SIEN- SOCIEDADE INTEGRAL DE ENSINO SUPERIOR
FACULDADE TECNOLOGIA INTEGRAL
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA
INFORMAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
2010
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
SUMÁRIO
1 IDENTIFICAÇÃO DA IES ..................................................................................................................................................................... 1
1.1 MANTENEDORA ............................................................................................................................................................................. 1
1.2 MANTIDA ....................................................................................................................................................................................... 1
1.3 CORPO DIRIGENTE ......................................................................................................................................................................... 1
1.4 HISTÓRICO DA MANTENEDORA E DA INSTITUIÇÃO MANTIDA ................................................................................................... 2
1.5 AS ATIVIDADES PRINCIPAIS DA INSTITUIÇÃO MANTIDA ............................................................................................................. 3
1.6 DESCRIÇÃO DE PARTICIPAÇÃO DO CORPO DOCENTE .................................................................................................................. 3
1.7 MECANISMO INSTITUCIONALIZADO PERMANENTE DE ARTICULAÇÃO COM SEGMENTOS PRODUTIVOS ................................ 3
1.8 ALGUNS PROJETOS E AÇÕES JÁ REALIZADOS E DESENVOLVIDAS PELA SIEN.............................................................................. 4
2. PROJETO SIENTECH .......................................................................................................................................................................... 5
3.0 DADOS GERAIS DO CURSO PROPOSTO......................................................................................................................................... 6
3.1 OBJETIVOS DO CURSO................................................................................................................................................................... 7
3.2 JUSTIFICATIVAS DO CURSO ........................................................................................................................................................... 7
3.3 PERFIL DO EGRESSO....................................................................................................................................................................... 8
3.4 ESTRUTURA CURRICULAR.............................................................................................................................................................. 8
3.5 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO CURSO E PERFIL DE FORMAÇÃO ................................................................................................ 9
3.6 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO......................................................................................................... 10
4. ATIVIDADES DO CURSO – ATIVIDADES COMPLEMENTARES........................................................................................................ 38
5. ESTÁGIO PROFISSIONAL ................................................................................................................................................................ 38
6. TRABALHO DE CURSO.................................................................................................................................................................... 39
7. METODOLOGIA DE ENSINO........................................................................................................................................................... 39
8. PRÁTICA PROFISSIONAL ................................................................................................................................................................ 40
9. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO ENSINO E DA APRENDIZAGEM .................................................................................... 41
10 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ................................................................................... 42
11. DO REGIME ESPECIAL .................................................................................................................................................................. 43
12. FORMA DE ACESSO AO CURSO ................................................................................................................................................... 44
13. SISTEMA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL................................................................................................................................... 45
14. POLITICA DE ATENDIMENTO A PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS............................................................................ 48
15. CORPO DOCENTE E NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)...........................................................................................48
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
1 IDENTIFICAÇÃO DA IES
SIEN – SOCIEDADE INTEGRAL DE ENSINO SUPERIOR
FACULDADE DE TECNOLOGIA INTEGRAL
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
1.1 MANTENEDORA
DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO
IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA. (CONFORME PDI)
Nome: SIEN – Sociedade Integral de Ensino Superior S/C LTDA
04639959/0001-22
CNPJ:
Av. Marechal Floriano Peixoto, 1226
End.:
Cidade: Curitiba
UF: Pr
CEP: 80230-110
(41) 3027-7554/3015-3111
(41) 3027-7554/3015-3111
Fone:
Fax:
E-mail: [email protected], [email protected]
DIRIGENTE PRINCIPAL DA M ANTENEDORA
Tadeu Átila Mendes
Nome:
Visconde de Nácar 1200 ap.139
End.:
Cidade: Curitiba
(41) 3027-7554/3015-3111
Fone:
Fax:
[email protected], [email protected]
E-mail:
UF: Pr
CEP: 80440-020
(41) 3027-7554/3015-3111
1.2 MANTIDA
IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO M ANTIDA
Faculdade de Tecnologia Integral
Nome:
04639959/0001-22
CNPJ:
Av. Marechal Floriano Peixoto, 1226
End.:
Curitiba
Pr
80230-110
Cidade:
UF:
CEP:
(41) 3027-7554/3015-3111
(41) 3027-7554/3015-3111
Fone:
Fax:
[email protected], [email protected]
E-mail:
1.3 CORPO DIRIGENTE
CORPO DIRIGENTE DA INSTITUIÇÃO M ANTIDA
Dirigente Principal da Instituição de Ensino
Diretor
Cargo:
Tadeu Átila Mendes
Nome:
Visconde de Nácar 1200 ap.139
End.:
Curitiba
Pr
80440-020
Cidade:
UF:
CEP:
(41) 3027-7554/3015-3111
(41) 3027-7554/3015-3111
Fone:
Fax:
[email protected], [email protected]
e-M ail:
Diretor de Ensino
Diretor
Cargo
Tadeu Átila Mendes
Nome:
Visconde de Nácar 1200 ap.139
End.:
Curitiba
Pr
80440-020
Cidade:
UF:
CEP:
(41) 3027-7554/3015-3111
(41) 3027-7554/3015-3111
Fone:
Fax:
[email protected], [email protected]
e-M ail:
1
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
1.4. HISTÓRICO DA M ANTENEDORA E DA INSTITUIÇÃO M ANTIDA
Em setembro de 1988 a SEI – Sociedade de Educação Integral S/C Ltda., pessoa jurídica de
direito privado, com sede e foro na cidade de Curitiba, inscrita no CGC/MF Nº. 867.575/000145, mantenedora do Colégio Integral inicia suas atividades. O Plano Pedagógico, encaminhado à
Secretaria de Educação em outubro do mesmo ano, foi aprovado sem ressalvas e, em fevereiro
de 1989, o Colégio Integral iniciou seu funcionamento, com classes do Maternal à 8ª série do 1º
Grau. A Escola Integral – Ensino Pré -Escolar e de 1º Grau, foi autorizada a funcionar
inicialmente pelo prazo de um ano pela Resolução Nº. 1227/89, da Secretaria de Estado da
Educação, com publicação no Diário Oficial de 22 de maio de 1989. O reconhecimento foi
concedido através da Resolução Nº. 358/90 – SEED, publicada no Diário Oficial de 28 de
fevereiro de 1990.
Em 1990, a Escola Integral – Ensino Pré -Escolar e de 1º Grau obteve autorização de
funcionamento para o curso de 2º Grau – Educação Geral, através da resolução nº. 3614/89,
da Secretaria de Estado da Educação. O reconhecimento do 2º Grau foi concedido através da
Resolução SEED Nº. 1771/93, com publicação no Diário Oficial em 29 de abril de 1993. A
Escola Integral – Ensino Pré -Escolar e de 1º Grau, passou a chamar-se Colégio Integral –
Ensino Pré -Escolar e de 1º e 2º Graus, Regular e Supletivo. Através da Resolução SEED Nº.
1757/91, de 21 de maio de 1991, o Colégio Integral – Ensino Pré -Escolar e de 1º e 2º Graus –
Regular e Supletivo passa a incorporar o extinto Colégio Alto Cabral, trazendo para sua
responsabilidade todos os cursos supletivos mantidos na época. Através da resolução SEED Nº.
2.888/98, publicada no Diário Oficial de 28 de outubro de 1998, foi con cedida a autorização de
funcionamento para a Habilitação Profissional Técnico em Enfermagem, com terminalidade em
Auxiliar de Enfermagem. O pedido de Reconhecimento do curso foi encaminhado no 1º
semestre de 1999 e aprovado em 02/02/2001 através da Resoluç ão nº. 3658/2000, sendo
renovado em 01/10/2003 pela resolução 2706/2003.
A partir de 1999, o Colégio Integral – Ensino Pré -Escolar de 1º e 2º Graus – Regular e Supletivo
passa a chamar-se COLÉGIO INTEGRAL – Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio e
Educação Profissional. Em outubro de 2001 inicia -se um processo, com a participação dos
mantenedores da SEI, visando a ampliação organizacional e institucional. Com este objetivo
cria-se a Instituição Mantenedora SIEN – Sociedade Integral de Ensino Superior, que incorpora
parcialmente a estrutura já existente e passa a articular projetos para ampliação do Ensino
Profissional e a implantação da Educação Profissional.
A Faculdade Tecnológica Integral foi autorizada através da Portaria nº. 2.480 de 18/08/2004,
publicada no Diário Oficial da União de 20/08/2004 e o Regimento da Faculdade foi aprovado
através da Portaria nº. 375 de 14/07/2006 e publicada no Diário Oficial da União de
17/07/2006. A Faculdade está sediada em Curitiba – Paraná, na Avenida Marechal Floriano
Peixoto nº. 1.226, Centro, no Município de Curitiba, mantida pela SIEN – Sociedade Integral de
Ensino Superior S/C Ltda.
A proposta de trabalho desenvolvida na Faculdade está inicialmente alicerçada em premissas
básicas à definição de um projeto educacional e, na necessidade de suprir algumas expectativas
e necessidades, quanto a: democratização dos serviços; oferecendo preparação cultural, moral e
científica, mediante ensinamentos de qualidade, que potencializem a capacidade crítica para
ampliação dos conhecimentos e habilidades, possibilitando o desenvolvimento local e regional;
o desenvolvimento do espírito cooperativo e da solidariedade humana; da parceria no trabalho,
do respeito ao ambiente, da adoção de padrões éticos de conduta e da consciência e do estímulo
à gestão compartilhada e participativa.
A Faculdade de Tecnologia Integral busca na sua atuação, trabalhar com eficácia na formação
de pessoas, sobretudo, preparadas para o integral exercício profissional e da cidadania, com
capacidade de adequação e promoção nas mutações do mercado de trabalho. Para tanto tem
por meta que o processo de ensino e aprendizagem decorra das boas condições de trabalho, dos
instrumentais tecnológicos, científicos e bibliográficos, sempre disponíveis para professore s e
alunos. Assim, a Faculdade de Tecnologia Integral é regulamentada pela legislação de ensino
superior, por este PDI, pelo Regimento e, no que couber, pelo Estatuto da Mantenedora.
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
A Faculdade de Tecnologia Integral, entidade com limite territorial de atuação no município de
Curitiba, Estado do Paraná, é uma instituição particular de Ensino Superior mantida pela SIEN
– Sociedade Integral de Ensino Superior S/C Ltda., pessoa jurídica de direito privado com fins
lucrativos, CNPJ nº. 04639959/0001-22, com se de e foro em Curitiba, Estado do Paraná, na
Avenida Marechal Floriano Peixoto, 1.226, Bairro Centro, CEP. 80.230-110.
1.5. AS ATIVIDADES PRINCIPAIS DA INSTITUIÇÃO M ANTIDA
Acreditando na importância da educação profissional e tecnológica como elemento est ratégico
para garantir o exercício da cidadania e para uma melhor inserção de jovens e trabalhadores na
sociedade contemporânea para conquistar as oportunidades no contexto globalizado da
complexa sociedade moderna, notadamente apoiada no conhecimento, na tecnologia e na
inovação, a educação, a pesquisa e a capacitação tecnológica, são determinantes para o
desenvolvimento do nosso país. Neste escopo a Faculdade de Tecnologia Integral solicitou a
autorização para funcionamento do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da
Informação.
Além do curso de Gestão da Tecnologia da Informação a IES possui em funcionamento e já
reconhecido o curso de Tecnologia em Gestão Financeira. Protocolizados no sistema eMEC
possui o curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar, com visita para autorização prevista para
novembro de 2010.
1.6 DESCRIÇÃO DE PARTICIPAÇÃO DO CORPO DOCENTE NAS ATIVIDADES DE DIREÇÃO
DA INSTITUIÇÃO M ANTIDA.
O corpo docente da instituição tem participação nas atividades diretivas da mesma. Esta
participação é desenvolvida na Coordenação dos Cursos, na representação perante o Conselho,
conforme seu Regimento. Todos os professores serão avaliados periodicamente, de acordo com
os critérios estabelecidos pela Diretoria, como forma de buscar o constan te aperfeiçoamento do
corpo docente.
1.7. M ECANISM O INSTITUCIONALIZADO PERM ANENTE DE ARTICULAÇÃO COM
SEGM ENTOS PRODUTIVOS A QUE ESTÃO VINCULADOS OS CURSOS PARA DEFINIÇÃO DA
OFERTA DE CURSOS, VAGAS E PARA ATUALIZAÇÃO CURRICULAR.
De acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional, A Sociedade Integral de Ensino
Superior, promove, permanentemente, avaliação das demandas existentes no mercado, através
de formulários enviados às empresas da área de interesse e atuação, promoção de seminários e
encontros com o empresariado local, além de pesquisa de mercado que realizar -se-á
sistematicamente. Estes mecanismos têm como objetivo principal a sintonia e articulação com
as necessidades do mercado e da própria comunidade, com o intuito de oferecer cursos que
capacitem, qualifiquem, requalifiquem, promovam a inserção e reinserção de jovens e adultos
trabalhadores no competitivo mercado de trabalho. Há, também, projeto de acompanhamento
de egresso, que objetiva avaliar as dificuldades e desempenho do mesmo nas empres as e a
satisfação destas com a atuação dos profissionais formados por esta Instituição. Os
mecanismos, portanto, fundamentam -se nos seguintes procedimentos:

Acompanhamento de egresso;

Pesquisa de mercado;

Encontros, palestras, seminários;

Visitas às empresas;

Realização de pesquisas, através de formulários e entrevistas, dentro das organizações.
Essa Instituição planeja, ainda, desenvolver atividades de extensão voltadas, principalmente,
na área de Gestão da Tecnologia da Informação para atender as institui ções parceiras no
sentido de desenvolver trabalhos para o desenvolvimento institucional, de acordo com a agenda
de atendimento para ações de cooperação técnica.
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
As parcerias da Faculdade são estabelecidas com base em termos de cooperação técnica,
científica e educacional, que caracterizam a intenção de realização de interesses comuns. Para
cada conjunto de ações ou projetos é estabelecido um termo aditivo com a identificação do
objeto a ser executado, as metas e os objetivos a serem alcançados, as etapas ou fases de
execução, os recursos envolvidos e os correspondentes cronogramas de desembolso. A
coordenação e o controle das atividades são realizados através de encontros periódicos, quando
são analisados os relatórios de conclusão das etapas, com os dados que permitam avaliar o
alcance dos objetivos. As ações concretas neste sentido são representadas pelos Termos de
Convênios já celebrados.
PROJETO DE EXTENSÃO – RESPONSABILIDADE SOCIAL
Os projetos objetivam identificar e selecionar instituições sociais e tr açar o respectivo perfil
identificando suas necessidades com o propósito de compor planos institucionais que
possibilitem o atendimento das necessidades da região. Como meta, o projeto deverá canalizar
esforços para atendimento das pessoas da terceira idade, proporcionando atividades recreativas
e de qualidade de vida e saúde, com a utilização dos recursos institucionais da Sociedade
Integral e da Faculdade de Tecnologia Integral.
CAM PANHAS ASSISTENCIAIS
Realização de campanhas educativas de prevenção de doenças transmissíveis. Para atender
esse objetivo serão realizadas gincanas, competições, arrecadação e distribuição de alimentos e
de matérias educativos.
ALFABETIZAÇÃO SOLIDÁRIA
Desenvolvimento de projetos que permitam a redução do analfabetismo. O proj eto poderá ser
estendido a outros municípios carentes da iniciativa.
INTEGRAÇÃO
Preparar jovens cidadãos para o ingresso no mundo do trabalho, por meio de estágios e da
capacitação profissional. Para tanto será utilizado os convênios existentes com o CIEE – Centro
de Integração Empresa Escola e IEL – Instituto Ewaldo Loydi
1.8. PROJETOS E AÇÕES JÁ REALIZADOS E DESENVOLVIDAS PELA SIEN – Sociedade
Integral de Ensino Superior
a) PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL – PETI.
A Sociedade Integral orgulha-se de ter sido a única instituição de ensino convidada, no ano de
2002, a participar no Paraná do Programa que teve por escopo promover a capacitação das
famílias do PETI, em parceira com a Secretaria da Criança e Assuntos da Família do Paraná SECR, viabilizando oportunidades de trabalho e renda, através de cursos de iniciação
profissional e qualificação para o trabalho na perspectiva de acesso, permanência e sucesso
escolar das suas crianças e adolescentes. Descrição do Projeto: O Governo do Estado do Paraná
através da Secretaria da Criança e Assuntos da Família – SECR, órgão gestor da Política de
Assistência Social, fazendo uso de suas atribuições propõe a operacionalização do PETI, em 28
municípios do Estado capacitando 5.634 pessoas no ano de 2002. O primordial do PETI é a
erradicação do trabalho infantil e da promoção familiar, através de ações sócio-educativas, tais
como: cursos de trabalhos manuais, participação do processo de organização comunitária local,
inclusão no atendimento da Pastoral da Criança, reuniões sistemática das famílias com a
Coordenação Municipal do PETI, atividades realizadas pelos Clubes das mães, entre outras. A
Sociedade Integral de Ensino Superior – SIEN trabalhou em Parceria com Governo do Estado do
Paraná através da Secretaria da Criança e Assuntos da Família – SECR e o Instituto Brasil de
Integração e Desenvolvimento – IBID, no Projeto de Geração de Renda para as famílias
cadastradas atuando na capacitação profissional em regime de imersão, com participação
interativa, propiciando reflexões sobre a prática profissional na busca de soluções comuns,
gerenciamento e resultados.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
b) PROJETO PORTAIS DO ALVORADA
Participamos, também sendo a única instituição de ensino convidada, do Projeto Portais do
Alvorada, iniciativa do Governo Federal que contou com a parceria com os governos estaduais e
municipais e da sociedade civil organizada, buscando criar as condições necessárias para
reduzir a pobreza e as desigualdades regionais do País. As diretrizes básicas do Projeto
Alvorada foram estabelecidas no Decreto nº. 3.769 de 08 de março de 2001. A Sociedade
Integral de Ensino Superior – SIEN trabalhou na primeira fase do projeto no ano de 2001, em
Parceria com o Governo Federal, Governo do Estado do Paraná através da Secretaria da Criança
e Assuntos da Família – SECR e o Instituto Brasil de Integração e Desenvolvimento – IBID, na
capacitação de Assistentes Sociais e Agentes Jovens que integram os Portais do Alvorada em 09
municípios no Estado do Paraná visando o fortalecimento e a qualific ação dos envolvidos no
projeto.
c) PRONAF (PNUD) - CAPACITAÇÃO DE CONSELHEIROS DE DESENVOLVIMENTO
MUNICIPAL:
Este trabalho teve por objetivo, capacitar Conselheiros Municipais de Desenvolvimento trabalho desenvolvido nos estados do Rio Grande do Sul e S ão Paulo, financiado pelo Programa
das Nações Unidas para o Desenvolvimento e administrado pelo Ministério da Agricultura e
Reforma Agrária, com capacitação de 530 conselheiros no ano de 2000. Atividade que teve a
frente da coordenação pedagógica geral o prof. Tadeu Atila Mendes.
d) CAPACITAÇÃO, QUALIFICAÇÃO E REQUALIFICAÇÃO DE AGENTES TURÍSTICOS
Esta iniciativa possibilitou a capacitação 1000 trabalhadores para atuarem no setor de turismo
do Estado do Paraná no ano de 1999 nos Município de Curitiba, Londr ina e Foz do Iguaçu,
desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado do Esporte e Turismo e Secretaria do
Emprego e Relações do Trabalho do Paraná. Atividade que teve a frente da coordenação
pedagógica geral o prof. Tadeu Atila Mendes.
e) PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS NA ÁREA DE PLANEJAMENTO E
GESTÃO DE SERVIÇOS COM ÊNFASE NA OTIMIZAÇÃO DOS RECURSOS DE TECNOLOGIA
DA INFORMAÇÃO.
Este trabalho teve por escopo a consultoria para a capacitação de recursos humanos na área de
planejamento e gestão de serviços, com ênfase na otimização dos recursos de tecnologia da
informação. Concorrência Pública Nacional nº97/2002 – contrato nº 25.155. Trabalho
desenvolvido junto a Prefeitura Municipal de Porto Alegre – RS, com acompanhamento e
supervisão da Se cretaria Municipal de Administração - CDES - Coordenação de
Desenvolvimento, com recursos do BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento. Primeira
fase do trabalho, no período de março a abril de 2003, desenvolvida em quatro momentos ou
seminários de sei s horas cada. O público alvo dos seminários foi composto preferencialmente
por representantes dos três níveis estratégicos do processo, servidores atuantes das áreas de
planejamento e gestão de serviços. Os momentos ou seminários tiveram como escopo a
discussão e apresentação dos assuntos: Perfil Tecnológico da Prefeitura Municipal de Porto
Alegre; Políticas de Gestão de Serviços; A Importância do Desenvolvimento de Recursos
Humanos para a Otimização dos Recursos de Tecnologia da Informação. Segunda Etapa, que
foi desenvolvida no período de maio a novembro de 2003, teve como produtos a capacitação de
1500 servidores (Módulo 01), a capacitação de 750 servidores (Módulo 02), a capacitação de
375 servidores (Módulo 03).
2. PROJETO SIENTECH
O projeto SIENTECH está voltado para as áreas de pesquisa, desenvolvimento, fabricação e
tecnologia. É um projeto desenvolvido pela mantenedora em parceria com a Prefeitura de São
Francisco do Conde no Estado da Bahia e o Banco de Crédito do Nordeste - BNB, para a
implantação de um complexo que abrange: Instituição de Ensino, Centro de Pesquisa e
Desenvolvimento, Montadora de Equipamentos Eletrônicos e Incubadora.
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
O projeto já em fase final de aprovação pelo Banco de Crédito do Nordeste e a perspectiva de
início das atividade s é para o ano de 2012, na cidade de São Francisco do Conde, região
metropolitana de Salvador – Bahia.
A ideia do projeto surgiu da necessidade de atendimento à demanda de mão de obra e de
tecnologia existente. O governo do estado da Bahia, após ter conhec imento do projeto, acenou
com diversas vantagens fiscais, que motivaram a transferência do mesmo.
O curso proposto, Gestão da Tecnologia da Informação, será um polo de pesquisa e
desenvolvimento na cidade de Curitiba e estará integrado às atividades que se rão desenvolvidas
na unidade de São Francisco do Conde.
Os alunos terão a disposição os conhecimentos gerados pela unidade de Pesquisa e
Desenvolvimento, bem como, os trabalhos dos professores e alunos deverão integrar a linha de
pesquisa da unidade de P&D.
3.0 DADOS GERAIS DO CURSO PROPOSTO
Denominação
Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Dados do responsável pela elaboração do projeto
Élcio Miguel Prus
Nome:
Rua Santa Fé, 117 - Centro
End.:
PR
Cidade: Pinhais
UF:
CEP: 83.324-230
3033-5965
Fone:
Fax:
[email protected]
E-mail:
Dados do coordenador do curso

Responsável pela implantação do curso
Élcio Miguel Prus
Nome:
Rua Santa Fé, 117 - Centro
End.:
Cidade: Pinhais
3033-5965
Fone:
Fax:
[email protected]
E-mail:
Regime de matrícula

M atrícula por: módulo

Periodicidade Letiva: semestral
Periodicidade
M atrícula por
Letiva
Semestre
Modular
Total de vagas anuais
Turnos de
funcionamento
1º Sem.
2º Sem
Total
Carga horária
Carga horária
Total do curso
2.200
Vagas por
turma
50
50
100
UF:
PR
CEP: 83.324-230
Valor do período
Valor anuidade
297,00
3.564,00
Numero de
turmas
1
1
1
Total de vagas Semestrais
Obs.
50
50
100
Prazo de integralização da carga horária
limite mínimo
limite máximo
(meses/semestres)
(meses/semestres)
5 semestres
8 semestres
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
3.1. OBJETIVOS DO CURSO
O Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação será um profissional, responsável
socialmente e qualificado a planejar, coordenar e controlar ações próprias de um setor de TI
(Tecnologia da informação), relacionadas ao ciclo de vida dos sistemas de TI, empregando
conhecimentos tecnológicos e gerenciais. O curso proposto ter´pa como objetivos:
- Formar um profissional capaz de planejar e gerenciar a aplicação das tecnologias de
informação e comunicação nas organizações, proporcionando integração e disseminação da
informação dentro da empresa com racionalidade, de forma a otimizar os meios de produção e
aumentando o nível de gerenciamento.
- Formar profissional com visão holística, capacitado a utilizar sistemas de informação nos
níveis tático, gerencial e estratégico, propor e acompanhar o desenvolvimento de soluções em
sistemas de informação informatizados, gerenciando os recursos tecnológicos da empresa e
propondo negócios em ambiente digital.
- Formar profissionais com visão da tecnologia e suas aplicações e ao mesmo tempo uma visão
humanística das pessoas e seu relacionamento na organização, postura, ética e conhecimentos
gerais de legislação, de maneira a proporcionar a gestão de empresas c om responsabilidade
social.
- Formar empreendedores, que possam atuar na área de consultoria e suporte a soluções
tecnológicas ou como representantes comerciais.
- Capacitar os profissionais atuantes na área de gestão de Sistemas de informação, estudos
complementares que visem a atualização de seus conhecimentos, aperfeiçoamento e a
especialização técnica que lhes aumentem o potencial profissional.
- Incentivar a pesquisa no campo dos sistemas de informação na área de gestão.
- Integrar os recursos de Inte rnet e de outras tecnologias em todos os níveis da empresa
- Capacitar o aluno para atuar como Analista de Sistemas em empresas públicas ou privadas
de qualquer segmento do mercado, abrangendo todos os aspectos do ciclo de desenvolvimento
de sistemas, desde a análise de requisitos, modelagem, prototipação, implementação, teste,
implantação e manutenção de sistemas.
3.2. JUSTIFICATIVAS DO CURSO
O Paraná cresce, a cada ano, de maneira significativa em todos os setores da economia. A
grande Curitiba é formada por 25 (vinte e cinco) municípios, com uma população de 3,4
milhões de habitantes (IBGE/2008). Possui um PIB (produto interno bruto) de US$ 21,89
bilhões (IBGE/2008), e desde então vem experimentando o maior ciclo de crescimento de sua
história. Curitiba consolida sua posição de centro de atração e irradiação de tecnologia de
vanguarda em todas as áreas do conhecimento, ao mesmo tempo em que descentraliza os
investimentos. Prova disso é que as indústrias de maior expressão na geração de empregos
estão localizadas nos municípios da região metropolitana como São José dos Pinhais, sede das
montadoras Renault e Audi/Volkswagen; Campo Largo, Fazenda Rio Grande a Eletrolux, além
das empresas fornecedores de auto-peças distribuídas nos municípios de Piraquara, Pi nhais,
Araucária, entre outros municípios da grande Curitiba. Não podemos nos furtar de citar a
Cidade Industrial de Curitiba que concentra 96 empresas dos mais diversos setores (Volvo,
Bosch, entre outras).
A significativa expansão da região metropolitana de Curitiba nos últimos anos, advinda da
política estadual de industrialização fazem da Instituição o local natural de procura de
oportunidades de formação de um grande contingente de trabalhadores. Estes trabalhadores
em sua maior parte são oriundos das atividades industriais da região ou de seus fornecedores,
bem como da grande quantidade de estabelecimentos comerciais que se instalaram na região.
O perfil de grande parte desta clientela é de profissionais que buscam na graduação uma forma
de adquirir conhecimentos rapidamente aplicáveis ao seu dia a dia profissional, específicos, e
preferencialmente de forma rápida. A expansão dos cursos de tecnologia regulamentados pelo
MEC vem atender esta demanda.
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Nas atividades desenvolvidas notamos a necessidade, fa rtamente trabalhada na literatura, de
informatização de rotinas administrativas visando atingir maiores graus de qualidade e
produtividade. Neste ínterim cabe ressaltar o crescimento acelerado de aplicações de redes de
computadores, sistemas voltados a ambiente WEB e sistemas corporativos em plataforma
cliente/servidor, baseados em sistemas gerenciadores de bancos de dados de pequeno, médio e
grande porte.
Estes elementos, aliada a vocação de Curitiba em se consolidar como um pólo de
desenvolvimento de tecnologia, motivaram a IES a propor o curso e questão. Para tanto, os
recursos dos quais dispõe a instituição, sejam eles físicos, de laboratórios, corpo docente,
espaços de convivência e biblioteca a colocam entre as melhores seja pelo conjunto do que
oferta à comunidade, seja pela proposta pedagógica ou mesmo pela dinâmica acadêmica que
adota, permitindo ao discente participação ativa inclusive na decisão de temas dos seminários
de atualização, abrangência de conteúdos e aplicabilidade dos recursos materiais de que
dispõe.
3.3. PERFIL DO EGRESSO
O Tecnólogo em Gestão de Tecnologia da Informação é um profissional de nível superior capaz
de articular teoria e prática, mobilizando-as de maneira eficiente e eficaz para atender funções
de natureza tecnológica, requeridas no mundo do trabalho. O mesmo deve ser dotado de
conhecimentos que permeiam a área de gestão e de tecnologia, englobando as seguintes
competências:
1. Compreender a área de gestão de projetos de tecnologia de informação e comunicação,
selecionando, gerenciando o processo de implantação em qualquer nível da empresa;
2. Conceber o processo de terceirização de ferramentas tecnológicas;
3. Intervir no mercado como consultor ou vendedor de soluções tecnológicas;
4. Organizar equipes de desenvolvimento, implantação, treinamento e manutenção de sistemas;
5. Apontar na área de Inteligência empresarial, soluções a níveis de apoio a decisão (Business
Intelligence);
6. Analisar os processos administrativos e propor soluções tecnológicas em ambiente web,
modelo de negócios, proporcionando agilidade, competitividade, produtividade e eficácia da
empresa;
7. Compreender a importância da logística e dos sistemas inerentes à área para o sucesso de
uma organização;
8. Intervir como mediador entre a área administrativa e tecnológica;
9. Intervir como gerente da área de Tecnologia da Informação;
10. Analisar a coesão das ferramentas tecnológicas com a área de gestão (processos
administrativos);
11. Interpretar as decisões estratégicas da empresa através do permanente su porte de
informações baseadas no negócio da empresa suportado pelas tecnologias de informação.
Além das citadas acima, este profissional deve trabalhar em equipe, de forma ética, organizada,
proativa, acompanhando a evolução tecnológica do setor através da aprendizagem continua
adaptando-se ao enfoque empresarial da empresa.
3.4. ESTRUTURA CURRICULAR
A organização curricular atende aos objetivos do curso por proporcionar uma articulação entre
as diversas disciplinas e a transversalidade dos conteúdos. O a luno constrói seu conhecimento
a partir de um modulo básico que o situa no curso pretendido e a partir daí avança numa
produção de conhecimento específico e geral através de suas unidades curriculares.
Evidenciado através do desenvolvimento e execução de projetos, trabalhos e atividades extraclasse, como: visitas técnicas, palestras e participação discente em feiras e eventos do setor
tecnológico.
O currículo foi baseado para permitir que o egresso tramite entre os diversos segmentos de
atuação e assegura plenamente o desenvolvimento das competências e habilidades
8
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
especificadas no seu perfil. Ressaltando que o currículo atende a uma análise de pesquisas do
meio produtivo sobre a necessidade de formação.
Logo, o Curso de Tecnologia Gestão da Tecnologia da In formação possui uma estrutura
curricular que está concebida em fases. Esta estrutura curricular propicia ao acadêmico ao
término, com aproveitamento integral de todas as unidades.
3.5. REPRES ENTAÇÃO GRÁFICA DO CURSO E PERFIL DE FORMAÇÃO
CURSO SUPERIOR DE GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
CARGA
DISCIPLINAS - I
HORÁRIA
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
80
ARQUITETURA DE COMPUTADORES
80
TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO
80
M ÓDULO I
SISTEMAS
OPERACIONAIS
E
REDES
DE
80
COMPUTADORES
MATEMÁTICA
80
PRÁTICA PROFISSIONAL I
40
CARGA HORÁRIA: M ÓDULO I
440
CARGA
DISCIPLINAS II
HORÁRIA
GESTÃO ORGANIZACIONAL
80
BANCO DE DADOS
80
GESTÃO CONTÁBIL E FINANCEIRA
80
M ÓDULOII
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO
80
PLANEJAMENTO DE GESTÃO DE RECURSOS
80
(ERP)
PRÁTICA PROFISSIONAL II
40
CARGA HORÁRIA: M ÓDULO II
440
CARGA
DISCIPLINAS III
HORÁRIA
WEBDSINGNER
80
GERENCIAMENTO
DE
PLATAFORMAS
WEB
80
(CRM)
FUNDAMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DE
M ÓDULO III
80
SOFTWARE
GESTÃO DE PROJETOS
80
CUSTOS
80
PRÁTICA PROFISSIONAL III
40
CARGA HORÁRIA: M ÓDULO III
440
CARGA
DISCIPLINAS IV
HORÁRIA
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
80
LOGISTICA E INFORMAÇÕES
80
PLANO DE NEGÓCIOS
80
M ÓDULO IV
SISTEMAS DE INFORMAÇÕES EMPRESARIAIS
80
PROJETO I
80
PRÁTICA PROFISSIONAL IV
40
CARGA HORÁRIA: M ÓDULO IV
440
CARGA
DISCIPLINAS V
HORÁRIA
M ÓDULO V
ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS
80
AUTOMAÇÃO DO TRABALHO
80
9
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
ENGENHARIA DE SOFTWARE
80
DINÂMICA DE MERCADO - E-COMERC E
80
PROJETO II
80
TRABALHO DE CURSO
40
CARGA HORÁRIA: M ÓDULO V
440
Disciplina de Libras (OPTATIVA)
40
Período: 5 semestres; carga horária: 2200 horas; disciplinas: 30; aulas de segunda a
sábado
3.6 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Tecnologia da Informação
Módulo: 1º
Professor: Jean Louis de Oliveira
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Compreender a informação como recurso gerencial. Conhecer tipos, usos e tratamento das
informações e relacioná-las com suas atividades fins. Conhecer sistemas de informação e sua classificação.
Reconhecer a necessidade de aplicação eficaz da tecnologia da informação e seus aspectos em um ambiente
empresarial moderno. Compreender a organização como sistema aberto. Conhecer os níveis de informação e
decisão em uma organização, relacionado-os com a estrutura da organização. Reconhecer a utilização dos
sistemas de informação como recurso estratégico das empresas. Avaliar o impacto da implantação e integração
de sistemas de informação, da informatização em geral e da automação de escritórios na empresa. Conhecer
as principais tecnologias de informação e comunicação e sua aplicabilidade. Compreender o processo
gerencial dos projetos de software. Compreender a importância da coesão entre os processos de gestão e a
tecnologia aplica aos mesmos.
2. Objetivos Educacionais:
Fazer uso da tecnologia de Internet/Intranet e suas correlatas em um ambiente de escritório. Mapear
fatores críticos de sucesso para a consecução de sistemas de informação. Elaborar planilhas demonstrativas
da utilização dos recursos tecnológicos na empresa. Controlar o custo total dos recursos tecnológicos da
organização. Cotar recursos de hardware e software para implantação e integração de sistemas. Util izar a
terceirização de serviços para manter a infra-estrutura e expandir os recursos tecnológicos de informação e
comunicação da empresa.
3. Conteúdo Programático:
Fundamentos de sistemas de informação. Noções de integração de sistemas. Visão geral das
tecnologias de informação e comunicação no gerenciamento de organizações. Noções de gerência de projetos
de sistemas de informação. Fundamentos de administração estratégica.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas em sala de aula com apresentação de slides e uso do quadro negro,
debates e discussões sobre temas propostos pelo professor.
Realização de trabalho em forma de pesquisa sendo trabalhos individuais e/ou em grupo
baseando-se em estudos de caso.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Será feita duas avaliações bimestrais, com
peso 6,0.
No decorrer dos bimestres serão exigidos trabalhos individuais e trabalhos em equipe,
podendo ser com apresentação dos alunos em sala de aula. Os trabalhos pedidos
10
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
complementam a nota do bimestre, tendo eles peso 4,0.
Referências Bibliográficas:
Básica:
JAMIL, Leal George. Repensando a TI na empresa moderna. Rio de Janeiro. Axcel .2001.
BEAL, Adriana. Gestão Estratégica da Informação. São Paulo: Atlas, 2008.
Complementar:
BATTELE,John. A busca: como o Google e seus c ompetidores reinventaram os negócios e estão
transformando nossas vidas. Tradução Nivaldo Montingelli Junior. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
LEVY, Moisés Mishel. Informação executiva. São Paulo: EDICON, 1993
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Arquitetura de Computadores
Módulo: 1º
Professor: Élcio Miguel Prus
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Bases de numeração; Hardware; Software; Arquitetura básica dos computadores di gitais;
Estudar o conceito de arquitetura, os elementos básicos nas arquiteturas de processador, conjunto de
instruções e modos de endereçamento, hierarquia de memória, entrada/saída, processadores paralelos.
2. Objetivos Educacionais:
Capacitar o aluno a compreender e conhecer a estrutura de arquiteturas moderna convencional de
computadores. Reconhecer quais são os componentes desta arquitetura e como eles funcionam e se
relacionam entre si, incluindo a relação do nível de arquitetura de máquina e de funcionamento.
Também deverá ter conhecimento das técnicas modernas utilizadas para aumento de desempenho
(pipeline) e capacidade (hierarquia de memórias) destas arquiteturas convencionais, além de saber identificar
as características principais das arquiteturas não convencionais.
Por fim, o aluno aplicará os conhecimentos os diferentes tipos de arquiteturas existentes, de acordo
com a necessidade do mercado.
3. Conteúdo Programático:
Bases de numeração; Hardware; Software; Arquitetura básica dos computadores digitais. Conceito de
Arquitetura. Os elementos básicos nas arquiteturas de processador. Conjunto de instruções e modos de
endereçamento. Hierarquia de memória. Entrada/saída. Processadores paralelos.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas, aulas com pesquisas em laboratório, realizações de trabalho como forma de
pesquisa, trabalhos em grupo e apresentação dos trabalhos, exercícios práticos (individuais e em grupo) em
sala de aula e em laboratório a fim de firmar os conceitos apresentados.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Trabalhos em equipe, apresentação de trabalhos, lista de exercícios e prova bimestral.
Prova Bimestral com valor de 60% da nota total
Trabalhos práticos, teóricos e listas de exercícios com o valor de 40% da nota final.
Referências Bibliográficas:
11
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Básica:
MARTINS, Leandro. Curso profissional de hardware. São Paulo: Digerati Books, 2007.
CARMONA, Tadeu. Treinamento prático em hardware. São Paulo: Digerati Books, 2005.
Complementar:
JAMIL, Leal George. Linux para profissionais. Rio de Janeiro. Axcel. 2006.
EQUIPE DIGERATTI. Hardware extremo. São Paulo: Digerati Books, 2010.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Teoria Geral da Administração
Módulo: 1º
Professor: Gaspar Collet Pereira
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Fundamentos da Administração. O Ambiente das Organizações;
Planejamento, Organização, Direção e Controle. Atualidade e Tecnologia.
O Processo Administrativo:
2. Objetivos Educacionais:
Discutir os conceitos básicos sobre a administração e as organizações bem como o processo
administrativo a fim de tornar o aluno capaz de definir situações, diagnosticar e propor soluções para os
problemas organizacionais, através de Modelos e Estratégias adequadas. Propor soluções tecnológicas
adequadas a cada problema organizacional.
3. Conteúdo Programático:
Fundamentos da Administração: definição de administração; os papéis, as habilidades e os tipos dos
Administradores; teoria clássica e neoclássica.
O Ambiente das Organizações: definição de organização; tipos e ambientes organizacionais;
departamentalização; formas de competição; as funções da empresa; cultura organizacional.
O Processo Administrativo:
planejamento; organização; direção; controle.
4. Procedimentos Didáticos:
O conteúdo desta disciplina será apresentado por meio de aulas expositivas, leituras e discussões
pertinentes, estudos de caso e filmes.
Técnicas: aula expositiva dialogada, estudo dirigido, seminários, estudo de caso e simul ação.
Atividades: pesquisas bibliográficas, análise de textos, revistas, exercícios e trabalhos práticos.
Recursos de ensino: quadro-negro, transparências, fitas de vídeo, textos, slides, entre outros.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Avaliações escritas e apresentação de trabalhos.
Referências Bibliográficas:
Básica:
JOCHEM, Laudelino. Gestão Estratégica de Empresas: A importância do Planejamento Estratégico e
da Controladoria. São Paulo: Foco Editorial. 2009.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração.São Paulo: Campus, 2003
12
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Complementar:
RAZZOLINI FILHO, Edelvino. Logística: A Evolução na Administração. Desempenho e Flexibilidade.
JOCHEM, Laudelino. Pequenas empresas grandes desafios. São Paulo, 2008.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Sistemas Operacionais e Redes de Computadores
Módulo: 1º
Professor: Daniela Silveira dos Santos
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Compreender a arquitetura básica de sistemas operacionais. Compreender os conceitos básicos de
comunicação de dados; Compreender a necessidade de interligação de computadores em Rede; Conceituar e
diferenciar as topologias físicas e lógicas de rede (Barramento/ Estrela/Anel/Ethernet/Token Ring); Conhecer os
equipamentos ativos e passivos (cabos/switchs entre outros) de uma rede, compreendendo suas
características e aplicações; Compreender o conceito básico dos protocolos de redes cabeadas e sem fio mais
utilizados (Ethernet, TCP-IP, WiFi entre outros); Compreender os princípios básicos do planejamento de redes
de computadores.
2. Objetivos Educacionais:
Fornecer ao aluno os conceitos básicos usados na concepção dos sistemas operacionais,
aprender a arquitetura dos sistemas operacionais.
Identificar tipos diferentes de redes (LAN, WAN, Wireless); Especificar equipamentos de redes
adequados à solução de um determinado problema; Identificar um sistema básico de cabeamento estruturado;
Confeccionar e instalar cabos de redes; Reconhecer topologias lógicas e físicas de redes; Planejar, instalar e
configurar uma rede de pequeno e médio porte.
3. Conteúdo Programático:
O que é um Sistema Operacional: Componentes básicos de Hardware; Estruturas de Sistema de
computação. Processos: Conceitos; Comunicação entre processos; Escalonamentos. Gerência de Memória:
Componentes básicos de Hardware; Conceitos; SWAPPING; Memória Virtual. Sistemas de Arquivo: Conceitos;
Diretórios; Segurança.
Conceitos de telecomunicações e comunicação de dados; Modos de operaç ão; Tipos de transmissão;
Ritmos de transmissão; Detecção e correção de erros; Meios físicos de transmissão(Par trançado, Cabo
coaxial, Fibra ótica, Wireless); Classificação das redes; Tipo de Redes (PAN,LAN,MAN,WAN); Topologias física
e lógica de redes; Modelos de referência de arquitetura de rede; O modelo OSI da ISSO; Arquitetura básica do
TCP/IP; Equipamentos para implantação e interconexão de redes( Repetidor, Hub, Bridge, Switch, Roteador,
Gateway e Proxy); Instalação e configuração de cabos UTP e de uma rede Windows de pequeno porte;
Planejamento de redes de pequeno e médio porte.
4. Procedimentos Didáticos:
Demonstração, Exercício Individual, Trabalho em Grupo e Prática em Laboratório.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Avaliações Bimestrais.
Trabalhos de Pesquisa, Desenvolvimento em laboratório e Listas de Exercícios.
Referências Bibliográficas:
Básica:
13
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
JAMIL, Leal George. Linux para profissionais. Rio de Janeiro. Axcel. 2006 (10 exemplares)
GALLO, Michael A. Comunicação entre computadores e tecnologias de rede. São Paulo. Thomson.
2003.
Complementar:
VERMA, Dinesh C. Redes de distribuição de conteúdo: uma abordagem de engenharia para CDNs.
Rio de Janeiro : Campus, 2002.
FARIAS, Paulo César Bento. Curso Essencial de Redes. São Paulo: Digerati Books , 2006.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Matemática
Módulo: 1º
Professor: Paulo Martinelli
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Compreender a relação entre matemática e lógica; Compreender os conceitos de Definição e Divisão,
Verdade e Erro; Compreender as partes básicas da lógica formal.
2. Objetivos Educacionais:
Coordenar as regras lógicas à fundamentação lógica da matemática; Elaborar argumentações lógicas;
Elaborar operações lógicas; Resolver equações matemáticas de média complexidade.
3. Conteúdo Programático:
Teoria dos conjuntos; Operações entre conjuntos; Resolução de problemas aplicativos envolvendo
conjuntos; Relações e Funções; Produto cartesiano; Análises e gráficos; Progressão Aritmética e Progressão
Geométrica; Fórmula do termo geral; Soma dos termos de uma progressão; Equações e Sistema de equações;
Resolução de equações e Sistema de equações; Conceito de regras lógicas; Simbolização; Formalização;
Noção de operação lógica; Esquema de operação lógica; Tabela de operação lógica de ordem um e dois;
Noções de expressões lógicas; Avaliação de expressões lógicas; Esquemas de expressões lógicas.
4. Procedimentos Didáticos:
A disciplina será ministrada através de aulas expositivas, discussões de situações problemas, trabalhos
em grupo, listas de exercícios desenvolvidas em classe e extra-classe.
5. Recursos:
6. Avaliação:
As avaliações serão realizadas conforme a seguinte disposição:
- Provas parciais – 30% da nota bimestral.
- Provas bimestrais – 60% da nota bimestral
- Lista de exercícios.
Referências Bibliográficas:
Básica:
ROCHA, Alex; MACEDO, Luiz Roberto Dias. Matemática aplicada. Curitiba : IBPEX, 2004.
SILVA, Fernando César Marra e; ABRÃO, Mariângela. Matemática básica para decisões
administrativas. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2008.
SOBRINHO, José Dutra. Manual de aplicações financeiras HP 12C. 3ed. São Paulo: Atlas, 2008.
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Complementar:
CardoSo, Luiz Fernandes. Dicionário de matemática. Rio de Janeiro: Harbra. 2001.
IMENES, Luiz Márcio. Equação do 2º grau. 12 ed. São Paulo. Atual. 1992.
Medeiros, Sebastião da Silva; et al. Matemática: para cursos de economia, administração e ciências
contábeis. 4 ed. São Paulo: Atlas. 1999.
OLIVEIRA, Edmundo Capelas; MAIORINO, José Emílio. Introdução aos métodos de matemática
Aplicada. 2 ed. Campinas: Unicamp. 2003.
REIS, Genésio Lima dos, SILVA, Valdir Vilmar da. Geometria analítica. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC.1996.
THOMSETT, Michael. Sabedoria numérica: como transformar a análise de dados numéricos em
decisões empresariais eficazes. Rio de Janeiro. Ediouro. 1992.
Carga horária:
40
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Prática Profissional I
Módulo: 1º
Professor: Vinícius Carlos Langer
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Seleção de tema que envolva as disciplinas do módulo. Integração de diversas disciplinas. Análise das
diferenças entre teoria e realidade. Gestão do trabalho em equipe. Relacionamento interpessoal. Cumprimento
de metas e prazos.
2. Objetivos Educacionais:
Desenvolver um projeto que envolva os conteúdos trabalhados nas disciplinas do módulo para
estimular o acadêmico a trabalhar em equipe e perceber a aplicabilidade, na prática, dos conteúdo s
desenvolvidos frente a realidade organizacional empreendedora.
3. Conteúdo Programático:
Projeto Interdisciplinar: Estimular a visão interdisciplinar; Selecionar um tema que englobe as
disciplinas; Desenvolver o tema em equipe; Relacionar a teoria e a prática; Introduzir e seguir o cronograma de
orientação dos projetos; Concluir o projeto no prazo planejado; Apresentar o projeto desenvolvido.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas com auxílio de áudio e vídeo, trabalhos em grupo, desenvolviment o de projeto de
pesquisa sob cronograma de orientação com o professor, debate, apresentação e exposição de projeto.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Evolução do projeto como trabalhos em equipe e avaliações bimestrais.
Referências Bibliográficas:
Básica:
FARIAS, Paulo César Bento. Curso Essencial de Redes. São Paulo: Digerati Books, 2006.
JAMIL, Leal George. Linux para profissionais. Rio de Janeiro. Axcel. 2006.
GALLO, Michael A. Comunicação entre computadores e tecnologias de rede. São Paulo. Thomson.
2003.
Complementar:
Livros da bibliografia complementar de cada disciplina do módulo.
15
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Gestão organizacional
Módulo: 2º
Professor: Christian F. da Cunha Bundt
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
A disciplina dará uma visão geral dos tópicos relevantes da tecnologia de informação e sua aplicação
em administração. Serão apresentados conceitos de hardware, software, redes, e discutidos problemas
referentes ao desenvolvimento e implantação de sistemas com foco em usuários e organizações. Também
serão discutidos conceitos e ferramentas de gestão que permitem adequar processos de trabalho, tecnologia e
pessoas ao direcionamento estratégico da empresa, além de estudar e discutir os conceitos básicos das
diversas correntes de pensamentos administrativos que estudam a natureza das organizações: A evolução das
teorias administrativas, as teorias modernas e as estratégias emergentes de gestão. Nesse sentido, se propõe
a oferecer aos alunos uma visão crítica abrangente e integrada das diferentes abordagens da administração.
2. Objetivos Educacionais:
Apresentar ao aluno visão geral dos tópicos relevantes da tecnologia de informação (TI) e sua
aplicação em administração, capacitando-o a entender a potencialidade do uso da TI no suporte aos processos
de
Negócio e nas operações da empresa, na tomada de decisões gerenciais e nas atividades estratégias
da organização.
3. Conteúdo Programático:
Administração, competências do administrador, evolução das teorias administrativas, o processo
decisório e a Importância do planejamento, novas abordagens da administração. Fundamentos de sistemas de
Informação: conceitos, categorização, componentes. Recursos dos sistemas de informação: hardware,
software, telecomunicações, redes, Internet. Histórico da evolução do uso da TI nas organizações,
Oportunidades de aplicação da TI nas empresas: sistemas de informação para o nível operacional, sistemas de
informação colaborativos, sistemas de apoio à decisão gerencial, e-commerce, e-business, CRM, ERP,
Balance Scorecard e Sistemas De Gestão Empresarial de TI (ITIL/COBIT)
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas, aulas dialogadas, trabalhos em grupo, leitura de textos, apres entação de casos e
apresentação de seminário.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Avaliação continua baseada em participação em sala, entrega de comentários sobre os artigos
solicitados, entrega de trabalhos feitos em sala, participação em eventos programados, frequência,
apresentação de seminário e prova individual.
Referências Bibliográficas:
Básica:
OLIVEIRA, J. Otávio. Gestão Empresarial: Sistemas e Ferramentas. São Paulo: Atlas, 2007.
BEAL, Adriana. Gestão Estratégica da Informação. São Paulo: Atlas, 2008.
Complementar:
LEVY, Moisés Mishel. Informação executiva. São Paulo: EDICON, 1993.
16
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
JAMIL, Leal George. Repensando a TI na empresa moderna. Rio de Janeiro. Axcel, 2001.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Banco de Dados
Módulo: 2º
Professor: Daniela Silveira dos Santos
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Compreender o conceito de Bancos de Dados. Identificar os tipos de Bancos de Dados. Compreender
Arquivos, Registros e Campos. Diferenciar tamanho físico do tamanho lógico do arquivo. Estabelecer a relação
entre os Sistemas de Armazenamento de Dados e suas formas de organização e estruturação. Compreender o
Modelo de Dados e Relacional. Constatar a necessidade e criar a imposição de Integridade Referencial em um
Banco de Dados. Compreender a decomposição de um Diagrama Entidade-Relacionamento em sentenças
SQL. Compreender os conceitos de dataware-house e data-mining. Conhecer as tecnologias de mineração de
dados.
2. Objetivos Educacionais:
Confeccionar a descrição de arquivos lógicos. Elaborar Modelo Entidade-Relacionamento. Executar a
criação de Banco de Dados, com integridade referencial. Executar sentenças SQL em um SGBD.
3. Conteúdo Programático:
Conceito: Banco de Dados e Integridade referencial e de dados;
Criação database e Tabelas utilizando Sistema Gerenciado de Banco de Dados (SGBD);
Tabelas, Chave-Primária;
Relacionamentos, Cardinalidade, Chave-estrangeira;
Manipulação de dados - Insert, Delete, Update e Select;
Constraints: check, unique, not null, default;
Manipulação de dados - Select entre tabelas (Inner Join);
Manipulação de dados – Inserção, atualização, deleção e seleção.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas; aulas em laboratório de Informática utilizando Software de Gerenciamento de Banco
de Dados.
Realização de exercícios práticos de Criação de Databases, tabelas e manipulação de dados.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Trabalho Bimestral – Criação Database – Lab. Informática. Trabalho Bimestral - Manipulação de Dados
(Insert, Update, Delete, Select) - Lab. Informática. Prova Bimestral – Sala de Aula.
Referências Bibliográficas:
Básica:
GONÇALVES, Marcio. Extração de dados para Data Warehouse. Rio de Janeir: Axcel .2003.
DATE, C.J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados (Tradução da 7ª edição Americana). Rio de
Janeiro:Campus, 2000.
Complementar:
FERRARI, Fabrício Augusto. Crie banco de dados em MySQL. São Paulo : Digerati Books, 2007.
MAYER, Roberto Carlos. Otimizando a performance de banco de dados relacionais. Rio de Janeiro :
17
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Axcel Books, 2001.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Gestão Contábil e Financeira
Módulo: 2º
Professor: Gaspar Collet Pereira
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Compreender os principais tributos e taxas incidentes em atividades mercantis. Conhecer técnicas de
planejamento financeiro, contábil, tributário e fiscal. Aplicar planilhas eletrônicas ao planejamento financeiro.
Compreender o objetivo da contabilidade, suas técnicas e finalidades.
2. Objetivos Educacionais:
Utilização de programas de computador voltados aos lançamentos contábeis. Elaboração de
documentos para planejamentos fiscal, contábil e financeiro. Calcular tributos e taxas incidentes sobre
operações de compra e venda de mercadorias. Calcular tributos e taxas incidentes sobre a prestação de
serviços. Elaboração das demonstrações contábeis e apuração de resultados.
3. Conteúdo Programático:
CONTABILIDA DE – INTRODUÇÃO
Contabilidade Conceito, A Quem Interessa, Funções, Objetivos da Contabilidade, A importância da
Contabilidade, Finalidades, Campo de atuação, Objetivos, Técnicas Contábeis, Livros Contábeis, Formação do
Patrimônio, Classificação dos Bens, Aspectos qualitativos quantitativos.
COMPONENTES DO PATRIMÔNIO
Ativo, Passivo, PL, Fontes do PL e sua Equação Fundamental, Origem e Aplicações de Recursos,
Configuração do Capital, Dinâmica Patrimonial, Representação Gráfica do Patrimônio.
CONTAS
Grupos de Contas, Plano de Contas, Débitos e Créditos, Partidas Dobradas, Livro Razão, Livro Diário,
Lançamentos em Razonetes.
ESTUDO DOS TRIBUTÁRIOS
Espécies tributárias, Decadência, Prescrição, Noções de ICMS, Noções do IPI, Noções do PIS, Noções
da COFINS, Incidência dos tributos na formação de preços de vendas, Base de calculo e Forma de Apuração.
REGISTRO DAS OPERAÇÕES DA ATIVIDADE COMERCIAL
Entidade Mercantil, Contabilidade Comercial, Operações Comerciais, Operações com Mercadorias
(Compara, Venda, Formação do Preço de Venda, CMV, Inventário).
ESTUDO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS
Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido
(DMPL), Demonstração da Origem e Aplicações de Recursos (DOAR).
4. Procedimentos Didáticos:
Formação de conceitos com os quais o aluno poderá compreender a importância e o funcionamento da
contabilidade nas empresas e tomar decisões gerenciais baseados na contabilidade financeira.
Debates, para o aluno visualizar a aplicabilidade dos conteúdos.
Exercícios práticos envolvendo simulações empresariais com instrumentos de quantificação de
resultados, lançamentos e demonstrações contábeis publicadas.
Utilização de quadro negro, giz e projeção de imagens através de retro-projetor e/ou multimídia.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Trabalhos parciais e prova bimestral.
Referências Bibliográficas:
18
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Básica:
Cherman, Bernardo C. Contabilidade geral. Rio de Janeiro: Freitas Bastos. 2005.
Peyon, Luiz Francisco. Gestão contábil. Rio de Janeiro: Freitas Bastos. 2004.
Saldini, Renato Nogueira. Ciclo de operações contábeis. São Paulo: TextoNovo. 2003.
Complementar:
Berti, Anélio. Contabilidade geral. 1 ed. São Paulo: Ícone. 2001.
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 7. ed. São Paulo: Atlas. 2004.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Lógica de Programação
Módulo: 2º
Professor: Paulo Martinelli
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Compreender a necessidade do pensamento de forma algorítmica para a solução de problemas.
Codificar algoritmos em português estruturado. Compreender as diferenças entre os projetos de linguagem e
seus métodos de implementação. Compreender variáveis e tipos de dados e sua influência e uso nas
linguagens de programação. Compreender a importância das expressões e estruturas de controle na
elaboração de programas. Compreende subprograma e sua utilização como instrumento de referência para
construção de programas e sistemas. Compreender tipos de dados abstratos e sua aplicação em programação.
Compreender aspectos de semântica e sintaxe de uma linguagem de programação de uso comercial.
2. Objetivos Educacionais:
Preparar e desenvolver algoritmos modulares. Preparar e desenvolver algoritmos por refinamentos
sucessivos. Elaborar algoritmos por engenharia reversa simples. Preparar o ambiente computacional para
desenvolvimento de programas. Fazer a definição e aplicação de testes com controle e indicação da versão do
software. Utilizar uma linguagem de programação para a elaboração de programas.
3. Conteúdo Programático:
Desenvolvimento de Lógica; Português estruturado; Contanstes e Variáveis; Tipos de dados; Tipos de
variáveis; Identação do algoritmo; Constantes.
Sistema I/O; Dados x Informação; Expressões Aritméticas, Relacionais e Booleanas; Algoritmos
Diretos; Estruturas de controle; Estruturas de repetição; Estrutura clássica de processamento; Depuração por
teste de mesa; Análise de fórmulas, cálculos e procedimentos; Utilização de compiladores padronizados;
Processo de compilação; Estruturas como Vetor.
Estruturas como Matriz; Uso de Vetores e Matrizes como técnica para o aumento da performance da
aplicação; Funções e estruturas; Linguagem C.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas em laboratório, pesquisa, lista de exercícios, trabalho em grupo, tira-dúvidas.
5. Recursos:
6. Avaliação:
CONCEITOS: 20% - Avaliação escrita dos conceitos.
PRÁTICA: 50% - Utilização de software C++ para a criação e desenvolvimento dos algoritmos em
ambiente de laboratório para prática da lógica de programação.
TRABALHO: 30% - Resolução de lista de exercícios.
Referências Bibliográficas:
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Básica:
ALMEIDA, Marilane. Curso essencial de lógica de programação. São Paulo: Digerati Books, 2008.
ALMEIDA, Marilane. Curso essencial de lógica de programação. S ão Paulo: Digerati Books, 2008.
Complementar:
SAID, Ricardo. Curso de lógica de programação. São Paulo: Digerati Books, 2007.
BOENTE, Alfredo. Construção de Algoritmos. Rio de Janeiro: Editora Rio, 2006.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Planejamento de Gestão de Recursos (ERP)
Módulo: 2º
Professor: Elcio Miguel Prus
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Introdução de conceitos de produtividade e tecnologia aliados à estratégia empresarial.
2. Objetivos Educacionais:
Introduzir e desenvolver conceitos de gestão de tecnologia da informação.
Identificar técnicas e ferramentas úteis para a gestão de tecnologia da informação.
3. Conteúdo Programático:
Gestão empresarial: retrospectiva histórica administrativa; administração sistêmica; administração
contingencial; a tecnologia da informação na empresa.
Tecnologia da Informação como ferramenta: governança em tecnologia da informação; planejamento
estratégico de tecnologia da informação; análise de projetos – priorização, retorno de investimento, alternativas
de
implantação.
Controle: metodologias de controle empresarial.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas, com uso de estudos de casos e dinâmicas de grupo para a
fixação dos conceitos teóricos.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Avaliações bimestrais.
No decorrer dos bimestres serão exigidos trabalhos individuais e trabalhos em equipe,
podendo ser com apresentação dos alunos em sala de aula. Os trabalhos pedidos
complementaram a nota do bimestre.
Referências Bibliográficas:
Básica:
BEAL, Adriana. Gestão Estratégica da Informação. São Paulo: Atlas, 2008.
REZENDE, D. A. PLANEJAMENTO DE SISTEMAS DA INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA: guia prático
para planejar a tecnologia da informação integrada ao planejamento estratégico das organizações. São Paulo:
Atlas, 2003.
Complementar:
WURMAN, Richard Saul. Ansiedade da Informação 2: um guia para quem comunica e dá instruções.
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
São Paulo: Editora da Cultura, 2005.
JAMIL, Leal George. Repensando a TI na empresa moderna. Rio de Janeiro. Axcel .2001.
Carga horária:
40
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Prática Profissional II
Módulo: 2º
Professor: Jean Louis de Oliveira
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Seleção de tema que envolva as disciplinas do módulo. Integração de diversas disciplinas. Análise das
diferenças entre teoria e realidade. Gestão do trabalho em equipe. Relacionamento interpessoal. Cumprimento
de metas e prazos.
2. Objetivos Educacionais:
Desenvolver um projeto que envolva os conteúdos trabalhados nas disciplinas do módulo para
estimular o acadêmico a trabalhar em equipe e perceber a aplicabilidade, na prática, dos conteúdos
desenvolvidos frente a realidade organizacional empreendedora.
3. Conteúdo Programático:
Projeto Interdisciplinar: Estimular a visão interdisciplinar; Selecionar um tema que englobe as
disciplinas; Desenvolver o tema em equipe; Relacionar a teoria e a prática; Introduzir e seguir o cronograma de
orientação dos projetos; Concluir o projeto no prazo planejado; Apresentar o projeto desenvolvido.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas com auxílio de áudio e vídeo, trabalhos em grupo, desenvolvimento de projeto de
pesquisa sob cronograma de orientação com o professor, debate, apresentação e exposição de projeto.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Evolução do projeto como trabalhos em equipe e avaliações bimestrais.
Referências Bibliográficas:
Básica:
Livros da bibliografia básica de cada disciplina do módulo.
Complementar:
Livros da bibliografia complementar de cada disciplina do módulo.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Webdesigner
Módulo: 3º
Professor: Marcio de Paula Faria
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Compreender a estrutura de um site e seus componentes. Conhecer as formas de conexão à Internet e
suas características. Compreender os princípios da linguagem HTML. Conhecer o desenvolvimento de página s
utilizando frames. Conhecer as tecnologias existentes em desenvolvimento de sites. Reconhecer a utilidade e
importância das páginas dinâmicas.
2. Objetivos Educacionais:
Elaborar páginas utilizando ferramentas de autoria. Projetar páginas HTML. Utilizar formulários para
envio de e-mails. Utilizar links para ligação de páginas internas e externas.
3. Conteúdo Programático:
Criação de páginas HTML Montagem de página de quadros. Desenvolvimento com Formulários.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas, debates sobre avaliação de sites e exercícios práticos em laboratório.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Trabalho Individual – Desenvolvimento de um Site em HTML e CSS e atividades em sala de aula.
Trabalho escrito sobre o Planejamento do Site.
Referências Bibliográficas:
Básica:
SAUCIER, Christine. Animação e interatividade na Web. Tradução Equipe Market Books. São Paulo:
MarketBooks, 2000.
FERREIRA, Silvio.
Aprenda Flash CS3 sem complicação : desenvolva, passo a passo e sem
complicação, conteúdos interativos e animações, do simples ao avançado. São Paulo: Digerati Books, 2009.
Complementar:
SAUCIER, Christine. Animação e interatividade na Web. Tradução Equipe Market Books. São Paulo:
MarketBooks, 2000.
VOLPI, Marlon Marcelo. Assinatura digital : aspectos técnicos, práticos e legais. Rio de Janeiro : Axcel,
2001.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Gerenciamento de Plataformas Web (CRM)
Módulo: 3º
Professor: Elcio Miguel Prus
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Reconhecer os fundamentos de Sistemas de Informação nas empresas. Conhecer
sistemas de e-business. Conhecer sistemas de e-commerce. Conhecer sistemas de apoio
a decisão. Modelagem de negócio. Reconhecer problemas e limitações nas empresas.
Desenvolver soluções utilizando ambiente WEB. Segurança da Informação.
2. Objetivos Educacionais:
Geral: Permitir a modelagem do negócio da empresa com apresentações de soluções
utilizando tecnologia em ambiente WEB.
Específico: Abordar metodologia de Modelagem de Negócio, porpiciando aos alunos a
percepção da importância de se entender a empresa, de verificar suas lilmitações e de
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
conhecer como ela funciona no seu dia-a-dia. Também tem o objetivo de permitir ao aluno
questionar soluções já existentes e propor novas soluções, com tecnologia WEB para os
problemas encontrados.
3. Conteúdo Programático:
Modelagem de Negócios utilizando a disciplina Modelagem de Negócios da metodologia
RUP, com a elaboração de alguns de seus artefatos. Procedimentos e padrões aplicados
na tecnologia. Sistemas de e-business (Interfuncionais, ERP, CRM, EAI, SCM,
Processamento de Transações online, Colaboração nas empresas). Sistemas de ecommerce
(Básico, Pagamento Eletrônico, B2B, B2C, C2C, B2G). Sistemas de Apoio à
Decisão (SIG, OLAP, SAD – What if, Sensibilidade, Busca de Metas, Otimização – , EIS,
IS). Sistemas de e-learning.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas em sala de aula com apresentação de slides, debates e discussões
sobre temas propostos pelo professor.
Realização de trabalho em forma de pesquisa sendo trabalhos individuais e em grupo.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Avaliações Bimestrais.
No decorrer dos bimestres serão exigidos trabalhos individuais e trabalhos em equipe,
podendo ser com apresentação dos alunos em sala de aula. Os trabalhos pedidos
complementaram a nota do bimestre.
Referências Bibliográficas:
Básica:
BEAL, Adriana. Gestão Estratégica da Informação. São Paulo: Atlas, 2008.
MANÃS, Antonio Vico. Administração de Sistemas de Informação: como otimizar a empresa por meio
dos sistemas de informação. São Paulo: Érica, 1999.
Complementar:
RESENDE, Denis A.. PLANEJAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E
INFORMÁTICA: Guia Prático para Planejar a Tecnologia de Informação Integrada ao Planejamento
Estratégico da Organizações. 1ª Ed. SP:Atlas, 2003.
JAMIL, Leal George. Repensando a TI na empresa moderna. Rio de Janeiro. Axcel .2001.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Fundamentos de Desenvolvimento de Software
Módulo: 3º
Professor: Paulo Martinelli
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Conhecer um ambiente para desenvolvimento rápido de aplicações – RAD. Compreender o
desenvolvimento utilizando um IDE e seus principais componentes. Compreender os comandos de decisão
(IF/THEN/ELSE), de controle de fluxo (WHILE/DO, FOR/NEXT), de controle e tratamento de erros
(TRY/EXCEPTION) e de estruturação de código (PROCEDURE, FUNCTION, blocos BEGIN / END).
Compreender os componentes disponíveis para a criação de aplicações (Button, Edit, Label). Compreender a
interação dos componentes do IDE com SGBDs e a utilização da linguagem estruturada de consulta (SQL),
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
inclusive utilizando Stored Procedures e seus benefícios relativos a aplicações baseadas em banco de dados.
Compreender o funcionamento dos sistemas de help on-line sensível ao contexto da aplicação. Compreender
os tipos de dados, tais como tipos básicos, modificadores dos dados básicos, combinação de dados b ásicos
com modificadores, variáveis, conversão de tipos e constantes na linguagem utilizada. Compreender os
operadores lógicos tais como: Operador E, Operador OU, Operador Não e Operador XOR na linguagem
utilizada. Diferenciar variáveis locais, globais e estáticas. Identificar componentes de uma função no que se
refere a um tipo de dado de retorno, de entrada e nome da função na linguagem utilizada. Diferenciar
comandos de repetição de blocos no que se refere à sintaxe e formas de utilização. Compreender e aplicar
comandos de acesso a bancos de dados na linguagem utilizada. Compreender matrizes no que se refere a
matrizes unidimensionais e bidimensionais em na linguagem utilizada. Compreender as características de uma
linguagem de programação orientada a eventos e os procedimentos de invocação de funções através de
eventos. Compreender os comandos de seleção única tais como avaliação de uma expressão sem alternativa,
avaliação de uma expressão com alternativa, avaliação de mais de uma expressão de teste na li nguagem
utilizada. Compreender o comando de seleção múltipla no que se refere à sintaxe e formas de utilização na
linguagem utilizada. Compreender a manipulação de relatórios na linguagem utilizada.
2. Objetivos Educacionais:
Introduzir conceitos de técnicas de programação através de linguagem formal de interface gráfica,
possibilitando a concepção de programas de pequeno e médio porte.
3. Conteúdo Programático:
Introdução da ferramenta; Operadores lógicos – matemáticos; Conversores, variáveis, componentes,
guias, objetos; Funções; Sintaxe IF simples; Sintaxe IF composto; Sintaxe Case; Trabalhando com janelas;
Procedimentos; Laços de Repetição; For; Do while; While; Estruturas; Vetores; Estruturas; Matriz; Banco de
dados – objetos; Banco de dados – objetos - Estudo de Viabilidade; Apresentação do Projeto Final.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas, aulas em laboratório, realizações de trabalho como forma de pesquisa, projetos em
grupos.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Implementação de um projeto de software utilizando banco de dados.
Referências Bibliográficas:
Básica:
SANTOS, Rui Rossi dos. Java na Web: programando sites dinâmicos. Rio de Janeiro : Axcel Books.
2007.
ALMEIDA, Marilane. Curso essencial de lógica de programação. São Paulo: Digerati Books, 2008.
Complementar:
ALMEIDA, Marilane. Curso essencial de lógica de programação. São Paulo: Digerati Books, 2008.
FORBELLONE, André Luiz Villar e EBERSPÄCHER, Henri Frederico. A construção de algoritmos e
Estruturas de Dados. Makron Books, 1993.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Gestão de Projetos
Módulo: 3º
Professor: Daniela Silveira dos Santos
Ano/Sequência: 2011/1
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Turno: Noturno
1. Ementa:
Aspectos gerais do planejamento e gerenciamento de projetos: os papéis dos contratantes, do decisor
e do usuário. Gerenciamento de previstos de informatização. Gerenciamento do ciclo de vida do sistema:
determinação dos requisitos, projetos lógico, físico, testes e implementação. Inst rumentalização das
metodologias de desenvolvimento dos sistemas. Métricas para gerenciamento de projetos e avaliação de
desempenho de sistema. Aplicação de software de gerência de projetos. Gerenciamento de expectadores:
superiores, usuários, membros da equipe e outros membros relacionados ao projeto: determinação dos
requisitos de habilidade e alocação de equipes ao projeto; análise de custo e eficiência; técnicas de
apresentação e comunicação; gerenciamento efetivo de aspectos técnicos e comportamentais d o projeto;
gerenciamento de mudanças.
2. Objetivos Educacionais:
Apresentar uma abordagem para gerenciar projetos baseando-se nas técnicas e práticas difundidas
pelo PMI (Project Management Institute)
Apresentar a origem histórica do gerenciamento de projetos
Consolidar os conceitos de projeto, gerenciamento de projetos e operação continuada
Identificar as principais características de um projeto
Estabelecer a ponte entre contribuições teóricas e sua prática cotidiana através do desenvolvimento de
exercícios em sala de aula e estudos de caso.
3. Conteúdo Programático:
Projetos e visão sistêmica. Definições gerais. Ciclo de Vida do projeto. Modelos em projetos.
Ferramentas de controle e bancos de dados de projetos.
Métricas para estimativas. Gerenciamento de expectativas. Gestão de pessoas: Recrutamento e
seleção, Treinamento, Acompanhamento. Técnicas de apresentação. Gestão de projetos.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas visando introduzir e conceituar a teoria. Aulas práticas e debates s obre confecção de
projetos.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Atividades em classe: resumos, análises, debates. Atividades extra-classe: pesquisas na biblioteca e na
Internet; elaboração de projeto. Atividades em laboratório de informática: elaboração de diagramas Gantt
utilizando ferramentas de informática e construção da documentação do projeto.
Referências Bibliográficas:
Básica:
FURLAN, J.D. Modelagem de Negócio. São Paulo: Makron, 1997.
KIM HELDMAN, PMP – Gerencia de Projetos – Versão 2005 do Exame PMP
Complementar:
MENEZES, Luís Cesar de Moura – Gestão de Projetos , Editora Atlas S.A., São Paulo, 2001
VERZUH, Eric – MBA Compacto: Gestão de Projetos / 3ª edição, Editora Campus, 2000
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Custos
Módulo: 3º
25
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Professor: Gaspar Collet Pereira
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Conhecer a natureza e estrutura dos custos da empresa adequando as modificações introduzidas pela
Lei 11.638/2007 e MP449 de 2008;
Conhecer mecanismos de definição e apropriação de custos nas MPE;
Estudar e propor classificação e sistema de apuração de custos juntamente com o profissional da
contabilidade;
Estudo dos Conceitos, Diferenças e aplicações do Custeio Direto e por Absorção
Avaliar um sistema de apuração e apropriação de custos.
Reflexo do CMV, CSV e CPV nas demonstrações contábeis e Financeiras de uma entidade;
Reflexo dos estoques nas demonstrações contábeis e financeiras de uma entidade
2. Objetivos Educacionais:
Fornecer subsídios para a real apuração de custos e rentabilidade da empresa;
Fornecer informações relevantes para a análise financeira da empresa.
3. Conteúdo Programático:
Custos: Formação; Classificação; Terminologia; Apropriação; Rateio. Custo-padrão. Sistema ABC.
Custeio Direto. Custeio por Absorção. Custeio por Ordem. Custos nas demonstrações contábeis. Formação dos
estoques e seus reflexos nas demonstrações contábeis e financeiras.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas, promovendo debates com os alunos, complementadas com exercícios e estudos de
caso.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Duas provas (bimestral); estudo de casos e trabalhos propostos; leitura e apresentação de trabalho.
Referências Bibliográficas:
Básica:
LAWRENCE, William Beaty. Contabilidade de custos. 5.ed.São Paulo.IBRASA.1977. (09 Exemplares)
Saldini, Renato Nogueira. Ciclo de Operações Contábeis: Uma Abordagem sobre Custos. 1 Ed. São
Paulo: Textonovo. 2003. (10 Exemplares)
Schier, Carlos Ubiratan da Costa. Gestão Prática de Custos. Curitiba: Juruá. 2004. (09 Exemplares)
Complementar:
Saldini, Renato Nogueira. Contabilidade Introdutória. 1 Ed. São Paulo: Textonovo. 2002. (03
Exemplares).
CHERMAN, Bernardo C. Contabilidade Geral. Rio de Janeiro: Freitas Bastos. 2005. (10 Exemplares)
BERTI, Anélio. Contabilidade Geral. São Paulo: Icone. 2001. (05 exemplares)
MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. 7ed. São Paulo: Atlas. 2004. (04 Exemplares)
Carga horária:
40
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Prática Profissional III
Módulo: 3º
Professor: Jean Louis de Oliveira
Ano/Sequência: 2011/1
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Turno: Noturno
1. Ementa:
Seleção de tema que envolva as disciplinas do módulo. Integração de diversas disciplinas. Análise das
diferenças entre teoria e realidade. Gestão do trabalho em equipe. Relacionamento interpessoal. Cumprimento
de metas e prazos.
2. Objetivos Educacionais:
Desenvolver um projeto que envolva os conteúdos trabalhados nas disciplinas do módulo para
estimular o acadêmico a trabalhar em equipe e perceber a aplicabilidade, na prática, dos conteúdos
desenvolvidos frente a realidade organizacional empreendedora.
3. Conteúdo Programático:
Projeto Interdisciplinar: Estimular a visão interdisciplinar; Selecionar um tema que englobe as
disciplinas; Desenvolver o tema em equipe; Relacionar a teoria e a prática; Introduzir e seguir o cronograma de
orientação dos projetos; Concluir o projeto no prazo planejado; Apresentar o projeto desenvolvido.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas com auxílio de áudio e vídeo, trabalhos em grupo, desenvolvimento de projeto de
pesquisa sob cronograma de orientação com o professor, debate, apresentação e exposição de projeto.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Evolução do projeto como trabalhos em equipe e avaliações bimestrais.
Referências Bibliográficas:
Básica:
Livros da bibliografia básica de cada disciplina do módulo.
Complementar:
Livros da bibliografia complementar de cada disciplina do módulo.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Planejamento Estratégico
Módulo: 4º
Professor: Gaspar Collet Pereira
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
O conceito de Estratégia. Elementos que compõem a visão estrat égica: ambiente, objetivos, missão,
visão e plano estratégico. Ambientes. Leitura e Análise de ambientes. Tendências. Paradigmas. Ameaças e
oportunidades. Diagnóstico da Organização. O Conceito de Valor. Formulação de Estratégia. Repercussão na
Organização. Qualificação de Pessoal. Indicadores de desempenho.
2. Objetivos Educacionais:
O aluno, ao final da apresentação dos conteúdos propostos, deverá ser capaz de analisar ambientes
empresariais, identificando oportunidades e ameaças.
Da mesma forma, diagnosticar situações fracas e pontos fortes de sua organização.
Deverá ter a capacidade de formular alternativas estratégicas para atender o contexto com os recursos
organizacionais disponíveis.
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
3. Conteúdo Programático:
Organização: Conceito; Estruturas; Cultura Organizacional. Estratégias: Conceito. Planejamento
Estratégico: Elementos que compõem o Planejamento Estratégico (Missão, Negócio, Visão, Ambiente Interno,
Ambiente Externo, Valores e Avaliação Estratégica). Motivação: Capital Humano como estratégia empresarial,
Mudanças.
4. Procedimentos Didáticos:
As aulas serão ministradas por meio de aulas expositivas, exercícios práticos, seminários, discussões
em grupo, estudos de caso, palestras, filmes, entre outros.
Técnicas: aula expositiva dialogada, estudo dirigido, estudos de caso e dinâmicas vivenciais.
Atividades: pesquisas bibliográficas, análises de artigos, exercícios e trabalhos práticos.
Recursos de Ensino: quadro-negro, transparências, fitas de vídeo, textos, slides, projetor multimídia,
entre outros.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Provas individuais e atividades em grupo ou individuais.
Referências Bibliográficas:
Básica:
COBRA, M. Plano estratégico de marketing. São Paulo: Atlas, 1992.
COELHO NETO, A. Planejamento estratégico para a melhora da qualidade. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 1996.
Complementar:
GRACIOSO, Francisco. Planejamento estratégico. São Paulo: Atlas, 1996.
OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento estratégico. São Paulo: Atlas, 1996.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Logística e Informações
Módulo: 4º
Professor: Elcio Miguel Prus
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
A disciplina um apanhado geral de todos os processos envolvidos na gestão da informação e discute a
apropriação do conhecimento a partir da informação. Ela se relaciona com todas as demais disciplinas e busca
ampliar os horizontes profissionais do aluno. O aluno até o momento entendeu que um dado se transforma em
informação. Nesse momento ele passa a entender que não basta à informação estar depositada em um banco
de dados. É necessário que haja o seu uso e reuso para que o conhecimento surja e se renove. A disciplina
aborda de forma teórica e prática, como ocorre o fenômeno do conhecimento e quais são as intervenções
possíveis no âmbito da gestão da informação para que o aluno possa cumprir o seu papel profissional de forma
ampla e complexa.
2. Objetivos Educacionais:
Capacitar os alunos a ultrapassarem as fronteiras da gestão da informação para gerenciar a informação
desestruturada e o conhecimento tácito, essenciais para a promoção da gestão do conhecimento
organizacional.
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
3. Conteúdo Programático:
A Gestão do Conhecimento no Brasil; A informação e o conhecimento; Diferenças estratégicas e ntre
informação e conhecimento; A Gestão do conhecimento como um processo; Conceitos de GC: Conhecimento
tácito x explícito, Espiral do conhecimento, Capital intelectual, Ativos intangíveis, Inteligência coletiva;
Comunidades de prática, Fontes de Conhecimento; Sistemas de informação voltados para GC: as melhores
práticas, as lições aprendidas, O trabalho colaborativo e virtual; Processos de gestão do conhecimento: O
processo tático, O processo estratégico; Mapeando o conhecimento nas organizações; Conhecendo formas de
representação do conhecimento; Tecnologias para gestão do conhecimento; Gerenciamento do conhecimento
na era digital; A sociedade do conhecimento: como podemos ser mais inteligentes nos valendo de sistemas de
informação bem estruturados e integrados.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas, aulas dialogadas, trabalhos em grupo, leitura de textos, apresentação de casos e
apresentação de seminário.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Avaliação continua baseada em participação em sala, entrega de comentários sobre os artigos
solicitados, entrega de trabalhos feitos em sala, participação em eventos programados, freqüência,
apresentação de seminário e prova individual.
Referências Bibliográficas:
Básica:
ROCHA NETO, Ivan Gestão de organizações de conhecimento. FUNADESP: Brasília, 2004
ANDERSON, Philip Gestão do Conhecimento. Rio de Janeiro, 2000.
Complementar:
CARVALHO, Rodrigo Baroni. Tecnologia da informação aplicada à gestão do Conhecimento. Belo
Horizonte. CASTELLS, M. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999. V. 11.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Plano de Negócios
Módulo: 4º
Professor: Christian F. da Cunha Bundt
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
O Perfil do empreendedor. Estudo de mecanismos e procedimentos para lançamento de uma empresa
no mercado. Sistemas de gerenciamento, técnicas de negociação e legislação específica. Marketing e
competitividade: análise de casos. Elaboração de um plano de negócios.
2. Objetivos Educacionais:
Introduzir conceitos, concepções, teorias e debates fundamentais referentes a empreededorismo,
propiciando uma reflexão do mercado atual para as pequenas e médias empresas.
3. Conteúdo Programático:
A nova economia: introdução do novo cenário econômico e mudanças empresariais conseqüentes dos
mesmos. perfil de mercado de pequenas e medias empresas
Empreendedorismo: conceituação do movimento empreendedor, motivos, tendências. perfil e
características do empreendedor.
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Plano de negócios: pesquisa de mercado, planejamento de marketing, planejamento financeiro, opções
de financiamento.
Inovação tecnológica e incubadoras: conceituação, características, etapas, vantagens e desvantagens.
cooperaticas: conceituação, características, vantagens e desvantagens.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas, com uso de estudos de casos e dinâmicas de grupo para a fixação dos conceitos
teóricos.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Trabalho escrito e apresentado em sala de aula.
Prova bimestral, discursiva
Resumo manuscrito do livro O segredo de Luisa.
Referências Bibliográficas:
Básica:
DOLABELA, F. O segredo de Luisa: uma idéia, uma paixão e um plano de negócios como se cria um
plano de negócios. São Paulo: Cultura Editores Associados, 1999.
LENZI, Fernando Cesar; KIESEL, Marcio Daniel, org. O empreendedor de visão. São Paulo, Atlas,
2009.
Complementar:
DRUCKER, Peter F. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneuring): prática e princípios. São
Paulo, Pioneira, 1987.
CHIAVENATO, I. Administração de empresas: uma abordagem contigencial. São Paulo, McGraw-Hill,
1982.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Sistemas de Informações Empresariais
Módulo: 4º
Professor: Paulo Martinelli
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Decisão: Teoria e prática. Modelos decisórios. Apoio a decisão: Requisitos informacionais.
Sistemas de apoio à decisão (SAD). Groupware: a decisão em grupo. Tecnologias de apoio à decisão.
2. Objetivos Educacionais:
A disciplina visa esclarecer aos alunos procedimentos de construção de Sistemas de Apoio a Decisão e
sua importância para a gestão corporativa e competitiva das organizações.
3. Conteúdo Programático:
Decisão: Aspectos fundamentais de uma decisão; Incerteza e risco; Fatores críticos. Modelos
decisórios: Modelo decisório nas organizações; O gerente e a decisão. Requisitos informacionais para o apoio
a decisão: Necessidades informacionais; Atributos das informações; Modelagem de informações. Sistemas de
Apoio a decisão: Origem e evolução; Tipos de apoio; Interatividade e flexibilidade; Tecnologias de apoio a
decisão – Datawarehouse, Data Mining.
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas, resolução de exercícios em grupo, t rabalhos e pesquisas em grupo exercício em
laboratório.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Trabalhos em sala de aula.
Trabalhos a domicílio.
Prova bimestral.
Referências Bibliográficas:
Básica:
BARBIERI, Carlos. BI -Business Intelligence: Modelagem e Tecnologia. 1.ed. Rio de Janeiro: Axcel
Books, 2004.
Graeml, Alexandre Reis. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: O Alinhamento da Estratégia de TI com a
Estratégia Corporativa. São Paulo: Atlas, 2003.
Complementar:
BAZERMAN, M. Processo Decisório. Rio de Janeiro: Campus. 2004.
STAIR, Ralph M. Princípios de sistema de informação: uma abordagem gerencial. 2.ed. Rio de Janeiro:
LTC, 1998.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Projeto I
Módulo: 4º
Professor: Daniela Silveira dos Santos
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Estruturas organizacionais para projetos. O ciclo de vida de um projeto. Sistemas de informação como
ferramenta de planejamento e controle de projetos. Análise de viabilidade de projetos. Construção de um
projeto na área de Tecnologia da Informação.
2. Objetivos Educacionais:
Analisar projetos para decidir sobre a sua viabilidade. Planejar, executar e controlar projetos.
Confecção de um projeto na área de tecnologia da informação s ob a ótica das áreas do PMI.
3. Conteúdo Programático:
A necessidade e os benefícios de projetos nas organizações. Sucesso de um projeto: conceito e fatores
críticos. O ciclo de vida de um projeto. Elaboração e análise de alternativas de projetos: fatore s a serem
considerados. Escolha da alternativa de projeto. O papel do gerente de projetos. As interfaces do gerente de
projetos. Ética e responsabilidade profissional. Construção de projeto.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas – dialogadas, com apoio de material previamente preparado e distribuído aos alunos.
Desenvolvimento de trabalho em equipe, com fundamentação e apresentação.
5. Recursos:
6. Avaliação:
31
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Avaliação escrita – para os conteúdos teóricos.
Apresentação do projeto ao final da disciplina.
Referências Bibliográficas:
Básica:
CARVALHO, Marly Monteiro de. Construindo competências para gerenciar projetos: teoria e casos. São
Paulo: Atlas, 2005
DINSMORE, P. Campbell e CAVALIERI, Adriane. Como se tornar um profissional em gerenciamento de
projetos. 2a ed. Rio de Janeiro: Ed. Qualitymark, 2005.
Complementar:
CARVALHO, Marly Monteiro de. Gerenciamento de projetos na prática: casos brasileiros. São Paulo:
Atlas, 2006.
MENEZES, L. César. Gestão de projetos. 2a edição. São Paulo: Atlas, 2003.
Carga horária:
40
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Prática Profissional IV
Módulo: 4º
Professor: Jean Louis de Oliveira
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Seleção de tema que envolva as disciplinas do módulo. Integração de diversas disciplinas. Análise das
diferenças entre teoria e realidade. Gestão do trabalho em equipe. Relacionamento interpessoal. Cumprimento
de metas e prazos.
2. Objetivos Educacionais:
Desenvolver um projeto que envolva os conteúdos trabalhados nas disciplinas do módulo para
estimular o acadêmico a trabalhar em equipe e perceber a aplicabilidade, na prática, dos conteúdos
desenvolvidos frente a realidade organizacional empreendedora.
3. Conteúdo Programático:
Projeto Interdisciplinar: Estimular a visão interdisciplinar; Selecionar um tema que englobe as
disciplinas; Desenvolver o tema em equipe; Relacionar a teoria e a prática; Introduzir e seguir o cronograma de
orientação dos projetos; Concluir o projeto no prazo planejado; Apresentar o projeto desenvolvido.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas com auxílio de áudio e vídeo, trabalhos em grupo, desenvolvimento de projeto de
pesquisa sob cronograma de orientação com o professor, debate, apresentação e exposição de projeto.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Evolução do projeto como trabalhos em equipe e avaliações bimestrais.
Referências Bibliográficas:
Básica:
Livros da bibliografia básica de cada disciplina do módulo.
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Complementar:
Livros da bibliografia complementar de cada disciplina do módulo.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Análise e Projeto de Sistemas
Módulo: 5º
Professor: Jean Louis de Oliveira
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Compreender a importância do planejamento de tempo e recursos. Compreender as dificuldades
inerentes ao desenvolvimento, implantação, treinamento e manutenção de sistemas. Compreender as
características dos profissionais de informática e como eles são aplicados no desenvolvimento de suas
atividades. Compreender a importância e a dificuldade da integração de sistemas. Compreender e aplicar a
regras de simbologia, sinalização e documentos de processos. Compreender as vantagens e desvantagens do
desenvolvimento próprio e da terceirização de serviços de desenvolvimento e suporte a sistemas de
informação. Compreender as técnicas de interação com o usuário. Compreender as técnicas de levantamento
de dados.
2. Objetivos Educacionais:
Elaborar projetos de sistemas de informação aplicáveis a empresas comerciais. Preparar listas de
requisitos funcionais e não funcionais. Participar de equipes de projetos de sistemas. Colaborar na
diagramação lógica de sistemas de informação. Realizar tarefas de análise de sistemas. Documentar os
processos de levantamento de requisitos e análise de sistemas. Efetuar estudos de viabilidade (custo/benefício)
de sistemas de informação. Utilizar um software de gerenciamento de projetos.
3. Conteúdo Programático:
Levantamento de requisitos funcionais e não funcionais. Conhecimento do ciclo de vida de um sistema
de informação. Noções de documentação de sistemas. Noções de implementação de sistemas. Noções de
suporte a sistemas de informação.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas, utilizando o quadro negro e exercícios em sala de aula.
Trabalho em equipes com o objetivo do entendimento de cenários reais, escolhidos pelas próprias
equipes, onde os alunos deverão modelar uma empresa ou parte dela.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Provas e exercícios desenvolvidos em sala de aula.
Referências Bibliográficas:
Básica:
DEMARCO, Tom. Análise Estruturada e Especificação de Sistemas. Rio de Janeiro: Campus. 1989.
FURLAN, J. D. Modelagem de Negócio. São Paulo: Makron Books, 1997.
Complementar:
OLIVEIRA, D.P.R. de. Sistemas de informações gerenciais. São Paulo: Atlas, 1994.
WEINBERG, Gerald M. Software com Qualidade: Pensando e Idealizando Sistemas. São Paulo:
Makron, 1993.
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Automação do Trabalho
Módulo: 5º
Professor: Paulo Martinelli
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Processos de negócio. Tecnologias de mercado. Princípios de processo. Tendências de merc ado em
processos. Metodologias de modelagem de processo. Desenvolvimento de sistemas a partir de processos de
negócio. Aplicações de processo.
2. Objetivos Educacionais:
Saber conceituar Processos de Negócios e conceitos metodológicos; Entender os elemen tos e
princípios que envolvem esta área, a qual está em ascensão no mercado; Saber elaborar modelos de
processos e sistemas utilizando-se de recursos de tecnologia de informação; Entender a aplicação destes
conceitos na visão do perfil de informática.
3. Conteúdo Programático:
Uma abordagem da teoria de processos aos casos práticos e ferramentas:Introdução / Contexto,
Tecnologias de Processo, Tendências, Princípios de Processo, Máquina de Turing X Máquina Contextual, Rede
LabP3, Tecnologia P3Tech, Modelagem de Processos, Simulação de Processos, Emulação de Processos,
Encenação de Processos, Software Orientado a Processos.
4. Procedimentos Didáticos:
Participação nas aulas expositivas. Realização de trabalhos de pesquisa e elaboração de conteúdos e
extra-classe. Apresentação dos trabalhos elaborados.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Trabalho executando a Modelagem de Processo de Negócio
Trabalho executando a Simulação de Processo de Negócio e Trabalho executando a Emulação de
Processo de Negócio
Referências Bibliográficas:
Básica:
GATTAZ, Cristiane Chaves. Brincando de Processo. Rede LabP3, 2000.
MARCINIUK, Marlon Silva. Modelagem de Processos: do Negócio ao Desenvolvimento de Software.
Rede LabP3, 2001.
Complementar:
GATTAZ SOBRINHO, Fuad. Processo. Rede LabP3, 1999.
LEME FILHO, Trajano. Metodologia de desenvolvimento de sistemas. Rio de Janeiro. Axcel, 2003.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Engenharia de Software
Módulo: 5º
Professor: Elcio Miguel Prus
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
1. Ementa:
Processo de gerenciamento de software. Paradigmas da engenharia de software. Ciclo de vida de
software. Administração de projetos. Análise de requisitos de software e de sistemas. Garant ia de qualidade.
Teste. Manutenção. Ferramentas CASE. Modelos de documentação. Princípios de Análise Estruturada.
2. Objetivos Educacionais:
Geral: Apresentar métodos e técnicas para o desenvolvimento de software.
Específicos: Abordar a especificação, modelagem, arquiteturas, verificação e testes de software, bem
como para o planejamento e gerenciamento do processo de desenvolvimento. A disciplina de Engenharia de
Software, entretanto, não ensina cada uma das etapas do processo de desenvolvimento. Elas são abordadas
com detalhes em outras disciplinas da estrutura curricular.
3. Conteúdo Programático:
Histórico do software. Histórico da Engenharia de Software. Paradigma de engenharia de software.
Ciclo de vida do software. Processo de gerenciamento de software.
Administração de projetos. Analise de requisitos de software e de sistemas. Garantia de qualidade.
Medidas, Métricas e Estimativas. Teste de software. Manutenção. Engenharia de software auxiliada por
computador (Ferramentas CASE). Princípios de Análise Estruturada.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas em sala de aula com apresentação de slides, debates e discussões sobre temas
propostos pelo professor.
Realização de trabalho em forma de pesquisa sendo trabalhos individuais e em grupo
5. Recursos:
6. Avaliação:
Avaliações Bimestrais.
No decorrer dos bimestres serão exigidos trabalhos individuais e trabalhos em equipe, podendo ser
com apresentação dos alunos em sala de aula. Os trabalhos pedidos complementaram a nota do bimestre.
Referências Bibliográficas:
Básica:
PRESSMAN, Roger S. ENGENHARIA DE SOFTWARE. 1a Ed, SP: Makron Books, 1995.
TONSIG, Sergio L. ENGENHARIA DE SOFTWARE: Analise e projeto de sistemas. 2ª Edição, SP:
Editora Ciencia Moderna, 2000.
Complementar:
DeMARCO, Tom S. ANÁLISE ESTRUTURADA DE SISTEMAS, 1a Ed, RJ: Campus, 1986.
PARIKH,Girish. REENGENHARIA DE SOFTWARE: Técnicas de manutenção de
programas e sistema. 1ª Ed. RJ:LTC – Livros Técnicos e Científicos Ed., 1990.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Dinâmica de Mercado - E-Comerce
Módulo: 5º
Professor: Tadeu Atila Mendes
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Compreender a evolução do marketing. Compreender sistemas de marketing. Conhecer t ipos de
mercados e segmentação de mercados. Compreender o comportamento do consumidor. Conhecer um sistema
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
de informação em marketing e seus componentes de informática. Reconhecer a importância da Internet para as
atividades de mercadologia.
2. Objetivos Educacionais:
Conceituar comércio eletrônico através da Internet e o mercado virtual criado pela World Wide Web.
Discutir o impacto da Internet sobre as estratégias de negócio, em especial para pequenas e médias
empresas.
Analisar aplicações da tecnologia Internet nos negócios e seus benefícios para as empresas e seus
clientes.
3. Conteúdo Programático:
Teoria de Maslow; Webmarketing; Preceitos básicos para estratégias de Marketing Online; Website;
Lojas Virtuais; Email-marketing; Banner.
Procedimentos para desenvolver seus conhecimentos na Internet; Fatores fundamentais para o
processo de criação de um website numa organização; Como vender na Internet?; Redação para a Internet;
Marketing Emocional; Marketing Viral; E-commerce; Briefing Criativo.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas - Trabalhos em grupo – Palestras - Exercícios em sala de aula e laboratórios.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Avaliações parciais e bimestrais.
Referências Bibliográficas:
Básica:
PALMER, Adrian. Introdução ao marketing: teoria e prática. São Paulo: Ática, 2006.
CHURCHILL, G. A. Jr., PETER, J. P. Marketing: criando valor para os clientes. São Paulo: Saraiva,
2000.
Complementar:
DIMANTAS, Hermani. Marketing Hacker: a revolução dos mercados. Rio de Janeiro: Garamond, 2003.
REEDY, J., SCHULLO, S., ZIMMERMAN, K. Marketing eletrônico: a integração de recursos eletrônicos
ao processo de marketing. Porto Alegre: Bookman, 2001.
Carga horária:
80
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Projeto II
Módulo: 5º
Professor: Daniela Silveira dos Santos
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Análise de viabilidade de projetos. Construção de um projeto na área de Tecnologia da Informação.
2. Objetivos Educacionais:
Analisar projetos para decidir sobre a sua viabilidade. Planejar, executar e controlar projetos.
Confecção de um projeto na área de tecnologia da informação sob a ótica das áreas do PMI.
3. Conteúdo Programático:
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
A necessidade e os benefícios de projetos nas organizações. Elaboração e análise de alternativas de
projetos: fatores a serem considerados. Escolha da alternativa de projeto. Construção de projeto.
4. Procedimentos Didáticos:
Aulas expositivas – dialogadas, com apoio de material previamente preparado e distribuído aos alunos.
Desenvolvimento de trabalho em equipe, com fundamentação e apresentação.
5. Recursos:
6. Avaliação:
Avaliação escrita – para os conteúdos teóricos.
Apresentação do projeto ao final da disciplina.
Referências Bibliográficas:
Básica:
CARVALHO, Marly Monteiro de. Construindo competências para gerenciar projetos: teoria e casos. São
Paulo: Atlas, 2005
DINSMORE, P. Campbell e CAVALIERI, Adriane. Como se tornar um profissional em gerenciamento de
projetos. 2a ed. Rio de Janeiro: Ed. Qualitymark, 2005.
Complementar:
CARVALHO, Marly Monteiro de. Gerenciamento de projetos na prática: casos brasileiros. São Paulo:
Atlas, 2006.
MENEZES, L. César. Gestão de projetos. 2a edição. São Paulo: Atlas, 2003.
Carga horária:
40
Curso: Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
Disciplina: Trabalho de Conclusão do Curso
Módulo: 5º
Professor: Sergio Luis Tambosi
Ano/Sequência: 2011/1
Turno: Noturno
1. Ementa:
Caracterização da natureza do trabalho de conclusão de curso. Elaboração do projeto do trabalho de
conclusão de curso. Desenvolvimento das atividades previstas no projeto. Elaboração do relatório final do
trabalho de conclusão de curso. Apresentação do trabalho de conclusão de curso perante banca examinadora.
2. Objetivos Educacionais:
Coordenar as ações de alunos e orientadores de um projeto de TCC visando à integralização de
conhecimentos adquiridos ao longo da formação do curso. Introduzir o aluno na prática de investigação
científica.
3. Conteúdo Programático:
Normas para realização de TCC;
Elaboração do projeto de TCC;
Apresentação do projeto de TCC.
4. Procedimentos Didáticos:
Acompanhamento do desenvolvimento do TCC
5. Recursos:
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
6. Avaliação:
Apresentação do trabalho de conclusão de curso perante banca ex aminadora.
Referências Bibliográficas:
Básica:
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia do trabalho
científico. 11. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
Complementar:
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. 4. ed.
São Paulo: Atlas, 1992.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Sistema de Bibliotecas. Teses, dissertações,
monografias e trabalhos acadêmicos. Curitiba: UFPR, 2000.
4. ATIVIDADES DO CURSO – ATIVIDADES COM PLEM ENTARES
As atividades complementares serão obrigatórias, totalizando 40 (quarenta) horas ao longo do
curso. Esta carga horária será acrescida à carga horária total prevista para GTI e terá o seu
controle de cumprimento realizado pela secretaria acadêmica. As atividades complementares
serão divididas em:
a) Desenvolvidas fora das Instalações da Faculdade, através de cursos de extensão em outras
instituições, visitas a órgãos públicos ou entidades particulares ligadas à área de abrangência
do curso, estágios, entre outros: Nessa categoria serão considerados os cursos, palestras,
seminários, congressos, conferências, oficinas, visitas técnicas, estágios, entre outros em
entidades educacionais, estudantis ou profissionais, públicas ou privadas, reconhecidas pela
instituição. Tais atividades devem ser adequadas à formação complementar do aluno.
b) Palestras, Seminários, Congressos e Conferências oferecidos pela própria Instituição ao longo
do ano letivo, franqueadas à participação dos alunos, registrando-lhes as presenças para efeitos
de controle do cumprimento da carga horária realizada ao longo do curso: Trata-se de uma
série de eventos, palestras, seminários, sessões técnicas, exposição de posters técnicos,
jornadas acadêmicas, ciclos de seminários, dentre outros, organizados pelos núcleos e
ofertados aos alunos. As atividades serão ofertadas através de programas publicados
periodicamente em murais, salas de aulas, agenda específi ca e no site da Faculdade.
c) Extensão, que consiste na prestação de serviço em questões ligadas à cidadania, família,
saúde, educação, e moradia, a fim de que os alunos experimentem a função social do
conhecimento produzido.
5. ESTÁGIO PROFISSIONAL
O estágio profissional não será obrigatório no curso, no entanto, entedemos que a
complementação da formação curricular, treinamento de habilidades e desenvolvimento das
competências, o estágio deve ser condizente com o currículo do curso. A opção do campo de
estágio será de responsabilidade do aluno, conforme seus interesses nas áreas de atuação. O
estágio poderá ser remunerado ou não, ficando a critério do acordo pré -estabelecido entre
aluno/empresa/faculdade/empresa.
O estágio profissional sempre será acompanhado por um orientador, professor do Curso, com
disponibilidade horária fixada pela coordenação de estágios, escolhido entre aqueles cuja
especialidade disciplinar tenha familiaridade com a área de realização do estágio; de tal forma
38
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
que o estudante tenha total suporte técnico e metodológico ao desenvolvimento de seu projeto
de estágio ou ao técnico da própria empresa.
Cabe ao professor supervisor o acompanhamento e avaliação do estudante – estagiário quanto à
orientação e elaboração do projeto, segmento das etapas, acompanhamento da execução,
elaboração do relatório, interação com as Instituições, complementação teórica e técnica
necessárias, avaliação do cumprimento do estágio, correções de eventuais desvios ou
incorreções. O professor orientador de estágios deve informar a coordenação das necessidades
apresentadas pelas Instituições, local de Estágio e que eventualmente não estejam cobertas
pelas competências e habilidades desenvolvidas.
6. TRABALHO DE CURSO
OBJETIVO: Prover os acadêmicos dos cursos de tecnologia de material de orientação para
elaboração do trabalho de curso, baseado em modelos utilizados pelo mercado de trabalho,
voltado a desenvolvimento de projetos com base em estudos de caso.
PREMISSAS: O trabalho de curso é um trabalho de natureza acadêmica profissional e tem
como finalidade principal, associar a teoria à prática do aluno a partir de uma proposta de um
projeto que envolva a tecnologia da informação.
VALOR ACADÊMICO DOS RESULTADOS ATINGIDOS: O trabalho de curso é um trabalho
acadêmico profissional que tem como objetivo possibilitar um maior estreitamento entre a
teoria e a prática nos cursos de tecnologia.
O trabalho de curso é um trabalho realizado no 5 o semestre e demanda a orientação de um
professor e, dependendo do caso, o aluno terá o auxílio de mais um professor, o co-orientador.
Enfim, este trabalho objetiva associar a abordagem teórica aos aspectos práticos, oferecendo ao
aluno a oportunidade de analisar de forma crítica, os problemas organizacionais e, se for o
caso, desenvolver programas ou técnicas administrativas adequados a estes problemas. Entre
os objetivos específicos do trabalho de curso têm -se:
(a) aprendizado na metodologia de pesquisa, conferindo-lhe experiência em questões da vivência
na atividade científica e o consequente embasamento dos conhecimentos adquiridos durante o
curso;
(b) capacidade de expor conceitos com clareza e concisão, de modo a evidenciar seu domínio;
(c) capacidade e autoconfiança na geração de soluções através da execução de um projeto
prático com nível de aplicabilidade em uma empresa;
(d) incentivar o desenvolvimento das potencialidades individuais e grupais, propiciando o
surgimento de novas gerações de profissionais empreendedores capazes de adotar novas
tecnologias, modelos de gestão e metodologias alternativas.
7. M ETODOLOGIA DE ENSINO
Visando atender os objetivos propostos, a Instituição adotará uma série de recursos destinados
à adequação do ensino à obtenção das competências e habilidades inseridas no perfil
profissiográfico do aluno.
Os professores das disciplinas componentes do curso proposto serão orientados a estimular o
aprendizado através de exercícios sistemáticos de verificação ou aplicação dos conhecimentos
adquiridos, de práticas investigativas e de atividades complementare s, dentre elas, palestras,
pesquisas bibliográficas, leituras de textos selecionados, oferecidas como forma de obter um
maior aproveitamento do conhecimento.
Vale ressaltar, ainda, que a Instituição, no seu dia -a-dia, desafia o conformismo e enfatiza a
aula participativa, dinâmica, interativa e propiciadora da formação de consciência crítica dos
alunos, com o objetivo de contextualizar a teoria através do estudo de casos práticos e
situações reais vivenciadas pela sociedade.
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
8. PRÁTICA PROFISSIONAL
Considerações iniciais
Após observação atenta aos alunos dos cursos superiores e de maneira como a maioria dos
cursos é organizada, inicia-se um processo de desenvolvimento de novas ferramentas de
metodologias de trabalho, que venha a facilitar e dinamizar o processo de aprendizagem dos
alunos, de acordo com a realidade do mercado e, ao mesmo tempo, sem esquecer dos fatores
éticos e humanísticos envolvidos.
Como a realidade é multifacetada e entrelaçada, permeada de valores e de diferentes pessoas e
organizações, decidiu-se por exercícios multidisciplinares e interpessoais, que pudessem inserir
os alunos na realidade da gestão tecnológica e fazer com que os alunos percebam a
aplicabilidade prática de cada unidade curricular que estudam.
Esta proposição deve ser utilizada como normativa para as atividades de Prática Profissional no
Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação.
Objetivos da Prática Profissional
- Estimular o aluno a perceber a aplicabilidade e a utilidade de disciplinas do C urrículo do
Curso e como elas se articulem com a realidade empresarial e empreendedora;
- Estimular o trabalho em grupo e a habilidade do relacionamento interpessoal como
ferramenta de trabalho e de crescimento humano.
Condução da Prática Profissional
A disciplina de Prática Profissional é gerenciada por um professor do corpo docente da
Faculdade de Tecnologia Integral.
OBSERVAÇÃO: os professores das disciplinas curriculares correntes são ajudantes natos dos
alunos do desenvolvimento da Prática Profissiona l, podendo e devendo auxiliá-los, resolvendo
dúvidas referentes à disciplina que ministram.
Sistemática da aplicação e avaliação da Prática Profissional
A disciplina de Prática Profissional é uma atividade curricular obrigatória, presente em todas as
disciplinas do semestre corrente, com exceção do último onde há a disciplina de Trabalho de
Curso, e vale nota extra em todas as disciplinas dos semestres.
As turmas a quem este trabalho se aplica, deverão dividir -se em grupos de quantidades iguais
(sempre que possível). A divisão será auxiliada pelo professor da disciplina de Prática
Profissional.
Cada grupo “adotará” um tema de qualquer natureza, dentro da área de tecnologia, para
verificar a aplicação de cada uma das disciplinas que estuda. Por meio de estudos, leituras,
pesquisas, os grupos poderão identificar como a teoria e prática estão relacionada.
A partir dessa percepção, os alunos deverão elaborar relatórios parciais sobre as fases do
estudo em um final, de acordo com as normas científicas e em língua portuguesa culta,
mostrando o que conseguiram perceber de cada disciplina na prática da empresa escolhida.
Os grupos deverão apresentar a Prática Profissional em evento específico, conforme o calendário
acadêmico do Curso. Para apresentar, cada grupo terá direito a 30 minutos e mais 15 minutos
para discussão com os professores e com a platéia.
Para a avaliação das duas etapas (escrita e oral), deverão ser levadas em consideração:
1)
Cumprimento dos programas e prazos de entrega previstos no cronograma do
trabalho, assim como o tempo de apresentação pública;
2)
Uso da língua portuguesa culta falada e escrita;
3)
Adequação do documento;
4)
Clareza na vinculação dos conteúdos com prática da empresa pesquisada;
5)
Resposta aos questionamentos na apresentação pública;
40
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
6)
Estímulo à participação dos ouvintes na apresentação pública;
7)
Adequação da postura (linguagem falada culta e linguagem corporal do discente) e
do material na apresentação pública.
OBSERVAÇÃO: no dia da apresentação, os professores convidados e o professor da disci plina
de Prática Profissional devolverão o trabalho aos grupos, com suas observações feitas no
próprio corpo do trabalho, que deverão ser consideradas e incluídas pela equipe.
Funções do Professor da Disciplina de Prática Profissional
- gerenciar as ativi dades de execução da Prática Profissional;
- estar atento aos procedimentos de oficialização das atividades;
- auxiliar os alunos na elaboração e no cumprimento do cronograma de atividades;
- cobrar dos alunos o cumprimento das atividades previstas e do ca lendário da disciplina;
- estar disponível para orientação dos grupos nos horários estipulados;
- ser perseverante na busca do conhecimento e do aprimoramento pessoal e profissional;
- buscar a excelência em qualquer atividade desenvolvida;
- estender a sua rede de relacionamentos;
- representar bem o seu curso, a sua instituição e a sua profissão perante as empresas e a
sociedade;
- estar atento aos princípios éticos;
- estar atento a outras tarefas que venham a surgir em benefício do desenvolvimento da Pr ática
Profissional;
- denunciar qualquer situação relacionada à Prática Profissional que fuja dos princípios da
ética e da moralidade.
Função dos alunos
- executar a Prática Profissional;
- estar atento aos procedimentos de oficialização das atividades;
- cumprir o calendário da disciplina e cronograma de atividades, elaborado pelo grupo em
conjunto com o professor;
- ser perseverante na busca do conhecimento e do aprimoramento pessoal e profissional;
- buscar a excelência em qualquer atividade desenvolvida;
- estender a sua rede de relacionamentos;
- representar bem o seu curso, a sua instituição e a sua futura profissão perante as empresas e
a sociedade;
- estar atento aos princípios éticos;
- estar atento a outras tarefas que venham a surgir em benefício do seu desenvolvimento;
- denunciar qualquer situação relacionada à Prática Profissional que fuja dos princípios da
ética e da moralidade.
Considerações finais
É consenso que o processo de ensino-aprendizagem tradicional tem sofrido colapsos, críticas e
mudanças há vários anos. O mágico processo que ocorre dentro de quatro paredes da sala de
aula precisa de reforços, pois a realidade está, cada vez mais, em mutação, adaptando-se ao
próprio ser humano, inconstante por natureza.
Espera-se que a Prática Profissional venha a colaborar com a sala de aula na melhoria do
processo de aprendizagem, como uma disciplina transversal e de incentivo ao condicionamento
de um olhar sistêmico na visão dos alunos.
9. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO ENSINO E DA APRENDIZA GEM
Haverá um acompanhamento direto do aluno pelo docente responsável pela disciplina,
cabendo-lhe reconhecer as deficiências de aprendizado ora existente, eis que, leva -se em conta
que há um grande desnível do aluno que ingressa numa Faculdade, pois são eles oriundos das
mais diversas classes sociais e econômicas, tendo recebido uma formação básica e média em
diferentes níveis. Nesse acompanhamento, o docente irá conversar com o aluno, buscando
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
detectar suas deficiências e, em casos que necessitem de um acompa nhamento diferenciado,
deverá fazer um relatório dirigido à Coordenação do Curso destacando as deficiências
detectadas e sugerindo, se possível, soluções que ajudem a diminuir ou sanar tais deficiências.
Com relação às avaliações do ensino aprendizagem e da aprendizagem, estas poderão ocorrer
através de fichamentos/resenhas e trabalhos individuais, sendo que, serão admitidos trabalhos
em grupo, pois a prática tem demonstrado que nestes casos há uma grande disparidade de
participação dos discentes na sua realização e, ainda, realização de provas parciais e
bimestrais, cabendo ao professor equacionar a nota dentro das atividades desenvolvidas, sendo
sugerido aos mesmos, que adotem critérios que reconheçam o trabalho do aluno em seu
desenvolvimento, evitando-se um peso excessivo para a prova bimestral.
O aproveitamento acadêmico é avaliado através do acompanhamento contínuo do aluno e dos
resultados por ele obtidos nas provas escritas ou trabalhos de avaliação de conhecimento, nos
exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades acadêmicas, provas parciais e
exames.
a)
Compete ao professor da disciplina elaborar os exercícios acadêmicos sob forma de
provas de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar e registrar os resultados.
b)
Os exercícios acadêmicos e outras formas de verificação do aprendizado previstas no
Plano de Ensino da disciplina, e aprovadas pelo Órgão competente, sob forma de avaliação,
visam à aferição do aproveitamento acadêmico do aluno.
A cada verificação de aproveitamento é atribuída um a nota expressa em grau numérico de
ZERO a DEZ, com variação de 0,5 (meio) em 0,5 (meio) ponto, inclusive no caso de
arredondamento da média final de aproveitamento, para o 0,5 (meio) ponto superior, quaisquer
que sejam os décimos ou centésimos encontrados.
Haverá durante cada período letivo, ao menos 02 (dois) trabalhos de avaliação oficiais para
verificação do aprendizado em cada disciplina, aplicadas nos termos das Normas aprovadas
pelo Conselho de Administração Superior.
10. SISTEM A DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
O Processo de Avaliação está previsto no Regimento da Faculdade de Tecnologia Integral
(Aprovado através da Portaria nº. 375 de 14/07/2006 – Publicado no D.O.U de 17/07/2006) da
seguinte forma:
CAPÍTULO V
DA AVALIAÇÃO DO DESEMPEN HO ACADÊMICO
Art. 56 A avaliação da aprendizagem e do desempenho acadêmico são feitos por disciplina,
incidindo sobre a frequência e o aproveitamento das atividades e dos conteúdos ministrados em
cada uma delas.
Art. 57 A frequência às aulas e partici pação nas demais atividades acadêmicas são direitos dos
alunos aos serviços educacionais prestados pela Instituição e são permitidas apenas aos alunos
regularmente matriculados, nos termos do Contrato de Prestação de Serviços Educacionais
assinado entre as partes.
§1º A frequência de que trata o caput deste Artigo é regulada nos termos da Legislação vigente e
eventuais normas regimentais.
§2º É dado tratamento excepcional para alunos amparados por Legislação específica, no caso
de dependências e adaptações ou gestação, sendo-lhes atribuídos nesses casos, como
compensação das ausências às aulas, exercícios domiciliares supervisionados, com
acompanhamento docente, segundo normas estabelecidas pelo Conselho de Administração
Superior.
Art. 58 O aproveitamento acadêmico é avaliado através do acompanhamento contínuo do aluno
e dos resultados por ele obtidos nas provas escritas ou trabalhos de avaliação de conhecimento,
nos exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades acadêmicas, provas parciais e
exames.
§1º Compete ao professor da disciplina elaborar os exercícios acadêmicos sob forma de provas
de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar e registrar os resultados.
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CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
§2º Os exercícios acadêmicos e outras formas de verificação do aprendizado previst as no Plano
de Ensino da disciplina, e aprovadas pelo Órgão competente, sob forma de avaliação, visam à
aferição do aproveitamento acadêmico do aluno.
Art. 59 A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau numérico
de ZERO a DEZ, com variação de 0,5 (meio) em 0,5 (meio) ponto, inclusive no caso de
arredondamento da média final de aproveitamento, para o 0,5 (meio) ponto superior, quaisquer
que sejam os décimos ou centésimos encontrados.
Parágrafo Único. Haverá durante cada período letivo, ao menos 02 (dois) trabalhos de avaliação
oficiais para verificação do aprendizado em cada disciplina, aplicadas nos termos das Normas
aprovadas pelo Conselho de Administração Superior.
Art. 60 Atendidas a exigência de frequência às aulas e demais atividades programadas, o aluno
é considerado aprovado na disciplina, sendo dispensado de prestar exames finais, quando
obtiver média anual igual ou superior a 7,0 (sete inteiros).
§1º O aluno que obtiver média anual maior ou igual a 4,0 (quatro inteiros) e menor que 7,0
(sete inteiros), deverá prestar exame final na respectiva disciplina.
§2º O aluno que estiver prestando exame final, para aprovação, deverá obter, no mínimo, média
igual ou maior que 5,0 (cinco inteiros) entre sua média anual e a nota do e xame.
§3º As disciplinas práticas, de projetos ou de caráter experimental, em função da não
aplicabilidade de provas escritas ou de exames finais, terão sua forma de avaliação definida em
Norma específica aprovada pelo Conselho de Administração Superior.
§4º O aluno que obtiver média anual menor que 4,0 (quatro) em qualquer disciplina é
considerado reprovado nessa disciplina.
§5º Poderá haver, prova supletiva de cada disciplina, como alternativa para o aluno que faltar à
prova escrita oficial de avaliação, nos termos das Normas aprovadas pelo Conselho Pedagógico.
Art. 61 A média anual será obtida através da média aritmética das médias parciais das provas
parciais oficiais e outros trabalhos acadêmicos realizados nas várias etapas do período letivo ou
das respectivas disciplinas com periodicidade diversa.
§1º Entende -se por exame, a prova que será realizada após o término do período letivo, onde
será atribuída ao aluno, nota de ZERO a DEZ, para os alunos inclusos no § 1º do Artigo
anterior.
§2º As médias parci ais oficiais levarão em conta outros trabalhos de avaliação do aprendizado
realizados pelos docentes ao longo dos períodos letivos parciais.
§3º Os pesos utilizados na ponderação para os cálculos das médias anuais, realizadas ao longo
do período letivo, se rão fixados em Norma específica aprovada pelo Conselho Pedagógico.
§4º As disciplinas de periodicidades diversas das aqui estabelecidas terão suas formas e
critérios de avaliação fixados em Norma específica aprovada pelo Conselho Pedagógico.
Art. 62 O aluno reprovado em até 02 (duas) disciplinas na Série anterior, é promovido de Série e
poderá cursar aquelas disciplinas em regime de dependência, nos termos das Normas fixadas
pelo Conselho de Administração Superior.
§1º A Faculdade poderá oferecer Cursos, di sciplinas ou atividades programadas em horários
especiais, com metodologia adequada para os alunos em dependência ou adaptação, ou para
alunos reprovados, como forma de recuperação, em períodos especiais e na forma que se
compatibilizem com as suas atividades regulares, aprovadas pelo Conselho de Administração
Superior.
§2º Os alunos reprovados em 03 (três) ou mais disciplinas, matriculam -se na mesma Série em
que estavam para cursar essas disciplinas, podendo, entretanto cursar outras, da Série
subsequente, em função de um Plano de Estudos definido por Norma do Conselho de
Administração Superior, ficando dispensados de cursar aquelas em que já obtiveram
aprovação.
11. DO REGIM E ESPECIAL
É dado tratamento excepcional para alunos amparados por Legislação específica, no caso de
dependências e adaptações ou gestação, sendo-lhes atribuídos nesses casos, como
compensação das ausências às aulas, exercícios domiciliares supervisionados, com
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
acompanhamento docente, segundo normas estabelecidas pelo Conselho de Admin istração
Superior.
DEPENDÊNCIA
O aluno reprovado em até 02 (duas) disciplinas na Série anterior é promovido de Série e poderá
cursar aquelas disciplinas em regime de dependência, nos termos das Normas fixadas pelo
Conselho de Administração Superior.
a)
A IES poderá oferecer Cursos, disciplinas ou atividades programadas em horários
especiais, com metodologia adequada para os alunos em dependência ou adaptação, ou para
alunos reprovados, como forma de recuperação, em períodos especiais e na forma que se
compatibilizem com as suas atividades regulares, aprovadas pelo Conselho de Administração
Superior.
b)
Os alunos reprovados em 03 (três) ou mais disciplinas, matriculam -se na mesma Série
em que estavam para cursar essas disciplinas, podendo, entretanto cursar outras, da Série
subsequente, em função de um Plano de Estudos definido por Norma do Conselho de
Administração Superior, ficando dispensados de cursar aquelas em que já obtiveram
aprovação.
12. FORM A DE ACESSO AO CURSO
A forma de acesso se dá através de Edital de abertura de processo seletivo. A Instituição
disponibilizará todas as informações aos candidatos, a seguir destacamos o que pressupõe o
Regimento da Faculdade:
DO PROCESSO SELETIVO
Art. 45 O processo seletivo é aberto a candidatos que tenham concluído o Ensino Médio ou
equivalente e tenham sido classificados no processo seletivo dentro do estrito limite das vagas
disponíveis.
§1° As normas para o processo seletivo são objeto de regulamentação do C.A.S.
§2° O processo seletivo é planejado e executado por Comissão Especial, designada pelo DiretorGeral.
§3° O processo seletivo para os cursos abrange conhecimentos das disciplinas do Ensino Médio,
do qual respeita o conteúdo e o nível de complexidade, a serem avaliados por meio de provas ou
por outros procedimentos especiais de avaliação admitidos em lei, na forma disciplinada no
edital correspondente.
§4° O processo seletivo só tem validade para o período letivo expressamente referido no edital
de divulgação.
§5° Na hipótese de restarem vagas não preenchidas, pode a realizar novo processo seletivo ou
para elas admitir portadores de diploma de curso de graduação.
Art. 46 O Processo Seletivo abrange a avaliação dos conhecimentos comuns obtidos pelos
candidatos nas diversas formas de escolaridade do Ensino Funda mental e Médio, sem
ultrapassar este nível de complexidade.
§1º Nos termos das Normas aprovadas pelo Conselho de Administração Superior, o Processo
Seletivo é de caráter classificatório.
§2º A classificação faz-se pela ordem decrescente dos resultados obti dos, quando for o caso,
excluídos os candidatos que não obtiveram os critérios ou níveis mínimos estabelecidos,
quando fixados no Edital.
§3º A classificação obtida é válida para a matrícula no período letivo para o qual se realiza a
Seleção, podendo tornar-se nulos seus efeitos se o candidato classificado deixar de requerê -la
ou, em fazendo, não apresentar a documentação exigida completa, dentro dos prazos fixados,
de acordo com as Normas específicas publicadas no Edital.
§4º Na hipótese de restarem vagas não preenchidas, poderão ser recebidos alunos transferidos
de outro Curso ou Instituição ou portadores de Diploma de Curso Superior de Graduação, ou
alunos remanescentes de outra opção do mesmo Processo, nos termos da Legislação vigente.
§5º É facultado, prever no Edital a realização de nova fase do Processo Seletivo, se necessário,
para preenchimento das vagas remanescentes.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
13. SISTEM A DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
O reconhecimento do processo de Avaliação Institucional como instrumento viabilizador da
concretização dos compromissos firmados perante a sociedade representa uma metodologia que
deve ser contínua, permanente, global e integradora. Um processo que admita o erro como
possibilidade, construa pontes e não promova barreiras ao crescimento individual e assegure o
indispensável sentido de evolução do conjunto institucional e de sua inserção social.
Espera-se dessa forma, com a participação da comunidade docente, discente e administrativa
da Faculdade e, ainda, da sociedade e seus segmentos mais afin s com a Instituição, assegurar
a legitimidade do processo, além da construção conjunta do seu projeto pedagógico.
O Sistema de Avaliação Institucional da Faculdade, com base nos pressupostos acima
declarados, na legislação nacional da educação superior e e m suas normas internamente
instituídas.
O sistema de Avaliação Interna da Faculdade de Tecnologia Integral está disciplinado no seu
Regimento como um instrumento de análise das atividades instituídas, voltado para
consecução dos objetivos estabelecidos e, por ter como meta a excelência do ensino,
compreende:
-A avaliação da Administração Geral;
-A avaliação da Administração Acadêmica;
-A avaliação dos Cursos de Graduação;
-A avaliação dos Outros Cursos;
-A avaliação da Organização Didático-Pedagógica;
-A avaliação de Pesquisas e Elaboração de Trabalhos Científicos;
-A avaliação das Instalações Físicas;
-A avaliação da Biblioteca;
-A avaliação dos Laboratórios;
-A avaliação do Corpo Docente;
-A avaliação do Corpo Discente; e
-A avaliação de Integração Social.
O Sistema de Avaliação Interna da subdivide -se em três Subsistemas:
-Subsistema de Avaliação do Desempenho Global;
-Subsistema de Avaliação de Gestão;
-Subsistema de Avaliação dos Cursos. O Subsistema de Avaliação do Desempenho Global
objetiva:
-Fixar a relação entre oferta de vagas nos processos seletivos e a utilização das normas no
ingresso acadêmico (relação candidato/vaga);
-Estabelecer a taxa de evasão e de produtividade dos cursos e o tempo médio de conclusão dos
cursos;
-Estabelecer a qualificação do corpo docente por curso;
-Determinar a relação professores/alunos e funcionários/alunos no Centro;
-Determinar o tamanho médio das turmas por curso e o custo/aluno por curso, envolvendo o
conjunto de anuidades;
-Estabelecer o tempo semanal de dedicação docente. O Subsistema de Avaliação de Gestão
compreende os seguintes aspectos:
-Administração Geral;
-Administração Acadêmica;
-Integração Social;
-Produção Acadêmica. O Subsistema de Avaliação de Curso considerará, observando -se os
padrões de qualidade estabelecidos para cada curso, os seguintes aspectos:
-A organização didático-pedagógica configurada no projeto pedagógico do respectivo curso;
-A adequação das instalações físicas e infra-estrutura de materiais;
45
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
-A adequação dos laboratórios, oficinas, escritórios, agências, empresas juniores, agências e
outras dependências indispensáveis à execução dos currículos;
-A adequação do corpo docente, sua titulação, regime de trabalho e dedicação;
-A Biblioteca, seu acervo, regime de funcionamento, informatização e articulação com redes de
informação. Complementa a Avaliação Institucional o Sistema de Acompanhamento de
Egressos, que tem por objetivo avaliar periodicamente os ex-alunos da Faculdade através de
seu desempenho no mercado de trabalho e da contribuição c omunitária e política à sociedade
mineira.
Política de Avaliação
A Faculdade de Tecnologia Integral terá um Plano de Avaliação Institucional que prevê
princípios, procedimentos e critérios das dimensões relevantes do processo de ensino aprendizagem, do processo de gestão, da avaliação de desempenho de funcionários e docentes
sob a ótica de um processo de avaliação embasado em duas lógicas:
Avaliação Interna e Externa
a) Processo de avaliação interna que contará com a participação de toda a comunidade
acadêmica (incluindo os egressos e representantes de Instituições parceiras);
b) Processo de avaliação externa através de indicadores de avaliação institucionalizados pelo
MEC, tais como o ENADE, além da opinião regular e periódica de uma comissão de
especialistas em Administração Universitária. Os desdobramentos institucionais advindos desta
proposta serão oportunamente discutidos e aprovados pelos conselhos competentes.
Avaliação Institucional
A Avaliação Institucional será efetivada através de um questionár io com gabarito, contendo
dados da Instituição, desempenho e atuação de professores, secretaria, biblioteca, direção,
zeladoria e coordenação, entre outros setores.
Será feita anualmente, com apresentação do resultado já tabulado em gráficos, deixados à
disposição em Edital para os alunos e a quem interessar possa.
a) Objetivos
Desenvolver a avaliação institucional interna de cursos, currículos, trabalhos docentes,
pesquisa e extensão, visando ao aperfeiçoamento do processo, bem como promover a avaliação
externa, através de interação com o mundo organizacional, entidades representativas e
acompanhamento de egressos.
b) Finalidade
A criação de uma comissão própria de avaliação (CPA) é uma medida que visa conhecer e
estabelecer relações entre os objetos, situa ções, fenômenos e pessoas da nossa instituição.
Através de instrumentos de avaliação, poderemos aperfeiçoar e articular a organização de novas
habilidades e competências, exigências do mundo contemporâneo.
Faz-se necessário a coleta e interpretação de dados, para um plano imediato do “saber fazer”,
combinar e integrar conhecimentos, habilidades e atitudes, aprimorando as ações educativas e
administrativas, bem como manter um “feed-back” entre avaliações internas e externas, a corelação entre os resultados, para a implementação do projeto pedagógico, embasado em dados
científicos.
c) Objetivo Geral
Construir uma abordagem sistêmica de avaliação, que combine de maneira eficaz,
procedimentos externos e internos, interagindo com a gestão da instituição, procura ndo
resultados significativos para o desenvolvimento dos recursos materiais e humanos.
d) Objetivos específicos:

Coletar materiais de apoio e modelo - bibliografias sobre avaliação/avaliação
Institucional, para estudo e análise;

Elaborar um projeto de Avaliação Institucional;

Construir instrumentos de avaliação dos setores administrativos, pedagógicos, dos
recursos materiais e humanos da instituição;
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

Implementar a Avaliação Institucional qualitativa – envolvendo as dimensões internas,
externas e auto-avaliação;

Possibilitar a formulação de critérios de qualidade através dos resultados significativos;

Possibilitar a sanção de possíveis erros e evitar a ocultação de outros;

Interpretar dados e resultados, através de gráficos, apresentados ao final da coleta e
tabulação;

Orientar, pelos resultados, a responsabilidade e o desenvolvimento profissional dos
docentes, discentes e funcionários.
e) Avaliação

Encaminhamento dos subprojetos à direção da Instituição, para aprovação e
composição do documento final;

Pré-teste para efetivação do documento e reformulações necessárias;

Seminário interno para reflexão e análise das atividades da comissão de avaliação;

Elaboração do relatório final;

Divulgação dos resultados.
A Faculdade busca as melhorias permanentes, que permitem a participação de todos os que
formam sua comunidade acadêmica/administrativa, planejando e promovendo ações
fundamentais para uma política institucional que adota a consolidação da cultura avaliativa.
A Avaliação, sendo um processo dinâmico, constitui -se em importante instrumento para a
identificação e análise dos recursos, compreensão e identificação dos processos, percepção e
acompanhamento da satisfação da comunidade acadêmica e verificação dos resultados.
A Comissão Própria de Avaliação é constituída por professores e outros profissionais, e em
conjunto com a Comissão de Cursos, coleta as opiniões dos docentes, discentes e funcionários,
além de pessoas externas à Instituição (representantes de associações, organismos
representativos, empresários).
O êxito do projeto pedagógico e institucional perpassa, necessariamente pela questão da
avaliação. A abrangência desse processo, bem como a participação de toda a comunidade
(docentes, discentes, técnicos - administrativos, empresas), nestes processos orienta e viabiliza
os objetivos a serem atingidos pela faculdade, inserindo-a em posição de destaque na obtenção
da plena cidadania.
A comunidade acadêmica, cada vez mais, vem compreendendo e participando da ideia de que é
preciso integrar ao processo de avaliação, a possibilidade de sugerir mudanças para melhorar
as práticas pedagógicas. Esta situação ainda é evidenciada como problemática nos relatórios
das avaliações do docente pelo discente.
Assim, estará garantindo à comunidade interna e externa, de forma continuada e crítica, uma
visão da educação oferecida pela Instituição. A divulgação dos resultados deverá ser periódica,
com análise permanente das condições de trabalho e encaminhamento de soluções.
f) Aspectos da avaliação
A avaliação deve ser encarada como processo de apoio e dignificarão das funções e da prática
de vida sempre melhor. No entanto, este processo não pode se constituir em forma privilegiada
de punição ou de premiação, mas sim, implicar em responsabilidade individual por parte dos
recursos humanos, diante dos resultados apontados, apoiando as tomadas de decisão e
contribuindo para a melhoria permanente do ensino/pesquisa/extensão.
Um processo de avaliação deve ser orientado por princípios:

Participação efetiva de todos os integrantes do proce sso;

Respeito por parte do grupo aos diferentes modelos educacionais prévios que cada
participante agrega em função da sua cultura própria;

Desvinculação da ideia de punição e premiação;

Aceitação de que toda transformação virá do auto-conhecimento e de uma maior
informação sobre a Instituição e suas características, permitindo um novo posicionamento e
ação mais ampla.
Os objetivos estratégicos prioritários da avaliação institucional a ser implantada por esta
Faculdade, centram-se em vários aspectos, tais como: currículos, na prática docente, nos
serviços, no perfil do egresso e nas necessidades do mercado, como instrumento de apoio à
47
CURSO SUPERIOR EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
decisão. Em consonância com esta perspectiva, optou-se pelo desencadeamento do processo de
avaliação através do ensino de graduação.
g) Comissão Própria de Avaliação – CPA
Para a concepção do projeto de avaliação será criada a CPA – Comissão Própria de Avaliação,
conforme Lei nº. 10.861/04, art. 11, constituída por representantes dos professores, alunos e
funcionários.
1.
O projeto foi concebido levando em conta, primordialmente, a opção estratégica
Excelência Acadêmica: qualidade no ensino, na pesquisa, na extensão e nos processos e meios
a serviço do aluno, com as seguintes ênfases: currículo, processo pedagógico, resultados
alcançados, exigências sociais e de mercado e gestão de curso. Cada uma dessas ênfases foram
descritas por identificadores quantitativos que estão sendo utilizados, para analisar, interpretar
e avaliar a condições interna.
2.
A ênfase currículo compreende as condi ções técnicas e administrativo-pedagógicas das
atividades curriculares, relacionando-as com as variáveis: aluno e curso.

Aluno;

Número de alunos no curso;

Alunos novos admitidos no curso;

Características dos alunos novos: sexo, idade, origem, educação ante rior, situação
sócio- econômica;

Forma de seleção;

Identificação de deficiência na formação anterior;

Desempenho e movimentação.
A satisfação do aluno constitui -se em um importante indicador de qualidade que associa
à vida acadêmica como um todo. Refere -se ao direito do estudante ser ouvido, de escolher e de
sentir-se seguro:

Participação em atividades de pesquisa;

Participação nos processos de avaliação dos cursos;

Participação efetiva nos órgãos colegiados de instituição;

Desenvolvimento em programas de monitoria;

Apoio à participação discente em eventos científicos, culturais e artísticos;

Índices de utilização da biblioteca;

Programas de recepção e orientação aos alunos calouros.
14. POLITICA DE ATENDIM ENTO A PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS
A IES está localizada em um prédio com um único piso, permitindo o acesso a portadores de
necessidades especiais e os banheiros estão habilitados para receber pessoas que utilizam
cadeiras de rodas, não oferecendo nenhuma barreira para portadores de necessidade s
especiais.
15. CORPO DOCENTE E NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
15.1 Lista de docentes para o primeiro ano do curso proposto:
1º PERÍODO
CH
Professor
Titulação
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
80
Jean Louis de Oliveira
Mestre
ARQUITETURA DE COMPUTADORES
80
Elcio Miguel Prus
Mestre
TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO
80
Gaspar Collet Pereira
Doutor
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
SISTEMAS OPERACIONAIS E REDES DE
80
COMPUTADORES
MATEMÁTICA
80
PRÁTICA PROFISSIONAL I
40
Daniela Silveira dos
Mestre
Santos
Paulo Martinelli
Mestre
Vinícius Carlos
Especialista
Langer
2º PERÍODO
Christian F. da
Mestre
GESTÃO ORGANIZACIONAL
80
BANCO DE DADOS
80
GESTÃO CONTÁBIL E FINANCEIRA
80
Gaspar Collet Pereira
Doutor
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO
80
Paulo Martinelli
Mestre
80
Elcio Miguel Prus
40
Jean Louis de Oliveira
PLANEJAMENTO DE GESTÃO DE RECURSOS
(ERP)
PRÁTICA PROFISSIONAL II
Cunha Bundt
Daniela Silveira dos
Mestre
Santos
Mestre
Mestre
15.2 Composição do NDE
Os professores abaixo relacionados fazem parte do NDE do curso
proposto:
Professor
Christian F. da Cunha Bundt
Daniela Silveira dos Santos
Elcio Miguel Prus
Gaspar Collet Pereira
Jean Louis de Oliveira
Paulo Martinelli
Titulação
Mestre
Mestre
Mestre
Doutor
Mestre
Mestre
Regime de Trabalho
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
15.3 Titulação do NDE
Com base no quadro apresentado no item anterior (15.2) o NDE do curso
de GTI apresenta 100% dos docentes com curso de pós-graduação stricto-sensu,
sendo destes 1 (um) doutor e 5 (cinco) mestres.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
15.4 Regime de Trabalho do NDE
Com base no quadro apresentado no item (15.2) o NDE do curso de GTI
apresenta 100% dos docentes com regime de trabalho integral.
15.5 Experiência Profissional (no magistério superior e fora do magistério
superior) do NDE
Os docentes que compõe o NDE apresentam as seguintes experiências no
magistério e fora dele acumulando:
Professor
Tempo de Experiência
Tempo de Experiência
no M agistério Superior fora do M agistério Superior
Christian F. da Cunha Bundt
10 anos
15 anos
Daniela Silveira dos Santos
5 anos
2 anos
Elcio Miguel Prus
13 anos
19 anos
Gaspar Collet Pereira
11 anos
15 anos
Jean Louis de Oliveira
5 anos
10 anos
Paulo Martinelli
16 anos
10 anos
Desta forma, 100% dos professores do NDE possuem experiência
profissional na área do magistério superior e fora do magistério superior acima
de 2 (dois) anos.
15.6 Titulação do Corpo Docente
O corpo docente do curso de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da
Informação é composto por 7 (sete) professores assim distribuídos:
Doutor – 1 – 14,3%;
Mestre – 5 – 71,4%, e
Especialista – 1 – 14,3%.
15.7 Regime de Trabalho do Corpo Docente
Todo o corpo docente do curso de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da
Informação está com termo de compromisso assinado para serem contratados
como regime integral.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
15.8 Experiência Profissional na área do magistério superior do Corpo
Docente
Os docentes que compõe o curso de GTI apresentam as seguintes
experiências no magistério superior:
Professor
Tempo de Experiência no M agistério Superior
Christian F. da Cunha Bundt
10 anos
Daniela Silveira dos Santos
5 anos
Elcio Miguel Prus
13 anos
Gaspar Collet Pereira
11 anos
Jean Louis de Oliveira
5 anos
Paulo Martinelli
16 anos
Vinícius Carlos Langer
3 anos
15.9 Experiência Profissional fora da área do magistério superior do
Corpo Docente
Os docentes que compõe o curso de GTI apresentam as seguintes
experiências fora do magistério superior:
Professor
Tempo de Experiência fora do M agistério Superior
Christian F. da Cunha Bundt
15 anos
Daniela Silveira dos Santos
2 anos
Elcio Miguel Prus
19 anos
Gaspar Collet Pereira
15 anos
Jean Louis de Oliveira
10 anos
Paulo Martinelli
10 anos
Vinícius Carlos Langer
2 anos
51
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