XXII Encontro Nacional de Engenharia de Produção
Curitiba – PR, 23 a 25 de outubro de 2002
ANÁLISE DA DEMANDA POR SERVIÇOS DE CALIBRAÇÃO
EM LABORATÓRIOS DE METROLOGIA
Eduardo Abreu da Silva
Universidade Estadual do Norte Fluminense – LEPROD/CCT/UENF
Av. Alberto Lamego, 2000, Campos dos Goytacazes-RJ, CEP 28015-620, [email protected]
Renato de Campos
Universidade Estadual do Norte Fluminense – LEPROD/CCT/UENF
Av. Alberto Lamego, 2000, Campos dos Goytacazes-RJ, CEP 28015-620, [email protected]
The metrology is present in all areas of the society, involving process control,
commercial transactions, quality of products, security, environment protection, being a
activity that contributes to the reduction of the technical barriers to trade. This article
describe a demand analysis of a metrology laboratory which belong to one of the business
unit of Petrobras. This laboratory realizes calibration services in the Electrical,
Dimensional, Force, Temperature and Pressure areas. With this analysis we done some
conclusions related to news investments.
Keywords: Metrology, quality, measurement, demand.
1. INTRODUÇÃO
A contribuição da metrologia é fundamental, em função do crescente jogo de
competitividade no mercado e a internacionalização das relações de trocas. A
competitividade cresce proporcionalmente ao valor agregado do produto, sendo então a
influência da Metrologia cada vez mais necessária.
As empresas e organizações que pretendem participar do mercado globalizado
precisam enfrentar muitos desafios, entre eles podemos citar: preços competitivos,
qualidade dos produtos, agilidade, flexibilidade e capacidade de inovação. Para que estas
dimensões sejam atendidas é necessário investir em qualidade, normalização e estabelecer
uma base metrológica que transforme amostras, calibrações, e ensaios em informações
confiáveis para o processo de tomada de decisão.
Na área de metrologia, poucas são as empresas que buscam, através da qualificação e
certificação de instrumentos de medição, avaliar as efetivas condições de uso, ou aplicar os
resultados identificados através dos certificados de calibração para corrigir os erros de
medição. O gerenciamento dos instrumentos de medição responsáveis pelo controle dos
processos de produção é vital para o resultado do negócio, pois o aspecto metrológico é
responsável por grande parte dos prejuízos causados por retrabalho.
A metrologia está diretamente relacionada com o processo produtivo. Desta forma
não existe gerenciamento da qualidade sem a gestão metrológica dos sistemas de medição.
O processo de medição é suporte para a ciência, para identificação e solução de problemas,
para controle da produção e para avaliação de produtos e serviços em todas as áreas da
vida humana.[1]
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Medições são usadas por praticamente todos os setores da sociedade, atendendo
diversas necessidades, entre as quais citamos transações comerciais, processos produtivos,
processos sociais, procedimentos ligados à saúde, ao meio ambiente, à segurança dos
trabalhadores e dos cidadãos, e no setor científico envolve os resultados quantitativos.
“Metrologia é a ciência da medição, abrangendo todos os aspectos teóricos e práticos
relativos às medições, qualquer que seja a incerteza, em quaisquer campos da ciência ou
tecnologia”.[2]
O processo de medição é suporte para a ciência, para identificação e solução de
problemas, para controle da produção e para avaliação de produtos e serviços em todas as
áreas da vida humana [1]. A utilização da metrologia é uma forma de melhorar a qualidade
dos processos produtivos, o que deve ser perseguido continuamente por todas as empresas
que pretendem participar de um mercado altamente competitivo e globalizado.
Este artigo tece considerações sobre importância da metrologia, a estrutura de
rastreabilidade metrológica, utilização de serviços credenciados, e apresenta uma análise
da demanda por serviços de calibração do laboratório de metrologia da Petrobras UN-BC,
seguida de conclusões sobre possíveis investimentos na área.
2. IMPORTÂNCIA DA METROLOGIA
A Metrologia permite a precisão do processo produtivo, a diminuição do índice de
incerteza, contribuindo para a redução do número de refugo nas empresas e,
principalmente, para a qualidade do produto. Facilita o comércio, a produção e os serviços,
possibilitando que a competição entre empresas e países, opere em bases mais
transparentes e justas, promovendo uma competição mais ética e sadia.
Com relação ao cidadão, a metrologia procura diminuir a vulnerabilidade de abusos e
explorações, que porventura possam ocorrer. Esta preocupação esta presente nas atividades
do Bureau Internacional des Poids et Mesures (BIPM) e, no Brasil, no INMETRO, onde a
proteção do cidadão, trabalhador e consumidor são prioritários. A atuação da Metrologia
deverá aumentar com a maior percepção por parte do cidadão, de seus direitos, o que
depende muito de sua educação e cultura.
Na área ambiental os sistemas de medição contribuem para o monitoramento das
condições ambientais relacionadas ao processo produtivo, podendo impactar em resultados
negativos quando cuidados mínimos necessários são negligenciados no gerenciamneto
metrológico.
O comércio internacional vem sofrendo várias modificações, sendo uma delas a
queda das barreiras tarifárias e o incremento cada vez maior das barreiras não tarifárias,
que na verdade são representadas por barreiras técnicas. A redução de tarifas comerciais
proporcionou um progressivo crescimento de barreiras não-tarifárias, em particular de
barreiras técnicas que englobam um conjunto de funções tecnológicas (Metrologia,
Normalização e Avaliação da Conformidade) encadeadas entre si, que necessitam receber
investimentos para aperfeiçoamento e capacitação.[3]
De acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC) que regulamenta 90%
do comércio internacional, a diminuição das barreiras comerciais tornou em maior
evidência as barreiras técnicas, que compreendem as áreas de Metrologia, Normalização
Técnica e Avaliação da Conformidade, conforme Figura 1.
Com objetivo de disciplinar as questões relacionadas com as barreiras técnicas ao
comércio, a OMC criou o Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio, conhecido como
TBT (Techinal Barriers to Trade). Este acordo prevê regras para assegurar que padrões,
regulamentos técnicos e procedimentos para avaliação da conformidade não sejam
obstáculos para o comércio e devem ser transparentes, não discriminatórios e, se possível,
baseados em padrões internacionais [5].
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Barreiras ao Comércio
Barreiras Tarifárias
Barreiras não tarifárias
Não Técnicas
Técnicas
Unidades Físicas
Especificação de Produtos
Certificado de Teste
Conformidade
Figura 1 – Barreiras ao Comércio.[4]
O acordo estabelece ainda, que cada país signatário deve criar um centro de
informações sobre normas, regulamentos técnicos e procedimentos de avaliação da
conformidade, visando eliminar as barreiras ao comércio internacional e sendo capaz de
responder aos questionamentos dos países signatários. Estes centros de informações são
chamados de Enquiry Point (ou Ponto Focal). No Brasil o INMETRO é o responsável por
ser o Enquiry Point.
Organizações mundiais de metrologia tem discutido diversos pontos que possam
contribuir para minimizar os impactos causados pelas barreiras técnicas, tais como:
disponibilidade de serviços laboratoriais credenciados conforme a norma ISO/IEC 17025;
reconhecimento da estrutura de avaliação de conformidade existente no País junto aos
organismos internacionais, como BIPM, International Laboratory Accreditation
Cooperation (ILAC), European Accreditation (EA); implementação do Sistema
Internacional de Unidades (SI) por todos os países como padrão para determinação das
unidades físicas; e adoção de sistemas de avaliação da conformidade, que é um exame
sistemático do grau de atendimento por parte de um produto, processo ou serviço aos
requisitos especificados.
Os organismos de normalização nacional e internacional, (podendo citar: INMETRO,
International Organization for Standardization (ISO), Internacional Electrotechnical
Commission (IEC), Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)), enfocam através
de normas especificas ( tais como: NBR ISO 9001, NBR ISO 10012, ISO 17025 e NR-13)
o gerenciamento da qualidade metrológica como um dos pré-requisitos para o
reconhecimento da qualidade dos processos e conseqüentemente a Certificação do Sistema
da Qualidade.[6]
O sistema metrológico é um dos itens que mais geram não-conformidade no processo
de auditoria de certificação, sendo conseqüência da falta de conhecimento da importância
que o mesmo traz para os processos. Todos instrumentos utilizados nos processos e que
impactam na qualidade dos produtos precisam ser controlados, o que significa conhecer
seus erros, possuir um certificado de calibração e possibilitar rastreabilidade aos padrões
nacionais ou internacionais.
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3. ESTRUTURA METROLÓGICA
Não pode haver desenvolvimento econômico e social sem desenvolvimento técnico e
isto exige envolvimento direto dos governos, setor privado e da população conjuntamente
[7]. Medições confiáveis devem basear-se em padrões de referência confiáveis e
conseqüentemente exigem uma sólida infraestrutura baseada em um instituto nacional de
metrologia que esteja integrado a organizações internacionais de metrologia.
A nível nacional, os diversos países organizam seus sistemas metrológicos usando
diferentes modelos. No Brasil foi instituído, em 1973, um sistema denominado Sistema
Nacional de Metrologia e Qualidade Industrial (SINMETRO), para criar uma infraestrutura básica de serviços tecnológicos capaz de avaliar e certificar a qualidade de
produtos, processos e serviços, por meio de organismos de certificação, rede de
laboratórios de ensaio e de calibração, organismos de treinamento, ensaios, e inspeção.
O Instituto Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial
(INMETRO) é o único organismo de credenciamento do SINMETRO e responsável pelo
reconhecimento internacional do Sistema Brasileiro de Laboratórios de Calibração e de
Ensaio. Faz parte de suas funções e responsabilidades:
• coordenar no âmbito do governo a certificação compulsória;
• articular, com os demais órgãos públicos, as ações que garantem o efetivo
cumprimento da certificação;
• exercer a secretaria executiva do CONMETRO;
• gerenciar o credenciamento de organismos de certificação;
• representar o sistema brasileiro nos foros nacionais e internacionais, visando o
reconhecimento internacional do sistema;
• estabelecer políticas para o credenciamento de organismo de certificação de sistema da
qualidade, produtos, pessoal e de laboratórios de ensaios.
Em função do aumento expressivo na demanda por serviços metrológicos que
suplantaram a capacidade de atendimento do INMETRO, foi criado a Rede Brasileira de
Calibração (RBC), que é constituída por laboratórios credenciados, que congregam
competências técnicas e capacitações vinculadas à industria, universidades, institutos
tecnológicos, que são habilitados à realização de serviços de calibração.
4. UTILIZAÇÃO DE SERVIÇOS CREDENCIADOS
A padronização é atualmente uma questão fundamental para a viabilização do
comércio internacional devido aos seguintes motivos: a grande demanda por produtos que
atendam as especificações relacionadas à saúde, ao ambiente e à segurança das pessoas e o
não atendimento aos requisitos técnicos.
Neste sentido as organizações têm procurado implantar sistemas de garantia da
qualidade de acordo com as normas da série ISO 9000. Na área dos laboratórios de
calibração e ensaio o padrão considerado adequado é a norma ISO 170125 que tem por
objetivo principal fornecer evidências pelas quais um laboratório pode demonstrar que
opera um sistema da qualidade e possui competência técnica para realizar os serviços de
calibração e de ensaio.
O credenciamento é o instrumento que formaliza, perante o mercado, a credibilidade
de um laboratório de calibração e de ensaio. É um processo que reconhece a competência
técnica do laboratório, através da avaliação independente (terceira parte), garantindo que
os resultados dos serviços de calibração e de ensaio são confiáveis. Possui um caráter
voluntário e concedido para uma gama de serviços.
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As maiores dificuldades enfrentadas pelos laboratórios brasileiros são: o custo de
adequação aos requisitos de credenciamento, desconhecimento do retorno que o
credenciamento possibilita, baixa demanda, custos de consultorias para auxiliar a
implantação do sistema da qualidade, custo do credenciamento e manutenção, deficiências
do pessoal técnico e estrutura física.
5. O LABORATÓRIO DE METROLOGIA
Ciente da importância da metrologia na produção de petróleo e após estudo de
viabilidade econômica, a Unidade de Negócio da PETROBRAS (UN-BC), localizada em
Macaé, Estado do Rio de Janeiro, direcionou recursos para o desenvolvimento da
confiabilidade metrológica e a implantação de laboratórios de calibração.
Os recursos aplicados ultrapassam à U$ 400 mil, distribuídos entre os Laboratórios
de metrologia: Dimensional, Elétrica, Força, Temperatura e Pressão, que ocupam uma área
de 150 m². Os laboratórios possuem infraestrutura apropriada para as suas atividades, tais
como: controle de temperatura e umidade de acordo com os parâmetros específicos de cada
laboratório, áreas destinadas para recebimento e triagem de material, mão de obra
qualificada, padrões de referência e equipamentos adequados aos serviços realizados.
As atividades dos laboratórios incluem a calibração de instrumentos de medição,
suporte técnico às unidades operacionais e controle dos instrumentos de medição, o
gerenciamento dos laboratórios segue as práticas de gestão da qualidade, possuindo um
sistema da qualidade implantado conforme os requisitos da norma ISO 17025.
A metrologia está presente nas áreas de perfuração e produção de petróleo, em várias
atividades, tais como: monitoramento e controle da temperatura das turbo-máquinas,
medição de parâmetros do processo produtivo, manutenção de equipamentos, operação do
sistema elétrico das plataformas de petróleo, calibração dos instrumentos utilizados na área
de saúde. Os benefícios alcançados incluem: maior continuidade operacional, melhoria da
qualidade dos produtos, atendimento aos requisitos normativos, maior segurança dos
equipamentos, instalações e das pessoas envolvidas no processo.
6. AVALIAÇÃO DA DEMANDA
Visando informações que subsidiem decisões sobre investimentos no laboratório,
realizou-se uma análise da demanda por serviços de calibração de instrumentos de
medição.As informações basearam-se em dados disponíveis no sistema de gestão do
laboratório.
Consideramos como meio de diferenciar os tipos de demanda existentes no
laboratório, a Demanda Efetiva aquela demanda atendida através de recursos próprios do
laboratório e Demanda Potencial a demanda que poderia transformar-se em demanda
efetiva após adequação dos processos laboratoriais atuais [8].
Para melhor conhecimento da demanda, o horizonte da análise contempla o período
dos últimos quatro anos. A quantificação das calibrações realizadas internamente neste
período, Demanda Efetiva total, estão distribuídas conforme o gráfico da figura 2.
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4868
4880
2000
2001
3854
2780
1998
1999
Figura 2 – Total de Calibrações realizadas no Laboratório.
O número total de calibrações realizadas em cada ano foi estratificado por cada
laboratório específico com objetivo de identificar em qual ou em quais laboratórios tiveram
um aumento da demanda. Os resultados obtidos encontram-se nas figuras a seguir.
1709
789
545
356
1998
2000
1999
2001
]
Figura 3 – Calibrações realizadas pelo Laboratório de Pressão.
591
540
439
164
1998
1999
2000
2001
Figura 4 – Calibrações realizadas pelo Laboratório de Elétrica.
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186
192
1999
2000
191
134
1998
2001
Figura 5 – Calibrações realizadas pelo Laboratório de Temperatura.
3296
3316
2684
2126
1998
2000
1999
2001
Figura 6 – Calibrações realizadas pelo Laboratório de Dimensional/Força.
Os serviços de calibrações não atendidos nos laboratórios da organização,
considerado neste trabalho como Demanda Potencial, são contratados junto aos
laboratórios da Rede Brasileira de Calibração. Os dados obtidos referem-se ao ano de
2001, pois nos períodos anteriores, estes serviços terceirizados não eram gerenciados pelo
laboratório. Devido à diversidade de serviços, destacam-se abaixo apenas os itens que são
mais representativos, correspondendo a aproximadamente 68% do total da demanda
potencial (figura 8).
7. CONCLUSÕES
O aumento da demanda interna por serviços de calibração, apresentada na figura 2,
reflete um esforço dos clientes internos em adequar os sistemas de medição aos requisitos
metrológicos normativos, entre os quais destacam-se os exigidos pelas normas NBR ISO
9001, NBR ISO 14001, NR-13 e Agencia Nacional de Petrolóeo.
De acordo com os dados obtidos e pelo conhecimento dos processos internos da
organização na qual o laboratório está inserido, com o levantamento da demanda pode-se
traçar algumas diretrizes de investimento.
Para o laboratório de metrologia da área de Pressão, onde existe uma tendência de
aumento da demanda (figura 3), deve-se prever aquisições de novos instrumentos padrões,
rever a capacidade produtiva, reavaliar o lay-out e os processos de calibração existentes.
A demanda por serviços de calibração das áreas de Dimensional e Força (figura 6)
apresenta uma tendência de estabilidade, este fato alerta a necessidade de desenvolver
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novos serviços nestas áreas. Nas áreas de Elétrica e Temperatura (figuras 4 e 5), não
ocorreu uma variação expressiva da demanda nos dois últimos anos.
20,3%
12,8%
9,5%
9,5%
8,8%
7,4%
Figura 7 – Distribuição dos principais serviços de calibração contratados.
Pela análise dos dados referentes aos serviços de calibração contratados (figura 7),
percebe-se que as calibrações de osciloscópios representam aproximadamente 20% da
Demanda Potencial. Este serviço pode passar a ser realizado internamente, pois os recursos
que foram gastos com este serviço representam aproximadamente 50% do valor necessário
para adequar o Laboratório de Elétrica para realizar essas calibrações internamente.
Observa-se pelo trabalho realizado que o acompanhamento constante da Demanda
Efetiva e da Potencial faz-se necessário para subsidiar as decisões de como alocar melhor
os recursos disponíveis na organização.
8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
[1]Neto, E. P. Gerenciando a Qualidade Metrológica. Rio de Janeiro, Editora Imagem.
(1993)
[2]Moscati, G. Metrologia, desenvolvimento e qualidade de vida. IEE em
Revista. n°5 : pp 5 – 7. (1998)
[3]Souza, R.D.F. Barreiras Técnicas: desafio a ser compreendido. Metrologia, n°3.p.19:22,
2000.
[4] Kochsiek, M.; Odin, A. Towards a global mesurement system: Contributions of
international organizations. Bulletin OIML, v. 62, n. 2, p. 14-19, abr. 2001.
[5]Seiler, E. The World Trade System and Metrlogy. In: Metrologia 2000, São Paulo.
Anais...São Paulo: Internacional Trade Mart, p.103.(2000)
[6]Filho, H.R Reconhecimento internacional: um fator de competitividade. Metrologia,n°3
pp. 18-19. (2000)
[7]Harasic, O. R., Marban, R. National Laboratories of Metrology in the Western
Hemisphere. Quality Progress. pp 59 – 85. (1999)
[8] Barros, J. G. M. Metodologia para o Estudo da Demanda por Serviços Metrológicos no
Brasil, UFRJ, Rio de Janeiro-RJ, Tese (Doutorado), (1999).
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