CONEP – UFSJ
o
Parecer N 002/2010
Aprovado em 24/02/2010
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI
DEPARTAMENTO DE LETRAS, ARTES E CULTURA
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
COMUNICAÇÃO SOCIAL
HABILITAÇÃO JORNALISMO
São João del-Rei
Setembro - 2009
SUMÁRIO
Parte I – Histórico.................................................................................................................01
Parte II – Dados Preliminares..............................................................................................03
Parte III – Organização Didático-Pedagógica......................................................................05
1. Apresentação.................................................................................................................05
2. Justificativa.....................................................................................................................05
2.1. Demanda pelo Curso de Bacharelado em Comunicação Social...................................10
2.2. Integração
entre
Ensino
e
Pesquisa
na
Pós-graduação
e
graduação.......................................................................................................................11
3. Objetivos.........................................................................................................................12
3.1. Objetivo Geral.................................................................................................................12
3.2. Objetivos Específicos.....................................................................................................13
4. Perfil Egresso.................................................................................................................13
5. Número de vagas oferecidas em entrada anual............................................................14
6. As estratégias de Ensino-Aprendizagem.......................................................................15
7. Corpo Docente e Técnico..............................................................................................16
8. Apoio Institucional à Pesquisa.......................................................................................17
8.1. Orientação de trabalhos de Conclusão de Curso.........................................................17
9. Infra-Estrutura...............................................................................................................17
10. Matriz Curricular...........................................................................................................18
10.1. Relação das disciplinas e respectivas ementas e bibliografias.................................22
Anexos
Anexo I – Demanda de contratação de docentes com formação específica em
Comunicação Social – Habilitação Jornalismo.............................................................81
Anexo II – Livros para o Curso de Comunicação Social – Jornalismo.........................84
Anexo III – Laboratórios e Equipamentos para o Curso de Comunicação Social –
habilitação Jornalismo.................................................................................................111
Anexo IV – Orientações para Oferta e Cadastro do curso de Comunicação Social –
Habilitação Jornalismo.................................................................................................120
1
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO
SOCIAL/JORNALISMO
PARTE I. HISTÓRICO
São João del-Rei é uma das poucas cidades não litorâneas do Brasil que
soube preservar suas tradições, sua cultura, seu patrimônio e sua história em seus
mais de 300 anos, desde sua fundação como Arraial.
O povoamento iniciou-se no século XVII, quando Tomé Portes del-Rei
recebeu permissão real para explorar a travessia do rio das Mortes, depois Porto
Real da Passagem.
Em 1704 foi fundado o Arraial do Rio das Mortes. No ano de 1713, o arraial
tornou-se vila, batizada em homenagem a Dom João V, rei de Portugal e, nomeada
sede da comarca do Rio das Mortes em 1714. Em 1838 foi elevada à categoria de
cidade.
A trajetória histórica da Universidade Federal de São João del-Rei – UFSJ –
iniciou-se com a Fundação de Ensino Superior de São João del-Rei, FUNREI,
implantada em 21 de abril de 1987, a partir da incorporação do patrimônio da
Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras e da Fundação Municipal de
Ensino Superior de São João del-Rei.
Em 2002, a FUNREI foi então transformada em Universidade Federal de
São João del-Rei, fato que resgatou antigo sonho de Tancredo Neves que, a
exemplo dos Inconfidentes, desejava uma universidade na região.
Em 2008, a Universidade Federal de São João del-Rei, UFSJ, ao completar
21 anos como instituição federal de ensino superior passa por um vertiginoso
processo de expansão, que lhe permite a incorporação de mais alunos,
professores e técnicos a uma cultura acadêmica comprometida com a
transformação social.
Como parte do programa EXPANDIR, de ampliação e interiorização do
sistema público de ensino superior, a UFSJ criou novos cursos de graduação em
dois novos campi, cinco na área tecnológica (Campus Alto Paraopeba) e quatro na
área de Saúde (Campus Divinópolis). Para concretizar essa expansão, 269 novos
professores e 112 técnicos administrativos serão contratados. Há ainda a
2
possibilidade de criação de dois novos cursos de graduação e um doutorado, em
parceria com a Embrapa.
Ainda neste período, a UFSJ implantou o curso de graduação em Música e
mais quatro Programas de Mestrados, aprovados pela CAPES, nas áreas de
História, Psicologia, Educação e Engenharia de Energia, que vieram se somar aos
dois existentes: em Letras, área de concentração em Teoria e Literária e Crítica da
Cultura, outro, multidisciplinar, em Física, Química e Neurociências.
Uma nova onda de crescimento se anuncia em função da adesão da UFSJ
ao REUNI - Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das
Universidades Federais -, que prevê a criação de onze novos cursos de graduação
em São João del-Rei, entre os quais o que é objeto deste projeto, Comunicação
Social, habilitação Jornalismo.
Em razão do REUNI, a UFSJ receberá, a partir de 2008, 34 milhões de reais
e l6 milhões de reais, por ano, para despesas de custeio. O programa possibilitará
a contratação de mais 169 professores e 75 técnicos. Com os novos cursos, o
número de alunos de graduação da UFSJ saltará de 3600 para 11500 estudantes.
Nesse extraordinário processo de expansão, a UFSJ ainda poderá acentuar a
condição de universidade que tem o maior percentual de cursos noturnos entre
todas as públicas do país. Expressiva parcela dos alunos que ingressam na UFSJ
é de trabalhadores e procedem de escolas públicas de ensino médio. Essa
situação revela, portanto, um índice excepcional de inclusão social na UFSJ.
Essa perspectiva altamente alentadora indica um quadro em que a extensão
universitária, articulada com o ensino e a pesquisa, leva cultura e conhecimento à
comunidade das Vertentes de várias maneiras, seja por intermédio da valorização
de manifestações culturais típicas e nascentes, seja por meio do incentivo ao
cooperativismo entre trabalhadores e artesãos ou pela interação com o ensino
fundamental e médio da rede pública.
Desenvolvimento que reflete a preocupação da Universidade Federal de
São João del-Rei em responder as expectativas no campo da formação de
profissionais de excelência, qualificados ao mercado de trabalho.
A UFSJ vem se consolidando ao longo de seus 21 anos de existência por
oferecer um ensino de graduação de qualidade, capaz de contribuir para os
processos de evolução econômica, cultural e social de uma vasta região do Estado
de Minas Gerais.
3
Este impacto positivo pode ser aferido pela contribuição dos 24 cursos de
graduação que oferece, em seus cinco campi:

Campus Santo Antônio,

Campus Dom Bosco e

Campus Tancredo Neves

Campus Alto Paraopeba

Campus Divinópolis

Campus Sete Lagoas (em implantação)
A UFSJ conta, ainda, com um Centro Cultural, espaço de exposições de arte
em geral dois auditórios multimidiático, para cinema e vídeo. Há, ainda, três teatros
e dois anfiteatros com possibilidades de abrigar estúdios multimeios.
A preocupação com a qualidade e a renovação do ensino são constantes na
Universidade Federal de São João del-Rei. Para alcançar esses objetivos, a UFSJ
possui uma estrutura acadêmica consolidada, profissionais e pesquisadores de
nível superior com títulos de especialização, mestrado e doutorado, ótimas
instalações, modernos laboratórios e um minucioso Planejamento Universitário.
Tudo isso porque o compromisso da UFSJ, entre outros, é com a qualidade
universitária.
Neste período, criou e vem mantendo regular a publicação da revista
científica Vertentes, ISSN 0104-8473, hoje em seu número 30, além de outras
revistas eletrônicas, jornais e livros publicados pela UFSJ.
Parte II – Dados Preliminares
1. Identificação
do
curso:
Bacharelado
em
Comunicação
Social -
Habilitação Jornalismo
2. Local de funcionamento: Campus Tancredo Neves - São João del-Rei
3. Regime escolar: Regime semestral, com 18 semanas de aula por
semestre.
4. Prazo de integralização curricular: 11 Semestres (Máximo) 7 semestres
(mínimo)
4
5. Turno de funcionamento: Noturno
6. Número de vagas: 50 anuais
7. Dimensão das turmas: Em média, 50 alunos por turma, mas o número
pode variar conforme a natureza das atividades de uma determinada
disciplina- teórica ou prática.
8. Dados sobre o corpo docente (inclusive os docentes a serem contratados):
nome completo, titulação, regime de trabalho, nome da unidade
curricular/disciplina
ministradas,
período,
departamento
responsável;
(Anexo 1)
9. Quadro com perspectiva do número de docentes a contratar por ano;
(Anexo 1)
10. Professor responsável pela implantação do curso:
Prof. Guilherme Jorge de Rezende
10.1. Qualificação: Doutorado
10.2 . Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
11. Biblioteca – informações sobre o acervo (Anexo 2)
12. Espaço físico e equipamentos necessários (Anexo 3)
13. Planejamento econômico-financeiro para implantação –
O orçamento para implantação do curso conta com os recursos que a UFSJ
receberá, mediante o convênio assinado com MEC-SESU relativo à aprovação
de seus projetos de adesão ao REUNI. Os custos com a infra-estrutura
constam dos anexos deste Projeto.
Parte III –Organização Didático-Pedagógica
Projeto Pedagógico do Curso (PPC)
1. APRESENTAÇÃO
O Projeto Pedagógico do Curso de Comunicação Social-Habilitação Jornalismo
atende:
5
 à Lei de Diretrizes e Bases, homologada em dezembro de 1996;
 aos Parâmetros Curriculares do Curso;
 aos artigos 66 e 67 do regimento geral da ufsj;
 à Resolução Nº 011/2002 de 30 de setembro de 2002, do Conselho
Deliberativo Superior da Universidade Federal de São João del-Rei – que
estabelece a política dos cursos de graduação na UFSJ;
 à Resolução CNE/CS16, de 13 de Março de 2002, que estabelece as
Diretrizes Curriculares para a área de Comunicação Social e suas
habilitações;
 à
Resolução Nº 001/2003, de 15 de janeiro de 2003, do Conselho
Acadêmico da Universidade Federal de São João del-Rei, que
estabelece as diretrizes curriculares na UFSJ;
 à resolução CNE/CES nº 2, de 18 de junho de 2007, que estabelece
uma carga horária mínima de 2700 horas para o bacharelado em
Comunicação Social, a ser adotado rigorosamente, conforme orientações
definidas pelo REUNI.
2. JUSTIFICATIVA
A criação da habilitação em Jornalismo do curso de graduação em
Comunicação Social, da Universidade Federal de São João del-Rei - UFSJ ocorre em um
momento em que a Instituição se encontra contextualmente
preparada e acolhedora para investir na formação do jornalista profissional. Os
longos anos de investimento no ensino de graduação em várias áreas do
conhecimento, sua aplicação nas
atividades
de extensão em nível
de
especialização e o número de professores já titulados e em titulação mostram seu
preparo para mais um passo importante. Identificando agora a necessidade de
ampliar seu espaço na participação da pesquisa acadêmica, a Instituição se propõe
a formar profissionais em nível de bacharelado.
O curso de Bacharelado em Comunicação Social está sendo proposto pelo
Departamento de Letras, Artes e Cultura, que, em conjunto com a Coordenadoria
do Curso de Comunicação Social - Habilitação Jornalismo se responsabilizará pelo
cumprimento dos objetivos do curso delineados neste projeto e no Regimento
Geral da instituição.
6
No mundo contemporâneo caracterizado pelo desenvolvimento tecnológico,
que encurta distâncias, transpondo fronteiras físicas e culturais, o processo de
Comunicação inerente ao ser humano enfrenta o desafio da interpretação e a
busca de respostas mais rápidas às leituras e exigências desse ambiente mutável.
Nesse sentido, o jornalista deve ter sua formação embasada em uma filosofia de
maior desenvolvimento das habilidades em análise crítica, pró-atividade na busca
de soluções criativas, proposição e elaboração de modelos de solução de
problemas reais e ética profissional.
Deve-se ressaltar que a UFSJ desenvolve, há algum tempo, esforços para
manter em bom nível de qualidade de ensino os seus cursos de graduação e
extensão. Pode-se dizer que se encontra dentro de uma perspectiva evolutiva,
destacando-se pelo fato de ser pioneira em São João del-Rei na sustentação de
que os alunos para obterem o título de bacharel façam uma apresentação pública
de iniciação científica diante de uma banca. As atividades de desenvolvimento dos
projetos laboratoriais e/ou monografia têm o acompanhamento de orientação de
professor, devidamente credenciado pelo colegiado de curso da Instituição.
O bacharelado estrutura-se a partir de uma linha central que expressa a
compreensão
de
temas
multidisciplinares
de
conhecimento
encontrando
ressonância no perfil da Instituição. Os vários cursos de graduação oferecidos têm
amplo domínio conexo de conhecimento, tais como: Administração, Ciências
Biológicas,
Ciências
Contábeis,
Ciências
Econômicas,
Educação
Física,
Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Filosofia, Física, História, Pedagogia,
Química, Letras, Matemática, Psicologia.
A habilitação em Jornalismo apóia-se em uma base multi e interdisciplinar
de interesse em estabelecer conexão com as várias habilitações das áreas de
Ciências Sociais, Ciências Humanas e Letras e Artes abrangendo, inicialmente,
uma linha de estudos relacionada com os temas afins, tanto correspondentes à
experiência de estudos desenvolvidos no curso de Letras, História, Filosofia,
Pedagogia e Psicologia da UFSJ como, também, na busca de novos focos de
concentração e aprofundamento de conhecimento.
A habilitação em Jornalismo propõe-se a formar profissionais para atuarem
tanto no setor público como no privado, com ética, competência e consciência dos
valores culturais e sociais que a profissão de jornalismo requer. Procurará atender
às necessidades de uma sociedade em mudança através de sólida formação
7
embasada no compromisso de dotar o profissional jornalista de uma consciência
multidisciplinar, dentro dos padrões éticos que devem permear uma sociedade
moderna.
Principalmente, no caso de São João del-Rei, destacamos a riqueza cultural
material ou física e imaterial a serem divulgadas e socializadas pelos profissionais
capacitados. Por exemplo, a religiosidade, o patrimônio arquitetônico, os projetos
turísticos da Estrada Real e da Trilha dos Inconfidentes, o Festival de Inverno
Cultural, a extraordinária linguagem dos sinos, as orquestras e a música sacra e
barroca, as lendas e segredos, o rico artesanato regional, as manifestações
folclóricas e a privilegiada localização geográfica.
A Biblioteca Municipal foi a primeira do estado de Minas e abriga um acervo
de obras raras, jornais, livros e registros cartoriais.
Há que se ressaltar os museus Regional, o de Arte Sacra, o de Estanho, o
Bárbara Heliodora e o Ferroviário com suas lendárias marias-fumaças que ainda
hoje circulam pelos 14 quilômetros de trilhos entre São João del-Rei e Tiradentes.
A cultura imaterial está marcada pela forte religiosidade acentuada pelo culto
às tradições que desenvolveram em São João del-Rei maneiras especiais de
praticar ritos católicos, criando liturgias que só existem na cidade, especialmente
na Semana Santa:

A Via Sacra no período da Quaresma, com cortejo pelas ruas com paradas
nos “passinhos”, pequenas capelas, onde os celebrantes rezam e as
orquestras e coro executam “motetos” contados em latim alusivos ao
sofrimento de Cristo.

Na quarta-feira, o Ofício das trevas, que consiste em leituras cantadas de
antífonas, salmos e textos relativos à paixão e morte de Cristo, com a
participação do clero, da Irmandade do Santíssimo Sacramento, coroinhas e
Orquestra e Coral da Ribeiro Bastos.

Na sexta-feira, o descendimento da Cruz e a procissão do enterro, com a
representação das grandes personagens do antigo e do novo testamento
caracterizadas por pessoas da comunidade;

Rasouras, alternativa à procissão, consiste em caminhar ao redor da Igreja
ou Capela com a imagem e o mesmo ritual de orações.
8
A arquitetura são-joanense resulta de uma mescla de estilos iniciada com o
barroco mineiro em que o núcleo histórico permanece preservado e convive em
harmonia com as construções ecléticas do século XIX e a moderna arquitetura do
século XX. Charme que atraiu a atenção dos modernistas brasileiros que, após
visitarem a cidade, a pintaram e descreveram apenas dois anos depois da Semana
de Arte de 22.
Do acervo arquitetônico destacam-se os sobrados coloniais, as pontes de
pedra e as igrejas desde as capelas mais simples as majestosas construções de
ordens terceiras, dentre elas, São Francisco de Assis, Nossa Senhora do Pilar,
Nossa Senhora do Carmo, Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora das
Mercês.
O projeto turístico da Estrada Real reconstitui a rota de escoamento do ouro
e do diamante das minas gerais ligando Minas Gerais à Corte e a rota dos
bandeirantes.
São João del-Rei, mais 15 municípios compõem a Trilha dos Inconfidentes.
Um circuito percorrido por trilhas e recantos fortemente marcado pela história,
culinária, artesanato, música, poesia e por paisagens mineiras das mais
deslumbrantes. Em todo o percurso festas religiosas coexistem com festejos
profanos.
O Festival de Inverno Cultural reúne talentos nacionais e internacionais com
as formas mais tradicionais da cultura local e a arte produzidas na cidade,
mesclando modernidade e tradição.
A extraordinária linguagem dos sinos – Em São João del-Rei os sinos falam.
Uma linguagem distinta, rica de acordes e harmonias significantes. Os toques e
dobles codificados tornaram-se uma espécie de veículo de comunicação
transmitindo mensagens de interesse da população e dos fiéis. Essa linguagem
sonora foi herdada dos colonizadores portugueses e das tradições do Vaticano.
Essa manifestação está em processo de tombamento como bem imaterial no
Instituto Histórico e Artístico Nacional.
Parte integrante dos rituais católicos a música sacra traça os contornos que
ambientam as festas religiosas através de duas orquestras bicentenárias, dentre as
mais antigas em atividade constante, a Lira San-joanense, fundada em 1776 e a
Ribeiro Bastos de 1790. A cidade abriga, ainda, um conservatório de música
9
estadual - com mais de dois mil alunos e a Sinfônica, espaço de conciliação entre
os artistas das duas orquestras rivais.
São João del-Rei produziu um grande número de autores de música barroca
e religiosa desde o século XVIII, ainda hoje executadas nas festas religiosas da
cidade. Além disso, há ainda as bandas que dão o toque profano às
comemorações, com músicas alegres nas praças públicas.
As lendas e segredos são preservadas e cultivadas em São João del-Rei,
herdadas e modificadas pelas diversas versões através dos tempos, recontando
amores e medos, superstições e fantasmas do passado. A Folia de Reis e os
Congados, Pastorinhas e Moçambique estão entre as manifestações folclóricas. O
rico artesanato regional é variado de esculturas e utensílios em estanho, como
também de confecções em tecidos.
Desde 1827, quando começaram a circular seus dois primeiros jornais, Astro
de Minas e O amigo da Verdade São João del-Rei abrigou mais de 150 órgãos de
comunicação.
Ao comemorar 181 anos, a Biblioteca Municipal Baptista Caetano de
Almeida, de São João del-Rei, primeira biblioteca pública de Minas Gerais, vai
disponibilizar o acesso ao acervo de jornais são-joanenses que circularam no
período de 1829 a 1938. São mais de 18 mil fotos digitalizadas de 45 periódicos,
acessíveis em microfilmes e base de dados na Internet. A consulta à base de
dados
já
pode
ser
feita
http://www.dibib.ufsj.edu.br/bibliotecapublicasjdr/,
através
pelos
do
seguintes
endereço
itens
de
informação: ano da edição, nomes do proprietário e do redator-chefe, título dos
periódicos, periodicidade, temática principal, data da edição, notas relativas ao
conteúdo e palavras-chave.
A preservação desse acervo, que reúne exemplares e até coleções
completas de periódicos de uma ampla diversidade cultural, do humorístico ao
político e do escolar ao religioso, foi possível graças ao projeto integrado da
direção da Biblioteca Municipal e da Universidade Federal de São João del-ReiUFSJ, com apoio integral da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas
Gerais-FAPEMIG.
Material tão especial deverá ser objeto de inúmeros projetos de pesquisa
acerca de distintos temas referentes à História do Jornalismo em São João del-Rei.
Além desse acervo, as iniciativas de pesquisa poderão dirigir-se também aos
10
meios radiofônicos existentes na cidade, particularmente a tradicional Rádio São
João, que completou, em 2007, 60 anos de funcionamento.
Nos
últimos 50 anos o jornalismo são-joanense apresentou uma
singularidade: os jornais de formato mural, do qual o jornal do poste se tornou um
paradigma, objeto de pesquisa em várias universidades.
Consta do Plano de Desenvolvimento Institucional da UFSJ, para os
próximos anos, a implantação da Rádio Universitária, que poderá servir como
campo de estágio e experimentação na área do Radiojornalismo. Outra criação que
se anuncia é a da Editora Universitária, a constituir-se em valioso instrumento de
divulgação científica de toda a UFSJ, com a qual o Curso de Comunicação poderá
estabelecer um programa de ações cooperativas.
2.1. Demanda pelo curso de bacharelado em Comunicação Social.
A demanda pelo Bacharelado em Comunicação Social, em São João del-Rei e
microrregião pode ser considerada alta por vários motivos.

Existe alta demanda na região e em centros não muito distantes por pessoal
qualificado nesta área do conhecimento. A habilitação em Jornalismo buscar
atender parte dessa demanda e contemplar, também, outras especializações
temáticas relevantes a serem desenvolvidas.

É oportuna a criação do curso de Comunicação Social, porque nenhuma
instituição de Ensino Superior da região possui bacharelado nessa área. Nos
próximos anos, a UFSJ poderá criar outras habilitações do bacharelado,
aproveitando-se do Núcleo Comum de unidades curriculares.

A implantação de novas habilitações do poderá justificar-se também pela
privilegiada posição geográfica da cidade, localizada a 184 km de Belo
Horizonte, a 320 do Rio de Janeiro e 473 de São Paulo, através de rodovias.

Não existem cursos de Jornalismo nas cidades vizinhas de Lavras, Barbacena,
e nas estâncias hidrominerais de Caxambu, São Lourenço e de importantes
cidades históricas: Congonhas do Campo, Ouro Preto, Diamantina, Sabará,
Santa Bárbara, Catas Altas, Caetés, Itabira e Tiradentes, entre outras. Há cerca
de 10 jornais em São João del-Rei, cinco emissoras de rádio, uma de televisão,
fora as outras cidades.
11

Existe uma grande necessidade de profissionais qualificados para atuar no
mercado cada vez mais exigente quanto aos conhecimentos humanistas, e de
conhecimentos técnicos específicos nesta era digital, com título de jornalista
profissional para trabalhar nas diversas empresas existentes na região,
exercendo a profissão com ética e conhecimento das características históricoculturais da região.

A habilitação com foco em Jornalismo especializado, principalmente jornalismo
cultural, responde aos interesses crescentes de empresas no mercado, tanto na
área pública quanto na privada. Essa demanda, inclusive, estende-se a
inúmeras regiões do país.

O tema multidisciplinar para a formação de jornalistas culturais poderá atrair
candidatos das diversas áreas do conhecimento, em vários âmbitos, não
apenas em empresas jornalísticas, mas em instituições as mais heterogêneas.
2.2. Integração entre Ensino e Pesquisa na Pós-graduação e Graduação
A missão universitária da UFSJ expressa a consciência natural da
indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão. As interfaces entre
disciplinas dos cursos de licenciatura e bacharelado em Letras, e mesmo do
Mestrado em Letras estão em conteúdos específicos de: Teoria da Comunicação,
Linguagem
Jornalística,
Discurso
Televisivo,
Práticas
Discursivas
e
Radiojornalísticas e Elementos da Comunicação Midiática, Cinema e outras.
Esses encontros multidisciplinares descrevem fatos, prescrevem ações,
inovam, apresentando descobertas que constroem a pirâmide do saber humano na
ciência e nas artes. O conhecimento resultante da investigação, na busca
constante do amadurecimento, compreensão dos fenômenos do mundo real e
também do imaginário concebido, repassado ao ensino de pós-graduação e
graduação através de suas várias formas de expressão, resulta no crescimento
humano e profissional do corpo discente, docente e da comunidade social como
um todo.
O conhecimento da extensão advinda do fazer, das atividades pragmáticas e
heurísticas revela-se rico em sua aplicabilidade na solução de problemas da
sociedade e na aprendizagem organizacional e interativa. O corpo discente
12
necessita desse conhecimento para complementar e dar respostas às demandas
desse saber no processo de Comunicação.
Esses conhecimentos se integram para o crescimento de aprendizagem e
melhoria da capacidade de análise e interpretação dos fenômenos organizacionais
resultando em benefícios tanto para a graduação quanto para a pós-graduação. A
ausência de um desses níveis impede uma visão abrangente, analítica e
consistente dos fenômenos e fatos sociais acarretando perdas de possibilidade de
se dar respostas à altura das complexidades do mundo atual.
3. OBJETIVOS
3.1. Objetivo Geral
O curso de Comunicação Social da UFSJ tem como objetivo central
desenvolver a reflexão e investigação dos processos de comunicação e de suas
transformações, diante das mudanças que as novas tecnologias de informação e
de representação introduzem nas culturas e nas sociedades contemporâneas.
Destina-se a atender a demanda por recursos humanos altamente
qualificados nos setores privado e público, que além de desenvolverem uma visão
crítica e analítica, também, respondam às exigências de um mercado competitivo e
de uma sociedade em desenvolvimento.
Objetiva contribuir com a formação profissional e a preservação da memória
cultural, histórica e social da região, refletir sobre as diversas teorias da
comunicação e suas interfaces com outras áreas do conhecimento, além de
analisar os processos comunicacionais com abordagens nas novas mídias e nas
tecnologias de informação e de comunicação.
3.2. Objetivos Específicos

Compreender e analisar processos comunicacionais, por meio de teorias e
práticas em âmbitos globais, e estudar a comunicação como meios e
mediações
direcionados
ao
atendimento
dos
múltiplos
horizontes
de
expectativas das sociedades contemporâneas;
13

Contribuir para a formação de recursos humanos com postura ética e
participativa que obtenham o máximo da técnica de produção e de transmissão
da mensagem, seja informativa, institucional ou comercial;

Analisar e compreender os avanços das novas mídias e sua influência em
relação às mídias tradicionais, expressas em termos de veículos de
comunicação de massa. Aprofundar o estudo e a interpretação do
desenvolvimento das novas tecnologias de comunicação e informação com
base na revalorização histórica, social e cultural;

Pesquisar e compreender os processos e as estratégias de comunicação social
nos grupos, e demais organizações, públicas e privadas;

Estudar a tecnologia como vetor de transformação social, geradora de novas
articulações na sociedade.

Formar profissionais graduados competentes a colaborar com a Associação de
Cidades Históricas, que agrega cerca de 20 cidades e à demanda de projetos
culturais como Estrada Real e a Trilha dos Inconfidentes, nichos carentes de
profissionais especializados.
4. PERFIL DO EGRESSO
O perfil do egresso, descrito na legislação que fixa diretrizes curriculares para
todas as habilitações desse bacharelado, representa uma garantia da manutenção
da identidade do Curso de Comunicação Social na UFSJ.
São características
desse perfil:
1. a capacidade de criação, produção, distribuição, recepção, e análise crítica
referentes às mídias, às práticas profissionais e sociais relacionadas com
estas, e a suas inserções culturais, políticas e econômicas;
2. a habilidade em refletir a variedade e mutabilidade de demandas sociais e
profissionais na área, adequando-se à complexidade e velocidade do mundo
contemporâneo;
3. a visão integradora e horizontalizada - genérica e ao mesmo tempo
especializada de seu campo de trabalho possibilitando o entendimento da
dinâmica das diversas modalidades comunicacionais e das suas relações
com os processos sociais que as originam e que destas decorrem.
14
4. a utilização crítica do instrumental teórico-prático oferecido pelo curso,
sendo portanto competente para posicionar-se de um ponto de vista éticopolítico
sobre
o
exercício
do
poder
na
comunicação,
sobre
os
constrangimentos a que a comunicação pode ser submetida, sobre as
repercussões sociais que enseja e ainda sobre as necessidades da
sociedade contemporânea em relação à comunicação social.
Para corresponder plenamente ao que se espera de um formando da habilitação
em jornalismo, o egresso deve demonstrar as seguintes aptidões:
1. produção de informações relacionadas a fatos, circunstâncias e contextos;
2. exercício da objetividade na apuração, interpretação, registro e divulgação
dos fatos;
3. exercício da tradução e disseminação de informações de modo a qualificar o
senso comum;
4. exercício das relações com outras áreas sociais, culturais e econômicas
com as quais o jornalismo faz interface.
5. NÚMERO DE VAGAS OFERECIDAS PARA A ENTRADA ANUAL
O número de vagas para o curso de Comunicação Social, com habilitação em
Jornalismo, será de 50 vagas em entrada anual, horário noturno.
6. AS ESTRATÉGIAS DE ENSINO/APRENDIZAGEM
O Currículo do Curso de Comunicação Social - Habilitação Jornalismo constitui-se
de 40 disciplinas, perfazendo um total de 2900 horas aula. O curso é estruturado
em 8 semestres de 18 semanas. As disciplinas referem-se ao estudo dos
processos básicos da comunicação, à formação teórica fundamental e às
atividades práticas e de conclusão do curso.
A proposta pedagógica do curso fundamenta-se nos seguintes princípios.
 O currículo do Curso está estruturado em unidades semestrais. Procura
abranger uma seqüência de disciplinas e atividades ordenadas por matrículas
semestrais em uma seriação aconselhada.
 Todas as unidades curriculares são obrigatórias.
15
 Baseado no que estabelece a Portaria Nº 4059/2004, do Ministério da
Educação, até 20 por cento da carga horárias das unidades curriculares poderão
ser utilizados em atividades semi-presenciais: “...quaisquer atividades didáticas,
módulos ou unidades de ensino-aprendizagem e com a mediação de recursos
didáticos organizados em diferentes suportes de informação centrados na autoaprendizagem e com a mediação de recursos didáticos de comunicação remota”
(Art. 1º da Portaria mencionada acima)
 O 8º semestre é destinado à elaboração de Projetos Experimentais que
compreendem a produção de trabalhos relacionados com a Habilitação em
Jornalismo. Esta unidade curricular- Projeto Experimental- integra também o
conjunto de práticas de formação.
 A matriz curricular não prevê a relação de pré ou co-requisitos entre as unidades
curriculares.
 A estruturação do Currículo enfatiza a especialização individual em jornalismo
cultural, campo da profissão de Jornalismo que necessita de profissionais
preparados para o mercado de trabalho.
 oferta de unidades curriculares das áreas de Lingüística e das Ciências
Humanas,
como
conteúdo
básico
em
humanidades,
que
garantam
conhecimentos gerais sobre o campo da Comunicação e do papel social do
jornalista;
 oferta de disciplinas técnicas iniciais que vão agregando conhecimentos e o domínio de
técnicas específicas nos vários ramos do Jornalismo;
 conjunto de disciplinas obrigatórias destinadas a avaliar, examinar e discutir, sob ponto
de vista crítico, as várias formas do Jornalismo e os seus diversos meios de difusão–
impressos, rádio, televisão, Internet;

realização de Oficinas de Jornalismo – impresso, rádio, televisão e on line – para o
exercício prático do Jornalismo, em laboratórios da própria UFSJ, que tenham produtos
similares aos do mercado ou no próprio mercado;
 Tópicos Variáveis, sob a forma de seminários, projetos de pesquisas ou estudos
específicos, para discutir temas de interesse do Jornalismo, permitindo maior
flexibilização do percurso acadêmico pela ampliação do leque de atividades oferecidas
ao estudante e do quadro de oferta de disciplinas do professor;
 Projetos de Extensão voltados para o desenvolvimento de trabalhos junto à sociedade,
sobretudo, produtos jornalísticos, em suas várias formas, especialmente para
comunidades que não possuem infra-estrutura ou capacidade para realizá-los.
16
 Programas de intercâmbio com empresas, entidades e instituições, através dos quais
professores e alunos do Jornalismo possam prestar serviços ou consultoria em suas
sedes, como contrapartida à participação de profissionais dessas organizações nos
cursos de Jornalismo, como professores convidados, orientadores de projetos e outros
mecanismos.

A grade curricular prevê ainda mais 200 (duzentas) horas, não presenciais, para
aprimoramento da formação profissional, que o aluno deverá cumprir ao longo
do curso, a título de Atividades Complementares, a serem regulamentadas pelo
Colegiado de Curso.
7. CORPO DOCENTE E TÉCNICO
As necessidades de formação básica e técnico-profissional serão atendidas
por um corpo docente especialmente recrutado mediante concurso público,
conforme previsões apresentadas no Programa do REUNI da UFSJ, devidamente
aprovado pela SESU/MEC. Abaixo, estão relacionados os professores por
departamentos e respectivas disciplinas. A não ser em casos excepcionais, quando
de fato não se encontrar profissionais com a titulação desejada, os professores do
curso, especialmente os de formação específica na área de Comunicação SocialHabilitação Jornalismo, deverão ser doutores com regime de trabalho em
Dedicação Exclusiva e com aptidão para
integrarem o Programa de Pós-
graduação em Letras- Crítica da Cultura ou outros, próprios do campo da Teoria da
Comunicação/Jornalismo.
8. APOIO INSTITUCIONAL À PESQUISA
Os professores buscarão desenvolver atividades de pesquisa e extensão que
respondam às necessidades de nossa sociedade.Haverá busca de apoio aos
órgãos de financiamento e fomento à pesquisa -FAPEMIG, CAPES, CNPq e Fineptanto para apoio material como financiamento de bolsas de estudo.
A produção científica será apresentada, além de outras formas de expressão
das ciências e das artes através de:Trabalhos de Conclusão de Curso – TCC:
monografias, produtos laboratoriais ou livros reportagens; publicações de artigos e
reportagens em jornal-laboratório; produção e edição de programas jornalísticos
17
em rádio, televisão e webjornalismo; seminários; trabalhos apresentados em
reuniões científicas e eventos (congressos).
8.1. Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
O Professor orientador de Trabalho de Conclusão de Curso deverá
acompanhar e avaliar com regularidade as etapas do projeto e o desenvolvimento
da monografia ou livro reportagem até a sua efetiva apresentação. O orientador
será indicado pela Coordenação do Curso segundo a especificação e afinidades do
professor com o tema e a produção escolhidos pelos alunos do curso. O controle
do andamento será por meio de reuniões periódicas do estudante com o Professor
orientador e com apresentação de um relatório trimestral, descrevendo as etapas
realizadas no período em questão, assinado pelo orientador e orientando.
9. INFRA-ESTRUTURA
Toda a infra-estrutura física que vai abrigar o Curso de Comunicação Social – Habilitação
Jornalismo - ocupará um prédio a ser construído, a partir do segundo semestre de 2008,
no Campus Tancredo Neves, em São João del-Rei.
Esse prédio terá, além das
dependências administrativas e gabinetes de
convencionais,
Laboratórios
de
Redação
professores, salas de aula
e
Planejamento
Gráfico,
de
Fotografia/Fotojornalismo, de Rádio/Radiojornalismo, de Televisão e Telejornalismo,
equipados com os recursos necessários às atividades teóricas e práticas do curso.
O corpo docente e discente do curso disporá também de outros serviços essenciais
às atividades de ensino, pesquisa e extensão: Biblioteca, Anfiteatro, instalações para lazer,
cultura e práticas desportivas comuns aos demais cursos que funcionarão no Campus
Tancredo Neves.
No decorrer do curso, a UFSJ buscará acompanhar as necessidades evolutivas do
curso com os demais equipamentos e materiais exigidos pela especificidade das práticas e
estudos específicos. Inclusive, para isso, investirá em parcerias com empresas midiáticas
e instituições públicas e privadas, para realização de programas de estágio e de extensão
universitária.
10. MATRIZ CURRICULAR
18
A Matriz Curricular compõe-se de um conjunto de unidades curriculares voltadas para a
capacitação no aluno em Competências e Habilidades próprias do curso de Comunicação
Social e específicas da Habilitação em Jornalismo. São competências e habilidades gerais
do Curso:
1. assimilar criticamente conceitos que permitam a apreensão de teorias;
2. usar tais conceitos e teorias em análises críticas da realidade;
3. posicionar-se de modo ético-político;
4. dominar as linguagens habitualmente usadas nos processos de comunicação, nas
dimensões de criação, de produção, de interpretação e da técnica;
5. experimentar e inovar no uso destas linguagens;
6. refletir criticamente sobre as práticas profissionais no campo da Comunicação;
7. ter competência no uso da língua nacional para escrita e interpretação de textos
gerais e especializados na área.
A essas competências e habilidades, somam-se outras a serem desenvolvidas pelas
unidades curriculares específicas da habilitação em Jornalismo:
1. registrar fatos jornalísticos, apurando, interpretando, editando e transformando-os
em notícias e reportagens;
2. interpretar, explicar e contextualizar informações;
3.
investigar informações, produzir textos e mensagens jornalísticas com clareza e
correção e editá-los em espaço e período de tempo limitados;
4. formular pautas e planejar coberturas jornalísticas;
5. formular questões e conduzir entrevistas;
6. relacionar-se com fontes de informação de qualquer natureza;
7.
trabalhar em equipe com profissionais da área;
8. compreender e saber sistematizar e organizar os processos de produção
jornalística;
9. desenvolver, planejar, propor, executar e avaliar projetos na área de comunicação
jornalística;
10. avaliar criticamente produtos, práticas e empreendimentos jornalísticos;
11. compreender os processos envolvidos na recepção de mensagens jornalísticas e
seus impactos sobre os diversos setores da sociedade;
12. buscar a verdade jornalística, com postura ética e compromisso com a cidadania;
13. dominar a língua nacional e as estruturas narrativas e expositivas aplicáveis às
mensagens jornalísticas, abrangendo-se leitura, compreensão, interpretação e
redação;
19
14. dominar a linguagem jornalística apropriada aos diferentes meios e modalidades
tecnológicas de comunicação;
A matriz curricular norteia-se pela seqüência de unidades e atividades, com as
correspondentes cargas horárias.
1º SEMESTRE
Antropologia Cultural
C/H CURSO
72
DEPTO. RESP.
DECIS
Teorias da Comunicação
72
DELAC(Jornalismo)
Metodologia da Pesquisa
36
DELAC(Jornalismo)
Ciências da Linguagem
72
DELAC(Letras)
Narrativas Jornalísticas
72
DELAC(Jornalismo)
História da Arte
36
DECIS(Jornalismo)
Total
2 º SEMESTRE
Linguagem Fotográfica
360
C/H CURSO
36
DEPTO. RESP.
DELAC(Jornalismo)
Cultura Brasileira
72
DECIS
Sociologia Geral e da Comunicação
72
DECIS
Teorias do Jornalismo
36
DELAC(Jornalismo)
Planejamento Visual-Gráfico
36
DELAC(Jornalismo)
História do Jornalismo
72
Técnicas Jornalísticas
Total
3 º SEMESTRE
Filosofia Geral e da Comunicação
DELAC(Jornalismo)
36
DELAC(Jornalismo)
360
720
C/H CURSO
72
DEPTO. RESP.
DFIME
Tópico Variável em Práticas Discursivas
36
DELAC(Letras)
Fotojornalismo
36
DELAC(Jornalismo)
Tópico Variável em Jorn. Especializado
72
DELAC (Jornalismo)
Teorias do Radiojornalismo
72
DELAC(Jornalismo)
Oficina de Jornalismo Impresso
72
DELAC(Jornalismo)
Total
360
1080
4 º SEMESTRE
Psicologia Geral e da Comunicação
C/H CURSO
72
DEPTO. RESP.
DPSIC
20
Teorias do Telejornalismo
72
DELAC(Jornalismo)
Ética e Legislação em Jornalismo
36
DELAC (Jornalismo)
Oficina de Radiojornalismo
72
DELAC(Jornalismo)
Tópico Variável em Jorn. Especializado
72
DELAC(Jornalismo)
Total
5º SEMESTRE
Comunicação Organizacional
324
C/H CURSO
72
1404
DEPTO. RESP.
DELAC(Jornalismo)
Oficina de Telejornalismo
72
DELAC(Jornalismo)
Jornalismo On-line
72
DELAC(Jornalismo)
Tópico Variável em Jorn. Especializado
72
DELAC(Jornalismo)
Educomunicação
36
DELAC(Jornalismo)
Total
324
1728
6 º SEMESTRE
C/H CURSO
DEPTO. RESP.
Documentário para TV
72
DELAC(Jornalismo)
Oficina de Jornalismo On-line
72
DELAC(Jornalismo)
Assessoria de Imprensa
72
DELAC(Jornalismo)
Comunicação Comparada
72
DELAC(Jornalismo)
Tópico Variável em Comunic. Regional
36
DELAC(Jornalismo)
Total
7º SEMESTRE
324
2052
C/H CURSO
DEPTO. RESP.
Reportagens Especiais p/ Jorn.Impresso
72
DELAC(Jornalismo)
Introdução ao Projeto Experimental
36
DELAC(Jornalismo)
Gestão de Empresas de Comunicação
72
DELAC(Jornalismo)
Análise Crítica da Mídia
72
DELAC(Jornalismo)
Tópico Variável em Com. e Cultura
72
DELAC(Jornalismo)
TOTAL
8º SEMESTRE
Projeto Experimental em Jornalismo
324
2376
C/H CURSO
324
Atividades Complementares
200
Total da carga horária do curso
2900
DEPTO. RESP.
DELAC
(Jornalismo)
2900
As 2900 horas da Matriz Curricular referem-se a uma parte comum ao Curso, em um total
de 1044 hs ( 540 de unidades curriculares da formação básica em Lingüística e Ciências
Humanas e 504 hs de conteúdos específicos da área de Comunicação Social), a uma
21
parte específica da Habilitação em Jornalismo, correspondentes a uma carga horária de
1656 hs e a 200hs de Atividades Complementares. (Maiores detalhes no Anexo 4)
FLUXOGRAMA DO CURSO DE COMUNICAÇÃO/JORNALISMO
1ºPeríodo
2º Período
3º Período
4º Período
5º Período
6º Período
7º Período
8º
Período
Teorias da
Comunicação
Teorias do
Jornalismo
Filosofia Geral
e
da
Psicologia Geral e
Comunicação
Assessoria
Reportagens
da Comunicação
Organizacional
de Imprensa
Especiais para
Comunicação
Jornalismo
Impresso
Antropologia
Cultural
Cultura
Tópico Variável
Brasileira
em
Práticas
Teorias do
Telejornalismo
Oficina
de
Documentário
Introdução ao
Telejornalismo
para TV
Projeto
Jornalismo
Oficina
Gestão
de
Projeto
On-line
Jornalismo
Empresas
de
Experi
On-line
Comunicação
Tópico
Análise Crítica
Discursivas
Metodologia
Sociologia
da Pesquisa
Geral
e
Teorias
da
Experimental
do
Radiojornalismo
Oficina
de
Radiojornalismo
Comunicação
Ciências
da
Linguagem
História do
Jornalismo
Oficina
Jornalismo
de
Ética e Legislação
Tópico
em Jornalismo
em Jornalismo
Variável
Especialiizado
ComunicaçãoR
Impresso
Variável
de
em
da
mental
Mídia
egional
Narrativas
Planejamento
Jornalísticas
Visual-Gráfico
Tópico Variável
Jornalismo
Especializado
Tópico
Variável
em Jornalismo
Especializado
Educomunicação
Comunicação
Tópico
Comparada
variável
em
Comunicação
e Cultura
História
Linguagem
da Arte
Fotográfica
Fotojornalismo
Técnicas
Jornalísticas
10.1. Relação das disciplinas e respectivas ementas e bibliografias
1. TEORIAS DA COMUNICAÇÃO
Carga horária: 72hs/a
Ementa:
O campo de estudos da comunicação e seu objeto. Comunicação e Ciências
Sociais. Estudo de conceitos, modelos e estruturas da comunicação. Panorama
histórico-evolutivo das diferentes teorias da comunicação. Exame crítico das
principais teorias da comunicação. A comunicação e seus princípios explicativos:
do funcionalismo à teoria dos modelos; da Escola de Frankfurt à teoria estéticocrítica de Benjamin. Dos estudos culturais ingleses e os estudos culturais latino-
22
americanos. Os estudos da informação e seus princípios explicativos: o
behaviorismo, o cognitivismo e o sócio-construtivismo.
Bibliografia básica:
BERLO, David K. O processo da comunicação: introdução à teoria e prática. Rio
de Janeiro: Fundo de Cultura, 1968.
COHN, GABRIEL (Org.) Comunicação e Indústria Cultural. São Paulo: Nacional,
1977.
COMUNICAÇÃO E SOCIEDADE. O pensamento
comunicação. São Bernardo do Campo: UMESP, 1996.
latino-americano
de
HOHFELDT, Antonio. Teorias da Comunicação (conceitos, escolas e tendências).
Petrópolis: Vozes, 2004.
LIMA, Luís Costa. (org.). Teorias da Cultura de Massa. Rio de Janeiro: Paz e
Terra. 1978
MARQUES DE MELO, José. Teorias da Comunicação: paradigmas latinoamericanos. Petrópolis: Vozes, 1998
MATTELART, Armand e MATTELART, Michèle. História das Teorias da
Comunicação. São Paulo: Loyola, 2000.
MOLES, Abraham. Teoria da Informação e percepção estética.
Janeiro/Tempo Brasileiro: Brasília/UNB: 1978.
Rio de
TEMER, Ana Carolina Rocha Pessoa; NERY, Vanda Cunha Albieri. Para entender
as Teorias da Comunicação. Uberlândia: Aspectus, 2004.
THOMPSON, John B. Ideologia e Cultura Moderna: teoria social crítica na era
dos meios de comunicação de massa. 3ª ed. Petrópolis, Vozes, 1999. 427p.
WATZLAWICK, Paul; BEAVIN, J. Helmick; JACKSON, Don D. Pragmática da
Comunicação Humana. São Paulo: Cultrix, 1973.
WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Presença, 1995.
Bibliografia complementar:
CALDAS, Waldenir. Temas da Cultura de Massa. São Paulo: Arte ; Ciência
Villipress, 2001.
23
DEFLEUR, Melvin L. Teorias da Comunicação de Massa. Rio de Janeiro: Zahar,
2003.
ECO, Umberto. Apocalípticos e Integrados. São Paulo: Perspectiva. 1975
FREITAS, Ricardo Ferreira; LUCAS, Luciane (orgs.). Desafios Contemporâneos
em Comunicação. São Paulo: Summus, 2002.
GOMES, Pedro Gilberto. Tópicos de Teoria da Comunicação. São Leopoldo:
Editora UNISINOS, 1997.
LIMA, Venício A de. Mídia: teoria e política. São Paulo: Editora Fundação Perseu
Abramo, 2003
MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem.
São Paulo: Cultrix, 2005.
MARTIN-BARBERO, Jesus. Dos Meios às Mediações: comunicação, cultura e
hegemonia. Trad. Ronald Polito e Sérgio Alcides. 2ª ed. Rio de Janeiro: UFRJ,
2001. 369p.
MORIN, Edgard. Cultura de Massa no século XX - O espírito do tempo. São
Paulo: Forense, 1967.
RUDIGER, Francisco. Introdução às Teorias da Cibercultura - perspectivas do
pensamento tecnológico contemporâneo. Rio Grande do Sul: Sulina, 2004.
SANTOS, Roberto Elísio. As Teorias da Comunicação - da fala à internet. São
Paulo: Paulinas, 2003.
SANTAELLA, Lúcia. Comunicação e Pesquisa. São Paulo: Livrocerto, 2002.
2. ANTROPOLOGIA CULTURAL
Carga horária: 72hs/a
Ementa:
O desenvolvimento da cultura do homem e da sociedade. Heranças culturais.
Ritos, mitologia e mito. O homem e sua existência social e cultural. A ciência dos
costumes. Museologia, cultura e sociedade. Pluralidade cultural, educação e
cultura.
Bibliografia básica:
24
CANEVACCI, Massimo. Antropologia do cinema: do mito a indústria cultural. 2ª
ed. São Paulo: Brasiliense, 1990. 175 p. (Coleção primeiros passos).
CASCUDO, Luís da Câmara. Civilização e cultura: pesquisas e notas de
etnografia geral. São Paulo: Global, 2004.
CASTRO, Eliane Quadros. Pluralidade cultural e educação da antropologia
cultural e educação no Brasil: contribuições da antropologia cultural e
cosmovisão holística. Feira de Santa: Sitientibus, n. 25, p. 39-52, jul/dez de 2001.
CUCHE, Denys. A noção de cultura nas Ciências Sociais. São Paulo: Edusc,
1998.
FOUCAULT et al. Estruturalismo: antologia de textos teóricos - Foucault Derrida,
Levi-Strauss, Althusser, Lacan, Sartre, Barthes, Sebag e outros. Seleção e
introdução de Eduardo Prado Coelho. São Paulo: Martins Fontes, 1976.
HOMANS, George C. El Grupo Humano. Buenos Aires: Editorial Universitária,
1972
MEAD, George H. Espíritu, persona y sociedad. 3ª Ed. Buenos Aires: Editorial
Paidós, 1972
MARCUSE, Herbert. Cultura e sociedade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998. 175
p. V.2.
TRAVANCAS, Isabel; FARIA, PATRÍCIA (orgs.) Antropologia e comunicação.
Rio de Janeiro: Garamond, 2003.
VASCONCELOS, Paulo Denisar. A violência no escárnio do trote tradicional:
um estudo filosófico em antropologia cultural. Santa Maria: Universidade Federal
de Santa Maria, 1993. 45 p.
Bibliografia complementar:
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A
Editora, 2000.
OLIVEIRA, Ernesto Veiga de. Apontamentos sobre museologia: museus
etnológicos (lições dadas no museu de etnologia do Vetremar). Lisboa: s/n, 1971.
112 p.
25
3. METODOLOGIA DA PESQUISA
Carga horária: 36hs/a
Ementa:
A produção de conhecimento. A metodologia científica: aspectos gerais. Ciência,
conhecimento e método científico. Questões teóricas e metodológicas da pesquisa.
Modelos de pesquisa e as questões teóricas e técnicas. O tema e o método.
Problema de Pesquisa. Operações metodológicas. Problematização das formas de
utilização e articulações das metodologias qualitativas e quantitativas. Padrões da
pesquisa científica em comunicação.
Bibliografia básica:
BECKER, H. Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais. São Paulo: Hucitec,
1993.
BOUGNOUX, Daniel. Introdução às Ciências da Comunicação. Bauru: Edusc,
1999.
DENCKER, Ada de Freitas Maneti; DA VIÁ, Sarah Chucid. Pesquisa empírica em
ciências humanas (com ênfase em comunicação). São Paulo, Futura, 2001.
190p.
DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (Orgs). Métodos e técnica de pesquisa em
comunicação. São Paulo: Atlas, 2005.
ECO, Umberto. Como se faz uma Tese. São Paulo: Perspectiva, 1991.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed. São Paulo:
Atlas, 2002.
GOLDENBERG, Miriam. A arte de pesquisar. Rio de Janeiro: Record, 2002.
HELLER, Agnes et al. A crise dos paradigmas em ciências sociais e os
desafios para o século XXI. Rio de Janeiro: Contraponto, 1999. 268p.
KAPLAN, Abraham. A conduta na pesquisa: metodologia para as ciências do
comportamento. São Paulo: EPU/EDUSP, 1975. 435p.
SANTAELLA, Lúcia. Comunicação e Pesquisa. São Paulo: Livrocerto, 2002.
SECAF, Victoria. Artigo Científico: do desafio à conquista. São Paulo: Reis
Editorial, 2000.
26
Bibliografia complementar:
CHAMPAGNE, Patrick. Formar a Opinião. Petrópolis: Vozes, 1998.
CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. 4ed. São
Paulo: Cortez, 2000. 164p.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas,
1987. 206p.
GRANGER, Gilles-Gaston. A ciência e as ciências. São Paulo, UNESP, 1994.
122p.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa. 4ª
ed. São Paulo: Atlas, 1999. 260p.
RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa Social: métodos e técnicas. 3ª ed. São
Paulo: Atlas, 1999. 334p.
SANTOS, Antônio Raimundo. Metodologia Científica – a construção do
conhecimento. 6ª ed. São Paulo: DP&A, 2004. 140p.
4. CIÊNCIAS DA LINGUAGEM
Carga horária: 72hs/a
Ementa:
Teorias lingüísticas e antropológicas sobre a linguagem. Conhecimento do sistema
de língua e de seu funcionamento em várias situações dadas, com ênfase ao
domínio e conhecimento ao profissional do jornalismo. Fundamentos das práticas
midiáticas de linguagem no jornalismo contemporâneo.
Bibliografia básica
BRAIT, Beth(org.). Bakhtin: outros conceitos-chave. São Paulo: Contexto, 2006:
BARTHES, Roland. Elementos de semiologia. Sao Paulo: Cultrix, 1971
BENVENISTE, Emile. Problemas de linguistica geral I. Campinas: Pontes, 1988
27
FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso: aula inaugural no collège de France,
pronunciada em 2 de dezembro de 1970. 8ª ed. São Paulo: Loyola, 2002.
FLORES, Onici Claro. Aquisição da linguagem: indagações e percalços. Ciências
e Letras, Porto Alegre: s.n, n. 26, p. 31-41, jul./dez. 1999.
GREGOLIN, Maria do Rosário. Foucault e Pêcheux na análise do discurso:
diálogos & duelos. São Carlos: Claraluz, 2006.
LOPES, Harry Vieira. Linguagem língua escrita: apontamentos para uma
psicopedagogia da escola. Boletim: Centro de Letras e Ciência Humanas,
Londrina: s.n, n. 36, p. 111-135, jan./jun. 1999.
Orlandi, Eni Puccinelli. A linguagem seu funcionamento: as formas do discurso.
4ª ed. Campinas: Pontes, 2001
PECHEUX, Michel. O discurso: estrutura ou acontecimento. Campinas: Pontes,
1990
PERFEITO, Alba Maria. Bakhtin e Vygotsky: reflexões sobre a natureza social e
dialógica da linguagem. Boletim: Centro de Letras e Ciências Humanas, Londrina:
s.n, n. 39, p. 107-118, jul./dez. 2001.
SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de linguistica geral. 14 ed. Sao Paulo: Cultrix,
1988.
Bibliografia complementar:
CONDE, Mauro Lucio Leitão. Maquiavel e Wittgenstein: a astúcia da linguagem.
Caderno de Filosofia e Ciências Humanas, Belo Horizonte: s.n, n. 1, p. 5-11, out.
1993.
SILVA, Carmem Luci da Costa. O lugar da estilística nos estudos da linguagem.
Ciências e Letras, Porto Alegre: s.n, n. 23, p. 231-248, 1998.
5. NARRATIVAS JORNALÍSTICAS
Carga horária: 72hs/a
Ementa
Técnicas de comunicação escrita na redação narrativa jornalísticas. Gêneros
narrativos. Redação, narração e dissertação. O trabalho de redator; o texto no
jornalismo diário. Condensação e reestruturação de matérias. O texto jornalístico
diário em diversos projetos editoriais
28
Bibliografia básica:
ANDRE, Hildebrando A. de. Curso de redação: técnicas de redação, análise
estilístico-interpretativa literatura brasileira. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 1992. 282
p.
BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 2ª ed; 8ª impressão. São
Paulo: Ática, 2004. 95 p. (Série Princípios).
COIMBRA, Oswaldo. O texto da reportagem impressa. São Paulo: Ática, 1993.
ERBOLATO, Mario L. Técnicas de codificação em jornalismo: redação,
captação e edição do jornal diário. 5ª ed. São Paulo: Ática, 1991. 256 p.
(Fundamentos ; 66).
LOPES, Maria Immacolata Vassalo de. O rádio dos pobres: comunicação de
massa, ideologia e marginalidade social. São Paulo: Edições Loyola, 1988. 195 p.
(Coleção educação popular ; 9).
SODRÉ, M.; FERRARI, M. H. Técnica de reportagem – Notas sobre a narrativa
jornalística. São Paulo: Summus, 1986.
VIANA, Antonio Carlos (org.). Roteiro de redação – Lendo e argumentando. São
Paulo: Scipione, 1999.
Bibliografia complementar:
BARROS, Enéas Martins de. Cartas comerciais e redação oficial: técnicas,
modelos. São Paulo: Atlas, 1990. 143 p.
LOPES, Maria Immacolata Vassalo. A narrativa policial de Gil Gomes. Cadernos
Intercom. São Paulo: s.n, n. 8, p. 25-36, dez. 1985. CDB.
6. HISTÓRIA DA ARTE
Carga horária: 36hs
Ementa:
Cultura artística na Antigüidade. Arte na Idade Média. Renascença. Barroco,
Rococó, Classicismo e Romantismo. A arte do século XIX e do século XX: do
Impressionismo às tendências contemporâneas.
29
Bibliografia básica:
ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. São Paulo:
Martins Fontes, 1992. 280 p. (Coleção A).
ARGAN, Giulio Carlo, Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992
BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e
historia da cultura. 6ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1993. 253 p.
BARRAL I ALTET, Xavier. História da arte. 2ª ed. Campinas: Papirus, 1994. 152
p.
BAUMGART, Fritz. Breve história da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1994..
GOMBRICH, E. H. A História da Arte. 16.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
HAUSER, Arnold. História
Mestre Jou, 1982.
social da literatura e da arte. 3 ed. Sao Paulo:
READ, Herbert, História da Pintura Moderna. São Paulo: Círculo do Livro,1974
UPJOHN, E. M. e outros, História Mundial da Arte. São Paulo: Difel, 1980
WOLFFLIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da história da arte: o problema
da evolução dos estilos na arte mais recente. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes,
1989 (Coleção A)
Bibliografia complementar:
BAZIN, Germain. História da história da arte: de Vasari a nossos dias. São
Paulo: Martins Fontes, 1989. (Coleção A).
JANSON, H. W..História da arte 4 ed. Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian,
1989.
SANTOS, Maria das Graças Vieira Proença dos. História da arte. 3ª ed. São
Paulo: Ática, 1991.
7. LINGUAGEM FOTOGRÁFICA
30
Carga horária: 36hs/a
Ementa:
:Linguagem fotográfica e informação. A imagem e a linguagem fotográfica. Signos
e cores. A foto em preto e branco e a foto em cores. Elementos da história da
fotografia. Técnicas de registro fotográfico. A fotografia como relato e notícia.
Bibliografia básica:
GURAN, Milton. Linguagem fotográfica e informação. Rio de Janeiro: Rio Fundo,
1992. 112 p.
DELEUZE, Gilles. A imagem-tempo. São Paulo: Brasiliense, 1990. 338 p.
DUMONT, Jacques. A imagem. Campinas: Papirus, 1993. 317 p.
LANGFORD, Michael J. Tratado de fotografia: uma gramática de técnicas.
Lisboa: Dinalivro, 1981. 390 p.
Bibliografia complementar:
SANTOS, Marines dos; LIMA, João Batista de. A linguagem fotográfica: verbal e
icônica. Revista Ciências Humanas, Taubaté: s.n, v. 3, n. 2, p. 37-40, jul./dez.
1997. CDB.
KELBY, Scott. Photoshop CS para fotógrafos digitais. São Paulo: Makron
Books, 2005. 375 p.
8. CULTURA BRASILEIRA
Carga horária: 72hs/a
Ementa:
A pluralidade e riqueza da cultura brasileira. Aspectos da configuração sociocultural
brasileira; cultura popular; cultura erudita; os limiares entre alta e baixa cultura, a
cultura como prática e reflexo social.
Bibliografia básica:
AYALA, Maria Ignez Novais; AYALA, Marcos. Cultura popular no Brasil:
31
perspectivas de análise. 2. ed. São Paulo: Ática, 1995.
AZEVEDO, Fernando de. A cultura brasileira: introducao ao estudo da cultura no
Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 1943
BOSI, Alfredo.Cultura Brasileira: temas e situacoes. Sao Paulo: Atica, 1987.
MATTA, Roberto da . O que faz o Brasil, Brasil?. 5 ed. Rio de Janeiro: Rocco,
1991
MOTA , Carlos Guilherme. Ideologia da Cultura Brasileira(1933-1974): pontos de
partida para um revisao historica. 3 ed. Sao Paulo: Atica, 1977
Ortiz, Renato. Cultura Brasileira e identidade nacional. 3 ed. Sao Paulo:
Brasiliense, s.d. 148 p. A 1.ed. e de 1985.
PERUZZO, Cicilia Maria Krohling; PINHO, José Benedito. Comunicação e
Multiculturalismo. São Paulo: INTERCOM, 2001. 408p.
PINTO, Virgílio Noya. Comunicação e Cultura Brasileira. São Paulo: Ática, 2003.
SODRÉ, Muniz. Reinventando a Cultura: a comunicação e seus produtos. 3ª ed.
Petrópolis-RJ: Vozes, 1999. 180p.
Bibliografia complementar:
EDGAR, Andreio; SEDGWICK, Peter. Teoria Cultural de A a Z: conceitos-chave
para entender o mundo contemporâneo. São Paulo: Contexto, 2003.
Lopez, Luiz Roberto.Cultura Brasileira: das origens a 1808. 2ª ed. Porto Alegre:
Ed. Universidade/UFRGS, 1994.
PERUZZO, Cicilia Maria Krohling(org.). Comunicação e Culturas Populares. São
Paulo: INTERCOM, 1995. 206p. (GT’s INTERCOM, 5).
9. SOCIOLOGIA GERAL E DA COMUNICAÇÃO
Carga horária: 72hs/a
Ementa:
32
A Sociologia e suas interfaces com a comunicação e as tecnologias de informação.
Quadro histórico das principais correntes e dos principais pensamentos que
marcaram os séculos.
Bibliografia básica:
BAGDIKIAN, Ben H. Sociologia da Comunicação - Máquinas de Informar. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 1973.
BERGER, Peter; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade:
tratado de sociologia do conhecimento. 23. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
BRAGA, José Luiz. A sociedade enfrenta sua mídia. Dispositivos sociais de
crítica midiática. São Paulo: Paulus, 2006.
BURKE, Peter; BRIGGS, Asa. Uma História Social da Mídia. Rio de Janeiro:
Zahar, 2004.
DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
IANI, Octavio. Ensaios de sociologia da cultura. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1991. 212 p.
JAMESON, Fredric. A cultura do dinheiro. Ensaios sobre a globalização. 3ª Ed.
Petrópolis: Editora Vozes, 2002,
LIMA, Luís Costa. (org.). Teorias da Cultura de Massa. Rio de Janeiro: Paz e
Terra. 1978
MARTIN-BARBERO, Jesus. Dos Meios às Mediações: comunicação, cultura e
hegemonia. Trad. Ronald Polito e Sérgio Alcides. 2ª ed. Rio de Janeiro: UFRJ,
2001. 369p.
MORAES, Denis de (Org.). Sociedade Midiatizada. Rio de Janeiro: Mauad, 2006.
NEVEU, Erik. Sociologia do jornalismo. Porto: Porto Editora, 2005.
SANTOS, Roberto Elísio. As Teorias da Comunicação - da fala à internet. São
Paulo: Paulinas, 2003.
THOMPSON, John B. A Mídia e a Modernidade: uma teoria social da mídia. 4ª ed.
Petrópolis-RJ: Vozes, 2002. 261p.
VATTIMO, Gianni. A Sociedade Transparente. Lisboa: Relógio D’Água, 1992.
33
Bibliografia complementar:
COELHO, Cláudio Novaes Pinto; CASTRO, Waldir José de (orgs.). Comunicação
e Sociedade do Espetáculo. São Paulo: Paulus, 2006.
LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Recepção dos meios, classes, poder e
estrutura. In: Comunicação e Sociedade, São Bernardo do Campo: s.n, n. 23, p.
99-110, jun. 1995. CDB.
RUDIGER, Francisco. Introdução às Teorias da Cibercultura - perspectivas do
pensamento tecnológico contemporâneo. Rio Grande do Sul: Sulina, 2004.
10. TEORIAS DO JORNALISMO
Carga horária: 36hs/a
Ementa:
As principais abordagens teóricas dos estudos de jornalismo. Análise crítica das
teorias vigentes no jornalismo. Teoria e práxis jornalística. Reflexão sobre os
veículos de comunicação de massa. A recepção no jornalismo. Aspectos
sociopolíticos e econômicos como influenciadores do futuro do jornalismo. Fato,
acontecimento e notícia. A natureza do conhecimento jornalístico. A estrutura do
campo jornalístico. A identidade e os mitos do jornalista. Poder e responsabilidade
social.
Bibliografia básica:
AGUILERA, Octavio. Las Ideologias en el Periodismo. Madrid: Paraninfo, 1990.
ANGRIMANI, Danilo. Espreme que sai sangue - Um estudo sensacionalista na
imprensa. São Paulo: Summus, 1995.
BELTRÃO, Luiz. Iniciação à Filosofia do Jornalismo. 2ª ed. São Paulo: EDUSP,
1992. (Coleção Clássicos do Jornalismo, 5).
BELTRÃO, Luís. Teoria e Prática do Jornalismo. Adamantina: FAI/Cátedra
Unesco Metodista para o Desenvolvimento Regional/Editora Omnia, 2006.
DEFLEUR, Melvin L. Teorias da Comunicação de Massa. Rio de Janeiro: Zahar,
2003.
FREITAS, Ricardo Ferreira; LUCAS, Luciane (orgs.). Desafios contemporâneos
em comunicação. São Paulo: Summus, 2002.
KEHL, Maria Rita; BUCCI, Eugênio. Videologias. São Paulo: Boitempo, 2004.
34
KOVACH, Bill; ROSENTIEL, Tom. Os Elementos do Jornalismo (o que os
jornalistas devem saber e público exigir). São Paulo: Geração Editorial, 2003.
KUNCZIK, Machael. Conceitos de Jornalismo: norte e sul. São Paulo:
USP/COMARTE/EDUSP/FRIEDRICH EBERT, 2002.
MARCONDES FILHO, Ciro. Jornalismo Fin-de-siècle. São Paulo: Scritta, 1993.
MARQUES DE MELO, José. História Social da Imprensa - fatores sócio-culturais
que retardaram a implantação da imprensa no Brasil. 2ª ed. Porto Alegre: PUCRS,
2003.
MARQUES DE MELO, José. Jornalismo Brasileiro. Rio Grande do Sul: Sulina,
2003.
MATTA, Fernando Reyes. A Informação na Nova Ordem Internacional. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1980.
POLISTCHUK, Ilana; RAMOS, Aluízio. Teorias da Comunicação - o pensamento
e a prática da comunicação social. Rio de Janeiro, Campus, 2003.
RUDIGER, Francisco. Introdução às Teorias da Cibercultura - perspectivas do
pensamento tecnológico contemporâneo. Rio Grande do Sul: Sulina, 2004.
SANTOS, Roberto Elísio. As Teorias da Comunicação - da fala à internet. São
Paulo: Paulinas, 2003.
SODRÉ, Nelson Werneck. História da Imprensa no Brasil. Rio de Janeiro:
Mauad, 1999.
SOUSA, Jorge Pedro. Teorias da Notícia e do Jornalismo. Chapecó/SC: Argos,
2002.
TRAQUINA, Nelson. O estudo do Jornalismo no Século XX. São Leopoldo-RS:
UNISINOS, 2003.
TRAQUINA, Nélson. Teorias do Jornalismo. Vol. 1 - Por que as notícias são
como são. 2ª Ed. Florianópolis: Editora Insular, 2005.
TRAQUINA, Nélson. Teorias do Jornalismo. Vol. II - A tribo jornalística - uma
comunidade interpretativa transnacional. Florianópolis: Editora Insular, 2005.
Bibliografia complementar:
DAYAN, Daniel: KATZ, Elihu. A história em directo. Coimbra: Minerva, 1999
RESENDE, Fernando. Textuações: ficção e fato no novo jornalismo de Tom Wolfe.
São Paulo:Anablume/Fapesp, 2002.
35
OLIVEIRA, Jayr Figueiredo. Tecnologias da Informação e da Comunicação. São
Paulo: Erica, 2003.
QUIRINO, Newton de Oliveira. Teoria da Comunicação de Massa. São Paulo:
Summus, 1986.
11. PLANEJAMENTO VISUAL GRÁFICO
Carga horária: 36hs/a
Ementa
Estudo da estética aplicada ao material gráfico. Tipografia. Medidas gráficas.
Sintaxe visual gráfica. Estilo do projeto gráfico. Semiologia do projeto gráfico.
Utilização de ilustrações. Utilização das cores. Princípios de diagramação: leis
gerais - unidade e ritmo. O planejamento visual na comunicação impressa: zonas
de visualização da página impressa. Padronização gráfica - Identidade visual. O
design gráfico: a criação do conceito para as peças gráficas: anúncio de revista e
anúncio de jornal. A elaboração visual-gráfica e o desenvolvimento de layout a
partir de rafes.
Bibliografia básica:
BAER, Lorenzo. Produção Gráfica. São Paulo: Senac, 1999.
COLLARO, Antonio Celso. Projeto gráfico – teoria e prática de diagramação. São
Paulo: Summus, 1985.
DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes,
1999.
GUIMARÃES, Luciano. As cores na mídia: a organização da cor-informação no
jornalismo. São Paulo: Annablume, 2003.
KOREN, Leonard; MECKLER, R. Wippo. Design gráfico – Receitas (propostas +
diagramações + soluções para leiautes). Barcelona: Gustavo Gili, 2002.
HURLBURT, Allen. Layout: o design da página impressa. São Paulo: Nobel, 1986.
NIEMEYER, Lucy. Tipografia: uma apresentação. Rio de Janeiro: 2AB, 2001.
RIBEIRO, Milton. Planejamento visual gráfico. 7 ed. rev. ampl. Brasília: Linha
Gráfica, 1998.
36
SILVA, Rafael Souza. Diagramação – o planejamento visual gráfico na
comunicação impressa. São Paulo: Summus, 1985.
Bibliografia complementar:
ERREA, Javier (coord.). Ñhoz – Lo mejor del diseño periodístico. España ; Portugal
2006. Pamplona: SND, 2006.
FERREIRA JUNIOR, José. Capas de jornal – a primeira imagem e o espaço
gráfico visual. São Paulo: Editora Senac: 2003.
HORIE, Ricardo Minoru. Preparação e fechamento de arquivos para birôs –
Windows e Macintosh. São Paulo: Érica, 2003.
HORIE, Ricardo Minoru; FUSCO, Liliane. Projetos Gráficos Utilizando Corel 9,
PhotoShop 5.5. São Paulo: Érica.
HORIE, Ricardo Minoru; PEREIRA, Ricardo. Pagemaker: 300 superdicas de
editoração, design e artes gráficas. São Paulo: Senac SP, 2000.
MÜLLER-BROCKMANN, Josef. Sistemas de grelhas – um manual para
desenhistas gráficos. Barcelona: Gustavo Gili, 1982.
MUNARI, Donis. Design e comunicação visual. São Paulo: Martins Fontes, 1968.
NETO, Mário Carramillo. Contato imediato com produção gráfica. São Paulo:
Global, 1987.
PELTZER, Gonzalo. Jornalismo iconográfico. Lisboa: Planeta, 1992.
WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer – noções básicas de
planejamento visual. São Paulo: Callis, 1995.
WHITE, Jan V. Edição e design. São Paulo: JSN, 2006.
WHELAN, Bride M. Color harmony 2 – A guide to creative color combinations.
Gloucester, Massachusetts: Rockport Publishers, 1994.
ZAPPATERRA, Yolanda. Editorial design for print and eletronic media. Crans,
Switzerland: Roto Vision, 2002.
12. HISTÓRIA DO JORNALISMO
Carga horária: 72hs/a
Ementa:
37
A evolução da comunicação humana através dos tempos. O jornalismo antes da
tipografia. Dos pictogramas nas cavernas à comunicação digital. Dos sinais de
fumaça aos satélites e fibras ópticas. História do Jornalismo no Brasil. A imprensa
colonial e a imprensa da Independência. O jornalismo no Império. O jornalismo na
República. O processo de consolidação da imprensa brasileira. O jornalismo no
rádio e na TV. O controle da imprensa no Brasil: do período getulista à ditadura
militar. Redemocratização e perspectivas do jornalismo brasileiro.
Bibliografia básica:
AGUILERA, Octavio. Las Ideologias en el Periodismo. Madrid: Paraninfo, 1990.
ABREU, Alzira Alves (org.). A imprensa em transição: o jornalismo brasileiro dos
anos 50. Rio de Janeiro, FGV, 1996.
ABREU, Alzira Alves (org.). Imprensa Brasileira – 1930/1990. Rio de Janeiro,
FV/CPDPOC, 1991.
BAHIA, Juarez. Jornal, História e Técnica: história da imprensa brasileira. São
Paulo, Ática, 1990.
BARBOSA, Marialva. Os Donos do Rio. Rio de Janeiro, Vício de Leitura, 2000.
BELTRÃO, Luiz. Iniciação à Filosofia do Jornalismo. 2ª ed. São Paulo: EDUSP,
1992. (Coleção Clássicos do Jornalismo, 5).
KOVACH, Bill; ROSENTIEL, Tom. Os Elementos do Jornalismo (o que os
jornalistas devem saber e público exigir). São Paulo: Geração Editorial, 2003.
KUNCZIK, Machael. Conceitos de Jornalismo: norte e sul. São Paulo:
USP/COMARTE/EDUSP/FRIEDRICH EBERT, 2002.
MARQUES DE MELO, José. História Social da Imprensa - fatores sócio-culturais
que retardaram a implantação da imprensa no Brasil. 2.ed. Porto Alegre: PUCRS,
2003.
MARQUES DE MELO, José. Jornalismo Brasileiro. Rio Grande do Sul: sulina,
2003.
MATTA, Fernando Reyes. A Informação na Nova Ordem Internacional. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1980.
LAGO, Claudia; ROMANCINI, Richard. História do jornalismo no Brasil.
Florianópolis: Insular, 2007.
LEWIS, Jon E. (org.). O grande livro do jornalismo: 55 obras-primas dos
melhores escritores e jornalista. Trad. de Marcos Santarrita. São Paulo: José
Olympio, 2008.
38
POLISTCHUK, Ilana; RAMOS, Aluízio. Teorias da Comunicação - o pensamento
e a prática da comunicação social. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
SODRÉ, Nelson Werneck. História da Imprensa no Brasil. Rio de Janeiro:
Mauad, 1999.
TRAQUINA, Nelson. O estudo do Jornalismo no Século XX. São Leopoldo-RS:
UNISINOS, 2003.
Bibliografia complementar:
BRITTOS, Valério Cruz; BOLAÑO, César Ricardo Siqueira. Rede Globo, 40 anos
de poder e hegemonia. São Paulo: Paulus, 2005.
CARNEIRO, Glauco. Brasil, primeira: a história dos Diários Associados. Brasília,
Fundação Assis Chateaubriand, 1999.
CARTA, Mino. O Castelo de âmbar. Rio de Janeiro, Record, 2000.
CASTRO, Moacir Werneck et al. A Última Hora de Samuel: nos tempos de
Wainer. Rio de Janeiro, Edições ABI/COPIM.
CONTI, Mário Sérgio. Notícias do Planalto. A Imprensa e Fernando Collor. São
Paulo, Cia das Letras, 1999.
COSTELA. Comunicação: do grito ao satélite. Ed. Mantiqueira: Campos do
Jordão, 2002.
DEFLEUR, Melvin L. Teorias da Comunicação de Massa. Trad. Octavio Alves
Velho. RJ: Zahar, 2003.
FERREIRA, Maria Nazareth. A imprensa operária no Brasil - 1880-1920.
Petrópolis: Editora Vozes, 1978
FONSECA, Joaquim da. Caricatura, a imagem gráfica do humor. Porto Alegre,
Artes e Ofícios, 1999.
GOLDENSTEIN, Gisela. Do jornalismo político à indústria cultural. São Paulo,
Summus, 1987.
GOLDEFEDER, Miriam. Por trás das ondas da Rádio Nacional. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1980.
GOULART, Silvana. Sob a verdade oficial: ideologia, propaganda e censura no
Estado Novo. São Paulo: Marco Zero/CNPq, 1990.
39
MELO, José Marques de (Org.). Imprensa Brasileira - Personagens que fizeram
história. Vol. 1. São Paulo/Imprensa Oficial; São Bernardo do Campo/UMESP,
2005.
MELO, José Marques de (Org.). Imprensa Brasileira - Personagens que fizeram
história. Vol. 2. São Paulo/Imprensa Oficial; São Bernardo do Campo/UMESP,
2005.
NETTO, Accioly. O Império de Papel. Os bastidores de O Cruzeiro. Porto Alegre:
Editora Sulina, 1998.
OLIVEIRA, Jayr Figueiredo. Tecnologias da Informação e da Comunicação. São
Paulo: Erica, 2003.
PEREGRINO, Nadja. O Cruzeiro: a revolução da fotorreportagem. Rio de Janeiro:
Dazibao, 1991.
REGO, Norma Pereira. Pasquim. Col. Arenas do Rio. Rio de Janeiro: Relume
Dumará/Rioarte, 1996.
RIZZINI, Carlos. O jornalismo antes da tipografia. São Paulo: Cia. Editora
Nacional, 1968
RESENDE, Beatriz. Lima Barreto e o Rio de Janeiro em fragmentos. Rio de
Janeiro: UFRJ-Unicamp, 1993.
RODRIGUES, Sérgio; FARIA, Tales. Reforma do Diário Carioca: revolução na
imprensa brasileira. Rio de Janeiro: Griffo/ECO/UFRJ, 1995.
RUDIGER, Francisco. Introdução às Teorias da Cibercultura - perspectivas do
pensamento tecnológico contemporâneo. Rio Grande do Sul: Sulina, 2004.
SANTOS, Roberto Elísio. As Teorias da Comunicação - da fala à internet. São
Paulo: Paulinas, 2003.
SCHWARCZ, Lília Moritz. Retrato em branco e preto. Jornais, escravos e
cidadãos em São Paulo no final do século XIX. São Paulo: Cia das Letras, 1987.
TRAVANCAS, Isabel. O Livro no Jornal. Os Suplementos Literários dos jornais
franceses e brasileiros nos anos 90. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001.
TRAVANCAS, Isabel. O mundo dos jornalistas. São Paulo: Summus, 1993.
VENTURA, Roberto. Estilo tropical. História cultural e polêmicas literárias no
Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1991.
13. TÉCNICAS JORNALÍSTICAS
40
Carga horária: 36hs/a
Ementa:
O trabalho de redator; o texto no jornalismo diário. Condensação e reestruturação
de matérias. A codificação em jornalismo e suas diversas técnicas, no impresso, no
rádio, na TV, na internet. As técnicas de redação em jornalismo de revista.
Técnicas de captação de dados, organização, composição e redação.
Bibliografia básica:
ANDRE, Hildebrando A. de. Curso de redação: técnicas de redação, análise
estilístico-interpretativa literatura brasileira. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 1992. 282
p.
BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 2ª ed; 8ª impressão. São
Paulo: Ática, 2004. 95 p. (Série Princípios). CDB.
ERBOLATO, Mario L. Técnicas de codificação em jornalismo: redação,
captação e edição do jornal diário. 5ª ed. São Paulo: Ática, 1991. 256 p.
(Fundamentos ; 66).
KOVACH, Bill ; ROSENTIEL, Tom. Os Elementos do Jornalismo (o que os
jornalistas devem saber e público exigir). São Paulo: Geração Editorial, 2003.
MARQUES DE MELO, José. Jornalismo Brasileiro. Rio Grande do Sul: sulina,
2003.
OLIVEIRA, Jayr Figueiredo. Tecnologias da Informação e da Comunicação. São
Paulo: Erica, 2003.
RUDIGER, Francisco. Introdução às Teorias da Cibercultura - perspectivas do
pensamento tecnológico contemporâneo. Rio Grande do Sul: Sulina, 2004.
SOUSA,
Jorge
Pedro.
Teorias
SC/Chapecó/Florianópolis, 2002.
da
Notícia
e
do
Jornalismo.
TRAQUINA, Nelson. Teorias do jornalismo: porque as notícias são como são.
Florianópolis, Insular, 2004.
Bibliografia complementar:
KUNCZIK, Machael. Conceitos de Jornalismo: norte e sul. São Paulo:
USP/COMARTE/EDUSP/FRIEDRICH EBERT, 2002.
41
LOPES, Maria Immacolata Vassalo de. O rádio dos pobres: comunicação de
massa, ideologia e marginalidade social. São Paulo: Edições Loyola, 1988. 195 p.
(Coleção educação popular; 9).
LOPES, Maria Immacolata Vassalo. A narrativa policial de Gil Gomes. Cadernos
Intercom, São Paulo: s.n, n. 8, p. 25-36, dez. 1985. CDB.
MATTA, Fernando Reyes. A Informação na Nova Ordem Internacional. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1980.
14. FILOSOFIA GERAL E DA COMUNICAÇÃO
Carga horária: 72hs/a
Ementa:
O quadro histórico das principais correntes do pensamento filosófico que
influenciaram nossa contemporaneidade, com ênfase nas reflexões sobre o
conhecimento e a percepção. Os pensadores e as teorias filosóficas. Elementos da
filosofia.
Bibliografia básica:
ADORNO, Theodor. A.; HORKEHEIMER, Max. A Indústria Cultural. O Iluminismo
como Mistificação de Massa. In: LIMA, Luis Costa (Org.). Teoria da Cultura de
Massa. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978, p. 159-204.
AMARAL, Márcio Tavares d'. Filosofia da Comunicação e da linguagem. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 1977
BELTRÃO, Luiz. Iniciação à Filosofia do Jornalismo. 2.ed. São Paulo: EDUSP,
1992.( Coleção Clássicos do Jornalismo, 5).
BENJAMIN, Walter. A Obra de Arte na Época de sua Reprodutibilidade técnica. In:
LIMA, Luis Costa (Org.). Teoria da Cultura de Massa. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1978, p. 209-240.
COHN, GABRIEL (Org.) Comunicação e Indústria Cultural. São Paulo: Nacional,
1977.
ECO, Umberto. Apocalípticos eintegrados. 6.ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.
LIMA, Luís Costa. (org.). Teorias da Cultura de Massa. Rio de Janeiro: Paz e
Terra. 1978
42
MARCONDES, Danilo. Filosofia , linguagem e Comunicação . 2 ed. Sao Paulo:
Cortez, 1992
OLIVEIRA, Armando Mora de et al. Primeira filosofia: tópicos de filosofia geral. 8
ed. São Paulo: Brasiliense, 1990. 166 p.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Filosofia. São Paulo: Cortez, 1992. 211 p. (Coleção
magistério - 2o. grau; Serie formação geral).
RUDIGER, Francisco. Introdução às Teorias da Cibercultura - perspectivas do
pensamento tecnológico contemporâneo. Rio Grande do Sul: Sulina, 2004.
SUBIRATS, Eduardo. A Cultura como Espetáculo. São Paulo: Nobel, 1989.
Bibliografia complementar:
HABERMAS, Jürgen. Racionalidade e Comunicação . Lisboa: 70, 2002.
PRADO NETO, Bento. O triângulo geral de Locke e a consideração parcial de
Berkeley. Revista Dois Pontos: filosofia britânica nos séculos XVII e XVIII,
Curitiba: s.n, v. 1, n. 2, p. 97-110, 2004. CDB.
15. TÓPICO VARIÁVEL EM PRÁTICAS DISCURSIVAS
Carga horária: 36hs/a
Ementa:
Estrutura e funcionamento da comunicação. Teorias da análise do discurso. Lógica
e organização de práticas discursivas. Retórica e argumentação.
Bibliografia básica:
ABELARDO, Pedro. Lógica para principiantes. Petrópolis: Vozes, 1994. 80 p.
BARTHES, Roland. Crítica e Verdade. São Paulo: Perspectiva/Fundo de Cultura,
1970.
BRANDÃO, Helena H. N. Introdução à análise do discurso. 2.ed. Campinas:
Unicamp, 2006.
43
CARVALHO, Maria Jane Soares. Práticas discursivas na produção e reprodução
de gênero. Caesura, Canoas: s.n, n. 5, p. 34-41, jul./dez. 1994. CDB.
CHARAUDEAU, Patrick. Discurso das Mídias. São Paulo: Editora Contexto, 2006.
ECO, Umberto. Lector in Fabula. 2ª edição. São Paulo: Perspectiva, 2004
Fiorin, José Luiz. Elementos de análise do discurso. 5ª ed. São Paulo: Contexto,
1996
Mari, Hugo; Machado, Ida Lúcia; Mello, Renato de. Análise do discurso em
perspectivas. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, 2003. 400 p.
(Análises discursivas ; v.6).
MILLER, Jacques-Alain. A lógica na direção da cura: elaboração sobre o
Seminário IV de Jacques Lacan, a relação do objeto. Belo Horizonte: O Lutador,
1995. 169 p.
Orlandi, Eni Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do
discruso. 4ª ed. Campinas: Pontes, 2001
PONTE, Cristina. Para entender as notícias: Linhas de análise do Discurso
jornalísticos. Florianópolis: Editora Insular, 2007.
STEINBERGER, Margarethe Born. Discursos geopolíticos da mídia - Jornalismo
e imaginário internacional na América Latina. São Paulo: Fapesp/Educ/Cortez
Editora, 2005.
Bibliografia complementar:
BARTHES , Roland. Mitologias. Sao Paulo: Bertrand Brasil, 1987
CHARAUDEAU, Patrick; MAINGUENEAU, Dominique. Dicionário de análise do
discurso. São Paulo: Contexto, 2006.
MORATO, Edwiges Maria. Rotinas significativas e práticas discursivas: relato de
experiência de um centro de convivência de afásicos. Distúrbios da
Comunicação, São Paulo: s.n, v. 10, n. 2, p. 157-165, jun. 1999. CDB.
RONDELLI, Elizabeth. Imagens da violência: práticas discursivas. Tempo Social.
São Paulo: s.n, v. 10, n. 2, p. 145-157, out. 1998. CDB.
VAN DIJK, Teun A. Cognição, discurso e interação. São Paulo: Contexto, 1996.
44
16. FOTOJORNALISMO
Carga horária: 36hs/a
Ementa
Técnicas de registro fotográfico. Operação de câmara fotográfica e de seus
acessórios. Filtros e lentes especiais. Recursos técnicos das câmeras profissionais.
Operações de laboratório. Fotografia de eventos jornalísticos com iluminação
natural. Flash e lâmpadas, filme preto e branco e colorido. Relacionamento do
repórter com o fato e o veiculo. Utilização de teleobjetivas, grandes angulares,
motores, flashes, lâmpadas e iluminações e aval de reprodução audiovisual
jornalístico. Conveniências e inconveniências da utilização do Photoshop.
Bibliografia básica:
ALVARENGA, André Luis de. A Arte da fotografia digital: explorando técnicas
com o Photoshop Cs. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2005.
BARTHES, Roland. A câmara clara – Nota sobre a fotografia. Rio de Janeiro:
Fronteira,1984.
EHRLICH, Richard. Dicionário de termos fotográficos. Publicações EuropaAmérica.
FREEMAN, Michael. Grande Manual de Fotografia. Dinalivro, 2ª. Edição, 2001.
FREUDENFELD, R. O manual fotográfico – Prático para principiantes. Rio de
Janeiro: Biblioteca Nacional-Escola de Belas Artes, s/d.
GURAN, Milton. Linguagem fotográfica e informação. 2ªed. Rio de Janeiro. Ed.
Gama Filho,1999.
HEDGECOE, John. Manual de técnica fotográfica. Madri: Hermann Blume, 1979.
KOSSOY, Boris. Fotografia e história. São Paulo: Ática, 1989.
LIMA, Ivan. A fotografia e sua linguagem. 2ª ed. Rio de Janeiro. Espaço e
Tempo, 1988.
LINS, Alene. VALENTE, Rosangela. Fotojornalismo: informação, técnica e arte.
Campo Grande. UFMS, 1997.
SOUZA, Jorge Pedro. Uma história crítica do fotojornalismo ocidental.
Florianópolis: Grifos/Letras Contemporâneas, 2000.
45
Bibliografia complementar:
BUSSELE, M. Tudo sobre fotografia. São Paulo. Pioneira, 2001.
KOSSOY, Boris. Realidade e ficções na trama fotográfica. São Paulo: Ateliê
Editorial, 2000.
LANGFORD, Michael. Guia Prático da Fotografia. Edição Civilização, 1993
SALGADO, Sebastião. Trabalhadores – Uma arqueologia da era industrial. São
Paulo: Cia das Letras, 1997.
SCHISLER, Millard. Revelação em preto e branco – A imagem com qualidade.
São Paulo: Martins Fontes, 1995.
TRIGO, Thales. Equipamento fotográfico – Teoria e prática. São Paulo: Senac,
1998.
17. TEORIAS DO RADIOJORNALISMO
Carga horária: 72hs/a
Ementa
Limitações e potencialidades da comunicação radiofônica. Elementos da linguagem
radiofônica: fala, música, efeitos sonoros. Especificidades da expressão verbal. O
discurso radiofônico gravado e ao vivo. As características do jornalismo praticado
no
rádio:
o
texto,
o
script, as técnicas de reportagem e entrevista, a edicão. A história do
radiojornalismo no Brasil. A análise de noticiários radiofônicos. Rdiojornalismo
especializado.
Bibliografia básica:
BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de radiojornalismo. Rio
de Janeiro: Campus, 2001.
CBN. Manual de Radiojornalismo. Sistema Globo de Rádios. 1996.
CESAR, C. Como falar no rádio: prática de locução AM e FM. São Paulo: Ibrasa,
1990.
CHANTLER, P.; HARRIS, S. Radiojornalismo, São Paulo: Summus, 1992.
46
COMASSETO, Leandro Ramires. A voz da aldeia - O rádio local e o
comportmanto da informação na Nova Ordem Global. Florianópolis: Editora Insular.
DEL BIANCO, Nélia R.; MOREIRA, Sônia V. (orgs.). Rádio no Brasil: tendências e
perspectivas. Rio de Janeiro/Eduerj; Braíslia Edit. Unb, 1999.
FREDEREICO, Maria Elvira Bonavita. História da Comunicação - Rádio e TV no
Brasil. Petrópolis: Vozes, 1982.
HAUSSEN, Dóris Fagundes. Rádio e Política: tempos de Vargas e Perón. Porto
Alegre: EdiPUC-RS, s/d.
JUNG, Milton. Jornalismo de Rádio. São Paulo: Contexto, 2004.
KAPLUN, Mário. La elaboración del guión: princípios básicos. Quito, Ciespal,
1978.
KLOCKNER, Luciano. A notícia na Rádio Gaúcha. Porto Alegre, Sulina. 1997.
MEDITSCH, Eduardo. (org.) Rádio e Pânico. A Guerra dos Mundos, 60 anos
depois. Florianópolis: Editora Insular, 1998.
MEDITSCH, Eduardo. O Rádio na Era da Informação. Teoria e Técnica do Novo
Radiojornalismo, 2ª Ed. Florianópolis: Editora Insular, 2007.
MEDITSCH, Eduardo (org.) Teorias do Rádio: Textos e Contextos. Vol. 1.
Florianópolis: Editora Insular, 2007.
MEDITSCH, Eduardo; ZUCOLOTO, Valci. (orgs.) Teorias do Rádio: Textos e
Contextos. Vol. 2. Florianópolis: Editora Insular, 2008
NEWMAN, John. Periodismo radiofónico. México, Limusa. 1991.
ORTRIWANO, Gisela. A Informação no Rádio, São Paulo: Summus, 1985.
PRADO, E. Estrutura da informação radiofônica. São Paulo: Summus, 1989.
PORCHAT, M.E. Manual de Radiojornalismo Jovem Pan. São Paulo: Atica.
1990.
SOARES, Edileuza. A bola no ar - o rádio esportivo em São Paulo. São Paulo,
Summus Editorial. 1994.
Bibliografia complementar:
FELICE, Mauro de. Jornalismo de rádio. Brasília: Thesaurus Editora, 1981.
47
FERRARETO, Luiz Artur. Rádio no ar - O veículo, a história e a técnica. Porto
Alegre : Sagra Luzzatto, 2000.
GOLDFEDER, Miriam. Por trás das ondas da Rádio Nacional. Rio de janeiro:
Paz e Terra, 1981.
LIMA, Zita de Andrade. Princípios e Técnica de Radiojornalismo: Comunicações
e Problemas (ICIFORM). Brasília. 1970.
MCLEISH, Robert. Produção de Rádio. São Paulo: Summus, 2001.
MUÑOZ, José Javier, GIL César. La Radio: teoría y práctica. Madrid: Instituto
oficial de Radio y Televisión. 1986.
SAMPAIO, Mário Ferraz. História do rádio e da TV no Brasil e no mundo. Rio de
Janeiro, Achiamé, 1984.
SPERBER. George Bernard. Introdução à peça radiofônica. São Paulo, EPU,
1980.
VAMPRÉ, Octavio Augusto. Raízes e evolução do rádio e da TV: cronologia.
Porto Alegre: Fundação Educacional Padre Landell de Moura/RBS, 1979.
18. OFICINA DE JORNALISMO IMPRESSO
Carga horária: 72hs/a
Ementa
Disciplina laboratorial que visa à edição semanal de um boletim noticioso,
enfocando pauta (importância, vantagens e desvantagens), apuração de dados
(técnicas de coleta, entrevista, fontes, setorismo), estruturação da notícia
(conceitos e características da notícia, formas de redação, estruturação e análise
textual), título (tipos, macetes, elaboração, estruturação e padronização) e edição
(função do editor, ruídos, interferências, intenção na edição e hierarquização das
matérias). Abordagem de outros gêneros de texto jornalístico: interpretação e
opinião. Manual de Redação: sua importância dentro da política editorial do jornal.
Bibliografia básica:
AMARAL, Luiz. A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, 1996.
COIMBRA, Oswaldo. O texto da reportagem impressa. São Paulo: Ática, 1993.
FERREIRA, C. Literatura e jornalismo – Práticas políticas. São Paulo: Edusp,
2003.
48
KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. São Paulo: Ática, 1986.p. 7 a 80
(todo)
LAGE, Nilson. A reportagem. Teoria e técnica de entrevista e pesquisa
jornalística. Rio de Janeiro: Record, 2000.
LIMA, Edvaldo P. Páginas ampliadas – O livro-reportagem como extensão do
jornalismo e da literatura. Campinas: Unicamp, 1993.
MEDINA, Cremilda. Entrevista – O diálogo possível. São Paulo: Ática, 1986.
MELO, José Marques de. A opinião no jornalismo brasileiro. São Paulo: Vozes,
1985.
MANUAL de redação e estilo. São Paulo: Folha de São Paulo, 2002.
PEREIRA JUNIOR, Luiz Costa. A apuração da notícia – Métodos de apuração na
imprensa. Petrópolis: Vozes, 2006.
SODRÉ, M.; FERRARI, M. H. Técnica de reportagem – Notas sobre a narrativa
jornalística. São Paulo: Summus, 1986.
VIANA, Antonio Carlos (org.). Roteiro de redação – Lendo e argumentando. São
Paulo: Scipione, 1999.
Bibliografia complementar:
BENDER, Flora e LAURITO, Ilka. Crônica – História, teoria e prática. São Paulo:
Scipione, 1993.
CASTRO, G. e GALENO, A. (Orgs.) Jornalismo e literatura – A sedução da
palavra. São Paulo: Escrituras, 2002.
CITELLI, Adilson. Linguagem e persuasão. São Paulo: Ática, 2001.
GARCIA, Luiz. Manual de redação e estilo – O Globo. São Paulo: Globo, 2001.
GRANATIC, Branca. Redação – Humor e criatividade. São Paulo: Scipione, 1997.
INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto. São Paulo: Scipione, 1999.
LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. São Paulo: Ática, 1999.
MARTINS, Eduardo. Manual de redação e estilo – OESP. São Paulo: Moderna,
2004.
MEDINA, Cremilda. Notícia – um produto à venda – jornalismo na sociedade
urbana e industrial (3ª Ed.). São Paulo: Summus, 1988.
49
MEDINA, Cremilda. Povo e personagem. Canoas-RS: Ulbra, 1996.
MEDINA, Cremilda. A arte de tecer o presente – Narrativa e cotidiano. São Paulo:
Summus, 2003.
MELO, José Marque de. Jornalismo opinativo – Gêneros opinativos no jornalismo
brasileiro. Campos do Jordão-SP: Mantiqueira, 2003.
MELO, J. Marques de. Gêneros jornalísticos na Folha de S. Paulo. São Paulo:
FTD-IPCJE, 1987.
MELO Mesquita, Roberto. Gramática da língua portuguesa. São Paulo: Saraiva,
1995.
PEREIRA JUNIOR, Luiz Costa.
Vozes, 2006.
Guia para a edição jornalística. Petrópolis:
PIZA, Daniel. Jornalismo cultural. São Paulo: Contexto, 2003.
RODRIGUES, Adriano Duarte. Comunicação e cultura – A experiência cultural na
Era da Informação. Lisboa: Presença, 1994.
SÁ, Jorge de. A crônica. São Paulo: Ática, 1997.
TOGNOLLI, Cláudio Júlio. A sociedade dos chavões – Presença e função do
lugar-comum na comunicação. São Paulo: Escrituras, 2001.
19. PSICOLOGIA GERAL E DA COMUNICAÇÃO
Carga horária: 72hs/a
Ementa:
História do pensamento psicológico. Psicologia Social e o Homem Contemporâneo:
A questão da Identidade num mundo em transformação. A natureza da Psicologia
da Comunicação. Comunicação e desenvolvimento cognitivo: as múltiplas
inteligências e seus estímulos. Comunicação e desenvolvimento emocional. As
condições psicológicas e as questões morais. Comunicação, desenvolvimento
humano e liderança. Psicologia e Meios de Comunicação: papéis e atuação dos
meios, formação dos estereótipos e sua apreensão pelos indivíduos. Psicologia da
Comunicação nos espaços grupais: a psicologia nas Relações Públicas. Psicologia
da Comunicação e Publicidade. Psicologia da Comunicação nos espaços
massivos. Psicologia da recepção dos produtos televisivos.
Bibliografia básica:
50
BARROS FILHO, Clóvis. A subjetividade na recepção: o receptor entre o
mongolismo e o autismo. In: Ética na Comunicação. São Paulo: Moderna, p. 123163. 1995.
BARROS FILHO, Clóvis. Recepção ativa e ética do receptor. In: Ética e
Comunicação. São Paulo. Nº 1, janeiro/julho: 7-16. 2000.
BERGAMINI, Cecília W. Motivação. São Paulo: Atlas. 1993.
CASTRO, Eliana de Moura. Psicanálise e Linguagem. São Paulo: Ática. 1986.
GARDNER, Howard. Desenvolvimento humano e liderança. In: Mentes que
Lideram. Porto Alegre: Artes Médicas, p. 22-37, 1996.
GARDNER, H. Mentes que Criam. Porto Alegre: Artes Médicas. 1996.
GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional. Rio de Janeiro: Ed. Objetiva. 1995.
GREENFIELD, P. M. O Desenvolvimento do Raciocínio na Era da Eletrônica.
São Paulo: Summus, 1988.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP;A
Editora. 2000.
Katz, Daniel; Kahn, Robert L. Psicologia Social das organizacoes. 3 ed. Sao
Paulo: Atlas, 1987
LANE, S.T.M.; SAWAIA. Bader B. (Org.). Novas Veredas da Psicologia Social.
São Paulo: Brasiliense. 1995.
NOGUEIRA, Adriana Tanese. "Ética e Psicologia do Profundo", In: Ética e
Comunicação. Nº 1, janeiro/julho: pg. 39-49. 2000.
Pfromm Netto, Samuel. Comunicação de Massa : natureza-modelos-imagens:
Contribuicao para o estudo da psicologia da comunicação de massa. Sao Paulo:
Pioneira, 1972.
SCHAFF, Adam. O indivíduo humano e a sociedade da informática. In: A
Sociedade Informática. São Paulo: UNESP/Brasiliense, p. 98-157. 1995.
LA TAILLE, Yves de. Desenvolvimento do Juízo moral e afetividade na Teoria de
Jean Piaget. In PIAGET, VYGOTSKY, WALLON: Teorias Psicogenéticas em
Discussão. São Paulo: Summus, p. 43-73, 1992.
SOARES, Ismar. Sociedade da Informação ou da Comunicação? São Paulo:
Cidade Nova. 1996.
TISKI - FRANCKOWRAK, Irene T. Homem, Comunicação e Cor. São Paulo:
Icone. 1997.
51
WATZLAWICK, Paul; BEAVIN, Janet Helmick; JACKSON, Don D. Pragmática da
comunicacao humana: um estudo dos padroes, patologias e paradoxos da
interacao. 7 ed. Sao Paulo: Cultrix, 1993.
Bibliografia complementar:
FERRÉS, Joan. Televisão e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas. 1996.
Freitas, Jeanne Marie Machado de. Comunicação e Psicanálise . Sao Paulo:
Escuta, 1992
KOSOVSKI, Ester. Ética na Comunicação. Rio de Janeiro: Mauad, 2004.
MARGULIS, M. "La construcción social de la juventud", In: CUBIDES, Humberto at
all. Vivendo toda: jóvenes, territorios culturales y nuevas sensibilidades. UC,
Bogotá, 1999, p. 3-21.
NOVAES, Adauto (org.). Rede Imaginária. São Paulo: Companhia das Letras.
1991.
SPITZ, Rene A. O não e o sim: a gênese da comunicação humana. São Paulo:
Martins Fontes, 1998.
20. TEORIAS DE TELEJORNALISMO
Carga horária: 72hs/a
Ementa
Mídia impressa, mídia sonora e mídia audiovisual. Características do discurso
televisivo. Limitações no jornalismo televisivo. Elementos da linguagem televisiva: o
icônico, o lingüístico e o sonoro. Redação e edição de texto em telejornais. Edição
de som e imagem. Transmissões diretas e reportagens externas gravadas. Roteiro
de telejornais. Noções técnicas: equipamento de externa, câmaras de estúdio,
gravação de som. UHF e VHF. Microondas e satélite. As técnicas jornalísticas e os
processos de produção e edição da notícia em Telejornalismo. As entrevistas,
captação de imagens, edição e transmissão. A estrutura física e o funcionamento
de uma redação de televisão, nas diversas etapas.
Bibliografia básica:
52
ABRANTES, José Carlos: DAYAN, Daniel (Org.). Televisão: das audiências aos
públicos. Lisboa: Livros Horizonte, 2006.
BACELLAR, Luciane; BISTANE, Luciana. Jornalismo de TV. São Paulo: Contexto,
2005.
CAPARELLI, Sérgio; LIMA, Venício A. de. Comunicação e Televisão - Desafios
da Globalização. São Paulo: Hacker Editores, 2004.
FILHO, Marcondes Ciro. Televisão. São Paulo: Editora Scipione, 1994.
JOLY, Martine. Introdução à análise da Imagem. São Paulo: Papirus Editora,
1996.
JORNAL NACIONAL: a notícia faz história. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004.
JOST, François. Seis lições sobre televisão. Porto Alegre: Sulina, 2004
BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Rodolfo Paulo. Manual de Telejornalismo. Rio de
Janeiro, Editora Campus, 2002.
MACHADO, Arlindo. A Televisão levada a sério. 3ª Ed. São Paulo: Editora Senac
São Paulo, 2003.
MOTA, Célia Laldeira; PORCELLO, Flávio A. Carmargo; PEREIRA JR., Alfredo E.
Vizeu. (orgs.) Telejornalismo. A nova praça pública. Florianópolis: Editora Insular,
2006.
NOVAES, Adauto (org.) A Rede Imaginária: Televisão e Democracia. São Paulo,
Cia das Letras/ Secretaria Municipal de Cultura, 1991.
PATERNOSTRO, Íris, Vera. O texto na TV – Manual de Telejornalismo. Rio de
Janeiro, Editora Campus, 1999.
REQUENA, Jesús González. El Discurso Televisivo: Espetáculo de la
Posmodernidad. Madrid: Ediciones Cátedra, 1995.
REZENDE de Jorge Guilherme. Telejornalismo no Brasil: um perfil editorial. São
Paulo: Summus Editorial, 2000.
SODRÉ, Muniz. O Monopólio da Fala. Petrópolis: Vozes, 1977.
SQUIRRA, Sebastião. Aprender Telejornalismo: produção e técnica. São Paulo:
Brasiliense, 1995.
VIZEU, Alfredo (org.). A sociedade do telejornalismo. Petrópolis: Vozes, 2008.
YORKE, Ivo. Telejornalismo. São Paulo: Roca, 2006.
53
Bibliografia complementar:
CURADO, Olga. A notícia na TV: o dia-a-dia de quem faz telejornalismo. São
Paulo: Alegro, 2002.
DAYAN, Daniel; KATZ, Elihu. A história em directo. Coimbra: Minerva, 1999.
SILVA, Carlos Eduardo Lins. Muito Além do Jardim Botânico: um estudo sobre a
audiência do Jornal Nacional da Globo entre trabalhadores. São Paulo: Summus,
1985. 173p. (Novas Buscas em Comunicação, v.6).
21. ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM JORNALISMO
Carga horária: 36hs/a
Ementa
O Estado e os Meios de Comunicação. Legislação. Análise da comunicação
desenvolvida por instituições e sujeitos políticos: governo, partidos, movimentos
sociais. Comunicação e Poder. Comunicação e Democracia. Relações entre Poder
Político e Meios de Comunicação. A representação de interesses nos espaços
midiáticos e nos espaços políticos. Questões éticas e sociais da evolução
acelerada das tecnologias de comunicação.
Bibliografia básica:
ALDE, Alessandra. A Construção da Política - democracia, cidadania e meios de
comunicação de massa. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
BARROS FILHO, Clóvis de. Ética na comunicação: da informação ao receptor.
São Paulo: Moderna, 1995.
GRANGER, Gilles-Gaston. A ciência e as ciências. São Paulo: UNESP, 1994.
GUIMARÃES, Eduardo(org.). Produção e circulação do conhecimento - estado,
mídia, sociedade. Campinas-SP: Pontes, 2001.
LATTMAN-WELTMAN, Fernando et al. Mídia e política no Brasil - jornalismo e
ficção. Rio de Janeiro: FGV, 2003.
MELO, José Marques. Comunicação, Teoria e Política. São Paulo: Summus,
1985.
54
MOREL, Regina Lúcia de Moraes. Ciência e Estado - política científica no Brasil.
São Paulo: T.A. Queiroz, 1979.
RUBIM, Antonio Albino Canelas. Comunicação e Política. São Paulo: Hacker,
2000.
Bibliografia complementar:
REGO,
Francisco
Gaudêncio
Torquato.
Tratado
de
Organizacional e Política. São Paulo: Thomson Pioneira, 2002.
Comunicação
22. OFICINA DE RADIOJORNALISMO
Carga horária: 72hs/a
Ementa
A notícia no rádio. Redação em radiojornais. Os diferentes estilos noticiários
radiofônicos. A estilística e o alcance do radiojornalismo. A utilização do
radiojornalismo como elemento transportador de cultura. O radiojornalismo nas
empresas e instituições. Produção de programas radiojornalísticos (radiojornal,
rádio-revista, entrevista, reportagem especial. debate, transmissão ao vivo).
Bibliografia básica:
BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de radiojornalismo. Rio
de Janeiro: Campus, 2001.
CBN. Manual de Radiojornalismo. Sistema Globo de Rádios. 1996.
CESAR, C. Como falar no rádio: prática de locução AM e FM. São Paulo: Ibrasa,
1990.
CHANTLER, P.; HARRIS, S. Radiojornalismo. São Paulo: Summus, 1992.
HAUSSEN, Dóris Fagundes. Rádio e Política: tempos de Vargas e Perón, Porto
Alegre: EdiPUC-RS, s/d.
JUNG, Milton. Jornalismo de Rádio. São Paulo: Contexto, 2004.
ORTRIWANO, Gisela. A Informação no Rádio. São Paulo: Summus, 1985.
PRADO, E. Estrutura da informação radiofônica, São Paulo: Summus, 1989.
55
PORCHAT, M.E. Manual de Radiojornalismo Jovem Pan. São Paulo: Atica.
1990.
SOARES, Edileuza. A bola no ar o rádio esportivo em São Paulo. São Paulo,
Summus Editorial. 1994.
Bibliografia complementar:
CESAR, Cyro. Rádio - Inspiração, Transpiração e Emoção. São Paulo: IBRASA,
1999. 2ª edição.
KAPLUN, Mário. La elaboración del guión: princípios básicos. Quito: Ciespal,
1978.
LIMA, Zita de Andrade. Princípios e Técnica de Radiojornalismo: Comunicações
e Problemas (ICIFORM). Brasília. 1970.
MUÑOZ, José Javier, GIL César. La Radio: teoría y práctica. Madrid: Instituto
oficial de Radio y Televisión. 1986.
SAMPAIO, Walter. Jornalismo Audiovisual: teoria e prática do jornalismo no
rádio, TV e Cinema. São Paulo: EDUSP. 1971.
SOARES, Maria Freire; PICCOLOTTO, Léslie. Técnicas de Impostação e
Comunicação Oral. São Paulo: Edições Loyola. 1986.
23. TÓPICO VARIÁVEL EM JORNALISMO ESPECIALIZADO
Carga horária: 72hs/a
Ementa:
A segmentação no jornalismo. Jornalismo científico e cultural. Jornalismo
desportivo. Jornalismo econômico. Especializações e desenvolvimento histórico.
As especializações e a evolução das técnicas do jornalismo direcionado. As
tendências à personalização.

JORNALISMO INTERNACIONAL
Ementa:
O jornalismo como intérprete das questões globais. O discurso jornalístico sobre
fatos internacionais. Distanciamento e identificação. O noticiário de política
internacional. Agências de notícias, correspondência internacional e
56
correspondência de guerra. Pauta, apuração, redação e edição em Jornalismo
Internacional.

JORNALISMO ESPORTIVO
Ementa:
História do jornalismo esportivo. Funções do jornalista esportivo. A linguagem
esportiva. A pauta e a confecção de matérias esportivas. A cobertura esportiva

JORNALISMO POLÍTICO
Ementa:
O jornalismo que se pratica junto aos três poderes Executivo, Legislativo e
Judiciário. A importância dessa cobertura jornalística para os diversos veículos, as
relações entre os jornalistas e as fontes, as questões éticas.

JORNALISMO CULTURAL
Ementa:
Discussão do jornalismo cultural abrangendo temas e problemas a partir de textos
de intelectuais sobre cinema, músicas erudita e popular, teatro, literatura, entre
outros.

JORNALISMO CIENTÍFICO
Ementa:
Estudo das políticas de divulgação em ciência e tecnologia. Reflexão sobre o papel
da mídia e seus agentes de formação crítica da opinião pública sobre a política
científica e tecnológica do País. Análise da divulgação científica e de políticas de
comunicação em organizações de C;T. Análise do discurso da ciência no contexto
da sociedade. Estudo da relação entre linguagem do cientista e a dos meios de
divulgação. Ciência como instrumento de poder e ideologia. As tecnologias de
comunicação na divulgação científica. Os novos desafios organizacionais e as
políticas de divulgação científica.

JORNALISMO ECONÔMICO
Ementa:
57
Economia e ideologia, histórico do pensamento econômico, a ideologia da
imprensa econômica brasileira. A ética na informação econômica, conceito de
espaço público, o valor econômico da informação. Mercado de trabalho para o
jornalista econômico.
Bibliografia:
AMARAL, Márcia. Jornalismo popular. São Paulo: Contexto, 2006.
ARAÚJO, Inesita Soares de; CARDOSO, Janine Miranda. Comunicação e saúde.
Rio de Janeiro: Fiocruz, 2007.
BARBEIRO, Heródoto; RANGEL, Patrícia. Manual do jornalismo esportivo. São
Paulo: Contexto, 2006.
BRITO, José Domingos de. Literatura e jornalismo. São Paulo: Novatec, 2007.
BUENO, Wilson da Costa. Comunicação, jornalismo e meio ambiente. São
Paulo: Mojoara, 2006.
BULHOES, Marcelo Magalhães. Jornalismo e literatura em convergência. São
Paulo: Ática, 2007.
CALDAS, Suely. Jornalismo econômico. São Paulo: Contexto, 2003.
CARTA, Gianni. Velho novo jornalismo. São Paulo: Códex, 2003.
CASTRO, Gustavo de; GALENO, Alex. Jornalismo e literatura:
a sedução da palavra. São Paulo: Escrituras, 2003.
CHAIA, Vera. Jornalismo e política. São Paulo: Hacker Editores, 2004.
BURKETT, Warren. Jornalismo científico. Rio de Janeiro: Forense, 1990.
CHINEM, Rivaldo. Jornalismo de guerrilha: a imprensa alternativa brasileira. São
Paulo: Disal Editora, 2004.
COELHO, Paulo Vinícius. Jornalismo esportivo. São Paulo Contexto, 2003.
COTTA, Pery. Jornalismo – teoria e prática. Rio de Janeiro: Rubio, 2005.
DORNELLES, Beatriz. Jornalismo comunitário em cidades do interior. Porto
Alegre: Sagra-Luzzatto, 2004.
FARIA, José Eduardo. Política e jornalismo: em busca da liberdade. São Paulo:
Perspectiva, 1979.
58
CORTEZ/IMS/CNPq. Comunicação e Sociedade (edição especial). São Paulo:
Cortez, ano 4, nº7, 1982.
FERREIRA, Carlos Rogé. Literatura e jornalismo: práticas políticas. São Paulo:
EDUSP, 2004.
GOMES, Mayra Rodrigues. Poder no jornalismo: discorrer, disciplinar, controlar.
São Paulo: Hacker Editores, 2003.
GRANGER, Gilles-Gaston. A ciência e as ciências. São Paulo: UNESP, 1994.
GUIMARÃES, Eduardo(org.). Produção e circulação do conhecimento -estado,
mídia, sociedade. Campinas-SP: Pontes, 2001.
HELLER, Agnes et al. A crise dos paradigmas em ciências sociais e os
desafios para o século XXI. Rio de Janeiro: Contraponto, 199.
HERNANDO, Manuel Calvo. Periodismo científico. Madrid: Editorial Paraninfo,
1992.
JOHNSON, Steven. Cultura da Interface. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 2001.
KUCINSKI, Bernardo. Jornalismo econômico. São Paulo: EDUSP, 1996.
KUNSCH, Margarida M. Krohling. Universidade e comunicação na edificação
da sociedade. São Paulo: Loyola,1992.
LEON, José Luis. Persuasión de masas. Bilbao: Ediciones Deusto, 1992.
LINHARES, Marcos. Nos bastidores do jornalismo esportivo: a magia da
cobertura esportiva mundial. São Paulo: Celebris, 2006.
LOTH, Moacir. Comunicando a Ciência. Florianópolis: ABJ, 2001.
MAÑAS, A.V. Gestão de tecnologia e inovação. São Paulo: Érica, 1993.
MARTINS, Franklin. Jornalismo político. São Paulo: Contexto, 2005.
MEADOWS, A.J. A Comunicação Científica. São Paulo: Briquet de Lemos,
SOARES, Edileuza. A bola no ar: o rádio esportivo em São Paulo. São Paulo,
Summus Editorial. 1994.
MOREL, Regina Lúcia e Moraes. Ciência e estado - política científica no Brasil.
São Paulo: T.A. Queiroz, 1979.
MORIN, Edgard. Ciência com consciência. 5ed. Rio e Janeiro: Bertrand Brasil,
2001.
NASCIMENTO, Patrícia Ceolin. Jornalismo em revistas no Brasil: um estudo das
construções discursivas em Veja. São Paulo: AnnaBlume, 2002.
NATALI, João Batista. Jornalismo internacional. São Paulo: Contexto, 2004.
59
NPGCT/USP. Política e gestão em ciência
multidisciplinares. São Paulo: Pioneira, 1986.
e
tecnologia
-
estudos
OLIVEIRA, Fabíola. Jornalismo Científico. São Paulo: Contexto, 2002.
OLIVEIRA, Jane Raquel de; QUEIROZ, Salete Linhares. Comunicação e
linguagem cientifica: guia para estudantes de química. Campinas: Átomo, 2007.
PENA, Felipe. Jornalismo literário. Rio de Janeiro: Contexto, 2006.
QUINTÃO, Ayle-Salassie F. O jornalismo econômico no Brasil depois de 1964.
São Paulo: Agir, 1987.
SCHWARTZMAN, Simon. Ciência, universidade e ideologia: a política do
conhecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
SOARES, Edileuza. A bola no ar: o rádio esportivo em São Paulo. São Paulo,
Summus Editorial. 1994.
VÁRIOS AUTORES. Rumos (do) jornalismo cultural. São Paulo: Summus, 2007.
VICCHIATTI, Carlos Alberto. Jornalismo: comunicação, literatura e compromisso.
São Paulo: Paulus Editora, 2005.
WILSON, Anthony.
Replicação, 2001.
Manual de comunicação em ciência. Lisboa: Editora
WITKOWSKI, N. (coord.). Ciência e tecnologia hoje. São Paulo: Ensaio, 1995.
ZAMBONI, Lilian Márcia Simões.
Cientistas, jornalistas e a divulgação
científica. Campinas-SP: Autores Associados, 2001.
24. COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL
Carga horária: 72hs/a
Ementa:
As organizações. Fundamentos da comunicação organizacional. Rede, fluxos,
níveis e canais. Comunicação e cultura organizacional. Comunicação e cultura
organizacional. Comunicação empresarial. Comunicação na construção da imagem
organizacional. Comunicação interna/Comunicação externa. Planejamento
estratégico da comunicação organizacional/empresarial.
Bibliografia básica:
60
BUENO, W.C. Comunicação Empresarial: teoria e pesquisa. Barueri-SP: Manole,
2003.
CAHEN, R. Comunicação Empresarial. São Paulo: Best Seller/Circuito do Livro,
1990.
GOMES, Nelson. A Comunicação da Pequena Empresa. Rio de Janeiro: Globo,
1997.
MARCOVITCH, Jacques (org.). Tecnologia da Informação e estratégia
Empresarial. São Paulo: USP/Futura.
MARÍN, A. L. La Comunicación en la Empresa y en las Organizaciones.
Barcelona: Bosch Casa Editorial, 1997.
NEVES, Roberto de Castro. Comunicação Empresarial Integrada. Rio de
Janeiro: Mauad, 2001.
REGO, F.G.T. Comunicação Empresarial/Comunicação Institucional. 4ª ed.
São Paulo: Summus, 1986.
REGO, F.G.T. Jornalismo Empresarial - teoria e prática. 3ª ed. São Paulo:
Summus, 1986.
SANTOS, E.R.M. Comunicação na Pequena, Média e Grande Empresa. Rio de
Janeiro: Ediouro/Tecnoprint, 1980.
SARTINI, I. Comunicação - caminho para o sucesso. Rio de Janeiro:
Ediouro/Tecnoprint, 1980.
Bibliografia complementar:
ETZIONI, Amitae. Organizações modernas. 6a. ed. São Paulo: Pioneira, 1980.
KUNSCH, Margarida M. Krohling. Planejamento de relações públicas na
comunicação integrada. 4ª ed. São Paulo: Summus, 2004.
KUNSCH, Margarida M. Krohling. Relações públicas e modernidade: novos
paradigmas na comunicação organizacional. São Paulo: Summus, 1997.
LARA, Maurício. As sete portas da comunicação pública: como enfrentar os
desafios de uma assessoria. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
LOPES, Marilene. Quem tem medo de ser notícia? São Paulo: Makron Books,
2000.
MEDEIROS, J.B. Redação Empresarial. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1998.
61
MEDEIROS, J.B. Correspondência - Técnicas de Comunicação. São Paulo: Atlas,
1989.
MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1996.
SCHAUN, Ângela; RIZZO, Esmeralda; FERREIRA, Dina (orgs.) Estratégias:
comunicação e gestão. São Paulo. Expressão e Arte Editora. 2008.
25. JORNALISMO ON LINE
Carga horária: 72hs/a
Ementa
Construção crítica dos temas jornalísticos e culturais da cibercultura e dos
conteúdos em mídias digitais. Jornalismo na World Wide Web e seus serviços.
Redação de matérias para a Rede. Hipertextualidade, multimidialidade e
interatividade. Ferramentas de trabalho para o jornalismo digital. A Web como fonte
da notícia. Convergência de mídia no jornalismo digital.
Bibliografia básica:
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede, 1º volume de A era da informação:
economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 2001.
FERRARI, Pollyana. Jornalismo Digital. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2003.
LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.
MACHADO, Elias. O ciberespaço como fonte para os jornalistas. Editora
Calandra, Salvador, 2003.
MEYER, Philip. Os jornais podem desaparecer? São Paulo: Contexto, 2007.
RUDGER, Francisco. Introdução às Teorias da Cibercultura. Porto Alegre:
Sulina, 2003.
FERRARI, Pollyana. Hipertexto, hipermídia. Contexto: 2007.
MACHADO, Elias; PALÁCIOS, Marcos. Modelos de Jornalismo Digital. Salvador:
Calandra, 2004.
Bibliografia complementar:
62
CASTELLS, Manuel. A galáxia da internet: reflexões sobre a internet, os negócios
e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
CASTELLS, Manuel. Fim de milênio, 3º volume de A era da informação:
economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
CASTELLS, Manuel. O poder da identidade, 2º volume de A era da informação:
economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 2001.
DERTOUZOS, Michael. O que será: como o novo mundo da informação
transforma nossas vidas. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
DIZARD, Wilson. A nova mídia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.
MCLUHAN, Marshall. McLuhan por McLuhan: Entrevistas e conferências inéditas
do profeta da globalização. Rio de Janeiro: Ediouro, 2005.
MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem.
São Paulo: Cultrix, 2005.
MANNARINO, Marcus. O papel do webjornal: veículo de comunicação e sistema
de informação. Porto Alegre : EDIPUCRS, 2000.
MONTEIRO, Mariana; SIMONE, José Fernando. Jornalismo Online: O futuro da
informação. Rio de Janeiro: Webmeio, 2001.
MOHERDAUI, Luciana. Guia de estilo Web: produção e edição de notícias on line.
São Paulo, Editora Senac, 2000.
SAAD, Beth. Estratégias para a mídia digital: internet, informação e
comunicação. São Paulo: Senac, 2003.
26. EDUCOMUNICAÇÃO
Carga horária: 36hs/a
Ementa
Caminhos da Educomunicação. Concepções e usos da comunicação social e da
educação escolar na sociedade capitalista. Educação de sensibilidade. Diferenças
entre produção de comunicação e de educomunicação. Características do
conhecimento midiático. A Metodologia Cala-boca já morreu: papel do mediador e
gestão da comunicação. A importância e o significado do grupo na perspectiva da
Educomunicação. O direito à comunicação evidenciado na produção de
comunicação realizada por leigos. A Democratização da Comunicação no Brasil.
63
Bibliografia básica:
BELLONI, Maria Luiza (Org.). A formação na sociedade do espetáculo. São
Paulo: Edições Loyola, 2002.
CITELLI, Adílson. Palavras, meios de comunicação e educação. São Paulo:
Cortez Editora, 2006.
DUARTE, Rosália. Cinema e Educação. Belo Horizonte: Autêntica,2ª ed.,
2002,128p.
GAIA, Rossana Viana. Educomunicação e mídias. Maceió: EDUFAL, 2001.
JAGENESKI, Cristiane. O jornal local como material didático contribuindo na
construção da cidadania. São Bernardo do Campo (dissertação de mestrado
para Universidade Metodista de São Paulo), 2002.
NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema na sala de aula. 2.ed. São
Paulo:Contexto,2005.
NAPOLITANO, Marcos. Como usar a Televisão na sala de aula. São Paulo:
Contexto, 2002.
QUESADA, Gustavo. Comunicação e comunidade: mitos da mudança social.
São Paulo, Ed. Loyola,1980.
SCHAUN, Ângela. Educomunicação: reflexões e princípios. Rio de Janeiro: Mauad,
2002.
TEIXEIRA, Inês Assunção de Castro; LOPES, José de Sousa Miguel (orgs.) A escola
vai ao cinema. 2ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
Bibliografia complementar:
MIRANDA, Carlos Eduardo Albuquerque. A educação pelo cinema. Disponível
em: <http://www.artigocientifico.com.br/uploads/artc_1153335383_46.pdf>.
27. DOCUMENTÁRIO PARA TV
Carga horária: 72hs/a
Ementa:
Linguagem e técnicas.
documentários para TV.
Roteiro.
Praticais
laboratoriais
de
produção
de
64
Bibliografia básica:
ARISTARCO, Guido. Documentário e realidade. In: História das Teorias do
Cinema. 2o volume. Tradução: Maria Helena Sacadura e Júlio Sacdura. Lisboa:
Arcadia, 1963.
BERNADET, Jean-Claude. Cineastas e a imagem do povo. São Paulo:
Companhia das Letras, 2003.
COMOLLI, Jean-Louis. Filmar para ver. Escritos de Teoria y crítica de cine.
Buenos Aires: Ediciones Simurg / Cátedra La Ferla, 2002.
LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho: televisão, cinema e
vídeo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar editor, 2004.
PENAFRIA,
Manuela.
O
filme
documentário.
Tecnologia.Lisboa: Edições Cosmos, 1999.
História,
Identidade,
RENOV, Michael (ed.). Theorizing documentary. New York: Routledge, 1993.
Bibliografia complementar:
BERGER, Christa (org.). Jornalismo no cinema. Porto Alegre: UFRGS, 2002.
MAIA, Karla; LOPES, Neila; MACEDO, Sandro. Luz, câmera, jornalistas em ação
– O almanaque do jornalismo no cinema. São Paulo: Cásper Líbero, 2001.
MELO, José Marques de (org.). Cinema e jornalismo. São Paulo: ECA-USP,
1972.
STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas: Papirus, 2003.
28. OFICINA DE JORNALISMO ON LINE
Carga horária: 72hs/a
Ementa
Fundamentos de composição gráfica e linguagem multimídia, dividido em dois
módulos. Módulo 1: Programação em linguagem HTML com Dreamweaver.
Desenvolvimento e execução de projetos de Web para distintos meios de
comunicação. Módulo 2: Produção de textos para o ambiente Web. Edição e
atualização de sites ou projetos multimídia.
65
Bibliografia Básica
FERRARI, Pollyana. Jornalismo Digital. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2003.
MOHERDAUI, Luciana. Guia de estilo Web: produção e edição de notícias on line.
São Paulo, Editora Senac, 2000.
MARTIN, James. Hiperdocumentos e como criá-los. 1. ed. Rio de Janeiro:
Campus, 1992. 222 p., il.
MOURA, Leonardo. Como escrever na Rede. São Paulo: Record, 2001.
PAGE, Khristine Annwn. Dreamwever MX. Rio de Janeiro: ELSEVIER, 2004.
RODRIGUES, Bruno. Webwriting: pensando o texto para a mídia digital. São
Paulo: Berkeley Brasil, 2000.
SAAD, Beth. Estratégias para a mídia digital: internet, informação e
comunicação. São Paulo: Senac, 2003.
SQUIRRA, Sebastião. Jorn@lismo online. São Paulo: CJE/ECA/USP, 1997.
TUTORIAL HTML do ICMC-USP – [www.icmc.usp.br/ensino/material/html/]
WARD, Mike. Jornalismo online. São Paulo: Editora Roca, 2007.
Web Insider – [www.webinsider.com.br]
Bibliografia Complementar
DIZARD, Wilson. A nova mídia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.
MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos (Orgs.) O ensino do jornalismo em redes
de alta velocidade - metodologias ; softwares. Salvador: EDUFBA, 2007.
PEREIRA, Luciano; SILVA, Rafael R.; MARANGONI, Reinaldo. Webjornalismo:
Uma reportagem sobre a prática do Jornalismo Online. São Paulo: Webjornalismo,
s/d.
PINHO, J. B. Jornalismo na Internet: planejamento e produção da informação online. São Paulo: Summus Editorial, 2003.
WEBER, Larry. Marketing to the social web: how digital customer communities
build your business. Hoboken, N.J: John Wiley ; Sons; 2007.
WILLIAMS, R. Design para quem não é designer. São Paulo: Callis, 1995
66
TOWERS, J. Tarin. Dreamweaver 4, para Windows e Macintosh. Rio de Janeiro:
Campus, 2001.
29. ASSESSORIA DE IMPRENSA
Carga horária: 72hs/a
Ementa
O que é e como funciona uma assessoria de comunicação. Quais as suas funções,
objetivos, formas de atuação. As assessorias de entidades públicas e privadas, a
questão ética, a relação com os meios de Comunicação. Redação e edição de
textos. As novas tecnologias no jornalismo empresarial. O texto e a comunicação
com os diferentes públicos. Planejamento e execução de projetos de comunicação.
Aplicação da assessoria de imprensa nas organizações contemporâneas como
fonte auxiliar de elaboração da pauta e do conteúdo das redações. Base técnica
necessária para o aluno exercer a função de assessor de imprensa nas diversas
instituições, privadas e públicas.
Bibliografia básica:
CHINEM, Rivaldo. Assessoria de Imprensa: como fazer. São Paulo: Summus,
2004.
DOTY, Dorothy I. Divulgação Jornalística e Relações Públicas: Comunicação
Empresarial na Prática. São Paulo: Cultura Editores Associados, 1995.
DUARTE, Jorge (org.) Assessoria de Imprensa e relacionamento com a Mídia.
São Paulo, Atlas, 2002.
KOPPLIN, Elisa; FERRARETTO, Luiz. Assessoria de imprensa: teoria e prática.
Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, 1996.
LARA, Maurício. As sete portas da comunicação pública: como enfrentar os
desafios de uma assessoria. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
MAFEI, Maristela. Assessoria de imprensa – Como se relacionar com a mídia.
São Paulo: Contexto, 2007.
MOREIRA LIMA, Gerson. Releasemania: uma contribuição para o estudo do
pressrelease no Brasil. São Paulo: Summus, 1985.
TORQUATO DO REGO, Francisco Gaudêncio. Jornalismo empresarial: teoria e
prática. São Paulo: Summus, 1984.
67
Bibliografia complementar:
LOPES, Marilene. Quem tem medo de ser notícia? São Paulo: Makron Books,
2000.
LOPES, Boanerges (org.) Gestão em Comunicação Empresarial.Teoria e
Técnica. Juiz de Fora: UFSJ/Produtora de Multimeios, 2007
PIMENTA, Maria Alzira. Comunicação Empresarial. Campinas: Alínea
Editora, 2002.
ROSA, Mário. A Era do Escândalo. São Paulo: Geração Editorial, 2003.
TERRAZAS, Alessandra et alli (Org.) Relações assessoria e redações. São
Paulo: Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, 1999.
30. COMUNICAÇÃO COMPARADA
Carga horária: 72hs/a
Ementa:
Processos sociais e processos de comunicação. A relação entre comunicação e
democracia. As políticas que determinam e condicionam o processo de
comunicação. Formas de controle da informação. Análise comparada das políticas
nacionais de comunicação em diferentes países.
Bibliografia básica:
BAUMAN, Zymunt. Modernidade e Ambivalência. Traduzido por Marcus Penchel.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1999.
BUCCI, Eugênio; KEHL, Maria Rita. Videologias: ensaios sobre televisão; São
Paulo: Boitempo, 2004.
CERTAU, Michel de. A invenção do cotidiano: artes de fazer. Traduzido por
Ephraim Ferreira Alves. Petrópolis: Vozes, 1994.
DAYAN, Daniel; KATZ, Elihu. A história em directo. Coimbra: Minerva, 1999
GIDDENS, Anthony. Modernidade e identidade. Traduzido por Plínio Dentgien.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002.
LANDOWSKI, Eric. A sociedade refletida: ensaios de sociossemiótica. São
Paulo: EDUC/Pontes, 1992.
68
MCLUHAN, Herbert M. Os meios de comunicação como extensão do homem.
São Paulo: Cultrix, 2003.
THOMPSON, John B. A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia.
Traduzido por Wagner de Oliveira Brandão. Petrópolis: Vozes, 1998.
Bibliografia complementar:
BARBERO, Jesus Martin. Dos meios às mediações – Comunicação, cultura e
hegemonia. 2ª edição. Rio de Janeiro: UFRJ, 2003.
BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas, vol. 1. 7ª edição. São Paulo: Brasiliense,
1994.
BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar, 2004.
CANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas. 4ª edição. São Paulo: Edusp, 2003.
CORREIA, João Carlos. Jornalismo e Espaço Público. Lisboa: Ed. da
Universidade Beira Interior, 1998.
DOCTORS, Marcio (org.). Tempos dos Tempos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,
2003.
FONTENELLE, Isleide Arruda. O nome da marca: McDonald´s, fetichismo e
cultura descartável. São Paulo: Boitempo Editorial, 2002.
FONTCUBERTA, Mar de. La noticia – Pistas para percibir el mundo. Barcelona:
Ediciones Paidós, 1996.
GENRO FILHO, Adelmo. O segredo da pirâmide – Para uma teoria marxista do
jornalismo. Porto Alegre: Tchê, 1987.
HALIMI, Serge. Os novos cães de guarda. Traduzido por Guilherme João de
Freitas Teixeiras. Petrópolis: Vozes, 1998.
MELO, José Marques de (org.) Comunicação Comparada: Brasil e Espanha.
São Paulo: Loyola, 1990
SANT’ANNA, Lourival. O Destino do Jornal. São Paulo: Record, 2008.
SANTAELLA, Lúcia. Navegar no Ciberespaço: O perfil cognitivo do leitor imserivo.
São Paulo: Paulus, 2004.
SERVA, Leão. Babel: A mídia antes do dilúvio e nos últimos tempos. São Paulo:
Mandarim, 1997.
69
SOUSA, Pedro Jorge. Teorias da notícia e do jornalismo. Chapecó: Argos, 2002.
TRAQUINA, Nelson (org). O jornalismo português em análise de casos. Lisboa:
Caminho Nosso Mundo, 2001.
TRAQUINA, Nelson (og.). Jornalismo – Questões, teorias e “estórias”. Lisboa:
Veja, 1993.
TUCHMAN, Gaye. La producción de la noticia. Trad. Hector Borrat. Barcelona:
Gustavo Gili, 1983.
WOLTON, Dominic. É preciso salvar a comunicação. São Paulo: Paulus, 2006.
31. TÓPICO VARIÁVEL EM COMUNICAÇÃO REGIONAL
Ementa:
História das manifestações artísticas de Minas Gerais e da micro-região dos
Campos das Vertentes. As expressões musicais na cultura regional. O legado das
artes cênicas. As festas sacras e profanas. História da comunicação regional.
Bibliografia básica:
ARRUDA, Maria A. do Nascimento. Mitologia da Mineiridade. São Paulo:
Brasiliense, 1989.
AZEVEDO, Djalma Alves de. A imprensa nasceu em Minas Gerais. Belo
Horizonte: Armazém das Idéias, 2000.
CINTRA, Sebastião de Oliveira. Efemérides de São João del-Rei. São João delRei: Instituto Histórico e Geográfico, 1967.
DANGELO, Jota. Subsídios para a história do carnaval de São João del- Rei.
São Paulo: Atheneu Cultura, 2003.
GAIO SOBRINHO, Antônio. História do Comércio em São João del-Rei. São
João del-Rei: Sindicato do Comércio de São João del-Rei, 1997.
GRAÇA FILHO, Afonso de Alencastro. A princesa do Oeste e o mito da
Decadência de Minas Gerais - São João del-Rei (1831-1888). São Paulo,
Annablume, 2002.
GUERRA, Antônio. Pequena História de Teatro, Circo, Música e Variedades em
São João del-Rei- 1717-1967. São João del-Rei: 1968.
70
GUIMARÃES, Fábio Nélson. O município de São João del-Rei aos 250 anos de
sua criação. São João del-Rei: Progresso, 1963.
GUIMARÃES, Geraldo. São João del-Rey: Século XVIII - história sumária. São
João del-Rei: Fapec, 1996.
GUIMARÃES, Betânia Maria Monteiro. A música na região do Vale do Rio das
Mortes. Vertentes, SãoJoão del-Rei : s.n, n. 19, p. 81-87, jan./jun.
LOSANO, Carmen Cristiane Borges. Qual é a graça?: uma visão crítica da crítica
de teatro cômico brasileiro. São João del-Rei: UFSJ, 2005. 128 p. CDB;
Dissertação de mestrado apresentada à UFSJ-Departamento de Letras, Artes e
Cultura - Área de concentração teoria literária e crítica da cultura, sob orientação
do Prof. Alberto Ferreira da Rocha Júnior.
MENDES, Jairo Faria. O silêncio das Gerais - o nascimento tardio e a lenta
consolidação dos jornais mineiros. Tese de Doutorado defendida no Programa de
Pós-graduação em Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo. São
Bernardo do Campo: 2006.
MOTTA, Rosemary Tofani. Baptista Caetano de Almeida: um mecenas do projeto
civilizatório em São João d’El-Rei no início do século XIX- a biblioteca, a imprensa
e a sociedade literária. Dissertação de Mestrado defendida no Programa de Pósgraduação em Ciência da Informação da Escola de Biblioteconomia da
Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte: 2000.
RIZZINI, Carlos. O Jornalismo antes da Tipografia. São Paulo: Companhia
Editora Nacional, 1968.
ROCHA JÚNIOR, Alberto Ferreira da. Teatro brasileiro de revista: de Artur
Azevedo a São João del Rei. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2002. v. 1.
321 p. Tese apresentada do curso de Pós-graduação em Artes Cênicas da Escola
de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, como requisito parcial
para a obtenção do título de Doutor, sob a orientação do Prof. Dr. Sábato Antonio
Magaldi.
VEIGA, José Pedro Xavier da. A imprensa em Minas Gerais. Revista do Arquivo
Público Mineiro. Ano III, V. 2 Oro Preto. 1898, p. 169-239.
VIEGAS, Augusto. Notícias de São João del-Rei. 2ª ed. Belo Horizonte:
[s.n.],1953.
VIEGAS, Aluizio Jose. Música em São João del-Rei: de 1717 ate 1900. Revista do
Instituto Historico e Geografico de São João del-Rei, São João del Rei: s.n, v.
5, p. 53-65, 1987. CDB.
Bibliografia complementar:
71
BAHIA, Juarez. Jornal, História e Técnica. São Paulo: IBRASA, 1972.
SODRÉ, Nélson Werneck. História da Imprensa no Brasil. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Edições do Graal, 1977.
32. REPORTAGENS ESPECIAIS PARA JORNALISMO IMPRESSO
Carga horária: 72hs/a
Ementa:
Conceitos e práticas laboratoriais no planejamento e preparação de reportagens
especiais para veículos impressos: elaboração de pauta, apuração, fontes,
entrevista, reportagem.
Bibliografia básica:
ABRAMO, Perseu. Padrões de manipulação na grande imprensa. São Paulo:
Fundação Perseu Abramo, 2003.
BELTRÃO. Luís. Jornalismo Interpretativo. Porto Alegra: Sulina, 1976.
BELTRÃO. Luís. Jornalismo Opinativo. Porto Alegra: Sulina, 1980.
CASTRO,
Alexandre.
Redação
jornalística
Edit.Champagnat/São Paulo/Ibrasa, 1991.
-
De
bico.
Curitiba:
CORREIA, Fernando. Os jornalistas e as notícias. Lisboa: Editorial Caminho,
1997.
ERBOLATO. Mário L. Técnicas de codificação em jornalismo. Petrópolis: Vozes,
1978.
KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. São Paulo: Ática, 1985.
LAGE, Nilson. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística.
Rio de Janeiro: Record, 2003.
MAGALHÃES, Manoel Vilela. Produção e Difusão da Notícia. São Paulo: Atlas,
1979.
NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. São Paulo: Contexto, 2003.
SODRÉ, Muniz; FERRARI, Maria Helena. Técnica de reportagem: notas sobre a
narrativa jornalística. São Paulo, Summus, l986.
72
VILAS BOAS, Sérgio. O Estilo Magazine - O texto em Revista. São Paulo:
Summus, 1996.
WARREN, Carl. N. Generos Periodisticos Informativos. Barcelona: ATE, 1975.
Bibliografia complementar:
SCALZO, Marilia. Jornalismo de revista. São Paulo: Contexto, 2003.
33. INTRODUÇÃO AO PROJETO EXPERIMENTAL
Carga horária: 36hs/a
Ementa:
A comunicação e o jornalismo como objeto de estudos. Noções de metodologia e
pesquisa em comunicação e jornalismo. A elaboração de um projeto de
monografia: etapas, processos e cuidados.
Bibliografia básica:
BAUER, Martin W.; GASKELL, George (Eds.). Pesquisa qualitativa com texto,
imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2003.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho
científico. São Paulo: Atlas, 1989.
MOURA, Maria L. S.; FERREIRA, Maria C.; PAINE, Patrícia. A. Manual de
elaboração de projetos de pesquisa. Rio de Janeiro: Ed. UERJ, 1998.
SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
Bibliografia complementar:
BARROS, Aidil Jesus Paes; LEHFELD, Neide. Projeto de pesquisa: propostas
metodológicas. Petrópolis: Vozes, 1990
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas,
2002.
73
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber: manual de
metodologia da pesquisa em ciências humanas. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1999.
34. GESTÃO DE EMPRESAS DE COMUNICAÇÃO
Carga horária: 72hs/a
Ementa
Teoria e práticas de Administração e Comunicação em negócios. Desenvolvimento
de planos e projetos na área de comunicação organizacional integrada. Elementos
de gestão da comunicação institucional, mercadológica e interna. Cultura
organizacional da Comunicação. Gerenciamento de mudanças. Visão de
tendências da sociedade. Planejamento e administração de processos e fluxos de
comunicação nas organizações. Princípios administrativos e legais para
estruturação de empresas de comunicação.
Bibliografia básica:
BUENO, Wilson da Costa. Comunicação empresarial: teoria e pesquisa. Barueri:
Manole, 2003.
CASTELLS, Manuel. A era da informação: economia, sociedade e cultura. Vol. 1:
Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
CENNI, Marcelo. Montando uma Empresa - dicas para obter sucesso. Belo
Horizonte: Editora: Autêntica, 1998.
COSTELLA, Antônio. Assim como Legislação da Comunicação Social: Curso
Básico Campos do Jordão: Editora Mantiqueira, 2002.
EMPRESA
de
comunicação
visual.
Disponível
http://www.biblioteca.sebrae.com.br>. Elementos práticos para
empresa de comunicação visual.
em
abertura
<
de
KUNSCH, Margarida M. Krohling. Planejamento de relações públicas na
comunicação integrada. 4ª ed. São Paulo: Summus, 2004.
HAVE, Steven Tem. Modelos de Gestão - O que são e quando devem ser usados.
São Paulo: Prentice Hall, 2003.
NASSAR, Paulo. Tudo é Comunicação. São Paulo: Lazuli, 2005.
SCHAUN, Angela, RIZZO, Esmeralda e FERREIRA, Dina (Orgs.) Estratégias:
comunicação e gestão. São Paulo. Expressão e Arte Editora. 2008.
74
TORQUATO, F. Gaudêncio. Tratado de comunicação organizacional e política.
São Paulo: Pioneira/Thomson Learning, 2002.
Bibliografia complementar:
ANSOFF, H. Igor. Implantando a administração estratégica. 2a ed. São Paulo:
Atlas, 1993.
AUGRAS, Monique. Opinião Pública: Teoria e Pesquisa. 2ª. Edição. Rio de
Janeiro, Editora Vozes, 1974.
CHINEM, Rivaldo. Assessoria de Imprensa – como fazer. São Paulo, Summus.
2003.
CORRADO, Frank M. A força da comunicação: quem não se comunica... São
Paulo: Makron Books, 1994.
DA COSTA, José Roberto Vieira. Comunicação de interesse público. São Paulo,
Jaboticaba, 2006.
DOWBOR, Ladislau et. al. (orgs.) Desafios da comunicação. Rio de Janeiro:
Vozes, 2000.
ETZIONI, Amitae. Organizações modernas. 6a. ed. São Paulo: Pioneira, 1980.
KOTTLER, Philip. Administração de marketing: a edição do milênio. 10a. ed. São
Paulo: Prentice Hall, 2000.
KUNSCH, Margarida M. Krohling. Relações públicas e modernidade: novos
paradigmas na comunicação organizacional. São Paulo: Summus, 1997.
LUPETTI, Márcia. Gestão estratégica da comunicação mercadológica. São
Paulo: Thomson, 2007.
MAFEI, Maristela. Assessoria de Imprensa – Como se relacionar com a Mídia.
São Paulo: Contexto, 2007.
MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1996.
Sites
www.abracom.org.br
www.aberje.com.br
www.comunique-se.com.br
75
www.maxpress.com.br
www.ethos.org.br
www.megabrasil.com.br
35. ANÁLISE CRÍTICA DA MÍDIA
Carga horária: 72hs/a
Ementa
Compreensão e análise de processos e produtos da comunicação de massa.
Análise dos processos de recepção dos meios de comunicação de massa. Estudo
dos fenômenos conjunturais inerentes aos sistemas midiáticos brasileiros.
Inventário crítico dos processos de produção e difusão do saber na mídia.
Bibliografía básica:
ADAMI, Antonio et al. Mídia, Cultura, Comunicação 2. São Paulo: Arte e Ciência,
2003.
ADORNO, Theodor. A.; HORKEHEIMER, Max. A Indústria Cultural. O Iluminismo
como Mistificação de Massa. In: LIMA, Luis Costa (Org.). Teoria da Cultura de
Massa. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978, p. 159-204.
BAGDKIAN. Ben H. O Monopólio da Mídia. São Paulo: Scritta Editorial, 1993
BAUDRILLARD, Jean. Telemorfose. Rio de Janeiro: Mauad. 2004
BENJAMIN, Walter. A Obra de Arte na Época de sua Reprodutibilidade técnica. In:
LIMA, Luis Costa (Org.). Teoria da Cultura de Massa. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1978, p. 209-240.
BOURDIEU, Pierre. Sobre a televisão. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1997.
BURKE, Peter; BRIGGS, Asa. Uma História Social da Mídia. Rio de Janeiro:
Zahar, 2004.
CASTELLS, Manuel. Sociedade em rede. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000.
COELHO, Cláudio Novaes Pinto; CASTRO, Waldir José de (orgs.). Comunicação
e Sociedade do Espetáculo. São Paulo: Paulus, 2006.
76
COLOMBO, Furio. Rabia y Televisión: reflexiones sobre los efectos imprevistos
de la televisión. México: Gustavo Gilli, 1983.
DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
DIZARD JR., Wilson. A Nova Mídia. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.
ECO, Umberto. Viagem na irrealidade cotidiana. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
1984.
ECO, Umberto. Cinco escritos morais. Rio de Janeiro: Record, 1998.
KEHL, Maria Rita, BUCCI, Eugênio. Videologias. São Paulo: Boitempo, 2004.
LATTMAN-WELTMAN, Fernando. Mídia e Política no Brasil - jornalismo e ficção.
Rio de Janeiro: FGV, 2003.
LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Recepção dos meios, classes, poder e
estrutura. Comunicação e Sociedade, São Bernardo do Campo: s.n, n. 23, p. 99110, jun. 1995. CDB.
MCLUHAN, Marshal. Os meios de comunicação: extensão do homem. São
Paulo: Cultrix. 1996.
MORAES, Dênis. Por uma outra Comunicação - mídia, mundialização cultural e
poder. Rio de Janeiro: Record, 2003.
MORAES, Denis de (Org.). Sociedade Midiatizada. Rio de Janeiro: Mauad, 2006.
MORIN, Edgar. Cultura de Massa no Século XX - O Espírito do Tempo. Rio de
Janeiro: Forense, 1967.
MOURA, Roberto M. Sobre Cultura e Mídia. São Paulo: Irmãos Vitale, 2002.
NOVAES, Adauto (org.) A Rede Imaginária: Televisão e Democracia. São Paulo,
Cia das Letras/ Secretaria Municipal de Cultura, 1991.
NOVAES, Adauto (Org.) Muito Além do Espetáculo. São Paulo: Editora Senac
São Paulo, 2005.
SILVERSTONE, Roger. Porque Estudar a Mídia.São Paulo: Loyola, 2002.
SCHWARTZ, Tony. Mídia: o segundo Deus. 2ª ed. São Paulo: Summus, 1985.
RAMONET, Ignácio. A Tirania da Comunicação. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 2004.
SODRÉ, Muniz. O Monopólio da Fala. Petrópolis: Vozes, 1977.
STRAUBHAAR, Joseph; LAROSE, Robert. Comunicação, Mídia e Tecnologia.
São Paulo: Thomson, 2004.
77
THOMPSON, John B. A Mídia e a Modernidade: uma teoria social da mídia. 4ª ed.
Petrópolis-RJ: Vozes, 2002. 261p.
VATTIMO, Gianni. A Sociedade Transparente. Lisboa: Relógio D’Água, 1992.
WOLTON, Dominique. Elogio do grande público - Uma teoria crítica da
Televisão. São Paulo: Ática, 1996.
WOLTON, Dominique. É preciso salvar a comunicação. São Paulo: Paulus,
2006.
Bibliografia complementar:
ANGRIMANI, Danilo. Espreme que sai sangue. Um estudo sensacionalista na
imprensa. São Paulo: Summus, 1995.
BRITTOS, Valério Cruz; BOLAÑO, César Ricardo Siqueira. Rede Globo, 40 anos
de poder e hegemonia. São Paulo: Paulus, 2005.
CAPARELLI, Sérgio; LIMA, Venício A. de. Comunicação e Televisão - Desafios
da Globalização. São Paulo: Hacker Editores, 2004.
CARVALHO, Nelly. Publicidade: a linguagem da sedução. 3ª ed. São Paulo: Ática,
2003. 175p.
COLOMBO, Furio. Televisión: La Realidad como Espectáculo. Barcelona: Gustavo
Gilli, 1976.
VERONEZZI, José Carlos. Mídia de A a Z. 1ª ed. São Paulo: Flight Editora: 2002.
36. TÓPICO VARIÁVEL EM COMUNICAÇÃO E CULTURA
Carga horária: 72hs/a
Ementa
Perspectivas teóricas e estudos sobre memória. Tradição cultural, identidade
social, memória e comunicação. Memória na construção da informação do
conhecimento. A memória, os sistemas de informação e comunicação e as
diferentes formas de configuração do saber, da informação e do conhecimento.
Aproximações entre cultura, comunicação e identidade cultural. Diálogo e mistura
entre as várias “culturas”. Cultura mundializada e identidades culturais nacionais.
Bibliografía básica:
78
ADAMI, Antonio et al. Mídia, Cultura, Comunicação2. São Paulo: Arte e Ciência,
2003.
CANCLINI, Nestor-Garcia. Culturas Híbridas – estratégias para entrar e sair da
modernidade. 4.ed. São Paulo: EDUSP, 2003. 416p.
CANCLINI, Nestor-Garcia. Consumidores e Cidadãos – conflitos multiculturais da
globalização. Rio de Janeiro: UFRJ, 1999. 266p.
KELLNER, Douglas. A Cultura da mídia. Bauru - SP: EDUSC, 2001.
MARTIN-BARBERO, Jesus. Dos Meios às Mediações: comunicação, cultura e
hegemonia. Trad. Ronald Polito e Sérgio Alcides. 2ª ed. Rio de Janeiro: UFRJ,
2001. 369p.
MORIN, Edgar. Cultura de Massa no Século XX - O Espírito do Tempo. Rio de
Janeiro: Forense, 1967.
MOURA, Roberto M. Sobre Cultura e Mídia. São Paulo: Irmãos Vitale, 2002.
PERUZZO, Cicilia Maria Krohling(org.). Comunicação e Culturas Populares. São
Paulo: INTERCOM, 1995.206p.(GT’s INTERCOM, 5).
PERUZZO, Cicilia Maria Krohling; PINHO, José Benedito. Comunicação e
Multiculturalismo. São Paulo: INTERCOM, 2001. 408p.
PINTO, Virgílio Noya. Comunicação e Cultura Brasileira. São Paulo: Ática, 2003.
SANTAELLA, Lúcia. Cultura e artes do pós-humano. Da cultura das mídias à
cibercultura. São Paulo: Paulus, 2003.
SCHÜLER, Fernando Luís; BORDINI, Maria da Glória (orgs.). Cultura e
Identidade regional. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2004.
SODRÉ, Muniz. Reinventando a Cultura: a comunicação e seus produtos. 3ed.
Petrópolis-RJ: Vozes, 1999. 180p.
SUBIRATS, Eduardo. A Cultura como Espetáculo. São Paulo: Nobel, 1989
THOMPSON, John B. Ideologia e Cultura Moderna: teoria social crítica na era
dos meios de comunicação de massa. 3ª ed. Petrópolis, Vozes, 1999. 427p.
VIRILIO, Paul. O Espaço Crítico. Trad. Paulo Roberto Pires. Rio de Janeiro:
editora 34, 1999. 124p.
TRAVANCAS, Isabel; FARIA, PATRÍCIA (orgs.) Antropologia e comunicação.
Rio de Janeiro: Garamond, 2003.
VATTIMO, Gianni. A Sociedade Transparente. Lisboa: Relógio D’Água, 1992
79
WARNIER, Jean-Pierre. A mundialização da cultura. 2ª Ed. Bauru-SP: EDUSC,
2003.
WOLTON, Dominique. Elogio do grande público - Uma teoria crítica da
Televisão. São Paulo: Ática, 1996.
Bibliografia complementar:
MOTA, Luís Gonzaga et alli. Estratégias e culturas da comunicação. Brasília:
Universidade de Brasília, 2002.
TISKI - FRANCKOWRAK, Irene T. Homem, Comunicação e Cor. São Paulo:
Icone. 1997.
VIRILIO, Paul. A Máquina de Visão. Trad. Paulo Roberto Pires. Rio de Janeiro:
José Olímpio, 1999. 108p.
37. PROJETO EXPERIMENTAL
Carga horária: 324hs/a
Ementa:
Pesquisa e produção monográfica de final de curso
80
ANEXO 1
DEMANDA DE CONTRATAÇÃO DE DOCENTES COM FORMAÇÃO
ESPECÍFICA EM COMUNICAÇÃO - HABILITAÇÃO
Contratação de professor formação específica
A demanda de contratação de docentes com formação específica em
Comunicação Social - Habilitação Jornalismo deverá obedecer ao seguinte
cronograma e relação de correspondência entre professores e disciplinas
ministradas. O símbolo P significa professor de formação específica a ser
contratado e o algarismo que o acompanha (1, 2, 3...) representa a identificação
quantitativa.
1º SEMESTRE/ 2009 (CONTRATAÇÃO EM 2008) C/H CURSO
2009
2 PROFESSORES
Narrativas Jornalísticas
P1
Teorias da Comunicação
P2
72
72
2 º SEMESTRE/ CONTRATAÇÃO NO 1ºS.2009 C/H CURSO
2009
2 PROFESSORES
Linguagem Fotográfica
P3
72
História do Jornalismo
P2
72
Técnicas Jornalísticas
P1
36
Planejamento Visual-Gráfico
P4
36
Teorias do Jornalismo
P 2
36
3 º SEMESTRE/ CONTRATAÇÃO NO 2ºS 2009
C/H CURSO
2010
1 PROFESSOR
Teorias do Radiojornalismo
Fotojornalismo
Oficina de Jornalismo Impresso
72
36
72
P5
P3
P.1
81
4 º SEMESTRE/ CONTRATAÇÃO NO 1ºS 2010
2010
2 PROFESSORES
C/H CURSO
Oficina de Radiojornalismo
P5
Teorias de Telejornalismo
P6
Tópico Variável em Jornalismo Especializado P 7
72
72
72
5º SEMESTRE/ CONTRATAÇÃO NO 2ºS. 2010
C/H CURSO
2011
3 PROFESSORES
Comunicação Organizacional
P8
Jornalismo On-line
P9
Oficina de Telejornalismo
P6
Tópico Variável em Jornalismo Especializado P 7
Educomunicação
P10
72
72
72
36
36
6 º SEMESTRE/ CONTRATAÇÃO NO S. 201
C/H CURSO
2011
2 PROFESSORES
Documentário para TV
Assessoria de Imprensa
Oficina de Jornalismo On-line
P6
P8
P9
Comunicação Comparada
Tópico Variável em Comunicação Regional
P 11 72
P 12 36
7 º SEMESTRE- 2012
72
72
72
C/H CURSO
Reportagens Especiais para Jorn. Impresso P 1 72
Introdução ao Projeto Experimental
P
36
Gestão de Empresas de Comunicação
P 12 72
Análise Crítica da Mídia
P 2 72
Tópico Variável em Comunicação e Cultura P 10 72
8º SEMESTRE – 2012
Projeto Experimental em Jornalismo
C/H CURSO
324
82
Contratação de Técnico Administrativo com formação específica
1. Técnico em Comunicação - para Laboratório de Fotografia/Fotojornalismo
Nível Superior – Contratação no segundo semestre de 2009.
2. Técnico em Comunicação- para Laboratório de Rádio/Radiojornalismo
Nível Superior – Contratação no segundo semestre de 2009.
3. Técnico em Comunicação- para Laboratório de Televisão/Telejornalismo
Nível Superior – Contração no segundo semestre de 2009.
83
ANEXO 2
LIVROS PARA O CURSO DE COMUNICAÇÃO
HABILITAÇÃO JORNALISMO
1. ABELARDO, Pedro. Lógica para principiantes. Petrópolis: Vozes, 1994. 80 p.
2.
ABRAMO, Perseu. Padrões de manipulação na grande imprensa. São Paulo:
Fundação Perseu Abramo, 2003.
3.
ABRANTES, José Carlos: DAYAN, Daniel (Org.). Televisão: das audiências aos
públicos. Lisboa: Livros Horizonte, 2006.
4.
ABREU, Alzira Alves (org.). A imprensa em transição: o jornalismo brasileiro
dos anos 50. Rio de Janeiro, FGV, 1996.
5.
ABREU, Alzira Alves (org.). Imprensa Brasileira – 1930/1990. Rio de Janeiro,
FV/CPDPOC, 1991.
6.
ADAMI, Antonio et al. Mídia, Cultura, Comunicação 2. São Paulo: Arte e
Ciência, 2003.
7.
AGUILERA, Octavio. Las Ideologias en el Periodismo. Madrid: Paraninfo, 1990.
8.
ALDE, Alessandra. A Construção da Política - democracia, cidadania e meios
de comunicação de massa. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
9.
ALVARENGA, André Luis de. A Arte da fotografia digital: explorando técnicas
com o Photoshop Cs. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2005.
10. AMARAL, Luiz. A objetividade jornalística. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, 1996.
11. AMARAL, Márcia. Jornalismo popular. São Paulo: Contexto, 2006.
12. ANDRE, Hildebrando A. de. Curso de redação: técnicas de redação, análise
estilístico-interpretativa literatura brasileira. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 1992. 282
p.
13. ANGRIMANI, Danilo. Espreme que sai sangue - Um estudo sensacionalista na
imprensa. São Paulo: Summus, 1995.
14. ANSOFF, H. Igor. Implantando a administração estratégica. 2a ed. São Paulo:
Atlas, 1993.
15. ARAÚJO, Inesita Soares de; CARDOSO, Janine Miranda. Comunicação e
saúde. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2007.
16. ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. São Paulo:
Martins Fontes, 1992. 280 p. (Coleção A).
84
17. ARISTARCO, Guido. História das Teorias do Cinema. 2o volume. Tradução:
Maria Helena Sacadura e Júlio Sacdura. Lisboa: Arcadia, 1963.
18. ARRUDA, Maria A. do Nascimento. Mitologia da Mineiridade. São Paulo:
Brasiliense, 1989.
19. AUGRAS, Monique. Opinião Pública: Teoria e Pesquisa. 2ª. Edição. Rio de
Janeiro, Editora Vozes, 1974.
20. AYALA, Maria Ignez Novais; AYALA, Marcos. Cultura popular no Brasil:
perspectivas de análise. 2. ed. São Paulo: Ática, 1995.
21. AZEVEDO, Djalma Alves de. A imprensa nasceu em Minas Gerais. Belo
Horizonte: Armazém das Idéias, 2000.
22. BACELLAR, Luciane; BISTANE, Luciana. Jornalismo de TV. São Paulo:
Contexto, 2005.
23. BAER, Lorenzo. Produção Gráfica. São Paulo: Senac, 1999.
24. BAGDKIAN. Ben H. O Monopólio da Mídia. São Paulo: Scritta Editorial, 1993.
25. BAGDIKIAN, Ben H. Sociologia da Comunicação - Máquinas de Informar. Rio
de Janeiro: Civilização Brasileira, 1973.
26. BAHIA, Juarez. Jornal, História e Técnica: história da imprensa brasileira. São
Paulo, Ática, 1990.
27. BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de radiojornalismo. Rio
de Janeiro: Campus, 2001.
28. BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Rodolfo Paulo. Manual de Telejornalismo. Rio de
Janeiro, Editora Campus, 2002.
29. BARBEIRO, Heródoto; RANGEL, Patrícia. Manual do jornalismo esportivo. São
Paulo: Contexto, 2006.
30. BARBERO, Jesus Martin. Dos meios às mediações – Comunicação, cultura e
hegemonia. 2ª edição. Rio de Janeiro: UFRJ, 2003.
31. BARBOSA, Marialva. Os Donos do Rio. Rio de Janeiro, Vício de Leitura, 2000.
32. BARRAL I ALTET, Xavier. História da arte. 2ª ed. Campinas: Papirus, 1994. 152
p. (Oficio de arte e fama).
33. BARROS FILHO, Clóvis. Ética e Comunicação. São Paulo: Summus, 2003.
34. BARROS, Aidil Jesus Paes; LEHFELD, Neide. Projeto de pesquisa: propostas
metodológicas. Petrópolis: Vozes, 1990
35. BARROS, Enéas Martins de. Cartas comerciais e redação oficial: técnicas,
modelos. São Paulo: Atlas, 1990. 143 p.
36. BARTHES, Roland. A câmara clara – Nota sobre a fotografia. Rio de Janeiro:
Fronteira,1984.
37. BARTHES, Roland. Crítica e Verdade. São Paulo: Perspectiva/Fundo de Cultura,
1970.
38. BAUDRILLARD, Jean. Telemorfose. Rio de Janeiro: Mauad. 2004
85
39. BAUER, Martin W.; GASKELL, George (Eds.). Pesquisa qualitativa com texto,
imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.
40. BAUMAN, Zymunt. Modernidade e Ambivalência. Traduzido por Marcus
Penchel. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1999.
41. BAUMGART, Fritz. Breve história da arte. São Paulo: Martins Fontes, 1994. 376
p.
42. BAZIN, Germain. História da história da arte: de Vasari a nossos dias. São
Paulo: Martins Fontes, 1989. 545 p. (Coleção A).
43. BECKER, H. Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais. São Paulo: Hucitec,
1993.
44. BELLONI, Maria Luiza (Org.). A formação na sociedade do espetáculo. São
Paulo: Edições Loyola, 2002.
45. BELTRÃO, Luís. Teoria e Prática do Jornalismo. Adamantina: FAI/Cátedra
Unesco Metodista para o Desenvolvimento Regional/Editora Omnia, 2006.
46. BELTRÃO, Luiz. Iniciação à Filosofia do Jornalismo. 2ª ed. São Paulo:
EDUSP, 1992. (Coleção Clássicos do Jornalismo, 5).
47. BELTRÃO. Luís. Jornalismo Interpretativo. Porto Alegra: Sulina, 1976.
48. BELTRÃO. Luís. Jornalismo Opinativo. Porto Alegra: Sulina, 1980.
49. BENDER, Flora; LAURITO, Ilka. Crônica – História, teoria e prática. São Paulo:
Scipione, 1993.
50. BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e
historia da cultura. 6ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1993. 253 p.
51. BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas, vol. 1. 7ª edição. São Paulo: Brasiliense,
1994.
52. BERGAMINI, Cecília W. Motivação. São Paulo: Atlas. 1993.
53. BERGER, Peter; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade:
tratado de sociologia do conhecimento. 23. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
54. BERGER, Christa (org.). Jornalismo no cinema. Porto Alegre: UFRGS, 2002.
55. BERLO, David K. O processo da comunicação: introdução à teoria e prática.
Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1968.
56. BERNADET, Jean-Claude. Cineastas e a imagem do povo. São Paulo:
Companhia das Letras, 2003.
57. BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 2ª ed; 8ª impressão.
São Paulo: Ática, 2004. 95 p. (Série Princípios).
58. Boletim: Centro de Letras e Ciência Humanas, Londrina: s.n, n. 36, jan./jun.
1999.
59. Boletim: Centro de Letras e Ciências Humanas, Londrina: s.n, n. 39, jul./dez.
2001.
60. BOUGNOUX, Daniel. Introdução às Ciências da Comunicação. Bauru: Edusc,
1999.
61. BOURDIEU, Pierre. Sobre a televisão. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1997.
86
62. BRAGA, José Luiz. A sociedade enfrenta sua mídia. Dispositivos sociais de
crítica midiática. São Paulo: Paulus, 2006.
63. BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar, 2004.
64. BRITO, José Domingos de. Literatura e jornalismo. São Paulo: Novatec, 2007.
65. BRITTOS, Valério Cruz; BOLAÑO, César Ricardo Siqueira. Rede Globo, 40
anos de poder e hegemonia. São Paulo: Paulus, 2005.
66. BUCCI, Eugênio; KEHL, Maria Rita. Videologias: ensaios sobre televisão; São
Paulo: Boitempo, 2004.
67. BUENO, Wilson da Costa. Comunicação empresarial: teoria e pesquisa.
Barueri: Manole, 2003.
68. BUENO, Wilson da Costa. Comunicação, jornalismo e meio ambiente. São
Paulo: Mojoara, 2006.
69. BULHOES, Marcelo Magalhães. Jornalismo e literatura em convergência. São
Paulo: Ática, 2007.
70. BURKE, Peter; BRIGGS, Asa. Uma História Social da Mídia. Rio de Janeiro:
Zahar, 2004.
71. BURKETT, Warren. Jornalismo científico. Rio de Janeiro: Forense, 1990.
72. BUSSELE, M. Tudo sobre fotografia. São Paulo. Pioneira, 2001.
73. CAHEN, R. Comunicação Empresarial. São Paulo: Best Seller/Circuito do Livro,
1990.
74. CALDAS, Suely. Jornalismo econômico. São Paulo: Contexto, 2003.
75. CALDAS, Waldenir. Temas da Cultura de Massa. São Paulo: Arte ; Ciência
Villipress, 2001.
76. CANCLINI, Nestor-Garcia. Consumidores e Cidadãos – conflitos multiculturais
da globalização. Rio de Janeiro: UFRJ, 1999. 266p.
77. CANCLINI, Nestor-Garcia. Culturas Híbridas – estratégias para entrar e sair da
modernidade. 4.ed. São Paulo: EDUSP, 2003. 416p.
78. CANEVACCI, Massimo. Antropologia do cinema: do mito a indústria cultural. 2ª
ed. São Paulo: Brasiliense, 1990. 175 p. (Coleção primeiros passos).
79. CAPARELLI, Sérgio; LIMA, Venício A. de. Comunicação e Televisão - Desafios
da Globalização. São Paulo: Hacker Editores, 2004.
80. CARNEIRO, Glauco. Brasil, primeira: a história dos Diários Associados. Brasília,
Fundação Assis Chateaubriand, 1999.
81. CARTA, Gianni. Velho novo jornalismo. São Paulo: Códex, 2003.
82. CARTA, Mino. O Castelo de âmbar. Rio de Janeiro, Record, 2000.
83. CARVALHO, Maria Jane Soares. Práticas discursivas na produção e reprodução
de gênero. Caesura, Canoas: s.n, n. 5, p. 34-41, jul./dez. 1994. CDB.
84. CARVALHO, Nelly. Publicidade: a linguagem da sedução. 3ª ed. São Paulo:
Ática, 2003. 175p.
87
85. CASCUDO, Luís da Câmara. Civilização e cultura: pesquisas e notas de
etnografia geral. São Paulo: Global, 2004.
86. CASTELLS, Manuel. A era da informação: economia, sociedade e cultura. Vol.
1: Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
87. CASTELLS, Manuel. A galáxia da internet: reflexões sobre a internet, os
negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
88. CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede, 1º volume de A era da informação:
economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 2001.
89. CASTELLS, Manuel. Fim de milênio, 3º volume de A era da informação:
economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
90. CASTELLS, Manuel. O poder da identidade, 2º volume de A era da informação:
economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 2001.
91. CASTRO, Alexandre. Redação jornalística - De bico. Curitiba:
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2007.
481. VASCONCELOS, Paulo Denisar. A violência no escárnio do trote tradicional:
um estudo filosófico em antropologia cultural. Santa Maria: Universidade Federal de
Santa Maria, 1993. 45 p.
482. VATTIMO, Gianni. A Sociedade Transparente. Lisboa: Relógio D’Água, 1992
105
483. VENTURA, Roberto. Estilo tropical. História cultural e polêmicas literárias no
Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1991.
484. VERONEZZI, José Carlos. Mídia de A a Z. 1ª ed. São Paulo: Flight Editora: 2002.
485. VIANA, Antonio Carlos (org.). Roteiro de redação – Lendo e argumentando. São
Paulo: Scipione, 1999.
486. VICCHIATTI, Carlos Alberto. Jornalismo: comunicação, literatura e
compromisso. São Paulo: Paulus Editora, 2005.
487. VIEGAS, Augusto. Notícias de São João del-Rei. 2ª ed. Belo Horizonte:
[s.n.],1953.
488. VILAS BOAS, Sérgio. O Estilo Magazine - O texto em Revista. São Paulo:
Summus, 1996.
489. VIRILIO, Paul. A Máquina de Visão. Trad. Paulo Roberto Pires. Rio de Janeiro:
José Olímpio, 1999. 108p.
490. VIRILIO, Paul. O Espaço Crítico. Trad. Paulo Roberto Pires. Rio de Janeiro:
editora 34, 1999. 124p.
491. VIZEU, Alfredo (org.). A sociedade do telejornalismo. Petrópolis: Vozes, 2008.
492. WARD, Mike. Jornalismo online. São Paulo: Editora Roca, 2007.
493. WARNIER, Jean-Pierre. A mundialização da cultura. 2ª Ed. Bauru-SP: EDUSC,
2003.
494. WARREN, Carl. N. Generos Periodisticos Informativos. Barcelona: ATE, 1975.
495. WATZLAWICK, Paul; BEAVIN, J. Helmick; JACKSON, Don D. Pragmática da
Comunicação Humana. São Paulo: Cultrix, 1973.
496. WEBER, Larry. Marketing to the social web: how digital customer communities
build your business. Hoboken, N.J: John Wiley ; Sons; 2007.
497. WHELAN, Bride M. Color harmony 2 – A guide to creative color combinations.
Gloucester, Massachusetts: Rockport Publishers, 1994.
498. WHITE, Jan V. Edição e design. São Paulo: JSN, 2006.
499. WILLIAMS, R. Design para quem não é designer. São Paulo: Callis, 1995
500. WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer – noções básicas de
planejamento visual. São Paulo: Callis, 1995.
501. WILSON, Anthony. Manual de comunicação em ciência. Lisboa: Editora
Replicação, 2001.
502. WITKOWSKI, N. (coord.). Ciência e tecnologia hoje. São Paulo: Ensaio, 1995.
503. WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Presença, 1995.
504. WOLFFFLIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da história da arte: o
problema da evolução dos estilos na arte mais recente. 2ª ed. São Paulo: Martins
Fontes, 1989. 278 p. (Coleção A).
505. WOLTON, Dominique. É preciso salvar a comunicação. São Paulo: Paulus,
2006.
106
506. WOLTON, Dominique. Elogio do grande público - Uma teoria crítica da
Televisão. São Paulo: Ática, 1996.
507. YORKE, Ivo. Telejornalismo. São Paulo: Roca, 2006.
508. ZAMBONI, Lilian Márcia Simões. Cientistas, jornalistas e a divulgação
científica. Campinas-SP: Autores Associados, 2001.
509. ZAPPATERRA, Yolanda. Editorial design for print and eletronic media. Crans,
Switzerland: Roto Vision, 2002.
107
ANEXO 3
LABORATÓRIOS E EQUIPAMENTOS PARA O
CURSO DE COMUNICAÇÃO - JORNALISMO
LABORATÓRIO
ÁREA
M²
Sala de redação e 72
Planejamento
gráfico
ACABAMENTO
MOBILIÁRIO
Normal
-01 bancada
para 25
computadores;
TÉCAD
- 25 cadeiras;
- 01 mesa
grande de
reunião;
Laboratório
Fotografia/
de
Divisão em dois
ambientes:
72
A) Câmara escura
para revelação de
fotografias, com ar
condicionado
convencional;
Fotojornalismo
Laboratório/Estúdio
de Radiojornalismo
Laboratório/Estúdio
de Telejornalismo
72
72
B) Estúdio para
produção e pósprodução de
fotografias.
Divisão em dois
ambientes:
-03 armários.
- 05 bancada
para
equipamentos;
01
Técnico
- 02 mesas
redondas;
- 28 cadeiras;
- 02 armários.
- 01 mesa
redonda;
01
A) Laboratório de Pós- - 08 cadeiras;
Técnico
Produção;
- 01 rack para
B) Estúdio de
mesa de som;
gravação com
tratamento acústico e - 04 mesas para
ar condicionado
computador;
silencioso.
- 02 armários.
Divisão em dois
- 04 mesas para
ambientes:
computador;
108
A) Laboratório de Pós- - 04 cadeiras;
Produção de
Telejornalismo;
- 01 armário;
B) Estúdio de
gravação de telejornal
com tratamento
acústico e ar
condicionado
silencioso, com pé
direito alto.
Sala para reunião
30
Normal
Sala
para
coordenação
Sanitários
Almoxarifado
Gabinetes para 11
professores
20
Normal
40
30
180
Normal
Normal
Total
630

01
Técnico
- 01 mesa para
apresentação de
telejornal;
- 03 cadeiras
para
apresentação de
telejornal.
O ideal é que os gabinetes dos professores do curso fiquem no mesmo prédio dos laboratórios.
109
Orçamento aproximado:
(Em R$)
1. Construção/adaptação de espaço físico para os 700.000
laboratórios (630 m²)
2. Equipamentos
300.000
3. Total
1.00O.000
RELAÇÃO DE EQUIPAMENTOS
A) MATERIAIS PERMANENTES PARA OS LABORATÓRIOS
1. Laboratório de Produção Radiofônica - para aquisição no 1º.
Semestre de 2009
Especificação
Mesa de som SONY MXP 290 (8 canais e 2 auxiliares)
Mesa de Som Behringer Xenyx 1622FX USB
Mixer GEMINI PMX 12a (2 canais) (tipo DJ)
DAT Sony DTC-790 (digital audio tape)
Compressor DOD 866 series II
Processador de efeitos DIGITECH Studioquad
MD's SONY MDS-JE640 (mini-disc)
CD Player PHILIPS CD 165
Tape Deck JVC TDW-106 (duplo deck)
Amplificador Híbrido APEL AP-01
Amplificador YAMAHA A100a
Amplificadores METEORO H-3000
Toca-discos TECHNICS SL1200MKII
Caixas Acústicas JBL Pro VIII
Caixas Acústicas ATTACK MP100
Microfones SONY C-48
Microfone SHURE SM-7
Microfone SHURE SM-58
Microfone SENNHEISER e-835
Microfone AKG D65s
Microfone AKG C-420 (cabeça com fio)
Microfone LeSon SM-58
Pedestal de mesa para microfone
Gravadores PANASONIC RQ-L31
Mini Gravador Digital 33hs Panasonic Rr-Us430 Usb Pen Drive
cabine com tratamento acústico, para locução (painéis de
revestimento SONEX, com cunhas anecóicas)
fone de ouvido LYco DJM 1000MK2 (mini plug 3,5mm)
cabo de sinal SPAR 2P10 + 2RCA (2 metros)
Quantidade
01
01
01
01
01
01
02
02
03
01
01
02
02
02
02
02
01
01
01
01
01
01
03
05
15
01
03
05
110
cabo de sinal SPAR 2P10 + 2P10 (2 metros)
cabo de sinal SPAR 2RCA + 2RCA (2 metros)
cabo de sinal SPAR (plug XLR macho de linha/ plug XLR fêmea de
linha)
cabo USB (entrada e saída USB) 5 metros
cadeiras giratórias
cadeiras
Rack para mesa de som Behringer Xenyx 1622FX USB
Mesa redonda para estúdio
mesas para computador
ar condicionado Split Springer Silentia 7,5 Btu/h (silencioso, para
estúdio de gravação)
Microcomputadores Pentium Intel 2.8GB Dual Core, na seguinte
configuração:
- 01 Processador Intel 2.8GB Dual Core;
- 4GB memória Ram DDR;
- 01 Placa-mãe ASUS SATA;
- 02 HD internas de 320GB;
- 01 monitor LCD tela plana de 15 polegadas;
- 01 mouse ótico;
- 01 gabinete de 04 baias preto;
- 01 teclado multimídia padrão Português ABNTII PS2;
- 01 drive de disquete 1.44 preto;
- 01 placa de som OFF Board Audiophile;
- 01 caixa de som 180w;
- 01 gravador de DVD-RW/CD-RW LG;
- 01 placa de rede PCI 10/100;
- 01 estabilizador 300VA 115volts.
- Programas instalados: Windows XP, Pacote Office, Sony Vegas 4,
Sony Sound Fourge8.0, Audacity, Adobe Premiere, Pro Tolls LE 32
5.1, Cubase VST32 5.1, Sonar 4.0 , Acid Pro 4.0.
Pedestal para microfone - EASY LOCK PSU 0135 RMV
Filtro de linha Power Line. Código: H
Modelo: PL7T (com sete entradas para plug tomada) 110v
05
10
06
01
04
04
01
01
04
01
04
05
02
2. Laboratório de Fotografia e Fotojornalismo - para aquisição no
1º. Semestre de 2009
Especificação – Laboratório de Revelação
Ampliadores Durst Mod M670
Objetivas Shinaider 50mm
Objetivas Shinaider 80mm
Timeres para revelação Ranger
Cronômetros Digitais para Laboratório
Marginadores 30cm x 40 cm
Termômetro para Laboratório com Proteção Plástica com escala de
medição de 0 a 50graus
Prensas para contato
Quantidade
02
02
02
02
02
02
02
02
111
Lanternas de segurança AP
Estufa para secagem de filme
Secadeira de papel 30 x 40cm
Guilhotina 30x 40cm
Armazenador de químicos 10 litros
Copo graduado de 1000ml
Proveta de 300 ml
Pinça para papel
Banheira Plástica 24x30cm para Revelação de Papel P&B
Banheira Plástica 30x40cm para Revelação de Papel P&B
Banheira Plástica 50x60cm para Revelação de Papel P&B
Tanques para 2 espirais 135mm
Saca Filme IK-Sung 9520 extrator de filme 35mm.
Visores para negativo
Clips para prender filme (o par)
Sifãos para banheira
Pinças para secagem de negativo
Ventilador grande
Recipientes de PVC para armazenar químico
Exaustor
Mesa redonda
cadeiras
bancadas para equipamentos
aparelho de ar condicionado Springer admiral
Especificação – Estúdio Fotográfico
Microcomputadores Pentium Intel 2.8GB Dual Core, na seguinte
configuração:
- 01 Processador Intel 2.8GB Dual Core;
- 4GB memória Ram DDR;
- 01 Placa-mãe ASUS SATA;
- 02 HD internas de 320GB;
- 01 monitor LCD tela plana de 15 polegadas;
- 01 mouse ótico;
- 01 gabinete de 04 baias preto;
- 01 teclado multimídia padrão Português ABNTII PS2;
- 01 drive de disquete 1.44 preto;
- 01 gravador de DVD-RW/CD-RW LG;
- 01 placa de rede PCI 10/100;
- 01 caixa de som 180w;
- 01 estabilizador 300VA 115volts.
- Programas instalados: Windows XP, Pacote Office, Photoshop CS3.
Scanner AGFA Studio Star
Scanner Kodak Professional Plus Scanner
Máquina fotográfica Canon Digital EOS REBEL XTi SLR 10.1Mpixels
C/ Objetiva Canon 18-55mm
Bolsa Lowepro Nova 2 AW
Tripé Vanguard AK-4
Máquina Fotográfica Nikon F90
08
01
01
02
04
05
05
10
06
06
04
10
02
02
20
02
10
01
10
01
01
04
03
01
Quantidade
04
01
01
10
10
05
05
112
Objetiva Nikon 135mm
Objetiva Nikon 50 mm
Objetivas Nikon 35-70 mm zoom
Geradores Atek 1200 com 3 tochas
Geradores Atek 2400 com 3 tochas
Hazzy Light grande
Tripé Girafa
Tripé para refletores Atek
Tripé de coluna p/máquina fotográfica Atek
Tripé Atek para máquina Fotográfica
Refletores parabólicos
Refletores p/ colméia
Refletores sonoot
Sombrinha rebatedor/difusor
Ban-door
Mesa de acrílico p/ produtos
Suporte para fundo infinito
Fundo infinito TNT várias cores
Fundo infinito de cortina preta
Bancadas para equipamentos
Mesas redonda
cadeiras
Armário de aço
Ventilador grande
Quadro de fórmica branco
Tela para projeção
Estativa para reprodução
Cadeiras de acrílico preto
Filtro de linha Power Line. Código: H
Modelo: PL7T (com sete entradas para plug tomada) 110v
01
02
05
02
02
02
01
09
01
01
05
02
02
01
02
01
01
05
01
02
01
04
01
01
01
01
01
20
02
Laboratório de Redação e Produção Visual Gráfica - para
aquisição no 1º. Semestre de 2009
Especificação
Microcomputadores Pentium Intel 2.8GB Dual Core, na seguinte
configuração:
- 01 Processador Intel 2.8GB Dual Core;
- 4GB memória Ram DDR;
- 01 Placa-mãe ASUS SATA;
- 02 HD internas de 320GB;
- 01 monitor LCD tela plana de 15 polegadas;
- 01 mouse ótico;
- 01 gabinete de 04 baias preto;
- 01 teclado multimídia padrão Português ABNTII PS2;
- 01 drive de disquete 1.44 preto;
- 01 gravador de DVD-RW/CD-RW LG;
Quantidade
25
113
- 01 placa de rede PCI 10/100;
- 01 caixa de som 180w;
- 01 estabilizador 300VA 115volts.
- Programas instalados: Windows XP, Pacote Office, Corel Draw X3,
Adobe Indesign CS3, QuarkXpress 6.1, Adobe Pagemaker 7.0,
Adobe Photoshop CS3, FreeHand.
mesa grande para reunião
cadeiras
armário
Impressora multifuncional Samsung Laserjet SCX-4200 Laser
bancada para 25 computadores
01
25
03
02
01
Laboratório de Telejornalismo - para aquisição no 2º. Semestre de
2009
Especificação – Pós-produção
Quantidade
Microcomputador com a seguinte configuração:
01
01 Processador Core 2 Quad Q6600 Intel;
01 PLACA MÃE: P5K3 Deluxe Wi-Fi AP Editions ASUS (para padrão
LGA775);
02 PLACA DE VÍDEO: ATI Radeon HD3870 POWERCOLOR
(compatível com a tecnologia HDCP);
04 PENTE MEMÓRIA RAM: 1GB cada, com clock 1066Mhz,
KINGSTON DDR3;
01 HD 250GB SATA II Diamond Max MAXTON;
01 HD 80GB SATA II;
01 HD removível (externo) SAMSUNG de 160GB;
01 GRAVADOR/LEITOR de discos óticos Blu-ray modelo GGW-H20L
LG;
01 FONTE: Real Power de 700watts COOLER MASTER;
01 teclado multimídia padrão Português ABNTII PS2;
01 mouse ótico USB;
01 DRIVE disquete 1/4;
02 Monitor 22 polegadas L226 WTQ Widescreen LG;
01 cabo DVI (1 metro);
01 placa de som Creative 7.1 Audigy Box Sound Blaster;
01 GABINETE: CAVALIER T03 COOLER MASTER;
01 placa Firewire 4 portas IEEE 1394 (entrada portas para 4 e 6
pinos);
01 placa de captura Matrox RTX2;
01 Caixa de Som p/ PC X750 - 5.1- 58W RMS - EDIFIER;
01 estabilizador 300VA 115volts;
Programas instalados: Sistema Operacional Windows XP com SP2,
Adobe Premiere CS3, Adobe Photoshop CS3, Finalcut 4, Sony Vegas
4.0, Pacote Office, 3D Studio Max 2009, After Effects, Hollywood FX,
Flash MX, Autodesk Combustion, DVMixer Pro Overview, Windows
Media Encoder.
Microcomputador com a seguinte configuração:
03
01 CPU: Intel Core 2 Quad Q6600 (4 cores / 2.4GHz / 8MB de
114
cache);
01 PLACA MÃE: Gigabyte GA-P35-DS3;
01 PLACA DE VÍDEO: Nvidia Geforce 8500 GT 512 MB DDR2 667
MHz 128 bits PCIE 16X – XFX;
04GB MEMÓRIA RAM DDR2-667 Kingston;
01 HD 250GB SATA2;
01 HD 80GB SATA2;
01 GRAVADOR/LEITOR DVD-RW: Pioneer 212D SATA;
01 FONTE: Zalman 460B-APS;
02 Monitor LG L1553S LCD 15 Polegadas;
01 mouse ótico;
01 gabinete de 4 baias preto;
01 teclado multimídia padrão Português ABNTII PS2;
01 placa de rede PCI 10/100;
01 placa de som Creative 7.1 Audigy Box Sound Blaster;
01 Placa de Captura Externa USB - Pinnacle Studio MovieBox 510;
01 placa Firewire 4 portas IEEE 1394 (entrada portas para 4 e 6
pinos);
01 caixa de som 180w;
01 estabilizador 300VA 115volts;
Programas instalados: Windows XP com SP2, Adobe Premiere CS3,
Adobe Photoshop CS3, Flash MX, Sony Vegas 4.0, Pacote Office, 3D
Studio Max 2009.
mesas para computador
SONY LMD-1420 MONITOR; PROFISSIONAL TFT LCD 14POLEGADAS VGA
cadeiras
armário
Videocassete para fita VHS - 7 cabeças
Especificação – Estúdio de Gravação Principal
filmadora Panasonic AG-DVC60 (para fita Mini-DV, com 3 CCD´s)
Panasonic AG-YUSC60H - Soft Case de Transporte - para as
filmadora AG-DVC60
Videocassete MINI-DV PANASONIC RECORDER AG-DV 2500
teleprompter LCD Profissional 15 polegadas MATTEDI TP LCD/M
(completo: com proteção de acrílico cristal, espelho semi-reflexivo de
2mm, cabo de 10metros para extensão do monitor, chassi com
adaptador para qualquer modelo de câmera, contrapeso de 4kg,
distribuidor de sinal VGA para até 04 teleprompters, editor de texto e
software de inversão de imagem)
teleprompter LCD Profissional 15 polegadas MATTEDI TP LCD/M
(completo: com proteção de acrílico cristal, espelho semi-reflexivo de
2mm, cabo de 10metros para extensão do monitor, chassi com
adaptador para qualquer modelo de câmera, contrapeso de 4kg,
editor de texto e software de inversão de imagem)
Coluna MATTEDI para teleprompter
Tripé para filmadora Miller DS-10 (em alumínio)
microfone SONY DE LAPELA sem fio UWPC1
mesa para apresentação telejornal
04
04
04
01
01
Quantidade
02
02
02
01
01
02
02
02
01
115
cadeiras para apresentação de telejornal
iluminação para estúdio SET LIGHT 1000W (modelo: 53-15)
tripé para iluminação de estúdio
microfone SHURE PG58-XLR
espuma para microfone SHURE A58WS-BK
canopla branca para microfone de mão
mini-fundo móvel
pano chroma key 2,5 x 5,0 metros
adaptador de cassette Mini-DV Panasonic para DVCPRO AJ-CS455
Especificação – Gravação Externa
Filmadora Panasonic AG-DVC20 Mini-DV Profissional 3CCD
Recarregador para bateria de filmadora AG DVC20
Case Merlin para filmadoraAG-DVC20
microfone YOGA EM9600 TIPO BOOM
vara de boom MATTEDI 3 mt
steady CAM PRO 5
Tripé para filmadora Miller DS-10 (em alumínio)
spot de iluminação externa ULTRALIGHT 2000W (modelo: 53-16)
tripé para iluminação externa
microfone SHURE PG58-XLR
espuma para microfone SHURE A58WS-BK
canopla branca para microfone de mão
Cabo de sinal SPAR (plug XLR macho de linha/ plug XLR fêmea de
linha) 2 metros
Cabo de sinal SPAR 2RCA + 2RCA (1 metro)
Cabo firewire 4 pinos/4 pinos de 1metro
Cabo firewire 4 pinos para 6 de 1metro
Cabo firewire 4 pinos para 6 pinos de 4 metros
Cabo S-Video 75 Ohms (4 pinos) 7 metros
Cabo S-Video 75 Ohms (4 pinos) 1 metro
Filtro de linha Power Line. Código: H
Modelo: PL7T (com sete entradas para plug tomada) 110v
03
03
03
02
02
03
01
01
02
Quantidade
03
03
03
01
01
01
03
03
03
03
03
03
05
05
02
03
02
02
02
02
116
B) MATERIAIS DE CONSUMO PARA OS LABORATÓRIOS
50 fitas miniDV Sony PHDVM-63DM;
06 bateria Lithium-Ion recarregável Panasonic 4h CGR-D28 D28S para filmadora
Panasonic AG-DVC20;
04 bateria de 5400 mAh para filmadora Panasonic AG-DVC60 (duração de 5
horas);
10 lâmpadas para Spot de iluminação interna e externa (modelo General Brand
FHM Lamp -1000 watts/120volts);
25 fitas K7;
50 CD-ROM;
50 DVD;
25 disco Blu-Ray (única camada com capacidade de 25GB);
25 disco Blu-Ray (dupla camada com capacidade de 54GB);
25 Filme Fuji Neopan 400 135 35mm 36poses P&B asa/iso 400;
50 Filme Fuji FujiColor PRO 400H 135 35mm 36poses asa/iso 400;
10 Cartão de Memória Compact Flash Sandisk Ultra 1GB;
100 Papel fotográfico para revelação;
05 tonner para Impressora multifuncional Samsung Laserjet SCX-4200 Laser;
117
ANEXO 4: ORIENTAÇÕES PARA OFERTA E CADASTRO DO
CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL- HABILITAÇÃO JORNALISMO
CONDIÇÕES DE OFERTA PARA CADASTRO DO CURSO PARA ACOMPANHAMENTO E CONTROLE ACADÊMICO
Nome do curso
Comunicação Social
Condições de Oferta do Curso
Denominação
Modalidade
Bacharelado
Habilitações
Jornalismo
Nº de vagas oferecidas
Nº de entradas por
Processo
Seletivo
Vestibular
1 Entrada Anual
Titulação
Bacharel em Comunicação Social - Habilitação
Jornalismo
50
1 Entrada Anual
Semestre de entrada por
Processo Seletivo Vestibular
1º semestre
2º semestre
X
X
Condições de Cadastro do curso
Carga horária total de integralização
2900 Horas
Prazos de semestres para integralização
Mínimo
Médio
Máximo
7 Semestres
8 Semestres
11 Semestres
Limite
de
carga
horária
semestral permitida ao aluno
Mínimo
Médio
Máximo
264 hs.
324 hs.
414 hs.
Condições de validação das disciplinas/unidades curriculares optativas/eletivas cursadas fora do curso
NÃO SE APLICA A ESTE PROJETO
Condições de migração de currículo
118
NÃO SE APLICA A ESTE PROJETO
Obs. 1: Compreende-se como nº de semestres decorrente da previsão de oferta periódica de unidades curriculares especificadas no PPP.
Obs. 2: O limite médio é relativo, pois depende de previsão de progressão curricular do PPP para oferta de unidades curriculares por período.
Matriz de organização curricular
a) Habilitação em JORNALISMO
Carga horária
Componente curricular
Obrigatória
Trabalho de conclusão de curso: Projeto Experimental de Jornalismo
Optativa
Eletiva
Total
324
324
1332
1332
Unidades curriculares básicas das áreas de Ciências Humanas, Lingüística Comuns no Curso
540
540
Unidades curriculares comuns a outras habilitações do Curso de Comunicação Social Comuns
no Curso
504
504
Atividades Complementares
200
200
2900
2900
Práticas de Formação (Unidades curriculares da Habilitação em Jornalismo)
Carga horária total para Integralização
Obs.: Especificar particularidades na organização curricular com implicações no cadastro da estrutura curricular no CONTAC
A estrutura do Currículo de Comunicação Social – Habilitação jornalismo fundamenta-se nos seguintes princípios.
 O currículo do Curso está estruturado em grupos de unidades curriculares oferecidas periodicamente a cada semestre letivo.
Procura abranger uma seqüência de unidades curriculares e atividades ordenadas por períodos semestrais em uma progressão
aconselhada.
 Cada um dos oito semestres letivos previstos para a integralização do curso terá a duração de 18 semanas.
 Todas as unidades curriculares são obrigatórias.
119
 Baseado no que estabelece a Portaria Nº 4059/2004, do Ministério da Educação, até 20 por cento da carga horárias das unidades
curriculares poderão ser utilizados em atividades semi-presenciais: “...quaisquer atividades didáticas, módulos ou unidades de ensinoaprendizagem e com a mediação de recursos didáticos organizados em diferentes suportes de informação centrados na autoaprendizagem e com a mediação de recursos didáticos de comunicação remota” (Art. 1º da Portaria mencionada acima)
 O 8º semestre é destinado à elaboração de Projetos Experimentais que compreendem a produção de trabalhos relacionados com a
Habilitação em Jornalismo. Esta unidade curricular- Projeto Experimental- integra também o conjunto de práticas de formação.
 A matriz curricular não prevê a relação de pré ou co-requisitos entre as unidades curriculares.
 A estruturação do Currículo enfatiza a especialização individual em jornalismo cultural, campo da profissão de Jornalismo que
necessita de profissionais preparados para o mercado de trabalho.
 oferta de unidades curriculares das áreas de Lingüística e das Ciências Humanas, como conteúdo básico em humanidades, que
garantam conhecimentos gerais sobre o campo da Comunicação e do papel social do jornalista;
 oferta de disciplinas técnicas iniciais que vão agregando conhecimentos e o domínio de técnicas específicas nos vários ramos do
Jornalismo;
 conjunto de disciplinas obrigatórias destinadas a avaliar, examinar e discutir, sob ponto de vista crítico, as várias formas do Jornalismo
e os seus diversos meios de difusão– impressos, rádio, televisão, Internet;

realização de Oficinas de Jornalismo – impresso, rádio, televisão e on line – para o exercício prático do Jornalismo, em laboratórios da
própria UFSJ, que tenham produtos similares aos do mercado ou no próprio mercado;
 Tópicos Variáveis, sob a forma de seminários, projetos de pesquisas ou estudos específicos, para discutir temas de interesse do
Jornalismo, permitindo maior flexibilização do percurso acadêmico pela ampliação do leque de atividades oferecidas ao estudante e do
quadro de oferta de disciplinas do professor;
 Projetos de Extensão voltados para o desenvolvimento de trabalhos junto à sociedade, sobretudo, produtos jornalísticos, em suas
120
várias formas, especialmente para comunidades que não possuem infra-estrutura ou capacidade para realizá-los.
 Programas de intercâmbio com empresas, entidades e instituições, através dos quais professores e alunos do Jornalismo possam
prestar serviços ou consultoria em suas sedes, como contrapartida à participação de profissionais dessas organizações nos cursos de
Jornalismo, como professores convidados, orientadores de projetos e outros mecanismos.

A grade curricular prevê ainda mais 200 (duzentas) horas, não presenciais, para aprimoramento da formação
profissional, que o aluno deverá cumprir ao longo do curso, a título de Atividades Complementares, a serem
regulamentadas pelo Colegiado de Curso.
121
Matriz de progressão e integralização curricular
a) Habilitação em JORNALISMO :
Código das unidades curriculares
*Oferta
Período
Unidade curricular
1
2
3
4
1º
1º
1º
1º
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
NC: Núcleo Comum
CH: Ciências Humanas e Lingüística
CS: Comunicação Social
JO: Habilitação em Jornalismo
Carga Horária
NC( CH/CS)/ JO
Horas
Teórica
Antropologia Cultural
Teorias da Comunicação
Metodologia da Pesquisa
Ciências da Linguagem
NC(CH)
NC(CS)
NC(CS)
NC(CS)
72
72
36
72
72
72
36
72
1º
Narrativas Jornalísticas
JO
72
48
1º
2º
2º
2º
2º
2º
2º
2º
3º
3º
3º
3º
3º
3º
4º
4º
História da Arte
Linguagem Fotográfica
Cultura Brasileira
Sociologia Geral e da Comunicação
Teorias do Jornalismo
Planejamento Visual-Gráfico
História do Jornalismo
Técnicas Jornalísticas
Filosofia Geral e da Comunicação
Tópico Variável em Práticas Discursivas
Fotojornalismo
Tópico Variável em Jornalismo Especializado
Teorias do Radiojornalismo
Oficina de Jornalismo ImpressoJO
Psicologia Geral e da Comunicação
Teorias do Telejornalismo
36
36
72
72
36
36
72
36
72
36
36
72
72
72
72
36
36
12
72
72
36
12
72
12
72
36
12
12
72
NC(CH)
JO
NC(CH)
NC(CH)
JO
JO
JO
JO
NC(CH)
NC(CH)
JO
JO
JO
JO
NC(CH)
JO
Pré-requisitos
Prática
24
T 312 P48
CH 216 CS 72 JORN. 72
24
24
24
T312 P 48
CH 144 JORN. 216
24
60
72
T204 P156 CH 108 JORN. 252
72
36
122
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
Total
4º
4º
4º
5º
5º
5º
5º
5º
6º
6º
6º
6º
6º
7º
7º
7º
7º
7º
8º
1º / 8º
Ética e Legislação em Jornalismo
Oficina de Radiojornalismo
Tópico Variável em Jornalismo Especializado
Comunicação Organizacional
Oficina de Telejornalismo
Jornalismo On-line
Tópico Variável em Jornalismo Especializado
Educomunicação
Documentário para TV
Oficina de Jornalismo On-line
Assessoria de Imprensa
Comunicação Comparada
Tópico Variável em Comunicação Regional
Reportagens Especiais para Jornalismo Impresso
Introdução ao Projeto Experimental
Gestão de Empresas de Comunicação
Análise Crítica da Mídia
Tópico Variável em Comunicação e Cultura
Projeto Experimental em Jornalismo
Atividades Complementares
JO
JO
JO
NC(CS)
JO
JO
JO
NC(CS)
JO
JO
JO
NC(CS)
NC(CS)
NC(CS)
JO
NC(CS)
NC(CS)
NC(CS)
JO
200
36
72
72
72
72
72
72
36
72
72
72
72
36
72
36
72
72
72
324
200
2900
36
12
36
36
12
18
24
72
18
36
48
72
48
1430
72
60
36
72
36
60
18
72
72
48
18
72
T192P132 CH 72 JORN. 252
T92 P 222 CS 108 JORN. 216
T114 P210 CS 108 JORN. 216
24
24
324
T 204 P120 CS 216 JORN. 108
P324
JORN. 324
1270
Matriz descritiva do elenco de unidades curriculares optativas
Carga Horária
*Oferta
Período
Unidade curricular
Hora
s
Teóric
a
Prátic
a
Pré-requisitos
NÃO APLICA A ESTE PROJETO
*Na coluna Oferta a letra C significa que são unidades curriculares comuns oferecidas a todas as habilitações; Especificar código que identifica
unidades curriculares específicas oferecidas para cada habilitação.
123
Tabela de Equivalências entre unidades curriculares
CURRÍCULO 2006
Código
Unidade curricular
CURRÍCULO 2009
Carga
Horária
*Tipo
Código
Unidade curricular equivalente
Carga
Horária
*Tipo
NÃO SE APLICA A ESTE PROJETO
*Tipo OB: unidades curriculares obrigatórias; OP: unidades curriculares optativas e EL: Eletivas.
124
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projeto pedagógico do curso de comunicação social