DIAGNÓSTICO PRELIMINAR DO
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS
SÓLIDOS URBANOS NAS REGIÕES
HIDROGRÁFICAS DO ESTADO DE SANTA
CATARINA
Florianópolis, março de 2005
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES/SC
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO............................................................................................................. 1
2. OBJETIVOS ................................................................................................................ 2
2. OBJETIVOS ................................................................................................................ 2
2.1. Objetivo Geral................................................................................................... 2
2.2. Objetivos Específicos........................................................................................ 2
3. METODOLOGIA .......................................................................................................... 3
3.1. Definição do Espaço Amostral ......................................................................... 3
3.2. Coleta de Dados ................................................................................................ 3
3.3. Análise e Interpretação dos Dados.................................................................... 3
4. OS RESÍDUOS SÓLIDOS NAS REGIÕES HIDROGRÁFICAS DE SANTA CATARINA .......... 4
4.1. Região Hidrográfica 1 (Extremo Oeste) ........................................................... 4
4.1.1. Aspectos Gerais .......................................................................................... 4
4.1.2. Resíduos Sólidos Urbanos ......................................................................... 4
4.2. Região Hidrográfica 2 (Meio Oeste)................................................................. 6
4.2.1. Aspectos Gerais .......................................................................................... 6
4.2.2. Resíduos Sólidos Urbanos ......................................................................... 6
4.3. Região Hidrográfica 3 (Vale do Rio do Peixe)................................................. 9
4.3.1. Aspectos Gerais .......................................................................................... 9
4.3.2. Resíduos Sólidos Urbanos ......................................................................... 9
4.4. Região Hidrográfica 4 (Planalto de Lages)..................................................... 11
4.4.1. Aspectos Gerais ........................................................................................ 11
4.4.2. Resíduos Sólidos Urbanos ....................................................................... 11
4.5. Região Hidrográfica 5 (Planalto de Canoinhas) ............................................. 13
4.5.1. Aspectos Gerais ........................................................................................ 13
4.5.2. Resíduos Sólidos Urbanos ....................................................................... 13
4.6. Região Hidrográfica 6 (Baixada Norte Catarinense) ...................................... 15
4.6.1. Aspectos Gerais ........................................................................................ 15
4.6.2. Resíduos Sólidos Urbanos ....................................................................... 15
4.7. Região Hidrográfica 7 (Vale do Itajaí) ........................................................... 17
4.7.1. Aspectos Gerais ........................................................................................ 17
4.7.2. Resíduos Sólidos Urbanos ....................................................................... 17
4.8. Região Hidrográfica 8 (Litoral Centro) .......................................................... 20
4.8.1. Aspectos Gerais ........................................................................................ 20
4.8.2. Resíduos Sólidos Urbanos ....................................................................... 20
4.9. Região Hidrográfica 9 (Sul Catarinense)........................................................ 22
4.9.1. Aspectos Gerais ........................................................................................ 22
4.9.2. Resíduos Sólidos Urbanos ....................................................................... 22
4.10. Região Hidrográfica 10 (Extremo Sul Catarinense) ..................................... 24
4.10.1. Aspectos Gerais ...................................................................................... 24
4.10.2. Resíduos Sólidos Urbanos ..................................................................... 24
4.11. Análise dos Resíduos Sólidos no Estado de Santa Catarina ......................... 26
5. CONCLUSÕES ........................................................................................................... 27
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .............................................................................. 28
7. ANEXOS .................................................................................................................. 29
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES/SC
1. INTRODUÇÃO
Situada ao Sul do Brasil, entre os estados do Paraná e Rio Grande do Sul,
Santa Catarina reúne em seus singelos 95,985 mil km² uma população de
aproximadamente 6 milhões de habitantes.
A economia catarinense vem se mostrando equilibrada na distribuição de suas
atividades. A agricultura, a indústria e os serviços estão presentes em todo o estado e
cada região desenvolveu uma especialização dentro de sua vocação físico-territorial.
Este equilíbrio reflete-se nos elevados índices de crescimento, alfabetização,
emprego e renda per capita, muito superiores à média nacional. Números que
complementam o perfil de um dos mais produtivos estados brasileiros.
Embora os indicadores econômicos sejam favoráveis, os investimentos
necessários na área de saneamento (esgotamento sanitário, resíduos sólidos,
abastecimento de água e drenagem urbana) não estão sendo de grande proeminência.
A crescente geração de resíduos sólidos, que é tema de importante relevância,
não só no meio científico, mas especialmente no cenário das administrações
municipais, pela íntima relação existente entre o ambiente e a qualidade de vida do
homem, tem sido considerada um grave problema de saúde pública, principalmente
pelas conseqüências danosas que podem provir de um manejo inadequado na gestão
do lixo.
No que diz respeito à disposição final dos resíduos sólidos, nada menos que
75% de todo montante coletado no país é despejado a céu aberto, sem qualquer
cuidado ou tratamento nos chamados lixões ou vazadouros (Bertussi, 1994). Em
Santa Catarina, até o ano de 2001, a situação não era diferente. Dos 293 municípios,
apenas 22 depositavam seus resíduos sólidos domiciliares coletados, em sistemas
adequados (aterro sanitário), correspondendo a 8% do total dos municípios do
Estado.
Dentro desse contexto, o Ministério Público de Santa Catarina implantou o
programa “LIXO NOSSO DE CADA DIA” que consiste na obtenção da total
recuperação das áreas degradadas pela disposição inadequada de resíduos sólidos e a
implementação de aterros sanitários, usinas de reciclagem ou outros meios
ambientalmente adequados, além de um trabalho de educação ambiental.
Reconhecendo a iniciativa do Ministério Público Catarinense e sabendo da
dificuldade do órgão ambiental estadual (FATMA) em manter atualizadas as
informações sobre a situação ambiental dos municípios, a Associação Brasileira de
Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES-SC), em conjunto com o Ministério do
Meio Ambiente, elaborou um projeto de investigação através de inventário estadual
para conhecer a sustentabilidade da manutenção da disposição final adequada dada
pelos municípios catarinenses.
Como parte integrante deste projeto, vem este documento apresentar a
situação dos resíduos sólidos dos municípios de Santa Catarina, tendo como
referência o Programa “LIXO NOSSO DE CADA DIA”.
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Página 1
2. OBJETIVOS
2.1. Objetivo Geral
Elaborar um diagnóstico inicial da situação dos resíduos sólidos no Estado de
Santa Catarina, antes e depois da implantação do programa “LIXO NOSSO DE
CADA DIA” realizado pelo Ministério Público Catarinense.
2.2. Objetivos Específicos
1. Realizar levantamento da população total e urbana dos municípios
catarinenses;
2. Estimar a quantidade de resíduos sólidos nas regiões hidrográficas de Santa
Catarina;
3. Verificar o número de aterros sanitários, aterros controlados e lixões
existentes no Estado após a implantação do programa;
4. Realizar uma análise comparativa do destino final dado aos resíduos
sólidos domiciliares pelos municípios catarinenses, antes e após a implantação do
programa “LIXO NOSSO DE CADA DIA”.
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Página 2
3. M ETODOLOGIA
3.1. Definição do Espaço Amostral
O levantamento de dados municipais, principal fonte de informações para
elaboração do diagnóstico, considerou como referência o agrupamento por regiões
hidrográficas, uma vez que este tipo de organização vem sendo cada vez mais
utilizado pelos órgãos estaduais.
3.2. Coleta de Dados
Para a realização do presente diagnóstico foram feitas leituras, análises,
discussões e coleta de informações dos seguintes documentos:
- levantamento da estimativa populacional para 2004, realizada pelo IBGE.
Para obtenção da população da área urbana de cada município no ano citado,
utilizou-se o mesmo percentual que esta representava no Censo Demográfico do ano
de 2000;
- levantamentos de dados de resíduos sólidos municipais, realizado pela
Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (SDM) no ano
de 96/98 e 99/2000, através da aplicação de questionários respondidos pelas
prefeituras;
- obtenção de dados, junto ao Ministério Público de Santa Catarina, referentes
a situação atual do gerenciamento dos resíduos nos municípios catarinenses, em
função da ação do Programa “LIXO NOSSO DE CADA DIA”;
- informações extraídas do Diagnóstico Geral das Bacias Hidrográficas do
Estado de Santa Catarina realizado em 1997, pela Secretaria de Estado do
Desenvolvimento Social, Urbano e Meio Ambiente (SDS);
3.3. Análise e Interpretação dos Dados
A Análise e Interpretação dos Dados constituem-se, basicamente, em
transformar os dados coletados em gráficos e tabelas que traduzam as características
das regiões hidrográficas de Santa Catarina, assim como o verdadeiro destino dado
aos resíduos sólidos domiciliares produzidos pelos municípios catarinenses.
A elaboração de tabelas, por regiões hidrográficas, objetivou organizar
informações de forma a permitir a comparação e a análise da consistência dos dados
fornecidos pelos municípios, procurando-se identificar uma tendência média de
comportamento nos dados coletados, uma vez que não existe precisão nas
informações prestadas pelos municípios.
Uma vez conhecida à quantidade média gerada por região hidrográfica,
estimou-se a quantidade de resíduos gerados em aterros sanitários ou em depósitos a
céu aberto (lixões).
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4. OS RESÍDUOS SÓLIDOS NAS REGIÕES H IDROGRÁFICAS DE SANTA CATARINA
4.1. Região Hidrográfica 1 (Extremo Oeste)
4.1.1. Aspectos Gerais
Com uma área de 5.962 Km2 , a Região Hidrográfica do Extremo Oeste ocupa
a parte extrema do estado que faz divisa com a Argentina, sendo composta pelas
bacias hidrográficas dos rios Peperi-Guaçu e das Antas. Dentre os trinta municípios
que compõem a região, destaca-se São Miguel do Oeste como maior pólo
econômico.
A agricultura é a principal atividade econômica, sendo fundamental no
fornecimento de matéria-prima para a agroindústria. O relevo é, em quase sua
totalidade, acidentado. Cerca de 12% da região se encontra coberta com vegetação
primária e secundária. A principal responsável pela poluição dos recursos hídricos na
região é a criação de suínos, sendo que a poluição por agrotóxicos, por sedimentos
decorrentes do intenso processo erosivo, por efluentes de agroindústrias e por esgoto
doméstico, apesar de não ser crítica, pode ser considerada preocupante.
4.1.2. Resíduos Sólidos Urbanos
A Região Extremo Oeste possui uma população urbana de 112.033
habitantes, que geram 124,36 ton/dia de resíduos, resultando em média uma
produção per capita de 1,11 Kg/habxdia.
Até o ano 2001, antes da implantação do “PROGRAMA LIXO NOSSO DE
CADA DIA” pelo Ministério Público de Santa Catarina, apenas sete municípios
(23%) depositavam seus resíduos em aterro sanitário. Ver figura 1.
23%
Lixão
Aterro Sanitário
77%
Figura 1- Disposição final antes do Programa na RH-1
Atualmente, decorridos quatro anos do Programa, a realidade é
completamente distinta. Todos os municípios dispõem seus resíduos em um aterro
sanitário.
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O aterro sanitário do município de Saudades, localizado na Região
Hidrográfica do Meio Oeste, recebe os resíduos sólidos coletados de dezoito
municípios (60%) da Região Extremo Oeste. Ver Tabela 1.
Quantidade de lixo gerada
População População
Total
Urbana
MUNICÍPIO
Per capita
Prod. Total Prod. Urbana
(kg/habxdia)
(kg/dia)
(kg/dia)
Destino dos Resíduos
ANCHIETA
6.049
2.380
-
-
-
SAUDADES
BANDEIRANTE
2.900
677
-
-
-
SAUDADES
BARRA BONITA
2.003
243
-
-
-
SAUDADES
BELMONTE
2.251
829
0,041
92
34
SAUDADES
CAIBI
5.803
2.784
-
-
-
PALMITOS
CUNHA PORA
9.948
5.143
0,600
5.969
3.086
SAUDADES
8.356
3.558
4,452
37.201
15.840
SAUDADES
14.522
8.766
-
-
-
DIONISIO CERQUEIRA
DESCANSO
DIONISIO CERQUEIRA
1.621
196
-
-
-
SAUDADES
10.393
4.111
-
-
-
SAUDADES
GUARUJA DO SUL
4.655
2.252
-
-
-
SAUDADES
IPORA DO OESTE
7.695
2.782
-
-
-
IPORÁ DO OESTE
IRACEMINHA
4.010
1.202
0,125
501
150
SAUDADES
ITAPIRANGA
13.432
5.166
1,762
23.667
9.102
IPORÁ DO OESTE
MARAVILHA
18.879
14.503
0,878
16.576
12.734
SAUDADES
MONDAI
8.432
3.906
0,100
843
391
PALMITOS
PALMA SOLA
7.872
3.062
-
-
-
SAUDADES
FLOR DO SERTAO
GUARACIABA
15.154
7.569
0,706
10.699
5.344
PALMITOS
PARAISO
4.179
1.135
-
-
-
SAUDADES
PRINCESA
2.470
534
-
-
-
SAUDADES
RIQUEZA
4.594
1.135
-
-
-
PALMITOS
ROMELANDIA
5.137
1.679
-
-
-
SAUDADES
SANTA HELENA
2.393
686
-
-
-
SAUDADES
SANTA TEREZINHA DO PROGRESSO
3.076
385
-
-
-
BOM JESUS DO OESTE
SÃO JOÃO DO OESTE
5.344
1.382
1,143
6.108
1.580
SÂO JOÃO DO OESTE
SÃO JOSE DO CEDRO
13.112
6.384
1,578
20.691
10.074
SAUDADES
1.708
280
-
-
-
SAUDADES
32.928
27.961
0,763
25.124
21.334
SAUDADES
TIGRINHOS
1.919
217
-
-
-
BOM JESUS DO OESTE
TUNAPOLIS
4.416
1.126
1,176
5.193
1.324
IPORÃ DO OESTE
225.251
112.033
-
-
-
-
PALMITOS (SEDE)
SÃO MIGUEL DA BOA VISTA
SÃO MIGUEL DO OESTE
TOTAL
Tabela 1- Dados sobre a situação dos resíduos na RH-1
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4.2. Região Hidrográfica 2 (Meio Oeste)
4.2.1. Aspectos Gerais
A Região Hidrográfica do Meio Oeste é composta pelas bacias hidrográficas
dos rios Chapecó e Irani. Possui uma área de 11.064 Km2 , contando atualmente com
quarenta e nove municípios que aparecem como primeiros do estado na produção de
grãos, suínos, aves e leite. Segundo estimativa populacional do IBGE para o ano de
2004, a cidade de Chapecó possui 165.220 habitantes, o que representa 35,4% da
população total da região.
O relevo da região na sua maior parte se apresenta acidentado e a cobertura
vegetal se apresenta degradada, com apenas 17% de vegetação primária e secundária.
Como conseqüência da intensa atividade agropecuária, constata-se o agravamento da
erosão do solo e o assoreamento dos rios, além da grande contaminação dos
mananciais por dejetos suínos e por agrotóxicos.
4.2.2. Resíduos Sólidos Urbanos
Com uma população urbana de 306.915 habitantes, a Região Hidrográfica do
Meio Oeste gera, aproximadamente, 224,05 ton/dia de resíduos, tendo assim uma
produção per capita de 0,73 Kg/habxdia.
Antes da implantação do “PROGRAMA LIXO NOSSO DE CADA DIA”,
apenas cinco municípios (Chapecó, Cunhataí, Pinhalzinho, São Carlos e Saudades)
encaminhavam seus resíduos para um aterro sanitário. Ver figura 2.
10%
Lixão
Aterro Sanitário
90%
Figura 2- Disposição final antes do Programa na RH-2
A partir de 2001, com a efetivação de Termo de Ajuste de Conduta pelo
Ministério Público de Santa Catarina, pôde-se constatar que quarenta e oito
municípios (98%) dispõem seus resíduos em aterro sanitário. Apenas a cidade de São
Bernardino continua depositando seus resíduos sólidos domiciliares de maneira
inadequada.Ver figura 3.
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Página 6
2%
Lixão
Aterro Sanitário
98%
Figura 3- Disposição final depois do Programa na RH-2
A seguir, será apresentada uma síntese da situação dos resíduos sólidos na Região
Hidrográfica do Meio Oeste. Ver Tabela 2.
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Quantidade de lixo gerada
MUNICÍPIO
População
Total
População
Urbana
Per capita
(kg/habxdia)
Prod. Total
(kg/dia)
Prod. Urbana
(kg/dia)
Destino dos Resíduos
18.154
7.991
-
-
-
XANXERÊ
AGUAS DE CHAPECO
5.443
2.073
2,500
13.608
5.183
ÁGUAS DE CHAPECÓ
AGUAS FRIAS
2.186
448
0,070
153
31
SAUDAD ES
ARVOREDO
2.112
378
-
-
-
IPUMIRIM
BOM JESUS
2.069
1.001
0,251
519
251
XANXERÊ
BOM JESUS DO OESTE
2.095
367
-
-
-
BOM JESUS DO OESTE
CAMPO ERE
8.962
4.983
0,938
8.406
4.674
SAUDADES
CAXAMBU DO SUL
4.902
1.913
-
-
-
XANXERÊ
165.220
151.195
0,620
102.436
93.741
CHAPECÓ
ABELARDO LUZ
CHAPECO (SEDE)
3.196
313
-
-
-
XANXERÊ
CORONEL FREITAS
10.597
4.499
2,650
28.082
11.922
XANXERÊ
CORONEL MARTINS
1.905
366
0,083
158
30
XANXERÊ
CUNHATAI
1.740
320
0,178
310
57
PALMITOS
ENTRE RIOS
2.820
740
-
-
-
XAN XERÊ
11.537
7.552
0,630
7.268
4.758
IPUMIRIM
CORDILHEIRA ALTA
FAXINAL DOS GUEDES
FORMOSA DO SUL
2.594
843
0,500
1.297
422
XANXERÊ
GALVAO
4.004
2.354
0,455
1.822
1.071
SAUDADES
GUATAMBU
4.728
984
-
-
-
XANXERÊ
IPUACU
6.275
992
1,818
11.408
1.803
XANXERÊ
IRATI
2.069
388
-
-
-
XANXERÊ
JARDINOPOLIS
1.867
765
0,780
1.456
597
XANXERÊ
JUPIA
2.136
646
0,450
961
291
SAUDADES
LAJEADO GRANDE
1.633
494
-
-
-
XANXERÊ
MAREMA
2.467
881
0,575
1.419
507
XANXERÊ
MODELO
3.781
2.119
0,266
1.006
564
MODELO
NOVA ERECHIM
3.763
1.811
0,530
1.994
960
SAUDADES
NOVA ITABERABA
4.298
428
0,900
3.868
385
SAUDADES
NOVO HORIZONTE
2.839
663
-
-
-
SAUDADES
OURO VERDE
2.154
573
0,756
1.628
433
XANXERÊ
PAIAL
2.001
253
0,300
600
76
SEARA
PASSOS MAIA
5.552
873
-
-
-
IPUMIRIM
PINHALZINHO
13.219
9.951
0,790
10.443
7.861
SAUDADES
2.394
724
-
-
-
XANXERÊ
PONTE SERRADA
11.344
7.765
0,190
2.155
1.475
IPUMIRIM
QUILOMBO
10.188
4.451
0,570
5.807
2.537
XANXERÊ
SALTINHO
3.449
740
-
-
-
BOM JESUS DO OESTE
SANTIAGO DO SUL
1.573
484
0,480
755
232
XANXERÊ
SAO BERNARDINO
2.703
456
-
-
-
SÃO BERNARDINO
SÃO CARLOS
8.890
5.077
0,480
4.267
2.437
ÁGUAS DE CHAPECÓ
PLANALTO ALEGRE
8.912
5.072
0,482
4.296
2.445
XANXERÊ
20.005
13.651
0,830
16.604
11.330
SAUDADES
SAUDADES
7.960
2.771
0,353
2.810
978
SAUDADES
SERRA ALTA
3.058
1.101
0,780
2.385
859
SERRA ALTA
SUL BRASIL
2.728
651
0,760
2.073
495
SUL BRASIL
UNIAO DO OESTE
3.336
987
2,000
6.672
1.974
XANXERÊ
VARGEAO
3.437
1.347
-
-
-
IPUMIRIM
39.812
34.446
0,427
17.000
14.708
XANXERÊ
SÃO DOMINGOS
SÃO L. DO OESTE
XANXERE (SEDE)
XAVANTINA
XAXIM
TOTAL
4.118
875
1,000
4.118
875
SEARA
24.432
17.160
0,471
11.507
8.082
IPUMIRIM
466.657
306.915
-
-
-
-
Tabela 2- Dados sobre a situação dos resíduos na RH-2
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 8
4.3. Região Hidrográfica 3 (Vale do Rio do Peixe)
4.3.1. Aspectos Gerais
Formada pelas bacias hidrográficas dos rios do Peixe e Jacutinga. A Região
Hidrográfica Vale do Rio do Peixe possui uma área de 8.189 Km2 , sendo constituída
por trinta e cinco municípios, nos quais destacam-se: Concórdia, Caçador, Joaçaba e
Videira. A atividade econômica se concentra no setor agrícola, com destaque para o
complexo agroindustrial, principalmente no que diz respeito à produção de aves e
suínos.
O relevo possui características bastante acidentadas, com graves reflexos
sobre o intenso processo erosivo do solo. A cobertura vegetal apresenta, em média,
uma situação um pouco melhor quando comparada às demais regiões do oeste, com
22% de vegetação primária e secundária. No entanto, a poluição por dejetos suínos é
grave, estendendo-se por praticamente todos os pequenos mananciais da região.
4.3.2. Resíduos Sólidos Urbanos
A população da Região Hidrográfica do Vale do Rio do Peixe (402.713
habitantes, segundo estimativa populacional do IBGE para o ano de 2004) concentrase na sua maior parte na área urbana (70%), cuja produção per capita de resíduos é
estimada em 1,05 Kg/habxdia, totalizando 293,77 ton/dia de lixo.
O município de Seara até 2001, ou seja, antes da implantação do
“PROGRAMA LIXO NOSSO DE CADA DIA”, se apresentava como o único da
região a possuir um aterro sanitário. Os demais municípios (97%) até então, não
possuíam locais adequados para disporem seus resíduos, conforme figura 4.
3%
Aterro Sanitário
Lixão
97%
Figura 4- Disposição final antes do Programa na RH-3
3%
3%
Aterro Sanitário
Lixão
94%
Aterro controlado
Figura 5- Disposição final depois do Programa na RH-3
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 9
Atualmente, a Região Hidrográfica do Vale do Rio do Peixe possui somente
um lixão e um aterro controlado localizados, respectivamente, nos municípios de
Arroio Trinta e Ibicaré. O restante dos municípios (94%) descarta seus resíduos
adequadamente em aterro sanitário, conforme demonstra a figura 5.
Analisando a Tabela 3, percebe-se que existe apenas um aterro sanitário que
não pertence à RH-3, situado em Saudades.
Quantidade de lixo gerada
População
Total
População
Urbana
AGUA DOCE
6.870
ALTO BELA VISTA
1.913
ARABUTA
4.204
MUNICÍPIO
Destino dos
Resíduos
Per capita
(kg/habxdia)
Prod. Total
(kg/dia)
Prod. Urbana
(kg/dia)
3.160
0,670
4.603
2.117
PIRATUBA
475
-
-
-
PIRATUBA
979
1,220
5.129
1.194
IPUMIRIM
ARROIO TRINTA
3.570
2.145
0,984
3.513
2.111
ARROIO TRINTA
CACADOR
69.767
61.172
0,444
30.977
27.160
CAÇADOR
CAPINZAL
23.167
17.944
0,760
17.607
13.637
PIRATUBA
CATANDUVAS
9.192
5.888
0,590
5.423
3.474
IPUMIRIM
CONCORDIA (SEDE)
65.754
47.176
0,660
43.398
31.136
CONCÓRDIA
ERVAL VELHO
4.086
2.064
0,670
2.738
1.383
SAUDADES
HERVAL D'OESTE
21.179
18.113
0,760
16.096
13.766
SAUDADES
IBIAM
1.898
487
0,300
569
146
PIRATUBA
IBICARE
3.408
1.182
0,990
3.374
1.170
IBICARE
IOMERE
2.660
711
1,393
3.705
990
IOMERE
IPIRA
5.228
2.323
5,320
27.813
12.358
PIRATUBA
IPUMIRIM
6.729
2.420
0,480
3.230
1.162
IPUMIRIM
IRANI
9.287
5.455
0,710
6.594
3.873
IPUMIRIM
ITA
6.829
3.456
0,780
5.327
2.696
IPUMIRIM
JABORA
4.085
1.326
1,300
5.311
1.724
PIRATUBA
JOACABA (SEDE)
24.708
22.262
1,120
27.673
24.933
SAUDADES
LACERDOPOLIS
2.221
1.006
-
-
-
LACERDOPOLIS
LINDOIA DO SUL
4.573
1.240
0,920
4.207
1.141
IPUMIRIM
LUZERNA
5.699
4.058
1,610
9.175
6.533
SAUDADES
MACIEIRA
1.712
275
-
-
-
PIRATUBA
OURO
7.772
4.360
0,470
3.653
2.049
OURO
PERITIBA
3.251
1.326
0,810
2.633
1.074
IPUMIRIM
PINHEIRO PRETO
2.911
1.222
0,278
809
340
VIDEIRA
PIRATUBA
6.275
2.927
-
-
-
PIRATUBA
PRESIDENTE CASTELO BRANCO
2.082
441
0,790
1.645
348
PIRATUBA
RIO DAS ANTAS
6.322
2.296
0,505
3.193
1.159
CAÇADOR
SALTO VELOSO
4.115
2.982
2,674
11.004
7.974
PIRATUBA
SEARA
17.221
10.398
-
-
-
SEARA
TANGARA
8.234
3.982
1,480
12.186
5.893
PIRATUBA
TREZE TILIAS
5.257
3.159
0,600
3.154
1.895
PIRATUBA
VARGEM BONITA
4.835
2.066
0,300
1.451
620
IPUMIRIM
VIDEIRA (SED E)
45.699
39.306
1,941
88.702
76.293
VIDEIRA
402.713
279.782
-
-
-
-
TOTAL
Tabela 3- Dados sobre a situação dos resíduos na RH-3
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 10
4.4. Região Hidrográfica 4 (Planalto de Lages)
4.4.1. Aspectos Gerais
É a região que apresenta a maior área física (22.808Km2 ) e a menor
densidade demográfica (20,28 hab/ Km2 ) do estado. As bacias hidrográficas dos rios
Canoas e Pelotas formam a região, na qual comporta trinta e dois municípios. A
cidade de Lages, que possui 165.068 habitantes, concentra dentro de seu território
35% da população total da região.
O relevo predominante oscila entre forte-ondulado e ondulado, sendo baixo o
processo erosivo dos solos. A cobertura florestal foi devastada ao longo do tempo,
principalmente as florestas de pinheiro, pela indústria madeireira. Como
conseqüência, a vegetação primária e secundária ocupam, em média, cerca de 18%
da área. Mesmo assim, a região continua dedicando-se à indústria madeireira e à
produção de papel e celulose. A principal atividade econômica tem como base a
produção agrícola, pecuária e madeireira, tendo crescido nas últimas décadas a
importância da produção industrial e do turismo.
4.4.2. Resíduos Sólidos Urbanos
A RH-4 possui uma população urbana de 363.690 habitantes, que produz em
torno de 345,51 ton/dia de resíduos, gerando assim 0,95 Kg/habxdia.
A parir do ano de 2001, com a implantação do “PROGRAMA LIXO NOSSO
DE CADA DIA”, os municípios começaram a encaminhar seus resíduos para um
aterro sanitário. Somente os municípios de Urubici, Lages e Correia Pinto ainda
utilizam lixão. Ver figura 6.
9%
Aterro Sanitário
Lixão
91%
Figura 6- Disposição final depois do Programa na RH-4
O aterro sanitário situado na cidade de Otacílio Costa recebe os resíduos
sólidos domiciliares de onze municípios (34%) da Região Hidrográfica do Planalto
de Lages, como mostra a tabela 4.
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 11
Quantidade de lixo gerada
MUNICÍPIO
População
Total
População
Urbana
Per capita
(kg/habxdia)
Prod. Total
(kg/dia)
Prod. Urbana
(kg/dia)
Destino dos
Resíduos
ABDON BATISTA
2.534
653
1,100
2.787
718
ANITA GARIBALDI
10.077
4.099
-
-
-
PIRATUBA
PIRATUBA
BOCAINA DO SUL
3.151
438
0,205
646
90
OTACÍLIO COSTA
BOM JARDIM DA SERRA
4.041
2.103
1,408
5.690
2.961
LAGUNA
BOM RETIRO
8.397
5.625
1,444
12.125
8.123
BIGUAÇÚ
BRUNOPOLIS
3.281
1.696
-
-
-
CURITIBANOS
8.068
4.447
-
-
-
OTACÍLIO COSTA
28.841
22.638
1,500
43.262
33.957
PIRATUBA
CAPAO ALTO
3.110
627
0,063
196
40
OTACÍLIO COSTA
CELSO RAMOS
2.529
567
-
-
-
ERVAL DO OESTE
CERRO NEGRO
3.553
611
4,076
14.482
2.490
PIRATUBA
CORREIA PINTO
16.992
12.015
0,909
15.446
10.922
CORREIA PINTO
CURITIBANOS (SEDE)
37.460
33.698
0,591
22.139
19.916
CURITIBANOS
FRAIBURGO
CAMPO BELO DO SUL
CAMPOS NOVOS
36.180
30.313
1,015
36.723
30.768
FRAIBURGO
FREI ROGERIO
3.173
519
0,520
1.650
270
CURITIBANOS
LAGES (SEDE)
165.068
160.767
0,577
95.244
92.763
LAGES
LEBON REGIS
12.132
7.249
1,330
16.136
9.641
FRAIBURGO
MONTE CARLO
10.258
8.735
0,990
10.155
8.648
MONTE CARLO
OTACILIO COSTA
14.660
13.422
0,600
8.796
8.053
OTACÍLIO COSTA
PAINEL
2.452
848
-
-
-
OTACÍLIO COSTA
PAL MEIRA
2.261
814
0,184
416
150
OTACÍLIO COSTA
PONTE ALTA
5.381
3.938
0,526
2.830
2.071
CURITIBANOS
PONTE ALTA DO NORTE
3.531
2.563
0,906
3.199
2.322
CURITIBANOS
RIO RUFINO
SANTA CECILIA
SÃO CRISTOVAO DO SUL
SÃO JOAQUIM
SÃO JOSE DO CERRITO
2.646
611
0,940
2.487
574
OTACÍLIO COSTA
15.926
12.495
-
-
-
SANTA CECÍLIA
4.913
3.009
0,184
904
554
CURITIBANOS
23.114
16.320
-
-
-
OTACÍLIO COSTA
9.776
2.021
2,212
21.625
4.470
OTACÍLIO COSTA
10.509
6.818
0,578
6.074
3.941
URUBICI
URUPEMA
2.554
1.198
0,800
2.043
958
OTACÍLIO COSTA
VARGEM
3.203
645
0,110
352
71
PIRATUBA
ZORTEA
2.804
2.188
-
-
-
PIRATUBA
462.575
363.690
-
-
-
-
URUBICI
TOTAL
Tabela 4- Dados sobre a situação dos resíduos na RH-4
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 12
4.5. Região Hidrográfica 5 (Planalto de Canoinhas)
4.5.1. Aspe ctos Gerais
A Região Hidrográfica Planalto de Canoinhas faz parte da Bacia do Rio
Iguaçu, possuindo uma área de 11.058 Km2 . Os municípios de São Bento do Sul,
Canoinhas e Mafra representam 49% da população total (365.052 habitantes,
segundo estimativa populacional do IBGE para o ano de 2004) da região.
A atividade agrícola é bastante significativa e tende a crescer, já que a região
apresenta um grande potencial para expansão, o que se deve principalmente à
possibilidade de mecanização das lavouras e ao solo com boas características. Com o
relevo oscilando entre o ondulado e forte-ondulado, a região possui 8% da sua área
ocupada por reflorestamento, sendo a maior relativamente do estado.
4.5.2. Resíduos Sólidos Urbanos
Com uma produção per capita de 1,02 kg/habxdia, totalizando 271,85 ton/dia
de resíduos domiciliares, a região hidrográfica do Planalto de Canoinhas possui
266.523 habitantes morando em sua área urbana.
O destino final dos resíduos domiciliares da RH-5 antes da interferência do
Ministério Público do Estado de Santa Catarina, era na grande maioria em lixões,
salvo o município de Itaiópolis que depositava seus resíduos de maneira adequada
em aterro sanitário. Ver figura 7.
Após o cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta, todos os municípios
estão encaminhando seus resíduos a aterros sanitários.
6%
Aterro Sanitário
Lixão
94%
Figura 7- Disposição final antes do Programa na RH-5
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 13
A seguir, será apresentada uma síntese da situação dos resíduos sólidos na
Região Hidrográfica do Planalto de Canoinhas, nela podemos observar que apenas
oito cidades não possuem aterro sanitário localizado no próprio município. Ver
Tabela 5.
Quantidade de lixo gerada
População População
Total
Urbana
MUNICÍPIO
BELA VISTA DO TOLDO
Per capita
Prod. Total
(kg/habxdia)
(kg/dia)
5.719
568
-
-
Prod. Urbana
(kg/dia)
Destino dos
Resíduos
-
MAFRA
3.885
1.557
0,050
194
78
CAÇADOR
CAMPO ALEGRE
12.434
7.338
1,230
15.294
9.026
MAFRA
CANOINHAS (SEDE)
52.647
38.657
3,380
177.947
130.661
MAFRA
9.720
2.962
-
-
-
IRINEOPOLIS
ITAIOPOLIS
CALMON
IRINEOPOLIS
ITAIOPOLIS
19.846
9.105
0,490
9.725
4.461
MAFRA (SEDE)
51.427
38.835
-
-
-
MAFRA
MAJOR VIEIRA
6.691
2.129
0,540
3.613
1.150
MAJOR VIEIRA
MATOS COSTA
3.646
1.428
-
-
-
MATOS COSTA
MONTE CASTELO
8.222
4.503
-
-
-
MONTE CASTELO
P APANDUVA
17.125
8.098
-
-
-
PAPANDUVA
PORTO UNIAO
32.871
27.427
-
-
-
PORTO UNIÃO
RIO NEGRINHO
42.451
36.758
0,370
15.707
13.600
RIO NEGRINHO
SÃO BENTO DO SUL
73.189
69.180
-
-
-
MAFRA
7.292
3.114
1,050
7.657
3.270
CAÇADOR
17.887
14.864
-
-
-
MAFRA
365.052
266.523
-
-
-
-
TIMBO GRANDE
TRES BARRAS
TOTAL
Tabela 5- Dados sobre a situação dos resíduos na RH-5
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 14
4.6. Região Hidrográfica 6 (Baixada Norte Catarinense)
4.6.1. Aspectos Gerais
Diferentemente das demais regiões até agora consideradas, nesta se observa
uma nítida tendência de concentração urbano- industrial. Como efeito, percebe-se que
a população rural não vai além de 8% da população total (778.291habitantes,
segundo estimativa populacional do IBGE para o ano de 2004). O município de
Joinvile, que representa 64% da população urbana da região, é considerado o maior
pólo industrial do estado de Santa Catarina.
Duas bacias hidrográficas, a do Cubatão e do Itapocu, formam a região,
desempenhando um importante papel, tanto no abastecimento urbano de Joinville e
de outras cidades locais, quanto no suprimento de água para a indústria e para a
agricultura regional. Quanto ao relevo, verifica-se que em grande parte (62%) da área
total (5.188 Km2 ) existe uma significativa oscilação entre montanhoso e forteondulado. A cobertura vegetal pode ser considerada razoável, apresentando, em
média, cerca de 34% de vegetação primária e secundária.
4.6.2. Resíduos Sólidos Urbanos
A Região da Baixada Norte Catarinense, que é constituída por treze
municípios, apresenta a maior média per capita de produção de resíduos domiciliares
de todo o estado, aproximadamente 1,66 Kg/habxdia. Somente a área urbana da
região gera 1191,47 ton/dia de lixo, sendo a segunda de Santa Catarina.
Antes da implantação do “PROGRAMA LIXO NOSSO DE CADA DIA”,
100% das cidades depositavam seus resíduos em lixões. Os municípios da RH-6 só
converteram seus lixões para aterros sanitários a partir da assinatura do Termo de
Ajuste de Conduta, com exceção de Corupá que construiu um aterro controlado no
próprio município.Ver figura 8.
8%
Aterro Sanitário
Aterro Controlado
92%
Figura 8- Disposição final depois do Programa na RH-6
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 15
Em relação ao destino dos resíduos gerados na RH-6, pôde-se constatar que
oito municípios (62%) enviam seu lixo para o aterro sanitário de Brusque, município
pertencente à Região Hidrográfica do Vale do Itajaí. Ver tabela 6.
O dado interessante foi que existe apenas um aterro sanitário dentro dos
limites da Região Hidrográfica da Baixada Norte Catarinense, sendo este localizado
no município de Joinville.
Quantidade de lixo gerada
MUNICÍPIO
População População
Total
Urbana
Per capita
Prod. Total Prod. Urbana
(kg/habxdia)
(kg/dia)
(kg/dia)
Destino dos
Resíduos
ARAQUARI
20.242
18.829
-
-
-
BRUSQUE
BALN. BARRA DO SUL
7.356
7.341
0,170
1.251
1.248
JOINVILLE
BARRA VELHA
18.095
16.972
-
-
-
BRUSQUE
CORUPA
12.595
9.278
-
-
-
CORUPA
GARUVA
12.716
8.810
4,640
59.002
40.878
BRUSQUE
GUARAMIRIM
28.944
23.127
-
-
-
MAFRA
ITAPOA
11.318
10.488
1,700
19.241
17.830
MAFRA
JARAGUA DO SUL (SEDE)
124.661
110.679
-
-
-
BRUSQUE
JOINVILLE (SEDE)
477.971
462.180
0,640
305.901
295.795
JOINVILLE
MASSARANDUBA
13.277
4.893
-
-
-
BRUSQUE
SÃO FCO. DO SUL
36.743
34.045
0,880
32.334
29.960
BRUSQUE
SÃO JOAO DO ITAPERIU
3.398
1.564
-
-
-
BRUSQUE
SCHROEDER
10.975
9.545
-
-
-
BRUSQUE
778.291
717.751
-
-
-
-
TOTAL
Tabela 6- Dados sobre a situação dos resíduos na RH-6
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 16
4.7. Região Hidrográfica 7 (Vale do Itajaí)
4.7.1. Aspectos Gerais
Composta unicamente pela bacia hidrográfica do Rio Itajaí, a RH-7 possui
uma área de 15.111 Km2 e é constituída de cinqüenta e um municípios, sendo que os
de maior importância são: Itajaí, Balneário Camboriú, Camboriú, Brusque,
Blumenau e Rio do Sul. Com uma população que ultrapassa atualmente um milhão
de pessoas, a região caracteriza-se pela crescente concentração urbano- industrial.
Quanto ao relevo pode ser considerado bastante diversificado, junto à planície
costeira, é plano e suavemente ondulado, nas demais áreas predominam os relevos,
montanhoso e o forte ondulado. A cobertura vegetal em aproximadamente 50% da
região, ainda é ocupada por vegetação primária e secundária, o que pode ser
considerado um bom índice se comparado com as demais regiões, entretanto a área
ocupada com reflorestamento não ultrapassa 2%.
A principal atividade econômica da região é a produção industrial, com
destaque para a industria têxtil, entretanto a agricultura e a atividade pesqueira
também merecem destaque. Com relação à qualidade dos recursos hídricos, há
alguns anos atrás a situação era considerada preocupante, mas o trabalho
desenvolvido pela sociedade e pela FATMA, tem contribuído para amenizar o
problema.
4.7.2. Resíduos Sólidos Urbanos
Possuindo a maior população de todas as regiões, a RH-7 detêm em sua área
urbana 1.049.010 habitantes, cuja produção per capita de resíduos equivale a
aproximadamente 1,35 kg/habxdia, totalizando 1.416,16 ton/dia de resíduos
domiciliares.
Antes da implantação do “PROGRAMA LIXO NOSSO DE CADA DIA”,
apenas os municípios de Brusque e Ilhota depositavam seus resíduos domiciliares de
maneira adequada, em um aterro sanitário, como pode ser observado na figura 9.
4%
Aterro Sanitário
Lixão
96%
Figura 9- Disposição final antes do Programa na RH-7
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 17
A partir de 2001, com a efetivação de Termo de Ajuste de Conduta pelo
Ministério Público de Santa Catarina, pôde-se constatar que quarenta e oito
municípios (94%) dispõem seus resíduos em aterro sanitário. Apenas as cidades de
Itajaí e Balneário Camboriú depositam seus resíduos sólidos domiciliares em um
aterro controlado. O único município que possui ainda um lixão é Rio do Sul. Ver
figura 10.
4% 2%
Aterro Sanitário
Aterro Controlado
Lixão
94%
Figura 10- Disposição final depois do Programa na RH-7
A seguir, será apresentada uma síntese da situação dos resíduos sólidos na
Região Hidrográfica do Vale do Itajaí.Ver tabela 7.
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 18
Quantidade de lixo gerada
MUNICÍPIO
AGROLANDIA
AGRONOMICA
ALFREDO WAGNER
APIUNA
ASCURRA
ATALANTA
AURORA
BALNEARIO CAMBORIU
BENEDITO NOVO
BLUMENAU (SEDE)
BOTUVERA
BRACO DO TROMBUDO
BRUSQUE (SEDE)
CAMBORIU
CHAPADAO DO LAJEADO
DONA EMMA
DOUTOR PEDRINHO
GASPAR
GUABIRUBA
IBIRAMA
ILHOTA
IMBUIA
INDAIAL (SEDE)
ITAJAI (SEDE)
ITUPORANGA
JOSE BOITEUX
LAURENTINO
LONTRAS
LUIZ ALVES
MIRIM DOCE
NAVEGANTES
PENHA
PETROLANDIA
PIÇARRAS
POMERODE
POUSO REDONDO
PRESIDENTE GETULIO
PRESIDENTE NEREU
RIO DO CAMPO
RIO DO OESTE
RIO DO SUL (SEDE)
RIO DOS CEDROS
RODEIO
SALETE
SANTA TEREZINHA
TAIO
TIMBO
TROMBUDO CENTRAL
VIDAL RAMOS
VITOR MEIRELES
WITMARSUM
TOTAL
População
Total
População
Urbana
8.133
4.506
8.376
8.925
7.330
3.289
5.170
90.461
9.423
287.350
3.603
3.531
85.218
49.469
2.547
3.151
3.126
51.955
14.552
16.923
11.152
5.203
45.343
161.789
19.905
4.634
5.440
8.793
8.761
2.647
47.349
20.023
6.067
1.248
23.849
12.607
12.826
2.064
6.335
6.609
54.713
9.091
10.898
7.136
8.945
16.153
32.207
5.755
5.975
5.330
3.091
4.825
924
2.341
3.765
6.468
1.089
1.398
90.461
5.096
265.517
771
1.798
82.073
47.083
288
1.304
1.689
33.145
13.513
14.046
6.791
1.941
43.296
155.710
11.914
1.478
3.480
5.576
2.334
1.113
44.136
18.114
1.729
19.820
20.163
6.574
8.183
696
2.223
2.579
51.293
3.824
9.309
4.575
1.158
7.836
29.367
3.139
1.421
1.061
583
1.238.976
1.049.010
Per capita Prod. Total Prod. Urbana Destino dos Resíduos
(kg/habxdia) (kg/dia)
(kg/dia)
0,326
1,600
0,690
0,080
0,135
0,500
0,857
1,100
0,790
0,412
1,140
0,480
0,130
4,147
0,343
0,940
0,866
0,267
0,496
0,678
0,710
4,083
1,739
0,800
0,440
0,104
0,069
3,750
0,770
13,913
0,804
0,650
0,714
2.651
13.402
6.158
586
444
2.585
77.525
10.365
227.007
1.455
97.149
23.745
406
70.180
1.785
42.622
140.109
1.237
2.698
5.962
6.220
193.326
10.551
19.079
5.547
215
437
34.091
8.391
99.283
12.987
20.935
2.207
1.573
3.746
2.598
517
147
699
77.525
5.606
209.758
741
93.563
22.600
220
58.249
666
40.698
134.845
395
1.726
3.781
1.657
180.207
3.007
16.130
2.893
72
153
14.340
7.168
63.652
6.300
19.089
416
-
-
OTACÍLIO COSTA
OTACÍLIO COSTA
BIGUAÇÚ
TIMBÓ
TIMBÓ
OTACÍLIO COSTA
OTACÍLIO COSTA
ITAJAÍ
TIMBÓ
BRUSQUE
BRUSQUE
OTACÍLIO COSTA
BRUSQUE
CAMBORIU
OTACÍLIO COSTA
PRESIDENTE GETÚLIO
TIMBÓ
BRUSQUE
BRUSQUE
IBIRAMA
BRUSQUE
BRUSQUE
TIMBÓ
ITAJAÍ
OTACÍLIO COSTA
IBIRAMA
OTACÍLIO COSTA
IBIRAMA
BRUSQUE
OTACÍLIO COSTA
BRUSQUE
BRUSQUE
OTACÍLIO COSTA
BRUSQUE
TIMBÓ
BRUSQUE
PRESIDENTE GETÚLIO
IBIRAMA
BRUSQUE
OTACÍLIO COSTA
RIO DO SUL
TIMBÓ
TIMBÓ
OTACÍLIO COSTA
OTACÍLIO COSTA
OTACÍLIO COSTA
TIMBÓ
OTACÍLIO COSTA
BRUSQUE
BRUSQUE
BRUSQUE
Tabela 7- Dados sobre a situação dos resíduos na RH-7
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 19
4.8. Região Hidrográfica 8 (Litoral Centro)
4.8.1. Aspectos Gerais
É a região que apresenta a maior densidade demográfica (164 hab/Km2 ) do
estado. Caracteriza-se como área de concentração urbana, onde a participação rural é
13% do total. Compõem a rede hidrográfica do Litoral Centro as bacias dos rios
Tijucas, Biguaçú, Cubatão do Sul e da Madre, todas de pequena extensão, com sua
foz no Oceano Atlântico.
O relevo se apresenta forte-ondulado e montanhoso em quase 70% da área
(4.077 Km2 ), sendo ondulado e plano no restante, particularmente junto à bacia do
Rio Tijucas. Esta região é que apresenta a maior área coberta com vegetação
primária e secundária do estado (62%, em média). As principais atividades
econômicas são representadas por pequenas e médias indústrias, pelo turismo, pela
produção de hortaliças em determinadas áreas e pela pesca. Dentre os vinte e dois
municípios que formam a Região Hidrográfica do Litoral Centro, destacam-se:
Florianópolis, Biguaçú e Palhoça.
4.8.2. Resíduos Sólidos Urbanos
Tomando como referência a média per capita de resíduos sólidos produzidos
de 1,39 Kg/habxdia, estima-se que são geradas na área urbana 1141,88 ton/dia.
Os municípios de Biguaçú, Bombinhas, Florianópolis, Governador Celso
Ramos, Porto Belo e Tijucas foram os únicos a destinarem seus resíduos em um
aterro sanitário antes da implantação do “PROGRAMA LIXO NOSSO DE CADA
DIA”, o restante utilizava ainda o lixão. Ver figura 11.
27%
Aterro Sanitário
Lixão
73%
Figura 11- Disposição final antes do Programa na RH-8
Decorridos quatro anos após implantação do Programa, a realidade é
totalmente diferente. Todos os municípios dispõem seus resíduos em um aterro
sanitário.
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 20
O aterro sanitário situado na cidade de Biguaçú recebe os resíduos sólidos
domiciliares de dezoito municípios (82%) da Região Hidrográfica do Litoral Centro,
como mostra a tabela 8. As cidades de Nova Trento e São João Batista possuem
aterro sanitário dentro de seus territórios.
Quantidade de lixo gerada
MUNICÍPIO
AGUAS MORNAS
ANGELINA
ANTONIO CARLOS
BIGUACU
BOMBINHAS
CANELINHA
FLORIANÓPOLIS
GAROPABA
GOV. CELSO RAMOS
ITAPEMA
LEOBERTO LEAL
MAJOR GERCINO
NOVA TRENTO
PALHOCA
PAULO LOPES
PORTO BELO
RANCHO QUEIMADO
SANTO AMARO DA IMPERATRIZ
SÃO JOAO BATISTA
SÃO JOSE (SEDE)
SÃO PEDRO DE ALCANTARA
TIJUCAS
TOTAL
População
Total
População
Urbana
5.790
5.524
6.855
55.267
10.759
9.434
386.913
14.829
12.608
32.894
3.468
2.814
10.227
120.346
6.126
12.627
2.780
16.896
15.936
192.679
3.781
25.474
1.842
968
1.868
4.336
10.759
4.494
364.148
12.077
11.788
31.510
424
875
6.928
114.684
3.677
11.763
1.157
13.487
12.087
190.143
2.211
20.273
0,320
2,670
1,250
0,600
1,180
1,010
1,240
2,110
0,500
0,870
0,590
4,450
0,860
0,750
2,740
1,000
1,090
2,670
0,440
1.853
14.749
69.084
6.455
11.132
390.782
18.388
26.603
16.447
3.017
1.660
45.510
103.498
4.595
46.295
15.936
210.020
10.095
11.209
589
2.585
5.420
6.455
5.303
367.789
14.975
24.873
15.755
369
516
30.830
98.628
2.758
36.954
12.087
207.256
5.903
8.920
BIGUAÇÚ
BIGUAÇÚ
BIGUAÇÚ
BIGUAÇÚ
BIGUAÇÚ
SÃO JOÃO BATISTA
BIGUAÇÚ
BIGUAÇÚ
BIGUAÇÚ
BIGUAÇÚ
BIGUAÇÚ
BRUSQUE
NOVA TRENTO
BIGUAÇÚ
BIGUAÇÚ
BIGUAÇÚ
BIGUAÇÚ
BIGUAÇÚ
SÃO JOÃO BATISTA
BIGUAÇÚ
BIGUAÇÚ
BIGUAÇÚ
954.027
821.499
-
-
-
-
Per capita
(kg/habxdia)
Prod. Total Prod. Urbana
(kg/dia)
(kg/dia)
Destino dos
Resíduos
Tabela 8- Dados sobre a situação dos resíduos na RH-8
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 21
4.9. Região Hidrográfica 9 (Sul Catarinense)
4.9.1. Aspectos Gerais
As bacias dos rios Tubarão e D’uma formam a região, cabendo destaque ao
complexo lagunar ai existente (lagoa Santo Antônio, Mirim e Imaruí). Com uma área
de 5.991 Km2 , a região é composta por vinte um municípios, dentre eles estão as
cidades de Laguna e Tubarão que juntas possuem 39% de toda população.
O relevo regional é montanhoso e forte-ondulado em sua maior parte, no
entanto, junto à planíc ie costeira se apresenta plano e suave-ondulado. A vegetação
primária e secundária cobre apenas 31% da área total da região e a área reflorestada
não ultrapassa 1%. As principais atividades econômicas são: extração de carvão, a
produção agrícola (principalmente arroz, batata, fumo, mandioca, suínos e leite) e a
atividade industrial (pequenas e médias indústrias).
Com sérios focos de degradação ambiental, a principal fonte de poluição está
relacionada coma a extração e beneficiamento de carvão, que coloca esta região,
juntamente com o estremo sul, como a décima quarta entre as mais poluídas do
Brasil, sendo considerada uma das três mais críticas do estado.
4.9.2. Resíduos Sólidos Urbanos
A Região Sul Catarinense possui uma população de 363.118 habitantes
(segundo estimativa para 2004 do IBGE), destes 72% se encontram na área urbana e
geram 277,32 ton/dia de resíduos, resultando em média, uma produção per capita de
1,06 Kg/habxdia.
Com o cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta, pelas cidades que
fazem parte da Região Sul Catarinense, o destino final dado aos resíduos
domiciliares mudou drasticamente. Todos os municípios que anteriormente enviavam
seus resíduos para lixões a céu aberto desvincularam-se deste e adotaram aterros
sanitários.
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 22
O aterro sanitário da cidade de Laguna, que é o único da Região Sul
Catarinense, recebe os resíduos sólidos domiciliares de 71 % dos municípios. Ver
tabela 9.
Quantidade de lixo gerada
MUNICÍPIO
ANITAPOLIS
ARMAZEM
BRACO DO NORTE
CAPIVARI DE BAIXO
GRAO PARA
GRAVATAL
IMARUI
IMBITUBA
JAGUARUNA
LAGUNA (SEDE)
LAURO MULLER
ORLEANS
PEDRAS GRANDES
RIO FORTUNA
SANGAO
SANTA ROSA DE LIMA
SÃO BONIFACIO
SAO LUDGERO
SÃO MARTINHO
TREZE DE MAIO
TUBARAO (SEDE)
TOTAL
População
Total
População
Urbana
3.065
7.272
28.912
19.934
6.167
12.096
12.364
38.141
15.608
48.956
13.434
20.026
4.849
4.395
9.347
2.064
3.138
9.911
3.221
6.980
93.238
1.059
2.778
20.843
18.726
2.837
4.718
3.599
36.888
10.941
38.363
9.799
12.806
853
1.236
12.495
432
666
6.918
874
1.834
72.959
363.118
261.624
Per capita
(kg/habxdia)
Prod. Total
(kg/dia)
Prod. Urbana
(kg/dia)
0,830
0,370
2,170
0,470
0,800
0,520
0,230
1,060
0,570
2,670
3,300
0,710
0,240
0,850
2.544
2.691
62.739
5.811
10.747
10.414
1.115
4.659
5.328
5.511
10.355
7.037
1.675
79.252
879
1.028
45.229
1.692
7.839
6.659
196
1.310
7.122
1.153
2.198
4.912
440
62.015
-
-
Destino dos
Resíduos
BIGUAÇÚ
LAGUNA
LAGUNA
LAGUNA
LAGUNA
LAGUNA
LAGUNA
LAGUNA
LAGUNA
LAGUNA
URUSSANGA
URUSSANGA
LAGUNA
BIGUAÇÚ
LAGUNA
BIGUAÇÚ
BIGUAÇÚ
LAGUNA
LAGUNA
LAGUNA
LAGUNA
Tabela 9- Dados sobre a situação dos resíduos na RH-9
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 23
4.10. Região Hidrográfica 10 (Extremo Sul Catarinense)
4.10.1. Aspectos Gerais
A região é representada pelas bacias dos rios Araranguá e Urussanga e pela
margem esquerda da bacia do Rio Mampituba, que faz divisa com o estado do Rio
Grande do Sul. Dentre os vinte e quatro municípios que formam a Região
Hidrográfica do Extremo Sul Catarinense, destacam-se: Criciúma, Araranguá, Içara e
Sombrio.
O relevo, em mais de 75%da área da região (3.630 Km2 ), caracteriza-se como
fortemente-ondulado, montanhoso e escarpado, onde é alta a suscetibilidade à erosão
do solo. Junto à planície costeira o relevo se apresenta plano e suave-ondulado.
Quanto à cobertura vegetal, deve-se destacar que a região se encontra entre as que
possuem a menor área com vegetação primária e secundária (cerca de 15%, em
média).
A mineração de carvão foi, por longos anos, a principal atividade geradora de
riqueza da região. Nas últimas duas décadas, no entanto, a produção industrial vem
apresentando expressivo crescimento, cabendo destaque à indústria cerâmica. A
agricultura, da mesma forma, apresentou grande desenvolvimento, principalmente na
lavoura de arroz- irrigado.
4.10.2. Resíduos Sólidos Urbanos
A Região Hidrográfica do Extremo Sul Catarinense apresenta a menor média
per capita de produção de resíduos domiciliares de todo o estado, aproximadamente
0,70 Kg/habxdia. A área urbana gera 271,77 ton/dia de resíduos, o que representa
77% da produção diária total da região.
Até o ano de 2001 todas as cidades da RH-10 encaminhavam seus resíduos,
para lixões, somente após a interferência do Ministério Público de Santa Catarina, na
questão da disposição final dos resíduos sólidos, alguns municípios passaram a
depositar seus resíduos em aterros sanitários. Ver figura 12.
Os municípios de Criciúma, Ermo, Forquilhinha, Maracajá, Morro Grande,
Nova Veneza e Siderópolis dispõem seus resíduos em aterro controlado. Já as
cidades de Içara, Jacinto Machado, Meleiro e Timbé do Sul insistem ainda em
encaminhar seus resíduos para lixões a céu aberto.
17%
54%
29%
Aterro Sanitário
Aterro Controlado
Lixão
Figura 12- Disposição final depois do Programa na RH-10
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 24
A Tabela 10, apresentada abaixo, mostra uma síntese da atual conjuntura dos
resíduos sólidos domiciliares da região.
Quantidade de lixo gerada
População População
Total
Urbana
MUNICÍPIO
ARARANGUA (SEDE)
BALN. ARROIO DO SILVA
BALNEARIO GAIVOTA
COCAL DO SUL
CRICIUMA (SEDE)
ERMO
FORQUILHINHA
ICARA
JACINTO MACHADO
MARACAJA
MELEIRO
MORRO DA FUMACA
MORRO GRANDE
NOVA VENEZA
PASSO DE TORRES
PRAIA GRANDE
SANTA ROSA DO SUL
SÃO JOÃO DO SUL
SIDEROPOLIS
SOMBRIO
TIMBE DO SUL
TREVISO
TURVO
URUSSANGA
TOTAL
Per capita
(kg/habxdia)
Prod. Total Prod. Urbana
(kg/dia)
(kg/dia)
Destino dos
Resíduos
60.076
7.001
6.298
14.662
182.785
2.056
20.549
54.041
10.620
6.002
6.950
15.668
2.860
12.339
5.253
7.136
8.109
7.059
12.776
25.274
5.193
3.393
11.118
19.110
49.466
6.808
3.441
12.184
164.148
589
16.303
43.961
4.412
3.814
3.148
12.009
727
7.717
4.209
3.851
3.160
1.190
9.623
17.530
1.643
1.690
5.757
10.871
0,720
0,440
0,660
0,106
0,570
0,608
0,205
0,500
1,180
0,556
0,569
1,151
1,000
0,990
0,758
0,451
1,420
43.255
6.451
120.638
218
11.713
6.457
1.425
7.834
14.560
2.921
4.060
9.333
7.059
12.648
3.936
5.014
27.136
35.616
5.361
108.338
62
9.293
2.682
645
6.005
9.106
2.340
2.191
3.637
1.190
9.527
1.245
2.596
15.437
ARARANGUÁ
ARARANGUÁ
BAL. GAIVOTA
URUSSANGA
CRICIÚMA
FORQUILHINHA
CRICIÚMA
ICARA
JACINTO MACHADO
MARACAJA
MELEIRO
URUSSANGA
MORRO GRANDE
CRICIÚMA
LAGUNA
BIGUAÇÚ
LAGUNA
BIGUAÇÚ
SIDEREOPOLIS
SOMBRIO
TIMBE DO SUL
URUSSANGA
BIGUAÇÚ
URUSSANGA
506.328
388.251
-
-
-
-
Tabela 10- Dados sobre a situação dos resíduos na RH-10
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 25
4.11. Análise dos Resíduos Sólidos no Estado de Santa Catarina
Observando a tabela 11, pode-se verificar que existem, atualmente, poucos
municípios que ainda não destinam seus resíduos adequadamente. Os lixões a céu
aberto podem ser vistos em apenas cinco regiões hidrográficas, concentrando-se
principalmente na Região Hidrográfica do Extremo Sul Catarinense.
Constatou-se, também, que o sul estado (RH-9 e RH-10), onde vivem
869.446 habitantes (segundo estimativa populacional do IBGE para o ano de 2004),
possui apenas cinco aterros sanitários. Em contrapartida, as Regiões Hidrográficas do
Meio Oeste, do Vale do Rio do Peixe e do Planalto de Canoinhas comportam em
seus territórios vinte e sete aterros sanitários, o que equivale a 54% do total do
estado.
Quantidade de lixo gerada
Região
População População
Total
Urbana
Per capita
(kg/habxdia)
Prod.
Total
(kg/dia)
Aterros
Aterros
Prod.
Lixões
Urbana Sanitários Controlados
(kg/dia)
RH-1
225.251
112.033
1,11
250,03
124,36
4
-
-
RH-2
466.657
306.915
0,73
340,66
224,05
9
-
1
RH-3
402.713
279.782
1,05
422,85
293,77
9
1
1
RH-4
462.575
363.690
0,95
439,45
345,51
5
-
3
RH-5
365.052
266.523
1,02
372,35
271,85
9
-
-
RH-6
778.291
717.751
1,66
1.291,96 1191,47
1
1
-
RH-7
1.238.976
1.049.010
1,35
1.672,62 1416,16
5
1
1
RH-8
954.027
821.499
1,39
1.326,10 1141,88
3
-
-
RH-9
363.118
261.624
1,06
384,91
277,32
1
-
-
RH-10
506.328
388.251
0,70
354,43
271,77
4
5
4
Total
5.762.988
4.567.078 Média em SC = 1,10 6.855,35 5558,14
50
8
10
Tabela 11- Síntese da situaç ão dos resíduos nas RHs de SC
Analisando a Tabela11 juntamente com a Figura 21, pode-se observar que
apesar da Região Hidrográfica da Baixada Norte Catarinense possuir 103.748
habitantes a menos que a Região Hidrográfica do Litoral Centro na área urbana, esta
produz percentualmente a mesma quantidade de resíduos sólidos domiciliares que a
RH-8.
RH-1
5% 5% 2% 4% 5%
21%
6%
5%
RH-2
RH-3
RH-4
RH-5
RH-6
21%
26%
RH-7
RH-8
RH-9
RH-10
Figura 13- Distribuição da produção de lixo na área urbana das RHs de SC
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 26
5. CONCLUSÕES
A elaboração do presente diagnóstico trouxe algumas dificuldades. Conseguir
informações com o órgão ambiental estadual sobre a atual situação do destino dos
resíduos sólidos domiciliares tornou-se um grande obstáculo, ao passo que as
licenças ambientais estão distribuídas nas regionais da FATMA.
Dentro desse contexto, a realização desse diagnóstico só pôde ser efetuada
devido aos dados disponibilizados pelo Ministério Público de Santa Catarina, que
solicita constantemente das prefeituras municipais informações sobre o destino final
dos resíduos produzidos nos municípios.
Transcorridos três anos do início do Programa “LIXO NOSSO DE CADA
DIA”, o Ministério Público e a FATMA afirmam ter revertido o quadro negativo em
que se encontravam quase todas as cidades catarinenses. Porém, como não existe um
monitoramento dos sistemas licenciados, pouco se sabe sobre a relação destino final
licenciado e a qualidade de operação do sistema, isto é, o sistema licenciado pode
estar sendo operado de forma inadequada.
Em virtude do exposto acima, este diagnóstico preliminar servirá como base
para a elaboração de um inventário estadual para se conhecer a sustentabilidade da
manutenção da disposição final adequada dada pelos municípios de Santa Catarina.
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 27
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
COSTA, Bertoldo Silva, Sociedade Catarinense e o Lixo: Resíduos Sólidos, Proposta
de modelo de Gestão. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal de Santa
Catarina, 2002.
CUNHA, Pablo Rodrigues, Análise do Gerenciamento dos Resíduos Sólidos de
Serviços de Saúde gerados em Laboratórios de Análises Clínicas no município
de Florianópolis. Trabalho de Conclusão de Cursos, Universidade Federal de
Santa Catarina, 2004.
http://www.ibge.gov.br ; Acesso em: 24 fev. 2005
http://www.sc.gov.br; Acesso em: 03 mar. 2005
IPT/SEMPRE. Lixo Municipal: Manual de Gerenciamento Integrado. São Paulo, SP:
Paginas e Letras Editora, 2000, 370p.
SALVADOR, Rafael Meira, Análise do Gerenciamento dos Resíduos Sólidos de
Serviços de Saúde gerados nas Clínicas Veterinárias do município de
Florianópolis. Trabalho de Conclusão de Cursos, Universidade Federal de Santa
Catarina, 2004.
SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL, URBANO E
MEIO AMBIENTE DE SANTA CATARINA – SDS: Bacias Hidrográficas do
Estado de Santa Catarina, Diagnóstico Geral, ano 1997.
SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO E MEIO
AMBIENTE DE SANTA CATARINA, Levantamento de Dados sobre Resíduos
Sólidos Municipais, ano 1999 e 2001.
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 28
7. ANEXOS
Segue abaixo, o levantamento da situação atual do licenciamento ambiental
das disposições finais dos resíduos sólidos urbanos dos municípios catarinenses.
MUNICÍPIOS
RH
N°
LAO
VALIDADE LAO
DEST. MUNICÍPIO
DESTINO FINAL
ABDON BATISTA
RH - 4
319/02
LAO 18/05/04
PIRATUBA
Aterro Sanitário
ABELARDO LUZ
RH - 2
712/03
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
AGROLANDIA
RH - 7
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
AGRONOMICA
RH - 7
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
AGUA DOCE
RH - 3
319/02
LAO 18/05/04
PIRATUBA
Aterro Sanitário
AGUAS DE CHAPECO
RH - 2
366/04
LAO 29/09/07
ÁGUAS DE CHAPECÓ
Aterro Sanitário
AGUAS FRIAS
RH - 2
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
AGUAS MORNAS
RH - 8
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
ALFREDO WAGNER
RH - 7
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
ALTO BELA VISTA
RH - 3
LAO 18/05/04
PIRATUBA
Aterro Sanitário
ANCHIETA
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
LAO 18/05/04
PIRATUBA
Aterro Sanitário
319/02
ANGELINA
RH - 8
ANITA GARIBALDI
RH - 4
ANITAPOLIS
RH - 9
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
ANTONIO CARLOS
RH - 8
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
APIUNA
RH - 7
LAO 11/03/04
TIMBÓ
Aterro Sanitário
ARABUTA
RH - 3
LAO 26/6/05
IPUMIRIM
Aterro Sanitário
ARAQUARI
RH - 6
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
ARARANGUA (SEDE)
RH - 10
LAO 15/10/04
ARARANGUÁ
Aterro Sanitário
ARMAZEM
RH - 9
LAO
LAGUNA
Aterro Sanitário
ARROIO TRINTA
RH - 3
LAO 17/10/02
ARROIO TRINTA
-
ARVOREDO
RH - 2
LAO 26/6/05
IPUMIRIM
Aterro Sanitário
ASCURRA
RH - 7
LAO 11/03/04
TIMBÓ
Aterro Sanitário
ATALANTA
RH - 7
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
319/02
822/04
AURORA
RH - 7
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
BALN. ARROIO DO SILVA
RH - 10
LAO 15/10/04
ARARANGUÁ
Aterro Sanitário
BALN. BARRA DO SUL
RH - 6
LAO 07/07/03
JOINVILLE
Aterro Sanitário
BALNEARIO CAMBORIU
RH - 7
LAO
ITAJAÍ
Aterro Sanitário
BALNEARIO GAIVOTA
RH - 10
LAO 11/12/04
BAL. GAIVOTA
Aterro Sanitário
BANDEIRANTE
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
BARRA BONITA
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
BARRA VELHA
RH - 6
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
BELA VISTA DO TOLDO
RH - 5
LAO 02/07/04
MAFRA
Aterro Sanitário
147/03
BELMONTE
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
BENEDITO NOVO
RH - 7
LAO 11/03/04
TIMBÓ
Aterro Sanitário
BIGUACU
RH - 8
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
BLUMENAU (SEDE)
RH - 7
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
Aterro Sanitário
BOCAINA DO SUL
RH - 4
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
BOM JARDIM DA SERRA
RH - 4
LAI 4/12/04
LAGUNA
-
BOM JESUS
RH - 2
712/03
LAO 13/11/07
Aterro Sanitário
BOM JESUS DO OESTE
RH - 2
310/03
LAO 8/01/06
XANXERÊ
BOM JESUS DO
OESTE
BOM RETIRO
RH - 4
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Aterro Sanitário
Página 29
BOMBINHAS
RH - 8
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
BOTUVERA
RH - 7
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
BRACO DO NORTE
RH - 9
LAO 3/10/04
LAGUNA
Aterro Sanitário
BRACO DO TROMBUDO
RH - 7
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
BRUNOPOLIS
RH - 4
LAO 14/7/2004
CURITIBANOS
Aterro Sanitário
BRUSQUE (SEDE)
RH - 7
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
CACADOR
RH - 3
LAO 12/05/04
CAÇADOR
Aterro Sanitário
CAIBI
RH - 1
LAO 28/11/07
PALMITOS
Aterro Sanitário
CALMON
RH - 5
CAÇADOR
-
212/03
CAMBORIU
RH - 7
EMBARGO ÁREA
LAO EXPEDIÇÃO
CAMBORIU
Aterro Sanitário
CAMPO ALEGRE
RH - 5
LAO 02/07/04
MAFRA
Aterro Sanitário
CAMPO BELO DO SUL
RH - 4
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
CAMPO ERE
RH - 2
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
CAMPOS NOVOS
RH - 4
LAO 18/05/04
PIRATUBA
Aterro Sanitario
CANELINHA
RH - 8
LAO
SÃO JOÃO BATISTA
Aterro Sanitário
CANOINHAS (SEDE)
RH - 5
LAO 02/07/04
MAFRA
Aterro Sanitário
CAPAO ALTO
RH - 4
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
CAPINZAL
RH - 3
LAO 18/05/04
PIRATUBA
Aterro Sanitário
CAPIVARI DE BAIXO
RH - 9
LAO 3/10/04
LAGUNA
Aterro Sanitário
CATANDUVAS
RH - 3
822/04
LAO 26/6/05
IPUMIRIM
Aterro Sanitário
CAXAMBU DO SUL
RH - 2
712/03
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
CELSO RAMOS
RH - 4
LAO 19/03/06
ERVAL DO OESTE
Aterro Sanitário
319/02
319/02
CERRO NEGRO
RH - 4
LAP 2/4/03
PIRATUBA
Aterro Sanitário
CHAPADAO DO LAJEADO
RH - 7
319/02
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
CHAPECO (SEDE)
RH - 2
LAO 11/6/04
CHAPECÓ
Aterro Sanitário
COCAL DO SUL
RH - 10
EMBARGO ÁREA
URUSSANGA
Aterro Sanitário
CONCORDIA (SEDE)
RH - 3
LAO 31/03/04
CONCÓRDIA
Aterro Sanitário
CORDILHEIRA ALTA
RH - 2
712/03
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
CORONEL FREITAS
RH - 2
712/03
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
CORONEL MARTINS
RH - 2
712/03
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
CORREIA PINTO
RH - 4
EMBARGO ÁREA
CORREIA PINTO
-
CORUPA
RH - 6
EMBARGO ÁREA
CORUPA
Aterro Controlado
CRICIUMA (SEDE)
RH - 10
LAO 23/12/03
CRICIÚMA
Aterro Controlado
CUNHA PORA
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
CUNHATAI
RH - 2
LAO 28/11/07
PALMITOS
Aterro Sanitário
CURITIBANOS (SEDE)
RH - 4
LAO 14/7/04
CURITIBANOS
Aterro Sanitário
DESCANSO
RH - 1
LAO 11/03/07
Aterro Sanitário
DIONISIO CERQUEIRA
RH - 1
LAO 28/10/05
DONA EMMA
RH - 7
LAO 23/01/03
DOUTOR PEDRINHO
RH - 7
LAO 11/03/04
SAUDADES
DIONISIO
CERQUEIRA
PRESIDENTE
GETÚLIO
TIMBÓ
212/03
712/03
Aterro Sanitário
Aterro Sanitário
Aterro Sanitário
ENTRE RIOS
RH - 2
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
ERMO
RH - 10
LAO
ERMO
Aterro Controlado
ERVAL VELHO
RH - 3
LAO 19/03/06
SAUDADES
Aterro Sanitário
FAXINAL DOS GUEDES
RH - 2
LAO 26/6/05
IPUMIRIM
Aterro Sanitário
FLOR DO SERTAO
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
FLORIANÓPOLIS
RH - 8
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
FORMOSA DO SUL
RH - 2
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
822/04
712/03
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 30
FORQUILHINHA
RH - 10
LAO 23/12/03
CRICIÚMA
Aterro Controlado
FRAIBURGO
RH - 4
LAO 25/11/04
FRAIBURGO
Aterro Sanitário
FREI ROGERIO
RH - 4
LAO 14/7/04
CURITIBANOS
Aterro Sanitário
GALVAO
RH - 2
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
GAROPABA
RH - 8
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitàrio
GARUVA
RH - 6
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
GASPAR
RH - 7
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
GOV. CELSO RAMOS
RH - 8
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
GRAO PARA
RH - 9
LAO 16/4/04
LAGUNA
Aterro Sanitário
GRAVATAL
RH - 9
LAO 3/10/04
LAGUNA
Aterro Sanitário
GUABIRUBA
RH - 7
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
GUARACIABA
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
GUARAMIRIM
RH - 6
LAO 02/07/04
MAFRA
Aterro Sanitário
GUARUJA DO SUL
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
212/03
147/03
GUATAMBU
RH - 2
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
HERVAL D'OESTE
RH - 3
712/03
LAO 19/03/06
SAUDADES
Aterro Sanitário
IBIAM
RH - 3
LAO 18/05/04
PIRATUBA
Aterro Sanitário
IBICARE
RH - 3
LAO 09/08/03
IBICARE
Aterro Controlado
IBIRAMA
RH - 7
LAO 13/02/05
IBIRAMA
Aterro Sanitário
ICARA
RH - 10
EMBARGO ÁREA
IÇARA
-
ILHOTA
RH - 7
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
IMARUI
RH - 9
LAO 3/10/04
LAGUNA
Aterro Sanitário
IMBITUBA
RH - 9
LAO 3/10/04
LAGUNA
Aterro Sanitário
IMBUIA
RH - 7
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
INDAIAL (SEDE)
RH - 7
LAO 11/03/04
TIMBÓ
Aterro Sanitário
IOMERE
RH - 3
322/01
LAO 17/10/02
IOMERE
Aterro Sanitário
IPIRA
RH - 3
319/02
LAO 18/05/04
PIRATUBA
Aterro Sanitário
IPORA DO OESTE
RH - 1
303/02
LAO 12/6/05
IPORÃ DO OESTE
Aterro Sanitário
IPUACU
RH - 2
712/03
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
IPUMIRIM
RH - 3
822/04
LAO 26/6/05
IPUMIRIM
Aterro Sanitário
IRACEMINHA
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
IRANI
RH - 3
822/04
LAO 26/6/05
IPUMIRIM
Aterro Sanitário
712/03
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
LAO 9/10/04
IRINEOPOLIS
Aterro Sanitário
Aterro Sanitário
IRATI
RH - 2
IRINEOPOLIS
RH - 5
ITA
RH - 3
822/04
LAO 26/6/05
IPUMIRIM
014/04
LAO 12/02/05
ITAIOPOLIS
Aterro Sanitário
ITAJAI
Aterro Controlado
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
IPORÃ DO OESTE
Aterro Sanitário
ITAIOPOLIS
RH - 5
ITAJAI (SEDE)
RH - 7
ITAPEMA
RH - 8
ITAPIRANGA
RH - 1
303/03
LAO 12/6/05
147/03
LAO 02/07/04
MAFRA
Aterro Sanitário
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
LAO 18/05/04
PIRATUBA
Aterro Sanitário
ITAPOA
RH - 6
ITUPORANGA
RH - 7
JABORA
RH - 3
JACINTO MACHADO
319/02
LAP/LAI 26/02/03
JACINTO MACHADO
-
JAGUARUNA
RH - 10 259/02
RH - 9
LAO 3/10/04
LAGUNA
Aterro Sanitário
JARAGUA DO SUL (SEDE)
RH - 6
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
JARDINOPOLIS
RH - 2
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
JOACABA (SEDE)
RH - 3
LAO 19/03/06
SAUDADES
Aterro Sanitário
JOINVILLE (SEDE)
RH - 6
LAO 03/05
JOINVILLE
Aterro Sanitário
JOSE BOITEUX
RH - 7
LAO
IBIRAMA
Aterro Sanitário
712/03
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 31
JUPIA
RH - 2
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
LACERDOPOLIS
RH - 3
LAO 16/07/03
LACERDOPOLIS
Aterro Sanitário
LAGES (SEDE)
RH - 4
EMBARGO ÁREA
LAGES
-
LAGUNA (SEDE)
RH - 9
LAO 3/10/04
LAGUNA
Aterro Sanitário
LAJEADO GRANDE
RH - 2
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
Aterro Sanitário
712/03
LAURENTINO
RH - 7
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
LAURO MULLER
RH - 9
LAI 12/3/03
URUSSANGA
Aterro Sanitário
LEBON REGIS
RH - 4
LAO 13/08/03
FRAIBURGO
Aterro Controlado
LEOBERTO LEAL
RH - 8
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
LINDOIA DO SUL
RH - 3
LAO 26/6/05
LAO EXPEDIÇÃO
IPUMIRIM
Aterro Sanitário
LONTRAS
RH - 7
IBIRAMA
Aterro Sanitário
LUIZ ALVES
RH - 7
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
LUZERNA
RH - 3
LAO 19/03/06
SAUDADES
Aterro Sanitário
MACIEIRA
RH - 3
319/02
LAO 18/05/04
PIRATUBA
Aterro Sanitário
147/03
LAO 02/07/04
MAFRA
Aterro Sanitário
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
LAO 9/10/04
MAJOR VIEIRA
Aterro Sanitário
MAFRA (SEDE)
RH - 5
MAJOR GERCINO
RH - 8
MAJOR VIEIRA
RH - 5
822/04
120/03
MARACAJA
RH - 10
LAO
MARACAJA
Aterro Controlado
MARAVILHA
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
MAREMA
RH - 2
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
MASSARANDUBA
RH - 6
712/03
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
MATOS COSTA
RH - 5
LAO
MATOS COSTA
Aterro Sanitário
MELEIRO
RH - 10
EMBARGO ÁREA
MELEIROS
-
MIRIM DOCE
RH - 7
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
MODELO
RH - 2
LAO 10/3/06
MODELO
Aterro Sanitário
MONDAI
RH - 1
LAO 28/11/07
PALMITOS
Aterro Sanitário
MONTE CARLO
RH - 4
EMBARGADO
MONTE CARLO
Aterro Sanitário
MONTE CASTELO
RH - 5
LAO 9/10/04
MONTE CASTELO
Aterro Sanitário
MORRO DA FUMACA
RH - 10
EMBARGO ÁREA
URUSSANGA
Aterro Sanitário
MORRO GRANDE
RH - 10
LAO 15/04/04
MORRO GRANDE
Aterro Controlado
NAVEGANTES
RH - 7
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
NOVA ERECHIM
RH - 2
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
NOVA ITABERABA
RH - 2
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
Aterro Sanitário
NOVA TRENTO
RH - 8
LAO 26/6/05
NOVA TRENTO
NOVA VENEZA
RH - 10
198/03
EMBARGO ÁREA
CRICIÚMA
-
NOVO HORIZONTE
RH - 2
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
ORLEANS
RH - 9
EMBARGO ÁREA
URUSSANGA
Aterro Sanitário
OTACILIO COSTA
RH - 4
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
OURO
RH - 3
LAO ?
OURO
Aterro Sanitário
OURO VERDE
RH - 2
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
169/02
712/03
PAIAL
RH - 2
LAO 20/04/05
SEARA
Aterro Sanitário
PAINEL
RH - 4
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
PALHOCA
RH - 8
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
PALMA SOLA
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
PALMEIRA
RH - 4
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
PALMITOS (SEDE)
RH - 1
LAO 28/11/07
PALMITOS
Aterro Sanitário
PAPANDUVA
RH - 5
LAO 9/10/04
PAPANDUVA
Aterro Sanitário
PARAISO
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 32
PASSO DE TORRES
RH - 10
LAO 3/10/04
LAGUNA
Aterro Sanitário
PASSOS MAIA
RH - 2
PAULO LOPES
RH - 8
LAO 26/6/05
IPUMIRIM
Aterro Sanitário
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
PEDRAS GRANDES
RH - 9
PENHA
RH - 7
LAO 3/10/04
LAGUNA
Aterro Sanitário
LAO 28/10/06
BRUSQUE
PERITIBA
RH - 3
Aterro Sanitário
LAO 26/6/05
IPUMIRIM
PETROLANDIA
Aterro Sanitário
RH - 7
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
822/04
822/04
PIÇARRAS
RH - 7
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
PINHALZINHO
RH - 2
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
PINHEIRO PRETO
RH - 3
LAO 12/5/04
VIDEIRA
Aterro Sanitário
PIRATUBA
RH - 3
319/02
LAO 18/05/04
PIRATUBA
Aterro Sanitário
PLANALTO ALEGRE
RH - 2
712/03
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
POMERODE
RH - 7
LAO 11/03/04
TIMBÓ
Aterro Sanitário
PONTE ALTA
RH - 4
212/03
LAO 14/7/04
CURITIBANOS
Aterro Sanitário
PONTE ALTA DO NORTE
RH - 4
212/03
LAO 14/7/04
CURITIBANOS
Aterro Sanitário
PONTE SERRADA
RH - 2
822/04
PORTO BELO
RH - 8
PORTO UNIAO
RH - 5
087/03
LAO 26/6/05
IPUMIRIM
Aterro Sanitário
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
LAO 27/8/04
PORTO UNIÃO
Aterro Sanitário
POUSO REDONDO
RH - 7
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
PRAIA GRANDE
RH - 10
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
PRESIDENTE CASTELO BRANCO
RH - 3
LAO 18/05/04
Aterro Sanitário
PRESIDENTE GETULIO
RH - 7
PRESIDENTE NEREU
RH - 7
LAO
LAO EXPEDIÇÃO
PIRATUBA
PRESIDENTE
GETÚLIO
IBIRAMA
Aterro Sanitário
PRINCESA
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
QUILOMBO
RH - 2
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
RANCHO QUEIMADO
RH - 8
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
RIO DAS ANTAS
RH - 3
LAO 12/05/04
CAÇADOR
Aterro Sanitário
RIO DO CAMPO
RH - 7
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
Aterro Sanitário
319/02
712/03
Aterro Sanitário
RIO DO OESTE
RH - 7
LAO 26/07/05
OTACÍLIO COSTA
RIO DO SUL (SEDE)
RH - 7
EMBARGO ÁREA
RIO DO SUL
-
RIO DOS CEDROS
RH - 7
LAO 11/03/04
TIMBÓ
Aterro Sanitário
RIO FORTUNA
RH - 9
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
RIO NEGRINHO
RH - 5
LAO 11/02/05
RIO NEGRINHO
Aterro Sanitário
RIO RUFINO
RH - 4
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
RIQUEZA
RH - 1
LAO 28/11/07
PALMITOS
Aterro Sanitário
RODEIO
RH - 7
LAO 11/03/04
TIMBÓ
Aterro Sanitário
ROMELANDIA
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
SALETE
RH - 7
LAO 26/06/05
Aterro Sanitário
013/04
SALTINHO
RH - 2
310/03
LAO 8/12/06
OTACÍLIO COSTA
BOM JESUS DO
OESTE
SALTO VELOSO
RH - 3
319/02
LAO 18/05/04
PIRATUBA
Aterro Sanitário
SANGAO
RH - 9
LAGUNA
Aterro Sanitário
Aterro Sanitário
SANTA CECILIA
RH - 4
LAO 3/10/04
LAO EXPEDIÇÃ O
SANTA CECÍLIA
Aterro Sanitário
SANTA HELENA
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
SANTA ROSA DE LIMA
RH - 9
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
SANTA ROSA DO SUL
RH - 10
LAO 16/4/04
LAGUNA
Aterro Sanitário
SANTA TEREZINHA
RH - 7
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 33
SANTA TEREZINHA DO
PROGRESSO
RH - 1
SANTIAGO DO SUL
RH - 2
SANTO AMARO DA IMPERATRIZ
RH - 8
SÃO BENTO DO SUL
RH - 5
SAO BERNARDINO
LAO 8/12/06
S. TEREZINHA PROG.
Aterro Sanitário
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
LAO 02/07/04
MAFRA
Aterro Sanitário
RH - 2
EMBARGO ÁREA
SÃO BERNARDINO
-
SÃO BONIFACIO
RH - 9
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
SÃO CARLOS
RH - 2
LAO 29/09/07
SÃO CARLOS
Aterro Sanitário
SÃO CRISTOVAO DO SUL
RH - 4
212/03
LAO
CURITIBANOS
Aterro Sanitário
712/03
712/03
147/03
SÃO DOMINGOS
RH - 2
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
SÃO FCO. DO SUL
RH - 6
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
SÃO JOAO BATISTA
RH - 8
LAO 15/07/04
SÃO JOÃO BATISTA
Aterro Sanitário
SÃO JOAO DO ITAPERIU
RH - 6
LAO 28/10/06
Aterro Sanitário
SÃO JOÃO DO OESTE
RH - 1
BRUSQUE
SÂO JOÃO DO
OESTE
SÃO JOÃO DO SUL
RH - 10
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
SÃO JOAQUIM
RH - 4
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
SÃO JOSE (SEDE)
RH - 8
EMBARGO ÁREA
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
SÃO JOSE DO CEDRO
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
SÃO JOSE DO CERRITO
RH - 4
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
SÃO L. DO OESTE
RH - 2
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
SAO LUDGERO
RH - 9
LAO 3/10/04
LAGUNA
Aterro Sanitário
315/03
LAO 19/12/04
Aterro Sanitário
SÃO MARTINHO
RH - 9
LAO 3/10/04
LAGUNA
Aterro Sanitário
SÃO MIGUEL DA BOA VISTA
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
SÃO MIGUEL DO OESTE
RH - 1
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
SÃO PEDRO DE ALCANTARA
RH - 8
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
SAUDADES
RH - 2
LAO 11/03/07
SAUDADES
Aterro Sanitário
SCHROEDER
RH - 6
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
Aterro Sanitário
SEARA
RH - 3
LAO 20/04/05
SEARA
SERRA ALTA
RH - 2
115/04
LAO 29/10/05
SERRA ALTA
Aterro Sanitário
SIDEROPOLIS
RH - 10
LAO 11/12/04
SIDEROPOLIS
Aterro Controlado
SOMBRIO
RH - 10
EMBARGO ÁREA
SOMBRIO
Aterro Sanitário
SUL BRASIL
RH - 2
LAO 21/3/05
SUL BRASIL
Aterro Sanitário
TAIO
RH - 7
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
TANGARA
RH - 3
319/02
LAO 18/05/04
Aterro Sanitário
TIGRINHOS
RH - 1
310/03
LAO 8/12/06
PIRATUBA
BOM JESUS DO
OESTE
Aterro Sanitário
Aterro Sanitário
TIJUCA S
RH - 8
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
TIMBE DO SUL
RH - 10
EMBARGO ÁREA
TIMBÉ DO SUL
-
TIMBO
RH - 7
LAO 11/03/04
TIMBÓ
Aterro Sanitário
TIMBO GRANDE
RH - 5
LAO
CAÇADOR
Aterro Sanitário
LAO 02/07/04
MAFRA
Aterro Sanitário
EMBARGO ÁREA
URUSSANGA
Aterro Sanitário
TRES BARRAS
RH - 5
TREVISO
RH - 10
TREZE DE MAIO
RH - 9
TREZE TILIAS
RH - 3
TROMBUDO CENTRAL
147/03
LAO 3/10/04
LAGUNA
Aterro Sanitário
LAO 18/05/04
PIRATUBA
Aterro Sanitário
RH - 7
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
TUBARAO (SEDE)
RH - 9
LAO 3/10/04
LAGUNA
Aterro Sanitário
TUNAPOLIS
RH - 1
LAO 12/6/05
IPORÃ DO OESTE
Aterro Sanitário
TURVO
RH - 10
LAO 18/02/05
BIGUAÇÚ
Aterro Sanitário
UNIAO DO OESTE
RH - 2
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
URUBICI
RH - 4
LAO 26/07/05
URUBICI
-
319/02
712/03
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 34
URUPEMA
RH - 4
LAO 26/06/05
OTACÍLIO COSTA
Aterro Sanitário
URUSSANGA
RH - 10
EMBARGO ÁREA
URUSSANGA
Aterro Sanitário
VARGEAO
RH - 2
822/04
LAO 26/6/05
IPUMIRIM
Aterro Sanitário
VARGEM
RH - 4
319/02
LAO 18/05/04
PIRATUBA
Aterro Sanitario
VARGEM BONITA
RH - 3
822/04
LAO 26/6/05
IPUMIRIM
Aterro Sanitário
VIDAL RAMOS
RH - 7
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
VIDEIRA (SEDE)
RH - 3
LAO 12/5/04
VIDEIRA
Aterro Sanitário
VITOR MEIRELES
RH - 7
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
WITMARSUM
RH - 7
LAO 28/10/06
BRUSQUE
Aterro Sanitário
XANXERE (SEDE)
RH - 2
712/03
LAO 13/11/07
XANXERÊ
Aterro Sanitário
XAVANTINA
RH - 2
115/04
LAO 20/04/05
SEARA
Aterro Sanitário
XAXIM
RH - 2
822/04
LAO 26/6/05
IPUMIRIM
Aterro Sanitário
ZORTEA
RH - 4
319/02
LAO 18/05/04
PIRATUBA
Aterro Sanitário
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABRS/SC
Página 35
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Diagnóstico Preliminar