MAX WEBER
(1864/1920)
arnaldolemos@uol.com.br
BIBLIOGRAFIA
BASICA
1.
2.
ANDRADE, Thales. O pensamento
sociológico de Max Weber. In LEMOS
FILHO, Arnaldo. Sociologia Geral e do
Direito. 2ªedição.Campinas: Ed Alinea.2005
LEMOS FILHO. Slides
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
1.COSTA, Cristina. Sociologia,uma introdução à
Sociedade.3ªedição.São Paulo: Editora Moderna, 2005
2. ARON, Raymond. As etapas do Pensamento
Sociológico. Brasilia, UNB,1980
3. QUINTANERO, Tania. Um toque de classicos. 2ª
edição. Belo-Horizonte: Ed. UFMG, 2004
4. CASTRO, Ana Maria-DIAS, Edmundo.Introdução ao
pensamento sociológico. Rio de Janeiro, Ed.
Eldorado,1987, 9ªedição.
MAX WEBER
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CONTEXTO HISTÓRICO
OBJETO E MÉTODO DA SOCIOLOGIA
TIPO IDEAL
TIPOLOGIA DA AÇÃO SOCIAL
TIPOLOGIA DA DOMINAÇÃO
LEGÍTIMA
RELIGIÃO E CAPITALISMO
CONCLUSÃO
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ROTEIRO PARA O ESTUDO DE
WEBER
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1. Introdução: comparação do pensamento
alemão(idealismo) com o pensamento
francês(positivismo) : livro pg.81/82 – texto da
Cristina Costa pg.70/72 – texto de Tânia
Quintanero pg. 107/108
2. A Sociologia de Weber
2.1 Objeto (ação social) e método (compreensão
social) da Sociologia. : livro Pg.82/84 ; texto da
Cristina Costa pg.72/74; texto de Tânia
Quintanero Ação Social(114/115) Método(108/111)
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
3 Conceito de Tipo Ideal : livro pg.84 : Cristina
Costa pg.74; Quintanero pg.111/113)

4. Tipologia da Ação Social :livro pg.85; Cristina
Costa : não tem; Quintanero pg.116/123)

5 Tipologia da Dominação Legítima : livro
pg.90/94; Cristina Costa : não tem; Quintanero
pg.128/130 e 138/140

6 Religião e Capitalismo : livro pg.87/90- Cristina
Costa pg.75/76; Quintanero pg.134/138 e 141/14
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MAX WEBER
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
BIBLIOGRAFIA
1. ANDRADE, Thales. O pensamento sociológico de Max
Weber. In Lemos Filho, Arnaldo e outros. Sociologia Geral
e do Direito. 2ªedição, Campinas: Ed. Alinea, 2005.
2. COSTA, Cristina. Sociologia, uma introdução à ciência
da sociedade. 2ªedição.São Paulo: Ed.Moderna, 1997.
3. QUINTANERO, Tania. Um toque de clássicos.
2ªedição. Belo Horizonte Ed. UFMG. 2003
1. CONTEXTO HISTÓRICO
FRANÇA
- ESTADO NACIONAL UNIFICADO
- DESENVOLVIMENTO DO CAPITALISMO
- CIÊNCIAS FISICAS E BIOLÓGICAS
- UNIVERSALIDADE
POSITIVISMO
CIÊNCIAS HUMANAS = CIÊNCIAS NATURAIS
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ALEMANHA
- FRAGMENTAÇÃO POLÍTICA
- CAPITALISMO TARDIO
- CIÊNCIAS HUMANAS
- DIVERSIDADE
IDEALISMO
CIÊNCIAS HUMANAS
CIÊNCIAS NATURAIS
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POSITIVISMO
- HISTORIA = PROCESSO UNIVERSAL
- GENERALIZAÇÃO – COMPARAÇÃO
IDEALISMO
- HISTÓRIA = DIVERSIDADE DAS
FORMAÇÕES SOCIAIS
- ESPECIFICIDADE
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2. OBJETO E MÉTODO DA
SOCIOLOGIA
OBJETO = AÇÃO SOCIAL
“A ação humana é social na medida em que, em
função da significação subjetiva que o indivíduo
que age lhe atribui, toma em consideração o
comportamento dos outros e é por ele afetada no
seu curso”.
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ELEMENTOS DO CARÁTER SOCIAL
DA AÇÃO SOCIAL
1. Levar em consideração o comportamento do outro,
ou seja a sua presença.
2. Significação – A ação social deve ter o valor de
signo ou de símbolo para o outro (sentido)
3. A conduta de uma pessoa na ação social deve ser
influenciada pela percepção que ela tem do
significado da ação da outra e de sua própria ação
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OBJETO DA SOCIOLOGIA


AÇÃO SOCIAL : o indivíduo que pede uma
informação a outro estabelece uma ação social.Ele
tem um motivo e age em relação a outro
indivíduo,mas tal motivo não é compartilhado
INTERAÇÃO SOCIAL : é uma ação resultante de
duas ações. Para que estabeleça uma interação
social é preciso que o sentido seja compartilhado .
A realização concreta de uma interação vem a ser
uma RELAÇÃO SOCIAL.
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OBJETO DA SOCIOLOGIA

A
B
OBJETO DA SOCIOLOGIA
A ---- B
A ---- B
A ---- B
A
A ---- B
A ---- B
B
A ---- B
A ---- B
A ---- B
SOCIEDADE: UMA TOTALIDADE
CONSTITUÍDA DE UMA MULTIPLICIDADE
DE INTERAÇÕES SOCIAIS
MÉTODO DA SOCIOLOGIA
MÉTODO = COMPREENSÃO SOCIAL
Todo indivíduo, ao agir, (ator social), age guiado por
motivações que, por sua vez, são baseadas em valores
 Descobrir os possíveis significados (sentidos) da ação
humana presente na realidade social que interessa estudar.
 O sentido é expressão da motivação individual, formulado
expressamente ou implícito na sua conduta. Um ator age
sempre em função de sua motivação e da consciência de
agir em relação a outros atores.
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


Cabe ao cientista social captar o sentido produzido
pelos diversos atores em todas as suas
conseqüências.Estabelecer as conexões entre os
motivos e as ações sociais, revelando as diversas
instâncias: políticas, econômicas,religiosas.
Todo ator age guiado por seus motivos, sua
cultura, tradição, sendo impossível descartar-se
das pré-noções, como queria Durkheim. Existe
uma parcialidade na análise sociológica.Não há
neutralidade científica.
Deve-se buscar a maior objetividade na análise dos
acontecimentos: compreender é buscar os nexos
causais que dão sentido à ação social.
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DURKHEIM, WEBER E MARX
DURKHEIM = OBJETO : FATO SOCIAL : realidade social


WEBER =


vista numa perspectiva objetiva
METODO : EXPLICAÇÃO
realidade social
vista numa perspectiva subjetiva
OBJETO : AÇÃO SOCIAL :
METODO: COMPREENSÃO

MARX =



OBJETO : CLASSES SOCIAIS: realidade
social vista através de suas contradições
(objetiva e subjetiva)
METODO: DIALÉTICA
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DURKHEIM, WEBER E MARX

DURKHEIM
S
O

WEBER
S
O

MARX
S
O
3. TIPO IDEAL
1.
2.
3.
4.
É um instrumento de análise proposto por Weber
para a compreensão das ações sociais.
É uma construção teórica abstrata - tipo ideal =
tipo puro
Decorre da concepção acerca da infinita
complexidade do real diante da limitação dos
conceitos elaborados. Todo conceito seleciona
alguns aspectos da realidade infinita, seleção
orientada por valores.
Na construção de um tipo ideal, o sociólogo
seleciona aspectos da ação humana que
considera culturalmente relevantes para o estudo.
E o faz segundo seus próprios valores.
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4. TIPOLOGIA DA AÇÃO
1º AÇÃO TRADICIONAL “DETERMINADA POR
UM COSTUME ARRAIGADO”
Exs. – Trocas de presentes no Natal, Dia da
mães, Dia dos namorados
2º AÇÃO AFETIVA “ESPECIALMENTE
EMOTIVA, DETERMINADA POR AFETOS E
ESTADOS SENTIMENTAIS ATUAIS”.
Ex. Torcida de futebol
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TIPOLOGIA DA AÇÃO
3º AÇÃO RACIONAL COM RELAÇÃO A VALORES
“DETERMINADA PELA CRENÇA CONSCIENTE EM
VALORES (ÉTICO, ESTÉTICO, RELIGIOSO OU
QUALQUER OUTRA FORMA)”
Ex. Trabalho voluntario
4º AÇÃO RACIONAL COM RELAÇÃO A FINS
“DETERMINADA POR EXPECTATIVAS, CONDIÇÕES
OU MEIOS PARA ALCANÇAR FINS PRÓPRIOS,
RACIONALMENTE PERSEGUIDOS.
Ex. Empresa Capitalista
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TIPOLOGIA DA AÇÃO
Esses tipos de ação se apresentam com
intensidade diferenciada em diferentes
sociedades:
 Sociedades antigas - tradição e
afetividade são dominantes : família e
religião.
 Sociedades modernas – racionalidade em
relação aos valores e aos fins.
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TIPOLOGIA DA DOMINAÇÃO
A questão do poder:


Por que um determinado indivíduo ou conjunto de
indivíduos detém a capacidade de dirigir a sociedade?
Por que ao Estado é dado o direito de estabelecer e
aplicar as leis e controlar os meios de controle social ?
O Estado ou alguém detem a capacidade de dominar
a sociedade porque são reconhecidos como
legítimos pelos indivíduos.
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5. TIPOLOGIA DA DOMINAÇÃO
LEGÍTIMA
1. DOMINAÇÃO TRADICIONAL – que se refere à
autoridade pessoal do governante, investida por
força do costume.
2. DOMINAÇÃO CARISMÁTICA - É baseada no
carisma. Ou seja, na capacidade excepcional de
liderança de alguém
3. DOMINAÇÃO RACIONAL-LEGAL - baseada no
direito que se liga a aspectos racionais e técnicos
de administração
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TIPOLOGIA DA DOMINAÇÃO
FORMAS TÍPICAS DE DOMINAÇÃO
TRADICIONAL = PATRIMONIALISMO

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
Culto à personalidade
Não há distinção entre o público e o privado
Compromissos de fidelidade e honra
Nepotismo - compadrio
Relações sociais de poder : familiares
Ex. o coronelismo político
“O Brasil é um Estado Patrimonial”( Raymundo Faoro)
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TIPOLOGIA DA DOMINAÇÃO
FORMAS TÍPICAS DE DOMINAÇÃO :
DOMINAÇÃO CARISMÁTICA = CARISMA : magnetismo pessoal de
um líder
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
Surgimento num momento de uma ruptura: utilizado na subversão ou
na abolição de um regime tradicional ou legal.
Nem todas as revoluções são carismáticas e nem todos os domínios
carismáticos são revolucionários.
Fanatismo de seus seguidores : relações sociais quase que religiosas.
Dificuldades na sucessão: não há continuidade
Ex. Che Guevara, Eva Peron, Vargas, Hitler, Aiatolá Khomeini. João
Paulo II, Lula.
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TIPOLOGIA DA DOMINAÇÃO
FORMAS TÍPICAS DE DOMINAÇÃO
DOMINAÇÃO RACIONAL-LEGAL = BUROCRACIA:
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racionalidade da ação
Caráter estatutário : todos devem basear seu
comportamento em estatutos e normas.
Racionalidade técnica : os cargos são preenchidos por
competência, a promoção é por mérito e tempo de serviço.
Relações sociais formais : impessoalidade
Distinção entre o público e o privado
Dificuldade : pode se tornar uma “gaiola de ferro”
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RELIGIÃO E CAPITALISMO

POR QUE O CAPITALISMO SE
DESENVOLVEU APENAS NO
OCIDENTE ?
6. RELIGIÃO E CAPITALISMO
“A Ética Protestante e o Espírito do
Capitalismo” (1904)




ÉTICA PROTESTANTE
ETICA DA SALVAÇÃO
ÉTICA CALVINISTA
ASCETISMO
ESPIRITO DO CAPITALISMO
RACIONALIDADE
BUSCA RACIONAL DO LUCRO
VALORIZAÇÃO DA PROFISSÃO
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


DISCIPLINA
PARCIMÔNIA
DISCRIÇÃO
POUPANÇA
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6. RELIGIÃO E CAPITALISMO
1- Weber objetivou compreender o capitalismo como
civilização = a civilização do moderno mundo
ocidental.
2- Para Weber o que marca a cultura ocidental é a
RACIONALIDADE.
3- O “impulso para o ganho” ou a “ânsia de lucro”
nada tem a ver em si com o capitalismo.
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4- Há dois elementos no capitalismo ocidental:


a formação de um mercado de trabalho formalmente
livre
o uso da contabilidade racional
5- Sem estes dois elementos, a moderna organização
racional da empresa capitalista não seria viável
no Ocidente.
6- Weber investiga os princípios éticos que estão na
base do capitalismo, constituindo o que ele
denomina de o seu “espírito”
7- “Espírito do Capitalismo” : um conjunto de
convicções e valores defendidos pelos primeiros
mercadores e industriais capitalistas
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7. Para Weber, as atitudes envolvidas no espírito
capitalismo tinham sua origem na teologia
protestante
8- Weber relaciona o papel do protestantismo,
principalmente da ética calvinista, na formação do
comportamento típico do capitalismo ocidental
moderno.
9. A Ética Calvinista levou, ao extremo, a noção de
predestinação : o homem é salvo por vontade de
Deus. Nenhum homem merece a salvação porque
ninguém é digno dela. A salvação existe para a
maior glória de Deus.
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10. No protestantismo, o termo “vocação” passou a
significar “profissão” O homem é “chamado” por
Deus não apenas para que tenha uma atitude
contemplativa, mas sim para cumprir sua missão
no mundo através do trabalho e de sua profissão.
11.O calvinismo difunde uma ética segundo a qual o
homem deve manter uma contabilidade diária de
seu tempo. O desperdício do tempo é pecado pois
o homem deve empregá-lo para servir a Deus e
assegurar o seu lugar de “eleito”
12. A vivência espiritual da doutrina e da
conduta religiosa exigida pelo
protestantismo organizou uma maneira de
agir econômica, necessária para a realização
de um lucro sistemático e racional.
13. Weber descobre que os valores do
protestantismo, como a disciplina ascética, a
poupança, a austeridade, a vocação, o dever
e a propensão ao trabalho atuavam de
maneira decisiva sobre os indivíduos.
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14. O objetivo do capitalismo é aumentar a
riqueza alcançada, aumentar o capital. Esse
processo de enriquecimento constitui uma
indicação segura de que se está
“predestinado”
15. O calvinismo traz a formação de uma nova
mentalidade, um ethos (visão de mundo)
propício ao capitalismo, em oposição ao
“alheamento” e à atitude contemplativa do
catolicismo.
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16. Catolicismo :
1- Desprendimento dos bens materiais deste
mundo
2- Trabalho como verdadeira maldição,
somente para sobrevivência e não como
meio de salvação
3- A contemplação como elemento
fundamental
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Protestantismo:
1- A vocação como sinônimo de profissão
2- A realização de uma vocação por meio do
trabalho
3- Renúncia de todos os prazeres do
desperdício do tempo e da ociosidade
4-Valorização positiva do trabalho e da riqueza
criada pelo trabalho
5- Reinvestimento da riqueza: assegurar o
lugar de eleito, de “salvo”
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17- O capitalismo é a cristalização objetiva destas
premissas teológicas e éticas, segundo as quais o
homem, em virtude de seu trabalho e da riqueza
criada por este trabalho, encontra um modo
completo e sensível de conquistar sua salvação
individual.
- O importante neste mundo é trabalhar para criar
riqueza e criar riqueza não para o desfrute pessoal
e esbanjamento, mas para que se crie novamente
trabalho. Esta é a base da salvação do homem.
- Esta mentalidade acabou configurando a
tipologia do empresário moderno.
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