PORTFOLIO
Textos diversos sobre psicologia, relacionamento, sexo, fitness, nutrição,
livros e filmes
Larissa Avelar –
redatora, ghostwriter, revisora e
tradutora
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Relação de Textos
1 - Textos de Psicologia ............................................................................................................... 2
A depressão maternal e o bebê .................................................................................................. 2
Obesidade: Por que não consigo emagrecer? ........................................................................... 4
2 - Textos para site feminino ....................................................................................................... 6
Você Está Sabotando Seu Relacionamento? ............................................................................ 6
Pompoarismo – A Massagem Com A Vagina ......................................................................... 9
3 - Textos para site masculino .................................................................................................. 11
10 Dicas Para Fazer Sua Mulher Ser Mais Safada Na Cama ................................................. 11
A Dor de Cabeça Dela É Real, A Sua, Não; Dizem Cientistas .............................................. 14
4 - Textos para site de fitness e nutrição ................................................................................. 16
A Dieta do Abdômen: Como Funciona, Cardápio e Dicas ....................................................... 16
Biscoito de Polvilho Engorda? ................................................................................................ 19
5 - Textos diversos sobre filmes e livros ................................................................................ 22
O Hobbit: A Desolação de Smaug ............................................................................................ 22
O Segredo do Meu Marido ...................................................................................................... 24
10 Filmes Imperdíveis de Vampiro ........................................................................................... 26
Quem é Patrick Modiano na fila do pão francês? .................................................................... 29
E Se Os Clássicos Da Literatura Fossem Filmes da Sessão da Tarde? ............................... 32
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1 – Textos de psicologia
A depressão materna e o bebê
A depressão é um dos transtornos mais comum e estima-se que aproximadamente 20% da
população sofra de alguma forma de depressão. Como sabemos, a depressão incapacita a
pessoa de exercer as funções mais básicas de sua vida, como cuidar da sua higiene pessoal.
Mas o que acontece quando a depressão afeta uma mãe que tem um bebê para cuidar? Como
acontece este cuidado? Quais são as consequências para o bebê?
Depressão e maternidade
Um estudo publicado em 2013 pela psiquiatra Katherine Wisner, nos Estados Unidos, mostrou
que de 50 a 85% de mães sofrerão algum tipo de depressão durante os dois primeiros anos do
bebê. Já a psicóloga Hannah Woolhouse, do Instituto Infantil Murdoch, Austrália, publicou um
artigo este ano que sugere que o pico de depressão materna ocorre quando a criança atinge 4
anos. Seja qual for a idade, ambos os estudos sugerem que a depressão maternal é mais
comum do que se imagina.
Um dos motivos mais conhecidos para esta depressão é o desequilíbrio hormonal causado
pela gravidez e o período subsequente ao parto onde o corpo tenta restabelecer o ritmo
hormonal anterior à gravidez. Há também, claro, questões genéticas e também o próprio
histórico de saúde mental da mãe anterior à gravidez.
Para além das questões hormonais, a maternidade envolve uma série de mudanças na vida da
mulher. Preocupações, impossibilidade de ter um sono restaurador, o estresse de ser a mãe
perfeita e conciliar com igual perfeição todos os seus outros papeis, são questões que têm um
peso enorme na saúde mental desta mãe. E a mãe, que agora tem que cuidar de um bebê,
esquece-se de cuidar de si mesma.
Um dos maiores problemas da depressão materna é que ela pode passar despercebida. Ora,
apenas pense: qual mãe não vive situações de fadiga, falta ou excesso de sono e apetite,
preocupações exageradas e/ou irreais, perda de prazer nas atividades que antes davam
prazer? Estes são os primeiros sinais da depressão e no contexto materno podem se confundir
facilmente com as dificuldades comuns que todas as mães enfrentam. Dessa forma, a
depressão vai se instalando e se fortalecendo.
Para piorar, frequentemente as mães são vistas como egoístas se expressarem seu desejo de
receber algum tipo de atenção médica especial. Espera-se que mães de bebês pensem apenas
neles. Quando essas mães tentam expressar seus sentimentos, é comum ouvir de familiares e
amigos que é “só cansaço”, “é fase”, “toda mãe é assim” ou até mesmo o clássico “é só
manha”. E o problema só piora quando esta depressão se reflete negativamente no
comportamento do bebê, mas ninguém consegue identificar a causa.
O impacto da depressão materna no bebê
O impacto da depressão da mãe varia de acordo com a intensidade da depressão, a idade do
bebê e a duração do quadro.
Laços mãe-bebê frágeis
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Os laços emocionais são chave para o desenvolvimento do bebê. Algumas mães com
depressão conseguem cuidar das necessidades básicas do bebê, como alimentar, dar banho
etc., mas tudo feito de forma automática. Estudos já demonstraram que a longo prazo isto pode
levar o bebê a problemas de sono, cólicas, ter problemas de interação, apresentar um
desenvolvimento atrasado.
Problemas comportamentais
Tanto em bebês novinhos quando em crianças de até mais ou menos 3 anos, pode haver
problemas de comportamento. O bebê se mostra irritado, chora mais e tem dificuldade de
interagir com outros ao seu redor. Quando mais velhos, eles se tornam agressivos, menos
independentes e têm dificuldade em se socializar.
Depressão
Como a figura com a qual o bebê mais interage é a mãe e esta mãe é depressiva, ele passa a
se identificar mais com rostos tristes do que felizes. Assim, ela tende ao humor depressivo e
consequentemente ao desenvolvimento da depressão.
Problemas de saúde física
No caso de quadros mais severos, a mãe pode se sentir incapacidade de cuidar minimamente
do seu filho. Assim, a criança pode ficar sem alimentar-se propriamente, ter problemas de
infecção por má higiene, entre outros problemas.
O que fazer?
Como qualquer outra depressão, a depressão materna é tratável. Para mães que amamentam,
o uso de antidepressivos deve ser considerado com cuidado, embora não seja
necessariamente descartado. A psicoterapia e grupos de apoio com outras mães que passam
ou já passaram por situação semelhante também podem ser incorporados ao tratamento.
É necessário certificar-se de que o bebê está sendo cuidado em todos os aspectos, tanto os
físicos, quanto os emocionais. Para tal, pode-se usar uma figura feminina substituta para
estimular o bebê a desenvolver laços afetivos, utilizando também a mãe para estimular nela a
interação com seu bebê.
É preciso também que toda a família apoie o tratamento e entenda que a depressão materna é
algo real e sério e que quando não é tratada, pode ter consequências que duram anos para o
bebê.
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Obesidade: por que não consigo emagrecer?
Em agosto de 2013 o Ministério da Saúde revelou que 51% da população adulta brasileira se
encontra acima do peso ideal, sendo que o percentual de obesos subiu de 11% em 2006 para
17%. Por que ganhamos peso em uma época em que se fala tanto em estilo de vida saudável?
O que fazer quando decidimos emagrecer? Procuramos ajustar a alimentação e aumentar a
atividade física. Para isso, podemos procurar um nutricionista, endocrinologista, buscar a
orientação de um educador físico. Mesmo com esse time de profissionais, nem sempre o
resultado aparece. Ou até aparece, perdemos alguns quilos, mas acabamos voltando ao peso
inicial. Por que isso acontece? Como evitar? Talvez a resposta seja incluir um profissional da
saúde mental no time de experts.
Uma questão de peso
A princípio, emagrecer é algo simples: ingerir menos calorias do que se gasta. Porém, há
outros fatores que interferem nessa matemática: hereditariedade, ambiente, hormônios, fatores
genéticos e também psicológicos. É geralmente esse último que muita gente tende a ignorar ou
diz apenas “estar estressado”. Dizer que está “estressado” pode apontar para várias situações:
ansiedade, cansaço, insatisfação, depressão, entre tantas outras. Portanto, não é só uma
questão de o que você devora, mas o que está te devorando por dentro.
Entender os fatores psicológicos que afetam nossos hábitos alimentares nem sempre é tarefa
fácil, pois muitas vezes eles são aspectos inconscientes. Esses aspectos remetem a momentos
específicos da nossa vida, determinando assim o tipo de relacionamento que teremos com a
comida. Vamos entender um pouco como eles se formam e interferem na nossa dieta.
Comportamento aprendido: esse é um caso relativamente “simples” de identificar. Muitas
vezes os pais usam comida para recompensar os filhos, por exemplo, pelas boas notas na
escola. Isso pode fazer com que a criança passe não só a ver a comida como um prêmio, como
também fazer com que a comida seja o objetivo principal de seus esforços, colocando-a como
centro de sua vida. Outras vezes, uma criança quebra um braço e os pais oferecem comida
para confortá-la e fazer com que ela esqueça a dor. Ora, nenhum pai oferece alface como
conforto, mas, sim, guloseimas. Assim se estabelece a ideia de que comida (calórica!) é um
conforto e alivia as dores e dificuldades da nossa vida. O comportamento aprendido pode ser
mais simples ainda: se as pessoas da casa têm um hábito alimentar ruim, a criança vai
aprender a se alimentar mal. E quem pode culpá-la, já que ela conhece apenas pizza e
refrigerante?
Emoções: quando sofremos emoções muito fortes (perda de entes queridos, um assalto,
pressão no trabalho etc.), o organismo fica estressado. Quando isso acontece, o nível de
energia diminui. Porém, nós continuamos precisando viver a vida, certo? Trabalhar, cuidar da
casa… A forma que o organismo encontra para prover energia é fazer com que tenhamos
desejos de comidas energéticas, portanto, calóricas. Ou seja, o cérebro interpreta um estímulo
emocional (a depressão, por exemplo) como falta de energia física, quando na verdade
estamos com falta de energia mental. Esse problema pode levar a ao desenvolvimento de um
transtorno alimentar,
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como o transtorno da compulsão alimentar periódica, onde o indivíduo ingere grandes
quantidades de comida, onde ele se sente fora do controle, seguindo-se o sentimento de
angústia e culpa.
Eventos traumáticos: é um caso específico do quesito “emoções”. Uma pessoa pode sofrer
um trauma e nunca conseguir superá-lo. É o caso de abusos sexuais na infância, por exemplo.
Algumas pessoas que sofreram esse tipo de abuso relatam que passaram a engordar como
uma forma de tentar se proteger do agressor, continuando a comer mesmo quando o abuso
termina, porque inconscientemente elas comem para se proteger de qualquer pessoa que
queiram machucá-las. Outro caso comum é o luto, a perda de alguém ou algo especial (o
emprego dos sonhos, por exemplo). Para preencher o vazio deixado, substituir o afeto e a
satisfação que se sentia, busca-se a comida.
Faça a pergunta correta!
Resumo da ópera: precisamos sempre enfrentar nossas emoções, entendê-las e aprender a
lidar com elas. Se nós não fizermos isso conscientemente, nossa mente vai tentar resolver
inconscientemente, resultando assim em um comportamento negativo, como a compulsão pela
comida. Portanto, antes de se fazer a pergunta “como emagrecer?”, faça a pergunta “por que
engordei?”. Abaixo estão algumas dicas que podem te ajudar a encontrar a resposta.
Linha do tempo: Você nem sempre pesou o que você pesa hoje. Mesmo pessoas que
sempre foram “gordinhas” não nasceram com o peso atual. Coloque fotos suas com diferentes
idades, identificando assim o ponto onde o peso começou a aumentar mais. O que houve
nessa época? Quais os fatos mais marcantes quando você tinha essa idade?
Diário alimentar: Essa é uma técnica usada por vários programas de perda de peso.
Escreva tudo o que você come no dia, os horários, a quantidade. Anote também seus
sentimentos e sensações que você teve antes, durante e depois de comer. Qual o horário em
que você come mais? Você come mais quando está sozinho ou acompanhado? O que estes
momentos têm em comum?
Visite um médico: Mesmo que você tenha consciência que a causa do ganho de peso seja
psicológica, pode haver outras causas em ação, como alterações hormonais ou algum
medicamento que você esteja tomando.
Se conheça melhor, se torne consciente do seu relacionamento com a comida e também do
seu corpo. Só assim você poderá ter uma perda de peso saudável e duradoura.
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2 - Textos para site feminino
Você Está Sabotando Seu Relacionamento?
Seu relacionamento vai de mal a pior? Como tirar seu relacionamento dessa crise se seu
parceiro não se esforça para melhorar? Calma, respire fundo e pare um pouco para pensar:
será que você está sabotando seu relacionamento? Esta é uma pergunta traiçoeira, já que
nosso primeiro impulso é pensar que não.
Acontece que este tipo de sabotagem se dá em um plano inconsciente, fazemos coisas e não
nos damos conta delas e nem das consequências. Daí a crise chega e no emaranhado de
tantas brigas é bem difícil identificar nossos próprios erros. Conheça agora alguns casos
comuns e descubra se você está sabotando seu relacionamento.
1. Falar demais
É verdade que homens têm mais dificuldade de falar sobre seu dia a dia, seus sentimentos e
emoções. Por conta disso, a dinâmica da maioria dos casais é sempre a mulher falar mais (do
dia a dia, das amigas, do trabalho, do relacionamento, de roupas, de tudo!) e o homem ouvir.
Até certo ponto, não há problemas nisso. Entretanto, a coisa complica quando o homem tem a
necessidade de se expressar e não consegue porque você não dá espaço, porque está muito
focada em si mesma.
Solução: seja mais observadora, se seu parceiro anda calado, mudou o comportamento, talvez
ele precise falar ou precise que você pergunte a ele o que está errado.
2. Você não está sendo você mesma
Muitas mulheres acham que, para um relacionamento funcionar, elas precisam gostar sempre
das mesmas coisas que o cara, descobrir o que ele gosta em uma mulher e mudar seu estilo
para agradá-lo e por aí vai. Isso não poderia estar mais longe da verdade! Você precisa ter
algumas coisas em comum com ele, mas não tudo. Se você tentar ser outra pessoa, estará de
alguma forma sabotando seu relacionamento. Sua máscara eventualmente vai cair ou você vai
demonstrar sua insatisfação com a situação de outras formas, como brigando por motivos
bobos e que não têm nada a ver com o incômodo real.
Solução: seja você mesma! Se ele te chama para ver um filme de ação, diga que não gosta e
por isso não quer ir ou que não gosta, mas vai apenas para fazer companhia. Com certeza ele
vai apreciar o seu desprendimento e honestidade.
3. Você não está presente
Seja por causa de um novo emprego, porque precisa ajudar alguém da família, ou porque você
simplesmente está muito cansada, você está ausente, mesmo quando está presente. Não
entendeu? Às vezes os afazeres diários fazem com que você não tenha tempo para estar com
seu amado e
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quando finalmente consegue estar com ele, sua mente está em outro lugar. Você não dá
atenção a ele, não ouve o que ele diz e ele se sente negligenciado.
Homens percebem estas coisas e ele pode acabar não se importando em chamar você para
um jantar romântico porque sabe que você estará pensando no projeto que tem que entregar
no trabalho, então você reclama que ele não é mais romântico e… Bem, o resto você já sabe.
Solução: se você está passando por um período difícil, seja sincera e diga a ele que esta é
uma fase complicada, mas que tudo voltará ao normal depois. Ele se sentirá valorizado por
você estar compartilhando isso e por estar pedindo o apoio dele. Nos momentos em que
estiverem juntos, tente estar presente de corpo e alma.
4. Você acredita na “imunidade dos 15 anos”
Várias estatísticas demonstram que se um casal sobrevive 15 anos juntos, as chances de eles
se separarem são mínimas. Isso não é de todo verdade. Depois de 15 anos, vocês ainda
precisam manter o romance aceso, se cuidar física e psicologicamente etc. Talvez você tenha
esquecido um pouco disso e consequentemente esteja sabotando seu relacionamento.
Solução: reacenda a paixão! Prepare surpresas, visite os locais que vocês costumavam ir
quando ainda namoravam, invista em novas fantasias e brinquedos sexuais.
5. Você quer que ele leia seus pensamentos
Erro clássico de várias mulheres! Muitas mulheres esperam que o homem adivinhe o
restaurante onde elas querem jantar, o que elas gostam de fazer na cama, que preferem
margaridas ao invés de rosas. Claro que quanto maior for o tempo de relacionamento, mais seu
parceiro vai conhecer você e vai poder te agradar sem você precisar dizer o que gosta, mas
mesmo nesses casos sempre haverá algo que eles não saberão.
Solução: pare com isso e simplesmente diga “hoje eu quero jantar em tal restaurante”, ao
invés de dizer “você que escolhe” quando na verdade está louca para experimentar o japonês
novo que abriu.
6. Você procura erros
Quando ele limpa a casa, você simplesmente se senta no sofá e curte a casa limpa ou vai
procurar os lugares onde ele não espanou direito? Esse tipo de comportamento pode estar
sabotando seu relacionamento. Ele demonstra falta de confiança e também falta de apreciação
pelo que o outro faz. Você, por sua vez, acaba atribuindo mais importância a estes “erros” do
que eles realmente têm. Conclusão? Brigas e mais brigas!
Solução: aprenda a relaxar e deixar o controle de lado. Pense que todo mundo tem defeitos e
que alguns realmente importam e outros não. Vale a pena criar caso se ele não encheu o
tanque de gasolina como você pediu? Bom senso é a chave nesse quesito.
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7. Você se guia pelos conselhos alheios
“Se conselho fosse bom não se dava, se vendia”. O ditado popular não está completamente
certo, mas também não está completamente errado. Acontece assim: você conta seu problema
para sua melhor amiga e ela, na melhor das intenções (ou não), te dá a opinião dela e um
conselho. Embora seja bom ouvir outras perspectivas, especialmente de pessoas que não
estejam envolvidas na crise, nem sempre elas têm o conhecimento completo da situação e não
conhecem seu parceiro como você conhece.
Solução: pedir opinião e conselho ainda é bom, mas estabeleça limites e utilize seu próprio
senso crítico porque, no fim das contas, você conhece a situação melhor do que ninguém. Una
as opiniões e conselhos dos outros às suas próprias ideias e só então chegue a uma conclusão
de como agir.
8. Você está se esforçando demais
Para sair de uma crise ou manter um relacionamento indo bem, você precisa se esforçar, estar
presente etc. No entanto, fazer demais também prejudica: ligar várias vezes, mandar várias
mensagens apaixonadas de texto, estar sempre inventando surpresas etc. Tudo isso pode
acabar sabotando seu relacionamento por sufocar o homem.
Solução: relaxe, deixe a ansiedade de lado. Faça sua parte, mas espere também que ele
tenha oportunidades de fazer a dele.
9. Você compete com ele
Relacionamento não é jogo onde um ganha e o outro perde. Se você fica constantemente
querendo provar como cozinha melhor que ele, como tem mais sucesso no seu trabalho do que
ele no dele, como você está mais em forma do que ele, ele se sentirá diminuído e
desvalorizado.
Solução: ele é seu parceiro, não seu adversário. Investigue de onde vem sua necessidade de
competição e aprenda a controlar seus impulsos.
10. Você evita discussões
Para manter a paz, você se cala quando ele faz algo muito errado. Este comportamento só
piora a situação porque vai deixar você cada vez mais insatisfeita e pronta para explodir e seu
parceiro vai continuar agindo de forma errada, porque simplesmente não sabe que está errado.
Solução: Discussões não querem dizer brigas. Apenas diga educadamente o que não gostou e
tentem chegar a um acordo de como agir no futuro.
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Pompoarismo – A Massagem Com a Vagina
Você já ouviu falar no pompoarismo? Talvez você tenha ouvido falar em mulheres que
conseguem colocar e tirar objetos da vagina usando apenas os músculos vaginais e mais nada,
mas torceu o nariz porque achou que era mentira. Pois bem, esta técnica tem nome e se
chama pompoarismo e tem no mínimo 5 séculos de idade. Vale a pena conhecer!
O que é o pompoarismo?
Criada na Índia e aperfeiçoada na Tailândia e Japão, o pompoarismo é uma técnica onde os
músculos vaginais são responsáveis por estimular o pênis. No pompoarismo, o homem e a
mulher ficam quietos e a vagina sozinha faz o trabalho de apertar e fazer outras contrações de
modo a provocar prazer no homem. O uso dos músculos é feito de uma forma rítmica e
controlada.
No pompoarismo, a mulher aprende a usar os músculos pélvicos de forma isolada e, quanto
maior for este isolamento, melhores serão os resultados, porque você saberá controlar a
pressão e a força que vai exercer no pênis.
Os movimentos básicos
Veja alguns dos movimentos mais básicos do pompoarismo.
Chupitar : sugar o pênis com a vagina
Estrangular: apertar o pescoço da glande com um dos anéis vaginais
Expelir: expulsar para fora o pênis, deixando apenas a glande no interior da vagina
Ordenhar: massagear o pênis de maneira ordenada, utilizando os anéis vaginais
Sugar: introduzir somente a glande na mulher e assim ela suga com a vagina o resto do
pênis
Torcer: apertar e torcer o pênis com os anéis vaginais
Travar: contrair a vagina, impedindo a saída do pênis.
Como praticar o pompoarismo?
Antes de praticar com seu parceiro, é bom praticar sozinha. O pompoarismo não é muito
conhecido, mas já existem em algumas cidades alguns locais que oferecem cursos. Se na sua
cidade não existe, confira as dicas abaixo.
Localize o músculo: primeiramente, urine e interrompa o jato. Segure por alguns segundos
para identificar o músculo que precisa ser trabalhado. Em outra ocasião, insira seu dedo na
vagina e tente contrair o músculo, apertando o dedo. Você pode usar um pouco de lubrificante
no dedo para facilitar a inserção.
Isole os músculos: sem o dedo, tente fazer a contração dos músculos vaginais, mas
certifique-se que não está contraindo também os músculos das coxas e do bumbum.
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Contração curta: contraia os músculos dez vezes, segurando a contração por 2 a 3
segundos. Controle a respiração inspirando enquanto contrai e expirando quando relaxar o
músculo.
Contração longa: assim como no exercício acima, mas segure a contração por 10 segundos
e relaxando por mais dez.
Sugando, expelindo: nesse exercício você precisará dos músculos abdominais. Você vai
tentar sugar o seu dedo. Para isso, tente contrair também os músculos abdominais, como se
seu umbigo estivesse entrando dentro do seu corpo. Depois relaxe os músculos, expelindo o
dedo.
Elevador: uma variação do exercício acima. Você vai tentar sugar, mas aos poucos,
controlando a contração, segurando-a e depois sugando mais. É como se um elevador
estivesse subindo e parando em cada andar por dois segundos. Na “volta”, relaxe os músculos
de forma lenta, segurando a contração.
Para cada exercício, repita 10 vezes e depois refaça o circuito.
Outras dicas
Lubrificante: para você sentir que o exercício está verdadeiramente funcionando, o melhor é
usar seu próprio dedo. Use um lubrificante (mas não muito) para facilitar.
Conheça seu corpo: para o pompoarismo, é essencial que você conheça sua anatomia e
não tenha vergonha. Use um espelho para explorar sua vagina, seus dedos, leia sobre ela.
Sentada, em pé, agachada...? Enquanto você estiver apenas treinando, a melhor posição é
aquela em que você se sente mais confortável, principalmente quando você ainda está
começando.
Exercite-se! Como você já viu, a sua região muscular pélvica será muito estimulada. Fazer
exercícios físicos que fortaleçam essa área como abdominais e pranchas é algo que pode
ajudar você na prática do pompoarismo.
O pompoarismo na hora “H”
A melhor posição é com ele deitado e você por cima, mas você pode tentar outras posições
também. Diga a ele que você quer experimentar algo novo, mas que para isso ele precisa ficar
quietinho. Estimule-o bem até o pênis dele ficar ereto (o pompoarismo não funciona sem o
pênis estar ereto) e então insira-o na sua vagina.
Cuidado para não contrair demais, pois já houve casos onde os pênis foram machucados
porque a mulher apertou demais. Dose bem a força que usar, sempre checando as reações de
seu parceiro.
Se você conseguir ao menos sugar, prender e expelir, acredite, você será considerada ótima
de cama!
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3 – Textos para site masculino
10 Dicas Para Fazer Sua Mulher Ser Mais Safada Na Cama
O problema é mais antigo do que você imagina: o homem sempre quer um sexo mais safado
do que a mulhere. Muitos homens querem experimentar posições e lugares diferentes, fazer
sexo a três, troca de casais, enquanto as mulheres querem apenas ficar no básico. Mas uma
coisa que poucos homens sabem é que as mulheres também querem uma vida sexual mais
movimentada e variada. O grande problema é que graças aos anos de repressão à sexualidade
feminina, elas não se sentem à vontade para expressar seus desejos e fantasias,
principalmente os maiores tabus.
Portanto, com posse dessa informação, há alguns meios de você fazer sua mulher ser mais
safada na cama. A regra é você começar aos poucos, ir “comendo pelas beiradas”, até chegar
ao ponto principal. Entenda que esta empreitada não é só uma questão de superar tabus e
repressões, mas também de aumentar o apetite sexual dela. Você vai precisar de paciência,
tato e diplomacia, mas com tudo isso e um pouco de persistência, você chega lá. Veja 10
coisas que você pode fazer a partir de hoje para deixar sua mulher mais safada na cama.
1. Seja sincero, mas sempre elogiando a mulher e seu desempenho
Comece com algo como “adoro fazer sexo com você, você é ótima na cama”, “você sabe do
que eu gosto”, “você é linda”. A partir daí, pergunte se ela está satisfeita com a vida sexual de
vocês. Se ela disser que sente falta de variedade, você está com sorte. Se não, diga que
gostaria de experimentar outras posições e outros cômodos da casa.
2. Vá a um Sex Shop com ela
Como quem não quer nada, um dia em que estiverem fazendo compras ou estiverem “por
ventura” (você vai planejar isso) em frente a um sex shop, diga “vamos dar uma olhada lá
dentro?”. Se ela se sentir envergonhada, diga que é só por curiosidade, só para se divertirem.
Lá dentro ela vai olhar os brinquedos, imagens etc, e vai naturalmente sentir curiosidade e
começar a ter ideias. Sugira comprar algo, como um baralho erótico. Deixe-a no comando, de
repente ela pode até querer algo mais ousado.
3. Assistam filmes de teor erótico
Se ela não quiser assistir a um filme pornô, sugira algum outro filme que tenha teor erótico,
mas que não é necessariamente um filme só sobre sexo. Algumas boas opções são: “De Olhos
Bem Fechados”, “Ninfomaníaca” I e II, “Carne Trêmula”, “O Último Tango em Paris” e “Shame”.
Ver fantasias sexuais diferentes é um alimento para a imaginação e criatividade, além de
ajudar a mulher a ver que fantasias e desejos são naturais e absolutamente normais.
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4. Sugira livros eróticos
Seguindo a mesma lógica dos filmes, você pode sugerir a sua mulher algumas leituras eróticas
para fazê-la mais safada na cama. Este tipo de literatura é feito especialmente para o público
feminino e ajuda a atiçar a imaginação. Algumas ideias são “50 Tons de Cinza”, “A Vida Sexual
de Catherine Millet”, “A Bibliotecária”.
5. Compre uma lingerie
A mulher precisa de constante reafirmação de que você a acha sexy e bonita. Compre algo que
você acha que ela se sentirá confortável (dê uma olhada nas gavetas dela para ver tamanho e
estilo) e diga que acha que ela ficaria muito sexy naquela peça que comprou.
6. Diga que quer experimentar uma nova posição ou cômodo da casa
Escolha algo que não seja muito difícil de fazer. Aos poucos, tente posições e locais mais
ousados, inclusive locais fora de casa, como locais públicos.
7. Vá a um bom motel
Por “bom motel” quero dizer que é um motel que tenha um quarto bem equipado com banheira,
cadeira erótica, brinquedos sexuais, poste para pole dance, quem sabe até quartos com
decoração temática e shows eróticos. Fazer sexo em um motel assim é ótimo porque oferece
mil possibilidades de sexo, dá para experimentar várias coisas em um ambiente seguro. Isso
desperta o interesse dela em ser mais safada na cama e aprimora o apetite sexual.
8. Compartilhe suas fantasias
E encoraje-a a fazer o mesmo. Comece falando por alguma fantasia que seja considerada
menos tabu e só depois fale das mais controversas.
9. Não julgue
Quando ela disser que gostaria de fazer isso ou aquilo, você não precisa concordar em
embarcar e realizar a fantasia, mas nunca deve julgar ou fazer cara de choque. Lembre-se que
você começou isso tudo, então se está na chuva, é para se molhar. Ouça o que ela tem a dizer
e diga se gostaria de fazer ou não, ou se gostaria de pensar mais no assunto. Fazer
julgamentos morais ou de qualquer outro tipo pode botar a perder tudo o que você conquistou
até agora.
10. Ouça com atenção
Em todos os passos, é crucial que você preste atenção em tudo que ela disser. Além dela se
sentir valorizada porque você está prestando atenção e respeitando a opinião dela (não está
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simplesmente impondo a sua visão de mundo), o que ela diz fornece dicas para você saber
como agir.
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A Dor de Cabeça Dela É Real Mas a Sua, Não; Dizem Cientistas
A dor de cabeça não é uma desculpa esfarrapada para a mulher fugir do sexo. Uma nova
pesquisa publicada em abril desse ano demonstrou que dores de natureza inflamatória, como a
dor de cabeça, afetam a mulher mais do que se imaginava. Ao contrário do que algumas
pessoas dizem, que o sexo pode curar todos os males, um grupo de pesquisadores da
Universidade McGill, Canadá, descobriu que a dor de cabeça feminina pode ser uma evolução
da nossa espécie.
A pesquisa
A pesquisa foi feita com ratos. Fêmeas e machos foram colocados em um ambiente só. Porém,
as fêmeas que possuíam algum tipo de inflamação passam pouco ou nenhum tempo com
outros machos em comparação com as fêmeas que não tinham nenhuma inflamação. Uma vez
tratadas, estas fêmeas rapidamente voltaram a acasalar com seus parceiros. Já com os
machos, o resultado foi diferente. Aqueles que possuíam algum tipo de inflamação continuaram
com o mesmo apetite sexual.
Conclusões
O professor de psicologia e co-autor da pesquisa Jeffrey Mogil disse que “sabemos a partir de
outros estudos que o desejo sexual da mulher depende muito mais do contexto do que o dos
homens, mas se isso é uma questão biológica ou social/cultural (…) ainda não se pode afirmar
com certeza”. No entanto, ele acredita que este novo estudo aponta para o fato de que se
outras fêmeas de outros mamíferos apresentam o mesmo comportamento, a causa pode ser
uma questão evolucionária.
A hipótese faz todo sentido. As fêmeas são responsáveis pela reprodução e procuram sempre
se reproduzir com machos saudáveis. Quando elas sentem algum tipo de dor, isto significa que
algo não vai bem com a saúde delas e uma gravidez poderia ser fatal tanto para ela, quanto
para o bebê.
“Ora, mas uma dor de cabeça é só uma dor de cabeça boba”, você pensa. A questão é que
para o nosso cérebro, dor é dor e ele não categoriza as coisas de forma consciente, mas de
forma instintiva. Portanto, é possível que o cérebro das mulheres interpretem dessa forma a dor
de cabeça delas.
Outras pesquisas
Pesquisas anteriores já tinham apontado para resultados semelhantes. Em 2013,
pesquisadores da Universidade da Georgia descobriram que mulheres na menopausa têm um
fluxo sanguíneo irregular no cérebro, o que explicaria em parte a baixa libido dessas mulheres.
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Outras várias pesquisas, como uma publicada na Universidade do Texas também em 2013, já
sugeriram que homens têm um impulso sexual maior que o das mulheres e que é pouco
afetado por fatores externos e internos.
O que muda com a pesquisa
O próprio professor Mogil diz que ainda não é possível afirmar com precisão as consequências
da descoberta, mas que ela aponta para novas possíveis pesquisas. Por exemplo, entender
melhor que tipo de doença e dores afetam o comportamento sexual de homens e mulheres e
também como certos medicamentos têm efeitos negativos na libido. Dessa forma, será possível
minimizar ou até mesmo eliminar estes efeitos negativos.
Ou seja, amigo, para você o que muda é que, quem sabe no futuro, o tratamento para dor de
cabeça seja mais eficaz! Por enquanto, o jeito é dar um analgésico para ela e deixá-la
descansando até que vocês possam voltar a movimentar os lençóis.
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4 – Textos para site de fitness e nutrição
A Dieta do Abdômen: Como Funciona, Cardápio e Dicas
A promessa é grande: queimar até seis quilos de gordura abdominal em duas semanas e até,
quem sabe, conseguir a tal “barriga tanquinho”. Ao ler isso, você deve estar pensando que esta
é mais uma dieta louca, sem base científica.
Na verdade, esta dieta lançada por David Zinczenko, autor do livro de mesmo nome da dieta,
nos Estados Unidos é muito bem vista por profissionais das áreas médicas. Focando em
alimentos superpoderosos, esta dieta busca a perda de gordura corporal através do reajuste do
metabolismo. Conheça um pouco mais sobre a dieta do abdômen.
Como funciona a dieta do abdômen
A dieta do abdômen é um plano alimentar para ser seguido por seis semanas. Investindo
pesado em 12 alimentos superpoderosos (vários nutrientes em um só), a dieta do abdômen
busca estimular o crescimento muscular e o reajuste do metabolismo, deixando-o mais eficaz
para queima de gordura. Deve-se comer seis vezes ao dia, de modo que este fracionamento
não deixa nem que você passe fome e nem que fique sem energia.
David acredita que a contagem de calorias é contraproducente, uma vez que contar calorias
em um regime restritivo pode levar as pessoas a desistirem com rapidez do plano. As refeições
(principais e lanches) sempre contêm proteínas porque elas saciam por mais tempo e são
essenciais para o desenvolvimento muscular e a presença de músculos acelera a queima de
gordura.
Estrutura da dieta – Cardápio
6 semanas, 6 refeições diárias. As refeições se distribuem assim:
– Café da manhã
– Lanche (duas horas antes do almoço)
– Almoço
– Lanche (duas horas antes do jantar)
– Jantar
– Lanche (duas horas depois do jantar)
Comidas permitidas
Cada refeição deve conter no mínimo dois alimentos da lista de “supercomidas”:
Ovos
Carne magra (peru, peixe etc.)
Laticínios com pouca ou nenhuma gordura (leite, iogurte, queijo)
Leguminosas (feijão, ervilha, lentilha etc.)
Verduras de cor verde escura
Frutas silvestres como framboesa, morango, mirtilo
Whey protein (suplemento de proteína)
Cereais integrais
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Aveia
Nozes (castanhas, amêndoas, nozes)
Azeite de oliva
Manteiga de amendoim
Além dessas comidas, é possível incluir versões integrais de carboidratos como pães, massas,
arroz, outras frutas e verduras. Comidas com açúcar ou excesso de gordura devem ser
evitadas, pois além de serem calóricas e promover o ganho de peso, o açúcar atrapalha no
crescimento muscular.
Você tem direito, no entanto, a colocar o pé fora da dieta. Álcool é liberado em doses
moderadas (três porções no máximo, por semana). Você também tem direito a uma refeição
por semana para comer o que quiser.
Calorias
Embora não haja contagem de caloria, a média fica entre 1400 a 1600 calorias por dia. As
porções são controladas de acordo com cada tipo de alimento.
Exercícios
Os exercícios são opcionais nas duas primeiras semanas. A partir da terceira você deve
começar incluindo 20 minutos de exercícios ao menos 3 vezes por semana. O treino inclui
musculação, caminhada e abdominais. O livro de David também traz sugestões de exercícios
em casa e na academia. Há um dia de descanso na rotina de exercícios.
Versão feminina
A dieta do abdômen foi lançada inicialmente na revista masculina Men’s Health. Com o
sucesso do programa, muitas mulheres também começaram a fazer, adaptando as porções
para as necessidades femininas. Depois, David lançou um livro destinado apenas para as
mulheres e se chama “A Dieta do Abdômen Para mulheres”.
Vale a pena fazer a dieta do abdômen?
De maneira geral, sim. Há vários pontos a favor dela:
Não é restritiva demais, portanto a pessoa não corre o risco de passar fome;
É variada, incluindo possibilidades de comer guloseimas;
É fácil de seguir por não ser cheia de regras e nem contar calorias;
Estimula a atividade física.
Há algo contra a dieta do abdômen?
A dieta do abdômen possui algumas brechas que podem deixar dúvidas.
Não há estudos científicos por trás dela. David é um empresário que entende bastante de
nutrição e atividade física, mas não é nenhum profissional da área da saúde. A dieta dele, no
entanto, baseia-se em princípios comprovados cientificamente, mas se você procura algo que
tenha sido de fato estudado, essa dieta não é para você;
Temporário: esta dieta tem um limite de tempo, 6 semanas. Isso pode trazer complicações
para a manutenção do peso perdido;
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Precisa de suplementação: apesar de ter um cardápio variado, o próprio David recomenda
o uso de um suplemento de vitamina e minerais, de preferência um que contenha cromo,
vitamina B6 e B12;
A falta da contagem de calorias pode ser perigosa para pessoas menos disciplinadas;
Os exercícios são focados demais na região abdominal, esquecendo-se de trabalhar
igualmente outras áreas.
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Biscoito de Polvilho Engorda?
Você é do tipo que não dispensa um acompanhamento para o seu café da tarde ou
simplesmente quer mandar embora a ansiedade? Quer fazer um lanche que não seja frutas?
Será que o biscoito de polvilho engorda ou ele pode ser um aliado da boa forma? Vamos
analisar…
De que é feito o biscoito de polvilho?
Como o próprio nome já diz, ele é feito de polvilho que nada mais é que o amido da mandioca.
Ele é semelhante ao amido de milho, mais conhecido por “Maizena”. O polvilho azedo, uma
versão do polvilho original, é usado para fazer pão-de-queijo.
Os amidos (qualquer tipo) fazem parte do grupo dos carboidratos, sendo um carboidrato
simples. Isto quer dizer que ele fornece energia de forma rápida para o organismo e não sacia
a fome por muito tempo, já que a falta de fibras e proteínas facilitam sua digestão. Assim, ele é
rapidamente digerido. Se não usarmos toda a energia que recebemos do biscoito de polvilho,
ela se acumulará no nosso organismo como gordura.
Além de ser alto em carboidrato, o biscoito de polvilho ainda contém gordura (quantidade varia
dependendo se é frito ou assado). A quantidade de proteína é insignificante. Pensando nisso,
você deve achar que o biscoito de polvilho engorda.
Mas o pacote diz que uma porção tem 100 calorias!
E provavelmente o pacote não está mentido. O que faz do biscoito de polvilho ser tão popular
entre pessoas que querem emagrecer é o fato de que mesmo sendo carboidrato, sua
consistência não é maciça. Ele é um biscoito literalmente leve: ele não é completamente sólido,
há muito ar dentro dele. Isso faz com que cada unidade tenha menos calorias do que um
biscoito regular.
Como pode ser encontrado nas versões assados ou fritos, a quantidade de gordura neles pode
ser menor caso você escolha os assados. E não é só isso: existem no mercado opções light, o
que reduz ainda mais a quantidade de caloria. Há marcas que indicam no rótulo que uma
porção (30 gramas) possui menos de 100 calorias.
Portanto, apesar de sua composição ser basicamente carboidrato e gordura, ele pode
apresentar, de forma geral, um baixo teor calórico e este teor pode ser ainda menor
dependendo da opção que você escolher.
O biscoito de polvilho emagrece?
Não é que o biscoito de polvilho tem um componente mágico que te faz emagrecer. Ele
simplesmente não te faz engordar quando consumido moderadamente. Entretanto, não é só o
baixo teor calórico que faz do biscoito de polvilho um aliado do emagrecimento.
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Um dos maiores desafios para quem está tentando perder peso é o fato da pessoa não poder
comer mais as guloseimas que antes comia. Ela não passa fome, mas passa vontade, e é
realmente difícil quebrar o hábito de comer bobagens entre as refeições principais. Com o
biscoito de polvilho você pode saciar, ao menos em parte, essa fome psicológica. Você não
está comendo só frutas “sem graça”, mas também não está comendo biscoito recheado.
Saciar a fome psicológica é especialmente importante para os beliscadores de plantão. Estas
pessoas querem apenas mastigar algo sólido, mas não estão com fome real. Biscoito de
polvilho neles!
Por fim, esta questão de saciar a fome psicológica está estreitamente ligada à questão da
variedade no cardápio. Na dieta, muitos alimentos são restringidos, isso quando não são
cortados de vez. Quem está nessa sente que as únicas opções de lanches são frutas e iogurte.
Pois bem, o biscoito de polvilho é mais uma opção gostosa para tirar a dieta do marasmo.
O biscoito de polvilho engorda?
Embora ele tenha grandes vantagens, o biscoito de polvilho engorda se você não tomar alguns
cuidados. O primeiro deles é usar a palavra de ouro em qualquer processo de emagrecimento
e manutenção da forma: moderação. Não vale sentar para ver televisão e devorar um pacote
inteiro de biscoito de polvilho.
Este é um erro que a maioria das pessoas faz ao incluir este alimento na rotina. Por ser um
biscoito leve, as pessoas não sentem que estão comendo porque é difícil se sentir saciado com
ele. Daí, quando menos se espera, você já passou da porção indicada: 30 gramas, por volta de
10 unidades, sendo um total de aproximadamente 120 calorias (12 por unidade).
Por não dar saciedade, o biscoito de polvilho pode não ser um lanche indicado para segurar
sua fome por muito tempo. Dessa forma, mesmo que você coma apenas o indicado, pode
acontecer de pouco tempo depois precisar comer novamente por estar com fome.
Outra desvantagem do biscoito polvilho é o fato de ele ser rico em sódio. Na dieta, o sódio
pode causar retenção de líquidos, deixando seu corpo mais inchado. Além do mais, se você
sofre de hipertensão, deve evitar alimentos ricos em sódio.
Por fim, é bom lembrar que o biscoito de polvilho tem calorias vazias, ou seja, não tem nenhum
nutriente (vitaminas e sais minerais). Embora ele possa fazer parte do seu cardápio, ele não
deve ser sua única opção de lanche, já que frutas, iogurtes, queijos e outras opções saudáveis
têm os nutrientes que você precisa.
Como usar o biscoito de polvilho no emagrecimento?
Para incluir corretamente o biscoito de polvilho, siga as dicas:
Respeite o limite da porção estipulada;
Dê preferência às versões light e às versões assadas;
Para incluir algum valor nutricional, escolha as versões com fibra;
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Para ter uma maior saciedade, diminua pela metade a porção de biscoito e inclua um iogurte
light ou três fatias de presunto cozido. A proteína desses alimentos aumentará sua sensação
de saciedade;
Respeite seu plano alimentar. Se você faz uma dieta de baixo sódio, não é uma boa incluir o
biscoito de polvilho. Ele também não pode ser consumido se você faz alguma dieta de restrição
de carboidrato. Se você faz alguma dieta baseada em pontos como a dieta dos pontos, dieta
das notas, Vigilantes do Peso, é importante você saber quantos pontos/notas o polvilho tem
nesse plano, pois o valor não será o mesmo das calorias;
Consulte um médico ou nutricionista caso você tenha alergias ou qualquer tipo de problema
com algum ingrediente do biscoito.
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5 – Textos diversos sobre filmes e livros
O Hobbit: A Desolação de Smaug
Bilbo Bolseiro voltou às telas para continuar sua saga em “O Hobbit: A Desolação de Smaug”.
Pode-se dizer que Bilbo e todos os outros personagens estão mais velozes e mais furiosos
nesse filme do que no anterior, o que resulta em ação constante, muitas vezes até melhores do
que no livro.
O primeiro filme da trilogia foi um bom filme, mas não foi fantástico. O excesso de prólogos,
explicações e preparações deixou o filme por vezes repetitivo e deu a impressão de estar
“enchendo linguiça”, uma vez que um livro tão curto precisou mesmo de certos artifícios para
ser estendido em três filmes. Nesse segundo filme, continuamos com a aventura de Bilbo
tentando ajudar os anões a recuperarem tudo que Smaug roubou deles. Vemos ainda os
personagens finalmente se depararem com o dragão, bem como seus problemas com os elfos
e os humanos que habitam a cidade vizinha a Eberor.
Se no outro filme Bilbo (Martin Freeman) era a figura de um homem inglês desajeitado e cheio
de bons modos (o que Tolkien realmente queria quando escreveu o livro), aqui vemos um Bilbo
mais corajoso. Isso é anunciado logo no início do filme quando Bilbo diz a Gandalf: “eu
encontrei minha coragem”. É exatamente isso: apesar da coragem vir em boa parte da ajuda
do anel, Bilbo se mostra corajoso mesmo sem o anel. Freeman é esplendoroso ao fazer essa
transição de personalidade do personagem, mas sempre sem perder de vista a essência de
Bilbo: um ser pacato, que não é capaz de fazer o mal. Os demais personagens não mudam
muito do primeiro filme para esse, suas atuações continuam muito boas.
É preciso um momento especial para falar de Orlando Bloom e sua interpretação de Legolas.
Ele está um tanto quanto mais malicioso, da maneira como são descritos os elfos da floresta.
As cenas de luta com os elfos, em especial as que Legolas e Tauriel (Evangeline Lilly)
aparecem são incríveis. Vemos nelas alguns detalhes que caracterizam os elfos e que ficam
um pouco de fora em “O Senhor dos Anéis”: sua destreza (Legolas chega a ficar em uma só
perna atirando flechas), velocidade, agilidade. É ainda muito bom ver a presença feminina de
Tauriel, que não está presente no livro, mas que só aumenta positivamente o elenco, além de
permitir um toque de triângulo amoroso entre ela, o anão Kili e Legolas. Ainda que seja
questionável a escolha de incluir um romance na trama, o diretor Peter
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Jackson não coloca muito peso nessa parte, evitando assim a transformação de uma história
de aventura em um drama romântico.
O cenário continua sendo mágico, não há nenhuma melhora nele porque simplesmente não há
o que melhorar – desde “O Senhor dos Anéis”, Jackson e companhia provaram que sabem
fazer um cenário de contos de fadas. Porém, o cenário está especialmente cuidadoso na cena
onde o hobbit e seus companheiros estão perdidos na floresta negra. Jackson cria uma cena
de confusão apenas com o jogo de vozes e de câmeras, além de aumentar gradativamente as
teias de aranha ao redor, um prenúncio de uma das cenas mais esperadas: a luta de Bilbo
contra as aranhas. A cena é fantástica. É nesse momento que vemos a coragem da qual Bilbo
falou para Gandalf. Além de querer se salvar e salvar seus amigos, Bilbo se enfurece quando
uma aranha toca no anel. Ele mata a aranha e diz “é meu”, um pequeno toque de humor
inteligentemente inserido para aliviar a adrenalina da cena. Igualmente eletrizante é a cena da
fuga nos barris, que recebe uma dificuldade a mais que é a luta com os orques e uma perna de
Kili que foi atingida por uma flecha com veneno.
A ambientação da Cidade do Lago também é muito bem feita. Jackson deu um ar sombrio
tanto a ela quanto aos seus habitantes. Vemos a pobreza e como a presença de Smaug
impactou negativamente seus moradores – pobres, tristes. Bard, o arqueiro, é o único que
parece realmente querer e acreditar em uma mudança. É através de Bard que Jackson
adiciona um toque social.
Por fim, a aparição de Smaug é incrível. Crescemos junto com Bilbo na tensão à medida que
notamos que Smaug está se mexendo. Aos poucos vamos ganhando uma certa noção do
tamanho dele, mas demoramos a vê-lo por completo. É um animal magistral, sua aparência e
voz realmente dão medo.
O novo filme é conjunto de ação contínua, com alguns toques de humor ao longo do caminho.
Fãs de Tolkien podem discordar e continuar achando ruim a falta de fidelidade de Jackson ao
livro original. Mas a verdade é que se você não conhece a obra, encontrará em “O Hobbit: A
Desolação de Smaug” um filme coeso, coerente e emocionante. Nada nele está fora do lugar e
o fim é um suspense tão grande que nos deixa angustiados em ter que esperar próximo e
último filme.
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O Segredo do Meu Marido
Sabe aquela família perfeita de comercial de margarina? Pois é, não se deixe enganar por
aquela supermãe que trabalha, cuida dos filhos e do marido e da comunidade inteira onde vive.
Também não se deixe enganar por aquela mulher bem-sucedida na carreira, muito menos pela
senhorinha com vida aparentemente pacata e definida. Também não se deixe enganar por
esse título horroroso, pois O Segredo do Meu Marido, de Liane Moriarty, não é um chicklit qualquer.
Em um dia qualquer, Cecilia Fitzpatrick acha uma carta escrita pelo seu marido. O envelope
dizia “Para minha esposa Cecilia Fitzpatrick, para ser aberta apenas na ocasião de minha
morte”. Enquanto Cecilia é consumida pela curiosidade e seu dilema ético de abrir ou não abrir
a carta, uma vez que seu marido não está morto, Tess vive seu drama particular. Seu
casamento está desmoronando e ela não faz ideia do que o futuro reserva para ela. E se Tess
se preocupa com o futuro, Rachel não consegue esquecer o passado, uma vez que sua
filha Janie foi assassinada há 28 anos, quando tinha apenas 17 anos.
Toda a trama se desenrola em apenas 7 dias. A história é contada em capítulos com pontos de
vista alternados: ora vemos a história de Cecilia, ora de Tess, ora de Rachel. Como você já
espera, aos poucos as histórias destas três mulheres vão se mesclando e descobrimos que
elas têm mais a ver uma com a outra do que suspeitamos de início. Liane faz isso
gradativamente, adicionando detalhes aqui e ali e terminando cada capítulo com um quê de
suspense, tornando impossível você fechar o livro e ir cuidar das suas obrigações diárias. Você
tem que continuar lendo, simples assim.
Embora o título remeta ao segredo do marido de Cecilia, este romance trata de muitos outros
segredos. De como todos nós guardamos segredos, pequenos e grandes, de toda natureza. A
medida que lemos, vemos que todos os personagens têm segredos que nem eles sabiam que
tinham. Tess, por exemplo, tinha uma certa satisfação no fato de que sua prima era obesa. E
embora isto pareça bobo, é algo importante para a história.
O tal segredo é revelado mais ou menos na metade do livro, mas nem por isso o ritmo se
perde. Quando Cecilia descobre o segredo, vem o dilema: o que fazer diante deste segredo?
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Ela tem o direito de guardar o segredo, mesmo sabendo que pode mudar a vida de muita
gente?
Não só os segredos são algo importante para a história. Este livro trata também sobre o
tema “ser adulto”. Os prazeres, os desafios, tudo o que vem com essa fase. O que queremos
ser quando crescermos e o que a sociedade espera que sejamos? Como devemos agir? Todos
os personagens vivem em permanente conflito com isso, de vez em quando voltam ao passado
e parecem não se reconhecerem quando eram adolescentes. Por que mudamos? E pra quê
(ou para quem) mudamos? No caso de “O Segredo do Meu Marido”, estas questões giram
especialmente em torno das mulheres, mas sobra um pouco também para os homens. Moriarty
demonstra muito bem como eles também sofrem cobranças de serem fortes, seguros, e
acabam por serem muitas vezes mais frágeis que as próprias mulheres no livro.
O Segredo do Meu Marido é uma leitura intensa, fácil, rápida e prazerosa. Quem gosta do
seriado Desperate Housewives com certeza vai gostar desse livro, uma vez que ele também
tem a pegada que é uma mistura de mulherzice, história de detetive, conflitos psicológicos, que
o seriado tem. O final arrebatador, diferente de qualquer chick-lit, fez com que eu quisesse
saber apenas de um segredo: como alguém que escreve tão bem deu um título tão feio?
Mistério, mistério…
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10 Filmes Imperdíveis de Vampiro
O Mês do Horror não poderia ser completo sem eles: os vampiros fazem nossa alegria e nosso
terror desde que o mundo é mundo. Embora tenha sido em 1897 com o livro “Drácula”, de
Bram Stoker, que os vampiros tenham se popularizado, há registros mais antigos, desde a
Idade Média, dessa figura mítica. E as histórias de vampiro, quando bem feitas, não cansam
nunca. Confiram 10 filmes imperdíveis de vampiro para assistir nesse mês do horror!
1. Nosferatu [1922]
Apesar do nome, o filme mudo alemão de 1922 é uma adaptação de “Drácula”, de Bram
Stoker. No filme, os nomes de lugares e pessoas foram alterados porque os produtores não
conseguiram autorização para fazer a adaptação do romance. Os anos 20 foram anos de
prosperidade no cinema alemão e “Nosferatu” é um bom exemplo disso. Marco no cinema por
ser um dos primeiros filmes de terror, “Nosferatu” ditou “regras” de como fazer um bom filme de
terror. Numa época em que não havia efeitos especiais ou grandes recursos, o diretor Murnau
tocava o terror com criatividade, usando jogo de luzes e outros elementos básicos do cinema.
2. Drácula de Bram Stoker [1992]
Se Murnau não tinha lá grandes recursos cinematográficos, Francis Ford Coppola não só tinha,
como soube usar muito bem nessa adaptação de “Drácula”. Hipnótico, diabólico, sexy,
assustador, “Drácula” de Coppola é uma verdadeira ode a Bram Stoker e aos vampiros. A
riqueza dos cenários e do figurino dá o tom da época, a atuação impecável de Gary Oldman
mostra um Drácula diabólico, vingativo, obsessivo. Anthony Hopkins traz um certo alívio
cômico, mas de humor negro, claro. Coppola traz uma explosão de cores para a tela e uma
trilha sonora que só aumenta a sensação de terror.
3. Os Vampiros de Salem [1979]
Stephen King sempre nos presenteando com o que há de melhor no horror. Sim, este filme é
baseado no segundo livro do mestre, o “A Hora do Vampiro”. Quando um escritor de livros de
terror retorna à sua cidade natal, Salem, dá-se início a uma série de eventos estranhos. Ok, é
bem verdade que o terror desse filme é relativamente limitado, principalmente para um
espectador de terror mais voraz. No entanto, ele assusta e é essencial para os fãs de Stephen
King.
4. Cronos [1993]
Guillermo del Toro não poderia ter estreado na cadeira de diretor de uma forma melhor.
“Cronos” conta a história de um colecionador de antiguidades que descobre um artefato que
supostamente concede vida eterna a seu dono. Um presente desses não vem sem
consequências. “Cronos” ganhou vários prêmios.
5. Deixe Ela Entrar [2008]
Baseado no livro de mesmo nome, “Deixe Ela Entrar” traz pré-adolescentes para o centro do
terror. Tudo começa quando Oskar, um garoto solitário e que sofre bullying, conhece Eli, uma
menina igualmente solitária e que acabara de se mudar para a cidade. Coincidentemente à
chegada de Eli, começam a acontecer assassinatos um tanto quanto bizarros. Para saber mais
sobre o livro e o filme, é só conferir o post que já tem aqui no site.
6. Sede de Sangue [2009]
Esta dica é especial para os fãs de filmes asiáticos. O filme coreano “Sede de Sangue” mostra
como um padre se tornou um vampiro. Ironia do destino? Sang-hyeon é um padre que se
sacrificou em um projeto para o desenvolvimento de uma vacina contra um vírus mortal,
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durante o qual ele morre. No entanto, após receber uma misteriosa transfusão de sangue, ele
ressuscita, mas não é mais o mesmo homem – literalmente. De um minimalismo ímpar, “Sede
de Sangue” merece ser visto durante o mês do horror.
7. Fome de Viver [1983]
Catherine Deneuve é Miriam Blaylock, uma vampira que tem uma série de amantes humanos,
aos quais ela dá vida eterna. No entanto, ao invés de se tornar vampiros como ela, eles apenas
envelhecem e envelhecem, o que é mais perverso do que simplesmente transforma-los em
vampiros. Além de Catherine Deneuve, “Fome de Viver” conta ainda com David Bowie e Susan
Sarandon no elenco.
8. Os Garotos Perdidos [1987]
Este filme é uma mistura de filme adolescente com vampiros, mas deixe-me dizer: embora não
seja superassustador, na minha opinião é a combinação aqui é bem melhor do que
“Crepúsculo”. Depois de se mudarem, os irmãos Michael e Sam começam a notar algo de
diferente na cidade de Santa Carla. Pode não ser o mais assustador, mas é um dos mais
importantes do gênero e tem lá seus momentos cômicos, além de alguns sustos.
9. Vampiros de John Carpenter [1998]
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Jack Crow (James Woods) é o líder de um grupo de caça-vampiros da igreja católica. Apesar
disso, “Vampiros” está longe de ser um filme que leva a coisa para o lado da religiosidade. O
filme é repleto de ação e terror, o ritmo é rápido. Para completar, este filme tem a direção de
John Carpenter, diretor de filmes como “Christine”, “Halloween”, “A Bruma Assassina”, ou seja,
um cara experiente quando o assunto é terror.
10. A Sombra do Vampiro [2000]
E então terminamos como começamos. “A Sombra do Vampiro” é a história ficcionalizada das
filmagens de “Nosferatu”, onde Murnau é interpretado pelo incrível John Malkovich e Willem
Dafoe interpreta Max Schreck, o ator do personagem-título. Murnau luta para tentar fazer um
filme autêntico e mal sabe ele que conseguiu, já que Max é um vampiro de verdade. Um filme
com toques de humor, sem deixar o terror de lado.
E para você, quais os filmes imperdíveis de vampiro?
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Quem é Patrick Modiano na fila do pão francês? Conheça o
ganhador do Prêmio Nobel de Literatura 2014
Se você nunca ouviu falar nesse nome, prepare-se para ouvi-lo muito nos próximos meses. É
que este francês surpreendeu muitos críticos nesta quinta-feira, 09/10, ao ganhar o Nobel de
Literatura. Mas fica a pergunta: quem é Patrick Modiano?
Do alto de seus 69 anos, Modiano é um escritor celebrado na França. Já publicou
quase 30 livros, incluindo livros infantis, e é co-autor de 2 roteiros. Dos livros, dois viraram
filme. Ganhar prêmios não é algo estranho para Modiano. Além do Prêmio Nobel de Literatura,
ganhou o Prêmio Austríaco de Literatura Europeia (2012), oPrêmio Mundial Cino Del
Duca (2010), Prêmio Goncourt (1978, pelo livro “A Rua das Lojas Escuras”, título do livro em
Portugal) e o Grande Prêmio do Romance da Academia Francesa (1972, pelo livro “Les
Boulevards de ceinture”). Então você se pergunta: onde eu estava que nunca ouvi falar deste
senhor?
Você não estava em nenhum lugar errado, as editoras brasileiras é que publicaram apenas
uma meia dúzia de livros, a maioria disponível apenas em sebos (dá para comprar a partir de 7
reais na Estante Virtual, corre antes que inflacione!). Outra meia dúzia foi publicado em
Portugal. E só. Mesmo em inglês há poucas traduções. Para completar, Modiano é desses que
não gosta de dar entrevistas ou de fazer o social.
Filho de um comerciante judeu que lucrou muito durante a ocupação nazista e de uma atriz
belga, muitos dos livros de Modiano ganham vida na França durante a Segunda Guerra
Mundial. Sua infância e adolescência foram conturbadas: foi criado em parte pelos avós,
estudou em internato, se matriculou na faculdade de Letras de Sorbone, mas nunca cursou,
vendeu exemplares de livros roubados de bibliotecas e de pessoas, bem como dedicatórias
falsas, tudo isso em meio a muitas brigas com o pai. Suas experiências de vida também
escorreram para as páginas de seus livros.
Nas suas histórias, os personagens lidam com conflitos relacionados ao papel do passado nas
nossas vidas, identidade e memória, flertando de vez em quando com o gênero policial. Seu
romance mais conhecido, “A Rua das Lojas Escuras”, conta a história de Guy Roland, um
detetive que perdeu a memória e resolve sair em busca de descobrir sobre seu passado e sua
identidade. “Dora Bruder” cruza a fronteira da ficção e não ficção, investigando o
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desaparecimento de uma menina judia.
Justificando a escolha, Peter Englund, secretário da academia sueca, referiu-se a Modiano
como “o novo Proust”. O comitê entendeu que ele merecia o prêmio “pela arte da memória com
a qual ele evoca os destinos humanos mais inatingíveis e revelou a vida no mundo da
ocupação [alemã nazista]”. Englund chamou atenção, ainda, para o estilo de Modiano: “das
singularidades dele, uma delas, é claro, é seu estilo muito preciso, muito econômico. Ele
escreve frases pequenas, curtas, muito elegantes”.
Confira a lista de trabalhos de Patrick:
(BR: Brasil; PT: Portugal)
La Placce de l’Étoile (1968)
Ronda da Noite (1969) – BR
Les Boulevards de ceinture (1972)
Vila Triste (1975) – BR
Livret de famille (1977)
A Rua das Lojas Escuras (1978) – PT
Une Jeunesse (1981)
Memory Lane (1981)
Meninos Valentes (1982) – BR
Quartier Perdu (1984)
Domingos de Agosto (1986) – PT
Filomena Firmeza (1988) – BR
Remise de Peine (1988)
Vestiaire de l’enfance (1989)
Voyage de noces (1990)
Fleurs de Ruine (1991)
Um Circo Que Passa (1992) – PT
Chien de pritemps (1993)
Do Mais Longe Do Esquecimento (1995) – BR
Dora Bruder (1997) – BR
Des inconnue (1999)
La Petite Bijou (2001)
Accident nocturne (2003)
Um pedigree (2004)
No Café da Juventude Perdida (2007) – PT
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O Horizonte (2010) – PT
L’Herbe des nuits (2012)
Pour que tu ne te perdes pas dans le quartier (2014)
Roteiros:
Lacombe, Lucien (1973)
Bom Voyage (2003)
Modiano no cinema:
Une jeunesse (1983)
Le parfum d’Yvonne (1994), baseado em “Vila Triste”
Na lista das apostas estavam o japonês Haruki Murakami, o queniano Ngũgĩ wa Thiong’o, a
jornalista bielorussa Svetlana Alexievich, o poeta sírio Adonis, o dramaturgo norueguês Jon
Fosse e o romancista Philip Roth.
E você, o que achou da escolha?
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E Se Os Clássicos Da Literatura Fossem Filmes da Sessão da Tarde?
E alguns até são, não é? Afinal, quem não se lembra de filmes como “Matilda” e “As Patricinhas
de Beverly Hills”? Entre filmes que são verdadeiras pérolas e outros não tão bons assim, o fato
é que a “Sessão da Tarde” foi para muitos de nós (e eu estou nesse meio) um dos primeiros
contatos com a sétima arte. Assim sendo, aqui vão as minhas sugestões para filmes baseados
nos clássicos da literatura, com descrição digna da Sessão da Tarde!
Frankenstein
Mary Shelley (1818)
O que acontece quando um cientista maluco resolve criar uma pessoa? Depois de perder a
mãe, Victor só queria descobrir um jeito de enganar a morte. Quando ele finalmente dá vida à
sua criatura, a felicidade é grande, mas nem todo mundo está feliz com a invenção (cena de
pessoas com tochas e forquilhas) e agora Victor e sua Criatura vão se meter em altas
trapalhadas tentando sair dessa! (cena do monstro escorregando numa casca de banana)
As Mil e Uma Noites
Anônimo/vários (provavelmente séculos VIII-XV)
O rei Shahrayar é um poderoso e cruel soberano que não poupa suas esposas do sofrimento
(cena de odaliscas chorando). Cabe à bela e jovem Scheherazade tocar o coração desse rei com
suas belas histórias, transformando-o em um homem amável. Será que ela consegue? (cena do
rei e de Scheherazade trocando olhares profundos)
A Revolução dos Bichos
George Orwell (1945)
Napoleão e Bola-de-Neve são dois porquinhos que vivem em uma fazenda e não estão nada
satisfeitos com seus donos. Juntos com os outros animais, eles prometem virar esta fazenda de
cabeça para baixo! (cena dos donos da fazenda em uma poça de lama e com uma casca de
banana na cabeça) Sem os donos, agora eles vão ter que se virar para cuidar da fazenda depois
dessa revolução que vai animar a sua tarde!
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Dom Quixote
Miguel de Cervantes (1605; 1615)
Dom Quixote e seu amigo Sancho Pança são dois amigos inseparáveis (cena de Dom Quixote e
Sancho gargalhando e sendo miguxos) que vão sair montados em um pangaré para tentar
salvar uma donzela, mas antes disso, esse tiozão muito louco vai aprontar todas nesse road
movie que é diversão garantida! (cena de Dom Quixote e Sancho sendo perseguidos por um
taverneiro porque não pagaram a conta)
Oliver Twist
Charles Dickens (1838)
Este menino muito esperto vai se meter em altas aventuras depois de fugir do orfanato onde
morava. Oliver, que só queria escapar das maldades do mundo, vai descobrir que o amor
verdadeiro pode estar esperando por você ao dobrar a esquina (cena de Oliver e do Sr.
Brownlow rindo juntos em um casamento na primavera).
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