INVESTIGAÇÃO QUALITATIVA EM
CIÊNCIAS HUMANAS
Redação da Investigação
APPI/ 2012 -Doutorado em Educação
Ana Elisa Prates
 Como
escrever um trabalho científico de
modo a manter as exigências normativas
e, ao mesmo tempo, cativar o leitor?
“... deve-se evitar toda prolixidade e todo
entrelaçamento de observações que não valem o
esforço da leitura. É preciso ser econômico com o
tempo, a dedicação e a paciência do leitor, de
modo a receber dele o crédito de considerar o que
foi escrito digno de uma leitura atenta e capaz de
recompensar o esforço empregado nela.”
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Shopenhauer; Arthur. A arte de escrever. Porto Alegre:
L&PM, 2005. Pg.93
“Quando eu era criança, minha família mudou-se para o Rio de
Janeiro. Em nossa casa, circulavam jornais e revistas, mas não havia
um grande acervo de livros; acho que foram sendo deixados para trás
por causa de nossa vida cigana. Meu pai tinha (e ainda tem) o hábito
de dar muitas coisas e, cada vez que, em conseqüência de seu trabalho,
éramos destinados a uma nova cidade, muitos objetos ficavam pelo
caminho, para a alegria dos porteiros e zeladores dos prédios onde, até
então, morávamos, e para surpresa de minha mãe, na hora em que
percebia a falta dos pertences. Nessa época, meus avós residiam em
Porto Alegre, e eu relato isso porque minha relação com meu avô
materno faz parte da minha história de leitura e de minhas primeiras
aventuras na escrita, mesmo antes de saber escrever.”
Zancani; Cristine Lima. Um Clic para perpetuar a felicidade clandestina:
reflexões sobre mediação de leitura.2008
“A tese que ora apresento tem em vista satisfazer a necessidade
de comprovar algumas questões já levantadas por mim na
Dissertação de Mestrado, em que o tema principal se
desenvolvia a partir da análise de uma edição ilustrada do texto
integral Peter Pan e Wendy, traduzido por Ana Maria Machado
a partir do original em inglês de James Matthew Barrie. A partir
daquela análise, eu vislumbrei um tipo de leitor não limitado ao
verbal, mas cuja consciência integraria o próprio objeto-livro em
sua memória afetiva, influenciando na sua compreensão do texto
literário e no grau de prazer proporcionado por sua leitura. No
trabalho que lhe dá continuidade, prossigo ao redor desse tema
e dessa obra fascinantes; sua originalidade consiste justamente
na passagem de uma suposição teórica à prática, ou seja, é
preciso nesse momento verificar empiricamente se tal vislumbre
se confirma.”
Mastoberti; Paula. Poéticas verbais e visuais em Peter Pan e Wendy: o
encontro empírico entre o livro e o leitor na cultura das mídias, 2012.
“O presente trabalho tem como enfoque a criação
de uma proposta para a formação do mediador
de leitura literária, fundada nos resultados de
uma experiência empírica de pesquisa, tendo
como amostra as professoras responsáveis pelas
bibliotecas escolares municipais de São
Leopoldo.”
Lourenço, Katiane Crescente. Biblioteca escolar: da mediação
à prática de leitura, 2010.
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Plágio: consiste na apresentação, como se fosse de sua autoria, de
resultados ou conclusões anteriormente obtidos por outro autor,
bem como de textos integrais ou de parte substancial de textos
alheios sem os cuidados detalhados nas Diretrizes. Comete
igualmente plágio quem se utiliza de ideias ou dados obtidos em
análises de projetos ou manuscritos não publicados aos quais teve
acesso como consultor, revisor, editor, ou assemelhado. (CNPq)
Autoplágio: consiste na apresentação total ou parcial de textos já
publicados pelo mesmo autor, sem as devidas referências aos
trabalhos anteriores. (CNPq)
ÉTICA E INTEGRIDADE NA PRÁTICA CIENTÍFICA CNPq
(http://www.leituracritica.com.br/rev11/julga/julga11.htm)
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CARTILHA SOBRE O PLÁGIO Universidade Federal Fluminense
Como questão institucional
(http://www.leituracritica.com.br/rev11/decis/decis8.htm)
DEU BLOQUEIO? NÃO SABE COMO COMEÇAR A
ESCREVER? TUDO QUE ESCREVE PARECE
BOBAGEM? VOCÊ NÃO É ÚNICA...
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Capítulo 6