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O papel educador do enfermeiro junto a criança portadora de insuficiência renal crônica em tratamento
hemodialítico:uma ação educativa para um viver melhor.
1Maria do Socorro Gomes da Rocha , 2Débora Rocha da Silva , 3Clécia Cristiane da Silva Sales ,
4Adriana
Xavier Muss
Resumo 1
O presente estudo teve como objetivo identificar as principais duvidas que os pacientes renais crônicos pediátricos em
tratamento hemodialítico apresentam diante de sua doença,buscando por meio de ações educativas possibilidades que
conduzam a um ótimo auto cuidado. Trata-se de um estudo descritivo, de natureza qualitativa, realizado no Instituto
Materno Infantil Professor Fernando Figueira (IMIP),no setor de Terapia Renal Pediátrica,ocorreu no período de novembro
de 2011 a junho de 2012,com a participaram nove pacientes,sendo dois do sexo masculino e sete do sexo feminino,foram
usados como critérios de inclusão pacientes com idade de 10 a 16 anos,de ambos os sexos,em tratamento hemodialítico
a mais de seis meses,excluímos menores de 10 anos,renais agudos,os que estão em programa de diálise
peritoneal,tratamento conservador e transplantados.A metodologia usada foi baseada na pesquisa ação,e a coleta de
dados se deu através de entrevista não estruturada,os dados foram analisados de acordo com pressuposto da analise
temática proposta por PAULO FREIRE,onde criam-se propostas educativas apartir de temas geradores.os dados
selecionados gerarão os seguintes temas:Conhecendo os rins,Afinal o que é IRC?,Entendendo a hemodiálise,
Descobrindo os acessos venosos para hemodiálise, Seguir a dieta é importante?,Transplante: cura ou tratamento?.A ação
educativa se deu em um aulão, na própria sala de hemodiálise e seguiu a metodologia pedagógica ciranda por PAULO
FREIRE. Após observação, coleta, analise dos dados e a apresentação da proposta educativa e sua avaliação, concluí-se
que o conhecimento da criança sobre sua doença é pouco,portanto faz-se importante a ação educativa do
enfermeiro,devendo ser continua,abordando o paciente desde do internamento,possibilitando assim uma melhor qualidade
de vida com suas limitações.
Palavras-chaves: Enfermeiro, Hemodiálise, Pediatria, Educação, Saúde
1- - Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira, Universidade Mauricio de Nassau
2- - Universidade Mauricio de Nassau, Universidade Mauricio de Nassau - morenamaria99@hotmail.com
3- - Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira, Instituto de Medicina Integral Professor Fernando
Figueira - morenamaria99@hotmail.com
4- - Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira, Instituto de Medicina Integral Professor Fernando
Figueira - morenamaria99@hotmail.com
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AVALIAÇÃO FUNCIONAL E GONIOMÉTRICA EM PACIENTES COM DOENÇA RENAL CRÔNICA E APLICABILIDADE
DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO TRANSDIALÍTICO.
1Yanna Karla Macário Lopes , 2Renata Soraya Coutinho da Costa
Resumo 2
Introdução A doença renal crônica (DRC) acomete cada vez mais indivíduos em todo o mundo1. Sendo os rins, órgãos
reguladores e excretores, são essenciais para a manutenção da homeostase do corpo humano 2. Vários são os fatores
etiológicos que levam a diminuição do número de néfrons, podendo levar a uma perda funcional importante dentre 20% a
30% do normal 3, característica diagnóstica da DRC. Uma vez diagnosticado a DRC, a sobrevida deste indivíduo é
prolongada pela terapia dialítica, conhecida como hemodiálise (HD), mesmo havendo outros tratamentos disponíveis, este
método de substituição da função renal, é o mais utilizado, 4,5. Como consequência da patologia o sistema
musculoesquelético é um dos sistemas que mais apresentam alterações tanto em sua estrutura quanto em sua função6.
Sendo mais frequente e mais presente naqueles indivíduos que se encontram em tratamento a um tempo mais
prolongado, tornando-os menos ativos e apresentando atrofia muscular maior 7. Objetivos Verificar se indivíduos com
DRC apresentam perda de amplitude de movimento (ADM), e comprometimento funcional em segmento que apresenta
algia, a partir de então, aplicar recursos fisioterapêuticos, de forma individualizada no período transdialítico, com a
presença e orientação do fisioterapeuta, reavaliando após um período de intervenção as questões álgicas, ADM,
funcionalidade e a qualidade de vida dos indivíduos. Metodologia Estudo com abordagem de pesquisa na modalidade
qualitativa e quantitativa do tipo clínica experimental descritiva exploratória. Para a pesquisa, foram utilizadas as bases de
dados em artigos publicados na Scielo Brazil, PubMed, Medline, PEDro, Revistas de Nefrologia, Fisiologia do exercício,
Saúde, Enfermagem, Reumatologia e Fisioterapia. Para a elaboração deste estudo foi levado em consideração os
princípios éticos, diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos conforme resolução
196/96 do Conselho Nacional de Saúde e foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital Agamenon
Magalhães, mediante parecer número 52593. Todos os participantes assinaram e receberam uma cópia do termo de
consentimento livre e esclarecido (TCLE), compreendendo e colaborando com o estudo de forma voluntária. O primeiro
contato se deu pela aplicação de um questionário sócio-demográfico, por entrevista. Foram selecionados 24 indivíduos
com dor de uma população de 44. A amostra para a intervenção é composta por 12 indivíduos portadores da DRC que
realizam hemodiálise. Os sujeitos foram selecionados e incluídos no estudo pela presença de algias. Esses pacientes
foram submetidos à pré-testes funcionais e avaliação goniométrica para o segmento com dor. As condutas
fisioterapêuticas foram aplicadas em transdialíse, de forma evolutiva e individualizada. A fisioterapia acontecia trinta
minutos após inicio da HD, aos trinta minutos que antecedem o término da HD. As avaliações foram realizadas em duas
fases: antes e depois do período aplicativo da fisioterapia transdialítica, com mensuração de ADM e teste de
funcionalidade, coçadura de Apley para membro superior, Chair Stand para membro inferior. Resultados Para análise dos
dados foram obtidas distribuições absolutas, percentuais e as medidas estatísticas: média, desvio padrão e mediana
(Técnicas de estatística descritiva) e foram utilizados os testes estatísticos: Qui-quadrado de Pearson ou o Exato de
Fisher quando as condições para utilização do teste Qui-quadrado não foram verificadas, Mc-Nemar, Mann-Whitney e
Wilcoxon para dados pareados (Técnicas de estatística inferencial). A digitação dos dados e a obtenção dos cálculos
estatísticos foi realizada no programa SPSS (Statistical Package for the Social Sciences) na versão 17. A margem de erro
utilizada na decisão dos testes estatísticos foi 5,0%. Verificou-se diferença significativa entre as duas avaliações para o
teste funcional comprometido e para a perda de ADM no grupo com intervenção e para estas variáveis com diferenças
significativas se destaca que: o percentual com o teste funcional comprometido foi bem mais elevado na avaliação antes
do que depois (91,7% x 16,7%); o percentual com perda de ADM reduziu de 66,7% para 16,7% entre o pré e pós teste.
Cabe esclarecer que no grupo controle o percentual com o teste funcional comprometido foi igual a 66,7% nas duas
avaliações e para os resultados com perda de ADM foi igual a 75,0% nas duas avaliações. Os resultados do quadro álgico
foi melhor em todos os pacientes do grupo com intervenção enquanto que este percentual foi de apenas 8,3% no grupo
controle. Com a aplicação do Kidney Diese and Qualit of Lite Short Form (KDQOL) – SFTM na versão 1.3, antes e após a
intervenção observou-se que, com exceção das variáveis: “Bem estar emocional”, “Papel profissional”, “Função sexual”,
“Estímulo por parte do paciente” e “Satisfação do paciente” que apresentaram redução do valor da média do antes para
depois nas demais variáveis importantes, conforme gráfico 3, apresentaram um aumento da média da avaliação antes para
depois, entretanto a única variável significativa foi registrada na variável dor. Conclusão Diante do exposto conclui-se que,
com a intervenção fisioterapêutica implantada, obtivemos melhora no quadro álgico, melhora da ADM e funcionalidade.
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Consequentemente ao evoluir nos exercícios proporcionamos um ganho de força, conseguimos mostrar ainda que, quanto
a qualidade vida houve melhora nos aspectos relacionados a suas atividades funcionais e álgicas. A presença do
fisioterapeuta, não está inserido plenamente na equipe multiprofissional dos centros de diálise. Sendo importante cada vez
mais estudos que possam relevar cada vez mais a importância do fisioterapeuta nesta área. Através das diversas técnicas
manuais que possuímos o conhecimento, temos como oferecer melhorias aos portadores da DRC, tanto no aspecto
funcional metabólico quanto na sua qualidade de vida. Contribuições / implicações para a Enfermagem Somar com a
enfermagem a multiprofissionalização Referências 1. SCHARDONG, T. J.; LUKRAFKA, J.L.; GARCIA, V. D. Avaliação
da função pulmonar e da qualidade de vida em pacientes com doença renal crônica submetidos a hemodiálise. J. Bras.
Nefrol. v.30, n.1, p.40 – 47. 2008; 2. COELHO, D.M,; GODOY, C.G.; TAVARES, H.; NAVARRO, F.; ALMEIDA, A. L.;
Avaliação funcional e prescrição de treinamento para paciente portador de insuficiência renal crônica submetido a
hemodiálise: um relato de caso. Rev. Brasileira de prescrição e fisiologia do exercício – SP, v.1, n.3, p. 29-41, Mai/Jun.
2007. ISSN 1981-9900; 3. GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 10ª ed., un.IV cap. 26, Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 4. MEDEIROS, R. H.; PINENT, E. C; MEYER, F. Aptidão física de individuo com
doença renal crônica. J.bras. Nefrol. v 24, n.2, p. 81 – 87. 2002. 5. CARDOZO, M. T.; VIEIRA, I. O.; CAMPANELLA, L. C.
A. Alterações nutricionais em pacientes renais crônicos em programa de hemodiálise. Ver. Bras. Nutr.Clin. 21(4), p. 284 –
289. 2006. 6. CORRÊA, L. B.; OLIVEIRA, R. N. DE; CANTARELI, F. J. S.; CUNHA, L. S. DA. Efeito do Treinamento
Muscular Periférico na Capacidade funcional e Qualidade de Vida nos Pacientes em Hemodiálise. J. Bras. Nefrol. v.31.
n.1, p.18-24, 2009. ISSN 2175 – 8239. 7. VIEIRA, W. P.; GOMES, K. W. P.; FROTA, N. B.; ANDRADE, J. F. C. B.;
VIEIRA, R. M. R. A.; MOURA, F. E. A.; VIERIA, F. J. F.. Manifestações Musculoesqueléticas em pacientes submetidos à
Hemodiálise. Rev. Bras. Remautol. v.45, n.6, p. 357 – 364. 2005.
Palavras-chaves: DOENÇA RENAL CRÔNICA, DRC, FISIOTERAPIA, TRANSDIALISE
1- - FACULDADE REDENTOR, INSTITUDO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL
2- - Universidade Salgado de Oliveira, INSTITUDO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL -
yannamacario@oi.com.br
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HUMANIZAÇÃO E ENFERMAGEM: DA NECESSIDADE DO ACOLHIMENTO A PACIENTES RENAIS CRÔNICOS
1GRACIETE CHAGAS DE OLIVEIRA , 2DIANA LEA ROCHA , 3SANDRA SANTOS SOUZA , 4ELIDA
MARIA OLIVEIRA DO NASCIMENTO
Resumo 3
Introdução No Brasil, principalmente na última década, a perspectiva de humanização destaca, dentre outros elementos,
a responsabilização e vínculo efetivos dos profissionais para com o usuário e seu acolhimento em tempo compatível com
a gravidade de seu quadro. Entretanto, quando nos deparamos com o tratamento de pacientes renais crônicos,
entendemos que a literatura na área é ainda insuficiente sobre a análise da atenção integral a este público específico, na
perspectiva da percepção destes sujeitos. Hoje, observa-se que os pacientes vêm cada vez mais questionando seus
direitos e buscando que os mesmos sejam assegurados. Este é, portanto, nosso ponto de partida para uma análise sobre
a necessidade do acolhimento dos pacientes renais crônicos segunda a perspectiva da integralidade no processo saúdedoença. Objetivos Nossos objetivos foram: a)analisar dados do Scielo sobre humanização, enfermagem e hemodiálise; b)
discernir sobre a relação entre humanização e enfermagem; c) ressaltar a necessidade do acolhimento de enfermagem a
pacientes renais crônicos. Metodologia No desenvolvimento deste artigo, optamos por trazer uma abordagem teórica
sobre a humanização e o acolhimento a pacientes renais crônicos. Trata-se de uma aproximação à forma como os temas
são trazidos no atual contexto brasileiro. Desta forma, a pesquisa assume um caráter analítico-descritivo e nos permitiu
melhor esclarecimento sobre as variáveis do fenômeno estudado. Metodologicamente, nossa pesquisa trata-se de uma
pesquisa bibliográfica (também nominada por alguns de pesquisa teórica) sobre o tema “humanização em enfermagem a
pacientes renais crônicos”. Na perspectiva de discussão crítica sobre a humanização, que entendemos como um
processo, delimitamos nossa pesquisa sobre uma análise das discussões teóricas no banco de dados Scielo - Scientific
Electronic Library. Na coleta das informações, utilizamos os seguintes descritores: Humanização, Acolhimento, Doença
Renal Crônica, Hemodiálise. Entendemos que os descritores (unitermos ou palavras-chave) nos possibilitavam a
classificação das informações e facilitaria a pesquisa bibliográfica. Nossa perspectiva foi sobretudo qualitativa e, por isso,
não nos eximimos de procurar outras referências bibliográficas (dentre elas, legislações, dados estatísticos e sites
relativos à doenças renais crônicas e seus portadores), para melhor elucidação dos nossos objetivos. Resultados Na
pesquisa realizada em abril de 2013, constatamos que 441 artigos surgiram a partir da utilização do descritor
“humanização”; 339 quando utilizamos o descritor “hemodiálise”, 12 artigos quando utilizamos os descritores “assistência
e hemodiálise” e apenas 1 (um) artigo quando utilizamos os descritores “humanização, enfermagem e hemodiálise”. Na
nossa análise, observamos que os artigos, geralmente, remetem às diferenças conceituais sobre humanização, seus
dilemas e as diferentes práticas ditas “humanizadas”. Nesse sentido, em tais publicações, há um destaque a própria
dimensão pública da humanização nas diferentes políticas de saúde, cujo aspecto central é a crítica às mudanças de
modelo de atenção e gestão em saúde que, no atual contexto, ainda se observa a fragmentação de práticas e programas
humanizadores. Evidenciam que a construção da humanização pressupõe o rompimento de práticas e relações
automatizadas entre profissional e paciente. No âmbito da enfermagem, observa-se que a humanização aparece como
dependente de uma articulação de disciplinas e experiências desde a formação acadêmica até a prática profissional,
constituindo uma nova práxis que articule cuidado e trabalho. Em síntese, podemos observar que os artigos que envolvem
a humanização, ora abrangem sua construção enquanto política pública, ora como prática profissional. De fato, pensar na
relação humanização/trabalho em enfermagem remete a duas formas diferenciadas de abordagem sobre o assunto.
Podemos estar nos referindo à humanização do trabalho de enfermagem ou ao trabalho humanizado da enfermagem. No
primeiro caso, estaríamos nos referindo ao desenvolvimento de uma assistência de enfermagem humanizada e, no
segundo, a um processo de trabalho que humanize as relações do trabalho de enfermagem. Em relação à pesquisa pelos
descritores “hemodiálise e assistência”, observa-se que a preocupação com os pesquisadores é, sobretudo, a construção
de perfis epidemiológicos dos pacientes, passando pela construção de instrumentais técnicos de acompanhamento e,
ainda, sobre a necessidade de parâmetros de relacionamento entre a equipe e entre esta e os pacientes quando se trata
de relações interpessoais. Eles representam, portanto, a necessidade de uma articulação entre a formação profissional e
o tratamento das doenças renais crônicas. Há um caráter polissêmico no conceito que vêm atrelado a práticas de saúde
nomeadas humanizadoras ou humanizantes. Humanização enquanto “processo de tornar humano” não traz nenhum
elemento de crítica ao modelo médico-tecnocrático e à própria hospitalização em saúde. É preciso consolidar a
humanização enquanto conceito. Isso vem se dando, principalmente, por sua incorporação ao discurso de segmentos da
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população, de organizações não-governamentais, de profissionais de saúde e de gestores de políticas públicas.
Humanização seria, portanto, a perspectiva de uma nova “práxis” na assistência à saúde que se articula a diversas
demandas antigas da saúde, dentre elas, as relações que envolvem o atendimento; as que envolvem um maior diálogo
entre profissionais e pacientes; as que colocam o paciente enquanto sujeito do processo saúde-doença, dentre outras.
Conclusão O desenvolvimento do tema: “Humanização e Enfermagem: da necessidade do acolhimento a pacientes
renais crônicos”, nos permitiu enquanto profissionais de saúde, articular muitos conhecimentos adquiridos ao longo da
vivência numa clínica de diálise, em busca do objetivo de fazer a diferença. Verificou-se, ainda, o quanto é pouca a
literatura direcionada ao tema aqui citado, dado a sua extrema relevância para todos os envolvidos no processo saúdedoença e suas peculiaridades, de um paciente renal crônico. Ainda falando do papel da enfermagem, no processo saúdedoença, evidenciou-se no decorrer do trabalho, o não engajamento de maneira mais eficiente e com mais eficácia, em
coloca-se no lugar do outro, sendo esse outro “um paciente renal crônico”, que devido sua condição de “ não-saúde”,
encontra-se num processo de vulnerabilidade. Contribuições / implicações para a Enfermagem Evidenciou-se que
esse profissional, precisa está mais atento de forma holística, direcionada e unilateral a este paciente, que deveras, já fora
citado nesse parágrafo. Acreditamos portanto, que se há muito ainda o que ser trabalhado e feito, pela equipe de
enfermagem, que lida quase que cotidianamente com esses pacientes aqui tão bem representados, pelo nosso estudo.
Na Enfermagem, observa-se que a humanização aparece como dependente de uma articulação de disciplinas e
experiências desde a formação acadêmica até a prática profissional, constituindo uma práxis que articule cuidado e
trabalho. Esta preocupação passa pela construção de perfis epidemiológicos, de instrumentais técnicos de
acompanhamento e pela necessidade de parâmetros de relacionamento entre a equipe e junto aos pacientes. Estes
representam imperativa articulação da formação profissional e tratamento das doenças renais crônicas. Referências
ALBERNEZ,A. E. M; SOUZA, S. L. de; LEMES,M. M. Del D. Adolescente em hemodiálise: qualidade de vida? Goiania:
Estudos, 2010. BRASIL, M. S. Lei Ordinária N. 8.080 de 1990, Lei Orgânica da Saúde: dispõe sobre as condições para a
promoção, proteção e recuperação da saúde. Disponível em http://conselho.saude.gov.br/legislação/lei8080-1990.htm
BRASIL, M.S. SUS - Política Nacional de humanização. Documento Base para Gestores e trabalhadores do SUS.
Disponível em: . Acesso em: 18 out. 2012; BRASIL. M.S. A Construção do SUS. História da Reforma Sanitária e do
Processo Participativo/Ministério da Saude,Secretaria de Gestão estratégica e Participativa. Disponível em:.Acesso em 18
out. 2012. BVS.MINISTÉRIO DA SAÚDE.Dicas em saúde.Insuficiência Renal(doença renal crônica).Disponível em:.
Acesso em 10 ag.2012. DESLANDES, S. F. Análise do discurso oficial sobre a humanização da assistência hospitalar.
Ciência & Saúde Coletiva, 9(1):7-14, 2004. DIAS, M. A. B. Humanização da Assistência ao Parto: conceitos, lógicas e
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Organização conceito-de-saúde-e-do-processo-saúde---doença.pdf.Disponível em:.Acesso em 10 set. 2012; LIMA, P. C.
de; SILVA,A. B da; TRALDI, M. C. Determinantes do processo saude-doença: identificação e registro na consulta de
enfermagem. Porto Alegre: Intellectus, 2008; MELO, E. M. ET ALL. Estudos brasileiros sobre nefrologia nas teses e
dissertações de enfermagem. Rev. bras. enferm. vol.63 no.6 Brasília Nov./Dec. 2010; PRESTES,C. F.; BECK, C. C. L; et
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hemodiálise. Florianópolis: Phisis Revista de Saúde Coletiva, 2011; SANTOS,G. P. Condicionantes sociais e
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E. Tratado de enfermagem Médico- cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005; TEIXEIRA, L. A, FONSECA, C. O.
De doença desconhecida a problema de saúde pública: O INCA e o controle do câncer no Brasil. Disponível em:.Acesso
em: 18 out. 2012; VALENTIM, M. R. Manual de diálise para enfermagem. Brasil: Nova Guanabara, 2003; VIANA, L. A. C.
.Módulo Político Gestor. Disponível em:<:http://www.unasus.unifesp.br/biblioteca-virtual/esf/1/módulo-político-gestorunidade-6.pdf>.Acesso em:10 set.2012; SILVA,G. M. et all. Uma Avaliação Da Satisfação De Pacientes Em Hemodiálise
Crônica Com O Tratamento Em Serviço De Dialise No Brasil. Rio de Janeiro: Phisis. Revista Saúde Coletiva, 2011.
Palavras-chaves: Humanização da Assistência, Enfermagem, Insuficiência Renal Crônica
1- - FACULDADE INTEGRADA DE PERNAMBUCO
2- - FACULDADE INTEGRADA DE PERNAMBUCO - gal.chagas@hotmail.com
3- - FACULDADE INTEGRADA DE PERNAMBUCO - gal.chagas@hotmail.com
4- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - gal.chagas@hotmail.com
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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A UMA PACIENTE PORTADORA DE NEFROPATIA DIABÉTICA: RELATO DE
EXPERIÊNCIA
1CLAUDIA ROBERTA VIEIRA DE LIMA , 2Vanessa Karla de Andrade Silva , 3Karla Marly Soares
Martins , 4Larissa Cristina Carneiro Carneiro Cavalcanti
Resumo 4
INTRODUÇÃO: A nefropatia diabética (ND) é uma complicação crônica do diabetes mellitus que acomete cerca de 35%
dos pacientes com DM tipo 1, sendo a principal causa de morte neste grupo. Nos pacientes com DM tipo 2, sua
prevalência varia de 10 a 40% e, neste grupo, a principal causa de morte é a doença cardiovascular. A ND é a principal
causa de insuficiência renal crônica em pacientes ingressando em programas de diálise em países desenvolvidos. A
doença renal crônica é uma lesão do órgão com perda progressiva e irreversível da função renal. A ND é tradicionalmente
definida pelo aumento da excreção urinária de albumina (EUA) e tem sido caracterizada em estágios, de acordo com os
valores de EUA, em microalbuminúria e macroalbuminúria. O tratamento da ND está correlacionado com a evolução da
doença: prevenção primária, relacionado à prevenção da instalação da ND, prevenção secundária, que inclui medidas para
evitar a evolução de microalbuminúria, e a prevenção terciária que visa desacelerar o declínio da taxa de filtração
glomerular, e a progressão para insuficiência renal terminal. OBJETIVO: Elaborar um estudo clínico a respeito de uma
paciente com diagnóstico de Diabetes Mellitus tipo 1 e Doença Renal Crônica secundária a Nefropatia Diabética.
MÉTODO: Trata-se de um relato de experiência do estudo de caso de uma paciente acometida por nefropatia diabética e
DRC, internada na enfermaria de nefrologia de um hospital de grande porte do Recife-PE. As informações foram coletadas
no período 05 a 17 de abril de 2013, através do prontuário e na realização da anamnese e exame físico. As informações
foram coletadas no período 05 a 17 de abril de 2013, e os dados foram confrontados com os achados na
literatura.RESULTADOS: Foram ajustados os esquemas de insulina para prevenir picos hiperglicêmicos e hipoglicêmicos.
Ainda, realizado controle rigoroso da pressão arterial da paciente, objetivando reduzir além da agressão renal (perda de
função renal) a retinopatia também diagnosticada. Além disso, realizou-se o controle da diurese das 24horas com balanço
hídrico e estimulação a deambulação com ajuda para regressão do edema de MMII. CONCLUSÕES: Com esse relato
pode-se ter uma maior compreensão da evolução da nefropatia diabética para doença renal crônica. Faz-se necessário
uma avaliação holística com a correlação entre o quadro clínico da paciente, fisiopatologia da doença atual, resultados
diagnósticos presentes para uma assistência de enfermagem de qualidade.
Palavras-chaves: Nefropatia Diabética, Diabetes Mellitus, Insuficiência Renal Crônica
1- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO /
2- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO /
3- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO /
4- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO /
HOSPITAL DAS
HOSPITAL DAS
HOSPITAL DAS
HOSPITAL DAS
http://www.automacaodeeventos.com.br/abeneventospe/admin/tra_mostra_trabalho.asp
CLÍNICAS
CLÍNICAS - claudinha_vl@hotmail.com
CLÍNICAS - claudinha_vl@hotmail.com
CLÍNICAS - claudinha_vl@hotmail.com
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teste de envio de resumo
1Bruno albuquerque
Resumo 5
Palavras-chaves: teste, envio, resumo
1- - adaltech
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1Larissa
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A UM PACIENTE COM SÍNDROME NEFRÓTICA: RELATO DE CASO
Cristina Carneiro Cavalcanti , 2Danielle Maria Nascimento Filgueiras Ribeiro , 3Vanessa
Karla de Andrade Silva , 4Karla Marly Soares Martins , 5Daniela Kozmhinsky Ramalho , 6Claudia
Roberta Vieira de Lima , 6Regina Celi de Lira Neves
Resumo 6
Objetivo: Desenvolver um estudo de caso a fim de aprimorar o conhecimento científico, correlacionando-o com a prática da
Sistematização da Assistência de Enfermagem a um paciente com hipótese diagnóstica de síndrome nefrótica. Relato do
caso: Paciente com 72 anos, hipertenso, casado, raça branca, natural de São Joaquim do Monte, reside em Recife há 40
anos, analfabeto, aposentado, trabalhava como pedreiro. Apresenta história de edema em membros inferiores há 4 meses,
que progrediu para testículos, abdome, tórax e membros superiores há 2 meses, refere também dispnéia em repouso e
ortopnéia há 1 mês. O mesmo relata ter apresentado oclusão arterial aguda em membro superior esquerdo, que
ocasionou a amputação do mesmo. Admitido no setor de nefrologia para investigação de síndrome nefrótica. Ao exame, é
constatada na ausculta respiratória a presença de murmúrios vesiculares em ambos os hemitórax com creptos em bases
e sibilos difusos, com aumento no tempo expiratório; dispnéia importante (3+/4+). Progressão do edema (4+/4+), em
anasarca, que desencadeou limitação da mobilidade e piora do desconforto respiratório. Exames laboratoriais relatam:
albuminúria 3+; hematúria 1+; 1-3 hemácias/campo; 1-3 piócitos/campo; e raros cilindros hialinos, granulosos e céreos.
Já aos exames complementares, pode-se evidenciar através da tomografia computadorizada (TC) de tórax um
discreto/moderado derrame pleural bilateral; a TC de abdome com contraste evidencia rins de forma, dimensões e
contornos normais, eliminando satisfatoriamente o meio de contraste; e ainda no ecocardiograma pode-se observar uma
Hipertrofia excêntrica do ventrículo esquerdo e Aortoesclerose sem obstruções. A conduta estabelecida foi a realização de
proteinúria de 24 horas e biópsia renal para melhor investigação diagnóstica e conduta terapêutica. Porém, o paciente
apresentou piora da dispnéia, decorrente de edema agudo de pulmão que evoluiu para uma parada cardiorrespiratória, o
mesmo foi entubado e sujeito às manobras de reanimação sem sucesso, evoluindo ao óbito. Conclusão: O presente relato
de caso foi extremamente importante para correlacionar o conhecimento científico com a prática diária dos profissionais
de enfermagem, a fim de aprimorar e qualificar a prestação do cuidado holístico ao paciente, levando em consideração as
peculiaridades clínicas de cada patologia. Visto que a Síndrome Nefrótica encontra-se bastante incidente na rotina do
setor de nefrologia.
Palavras-chaves: Edema, Proteinúria, Síndrome Nefrótica
1- - Hospital das Clínicas/Universidade Federal de
2- - Hospital das Clínicas/Universidade Federal de
3- - Hospital das Clínicas/Universidade Federal de
4- - Hospital das Clínicas/Universidade Federal de
Pernambuco
Pernambuco - Lalacriz@hotmail.com
Pernambuco - Lalacriz@hotmail.com
Pernambuco - Lalacriz@hotmail.com
5- - Hospital das Clínicas/Universidade Federal de Pernambuco - Lalacriz@hotmail.com
6- - Hospital das Clínicas/Universidade Federal de Pernambuco - Lalacriz@hotmail.com
6- - Hospital das Clínicas/Universidade Federal de Pernambuco - Lalacriz@hotmail.com
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QUALIDADE DO REGISTRO DO CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS-OPERATÓRIO DE TRANSPLANTE RENAL
1NATHALIA GEORGIA LIMA DE SOUZA MARTINS , 2MARIANA VIANA MACENA BOTELHO ,
3MARIA
DE FÁTIMA COSTA CAMINHA , 4ELIZAMA DE SOUZA OLIVEIRA , 5SUELY ARRUDA
VIDAL
Resumo 7
Introdução A assistência da equipe de enfermagem é de fundamental importância no êxito da terapia do transplante renal
em decorrência, entre outros fatores, dos riscos de rejeição ao enxerto e de infecção. Objetivos Esse estudo avaliou a
qualidade do registro do cuidado de enfermagem no pós-operatório de transplante renal. Metodologia Estudo avaliativo
tipo normativo de processo, cuja coleta de dados ocorreu no período de março a junho/2013, na Unidade Geral de
Transplante (UGT) de um Hospital filantrópico, em Pernambuco. A população foi constituída por 17 pacientes com idade
maior ou igual 18 anos. Foram utilizados instrumentos para caracterização da amostra (dados clínicos e
sociodemográficos) e para avaliação de processo. Para analisar o processo, utilizou-se instrumento validado, onde as
informações foram baseadas na observação dos registros de enfermagem da UGT através de análise de prontuários dos
pacientes internados durante o período do estudo. Após revisão e codificação foi construído um banco de dados em
planilha eletrônica Excel e posteriormente analisados no Stata 12.1. Para a caracterização da amostra foi realizada uma
análise descritiva, com cálculos de valores absolutos e relativos da amostra. Para avaliação do processo, levou-se em
consideração uma pontuação de zero(0), cinco(5) ou dez(10). O escore adotado foi: BOA QUALIDADE quando o
percentual obtido for de 81 a 100%, REGULAR – 61 a 80% e RUIM – menor ou igual a 60%. O projeto foi aprovado pelo
Comitê de Ética e Pesquisa do hospital, protocolo no 3415-13. Resultados A idade variou de 18 a 66 anos, com
predominância do sexo masculino (64,7%). As causas mais freqüentes de insuficiência renal crônica (IRC) foram a
Hipertensão Arterial Sistêmica (29,4%) e o Diabetes Mellitus (17,7%). A hemodiálise foi o tratamento pré-transplante de
todos os sujeitos. Na avaliação de processo, a prescrição de enfermagem, incluindo a realização do balanço hídrico foi de
boa qualidade. No entanto, o preenchimento completo dos campos do prontuário foi considerado ruim e a presença da
assinatura e carimbo dos enfermeiros nas evoluções foi regular. Em relação à assistência prestada ao paciente, foi de boa
qualidade na troca diária de curativo, por outro lado, ruim quanto ao registro do aspecto da ferida operatória. Conclusão
Embora os enfermeiros prestem assistência adequada aos pacientes pós-transplante renal, foram encontrados registros
incompletos.
Palavras-chaves: Controle de Formulários e Registros, Cuidados de enfermagem, Transplante Renal.
1- - Instituto de Medicina Integral Professor
2- - Instituto de Medicina Integral Professor
3- - Instituto de Medicina Integral Professor
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PERFIL SOCIOECONÔMICO E A OCORRÊNCIA DE COMPLICAÇÕES INFECCIOSAS EM CRIANÇAS NA DIÁLISE
PERITONEAL
1Mariana Viana Macena Botelho , 2Nathália Geórgia Lima de Souza Martins , 3Clécia Cristiane da
Silva Sales , 4Andréia Ferreira dos Santos , 5Adriana Xavier Muss
Resumo 8
Introdução A diálise Peritoneal (DP) pode ser feita pelo próprio paciente ou parente, em domicílio, após treinamento
adequado. A peritonite é uma das complicações com mais significância para a morbimortalidade dos pacientes que
realizam DP. Normalmente estão associadas à manipulação inadequada do cateter, posicionamento e baixas condições
socioeconômicas. Apesar de o nível socioeconômico ser considerado historicamente uma contraindicação para DP, isso
não é fator limitante, já que nessa população, mesmo com indicadores sociodemográficos e clínicos desfavoráveis, os
índices de peritonite observados se situam dentro das recomendações internacionais. Objetivos Identificar os aspectos
socioeconômicos e a ocorrência de complicações infecciosas dos pacientes na DP da Unidade de Nefrologia Pediátrica
do IMIP. Metodologia Estudo descritivo exploratório de caráter quantitativo e retrospectivo. A coleta de dados ocorreu no
período de janeiro/2000 a dezembro/2004, na Unidade Renal de um Hospital Escola, em Pernambuco. A amostra constou
de prontuários de 37 pacientes internados com idade entre zero a 18 anos. Os dados foram coletados a partir de um
banco de dados secundário utilizado em uma pesquisa de mestrado. Foi construído um banco de dados no programa
Excel, realizada uma análise descritiva, com cálculos de frequência simples e relativa em tabelas. Resultados 57% das
crianças que realizavam DP eram do sexo masculino. 68% dos pais ou responsáveis possuíam renda na faixa de 1 a 3
salários mínimos. Em relação às ocupações, o percentual maior ficou na faixa de desempregados e de agricultores para
os genitores com 19%, 32% dos pais eram analfabetos, 46% das genitoras não trabalhavam fora do lar e 16%, como
doméstica, 97% dos pais possuíam o ensino fundamental. 76% tiveram pelo menos um episódio de peritonite. Chama
atenção o fato de mais de 10% apresentarem quatro ou mais episódio de peritonite. Conclusão Os dados são
retrospectivos, diferenças nas formas e frequência do treinamento da família ocorreram neste período, sendo atualmente
atualizado a cada três meses. É necessário que os profissionais tenham, além da fundamentação científica e técnica, o
conhecimento dos aspectos que levam em consideração a necessidade de aprendizagem por parte dos cuidadores para a
obtenção do sucesso do tratamento.
Palavras-chaves: Cuidadores, Diálise peritoneal, Peritonite
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2- - Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira - marianaviana1013@gmail.com
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1Mariana
PERITONITE BACTERIANA ESPONTÂNEA E SÍNDROME HEPATORRENAL: ESTUDO DE CASO
Viana Macena Botelho , 2Nathália Geórgia Lima de Souza Martins , 3Alexciana Farias
Batista , 4Maria Jucineide Lima Moura , 5Clécia Cristiane da Silva Sales
Resumo 9
Objetivo: Discutir o caso clínico com base na literatura vigente para contribuir com o conhecimento científico. Relato do
caso: S.U.S, 34 anos, sexo masculino, com história de hepatopatia alcoólica (Child C) e aguardando tempo de
abstinência para ser listado em lista de transplante hepático, chega ao serviço com relato de febre e dor abdominal há 2
dias e oligo-anúria nas últimas 24 horas. Consciente, orientado, fala levemente arrastada, ictérico, hipocorado, acianótico.
PA: 90x60 mmHg, Abdome globoso, edema em MMII (2+/4+). Na UTI do serviço foram realizados os exames laboratoriais
que identificaram elevação da Ureia/Creatinina e Potássio, Peritonite bacteriana espontânea (PBE) e após critérios de
exclusão confirmado a SHR. Evoluiu com desorientação, iniciada hemodiálise, em uso de noradrenalina (chegando a
120ml/h). Inicia sangramento intenso por via retal e vai a óbito por choque hemorrágico 7 dias após seu internamento. A
PBE é uma infecção grave e frequente, que ocorre em 10 a 30% dos doentes com cirrose hepática e ascite
hospitalizados. Define-se pela presença de mais de 250 polimorfonucleares/mm3 no líquido ascítico, na ausência de um
foco infeccioso intra-abdominal ou de malignidade. A infecção do líquido ascítico propicia o surgimento de insuficiência
renal (IR), quer do tipo funcional e reversível, quer a síndrome hepatorrenal (SHR) do tipo I, com sobrevida média de 15
dias. Como no caso citado, o paciente pode apresentar sintomas como febre e dor à descompressão abdominal. Porém,
é importante a observação da piora repentina da função renal ou surgimento de encefalopatia hepática, como formas
veladas de manifestação inicial de PBE. O início da Síndrome Hepatorrenal (SHR), que é definida como a ocorrência de
insuficiência renal oligúrica, sem qualquer causa aparente, em pacientes com doença hepática grave, pode ser lento ou
rápido e precipitado por sangramento digestivo, surge em cerca de 30% de doentes com PBE tratados apenas com
antibioterapia, sabendo-se que a administração concomitante de albumina diminui a sua frequência e melhora a
sobrevivência. O diagnóstico é baseado na exclusão de outras causas de IR que acometem pacientes com cirrose.
Conclusão: O prognóstico dos doentes com cirrose que têm um episódio de PBE é mau, com mortalidade de 50 a 70%
ao fim de um ano. O risco de morte na SRH é bastante elevado e, devido a isto, há uma ênfase na identificação de
pacientes que estão suscetíveis.
Palavras-chaves: Hepatite Alcoólica, Insuficiência Renal, Peritonite, Síndrome Hepatorrenal
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PERFIL DOS PATÓGENOS ASSOCIADOS À INFECÇÃO EM CRIANÇAS EM USO DE CATETER DE TENCKOFF
1NATHALIA GEORGIA LIMA DE SOUZA MARTINS , 2MARIANA VIANA MACENA BOTELHO ,
3CLÉCIA
CRISTIANE DA SILVA SALES , 4ANDRÉIA FERREIRA DOS SANTOS , 5ADRIANA
XAVIER MUSS
Resumo 10
Introdução As infecções constituem a segunda causa de óbito em pacientes renais crônicos em diálise e a primeira
causa de internação. A elevada taxa de infecções se deve ao elevado número de procedimentos invasivos a que esses
pacientes são submetidos e à disfunção imunológica. Um dos sítios mais comuns de infecções em pacientes em diálise
é o acesso vascular e o acesso peritoneal. Conhecer o perfil dos patógenos associados à infecção permite identificá-los e
dessa forma, estabelecer a abordagem inicial mais apropriada. Objetivos Descrever o número de episódios de infecções
do orifício e túnel e identificar as bactérias associadas durante o tratamento de diálise peritoneal. Metodologia Estudo
descritivo exploratório de caráter quantitativo e retrospectivo, cuja coleta de dados ocorreu no período de janeiro/2000 a
dezembro/2004, na Unidade Renal de um hospital escola, em Pernambuco. A população pesquisada constou de
prontuários de 37 pacientes internados c om idade entre zero a 18 anos. Os dados foram coletados a partir de um banco
de dados secundário a um trabalho de mestrado. Para analisar os dados, foi construído um banco de dados em planilha
eletrônica Excel e posteriormente analisados no Stata 12.1. Para a caracterização da amostra foi realizada uma análise
descritiva, com cálculos de freqüência simples e relativa em tabelas. Resultados Em relação ao número de episódios de
infecções do orifício e infecção de túnel em crianças e adolescentes em diálise peritoneal atendidos no hospital, local do
estudo, 54% dos pacientes apresentaram pelo menos um episódio de infecção de orifício. Já a infecção de túnel esteve
presente em 41% das crianças. Quando se analisou as bactérias de maior incidência verificou-se que o Staphylococcus
epidermidis apresentou 30% dos casos, seguida do Staphylococcus aureus e Acinetobacter spp ambos com 8%.
Conclusão As bactérias que apresentaram maior incidência de infecção no estudo são comuns a flora normal da pele, e
dessa forma, a transmissão pode estar ocorrendo através das mãos do cuidador ou da próprio abdome da criança.
Ressalta-se, assim, a importância da higienização freqüente do orifício além de maior esclarecimento aos familiares
quanto à correta forma de manipulação do cateter.
Palavras-chaves: Diálise peritoneal, Estudo retrospectivo, Infecções bacterianas/epidemiologia
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1Alexciana
Farias Batista , 2Elizama de Souza Oliveira
DOENÇA DE FABRY: RELATO DE CASO
, 3Carla Cristina Silva , 4Mariana Viana
Macena Botelho
Resumo 11
OBJETIVO Relatar o caso de uma paciente, internada em um hospital da cidade de Recife, portadora de Doença de
Fabry, contribuindo com a propagação de conhecimento doença para a equipe de enfermagem. RELATO DE CASO
Anamnese M.A.S., sexo feminino, 54 anos, casada, natural de Canhotinho, procedente de Barreiros-PE. Paciente
assintomática, admitida para investigação de possíveis lesões em órgãos-alvo (coração, cérebro, rins, pele e trato
gastrintestinal). Apetite preservado. Nega hipertensão, diabetes, ou alterações fisiológicas. Refere dor em coluna lombar
movimento dependente e linfonodo em membro superior direito (braço); móvel, inelástico, sem sinais flogísticos, que vem
aumentando de tamanho. Mãe portadora da patologia, tratada erroneamente há cinco anos com diagnóstico de Doença de
Chagas. Possui dez irmãos, seis mulheres e quatro homens. Desses, três possuem a doença, um já apresenta lesão em
órgão-alvo e realiza hemodiálise há 13 anos. Das mulheres, uma porta a doença sem apresentar quadro clínico e todos,
exceto o que realiza hemodiálise, estão pesquisando lesão em órgão-alvo. A mesma possui quatro sobrinhas e um
sobrinho portadores assintomáticos da patologia. Exame físico Estado geral bom, consciente, orientada, afebril,
acianótica, anictérica, normotensa Ausculta respiratória com murmúrios vesiculares presentes em ambos hemitórax sem
ruídos adventícios. Ausculta cardíaca com ritmo regular em 2 tempos, bulhas normofonéticas sem sopros. Exames:
Ecocardiograma com disfunção diastólica tipo I (alteração do relaxamento), dosagem de vitamina D – valores abaixo do
normal, proteínúria de 24 horas, microalbuminúria, Ressonância Magnética cerebral e exame bioquímico (ainda sem
resultados até o momento). CONCLUSÃO A enfermagem é responsável por acompanhar o paciente durante todo o
internamento, por isso se faz necessário que a mesma amplie seus conhecimentos científicos, a fim de que possa prestar
assistência de melhor qualidade e segurança para os pacientes, tendo em vista um leque de complicações que esta
patologia pode trazer, as quais sendo identificadas no início podem evitar sequelas e oferecer melhor qualidade de vida ao
paciente.
Palavras-chaves: Doença de Fabry, Educação em enfermagem, Assistência ao paciente
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Fernando Figueira - alexci_2007@hotmail.com
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CONSULTA DE ENFERMAGEM AOS PACIENTES ATENDIDOS NO AMBULATÓRIO DE PRÉ-TRANSPLANTE RENAL
1Anna karla de oliveira tito borba
Resumo 12
Palavras-chaves: Consulta de Enfermagem, Paciente, Transplante
1- - Universidade Federal de Pernambuco
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ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA PREVENÇÃO E PROGRESSÃO DA DOENÇA RENAL CRÔNICA: PROBLEMAS E
SOLUÇÕES
1Danielle Maria Nascimento Filgueiras Ribeiro , 2Maria das Neves Figueiroa , 3Maria Lúcia Neto de
Menezes , 4Larissa Cristina Carneiro Cavalcanti , 5Danielle Kasandra Pereira de França Magalhães ,
6Nara Gomes da Silva
Resumo 13
INTRODUÇÃO: As doenças cardiovasculares permanecem como principal causa de morbimortalidade entre os pacientes
de doença renal crônica (DRC). As preocupações voltadas para o tratamento detiveram-se às terapias no estágio final,
quando o paciente já está com várias funções e sistemas comprometidos. Por conta do avanço desse agravo, gestores e
sociedade científica têm se preocupado em lidar com a doença, com intuito de conter ou impedir sua progressão.
OBJETIVOS: Descrever a atuação do enfermeiro no manejo da prevenção e progressão da DRC; identificar os principais
problemas observados e discutir algumas soluções. MÉTODOS: Trata-se de uma revisão sistemática desenvolvida num
contexto qualitativo narrativo, onde os dados foram sintetizados por meio de análise documental de estudos primários,
sem o interesse de combiná-los, confrontá-los ou proceder tratamentos estatísticos. RESULTADOS: Medidas, como:
identificação dos pacientes em risco; detecção do diagnóstico precoce; encaminhamento para tratamento especializado e
educação para início da terapia renal substitutiva (TRS) são essenciais ao enfermeiro no manejo da DRC. Estudos
demonstram que os enfermeiros têm realizado o rastreamento da população em risco através de programas como o
HIPERDIA, contudo, não há seguimento integral das recomendações. O controle glicêmico e pressórico, tratamento das
dislipidemias e mudanças nos hábitos de vida são medidas primordiais na prevenção da DRC. A dosagem de creatinina
sérica e pesquisa de proteinúria são exames fundamentais, simples e de baixo custo. Vale ressaltar que esses pacientes
são acompanhados, na maioria das vezes, por profissionais generalistas que vão trabalhar na atenção básica atraídos
pela remuneração maior e status profissional aparente. Depois, percebem as dificuldades de coordenar a equipe de saúde
de amplos programas e clientela numerosa, quando ainda possuem pouca experiência. CONCLUSÃO: É relevante
mencionar que o ensino de graduação deve enfatizar o aprendizado na área das doenças crônicas e ressaltar a
importância da sistematização da assistência de enfermagem (SAE). O atendimento por equipe interdisciplinar
especializada cada vez mais se estabelece como a melhor forma de tratamento, trazendo benefícios de ordem física,
funcional e psíquica comprovados. Lembramos que um grupo de profissionais só configura uma equipe interdisciplinar
quando trabalha de modo cooperativo, garantindo qualidade no atendimento desses pacientes.
Palavras-chaves: Prevenção, Diagnóstico precoce, Tratamento
1- - FACULDADE DE ENFERMAGEM NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS/UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
2- - FACULDADE DE ENFERMAGEM NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS/UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO -
daniellenfr@ig.com.br
3- - FACULDADE DE ENFERMAGEM NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS/UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO daniellenfr@ig.com.br
4- - FACULDADE DE ENFERMAGEM NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS/UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO daniellenfr@ig.com.br
5- - PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - daniellenfr@ig.com.br
6- - PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - daniellenfr@ig.com.br
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DOENÇA RENAL CRÔNICA POR LITÍASE RENAL: RELATO DE CASO
1elizama de souza oliveira , 2Alexciana Farias Batista
Resumo 14
OBJETIVO Relatar o caso de um paciente portador de Doença Renal Crônica decorrente de litíase renal em um hospital
da região metropolitana do Recife, visando um melhor entendimento da patologia. RELATO DE CASO Anamnese Paciente
J.L.S. 23 anos, oriunda da cidade de Abreu e Lima portadora de Doença Renal Crônica por litíase renal associada à
pieolonefrite crônica em tratamento hemodialitico. Realizou três sessões de hemodiálise com inicio em 19/ 09/08 a qual,
foi interrompida com retorno em 22/12/08. A mesma foi admitida em 08/04/13 no setor de nefrologia para colocação do
cateter Swan Neck específico para Diálise Peritoneal Intermitente (DPI) iniciando-a em caráter de urgência, pois o
permecath não funcionava bem durante a Hemodiálise Antecedentes Nega Hipertensão Arterial Sistêmica, Diabetes
Mellitus, realizou nefrectomia bilateral (1ª 18/06/10 e 2ª 21/01/12) associado à adrenatectomia bilateral, com diurese
residual ausente e hipertatireoidismo secundário. Exame físico Estado Geral Bom, consciente, orientada, afebril,
anictérica, acianótica, eupnéica. Aparelho Cardiovascular: ritmo cardíaco regular em 2 tempos, com bulhas normofonética
sem sopros. Aparelho Respiratório: murmúrios vesiculares presente, sem ruídos adventícios. Abdome: globoso,
depressivo e indolor a palpação. Hipótese diagnóstica • Doença Renal Crônica Terminal em diálise peritoneal; •
Nefrectomia Bilateral; • Hiperpatireoidismo Secundário. CONCLUSÃO Diante do exposto, faz se necessário que cada vez
mais se estude sobre DRC para que assim, a assistência prestada seja de maior qualidade visando a uma melhor
qualidade de vida e prevenção de complicações decorrente do tratamento escolhido.
Palavras-chaves: hemodiálise, diálise peritoneal, nefrectomia
1- - Instituto materno infantil de pernanbuco
2- - Instituto materno infantil de pernanbuco - elizAMA.MARLUCE@GMAIL.COM
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1elizama
de souza oliveira
DOENÇA RENAL AUTOSSÔMICA DOMINANTE: RELATO DE CASO
, 2Alexciana Farias Batista , 3Nathalia Geórgia Lima de Souza Martins
Resumo 15
OBJETIVO Relatar o caso de um paciente, internado em um hospital da cidade de Recife, portador de Doença Renal
Autossômica Dominante conhecida como Rins Policísticos contribuindo para a propagação do conhecimento para equipe
de enfermagem. RELATO DE CASO Anamnese Paciente L. B. A. 65 anos possui histórico de doença renal policística
tendo realizado há 2 anos Nefrectomia Bilateral em tratamento hemodialítico em um hospital da cidade do Recife,
apresenta a admissão icterícia importante com surgimento há 2 meses de elevação de transaminases e enzimas
canaliculares. Tinha achado de exame de imagem (Tomografia de abdome) com múltiplos cistos hepáticos que inclusive
obstruem vias biliares. Foi admitido inicialmente para avaliação de transplante duplo, realizou exames pré-transplante e no
dia 10/05/13 fez drenagem percutânea de cistos hepáticos levando a diminuição dos níveis de bilirrubina. Durante o
internamento o paciente apresentou piora do estado geral, com lentificação psicomotora sendo iniciado tratamento para
colangite com ceftazidime por 10 dias, além disso, o mesmo evoluiu com hipercalcemia que foi corrigida com
pamidronato. Durante a anamnese o cliente relatava dor em região anal persistente, que foi avaliada pelo proctologista
evidenciando hemorroidas e Tumor extrarretal. Foi evidenciado ainda em Tomografia Computadorizada aneurisma de aorta
descendente torácica e abdominal de aproximadamente 6 cm de comprimento. Exame físico Estado geral regular,
consciente, orientado, afebril ao toque, acianótico, ictérico (4+), hipocorado. Aparelho Cardiovascular: Ritmo Cardíaco
Regular em 2 tempos, bulhas normofonética sem sopros; Aparelho Respiratório: ausência de ruídos adventícios e
presença de murmúrios vesiculares. Abdome: abdome plano, tenso a palpação com presença de ruídos hidroaéreos.
Eliminações fisiológicas presentes sem alteração. Possui fístula arteriovenosa em membro superior direito com frêmito
presente e em terapia dialítica três vezes por semana durante quatro horas cada seção. Hipótese diagnóstica Doença
policística renal; icterícia secundária a obstrução de vias biliares por cistos hepáticos; nefrectomia bilateral; doença renal
crônica dialítica; aneurisma de aorta descendente; hipertensão arterial sistêmica; hemorroidas e tumor em região
extrarretal. CONCLUSÃO Diante do exposto, faz se necessário que cada vez mais se estude sobre a Doença
Autossômica Dominante para que assim, a assistência prestada seja de maior qualidade.
Palavras-chaves: Rins Policísticos, Hemodiálise, Insuficiência Renal Crônica.
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3- - Instituto materno infantil de pernanbuco - elizAMA.MARLUCE@GMAIL.COM
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O IMPACTO DO ATENDIMENTO INTERDISCIPLINAR AOS PORTADORES DE DOENÇA RENAL CRÔNICA
1Danielle Maria Nascimento Filgueiras Ribeiro , 2Maria das Neves Figueiroa , 3Maria Lúcia Neto de
Menezes , 4Larissa Cristina Carneiro Cavalcanti , 5Danielle Kasandra Pereira de França Magalhães ,
6Nara Gomes da Silva
Resumo 16
INTRODUÇÃO: A integração de conteúdos e saberes relacionados ao processo saúde/doença para superar o
conhecimento compartimentalizado requer interdisciplinaridade. Eis o desafio: incorporar a concepção da integralidade na
assistência e aprendizagem para o trabalho em equipe. Diante da complexidade da doença renal crônica (DRC) é de
suma importância as informações complementares de vários profissionais. MÉTODO: Trata-se de uma revisão sistemática
desenvolvida num contexto qualitativo narrativo, onde os dados foram sintetizados por análise documental de estudos
primários, sem intenção de combiná-los, confrontá-los ou proceder tratamentos estatísticos. OBJETIVOS: Descrever o
impacto positivo do atendimento interdisciplinar aos portadores de DRC e traduzir o conceito da interdisciplinaridade no
atendimento. RESULTADOS: O atendimento interdisciplinar aos pacientes com DRC foi sugerido em 1963, numa
conferência de consenso, que propôs que pacientes com DRC fossem encaminhados a uma equipe especializada
composta por nefrologista, nutricionista, enfermeiro, assistente social e profissional de saúde mental. Estudos têm
comprovado a superioridade na qualidade desse atendimento: os pacientes apresentam menos necessidade de diálise de
urgência, menos hospitalizações no primeiro mês de diálise, melhores parâmetros em exames clínicos e bioquímicos e
melhor adaptação no período pós dialítico. Esses pacientes apresentam mais treinamento em diálise, níveis mais
elevados de hemoglobina e cálcio e mais chances de serem transplantados. A concepção que enfatiza a
interdisciplinaridade focaliza as discussões sobre a articulação dos saberes e a divisão do trabalho, ou seja, a
especialização do trabalho para atendimento completo, integral e de qualidade. CONCLUSÃO: É amplamente aceita a
idéia de que a melhor forma de cuidar do paciente renal crônico é através do acompanhamento interdisciplinar
caracterizado pela intensidade das trocas entre os especialistas e pelo grau de integração real entre as disciplinas.
Medidas como o aconselhamento dietético, manuseio de medicamentos, medidas educativas como o controle do peso e
ingesta de líquidos, riscos do tabagismo, apoio psicológico e outros, são mais fáceis de serem alcançados quando
compartilhados pelos profissionais, pois são tarefas que demandam tempo, organização, disponibilidade e domínio
técnico-científico específico.
Palavras-chaves: Impacto, Tratamento, Interdisciplinaridade
1- - FACULDADE DE ENFERMAGEM NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS/UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
2- - FACULDADE DE ENFERMAGEM NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS/UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO -
daniellenfr@ig.com.br
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4- - FACULDADE DE ENFERMAGEM NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS/UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO daniellenfr@ig.com.br
5- - PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - daniellenfr@ig.com.br
6- - PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - daniellenfr@ig.com.br
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1Anna
MUDANÇA NO ESTILO DE VIDA EM PORTADORES DE BEXIGA NEUROGÊNICA - RELATO DE CASO
Carolina Ferreira Jordão Lyra , 2Isadora Raquel Cavalcanti de Oliveira , 3Bárbara Lundgren
Austregésilo , 4Mariana Farias Gomes , 5Valeska Roberta Pereira Pino , 6Amanda da Silva
Rodrigues de Lima
Resumo 17
INTRODUÇÃO: A bexiga neurogênica é definida como uma disfunção da bexiga provocada pela lesão de uma parte do
sistema nervoso, sua etiologia pode ser decorrente de alguma doença, uma lesão ou de um defeito congênito que afeta o
cérebro, a medula espinhal ou os nervos ligados à bexiga e/ou esfíncter. A bexiga neurogênica pode ser hipoativa, quando
o órgão é incapaz de contrair e de esvaziar adequadamente, ou pode ser hiperativa, esvaziando por reflexos incontroláveis.
No mundo cerca de cinquenta milhões de pessoas sofrem dessa morbidade, sendo a maioria da população geriátrica, um
problema muito frequente e pouco diagnosticado, pois os pacientes têm vergonha de falar a respeito e muitas vezes não
relatam. Dentro deste contexto, cabe a equipe de saúde reconhecer as formas de apresentação e ter conhecimentos
sobre a evolução natural da doença como também as indicações, as técnicas, os benefícios e as complicações
associadas ao tratamento desta enfermidade com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de seus pacientes.
OBJETIVO: Relatar o caso de uma paciente portadora de bexiga neurogênica. MÉTODO: As informações contidas neste
trabalho foram obtidas por meio de revisão do prontuário, entrevista com o paciente, registro fotográfico dos métodos
diagnósticos, aos quais o paciente foi submetido e revisão da literatura. RESULTADOS: J.S.S., sexo feminino, 47 anos,
casada, proveniente da Zona Rural de Pernambuco. História de bexiga neurogênica hiperativa há 2 anos com piora na
qualidade de vida, portadora de HAS (hipertenção arterial) + DM (Diabetes Mellitus tipo 2) + Depressão + Ex-tabagista +
Ex-alcoolista. Paciente internada no HUOC no dia 12/07/2013 para tratamento cirúrgico corretivo com toxina botulínica.
Cirurgia ocorreu sem intercorrências no dia 23/07/2013. A paciente segue em terapia de hidratação com SF 0,9% até a
normalização dos valores séricos da glicose e posteriormente receber alta. CONCLUSÃO: A bexiga neurogênica trás
consequências sociais, psicológicas, ocupacionais, domésticas, físicas e sexuais, trazendo um alto impacto na qualidade
de vida, cabe a equipe multiprofissional de saúde, proporcionar os cuidados e assistências necessárias para o convívio, a
aceitação e o des ses pacientes, envolvendo o bem estar físico e emocional dos mesmos. Para tanto, a equipe deve
proporcionar apoio ao paciente, mediante o esclarecimento das dúvidas existentes sobre a doença, o tratamento, os
cuidados que precisam ser prestados, como prevenir as complicações.
Palavras-chaves: Bexiga Urinária Neurogênica, Nefropatia, Qualidade de vida
1- - FACULDADE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
2- - FACULDADE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS - annacarolyra@hotmail.com
3- - FACULDADE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS - annacarolyra@hotmail.com
4- - FACULDADE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS - annacarolyra@hotmail.com
5- - FACULDADE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS - annacarolyra@hotmail.com
6- - FACULDADE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS - annacarolyra@hotmail.com
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MEDIDAS DE PREVENÇÃO E MONITORAMENTO DAS DOENÇAS RENAIS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA: UMA REVISÃO
SISTEMÁTICA.
1ERONILDO JOSÉ DOS SANTOS , 2Alfredo José de Almeida Neto , 3Juliana Viegas Campos ,
4Emília
Natali Cruz Duarte
Resumo 18
Introdução: no Brasil e no mundo, a incidência e a prevalência de Doença Renal Crônica vêm aumentado de forma
progressiva na última década(1). As doenças renais podem se apresentar de duas maneiras principais: aguda ou crônica;
a primeira caracteriza-se pela queda rápida da capacidade da filtragem gerando acúmulo de metabólitos e redução da
função homeostática que pode ser transitória(2), já a segunda caracteriza-se pela a perda lenta, progressiva e irreversível
do número de néfrons resultando na incapacidade dos rins em exercer sua função homeostática(2). A diminuição dos
néfrons pode decorrer de distúrbios dos vasos sanguíneos renais, glomérulos, que podem ser gerados por outras
patologias como a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e o Diabetes Mellitus (DM). De acordo com o censo de diálise
brasileiro a HAS e o DM representam respectivamente 35% e 28% dos casos de pessoas em tratamento dialíticos no
país(3). Diante disso algumas estratégias de prevenção podem ser realizadas com o intuito de evitar ou reduzir as
doenças renais assim a presente revisão busca observar as medidas preventivas que estão sendo relatadas em literatura
na prevenção ou tratamento das doenças renais na atenção primária. Métodos: a revisão sistemática da literatura foi
realizada nas seguintes bases de dados eletrônicas: LILACS, MEDLINE e IBECS. O levantamento foi realizado entre os
meses de junho e julho de 2013, utilizando conjuntamente os seguintes descritores nos idiomas português, inglês e
espanhol: doenças renais; Atenção primária a saúde; medidas preventivas. Foram incluídos na amostra artigos publicados
entre 2003 e 2012, nos idiomas já citados. Foram excluídos artigos que estivessem repetidos nas bases de dados e
resumos de revisão bibliográfica. Todos os processos de seleção e avaliação de artigos foram realizados por pares.
Resultados: Foram identificados 22 artigos, sendo maior proporção de artigos encontrada na base MEDLINE e em idioma
espanhol. O quantitativo de artigos sobre o assunto tem se elevando com os anos, havendo a uma publicação a partir de
2005 e média de 2 publicações nos anos subsequentes. Conclusão: Em todos os artigos a estratégia de monitoramento
de doenças pré-existentes, educação em saúde dos pacientes, capacitação e sensibilização dos profissionais para um
manejo mais aprimorado dos pacientes em maior risco foram relatadas como importantes a fim de evitar ou retardar o
aparecimento da doença renal.
Palavras-chaves: Doenças Renais, Atenção Primária a Saúde, Medidas Preventivas
1- - Faculdades Integradas da Vitória
2- - Faculdades Integradas da Vitória - eronildosantos2012@hotmail.com
3- - Universidade Federal de Pernambuco, Faculdades Integradas da Vitória - eronildosantos2012@hotmail.com
4- - Universidade Federal de Pernambuco, Faculdades Integradas da Vitória - eronildosantos2012@hotmail.com
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1Larissa
PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES NA DIÁLISE PERITONEAL: REVISÃO DA LITERATURA
Carneiro Cavalcanti , 2Paula Batista de Almeida , 3Danielle Maria Nascimento
Cristina
Filgueiras Ribeiro , 4Regina Celi de Lira Neves , 5Raphaella Patrícia Torres Bertolini , 6Camilla de
Godoy Maciel
Resumo 19
A doença renal crônica (DRC) é caracterizada por elevada morbidade e mortalidade, que vem ganhando proporções
epidêmicas no Brasil e no mundo, representando um dos maiores problemas de saúde pública da atualidade. A diálise
peritoneal (DP) é uma modalidade de terapia renal substitutiva que possibilita uma maior independência e mobilidade do
paciente, porém, quando os requisitos para o sucesso da mesma não são seguidos, pode acarretar complicações.
Portanto, este artigo tem como objetivo descrever as principais complicações que podem ocorrer na DP. Esta revisão
sistemática de literatura consiste em pesquisa as Bases de Dados LILACS, utilizando descritores pertinentes. Os
resultados demonstraram que a presença de alguns fatores de risco socioeconômicos encontra-se associada ao
aparecimento das principais complicações infecciosas, como a infecção de túnel e de orifício de saída do cateter de
tenckhoff e a peritonite, representando essa última uma das principais causas de hospitalização, falência da técnica e
causa de óbito em pacientes tratados por DP. As complicações não infecciosas da DP como as mecânicas e
metabólicas também podem acarretar a falência do cateter peritoneal. Conclui-se que a prevenção e o reconhecimento
precoce dessas complicações é fundamental para se evitar a inutilidade dessa importante modalidade terapêutica,
contribuindo para promover qualidade de vida e maior sobrevida ao doente renal crônico.
Palavras-chaves: Cateteres, Diálise Peritoneal, Peritonite
1- - Universidade de Pernambuco
2- - Universidade de Pernambuco - Lalacriz@hotmail.com
3- - Universidade de Pernambuco - Lalacriz@hotmail.com
4- - Universidade de Pernambuco - Lalacriz@hotmail.com
5- - Universidade de Pernambuco - Lalacriz@hotmail.com
6- - Universidade de Pernambuco - Lalacriz@hotmail.com
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CAUSAS DE INTERNAÇÕES HOSPITALARES E ÓBITOS DE PACIENTES COM DOENÇA RENAL CRÔNICA EM
PROGRAMA DE HEMODIÁLISE DA CLÍNICA DE DIÁLISE DO CABO.
1KARLA BRITO DOS SANTOS , 2ANA PAULA SANTANA GUEIROS , 3JOAQUIM PEREIRA
CAMPOS VIEIRA DE MELLO , 4RODRIGO MORAES PEREIRA BARBOSA , 5KEYLA SANTOS
NASCIMENTO , 6ANA CARLA OLIVEIRA DE SOUZA
Resumo 20
INTRODUÇÃO: A incidência de doença renal crônica (DRC) tem aumentado nos últimos anos. Devido à alta taxa de
mortalidade de pacientes em hemodiálise, tem-se procurado reconhecer todos os fatores relacionados a este desfecho.
Assim, trabalhos epidemiológicos que investiguem as causas de hospitalizações e óbitos podem contribuir para medidas
de prevenção e controle da mortalidade desta população. OBJETIVO: Verificar causas de internações e óbitos dos
pacientes em programa regular de hemodiálise na Clínica Diálise do Cabo (CDC), no ano de 2012. RESULTADOS: No ano
de 2012, 192 pacientes realizaram diálise na CDC. Observamos uma taxa de internamento anual de 59,4%, sendo 92
internamentos em 67 pacientes; a maioria dos pacientes era do sexo masculino (61,2%) e 70,1% possuíam idade entre
50 a 70 anos. A doença de base mais prevalente foi Diabetes melito (59,7%). Com relação ao acesso vascular, 71,6% dos
pacientes dialisavam por fistula arteriovenosa. A maioria das internações 44,7% aconteceu em pacientes com menos de
um ano em diálise. A principal causa de internamento foi eventos cardiovasculares (44,5%). Já com relação ao óbito,
demonstramos uma taxa anual de 10,2%, sendo a principal causa relacionada a processos infecciosos (58,8%), seguida
por eventos cardiovasculares (29,4%). Dos pacientes que foram a óbito, 58,8% tinham menos de um ano em diálise.
CONCLUSÃO: O primeiro ano de diálise representa um período crítico para os pacientes portadores de DRC, período no
qual as complicações infecciosas e cardiovasculares devem constituir em grande desafio para a equipe cuidadora destes
pacientes. Este trabalho confirma o impacto negativo do diabetes melito na evolução de pacientes renais crônicos.
Palavras-chaves: HEMODIÁLISE, DOENÇA RENAL CRÔNICA, HOSPITALIZAÇÃO, ÓBITOS
1- - CLÍNICA DIÁLISE DO CABO, INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFESSOR FERNANDO FIGUEIRA
2- - CLÍNICA DIÁLISE DO CABO, INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFESSOR FERNANDO FIGUEIRA -
KARLA_BS07@HOTMAIL.COM
3- - CLÍNICA DIÁLISE DO CABO - KARLA_BS07@HOTMAIL.COM
4- - CLÍNICA DIÁLISE DO CABO - KARLA_BS07@HOTMAIL.COM
5- - CLÍNICA DIÁLISE DO CABO - KARLA_BS07@HOTMAIL.COM
6- - CLÍNICA DIÁLISE DO CABO - KARLA_BS07@HOTMAIL.COM
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1Ana
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Cecilia Amorim de
A INFLUÊNCIA DA HEMODIÁLISE SOBRE A MODULAÇÃO AUTONÔMICA CARDÍACA.
Souza , 2ERONILDO JOSÉ DOS SANTOS , 3Alfredo Jose de Almeida Neto
, 4Roberta Correia de Menezes
Resumo 21
As doenças cardiovasculares são as mais frequentes causas de morbidade e mortalidade ao redor do mundo durante as
últimas décadas. A disfunção do Sistema Nervoso Autônomo (SNA) cardíaco está comumente presente nos pacientes
urêmicos. Desta forma, é importante avaliar a modulação automonica cardíaca no ato da hemodiálise, uma vez que, a alta
mortalidade de origem cardiovascular parece estar relacionada com a disfunção autonômica. Penne et al. evidenciaram
em indivíduos com Doença Renal Crônica - DRC que a hiperatividade simpática,característica desta doença,foi associada
à ocorrência de eventos cardíacos. Objetivo: Analisar os efeitos da hemodiálise sobre a variabilidade da frequência
cardíaca. Método: O estudo será realizado em indivíduos adultos portadores de DRC de ambos os gêneros de 14 a 60
anos de idade. Serão analisados os índices lineares, não-lineares e geométricos da VFC. A frequência cardíaca foi
medida pelo cardiofrequencímetro Polar RS81OCX®. A Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC) foi avaliada pelos
índices do domínio do tempo, média dos intervalos RR (MNN), desvio padrão dos intervalos RR (SDNN), raiz média
quadrática das diferenças de intervalos RR sucessivos RMSSD) e percentual de intervalos RR com diferença de duração
maior que 50 ms (pNN50), e pelos domínios de baixa frequência (BF), alta frequência (AF) e razão baixa/alta (BF/AF). O
protocolo de avaliação terá como base os registros em repouso durante 10 minutos e aferição da PAS, durante a
hemodiálise por 10 minutos e aferição da PAS e pós-hemodiálise por 10 minutos com a aferição da PAS, nos três
momentos a pressão arterial é monitorada após VFC. Resultados: Os grupos etários foram não apresentaram diferenças
significativas em relação aos índices da variabilidade da frequência cardíaca MNN; SDNN,RMSSD, pNN50, Potência total;
BF; AF u.n e razão BF/AF. Conclusão: A modulação autonômica cardíaca não está preservada em indivíduos DRC no ato
da hemodiálise.
Palavras-chaves: Hemodiálise, Doença Renal Crônica, Modulação Autonômica Cardíaca
1- - Faculdade de Medicina do ABC, Faculdades Integradas de Vitória de Santo Antão
2- - Faculdades Integradas de Vitória de Santo Antão, Faculdade de Medicina do ABC 3- - Faculdades Integradas de Vitória de Santo Antão 4- - Faculdades Integradas de Vitória de Santo Antão -
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HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR AOS PACIENTES PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL
CRÔNICA NO SERVIÇO DE HEMODIÁLISE
1Priscilla Cristiana da Silveira formiga , 2Marta Alves de Souza , 3Roxana de Almeida Roque Fontes
Silva , 4Carla Valeska Ramos Caldas , 5Renata Mota , 6Gizzele Barcelos
Resumo 22
A humanização é um tipo especial da situação humana, em que a relação inter pessoal é intencionalmente voltada ao
cuidado com o bem estar ou com o estar melhor de uma pessoa, com necessidade perceptível relacionadas com a
qualidade de vida no estado de saúde-doença. A partir dessas considerações, essa pesquisa teve como objetivo identificar
a representação do cuidar humanizado na hemodiálise para a equipe multiprofissional e para o paciente em tratamento
hemodialítico. Foi realizada uma pesquisa cuja amostra foi constituída por 8 entrevistados, na qual foi obtida a percepção
sobre humanização para com os pacientes em hemodiálise. Onde 8 (100%) relata que a equipe multidisciplinar realiza a
conduta observando o paciente com todas as suas dificuldades, 8 (100%) afirma que humanização é o ato de cuidar, 5
(50%) relata que a equipe demonstra amor e carinho e 5 (50%) relata que a equipe executa o procedimento com respeito
e responsabilidade. Chegou a conclusão que após realizada a análise todos os profissionais que trabalham com
hemodiálise devem ser dotados não apenas de conhecimentos científicos e habilidades técnicas, mas também de
sensibilidade que o permitam enxergar além das necessidades corpóreas, percebendo outras dificuldades, respeitando,
contribuindo com o bem estar do paciente, e acima de tudo, desenvolvendo seu trabalho com satisfação e empenho.
Descritores: Humanização; Hemodiálise e Multidisciplinar.
Palavras-chaves: Hemodiálise, Humanização, Multidisciplinar
1- - Assistiência Médica da Praia
2- - Assistiência Médica da Praia - Priscillaformiga@hotmail.com
3- - Assistiência Médica da Praia - Priscillaformiga@hotmail.com
4- - Assistiência Médica da Praia - Priscillaformiga@hotmail.com
5- - Assistiência Médica da Praia - Priscillaformiga@hotmail.com
6- - Assistiência Médica da Praia - Priscillaformiga@hotmail.com
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APLICAÇÃO DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM (SAE) A UM PACIENTE DOENTE RENAL
CRÔNICO, SUBMETIDO AO TRANSPLANTE: ESTUDO DE CASO.
1NATALINNE ELLEN DE LIRA , 1Carlos Antonio Florêncio , 2Érica Priscila Barcelos dos Santos ,
3Maria
Betânia Araújo de Souza , 4Roberta Correia de Menezes , 5Marta Nunes Lira , 6Tereza
Cristina Romão
Resumo 23
INTRODUÇÃO: A doença Renal Crônica (DRC), consiste na diminuição da capacidade dos rins em filtrar substancias
toxicas, ocasionando alterações metabólicas e hormonais. As causas mais comuns de (DRC) e a Diabetes Miellutus e
Hipertenção Arterial, Glomerolunefrites e doenças renal cística proporcionando assim a falência dos Rins. Os tratamentos
atualmente disponíveis não são curativos, mas substituem a função renal aliviando os sintomas da doença. As principais
modalidades são: hemodiálise, diálise peritonial ambulatorial e transplante renal. OBJETIVO: Relatar a aplicação da (SAE)
ao paciente, abordando as principais causas que levam a DRC e ao transplante. METODOLOGIA: Estudo de caso
desenvolvido no setor de transplantes da Casa de Saúde Santa Efigênia, abordando o histórico do paciente com DRC,
submetido ao transplante. Foram pesquisados artigos nos bancos de dados: Bireme, LILACS e Scielo. RESULTADOS:
Com a transmissão de informações o paciente mostrou-se entendido, capaz de realizar ações voltadas para prevenção
das possíveis complicações, pois frente ao portador de (DRC) a enfermagem realiza cuidados que o ajudam a experienciar
a doença de forma menos agressiva e confusa, priorizando cuidados preventivos diante dos agravos, proporcionando
educação diante da evolução da doença. CONCLUSÃO: A (SAE) foi fundamental para a transmissão de informações
capazes de prevenir complicações e desconfortos, pois a Enfermagem deve desenvolver assistência sistematizada e
personalizada, promovendo atitudes terapêuticas e maximizando o bem-estar diante do paciente renal. DESCRITORES:
Transplante de Rim; Assistência de Enfermagem; Educação em saúde.
Palavras-chaves: Transplante de Rim, Assistência de Enfermagem, Educação em saúde.
1- - CASA DE SAÚDE SANTA EFIGÊNIA
1- - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - natalinne_ellen@hotmail.com
2- - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - natalinne_ellen@hotmail.com
3- - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - natalinne_ellen@hotmail.com
4- - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - natalinne_ellen@hotmail.com
5- - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - natalinne_ellen@hotmail.com
6- - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - natalinne_ellen@hotmail.com
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ATIVIDADE EDUCATIVA DO ENFERMEIRO AO PACIENTE COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM TRATAMENTO
HEMODIALÍTICO: REVISÃO DE LITERATURA
1NATALINNE ELLEN DE LIRA , 1Carlos Antonio Florêncio , 2, Érica Priscila Barcelos dos Santos ,
3Maria
Betânia Araújo de Souza , 4Roberta Correia de Menezes , 5Tereza Cristina Romão , 6Marta
Nunes Lira
Resumo 24
INTRODUÇÃO: A Insuficiência Renal Crônica (IRC) refere-se à perda progressiva e irreversível da função renal. Pode ser
tratada por meio da hemodiálise em pacientes selecionados, cujo principal critério é ter uma função cardíaca estável, cujo
pode provocar várias situações ao paciente, pois compromete aspectos físicos, psicológicos, trazendo uma repercussão
pessoal, familiar e social. OBJETIVOS: Identificar a partir das publicações cientificas as principais atividades educativas
ao cliente em hemodiálise. METODOLOGIA: Trata se de um estudo descritivo, exploratório e focado em revisão
sistemática de literatura, para tanto utilizou-se como enfoque metodológico a revisão literária de artigos científicos da
Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e da Scientific Eletronic Librany Oline (SCIELO), onde foram encontrados dez artigos
dos quais oito foram utilizados após leitura critica e adequação ao objetivo do estudo, e dois foram excluídos por tratarem
de artigos estrangeiros. Critérios de inclusão: artigos publicados em português, com os resumos disponíveis nas bases de
dados selecionadas, no período compreendido entre 2005 e 2012. RESULTADOS: O enfermeiro possui um papel
fundamental no que se diz respeito à educação do paciente renal crônico em tratamento hemodialítico, pois é ele que
formula e executa condutas educativas e assistenciais, que visam uma maior qualidade de vida para estes pacientes. De
acordo com artigos a opção pelo tratamento deve ser uma decisão conjunta de paciente, família e com a equipe de
nefrologia. CONCLUSÃO: O enfermeiro é o principal coadjuvante em uma unidade de hemodiálise, pois é responsabilidade
deste profissional, executar condutas educativas e assistências que visem o cliente como um ser biopsicosocial. A
educação em saúde frente ao paciente renal crônico em tratamento hemodialitico, torna-se mais importante, pois o
enfermeiro pode identificar com mais facilidade as complicações geradas pelo método, garantindo uma solução mais ágio
e eficiente de acordo com necessidade de cada paciente. DESCRITORES: Assistência de enfermagem; Educação em
saúde, Diálise Renal.
Palavras-chaves: Assistência de enfermagem, Educação em saúde, Diálise Renal
1- - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
1- - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - natalinne_ellen@hotmail.com
2- - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - natalinne_ellen@hotmail.com
3- - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - natalinne_ellen@hotmail.com
4- - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - natalinne_ellen@hotmail.com
5- - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - natalinne_ellen@hotmail.com
6- - UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - natalinne_ellen@hotmail.com
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1maria
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IMUNIDADE EM HEMODIÁLISE: IMPORTÂNCIA DA PERIODICIDADE DOS EXAMES DE AVALIAÇÃO.
luzinete rodrigues da silva , 2KARINE GOMES NOGUEIRA , 3AGNA ROBERTA RODRIGUES
DA SILVA , 4MARIA JOSÉ PEREIRA DE SOUSA , 5RICARDO BLEUEL AMAZONAS , 6ANA
RISÉLIA SOUSA FERREIRA , 6EDILBERTO BEZERRA BARROS
Resumo 25
Introdução: a Resolução RDC 154 de 15 de junho de 2004 estabelece o regulamento técnico para o funcionamento dos
serviços de diálise, redefinindo critérios para o funcionamento das unidades e avaliação das mesmas. O item que discorre
sobre a indicação de diálise e monitoramento da evolução das condições clínicas do paciente, estabelece que os serviços
devem realizar semestralmente determinados exames, incluído nestes, o Anti HBs. O anticorpo produzido contra o
HBsAg está geralmente presente em pessoas que se recuperaram da hepatite B ou que foram vacinadas contra a
patologia. A enfermagem possui o papel de realizar a imunização dos pacientes, aprazando assim o esquema completo
dos novos, administrando as doses nestes e nos que necessitam de reforço. É utilizado como parâmetro para a
necessidade de um reforço no campo em estudo o Anti HBs em valor mínimo de 100 mg/dL. O referido trabalho tem como
objetivo atestar que o intervalo semestral para a avaliação deste exame expõe o paciente a uma janela imunológica
desnecessária e prejudicial à proteção que se almeja para o mesmo. Método: estudo de campo com análise quantitativa
comparativa dos resultados de Anti HBs realizados em Julho de 2012 e em Janeiro de 2013 em 10% da amostra de 253
pacientes em um centro de diálise na cidade de Floriano-PI. São critérios de inclusão: pacientes com resultados dos
exames atualizados no período em discussão, com esquemas de três doses completos realizado anteriormente e
regularmente. Resultados: após a análise, constatou-se que 90% dos pacientes da amostra tiveram queda nas taxas do
exame se comparados os resultados de Julho de 2012 e Janeiro de 2013. Conclusão: a periodicidade trimestral na
realização dos exames Anti HBS proporcionaria uma proteção maior ao paciente, como preconizava a Portaria n° 82/GM
de 03 de Janeiro de 2000. Deixando de expor o paciente ao risco gerado por esse intervalo. Descritores: nefrologia,
hemodiálise e imunização.
Palavras-chaves: NEFROLOGIA, HEMODIÁLISE, IMUNIZAÇÃO
1- - NEFROCLÍNICA LTDA
2- - NEFROCLÍNICA LTDA - m.luzinete@hotmail.com
3- - NEFROCLÍNICA LTDA - m.luzinete@hotmail.com
4- - NEFROCLÍNICA LTDA - m.luzinete@hotmail.com
5- - NEFROCLÍNICA LTDA - m.luzinete@hotmail.com
6- - NEFROCLÍNICA LTDA - m.luzinete@hotmail.com
6- - NEFROCLÍNICA LTDA - m.luzinete@hotmail.com
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CORDEL DO PACIENTE PORTADOR DE IRC
1ANA LÚCIA PINTO
Resumo 26
Este cordel representa um instrumento pedagógico para expressar o protagonismo do paciente com insuficiência renal
crônica. No meu exercício profissional e aproximação com os pacientes, na escuta de suas histórias de vida, na
observação do comportamento e suas atitudes perante a doença, o tratamento e a relação com outros pacientes, alguns
deles causam-me profunda admiração. A postura firme, vigorosa, bem-humorada é a demonstração de um protagonismo,
de um sujeito social que interfere, com bravura , numa realidade adversa, polarizada por limitações e sofrimento. Essa
postura revela, em certa medida, a apropriação do problema (doença/ tratamento), pelo paciente; confere, juntamente com
o direito constitucional à saúde, qualidade e anos de vida, ao mesmo. Percebo o valor e a importância da fala de um
paciente ao outro. Esta fala é carregada de força e estímulo, nada comparada a de um profissional, pois esta é desprovida
da vivência. Então, são tantas histórias interessantes, lições de vida que podem ser divulgadas, contadas...assim nasceu
a idéia do cordel.
Palavras-chaves: atitude, doença, paciente, saber, tratamento
1- - NEFRUZA
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DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM EM PACIENTES PORTADORES DE DOENÇA RENAL CRÔNICA EM
TRATAMENTO HEMODIALÍTICO
1FRANCISCO HENRIQUE ASSIS GADELHA , 1CLARISSA CORDEIRO DA ROCHA , 2CLARISSA
CORDEIRO DA ROCHA , 3CÉLIA MARIA MUNIZ DE MELO , 4SÉRGIO FERREIRA DA SILVA
Resumo 27
A Doença Renal Crônica consiste em lesão renal e perda progressiva e irreversível da função dos rins, constituindo em um
importante problema de saúde pública. As formas de terapêutica, além da medicamentosa e do rigoroso controle da dieta,
consistem em substituição funcional dos rins através das modalidades de diálise (hemodiálise e diálise peritoneal) e
transplante renal. No Brasil, a prevalência de pacientes mantidos em programa crônico de diálise mais que dobrou nos
últimos oito anos, tornando imprescindível a atuação multiprofissional para a melhor assistência aos acometidos por esse
agravo, destacando-se a figura do enfermeiro e da equipe de enfermagem primordiais no suporte terapêutico. Dentro desse
contexto, objetivou-se: realizar levantamento dos diagnósticos de enfermagem predominantes em pacientes portadores de
Insuficiência Renal Crônica que realizaram tratamento contínuo de hemodiálise em uma unidade de diálise de Campina
Grande-PB; categorizar os diagnósticos de enfermagem conforme as suas características definidoras; traçar um perfil
sócio-demográfico dos pacientes submetidos à terapêutica hemodialítica; pontuar as principais intercorrências que
acometem o paciente renal crônico durante as sessões de hemodiálise. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, do tipo
transversal e de caráter exploratório e descritivo. A coleta dos dados foi realizada em uma unidade de diálise no município
de Campina Grande-PB, entre os meses de abril e maio de 2011. Fizeram parte dessa pesquisa 26 pacientes portadores
de Insuficiência Renal Crônica em tratamento contínuo de hemodiálise com idade entre 18 e 75 anos, incluídos em terapia
contínua de hemodiálise. Com os resultados verificou-se que 68,5% eram homens, em sua maioria casados. Foram
identificados 27 diagnósticos de enfermagem, sendo os mais prevalentes: perfusão tissular prejudicada, retenção urinária,
risco para infecção, risco para integridade da pele prejudicada, risco para volume de líquidos desequilibrados e volume de
líquidos excessivos, todos com percentil 100%. O estudo proporcionou maior conhecimento da realidade dos pacientes,
contribuindo para uma possível implementação de enfermagem, tornando as ações mais eficazes para a solução dos
diagnósticos identificados.
Palavras-chaves: DOENÇA RENAL CRÔNICA, HEMODIÁLISE, DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM
1- - CENTRO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL
1- - CENTRO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL - fco_henrique01@hotmail.com
2- - CENTRO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL - fco_henrique01@hotmail.com
3- - SISTEMA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DE SAÚDE - fco_henrique01@hotmail.com
4- - CENTRO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL - fco_henrique01@hotmail.com
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QUALIDADE DE VIDA DO DOENTE RENAL CRÔNICO: Avaliando o estado geral, vitalidade e dor dos portadores a
partir do SF-36
1Rafaella Felix Serafim Veras , 2Iolanda Ferreira de Morais , 2Bianca Maria Fernandes Costa
Resumo 28
Introdução: A qualidade de vida (QV) de pacientes com doença renal crônica (DRC) é afetada pelas alterações
causadas pela doença crônica e tratamento exaustivo. Entender as características desta doença constitui um
processo extremamente complexo, com inúmeras implicações e repercussões de variadas ordens incluindo o
estado geral, vitalidade e dor. Sendo então necessário estimular tais pacientes a se adaptarem de maneira
positiva ao novo estilo de vida. Objetivo: Investigar a QV de pacientes com DRC em tratamento hemodialítico,
considerando as dimensões dor, vitalidade e estado geral de saúde a partir do formulário Short-Form Health
Survey (SF-36). Método: Estudo descritivo, quantitativo, transversal, realizado com 65 pacientes que realizavam
hemodiálise numa clínica satélite localizada em Olinda, PE, no período de julho de 2013. Para tal, foi utilizado
o formulário SF-36, na versão brasileira, que avalia a qualidade de vida do indivíduo. Os valores numéricos
obtidos foram agrupados em quartis (0-25; 26-50; 51-75; 76-100) indo do mais comprometido (ᴓ) ao sem
comprometimento (100). Resultados: A dor é avaliada através da sua presença nas últimas 4 semanas, além da
sua interferência no trabalho. Como resultado, 21 pacientes foram agrupados no quartil de menor
comprometimento e a menor parcela da amostra se enquadrou no quartil de 0 – 25 (8 pacientes). Os portadores
da DRC geralmente apresentam sinais e sintomas de deterioração músculo-esquelético o que pode ser fator
desencadeante da dor. A vitalidade está relacionada ao sentimento, vigor, energia, esgotamento e cansaço.
Percebeu-se que apesar de 42% estarem enquadrados nos quartis 0 – 25 e 26 – 50, uma parcela significativa se
encontrou nos quartis de 51 – 75 (38,4%) e 76 – 100 (20%). O estado geral de saúde é avaliado através da
percepção do individuo em relação a sua própria saúde no presente, comparando-a como os demais e o futuro
da sua saúde. Nesta, o quartil 26 – 50 e 51 – 75 obtiveram a maior parte das respostas com 25 e 26 pacientes
respectivamente e 12 indivíduos se enquadraram no quartil de menor comprometimento. Essa dimensão é
avaliada através da percepção do individuo em relação a sua própria saúde no presente, comparando-a como
os demais e o futuro da sua saúde. Conclusão: A qualidade de vida é um item que deve ser considerado pela
equipe de Saúde para que se possa prestar uma assistência condizente com os desejos e conflitos presente na
vida da clientela.
Palavras-chaves: Diálise renal, Insuficiência Renal Crônica, Qualidade de Vida
1- - SOS RENAL SERVICE
2- - SOS RENAL SERVICE - rafafsv@gmail.com
2- - SOS RENAL SERVICE - rafafsv@gmail.com
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DOENÇA RENAL CRONICA VERSUS QUALIDADE DE VIDA: AVALIANDO O ASPECTO EMOCIONAL, MENTAL E
SOCIAL
1iolanda Ferreira de morais , 2Rafaella Felix Serafim Veras , 3Bianca Maria Fernandes Costa
Resumo 29
Introdução: A doença renal crônica (DRC) impõe uma nova realidade de vida, repleta de limitações, pois, o
próprio tratamento produz incômodo e restrições, o que interfere diretamente nas relações consigo mesmo,
com os outros e com a vida. Os problemas mais comuns encontrados na população dialítica são: depressão,
demência, distúrbios relacionados com drogas e álcool, ansiedade e distúrbios psicóticos coexistentes.
Objetivo: Investigar a qualidade de vida de pacientes com doença renal crônica em tratamento de
hemodiálise, considerando os aspectos sociais, emocionais e a saúde mental do doente. Método: Estudo
descritivo, quantitativo, transversal, realizado com 65 pacientes que realizavam hemodiálise, numa clínica
satélite localizada em Olinda – PE, no período de julho de 2013. Para tal, foi utilizado o formulário Short-Form
Health Survey (SF-36), na versão brasileira. Os valores numéricos obtidos do formulário foram agrupados em
quartis (0-25; 26-50; 51-75; 76-100). Resultados: A dimensão social refere-se ao reflexo da condição da saúde
física ou problemas emocionais sobres às atividades sociais. Nesta, o quartil de melhor condição obteve como
resposta 29.2%, enquanto, que na pior condição com 17%. Com o início do tratamento dialítico, a vida social
dos pacientes se altera de tal forma que ficam limitados de viajar, reduze as visitas aos amigos, vizinhos, além
de sentirem inválidos e muitas vezes sem assunto a não ser falar de sua própria doença. Em relação aos
aspectos emocionais no desempenho das atividades cotidianas, o quartil da melhor e pior condição tiveram as
maiores respostas, com o número de 23% e 51% respectivamente. A DRC traz mudanças radicais no cotidiano,
pois agora há a obrigação da frequência nos centros de diálise; restrições hídricas e alimentares que o
individuo deve adotar, além das mudanças nas atividades de rotina, as quais incluem a jornada de trabalho
regular e a vida social. A saúde mental se enquadra no quartil de 76-100, representada por a maioria dos
pacientes 51%. Este domínio foi avaliado através do questionamento sobre o nervosismo, a depressão, a
tranquilidade, o abatimento e a felicidade presentes na amostra. Conclusão: Pacientes com DRC convivem
com perdas que vão muito além da função renal. Com a atuação da equipe multidisciplinar em saúde, pode-se
alcançar um bem estar físico e mental com recuperação da autonomia, nas atividades de trabalho e lazer
destes indivíduos.
Palavras-chaves: Diálise renal, Insuficiência Renal Crônica, Qualidade de Vida
1- - SOS RENAL SERVICE
2- - SOS RENAL SERVICE - iolandafmorais@hotmail.com
3- - SOS RENAL SERVICE - iolandafmorais@hotmail.com
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DOENÇA HEPÁTICA CRÔNICA POR VÍRUS DA HEPATITE B: RELATO DE CASO
1Alexciana Farias Batista , 2Elizama de Souza Oliveira , 3Carla Cristina Silva
Resumo 30
OBJETIVO: Relatar o caso de um paciente portador de Doença Hepática Crônica (DHC) e as complicações
apresentadas pelo mesmo, durante o período de internamento em um hospital da cidade de Recife. RELATO
DE CASO ANAMNESE E.B.S, sexo masculino, 31 anos, casado, procedente de Itapissuma/PE. Portador de DHC
por vírus da hepatite B. Admitido no serviço dia 27 de março de 2013, com queda do estado geral, astenia,
icterícia, febre, dor abdominal à descompressão após suspender por conta própria profilaxia para Peritonite
Bacteriana Espontânea (PBE), referia ainda hematoquezia intermitente há 2 meses, com piora há 15 dias.
Exame físico: Estado geral regular, consciente, orientado, eupneico, hidratado, acianótico, ictérico (+2/+4),
febril, normotenso, normosfígmico. Ausculta respiratória com murmúrios vesiculares presentes em ambos
hemitórax sem ruídos adventícios. Ausculta cardíaca com ritmo regular em 2 tempos, bulhas normofonéticas
sem sopros. Abdome globoso, doloroso à palpação difusa e à descompressão, piparote positivo. Hipótese
diagnóstica: Hepatite B; Cirrose hepática; PBE; Sangramento retal a esclarecer. Exames: ultrassonografia
abdominal e hemoculturas. Aguardando resultado para realização de paracentese diagnóstica. Após
internamento, solicitou-se colonoscopia sob sedação, onde foi diagnosticada fístula anal sangrante quando
então foi corrigida. Evoluiu em enfermaria com aumento de escórias nitrogenadas e oligúria, necessitando de
hemodiálise. Em 16 de abril, vinte um dias após ter sido internado, realizou transplante hepático com sucesso.
Uma semana após, apresentou bacteremia por Klebsiella pneumoniae resistente aos Carbapenêmicos (KPC),
sendo colocado em precaução de contato. Recebeu alta hospitalar no vigésimo quarto dia de pós-operatório,
passando a ser acompanhado ambulatorialmente. CONCLUSÃO Uma bacteremia pós-transplante pode levar
um paciente a óbito, além de aumentar o tempo de internamento e onerar os custos com a assistência. As
infecções relacionadas à assistência precisam ser evitadas, pois além de trazer maiores danos à saúde do
paciente, aumentam o risco de morte, e contribuem para a resistência aos antimicrobianos. Ressalta-se a
importância de maior conhecimento científico por parte da equipe de saúde em relação às patologias, a fim
de se prestar melhor assistência e garantir segurança ao paciente.
Palavras-chaves: Cirrose hepática, Bacteremia, Segurança do paciente
1- - Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira
2- - Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira - alexci_2007@hotmail.com
3- - Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira - alexci_2007@hotmail.com
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1Renata
SÍNDROME DE STEVEN JOHNSON OCASIONANDO INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA SECUNDÁRIA
Laís Gouveia Santos , 2Rodrigo Moraes Pereira Barbosa , 3Juliana Bion Oliveira , 4Renata
Regina de Lima , 5Natália Pereira da Silva , 6Bruno Henrique Ximenes Rodrigues , 6José Jairo
Teixeira da Silva
Resumo 31
Objetivo: Relatar um caso clínico de um paciente acometido por Insuficiência Renal Aguda secundária à
síndrome de Steven-Johnson. Relato de Caso: A Síndrome de Stevens-Johnson (SJJ) é uma doença causada
por uma reação alérgica grave, às vezes fatal, envolvendo erupção cutânea nas mucosas, podendo ocorrer
nos olhos, nariz, uretra, vagina e trato gastrointestinal. Esta síndrome pode acarretar diversas consequências
para o paciente, inclusive complicações renais como a nefropatia túbulo-intersticial, associada â elevação da
uréia e creatinina, hematúria microscópica, proteinúria, podendo mesmo evoluir para Insuficiência Renal
Aguda (IRA). V.G.S, 63 anos, sexo masculino, solteiro, caminhoneiro, alfabetizado, portador de hipertensão
arterial e diabetes mellitus. Foi admitido em um hospital escola no estado de Pernambuco onde relatava que
há 13 dias apresentava cefaleia, edema palpebral, secreção, ardor e hiperemia ocular, astenia, febre e
vômitos. Devido a este quadro fez uso de diclofenaco. No dia seguinte apresentou edema bi palpebral
importante, e edema doloroso de pés e mãos, lesões violáceas arredondadas em todo corpo principalmente
em face. Ao exame físico apresentou-se: consciente, orientado, hipertérmico (T: 38°C), eupnéico (com roncos
em base de ambos hemitórax com tosse produtiva), secreção ocular abundante e com queixas de dor nas
lesões bolhosas. Abdome: globoso, doloroso à palpação superficial em Hipocôndrio direito, sem
visceromegalia e eliminação vesical presente com hematúria. Além disso: Edema em MMII(+++/4). Aos exames
laboratoriais: anemia, uréia (246,9mg/dL) e creatinina (3,0mg/dL) extremamente elevadas. Diante deste quadro
clínico, o paciente foi diagnosticado com IRA secundária a SSJ, e submetido em seguida a hemodiálise 3
vezes por semana, e cada sessão com 4 horas. Conclusão: A SSJ é uma síndrome alérgica grave que põe em
risco a vida do paciente e compromete vários sistemas do organismo. Os profissionais devem estar atentos ao
envolvimento renal que pode evoluir para uma IRA e ao risco de infecção. Diante desta realidade o estudo
sobre tal patologia é imprescindível para o conhecimento do Enfermeiro sobre as condutas a serem tomadas,
bem como a elaboração de um plano de assistência de Enfermagem eficiente, visto que o paciente além de
imunocomprometido está com a proteção natural da pele fragilizada, e os cuidados deve ser tomados para sua
recuperação. Descritores: Insuficiência Renal. Hipersensibilidade. Síndrome.
Palavras-chaves: Insuficiência Renal, Hipersensibilidade, Síndrome
1- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA, UNIVERSIDADE FEDERAL
DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA
2- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA,
DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA - renatinhalais@hotmail.com
3- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA,
DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA - renatinhalais@hotmail.com
4- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA,
DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA - renatinhalais@hotmail.com
5- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA,
DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA - renatinhalais@hotmail.com
6- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA,
DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA - renatinhalais@hotmail.com
6- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA,
DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA - renatinhalais@hotmail.com
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CUIDADO AO ADOLESCENTE COM GLOMERULONEFRITE PÓS-ESTREPTOCÓCICA AGUDA (GNPE): APLICANDO O
PROCESSO DE ENFERMAGEM
1Renata Laís Gouveia Santos , 2Bruno Henrique Ximenes Rodrigues , 3Heverton Valentim Colaço da
Silva , 4Larissa Gabriela de Souza Gomes , 5Bárbara Catharina Julião de Lima , 5Juliana Bion
Oliveira , 6Rodrigo Moraes Pereira Barbosa
Resumo 32
Objetivo: relatar um caso clínico de uma criança com Glomerulonefrite Pós-Estreptocócica Aguda (GNPE) na
qual aplicado o Processo de Enfermagem. Relato do Caso: A GNPE consiste em complicação tardia nãosupurativa (autolimitante) de uma infecção estreptocócica caracterizada por processo inflamatório de origem
imunológica que acomete todos os glomérulos de ambos os rins. É representado pela tríade: hematúria +
edema + hipertensão. Paciente L.M.L, sexo masculino, 14 anos, pardo, internado em um hospital público
estadual e com antecedentes de várias tonsilites. Ao exame físico: hipocorado, taquipnéico (29 rpm),
hipertenso (140x90 mmHg), hipertérmico (T: 38°C), com edema em face e membros inferiores (+++/4). Além
disso, paciente apresentava oligúria, disúria, colúria e hematúria. Aos exames laboratoriais: hematúria,
albuminúria, piúria, bacteriúria, cetonúria, cilindrúria, níveis elevados de creatinina e uréia, procalcitonina
(PCT) elevada no sangue, anemia e teste sorológico de antiestreptolisina O (ASO) positivo. A partir disto, foi
confirmado a GNPE e em seguida aplicado o processo de enfermagem a este paciente seguindo as cincos
etapas cruciais (Levantamento de dados, diagnóstico, planejamento, implementação e avaliação). Os
principais Diagnósticos de enfermagem identificados foram: eliminação urinária prejudicada, volume de
líquidos excessivos, hipertermia, dor aguda e conhecimento deficiente. As principais intervenções de
enfermagem realizadas foram: controlar rigorosamente o equilíbrio hidroeletrolítico, avaliar continuamente a
função renal (débito urinário, valores laboratoriais), limitar a ingesta de líquidos ao volume prescrito, verificar
diariamente (peso, turgor cutâneo, edema, pressão arterial, pulso, respiração, temperatura), elevar membros
inferiores e cabeça para diminuir o edema, administrar medicação conforme prescrição médica (antihipertensivos, antibióticos, diuréticos, antitérmicos, analgésicos, etc), avaliar as queixas álgicas (local e
intensidade) e explicar a doença para o paciente e sua família. Conclusão: com a aplicação coerente do
processo de enfermagem foi alcançado a eliminação de todos os sinais e sintomas da GNPE no adolescente
em questão, ressaltando que quando executado com embasamento científico traz uma recuperação de cunho
progressivo pro paciente renal, favorecendo assim seu bem estar. Descritores: Glomerulonefrite. Adolescente.
Enfermagem.
Palavras-chaves: Glomerulonefrite, Adolescente, Enfermagem
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DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA
2- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA,
DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA - renatinhalais@hotmail.com
3- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA,
DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA - renatinhalais@hotmail.com
4- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO- CENTRO ACADÊMICO DE VITÓRIA,
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CLIENTE SUBMETIDO A TERAPIA HEMODIALÍTICA: PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES
1CLARISSA CORDEIRO DA ROCHA , 2FRANCISCO HENRIQUE ASSIS GADELHA , 3SÉRGIO
FERREIRA DA SILVA , 4CÉLIA MARIA MUNIZ DE MELO
Resumo 33
Introdução A Insuficiência Renal Crônica (IRC) é uma doença crônico-degenerativa caracterizada pela perda
progressiva da função renal, apresenta alto índice de morbimortalidade sendo considerada hoje um problema
de saúde pública. Objetivo Avaliar o perfil epidemiológico de clientes submetidos à terapia hemodialítica, em
uma instituição de saúde no município de Campina Grande – PB. Metodologia Como meio de instrumento de
coleta de dados foi utilizado formulário semi-estruturado, subsequentemente realizou-se o tratamento
estatístico dos dados coletados utilizando-se o software Microsoft Excel e Word para formulação de tabelas e
estruturação deste. Resultados constatou através dos resultados que a maioria da amostra eram do gênero
masculino 57%, com idades de 51 a 60 anos 35%, casados 53%, residentes fora do município de Campina
Grande 66%, com baixos níveis de escolaridade 40% com ensino fundamental incompleto e 29% sem
escolarização, e baixa renda 73% com renda de até 1 salário mínimo, as complicações mais comuns referidas
pelos clientes foram as câimbras 83% e os calafrios 67%, porém todas as complicações mencionadas nas
entrevistas tiveram peso estatístico relevante. Conclusão Tais dados reforçam a ideia principal de que a
Terapia Renal Substitutiva Hemodialítica requer observação contínua e exclusiva, principalmente pelos
profissionais de enfermagem, os quais estão sempre mais próximos do cliente em relação aos cuidados e
procedimentos realizados.
Palavras-chaves: DOENÇA RENAL CRÔNICA, HEMODIÁLISE, PERFIL EPIDEMIOLÓGICO
1- - CENTRO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL
2- - CENTRO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL - clarissacordeirocg@hotmail.com
3- - CENTRO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL - clarissacordeirocg@hotmail.com
4- - SISTEMA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DE SAÚDE - clarissacordeirocg@hotmail.com
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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE TRANSPLANTADO RENAL E ACOMETIDO POR TUBERCULOSE
PULMONAR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
1VANESSA KARLA DE ANDRADE SILVA , 2KARLA MARLY SOARES MARTINS , 3CLÁUDIA
ROBERTA VIEIRA DE LIMA , 4LARISSA CRISTINA CARNEIRO CAVALCANTI , 5DANIELA
KOZMHINSKY RAMALHO
Resumo 34
INTRODUÇÃO: A tuberculose(TB) é uma das mais importantes infecções oportunistas nos receptores de
transplante de órgãos sólidos (devido ao estado de imunossupressão) associada a uma elevada mortalidade
(entre 18 a 32%).Tais pacientes têm risco para a TB estimado em 20 a 74 vezes maior do que a população em
geral. Assim, este trabalho objetivou realizar um estudo clínico sobre um paciente transplantado renal e
acometido por tuberculose pulmonar. MÉTODO: Trata-se de um relato de experiência de um estudo de caso de
um paciente transplantado renal há 7 anos (doador não-vivo) e portador de tuberculose pulmonar, internado
na enfermaria de transplante de um hospital de grande porte do Recife-PE. As informações foram coletadas no
prontuário e através da avaliação clínica de enfermagem (anamnese e exame físico), no período de 09 a 17 de
julho de 2013. Após a coleta, os dados foram confrontados com os achados da literatura em livros e artigos
relacionados ao tema. RESULTADO: O transplante renal tornou-se o tratamento de escolha para a maioria dos
portadores de Insuficiência Renal Crônica, muitos optam por ele para evitar a diálise e pela vontade de ter
uma vida mais normal. Porém, durante a terapia imunossupressora o paciente apresenta-se mais suscetível às
infecções oportunistas. Neste grupo de doentes, a apresentação clínica da TB é muitas vezes atípica e o
envolvimento extra-pulmonar e a forma miliar ocorrem mais frequentemente. Os portadores de tuberculose
apresentam comprometimento no estado geral, febre baixa vespertina, sudorese noturna e emagrecimento.
Verificou-se que o paciente, no momento da internação, encontrava-se astênico, emagrecido, com febre,
inapetência, dor torácica e tosse produtiva, sintomas estes bastante característicos desta doença e suas
complicações e condizentes com a literatura pesquisada. CONCLUSÃO: A TB em pacientes transplantados
renais causa grave comprometimento do estado de saúde e exige assistência de enfermagem qualificada e
direcionada para as necessidades relacionadas tanto ao comprometimento imunológico quando as
complicações do processo de adoecimento. O profissional deve estar capacitado e atualizado, e transmitir
segurança e confiança na prestação dos cuidados. O aprofundamento na temática oportunizou uma melhor
aproximação com o caso e funcionou como ferramenta para vencer medos e inseguranças inerentes a
assistência ao paciente imunodeprimido.
Palavras-chaves: Imunossupressão, Insuficiência Renal Crônica, Transplante Renal, Tuberculose
1- - HOSPITAL DAS CLÍNICAS- UNIVERSIDADE FEDERAL
2- - HOSPITAL DAS CLÍNICAS- UNIVERSIDADE FEDERAL
3- - HOSPITAL DAS CLÍNICAS- UNIVERSIDADE FEDERAL
4- - HOSPITAL DAS CLÍNICAS- UNIVERSIDADE FEDERAL
DE
DE
DE
DE
5- - HOSPITAL DAS CLÍNICAS- UNIVERSIDADE FEDERAL DE
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PERNAMBUCO
PERNAMBUCO - nessita_k@hotmail.com
PERNAMBUCO - nessita_k@hotmail.com
PERNAMBUCO - nessita_k@hotmail.com
PERNAMBUCO - nessita_k@hotmail.com
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Perfil dos usuários em programa de hemodiálise em uma clinica satélite localizada Olinda – PE
1Bianca Maria Fernandes Costa , 2Rafaella Felix Serafim Veras , 2Iolanda Ferreira de Morais
Resumo 35
Introdução: A doença renal crônica (DRC) é caracterizada por uma perda progressiva e irreversível da função
dos rins, constituindo um sério problema de saúde pública. No Brasil, existe em torno de 97.586 pacientes com
a DRC em tratamento dialítico, segundo o senso de 2012 da Sociedade Brasileira de Nefrologia. Objetivo:
Caracterizar os aspectos sócio-demográfico, econômico e clínico de pacientes em tratamento hemodialítico.
Método: Estudo descritivo, quantitativo, transversal, realizado com 65 pacientes que realizavam hemodiálise
(HD) em uma clinica satélite, localizada em Olinda – PE, no período de julho de 2013. Para tal, foi utilizado um
questionário com perguntas objetivas sobre aspectos sócio-demográficos, econômico e clínico do paciente.
Resultados: Dos 65 pacientes pesquisados 41 eram do sexo masculino e 24 feminino. Quando a etnia, 35% são
pardos, 28% brancos e 18% negro. A faixa etária mais prevalente foi acima de 60 anos com 34% seguido com a
de 50-59 anos com 29%, retratando uma população de adulto-idoso. No tocante ao estado civil, 54% convive
com companheiro e filhos, 23% solteiros, 18% convive com companheiro, filhos e outros parentes e apenas 5%
vivem sozinho. Em relação aos anos de estudo, 37% da população foi enquadrada na categoria de 2 a 8 anos
de estudo, 10% com nenhum ou apenas 1 ano de estudo, totalizando 47% dos paciente na faixa de analfabetos
a 1° grau completo. Quando questionados sobre a renda familiar, 18% informaram obter apenas 1 salário
mínimo como renda mensal, 48% recebiam de 1 a 3 salários mínimos e 16% mais de 5 salários mínimos.
Considerando as co-morbidades mais comuns na DRC, verificou-se que 58% da amostra era hipertensa, 12% era
diabética, 12% da amostra era portadora de hipertensão e diabetes associadas, além de 38% outras causas
para o diagnóstico da DRC (Glomerulopatias, Lupos Eritematoso Sistêmico e medicamentosa). Em relação ao
acesso para a realização da HD, a Fístula Arteriovenosa apresenta a maior porcentagem, presente em 83% dos
casos. A respeito do tempo de hemodiálise, 54% dos pacientes realizam o tratamento há mais de 4 anos, 34%
de 1 a 3 anos e 12% de 3 meses a 11 meses. Conclusão: Os resultados obtidos possibilitaram um melhor
conhecimento da clientela atendida no serviço em estudo, permitindo um planejamento da assistência através
da prevenção de comorbidades, promoção do autocuidado e educação em saúde.
Palavras-chaves: Diálise renal, Insuficiência Renal Crônica, Perfil de saúde
1- - SOS RENAL SERVICE
2- - SOS RENAL SERVICE - biancamaria.costa@hotmail.com
2- - SOS RENAL SERVICE - biancamaria.costa@hotmail.com
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1Thaisa
Insuficiência Renal Crônica e Depressão: Uma revisão de literatura
, 2Catiúscia Rebecca Santos de Lira , 3Flávia da Costa Rodrigues de
Remigio Figueiredo
Lima , 4Liane Lopes de Souza , 5Simone Maria Muniz da Silva Bezerra , 6Marcos Aurélio
Vasconcelos Lima Junior
Resumo 36
Introdução: A Insuficiência Renal Crônica (IRC) traz consigo uma série de questões que marcam a vida do
indivíduo, a partir do diagnóstico, sendo comuns as manifestações psíquicas que acarretam alterações na
interação social e desequilíbrios psicológicos. Objetivo: O presente artigo tem como objetivo chamar atenção
para a relação real entre depressão e IRC, trazendo informações relevantes existentes nas literaturas mais
atuais. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura que consiste em uma forma de pesquisa que utiliza
como fonte de dados a literatura sobre determinado tema. Foram utilizados os artigos científicos publicados
entre os anos de 2002 e 2012, nas bases de dados LILACS e SCIELO, utilizando-se como descritores de saúde:
Depressão, Insuficiência Renal Crônica e Diálise Renal. Resultados: A depressão é a complicação mais comum
nos pacientes em diálise, e geralmente significa uma resposta a alguma perda real, ameaçada ou imaginada.
Além de ser um problema freqüente, pode ser considerado como o mais importante devido ao risco de
desobediência à diálise e/ou ao esquema medicamentoso e ao risco de suicídio. Conclusão: A saúde mental
tem se mostrado cada vez mais como um fator relevante na otimização do tratamento de portadores de IRC,
sendo importantes as intervenções psicossociais e médicas específicas, especialmente no que diz respeito a
avaliação e tratamento de depressão , no sentido de melhorar a sensação de bem-estar destes pacientes.
Palavras-chaves: Depressão, Insuficiência Renal Crônica, Diálise Renal
1- - Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco
2- - Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco
3- - Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco
4- - Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco
Profº LuizTavares
Profº LuizTavares - THAREMIGIO@GMAIL.COM
Profº LuizTavares - THAREMIGIO@GMAIL.COM
Profº LuizTavares - THAREMIGIO@GMAIL.COM
5- - Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco Profº LuizTavares - THAREMIGIO@GMAIL.COM
6- - Instituto Brasileiro de Pós-Graduação e Extensão - THAREMIGIO@GMAIL.COM
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AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES RENAIS CRÔNICOS EM TRATAMENTO HEMODIALÍTICO
1Catarina da Costa Silva , 2Luciana Borges Albuquerque
Resumo 37
INTRODUÇÃO: A doença renal crônica é considerada como um grave problema de saúde pública. O tratamento
hemodialítico impõe aos pacientes renais crônicos dependência e limitações que interferem diretamente na
qualidade de vida. OBJETIVO: Avaliar a qualidade de vida dos pacientes renais crônicos em tratamento
hemodialítico. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo descritivo exploratório com abordagem quantitativa,
realizado em uma clínica de hemodiálise conveniada ao SUS na cidade do Recife – PE, com a participação de
126 pacientes renais crônicos em tratamento hemodialítico. Os dados foram coletados sob a forma de
entrevista, no período de agosto a novembro de 2012, por meio do Questionário Genérico de Qualidade de
Vida SF-36. RESULTADOS: Dos 126 pacientes, 65% eram do sexo masculino, 42,8% com idade entre 45 e 59
anos, 65% casados, 37,3% possuíam o 1º grau completo, 44,4% encontravam-se aposentados por invalidez,
82,5% com renda familiar de 1 a 3 salários mínimos e 68,2% tinham moradia própria. Dos entrevistados, 40%
encontravam-se em tratamento hemodialítico por mais de cinco anos, 87,3% utilizavam fístulas arteriovenosa
para conexão com o circuito de hemodiálise. O escore de qualidade de vida teve os seguintes resultados
conforme os domínios: limitações por aspectos físicos: média 13,2 (variação 0-100); estado geral de saúde:
média 37,4 (variação 5-92,5); capacidade funcional: média 63,1 (variação 0-100); limitações por aspectos
emocionais: média 53,9 (variação 0-100); vitalidade: média 60,0 (variação 10-100); dor: média 72,2 (variação 10100); saúde mental: média 67,9 (variação 8-100); aspectos sociais: média 69,9 (variação 0-100). CONCLUSÃO: Os
pacientes renais crônicos em tratamento hemodialítico apresentaram valores reduzidos nos escores de
qualidade de vida, principalmente nos domínios limitações por aspectos físicos e aspectos emocionais.
Palavras-chave: Doença Renal Crônica. Hemodiálise. Qualidade de vida.
Palavras-chaves: Doença Renal Crônica, Hemodiálise, Qualidade de vida
1- - Faculdade de Ciências Humanas de Olinda
2- - Faculdade de Ciências Humanas de Olinda - catarinacosta90@hotmail.com
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ANÁLISE DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À CLIENTES RECEPTORES DE TRANSPLANTE RENAL
1JUSCELIO PIMENTEL DA SILVA , 2ISABELLY CAVALCANTI BARBOZA , 3WYLNA HEDDY
MORAES REGO LIMA
Resumo 38
Palavras-chaves: Enfermagem, Transplante Renal, Sistematização da Assistência de Enferma
1- - Hospital Memorial Guararapes
2- - Hospital Memorial Guararapes - JIBANET@HOTMAIL.COM
3- - Hospital Memorial Guararapes - JIBANET@HOTMAIL.COM
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CONDIÇÕES DE SAÚDE DOS PACIENTES RENAIS CRÔNICOS EM HEMODIÁLISE
1Catarina , 2Luciana Borges Albuquerque
Resumo 39
INTRODUÇÃO: O doente renal crônico vivencia uma brusca mudança no seu cotidiano, reflexo das limitações
impostas pelo tratamento. A alta dependência das máquinas de hemodiálise associada às comorbidades
tendem a interferir nos aspectos sociais, clínicos e psíquicos desses indivíduos. OBJETIVO: Analisar as
condições de saúde dos pacientes renais crônicos em hemodiálise. METODOLOGIA: Trata-se de uma pesquisa
descritiva exploratória de abordagem quantitativa realizada em uma clínica de hemodiálise conveniada ao
SUS na cidade do Recife – PE, com a participação de 126 pacientes renais crônicos em tratamento
hemodialítico. Os dados foram coletados durante as sessões de hemodiálise, no período de agosto a novembro
de 2012, por meio de questionário estruturado. Posteriormente, os dados foram tabulados e analisados à luz da
literatura científica. Ressalta-se que o protocolo de pesquisa foi aprovado pelo CEP-HAM (CAAE –
05289312.5.0000.5197). RESULTADOS: Dos 126 pacientes entrevistados 65% eram do sexo masculino, 42,8% com
idade entre 45 e 59 anos, 65% eram casados, 37,3% haviam cursado até o 1º grau completo, 44,4%
encontravam-se aposentados por invalidez, 82,5% com renda familiar de 1 a 3 salários mínimos, 68,2% com
moradia própria e 63,4% contribuíam parcialmente para o sustento familiar. Dos entrevistados, 40%
encontravam-se na terapia dialítica por mais de cinco anos, 87,3% utilizavam fístulas arteriovenosa como tipo
de acesso hemodialítico. As principais causas da Insuficiência Renal Crônica foram 43% hipertensão, 40%
glomerulopatias, 21% hipertensão e diabetes, 12% diabetes e 10% outras causas. Quanto as variáveis clínicas,
73% consideravam sua saúde boa e 42,8% achavam que sua saúde permanecia praticamente a mesma
comparada com um ano atrás. No que diz respeito às atividades que desenvolvem atualmente, 89,6%
afirmaram realizar o autocuidado, atividades produtivas e atividades de lazer, 92% relataram não possuir
nenhuma outra limitação de saúde e 70,6% referiram sentir falta de desenvolver alguma atividade da qual hoje
não se sentem aptos a realizar. CONCLUSÃO: O paciente renal crônico se depara com um misto de
sentimentos negativo após o impacto do diagnóstico da doença. A sequência de mudanças ocorridas em seu
cotidiano, devido às limitações impostas pelo tratamento, tende a afetar as condições de saúde. Palavraschave: Doença Renal. Hemodiálise. Nível de saúde.
Palavras-chaves: Doença Renal, Hemodiálise, Nível de saúde
1- - Faculdade de Ciências Humanas de Olinda
2- - Faculdade de Ciências Humanas de Olinda - catarinacosta90@hotmail.com
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DIÁLISE PERITONEAL ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DE LITERATURA
1Erica Priscila Barcelos dos Santos , 2Maria Betânia Araújo de Souza , 3Natalinne Ellen de Lira ,
4Roberta
Correia de Menezes
Resumo 40
INTRODUÇÃO: A diálise peritoneal e considerado o tratamento de escolha para os pacientes com insuficiência
renal que não capazes ou não deseja submeter-se a hemodiálise. Os pacientes que são susceptíveis as
alterações hídricas, eletrolíticas e metabólicas rápidas que acontecem durante a hemodiálise experimentam
mesmo problemas desse tipo com a menor velocidade da diálise peritoneal. OBJETIVO: Identificar a partir das
publicações cientificas as recomendações para o cuidado de enfermagem ao cliente em diálise peritoneal.
METODOLOGIA: Trata se de um estudo descritivo, exploratório e focado em revisão sistemática de literatura,
para tanto utilizou se como enfoque metodológico a revisão literária de artigos científicos da Biblioteca Virtual
em Saúde (BVS) e da Scientific Eletronic Librany Oline (SCIELO), onde foram encontrados quinze artigos dos
quais dez foram utilizados após leitura critica e adequação ao objetivo do estudo, e cinco foram excluídos por
tratarem de artigos estrangeiros. Critérios de inclusão: artigos publicados em português, com os resumos
disponíveis nas bases de dados selecionadas, no período compreendido entre 2005 e 2012. RESULTADOS E
DISCUSSÃO: O enfermeiro é o principal coadjuvante em uma unidade de diálise peritoneal pois é
responsabilidade deste profissional, formular e executar condutas educativas e assistências que visem o maior
qualidade de vida para estes pacientes. De acordo com artigos a opção pelo método dialítico deve ser uma
decisão conjunta de paciente e família com a equipe de nefrologia, respeitando os critérios de exclusão em
função dessas características e necessidades individuais do paciente. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A
sistematização da assistência torna se mais detalhada podendo um enfermeiro identificar com mais facilidade
as complicações geradas pelos métodos dialíticos, garantindo uma solução mais ágio e eficiente. A
responsabilidade dês profissionais e indispensáveis, visto que, o foco principal e em uma diálise de qualidade
que de condições da manutenção da vida do cliente renal.
Palavras-chaves: Diálise peritoneal, Assistência de enfermagem, Educação em saúde
1- - Universidade de Pernambuco
2- - Universidade de Pernambuco - ERICAPRISCILA_@HOTMAIL.COM
3- - Universidade de Pernambuco - ERICAPRISCILA_@HOTMAIL.COM
4- - Universidade de Pernambuco - ERICAPRISCILA_@HOTMAIL.COM
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DOENÇA RENAL CRÔNICA: UM DESAFIO PARA A ÁREA TÉCNICA DA SAÚDE DA MULHER
1Jozivalda Venancio Caitano dos Santos , 2Genir Isidorio da Silva
Resumo 41
INTRODUÇÃO: a gestação em pacientes com insuficiência renal crônica (IRC) e em terapia dialítica constitui
uma situação desafiadora para a área técnica da saúde da mulher. Durante o período gestacional ocorrem
várias modificações hemodinâmicas, hormonais e da função renal. A insuficiência renal aguda ou crônica,
impõe à gestação alto risco materno e fetal, reforçando a necessidade de adequado controle pré-natal.
OBJETIVO: conscientizar os profissional de saúde a oferecer assistência integral a gestante portadora da IRC,
dentro de um trabalho realizado por equipe multidisciplinar. METODOLOGIA: trata-se de uma revisão
sistemática de literatura. RESULTADOS: a ocorrência da gestação em mulheres em terapia dialítica é arriscada
para binômio materno-fetal, podendo alterar o prognóstico da paciente e sua rotina de tratamento. O
acompanhamento pré-natal, o parto e o atendimento neonatal devem ser realizados em centro de assistência
terciaria, a via de parto deve obedecer a indicação obstétrica e o aleitamento materno é contra-indicado
quando houver utilização de drogas imunossupressoras. As mulheres em tratamento dialítico por IRC
apresentam frequentemente infertilidade, isso ocorre devido sua função endócrina, contudo, há uma elevação
das possibilidades de concepção após o transplante. CONCLUSÃO: as mulheres portadoras da IRC raramente
ovulam, por isso não é infreqüente a ocorrência de gestação em mulheres em tratamento dialítico, contudo os
progressos obtidos nas técnicas dos transplantes possibilitam cada vez mais a ocorrência do binômio
transplante renal e gravidez.
Palavras-chaves: Doença Renal, Saúde da Mulher, Pré-Natal
1- - Hospital das Clinicas
2- - Agencia de Cursos/ Faculdade Metropolitana de Ciencias e Tecnologia - frank.jo1985@hotmail.com
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O CUIDADO DE ENFERMAGEM COM CRIANÇAS ENURÉTICAS E SEUS FAMILIARES: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA
1Genir Isidorio da Silva Santana , 2Jozivalda Venancio Caitano dos Santos
Resumo 42
INTRODUÇÃO: a enurese noturna vem sendo discutida por diversos estudiosos e ainda não há um consenso
sobre sua etiologia e tratamento. Embora não considerada uma doença grave, necessita de atenção especial
da equipe multiprofissional, pois é um importante problema social e uma das mais comuns e enfadas
condições infantis. OBJETIVO: Realizar revisão sobre o papel do enfermeiro no cuidado com crianças
enuréticas e seus familiares. METODOLOGIA: trata-se de uma revisão sistemática. RESULTADOS: a enurese
noturna está ligada a diversos fatores tais como: hereditários, fisiopatológicos e psicossociais. Seja
monossintomática (quando a criança nunca estabeleceu um controle urinário à noite) ou polissintomática
(quando surge após um longo período de controle) pode ser diagnosticada inicialmente através da consulta de
enfermagem por meio do mapa miccional e iniciado o tratamento que na maioria das vezes é eficaz, mas esse
é longo e difícil gerando aflição para as crianças e seus responsáveis, causando aos enuréticos problemas
psicossociais manifestados pela culpa gerada em sua maioria pela não aceitação da enurese pelo adulto.
Nesse contexto o enfermeiro desenvolve um importante papel, pois é agente capacitado a prestar assistência
diferenciada e é elemento articulador no processo de orientação e combate à violência que decore do
despreparo dos cuidadores. CONCLUSÃO: a enurese noturna é comum em muitas crianças, mas a maioria dos
familiares têm dificuldades para compreender essa condição. A atuação do enfermeiro é extremamente
relevante para o diagnóstico precoce da enurese, seu tratamento, através de terapias comportamentais,
aconselhamento e apoio aos pacientes e familiares, garantindo um acompanhamento individual e
especializado, e, quando necessário, referenciá-los para o especialista.
Palavras-chaves: Cuidado de enfermagem, Enurese Noturna, Criança
1- - Agencia de Cursos/Faculdade Metropolitana de Ciencias e Tecnologias
2- - Agencia de Cursos/Faculdade Metropolitana de Ciencias e Tecnologias, Agencia de Cursos/Faculdade
Metropolitana de Ciencias e Tecnologias - genir.isidorio@gmail.com
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MEDIDAS UTILIZADAS PARA PREVENIR A INFECÇÃO DE CATETER DE HEMODIÁLISE: UMA REVISÃO
INTEGRATIVA
1TATIANE BARBOSA SOARES SILVA , 2Maria Luiza Francisca Honorato , 3Angela Maria Leal de
Moraes Vieira , 4Emanuela de Oliveira Silva
Resumo 43
INTRODUÇÃO: pacientes submetidos a hemodiálise possuem várias complicações, sendo as infecções
responsáveis pelo maior índice de mortalidade durante o tratamento. As infecções relacionadas ao acesso
vascular incluem as infecções do local de inserção do cateter e as infecções de corrente sanguínea, sendo o
Staphylococcus coagulase negativo, microrganismo encontrado em 27% dos casos. OBJETIVOS: Investigar na
literatura as medidas mais eficazes na prevenção de infecção em pacientes com cateter de hemodiálise.
MÉTODOS: trata-se de revisão integrativa com busca na literatura científica publicada de 1997 a 2011 nas bases
de dados do sítio Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em
Ciências da Saúde), MEDLINE (National Library of Medicine, Estados Unidos), IBECS (Índice Bibliográfico
Español en Ciencias de la Salud) e SciELO (Scientific Electronic Library Online), cumprindo as seguintes
etapas: estabelecimento da questão norteadora e objetivos da revisão; estabelecimento de critérios de
inclusão e exclusão de artigos (seleção da amostra); definição das informações a serem extraídas dos artigos
selecionados; análise dos resultados; apresentação e discussão dos resultados; e, por último, apresentação da
revisão. Foram incluídos artigos que estavam disponíveis eletronicamente, completos, publicados em
português, espanhol e inglês, com abordagem qualitativa e quantitativa, publicações nacionais e
internacionais. RESULTADOS: a amostra final consistiu em 13 artigos, os quais demonstraram estudos que
aplicaram e avaliaram medidas preventivas de infecção de cateter de hemodiálise. CONCLUSÃO: as medidas
preventivas utilizadas pela equipe multidisciplinar são de extrema importância na prevenção de infecção
relacionada ao cateter de hemodiálise, necessitando de capacitação específica na técnica asséptica durante
manuseio, conscientização e qualificação dos profissionais. Se faz ainda necessário maior número de
pesquisa referente ao tema.
Palavras-chaves: Hemodiálise, Infecções, Prevenção, Cateter Central
1- - Centro de Formação, Aperfeiçoamento Profissional e Pesquisa, Faculdade São Miguel
2- - Centro de Formação, Aperfeiçoamento Profissional e Pesquisa, Faculdade São Miguel -
tatisoares22@yahoo.com.br
3- - Faculdade São Miguel - tatisoares22@yahoo.com.br
4- - Centro de Formação, Aperfeiçoamento Profissional e Pesquisa - tatisoares22@yahoo.com.br
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AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DO DOENTE RENAL CRÔNICO: CAPACIDADE FUNCIONAL E LIMITAÇÃO
FISICA
1Bianca Maria Fernandes Costa , 1Rafaella Felix Serafim Veras , 1Iolanda Ferreira de Morais
Resumo 44
Introdução: O indivíduo com Insuficiência Renal Crônica (IRC) em programa de hemodiálise (HD) é conduzido a
conviver diariamente com uma doença incurável que o obriga a realizar um tratamento doloroso, de longa
duração. Esta patologia provoca ainda, limitações e alterações de grande impacto, que repercute tanto na sua
própria Qualidade de Vida (QV) quanto na do grupo familiar. Objetivo: Investigar a QV de pacientes com
doença renal crônica em tratamento de hemodiálise, no tocante a capacidade funcional e limitações dos
aspectos físicos, a partir do formulário Short-Form Health Survey (SF-36). Método: Estudo descritivo,
quantitativo, transversal, realizado com 65 pacientes que realizavam HD em uma clínica satélite localizada em
Olinda- PE, no período de julho de 2013. Para tal, foi utilizado o formulário SF36, na versão brasileira que
avalia a QV do indivíduo. Os valores numéricos obtidos do formulário foram agrupados em quartis (0-25; 26-50;
51-75; 76-100) indo do mais comprometido (zero=0) ao sem comprometimento (100). Resultados: Em relação à
capacidade funcional, os maiores valores foram encontrados no quartil que engloba as piores condições de
saúde (0-25), representando um total de 20 dos 65 pacientes, 30,76%. A capacidade funcional é avaliada através
das atividades diárias, tais como tomar banho, vestir-se, levantar objetos, varrer a casa e subir escadas. No que
diz respeito às limitações por aspectos físicos no desempenho das atividades cotidianas e de trabalho, o quartil
(0-25) também a maioria das respostas com o número de 40 pacientes, representando 61,53%. O domínio
limitações por aspectos físicos é avaliado por questionamentos a respeito do desempenho das atividades
cotidianas e de trabalho. Indivíduos com IRC realizando a HD freqüentemente apresenta um baixo nível de
aptidão física, conseqüentemente de sua capacidade funcional, apresentando uma grande redução na
resistência aeróbia, na força muscular e uma menor mobilidade. Além disso tais indivíduos costumam conviver
com co-morbidades como: anemia, cardiopatias, hipertensão, fadiga, neuropatia urêmica, dores em membros
inferiores e depressão. Conclusão: Este estudo favorece que o enfermeiro e a equipe multidisciplinar, subsidiar
o planejamento da assistência de enfermagem, para que possa vir a proporcionar a essa clientela um estímulo
em suas capacidades e a uma melhor adaptação ao novo estilo de vida.
Palavras-chaves: Diálise renal, Insuficiência Renal Crônica, Qualidade de Vida
1- - SOS RENAL SERVICE
1- - SOS RENAL SERVICE - biancamaria.costa@hotmail.com
1- - SOS RENAL SERVICE - biancamaria.costa@hotmail.com
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VALIDAÇÃO DE INTRUMENTO PARA CONSULTA DE ENFERMAGEM A PORTADORES DE DOENÇA RENAL
CRÔNICA
1Rafaella Felix Serafim Veras , 1Renata Beltrão Lopes da Silva , 1Ednaldo Cavalcante de Araújo ,
1Christielle
Lidianne Alencar Marinho
Resumo 45
INTRODUÇÃO: a consulta de Enfermagem é uma estratégia utilizada pelo enfermeiro com a finalidade de
auxiliá-lo frente ao seu desempenho na prática. O uso do processo de Enfermagem é relevante, pois permeia
o pensar e o fazer na busca incessante de um cuidado de qualidade. OBJETIVO: Validar um instrumento de
Sistematização assistência de Enfermagem para portadores de Doença renal crônico (DRC) em
acompanhamento ambulatorial. METODOLOGIA: Estudo descritivo, com base no modelo da teoria das
Necessidades humanas básicas. Foi elaborado um instrumento para subsidiar a Consulta de Enfermagem a
pacientes atendidos no ambulatório de nefrologia de um hospital de referencia em doença renal localizado
em Recife – PE. Porteriormente, foi realizada a validação de seu conteúdo junto a 10 juízes, entre eles,
enfermeiros e médicos envolvidos no atendimento aos doentes renais crônicos. Para facilitar a avaliação por
parte dos juízes, foi elaborado um questionário, com perguntas curtas, objetivas e de fácil compreensão, as
quais abordaram aspectos observados pelos colaboradores, tais como: relevância e originalidade, viabilidade
técnica de realização da consulta, adequação do instrumento para as Consultas de Enfermagem com o DRC,
participação do paciente nas etapas da consulta, viabilidade para realização da consulta em uma hora de
atendimento, clareza nos termos, expressões e siglas utilizadas e distribuição sequencial dos temas.
RESULTADOS: Todos os juízes concordaram que o instrumento levava a participação do paciente nas etapas
da consulta; 80% afirmaram que a ferramenta é relevante, original, adequada ao doente renal crônico e com
temas bem distribuídos; 70% alegaram que trata-se de um instrumento com viabilidade técnica de realização
da consulta apresentando clareza nas expressões e siglas utilizadas; enquanto 60% ressaltaram que há
viabilidade para implementação do questionário no momento da consulta de enfermagem. CONCLUSÃO:
Espera-se que com a implementação do instrumento de consulta proposto, seja possível para o enfermeiro e
sua equipe comprovar a qualidade, a quantidade dos serviços prestados e garantir a assistência qualificada,
atendendo de melhor forma as necessidades que o cliente apresenta.
Palavras-chaves: Estudos de validação, Insuficiência Renal Crônica, Processos de Enfermagem
1- - Hospital Barão de Lucena
1- - Hospital Barão de Lucena - rafafsv@gmail.com
1- - Hospital Barão de Lucena - rafafsv@gmail.com
1- - Hospital Barão de Lucena - rafafsv@gmail.com
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QUALIDADE DE VIDA DE INDIVÍDUOS COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM TRATAMENTO HEMODIALÍTICO:
REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA
1Dayane Vianna Pereira , 2Marianne Amorim de Moraes Figueirôa
Resumo 46
Introdução: A Insuficiência Renal Crônica é uma síndrome caracterizada por uma deterioração abrupta da
função renal, resultando no acumulo de produtos metabólicos, líquidos e eletrólitos, geralmente acompanhado
por declínio marcante do débito urinário. Por se tratar de uma doença com tratamento difícil e contínuo a
doença renal crônica dialítica está entre as que geram maiores impactos na qualidade de vida do paciente.
Objetivo: Realizar um levantamento bibliográfico sistematizado sobre a qualidade de vida de pacientes com
Insuficiência Renal Crônica em tratamento hemodialítico. Metodologia Trata-se de uma revisão sistemática da
literatura. Para isso, foram selecionados 33 artigos nacionais publicados no período de 2000 a 2012 nas bases
eletrônicas National Library of Medine e Scientifc Eletronic Library Online. Resultados e Discussão: Destaca-se
entre os principias resultados que a qualidade de vida das pessoas com Insuficiência Renal Crônica sofre
influencias de fatores físicos, biológicos, psicológicos, sociais e culturais. A vida destes pacientes está
associada na dependência de uma máquina e, portanto, o seu cotidiano passa a ser controlado em função das
restrições impostas pela patologia, além do que, a dependência continua do tratamento paliativo de diálise
interfere no trabalho, nos estudos, na renda, nas atividades sociais, no relacionamento com a família e na
auto-estima. Identifica-se a necessidade do estabelecimento do diálogo entre os profissionais de saúde como
os pacientes, ultrapassando o formalismo técnico habitual de fornecer informações, frias de difícil
compreensão. Observa-se que apoio recebido dos profissionais de saúde e da família possui um papel
importante e determinante na avaliação que as pessoas fazem de sua qualidade de vida. Conclusão:
Evidencia-se que o profissional de saúde em especial o enfermeiro deve atuar de forma que possa estimular o
paciente com Insuficiência Renal Crônica em tratamento hemodialítico a e nvolver-se em ações educativas,
para que esses descubram maneiras de viver dentro dos seus limites, de forma que não seja contraria ao seu
estilo de vida e que consigam conviver com a doença e como o tratamento hemodialítico. Entende-se para que
os pacientes assumam os cuidados e controle do esquema terapêutico, torna-se necessário identificar as suas
necessidades, auxiliando-os a se sentirem responsáveis e capazes de cuidarem de si mesmos.
Palavras-chaves: Insuficiência Renal Crônica, Hemodiálise, Qualidade de Vida
1- - Universidade Salgado de Oliveira
2- - FACULDADE PERNAMBUCANA DE SAÚDE - dayane_itajai2007_@hotmail.com
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INFECÇÕES EM CATETERES PARA HEMODIÁLISE: REVISÃO SISTEMÁTICA
1Dayane Vianna Pereira , 2Marianne Amorim de Moraes Figueirôa
Resumo 47
Introdução: As complicações infecciosas em pacientes com Insuficiência Renal Crônica submetido ao
tratamento hemodialítico representam desafios importantes para os profissionais da saúde. A variabilidade de
fatores de risco que predispõem as estas complicações têm sido, frequentemente investigada na literatura
científica. O profissional que manipula o cateter precisa ter total domínio dos fatores de risco e prevenção de
infecções do cateter, introduzindo o doente nesse processo. Para que isto ocorre faz-se necessário a utilização
da educação em saúde Objetivo: o presente estudo teve como objetivo revisar na literatura sobre infecções em
pacientes submetidos a procedimentos hemodialíticos. Metodologia: Nesta revisão, buscaram-se artigos
indexados nas bases eletrônicas National Library of Medine e Scientifc Eletronic Library Online, publicados na
língua portuguesa entre o ano de 2000 a 2012. A revisão foi restrita aos artigos publicados relacionando a
infecções em cateteres venosos em pacientes submetidos a tratamento hemodialítico. Os descritores utilizados
foram: “cateter venoso central”, “hemodiálise” e “Infecção Hospitalar” sendo utilizados 30 artigos para análise
nesta revisão. Resultados: Em relação aos principais fatores de risco os que mais se destacaram entre os
estudos selecionados foram: o baixo nível sérico de creatinina, inunocomprometimento, número de sessões de
hemodiálise e o tempo de permanência do cateter. Dentre os micro-organismos responsáveis pela infecção da
corrente sanguínea nos pacientes em hemodiálise, o Staphylococcus aureus é o mais importante. Evidencia-se
que os pacientes submetidos à hemodiálise em centros especializados, têm apresentado maiores incidências
de infecção relacionadas ao acesso vascular em cateteres temporários, seguido de cateteres tunelizados,
enxertos e fístulas. Conclusão: Entende-se que a redução das infecções relacionadas aos cateteres de
hemodiálise só se tornara possível quando um conjunto de medidas de prevenção forem aplicadas
adequadamente, desde a escolha do local de inserção, antissepsia do local, paramentação da equipe de
saúde envolvida, vigilância das infecções, cuidados na manutenção do cateter, bem como a utilização de
novas tecnologias. Considerando que diversos profissionais da saúde estão envolvidos desde a inserção do
cateter, manutenção e retirada do mesmo, toda a equipe deve ser orientada constantemente sobre a
importância da qualidade da assistência na prevenção de infecções.
Palavras-chaves: Cateter Venoso Central, Hemodiálise, Infecção Hospitalar
1- - Universidade Salgado de Oliveira
2- - FACULDADE PERNAMBUCANA DE SAÚDE - dayane_itajai2007_@hotmail.com
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PREVENÇÃO DA LESÃO RENAL: análise da atuação dos enfermeiros na Estratégia Saúde da Família (ESF) com
pacientes hipertensos e diabéticos, no município de Laranjal do Jari-AP.
1andrea dos santos godinho
Resumo 48
RESUMO Estudo com abordagem quantitativa de cunho exploratório-descritivo junto aos profissionais
enfermeiros inseridos na Estratégia Saúde da Família, no município de Laranjal do Jarí – Amapá, no decorrer
do ano de 2011. Com o objetivo de analisar a atuação destes profissionais junto aos pacientes hipertensos e
diabéticos, por eles atendidos na atenção básica, trazendo ao seu foco principal a discussão das aptidões dos
enfermeiros da ESF na sua atuação com este tipo de paciente para a prevenção da Lesão Renal. Concluiu-se
que os profissionais, ou seja, 77,7% dos enfermeiros realizam as orientações para os pacientes, porém, de
forma ampla, ou seja, falando de um modo geral sobre outros temas, e por vezes, acabam citando a
prevenção da lesão renal, sem dar uma atenção mais específica a esta questão, isto se deve a falta de cursos
de capacitação nesta área de atuação, além da falta de estrutura local para a detecção da lesão renal,
gerando assim a precariedade de um diagnóstico precoce da Doença Renal Crônica nos pacientes hipertensos
e diabéticos. Palavras-chave: Enfermeiro. Prevenção. Lesão Renal. Hipertensos. Diabéticos.
Palavras-chaves: enfermeiro, prevenção, lesão renal, hipertensos, diabéticos
1- - Instituto Brasileiro de Pós-graduação e Extensão
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VIVÊNCIAS DO RESIDENTE DE ENFERMAGEM EM NEFROLOGIA NO AMBULATÓRIO DE PÓS-TRANSPLANTE
RENAL ABORDANDO ESTRATÉGIAS PARA MAIOR ADERÊNCIA DO PACIENTE NO USO DA TERAPIA
IMUNOSSUPRESSORA
1REGINA BISPO DAS CHAGAS , 2MARIA APARECIDA DE ARAÚJO , 3DANIELE DA SILVA
COSTA , 4LUIZ CARLOS SANTOS DE PAULA
Resumo 49
Introdução: A não adesão ao uso dos imunossupressores constitui importante barreira à obtenção dos
resultados terapêuticos e manutenção do enxerto de transplantados renais. O sucesso do transplante está
relacionado ao uso correto dos imunossupressores e ao comprometimento do paciente com o auto cuidado.
Durante as consultas de enfermagem no ambulatório de pós-transplante renal de um Hospital Universitário do
Rio de Janeiro observou-se que a maioria dos pacientes chegavam ao ambulatório com duvidas relacionadas
aos cuidados com o uso dos medicamentos, tal situação estimulou a equipe de enfermagem a desenvolver
novas técnicas de abordagem ao paciente transplantado renal com o objetivo de favorecer o entendimento do
processo de transplante e aumentar o comprometimento com o uso dos imunossupressores. Nós, como
residentes, aderimos a este método de ensino, onde fomos previamente orientados sobre tais medicamentos.
Métodos: Para atingir os objetivos propostos optou-se por desenvolver um quadro imantado com diversos
horários, imagens sugestivas de manhã, tarde e noite e botões com a identificação dos imunossupressores,
que permite através de processo lúdico orientar o paciente sobre os medicamentos que serão usados.
Resultados: Com o passar do tempo, observamos que existia uma aderência significativa e ouvíamos pelos
próprios pacientes que tal método foi de suma importância para sua organização, pois através do quadro ele
não só sabia qual o nome do medicamento, mas também conferia com a imagem do comprimido. Conclusão:
Este trabalho teve sua relevância para reforçar a importância da consulta de enfermagem, pois através deste
integramos os cuidados do ambulatório com a enfermaria, o que garantiu melhor assistência e diminuição de
internações relacionadas ao uso incorreto dos imunossupressores. Porém, ainda é necessário que sejam
realizados novos estudos para avaliar a adesão aos imunossupressores em longo prazo.
Palavras-chaves: TRANSPLANTE DE RIM, ADESÃO À MEDICAÇÃO, IMUNOSSUPRESSORES
1- - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO
2- - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO - REGINABISPO@YAHOO.COM.BR
3- - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO - REGINABISPO@YAHOO.COM.BR
4- - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO - REGINABISPO@YAHOO.COM.BR
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1Nathalia
ATUAÇÃO DA EQUIPE DE RESIDENTES MULTIPROFISSIONAL EM ENFERMARIA DE NEFROLOGIA
Maria Barbosa , 2Cristiane Mendes da Silva , 3Fábio da Mata Silva , 4Larissa Lais Maria
da Silva , 5Morgana Marquísia Ribeiro Mendonça , 6Viviane Rodrigues de Figueredo Azevedo
Amaral Dolomieu , 6Nízia Mayra de Oliveira
Resumo 50
Introdução: A equipe de residentes multiprofissional no setor de nefrologia remete-se a uma prática que
permite reciprocidade, enriquecimento mútuo e tende a relações profissionais horizontais. A equipe é
composta por assistente social, enfermeiro, fisioterapeuta, nutricionista e psicólogo, trabalhando na
perspectiva do projeto terapêutico interdisciplinar, objetivando o atendimento integral ao paciente. Objetivo:
Conhecer a intervenção da equipe de residentes multiprofissional na enfermaria de nefrologia em Hospital
Universitário. Método: Relato de experiência: A abordagem multiprofissional pode ser sintetizada, para melhor
compreensão teórico-metodológica, em três momentos: no primeiro, consiste em visita integrada ao leito que
visa atender às demandas espontâneas dos usuários e reconhecer as demandas reprimidas; no segundo, são
realizadas discussões dos casos que proporcionam troca de saberes entre a equipe, focando singularmente
cada caso a partir das demandas que cada profissional identifica dentro da sua competência ética profissional;
e no terceiro, finaliza com as intervenções de cada profissional junto ao paciente, de forma individual ou
coletiva, inserindo-o, sobretudo, no modelo de integralidade dos cuidados à saúde, preconizado pelo Sistema
Único de Saúde (SUS), que compreende o sujeito de forma holística. Resultado: A equipe multiprofissional
trabalha de forma interdisciplinar, criando espaços onde se discutem os casos e planejam-se intervenções
integradas. Visto que, o compromisso ético da equipe ultrapassa o âmbito sócio ocupacional, trabalhando na
perspectiva da transdisciplinaridade. Contudo, tais práticas de interlocução multiprofissional, ainda não são
realizadas na sua plenitude, pelo fato do hospital ser um espaço que historicamente está voltado ao modelo
biomédico, tendo seu funcionamento centrado na intervenção clínica. Neste sentido, a equipe esbarra em uma
estrutura hegemonicamente conservadora, que ainda está se adaptando ao novo modelo de saúde. Conclusão:
A equipe de residentes multiprofissional na enfermaria de nefrologia compreende a dimensão biopsicossocial
dos sujeitos, visando melhoria na qualidade de vida do paciente e melhor adaptação ao processo
saúde/adoecimento num trabalho permeado por relações mais horizontais e humanizadas.
Palavras-chaves: Interdisciplinar, Nefrologia, Saúde
1- - Hospital das Clínicas da Universidade
2- - Hospital das Clínicas da Universidade
3- - Hospital das Clínicas da Universidade
4- - Hospital das Clínicas da Universidade
Federal
Federal
Federal
Federal
5- - Hospital das Clínicas da Universidade Federal
6- - Hospital das Clínicas da Universidade Federal
6- - Hospital das Clínicas da Universidade Federal
de Pernambuco – UFPE
de Pernambuco – UFPE
de Pernambuco – UFPE
de Pernambuco – UFPE
de Pernambuco – UFPE
de Pernambuco – UFPE
de Pernambuco – UFPE
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- nathalia.as11@gmail.com
- nathalia.as11@gmail.com
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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE DOENTE RENAL CRÔNICO E PORTADOR DA DOENÇA ARTERIAL
CORONÁRIA: UM RELATO DE CASO.
1KARLA MARLY SOARES MARTINS , 2VANESSA KARLA DE ANDRADE SILVA , 3LARISSA
CRISTINA CARNEIRO CAVALCANTI , 4CLAUDIA ROBERTA VIEIRA DE LIMA , 5ANA CARLA
OLIVEIRA DE SOUSA , 6DANIELA KOZMHINSKY RAMALHO
Resumo 51
INTRODUÇÃO: A insuficiência renal crônica (IRC) tem se tornado freqüente entre os pacientes portadores de
doença arterial coronária (DAC), com expressivos aumentos de morbidade e mortalidade. Por outro lado, a
doença renal crônica representa fator de risco independente para o desenvolvimento de DAC, havendo
aumento de mortalidade com a progressão da insuficiência renal. Assim, este trabalho objetivou realizar um
estudo clínico sobre um paciente com DRC e DAC. MÉTODO: Trata-se de um estudo de caso de um paciente
internado na enfermaria de um hospital de grande porte do Recife-PE. As informações foram coletadas no
prontuário e através da avaliação clínica de enfermagem (anamnese e exame físico), no período de 10 a 18 de
julho de 2013. enfermagem (anamnese e exame físico), no período de 09 a 17 de julho de 2013. Após a coleta,
os dados foram confrontados com os achados da literatura em livros e artigos relacionados ao tema.
RESULTADO: Aproximadamente 5% a 10% da população mundial pode ser portadora de DRC, e uma proporção
significativa dos renais crônicos com DAC não é identificada. Estima-se que 50% dos casos de infarto de
miocárdio ocorrem em pacientes sem história de DAC, principalmente entre diabéticos cuja doença pode se
apresentar de forma silenciosa. Os fatores de risco tradicionais falham em prever 33% dos óbitos por DAC. Por
esse motivo, é importante investigar a presença de DAC em pacientes renais crônicos assintomáticos com dois
ou mais fatores de risco associados. CONCLUSÃO: As expressivas taxas de mortalidade em pacientes
portadores de IRC e DAC sugerem que é mandatória uma adequada avaliação cardiovascular nesse grupo,
particularmente no início do tratamento hemodialítico. Existem evidências crescentes de que pacientes com
graus leves e moderados de insuficiência renal também podem apresentar pior prognóstico da doença
coronariana quando comparados àqueles com função renal preservada.
Palavras-chaves: ENFERMAGEM, RENAL, CORONARIOPATIA
1- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
2- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - karlinha208@hotmail.com
3- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - karlinha208@hotmail.com
4- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - karlinha208@hotmail.com
5- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - karlinha208@hotmail.com
6- - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - karlinha208@hotmail.com
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1MORGANA
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ASSISTÊNCIA MULTIPROFISSIONAL E INTEGRADA AO PACIENTE TRANSPLANTADO
MARQUÍSIA RIBEIRO MENDONÇA , 2Cristiane Mendes da Silva , 3Fábio da Mata Silva
, 4Larissa Lais Maria da Silva , 5Nathalia Maria Barbosa , 6Nízia Mayra de Oliveira
Resumo 52
Introdução: Atualmente a doença renal constitui em uma significativa problemática médica e de saúde
pública, tendo em vista que a cada ano é crescente o índice de pessoas que enfrentam a realidade de ter que
conviver com esta enfermidade. O estágio mais avançado da doença – com perda de mais de 90% da função
renal – consiste na doença renal crônica terminal (DRCT). Esta não tem expectativa de cura, mas de
modalidades terapêuticas de substituição renal: Hemodiálise, diálise peritoneal e transplante, que objetivam
alívio dos sintomas e preservação da vida do paciente. O transplante atualmente é a melhor modalidade
terapêutica, tanto do ponto de vista médico quanto social ou econômico. Contudo, há possibilidade de
ocorrência de complicações imediatas e tardias, podendo inclusive ocorrer a rejeição do órgão transplantado.
Objetivo: Relatar a experiência de residentes em nefrologia na assistência multiprofissional e integrada ao
paciente no pós-transplante renal. Método: Relato de experiência de atuação interdisciplinar na elaboração de
plano assistencial integrado para os pacientes mencionados. Relato de experiência: O planejamento
terapêutico foi realizado no mês de julho de 2012, a partir dos diagnósticos de saúde de pacientes no pósoperatório imediato e tardio do transplante, discussões dos casos, busca de material de apoio para melhor
compreensão e conduta terapêutica, seguidos da execução das intervenções multiprofissionais integradas.
Resultados e discussões: O planejamento terapêutico multiprofissional integrado baseia-se na identificação das
demandas e intervenções dos diferentes profissionais da equipe – assistente social, enfermeiro, fisioterapeuta,
nutricionista e psicólogo. As intervenções são focadas no paciente, considerando a experiência singular e suas
necessidades. Trabalha-se ainda com foco na Educação em Saúde, explanando sobre o transplante, suas
possíveis complicações e estimulando a importância do autocuidado. A atuação da equipe multiprofissional
possibilita espaço de cuidado ao paciente transplantado, compreendendo-o numa perspectiva biopsicossocial.
Conclusão: A assistência ao paciente transplantado permite uma amplitude de ações multiprofissionais. A
complexidade deste processo demanda uma assistência baseada no compartilhamento de saberes,
possibilitando o cuidado singularizado alicerçado pela humanização nos atendimentos.
Palavras-chaves: Educação em saúde, Humanização, Interdisciplinar, Transplante
1- - Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE
2- - Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE -
MORGANA_MARQUISIA@YAHOO.COM.BR
3- - Hospital das Clínicas da Universidade Federal
MORGANA_MARQUISIA@YAHOO.COM.BR
4- - Hospital das Clínicas da Universidade Federal
MORGANA_MARQUISIA@YAHOO.COM.BR
5- - Hospital das Clínicas da Universidade Federal
MORGANA_MARQUISIA@YAHOO.COM.BR
6- - Hospital das Clínicas da Universidade Federal
MORGANA_MARQUISIA@YAHOO.COM.BR
de Pernambuco – UFPE de Pernambuco – UFPE de Pernambuco – UFPE de Pernambuco – UFPE -
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INCIDÊNCIA DE CITOMEGALOVÍRUS NO PÓS-TRANSPLANTE RENAL DA UNIDADE GERAL DE TRANSPLANTE DO
INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFESSOR FERNANDO FIGUEIRA
1EDNA CAROLINA MAGALHÃES SOUTO MAIOR FARIAS , 2MARIA DA PENHA CARLOS DE SÁ ,
3MARTA
NUNES LIRA
Resumo 53
Introdução: A infecção por Citomegalovírus é uma das complicações mais freqüentes após a realização do
Transplante Renal, estudos epidemiológicos demonstram que esta infecção ocorre em todas as regiões do
mundo e costumam aparecer no período de um a seis meses após a realização do Transplante. Objetivo:
Verificar a incidência da infecção por Citomegalovírus no pós-transplante renal dos pacientes da Unidade
Geral de Transplante do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira. Material e Método: Tratase de um estudo do tipo descritivo, exploratório, retrospectivo (‘coorte’) e longitudinal com abordagem
quantitativa. Os dados foram obtidos através dos registros contidos na carta individual dos pacientes e na ficha
de diagnósticos de enfermagem e plano de cuidados por meio do preenchimento de um formulário constituído
por dados de identificação, dados sorológicos para Citomegalovírus do receptor e doador, esquema de
tratamento, classificação da infecção quanto ao surgimento e tempo de tratamento e os diagnósticos de
enfermagem apresentados pelos pacientes. Foi construído um banco de dados para armazenar as informações
coletadas dos prontuários dos pacientes.Resultados: Foram avaliados 17 pacientes no pós-operatório de
Transplante Renal com o diagnóstico de Citomegalovírus , prevaleceu o sexo masculino 70,6% , a faixa etária
predominante foi dos 18 a 38 anos ou dos 39 a 58 anos, (ambos com 47,1%). Quanto ao período de surgimento
da infecção pelo CMV, verificou-se que ocorreu com maior frequência entre o 30º e 59º dia 62,5%. Com relação
ao período de tratamento podemos observar que apenas 17,6% passaram 7 dias de tratamento, enquanto 41,2%
passaram 14 dias e, também, 41,2% passaram 21 dias ou mais. Os diagnósticos de enfermagem mais
apresentados pelos pacientes foram: riscos para infecção e padrão de eliminação urinária (ambos com 41,5%),
seguido de febre (12,2%) e padrão de eliminação intestinal e ventilação prejudicada (ambos com
2,4%).Conclusão: A infecção por CMV é um fator de risco para a perda crônica do enxerto. É de fundamental
importância, a detecção precoce do diagnóstico dos pacientes transplantados renais com a infecção por
Citomegalovírus, uma boa condução do tratamento, bem como uma assistência de enfermagem respaldada no
processo de enfermagem.
Palavras-chaves: Transplante Renal, Cuidados de Enfermagem, Diagnóstico de Enfermagem
1- - Instituto de Medina Integral Professor Fernando Figueira
2- - Instituto de Medina Integral Professor Fernando Figueira, Instituto de Medina Integral Professor Fernando Figueira -
e.carolfarias@hotmail.com
3- - Instituto de Medina Integral Professor Fernando Figueira, Instituto de Medina Integral Professor Fernando Figueira e.carolfarias@hotmail.com
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ÓBITOS POR SEPSE: AVALIAÇÃO DO DIAGNÓSTICO EM POSSÍVEIS DOADORES DE ÓRGÃOS EM UM HOSPITAL
DE GRANDE PORTE DO RECIFE
1Marilan Nunes Siqueira , 2Adriana Freire Paiva Alves , 3Taciana Maria da Silva , 4Ana Lourdes
Sales , 5Marta Nunes Lira
Resumo 54
Introdução: Sepse é uma síndrome clínica de resposta inflamatória sistêmica secundária a um processo
infeccioso com foco presumido ou conhecido. Atualmente, os critérios diagnósticos da sepse são norteados
pelo guia sugerido pela Sepsis Definition Conference composto de variáveis gerais, inflamatórias,
hemodinâmicas, perfusão tecidual e disfunção de órgãos. Objetivo: Identificar o diagnóstico de sepse
registrado na Declaração de Óbito nos possíveis doadores de órgãos e tecidos das Unidades de Terapia
Intensiva Adulto de um Hospital de grande porte do Recife. Método: Foi realizado um estudo documental,
exploratório, descritivo com o pressuposto de uma observação direta, através de um questionário, com
abordagem quantitativa. O trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa do IMIP, CAAE:
11189412.3.0000.5201. Resultados: Foram avaliados 50 prontuários com diagnóstico de sepse na declaração de
óbito com faixa etária de 19 a 70 anos, prevaleceu o sexo feminino 58% e a faixa etária predominante foi mais
de 60 anos 40%. As variáveis predominantes foram taquicardia, hipotermia, taquipnéia e leucocitose. Foi
observado ainda que 64,6% não possuía registro do resultado de hemocultura no prontuário, 27,1%
apresentaram-se negativas e apenas 8,3% positiva. Quanto ao foco infeccioso, 94% dos pacientes apresentaram
infecção de foco conhecido ou presumido. Discussão: Após a análise dos dados, evidenciamos que a maioria
dos profissionais não seguem os critérios de diagnóstico de sepse segundo a Sepsis Definition Conference,
dificultando a triagem dos potenciais doadores para transplante de órgãos e tecidos. Observamos que o
diagnóstico de sepse na maioria dos casos não é confirmado por culturas e desta forma, é baseado na
evidencia clínica. Ressalta-se que 91,7% dos óbitos da pesquisa por sepse foram sem confirmação ou
solicitação de cultura, o que não inviabilizaria a doação de órgãos e tecidos. Conclusão: Desta forma,
podemos afirmar que sem o resultado de culturas positiva o diagnóstico de sepse torna-se incompleto para a
doação de órgãos e tecidos, consequentemente, diminuindo o número de doação de órgãos e tecidos para
transplantes. Deve-se estabelecer um protocolo com critérios clínicos e laboratoriais para que se realize o
diagnóstico de sepse, assim como, o preenchimento dos prontuários, uma vez que, esse registro servirá de
base para pesquisas e para o planejamento e melhorias nos serviços de saúde.
Palavras-chaves: Diagnóstico, Sepse, Transplante
1- - INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFESSOR FERNANDO FIGUEIRA, FACULDADE PERNAMBUCANA DE
SAUDE
2- - INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFESSOR FERNANDO FIGUEIRA,
SAUDE - marilan_maynara@hotmail.com
3- - INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFESSOR FERNANDO FIGUEIRA,
SAUDE - marilan_maynara@hotmail.com
4- - INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFESSOR FERNANDO FIGUEIRA,
SAUDE - marilan_maynara@hotmail.com
5- - INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFESSOR FERNANDO FIGUEIRA,
SAUDE - marilan_maynara@hotmail.com
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FACULDADE PERNAMBUCANA DE
FACULDADE PERNAMBUCANA DE
FACULDADE PERNAMBUCANA DE
FACULDADE PERNAMBUCANA DE
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CONSULTA DE ENFERMAGEM NO TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOENÇA RENAL CRÔNICA: PROTOCOLO
DE ATENDIMENTO
1DANIELE DA SILVA COSTA , 2MARIA APARECIDA ARAÚJO , 3DANIELA BARBOSA
FELIZARDO , 4LUIZ CARLOS SANTOS DE PAULA , 6REGINA DAS CHAGAS BISPO
Resumo 55
O tratamento conservador da doença renal crônica (DRC) é compreendido por medidas e/ou ações que buscam
diminuir a sua progressão, auxiliando na melhoria das condições clínicas, físicas e psicológicas. A
sistematização da assistência de Enfermagem (SAE), no contexto do tratamento conservador da DRC, se
destaca na implementação do processo de Enfermagem, oferecendo assistência individualizada. Com este
compromisso, apresentamos uma proposta de implantação da consulta de enfermagem no tratamento
conservador no ambulatório de nefrologia de um hospital universitário situado no município do Rio de Janeiro,
com o objetivo de assistir o indivíduo portador de DRC, através de ações integrais e educativas de saúde.Os
critérios de inserção de pacientes na consulta de enfermagem consiste em indivíduos com taxa de Filtração
Glomerular (TFG) inferior a 30 ml/min adstrita a unidade ou através de critérios pré-estabelecidos pela
instituição dentro do cenário de atuação. O fluxo de atendimento consiste conforme o agendamento do
paciente no ambulatório, sendo prestado pelos residentes de enfermagem com orientação direta da
preceptoria. As consultas são baseadas em diretrizes gerais, que são constituídas em plano de ações que
englobam: a promoção à saúde e a prevenção primária com grupos de risco; identificação precoce e detecção
da disfunção renal; correção de causas reversíveis da doença renal; diagnóstico etiológico; definição e
estadiamento da disfunção renal; modificação das comorbidades comuns a estes pacientes e planejamento
precoce das terapias renais substitutivas. A consulta de enfermagem no tratamento conservador tem sido de
suma importância no ambulatório de tratamento conservador, auxiliando na identificação dos fatores de risco
relacionados com a história do paciente, e seus hábitos de vida que podem ser modificáveis, no estímulo a
adesão ao tratamento e fortalecimento do vínculo entre o paciente e seu cuidador, priorizando a autonomia e
a independência do indivíduo em aspectos preventivos e educativos, visando a minimizar o desconhecimento
dos aspectos da DRC. Assim concluímos que a abordagem educativa durante a consulta de enfermagem no
ambulatório de tratamento conservador tem adotado práticas de autogestão da doença, de forma acessível e
dialógica.É relevante atribuir o paciente como um agente ativo e participante na recuperação e adaptação
imposta pela DRC.
Palavras-chaves: doença renal crônica, enfermagem, tratamento conservador
1- - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO/UERJ
2- - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO/UERJ - danigargalhada@yahoo.com.br
3- - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO/UERJ - danigargalhada@yahoo.com.br
4- - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO/UERJ - danigargalhada@yahoo.com.br
6- - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO/UERJ - danigargalhada@yahoo.com.br
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ESTUDO DA CORRELAÇÃO ENTRE CAPACIDADE FUNCIONAL E SAÚDE MENTAL EM PACIENTES RENAIS
CRÔNICOS EM TERAPIA RENAL SUBSTITUTIVA QUANDO SUBMETIDOS A UM PROGRAMA DE FISIOTERAPIA
INTRADIALÍTICA.
1Alessandra Valeria Campos Venceslau , 2Kátia Boulitreau , 3Rita de Cássia Costa , 4Francine Iane
Sá , 5Karolina kenny , 6Samara Barros , 6Ângela M. Santos
Resumo 56
Introdução: A doença renal crônica (DRC) é considerada um sério problema de saúde pública. No mundo cerca
de 1,2 milhão de pessoas encontra-se em tratamento dialítico. O paciente com DRC apresenta baixa tolerância
ao exercício, isso o conduz ao sedentarismo limitando sua capacidade funcional com a perda progressiva da
autonomia. Tais limitações geram dependência de terceiros para realização de atividades básicas e
comprometem a autoestima favorecendo estados depressivos. Método: Foram estudados 21 pacientes de
ambos os sexos com idade de 26 e 87 anos, em hemodiálise num período de 0,5 a 3,5 anos. Os pacientes foram
previamente avaliados pelo serviço de psicologia sobre aspectos psicossociais usando o instrumento genérico
SF-36 QVRS para Qualidade de Vida em Saúde, e pela equipe de fisioterapia quanto a aspectos relacionados
ao sistema musculoesquelético, fundamentada na mensuração dos sinais vitais, saturação de oxigênio
periférica e tolerância ao esforço. Dados subjetivos foram colhidos contemplando aspectos relacionados à
saúde física e saúde mental. Após a avaliação foi iniciado um programa de atividade física com exercícios
aeróbicos (com bicicletas estacionárias), ativos livres e ativos resistidos (com pesos e faixas elásticas), durante
52 semanas, realizados 02 vezes por semana durante as sessões de hemodiálise. Ao final de 12 meses de
programa os pacientes foram reavaliados e seus resultados comparados entre si. Resultado: Os valores obtidos
evidenciam comprometimento nas diferentes dimensões analisadas pelo SF-36 quando comparadas as médias
de populações sadias. Entretanto observou-se melhora significativa e de semelhante proporcionalidade nos
domínios Capacidade Funcional (p < 0,001) e Saúde Mental (p< 0,005). Conclusão: É notório que o programa de
fisioterapia estabeleceu um diferencial na qualidade de vida dos pacientes. A restituição da autonomia foi
possivelmente, a responsável pela recuperação da autoestima gerando a possibilidade do indivíduo
desenvolver com dignidade seu papel na vida familiar, social e laboral. A fisioterapia intradialítica trata-se de
um recurso coadjuvante na criação de um novo horizonte para o doente renal crônico, porém as pesquisas
nesta área ainda encontram se em fase primária fazendo-se necessário ampliar o empenho em novos estudos.
Palavras-chaves: Capacidade funcional, Exercícios físicos, Fisioterapia, Hemodiálise
1- - UNINEFRON - UNIDADE NEFROLÓGICA
2- - UNINEFRON - UNIDADE NEFROLÓGICA - Alevenceslau@terra.com.br
3- - FISIONEFRON, UNINEFRON - UNIDADE NEFROLÓGICA - Alevenceslau@terra.com.br
4- - FISIONEFRON, UNINEFRON - UNIDADE NEFROLÓGICA
5- - FISIONEFRON, UNINEFRON - UNIDADE NEFROLÓGICA
6- - FISIONEFRON, UNINEFRON - UNIDADE NEFROLÓGICA
6- - UNINEFRON - UNIDADE NEFROLÓGICA, FISIONEFRON
- Alevenceslau@terra.com.br
- Alevenceslau@terra.com.br
- Alevenceslau@terra.com.br
- Alevenceslau@terra.com.br
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Anais do II Encontro Pernambucano de Enfermagem em - ABEn-PE