BI-SEMANARIO
INDEPENDENTE
EDITOR
PROPRTETAHIO
PRAIL10
AUGUSTO
JOSÉ MARIA ROQUE DOS REIS
MARTINS
ASSIGNATERAS:— í\<v TvyitVra, tuia
600 ti»*; uo fc.iv, túmtMvt 6bO uv«. titaúV, avitw
'à-.tX,0 vtvs. \\tuh. Mino 3:000 **%*.
Nwratvo avuV>o 30 Tt\s.
T"?P. POPULAR-Passeio In Tanta D. Henrique
Domingo, 25 de Março de
l^TTTUVEEIRO
19
1900
.A-UNTISTC)
1" ^r
PUBLICAÇÕES: — C.ovimtt^VWSos,* caia V\u\*n,
00 Tt\4, ,.-. .;\oí, tinta, 40 vt\f \ taAa TtwtV\çõo,
10 <(W,
0 't>. asíógaftttlt.»
4o 4t«on\o At 13 yot c«»Vo.
REDACÇÃO e ADMINISTRAÇÃO-Paísoío I. D. Henrlqn»
3.®
então editor do mesmo pc riodico, mas
apezar de ler ali declarado que o auclor
A palavra «choldra», não foi cm- dYsses escriplos era o reu Barretln,
es
Como prometemos, d:i mos hoje' pro^»!a uo sentido injurioso, c nem o sas declarações não merecem o menor
na Fl2lJ6irâ wdepeinlenlfi, que só a indii-lria
a scr ,or íe ler
do sr. dr. Francisco Lo- P^'
l
regrido a cousas e credito, porque tendo dito em todos os
pode dar-lhe, n'uina terra que of as alienações
„ ■
.
.
.
! uão pessoas, coaio ensinam as regras ila
pes («mmaraes, patrono do sr. Aina- jjn^ua nnrtugueza, desprezadas ou des- processos, principal e appensos, que o
ferece todas as condições tnpograreu era auctor dos artigos incriminados
deu Sanches íiarrotto, assim como conhecidas pelo auclor
o'esses processos, dizemlo-lhe o escrivão
Assim se diz por alii: que a pinças e de communicação pro tainhem as do sr. liamos Pinto, deí.°
Barbosa que alguns artigos esta/am asassociação de soccorros muliios — prias a uui grande desenvolvimen- fensor que foi do sr. Carlos Pereira.
signados
por outras pessoas, que não o
E' certo que o reu dirigiu ao auctor,
«Moute-Pio Figueirense», fundan- to.
reu, disse que não sabia quem eram os
com
uma
carta
particular,
sua,
que
foi
Sobre o 4.® crime de que é accuA futura Exposição da Fiauctores dVsxes escriplos; e dizia a verdo-se n'nm dos artigos dos seus
sado
AinaJeii Sanches Barreio pelo Mi- publicada sem seu consentimento expres- dade porque elle nunca ia a redacção do
rsliluios, pensa organisar na Fi- gueira, assim o cremos, será o pon- nistério Publico: a provocarão ao povo so nos n.™ 3i3 e 3íi do mesmo jornal,
dito jornal, ou se lá ia, èque rarrissim.ts
gueira, no próximo anno de 1901, to para essa vida noVa.
da Figueira para destruir as vedares na algumas expressões violentas, referidas vezes teve logar, não via autographo alnos
art.®*
3.®
c
í.°
da
accusação,
e
ainPerdidos ou definhados os Ires entrada do jardim municipal, mandadas da outros de que os mesmos artigos não gum.
nina exposição industrial e agrícola
principacs
factores a que deve o lazer pela camara, na local, «Burro Ve- faliam, mas essas expressões foram de*
de proiluclos do concelho; que para
lho», e publicada cm o n.® 337 do jorterminadas
e
provocadas
pelo
não
cumJoaquim UarquoM itnmoM Pinta
esse (iin fóra nomeada uma coin- seu grande desenvolvimento nos úl- nal «O Povo da Figueira», e constante
primento, por parle do auctor para com
missão de sócios, mestres d« cous- timos tempos—-as cuiislrtu-ções do appenso n.° 2, aílega o dito reu:
1.®
o reu, das leis da honra, acceite expres
;
1.»
Irucção civil, composla dos srs. navaes, o commerc o de exportação
sãmente polo mesmo auclor, como regu
O reu na forma da sua declaração
Joaquim Augusto Rodrigues, João e a coustrucção civil, a Figueira,
Que esta accusação não procede, ladores da solucção de conflitos de cara constante dos autos e dos respectivos apporque
o dito numero do periodico «O cter pessoal pois que dias antes ejle man- peusos, confessa ter sido o editor do
Maria de Sousa e Anlonio Augusto se não quer ficar estacionaria por
Povo da Figueira», foi publicado cm 16 dara testemunhas ao sr. dr. Joaquim da periodico «U P.ivo da Figueira» ao teinMaia, a que presidirá o sr. Fre- largos annos, d. ve pensar a serio de junho de 1898, depois do arromba- Silva Cortezão, propondo-lhe, um desalio da publiiação dos artigos incriminados,
derico Nogueira de Carvalho. A uo seu desenvulvimeiit) industrial. mento daquellas vedações, o qual teve ou dtiello, como tudo consta dos mesmos mas nunca via esses escriplos nem até ia
n.°" do jornal: c assim é manifesto, que á redacção do «Povo da Figueira», ignoExposição deverá inaugnrar-se no Da adopção de novas in lustrias logar no dia li do dito mez c anno, e o reu procedeu para com o auctor em rando assim tudo quanto se publicou n'apor isso não houve a provocação, não
ília I." de maio, segundo pensam manufactureiras ou íabris, depende existindo assim o crime ao art.® 483.® do circunstancias que illidem por completo quellc periodico, que nem se quer lia,
do codigo penal e art.* 3.® e 18.® da a sua responsabilidade criminal. Equando pois que mal sube ler e assignar o seu
uns, ou a 21 de junho, segundo o futuro da nossa terra.
assim não seja
nome.
Assim o queiram omprehen- lei de 7 de julho de 1898, nos quacs o
opinam outros, e será inslallada
2.®
dito reu é pelo Ministério Publico consi5.°
no Casino Periinsuiar, no antigo der todo*.
derado incurso.
Que
o
reu
foi
e tem sido sempre
E' evidente que o reu não foi o auContinuaremos aoccupar-nos
sHão da fachada principal e «proEmquanlo ao 3.® crime que é imhomem de bem, bem !comportado, dado
ctor
da
publicação
da
sua
referida
carta
inenoir» superior do corpo central da Exposição, nos proximos núme- putado ao mesmo reu pelo Ministério particular, feita nos n." 313 elu dol80
eincapazdeoITender alguém,
Publico: — «Injuria ao Governador Civil
l mír
ros.
por escnpto, quer verbalmente,
do edifício.
de Coimbra», na local=«Prceauções»=, «Povo da Figueira», e não pode, porl l
iivleiUo digna <\c lodo o apoio
publicada no numero 339 do mesmo jor- isso, ser punido nV.sle processo de imS. «TOUACCiX.
nal, em 13 de julho de 1898, junto a prensa, por causa d'essa publicação.
é este, nobre paia os presuntos ciVirá a osta cidade defender o sr.
folhas do appenso n." 2, allega o mes6.®
dadãos que aceitaram o encargo de
Carlos
Pereiri, o sr. dr. Pedro Fermo reu Barrétto, que não loi o auctor
Ta.mbem não ha duvida que o reu rão, advogado ein Mjntemór-o-Velho.
levar a eíli-ito esse h< lio empre
d'esía lo ai. e como a esse tempo não
é o auclor dos artigos publicados com o
Br. Affonso .Cojta
hendimento, uma das mais prestiM
Dflve chegar amanhã de Lisboa
mosas innovações da civilização
lho do dilo anno, começou a ser editor n. 3S6. 317, 318, 319 e 350 do mesASSOCIAÇÃO NAVAL
mo
jornal, e de que n'esses artigos se
moderna, verdadeiros congressos este ilíustre deputado e professor da d'este periodico, não sabe de quem era
lêem
algumas
phrases
e
palavras
de
criNo nosso ultimo numero demos uma
do trabalho, da industria-e da arte Universidade, que vem continuar a a referida local. Além de que
tica severa ao procedimento do auclor, pequena noticia do baile que na quarta
defeza do sr. Amadea Sanches Bar2.®
já referido, sendo por tanto este o ponto feira passada se rcalisou na sala d'esla
nas suas multíplices manifestações.
retto.
de vista moral, parte illigitima para se
Não
contém
a
mesma
local
palavra
ma- que, pelo pouco lempo de
Modesto como será esse nosso
Consla-nos que brevemente fará nem expressão alguma injuriosa ou dif- considerar injuriado ou dilTumado para associação;
que dispúnhamos, não nos permiltiu aloncertamen, desejaríamos ver con- uma conferencia nesta cidade.
que os artigos, que o reu não leria es- gar, o que vamos fazer hoje.
fumaloria para aquella aucloridade. E
cripto nem publicado se o procedimento
graçar-se em volta dYlle todas as
E' sempre agra.tavel relatar o pro3.»
do auctor tivesse sido como era de es- gresso decolleelividadcs d'esta natureza.
vontades, lodos os b rns desejos,
!1a expedição que amanhã deve sair
O facto de Carlos Pereiro ter de- perar; pois
No meio das labutações quotidianas
todas as aptidões dos figueirenses, de Lisboa para Lourenço Marques vac o
7.®
clarado (jue era elle reu Barreltoo auclor
nada mais sympathico dó que \òr a inno único intento de engrandecer a capitão dartilheria sr. Figueiredo que d'essa local no termo de folhas 20 do
A circumslanciu do auctor se ter for- timidade entre indivíduos que pretendem
sua, a nossa tem», Icvanlai-a da ainda ha pouco tempo pertencia como dilo appenso u.® 2, não é digno de cre- malmente recusado a b.iler-se com o reu, divertir se e instruir-se por forma tão
apatliia profunda em qne tem ja- tenente ás baterias aquartelladas n'csla dito, porque, como se provará, o dilo depois de haver mandado desafiar para difTemitc àquellas que hoje predominam.
cidade.
Carlos Pereira ignorava e ignora ainda um duello e referido dr. Joaquim da
Não é rara, n'esla cidade, a tendênzido para as grandes luctas do traquem foram os auclores de todas as lo- Silva Cortezão, que nada linha com o cia que existe no operariado para conscaes e artigos que n'esla quantidade de artigo que originou a pendência, artigj tituir associações nas quaes tenham horas
balho pela industria.
processos tém sido incriminados, porque que era do reu, como este mandou de- de di-lracção Ião necessaiias a quem
O
MOTTO
DE
IMPOSTOS
Pedir o concurso de todos é
não apparecia pela redacção ou Ivpogra- clarar ao auctor, coostilue uma injuria passa lodo o seu tempo debaixo do pedesejar que o acontecimento que vae
Por todo o paiz vae-se alastrando phia do periodico, nem via os respectide. tal modo grave para a honra e digni- sado jugo do trabalho, Concorrendo, ao
dar-se se apresente á altura dos um movimento de protesto contra o vos autographo* e por isso ignorava os dade do reu e para o seu bom nome, mesmo tempo, de uma forma poderosa
merecidos créditos de que gosa a augmento de impostos projectado pelo seus auctores, e isto mesmo elle deu a que todas as expressões violentas por elle para os afastar de tantos antros em que
conhecer nas suas respostas ao escrivão dirigidas ao auctor, são perfeitamente ex- somente se rejpira o vicio.
Figueira, como cidade trabalhadora ministro da fazunda, que, antes de su- Barbosa.
Hoje, que ainda estamos debaixo da
plicadas, se não justificadas, por lodos
bir ao poder, combalia o aggravae capai de engrandecimento
hella
impressão que nos deixou a noutc
aquelles que presain a honra e o dever.
da passada quarta feira, referir-nos-emos
E-las exposições são verda- mento das contribuições.
Com relação ao 8.® crime, de injuá Associação Naval.
A desmoralisação nas regiões do
deiras lestas da consagração do
ria
contra
o bacharel José dos Santos
iVesla aggremiação cuja direcção
poder é tal que não ha um ministro
Quanto
ao
9.®
crime
de
que
o
reu
Pereira Jardim, que lhe é imputado por
trabalho; Jogares de Lvres concortanlo
se esforça para bem administrar os
que conforme os seus actos no po ler
Amadeu Sanches Barrelto é accusado,
rência, que servem de estimulo e com o programma que apresentou an- e»te em relação as locaes publicadas nos de injuria contra o escrivão de fazenda seus parcos fundos e, ao mesmo tempo,
n."" 341, 313, 344. 3Í6, 317, 318, 3i9
proporcionar aos seus consocios bellasloennulaçíio aos productores, e para tes de sobraçar a pista, o que nada e 35O do jornal «O Povo da Figueira», de Setúbal, Manoel d'Assumpção Espi- ras de distracção, leve logar na passada
coinpetencia e publicidade dos pro- mais seria do que coherencia, simples Juntos ao appenso n.® 5, allega o reu nho, constante das loca Cs, publicadas quarta feira, dia da tradicional «mi-carénos números 229, 327 e 329 do mesmo me», um baile que decorreu na maior
Amadeu Sanches Barredo:
ductos: livros onde se estudam as honestidade.
periódico «O Povo da Figueira» juntos animação, desde as nove e meia da noute
1.®
ao 6." appenso, c de que o mesmo reu até ás duas c meia da madrugada.
aptidões de um povo; escholas praA Figueira è já um centro imEm relação ao n.° 311, soh a epi- é aceusado pelo dilo Espinho, allega o
ticas onde se apprende a conhecer portante e tem apenas, além da nasO vasto salão d aquella sociedade
çraphe
do artigo ali inserto,—«E conti- reu:
achava-se simples mas elegantemente
os processos mais perfeitos e eco- ceute associação dos carpinteiros, uma
1.®
nuam»: não sc refere ao auctor nem a
adornado, concorrendo immenso para o
associação da classe: a Associação ualquer outra pessoa, mas sim aos jarnómicos da producção.
Que não foi o auclor dos escriplos seu completo adorno as lindas dezoito
.Marcaram uma epocha e ha- Commercial, cuja inércia não se com- ins públicos a'esta cidade, como foi publicados nos n.°" 229, 327 e 329 do primaveras que por là abundavam em
prebende nesta opportunidade como expresso c desenvolvidamente declarado jornal «O Povo da Figueira», incrimina- trajos (pie as tornavam verdadeiramente
bilitam a novas luctas.
em o n.® 3i5 do mesmo periodico. na dos como injuria para o dito escrivão fascinantes.
de resto era muitas outras.
A Figueira, inteiramente desegundo
pagina . e primeira c segunda Espinho, como elle reu ji declarou no
Será supérfluo dizer que, durante
Depois, mais tarde, quando o
columna, jornal que se apresenta e cuja lermo de folhas 11 verso do referido ap- todo aqucíle tempo, se dançou animadasajudada dos poderes superiores
aggravamento dos impostos fòr votado juneção aos aulos se requer;
penso ii." 6, aonde disse—que não podia mente, retirando tod k penalizados por
no que respeita á sua educação ine se fizer sentir etfectivãmente, laindicar o nome do auctor d'aquelle* es- tão cedo ter fim aquella agradavel noute.
2.®
dustrial, engrandecida apenas pela menta r-se-hão. ..
criplos, porque ao lempo da publicação
Terminaremos enviando as nossas
Qie nem isso admira, porque, em- d'aquelles números não era o dectarai- felicitações ú direcção a qual tem à sua
comprovada aplidão, genio invenNão seria melhor usar agora da
bora o periodico tivesse tratado do au- te o editor do dito joruul, mas sim o co- frente o sr. Antonio Domingues, rapaz
tivo c essencialmente trabalhador força que a união pode dar ?
ctor e de seu irmão na qnalidade de reu Carlos Pereira.
de fino trilo e deveras sympathico.
de seus filhos, precisa retemperarpresidente* da ca mira e da associação
commercial em outros números, a sua
se para uma nova vida, procurar
Esteve n'esta cidade o sr. Alfredo attenção recahira, ultimamente, stbre os
Qae este Círios Pereira, confessou
Ern Verride continua grassando
tornar verdadeira essa apregoada de Seabra, alferes de arlilheria.
jardins públicos, sua vedação, ele.
a folha» 19 do mesmo appwo, qm era terrível epidemia da varíola.
Uma
Exposição
,pe. rrfmeme. nW
■■■■■■■
possuía. Precisa ercar vida própria,
\SÍ 1MNS\|
O
EMPREGADOS NO COMMEI-CÍO
Do relalorio da «Assoe açn» <le
1111
soccorros mutuos da
commercio de Lisboa», transcrevemos, abaixo, o patvcer
Dias Chaves, dislincto medico qne tem a seu
«argo, ha muitos annos, a clinica dos
sócios d'«sla cotlôcliv idade.
Não soflre discussão qnú ,,m homem que so levaula muito cedo
in
Fi"tieira muito mais cedo do que em
Lisboa — e que trabalha arduamente
nlè hora adiantada da noite, tem mais
do que direito, tem necessidade de
repousar todo um dia na semana, tem
necessidade de ao domingo sair da soa
vida haiiiluaí esgotante, de passoiar,
de ir por essas estradas respirar bom
ar, expôr-se á luz vivificante do sol,
depondo em actividade musculos que
durante seis dias estiveram inertes,
"buscar forças para o labor da nova
■semana.
Mas, melhor do que nós o poderíamos fazer, falia o dr. Dias Chavas
«Tendo-me alguns soei os mostrado
desejo de que eu indicasse <|U«ii o meu
modo dc ver a respeito da justíssima
prclonyão dos wujiregados no conimcr■cio, <|uc desejam o descanço dominical.
pcrmitUi-me V. Ex.* que. lembrando que
jà ha doze annos tratei d-essc assumpto
ji'cste mesmo local, eu Jcaiwcrcxa do
rcWitorio de 188" o que a esse respeito
«nlão escrevi, e que ainda hoje tem oportunidade.
«Terminando, entendo nã» dever
■deixar, como clinico de unia associação
da natureza d'esla, c encarando porlaatw a questão aproas por e se lado, de
accentuar aqui d'unm maneira clara, posto que concisa, qual a minha opinião a
respeito d'unm ideia que vejo advogada
.poi uni grande numero de empregados
110 esnimereio dc Li-hoa ideia á quil
•me parece a associação dever prestar o
mais decidido appoio, pelo interesse que
l!<c deve merecer a saúde dos associados, condição essencial da sua prosperidade.
Rcfiro-me ao dcscançf de um dia
inteiro .que dove ser concedido aos empregados no fim de cada seuiaua. _
Quem, como eu, leni occasiãe de
observar como medico, um grande numero de caixeiros, não pode deixr.r de
notar com ntayua as fundas alterações
que em muitas organisações, aliás primitivamente vigorosas, produz um trabalho violento e quasi sem tréguas, traiialho cm que não poucos rapazes, creados na província ao gr.inde ar livre e
em completa liberdade de movimentos,
se estiolam e detinham confinados diase
noites succe-sivas na tristeza de um balcão, pondo em j<»g« duraute largas horas apenas um limitado numero de musculos, comprimidos nos seus movimentos
e respirando o ar constanlemeute entpregnado das muitas poeiras nocivas de
diversa natureza, vegeta es, animaes emincraes, que o manusear dos tecidos, peites, drogas, tabacos, ele. determina.
Se juntarmos a isto a irregula idade
para muitos na qualidade e horas de refeição, lemos já o luislantc píra nos exfrtiear o numero elevado de doenças dvserat-kw» qu_ tantas vezes somes chauiad s a iratar.
A estas más cinflirõcs para o regular equilíbrio de todos as funceões, e
que por si só são bastantes para abalar
a saúde, accresçem ainda as consequências inoraes e inevitáveis do actual regimen, que, não concedendo em geral ao
-caixeiro senão o resto da tarde e a noite de domingo, o leva a aproveitar, com
todo o ardor da tno:idade reprimida e
ávida de gosos, essas poucas hens de
liWrdade, nos únicos prazeres que então
se lhe proporcionam; prazeres fáceis, n.as
perigosos, onde muitas vezes o próprio
decoro corre tanto risco como a saúde.
Deem-Ihe um dia inteiro que «lie
possa aproveitar com largueza, subindo
Lisboa por exemplo, fazendo excursões ao Campo, diversão benetica c salutar para onde felizmente se está boje
estabelecendo a corrente, mcrcô das
oomuiunieações fnccis e baritas, c depois d'essc banho dc ar novo e puro e
dc luz directa e sadia, já mtllior eJlc
jiode passar uma semana inteira na clausura do um trahalho incessante.•>
>n rnpilal
O nosso presado amigo e proprietário do nosso collega local «Gazeta da
Figueira», eneontra-se lw dias na capitai.
I>r. AurbcIo Cjmbren
Vindo de Coimbra chegou a esta cidade no tramway da tarde de quinta
fieira, o novo e dislincto medico municipal.
Pelo
mundo
Figueirense»
Sob a protecção do gran-di i. de
llesse, a cidade. d*e M ingancia (Main . ,|
celebrai a no dia 2í de junho d'esle anua o quinto anniversario do nascimenlo
do grande e nnmortal inventor da imprensa, Gutleniherg.
P..r lai motivo, trata-se da orgaui«ação d'uma exposição internacional de
tvjiographia, que comprehenderA Ires
s:>cções; uma histórica, ontra lypographica, e a terceira de machinas.
#
Nas mulheres, como nas eslrcllas,
ha muita» nebulosos.
*
O' Arthur, dizia cerla mãe n um
lilho do cinco annos. Que fazias tu, se
eu morresse;
—Comia o assucar todo...
Aí/m $ içou'
II .
Em um livro inglez intitulado «Gcographia paru as escolas», cujo auc or e
HEROES
SOI\ ET O
um tal James Corinvoll, lô-se o segiiin(
y
to:
V3l3 \>
O caso foi este: quatro ou cinco of«Portugal, está hoje abaixo das
liciacs da Armada porlngiieza—o número
O
raio
crvslallino
se
estendia
mais abjectas nações da Europa, tanlo
que importa?—prontpliliciram-se a levar
Por o mundo do Aurora marchetada,
em moralidade, como em civilisaçio. Os
uma draga para Lourençi Marques. NaQuando
Nise.
pastora
delicada,
porluguezes são nojentos, tanlo nas suas
vegação perigosa, principapnente ate aos
D'onde
a
vida
deixava
se
partia.
pessoas, como nas suas habitações. Existe
Açores. Uma draga tem. ent geral, um
entre os hespanhoes e os seus visinhos
Dos olhos, com que o sol escurecia, andamento de quatro milhas por hora.
portuguezes uma antipathia invencível,
Levando a luz em lagrimas banhada,
Se ha uma tempestade a morte é inevimas uns c outros são dados ao assassii)e si, do fado, e lempo magoada,
tável, quasi, para os seus tripulantes.
nato, e as touradas são o seu divertiPondo os olhos no céo, assim dizia:
Para que ninguém, havendo naufraaio,
mento favorito. Soulhey diz: «Ajuntae a
fosse accusado, assignaram os offiríaes
"Nasce, sereno sol, puro c luzente:
hypocrisia ao vicio do hespanltol, e teuni termo de responsabilidade pelas suas
Resplandece, purpúrea e hraica aurora, vidas. Não sei o nome d'elles; sei, unireis um portuguez.»
Qualquer
alma
alegrando
descontente;
Não chega bem a ser um insulto,
camente, que devem e«tar proxinto da
porque não passa do característico vomiseu destino Os joruaes não commentaQue
a
minha,
sabe
tu
que
desde
agora
to de atguu gatuno alcoolico...
ram a sua heroicidade. Regislaram-n'o
i.iuitoa. 19—Devido ao-; mui- Jàinai? na vida a podes vèr contente,
*
tos aflaaeres, tcm-mc sido impossível en- Nem tão triste nenhuma outra pastora.,, sem uma palavra de elogio, enlre um
Linneo, o creador da sciencia Bo- viar algumas noticias d'esta cidade.
telcgramuia da «liavas» e uina notirói
Luiz de Camu s.
lanica, foi aprendiz de sapateiro na
de atropelamentos. Ca liaram-se; ma» delloje vou deligenciar reunir alguSuécia.
viam ter fallado. Deviam ter atirado com
mas de mais importância ainda que um
José Prendel!, que morreu em Lon- pouco retardadas.
eslo acçio á cara dos que desprezam o
A.
NOSSA
CARTEIRA
dres, começou por sapateiro. Estudou e
Presente e o Futuro para só cuidarem
Como devem saber pela imprensa
veio depois a ser um sábio muilo dis- de Lisboa, chegaram a esta cidade, sem
do Passádo. Corrente que se alastra por
lincto.
Anni versa rios:
lodo o paiz Bastava pensar que o Pasa mais peuueiui manifestação festiva,
Davi-J Parens, celebre professor de os 3 caoúiaalos republicanos pelo PorDia 31 — D. Maria Jose. Lages.
sado é noite c qu<j o Futuro ó Jus, e a
lheologia na Allemanha, foi lambem lo, o que não foi peior, pois seria posMadrugada para ouc es/a corrente paaprendiz de sapateiro.
rasse. Mas são os homens que governam
sível que se ellas se tivessem realisado,
Benediclo Bddnino, um dos homens
VALLE E SOUSA
a opinião, peios Urros e pelos jornaes,
policia aproveitasse a occnsiáo, para
mais sábios do século XVI, começou pelo avingar
a derrota do governo na invicta
Este inlelligente alumno do õ.° que leem a culpa de/Ja se espalhar. A
otlicio de seu pae.
nova geração grila, pc/as suas vozes roucidade.
anno da Universidade de Coimbra, cas
Foram sapateiros:
dus orgias, que já passou o tempo
As suas estreias parlamentares foGiíTord, escrijilor elegante do pre- ram muilo acaloradas por parte do povo principia, d ltoje em diante, a collabo- das nossas gbrias, que ninguém nos pode
sinte século.
salvar; e, applicando esta niaxima u cada
que enchia as galerias, e muito frias por rar no «Figueirense».
Blomtfrcld, auctor de muitas obras parte da cantara que, como sc sane,
um de per si, abandalham-se, rebaixaniE'
devido
ã
sua
pena
brilhante,
estimadas.
acham ali 11111 obstáculo para poderem o escripto que inserimos na nossa sc, porque não vale a pena ser honesto,
Winkelman, sábio antiquario alle- approvar tudo, sem haver um único que
nem ler um Ideal! Islo nã« é um exagemão.
secção «Prosas».
ro, é uma verdade, que Guerra Junqueise
opponha
aos
seus
intuitos.
João Brsnett, secretario da sociedaro jà notou no appendice do seu extraor• * • Tem sido assumpto obrigatorio
de dos autiguarios em Londres.
dinário poema «Patria».
em todas as conversações a censura que
Procittanão
<Iom
Fox, fundador da seita dos qnakers. o jornal, «A Patria», está solTrendo.
*
Com a pompa do costume foi conRogério Slierman, estadista ameriA Associação da Imprensa já pro- duzida, honleni, procissionaIntente, da
O
Passado
não
deve ser esquecido
cano.
urou o sr. presidente do conselho para egreja matriz para o couveuto, a ima de todo. Sou o primeiro a dizd-to. Mas
*
que esle sr. procure pôr lernio a este
só devem lembrar-sc os factos que nos
O primeiro incêndio celebre d'uni (lesmando. S. ex.* prometteu chnmar o gem do senhor dos Passos, em camarim íossani servir de exemjdo ou aquelles
fechado.
lhealro parisiense foi o da Opera, cm sr. governador civil, dizendo ignorar o que
Acompanhara a procissão, que ia que, pelo rastro dc amargura «pie dei1763. O fogo durou £ dias. (louve £ sc passava e que tomaria medidas para
numerosa,
a phylarmotiiea «Figueirense xaram, nos possam servir de licção. E,
mortes. Em 1777, o incêndio da feira que tal se não repelisse Pois apesar de
Hoje
deve
seguir do convanlo feita essa escolha, deve-se pensar no
da Saint Ovidc destruiu muitas barra- ja se haverem passado oito dias «A Pa- para a egrejá deella
Vesente e no Futuro, e não chorar pelo
S.
Julião.
cas d'espectáculos. Em 8 dc junho de tria» continua suhmeltida á censura.
ipte já lá vae. A geração que em breve
1781, segundo incêndio na Opera, insEntão para que servem os tribunos irá governar continuará a obra de
lallada no mesmo logar da que aideu iiacs ?
Tem passado baslaute inconimodada destruição dos acluaes governos, se não
em 176'J. — Houve 21 victimas. Em
de saúde, a (ilha mais relha do nosso jroceder assim.
CHISE MINISTERIAL
17'JS. houve dois incêndios: o do lheaamigo sr. Elysio Conde, hábil nteslre de
*
Estamos vendo 'que .os^homens do tanoeiro n'esta cidade.
lro Laza ri e o do Circo do Palais-Royal.
Os
Poetas
que
façam obras de Arte
governo
cslào
de
peara
e
cal.
Depois
Em 1799, ardeu, cm grande parle, o
útil. Não quero Jizer que escrevam poeOdéon, que dc novo araeu em% 1818. Da de tantos encontrões, dc lanto reboliço,
r»r. IVixt-irix^U'\l>r<-u
mas didácticos. Nada mais enfadonho e
!•» vcz ||UUvc 2 mortes da i. doze fe- c quando u queda do governo se julgava inivilavel, apparecc-nos este mais enEsteve n'esla cidxde este illlistre menos prnctico. Mas que nos sen» livros
ridos.
Em 1826, a 15 de Março, ardeu o raizado que nunca e, segundo «e affirma. ornEtnenlo d» faculdade de Direito da criem uma alniospliera sodia de paz c
simpliciéade, que nos descance das comcirco Franconi. Em l i de julho de 1827 disposto a sollrer com paciência Imlo- I niversiilade de Coimbra,
plicadas e torturadas producções moderardeu o Ambigu. Em 21 de Fevereiro os vexames que lhes lançam cm rosto.
nas, cpte as suas palavras sejam de ende 1 835, ardeu o Gailé.
BOERS
reta «"sqtiuilrn
sinamento,
sem que a sua Arte deixe de
Em Li de Janeiro de 1838, ardeu
Estão incommunicaveis na esquadra ser essencialmente aristocrática. Deve
Com as constantes derrotas que tem
a sala Favarl. Dois annos depois inauesta ser como uma linda e encantadora
guroii-se no seu logar a Opera-Comica. sofTrido ultimamente eslc^pequeno povo, policial d'esta cidde.. Ires pessoas para Princeza. de fina» mãos cobertas de anTambém em 1838, ardeu o Vaudeville. a imprensa utonarchiea lem-se regosija- por ellas se averiguar sobre um impor- ileis preciosos, de "grandes olhos vngos,
tante roubo que sc deu 11a Figueira.
Líu 1873—sem contar os incêndios do.
que ensinasse a ler a tidiilos sujos de
*
Calculamos as cartas e lelegrantmas
do anno terrível (maii de 1801)—ardeu
grosseiros aldeãos...
Acompanhadas
por
um
policia,
foque
a
imperatriz
Victoria
deve
ter
rea Opera da rua Le Peletier. a Porta
ram
ante-hunlcm
desta
cidade
pra
cebido
d'este
submisso
domínio.
Saint Martin c Dèlossemcnts-Comiques;
Os ofliciaes portugnezes praticaram
Os jornaes que mais defendiam a Coimbra, afim de darem entrada nos
no incêndio da Opera houve aproxicausa
Boer têm perdido muito, pois, des- Uospilaes da Universidade, seis mulheres uma acção altamente siguifleativa, Ião
madamente 300 victimas. Em 1800,
significativa como o seria unta obra de
houve o horroroso incêndio da Opera Có- de qne se não esperam victorias boers, Jc reputarão duvidosa..
os
joruaes
não
são
Ião
procurados
porArle ttlil. E tenho pena de não saber
mica que se deu cm Mjío.
que, na verdade, esse pequeno povo c
os nomes d'elles para aqui os deixar e
Associnriio .ftrliHtirn
*
Descohriu-se no Brazil uma cons- digno da mais alta sympathia. Com a
Reuniu quinta feira passada n'esU> pedir aos nieus leitores que os decorasvictoria da Inglaterra proíem o nossj prestante colleclividude a assembleia ge- sem.
piração dos imperialistas cotilra a repu- futuro
em Lourenço Marques.
Patria Porlugiteza, quem te julga
ral, aliai de Iratar de diversos assumblica.
A guerra, porem, ainda não decidiu ptos,
eulre os quaes dc eleger dois lu- ntorla ? Conto se nós não fossemos os
*
c ainda c possível que o povo boer qne
mesmos que descobrimos a índia, promDevemos ser corlczcs para com lo- Ião valente e, ainda possa repelir o leão gares, na direcção, que se achavam va- itos sempre a descobrir novas Índias,
gos,
por
não
lerem
sido
preheuchidos,
dos porque, multas vezes, por baixo dos que pretende suhjtigal-a.
ou pelo ntar tenebroso, ou pelo agitado
ua assembleia que leve logar ha dias.
andrajos do pobre, é que estão a virtumar do Pensamento...
Yesses
togares
licaram
os
srs.
João
GIUPPE
de e o valor.
fí. Pagauil.
Maria
d'Assunipçáo
Cosia,
vice-presi#
E' peior que a peste bubonica, a maldeule,
e
Jose
Luiz
de
Meira,
secretario.
Dentro em pouco sahirà das oílkinas dita grippe.
Foram approvados por maioria de
d:construcçãoda Sociedade Alsaciana dc
Esta mais flr 20 °\0 da população
Matta .'itOOO contos
votos.
Belfort, uma locomotiva gigantesca con- da capital atacada d'esta moléstiaO
ministro
da guerra apresentou ha
siderada como a maior que se conhece.
Mrdicos e pbarmacia» enriquecem
dias na cantara dos depulados um pro■'unido Nacional
Tem vinte melros de comprimento d'esta vez cm qunitlo que ontros jazem
e foi encomniendada pela Compmhia dos nos cemilerios seiu «pie sc tomem as diParece que deu em «droga» o par- seio, que ali anda em discussão, para
cantinhos de ferro do Norte por causa vidas providenciits para que se atalhe tão tido nacional que cm breve se formaria um empréstimo de 3:000 contos dc reis
da exposição universal. A macnina õ se- terrível mal.
ncsle nosso paiz... a morrer dc fome ali m de ser destinados á compra de aiguida d um lendi-r de <piatro rodas, poDeu cm «droga» porque Dias Fer- mamento para o exercito.
DEPUTADOS PELO PORTO
Cresça o monte!
dendo levar COO kios de carvão miuereira, o chefe indigitado do mesmo deTiiu sido muito cumprimentados no clarou, no seu jornal «O Dia» carecer
ral e 20 melros cubicas d'agua.
Foram conslritidas duas machinas notei Francfort os deputados pelo Porto. de fundamento a formação... de mais
O sr dr. AUunso Cosia paite em breve esse hieho roedor.
Deputado* republiranox
d'este lypo. Luia figurará na exposição;
a outra Iara, coui uma velocidade des- para essa cidade afim de continuar a deValha-nos isso, porque, julgamos,
O nosso collega «A Defez.i», de
conhecida ate ao presente, o serviço en- fesa do nosso amigo e enlrepido jorna- estarmos bjm assim e muito bem.
Pombal, abre o seu arligo de fuudo, e®
lista
sr.
Amadeu
Sanches
Barretto.
tre Paris e Calais.
Não acham ?
o numero 37"», com o seguinte:
E' possível que um espirito tão ins*
«Apesar do muito que diziam, ede
truído e orientado como Alfonso Costa,
Sócrates aprendeu a tocar instru- faça provar a innocenria do grande
lanto
que esperavam, os ingénuos uloAs cidades de Pydney e Adelaide
mentos, sendo velho.
pistas ao partido republicano, o aspecto
jornalista |Tovaudo-se que o único crime foram declaradas infectas "de peste.
Calão na edade de oitenta annos «pie lhe pode ser imputado cm todas as
do parlamento em nada sc modificou nem
aprendeu a língua grega.
os seus trabalhos seguiram uma nova
qoerellas é o elle ser um convieto reP«-ln rnen
Pintareo achava-se avançado cm an- publicano porque se o não fosse não leorientação cont a entrado lá dos três denos quando quiz aprender o latim.
Os governadores civis receberam putados d'aquclle partido eleitos no Por*
ria que se assentar no banco dos reus.
Henrique Spelman depois de cin- Agguardantos, jiorém, a sentença do in- uma circular do ministério do reino, re lo».
coento annos de edade, lornou-se a ap- tcgerrhno juiz, convictos de que s. ex." commendando o ntais rigoroso cumpri
Termine, dizendo; «para casa, pois,
plicar ao estudo das seiuicias.
reconhecerá a não culpabilidade da vi- mento das disposições regulamentares de srs. depulados republicanos».
Tanfago, depois de ler commanda- ctima do partido regenerador figueiren- policia e posturas ntunicipaes, proltibin
Informa 111-nos que os candidatos redo como general as tropas do parlamen- se.
publicanos peto Porlo, não lôm se não
do a caça no lempo defezo.
to inglez, quiz receber o grau de douchorado... em vista do açoute que lhe
EXPEDIÇÃO PARA AFRICA
tor na universidade de Oxford.
prespegou a «Defeza».
Já se acham em Lisboa os contiHl»n Ora«io«a»
Colhert, «piasi sexagenario, recomeOra pois...
gentes
que
lião-de
compor
a
expedição
çou os estudos de direito e latim.
Recebemos a amável visita d'estc
Voltaire dizia, poucos an^ios antas para Moçambique, a qual marcharão novo collega que se publica ua Villa da
da sua morte, qne todos os dias ai reu- muito eui breve.
Praia da Graciosa.
Consta que se tem dado mais
dia.
A. Vieira.
Vamos perm ilar.
c varíola, nVtu cidade.
«O
Figueirense»
,'i0 reis. \o\oi os unnuo» Vt» wo\4t
••O ln«i»are»al.»
tov\o4o.
MD3A3
Assim se intitula o hehdomaduric
Este jirrind fu» com intenda com
que vè a luz da publicidade em Torres
todas as outras pufAicaçfm 11'este géNovas e de que recebemos a visita.
Gostosamente vamos permutar.
O AM D'tm TH1CU1
nero . por isso se recwiuuenda a todas
Adeus o'i! nobre Coimbra,
as
pessoas interessadas u 'estas publiCidade dos estudantes,
cações.
O LIVRO DA ROZA
Adeus, bulias raparigas,
Na linha do Douro, pjrlo dn ErQue sois o que eu era d'antcs!
mida, caiu uma pedra medindo mais de
H>^So
Assigna-se 110 CENTRO DE PUliiO metros cuhicos Foram empregidos
O volumcsinho traz o seguinte ti- para a partir e desobstruir a via mais de BLICAÇÕES, rua da Padaria, 32,
Um emocionante episodio de amòr
20 kilograir.mas de dynamitevem lia dias inflamando as almas das ra- tulo:
2.° D.
paríeis de Coimbra, fazendo convergir
V2RS0S £>A ROZA
as suas enternecidas sympalhiaa p.ira
Na freguezia de Arcozello, em Baruma pobre e simples tricana, que vendo
^3 LISBOA
Folheto em que se Con- eellos, morreu ha dias uma mulher que,
ruir-se os castellitos côr de ma e oiro
tini algumas quadras de alli vivia, miseravelmente, n'uiu casebre
ipie architectara na sua alma phanUnisToma assignaturas 11a FIGUEIRA
umór e de adeuses da immundo.
ta da mulher, vibrante de paixão enmòr,
da
Foz
ROZA. afamada tricam
Quando a auctoridade da freguezia
deliberou, ailiquillada pela imlilTerença
de Coimbra, que se reco- arrolava o espolio, foram ertconlradas cm
do escolhido do seu coração, irocar as
^João Vinlo ^Duarte
lheu, por amòr, a um rolos, dentro de unia caixa, Gil libras
saudosas paisagens moiidcguiiias pela socm
ouro,
e
bastante
dinheiro
em
prata
e
PRAÇA DO COMMERCIO
cmeentn, eu4 liragn, nu
lidão de um convento, deixando,
cobre,
adoravel voluinesinho, o* seus versos,
dia 24 de fevereiro de
tristes e amorosos, cm que canta a quéda
1900.
HORAS DE PARTIDA E CHEGADA
•das suas illmões e se despede com enPUBLICAÇÕES RECEBIDAS
A- FIGUEIRA
Iranhavel saudade do eleito da sua alma
Coimbra — Imprensa da Univcrsi
« de todos oquelles a quem devia uma
dade — l'J00.
COS DíFfERtSTES COMBOIOS
viva gratidão
Muito agradeçamos as seguintes
Esses versos, cscriptos a sangue do
Abre com nm pequenino prefacio
mtuns
v\a\v.\wx
coração, c sobre os quaes hão de por d'um distinelo homem de letlras, de Coim- publicações recebidas:
Do
Uonb&
certo incidir as altenções dos psvcholo- bra, que pinta d'esta maneira a forja de
O INSTITUTO.— Revista scienlitica
gistas, nasceram-lhe dentro da aluía em sac ificio da infortunada reclusa;
e litteraria.—Esta revista é orgíto dolns- '4,10—Amieira, Alfarellos, Coimbra, Porseguida á convalescença d'uma grave
«Um dia um golpe vibrado mais de titolo de Coimbra. Publica-se em cada
to.
doença que a ia viclimando por ler inge-j perto uo seu coruçâo mal lendo Jevon-a roca um numero illustrado de 64 pagi- 3,0j—Pampilhosa, Mangualde, Villar
rido phosphoros e arsénico, para liquidar I a um acto de desespero. Esteve á morte: nas ou mais. Doze números formam 11111
Formoso; Ileira Raixa; Porto.
a desventura de se vér abandonada porjse tivesse morrido, Coimbra não a com- volume, com o seu frontispício, índice e 5,53—Amieira, Leiria, Caldas, Torres,
aqnelle a quem consagrara com vertia- prehenderia.— Tão longe anda por ca a capa especial.
Lisboa R.
deiro ardor a sua alma aquecida de um ' mocidade d'esse mundo de irresistível
Preço de cada numero ordinário. 6,20 -{Nos dias 23 dc cada mez) Tramjiuiòr exaltadis*iino.
ternura e le ellusão decidida.
wav para Coimbra.
200 reis.- -O volume custa apenas 2*5000
São mu interessantíssimo commenEscapou, e convencida pouco apou- reis.
: 8,50—Alfarellos, Lisboa P.; Beira Bailario d um . erdadeiro drama de amurem co da impossibilidade de se fazer atilar,
Temos presentes os n.°" I, 2 c 3
xa; Badajoz. Madrid.
que como Chamilly do século dezenove, vive sómeule por não lhe querer pezar correspondentes ao volume 47.°.
11,05—Traraway para Coimbra.
uih dos vultos mais insinuantes da hnhe- com a sua niurle, e ddlue parte do seu
De Tarda
mia .coimbrã, que, p ir certo, se não des- desalento amoroso em quadras que lhe
1,53—Amieira,
Alfarellos,
Coimbra, Porvanecerá ua aJun da pobre tricana, agora mo queridas, porque faliam d'elle e são
OS MYSTEIUOS DA INQUISIÇÃO
to.
envolta no seu habito de freira e mais su- para elle.
— por F. Games da Silva.
3,40—Amieira, Leiria, Torres, Lisboa
jeita que nunca a extasis apaixonados.
São essas quadras e aqucllas em que
Ufustraçõcs de Roque Gameiro e
R. (directo)— e Alfarellos, CoimVesgas poesias notáveis, sobretudo se despede das pessoas p ira quem foi Manoel de Macedo.
bra, Porto.
pela sua estrema simplicidade e pela com sempre uma irmã encantadora, qne comO romance «Mvslerios da Inquisiplela ausência de preocupação litteraria, põem o volumcsinho da infeliz S jror Ma- ção» constará de 3 magníficos v.duines 4,30—Pampilhosa, Mangualde; Porto; c
as quintas e domingos Guarda.
pois que a pobre rapariga, como diz o rianna do nosso tempo.
illiistrados de numerosas gravuras a 12 6,00—Amieira, Alfarellos, Lisboa H.,
prefacio que acompanha o volume, apeAmou loucamente, quiz morrer d'a- cores.
Ileira Raixa; llespanhu.
nas sabe ler e escrever e i^o mesmo cora inôr por não ser amada, e só porque se
Recebemos a caderneta n.° 1.
0,17—Tramway para Coimbra, (liga
difliculdade, eucontram-se reflexos d'Hin lhe mostrou que essa morte pezaria muito
Assigna-se na Companhia Nacional
cm Alfarellos com o couiboioamòr, em toda a sua sinceridade, que fa- sobre o seu adorado bem, abandonou essa
Editora,
do Conde de liarão, 50,
correio para Lisboa R )
zem do pequenino livro um importante ideia fúnebre. c ahi vae ella n'uma se- Lisboa: eLargo
no Porto:—Agencia, Largo dos 11,15—Amieira, Caldas, Torres, Lisboa
documento que testifica a exisiencia d'um renidade talvez forçada, mas com verdaR.
sentimento tão intenso como poucas ve- deira predisposição — para o serviço de Loyos, 47, 1.°.
>0 \a\s k' n&cmx
zes se cucoutrard no século prestes a fin- Deus, a caminho da maior virtude.
dar.
Botinha, poucos te comprehenderão,
De Manhã
BOIIEMIOS.—Publicação mensal de
Paginas tão cheias de. alma e repas- porque hoje ja se não ama. Mas beffldi13,23—Porto,
Coimbra,
Alfarellos, AmiIliteratura
e
arle,
n.°
6,
correspondente
sadas de inspiração — estão — por certo cla seja o amòr, quando visita almas como
eira.
a0
moz
destinadas a um* extraordinária popula- . tua." porque sempre ha de acabar por 1 .
#«- "'"ço.Scru
Comete numero ter- 5,11—Lisboa R., Torres, Caldas, Amimma a
ridade, sobretudo entre o m&o frágil, is encher di> virtude'
'■
'
'Hohemios».
eira.
dijo eorsçSo st co\dran^erá Ac puna ao
Asi beSo seja esse grande
™a, »
relativa a 7,0}—Lisboa P.; Reira Baixa; flespaler o? • Versos» da U i?.a que depois de amòr, que. mriou a R íx n«paalm»a, M»
»•
uma das mais
nha; Alfarellos, Amieira.
tentai mattar-sc p;>r amòr, por amòr se para lixar m memoria da nossa geração '.collaboradas cm Porluiçat deve ser ende7,48—Tramway de Coimbra.
n r
c <j:
recolheu a um convento.
a Rozmha d'agora, a freira d'ámanhã,— y.\'? , , '
í*
Lindo Valle, 0,52—Mangualde, Pampilhosa; Porto;
Como era de esperar, a edição, feita purificação da ullilna Iriòana que scube,
*
Lisboa R.; e ás quintas e doà maneira dos populares folhetos de cor- amar c sentir.»
^
1
#
mingos Guarda.
del, exgotou-se rapidamente, satisfazendo
Temos em frente de nós um retrato | * ,
.
_
apenas gata pequciw parte dos que de- da Irieana Roza, tirado pelo distiucto
AS DUAS MAES.— Sensacional ro- 10,44—Porto, Coimbra, Alfarellos.
Do Tardo
sejavam inteira r-se sabre este interes- photograjiho de Coimbra, sr. J. M. dos manee de E'mile Ri^hehourg, editado
saute drama de psychologia.
pela acreditada casa fielem & C *— R. 2,55— Lisboa R., Torres, Caldas, AmiSantus.
E' pos-ivel quê. brevemente, appareE'um langoroso I vpode mulher, en- do Marechal Saldanha, 26. í.*— Lisboa.
eira (directo).
ça uma nova edição; mas para não furTemos á \isla as cadernetas 11.04 15, 5,47—Tramway de Coimbra.
le a devaneio e scismador corno tolar por mais tempo aos leitores o en- das as amantes que tim direito a usar 18 e 17.
7,11—Lisboa li., Torres, Caldas, Amitanto d'essas quadras escriptas tão sen- de tal nome.
eira.
tidamente, publicamos em seguida alguInteressante e «adio busto, trasbor8,35—Salamanca; Villar Formoso, ManHISTORIA DO CULTO DE NOSSA
mas d'ellas:
dante de vida e soaho e destinado a esgualde, Pampilhosa; Porto.
SENHORA EM PORTUGAL - por o britiolar sob as paredes ifum convento!
0,55—Porto, Coimbra, Alfarellos.
lhante
escriplor
Alberto
Pimentel.—EdiEstará e la, porem, resolvida a supAdeus Soror Marianna,
poríar os rigores da clausura, fenecendo ção illuslruda.
Jã lá vae leu soflrimenÍA,
Livraria editora de Guimarães Lipor amòr sob um habito emquanto vae
Tu morreste por amdr
a
banio
de S. Roque, 108 a 110 ^.TNrJSTTTISrOIOS
lapidando os seus versos de pê quebrado ?
• vi
j. C." —R.
"
N'e>se sagrado convento!
'
ishoa.
O f .luro o dirá, pronunciando-sc I
™
'h
a caderneta n.°" 7 8 e
JOSE DAS NEVES ELYSEU e
abertamente pela aíUrmaliva os que sa-'n Recebemos
'
Digo-te adeus com saudade,
JOAQUIM D "ASSUMPÇÃO MARTIbem que noite escura se fez n'nqueRa ''
Nunca te direi que não,
alma, ao ver-se ananaonaaa
guando li as luas cartas
abandonada pelo seu
NHO, diplomados com o curso de
«anjo seduclor», corno ella o denomina
Gravei-te no coração.
regentes agrícolas pela Escola Central
nas suas quadras.
Jornaes de Modas
d'Agricullura
«Moraes Soares», de
Caso tão estranho e sparadico n'este
Adeus Soror Marianna,
Coimbra, encarregam-se de qualquer
tempo de prosa, eile terá pareci lo mais
N'um conrenlo vou morrer,
uma legenda do que uma realidade!
O leu amante esqueceu-te,
Ibrnmmentiam-§c a todas as Sr." serviço agrícola ou pecuário, podenTodavia, Coimbra inteira ficará para al- modistas, costureiras, collegios de me- lo o primeiro ser procurado na sua
O meu uie ha de esquecer.
testar a sua veracidade na longa memo- ninas e casas particulares, que n'esta
casa—R. da Lomba, 20, das 7 ás 10
ria que d'elle conservara.
casa se encontram dU venda e por as- horas da manhã e das 3 ás 7 horas
Altonso, eu dou-le um raio,
Coimbra, 20—111—900.
sign ilurn. os seguintes
da noite, e o segundo todo o dia nà
lau raio do meu olhar,
V.
e
S.
«Typographia Popular», Passeio InTu d'elle faz candieiro,
JORNAES DE MODA
Para dc noite estudar.
fante
D. Henrique.
(:)7)
SALON DE LA MODA — Quinzenal,
custa anuo :«200; 6 meses Í&TÒ0;
POLÍCIA
CORRECCIONAL
Sou >udo quanto não ama,
3 mezes 1^000; uunieiQ avulso iOl)
O senhor, o que eu amo só.'
Respondeu em policia correccioreis.
x
Sou cinza das suas chammas
nal,- na passada quarta feira, 110 tribu
LA
MODA
ELEGANTE
ILLUSTRADA.
Que altivo lança 110 pó.
nal judicial desta cidade, o sr. Alberto
-Semanal, anno :W000; G niezes
de
Moura e Sá, proprietário .Tuma
L5000; 3 niezes 000; numero avulso
A sua capa, senhor,
agencia de byoicletas «Gladjator», em
100 reis.
Vale abraços, vale beijos,
Foi feita de trancas pretas
Coimbra, pelo facto de transgressão da LE MODE NATIONAL - FRANCESA Foi tecida com Jesejos.
lei do sòllo.
Semanal, anno 2^800; 6 mezes 1.J Í00;
3 mezes 780; numero avulso 80 reis.
O sr. Moura e Sá foi absolvido,
AITanso. querido Alfonso,
como era de esperar.
LE PETTICE DE LA MODA - FltANFicaras sabendo assim
CEZ —Semanal, anno í-5600; G meDe Coimbra, veio a esta cidade
Que a paixão que por (1 tenho
zes 13330; 3 niezes 700; numero
E' paixão maior que a mim.
tomar a sua dufeza, o (Ilustre lente da
avulso 00 r_'is.
Universidade, sr. dr. Teixeira d' \breu,
Adeus oh! Rainha Santa
que
mais uma voz mostrou a sua aita JLTIMA MODA—Trcs edições, sendo
Tira-me d'este castigo,
tolas ellas semanaes.—*1.» Edição
competência em questões d'esta natuEu hei de ir para um convento
completa, anno H4000: G mezes A5000;
E hei de parecer-me condigo.
reza.
3 niezes 1-Í330; numero avulso 100
reis.
Eu cá vou para um convento
Edição, anno 33000; 6 mezes MGOO;
liniutircliu
Não lorno innis a gosar,
3 mezes 850; numero avulso 00 reis.
Vou orar, pedir pelos pobres,
As I.mpreias cm Coimbra regulam Edição Popular, anno 23000; 0 mezes
w
Passando a vida a chorar.
entre o00 e 800 reis, caJa.
15100; 3 mezes G00; numero avulso 1
(28)
A léns, Aila, •*- Santa Cruz,
E Penedo da Saudade,
Adeus o!i! J.irlnn B it mico,
Adeus, Universidade.
rae receber,
A Gasa DAVID dentro de 8
dias, um lindíssimo sortitlo de cortes
du prtirtma estarão, em casimiras,
ihagonaes e flanellas para fatos e calças. Artigo genuinamente francês, dc
longa duração, e cõirs perfeitamente
resistentes d acção do sol e das Iaragens com acido ou sabão.
VENDAS*COM LIMITADOS
LUCROS
Espera egualmente receber, em
abril provimn, oitenta differentes curtes de tecidos de lá tramados de seda,
siirpreheudenle novidade para vestidos
de mão. Sua E r.\ o In lio se co, nada.
perderá com a pequena espera, pois
que esta CASA conta vendel-os por menos trinta por cento que se venderão
em Lisboa, e Itere de encargos de transportes e de outros inconrenientes que.
concorrem nas comin as fóra da terra,
e com a certeza absoluta de que é inteira novidade e exclusivo d'est,i CASA.
CI1\NDE NOVIDADE UTTERARIA
Os Mysterios
da Inquisição
poa
<T. ijotitf.t
ll'a
Obra illusirada aicdres por Manoel
dc Macedo c Roque Gameiro.
Cada fascículo de 48 paginas, papel
dc luxo, magnificamente iinprcssu em
typo clzevir com uma formosíssima estampa a 12 cores, 120 reis.
Nos MYSTEIUOS DA INQUISIÇÃO
doscrcvem-se horrores que agitam adlictivãmente a alma, scenas que fazem
correr lagrimas, escalpellam-se figuras
d outros tempos, cncandeiam-se acontecimentos dispersos c tenebrosos, fustigase a hypocrisia, cnalteceni-se »s grandes
virtudes, faz sc rebrilhar a verdade e
põem-se em relevo lodos os personagens
que entram n*estc grande drama, em
que vibram commoeõcs da maior intensidade c alYectos do mais exaltado autor.
V íkvoío \iv\Tiit a \oiW os sí.tt\v<ms
«snijxuUs-. — Urna magnifica estampa
colorida, medindo 0,55x0,44 a qual representa uma das seenas cuja recordação ainda hoje nos é grata e que o nosso coração de porluguezes ainda não
pode olvidar.
Os pedidos dc assignatura podem
ser feitos k «Companbia Nacional Editora», Secção Editorial, Largo do Conde
Barão, 50, Lisboa, ou aos seus agentes.
FABRICA
DE
sEBiMiea
TIJOLOS E MANILHAS
RUA AFFONZO D'ALBUQUERQUE
(33,
FIGUEIRA
Esta fabrica, que actualmente
tem pessoal' habilitado e matéria prima de I.* qualidade, que são ospríncipaes elementos para a boa e solida
construcção dos objectos, fornece lenia
a qualidade de tijolos para construcções de casas o chaminés, e para jardins, em diversos gostos; telbões, sipbões, curvas, bacias de retrete, tijoleiras para fornos, vasos de pê e lisos
em lodosos tamanhos, talhas com tampa para agua, alguidares, tachos, fritadeiras com tampa, á imitação das de
Lisboa, e muitos outros artigos que
se acham fabricados e expostos á venda, por preço resumidos.
João Carlos M. d'Oliveira.
HACniVVS DI COSTURA
í? frOXCnRTAM-SE com a marima
^ ^ perfeição e por preços limitados.
Alfredo Louro
Rua dos Cypresles — FIGUEIRA
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Sarbados Americanos
— UENDEM-SE no Casal da Fonte
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Quem os pretender dirija-se a
José Lopes Guimarães Pedrosa.
COCHEIRA
■ DE
Jiauaico "òe Souòa (Box^eò
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Antiga de Junquini ljenlo Piulo
LARGO DA £GREJA, 27
Fiqueirensei
OmCIU ll£ ENC\DER\\W)lt
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Ferro Inalteravel
PARTEIRA
(20) MARIA L>A ENi.AliNAÇÃO
KEliREIHA DE CARVALHO, par- PÓS TON1CO- RECONSTITUINTES
de
teira pela Escola Medica de LisU «•» J» «M.«. O
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Ippolito
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» giníírcs
boa, ollerece os seus serviços n'esla
Lioeno.ftdo
em
Medicina
e
Cirursri*
FIGUEIRA
(17) cidade.
SSOfc*
Travessa da Conceição, 23.
PODEROSO ESPECIFICO applicatlo para a cura da anemia, cblorose, escrófulas, perdas brancas, irregularidade ou a sunpressão das regras; '.nus
temperamentos lymphalicos, enfraquecidos ou cihaustos e nas convalescenças.
Tem as propriedades physiolog.cas e
lherapeulicas coramuos a todos os ferruginosos, distinguindo-sc d'esles cm uão
Sapataria
Comiança
cangar as vias digestivas os quaes occasiaaam euiinbras no estoniago prisão de
28—Eua 11
dô Setembro—28
ventre ou diarrhea.
Sãe formados de Oxydo-ferrozo-ferc% ueira òa cFoz
rico (sesquioxydo de ferro) e uma matéria orgauica amarga misturada intimamente.
(13)
O proprietário d'es"ta sapataria, previne os sens estiCAIXA 600 REIS
mai freguezes e o publico, que acaba de lhe chegar
tkc\\cv*&-it á vtxuVa. *a.
um completo e variado sortido de calçada de todas as
qualidades, recentemente fabricado para homem, senhora
PHARMACIA AMORIM
e creança, em prelo e côr, para praia e íauipo
j5-aftua í>a (Boa aft eccibacão-tg
Jteeomtnmdn-se esta casa não só pela seriedade, -como
pela boa qualidade de material que emprega, mas lambem pelo bom acabamento e perfeição de todas du as, que são executadas
pe'a ultima moda.
um
BILHAR completo
e ainda novo.
N esta redacção sc iiz.
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Jomarn-se conta de encommendas, não só por medida,
como também para exportação.
Cosinha Pi pular
\ii-m «fcKlrralrado (riu A *euda lamnnros e rhauen* dc Iodas
RDA DA COXCORDIA, N.°' 27, 29 e 31
hm qaalidadcK.
. Figueira da Foz
.MODICIDADE DE PREÇOS E PROMPTIDÃO
(7)
Joaquim
J2.
cfltaceio
Aluzam-sc landnus, caleches, arae•ricana», phaetons, coupòs, victorias e
Htreacks, para passeio, viagem e visitas.
Correspondente das principnes
0 sen proprietário, anligo cosi- caos de musica de Italia, Allemanha,
nlieiro do hotel Heis, cncarre«a-ge França, Bélgica, Hollanda, Hespanba
ile fornecer almoços e jantares,para e Lisboa. Yeude musicas para banda,
orchesira o para vários instrumentoi
fora, por preços commodos.
só, ou com acompanhamento.
Tem bons quartos para alugar,
Lecciona piano, violino, flauta,
■ele.
accrilando Itospedes permanentes.
21
(1)
^ííerino oelbo ilibe ro.
.SEfíV-.gOf£fl',;/iN£NTE
Rrmrllr-ar o rnlalogo dn
inimicaM para banda u quem o
rcquinilar.
FIGCEIRA DA FOZ
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FIGUEmA.
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Effactua segruro terrestres e marit mos
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'Correspondente na Figueira
Rua Garrett, 48, IS
Rua Garrett, 48. i:
Iil«BOA
SI» NO BAZAR ECO.AOUICO DO
BARATSIRO
Premiado -com a medalha d'ouro na Exposição Industrial
•do Porto de 1897
Economia <le 50 por cento no consumo <lo gaz.
Grande reducção nos preços
Bicos n.° 1 a '^000 reis
Bicos n.° 2 a 4^500 reis
Mangas n.* 1 a 500 reis
Mangas n.° 2 a t>00 reis
Tulipas e globos de 300 e 500 reis para cima.
DO
PORTO
40 - M l II DE SETEMBRO - 42
FIGUEIRA %0,
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«'ESTE B.vZAR, encontra-se um bom sortido em MOVEIS DE MA- «
DEIRA, JaMaS DE FERRO, LAVATORIOS, COLCUÕES, e
muitos outros artisos, por preços sem competidor.
Mauda-sc vir toda a tpialidade de mobílias completas, que o fregues
desejar: assim como —FOGOES, COFRES A PROVA DE FOGO, etc., etc.
Niuguem compre mobília, seui visitar o RAZAR ECONOMICO, que
é o que n'e-ta cidade vende mais barato.
Também se enverniza toda a qualidade de moveis usados, com perfeiçío, e por preços modioos.
Dirijir os pedidos a
SUCGUBSAL EM COIMBRA, rua do Visconde da Luz, n.#
101 a 103.
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Silva
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I FABRICA
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Premiada na Riposição de Ceramlca Purlnjucra.
no P«»río. em
com diploma de merilo : e medalha
de robre na EipuNirãu tlistrictal de Coimbra»
em IS£4.
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y YPOGRAPHIA
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passeio Infanto %). tJCcrtriquc
~^6£FIGUEIRA
DA
FOZ
_ FSTA fabrica a mais acreditada em Coimbra, em constrrcção o so— |j lidez de telhõás, manilhas para encanar agua, sipboes para reNesla o {Reina, execula-se com pei feição, rapidez e modicidade
tretes, vasos para jardins e platibandas, balaustres, tijolo para ladrilhos de preços, lodo e qualquer trabalho lypographico.
de fornos, tijolos grossoá pira construcções e para cluminès, tachos para
cosinha á imitação «los de Lisboa, etc.
Toma-se conta de encoinmendas pira qualquer ponto do paiz, forneTodos estes artigos são de bua construcção e por
cendo-s» tod is as informações que sejam pedidas referentes á forma de paPJKEÇOS ECONOMICOS
gamento etc.
IMPRESSÕES A CORES
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llua do Príncipe R ui, 56
£SCBITTGft10
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0FF1CINAS
Jiarca registada
I !
com "Fabrica» de caixões e dcpowilo doa U1CMEUOH, Já rorradoM
e promploN.
Na RUA BELLA n.° 3,
pegado á PADARIA
Hia caixões de ercança desde SttO reis.
i)ito< de iHCnúios e jueximas desde li.iOO
reis.
Ditos de homem e-mulher desde h>S00
reis.
i)itos de chumbo e incumfce-se de urnas
cm pau santo e mogno.
Tem bom serviço de tndns os objectos necessários para qualquer funeral, e um homem habilitado a tratar
de todas as voltas necessários, tomando
a agencia a responsabilidade de tudo
em qualquer enterro tanto modesto
como sumptuoso. Quem necessitar dos
serviços d'esta, deverá dirigir~se ao
proprietário, e para ectior desvios ou
abusos bom será em carta fechada.
Dão-se lubellus de .preços a Quem
•íjí requisitar.
COIPANnii DE SEGCROS
ESCRIPTOIUO
e
0FF1CIN.VS
lilKDOi
Carro fiiitebre para (rntiMporlcN da cidade para o ccinlIrria a
JDá-se b(5acommissão aos rovendedores de caixões.
O Proprietário
'JOSÉ NEVES ZUZARTE.
"0 proprietário
JOSÉ MARIA JÚNIOR.
• Carretra.paia Iodas as feiras-de
Montenwr, -Ferreira -e Maiurca.
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29-^^
COIMBRA
Bilhetes
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de
visita
«ias»
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PROPRTETAHIO PRAIL10 AUGUSTO MARTINS BI