TICs
E
PRODUÇÃO TEXTUAL
MARILÉIA DA SILVA MARCHEZAN
Alegrete - RS
“[...] nós precisamos de uma
nova competência crítica, uma
arte ainda desconhecida de
seleção e decodificação da
informação[...]”
Humberto Eco
Conhecimento!
Desafio para a escola: viabilizar espaço para o
uso e a apropriação das tecnologias de comunicação e
informação.
A escola deve reconhecer sua importância e
capacidade de interferência no modo de ser e de agir das
pessoas como cidadãs, pois ela pode ser o único meio
de os estudantes entrarem em contato com diversas
TICs.
Para que haja utilização confortável das novas
tecnologias é preciso que todos tenham acesso a
informações.
O saber viaja veloz em tempos e espaços
virtuais diversificados da informação => não
mais importa o lugar em que o aluno estiver: em
casa, em um navio, no hospital, no trabalho, ele
tem acesso ao conhecimento disponível nas
redes, e pode continuar a aprender.
Não
basta
instalar
computadores em escolas
públicas, mas sim capacitar
o professor para que ele
transforme a sua aula,
utilizando
a
ferramenta
digital.
Tecnologias = produtos e equipamentos.
Técnicas = maneiras de lidar com as
tecnologias.
TICs: tecnologias de informação e
comunicação,
são
complementos
e
companhias (e-mail, webcam, microfone).
Mídias: suporte de difusão e veiculação
da informação (rádio, televisão, jornal),
para
gerar
informação
(máquina
fotográfica, celular, filmadora).
A tv, o vídeo, o rádio, a internet, o
material impresso articulam-se como
novas linguagens e novas formas de
apropriação do conhecimento na
escola.
Inclusão digital: TICs, renda e educação
Democratização do acesso
Políticas públicas
Meios necessários e recursos apropriados
As roupas e os cabelos dos jovens manifestam
seus estilos e diferenças, eles vivem, hoje, inseparáveis
de seus aparelhos (videogames, microcomputadores,
câmeras digitais, celulares, mp3, mp4, mp5...) e eles –
enquanto alunos – percebem a ação da escola com
desânimo e indiferença. Eles não são contra a escola,
mas não gostam da didática adotada pelos professores;
eles não querem estudar nessa escola tradicional, mas
querem aprender.
sons, imagens e movimentos
DADOS:
 54,3% dos brasileiros nunca fizeram
uso de um computador
 66,6% jamais acessaram a qualquer
informação na Internet.
Novas tecnologias e velhos hábitos de ensino
não combinam, por isso é preciso analisar que tipo de
trabalho se deseja desenvolver.
A escola deve traçar
metodologias, novos passos.
novas
metas
e
O professor é, nesse contexto, muito mais
organizador
e
mediador
na
construção
conhecimento e não mais um mero transmissor
conteúdos.
Ele
precisa
repensar
um
do
de
procedimentos pedagógicos e adotar
formas de avaliação.
os
novas
Uma vantagem trazida pela inclusão digital às
novas formas de ensinar é a leitura não-textual,
a
visual e a auditiva
Também a possibilidade bastante grande de
interação do aluno com o texto, fugindo
linear
da leitura
e ampliando assim, sua capacidade de
compreensão.
O aluno virou o especialista!!! (Prensky)
Os nativos digitais e os imigrantes digitais
Os professores precisam abandonar a velha
aula expositiva e deixar que os alunos aprendam
sozinhos.
- era do homo sapiens digital ou a era do indivíduo
com sabedoria digital
Introduzir novas tecnologias na sala de aula
não melhora o aprendizado automaticamente,
porque a tecnologia dá apoio à pedagogia, e não
vice-versa. A tecnologia não serve de apoio à velha
aula expositiva, a não ser da forma mais trivial,
como passar fotos e filmes.
Os professores precisam primeiro mudar o jeito de
dar aula: pedagogia de parceria! Eles deverão abrir mão
do papel de controlador para assumirem o de guias dos
alunos.
- aluno pesquisador, especialista em tecnologia
- professor mediador, questionador, revisor
- trocas
- colaboração
- aprender juntos - compartilhar
- planejamento e metas
Exemplo: trabalhar com projetos.
Conhecemos as tecnologias pelo nome: e-mail,
Wikipédia, PowerPoint. Essas são ferramentas que
executam alguma coisa. Em educação, elas servem
para treinar algumas habilidades. O e-mail é uma
ferramenta para se comunicar, a wikipédia para
aprender, powerpoint para apresentar. Os verbos é o
que importa, pois eles representam as habilidades
que queremos que os alunos desenvolvam, mesmo
que a nomenclatura mude (e-mail, sms, twitter),
o que importa são os verbos e as habilidades.
O texto é o mesmo. Nossa relação com
ele, não.
Blogs, fotologs etc. são novos gêneros,
com características próprias. É possível, por
exemplo, relacionar links para que o leitor
tenha a liberdade de seguir diferentes
caminhos - é o chamado hipertexto. Cada vez
mais, a turma vai precisar conhecer esses
aspectos.
Sobre blogs
A instituição escolar deve enfrentar
este desafio: abrir-se para novas
educações – a começar por mudanças
estruturais nas maneiras de ensinar e
aprender
possibilitadas
com
as
tecnologias.
As ferramentas digitais modificam
procedimentos consagrados na disciplina.
Exemplo: edição e revisão de textos. Em
processadores como o Word, a verificação
ortográfica é muito facilitada. O professor
pode deixar o corretor ortográfico ligado
para que os estudantes tentem resolver, com
autonomia, alguns dos erros - o que não o
isenta de seguir ensinando ortografia.
Em termos de organização textual, a
vantagem é poder mudar de lugar, ampliar,
cortar e eliminar frases e parágrafos,
experimentando novas soluções para a
composição sem precisar escrever tudo de
novo
a
cada
nova
versão.
O saber viaja veloz em tempos e espaços
virtuais diversificados.
A informática e os gêneros textuais
-É possível explorar e produzir os vários
gêneros!!
http://marileia101.blogspot.com/
http://marileia-301.blogspot.com/
http://marileia-enem.blogspot.com/
http://61-62-63.blogspot.com/
https://sites.google.com/site/freitashark/home site 8ª série
https://sites.google.com/site/turma301crc/
Ens. Médio
site
3º
ano
Os meios tecnológicos (TICs – Tecnologias da
Informação e Comunicação) virtuais determinam novas
organizações textuais e visuais, modificando a relação
do leitor com o texto. A textualidade eletrônica propõe
novas modalidades para a organização da informação e
a construção das argumentações, que diferem da lógica
linear da página impressa com os links, criando o
hipertexto; permitem lidar reflexivamente com a
ortografia, o processo de monitoração, revisão e
reelaboração da escrita on-line, a formatação e a
editoração (tipos de letras, ilustrações,
gráficos,
tabelas, composição das páginas internas, da capa
etc.), tendo em vista os objetivos comunicativos, o
destinatário, o modo e a esfera de circulação do texto.
OS PROFESSORES
redefinem o
espaço
da
sala de aula
COM AS
TECNOLOGIAS.
Vygotsky: o poder da fala do professor é
substituído pela interação, pela troca de
conhecimentos e pela colaboração grupal a fim
de garantir a aprendizagem.
Os seis primeiros passos:
1º passo: fazer levantamento dos recursos disponíveis
na escola
2º passo: verificar o que quero utilizar
3º passo: verificar o que “sei” utilizar
4º passo: buscar formação para aprender a trabalhar
com os recursos desejados e descobrir o “meu” papel
no processo de ensino-aprendizagem
5º passo: planejar o uso das ferramentas
6º passo: rever as formas de avaliar
Dicas para uso das TICs:
Máquina digital: fotos de placas erradas, passeios, exposições,
produtos, animais, plantas...
Jornal: pesquisa de preços, anúncios, editoriais, horóscopo,
textos informativos...
Rádio: criação da rádio na escola, programação, linguagem...
Televisão: análise de reportagens, programas culturais, TV
Escola...
DVD: filmes, Curta na Escola, slides, músicas, fotos...
Projetor eletrônico: filmes, livros digitalizados, aulas, fotos,
vídeos...
Retroprojetor: conteúdos da série, figuras...
Celular: fotos, vídeos...
Mp3, mp4, mp5: músicas, vídeos...
Microcomputador: editor de textos, tabelas e
gráficos,
jogos
pedagógicos,
slides,
vídeos,
animações, pesquisas, sites de relacionamento,
editor de fotos,
pesquisas, filmes, enquetes,
músicas...
Dicas para uso da internet em sala de aula:
1. Apresentação do levantamento
dificuldades da turma.
dos
desejos
e
2. Exploração da internet pelos alunos, dentro e fora da
sala de aula.
3. Apresentação de textos ou trabalhos na home page ou
blog da disciplina.
4. Apresentação das produções dos alunos (pesquisas,
poesias, desenhos, gráficos etc.) on-line.
5. Disponibilização dos conteúdos das aulas presenciais
para que os alunos possam acessá-las, mesmo quando
ausentes da instituição.
6. Utilização da internet para que os alunos respondam a
testes, questionários, façam avaliações e relatórios.
7. Oferecimento completo da disciplina pela internet.
8. Estender a disciplina na web, com atividades.
9. Eleger alunos monitores para interagirem com o professor
e os colegas.
10. Usar e-mail como forma de comunicação entre alunos e
professor, com envio de conteúdos e trabalhos.
11. Sites de relacionamento
12. Jornal on-line.
Socialização do trabalho e do conhecimento
Intercâmbio entre alunos, professores, escolas
Interdisciplinaridade
Planejamento e Projetos
marileiamarchezan.blogspot.com
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01crc/
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chaoliveira/home
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dreciep/home
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