel. Jornalismo cultural. São Paulo: Contexto, 2003. RODRIGUES, Adriano Duarte. Comunicação e cultura – A experiência cultural na Era da Informação. Lisboa: Presença, 1994. SÁ, Jorge de. A crônica. São Paulo: Ática, 1997. TOGNOLLI, Cláudio Júlio. A sociedade dos chavões – Presença e função do lugar-comum na comunicação. São Paulo: Escrituras, 2001. 19. PSICOLOGIA GERAL E DA COMUNICAÇÃO Carga horária: 72hs/a Ementa: História do pensamento psicológico. Psicologia Social e o Homem Contemporâneo: A questão da Identidade num mundo em transformação. A natureza da Psicologia da Comunicação. Comunicação e desenvolvimento cognitivo: as múltiplas inteligências e seus estímulos. Comunicação e desenvolvimento emocional. As condições psicológicas e as questões morais. Comunicação, desenvolvimento humano e liderança. Psicologia e Meios de Comunicação: papéis e atuação dos meios, formação dos estereótipos e sua apreensão pelos indivíduos. Psicologia da Comunicação nos espaços grupais: a psicologia nas Relações Públicas. Psicologia da Comunicação e Publicidade. Psicologia da Comunicação nos espaços massivos. Psicologia da recepção dos produtos televisivos. Bibliografia básica: 50 BARROS FILHO, Clóvis. A subjetividade na recepção: o receptor entre o mongolismo e o autismo. In: Ética na Comunicação. São Paulo: Moderna, p. 123163. 1995. BARROS FILHO, Clóvis. Recepção ativa e ética do receptor. In: Ética e Comunicação. São Paulo. Nº 1, janeiro/julho: 7-16. 2000. BERGAMINI, Cecília W. Motivação. São Paulo: Atlas. 1993. CASTRO, Eliana de Moura. Psicanálise e Linguagem. São Paulo: Ática. 1986. GARDNER, Howard. Desenvolvimento humano e liderança. In: Mentes que Lideram. Porto Alegre: Artes Médicas, p. 22-37, 1996. GARDNER, H. Mentes que Criam. Porto Alegre: Artes Médicas. 1996. GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional. Rio de Janeiro: Ed. Objetiva. 1995. GREENFIELD, P. M. O Desenvolvimento do Raciocínio na Era da Eletrônica. São Paulo: Summus, 1988. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP;A Editora. 2000. Katz, Daniel; Kahn, Robert L. Psicologia Social das organizacoes. 3 ed. Sao Paulo: Atlas, 1987 LANE, S.T.M.; SAWAIA. Bader B. (Org.). Novas Veredas da Psicologia Social. São Paulo: Brasiliense. 1995. NOGUEIRA, Adriana Tanese. "Ética e Psicologia do Profundo", In: Ética e Comunicação. Nº 1, janeiro/julho: pg. 39-49. 2000. Pfromm Netto, Samuel. Comunicação de Massa : natureza-modelos-imagens: Contribuicao para o estudo da psicologia da comunicação de massa. Sao Paulo: Pioneira, 1972. SCHAFF, Adam. O indivíduo humano e a sociedade da informática. In: A Sociedade Informática. São Paulo: UNESP/Brasiliense, p. 98-157. 1995. LA TAILLE, Yves de. Desenvolvimento do Juízo moral e afetividade na Teoria de Jean Piaget. In PIAGET, VYGOTSKY, WALLON: Teorias Psicogenéticas em Discussão. São Paulo: Summus, p. 43-73, 1992. SOARES, Ismar. Sociedade da Informação ou da Comunicação? São Paulo: Cidade Nova. 1996. TISKI - FRANCKOWRAK, Irene T. Homem, Comunicação e Cor. São Paulo: Icone. 1997. 51 WATZLAWICK, Paul; BEAVIN, Janet Helmick; JACKSON, Don D. Pragmática da comunicacao humana: um estudo dos padroes, patologias e paradoxos da interacao. 7 ed. Sao Paulo: Cultrix, 1993. Bibliografia complementar: FERRÉS, Joan. Televisão e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas. 1996. Freitas, Jeanne Marie Machado de. Comunicação e Psicanálise . Sao Paulo: Escuta, 1992 KOSOVSKI, Ester. Ética na Comunicação. Rio de Janeiro: Mauad, 2004. MARGULIS, M. "La construcción social de la juventud", In: CUBIDES, Humberto at all. Vivendo toda: jóvenes, territorios culturales y nuevas sensibilidades. UC, Bogotá, 1999, p. 3-21. NOVAES, Adauto (org.). Rede Imaginária. São Paulo: Companhia das Letras. 1991. SPITZ, Rene A. O não e o sim: a gênese da comunicação humana. São Paulo: Martins Fontes, 1998. 20. TEORIAS DE TELEJORNALISMO Carga horária: 72hs/a Ementa Mídia impressa, mídia sonora e mídia audiovisual. Características do discurso televisivo. Limitações no jornalismo televisivo. Elementos da linguagem televisiva: o icônico, o lingüístico e o sonoro. Redação e edição de texto em telejornais. Edição de som e imagem. Transmissões diretas e reportagens externas gravadas. Roteiro de telejornais. Noções técnicas: equipamento de externa, câmaras de estúdio, gravação de som. UHF e VHF. Microondas e satélite. As técnicas jornalísticas e os processos de produção e edição da notícia em Telejornalismo. As entrevistas, captação de imagens, edição e transmissão. A estrutura física e o funcionamento de uma redação de televisão, nas diversas etapas. Bibliografia básica: 52 ABRANTES, José Carlos: DAYAN, Daniel (Org.). Televisão: das audiências aos públicos. Lisboa: Livros Horizonte, 2006. BACELLAR, Luciane; BISTANE, Luciana. Jornalismo de TV. São Paulo: Contexto, 2005. CAPARELLI, Sérgio; LIMA, Venício A. de. Comunicação e Televisão - Desafios da Globalização. São Paulo: Hacker Editores, 2004. FILHO, Marcondes Ciro. Televisão. São Paulo: Editora Scipione, 1994. JOLY, Martine. Introdução à análise da Imagem. São Paulo: Papirus Editora, 1996. JORNAL NACIONAL: a notícia faz história. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004. JOST, François. Seis lições sobre televisão. Porto Alegre: Sulina, 2004 BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Rodolfo Paulo. Manual de Telejornalismo. Rio de Janeiro, Editora Campus, 2002. MACHADO, Arlindo. A Televisão levada a sério. 3ª Ed. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2003. MOTA, Célia Laldeira; PORCELLO, Flávio A. Carmargo; PEREIRA JR., Alfredo E. Vizeu. (orgs.) Telejornalismo. A nova praça pública. Florianópolis: Editora Insular, 2006. NOVAES, Adauto (org.) A Rede Imaginária: Televisão e Democracia. São Paulo, Cia das Letras/ Secretaria Municipal de Cultura, 1991. PATERNOSTRO, Íris, Vera. O texto na TV – Manual de Telejornalismo. Rio de Janeiro, Editora Campus, 1999. REQUENA, Jesús González. El Discurso Televisivo: Espetáculo de la Posmodernidad. Madrid: Ediciones Cátedra, 1995. REZENDE de Jorge Guilherme. Telejornalismo no Brasil: um perfil editorial. São Paulo: Summus Editorial, 2000. SODRÉ, Muniz. O Monopólio da Fala. Petrópolis: Vozes, 1977. SQUIRRA, Sebastião. Aprender Telejornalismo: produção e técnica. São Paulo: Brasiliense, 1995. VIZEU, Alfredo (org.). A sociedade do telejornalismo. Petrópolis: Vozes, 2008. YORKE, Ivo. Telejornalismo. São Paulo: Roca, 2006. 53 Bibliografia complementar: CURADO, Olga. A notícia na TV: o dia-a-dia de quem faz telejornalismo. São Paulo: Alegro, 2002. DAYAN, Daniel; KATZ, Elihu. A história em directo. Coimbra: Minerva, 1999. SILVA, Carlos Eduardo Lins. Muito Além do Jardim Botânico: um estudo sobre a audiência do Jornal Nacional da Globo entre trabalhadores. São Paulo: Summus, 1985. 173p. (Novas Buscas em Comunicação, v.6). 21. ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM JORNALISMO Carga horária: 36hs/a Ementa O Estado e os Meios de Comunicação. Legislação. Análise da comunicação desenvolvida por instituições e sujeitos políticos: governo, partidos, movimentos sociais. Comunicação e Poder. Comunicação e Democracia. Relações entre Poder Político e Meios de Comunicação. A representação de interesses nos espaços midiáticos e nos espaços políticos. Questões éticas e sociais da evolução acelerada das tecnologias de comunicação. Bibliografia básica: ALDE, Alessandra. A Construção da Política - democracia, cidadania e meios de comunicação de massa. Rio de Janeiro: FGV, 2004. BARROS FILHO, Clóvis de. Ética na comunicação: da informação ao receptor. São Paulo: Moderna, 1995. GRANGER, Gilles-Gaston. A ciência e as ciências. São Paulo: UNESP, 1994. GUIMARÃES, Eduardo(org.). Produção e circulação do conhecimento - estado, mídia, sociedade. Campinas-SP: Pontes, 2001. LATTMAN-WELTMAN, Fernando et al. Mídia e política no Brasil - jornalismo e ficção. Rio de Janeiro: FGV, 2003. MELO, José Marques. Comunicação, Teoria e Política. São Paulo: Summus, 1985. 54 MOREL, Regina Lúcia de Moraes. Ciência e Estado - política científica no Brasil. São Paulo: T.A. Queiroz, 1979. RUBIM, Antonio Albino Canelas. Comunicação e Política. São Paulo: Hacker, 2000. Bibliografia complementar: REGO, Francisco Gaudêncio Torquato. Tratado de Organizacional e Política. São Paulo: Thomson Pioneira, 2002. Comunicação 22. OFICINA DE RADIOJORNALISMO Carga horária: 72hs/a Ementa A notícia no rádio. Redação em radiojornais. Os diferentes estilos noticiários radiofônicos. A estilística e o alcance do radiojornalismo. A utilização do radiojornalismo como elemento transportador de cultura. O radiojornalismo nas empresas e instituições. Produção de programas radiojornalísticos (radiojornal, rádio-revista, entrevista, reportagem especial. debate, transmissão ao vivo). Bibliografia básica: BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de radiojornalismo. Rio de Janeiro: Campus, 2001. CBN. Manual de Radiojornalismo. Sistema Globo de Rádios. 1996. CESAR, C. Como falar no rádio: prática de locução AM e FM. São Paulo: Ibrasa, 1990. CHANTLER, P.; HARRIS, S. Radiojornalismo. São Paulo: Summus, 1992. HAUSSEN, Dóris Fagundes. Rádio e Política: tempos de Vargas e Perón, Porto Alegre: EdiPUC-RS, s/d. JUNG, Milton. Jornalismo de Rádio. São Paulo: Contexto, 2004. ORTRIWANO, Gisela. A Informação no Rádio. São Paulo: Summus, 1985. PRADO, E. Estrutura da informação radiofônica, São Paulo: Summus, 1989. 55 PORCHAT, M.E. Manual de Radiojornalismo Jovem Pan. São Paulo: Atica. 1990. SOARES, Edileuza. A bola no ar o rádio esportivo em São Paulo. São Paulo, Summus Editorial. 1994. Bibliografia complementar: CESAR, Cyro. Rádio - Inspiração, Transpiração e Emoção. São Paulo: IBRASA, 1999. 2ª edição. KAPLUN, Mário. La elaboración del guión: princípios básicos. Quito: Ciespal, 1978. LIMA, Zita de Andrade. Princípios e Técnica de Radiojornalismo: Comunicações e Problemas (ICIFORM). Brasília. 1970. MUÑOZ, José Javier, GIL César. La Radio: teoría y práctica. Madrid: Instituto oficial de Radio y Televisión. 1986. SAMPAIO, Walter. Jornalismo Audiovisual: teoria e prática do jornalismo no rádio, TV e Cinema. São Paulo: EDUSP. 1971. SOARES, Maria Freire; PICCOLOTTO, Léslie. Técnicas de Impostação e Comunicação Oral. São Paulo: Edições Loyola. 1986. 23. TÓPICO VARIÁVEL EM JORNALISMO ESPECIALIZADO Carga horária: 72hs/a Ementa: A segmentação no jornalismo. Jornalismo científico e cultural. Jornalismo desportivo. Jornalismo econômico. Especializações e desenvolvimento histórico. As especializações e a evolução das técnicas do jornalismo direcionado. As tendências à personalização. JORNALISMO INTERNACIONAL Ementa: O jornalismo como intérprete das questões globais. O discurso jornalístico sobre fatos internacionais. Distanciamento e identificação. O noticiário de política internacional. Agências de notícias, correspondência internacional e 56 correspondência de guerra. Pauta, apuração, redação e edição em Jornalismo Internacional. JORNALISMO ESPORTIVO Ementa: História do jornalismo esportivo. Funções do jornalista esportivo. A linguagem esportiva. A pauta e a confecção de matérias esportivas. A cobertura esportiva JORNALISMO POLÍTICO Ementa: O jornalismo que se pratica junto aos três poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. A importância dessa cobertura jornalística para os diversos veículos, as relações entre os jornalistas e as fontes, as questões éticas. JORNALISMO CULTURAL Ementa: Discussão do jornalismo cultural abrangendo temas e problemas a partir de textos de intelectuais sobre cinema, músicas erudita e popular, teatro, literatura, entre outros. JORNALISMO CIENTÍFICO Ementa: Estudo das políticas de divulgação em ciência e tecnologia. Reflexão sobre o papel da mídia e seus agentes de formação crítica da opinião pública sobre a política científica e tecnológica do País. Análise da divulgação científica e de políticas de comunicação em organizações de C;T. Análise do discurso da ciência no contexto da sociedade. Estudo da relação entre linguagem do cientista e a dos meios de divulgação. Ciência como instrumento de poder e ideologia. As tecnologias de comunicação na divulgação científica. Os novos desafios organizacionais e as políticas de divulgação científica. JORNALISMO ECONÔMICO Ementa: 57 Economia e ideologia, histórico do pensamento econômico, a ideologia da imprensa econômica brasileira. A ética na informação econômica, conceito de espaço público, o valor econômico da informação. Mercado de trabalho para o jornalista econômico. Bibliografia: AMARAL, Márcia. Jornalismo popular. São Paulo: Contexto, 2006. ARAÚJO, Inesita Soares de; CARDOSO, Janine Miranda. Comunicação e saúde. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2007. BARBEIRO, Heródoto; RANGEL, Patrícia. Manual do jornalismo esportivo. São Paulo: Contexto, 2006. BRITO, José Domingos de. Literatura e jornalismo. São Paulo: Novatec, 2007. BUENO, Wilson da Costa. Comunicação, jornalismo e meio ambiente. São Paulo: Mojoara, 2006. BULHOES, Marcelo Magalhães. Jornalismo e literatura em convergência. São Paulo: Ática, 2007. CALDAS, Suely. Jornalismo econômico. São Paulo: Contexto, 2003. CARTA, Gianni. Velho novo jornalismo. São Paulo: Códex, 2003. CASTRO, Gustavo de; GALENO, Alex. Jornalismo e literatura: a sedução da palavra. São Paulo: Escrituras, 2003. CHAIA, Vera. Jornalismo e política. São Paulo: Hacker Editores, 2004. BURKETT, Warren. Jornalismo científico. Rio de Janeiro: Forense, 1990. CHINEM, Rivaldo. Jornalismo de guerrilha: a imprensa alternativa brasileira. São Paulo: Disal Editora, 2004. COELHO, Paulo Vinícius. Jornalismo esportivo. São Paulo Contexto, 2003. COTTA, Pery. Jornalismo – teoria e prática. Rio de Janeiro: Rubio, 2005. DORNELLES, Beatriz. Jornalismo comunitário em cidades do interior. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, 2004. FARIA, José Eduardo. Política e jornalismo: em busca da liberdade. São Paulo: Perspectiva, 1979. 58 CORTEZ/IMS/CNPq. Comunicação e Sociedade (edição especial). São Paulo: Cortez, ano 4, nº7, 1982. FERREIRA, Carlos Rogé. Literatura e jornalismo: práticas políticas. São Paulo: EDUSP, 2004. GOMES, Mayra Rodrigues. Poder no jornalismo: discorrer, disciplinar, controlar. São Paulo: Hacker Editores, 2003. GRANGER, Gilles-Gaston. A ciência e as ciências. São Paulo: UNESP, 1994. GUIMARÃES, Eduardo(org.). Produção e circulação do conhecimento -estado, mídia, sociedade. Campinas-SP: Pontes, 2001. HELLER, Agnes et al. A crise dos paradigmas em ciências sociais e os desafios para o século XXI. Rio de Janeiro: Contraponto, 199. HERNANDO, Manuel Calvo. Periodismo científico. 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Ciência com consciência. 5ed. Rio e Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. NASCIMENTO, Patrícia Ceolin. Jornalismo em revistas no Brasil: um estudo das construções discursivas em Veja. São Paulo: AnnaBlume, 2002. NATALI, João Batista. Jornalismo internacional. São Paulo: Contexto, 2004. 59 NPGCT/USP. Política e gestão em ciência multidisciplinares. São Paulo: Pioneira, 1986. e tecnologia - estudos OLIVEIRA, Fabíola. Jornalismo Científico. São Paulo: Contexto, 2002. OLIVEIRA, Jane Raquel de; QUEIROZ, Salete Linhares. Comunicação e linguagem cientifica: guia para estudantes de química. Campinas: Átomo, 2007. PENA, Felipe. Jornalismo literário. Rio de Janeiro: Contexto, 2006. QUINTÃO, Ayle-Salassie F. O jornalismo econômico no Brasil depois de 1964. São Paulo: Agir, 1987. SCHWARTZMAN, Simon. Ciência, universidade e ideologia: a política do conhecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1981. SOARES, Edileuza. A bola no ar: o rádio esportivo em São Paulo. São Paulo, Summus Editorial. 1994. VÁRIOS AUTORES. Rumos (do) jornalismo cultural. São Paulo: Summus, 2007. VICCHIATTI, Carlos Alberto. Jornalismo: comunicação, literatura e compromisso. São Paulo: Paulus Editora, 2005. WILSON, Anthony. Replicação, 2001. Manual de comunicação em ciência. Lisboa: Editora WITKOWSKI, N. (coord.). Ciência e tecnologia hoje. São Paulo: Ensaio, 1995. ZAMBONI, Lilian Márcia Simões. Cientistas, jornalistas e a divulgação científica. Campinas-SP: Autores Associados, 2001. 24. COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL Carga horária: 72hs/a Ementa: As organizações. Fundamentos da comunicação organizacional. Rede, fluxos, níveis e canais. Comunicação e cultura organizacional. Comunicação e cultura organizacional. Comunicação empresarial. Comunicação na construção da imagem organizacional. Comunicação interna/Comunicação externa. Planejamento estratégico da comunicação organizacional/empresarial. Bibliografia básica: 60 BUENO, W.C. Comunicação Empresarial: teoria e pesquisa. Barueri-SP: Manole, 2003. CAHEN, R. Comunicação Empresarial. São Paulo: Best Seller/Circuito do Livro, 1990. GOMES, Nelson. A Comunicação da Pequena Empresa. Rio de Janeiro: Globo, 1997. MARCOVITCH, Jacques (org.). Tecnologia da Informação e estratégia Empresarial. São Paulo: USP/Futura. MARÍN, A. L. La Comunicación en la Empresa y en las Organizaciones. Barcelona: Bosch Casa Editorial, 1997. NEVES, Roberto de Castro. Comunicação Empresarial Integrada. Rio de Janeiro: Mauad, 2001. REGO, F.G.T. Comunicação Empresarial/Comunicação Institucional. 4ª ed. São Paulo: Summus, 1986. REGO, F.G.T. Jornalismo Empresarial - teoria e prática. 3ª ed. São Paulo: Summus, 1986. SANTOS, E.R.M. Comunicação na Pequena, Média e Grande Empresa. Rio de Janeiro: Ediouro/Tecnoprint, 1980. SARTINI, I. Comunicação - caminho para o sucesso. Rio de Janeiro: Ediouro/Tecnoprint, 1980. Bibliografia complementar: ETZIONI, Amitae. Organizações modernas. 6a. ed. São Paulo: Pioneira, 1980. KUNSCH, Margarida M. Krohling. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. 4ª ed. São Paulo: Summus, 2004. KUNSCH, Margarida M. Krohling. Relações públicas e modernidade: novos paradigmas na comunicação organizacional. São Paulo: Summus, 1997. LARA, Maurício. As sete portas da comunicação pública: como enfrentar os desafios de uma assessoria. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. LOPES, Marilene. Quem tem medo de ser notícia? São Paulo: Makron Books, 2000. MEDEIROS, J.B. Redação Empresarial. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1998. 61 MEDEIROS, J.B. Correspondência - Técnicas de Comunicação. São Paulo: Atlas, 1989. MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1996. SCHAUN, Ângela; RIZZO, Esmeralda; FERREIRA, Dina (orgs.) Estratégias: comunicação e gestão. São Paulo. Expressão e Arte Editora. 2008. 25. JORNALISMO ON LINE Carga horária: 72hs/a Ementa Construção crítica dos temas jornalísticos e culturais da cibercultura e dos conteúdos em mídias digitais. Jornalismo na World Wide Web e seus serviços. Redação de matérias para a Rede. Hipertextualidade, multimidialidade e interatividade. Ferramentas de trabalho para o jornalismo digital. A Web como fonte da notícia. Convergência de mídia no jornalismo digital. Bibliografia básica: CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede, 1º volume de A era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 2001. FERRARI, Pollyana. Jornalismo Digital. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2003. LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999. MACHADO, Elias. O ciberespaço como fonte para os jornalistas. Editora Calandra, Salvador, 2003. MEYER, Philip. Os jornais podem desaparecer? São Paulo: Contexto, 2007. RUDGER, Francisco. Introdução às Teorias da Cibercultura. Porto Alegre: Sulina, 2003. FERRARI, Pollyana. Hipertexto, hipermídia. Contexto: 2007. MACHADO, Elias; PALÁCIOS, Marcos. Modelos de Jornalismo Digital. Salvador: Calandra, 2004. Bibliografia complementar: 62 CASTELLS, Manuel. A galáxia da internet: reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. CASTELLS, Manuel. Fim de milênio, 3º volume de A era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 2000. CASTELLS, Manuel. O poder da identidade, 2º volume de A era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 2001. DERTOUZOS, Michael. O que será: como o novo mundo da informação transforma nossas vidas. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. DIZARD, Wilson. A nova mídia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000. MCLUHAN, Marshall. McLuhan por McLuhan: Entrevistas e conferências inéditas do profeta da globalização. Rio de Janeiro: Ediouro, 2005. MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem. São Paulo: Cultrix, 2005. MANNARINO, Marcus. O papel do webjornal: veículo de comunicação e sistema de informação. Porto Alegre : EDIPUCRS, 2000. MONTEIRO, Mariana; SIMONE, José Fernando. Jornalismo Online: O futuro da informação. Rio de Janeiro: Webmeio, 2001. MOHERDAUI, Luciana. Guia de estilo Web: produção e edição de notícias on line. São Paulo, Editora Senac, 2000. SAAD, Beth. Estratégias para a mídia digital: internet, informação e comunicação. São Paulo: Senac, 2003. 26. EDUCOMUNICAÇÃO Carga horária: 36hs/a Ementa Caminhos da Educomunicação. Concepções e usos da comunicação social e da educação escolar na sociedade capitalista. Educação de sensibilidade. Diferenças entre produção de comunicação e de educomunicação. Características do conhecimento midiático. A Metodologia Cala-boca já morreu: papel do mediador e gestão da comunicação. A importância e o significado do grupo na perspectiva da Educomunicação. O direito à comunicação evidenciado na produção de comunicação realizada por leigos. A Democratização da Comunicação no Brasil. 63 Bibliografia básica: BELLONI, Maria Luiza (Org.). A formação na sociedade do espetáculo. São Paulo: Edições Loyola, 2002. CITELLI, Adílson. Palavras, meios de comunicação e educação. São Paulo: Cortez Editora, 2006. DUARTE, Rosália. Cinema e Educação. Belo Horizonte: Autêntica,2ª ed., 2002,128p. GAIA, Rossana Viana. Educomunicação e mídias. Maceió: EDUFAL, 2001. JAGENESKI, Cristiane. O jornal local como material didático contribuindo na construção da cidadania. São Bernardo do Campo (dissertação de mestrado para Universidade Metodista de São Paulo), 2002. NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema na sala de aula. 2.ed. São Paulo:Contexto,2005. NAPOLITANO, Marcos. Como usar a Televisão na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2002. QUESADA, Gustavo. Comunicação e comunidade: mitos da mudança social. São Paulo, Ed. Loyola,1980. SCHAUN, Ângela. Educomunicação: reflexões e princípios. Rio de Janeiro: Mauad, 2002. TEIXEIRA, Inês Assunção de Castro; LOPES, José de Sousa Miguel (orgs.) A escola vai ao cinema. 2ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2003. Bibliografia complementar: MIRANDA, Carlos Eduardo Albuquerque. A educação pelo cinema. Disponível em: <http://www.artigocientifico.com.br/uploads/artc_1153335383_46.pdf>. 27. DOCUMENTÁRIO PARA TV Carga horária: 72hs/a Ementa: Linguagem e técnicas. documentários para TV. Roteiro. Praticais laboratoriais de produção de 64 Bibliografia básica: ARISTARCO, Guido. Documentário e realidade. In: História das Teorias do Cinema. 2o volume. Tradução: Maria Helena Sacadura e Júlio Sacdura. Lisboa: Arcadia, 1963. BERNADET, Jean-Claude. Cineastas e a imagem do povo. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. COMOLLI, Jean-Louis. Filmar para ver. Escritos de Teoria y crítica de cine. Buenos Aires: Ediciones Simurg / Cátedra La Ferla, 2002. LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho: televisão, cinema e vídeo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar editor, 2004. PENAFRIA, Manuela. O filme documentário. Tecnologia.Lisboa: Edições Cosmos, 1999. História, Identidade, RENOV, Michael (ed.). Theorizing documentary. New York: Routledge, 1993. Bibliografia complementar: BERGER, Christa (org.). Jornalismo no cinema. Porto Alegre: UFRGS, 2002. MAIA, Karla; LOPES, Neila; MACEDO, Sandro. Luz, câmera, jornalistas em ação – O almanaque do jornalismo no cinema. São Paulo: Cásper Líbero, 2001. MELO, José Marques de (org.). Cinema e jornalismo. São Paulo: ECA-USP, 1972. STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas: Papirus, 2003. 28. OFICINA DE JORNALISMO ON LINE Carga horária: 72hs/a Ementa Fundamentos de composição gráfica e linguagem multimídia, dividido em dois módulos. Módulo 1: Programação em linguagem HTML com Dreamweaver. Desenvolvimento e execução de projetos de Web para distintos meios de comunicação. Módulo 2: Produção de textos para o ambiente Web. Edição e atualização de sites ou projetos multimídia. 65 Bibliografia Básica FERRARI, Pollyana. Jornalismo Digital. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2003. MOHERDAUI, Luciana. Guia de estilo Web: produção e edição de notícias on line. São Paulo, Editora Senac, 2000. MARTIN, James. Hiperdocumentos e como criá-los. 1. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1992. 222 p., il. MOURA, Leonardo. Como escrever na Rede. São Paulo: Record, 2001. PAGE, Khristine Annwn. Dreamwever MX. Rio de Janeiro: ELSEVIER, 2004. RODRIGUES, Bruno. Webwriting: pensando o texto para a mídia digital. São Paulo: Berkeley Brasil, 2000. SAAD, Beth. Estratégias para a mídia digital: internet, informação e comunicação. São Paulo: Senac, 2003. SQUIRRA, Sebastião. Jorn@lismo online. São Paulo: CJE/ECA/USP, 1997. TUTORIAL HTML do ICMC-USP – [www.icmc.usp.br/ensino/material/html/] WARD, Mike. Jornalismo online. São Paulo: Editora Roca, 2007. Web Insider – [www.webinsider.com.br] Bibliografia Complementar DIZARD, Wilson. A nova mídia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000. MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos (Orgs.) O ensino do jornalismo em redes de alta velocidade - metodologias ; softwares. Salvador: EDUFBA, 2007. PEREIRA, Luciano; SILVA, Rafael R.; MARANGONI, Reinaldo. Webjornalismo: Uma reportagem sobre a prática do Jornalismo Online. São Paulo: Webjornalismo, s/d. PINHO, J. B. Jornalismo na Internet: planejamento e produção da informação online. São Paulo: Summus Editorial, 2003. WEBER, Larry. Marketing to the social web: how digital customer communities build your business. Hoboken, N.J: John Wiley ; Sons; 2007. WILLIAMS, R. Design para quem não é designer. São Paulo: Callis, 1995 66 TOWERS, J. Tarin. Dreamweaver 4, para Windows e Macintosh. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 29. ASSESSORIA DE IMPRENSA Carga horária: 72hs/a Ementa O que é e como funciona uma assessoria de comunicação. Quais as suas funções, objetivos, formas de atuação. As assessorias de entidades públicas e privadas, a questão ética, a relação com os meios de Comunicação. Redação e edição de textos. As novas tecnologias no jornalismo empresarial. O texto e a comunicação com os diferentes públicos. Planejamento e execução de projetos de comunicação. Aplicação da assessoria de imprensa nas organizações contemporâneas como fonte auxiliar de elaboração da pauta e do conteúdo das redações. Base técnica necessária para o aluno exercer a função de assessor de imprensa nas diversas instituições, privadas e públicas. Bibliografia básica: CHINEM, Rivaldo. Assessoria de Imprensa: como fazer. São Paulo: Summus, 2004. DOTY, Dorothy I. Divulgação Jornalística e Relações Públicas: Comunicação Empresarial na Prática. São Paulo: Cultura Editores Associados, 1995. DUARTE, Jorge (org.) Assessoria de Imprensa e relacionamento com a Mídia. São Paulo, Atlas, 2002. KOPPLIN, Elisa; FERRARETTO, Luiz. Assessoria de imprensa: teoria e prática. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, 1996. LARA, Maurício. As sete portas da comunicação pública: como enfrentar os desafios de uma assessoria. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. MAFEI, Maristela. Assessoria de imprensa – Como se relacionar com a mídia. São Paulo: Contexto, 2007. MOREIRA LIMA, Gerson. Releasemania: uma contribuição para o estudo do pressrelease no Brasil. São Paulo: Summus, 1985. TORQUATO DO REGO, Francisco Gaudêncio. Jornalismo empresarial: teoria e prática. São Paulo: Summus, 1984. 67 Bibliografia complementar: LOPES, Marilene. Quem tem medo de ser notícia? São Paulo: Makron Books, 2000. LOPES, Boanerges (org.) Gestão em Comunicação Empresarial.Teoria e Técnica. Juiz de Fora: UFSJ/Produtora de Multimeios, 2007 PIMENTA, Maria Alzira. Comunicação Empresarial. Campinas: Alínea Editora, 2002. ROSA, Mário. A Era do Escândalo. São Paulo: Geração Editorial, 2003. TERRAZAS, Alessandra et alli (Org.) Relações assessoria e redações. São Paulo: Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, 1999. 30. COMUNICAÇÃO COMPARADA Carga horária: 72hs/a Ementa: Processos sociais e processos de comunicação. A relação entre comunicação e democracia. As políticas que determinam e condicionam o processo de comunicação. Formas de controle da informação. Análise comparada das políticas nacionais de comunicação em diferentes países. Bibliografia básica: BAUMAN, Zymunt. Modernidade e Ambivalência. Traduzido por Marcus Penchel. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1999. BUCCI, Eugênio; KEHL, Maria Rita. Videologias: ensaios sobre televisão; São Paulo: Boitempo, 2004. CERTAU, Michel de. A invenção do cotidiano: artes de fazer. Traduzido por Ephraim Ferreira Alves. Petrópolis: Vozes, 1994. DAYAN, Daniel; KATZ, Elihu. A história em directo. Coimbra: Minerva, 1999 GIDDENS, Anthony. Modernidade e identidade. Traduzido por Plínio Dentgien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002. LANDOWSKI, Eric. A sociedade refletida: ensaios de sociossemiótica. São Paulo: EDUC/Pontes, 1992. 68 MCLUHAN, Herbert M. Os meios de comunicação como extensão do homem. São Paulo: Cultrix, 2003. THOMPSON, John B. A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia. Traduzido por Wagner de Oliveira Brandão. Petrópolis: Vozes, 1998. Bibliografia complementar: BARBERO, Jesus Martin. Dos meios às mediações – Comunicação, cultura e hegemonia. 2ª edição. Rio de Janeiro: UFRJ, 2003. BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas, vol. 1. 7ª edição. São Paulo: Brasiliense, 1994. BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. CANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas. 4ª edição. São Paulo: Edusp, 2003. CORREIA, João Carlos. Jornalismo e Espaço Público. Lisboa: Ed. da Universidade Beira Interior, 1998. DOCTORS, Marcio (org.). Tempos dos Tempos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003. FONTENELLE, Isleide Arruda. O nome da marca: McDonald´s, fetichismo e cultura descartável. São Paulo: Boitempo Editorial, 2002. FONTCUBERTA, Mar de. La noticia – Pistas para percibir el mundo. Barcelona: Ediciones Paidós, 1996. GENRO FILHO, Adelmo. O segredo da pirâmide – Para uma teoria marxista do jornalismo. Porto Alegre: Tchê, 1987. HALIMI, Serge. Os novos cães de guarda. Traduzido por Guilherme João de Freitas Teixeiras. Petrópolis: Vozes, 1998. MELO, José Marques de (org.) Comunicação Comparada: Brasil e Espanha. São Paulo: Loyola, 1990 SANT’ANNA, Lourival. O Destino do Jornal. São Paulo: Record, 2008. SANTAELLA, Lúcia. Navegar no Ciberespaço: O perfil cognitivo do leitor imserivo. São Paulo: Paulus, 2004. SERVA, Leão. Babel: A mídia antes do dilúvio e nos últimos tempos. São Paulo: Mandarim, 1997. 69 SOUSA, Pedro Jorge. Teorias da notícia e do jornalismo. Chapecó: Argos, 2002. TRAQUINA, Nelson (org). O jornalismo português em análise de casos. Lisboa: Caminho Nosso Mundo, 2001. TRAQUINA, Nelson (og.). Jornalismo – Questões, teorias e “estórias”. Lisboa: Veja, 1993. TUCHMAN, Gaye. La producción de la noticia. Trad. Hector Borrat. Barcelona: Gustavo Gili, 1983. WOLTON, Dominic. É preciso salvar a comunicação. São Paulo: Paulus, 2006. 31. TÓPICO VARIÁVEL EM COMUNICAÇÃO REGIONAL Ementa: História das manifestações artísticas de Minas Gerais e da micro-região dos Campos das Vertentes. As expressões musicais na cultura regional. O legado das artes cênicas. As festas sacras e profanas. História da comunicação regional. Bibliografia básica: ARRUDA, Maria A. do Nascimento. Mitologia da Mineiridade. São Paulo: Brasiliense, 1989. AZEVEDO, Djalma Alves de. A imprensa nasceu em Minas Gerais. Belo Horizonte: Armazém das Idéias, 2000. CINTRA, Sebastião de Oliveira. Efemérides de São João del-Rei. São João delRei: Instituto Histórico e Geográfico, 1967. DANGELO, Jota. Subsídios para a história do carnaval de São João del- Rei. São Paulo: Atheneu Cultura, 2003. GAIO SOBRINHO, Antônio. História do Comércio em São João del-Rei. São João del-Rei: Sindicato do Comércio de São João del-Rei, 1997. GRAÇA FILHO, Afonso de Alencastro. A princesa do Oeste e o mito da Decadência de Minas Gerais - São João del-Rei (1831-1888). São Paulo, Annablume, 2002. GUERRA, Antônio. Pequena História de Teatro, Circo, Música e Variedades em São João del-Rei- 1717-1967. São João del-Rei: 1968. 70 GUIMARÃES, Fábio Nélson. O município de São João del-Rei aos 250 anos de sua criação. São João del-Rei: Progresso, 1963. GUIMARÃES, Geraldo. São João del-Rey: Século XVIII - história sumária. São João del-Rei: Fapec, 1996. GUIMARÃES, Betânia Maria Monteiro. A música na região do Vale do Rio das Mortes. Vertentes, SãoJoão del-Rei : s.n, n. 19, p. 81-87, jan./jun. LOSANO, Carmen Cristiane Borges. Qual é a graça?: uma visão crítica da crítica de teatro cômico brasileiro. São João del-Rei: UFSJ, 2005. 128 p. CDB; Dissertação de mestrado apresentada à UFSJ-Departamento de Letras, Artes e Cultura - Área de concentração teoria literária e crítica da cultura, sob orientação do Prof. Alberto Ferreira da Rocha Júnior. MENDES, Jairo Faria. O silêncio das Gerais - o nascimento tardio e a lenta consolidação dos jornais mineiros. Tese de Doutorado defendida no Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo. São Bernardo do Campo: 2006. MOTTA, Rosemary Tofani. Baptista Caetano de Almeida: um mecenas do projeto civilizatório em São João d’El-Rei no início do século XIX- a biblioteca, a imprensa e a sociedade literária. Dissertação de Mestrado defendida no Programa de Pósgraduação em Ciência da Informação da Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte: 2000. RIZZINI, Carlos. O Jornalismo antes da Tipografia. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1968. ROCHA JÚNIOR, Alberto Ferreira da. Teatro brasileiro de revista: de Artur Azevedo a São João del Rei. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2002. v. 1. 321 p. Tese apresentada do curso de Pós-graduação em Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, como requisito parcial para a obtenção do título de Doutor, sob a orientação do Prof. Dr. Sábato Antonio Magaldi. VEIGA, José Pedro Xavier da. A imprensa em Minas Gerais. Revista do Arquivo Público Mineiro. Ano III, V. 2 Oro Preto. 1898, p. 169-239. VIEGAS, Augusto. Notícias de São João del-Rei. 2ª ed. Belo Horizonte: [s.n.],1953. VIEGAS, Aluizio Jose. Música em São João del-Rei: de 1717 ate 1900. Revista do Instituto Historico e Geografico de São João del-Rei, São João del Rei: s.n, v. 5, p. 53-65, 1987. CDB. Bibliografia complementar: 71 BAHIA, Juarez. Jornal, História e Técnica. São Paulo: IBRASA, 1972. SODRÉ, Nélson Werneck. História da Imprensa no Brasil. 2ª ed. Rio de Janeiro: Edições do Graal, 1977. 32. REPORTAGENS ESPECIAIS PARA JORNALISMO IMPRESSO Carga horária: 72hs/a Ementa: Conceitos e práticas laboratoriais no planejamento e preparação de reportagens especiais para veículos impressos: elaboração de pauta, apuração, fontes, entrevista, reportagem. Bibliografia básica: ABRAMO, Perseu. Padrões de manipulação na grande imprensa. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2003. BELTRÃO. Luís. Jornalismo Interpretativo. Porto Alegra: Sulina, 1976. BELTRÃO. Luís. Jornalismo Opinativo. Porto Alegra: Sulina, 1980. CASTRO, Alexandre. Redação jornalística Edit.Champagnat/São Paulo/Ibrasa, 1991. - De bico. Curitiba: CORREIA, Fernando. Os jornalistas e as notícias. Lisboa: Editorial Caminho, 1997. ERBOLATO. Mário L. Técnicas de codificação em jornalismo. Petrópolis: Vozes, 1978. KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. São Paulo: Ática, 1985. LAGE, Nilson. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. Rio de Janeiro: Record, 2003. MAGALHÃES, Manoel Vilela. Produção e Difusão da Notícia. São Paulo: Atlas, 1979. NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. São Paulo: Contexto, 2003. SODRÉ, Muniz; FERRARI, Maria Helena. Técnica de reportagem: notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo, Summus, l986. 72 VILAS BOAS, Sérgio. O Estilo Magazine - O texto em Revista. São Paulo: Summus, 1996. WARREN, Carl. N. Generos Periodisticos Informativos. Barcelona: ATE, 1975. Bibliografia complementar: SCALZO, Marilia. Jornalismo de revista. São Paulo: Contexto, 2003. 33. INTRODUÇÃO AO PROJETO EXPERIMENTAL Carga horária: 36hs/a Ementa: A comunicação e o jornalismo como objeto de estudos. Noções de metodologia e pesquisa em comunicação e jornalismo. A elaboração de um projeto de monografia: etapas, processos e cuidados. Bibliografia básica: BAUER, Martin W.; GASKELL, George (Eds.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2003. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1989. MOURA, Maria L. S.; FERREIRA, Maria C.; PAINE, Patrícia. A. Manual de elaboração de projetos de pesquisa. Rio de Janeiro: Ed. UERJ, 1998. SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 1997. Bibliografia complementar: BARROS, Aidil Jesus Paes; LEHFELD, Neide. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. Petrópolis: Vozes, 1990 GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. 73 LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1999. 34. GESTÃO DE EMPRESAS DE COMUNICAÇÃO Carga horária: 72hs/a Ementa Teoria e práticas de Administração e Comunicação em negócios. Desenvolvimento de planos e projetos na área de comunicação organizacional integrada. Elementos de gestão da comunicação institucional, mercadológica e interna. Cultura organizacional da Comunicação. Gerenciamento de mudanças. Visão de tendências da sociedade. Planejamento e administração de processos e fluxos de comunicação nas organizações. Princípios administrativos e legais para estruturação de empresas de comunicação. Bibliografia básica: BUENO, Wilson da Costa. Comunicação empresarial: teoria e pesquisa. Barueri: Manole, 2003. CASTELLS, Manuel. A era da informação: economia, sociedade e cultura. Vol. 1: Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999. CENNI, Marcelo. Montando uma Empresa - dicas para obter sucesso. Belo Horizonte: Editora: Autêntica, 1998. COSTELLA, Antônio. Assim como Legislação da Comunicação Social: Curso Básico Campos do Jordão: Editora Mantiqueira, 2002. EMPRESA de comunicação visual. Disponível http://www.biblioteca.sebrae.com.br>. Elementos práticos para empresa de comunicação visual. em abertura < de KUNSCH, Margarida M. Krohling. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. 4ª ed. São Paulo: Summus, 2004. HAVE, Steven Tem. Modelos de Gestão - O que são e quando devem ser usados. São Paulo: Prentice Hall, 2003. NASSAR, Paulo. Tudo é Comunicação. São Paulo: Lazuli, 2005. SCHAUN, Angela, RIZZO, Esmeralda e FERREIRA, Dina (Orgs.) Estratégias: comunicação e gestão. São Paulo. Expressão e Arte Editora. 2008. 74 TORQUATO, F. Gaudêncio. Tratado de comunicação organizacional e política. São Paulo: Pioneira/Thomson Learning, 2002. Bibliografia complementar: ANSOFF, H. Igor. Implantando a administração estratégica. 2a ed. São Paulo: Atlas, 1993. AUGRAS, Monique. Opinião Pública: Teoria e Pesquisa. 2ª. Edição. Rio de Janeiro, Editora Vozes, 1974. CHINEM, Rivaldo. Assessoria de Imprensa – como fazer. São Paulo, Summus. 2003. CORRADO, Frank M. A força da comunicação: quem não se comunica... São Paulo: Makron Books, 1994. DA COSTA, José Roberto Vieira. Comunicação de interesse público. São Paulo, Jaboticaba, 2006. DOWBOR, Ladislau et. al. (orgs.) Desafios da comunicação. Rio de Janeiro: Vozes, 2000. ETZIONI, Amitae. Organizações modernas. 6a. ed. São Paulo: Pioneira, 1980. KOTTLER, Philip. Administração de marketing: a edição do milênio. 10a. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2000. KUNSCH, Margarida M. Krohling. Relações públicas e modernidade: novos paradigmas na comunicação organizacional. São Paulo: Summus, 1997. LUPETTI, Márcia. Gestão estratégica da comunicação mercadológica. São Paulo: Thomson, 2007. MAFEI, Maristela. Assessoria de Imprensa – Como se relacionar com a Mídia. São Paulo: Contexto, 2007. MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1996. Sites www.abracom.org.br www.aberje.com.br www.comunique-se.com.br 75 www.maxpress.com.br www.ethos.org.br www.megabrasil.com.br 35. ANÁLISE CRÍTICA DA MÍDIA Carga horária: 72hs/a Ementa Compreensão e análise de processos e produtos da comunicação de massa. Análise dos processos de recepção dos meios de comunicação de massa. Estudo dos fenômenos conjunturais inerentes aos sistemas midiáticos brasileiros. Inventário crítico dos processos de produção e difusão do saber na mídia. Bibliografía básica: ADAMI, Antonio et al. Mídia, Cultura, Comunicação 2. São Paulo: Arte e Ciência, 2003. ADORNO, Theodor. A.; HORKEHEIMER, Max. A Indústria Cultural. O Iluminismo como Mistificação de Massa. In: LIMA, Luis Costa (Org.). Teoria da Cultura de Massa. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978, p. 159-204. BAGDKIAN. Ben H. O Monopólio da Mídia. São Paulo: Scritta Editorial, 1993 BAUDRILLARD, Jean. Telemorfose. Rio de Janeiro: Mauad. 2004 BENJAMIN, Walter. A Obra de Arte na Época de sua Reprodutibilidade técnica. In: LIMA, Luis Costa (Org.). Teoria da Cultura de Massa. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978, p. 209-240. BOURDIEU, Pierre. Sobre a televisão. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1997. BURKE, Peter; BRIGGS, Asa. Uma História Social da Mídia. Rio de Janeiro: Zahar, 2004. CASTELLS, Manuel. Sociedade em rede. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000. COELHO, Cláudio Novaes Pinto; CASTRO, Waldir José de (orgs.). Comunicação e Sociedade do Espetáculo. São Paulo: Paulus, 2006. 76 COLOMBO, Furio. Rabia y Televisión: reflexiones sobre los efectos imprevistos de la televisión. México: Gustavo Gilli, 1983. DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997. DIZARD JR., Wilson. A Nova Mídia. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. 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Espreme que sai sangue. Um estudo sensacionalista na imprensa. São Paulo: Summus, 1995. BRITTOS, Valério Cruz; BOLAÑO, César Ricardo Siqueira. Rede Globo, 40 anos de poder e hegemonia. São Paulo: Paulus, 2005. CAPARELLI, Sérgio; LIMA, Venício A. de. Comunicação e Televisão - Desafios da Globalização. São Paulo: Hacker Editores, 2004. CARVALHO, Nelly. Publicidade: a linguagem da sedução. 3ª ed. São Paulo: Ática, 2003. 175p. COLOMBO, Furio. Televisión: La Realidad como Espectáculo. Barcelona: Gustavo Gilli, 1976. VERONEZZI, José Carlos. Mídia de A a Z. 1ª ed. São Paulo: Flight Editora: 2002. 36. TÓPICO VARIÁVEL EM COMUNICAÇÃO E CULTURA Carga horária: 72hs/a Ementa Perspectivas teóricas e estudos sobre memória. Tradição cultural, identidade social, memória e comunicação. Memória na construção da informação do conhecimento. A memória, os sistemas de informação e comunicação e as diferentes formas de configuração do saber, da informação e do conhecimento. Aproximações entre cultura, comunicação e identidade cultural. Diálogo e mistura entre as várias “culturas”. Cultura mundializada e identidades culturais nacionais. Bibliografía básica: 78 ADAMI, Antonio et al. Mídia, Cultura, Comunicação2. São Paulo: Arte e Ciência, 2003. CANCLINI, Nestor-Garcia. Culturas Híbridas – estratégias para entrar e sair da modernidade. 4.ed. São Paulo: EDUSP, 2003. 416p. CANCLINI, Nestor-Garcia. Consumidores e Cidadãos – conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro: UFRJ, 1999. 266p. KELLNER, Douglas. A Cultura da mídia. Bauru - SP: EDUSC, 2001. MARTIN-BARBERO, Jesus. Dos Meios às Mediações: comunicação, cultura e hegemonia. Trad. Ronald Polito e Sérgio Alcides. 2ª ed. Rio de Janeiro: UFRJ, 2001. 369p. MORIN, Edgar. Cultura de Massa no Século XX - O Espírito do Tempo. Rio de Janeiro: Forense, 1967. MOURA, Roberto M. Sobre Cultura e Mídia. São Paulo: Irmãos Vitale, 2002. PERUZZO, Cicilia Maria Krohling(org.). Comunicação e Culturas Populares. 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PROJETO EXPERIMENTAL Carga horária: 324hs/a Ementa: Pesquisa e produção monográfica de final de curso 80 ANEXO 1 DEMANDA DE CONTRATAÇÃO DE DOCENTES COM FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM COMUNICAÇÃO - HABILITAÇÃO Contratação de professor formação específica A demanda de contratação de docentes com formação específica em Comunicação Social - Habilitação Jornalismo deverá obedecer ao seguinte cronograma e relação de correspondência entre professores e disciplinas ministradas. O símbolo P significa professor de formação específica a ser contratado e o algarismo que o acompanha (1, 2, 3...) representa a identificação quantitativa. 1º SEMESTRE/ 2009 (CONTRATAÇÃO EM 2008) C/H CURSO 2009 2 PROFESSORES Narrativas Jornalísticas P1 Teorias da Comunicação P2 72 72 2 º SEMESTRE/ CONTRATAÇÃO NO 1ºS.2009 C/H CURSO 2009 2 PROFESSORES Linguagem Fotográfica P3 72 História do Jornalismo P2 72 Técnicas Jornalísticas P1 36 Planejamento Visual-Gráfico P4 36 Teorias do Jornalismo P 2 36 3 º SEMESTRE/ CONTRATAÇÃO NO 2ºS 2009 C/H CURSO 2010 1 PROFESSOR Teorias do Radiojornalismo Fotojornalismo Oficina de Jornalismo Impresso 72 36 72 P5 P3 P.1 81 4 º SEMESTRE/ CONTRATAÇÃO NO 1ºS 2010 2010 2 PROFESSORES C/H CURSO Oficina de Radiojornalismo P5 Teorias de Telejornalismo P6 Tópico Variável em Jornalismo Especializado P 7 72 72 72 5º SEMESTRE/ CONTRATAÇÃO NO 2ºS. 2010 C/H CURSO 2011 3 PROFESSORES Comunicação Organizacional P8 Jornalismo On-line P9 Oficina de Telejornalismo P6 Tópico Variável em Jornalismo Especializado P 7 Educomunicação P10 72 72 72 36 36 6 º SEMESTRE/ CONTRATAÇÃO NO S. 201 C/H CURSO 2011 2 PROFESSORES Documentário para TV Assessoria de Imprensa Oficina de Jornalismo On-line P6 P8 P9 Comunicação Comparada Tópico Variável em Comunicação Regional P 11 72 P 12 36 7 º SEMESTRE- 2012 72 72 72 C/H CURSO Reportagens Especiais para Jorn. Impresso P 1 72 Introdução ao Projeto Experimental P 36 Gestão de Empresas de Comunicação P 12 72 Análise Crítica da Mídia P 2 72 Tópico Variável em Comunicação e Cultura P 10 72 8º SEMESTRE – 2012 Projeto Experimental em Jornalismo C/H CURSO 324 82 Contratação de Técnico Administrativo com formação específica 1. Técnico em Comunicação - para Laboratório de Fotografia/Fotojornalismo Nível Superior – Contratação no segundo semestre de 2009. 2. Técnico em Comunicação- para Laboratório de Rádio/Radiojornalismo Nível Superior – Contratação no segundo semestre de 2009. 3. Técnico em Comunicação- para Laboratório de Televisão/Telejornalismo Nível Superior – Contração no segundo semestre de 2009. 83 ANEXO 2 LIVROS PARA O CURSO DE COMUNICAÇÃO HABILITAÇÃO JORNALISMO 1. ABELARDO, Pedro. Lógica para principiantes. Petrópolis: Vozes, 1994. 80 p. 2. ABRAMO, Perseu. Padrões de manipulação na grande imprensa. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2003. 3. ABRANTES, José Carlos: DAYAN, Daniel (Org.). 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Curso de redação: técnicas de redação, análise estilístico-interpretativa literatura brasileira. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 1992. 282 p. 13. ANGRIMANI, Danilo. Espreme que sai sangue - Um estudo sensacionalista na imprensa. São Paulo: Summus, 1995. 14. ANSOFF, H. Igor. Implantando a administração estratégica. 2a ed. São Paulo: Atlas, 1993. 15. ARAÚJO, Inesita Soares de; CARDOSO, Janine Miranda. Comunicação e saúde. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2007. 16. ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1992. 280 p. (Coleção A). 84 17. ARISTARCO, Guido. História das Teorias do Cinema. 2o volume. Tradução: Maria Helena Sacadura e Júlio Sacdura. Lisboa: Arcadia, 1963. 18. ARRUDA, Maria A. do Nascimento. Mitologia da Mineiridade. São Paulo: Brasiliense, 1989. 19. AUGRAS, Monique. Opinião Pública: Teoria e Pesquisa. 2ª. Edição. Rio de Janeiro, Editora Vozes, 1974. 20. AYALA, Maria Ignez Novais; AYALA, Marcos. 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Divisão em dois - 04 mesas para ambientes: computador; 108 A) Laboratório de Pós- - 04 cadeiras; Produção de Telejornalismo; - 01 armário; B) Estúdio de gravação de telejornal com tratamento acústico e ar condicionado silencioso, com pé direito alto. Sala para reunião 30 Normal Sala para coordenação Sanitários Almoxarifado Gabinetes para 11 professores 20 Normal 40 30 180 Normal Normal Total 630 01 Técnico - 01 mesa para apresentação de telejornal; - 03 cadeiras para apresentação de telejornal. O ideal é que os gabinetes dos professores do curso fiquem no mesmo prédio dos laboratórios. 109 Orçamento aproximado: (Em R$) 1. Construção/adaptação de espaço físico para os 700.000 laboratórios (630 m²) 2. Equipamentos 300.000 3. Total 1.00O.000 RELAÇÃO DE EQUIPAMENTOS A) MATERIAIS PERMANENTES PARA OS LABORATÓRIOS 1. Laboratório de Produção Radiofônica - para aquisição no 1º. Semestre de 2009 Especificação Mesa de som SONY MXP 290 (8 canais e 2 auxiliares) Mesa de Som Behringer Xenyx 1622FX USB Mixer GEMINI PMX 12a (2 canais) (tipo DJ) DAT Sony DTC-790 (digital audio tape) Compressor DOD 866 series II Processador de efeitos DIGITECH Studioquad MD's SONY MDS-JE640 (mini-disc) CD Player PHILIPS CD 165 Tape Deck JVC TDW-106 (duplo deck) Amplificador Híbrido APEL AP-01 Amplificador YAMAHA A100a Amplificadores METEORO H-3000 Toca-discos TECHNICS SL1200MKII Caixas Acústicas JBL Pro VIII Caixas Acústicas ATTACK MP100 Microfones SONY C-48 Microfone SHURE SM-7 Microfone SHURE SM-58 Microfone SENNHEISER e-835 Microfone AKG D65s Microfone AKG C-420 (cabeça com fio) Microfone LeSon SM-58 Pedestal de mesa para microfone Gravadores PANASONIC RQ-L31 Mini Gravador Digital 33hs Panasonic Rr-Us430 Usb Pen Drive cabine com tratamento acústico, para locução (painéis de revestimento SONEX, com cunhas anecóicas) fone de ouvido LYco DJM 1000MK2 (mini plug 3,5mm) cabo de sinal SPAR 2P10 + 2RCA (2 metros) Quantidade 01 01 01 01 01 01 02 02 03 01 01 02 02 02 02 02 01 01 01 01 01 01 03 05 15 01 03 05 110 cabo de sinal SPAR 2P10 + 2P10 (2 metros) cabo de sinal SPAR 2RCA + 2RCA (2 metros) cabo de sinal SPAR (plug XLR macho de linha/ plug XLR fêmea de linha) cabo USB (entrada e saída USB) 5 metros cadeiras giratórias cadeiras Rack para mesa de som Behringer Xenyx 1622FX USB Mesa redonda para estúdio mesas para computador ar condicionado Split Springer Silentia 7,5 Btu/h (silencioso, para estúdio de gravação) Microcomputadores Pentium Intel 2.8GB Dual Core, na seguinte configuração: - 01 Processador Intel 2.8GB Dual Core; - 4GB memória Ram DDR; - 01 Placa-mãe ASUS SATA; - 02 HD internas de 320GB; - 01 monitor LCD tela plana de 15 polegadas; - 01 mouse ótico; - 01 gabinete de 04 baias preto; - 01 teclado multimídia padrão Português ABNTII PS2; - 01 drive de disquete 1.44 preto; - 01 placa de som OFF Board Audiophile; - 01 caixa de som 180w; - 01 gravador de DVD-RW/CD-RW LG; - 01 placa de rede PCI 10/100; - 01 estabilizador 300VA 115volts. - Programas instalados: Windows XP, Pacote Office, Sony Vegas 4, Sony Sound Fourge8.0, Audacity, Adobe Premiere, Pro Tolls LE 32 5.1, Cubase VST32 5.1, Sonar 4.0 , Acid Pro 4.0. Pedestal para microfone - EASY LOCK PSU 0135 RMV Filtro de linha Power Line. Código: H Modelo: PL7T (com sete entradas para plug tomada) 110v 05 10 06 01 04 04 01 01 04 01 04 05 02 2. Laboratório de Fotografia e Fotojornalismo - para aquisição no 1º. Semestre de 2009 Especificação – Laboratório de Revelação Ampliadores Durst Mod M670 Objetivas Shinaider 50mm Objetivas Shinaider 80mm Timeres para revelação Ranger Cronômetros Digitais para Laboratório Marginadores 30cm x 40 cm Termômetro para Laboratório com Proteção Plástica com escala de medição de 0 a 50graus Prensas para contato Quantidade 02 02 02 02 02 02 02 02 111 Lanternas de segurança AP Estufa para secagem de filme Secadeira de papel 30 x 40cm Guilhotina 30x 40cm Armazenador de químicos 10 litros Copo graduado de 1000ml Proveta de 300 ml Pinça para papel Banheira Plástica 24x30cm para Revelação de Papel P&B Banheira Plástica 30x40cm para Revelação de Papel P&B Banheira Plástica 50x60cm para Revelação de Papel P&B Tanques para 2 espirais 135mm Saca Filme IK-Sung 9520 extrator de filme 35mm. Visores para negativo Clips para prender filme (o par) Sifãos para banheira Pinças para secagem de negativo Ventilador grande Recipientes de PVC para armazenar químico Exaustor Mesa redonda cadeiras bancadas para equipamentos aparelho de ar condicionado Springer admiral Especificação – Estúdio Fotográfico Microcomputadores Pentium Intel 2.8GB Dual Core, na seguinte configuração: - 01 Processador Intel 2.8GB Dual Core; - 4GB memória Ram DDR; - 01 Placa-mãe ASUS SATA; - 02 HD internas de 320GB; - 01 monitor LCD tela plana de 15 polegadas; - 01 mouse ótico; - 01 gabinete de 04 baias preto; - 01 teclado multimídia padrão Português ABNTII PS2; - 01 drive de disquete 1.44 preto; - 01 gravador de DVD-RW/CD-RW LG; - 01 placa de rede PCI 10/100; - 01 caixa de som 180w; - 01 estabilizador 300VA 115volts. - Programas instalados: Windows XP, Pacote Office, Photoshop CS3. Scanner AGFA Studio Star Scanner Kodak Professional Plus Scanner Máquina fotográfica Canon Digital EOS REBEL XTi SLR 10.1Mpixels C/ Objetiva Canon 18-55mm Bolsa Lowepro Nova 2 AW Tripé Vanguard AK-4 Máquina Fotográfica Nikon F90 08 01 01 02 04 05 05 10 06 06 04 10 02 02 20 02 10 01 10 01 01 04 03 01 Quantidade 04 01 01 10 10 05 05 112 Objetiva Nikon 135mm Objetiva Nikon 50 mm Objetivas Nikon 35-70 mm zoom Geradores Atek 1200 com 3 tochas Geradores Atek 2400 com 3 tochas Hazzy Light grande Tripé Girafa Tripé para refletores Atek Tripé de coluna p/máquina fotográfica Atek Tripé Atek para máquina Fotográfica Refletores parabólicos Refletores p/ colméia Refletores sonoot Sombrinha rebatedor/difusor Ban-door Mesa de acrílico p/ produtos Suporte para fundo infinito Fundo infinito TNT várias cores Fundo infinito de cortina preta Bancadas para equipamentos Mesas redonda cadeiras Armário de aço Ventilador grande Quadro de fórmica branco Tela para projeção Estativa para reprodução Cadeiras de acrílico preto Filtro de linha Power Line. Código: H Modelo: PL7T (com sete entradas para plug tomada) 110v 01 02 05 02 02 02 01 09 01 01 05 02 02 01 02 01 01 05 01 02 01 04 01 01 01 01 01 20 02 Laboratório de Redação e Produção Visual Gráfica - para aquisição no 1º. Semestre de 2009 Especificação Microcomputadores Pentium Intel 2.8GB Dual Core, na seguinte configuração: - 01 Processador Intel 2.8GB Dual Core; - 4GB memória Ram DDR; - 01 Placa-mãe ASUS SATA; - 02 HD internas de 320GB; - 01 monitor LCD tela plana de 15 polegadas; - 01 mouse ótico; - 01 gabinete de 04 baias preto; - 01 teclado multimídia padrão Português ABNTII PS2; - 01 drive de disquete 1.44 preto; - 01 gravador de DVD-RW/CD-RW LG; Quantidade 25 113 - 01 placa de rede PCI 10/100; - 01 caixa de som 180w; - 01 estabilizador 300VA 115volts. - Programas instalados: Windows XP, Pacote Office, Corel Draw X3, Adobe Indesign CS3, QuarkXpress 6.1, Adobe Pagemaker 7.0, Adobe Photoshop CS3, FreeHand. mesa grande para reunião cadeiras armário Impressora multifuncional Samsung Laserjet SCX-4200 Laser bancada para 25 computadores 01 25 03 02 01 Laboratório de Telejornalismo - para aquisição no 2º. Semestre de 2009 Especificação – Pós-produção Quantidade Microcomputador com a seguinte configuração: 01 01 Processador Core 2 Quad Q6600 Intel; 01 PLACA MÃE: P5K3 Deluxe Wi-Fi AP Editions ASUS (para padrão LGA775); 02 PLACA DE VÍDEO: ATI Radeon HD3870 POWERCOLOR (compatível com a tecnologia HDCP); 04 PENTE MEMÓRIA RAM: 1GB cada, com clock 1066Mhz, KINGSTON DDR3; 01 HD 250GB SATA II Diamond Max MAXTON; 01 HD 80GB SATA II; 01 HD removível (externo) SAMSUNG de 160GB; 01 GRAVADOR/LEITOR de discos óticos Blu-ray modelo GGW-H20L LG; 01 FONTE: Real Power de 700watts COOLER MASTER; 01 teclado multimídia padrão Português ABNTII PS2; 01 mouse ótico USB; 01 DRIVE disquete 1/4; 02 Monitor 22 polegadas L226 WTQ Widescreen LG; 01 cabo DVI (1 metro); 01 placa de som Creative 7.1 Audigy Box Sound Blaster; 01 GABINETE: CAVALIER T03 COOLER MASTER; 01 placa Firewire 4 portas IEEE 1394 (entrada portas para 4 e 6 pinos); 01 placa de captura Matrox RTX2; 01 Caixa de Som p/ PC X750 - 5.1- 58W RMS - EDIFIER; 01 estabilizador 300VA 115volts; Programas instalados: Sistema Operacional Windows XP com SP2, Adobe Premiere CS3, Adobe Photoshop CS3, Finalcut 4, Sony Vegas 4.0, Pacote Office, 3D Studio Max 2009, After Effects, Hollywood FX, Flash MX, Autodesk Combustion, DVMixer Pro Overview, Windows Media Encoder. Microcomputador com a seguinte configuração: 03 01 CPU: Intel Core 2 Quad Q6600 (4 cores / 2.4GHz / 8MB de 114 cache); 01 PLACA MÃE: Gigabyte GA-P35-DS3; 01 PLACA DE VÍDEO: Nvidia Geforce 8500 GT 512 MB DDR2 667 MHz 128 bits PCIE 16X – XFX; 04GB MEMÓRIA RAM DDR2-667 Kingston; 01 HD 250GB SATA2; 01 HD 80GB SATA2; 01 GRAVADOR/LEITOR DVD-RW: Pioneer 212D SATA; 01 FONTE: Zalman 460B-APS; 02 Monitor LG L1553S LCD 15 Polegadas; 01 mouse ótico; 01 gabinete de 4 baias preto; 01 teclado multimídia padrão Português ABNTII PS2; 01 placa de rede PCI 10/100; 01 placa de som Creative 7.1 Audigy Box Sound Blaster; 01 Placa de Captura Externa USB - Pinnacle Studio MovieBox 510; 01 placa Firewire 4 portas IEEE 1394 (entrada portas para 4 e 6 pinos); 01 caixa de som 180w; 01 estabilizador 300VA 115volts; Programas instalados: Windows XP com SP2, Adobe Premiere CS3, Adobe Photoshop CS3, Flash MX, Sony Vegas 4.0, Pacote Office, 3D Studio Max 2009. mesas para computador SONY LMD-1420 MONITOR; PROFISSIONAL TFT LCD 14POLEGADAS VGA cadeiras armário Videocassete para fita VHS - 7 cabeças Especificação – Estúdio de Gravação Principal filmadora Panasonic AG-DVC60 (para fita Mini-DV, com 3 CCD´s) Panasonic AG-YUSC60H - Soft Case de Transporte - para as filmadora AG-DVC60 Videocassete MINI-DV PANASONIC RECORDER AG-DV 2500 teleprompter LCD Profissional 15 polegadas MATTEDI TP LCD/M (completo: com proteção de acrílico cristal, espelho semi-reflexivo de 2mm, cabo de 10metros para extensão do monitor, chassi com adaptador para qualquer modelo de câmera, contrapeso de 4kg, distribuidor de sinal VGA para até 04 teleprompters, editor de texto e software de inversão de imagem) teleprompter LCD Profissional 15 polegadas MATTEDI TP LCD/M (completo: com proteção de acrílico cristal, espelho semi-reflexivo de 2mm, cabo de 10metros para extensão do monitor, chassi com adaptador para qualquer modelo de câmera, contrapeso de 4kg, editor de texto e software de inversão de imagem) Coluna MATTEDI para teleprompter Tripé para filmadora Miller DS-10 (em alumínio) microfone SONY DE LAPELA sem fio UWPC1 mesa para apresentação telejornal 04 04 04 01 01 Quantidade 02 02 02 01 01 02 02 02 01 115 cadeiras para apresentação de telejornal iluminação para estúdio SET LIGHT 1000W (modelo: 53-15) tripé para iluminação de estúdio microfone SHURE PG58-XLR espuma para microfone SHURE A58WS-BK canopla branca para microfone de mão mini-fundo móvel pano chroma key 2,5 x 5,0 metros adaptador de cassette Mini-DV Panasonic para DVCPRO AJ-CS455 Especificação – Gravação Externa Filmadora Panasonic AG-DVC20 Mini-DV Profissional 3CCD Recarregador para bateria de filmadora AG DVC20 Case Merlin para filmadoraAG-DVC20 microfone YOGA EM9600 TIPO BOOM vara de boom MATTEDI 3 mt steady CAM PRO 5 Tripé para filmadora Miller DS-10 (em alumínio) spot de iluminação externa ULTRALIGHT 2000W (modelo: 53-16) tripé para iluminação externa microfone SHURE PG58-XLR espuma para microfone SHURE A58WS-BK canopla branca para microfone de mão Cabo de sinal SPAR (plug XLR macho de linha/ plug XLR fêmea de linha) 2 metros Cabo de sinal SPAR 2RCA + 2RCA (1 metro) Cabo firewire 4 pinos/4 pinos de 1metro Cabo firewire 4 pinos para 6 de 1metro Cabo firewire 4 pinos para 6 pinos de 4 metros Cabo S-Video 75 Ohms (4 pinos) 7 metros Cabo S-Video 75 Ohms (4 pinos) 1 metro Filtro de linha Power Line. Código: H Modelo: PL7T (com sete entradas para plug tomada) 110v 03 03 03 02 02 03 01 01 02 Quantidade 03 03 03 01 01 01 03 03 03 03 03 03 05 05 02 03 02 02 02 02 116 B) MATERIAIS DE CONSUMO PARA OS LABORATÓRIOS 50 fitas miniDV Sony PHDVM-63DM; 06 bateria Lithium-Ion recarregável Panasonic 4h CGR-D28 D28S para filmadora Panasonic AG-DVC20; 04 bateria de 5400 mAh para filmadora Panasonic AG-DVC60 (duração de 5 horas); 10 lâmpadas para Spot de iluminação interna e externa (modelo General Brand FHM Lamp -1000 watts/120volts); 25 fitas K7; 50 CD-ROM; 50 DVD; 25 disco Blu-Ray (única camada com capacidade de 25GB); 25 disco Blu-Ray (dupla camada com capacidade de 54GB); 25 Filme Fuji Neopan 400 135 35mm 36poses P&B asa/iso 400; 50 Filme Fuji FujiColor PRO 400H 135 35mm 36poses asa/iso 400; 10 Cartão de Memória Compact Flash Sandisk Ultra 1GB; 100 Papel fotográfico para revelação; 05 tonner para Impressora multifuncional Samsung Laserjet SCX-4200 Laser; 117 ANEXO 4: ORIENTAÇÕES PARA OFERTA E CADASTRO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL- HABILITAÇÃO JORNALISMO CONDIÇÕES DE OFERTA PARA CADASTRO DO CURSO PARA ACOMPANHAMENTO E CONTROLE ACADÊMICO Nome do curso Comunicação Social Condições de Oferta do Curso Denominação Modalidade Bacharelado Habilitações Jornalismo Nº de vagas oferecidas Nº de entradas por Processo Seletivo Vestibular 1 Entrada Anual Titulação Bacharel em Comunicação Social - Habilitação Jornalismo 50 1 Entrada Anual Semestre de entrada por Processo Seletivo Vestibular 1º semestre 2º semestre X X Condições de Cadastro do curso Carga horária total de integralização 2900 Horas Prazos de semestres para integralização Mínimo Médio Máximo 7 Semestres 8 Semestres 11 Semestres Limite de carga horária semestral permitida ao aluno Mínimo Médio Máximo 264 hs. 324 hs. 414 hs. Condições de validação das disciplinas/unidades curriculares optativas/eletivas cursadas fora do curso NÃO SE APLICA A ESTE PROJETO Condições de migração de currículo 118 NÃO SE APLICA A ESTE PROJETO Obs. 1: Compreende-se como nº de semestres decorrente da previsão de oferta periódica de unidades curriculares especificadas no PPP. Obs. 2: O limite médio é relativo, pois depende de previsão de progressão curricular do PPP para oferta de unidades curriculares por período. Matriz de organização curricular a) Habilitação em JORNALISMO Carga horária Componente curricular Obrigatória Trabalho de conclusão de curso: Projeto Experimental de Jornalismo Optativa Eletiva Total 324 324 1332 1332 Unidades curriculares básicas das áreas de Ciências Humanas, Lingüística Comuns no Curso 540 540 Unidades curriculares comuns a outras habilitações do Curso de Comunicação Social Comuns no Curso 504 504 Atividades Complementares 200 200 2900 2900 Práticas de Formação (Unidades curriculares da Habilitação em Jornalismo) Carga horária total para Integralização Obs.: Especificar particularidades na organização curricular com implicações no cadastro da estrutura curricular no CONTAC A estrutura do Currículo de Comunicação Social – Habilitação jornalismo fundamenta-se nos seguintes princípios. O currículo do Curso está estruturado em grupos de unidades curriculares oferecidas periodicamente a cada semestre letivo. Procura abranger uma seqüência de unidades curriculares e atividades ordenadas por períodos semestrais em uma progressão aconselhada. Cada um dos oito semestres letivos previstos para a integralização do curso terá a duração de 18 semanas. Todas as unidades curriculares são obrigatórias. 119 Baseado no que estabelece a Portaria Nº 4059/2004, do Ministério da Educação, até 20 por cento da carga horárias das unidades curriculares poderão ser utilizados em atividades semi-presenciais: “...quaisquer atividades didáticas, módulos ou unidades de ensinoaprendizagem e com a mediação de recursos didáticos organizados em diferentes suportes de informação centrados na autoaprendizagem e com a mediação de recursos didáticos de comunicação remota” (Art. 1º da Portaria mencionada acima) O 8º semestre é destinado à elaboração de Projetos Experimentais que compreendem a produção de trabalhos relacionados com a Habilitação em Jornalismo. Esta unidade curricular- Projeto Experimental- integra também o conjunto de práticas de formação. A matriz curricular não prevê a relação de pré ou co-requisitos entre as unidades curriculares. A estruturação do Currículo enfatiza a especialização individual em jornalismo cultural, campo da profissão de Jornalismo que necessita de profissionais preparados para o mercado de trabalho. oferta de unidades curriculares das áreas de Lingüística e das Ciências Humanas, como conteúdo básico em humanidades, que garantam conhecimentos gerais sobre o campo da Comunicação e do papel social do jornalista; oferta de disciplinas técnicas iniciais que vão agregando conhecimentos e o domínio de técnicas específicas nos vários ramos do Jornalismo; conjunto de disciplinas obrigatórias destinadas a avaliar, examinar e discutir, sob ponto de vista crítico, as várias formas do Jornalismo e os seus diversos meios de difusão– impressos, rádio, televisão, Internet; realização de Oficinas de Jornalismo – impresso, rádio, televisão e on line – para o exercício prático do Jornalismo, em laboratórios da própria UFSJ, que tenham produtos similares aos do mercado ou no próprio mercado; Tópicos Variáveis, sob a forma de seminários, projetos de pesquisas ou estudos específicos, para discutir temas de interesse do Jornalismo, permitindo maior flexibilização do percurso acadêmico pela ampliação do leque de atividades oferecidas ao estudante e do quadro de oferta de disciplinas do professor; Projetos de Extensão voltados para o desenvolvimento de trabalhos junto à sociedade, sobretudo, produtos jornalísticos, em suas 120 várias formas, especialmente para comunidades que não possuem infra-estrutura ou capacidade para realizá-los. Programas de intercâmbio com empresas, entidades e instituições, através dos quais professores e alunos do Jornalismo possam prestar serviços ou consultoria em suas sedes, como contrapartida à participação de profissionais dessas organizações nos cursos de Jornalismo, como professores convidados, orientadores de projetos e outros mecanismos. A grade curricular prevê ainda mais 200 (duzentas) horas, não presenciais, para aprimoramento da formação profissional, que o aluno deverá cumprir ao longo do curso, a título de Atividades Complementares, a serem regulamentadas pelo Colegiado de Curso. 121 Matriz de progressão e integralização curricular a) Habilitação em JORNALISMO : Código das unidades curriculares *Oferta Período Unidade curricular 1 2 3 4 1º 1º 1º 1º 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 NC: Núcleo Comum CH: Ciências Humanas e Lingüística CS: Comunicação Social JO: Habilitação em Jornalismo Carga Horária NC( CH/CS)/ JO Horas Teórica Antropologia Cultural Teorias da Comunicação Metodologia da Pesquisa Ciências da Linguagem NC(CH) NC(CS) NC(CS) NC(CS) 72 72 36 72 72 72 36 72 1º Narrativas Jornalísticas JO 72 48 1º 2º 2º 2º 2º 2º 2º 2º 3º 3º 3º 3º 3º 3º 4º 4º História da Arte Linguagem Fotográfica Cultura Brasileira Sociologia Geral e da Comunicação Teorias do Jornalismo Planejamento Visual-Gráfico História do Jornalismo Técnicas Jornalísticas Filosofia Geral e da Comunicação Tópico Variável em Práticas Discursivas Fotojornalismo Tópico Variável em Jornalismo Especializado Teorias do Radiojornalismo Oficina de Jornalismo ImpressoJO Psicologia Geral e da Comunicação Teorias do Telejornalismo 36 36 72 72 36 36 72 36 72 36 36 72 72 72 72 36 36 12 72 72 36 12 72 12 72 36 12 12 72 NC(CH) JO NC(CH) NC(CH) JO JO JO JO NC(CH) NC(CH) JO JO JO JO NC(CH) JO Pré-requisitos Prática 24 T 312 P48 CH 216 CS 72 JORN. 72 24 24 24 T312 P 48 CH 144 JORN. 216 24 60 72 T204 P156 CH 108 JORN. 252 72 36 122 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 Total 4º 4º 4º 5º 5º 5º 5º 5º 6º 6º 6º 6º 6º 7º 7º 7º 7º 7º 8º 1º / 8º Ética e Legislação em Jornalismo Oficina de Radiojornalismo Tópico Variável em Jornalismo Especializado Comunicação Organizacional Oficina de Telejornalismo Jornalismo On-line Tópico Variável em Jornalismo Especializado Educomunicação Documentário para TV Oficina de Jornalismo On-line Assessoria de Imprensa Comunicação Comparada Tópico Variável em Comunicação Regional Reportagens Especiais para Jornalismo Impresso Introdução ao Projeto Experimental Gestão de Empresas de Comunicação Análise Crítica da Mídia Tópico Variável em Comunicação e Cultura Projeto Experimental em Jornalismo Atividades Complementares JO JO JO NC(CS) JO JO JO NC(CS) JO JO JO NC(CS) NC(CS) NC(CS) JO NC(CS) NC(CS) NC(CS) JO 200 36 72 72 72 72 72 72 36 72 72 72 72 36 72 36 72 72 72 324 200 2900 36 12 36 36 12 18 24 72 18 36 48 72 48 1430 72 60 36 72 36 60 18 72 72 48 18 72 T192P132 CH 72 JORN. 252 T92 P 222 CS 108 JORN. 216 T114 P210 CS 108 JORN. 216 24 24 324 T 204 P120 CS 216 JORN. 108 P324 JORN. 324 1270 Matriz descritiva do elenco de unidades curriculares optativas Carga Horária *Oferta Período Unidade curricular Hora s Teóric a Prátic a Pré-requisitos NÃO APLICA A ESTE PROJETO *Na coluna Oferta a letra C significa que são unidades curriculares comuns oferecidas a todas as habilitações; Especificar código que identifica unidades curriculares específicas oferecidas para cada habilitação. 123 Tabela de Equivalências entre unidades curriculares CURRÍCULO 2006 Código Unidade curricular CURRÍCULO 2009 Carga Horária *Tipo Código Unidade curricular equivalente Carga Horária *Tipo NÃO SE APLICA A ESTE PROJETO *Tipo OB: unidades curriculares obrigatórias; OP: unidades curriculares optativas e EL: Eletivas. 124