CGU
CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO
R E L AT Ó R I O F I N A L
úblico
no dinheiro p
AVALIAÇÃO DO
CAPITAL SOCIAL NOS
MUNICÍPIOS BRASILEIROS
R E L AT Ó R I O F I N A L
AVALIAÇÃO DO
CAPITAL SOCIAL NOS
MUNICÍPIOS BRASILEIROS
CGU
CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO
UFPE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
Departamento de Serviço Social
Departamento de Ciências Contábeis
ARCUS - Ações em Rede Coordenadas no Universo Social
GECONE - Grupo de Estudos e Pesquisas em Controladoria no Nordeste
no dinheiro público
PROJETO DE PESQUISA
Avaliação do capital humano e social nos municípios brasileiros:
o caso do programa OLHO VIVO NO DINHEIRO PÚBLICO
CGU
CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO
UNIVERSIDADE
FEDERAL
DE PERNAMBUCO
EQUIPE DE TRABALHO
Ana Cristina Brito Arcoverde1
Assistente Social, Professora Titular do Departamento de Serviço Social – UFPE
Creusa da Silva Melo2
Assistente Social, Mestranda em Serviço Social – UFPE
Delânio Horácio dos Santos3
Assistente Social, Mestrando em Serviço Social – UFPE
1
ana.arcoverde@gmail.com
2
creusadsmelo@gmail.com
3
dhscristao@hotmail.com
SUMÁRIO
1. Introdução
09
2. Aspectos metodológicos: universo da pesquisa e procedimentos de análise
09
3. Capital social e suas interpretações
03
4. O território do capital social - caracterização dos estados
04
5. Dimensão estrutural e organizacional do capital social
29
6. Dimensão instrumental do capital social
35
7. Dimensão ideológica e política do capital social: articulação com outras instituições
41
8. Análise da rede de interações do capital social nos municípios brasileiros
51
9. Sugestões de atividades futuras
59
10. Relatório descritivo do capital social nos estados brasileiros
10.1. Acre
61
10.2. Alagoas
74
10.3. Amazonas
87
10.4. Ceará
99
10.5. Distrito Federal
110
10.6. Espírito Santo
114
10.7. Goiás
126
10.8. Maranhão
139
10.9. Mato Grosso
144
10.10. Mato Grosso do Sul
156
10.11. Minas Gerais
168
10.12. Pará
181
10.13. Paraíba
186
10.14. Paraná
195
10.15. Pernambuco
208
10.16. Piauí
220
10.17. Rio Grande do Norte
232
10.18. Rio Grande do Sul
245
10.19. Rio de Janeiro
258
10.20. Rondônia
268
10.21. Roraima
281
10.22. Santa Catarina
293
10.23. São Paulo
305
10.24. Sergipe
317
10.25. Tocantins
329
11. Referências
341
12. Questionário de capital social 2009
343
13. Questionário de capital social 2010
348
14. Apresentação da pesquisa e termo de consentimento livre e esclarecido
354
15. Lista de figuras
355
16. Lista de gráficos
355
17. Lista de quadros
358
18. Lista de tabelas
358
19. Organizações da sociedade civil brasileira
373
1. INTRODUÇÃO
O presente relatório tem como objetivo apresentar os resultados finais, de longo prazo, do
projeto de pesquisa: Avaliação do capital humano e social nos municípios brasileiros: o caso
do programa “Olho Vivo no Dinheiro Público”, realizado em parceira com a UFPE e a CGU. Tal
projeto faz parte do acordo de cooperação No 10/2009 (DOU 16 de Julho de 2009) celebrado
entre a UFPE e o Escritório das Nações Unidas sobre drogas e crime (UNODC) no âmbito do
Projeto de Realização de Combate à Corrupção e Implementação de Ações Específicas de
Combate à Corrupção, tendo a CGU como a agência executora.
Os resultados aqui apresentados referem-se às atividades realizadas no período de
Julho/2009 a dezembro/2010 e inclui além da construção da proposta teórico-metodológica, os
resultados finais sistematizados depois da aplicação de questionários presenciais no programa
“Olho Vivo no dinheiro Público”, em 66 municípios de cinco regiões do Brasil, a saber: a Norte,
Sul, Sudeste, Nordeste e centro oeste. A aplicação dos questionários específicos do Capital
Social acompanhou o planejamento da agenda de cada região. O quantitativo de questionários
de capital social já apurado pode ser considerado amostra representativa do universo tendo em
vista abrangência regional e o número de municípios envolvidos.
2. ASPECTOS METODOLÓGICOS: UNIVERSO DA PESQUISA
E PROCEDIMENTOS DE ANÁLISE
A metodologia de avaliação do capital social no âmbito do Projeto supra mencionada foi
construída em quatro momentos articulados e sucessivos, a saber: Captação do capital social
nos municípios brasileiros, Mobilização de parcerias e conformação de redes organizacionais,
cogestão do dinheiro público, e Avaliação do Programa olho vivo no dinheiro público.
Os dados apresentados nesse relatório final referem-se às atividades previstas no
momento inicial de captação do capital social, mas também dos momentos seguintes já que a
própria coleta de dados é momento de mobilização de parcerias, bem como de conformação de
redes organizacionais iniciada com a construção do sociograma de organizações, indispensável
para fortalecê-las, mas também orientar a cogestão do dinheiro público, e correspondem ao
conteúdo quantitativo e qualitativo dos questionários aplicados pela equipe da CGU, recebidos e
9
apurados até 11/2010 pela equipe de sistematização, análise e avaliação da equipe UFPE –
CGU/PE.
Com a finalidade de tirar conclusões a respeito de características de interesse das
variáveis de estudo, foi utilizado um conjunto de técnicas para descrever e resumir os dados.
Para tal, foram construídas tabelas unidimensionais de distribuição de frequência das variáveis
em questão. Em alguns casos, fez-se necessário a construção de gráficos para melhor
visualização da distribuição das respostas contidas em cada questão de interesse. A análise
estatística dos dados foi realizada através do software estatístico SPSS versão 15.0 e o Excel
para a construção dos gráficos. Todas as conclusões foram tomadas ao nível de significância de
5%.
Conforme pode ser verificado no quadro abaixo, recebemos até então 429 questionários
com dados relativos ao capital social e que foram respondidos pelos responsáveis das diversas
instituições envolvidas no Projeto em 25 estados, a saber: São Paulo, Espírito Santo, Minas
Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Rondônia, Acre, Tocantins,
Amazonas, Pará, Roraima, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Sergipe,
Paraíba, Pernambuco, Ceará, Maranhão, Piauí, Alagoas, Rio Grande do Norte abrangendo as 05
grandes regiões do Brasil, a saber: Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste, Sul e Norte. Com
representação final de 66 municípios brasileiros.
Quadro 01 – Questionários aplicados na região Sudeste
REGIÃO
SUDESTE
ESTADO
São Paulo
Espírito Santo
Minas Gerais
TOTAL
Rio de Janeiro
04
MUNICÍPIO
São Carlos
Santa Rita do Passa Quatro
Tabatinga
Itirapina
Descalvado
Marília
Garça
Tupã
Getulina
Barra de São Francisco
Anchieta
Ecoporanga
Lavras
Sete Lagoas
Campos
15
Fonte: Coleta de dados direta - 2009/2010
10
QUANTIDADE
19
03
03
03
12
11
07
03
03
11
05
05
12
07
06
110
Quadro 02 – Questionários aplicados na região Sul
REGIÃO
SUL
ESTADO
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
Paraná
TOTAL
03
MUNICÍPIO
Benedito Novo
Porto Belo
Blumenau
Itajaí
Bombinhas
Camboruí
Brusque
Gaspar
Machadinho
Porto Alegre
Itaperuna
Sananduva
Santo Ângelo
Mato Queimado
Itacurubi
Entre-Ijuís
Foz do Iguaçu
Ponta Grossa
18
QUANTIDADE
01
03
03
01
01
01
01
01
01
10
05
01
04
02
01
01
18
25
80
Fonte: Coleta de dados direta - 2009/2010
Quadro 03 – Questionários aplicados na região Norte
REGIÃO
NORTE
ESTADO
Rondônia
Acre
Tocantins
Amazonas
Pará
Roraima
TOTAL
06
MUNICÍPIO
Candeias do Jamari
Ouro Preto do Oeste
Porto Velho
Acrelândia
Cruzeiro do Sul
Tocantinópolis
Tabatinga
Coreiro Castanho
Belém
Cantá
Bonfim
11
Fonte: Coleta de dados direta - 2009/2010
11
QUANTIDADE
07
10
01
11
16
05
04
05
02
07
04
72
Quadro 04 – Questionários aplicados na região Centro-Oeste
REGIÃO
CENTRO
OESTE
ESTADO
Mato Grosso
Distrito Federal
Mato Grosso do Sul
Goiás
TOTAL
04
MUNICÍPIO
Rondonópolis
Nova Mutum
Brasília
Jardim
Naviraí
Catalão
São Luis dos Montes Belos
07
QTD.
13
04
01
05
13
08
05
49
Fonte: Coleta de dados direta - 2009/2010
Quadro 05 – Questionários aplicados na região Nordeste
REGIÃO
NORDESTE
ESTADO
Sergipe
Paraíba
Pernambuco
Ceará
Maranhão
Piauí
Alagoas
Rio Grande do Norte
TOTAL
08
MUNICÍPIO
Estância
Umbaúba
João Pessoa
Cabedelo
Petrolina
Garanhuns
Quixadá
Sobral
Imperatriz
Água Branca
Bom Jesus
Penedo
Delmiro Gouveia
Assu
São Paulo do Potengi
15
QUANTIDADE
04
05
04
01
11
07
09
07
02
14
16
10
08
14
06
118
Fonte: Coleta de dados direta - 2009/2010
Inicialmente apresentaremos um perfil das instituições que tiveram os questionários
respondidos pelos seus responsáveis legais, uma exigência de médio prazo ao andamento do
projeto em questão. Em seguida faremos a análise descritiva dos dados colhidos como condição
para possibilitar uma maior visualização do universo da pesquisa, ou seja, dos sujeitos coletivos
envolvidos os quais estamos considerando os construtores de capital social.
Para subsidiar a nossa análise, os dados observados e devidamente trabalhados
estatisticamente serão cotejados com outras pesquisas empíricas, e ao mesmo tempo serão
relacionados com indicadores e variáveis conjunturais socioeconômicas e também políticas a
12
fim de obtermos as informações necessárias a uma análise qualitativa do capital social de cada
município e estado brasileiro. Não desconsiderando os aspectos quantitativos necessários à
pesquisa desse porte, mas não nos atendo a eles para caracterizar o perfil do público
pesquisado.
Nessa pesquisa será analisado o capital social em relação às organizações locais e suas
conexões com o poder público nas temáticas de controle social e combate à corrupção.
Sabe-se que controle social não é mera fiscalização, mas é exercício democrático –
socialização do poder - num Estado de direitos. O seu exercício depende da ampliação da
participação do cidadão, e por isso necessário se faz captar/conhecer o capital social existente e
disponível em cada município brasileiro para mobilizando-o gerar não somente relações de
confiança entre a sociedade civil organizada, mas, sobretudo possibilitar o fortalecimento de
redes organizacionais.
Acredita-se que o Projeto de uma metodologia de captação do capital social enseja maior
aproximação do cidadão aos órgãos de controle para além de sua percepção como mero órgão
de fiscalização, ao tempo que potencializará o exercício da democracia, e ampliará o horizonte
de transparência na cogestão da “rés” pública.
Apesar de existirem perspectivas teóricas sobre capital social as mais diversas, e nem
sempre consensuais, para fins dessa pesquisa entende-se por capital social o conjunto de
organizações da sociedade civil que desenvolvem ações voltadas para melhorar o desempenho
de instituições políticas (Putnam, 2000).
O grande questionamento que colocado ao buscar conhecer o capital social existente nos
municípios brasileiros é o seguinte: Quais os determinantes sociais, políticos e
comportamentais mais relevantes para a construção do capital social das organizações?
Na direção de tal questionamento, o trabalho se organizou em três dimensões, a saber:
estrutural/organizacional, instrumental e ideológica-política. Para cada dimensão foram
construídos indicadores, variáveis, e questões orientadoras que permitiram construir o
instrumento para coleta dos dados primários, conforme é possível verificar nos quadros a seguir.
13
Quadro 06 – Dimensões / categorias, variáveis, indicadores de capital social e questões
DIMENSÕES /
CATEGORIAS
1) Estruturais e
organizacionais
do capital social:
VARIÁVEIS
INDICADORES
QUESTÕES
Natureza,
Atividades e
Objetivos
Formação e natureza dos
grupos, organizações, redes ou
associações.
Qual a natureza das
organizações?
Sujeitos coletivos e redes no
estabelecimento de ações de
confiança e cooperação nas
relações sociais.
Legitimidade,
Confiança e
Solidariedade
2) Instrumentalidade
do Capital Social4:
Informação,
Comunicação e
Participação
Consenso possível na adesão
às decisões tomadas entre e
com organizações e órgãos
públicos.
Como a organização se
legitima e estabelece relação
de confiança na formação do
capital social?
Cooperação, autonomia e ação
coletiva com e entre os
membros da comunidade com
os órgãos públicos.
Quais as bases da solidariedade
entre membros da comunidade
cívica com os órgãos públicos?
Acessibilidade às informações,
meios e socialização das
informações.
Qual participação é realizada
pelas pessoas em ações
coletivas com os órgãos
públicos?
Tipo e qualidade da
participação das pessoas em
ações coletivas com os órgãos
públicos.
3) Ideológica e
política do capital
social:
Que atividades desenvolvem
para alcançar seus objetivos?
Quais as condições de acesso e
socialização da informação?
Ação política
Atividades políticas,
participação em organizações
de natureza política,
engajamento em lutas e
movimentos sociais.
Qual a capacidade de ação
política dos sujeitos coletivos?
Empoderamento
Capacidade dos associados e,
ou sujeitos coletivos para o
exercício do controle social, e
da cidadania.
Como se realiza o exercício do
poder político do sujeito para o
exercício do controle social?
De que forma se dá o controle
social nas ações públicas?
Fonte: A partir de Grootaert et al., 2003 e Marchi, 2007
As respostas fornecidas pelos representantes legais ou responsáveis pelas organizações da
sociedade civil às questões formuladas para cada indicador, variáveis e dimensão possibilitaram
uma aproximação ao capital social construído e existente em cada município e estado
brasileiros.
Dimensão instrumental é entendida como a capacidade construída nas ações dos sujeitos coletivos em articulação
com outros sujeitos coletivos. Qualidade ou propriedade do capital social, ou o que o constitui. (Guerra, 2007).
4
14
3. CAPITAL SOCIAL E SUAS INTERPRETAÇÕES
Capital social é tema caro às ciências sociais com potencial explicativo, sobretudo para a
estabilidade das instituições democráticas. Capital social é conceito que vem sendo abordado
sob diferentes perspectivas por diferentes sociólogos, economistas e cientistas políticos do
quilate de Bourdieu, Coleman, Putnam, Fukuyama.
É preciso inicialmente distinguir capital social de outras formas de capital. Baquero (2003)
afirma que a diferença consiste no fato de que capital social existe em uma relação social.
Reside nas relações sociais e não no indivíduo sozinho, como é o caso de habilidades de capital
humano.
Capital social é construído em coletividades institucionalizadas, tais como: universidades,
corporações, governos, associações informais de pessoas em que o conhecimento e as visões de
mundo formam-se e são transferidas. O capital social cuja existência dá-se na relação social, no
envolvimento interpessoal, e na interação que ocorre no processo de socialização possui base
territorial, comunitária.
São muitos os conceitos dados ao capital social e inúmeros os autores que discutem esta
temática tanto nas ciências sociais, econômicas como políticas. Inicialmente pode-se falar de
Putnan (2000), autor considerado clássico e também situado na corrente tradicional dominante
nas obras da atualidade. Junto a ele, aparece Coleman (1988) que traz uma visão mais
utilitarista/funcional de capital social, o que o faz alvo de sérias críticas ao limitar o capital
social a relações de mercado/econômicas sem muita preocupação com os aspectos ideopolíticos
que o tema requer.
Segundo Higgins (2005), Coleman entende o capital social em termos funcionais, ou seja,
consiste nos elementos de determinada estrutura social que cumprem a função de servir como
recursos para que atores individuais atinjam suas metas e satisfaçam seus interesses. Ele seria
intangível, porem presente nas relações sociais, funcional, mas com capacidade de ser medido a
depender de um contexto específico. (p. 33).
Há autores ainda como Francis Fukuyama (2001, p. 155), que associam a ideia de capital
social à produção de cultura. Para ele o capital social seria “um conjunto de valores ou normas
informais partilhados por membros de um grupo que lhes permite cooperar entre si”. O ser
confiável e honesto faz parte das expectativas no relacionamento entre os grupos e dessa forma
15
a confiança seria o lubrificante capaz de fazer qualquer grupo ou organização funcionar com
mais eficiência.
Na perspectiva de Putnam (2000), capital social é o conjunto de características da
organização social, onde se inclui as redes de relações, normas de comportamento, valores,
confiança, obrigações e canais de informação. O capital social, quando existente em uma região,
torna possível a tomada de ações colaborativas que resultam em benefício para toda a
comunidade. Segundo Castilhos (2001), Putnam atribui papel central ao capital social na
determinação dos níveis de desenvolvimento socioeconômico, mas, argumenta que a presença
de capital social em uma dada população é determinada, basicamente, pela história e pela
cultura acumulada por esta mesma população.
Na concepção teórica de capital social formulada por Putnam não é possível que se crie
ou se forme capital social em locais onde o mesmo esteja ausente. Na visão dele, o capital social
é determinado, exclusivamente, pela disponibilidade de atributos culturais históricos existentes
em uma determinada sociedade. Onde o mesmo contribui para aumentar a eficiência da
sociedade, facilitando as ações coordenadas. O capital social quando presente em uma
sociedade fortalece a tomada de decisões e a execução de ações colaborativas que beneficiam
toda comunidade5.
Dentre os tipos de capital social presente na literatura pesquisada podemos citar: (1)
“capital social institucional” - descreve as relações sociais existentes entre a sociedade civil e o
Estado; (2) “capital social extra-comunitário” - relações sociais geradoras de capital que
determinada comunidade estabelece com grupos sociais e econômicos externos. (3) “capital
social comunitário” - relações sociais comunitárias dos indivíduos. Refere-se à capacidade que
estes possuem para gerar relações sociais baseadas em reciprocidade e confiança dentro de suas
comunidades, além do potencial organizativo que estas mesmas comunidades possuem6.
(CASTILHOS, 2001, apud MORAES & RUOSO).
KHAN, Ahmad Saeed & SILVA, Lucia Maria Ramos. Capital social das comunidades beneficiadas pelo programa
de combate à pobreza rural – PCPR/Projeto São José – PSJ – estado do Ceará. Revista de Economia e Sociologia
Rural. Vol.43 nº1, Brasília Jan/Mar. 2005. http://www.scielo.br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=S010320032005000100006.
5
6
MORAES, Jorge Luiz Amaral & RUOSO, MAURIVAM. Capital Social e a Dinâmica do Desenvolvimento Territorial
Rural no Norte do Rio Grande do Sul. http://www.sober.org.br/palestra/12/12O505.pdf.
16
Em todas as perspectivas de capital social estudadas é possível verificar uma
heterogeneidade quanto a sua formação conceitual, categorias que o envolvem e as mediações
que são construídas nas análises realizadas. Conforme Interroga Higgins (2005): a proposta de
fortalecer redes sociais, formadas por organizações comunitárias, tinha como meta fazê-las
ganhar em eficiência econômica, ou também deveria apontar, de forma clara, a melhoria da
participação cidadã para o controle político das instituições públicas locais? (HIGGINS, 2005, p.
27). Para ele, a iniciativa do Banco Mundial de investimento em capital social impulsiona a
eficiência competitiva dos empreendimentos econômicos sem desencadear processos de
redistribuição da riqueza e do poder. (HIGGINS, 2005, p. 27 - 28).
O autor faz sérios questionamentos acerca da intervenção de instituições como a
economia e as instituições multilaterais, dentre eles: as propostas de desenvolvimento desses
organismos que promovem a eficiência – melhoria da rentabilidade - são capazes de modificar
os problemas estruturais de redistribuição de riqueza? (HIGGINS, 2005, p. 28).
Desse modo é importante pensar na funcionalidade dos diferentes tipos de conceitos de
capital social a partir da qual cada autor desenvolve suas idéias para responder a determinados
fins, considerando também as diferentes épocas e contextos históricos em que foram
construídos.
Para Bourdieu (1980, p. 02) capital social é o agregado de recursos atuais ou potenciais,
vinculados à posse de uma rede duradoura de relações de familiaridade ou reconhecimento mais
ou menos institucionalizadas. Embora passível de críticas, o conceito de capital social em
Bourdieu interpela-nos a um olhar mais político para o mesmo, retirando-o da polarização
econômico ou não econômico tão amplamente desenvolvido por outros autores clássicos.
Segundo Higgins (2005), falar de capital social é transitar na ambígua fronteira entre o
social e o econômico, ou seja, o desenvolvimento da ideia de que a sociabilidade pode melhorar
o desempenho das atividades econômicas lucrativas em populações carentes e vulneráveis.
Neste sentido o autor busca compreender em seu estudo se as posturas teóricas sobre o capital
social ficam atadas a uma compreensão linear entre sociabilidade e desempenho econômico.
Sem levar em consideração, variáveis como simetria social, relações de poder político e riqueza
econômica. O que reduziria o capital social a uma aplicação puramente utilitarista e acabaria
por confirmar tais concepções. (HIGGINS, 2005, p. 38-39).
17
Conforme aborda aquele autor, o capital social se apresenta como uma mediação entre
Estado e sociedade. As relações entre Estado e sociedade podem ser compreendidas segundo as
abordagens clássicas do capital social a partir de dois critérios, quais sejam: ou numa relação de
“soma zero” onde quem ganha Estado perde a sociedade ou vice versa. Ou ainda na relação de
soma positiva que é aquela em que as duas partes ganham, o que configura um circulo virtuoso
no qual a cooperação e a sinergia comparecem como principais virtudes na relação Estado e
sociedade. (HIGGINS, 2005, p. 195).
As relações de sinergia podem ser estudadas a partir da distinção entre sinergia enquanto
relações entre governos e cidadãos e aquela baseada em laços que cruzam o público e o privado,
ou seja, em compromisso. (Evans, 1996 apud HIGGINS, 2005, p. 196). Isto é, na perspectiva de
Evans (1996) quando os funcionários do aparelho público conseguem estabelecer laços mais
estreitos com as comunidades com as quais trabalham, consegue-se gerar uma forma diferente
de capital social. Ou seja, as redes de confiança e colaboração que são criadas ativam as
fronteiras entre o público e o privado, amarrando com força a sociedade civil e o Estado.
(HIGGINS, 2005, p. 197).
A análise de Evans (1996) nos faz refletir sobre o capital social existente na sociedade civil
e construir a partir disto, um novo tipo de capital social, entendido em termos de confiança e
normas que promovem a cooperação, na linha divisória entre o público-estatal e o privado.
(HIGGINS, 2005, p. 200). Isso traria uma nova compreensão da relação entre estado e sociedade
na qual o Estado não seria mais o vilão inimigo das questões demandadas pela sociedade. Neste
sentido pode-se perguntar - como levar a confiança social média presente no nível mais micro
da sociedade a uma escala que seja política e economicamente eficaz?
Numa visão mais institucionalista, o capital social pode ser construído pela forma como as
instituições de governo trabalham e não pela ação simples de associações voluntarias
(Rothstein, 2001, apud Higgins, p. 201). Aqui os níveis de confiança são medidos a partir de
indicadores como educação, atividades em organizações, satisfação com a democracia, entre
outros. O raciocínio é de que se há confiança na política e no cumprimento das leis, haverá
também na confiança interpessoal.
Diante de tal reflexão o autor chega a conclusão de que capital social não significa
socialização do capital. Para Higgins, um novo modelo de capital social deve ter como ponto de
partida uma nova compreensão do agir coletivo, de construção da vontade comum, isto é, da
18
gestão do poder. (Higgins, p. 258). Compreendendo assim como Bourdieu, que há outras formas
de trocas diferentes daquelas que a economia valoriza como o dinheiro, os direitos de
propriedade e o lucro. O capital deve ser entendido em termos de poder seja ele, simbólico,
cultural, social ou financeiro. Que aborde o compromisso mútuo e não elimine os conflitos que
são próprios de toda relação social.
Trazendo a discussão para o contexto brasileiro é possível dialogar com Baquero (2003)
uma vez que ele examina de forma bastante consciente a relação entre democracia, cultura
política e capital social no Brasil. Segundo ele, no caso brasileiro é possível, identificar alguns
fatores que historicamente têm incidido na configuração de um tipo de cultura política, de
caráter híbrido, que mistura posturas favoráveis à democracia e predisposições negativas em
relação às instituições políticas. Esse mal-estar, que na sua visão, não é conjuntural nem
temporário, mas estrutural, é danoso para o fortalecimento democrático.
Em tal cenário o desenvolvimento do capital social aumentaria prática e teoricamente, o
poder dos cidadãos permitindo-lhes maior inserção e participação na arena política. A partir de
dados coletados no Rio Grande do Sul, no período de 1974 a 2000 o autor diz que os resultados
do estudo sugerem uma ausência de capacidade cooperativa entre os brasileiros, o que poderia
explicar os déficits de participação política e a consequente instabilidade democrática.
Tal realidade traria imediatamente alguns desafios. Interroga-se como estimular e motivar
os cidadãos a participar politicamente em um contexto de fragmentação e crescente
desigualdade social? Como criar e/ou reconstituir um ambiente estimulante para a participação
política? Tais desafios são gigantescos, pois o Estado, ao longo de sua história, tem perdido a
credibilidade em convocar seus cidadãos para enfrentar essa tarefa. Tornou-se imperativo,
portanto, refletir sobre mecanismos que proporcionem o retorno do cidadão à esfera política, e,
portanto pública.
Segundo o autor, embora haja o reconhecimento do papel do individuo no processo político
parece que não tem se investido energia o suficiente para materializar essa importância na
realidade. Daí o questionamento se há de fato esse reconhecimento, legitimidade, assim como se
há capital social. Constatam-se lacunas e deficiências na compreensão sobre quais mecanismos
funcionam (ou não) na dinâmica de capacitar os cidadãos para uma maior e mais qualificados
participação na política. Conforme explora Baquero(2003), Uma dessas lacunas refere-se ao
19
papel do capital social e sua influência (ou sua ausência) na estruturação de uma sociedade
mais democrática que precisa ser examinado.
É na tentativa de responder a estas questões que o autor se dedica a pensar como se dá o
processo de desenvolvimento de interesses políticos em um contexto caracterizado pela
desigualdade social e crescente pobreza e analisa as possibilidades de constituir capital social
como fator de empowerment dos setores excluídos. Baquero(2003)
reflete sobre a
impossibilidade de se fornecer empoderamento aos cidadãos individualmente de forma a
aumentar a sua participação política, em um contexto marcado por práticas políticas
tradicionais, por padrões de desigualdade social e em ambiente de desconfiança generalizada. E
caso isto seja possível, esse processo contribuiria para a melhoria da qualidade da democracia no
país?
Tais indagações fazem parte do processo contraditório de concepção e aplicação dos
conceitos de capital social já explicitado aqui neste trabalho. Só nos confirma a fragilidade da
compreensão de que a existência isolada de instituições democráticas criadas verticalmente não
garante a estabilidade política, nem tão pouco à justiça social.
Num cenário de grande descrédito da política e das suas instituições bem como do Estado
e dos governos percebe-se uma desmobilização social que se confirma pelo afastamento da
sociedade civil enquanto ente de controle e fiscalização tanto das instituições estatais quanto
das organizações privadas. O que gera uma democracia hierarquizada incapaz de aglutinar a
sociedade e o Estado no sentido de promover o espaço público, o bem coletivo e o controle dos
bens públicos.
Na visão de Baquero(2003), institucionalizou-se um interesse sobre o tipo de capital social
que seria relevante para as camadas tradicionalmente excluídas das políticas sociais, e passou-se
a reconhecer e aceitar a ideia de que a democracia requer, pelo menos, um nível mínimo de
capital social, ou seja, normas e formas de associação que possibilitariam o surgimento de
confiança dos cidadãos nas autoridades constituídas e nas instituições vigentes.
Esta seria mais uma forma de valorização do cidadão por meio do capital social, o que tem
gerado grandes debates em torno da validade ou não do paradigma de capital social no processo
de fortalecimento da democracia contemporânea. Ou seja, ampliar a participação dos cidadãos
20
na política está relacionado com a forma como eles compreendem e internalizam a política e os
seus sistemas, isto é, a cultura política.
Baquero(2003) afirma que segundo a teoria da cultura política, a confiança interpessoal e
a confiança nas instituições políticas são pré-condições para a formação de associações
secundárias que, por sua vez, podem agir como promotoras da participação política e,
consequentemente, do aperfeiçoamento da democracia. Para o bom funcionamento das
instituições políticas é imperativa a confiança dos cidadãos nelas. O que interpela à formação
do capital social. Ele seria o elemento chave de mediação de modo a conferir poder aos cidadãos
para um maior controle da política.
A capacidade de fiscalização, segundo Baquero(2003), passa por um processo de
capacitação (educação política) das pessoas para não só se interessarem nos assuntos de
natureza política, como também, fundamentalmente, participarem dessa arena. É, pois um
desafio alcançar tal objetivo se considerarmos os níveis de escolaridade do país.
Como constituir cidadãos críticos e orientados para uma participação política maior em um
cenário de baixa escolaridade ou de escolaridade precária, como é o caso do Brasil? Esse parece
ser um dos principais desafios que os cientistas políticos têm que responder, pois o que se
verifica na prática é uma situação de apatia e um senso de impotência para resolver as coisas.
É neste sentido que alguns teóricos do capital social, sobretudo aqueles institucionalistas
como Putnam, trazem a importância do capital social e das relações que estão imbricadas no
mesmo como as redes de solidariedade e a confiança social como enfrentamento aos graves
problemas econômicos, políticos e sociais de um sistema político que não podem ser resolvidos
pela mera existência de instituições, mas no fortalecimento dessas redes de solidariedade entre
os cidadãos.
Levando em consideração as perspectivas até então discutidas podemos compreender
porque o conceito de capital social é encarado com tanto ceticismo pela crítica marxista. Para
essa perspectiva o capital social é uma relação social generalizada que transforma o trabalho
concreto em trabalho abstrato, isto é, que o transforma em mercadoria. (Higgins, p. 233). Desta
maneira, a condição para que o social seja predicado do capital é que haja a superação da lógica
da acumulação pela acumulação. Ou seja, onde esteja em jogo as lutas pela libertação de tudo
aquilo que é reprimido pela economia dominante. Um elemento chave da critica marxista ao
21
capital social está em distinguir as estruturas sociais que fomentam a eficiência econômica, das
estruturas que promovem a redistribuição da riqueza socialmente produzida. (Higgins, p. 233).
Por este motivo, é que compreendemos a grande dificuldade, senão a impossibilidade de
refletir sobre o capital social a partir de uma teoria mais crítica. São utilizadas categorias, assim
como são feitas associações entre termos, a nosso ver inconciliáveis. Para não falar dos
processos envolvidos e das mediações que são utilizadas tanto para compreensão como para a
aplicação do conceito na realidade social. Entre os autores estudados percebemos grande
consonância nas discussões de Higgins e de Baquero, ambos trazem uma visão mais crítica e
cautelosa do termo, e da sua utilização na construção dos paradigmas da sociedade capitalista.
Os dois autores chamam a atenção para a relação do capital social com o enfrentamento
das desigualdades sociais, distribuição da riqueza socialmente produzida, da democracia e da
participação política. Desta forma, nos aproximamos mais desses autores por entendermos que
mesmo com todas as contradições que o termo capital social apresenta, podemos nos utilizar
dele no intuito de melhorar as relações sociais entre Estado e sociedade, para um melhor
enfrentamento dos problemas sociais provenientes da falta de controle social, e da vinculação
do Estado com as relações de mercado, que se apresentam na maior parte das vezes como
prioritárias em detrimento do social.
4. O TERRITÓRIO DO CAPITAL SOCIAL: CARACTERIZAÇÃO DOS ESTADOS
Partindo do pressuposto de que o território é um espaço construído socialmente e que
resulta das múltiplas relações econômicas, políticas, sociais e culturais que se estabelecem entre
os cidadãos em um determinado espaço e tempo, é que procuramos estabelecer algumas
relações entre a formação do capital social nos estados e regiões brasileiras e os seus
indicadores socioeconômicos.
Ou seja, foram selecionados indicadores que são determinantes a uma analise mais
aprofundada do capital social no território brasileiro. Quais sejam: educação – níveis de
escolaridade, e de acesso e frequência a escola; situação de trabalho – pessoal
ocupado/desocupado; rendimento familiar per capita da população; PIB per capita; índice de
gini e firjan – níveis de pobreza e de desigualdade de renda da população; assim como o IDH
que mede o grau de desenvolvimento humano do país, entre outros.
22
De acordo com publicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD
20097, a população brasileira era de 191,8 milhões de habitantes aproximadamente. Apresenta
uma densidade demográfica média de 22,5 habitantes por quilômetro quadrado (km2). Neste
aspecto são visíveis disparidades entre as regiões brasileiras. Assim como se pode verificar nos
indicadores socioeconômicos do país.
Quadro 07 - Dados geográficos
Região
SUDESTE
SUL
NORTE
NORDESTE
CENTRO-OESTE
Estado
São Paulo
Espírito Santo
Minas Gerais
Rio de Janeiro
Paraná
Santa Catarina
Rio Grande do Sul
Acre
Amapá
Amazonas
Pará
Rondônia
Roraima
Tocantins
Alagoas
Bahia
Ceará
Maranhão
Paraíba
Piauí
Pernambuco
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Goiás
Distrito Federal
Capital
São Paulo
Vitória
Belo Horizonte
Rio de Janeiro
Curitiba
Florianópolis
Porto alegre
Rio Branco
Macapá
Manaus
Belém
Porto Velho
Boa Vista
Palmas
Maceió
Salvador
Fortaleza
São Luís
João Pessoa
Teresina
Recife
Cuiabá
Campo Grande
Goiânia
Brasília
Área (km²)
Municípios
248.209,426
46.098,571
586.520,368
43.780,157
199.316,694
95.703,487
268.781,896
164.122,280
142.827,897
1.559.161,682
1.247.950,003
237.576,167
224.301,040
277.621,858
27.779,343
564.830,859
148.920,538
331.935,507
56.469,466
251.576,644
98.146,315
903.329,700
357.145,836
340.103,467
5.787.784
645
78
853
92
399
293
496
22
16
62
143
52
15
139
102
417
184
217
223
224
185
141
78
246
01
População
2010
41.384,039
3.512.672
19.595.309
15.993.583
10.439.601
6.249.682
10.695.532
732.793
668.689
3.480.937
7.588.078
1.503,928
451.227
1.383.453
3.120.922
14.021.432
8.448.055
6.569.683
3.766.834
3.119.015
8.796.032
3.033.991
2.449.341
6.004.045
2.562.963
*Fonte: IBGE/Estados - 2010
Neste sentido cabe salientar que a região Norte, que possui 45,2% da área total do País
e 8,1% do total da população brasileira, tem apenas 4,0 habitantes por km². Ao contrário da
Disponível em:
<http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/condicaodevida/indicadoresminimos/sinteseindicsociais2010/S
IS_2010.pdf>
7
23
Região Sudeste com 42,% da população total apresenta densidade de 87 habitantes por km². A
maior concentração da população brasileira está situada no Estado de São Paulo. O peso relativo
da população residente neste estado corresponde a 21,4% do total da população do País.
Com base na síntese de indicadores sociais publicada pelo IBGE em 20098 pode-se
afirmar que houve um aumento do percentual de pessoas de todas as idades que estão
freqüentando a escola em todos os níveis de escolaridade. É o que salienta os resultados da
pesquisa ao comparar o período entre 1999-2009.
Em 2009, a taxa de freqüência à escola alcançou 85,2%, mas a taxa de escolarização
líquida - percentual de pessoas que freqüentavam a escola no nível adequado à sua idade, ou
seja, o ensino médio era de 50,9%, em 1999 esse percentual era de 32,7%. Embora se reconheça
maior democratização no acesso ao sistema escolar em todos os estados e regiões do país, a
adequação idade/nível educacional permanece como um desafio, sobretudo na faixa de 15 a 17
anos de idade, em que só metade dos estudantes está no grau adequado.
Se relacionarmos tais índices com a territorialidade a pesquisa destaca grandes
disparidades territorial. Ou seja, Norte e Nordeste tinham, respectivamente, 39,1% e 39,2% de
jovens de 15 a 17 anos no nível médio, não chegando a atingir os 42,1% que o Sudeste já tinha
em 1999 e que em 2009 eram 60,5%. Os dados mostram que em 2009, a média de anos de
estudo das pessoas de 15 anos ou mais era 7,5 anos, inferior aos 8 anos necessários para a
conclusão do ensino fundamental obrigatório. No Sudeste, a média atingiu 8,2 anos; e, no
Nordeste, 6,7.
Em se tratando do ensino superior a pesquisa indica que a população jovem de 18 a 24
anos de idade com 11 anos de estudo, ou seja, com o ensino médio completo representava
37,9% do total nessa faixa etária, em 2009. Neste caso as desigualdades regionais também
eram marcantes. No Sudeste, tal percentual era de 44% e no Nordeste, 31,8%.
Outro grande desafio que perdura no país é a desigualdade que ainda se verifica nos
resultados quando comparados os indicadores educacionais para brancos, pretos e pardos. Em
2009 os pretos e pardos ainda não haviam atingido os indicadores que os brancos já
apresentavam em 1999, embora se perceba que houve redução das desigualdades também para
Disponível em:
<http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1717&id_pagina=1B>
8
24
estes grupos. No ano passado, as taxas de analfabetismo para as pessoas de cor ou raça preta
eram de (13,3%) e para os de cor parda (13,4%). O que significa dizer que eram mais que o
dobro da taxa dos brancos (5,9%).
Com relação à taxa de analfabetismo, os indicadores demonstram que os idosos, pobres
e nordestinos apresentam as maiores taxas. Isto quer dizer que do contingente de 14,1 milhões
de pessoas analfabetas, 42,6% tinham mais de 60 anos, 52,2% residiam no Nordeste e 16,4%
viviam com ½ salário mínimo de renda familiar per capita.
A escolaridade é um componente importante na constituição do capital social, e na
existência de instituições mais democráticas. Se os níveis de escolaridade determinam em parte
a existência de sociedades mais igualitárias, mais democráticas, o empoderamento e a
capacidade política organizativa, a existência e, ou construção de capital social é razão direta
do investimento em educação pública. Tanto mais necessário se faz que a população dos
municípios brasileiros estabeleça parcerias com os órgãos públicos e fortaleçam as organizações
da sociedade civil para o exercício do controle social dos investimentos públicos.
Nos estados e regiões com escolaridade elevada o capital social apresenta-se mais
fortalecido e com uma rede de interação mais complexa. É evidente que o tamanho da
população e os demais indicadores sociais, como renda, saúde, trabalho, etc., interferem na
composição do capital social. Indicadores mais igualitários em todos os âmbitos favorecem
relações mais democráticas.
Segundo análise do IBGE o rendimento familiar per capita se apresenta como um fator
de desigualdade no acesso à escola. Os percentuais indicam que entre os 20% mais pobres da
população, havia 32,0% dos adolescentes de 15 a 17 no ensino médio, já para os 20% mais
ricos, essa situação se aplicava a 77,9%. No entanto, há uma tendência de queda na taxa de
desigualdade de renda per capita, já que em 2001, os 20% mais ricos recebiam em média 24,3
vezes mais que os 20% mais pobres, e essa relação caiu para 17,8 em 2009. A redução das
desigualdades entre as pessoas brancas, pretas e pardas também tem sofrido redução segundo
os dados. Ao compararmos o Índice de Gini para o rendimento mensal familiar per capita,
verifica-se diminuição na desigualdade em proporção similar para brancos (de 0,572 para
0,537), pretos (de 0,502 para 0,471) e pardos (de 0,531 para 0,497). O índice vai de zero a um:
quanto maior, mais desigual.
25
Os dados do IBGE apontam que para o período de 1999 para 2009, a proporção das
pessoas economicamente ativas de 18 a 24 anos de idade com 11 anos de estudo quase dobrou,
passando de 21,7% para 40,7%. Por outro lado, para o conjunto das pessoas economicamente
ativas com 11 anos ou mais de estudo, os resultados foram mais modestos, passando de 7,9%
para 15,2%.
Ainda no âmbito político e de forma muito embrionária ou apenas informativa,
levantou-se o partido de pertencimento das lideranças estaduais atuais para posterior
acompanhamento e analogia entre os indicadores socioeconômicos e o político. Quatro partidos
políticos nucleiam os estados da federação - PMDB (05), PSDB (08), PSB (06) e PT (05) - com
perfis de desempenho econômico, e indicadores socioeconômicos próximos, mas também
desiguais.
Minas Gerais (0,51 de GINI, 7,36 de PIB per capita e Firjan de 0,82), São Paulo (0,48 de
GINI, 12,6 de PIB per capita e Firjan 0,86), e o Paraná (0,49 de GINI, 8,76 de PIB per capita e
Firjan de 0,82) que detém os melhores e equilibrados indicadores socioeconômicos e menos
frágil capital social, além de outros 05 estados de outras regiões são liderados por governadores
pertencentes ao mesmo partido político - o PSDB - que é um partido de tendência socialista,
mas tradicional no país. Sejam governadores eleitos no primeiro ou segundo turnos, um certo
tradicionalismo persiste no campo político. O PMDB e o PT lideram cada um 05 estados da
federação, dentre os quais o Rio de Janeiro pelo primeiro e o Rio Grande do Sul pelo segundo.
Quadro 08 - Indicadores Sociais
Estado
Acre
Alagoas
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Minas Gerais
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Pará
GINI - 2009
0,610861
0,571958
0,509543
0,556492
0,544291
0,623913
0,531619
0,510106
0,538340
0,512881
0,521173
0,504400
0,510503
PIB Per capita - 2008
5,122583
3,223562
7,254182
4,336945
3,681331
23,79954
10,47216
6,666353
3,159459
7,367379
7,344396
9,279615
4,137294
26
Firjam Emprego e renda 2007 *
0,561184
0,445630
0,631183
0,648822
0,556205
0,591257
0,666389
0,634707
0,533425
0,828923
0,543316
0,559806
0,615467
Estado
Paraíba
Pernambuco
Piauí
Paraná
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rondônia
Roraima
Rio Grande do Sul
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
GINI - 2009
0,591369
0,554151
0,554853
0,497378
0,542411
0,559131
0,509391
0,519735
0,499892
0,459689
0,576355
0,489408
0,523318
PIB Per capita - 2008
3,554061
4,174688
2,781017
8,762489
11,19194
4,246049
6,199546
6,131228
9,513156
10,54349
5,061917
12,65969
5,291844
Firjam Emprego e renda 2007 *
0,472396
0,613161
0,472001
0,842733
0,880989
0,544224
0,525090
0,565276
0,743034
0,758809
0,536504
0,869494
0,562484
* IFDM - emprego & renda - varia de 0 a 1, quanto mais próximo de 1, melhor o nível de desenvolvimento.
Fonte: Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Assessoria de Pesquisas Econômicas (Firjan) - IPEA
2007.
O quadro político resultante das eleições de 2010 portanto apresenta tendência
socialista, mas com partidos tradicionais (PMDB e PSDB), sobretudo se considerarmos as
mudanças legendárias. O país de uma história política baseada no bipartidarismo evoluiu para o
pluripartidarismo tem tudo a ver com democracia, e no caso brasileiro avanço e expansão no
sentido da democratização da política. Como democratização da política é resultado do
empoderamento da população essa observação de tendência nas escolhas dos dirigentes pela
população em todos os Estados brasileiros reflete estágio mais elevado de organização política e
por consequência fortalecimento do capital social.
O pressuposto de partida mas também de chegada é que a tendência política expressa
muita vezes na escolha dos governantes e representantes políticos resulta e determina as
condições sociais e econômicas em cada município, Estado e, ou região do país. Assim, a ação
política, a capacidade de articulação e o engajamento político têm relação direta com os
indicadores educacionais e socioeconômicos. A democracia resulta da socialização da política e
o exercício da cidadania da democracia. O capital social de cada município e Estado da
federação tem relação direta com a democracia, com a socialização da política e com o
exercício da cidadania.
27
Quadro 09 - Governadores Eleitos em 20109
UF
CANDIDATO
IDADE
PARTIDO
DEM
VOTAÇÃO
NOMINAL
813.813
RN
Rosalba Ciarlini Rosado
58
SC
João Raimundo Colombo
AL
SITUAÇÃO
SEXO
Eleito
Feminino
55
DEM
1.815.304
Eleito
Masculino
Ronaldo Augusto Lessa Santos
61
PDT
394.155
2º Turno
Masculino
GO
Iris Rezende Machado
77
PMDB
1.099.552
2º Turno
Masculino
MA
Roseana Sarney Murad
57
PMDB
1.459.792
Eleito
Feminino
MS
Andre Puccinelli
62
PMDB
704.407
Eleito
Masculino
MT
Silval da Cunha Barbosa
49
PMDB
759.805
Eleito
Masculino
PB
Jose Targino Maranhão
77
PMDB
933.754
RJ
Sergio de Oliveira C. Santos Filho
47
PMDB
5.217.972
RO
Confúcio Aires de Moura
62
PMDB
AM
Omar Jose Abdel Aziz
52
RR
Neudo Ribeiro Campos
RO
2º Turno
Masculino
Eleito
Masculino
291.765
2º Turno
Masculino
PMN
943.955
Eleito
Masculino
64
PP
104.804
2º Turno
Masculino
João Aparecido Cahulla
56
PPS
246.350
2º Turno
Masculino
AP
Carlos Camilo Góes Capiberibe
38
PSB
95.328
2º Turno
Masculino
CE
Cid Ferreira Gomes
44
PSB
2.436.940
Eleito
Masculino
ES
José Renato Casagrande
50
PSB
1.502.070
Eleito
Masculino
PB
Ricardo Vieira Coutinho
50
PSB
942.121
PE
Eduardo Henrique A. Campos
45
PSB
3.450.874
PI
Wilson Nunes Martins
57
PSB
DF
Weslian do P. Socorro Peles Roriz
68
AL
Teotônio Brandão Vilela Filho
GO
2º Turno
Masculino
Eleito
Masculino
725.563
2º Turno
Masculino
PSC
440.128
2º Turno
Feminino
59
PSDB
534.962
2º Turno
Masculino
Marconi Ferreira Perillo Júnior
47
PSDB
1.400.227
2º Turno
Masculino
MG
Antonio Augusto J. Anastasia
49
PSDB
6.275.520
Eleito
Masculino
PA
Simão Robson Oliveira Jatene
61
PSDB
1.720.631
2º Turno
Masculino
PI
Silvio Mendes de Oliveira Filho
61
PSDB
470.660
2º Turno
Masculino
PR
Carlos Alberto Richa
45
PSDB
3.039.774
Eleito
Masculino
RR
Jose de Anchieta Junior
45
PSDB
99.124
2º Turno
Masculino
SP
Geraldo Jose R. Alckmin Filho
58
PSDB
-
Eleito
Masculino
TO
José Wilson Siqueira Campos
82
PSDB
349.592
Eleito
Masculino
AC
Sebastião A. Viana Macedo Neves
49
PT
170.202
Eleito
Masculino
BA
Jaques Wagner
59
PT
4.101.270
Eleito
Masculino
DF
Agnelo Santos Queiroz Filho
52
PT
676.394
2º Turno
Masculino
PA
Ana Julia De Vasconcelos Carepa
53
PT
1.267.981
2º Turno
Feminino
RS
Tarso Fernando Herz Genro
63
PT
3.416.460
Eleito
Masculino
SE
Marcelo Deda Chagas
50
PT
537.223
Eleito
Masculino
AP
Luiz Cantuária Barreto
46
PTB
96.165
2º Turno
Masculino
*Fonte: TSE – resultado das eleições – 2010
Disponível em http://www.tse.jus.br/internet/eleicoes/estatistica2010/Est_resultados/resultado_eleicao.html
acesso em: 08/02/2011.
9
28
Quadro 10 - Governadores Eleitos no 2º Turno em 2010
UF
CANDIDATO
IDADE
PARTIDO
RO
Confúcio Aires de Moura
62
PMDB
AP
Carlos Camilo Goes Capiberibe
38
PSB
PB
Ricardo Vieira Coutinho
50
PI
Wilson Nunes Martins
VOTAÇÃO
NOMINAL
422.707
SITUAÇÃO
SEXO
Eleito
Masculino
170.277
Eleito
Masculino
PSB
1.079.164
Eleito
Masculino
57
PSB
921.313
Eleito
Masculino
AL
Teotônio Brandão Vilela Filho
59
PSDB
712.789
Eleito
Masculino
GO
Marconi Ferreira Perillo Júnior
47
PSDB
1.551.132
Eleito
Masculino
PA
Simão Robson Oliveira Jatene
61
PSDB
1.860.799
Eleito
Masculino
RR
Jose de Anchieta Junior
45
PSDB
107.466
Eleito
Masculino
DF
Agnelo Santos Queiroz Filho
52
PT
875.612
Eleito
Masculino
*Fonte: TSE – resultado das eleições – 2010
Ainda, como aproximação inicial mas consolidada para a relação do capital social
existente nos municípios/Estados com os níveis dos indicadores políticos de participação e ação
política dos mesmos municípios é possível inferir que aqueles municípios nos quais foram
verificados maiores índices de desenvolvimento humano e, portanto, menor desigualdade de
renda, tem desenvolvido sua governabilidade dentro dos partidos de características mais
democráticas.
Se os níveis de escolaridade determinam em parte a existência de sociedades mais
igualitárias, mais democráticas, o empoderamento e a capacidade política organizativa, a
existência e, ou construção de capital social é razão direta do investimento em educação
pública. Mas também nas políticas públicas de corte social que elevam os indicadores sociais.
Tanto mais necessário se faz que a população dos municípios brasileiros estabeleça parcerias
com os órgão públicos e fortaleçam as organizações da sociedade civil para acesso às políticas
sociais, para o exercício do controle social dos investimentos públicos.
5. DIMENSÃO ESTRUTURAL E ORGANIZACIONAL DO CAPITAL SOCIAL
Conforme dados da pesquisa direta podemos verificar informações sobre o capital social
referentes aos 66 municípios (quadro 01), e que englobam os 25 Estados da federação como
mostra o gráfico abaixo nas regiões do Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil.
29
Tabela 01 – Estado
Estado
Acre
Alagoas
Amazonas
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Pará
Paraíba
Paraná
Pernambuco
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
São Paulo
Sergipe
Tocantins
Total
Nº
27
18
9
16
1
21
13
2
17
18
19
2
5
43
18
30
6
20
25
18
11
12
64
9
5
429
%
6,3
4,2
2,1
3,7
0,2
4,9
3,0
,5
4,0
4,2
4,4
,5
1,2
10,0
4,2
7,0
1,4
4,7
5,8
4,2
2,6
2,8
14,9
2,1
1,2
100,0
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
Dentre os Estados que estão representados no gráfico, São Paulo compareceu sozinho
com mais de 14% dos questionários respondidos o que significa que obtivemos informações
relativas a 64 instituições daquele Estado. O estado do Paraná vem em segundo lugar, e
respondeu a 43 questionários ou 10,0 %. Já o Piauí aparece com um percentual de 7,0 % com
30 questionários respondidos, e o Acre com 27 ou 6,3% dos questionários respondidos. Entre o
relatório parcial e o final verificamos redução das disparidades entre os Estados mas a
permanência da liderança de São Paulo em termos de quantitativo de questionários respondidos
pelas organizações com impactos qualitativos mais homogêneos. Permanece no entanto a
afirmação de que as respostas aos questionários são indicadores a nosso ver do estado de
politização dos municípios e estados, mas chama a atenção Rio de Janeiro, Distrito Federal e
Santa Catarina pelo número reduzido de respostas em relação aos indicadores socioeconômicos.
30
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa foi fundada entre os anos de 1980 a 2010, ou seja, 175 (65,8%) das
429 instituições que responderam à questão. 69 têm existência entre os anos 50 e 80 do século
passado, enquanto que 22 (8,3%) se firmaram como instituição antes de 1950. Os dados
também mostram que 163 instituições não responderam a questão quanto ao ano de sua
fundação.
A maior incidência de data de fundação das organizações coincide com o período de
transição política e/ou de consolidação democrática no país. Mas é de se registrar a longevidade
de 8,3% delas que datam de décadas anteriores aos anos 50 do século passado, e 25,9% das que
foram criadas entre os anos 50 e 80 e que somadas formam 34,2 % de organizações
entrevistadas que tiveram sua criação no contexto do desenvolvimentismo e/ou da ditadura
militar.
Tabela 02 – Ano de fundação da organização
Ano de Fundação da Organização
Antes de 1950
Entre 1951 e 1980
Após 1981
Total
Não informado
Nº
22
69
175
266
163
%
8,3
25,9
65,8
100,0
-
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, mais de 63% delas estão registradas em
Cartório, 24,0% tem o seu registro em Prefeituras, e 29,1% o tem realizado junto à Receita
Federal. Dado o caráter mais político, social e de controle social das instituições, pode-se
verificar que os registros em órgãos de regulamentação de atividade econômica e comercial são
reduzidos. Desse modo, apenas 10,7 % são registradas no Ministério do Trabalho e Emprego, e
28,4% em Junta Comercial.
31
Tabela 03 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
272 (63,4%)
157 (36,6%)
429
Junta Comercial
122 (28,4%)
307 (71,6%)
429
Prefeitura
103 (24,0%)
326 (76,0%)
429
Receita Federal
125 (29,1%)
304 (70,9%)
429
MTE
46 (10,7%)
383 (89,3%)
429
Outro*
29 (10,1%)
259 (89,9%)
288*
*Opção incluída no questionário 2010.
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
Mesmo com todos os limites da burocracia para o registro de instituições no estado como
nos órgãos comerciais é real e visível que todas as instituições possuem algum tipo de registro, o
que possibilita acesso à recursos, concorrência em termos de projetos, um maior grau de
confiança e legitimidade social no estabelecimento de parcerias que são necessárias ao
desenvolvimento social do local, e da própria instituição quando do controle social e da
formação do capital social do município e Estado de um modo geral.
Quanto ao tipo de organização dessas instituições temos que 26,2% (112) delas são
associações, 77 (18%) são conselhos, 57 ou 13,3 % são sindicatos e 44 ou 10,3% são entidades
filantrópicas o que corresponde a 67,8% do total de organizações, aproximadamente. Os demais
números são distribuídos entre as ONGs (38), Igrejas (34), clubes (10), cooperativas (17),
empresas (7), e 17 outros tipos de organização.
Tabela 04 – Tipo de organização
Tipo de Organização
Sindicato
Empresa
Entidade Filantrópica
Igreja
Outro
Associação
Cooperativa
Conselho
Organização Não Governamental
Fórum
Organização Social
Organização Social de Interesse Público
Clube
Total
Não Informado
Nº
57
7
44
34
17
112
17
77
38
2
5
7
10
427
2
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
32
%
13,3
1,6
10,3
8,0
4,0
26,2
4,0
18,0
8,9
,5
1,2
1,6
2,3
100,0
-
Tais números confirmam a hipótese do potencial que tem as associações na atualidade
enquanto espaço de organização e luta política, assim como o papel indispensável dos conselhos
que em conjunto com os demais grupos de organizações locais podem dinamizar os processos
políticos no sentido de desenvolverem o controle social em busca do bom funcionamento das
instituições democráticas e das políticas públicas.
A média de participantes (tabela abaixo) na organização comparece em curva em amont
mas bem variada nesse grupo de instituições analisadas. O numero de associados sofreu
aumento significativo de 363,3%, o de sócios 311,8% enquanto que o numero do público
atendido variou de 60 usuários para 300, o que significa um aumento exponencial de 400%.
Quando se trata do número de voluntários o numero também aumentou de 10 para 16, seja: um
aumento de 60%. Já o número de membros das organizações aumentou apenas em 53,8%. Os
outros participantes das organizações que são conselheiros, diretores e funcionários tiveram o
menor percentual de aumento de 33,3% em relação aos demais, mas todos os percentuais
cresceram significativamente.
Tabela 05 - Média de participantes na organização
Mediana da quantidade de
participantes na Organização
Associados
Início da
Organização
30
Dados atuais
Diferença (%)
139
Aumentou 363,3%
Sócios
34
140
Aumentou 311,8%
Público atendido
60
300
Aumentou 400%
Voluntários
10
16
Aumentou 60%
Membros
13
20
Aumentou 53,8%
Outros*
12
16
Aumentou 33,3%
*Os outros participantes correspondem, em sua maioria, a funcionários, diretores e conselheiros.
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
Ao verificarmos a tabela seguinte pode-se observar que a estrutura organizacional das
instituições analisadas apresenta as seguintes denominações: 91,1% das organizações
funcionam com diretoria, 82,9% tem conselho, 84,2% aproximadamente realizam assembleias,
37,1% têm comissões, 29,2% realizam ou contam com assessorias externas, e em 56,3% dos
casos a comunidade participa da gestão da instituição. Já em 74,8% aproximadamente as
decisões são colegiadas e em 27,0% são realizadas assessorias internas. Em 91,9% das
33
instituições não há comitê como espaço na estrutura da organização, e em 28,4% das
organizações há outros tipos de estruturas que não foram citadas no questionário.
Tabela 06 – Estrutura da unidade
Estrutura de unidade
Sim
Não
Não informado
Diretoria
326 (91,1%)
32 (8,9%)
71
Conselho
272 (82,9%)
56 (17,1%)
101
Assembléia
277 (84,2%)
52 (15,8%)
100
Comitê
17 (8,1%)
194 (91,9%)
218
Comissões
85 (37,1%)
144(62,9%)
200
Assessorias Externas
64 (29,2%)
155 (70,8%)
210
Assessorias Internas
58 (27,0%)
157 (73,0%)
214
Comunidade participa da gestão
153 (56,3%)
119 (43,8%)
157
Decisões são colegiadas
205 (74,8%)
69 (25,2%)
155
Outra
23 (28,4%)
58 (71,6%)
348
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 60,1 (253) das instituições realizam suas reuniões mensalmente, 14%
(59) semanalmente e 15,2% (64), aproximadamente, tem outra frequência para suas reuniões.
24 instituições declararam reunir-se apenas anualmente e 08 não respondeu ao questionário.
Tabela 07 - Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de
gestão da organização
Semanal
Quinzenal
Mensal
Anual
Outra*
Total
Não Informado
Nº
%
59
21
253
24
64
421
8
14,0
5,0
60,1
5,7
15,2
100,0
-
*Corresponde, em sua maioria, a encontros trimestrais, bimestrais e diários.
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
A preferência de periodicidade de encontros de gestão das organizações mensal ou
semanal pode ser considerada garantidora de certa dinâmica de funcionamento e regularidade
34
de atividades entre e com os associados. Para qualquer ação política, negociação ou
estabelecimento de parcerias se faz necessário que a organização tenha vida própria, direção e
funcione com regularidade, construindo espaço, legitimidade e ganhando confiança entre os que
a fazem e com quem estabelecem múltiplas relações econômicas, sociais e políticas.
6. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL
A dimensão instrumental do capital social é nessa pesquisa entendida como a
capacidade construída nas ações dos sujeitos coletivos em articulação com outros sujeitos
coletivos. Constitui a qualidade ou a propriedade do capital social, ou seja: o que de fato o
constitui. (Guerra, 2007)
Para a construção de capital social é necessário que aconteça simultaneamente ação
coletiva, cooperação entre os sujeitos em relação/interação, acessibilidade às informações e
comunicação entre os participantes de forma horizontal pela via de intenso processo de
socialização, reconhecimento e legitimidade, além de forte confiança e solidariedade.
Nessa direção, foram construídos dois conjuntos de variáveis estruturais – a) natureza,
atividades e objetivos, b) legitimidade, confiança e solidariedade; um segundo conjunto de
variáveis instrumentais foi igualmente elaborado – informação, comunicação e participação; e
dois últimos conjuntos de variável ideológica e política do capital social, a saber: a) ação política
e b) empoderamento.
Para esses indicadores questões foram elaboradas inicialmente sobre formação e
natureza das organizações, atividades e objetivos, sujeitos coletivos no estabelecimento de
ações de confiança e cooperação bem como o consenso possível na adesão às decisões.
Cooperação, autonomia e ação coletiva são fundamentais aos sujeitos coletivos para possibilitar
acessibilidade, meios e a socialização das informações necessárias às relações e interação
sociais.
Para os indicadores de legitimidade, confiança e solidariedade foram elaboradas as
seguintes questões: Como a organização se legitima e estabelece relação de confiança na
formação do capital social? Quais as bases da solidariedade entre membros da comunidade
cívica com os órgãos públicos?
35
Vale salientar que os indicadores ação política e empoderamento orientaram a
elaboração de questões sobre as atividades políticas, engajamento em lutas e movimentos
sociais; e a capacidade dos associados e organizações para o exercício do controle social e da
cidadania. Para os indicadores da informação e comunicação, temos acessibilidade, meios e
socialização das informações, tipo e qualidade da participação das pessoas em ações coletivas
com os órgãos públicos. Para o indicador participação foi elaborada uma única questão-chave:
Qual participação é realizada pelas pessoas em ações coletivas com os órgãos públicos?
E, que respostas foram obtidas com as questões acima construídas?
Em relação às parcerias que possam demonstrar potencial na construção de redes sociais
foi perguntado se a organização possuía parceria com conselhos e/ou outras entidades de
controle social. As 70% ou 289 organizações que responderam ao questionário afirmaram
possuir parcerias e apenas 124 ou 30% não as estabelecem.
Tabela 08 - A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos e/ou
outras entidades de controle social
Nº
%
Sim
Não
Total
Não informado
289
124
413
16
70,0
30,0
100,0
-
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
Em geral as parcerias estabelecidas se fazem com conselhos dos mais variados setores
(saúde, assistência, tutelar, idoso, educação, agro-ecologia), órgãos públicos municipais e
estaduais, e com Universidades. Chama a atenção parcerias com o poder judiciário, ministério
público e a defensoria pública, além de parcerias com outras associações sem fins lucrativos.
Afora as 16 organizações que não responderam ou para as quais não se aplica a questão,
e as 124 ou 30% das organizações 70% de todas as organizações estabelecem múltiplas
parcerias. É preciso lembra que: as organizações não existem ou sobrevivem sozinhas ainda mais
por conta da natureza social e política.
Quanto à forma da parceria estabelecida (os respondentes poderiam marcar mais de uma
vez os itens do questionário) as respostas foram claras em relação às opções apresentadas:
36
81,8% o fizeram de forma voluntária, 80,1% por convite da própria organização, o que
demonstra vontade política de construir uma rede social, 66,9% estabeleceu parceria por
indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram procuradas, e 47% o fizeram
de outras formas.
Tabela 09 - A parceria se estabelece de que forma
Sim
Não
Não informado
Voluntária
184 (81,8%)
41 (18,2%)
204
Convite
145 (80,1%)
36 (19,9%)
248
Indicação
89 (66,9%)
44 (33,1%)
296
Outra*
47 (47,0%)
53 (53,0%)
329
A parceria se estabelece de que forma
*Corresponde, em sua maioria, a convênios
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
Dentre estas formas se tem: parcerias realizadas mediante inscrição, certificado e
prestação de contas, por convênios, repasses de subvenção, para obter desconto de imposto de
renda, eleição e estatuto.
Na tabela abaixo, pode-se verificar um resumo de como se realiza e qual o nível de
relação das parcerias estabelecidas entre as organizações envolvidas com a formação do capital
social dos municípios representados nesta pesquisa. Assim como a qualidade da participação na
relação entre as organizações que estabelecem parcerias.
Tabela 10 - Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Sim
Em parte
Não
Não informado
Dialogam um com o outro em pé de
igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
231 (74,3%)
64 (20,6%)
16 (5,1%)
118
226 (75,3%)
54 (18,0%)
20 (6,7%)
129
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
Argumentam e negociam para chegar
a um ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na
relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de
negociação
Existem mecanismos de cooperação na
parceria
Outro – convênios e projetos para
obtenção de recursos
88 (30,1%)
99 (33,9%)
105 (36,0%)
137
250 (83,1%)
32 (10,6%)
19 (6,3%)
128
238 (78,0%)
47 (15,4%)
20 (6,6%)
124
216 (71,5%)
69 (22,8%)
17 (5,6%)
127
220 (74,3%)
55 (18,6%)
21 (7,1%)
133
2 (3,7%)
0 (0,0%)
52 (96,3%)
375
Fonte: Coleta direta de dados - 2010
37
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 231
(74,3%) confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 64 (20,6%) em
parte e 16 (5,1%) não dialogam em pé de igualdade.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. Para 75,3% das organizações que confirmaram possuírem
relações de parcerias, no diálogo com outras organizações, consideram os diferentes pontos de
vista, mas 18% os consideram em parte e 6,7% não consideram os diferentes pontos de vista.
É possível afirmar relacionando os dois conjuntos de respostas que 16 instituições
afirmam ter diálogo sem igualdade (5,1%) e 6,7% delas, ou seja, 20 organizações, não
consideram os diferentes pontos de vista no estabelecimento de parcerias, o que repercute na
qualidade da participação como mecanismo democrático. Ora, diálogo não existe ou se
estabelece sem ser baseado no princípio de igualdade entre os parceiros e sem levar em
consideração os diferentes pontos de vista envolvidos. Nessas condições o diálogo não acontece,
não fortalece a relação e o capital social, e termina fragilizando ou implicando ou mesmo
prejudicando o processo participativo e a própria parceria.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências o resultado se inverte, mas
não muito, pois em 88 (30,1%) afirmaram que sim, 99 (33,9%) em parte e 105 (36%)
responderam que inexistem ambiguidades e/ou ambivalências. A não ser que não tenham
entendido a pergunta, sobressai nas relações de parcerias pelo menos em 64% dos casos que
existem ambiguidades e/ou ambivalências no diálogo estabelecido entre as organizações. As
respostas confirmam e ampliam o plano das dificuldades existentes para/no estabelecimento do
diálogo, base do processo de participação e de parceria igualitária.
Situação similar às respostas dos dois primeiros itens e que os complementam igualdade no diálogo e consideração aos pontos de vista diferentes - foram às respostas a
pergunta sobre a qualidade da participação no que diz respeito a se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 250 (83,1%) afirmaram positivamente, 32 (10,6%) em parte e
19 (6,3%) negaram argumentar e negociar para chegar a um ponto comum. Os dados
corroboram assim os índices das questões anteriores, bem como as observações daqueles
abstraídas e registradas.
38
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi elevado, seja de 238 (78%) positivamente, e apenas em 47 (15,4%) o são em
parte. É elevado o grau de confiança que as organizações reconhecem e/ou possuem em relação
ao compromisso mútuo assumido na parceria. O que de certa forma reforça o percentual
elevado de mais de 75% que afirmaram igualdade no diálogo e na consideração a diferentes
pontos de vista.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria 216 (71,5%) ela existe e em 69 (22,8%) existe apenas
parcialmente. Apenas em 17 organizações ou 5,6% a solidariedade não acontecem nos
momentos de negociação. As negociações, portanto, acontecem em clima de confiança ou ainda
terminam fazendo florescer na parceria entre organizações um elevado potencial de
solidariedade.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 220 (74,3%) sinalizaram
positivamente, 55 (18,6%)em parte e apenas 7,1% não os possui. 133 não respondentes.
O último item da dimensão instrumental diz respeito às estratégias desenvolvidas com as
parcerias orientadas com relação ao exercício do controle social e combate à corrupção. Dentre
as opções está a realização de pesquisas e estudos sobre as temáticas controle social e
corrupção empreendidos por apenas 103 (34,1%) das 359 organizações representadas neste
universo. Ainda mais reduzido é o percentual da opção se publica sobre os temas estudados.
Apenas 62 (20,9%) das organizações que responderam ao questionário publicam, ou seja,
socializam os temas ou resultado dos estudos sobre controle social e combate a corrupção.
O grau de transparência nas parcerias parece ser reduzido e os temas controle social e
combate a corrupção são temas clôts (secretos, fechados), pouco transparentes e publicizados,
ou quando muito de interesse apenas interna corporis. O caminho das parcerias vai mais em
direção à não transparência e receio de tratar ou socializar em se tratando dos dois temas tabus.
A estratégia oferece ao público algum tipo de capacitação nas parcerias é pouco
desenvolvida, pois somente 120 (39,3%) das organizações afirmaram que a realizavam. Parece
convergente com as respostas anteriores, pois nem estudam, nem pesquisam, não publicam e
logo não possuem conhecimento acumulado sobre controle social e combate a corrupção como
estratégias instrumentais da constituição do capital social que assim perde força e qualidade na
39
capacidade de se constituir poder, empoderar, articular e controlar a gestão pública como
estratégia democrática.
Essa é uma estratégia que deverá ser reforçada na rede do capital social nos 17
municípios dos 5 estados pesquisados pelo projeto "Olho Vivo No Dinheiro Público".
Outra opção apresentada como estratégia que a organização poderia desenvolver nas
parcerias estabelecidas em relação às temáticas de controle social e combate à corrupção foi se
articula a troca de experiências com outras organizações. Nesse item 60,2% dos respondentes
afirmaram que se articulam e trocam experiências com as organizações parceiras sobre os dois
temas.
E, 53,8 % responderam que as duas temáticas - controle social e combate à corrupção estão incluídos na agenda da organização. O que denota preocupação por parte da organização
no desenvolvimento das parcerias apesar de poucas serem as iniciativas nas estratégias estuda,
publica e capacita.
Questionados se utilizam ou desenvolvem nas/com as parcerias outras estratégias 27,1%
responderam que sim e repetiram as anteriormente explicitadas para as respostas sobre
mecanismos de cooperação, e que são as seguintes: orientação educacional e familiar.
Tabela 11 - Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não
Não Informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
103 (34,1%)
199 (65,9%)
127
Publica sobre os temas
Oferece ao público algum tipo de capacitação
referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras
organizações sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da
organização
Outra
62 (20,9%)
234 (79,1%)
133
120 (39,3%)
185 (60,7%)
124
192 (60,2%)
127 (39,8%)
110
170 (53,8%)
146 (46,2%)
113
19 (27,1%)
51 (72,9%)
359
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
Os mesmo dados podem ser mais bem visualizados por meio do gráfico 15, abaixo. As
estratégias utilizadas pelas organizações nas parcerias são de inclusão dos temas na agenda,
troca de experiências com outras organizações, oferta de capacitação nas temáticas, publica
sobre os temas e realiza pesquisas e ou estudos sobre as temáticas.
40
7. DIMENSÃO IDEOLÓGICA E POLÍTICA DO CAPITAL SOCIAL:
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS INSTITUIÇÕES
A construção de capital social, ou mesmo sua captação, além da dimensões estrutural e
organizacional e a instrumental envolve, sobretudo a dimensão ideológica e política. Esta tem
na subjetividade social a sua base, mas é de certo modo determinada pela cultura e pela base
material, ou seja: pelo conjunto das relações sociais, que são igualmente econômicas, políticas e
ideológicas, estabelecidas entre e/ou pelos sujeitos coletivos para garantir a produção de bens
materiais e a reprodução social. A ideologia é visão de mundo presente nas mais variadas formas
de expressão da vida humana e social, e a política é o conjunto das relações sociais que
constroem e são construídas pela ideologia. Portanto, existe uma simbiose entre a ideologia e a
política como dimensão do capital social.
As três dimensões estrutural/organizacional, instrumental e ideológica e política
conformam o capital social de forma articulada e interdependente, e que podem favorecer
predisposições e posturas mais democráticas, ou seja: podem ampliar o poder dos cidadãos
permitindo-lhes maior inserção na arena política, ou seja: nas decisões políticas, na fiscalização
dos gestores da coisa pública, e no uso ou aplicação do dinheiro público (BARBIERO, 2003).
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições da dimensão ideológica e política. Dos
429 questionários apurados 72,3% afirmaram que sua organização possui articulação com
outras instituições na dimensão ideológica e política do capital social e 27,7% a negaram.
Tabela 12 - A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação
com outras instituições
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
290
111
401
28
72,3
27,7
100,0
-
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
Estas articulações se realizam em 263 (93,6%) dos casos com a esfera pública, e com a
sociedade civil também não é diferente, os percentuais são bem aproximados, 202 (89,8%) com
a sociedade civil. Em 130 (80,7%) dos casos há articulação com o setor privado e 116 ou 73,%
41
das que afirmaram positivamente o fazem com o terceiro setor e 13 ou 20% com outros setores
da sociedade civil.
Tabela 13 - Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não
Não informado
Pública
263 (93,6%)
18 (6,4%)
148
Sociedade Civil
202 (89,8%)
23 (10,2%)
204
Privada
130 (80,7%)
31 (19,3%)
268
Terceiro Setor
116 (73,0%)
43 (27,0%)
270
Outra*
13 (20,0%)
52 (80,0%)
364
*Corresponde, em sua maioria, a igrejas.
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito financeiro em 151 (35,2%) das
instituições enquanto que para a maioria ou 278 (64,8%) não se dá com este tipo de interesse.
Para 106 organizações (24,7%) delas esta articulação se dá na forma de assessorias e 323
(75,3%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos, projetos e outras ações se dá em
184 (42,9%) delas. Sendo essa a modalidade mais procurada pelas organizações junto às
organizações públicas. Já 245 (57,1%) declaram não ter articulação nessa área de eventos e em
391 (91,1%) dos casos a resposta foi negativa para a articulação com serviços terceirizados. As
respostas ratificam modalidades de articulação próprias e em direção ao espaço público, apesar
dos percentuais para cada item não atingirem 50% e das respostas negativas superarem em
muito as afirmativas.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: 93 (21,7%) das
instituições declaram que tal articulação é por via do apoio financeiro enquanto 336 ou a
maioria (78,3%) responderem não. Já em 61 (14,2%) delas é na modalidade de assessoria e 368
(85,8%) não há esse tipo de articulação. Eventos/projetos/ações sinalizaram 146 organizações
ou (34%) e não realizam essa modalidade de articulação 283 (66%). No caso dos serviços
terceirizados 24 organizações (5,6%) responde sim, e a maioria 405 (94,4%) disseram não
realizar essa modalidade de articulação.
Na esfera privada é possível verificar que em 399 (93%) não há articulação com serviços
terceirizados, em 345 (80,4%) as respostas também são negativas para a articulação através de
eventos, projeto se ações, e em 385 (89,7%) esta articulação não se realiza através de
42
assessoria, mas somente em 44 (10,3%) esta relação pode ser verificada. Diferente do apoio
financeiro que comparece com 69 ou 16,1% das organizações como forma de articulação com
este setor, e mais uma vez a maioria 360 (83,9%) afirmam não desenvolver este tipo de
articulação. Os dados sinalizam para uma certa dificuldade de modalidades de articulação com
as organizações, ou melhor com as empresas privadas.
No que tange ao terceiro setor as articulações se desenvolvem mais no campo dos
eventos, projetos e ações com percentual de 88 (20,5%), enquanto em 341 ou 79,5% isso não se
realiza. Em 47 (11%) a articulação se dá na forma de assessoria e 27 (6,3%) na forma de apoio
financeiro. Em quase 100% dos casos, ou seja: 417 organizações (97,2%) não se dá articulações
no âmbito dos serviços terceirizados. Conforme pode ser verificado no quadro a seguir:
Tabela 14 - Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
151 (35,2%)
278 (64,8%)
Assessoria
106 (24,7%)
323 (75,3%)
Eventos/projetos/ações
184 (42,9%)
245 (57,1%)
Serviços Terceirizados
38 (8,9%)
391 (91,1%)
Apoio Financeiro
93 (21,7%)
336 (78,3%)
Assessoria
61 (14,2%)
368 (85,8%)
Eventos/projetos/ações
146 (34,0%)
283 (66,0%)
Serviços Terceirizados
24 (5,6%)
405 (94,4%)
Apoio Financeiro
69 (16,1%)
360 (83,9%)
Assessoria
44 (10,3%)
385 (89,7%)
Eventos/projetos/ações
84 (19,6%)
345 (80,4%)
Serviços Terceirizados
30 (7,0%)
399 (93,0%)
Apoio Financeiro
27 (6,3%)
402 (93,7%)
Assessoria
47 (11,0%)
382 (89,0%)
Eventos/projetos/ações
88 (20,5%)
341 (79,5%)
Serviços Terceirizados
12 (2,8%)
417 (97,2%)
Pública
Sociedade Civil
Privada
Terceiro Setor
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
43
Como é possível verificar no quadro supra os percentuais de respostas negativas superam
as positivas em todas as modalidades de articulações sinalizando para o fato de uma certa
fragilidade na existência ou nos diferentes espaços aonde as articulações acontecem. Em todos
os espaços apenas o item eventos/projetos/ações em todas as esferas se aproxima dos 50% das
modalidades de articulações. No geral, esse é um aspecto importante que demanda intervenção
no sentido de reforçar as articulações e consequentemente o capital das organizações da
sociedade civil.
Segundo (SILVA APUD COLEMAN, 1999) a reciprocidade e a confiança são os dois pilares
sobre os quais se constroem as relações que constituem o capital social. Por isto a importância
de se questionar nesta pesquisa sobre o estabelecimento de redes sociais e de confiança social.
Tendo em vista, ainda, a visão do autor, o capital deve ser entendido como um recurso a serviço
das pessoas, dessa forma ele depende da ação individual e organizacional para a produção de
um bem coletivo.
Neste sentido, é possível reiterar tais ideias nas respostas colhidas na pesquisa. Ou seja,
quando perguntadas se a Organização é reconhecida pela comunidade como mediadora de ação
política, 204 (54,3%) dizem que sim e 172 (45,7%) responde negativamente.
Mas quando perguntados se a Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade as respostas diferem um pouco. Neste caso 252 (65,6%)
afirmam que sim e 132 (34,4%) dizem que não. Seguido de outros itens como: A Organização
realiza diagnóstico participativo para identificar os problemas e suas causas na comunidade,
213 (55,9%), sim e 168 (44,1%) não; A Organização mobiliza alguns grupos de interesses
comuns, 298 (76,4%) sim e 92 (23,6%) não. A Organização disponibiliza espaços de
aprendizagem e convivência, 290 (74,6%) sim e 99 (25,4%), não. Se a Organização é
comprometida com o desenvolvimento social sustentável, 304 (80,4%) afirmam positivamente e
83 (21,4%), não.
É interessante perceber que quando perguntados se a Organização tem algum programa
de responsabilidade social sobre consciência tributária e do zelo contínuo pela correta aplicação
dos recursos públicos, 47 (37,9%) dizem que tem e 77 (62,1%) dizem que não.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou mediar
44
conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade pública e da
comunidade, as respostas confirmaram que 84,6% das organizações estimulam o envolvimento
com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da comunidade, e que 15,4% não o fazem e
nem se envolvem.
Tabela 15 - A organização / instituição estimula o interesse dos participantes
pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Nº
%
Sim
Não
Total
Não Informado
330
60
390
39
84,6
15,4
100,0
-
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
Aos que responderam aos questionários, pois 39 organizações não responderam à questão,
e outras 60 ou 15,4% responderam que não se aplica, foi solicitado que apresentassem
exemplos de estímulo ao interesse pelos assuntos das comunidades. A lista dos exemplos é longa
e plural, mas merece pela riqueza ser incluída no presente relatório em forma de categorias, a
saber: ângulo das lutas, micro-ações educativas, formação cidadã, eventos, planejamento e
política.
Assim, conforme os entrevistados eles estimulam o interesse pelas coisas da comunidade
de diferentes ângulos e maneiras:
1. No ângulo das lutas: luta contra o preconceito com os egressos e oportunidade de trabalho;
buscar e reivindicar seus direitos, reivindicar ônibus adaptado, construções de acessibilidade
em todo espaço e outros.
2. No ângulo das micro-ações educativas: realização de ações complementares à escola,
oferta de aula de educação fiscal, orientação dos alunos e familiares quanto aos direitos da
pessoa com necessidades especiais, chamamento das famílias para melhorar a convivência,
oferecer aos internos o desenvolvimento de novas aptidões, como por exemplo, artesanato de
bloquetes.
45
3. No ângulo da formação cidadã: realização de encontros e palestras para as famílias,
divulgação da iniciação profissional; divulgação do pro jovem, escolinha de futebol; medidas
socio-educacionais; cidadania e ética, cuidado com os equipamentos, respeito ao próximo,
participação e interesse, higiene e limpeza, cumprir seus deveres e fazer cumprir seus
direitos, orientação do direito dos cidadãos, como é área de saúde por si só envolve os
assuntos da comunidade, orientam sobre como buscar informações sobre orçamento,
recursos e suas finalidades na prefeitura.
4. No ângulo de eventos: capacitação, ações sociais (APAE), campanhas promocionais,
conferências, congressos e audiências públicas, semana nacional do excepcional, semana do
meio ambiente, campanha sobre segurança no transito, entre outras, divulgação nas
atividades de lazer, natação, vôlei, basquete, futebol, religiosas e políticas.
5. No ângulo do planejamento: construção coletiva do plano anual da agricultura, incentiva a
comunidade para envolvimento no orçamento participativo, desenvolver projetos de cursos
de interesse da sociedade, realizar melhorias no regimento interno conforme a necessidade e
estatuto social da organização (como construir uma portaria com controle de visitantes e
serviços), verificação de verbas destinadas ao objetivo do conselho, prestação de
contas/balancetes trimestralmente, evitando o uso de linguagens técnicas na apresentação.
Desta forma, os membros do conselho votam com conhecimento.
6. No ângulo político: cada conselho representa uma entidade e é estimulado a trazer os
problemas para o debate no conselho, o conselho debate todas as questões inerentes ao
tema, que tem no município importância fundamental, integração entre as organizações
Pastorais e Boas Samaritano, AABB e Espaço da Alegria.
Os que responderam negativamente, 60 aproximadamente, sobre se estimulavam o
envolvimento dos participantes das organizações pelos interesses e problemas da comunidade,
assim justificaram: por que a população é afetada pelas decisões dos gestores, sendo estas boas
ou ruins, a sociedade quase em sua totalidade não vê com bons olhos esse tipo de trabalho, a
46
maioria dos vizinhos da instituição nunca entraram nas nossas dependências. Tratam com
descaso por carregarem o titulo de crianças/adolescentes carentes.
É neste sentido que se observa a relevância de verificar os objetivos/interesses das
organizações envolvidas na produção de capital social nos Estados pesquisados. Desta maneira
tivemos que a busca do bem comum aparece como principal objetivo em 355 (96,5%) das 429
organizações que responderam à pesquisa. 319 (94,9%) delas procuram a satisfação de
necessidades imediatas da população usuária/beneficiária, enquanto que 182 (81,6%)
aproximadamente se preocupam com o desenvolvimento do voluntariado junto com o incentivo
ao empreendedorismo que tem percentual de (76,5%) 140.
A busca pela inserção no mercado de trabalho compareceu em 168 (82,8%) dos casos.
Lembrando que nesta questão as respostas podem ser dadas uma ou mais vezes ao mesmo
tempo. Conforme pode ser verificado na tabela 16 abaixo:
Tabela 16 – Objetivos / interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização
no desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Sim
Não
355 (96,5%)
13 (3,5%)
Não
informado
61
Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária
319 (94,9%)
17 (5,1%)
93
Desenvolvimento do voluntariado
182 (81,6%)
41 (18,4%)
206
Incentivo ao empreendedorismo
140 (76,5%)
43 (23,5%)
246
Inserção no mercado de trabalho
168 (82,8%)
35 (17,2%)
226
Outros
57 (53,3%)
50 (46,7%)
322
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
Também para Putnam (2000), pensar em capital social significa refletir sobre as
características da organização social, confiança, normas e sistemas que contribuem para
aumentar a eficiência da sociedade, facilitando as ações coordenadas. O capital social quando
presente em uma sociedade fortalece a tomada de decisões e a execução de ações colaborativas
que beneficiam toda comunidade.
Levando em conta tais reflexões de Putnam sobre os elementos importantes e necessários
à construção e, ou existência de capital social pode-se observar na tabela 17 a seguir percentual
elevado no que se referem à reciprocidade e ao estabelecimento de confiança social.
47
Tabela 17 - Reciprocidade e estabelecimento da confiança social
Reciprocidade e estabelecimento da confiança social
A Organização é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para
identificar os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem
e convivência
A Organização é comprometida com o desenvolvimento
social sustentável
A Organização em algum problema de responsabilidade
social sobre consciência tributária e do zelo contínuo pela
correta aplicação dos recursos públicos*
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta
aplicação dos recursos públicos**
A Organização realiza alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção**
Outras contribuições**
Sim
Não
Não informado
204 (54,3%)
172 (45,7%)
53
252 (65,6%)
132 (34,4%)
45
213 (55,9%)
168 (44,1%)
48
298 (76,4%)
92 (23,6%)
39
290 (74,6%)
99 (25,4%)
40
304 (78,6%)
83 (21,4%)
42
47 (37,9%)
77 (62,1%)
17
78 (31,5%)
170 (68,5%)
40
134 (53,4%)
117 (46,6%)
37
82 (33,7%)
161 (66,3%)
45
7 (20,6%)
17 (79,4%)
264
*Opção existente somente no questionário de 2009
**Opção existente somente no questionário de 2010
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
Dentre as 429 organizações estudadas quase 55% afirmam serem reconhecidas pela
comunidade como mediadora de ação política, 65,6% afirmaram que conseguem envolver as
pessoas da comunidade nos assuntos da localidade, e cerca de 55,9 % elabora diagnóstico
participativo para identificar os problemas da comunidade. É de se notar que quase o mesmo
percentual de organizações respondeu negativamente às duas últimas questões. Tal fato é sinal
de que o reconhecimento, a capacidade mobilizadora e a estratégia diagnóstica e identificação
de problemas para organizar as bases da ação são distintas e, ou apresentam-se em níveis
próximos mas diferenciados. Em média 45,7% das organizações apresentam fragilidades a serem
reforçadas no âmbito da legitimidade e capacidade de se empoderar para a tomada de decisões
e para a ação política com confiança. O grau de confiança e legitimidade é essencial à ação
recíproca e colaborativa de, na e entre organizações
48
Dentre as organizações que responderam positivamente às questões do questionário e
apresentadas supra, afixam percentual elevado, seja acima de 76,4 %, que confirma suas
capacidades mobilizadora de grupos de interesses, possuem espaços de aprendizagem e
convivência e reafirmam seus compromissos com o desenvolvimento sustentável. Mas afixam
também o menor percentual 37,9% de programas de responsabilidade social sobre consciência
tributária e zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos. Esse resultado sinaliza
para uma realidade que deverá ser objeto de intervenção da CGU no sentido de apoiar, reforçar,
socializar seu compromisso com a gestão do dinheiro público junto às organizações da
sociedade civil por meio de programas de capacitação e educação para o exercício do controle
social e da cidadania. Ou seja, de reforço e fortalecimento ao capital social existente nas
comunidades cívicas e na construção de capital social nas comunidades que possuem frágil
capital social.
O fato de 66,3% das organizações entrevistadas no primeiro conjunto de organizações
terem respondido negativamente ao item que perguntava sobre se a organização realizava
alguma ação de capacitação sobre controle social e combate à corrupção, e 68,5% que não
realiza qualquer ação de promoção da responsabilidade social sobre consciência tributária levou
à necessidade de revisão do instrumento de coleta de dados. Mesmo por que o empoderamento
da organização e o seu capital social para o estabelecimento de articulações, interações e
relações mais democráticas com outras organizações nos várias esferas de atuação e, sobretudo,
para exercer o controle social sobre o uso do dinheiro publico é essencial que a organização seja
qualificada com conhecimentos obtidos através da informação, e da capacitação.
Assim algumas questões foram inseridas no questionário e aplicado apenas a 298
organizações para explorar o interesse das mesmas em apoiar ações de capacitação sobre
controle social e prevenção à corrupção.
Tabela 18 - A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação
sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
Nº
%
Sim
Não
Total
Não Informado
256
20
276
12
92,8
7,2
100,0
-
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
49
As organizações sinalizaram positivamente em 256 delas ou seja: 92,8%, e se mostraram
abertas a recepcionarem ações de capacitação sobre os dois temas/tabus - controle social e
combate à corrupção, especialidades e razão de ser da CGU. Acredita-se que é possível ainda
motivar e mobilizar as 20 organizações que correspondem ao percentual de 7,2%
negativamente à reverterem seu posicionamento. E então trabalhar de forma articulada
organizações da sociedade civil e CGU no sentido de elaborarem um programa de capacitação
para qualificar as organizações nos temas acima indicados e ampliar o conhecimento sobre a
consciência tributária e sua relação com o acesso aos direitos e bens públicos, fundamental para
o exercício democrático da cidadania social.
Tabela 19 - Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Apoio financeiro
Cessão de espaço físico
Disponibilização de veículos
Cessão de pessoal para organização e apoio ao evento de capacitação
Impressão de material de divulgação
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
Divulgação das ações por meio de panfletagem
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
Divulgação das ações por meio de rádio
Divulgação das ações por meio de redes sociais
Distribuição de material didático durante a realização das ações de capacitação
Distribuição de material didático após a realização das ações de capacitação
Outro
Sim
Não
17 (6,6%)
145 (56,6%)
39 (15,2%)
152 (59,4%)
50 (19,5%)
217 (84,8%)
143 (55,9%)
201 (78,5%)
102 (39,8%)
76 (29,7%)
149 (58,4%)
138 (53,9%)
8 (3,1%)
239 (93,4%)
111 (43,4%)
217 (84,8%)
104 (40,6%)
206 (80,5%)
39 (15,2%)
113 (44,1%)
55 (21,5%)
154 (60,2%)
180 (70,3%)
107 (41,6%)
118 (46,1%)
248 (96,9%)
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
Quanto ao tipo de apoio e parceria que as organizações podem disponibilizar no sentido
da concretização de um programa de capacitação ente a organização com a Controladoria Geral
da União as respostas foram não somente animadoras mas sinalizam para uma colaboração
concreta em termos de cooperação.
Como é possível verificar na tabela supra as organizações sinalizaram para percentuais
elevados, acima de 50%, o tipo de apoio que pode ser disponibilizado na parceria, a saber:
Cessão de espaço físico, cessão de pessoal para organização e apoio ao evento de capacitação,
auxílio na indicação de participantes para os cursos (84,8%), divulgação das ações por meio de
panfletagem e, ou por meio do mural da instituição (78,5%), distribuição de material didático
durante e após a realização das ações de capacitação.
50
Em menor percentual mas dentro das possibilidades da organização, ainda se propõe a
apoiar por meio de disponibilização de veículos (15,2%), impressão de material de divulgação
(19,5%), e divulgação das ações por meio de rádio e redes sociais, 39,8% e 29,7%,
respectivamente. Surpreendeu o fato de 17 organizações ou 6,6% afirmarem da possibilidade de
apoio financeiro.
Nesse campo de estabelecimento de ações e parcerias governamental público-privado
para a formulação e materialização de capacitação nos assuntos vinculados ao fortalecimento
da consciência tributária, controle social e combate à corrupção para o fortalecimento de
relações mais democráticas e do capital social a CGU tem nas organizações colaboradoras e
ponto de partida para planejamento estratégico e gestão por resultados possibilidade de
concretização de programação imediata.
8. ANÁLISE DA REDE DE INTERAÇÕES DO CAPITAL
SOCIAL NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS
Procuramos através do método de análise das redes sociais, caracterizar as relações do
grupo de instituições que fizeram parte da pesquisa no intuito de conhecer as interações
existentes nas organizações e que assim compõem o capital social, e partir então para conhecer
também quais os níveis das interações estabelecidas.
Buscamos, portanto na caracterização realizada, analisar as relações estabelecidas das
organizações entre si e do grupo em geral. Não foi dada prioridade às instituições individuais já
que o interesse principal da análise é verificar como o capital social está se formando nas
unidades estudadas, e não as qualidades individuais de cada organização.
Inicialmente as organizações participantes da pesquisa foram agrupadas considerando o
tipo de instituição. Tal agrupamento se fez necessário para melhor caracterização e
manipulação dos dados além de facilitar a visualização gráfica no texto. Neste sentido das 429
organizações participantes da pesquisa foram estabelecidos e, ou classificadas para efeito de
análise 56 modalidades ou tipos de instituições.
51
Para manipulação dos dados e construção desta análise nos utilizamos do programa
UCINET, específico para construção de matrizes de redes sociais, do Netdraw que auxilia na
demonstração gráfica das redes e do Excel que propicia a visualização em planilha, assim como
o lançamento de dados. Após o lançamento dos dados nos respectivos programas para cada
finalidade, construímos dois sociogramas: representação gráfica das redes de interações sociais,
além de alguns quadros demonstrativos dos graus de centralidade e centralização, grau de
proximidade e de intermediação do grupo de organizações caracterizado.
No primeiro sociograma o objetivo é mostrar o grupo de organizações com o atributo do
tipo de instituição no qual as agrupamos. Os nomes dados a cada uma das organizações estão
indicados pelas iniciais do primeiro nome da instituição. Exemplos: sindicato = SIND,
cooperativa = COO, conselho = CS e assim por diante. No final do documento será
disponibilizado um quadro com o significado de cada sigla.
Já no segundo sociograma, que representa as interações estabelecidas entre as
instituições, tal identificação foi dispensada para que não desperte a comparação entre
instituições, e para que não seja identificado o nível de relação individual, sempre salientando
que o interesse é verificar os níveis de relação do grupo das organizações que estão aqui
representadas em uma rede de 56 unidades. Neste caso, foi construída uma matriz com
representações que variam de A (1º) até D3 (56º).
Os tipos de organizações mais presentes no grupo pesquisado, foram: Associações,
cooperativas, conselhos de diversas modalidades, clubes, ONGs, grupos religiosos, Igrejas,
empresas, centros comunitários, colônias de pescadores, instituições públicas de natureza
diversa, abrigos, federações, institutos, movimentos sociais e sindicatos. Tais modalidades de
organizações podem ser verificadas no sociograma abaixo se observadas as cores e a forma de
cada nó ou ator da rede.
52
Figura 01 - Sociograma com atributo - tipo de organização
No sociograma abaixo foi elaborada a representação de uma rede composta por 56 atores
que expressam os vínculos que são mantidos por cada modalidade de instituição. E conforme
mostra o sociograma, esses vínculos ou laços são estabelecidos de variadas maneiras. Estes são
representados pelas linhas e pelo fluxo ou direção que as setas tomam, percebe-se que tais
vínculos ocorrem às vezes de forma unidirecional, ou seja, a seta vai numa só direção indicando
que tal grupo de instituições não se relaciona reciprocamente. Há também laços que indicam
uma relação bidirecional, aquelas em que o mesmo grupo se relaciona reciprocamente e são
indicados pela seta em mão dupla. Há também no sociograma abaixo um grupo de instituição
que não interage com nenhum nó, mostrando seu isolamento dentro da rede.
53
Figura 02 - Rede de interações
Verificamos, portanto que o ator A2 está isolado na rede e que grande parte dos fluxos se
dão de forma unidirecional a exemplo dos nós D2, A8, O, H, G, A3, B10, B8, B5, entre outros.
Temos também representados no sociograma acima alguns nós que são centrais na rede
como o C7, C8, C9, C10, C5, B4, R, nestes especificamente, muitos grupos se relacionam
unidirecionalmente, ou seja, as setas vão ao seu encontro, mas não voltam. Pode-se inferir,
portanto, que tais grupos de instituições funcionam como ponto de apoio na rede, mas que esta
não é recíproca já que as setas não estão em sentido duplo, e que os nós que são centrais se
relacionam na maior parte das vezes com outros nós e não com aqueles de quem recebem o
fluxo.
A rede também mostra alguns fluxos bidirecionais, indicando que o mesmo grupo que
recebe o fluxo também se relaciona com este. É o caso dos nós C9 P, B2 B4, C4 N, A4 A1, A1 Q, etc. diante dos fluxos identificados nesta rede é perceptível a necessidade de
fortalecimento da rede do capital social representada por estas instituições do sociograma. Uma
vez que as relações são estabelecidas em grande parte com instituições do mesmo tipo de
54
atividade, ou a partir de apoios que não são recíprocos. É necessário que se estabeleça um maior
diálogo entre as organizações que formam o capital social nos municípios brasileiros para que
interajam entre si e com os outros grupos em Estados e Municípios diferentes dos seus.
Na tabela abaixo pode-se verificar os níveis de centralidade que cada ator tem na rede e
ganham destaque o nó C7 com 53% de interações que saem dele, C8 que recebe 53.571% das
interações da rede e C9 que também tem um grau de entrada de 42% das interações que
ocorrem na rede. Ou seja, numa soma de 449 relações em média que ocorrem na rede apenas 08
atores se destacam com grau de entrada e saída de fluxo acima de 25%.
Tabela 20 - Grau de centralidade
C7
C9
D
T
C4
B
B3
C10
J
A9
C6
D2
B10
C5
B8
X
B6
G
A1
R
N
D1
E
A10
C1
B4
I
C
H
A7
U
Grau de saída
Grau de entrada
30.000
24.000
20.000
19.000
16.000
15.000
14.000
14.000
13.000
13.000
11.000
11.000
11.000
10.000
10.000
10.000
10.000
9.000
9.000
9.000
9.000
9.000
9.000
9.000
8.000
8.000
8.000
8.000
8.000
8.000
8.000
11.000
24.000
20.000
19.000
6.000
15.000
6.000
14.000
13.000
0.000
10.000
11.000
2.000
16.000
1.000
10.000
0.000
9.000
9.000
9.000
9.000
9.000
9.000
13.000
11.000
14.000
8.000
8.000
8.000
8.000
8.000
Grau de saída
normalizado (%)
53.571
42.857
35.714
33.929
28.571
26.786
25.000
25.000
23.214
23.214
19.643
19.643
19.643
17.857
17.857
17.857
17.857
16.071
16.071
16.071
16.071
16.071
16.071
16.071
14.286
14.286
14.286
14.286
14.286
14.286
14.286
55
Grau de entrada
normalizado (%)
19.643
42.857
35.714
33.929
10.714
26.786
10.714
25.000
23.214
0.000
17.857
19.643
3.571
28.571
1.786
17.857
0.000
16.071
16.071
16.071
16.071
16.071
16.071
23.214
19.643
25.000
14.286
14.286
14.286
14.286
14.286
L
B2
F
C3
B1
A5
Q
D3
V
P
A
A4
C2
Z
B9
B7
A8
M
A6
A3
S
O
C8
B5
A2
Grau de saída
Grau de entrada
8.000
6.000
6.000
6.000
6.000
5.000
5.000
5.000
5.000
5.000
4.000
4.000
3.000
2.000
2.000
1.000
1.000
1.000
1.000
1.000
1.000
1.000
0.000
0.000
0.000
8.000
6.000
6.000
3.000
9.000
5.000
5.000
5.000
5.000
5.000
4.000
4.000
8.000
2.000
10.000
10.000
1.000
1.000
1.000
1.000
1.000
1.000
30.000
8.000
0.000
Grau de saída
normalizado (%)
14.286
10.714
10.714
10.714
10.714
8.929
8.929
8.929
8.929
8.929
7.143
7.143
5.357
3.571
3.571
1.786
1.786
1.786
1.786
1.786
1.786
1.786
0.000
0.000
0.000
Grau de entrada
normalizado (%)
14.286
10.714
10.714
5.357
16.071
8.929
8.929
8.929
8.929
8.929
7.143
7.143
14.286
3.571
17.857
17.857
1.786
1.786
1.786
1.786
1.786
1.786
53.571
14.286
0.000
Tais afirmações podem ser evidenciadas quando se verifica os níveis de centralidade e
centralização presentes na rede. Ou seja, a rede apresenta os mesmos níveis de saída e de
entrada de centralidade e um índice de centralização tanto de entrada como de saída de
aproximadamente 40%.
Tabela 21 - Estatísticas descritivas
GRAU DE
CENTRALIDADE
MÉDIA
DESVIO-PADRÃO
SOMA
VARIANCIA
MÍNIMO
MÁXIMO
Grau de saída
normalizado (%)
8.018
8.018
14.318
5.998
5.998
10.712
449.000
449.000
801.786
35.982
35.982
114.738
0.000
0.000
0.000
30.000
30.000
53.571
INDICE DE CENTRALIZAÇÃO SAÍDA / ENTRADA = 39.968%
Grau de saída
Grau de entrada
56
Grau de entrada
normalizado(%)
14.318
10.712
801.786
114.738
0.000
53.571
O grau de intermediação entre os atores ou nós da rede também é baixo. Se verificarmos
no sociograma acima, são poucos os nós que servem de intermédio para que outros se
estabeleçam na rede. Isto quer dizer que como a maior parte dos fluxos é unidirecional e
bidirecional. Poucos são os atores que servem de intermédio para que outros passem por eles e
prossigam formando a rede. A média de intermediação é apenas 2% para rede.
Tabela 22 - Grau de intermediação
MÉDIA
DESVIO-PADRÃO
SOMA
MÍNIMO
MÁXIMO
Grau de Intermediação
62.268
105.775
3487.000
0.000
649.192
Grau de Intermediação Normalizado(%)
2.097
3.561
117.407
0.000
21.858
Já o grau de proximidade que mede a capacidade de cada nó se relacionar reciprocamente
é um pouco maior que o de intermédio. Na tabela abaixo pode-se verificar tais níveis. Onde tais
relações ganham destaque já que a média da sua somatória chega a 1.042 interações
aproximadamente que entram e 1041.834 que saem dos nós.
Tabela 23 - Grau de proximidade
Grau de proximidade de entrada*
18.612
4.448
1042.257
19.789
1.786
28.947
MÉDIA
DESVIO-PADRÃO
SOMA
VARIANCIA
MÍNIMO
MÁXIMO
Grau de proximidade de saída**
18.604
4.397
1041.834
19.335
1.786
26.190
*maior grau de proximidade
**menor
Tabela 24 - Tipos de organizações agrupadas no sociograma
Referência
Instituição
Tipo
A
ACIC/CDL - Câmara dos Dirigentes Lojistas
1
B
Associações Beneficentes
1
C
Associações Comerciais
1
D
Associações de Categorias Profissionais
1
E
Associações de Moradores de Bairro
1
57
Referência
Instituição
Tipo
F
Centros de Apoio Comunitário
8
G
Centros de Capacitação
8
H
Centros de Educação
8
I
Centros de Referência em Assistência Social
8
J
Centros de Serviços a Pessoas Carentes - Religiosos
8
L
Clubes
4
M
Colônia de Pescadores
9
N
Grupos Religiosos
6
O
Conselho Deliberativo da Educação
3
P
Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação de São Carlos
3
Q
Conselhos de Alimentação
3
R
Conselhos de Assistência Social
3
S
Conselhos de Defesa do Meio Ambiente
3
T
Conselhos de Direitos
3
U
Conselhos de Saúde
3
V
Conselhos do FUNDEB
3
X
Conselhos Tutelares
3
Z
Controladorias
10
A1
Cooperativas Agrícolas
2
A2
Cooperativas de Artesãos
2
A3
Cooperativas de Crédito
2
A4
Cooperativas de Desenvolvimento Rural
2
A5
Cooperativas de Serviços
2
A6
Cooperativas de Transporte
2
A7
Abrigos de Crianças e Idosos
11
A8
EMATER
7
A9
Empresas
7
A10
Escolas
10
B1
Federações
12
B2
Fórum de Justiça
10
B3
Fundações de Serviços
10
B4
Grupos Religiosos
6
B5
Hotéis
7
B6
Igrejas
6
B7
Indústrias
7
B8
Institutos
13
B9
Lojas
7
B10
Movimentos Sociais
14
C1
Núcleos de Ação Solidária
5
58
Referência
Instituição
Tipo
C2
OAB
10
C3
Observatórios
5
C4
ONGs
5
C5
Pastorais da Igreja Católica
6
C6
Poder Judiciário
10
C7
Prefeituras
10
C8
Redes
14
C9
Secretarias Municipais E Estaduais
10
C10
Sindicatos De Categorias
15
D1
Sindicatos Rurais
15
D2
Universidades
10
D3
Polícia Federal
10
Fonte: Coleta de dados direta - 2010
9. SUGESTÕES DE ATIVIDADES FUTURAS
Além do relatório final da pesquisa sobre capital social nos municípios brasileiros
acompanhado de um sociograma organizacional, e da produção
de um catálogo das
organizações da sociedade civil brasileira pesquisadas por município, natureza jurídica,
objetivos, etc. consideramos ser de extrema importância a apresentação de sugestões que os
dados deixaram pensar para atividades e projetos futuros no âmbito do fortalecimento e
consolidação do Programa Olho Vivo no Dinheiro Público da CGU e referente ao capital social.
Desde já sinalizamos e ofertamos as seguintes contribuições:
a) Continuidade do Programa Olho Vivo no Dinheiro Público;
b) Projetos estratégicos de capacitação itinerante sobre as seguintes temáticas: bens públicos,
gestão pública, controle social, cidadania, etc.;
c) Projetos capacitação específicos para ampliação da consciência tributária, aplicação dos
recursos públicos, planejamento orçamentário e execução orçamentária, etc.;
d) Criar meios educativos e espaços de aprendizagem para o fortalecimento das bases de
sustentação do capital social nas organizações com fragilidades em termos de legitimidade,
capacidade mobilizadora e confiança;
59
e) Desenvolver ações de reforço das modalidades de articulações em e entre todas as esferas
pública, privada, sociedade civil e terceiro setor com impactos positivos no capital social das
organizações da sociedade civil;
f) Trabalhar a rede de interações a partir das organizações que desempenham papel de
intermediação a partir dos pontos identificados da rede para fortalecer as organizações, e
ampliar as relações e interações da rede;
g) Estimular parcerias entre as organizações do mesmo município, com órgãos públicos
municipais, estadual e regional;
h) Criar condições para a ampliação de espaços de aprendizagem e convivência política;
i) Criar a REDE PELO EXERCÍCIO DA CIDADANIA E DO COMPROMISSO SOCIAL para implantar
pontos de um observatório de combate à corrupção e controle social do dinheiro público;
j) Estimular programas públicos de responsabilidade social.
60
10. RELATÓRIO DESCRITIVO DO CAPITAL SOCIAL NOS ESTADOS BRASILEIROS
10.1. ACRE
O Estado do Acre é composto por 22 municípios, está localizado no sudoeste da região
norte do Brasil é o 15º estado em extensão territorial, com área de 164.221,36 Km²,
correspondente a 4,26% da Região Norte e a 1,92% do território nacional. A sua população é de
732.793 mil habitantes segundo censo do IBGE 2010. Tem fronteiras internacionais com os
países: Peru, a oeste e com a Bolívia, ao sul. Também faz divisas estaduais com o Amazonas, ao
norte e com Rondônia, a leste. Suas cidades mais populosas são: Rio Branco, sua capital,
Cruzeiro do Sul, Feijó, Tarauacá e Sena Madureira.
Seu governador é Sebastião Afonso Viana Macedo Neves, do PT, eleito recentemente, no
primeiro turno com 50% dos votos válidos, sucessor de Binho Marques, que governou no
período de 1 de Janeiro de 2007 a 31 de Dezembro de 2010, ambos do mesmo partido.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 15,4 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar10 é de R$ 1925,98.
O Índice de Gini representa 0,5411; já o PIB12 (Produto Interno Bruto) equivale a 5,1, e o
Firjan13 do Estado encontra-se em 0,56. A análise dos indicadores citados revela que o Estado
10
http://www.ibge.gov.br/estadosat/temas.php?sigla=al&tema=pofdespesasrendimentos.
Renda - desigualdade - coeficiente de Gini – IPEA - Mede o grau de desigualdade na distribuição da renda
domiciliar per capita entre os indivíduos. Seu valor pode variar teoricamente desde 0, quando não há desigualdade
(as rendas de todos os indivíduos têm o mesmo valor), até 1, quando a desigualdade é máxima (apenas um
indivíduo detém toda a renda da sociedade e a renda de todos os outros indivíduos é nula). Série calculada a partir
das respostas à Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad/IBGE). Disponível em:
<http://www.ipeadata.gov.br/ipeaweb.dll/ipeadata?SessionID=806686050&Tick=1295304934548&VAR_FUNCAO=S
ubmeterFormulario('frmMain','Series%3FSessionID%3D806686050%26Text%3Dgini%26Tick%3D1295304934546');
&Mod=S>.
11
PIB Estadual per capita - Unidade: R$ de 2000(mil) - Deflacionado pelo Deflator Implícito do PIB nacional.
Disponível em:
< http://www.ipeadata.gov.br/ipeaweb.dll/ipeadata?SessionID=806686050&Tick=1295306018400&VAR_FUNCAO=
SubmeterFormulario('frmMain','Series%3FSessionID%3D806686050%26Text%3Dpib%26Tick%3D1295306018399')
;&Mod=R>.
12
Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) - emprego & renda - IPEA 2006
Fonte: Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio (Maic)
Comentário: Média ponderada de nove indicadores extraídos de duas bases do Ministério do Trabalho e Emprego
(MTE): a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
13
61
tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura, portanto, que a
renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente; em relação ao PIB, o valor
aponta que o Acre concentra um índice médio no que se refere à produção na agropecuária,
indústria e serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado
possui bons indicadores de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade
social e a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau
mediano, condizentes com o Índice de Gini e o PIB.
10.1.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – ACRE
Estrutura da organização
Dentre os 22 municípios que compõem o Estado do Acre, apenas 02 deles responderam à
pesquisa. Cruzeiro do Sul, uma das cidades mais populosas conforme mencionado acima e
Acrelândia. O Estado totalizou nos dois municípios, 27 questionários, sendo 11, em Acrelândia,
o que representa 40% das respostas e Cruzeiro do Sul respondeu a 16, o que corresponde a
quase 60% dos questionários respondidos no Estado. Em âmbito nacional, Acrelândia representa
2,6%, considerando o total de 429 questionários e os 25 Estados representados na pesquisa. Já
Cruzeiro do sul representa 3,7% dos questionários.
Gráfico 01 - Municípios Acre
120
100
100
80
60
%
40,7
40
20
N
59,3
27
11
16
0
ACRELANDIA
CRUZEIRO DO SUL
Total
Pode variar entre 0 e 1, conforme notas de corte (mínima e máxima) fixa para cada indicador componente,
baseadas nos resultados observados no ano 2000. Disponível em:
<http://www.ipeadata.gov.br/ipeaweb.dll/ipeadata?SessionID=1213662988&Tick=1295377243885&VAR_FUNCAO=
SubmeterFormulario('frmMain','Series%3FSessionID%3D1213662988%26Text%3DIFDM%26Tick%3D12953772438
84');&Mod=S>.
62
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa, no Estado do Acre foi fundada entre os anos de 1980 a 2010, ou seja,
09 (52,9%) das 27 instituições que responderam à questão. 06 delas têm existência entre os
anos 50 e 80 do século passado, enquanto que 02 se firmaram como instituição antes de 1950.
Os dados também mostram que 10 instituições não quiseram, ou não souberam informar quanto
ao ano de sua fundação.
Gráfico 02 - Fundação Acre
2
Antes de 1950
6
10
Entre 1951 e 1980
Após 1981
9
Total
Não informado
17
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 13(48%) delas estão registradas em
Cartório, 18% ou 05 delas tem o seu registro em junta comercial, e 04 (14,8%) o tem realizado
junto à Receita Federal. As demais não têm registro ou não responderam à questão.
Tabela 25 – Tipo de registro
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
13 (48,1)
14 (51,9)
27
Junta Comercial
5 (18,5)
22 (81,5)
27
00
27 (100)
27
4 (14,8)
23 (85,2)
27
00
27 (100)
27
Prefeitura
Receita Federal
MTE
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
63
10.1.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL – ACRE
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições temos que 22,2% (6) delas são Igrejas,
14,8%, 04 são sindicatos, 02 delas são entidades filantrópicas, 07 delas são conselhos, 03 são
cooperativas e clubes também 03. Houve representação das associações e fóruns com 01
resposta cada.
Tabela 26 – Tipo de organização
Tipo de organização
Nº
%
Sindicato
Entidade Filantrópica
Igreja
Associação
Cooperativa
Conselho
Fórum
Clube
Total
04
02
06
01
03
07
01
03
27
14,8
7,4
22,2
3,7
11,1
25,9
3,7
11,1
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 18 (85,7) das
organizações tomam as suas decisões de forma colegiada, em mais de 70% a comunidade
participa da gestão, em 81% delas são realizadas assembleias e em 79% das instituições as
decisões são tomadas a partir de conselho. Já 17 delas funcionam com diretoria.
64
Tabela 27 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Não informado
Total
Diretoria
17 (77,3)
05 (22,7)
05
27
Conselho
19 (79,2)
05 (20,8)
03
27
Assembleia
17 (81,0)
04 (19,0)
06
27
Comitê
01 (4,8)
20 (95,2)
06
27
Comissões
06 (28,6)
15 (71,4)
06
27
Assessorias Externas
03(14,3)
18(85,7)
06
27
Assessorias Internas
05(23,8)
16(76,2)
06
27
Comunidade participa da gestão
15(71,4)
06(28,6)
06
27
Decisões são colegiadas
18(85,7)
03(14,3)
06
27
Outra
01(25,0)
03(75,0)
23
27
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações analisadas
e indicam que 50% das instituições que responderam à questão (13) realizam suas reuniões
mensalmente, (04) semanalmente e 08 cerca de 30%, tem outra frequência para suas reuniões.
Em sua maioria são encontros trimestrais e bimestrais. 01 instituição não respondeu à questão.
Tabela 28 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Nº
%
Semanal
Quinzenal
Mensal
Outra∗
Total
Não Informado
04
01
13
08
26
01
15,4
3,8
50,0
30,8
100,0
-
*Corresponde, em sua maioria, a encontros trimestrais, bimestrais ou não se aplica.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 27 que participaram
da pesquisa no Estado, 13 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 13 dizem não realizálas. E apenas 01 não informa a questão.
65
Tabela 29 – A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos e/ou
outras entidades de controle social
Sim
Nº
%
13
50,0
Não
13
50,0
Total
26
100,0
Não Informado
01
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas. 04 (80,0) o fizeram de forma voluntária, 07 (87,5) por convite da
própria organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 02 delas
estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram
procuradas, e 02 o fizeram de outras formas.
Tabela 30 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece
de que forma
Voluntária
Sim
Não
Não informado
04 (80,0)
01 (20,0)
22
Convite
07 (87,5)
01 (12,5)
19
Indicação
02 (100,0)
00
25
Outra*
02 (100,0)
00
25
*Corresponde a eleições, trabalho conjunto ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
66
Tabela 31 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias
estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé de
igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
Argumentam e negociam para chegar a
um ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na
relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de
negociação
Existem mecanismos de cooperação na
parceria
Sim
Em parte
Não
Não informado
09 (75,0%)
03 (25,0%)
00
15
10 (83,3%)
02 (16,7%)
00
15
08 (66,7%)
02 (16,7%)
02 (16,7%)
15
11 (91,7%)
01(8,30%)
00
15
10 (83,3%)
02 (16,7%)
00
15
11(84,6%)
01 (7,7%)
01 (7,7%)
14
10 (83,3%)
01 (8,3%)
01 (8,3%)
15
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 09 (75,0%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 03 (25,0%) em parte e 15
instituições não responderam.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 10 (83,3%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 02 (16,7%) o realiza apenas em parte.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria é
mantida a mesma média nas respostas. Temos que 08 (66,7%) das instituições afirmam haver
ambiguidades e ambivalências nas parcerias estabelecidas, fato que dificulta o diálogo
entendido como base para o fortalecimento do capital social. Para 02 (16,7%) existem apenas
em parte e em 02 (16,7%) dos casos não há ambivalências ou ambiguidades nas relações.
Quanto a qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam para
chegar a um ponto comum. 11 (91,7%) das respostas afirmaram positivamente, 01 responde em
parte e 15 não informaram a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o percentual
foi elevado, seja de 10 (83,3%) positivamente, e apenas em 02 (16,7%) o são em parte. É
elevado o grau de confiança que as organizações reconhecem e/ou possuem em relação ao
compromisso mútuo assumido na parceria.
67
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão,
11(84,6%) ela existe e apenas em 01 (7,7%) existe apenas parcialmente ou não existe.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 10 (83,3%) sinalizaram
positivamente, 1 (8,3%) em parte e o mesmo percentual não os possui. 15 não responderam à
questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 03 (17,6%) realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e
14(82,4%) não. Realizam este tipo de estratégia. Enquanto 10 não responderam. 02 (11,8%)
organizações publicam sobre os temas. Já 15 (88,2%), não o fazem.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 05 (29,4%) respondem sim e 12 (70,6%)
não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as temáticas,
07 (41,2%) organizações dizem sim e 10(58,8%) respondem não à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 07 (41,2%) sim e 10
(58,8%) não. Mais 03 organizações desenvolvem outras estratégias como palestras, parcerias
com autoridades, realizam denúncias etc.
Tabela 32 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não
Não informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
03 (17,6%)
14 (82,4%)
10
Publica sobre os temas
02 (11,8%)
15 (88,2%)
10
05 (29,4%)
12 (70,6%)
10
07 (41,2%)
10 (58,8%)
10
07 (41,2%)
10 (58,8)
10
03 (100,0)
00
24
Oferece ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas
Articula troca de experiências com outras organizações
sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da
organização
Outra*
* palestras, parcerias com autoridades, realiza denúncias.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
68
10.1.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – ACRE
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 27 questionários apurados 18
(66,7) afirmaram que sua organização possui articulação com outras instituições, enquanto 09
ou pouco mais de 33% dizem não possuir nenhum tipo de articulação.
Tabela 33 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação
com outras instituições
Sim
Não
Total
Nº
%
18
09
27
66,7
33,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 18 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 09 delas tal
articulação se dá na esfera pública, 09 delas com a esfera do terceiro setor e as esferas da
sociedade civil e a esfera privada tiveram 02 respostas cada, conforme pode ser visualizado na
tabela abaixo. Vale salientar que foi muito alto o numero de instituições que não informaram os
itens da questão, o que dificulta uma análise e precisão dos dados.
Tabela 34 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não informado
Pública
Sociedade Civil
Privada
Terceiro Setor
09
02
02
09
18
25
25
18
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 05 (18,5%)
dos casos e em 22 (81,5) não se dá nesta esfera. Para 04 (14,8%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 23 (85,2%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 5 (18,5%) delas. Já 22 (81,5%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos e em 04 (14.8%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 23 (85,2) delas foi negativa.
69
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 100% dos casos tal
articulação não se dá com interesse financeiro e todas as outras formas de articulação se dão
com um percentual pouco representativo. 02 instituições se articulam por meio de assessorias,
02 para realização de projetos, eventos e outras ações e uma se dá nodos serviços terceirizados.
Na esfera privada é possível verificar que em 100% dos casos não articulação entre as
instituições para o desenvolvimento de assessorias, com interesse financeiro, nem para
realização de serviços terceirizados. Apenas 02 delas afirmam ter articulação no âmbito da
realização de eventos, projetos e ações.
No que tange ao terceiro setor as articulações se desenvolvem mais no campo dos
eventos, projetos e ações com percentual de 06 (22,2) enquanto nas outras esferas temos que:
02 (7,4) fica com o apoio financeiro, 04 (14,8) fica com assessoria e apenas 01 instituição com
os serviços terceirizados. Percebe-se que como nas outras esferas os maiores percentuais estão
respondidas negativamente, o que indica que as instituições do referido Estado embora tenham
respondido que tem articulação em 50% dos casos, a tabela abaixo mostra que tais articulações
não se dão nos âmbitos propostos neste questionário.
Tabela 35 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Pública
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
Sociedade Civil
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
Privada
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
Terceiro Setor
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
70
Sim
Não
05(18,5%)
04(14,8%)
05(18,5%
04(14,8%)
22(81,5%)
23(85,2%)
22(81,5%)
23(85,2%)
00
02(7,4%)
02(7,4%)
01(3,7%)
27(100,0%)
25(92,6%)
25(92,6%)
26(96,3%)
00
00
2(7,4%)
00
27(100,0%)
27(100,0%)
25(92,6%)
27(100,0%)
02(7,4%)
04(14,8%)
06(22,2%)
01(3,7%)
25(92,6%)
23(85,2%)
21(77,8%)
26(96,3%)
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 36 – Objetivos / interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Satisfação de necessidades imediatas da população usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
Incentivo ao empreendedorismo
Inserção no mercado de trabalho
Outros
Sim
22
22
16
15
14
11
Não informado
05
05
11
12
13
16
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 22 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 22 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já para 16 delas tem como objetivo o incentivo ao empreendedorismo e
para 14 é a inserção no mercado de trabalho o seu objetivo principal. Para 11 delas existem
outros tipos de objetivos que não estavam listados na questão, mas também não informaram
quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 78,3% ou 18 organizações estimulam o
envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da comunidade, enquanto
21,7% não o fazem e nem se envolvem.
Tabela 37 - A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes
pelos assuntos da comunidade/cidade
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
18
05
23
04
78,3
21,7
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 12(44,4%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
71
mediadora de ação política e em 55% delas aproximadamente não o são. Para 14(51,9%) delas a
Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos da localidade. Em
48% dos casos a Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os problemas e
suas causas na comunidade e em 77,8% delas a organização mobiliza alguns grupos de
interesses comuns. Já 48% aproximadamente, a organização disponibiliza espaços de
aprendizagem e convivência.
Tabela 38 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
Sim
Não
12 (44,4%)
15 (55,6%)
14 (51,9%)
13 (48,1%)
13 (48,1%)
14 (51,9%)
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
21 (77,8%)
06 (22,2%)
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência
13 (48,1%)
14 (51,9%)
A Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável
18 (66,7%)
09 (33,3%)
27 (100,0%)
00
08 (29,6%)
19 (70,4%)
11 (40,7%)
16 (59,3%)
04 (14,8%)
23 (85,2%)
03 (100,0%)
00
A Organização é reconhecida pela comunidade como mediadora de ação
política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos
da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os
problemas e suas causas na comunidade
A Organização possui algum programa de responsabilidade social sobre
consciência tributária e do zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos
públicos
A Organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade social
sobre consciência tributária
A Organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade social
sobre o zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos
A Organização realiza alguma ação de capacitação sobre Controle Social e
Prevenção à Corrupção
Outras contribuições
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 66,
7% dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e em
100% dos casos a Organização possui algum programa de responsabilidade social sobre
consciência tributária e do zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos. Ainda
temos que em quase 30% delas a Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre consciência tributária e em 40,7% A Organização realiza alguma
ação que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação dos
recursos públicos. Quando se trata das capacitações o maior percentual das organizações não as
72
realiza, ou seja, mais de 85% delas respondem que não realizam capacitação sobre Controle
Social e Prevenção à Corrupção. 03 instituições declaram ter outros tipos de contribuições, mas
que não foram especificadas.
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 96%
aproximadamente afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção e apenas 01 instituição responde negativamente.
Tabela 39 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação
sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção
Sim
Não
Total
Nº
%
26
01
27
96,3
3,7
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro o
número é pequeno, apenas 04 instituições apoiam financeiramente tais atividades. Em 13 delas
há a disponibilidade de espaço físico e em 05 de veículos. 18 organizações afirmam que cedem
seu pessoal para organização e apoio aos eventos de capacitação. Já 10 delas trabalham para
impressão de material de divulgação.
Tabela 40 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Apoio financeiro
Cessão de espaço físico
Disponibilização de veículos
Cessão de pessoal para organização e apoio ao evento de capacitação
Impressão de material de divulgação
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
Divulgação das ações por meio de panfletagem
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
Divulgação das ações por meio de rádio
Divulgação das ações por meio de redes sociais
Distribuição de material didático durante a realização das ações de capacitação
Distribuição de material didático após a realização das ações de capacitação
Outro
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
73
Sim
04
13
05
18
10
26
20
25
13
02
18
16
01
Não se aplica
23
14
22
09
16
00
07
02
14
25
09
11
26
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 26 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos e 20 delas apoiam na divulgação das ações
por meio de panfletagem. 25 realizam divulgação das ações por meio do mural da instituição,
13 divulgam por meio do rádio e 02 por meio de redes sociais. 18 faz distribuição de material
didático durante a realização das ações de capacitação e 16 faz a distribuição de material
didático após a realização das ações de capacitação.
10.2. ALAGOAS
O Estado de Alagoas é composto por 102 municípios, está localizado a leste da região
nordeste do Brasil, é o penúltimo estado em extensão territorial, com área de 27. 779, 343 Km²,
e 16º em população, correspondendo a 3.120.922 segundo Censo do IBGE 2010. Tem como
limites:
Pernambuco,
Sergipe,
Bahia.
Suas
cidades
mais
populosas
são:
Maceió, Arapiraca, Palmeira dos Índios, Rio Largo, Penedo, União dos Palmares, São Miguel dos
Campos, Santana do Ipanema, Delmiro Gouveia, Coruripe, Marechal Deodoro e Campo Alegre.
Seu governador é Teotônio Vilela Filho, do PSDB, eleito em 2006 pelo partido, e reeleito
em 2010 (superando o ex-governador Ronaldo Lessa no segundo turno), sucessor de Luís Abílio
de Sousa Neto.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 24,6 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 1913,77.
O Índice de Gini representa 0,57; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 3,2, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0, 44. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é menor; em relação ao PIB, o valor aponta que Alagoas
concentra um índice baixo no que se refere à produção na agropecuária, indústria e serviços; no
que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui indicadores baixos de
desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade social e a relação de
empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau também baixo,
mesmo com o Índice de Gini estando no patamar apontado.
74
10.2.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – ALAGOAS
Estrutura da organização
Dentre os 102 municípios que compõem o Estado de Alagoas, apenas 02 deles
responderam à pesquisa. Penedo e Delmiro Golveia. O Estado totalizou nos dois municípios, 18
questionários, sendo 10 em Penedo, o que representa 55,6% das respostas e Delmiro Golveia
respondeu a 08, o que corresponde a 44,4% dos questionários respondidos no Estado. Em
âmbito nacional, Penedo representa 2,3%, considerando o total de 429 questionários e os 25
Estados representados na pesquisa. Já Delmiro Golveia representa 1,9% dos questionários.
Gráfico 03 – Municípios Alagoas
Total
%
PENEDO
N
DELMIRO GOUVEIA
0
50
100
150
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa, no Estado do Acre foi fundada entre os anos de 1980 a 2010, ou seja,
07 das 18 instituições que responderam à questão. 03 delas têm existência entre os anos 50 e
80 do século passado, enquanto que 01 se firmou como instituição antes de 1950. Os dados
também mostram que 07 instituições não quiseram, ou não souberam informar quanto ao ano
de sua fundação.
75
Gráfico 04 - Fundação Alagoas
1
Antes de 1950
3
7
Entre 1951 e 1980
Após 1981
Não Informado
7
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 12 (66,7%) delas estão registradas em
Cartório, 02 (11,1%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 05 (27,8%) o tem realizado
junto à prefeitura. Já na Receita Federal são 07 (38,9%). Apareceram também instituições
registradas em outros órgãos. 05 (27,8%) delas declararam ter registro no MEC, na CNBB e em
diversos Conselhos.
Tabela 41 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
12 (66,7%)
06 (33,3%)
18
Junta Comercial
02 (11,1%)
16 (88,9%)
18
Prefeitura
05 (27,8%)
13 (72,2%)
18
Receita Federal
07(38,9%)
11(61,1%)
18
MTE
01 (5,6%)
17 (94,4%)
18
Outro*
05 (27,8%)
13 (72,2%)
18
*Opção incluída no questionário 2010.
Refere-se em sua maioria a registro no MEC, conselhos de educação e CNBB
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
76
10.2.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL - ALAGOAS
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 01 igreja e 01
sindicato, 05 ou 27,8% são associações, 07 (38,9%) são conselhos. Ainda se declararam ONG e
Clubes 02 instituições respectivamente.
Tabela 42 – Tipo de organização
Tipo de organização
Sindicato
Igreja
Associação
Conselho
Organização Não Governamental
Clube
Total
Nº
01
01
05
07
02
02
18
%
5,6
5,6
27,8
38,9
11,1
11,1
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 06 das
organizações tomam as suas decisões de forma colegiada, em 05 unidades a comunidade
participa da gestão, em 11 delas são realizadas assembleias e em 09 das instituições as decisões
são tomadas a partir de conselho. Já 11 delas funcionam com diretoria e 02 funcionam com
comitês.
Tabela 43 – Estrutura da unidade
Estrutura de unidade
Diretoria
Conselho
Assembleia
Comitê
Comissões
Assessorias Externas
Assessorias Internas
Comunidade participa da gestão
Decisões são colegiadas
Sim
11
09
11
02
01
00
01
05
06
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
77
Não
00
01
00
00
02
02
02
02
02
Não informado
07
08
07
18
15
16
15
11
10
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 61,1% das instituições que responderam à questão (11) realizam suas
reuniões mensalmente, (04) semanalmente, 01 delas tem outra frequência para suas reuniões,
sejam encontros trimestrais e bimestrais e as frequências anuais e quinzenais também
apareceram com 01 instituição cada.
Tabela 44 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Semanal
Nº
04
%
22,2
Quinzenal
Mensal
Anual
Outra*
Total
01
11
01
01
18
5,6
61,1
5,6
5,6
100,0
*Corresponde, em sua maioria, a encontros trimestrais, bimestrais e diários.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 18 que
participaram da pesquisa no Estado, 10 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 07 dizem
não realizá-las. E apenas 01 não informa a questão.
Tabela 45 - A organização possui parcerias com conselhos
e / ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
10
07
17
01
58,8
41,2
100,0
-
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas.
06 o fizeram de forma voluntária,
78
09
por convite da própria
organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 03 delas
estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram
procuradas.
Tabela 46 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Sim
Não informado
Voluntária
06
12
Convite
09
9
Indicação
03
15
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
Tabela 47 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias
estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé de
igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Sim
Em parte
Não
Não informado
09 (75,0%)
03 (25,0%)
00
06
07 (70,0%)
03 (30,0%)
00
08
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
00
05 (45,5%)
06 (54,5%)
07
11 (100,0%)
00
00
07
08 (66,7%)
03 (25,0%)
01 (8,3%)
06
05 (50,0%)
05 (50,0%)
00
08
09 (75,0%)
02 (16,7%)
01 (8,3%)
06
Argumentam e negociam para chegar a
um ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na
relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de
negociação
Existem mecanismos de cooperação na
parceria
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 09 (75,0%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 03 (25,0%) em parte e 06
instituições não responderam.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 07 (70,0%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 03 (30,0%) o realiza apenas em parte.
79
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que nenhuma instituição declarou haver ambiguidades e ambivalências nas parcerias
estabelecidas. Para 05 (45,5%) as ambiguidades existem apenas em parte e em 06 (54,5%) dos
casos não há ambivalências ou ambiguidades nas relações.
Quanto a qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 11 das respostas afirmaram positivamente e 07 não
informaram a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi elevado, seja de 08 (66,7%) positivamente, e apenas em 03 (25,0%) o são em
parte. 01 organização responde não à questão e 06 não quiseram informar as respostas.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão, 05
(50,0%) ela existe e apenas em 05 (50,0%) existe ainda que parcialmente. Mas ainda é alto o
número de instituições que não informaram a questão, neste caso, foram 08 as que não
quiseram informar a resposta.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 09 (75,0%) sinalizaram
positivamente, 02 (16,7%) em parte e 01 (8,3%) não os possui. 06 não responderam à questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 02 (18,2%) realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e 9
(81,8%) não realizam este tipo de estratégia. Enquanto 07 não responderam.
1 (11,1%)
organizações publicam sobre os temas. Já 08 (88,9%), não o fazem e 09 não informaram.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 04 (40,0%) respondem sim e 06 (60,0%)
não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 09 (75,0%) organizações dizem sim e 03 (25,0%) respondem não à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 06 (54,5%) sim e 05
(45,5%), não.
80
Tabela 48 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da Organização nas parcerias
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
Sim
02 (18,2%)
Não
09 (81,8%)
Não informado
07
Publica sobre os temas
01 (11,1%)
08 (88,9%)
09
Oferece ao público algum tipo de capacitação
referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras
organizações sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na
agenda da organização
04 (40,0%)
06 (60,0%)
08
09 (75,0%)
03 (25,0%)
06
06 (54,5%)
05 (45,5%)
07
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.2.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL - ALAGOAS
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 18 questionários apurados 16 o
que equivale a 94% aproximadamente, afirmaram que sua organização possui articulação com
outras instituições, enquanto 01 diz não possuir nenhum tipo de articulação e 01 não informou.
Tabela 49 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação
com outras instituições
Sim
Não
Não informado
Total
Nº
%
16
01
01
17
94,1
5,9
5,9
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 16 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 15 delas tal
articulação se dá na esfera pública e 10 delas com a esfera da sociedade civil. Já as esferas do
terceiro setor e a esfera privada tiveram 04 respostas cada, conforme pode ser visualizado na
tabela abaixo. Vale salientar que foi alto o numero de instituições que não informaram os itens
da questão, o que dificulta uma análise e precisão dos dados.
81
Tabela 50 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não
Não informado
Pública
15 (100,0%)
00
03
Sociedade Civil
10 (100,0%)
00
08
Privada
04 (100,0%)
00
14
Terceiro Setor
04 (100,0%)
00
14
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 07 (38,9%)
dos casos e em 11 (61,1%) não se dá nesta esfera. Para 04 (22,2%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 14 (77,8%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 12 (66,7%) delas. Já 06 (33,3%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos e em 02 (11,1%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 16 (88,9%) delas foi negativa.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 04 (22,2%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 14 (77,8%) isto não acontece.
01 instituição se articula por meio de assessorias e em 17(94,4%) tal articulação não acontece.
07 (38,9%) para realização de projetos, eventos e outras ações e em 100% dos casos não
articulação com os serviços terceirizados.
Na esfera privada é possível verificar que em 17 (94,4%) dos casos não há articulação
entre as instituições no âmbito financeiro e em 100% dos casos não há o desenvolvimento de
assessorias e Apenas 02 (11,1%) delas afirmam ter articulação no âmbito da realização de
eventos, projetos e ações. 01 delas declara ter tal articulação no âmbito dos serviços
terceirizados.
No que tange ao terceiro setor, em 100% dos casos as articulações não se dão no campo
do apoio financeiro, nem com os serviços terceirizados. No campo dos eventos, projetos e ações
apenas 01 instituição tem articulação e 02 (11,1%) no âmbito das assessorias. e apenas 01
instituição com os serviços terceirizados.
82
Tabela 51 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Pública
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
Sociedade Civil
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
Privada
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
Terceiro Setor
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
Sim
Não
07 (38,9%)
04 (22,2%)
12 (66,7%)
02 (11,1%)
11 (61,1%)
14 (77,8%)
06 (33,3%)
16 (88,9%)
04 (22,2%)
01 (5,6%)
07 (38,9%)
00
14 (77,8%)
17 (94,4%)
11 (61,1%)
18 (100,0%)
01 (5,6%)
00
02 (11,1%)
01 (5,6%)
17 (94,4%)
18 (100,0%)
16 (88,9%)
17 (94,4%)
00
02 (11,1%)
01 (5,6%)
00
18 (100%)
16 (88,9%)
17 (94,4%)
18 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 52 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização
no desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
Incentivo ao empreendedorismo
Inserção no mercado de trabalho
Outros
Sim
Não informado
14
13
04
05
06
01
02
02
12
17
16
16
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 14 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 13 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 06 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 01, o
83
incentivo ao empreendedorismo. Para 02, é a inserção no mercado de trabalho o seu objetivo
principal. Para 02 delas existem outros tipos de objetivos que não estavam listados na questão,
mas também não informaram quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 15 organizações o que representa
93,8% estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da
comunidade, enquanto 01 não faz e nem se envolve e 02 não informaram.
Tabela 53 – A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Nº
%
Sim
Não
Total
Não Informado
15
01
16
02
93,8
6,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 09 (56,3%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 07 (43,8%) delas aproximadamente não o são e 02 não
informaram. Para 14 (87,5%) delas a Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade. Em 09 (56,3%) dos casos a Organização realiza diagnóstico
participativo para identificar os problemas e suas causas na comunidade e em 11 (73,3%) delas
a organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns. Já 09 (60,0%), a organização
disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência.
84
Tabela 54 – Contribuição para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
A Organização é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para
identificar os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e
convivência
A Organização é comprometida com o desenvolvimento
social sustentável
A Organização possui algum programa de responsabilidade
social sobre consciência tributária e do zelo contínuo pela
correta aplicação dos recursos públicos*
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta
aplicação dos recursos públicos**
A Organização realiza alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção**
Outras contribuições**
Sim
Não
Não
informado
09 (56,3%)
07 (43,8%)
02
14 (87,5%)
02 (12,5%)
02
09 (56,3%)
07 (43,8%)
02
11 (73,3%)
04 (26,7%)
03
09 (60,0%)
06 (40,0%)
03
10 (62,5%)
06 (37,5%)
02
18 (100,0%)
00
00
16 (100,0%)
02
06 (37,5%)
10 (62,5%)
02
03 (18,8%)
13 (81,3%)
02
02 (66,7%)
01 (33,3%)
15
**Opção existente somente no questionário de 2010
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 10
(62,5%) dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e
em 100% dos casos a Organização não possui nenhum programa de responsabilidade social
sobre consciência tributária. Ainda temos que em 06 (37,5%) delas a Organização realiza
alguma ação que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação
dos recursos públicos e em 03 (18,8%) a Organização realiza alguma ação alguma ação de
capacitação sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção enquanto o maior percentual das
organizações 13 (81,3%) não as realiza. 02 instituições declaram ter outros tipos de
contribuições, mas que não foram especificadas.
85
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 100% das
organizações afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre Controle
Social e Prevenção à Corrupção.
Tabela 55 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação
sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação
sobre controle social e prevenção à corrupção
Nº
%
Sim
Não
Total
18
00
18
100,0
00
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro o
número é pequeno, apenas 01 instituição apoia financeiramente tais atividades. Em 10 delas há
a disponibilidade de espaço físico e em 05 de veículos. 11 organizações afirmam que cedem seu
pessoal para organização e apoio aos eventos de capacitação. Já 04 delas trabalham para
impressão de material de divulgação.
Tabela 56 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Sim
Apoio financeiro
Cessão de espaço físico
Disponibilização de veículos
Cessão de pessoal para organização e apoio ao evento de capacitação
Impressão de material de divulgação
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
Divulgação das ações por meio de panfletagem
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
Divulgação das ações por meio de rádio
Divulgação das ações por meio de redes sociais
Distribuição de material didático durante a realização das ações de capacitação
01
10
05
11
04
12
08
11
06
08
09
Não se
aplica
17
08
13
07
14
06
10
07
12
10
09
Distribuição de material didático após a realização das ações de capacitação
05
13
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
86
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 12 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos e 08 delas apoiam na divulgação das ações
por meio de panfletagem. 11 realiza divulgação das ações por meio do mural da instituição, 06
divulgam por meio do rádio e 08 por meio de redes sociais. 09 faz distribuição de material
didático durante a realização das ações de capacitação e 05 faz a distribuição de material
didático após a realização das ações de capacitação.
10.3. AMAZONAS
O Estado do Amazonas é composto por 62 municípios, configura-se como a mais extensa
unidade federativa do Brasil, com área de 1.570.745,680 km² (maior que a área da Região
Nordeste brasileira); sua população corresponde a 3.480.937 (segunda unidade federativa mais
populosa da região Norte), segundo Censo do IBGE 2010. Faz fronteira com: Pará, a Leste;
Rondônia e Mato Grosso, ao sul; Acre, a sudoeste; Roraima, ao norte; além da Venezuela,
Colômbia e Peru. Suas cidades mais populosas são: Manaus, a capital, e Parintins.
Seu governador atual é Omar José Abdel Aziz, do PMDB, cujo governo assumiu no dia 31
de março de 2010, depois da renúncia de Eduardo Braga.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 7,0 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 1913,77.
O Índice de Gini representa 0, 50; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 7,2 e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,63. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é também média; em relação ao PIB, o valor aponta que
o Amazonas concentra um bom índice no que se refere à produção na agropecuária, indústria e
serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui bons
indicadores de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade social e a
relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau
considerado bom.
87
10.3.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – AMAZONAS
Estrutura da organização
Dentre os 62 municípios que compõem o Estado do Amazonas, apenas 02 deles
responderam à pesquisa. Careiro Castanho e Tabatinga. O Estado totalizou nos dois municípios,
09 questionários, sendo 04 em Careiro Castanho, o que representa 44,4% das respostas e
Tabatinga respondeu a 05, o que corresponde a 55.6% dos questionários respondidos no Estado.
Em âmbito nacional, Careiro Castanho representa 0,9%, considerando o total de 429
questionários e os 25 Estados representados na pesquisa. Já Tabatinga representa 1,2% dos
questionários.
Gráfico 05 – Municípios Amazonas
120
100
80
N
%
60
40
20
0
CAREIRO CASTANHO
TABATINGA
Total
No gráfico a seguir pode-se inferir que 03 das instituições/organizações participantes da
pesquisa, no Estado do Amazonas foram fundadas entre os anos de 1980 a 2010. 02 delas têm
existência entre os anos 50 e 80 do século passado, enquanto que 04 instituições não quiseram,
ou não souberam informar quanto ao ano de sua fundação.
88
Gráfico 06 - Fundação Amazonas
2
Entre 1951 e 1980
3
9
Após 1981
Não informado
TOTAL
4
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que 01 (11,1%)
delas estão registradas em Cartório, 02 (22,2%) delas tem o seu registro em junta comercial, e
05 (55,6%) o tem realizado junto à prefeitura. Já na Receita Federal são 02 (22,2%).
Tabela 57 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
01 (11,1%)
08 (88,9%)
09 (100,0%)
Junta Comercial
02 (22,2%)
07 (77,8%)
09 (100,0%)
Prefeitura
05 (55,6%)
04 (%)44,4
09 (100,0%)
Receita Federal
02 (22,2%)
07 (77,8%)
09 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.3.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL - AMAZONAS
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 01 igreja e 01
sindicato, 02 ou 22,2% são associações, 03 são conselhos, o que corresponde a 33.3%. 02
instituições ainda se declararam como cooperativas.
89
Tabela 58 – Tipo de organização
Tipo de organização
Nº
%
Sindicato
Igreja
Associação
Cooperativa
Conselho
Total
01
01
02
02
03
09
11,1
11,1
22,2
22,2
33,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 07 das
organizações tomam as suas decisões por meio de Diretorias, em 6 (85,7%) unidades as decisões
se dão por meio de Conselhos e 06 também se dá por meio de Assembleias. Em 03 (60,0%) a
comunidade participa da gestão e em 05 (100,0%) as decisões são tomadas de for4ma
colegiada.
Tabela 59 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Diretoria
Conselho
Assembléia
Comitê
Comissões
Assessorias Externas
Assessorias Internas
Comunidade participa da gestão
Decisões são colegiadas
Sim
Não
Não informado
Total
07 (100,0%)
06 (85,7%)
06 (100,0%)
00
01 (20,0%)
02 (40,0%)
00
03 (60,0%)
05 (100,0%)
00
01 (14,3%)
00
04 (100,0%)
04 (80,0%)
03 (60,0%)
04 (100,0%)
02 (40,0%)
00
02
02
03
05
04
04
05
04
04
09
09
09
09
09
09
09
09
09
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 66,7% das instituições que responderam à questão (6) realizam suas
reuniões mensalmente, (02) semanalmente e 01 delas se reúne quinzenalmente.
90
Tabela 60 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Semanal
Quinzenal
Mensal
Total
Nº
02
01
06
09
%
22,2
11,1
66,7
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 09 que
participaram da pesquisa no Estado, 06 delas afirmam possuir algum tipo de parceria, 66,7% e
03 dizem não realizá-las o que corresponde a 33% aproximadamente.
Tabela 61 – A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Nº
%
06
03
09
66,7
33,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas neste estado especificamente só compareceu a parceria de forma voluntária com
06
respostas e outras formas de parcerias com 02 instituições que fazem suas parcerias por meio
de eleições, ou em trabalho conjunto.
Tabela 62 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Sim
Voluntária
06
Outra*
02
Não informado
01
*Corresponde a eleições, trabalho conjunto ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
91
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
Tabela 63 – Nível de relações nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias
estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé
de igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Existem ambigüidades e/ou ambivalências
Argumentam e negociam para chegar
a um ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável
na relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos
de negociação
Existem mecanismos de cooperação
na parceria
Sim
Em parte
Não
04 (57,1%)
03 (42,9%)
00
Não
informado
02
03 (60,0%)
02 (40,0%)
00
04
01 (20,0%)
05 (100,0%)
04 (80,0%)
00
00
00
04
04
05 (100,0%)
00
00
04
02 (33,3%)
03 (50,0%)
01 (16,7%)
03
04 (80,0%)
01 (20,0%)
00
04
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 04 (57,1%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 03 (42,9%) em parte e 02
instituições não responderam.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 03 (60,0%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 02 (40,0%) o realiza apenas em parte. Já 04 não informaram.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que apenas 01 (20,0%) instituição declarou haver ambiguidades e ambivalências nas
parcerias estabelecidas. Para 04 (80,0%) as ambiguidades existem apenas em parte e 04 delas
não responderam.
Quanto a qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 05 (100,0%) das respostas afirmaram positivamente e 04 não
informaram a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o percentual
foi elevado, seja de 05 (100,0%) positivamente, e 04 não quiseram informar as respostas.
92
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para 02 (33,3%) das organizações que responderam à questão, ela
existe e em 03 (50,0%) existe ainda que parcialmente. Também 04 instituições não quiseram
informar a resposta.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 04 (80,0%) sinalizaram
positivamente, 02 (16,7%) em parte e 01 (20,0%) não os possui. 04 não responderam à questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que os maiores percentuais estão de forma negativa indicando dificuldade no
estabelecimento de estratégias no Estado. Ou seja, apenas 02 (33,3%) realizam pesquisas e/ou
estudos sobre as temáticas e 04 (66,7%) não realizam este tipo de estratégia. Enquanto 03 não
responderam.
01 (16,7%) das organizações publicam sobre os temas. Já 05 (83,3%), não o
fazem e 03 não informaram.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 01 (16,7%) responde sim e 05 (83,3%)
não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as temáticas,
01 (20,0%) organizações dizem sim e 04 (80,0%) respondem não à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 01 (20,0%) sim e 04
(80,0%), não. Ainda compareceram 02 instituições que desenvolve outros tipos de estratégias
como palestras, parcerias com autoridades e ainda realiza denúncias.
Tabela 64 – Estratégias nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
Publica sobre os temas
Oferece ao público algum tipo de capacitação
referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras
organizações sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da
organização
Outra*
Sim
02 (33,3%)
01 (16,7%)
Não
04 (66,7%)
05 (83,3%)
Não informado
03
03
01 (16,7%)
05 (83,3%)
03
01 (20,0%)
04 (80,0%)
04
01 (20,0%)
04 (80,0%)
04
02 (100,0%)
00
07
* palestras, parcerias com autoridades, realiza denúncias.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
93
10.3.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL - AMAZONAS
Articulação com outras instituições
A tabela abaixo demonstra certa dificuldade de articulação das instituições destes
municípios representados no Estado do Amazonas. Ou seja, dos 09 questionários apurados
77,8% afirmaram que sua organização não possui articulação com outras instituições, enquanto
02 dizem possuir.
Tabela 65 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Sim
Não
Total
Nº
02
07
09
%
22,2
77,8
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 07 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 02 delas tal
articulação se dá na esfera pública e 01 delas com a esfera da sociedade civil. Também as
esferas do terceiro setor e a esfera privada tiveram 01 resposta cada, conforme pode ser
visualizado na tabela abaixo. 02 delas não informaram as esferas da sua articulação.
Tabela 66 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não informado
Pública
Sociedade Civil
Privada
Terceiro Setor
02
01
01
01
07
08
08
08
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em 100% dos casos, as articulações com a esfera publica não se dão no âmbito do apoio
financeiro nem com os serviços terceirizados. Em 01 (11,1%) dos casos as articulações se dão
na forma de assessorias e para eventos, projetos e outras ações.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 4 (22,2%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 14 (77,8%) isto não acontece.
01 instituição se articula por meio de assessorias e em 17 (94,4%) tal articulação não acontece.
94
07 (38,9%) para realização de projetos, eventos e outras ações e em 100% dos casos não
articulação com os serviços terceirizados.
Na esfera privada os resultados são bem semelhantes com o item anterior, ou seja, em
100% dos casos as articulações não se dão no apoio financeiro, nem assessorias ou com o
terceiro setor. Apenas 01 (11,1%) delas afirmam ter articulação no âmbito da realização de
eventos, projetos e ações.
No que tange ao terceiro setor, em 100% dos casos as articulações não se dão em
nenhum dos campos citados anteriormente.
Tabela 67 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
00
09 (100,0%)
Assessoria
01 (11,1%)
08 (88,9%)
Eventos/projetos/ações
01 (11,1%)
08 (88,9%)
Serviços Terceirizados
00
09 (100,0%)
Apoio Financeiro
00
09 (100,0%)
Assessoria
00
09 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
01 (11,1%)
08 (88,9%)
Serviços Terceirizados
00
09 (100,0%)
01 (11,1%)
08 (%88,9)
Assessoria
00
09 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
00
09 (100,0%)
Serviços Terceirizados
00
09 (100,0%)
Apoio Financeiro
00
09 (100,0%)
Assessoria
00
09 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
00
09 (100,0%)
Serviços Terceirizados
00
09 (100,0%)
Pública
Apoio Financeiro
Sociedade Civil
Privada
Apoio Financeiro
Terceiro Setor
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
95
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 68 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no
desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Sim
Não
Não informado
05
01
03
Satisfação de necessidades imediatas da
população usuária/beneficiária
06
00
03
Desenvolvimento do voluntariado
03
00
06
Incentivo ao empreendedorismo
04
00
05
Inserção no mercado de trabalho
03
00
06
Outros
02
00
07
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 05 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 06 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 03 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 04, o
incentivo ao empreendedorismo. Para 02, é a inserção no mercado de trabalho, o seu objetivo
principal. Para 02 delas existem outros tipos de objetivos que não estavam listados na questão,
mas também não informaram quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 06 organizações, o que representa
66,7% estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da
comunidade, enquanto 03 não fazem e nem se envolvem.
Tabela 69 - A organização/instituição estimula o interesse dos participantes
pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Sim
Não
Total
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
96
Nº
%
06
03
09
66,7
33,3
100,0
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 04 dos casos a instituição não é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e 05 preferiram não informar. Para 02 (33,3%) delas a Organização
envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos da localidade. Em 02 (33,3%) dos
casos a Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os problemas e suas
causas na comunidade e em 03 (75,0%) delas a organização mobiliza alguns grupos de
interesses comuns. Já 02 (40,0%), a organização disponibiliza espaços de aprendizagem e
convivência.
Tabela 70 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
Sim
Não
Não informado
A Organização é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para
identificar os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses
comuns
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e
convivência
A Organização é comprometida com o desenvolvimento
social sustentável
A Organização possui algum programa de
responsabilidade social sobre consciência tributária e do
zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos
públicos*
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta
aplicação dos recursos públicos**
A Organização realiza alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção**
00
04 (100,0%)
05
02 (33,3%)
04 (66,7%)
03
02 (33,3%)
04 (66,7%)
03
03 (75,0%)
01 (25,0%)
05
02 (40,0%)
03 (60,0%)
04
04 (66,7%)
02(33,3)
03
09 (100,0%)
00
00
00
05 (100,0%)
04
02 (40,0%)
03 (60,0%)
04
04 (100,0%)
00
05
*Opção existente somente no questionário de 2009
**Opção existente somente no questionário de 2010
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 04
(66,7%) dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e
97
em 100% dos casos a Organização possui algum programa de responsabilidade social sobre
consciência tributária. Ainda temos que em 02 (40,0%) delas a Organização realiza alguma ação
que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos
públicos e em 04 delas, a Organização realiza alguma ação alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção enquanto o maior percentual das organizações 05
delas não informaram a questão.
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 06 ou 66,7%
das organizações afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção. E 03 declaram que não tem tal interesse.
Tabela 71 - A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre
controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
Sim
Não
Total
Nº
%
06
03
09
66,7
33,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro, 100%
dos casos, não disponibilizam o apoio financeiro. Em 01 delas há a disponibilidade de espaço
físico e em 01 de veículos. Para 100% das instituições a organização afirma que não cedem seu
pessoal para organização e apoio aos eventos de capacitação. Assim como não trabalham para
impressão de material de divulgação.
Tabela 72 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Apoio financeiro
Cessão de espaço físico
Disponibilização de veículos
Cessão de pessoal para organização e apoio ao
evento de capacitação
Impressão de material de divulgação
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
Divulgação das ações por meio de panfletagem
98
Sim
00
01
01
Não
00
00
00
Não se aplica
09
08
08
00
00
09
00
02
01
00
00
00
09
07
08
Tipo de apoio disponibilizado pela Instituição
Divulgação das ações por meio do mural da
instituição
Divulgação das ações por meio de rádio
Divulgação das ações por meio de redes sociais
Distribuição de material didático durante a realização
das ações de capacitação
Distribuição de material didático após a realização
das ações de capacitação
Outro
Sim
Não
Não se aplica
01
00
08
02
00
00
00
07
09
00
00
09
01
00
09
02
00
07
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 02 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos e 01 delas apoia na divulgação das ações por
meio de panfletagem. Também 01 realiza divulgação das ações por meio do mural da
instituição, 02 divulgam por meio do rádio. Todas as instituições declaram não fazer divulgação
por meio de redes sociais, assim como não fazem distribuição de material didático durante a
realização das ações de capacitação e 01 faz a distribuição de material didático após a
realização das ações de capacitação. Já 02 delas disponibilizam outros tipos de apoio que não
foram especificados.
10.4. CEARÁ
O Estado do Ceará está situado na Região Nordeste e tem por limites o Oceano Atlântico
a norte e nordeste, Rio Grande do Norte e Paraíba a leste, Pernambuco a sul e Piauí a leste. É
composto por 184 municípios, com área de 148.920,538 km²; sua população corresponde a
8.448.055, segundo Censo do IBGE 2010.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 18,6 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 1502,28.
Seu governador é Cid Ferreira Gomes, do PSB, reeleito ainda no primeiro turno nas
eleições de 2010.
O Índice de Gini representa 0,54; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 3,6, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,55. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
99
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é menor; em relação ao PIB, o valor aponta que Alagoas
concentra um índice baixo no que se refere à produção na agropecuária, indústria e serviços; no
que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui indicadores regulares
de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade social, e a relação de
empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau também regular.
10.4.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – CEARÁ
Estrutura da organização
Dentre os 184 municípios que compõem o Estado do Ceará, apenas 02 deles responderam
à pesquisa. Quixadá e +.-‘Sobral. O Estado totalizou nos dois municípios, 16 questionários,
sendo 09, em Quixadá, o que representa 56,3% das respostas e Sobral respondeu a 07, o que
corresponde a 43,8% dos questionários respondidos no Estado. Em âmbito nacional, Quixadá
representa 2,1%, considerando o total de 429 questionários e os 25 Estados representados na
pesquisa. Já Sobral representa 1,6% dos questionários.
Gráfico 07 – Municípios Ceará
120
100
100
80
60
N
56,3
%
43,8
40
20
0
QUIXADA
SOBRAL
Total
No gráfico a seguir pode-se inferir que 50% das instituições/organizações participantes
da pesquisa, no Estado do Ceará foram fundadas antes do ano de 1950. Esta foi a única opção
que compareceu na questão. Sendo que as outras 08 instituições não quiseram, ou não
souberam informar quanto ao ano de sua fundação.
100
Gráfico 08 - Fundação Ceará
8
Antes de 1950
Não informado
16
total
8
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 100% delas estão registradas em
Cartório, 10 (62,5%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 02 (12,5%) o tem realizado
junto a Prefeituras. Já 15 (93,8%) delas estão registradas na Receita Federal e 07 (43,8)
declaram que tem o seu registro no MTE.
Tabela 73 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
16 (100,0%)
00
16 (100,0%)
Junta Comercial
10 (62,5%)
06 (37,5%)
16 (100,0%)
Prefeitura
02 (12,5%)
14 (87,5%)
16 (100,0%)
Receita Federal
15 (93,8%)
01 (6,3%)
16 (100,0%)
07 (43,8)
09 (56,3%)
16 (100,0%)
MTE
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições temos que 43,8 (7) delas são
Sindicatos, 25% (04) são Associações, 05 delas são ONGs o que corresponde a 31%
aproximadamente.
101
Tabela 74 – Tipo de organização
Tipo de organização
Sindicato
Associação
Organização Não Governamental
Total
Nº
07
04
05
16
%
43,8
25,0
31,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 13 (81,3%)
das organizações tomam as suas decisões a partir de Diretoria, em mais de 60% das
organizações, as decisões são tomadas através de conselhos. 10 (62,5%) funcionam com
assembleia. Em 100% dos casos não há comitês como forma de decisão nas organizações. Já 04
(25,0%) delas funcionam com comissões, o1 organização declara ter assessoria externa e em
100% dos casos não há assessorias internas. Para 09 (56,3%) das organizações, a comunidade
participa da gestão, em 15 (93,8%) as decisões são tomadas de forma colegiada.
Tabela 75 - Tomada de decisões
Tomada de decisões
Diretoria
Conselho
Assembléia
Comitê
Comissões
Assessorias Externas
Assessorias Internas
Comunidade participa da gestão
Decisões são colegiadas
Outra
Sim
13 (81,3%)
10 (62,5%)
10 (62,5%)
00
04 (25,0%)
01 (6,3%)
00
09 (56,3%)
15 (93,8%)
01 (6,3%)
Não
03 (18,8%)
06 (37,5%)
06 (37,5%)
16 (100,0%)
12 (75,0%)
15 (93,8%)
16 (100,0%)
07 (43,8%)
01 (6,3%)
15 (93,8%)
Total
16 (100,0%)
16 (100,0%)
16 (100,0%)
16 (100,0%)
16 (100,0%)
16 (100,0%)
16 (100,0%)
16 (100,0%)
16 (100,0%)
16 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 60% das instituições que responderam à questão (09) realizam suas
reuniões mensalmente, (03) semanalmente cerca de 20%. As frequências quinzenal, anual e
outras, ficaram com 01 resposta cada. 01 das organizações não informou a questão.
102
Tabela 76 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Nº
%
Semanal
Quinzenal
Mensal
Anual
Outra∗
Não Informado
Total
03
01
09
01
01
01
16
20,0
6,7
60,0
6,7
6,7
6,7
100,0
*Corresponde, em sua maioria, a encontros trimestrais, bimestrais ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.4.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL – CEARÁ
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 16 que
participaram da pesquisa no Estado, 12 delas afirmam possuir algum tipo de parceria (75%) e
04 dizem não realizá-las.
Tabela 77 – A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Nº
%
12
04
16
75,0
25,0
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas. 06 (40,0%) o fizeram de forma voluntária, 09 (60,0%) por convite
da própria organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 06
(40,0%) delas estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para
buscarem ou foram procuradas, e 02 o fizeram de outras formas.
103
Tabela 78 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Voluntária
Convite
Indicação
Outra*
Sim
Não
Não informado
06 (40,0%)
09 (60,0%)
06 (40,0%)
02 (13,3%)
09 (60,0%)
06 (40,0%)
09 (60,0%)
13 (86,7%)
1
1
1
1
*Corresponde a eleições, trabalho conjunto ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
Tabela 79 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias
estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé de
igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
Argumentam e negociam para chegar a
um ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na
relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de
negociação
Existem mecanismos de cooperação na
parceria
Sim
Em parte
Não
Não informado
08 (53,3%)
06 (40,0%)
01 (6,7%)
1
10 (66,7%)
08 (53,3%)
04 (26,7%)
06 (40,0%)
01 (6,7%)
01 (6,7%)
1
1
11 (73,3%)
03 (20,0%)
01 (6,7%)
1
08 (53,3%)
06 (40,0%)
01 (6,7%)
1
05 (35,7%)
08 (57,1%)
01 (6,7%)
2
09 (60,0%)
05 (33,3%)
01 (6,7%)
1
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 08
(53,3%)confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 06 (40,0%) em
parte, 01 organização declara não ter esta forma de diálogo e 01 não respondeu.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 10 (66,7%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 04 (26,7%) realizam apenas em parte.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria é
mantida a mesma média nas respostas. Temos que 08 (53,3%) das instituições afirmam haver
104
ambiguidades e ambivalências nas parcerias estabelecidas, fato que dificulta o diálogo
entendido como base para o fortalecimento do capital social. Para 06 (40,0%) existem apenas
em parte e em 01 (6,7%) dos casos não há ambivalências ou ambiguidades nas relações.
Quanto a qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 11 (73,3%) das respostas afirmaram positivamente, 03 (20,0%)
responde em parte e 01 não informou a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi elevado, seja de 08 (53,3%) positivamente, e apenas em 06 (40,0%) o são em
parte. Apenas 01 (6,7%) responde negativamente e 01 não respondeu. É elevado o grau de
confiança que as organizações reconhecem e/ou possuem em relação ao compromisso mútuo
assumido na parceria.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para 05 (35,7%) das organizações que responderam à questão, ela
existe e em 08 (57,1%) existe apenas parcialmente e em 01 ela não existe.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 09 (60,0%) sinalizaram
positivamente, 05 (33,3%) em parte e para 01 (6,7%) tais mecanismos não existem. 01
organização não respondeu ab questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 04 (26,7%) realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e 11
(73,3%) não realizam este tipo de estratégia. Enquanto 10 não responderam. 02 (13,3%)
organizações publicam sobre os temas. Já 13 (86,7%), não o fazem. Quando perguntados se
oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às temáticas do controle social e do
combate à corrupção, 05 (33,3%) respondem sim e 10 (66,7%) não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 07 (46,7%) das organizações dizem sim e 08 (53,3%) respondem não à questão.
Quando perguntadas se as temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 09
(60,0%) responde sim e 06 (40,0%) não. Mais 03 organizações desenvolvem outras estratégias
como palestras, parcerias com autoridades, realiza denúncias etc.
105
Tabela 80 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
Publica sobre os temas
Oferece ao público algum tipo de capacitação
referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras
organizações sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na
agenda da organização
Sim
Não
Não informado
04 (26,7%)
02 (13,3%)
05 (33,3%)
11 (73,3%)
13 (86,7%)
10 (66,7%)
01
01
01
07 (46,7%)
08 (53,3%)
01
09 (60,0%)
06 (40,0%)
01
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.4.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – CEARÁ
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 16 questionários apurados 14
(93,3) afirmaram que sua organização possui articulação com outras instituições, enquanto 01
diz não possuir nenhum tipo de articulação e 01 não informou a questão.
Tabela 81 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Sim
Não
Não Informado
Total
Nº
14
01
01
16
%
93,3
6,7
6,7
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 14 delas tal
articulação se dá na esfera pública, 02 delas com a esfera do terceiro setor. 11 se articulam com
a esfera da sociedade civil e apenas 01 com a esfera privada.
106
Tabela 82 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não
Não informado
Pública
14 (93,3%)
01 (6,7%)
01
Sociedade Civil
11 (73,3%)
04 (26,7%)
01
Privada
01 (7,1%)
13 (92,9%)
02
Terceiro Setor
02 (14,3%)
12 (85,7%)
02
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 08 (50,0%)
dos casos e em 08 (50,0%) não se dá nesta esfera. Para 07 (43,8%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 09 (56,3%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 12 (75,0%) delas. Já 04 (25,0%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos e em 02 (12,5%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 14 (87,5%) delas foi negativa.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 03 (18,8%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 13 (81,3%), ela não acontece.
05 (31,3%) instituições se articulam por meio de assessorias, 09 (56,3%) para realização de
projetos, eventos e outras ações e 03 (18,8%) se dão com os serviços terceirizados.
Na esfera privada é possível verificar que em quase 100% dos casos não há articulação
entre as instituições com interesse financeiro. Ou seja, em 15 (93,8%) delas. Em 100% delas não
há articulação para o desenvolvimento de assessorias nem para realização de serviços
terceirizados. Para 15 (93,8%) delas não há articulação no âmbito da realização de eventos,
projetos e ações.
No que tange ao terceiro setor as articulações se desenvolvem de forma pouco
significativa em todas as esferas. Para todos os campos as articulações são positivas em 01
(6,3%) e negativa para 15 (93,8%) das instituições.
107
Tabela 83 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
08 (50,0%)
08 (50,0%)
Assessoria
07 (43,8%)
09 (56,3%)
Eventos/projetos/ações
12 (75,0%)
04 (25,0%)
Serviços Terceirizados
02 (12,5%)
14 (87,5%)
Apoio Financeiro
03 (18,8%)
13 (81,3%)
Assessoria
05 (31,3%)
11 (68,8%)
Eventos/projetos/ações
09 (56,3%)
07 (43,8%)
Serviços Terceirizados
03 (18,8%)
13 (81,3%)
01 (6,3%)
15 (93,8%)
00
16 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
01 (6,3%)
15 (93,8%)
Serviços Terceirizados
00
16 (100,0%)
Apoio Financeiro
01 (6,3%)
15 (93,8%)
Assessoria
01 (6,3%)
15 (93,8%)
Eventos/projetos/ações
01 (6,3%)
15 (93,8%)
Serviços Terceirizados
01 (6,3%)
15 (93,8%)
Pública
Sociedade Civil
Privada
Apoio Financeiro
Assessoria
Terceiro Setor
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 84 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no
desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Satisfação de necessidades imediatas da
população usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
Incentivo ao empreendedorismo
Inserção no mercado de trabalho
Outros
Sim
Não
Não informado
15
00
01
13
02
01
09
08
11
02
06
07
04
12
01
01
01
02
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
108
Das instituições que responderam à questão 15 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 13 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 09 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 08
delas busca o incentivo ao empreendedorismo. Para 11, é a inserção no mercado de trabalho, o
seu objetivo principal. Para 02 delas existem outros tipos de objetivos que não estavam listados
na questão, mas também não informaram quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 12 organizações estimulam o
envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da comunidade, enquanto 03
não o fazem e nem se envolvem e 01 não quis informar a questão.
Tabela 85 – A organização/instituição estimula o interesse
dos participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Sim
Não
Não Informado
Total
Nº
%
12
03
01
15
80,0
20,0
6,7
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 14 (93,3%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 01 (6,7%) delas aproximadamente não o são. Para 13 (86,7%)
delas a Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos da localidade.
Em 12 (80,0%) dos casos a Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os
problemas e suas causas na comunidade e em 15 (100,0%) delas a organização mobiliza alguns
grupos de interesses comuns. Já 12 (80,0%) a organização disponibiliza espaços de
aprendizagem e convivência.
109
Tabela 86 – Contribuição para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
A Organização é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para
identificar os problemas e suas causas na
comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses
comuns
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem
e convivência
A Organização é comprometida com o
desenvolvimento social sustentável
A Organização possui algum programa de
responsabilidade social sobre consciência tributária e
do zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos
públicos*
Sim
Não
14 (93,3%)
01 (6,7%)
Não
informado
01
13 (86,7%)
02 (13,3%)
01
12 (80,0%)
03 (20,0%)
01
15 (100,0%)
00
01
12 (80,0%)
03 (20,0%)
01
11 (73,3%)
04 (26,7%)
01
00
15 (100,0%)
01
*Opção existente somente no questionário de 2009
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 11
(73,3%) dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e
em 100% dos casos a Organização não possui algum programa de responsabilidade social sobre
consciência tributária e do zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos.
10.5. DISTRITO FEDERAL
O Distrito Federal é uma das 27 unidades federativas do Brasil, cuja capital federal é
Brasília. É composto por 1 município, com área de 5.787,784 km²; sua população corresponde a
2.562.963, segundo Censo do IBGE 2010.
Seu atual governador é Agnelo Queiroz, eleito pelo PT no dia 31 de outubro de 2010,
com 66,1% dos votos.
110
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 3,4 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 4513,16.
O Índice de Gini representa 0, 62; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 23,8, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,59. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é menor; em relação ao PIB, o valor aponta que o
Distrito Federal concentra um índice alto no que se refere à produção na agropecuária, indústria
e serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui
indicadores regulares de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade
social, e a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau
também regular.
10.5.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – DISTRITO FEDERAL
Estrutura da organização
O Distrito Federal compareceu com apenas 01 questionário respondido e, portanto, a
análise dos dados do Estado será diferenciada. O município representado foi o de Brasília e a
organização participante da pesquisa não informou a sua data de fundação nem sobre a sua
forma de registro. Apenas informou que se trata de um sindicato, no qual a tomada de decisões
se dá por meio de diretoria, assembleia, conselho, comissões além de decisões colegiadas.
A frequência dos encontros de gestão da organização é mensal e a organização declara
possuir parcerias com Conselhos e/ou outras entidades de Controle Social e que esta parceria se
dá de forma voluntária. Quando se trata do nível de relação nas parcerias estabelecidas a
organização declara que dialoga um com o outro em pé de igualdade de condições, consideram
os diferentes pontos de vista e que existem ambiguidades e/ou ambivalências nas discussões.
Segundo a organização a mesma argumenta e negocia para chegar a um ponto em comum,
possui compromisso mútuo confiável na relação estabelecida na parceria, há solidariedade nos
momentos de negociação e existem mecanismos de cooperação na parceria.
111
10.5.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL – DISTRITO FEDERAL
Relação nas parcerias
Quanto às estratégias utilizadas pela organização para o estabelecimento das parcerias a
instituição declara que articula troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas e que as temáticas do controle social e do combate à corrupção estão incluídas na
agenda da organização.
10.5.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – DISTRITO FEDERAL
Articulação com outras instituições
A instituição possui articulação com outras instituições e as esferas desta articulação
são prioritariamente com as esferas públicas, com a sociedade civil e com o setor privado. Em
todas as modalidades de articulação a organização se articula para realização de eventos,
projetos e ações. Não desenvolvendo desta maneira, articulação nenhuma com interesse
financeiro, ou com o objetivo de assessoria e de serviços terceirizados.
O único objetivo destacado pela organização no desenvolvimento de suas ações é a
busca do bem comum.
A
instituição
estimula
o
interesse
dos
participantes
pelos
assuntos
da
comunidade/cidade e quando questionada sobre a contribuição da organização para a Sociedade
Civil, a mesma se declara comprometida com o desenvolvimento social sustentável e com a
mobilização de alguns grupos de interesses comuns.
No quadro a seguir é possível verificar de forma sistematizada o perfil da Instituição
participante no município de Brasília.
112
Quadro 11 – Capital social no Distrito Federal
Ano de fundação
Registro
Tipo de Organização
Tomada de decisões
Município Brasília
Não informado
Não informado
Sindicato
Frequência dos encontros de Gestão da Organização
A Organização possui parcerias com Conselhos e/ou
outras entidades de Controle Social
A parceria se estabelece de que forma
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Estratégias da Organização nas parcerias
A Organização possui articulação com outras
instituições
• Decisões são colegiadas
• Diretoria
• Conselho
• Assembleia
• Comitê
• Comissões
Mensal
Sim
Voluntária
• Dialogam um com o outro em pé de igualdade de
condições
• Consideram os diferentes pontos de vista
• Existem ambiguidades e/ou ambivalências
• Argumentam e negociam para chegar a um ponto em
comum
• Possui compromisso mútuo confiável na relação
estabelecida na parceria
• Há solidariedade nos momentos de negociação
• Existem mecanismos de cooperação na parceria
• Articula troca de experiências com outras organizações
sobre as temáticas
• As temáticas referidas estão incluídas na agenda da
organização
Sim
Esfera de Articulação
• Pública
• Sociedade Civil
• Privada
Modalidade de Articulação
Pública Eventos/projetos/ações
Sociedade Civil Eventos/projetos/ações
Privada Eventos/projetos/ações
Terceiro setor Eventos/projetos/ações
Busca do bem comum
Objetivos/interesses da Organização no
desenvolvimento de suas ações
A Organização/Instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Contribuição da Organização para a Sociedade Civil
Sim
• A Organização mobiliza alguns grupos de interesses
comuns
• A Organização é comprometida com o desenvolvimento
social sustentável
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
113
10.6. ESPÍRITO SANTO
O Estado do Espírito Santo está localizado na região Sudeste e tem como limites o
Oceano Atlântico a leste, Minas Gerais a oeste e noroeste e o estado do Rio de Janeiro a sul. É
composto por 78 municípios, com área de 46.098,571 km²; sua população corresponde a
3.512.672, segundo Censo do IBGE 2010.
Seu atual governador é José Renato Casagrande, filiado ao PSB, eleito ainda no primeiro
turno, sucedendo Paulo César Hartung Gomes, ambos do mesmo partido.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é 8,5 de para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 2467,80.
O Índice de Gini representa 0, 53; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 10, 4, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0, 66. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é menor; em relação ao PIB, o valor aponta que o
Espírito Santo concentra um índice alto no que se refere à produção na agropecuária, indústria e
serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui bons
indicadores de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade social, e a
relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau
considerado bom.
10.6.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – ESPÍRITO SANTO
Estrutura da organização
Dentre os 78 municípios que compõem o Estado do Espírito Santo, 03 deles responderam
à pesquisa, são eles: Barra de São Francisco, Ecoporanga e Anchieta. O Estado totalizou nos dois
municípios, 21 questionários, sendo 05, em Anchieta, o que representa 23,8% das respostas.
Barra de São Francisco teve 11 questionários respondidos, ou seja, mais de 52% doas
questionários do Estado e Ecoporanga respondeu também a 05 ficando desta maneira, com o
mesmo percentual que Anchieta de 23,8%. Em âmbito nacional, Barra de São Francisco
114
representa 2,6%, considerando o total de 429 questionários e os 25 Estados representados na
pesquisa. E Ecoporanga e Anchieta representam 1,2% dos questionários.
Gráfico 09 - Municípios Espírito Santo
120
100
100
80
N
52,4
60
40
20
%
23,8
23,8
11
5
21
5
0
ANCHIETA
ECOPORANGA
Total
No gráfico a seguir pode-se inferir que 06 das instituições/organizações participantes da
pesquisa, no Estado do Espírito Santo foram fundadas entre os anos de 1951 e 1980. 05 foi
fundada em data posterior a 1981 e 10 instituições não quiseram, ou não souberam informar
quanto ao ano de sua fundação.
Gráfico 10 - Fundação Espírito Santo
Entre 1951 e 1980
6
5
Após 1981
21
Não informado
10
TOTAL
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 07 (33,3%) delas estão registradas em
Cartório, 09 (42,9%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 07 (33,3%) o tem realizado
junto à Prefeituras e Receita Federal. Já 4 (19,0%) declaram que tem o seu registro no MTE.
115
Tabela 87 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
Junta Comercial
Prefeitura
Receita Federal
MTE
07 (33,3%)
09 (42,9%)
07 (33,3%)
07 (33,3%)
04 (19,0%)
14 (66,7%)
12 (57,1%)
14 (66,7%)
14 (66,7%)
17 (81,0%)
21
21
21
21
21
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições temos que 04 delas são Sindicatos, 03
são Igrejas, 02 são Associações, 01 é cooperativa, 10 são conselhos e 01 é ONG.
Tabela 88 - Tipo de organização
Tipo de organização
Nº
%
Sindicato
Igreja
Associação
Cooperativa
Conselho
Organização Não Governamental
Total
04
03
02
01
10
01
21
19,0
14,3
9,5
4,8
47,6
4,8
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 15 (93,8%)
das organizações tomam as suas decisões a partir de Diretoria, em 18 (85,7%) das organizações,
as decisões são tomadas através de conselhos. 14 (87,5%) funcionam com assembleia. Em 100%
dos casos não há comitês como forma de decisão nas organizações. Já 12 (70,6%) delas
funcionam com comissões, 11 (73,3%) delas declaram ter assessoria externa e em 10 (66,7%)
dos casos há assessorias internas. Para 16 (84,2%) das organizações, a comunidade participa da
gestão, em 18 (94,7%) as decisões são tomadas de forma colegiada.
116
Tabela 89 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Não informado
Total
Diretoria
15 (93,8%)
01 (6,3%)
05
21
Conselho
18 (85,7%)
03 (14,3%)
00
21
Assembleia
14 (87,5%)
02 (12,5%)
05
21
00
16 (100,0%)
05
21
Comissões
12 (70,6%)
05 (29,4%)
04
21
Assessorias Externas
11 (73,3%)
04 (26,7%)
06
21
Assessorias Internas
10 (66,7%)
05 (33,3%)
06
21
Comunidade participa da gestão
16 (84,2%)
03 (15,8%)
02
21
Decisões são colegiadas
18 (94,7%)
01 (5,3%)
02
21
Outra
1 (50,0%)
01 (50,0%)
19
21
Comitê
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que mais de 50% das instituições (11) realizam suas reuniões
mensalmente, (01) semanalmente. 02 declaram se reunir quinzenalmente e 07 instituições
afirmam ter outro tipo de frequência para suas reuniões. Ou seja, em sua maioria são encontros
trimestrais, bimestrais ou não se aplicam ao caso.
Tabela 90 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Semanal
Quinzenal
Mensal
Outra∗
Total
Nº
01
02
11
07
21
*Corresponde, em sua maioria, a encontros trimestrais, bimestrais ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
117
%
4,8
9,5
52,4
33,3
100,0
10.6.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL – ESPÍRITO SANTO
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 16 que
participaram da pesquisa no Estado, 14 delas afirmam possuir algum tipo de parceria (66,7%) e
07 dizem não realizá-las (33,3%).
Tabela 91 - A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Nº
%
14
7
21
66,7
33,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Embora tenha sido grande
o numero de instituições que não responderam a questão, ainda compareceram três
modalidades de parcerias. Ou seja, 09 o fazem de forma voluntária, 07 por convite da própria
organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social e 06 delas
estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram
procuradas.
Tabela 92 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Voluntária
Convite
Indicação
Sim
Não informado
09 (100,0%)
07 (100,0%)
06 (100,0%)
12
14
15
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
118
Tabela 93 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Sim
Em parte
Não
Dialogam um com o outro em pé de igualdade
de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
13 (86,7%)
02 (13,3%)
00
Não
informado
6
12 (85,7%)
2 (14,3%)
00
7
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
04 (30,8%)
06 (46,2%)
3 (23,1%)
8
Argumentam e negociam para chegar a um
ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na relação
estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de negociação
13 (100%)
00
00
8
09 (69,2%)
03 (23,1%)
01 (7,7%)
8
12 (85,7%)
02 (14,3
00
7
Existem mecanismos de cooperação na parceria
14 (100,0%)
00
00
7
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 13 (86,7%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra e 02 (13,3%) em parte. 06
não responderam.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 12 (85,7%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 02 (14,3%) o realizam apenas em parte.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria é
mantida a mesma média nas respostas. Temos que 04 (30,8%) das instituições afirmam haver
ambiguidades e ambivalências nas parcerias estabelecidas, fato que dificulta o diálogo
entendido como base para o fortalecimento do capital social. Para 06 (46,2%) existem apenas
em parte e em 03 (23,1%) dos casos não há ambivalências ou ambiguidades nas relações.
Quanto a qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 13 (100%) das respostas afirmaram positivamente e 08
organizações não informaram a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi elevado, seja de 09 (69,2%) positivamente, e apenas em 03 (23,1%) o são em
parte. Apenas 01 (7,7%) responde negativamente e 08 não respondeu. É elevado o grau de
confiança que as organizações reconhecem e/ou possuem em relação ao compromisso mútuo
assumido na parceria.
119
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para 12 (85,7%) das organizações que responderam à questão, ela
existe e em 02 (14,3%) existe apenas parcialmente e 07 não informaram.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria, 14 (100,0%) dos casos
sinalizaram positivamente já 07 organizações não responderam a questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 07 (53,8%) realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e 06
(46,2%) não realizam este tipo de estratégia. Enquanto 08 não responderam. 04 (28,6%0
organizações publicam sobre os temas. Já 10 (71,4%), não o fazem. Quando perguntados se
oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às temáticas do controle social e do
combate à corrupção, 08 (61,5%) respondem sim e 05 (38,5%) não. 07 não informaram.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 10 (76,9%) das organizações dizem sim e 03 (23,1%) respondem não à questão.
Quando perguntadas se as temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 12
(80,0%) respondem sim e 3 (20,0%) não. 06 não responderam a questão.
Tabela 94 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da Organização nas parcerias
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
Publica sobre os temas
Oferece ao público algum tipo de capacitação
referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras
organizações sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas
na agenda da organização
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
120
Sim
Não
Não informado
07 (53,8%)
04 (28,6%0
08 (61,5%)
06 (46,2%)
10 (71,4%)
05 (38,5%)
08
07
08
10 (76,9%)
03 (23,1%)
08
12 (80,0%)
03 (20,0%)
06
10.6.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – ESPÍRITO SANTO
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 21 questionários apurados 18
(85,7%) afirmaram que sua organização possui articulação com outras instituições, enquanto 03
dizem não possuir nenhum tipo de articulação.
Tabela 95 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Nº
%
Sim
Não
Total
18
03
21
85,7
14,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 14 delas tal
articulação se dá na esfera pública, 10 delas com a esfera da sociedade civil. 04 com a esfera da
privada e 04 com o terceiro setor.
Tabela 96 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não informado
Pública
14 (100,0%)
07
Sociedade Civil
10 (100,0%)
11
Privada
04 (100,0%)
17
Terceiro Setor
04 (100,0%)
17
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 9 (42,9%)
dos casos e em 12 (57,1%) não se dá nesta esfera. Para 10 (47,6%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 11 (52,4%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 12 (57,1%) delas. Já 9 (42,9%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos e em 03 (14,3%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 18 (85,7%) delas foi negativa.
121
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 4 (19,0%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 17 (81,0%), ela não acontece.
02 (9,5%)
instituições se articulam por meio de assessorias. 100% dos casos não se articulam
para realização de projetos, eventos e outras ações e em 21(100,0%) dos casos não se dão com
os serviços terceirizados.
Na esfera privada é possível verificar que em 02 (9,5%) dos casos há articulação entre as
instituições com interesse financeiro e em 19 (90,5%) não há. Em 02 (9,5%) delas há
articulação para o desenvolvimento de assessorias e em 100% dos casos não há para realização
de serviços terceirizados. Para 03 (14,3%) delas há articulação no âmbito da realização de
eventos, projetos e ações já 18 (85,7%) não há.
No que tange ao terceiro setor as articulações se desenvolvem de forma pouco
significativa em todas as esferas. Para a esfera do apoio financeiro 20 (95,2%) não as realizam.
Para o campo da assessoria temos que 03 (14,3%) é positiva. Assim como 04 (19,0%) para a
realização de eventos, projetos e ações. Na esfera dos serviços terceirizados em 100% dos casos
não há articulação.
Tabela 97 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
09 (42,9%)
12 (57,1%)
Assessoria
10 (47,6%)
11 (52,4%)
Eventos/projetos/ações
12 (57,1%)
09 (42,9%)
Serviços Terceirizados
03 (14,3%)
18 (85,7%)
Apoio Financeiro
04 (19,0%)
17 (81,0%)
Assessoria
02 (9,5%)
19 (90,5%)
Eventos/projetos/ações
07 (33,3%)
14 (66,7%)
Pública
Sociedade Civil
Serviços Terceirizados
21(100,0%)
Privada
Apoio Financeiro
02 (9,5%)
19 (90,5%)
Assessoria
02 (9,5%)
19 (90,5%)
Eventos/projetos/ações
03 (14,3%)
18 (85,7%)
Serviços Terceirizados
00
21 (100,0%)
122
Terceiro Setor
Apoio Financeiro
01 (4,8%)
20 (95,2%)
Assessoria
03 (14,3%)
18 (85,7%)
Eventos/projetos/ações
04 (19,0%)
17 (81,0%)
Serviços Terceirizados
00
21 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 98 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no
desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Sim
Não informado
20 (100,0%)
01
Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária
20 (100,0%)
01
Desenvolvimento do voluntariado
15 (100,0%)
06
Incentivo ao empreendedorismo
11 (100,0%)
10
Inserção no mercado de trabalho
12 (100,0%)
09
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 20 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 20 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 15 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 11
delas busca o incentivo ao empreendedorismo. Para 12, é a inserção no mercado de trabalho, o
seu objetivo principal.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 100% das organizações estimulam o
envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da comunidade, ou seja, as 21
organizações participantes.
123
Tabela 99 – A organização/instituição estimula o interesse dos participantes
pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Sim
Não
Total
Nº
%
21
00
21
100,0
00
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 10 (47,6%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 11 (52,4%) delas aproximadamente não o são. Para 17 (81,0%)
delas a Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos da localidade.
Em 13 (61,9%) dos casos a Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os
problemas e suas causas na comunidade e em 14 (66,7%) delas a organização mobiliza alguns
grupos de interesses comuns. Já em 13 (61,9%) delas a organização disponibiliza espaços de
aprendizagem e convivência.
Tabela 100 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
Sim
Não
10 (47,6%)
11 (52,4%)
17 (81,0%0
04 (19,0%)
13 (61,9%)
08 (38,1%)
14 (66,7%)
07 (33,3%)
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência
13 (61,9%)
08 (38,1%)
A Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável
A Organização possui algum programa de responsabilidade social
sobre consciência tributária e do zelo contínuo pela correta
aplicação dos recursos públicos*
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade social
sobre o zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos**
18 (85,7%)
03 (14,3%)
14 (66,7%)
06 (28,6%)
07 (33,3%)
06 (28,6%)
07 (33,3%)
10 (47,6%)
A Organização é reconhecida pela comunidade como mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões
dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para identificar
os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
124
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 18
(85,7%) dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e
em 14 (66,7%) dos casos a Organização possui algum programa de responsabilidade social sobre
consciência tributária e do zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos.
Em 07 (33,3%) delas a Organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade
social sobre consciência tributária e em 07 (33,3%) das organizações é positiva realização de
alguma ação que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação
dos recursos públicos.
Quando perguntadas se tem interesse em apoiar essas ações 14 delas declaram que sim,
ou seja, que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre Controle Social e
Prevenção à Corrupção e 07 não informam a questão.
Tabela 101 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação
sobre controle social e prevenção à corrupção **
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
14
00
21
07
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro, 07
(87,5%) dos casos, respondem sim para este tipo de apoio.
Em 01 delas não há a
disponibilidade de apoio financeiro. Em 07 (41,2%) o apoio declarado é para a cessão de espaço
físico e em 07 (58,3%) dos casos o apoio é para disponibilização de veículos. Para 07 (41,2%)
das instituições a organização afirma que cedem seu pessoal para organização e apoio aos
eventos de capacitação. Assim como 07 (63,6%) trabalham para impressão de material de
divulgação.
125
Tabela 102 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Sim
Não
Não se aplica
Apoio financeiro
07 (87,5%)
01 (12,5%)
13
Cessão de espaço físico
07 (41,2%)
10 (58,8%)
4
Disponibilização de veículos
Cessão de pessoal para organização e apoio
ao evento de capacitação
Impressão de material de divulgação
07 (58,3%)
05 (41,7%)
9
07 (41,2%)
10 (58,8%)
4
07 (63,6%)
04 (36,4%)
10
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
Divulgação das ações por meio de panfletagem
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
07 (33,3%)
07 (35,0%)
07 (33,3%)
14 (66,7%)
13 (65,0%)
14 (66,7%)
1
00
Divulgação das ações por meio de rádio
07 (41,2%)
10 (58,8%)
4
Divulgação das ações por meio de redes sociais
Distribuição de material didático durante a realização das
ações de capacitação
Distribuição de material didático após a realização
das ações de capacitação
Outro
07 (53,8%)
06 (46,2%)
8
07 (35,0%)
13 (65,0%)
1
07 (36,8%)
12 (63,2%)
2
07 (100,0%)
00
14
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 07 (33,3%) dessas instituições, há o
auxílio na indicação do pessoal para participar dos cursos e 07 (35,0%) delas apoia na
divulgação das ações por meio de panfletagem. Também 07 (33,3%) realizam divulgação das
ações por meio do mural da instituição, 07 (41,2%) divulgam por meio do rádio. 07 (53,8%)
declaram fazer divulgação por meio de redes sociais, assim como 07 (35,0%) fazem distribuição
de material didático durante a realização das ações de capacitação e 07 (36,8%) faz a
distribuição de material didático após a realização das ações de capacitação. Já 07 delas
disponibilizam outros tipos de apoio que não foram especificados.
10.7. GOIÁS
O Estado de Goiás possui 246 municípios, está localizado a leste da Região Centro-Oeste,
no Planalto Central Brasileiro. E tem como limites os estados de Tocantins e Bahia ao norte, com
o Mato Grosso a oeste e Mato Groso do sul ao sudoeste. Tem por capital a cidade de Goiânia.
Com área de 340.103,467 km²; sua população corresponde a 6.004.045, segundo Censo do IBGE
2010.
126
Seu atual governador é Marconi Ferreira Perillo Júnior, do PSDB, sucessor de Alcides
Rodrigues Filho, filiado ao Partido Progressista (PP).
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 8,6 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 2380,82.
O Índice de Gini representa 0, 51; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 6,6, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,63. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é menor; em relação ao PIB, o valor aponta que Goiás
concentra um índice mediano no que se refere à produção na agropecuária, indústria e serviços;
no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui bons indicadores
de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade social, e a relação de
empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau considerado bom.
10.7.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – GOIÁS
Estrutura da organização
Dentre os 246 municípios que compõem o Estado de Goiás, 02 deles responderam à
pesquisa, são eles: Catalão e São Luís dos Montes Belos. O Estado totalizou nos dois municípios,
13 questionários, sendo 05 em São Luís dos Montes Belos, o que representa 38,5% das
respostas. Catalão teve 08 questionários respondidos, ou seja, mais de 61% dos questionários do
Estado. Em âmbito nacional, São Luís dos Montes Belos representa 1,2%, considerando o total
de 429 questionários e os 25 Estados representados na pesquisa. Enquanto Catalão representa
1,9% dos questionários respondidos no país.
127
Gráfico 11 - Municípios Goiás
120
100
100
80
61,5
N
60
20
%
38,5
40
13
8
5
0
CATALAO
SAO LUIS DE
MONTES BELOS
Total
No gráfico a seguir pode-se inferir que 04 das instituições/organizações participantes da
pesquisa, no Estado do Goiás foram fundadas no período de 1950 a 1981. 02 foram fundadas
após esse período e 01 delas declarou ter sido fundada antes dos anos 50 do século passado. Já
06 instituições não quiseram, ou não souberam informar quanto ao ano de sua fundação.
Gráfico 12 - Fundação Goiás
Antes de 1950
1
6
4
Entre 1951 e 1980
Após 1981
2
Total
Não informado
7
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que é pequeno
o numero de organizações registradas em mais de um órgão. Ou seja, 100% delas não estão
registradas em Cartório, 12 (92,3%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 01 (7,7%)
delas estão registradas na Receita Federal.
128
Tabela 103 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
00
13 (100,0%)
13 (100,0%)
12 (92,3%)
01 (7,7%)
13 (100,0%)
00
13 (100,0%)
13 (100,0%)
01 (7,7%)
12 (92,3%)
13 (100,0%)
00
13 (100,0%)
13 (100,0%)
01 (7,7%)
12 (92,3%)
13 (100,0%)
Junta Comercial
Prefeitura
Receita Federal
TEM
OUTRO (A)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições temos que 03 delas são Sindicatos, 03
são entidades filantrópicas. 03 são Igrejas, 03 são Associações e 01 é clube.
Tabela 104 – Tipo de organização
Tipo de organização
Sindicato
Entidade Filantrópica
Igreja
Associação
Clube
Total
Nº
03
03
03
03
01
13
%
23,1
23,1
23,1
23,1
7,7
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 12 (92,3%)
das organizações tomam as suas decisões a partir de Diretoria, em 11 (84,6%) das organizações,
as decisões são tomadas através de conselhos. 13 (100,0%) dos casos as organizações
funcionam com assembleia. Em quase 100% dos casos não há comitês, ou seja, 12 (92,3%)
delas não tem esta forma de decisão nas organizações. Já 05 (38,5%) delas funcionam com
comissões, 05 (38,5%) delas há assessoria externa e em 07 (53,8%) dos casos não há assessorias
internas. Para 04 (30,8%) das organizações, a comunidade participa da gestão, em 12 (92,3%)
as decisões são tomadas de forma colegiada.
129
Tabela 105 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Total
Diretoria
12 (92,3%)
01 (7,7%)
13 (100,0%)
Conselho
11 (84,6%)
02 (15,4%)
13 (100,0%)
Assembleia
13 (100,0%)
00
00
Comitê
01 (7,7%)
12 (92,3%)
13 (100,0%)
Comissões
05 (38,5%)
08 (61,5%)
13 (100,0%)
Assessorias Externas
05 (38,5%)
08 (61,5%)
13 (100,0%)
Assessorias Internas
07 (53,8%)
06 (46,2%)
13 (100,0%)
Comunidade participa da gestão
04 (30,8%)
09 (69,2%)
13 (100,0%)
Decisões são colegiadas
12 (92,3%)
01 (7,7%)
13 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que mais de 50% das instituições que responderam à questão (07)
realizam suas reuniões mensalmente, (02) semanalmente e (02) anualmente. Também 02
organizações declaram ter outra frequência para seus encontros em sua maioria corresponde a
encontros trimestrais, bimestrais.
Tabela 106 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Semanal
Mensal
Anual
Outra∗
Total
Nº
02
07
02
02
13
%
15,4
53,8
15,4
15,4
100,0
*Corresponde, em sua maioria, a encontros trimestrais, bimestrais ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.7.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL – GOIÁS
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 16 que
participaram da pesquisa no Estado, 06 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 06 dizem
não realiza-las. Enquanto 01 não informou questão.
130
Tabela 107 – A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
06
06
12
01
50,0
50,0
100,0
-
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. A única forma der parceria
estabelecida que foi declarada foi a voluntária que compareceram 05 respostas. E 01
organização que afirmou ter outro tipo de parceria que ocorre por meio de eleições ou do
trabalho conjunto.
Tabela 108 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Sim
Não
Não informado
Voluntária
Outra*
05
01
00
00
08
12
*Corresponde a eleições, trabalho conjunto ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
Tabela 109 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé de
igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Sim
Em parte
Não
Não informado
06 (100,0%)
00
00
7
05 (83,3%)
00
01 (16,7%)
7
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
02 (33,3%)
01 (16,7%)
03 (50,0%)
7
Argumentam e negociam para chegar
a um ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável
na relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de negociação
Existem mecanismos de cooperação na parceria
06 (100,0%)
00
00
7
06 (100,0%)
00
00
7
06 (100,0%)
05 (83,3%)
00
01 (16,7%)
00
06 (100,0%)
7
01
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
131
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 06
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, e 07 organizações não
responderam a questão.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 05 afirmam respeitar os diferentes pontos de vista, enquanto
01 não o realiza e 07 não informam.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que 02 (33,3%) afirmam haver ambiguidades e ambivalências nas parcerias estabelecidas,
fato que dificulta o diálogo entendido como base para o fortalecimento do capital social. Para
01 (16,7%) existem apenas em parte e em 03 (50,0%) dos casos não há ambivalências ou
ambiguidades nas relações.
Quanto a qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum, 06 das respostas afirmaram positivamente enquanto 07 não
informaram a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras 06 afirnam
positivamente, e 07 não informam a questão.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação
também 06 respondem que sim e 07 não responderam.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 06 sinalizaram
positivamente, 01 responde em parte e para 06 tais mecanismos não existem. Também 01 não
informou.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que nenhuma instituição realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e 06
não responderam. 01 organização apenas publica sobre os temas. Quando perguntados se
oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às temáticas do controle social e do
combate à corrupção, 01 responde sim e 07 não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 03 organizações dizem sim e 04 respondem não à questão. Quando perguntadas se as
temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização 07 responde sim. Mais 02
132
organizações desenvolvem outras estratégias como palestras, parcerias com autoridades,
realizam denúncias etc.
Tabela 110 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não
Não informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
00
07 (100,0%)
06
01 (14,3%)
06 (85,7%)
06
01 (12,5%)
07 (87,5%)
05
03 (42,9%)
04 (57,1%)
06
07 (100,0%)
00
06
02 (100,0%)
00
11
Publica sobre os temas
Oferece ao público algum tipo de capacitação
referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras
organizações sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da
organização
Outra*
* palestras, parcerias com autoridades, realiza denúncias.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.7.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – GOIÁS
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 13 questionários apurados 09
(69,2%) afirmaram que sua organização possui articulação com outras instituições, enquanto 04
dizem não possuir nenhum tipo de articulação.
Tabela 111 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Sim
Não
Total
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
133
Nº
09
04
13
%
69,2
30,8
100,0
Das instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 05 delas tal
articulação se dá na esfera pública, 03 delas com a esfera da sociedade civil. 04 com a esfera
privada.
Tabela 112 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não informado
Pública
5
8
Sociedade Civil
3
10
Privada
4
9
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 01 (7,7%)
dos casos e em 12 (92,3%) não se dá nesta esfera. Para 03 (23,1%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 10 (76,9%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 02 (15,4%) delas. 08 (61,5%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos e em 02 (15,4%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 11 (84,6%) delas foi negativa.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 13 (100,0%) dos
casos tal articulação não se dá com interesse financeiro. 01 (7,7%) instituições se articulam por
meio de assessorias, 03 (23,1%) para realização de projetos, eventos e outras ações e 02
(15,4%) se dão com os serviços terceirizados.
Na esfera privada é possível verificar que em 02 (15,4%) há articulação entre as
instituições com interesse financeiro. Em 04 (30,8%) delas há articulação para o
desenvolvimento de assessorias. Para 04 (30,8%) delas há articulação no âmbito da realização
de eventos, projetos e ações e em 100% dos casos não se dão com os serviços terceirizados.
No que tange ao terceiro setor as articulações se desenvolvem de forma pouco
significativa em todas as esferas. Para todos os campos as articulações são negativas em 100%
dos casos.
134
Tabela 113 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
01 (7,7%)
12 (92,3%)
Assessoria
03 (23,1%)
10 (76,9%)
Eventos/projetos/ações
05 (38,5%)
08 (61,5%)
Serviços Terceirizados
02 (15,4%)
11 (84,6%)
00
13 (100,0%)
Assessoria
01 (7,7%)
12 (92,3%)
Eventos/projetos/ações
03 (23,1%)
10 (76,9%)
Serviços Terceirizados
02 (15,4%)
11 (84,6%)
Apoio Financeiro
02 (15,4%)
11 (84,6%)
Assessoria
04 (30,8%)
09 (69,2%)
Eventos/projetos/ações
04 (30,8%)
09 (69,2%)
Serviços Terceirizados
00
13 (100,0%)
Apoio Financeiro
00
13 (100,0%)
Assessoria
00
13 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
00
13 (100,0%)
Serviços Terceirizados
00
13 (100,0%)
Pública
Sociedade Civil
Apoio Financeiro
Privada
Terceiro Setor
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 114 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Sim
Não informado
Busca do bem comum
10 (100,0%)
03
Satisfação de necessidades imediatas da população usuária/beneficiária
07 (100,0%)
06
Desenvolvimento do voluntariado
04 (100,0%)
09
Incentivo ao empreendedorismo
04 (100,0%)
09
Inserção no mercado de trabalho
04 (100,0%)
09
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
135
Das instituições que responderam à questão 10 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 07 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 04 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 04
delas busca o incentivo ao empreendedorismo. Para 04, é a inserção no mercado de trabalho, o
seu objetivo principal.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 10 organizações estimulam o
envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da comunidade, enquanto 03
não quis informar a questão.
Tabela 115 – A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Sim
Não Informado
Nº
%
10
3
100,0 %
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 03 (27,3%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 08 (72,7%) delas aproximadamente não o são.
Para 07 (63,6%) delas a organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões
dos assuntos da localidade. Em 07 (63,6%) dos casos a Organização realiza diagnóstico
participativo para identificar os problemas e suas causas na comunidade e em 10 (90,9%) delas
a organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns. Já 09 (81,8%) a organização
disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência.
136
Tabela 116 – Contribuição para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade Civil
A Organização é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para
identificar os problemas e suas causas na
comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses
comuns
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem
e convivência
A Organização é comprometida com o
desenvolvimento social sustentável
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela
correta aplicação dos recursos públicos**
A Organização realiza alguma ação de capacitação
sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção**
Sim
Não
Não informado
03 (27,3%)
08 (72,7%)
2
07 (63,6%)
04 (36,4%)
2
07 (63,6%)
04 (36,4%)
2
10 (90,9%)
01 (9,1%)
2
09 (81,8%)
02 (18,2%)
2
11 (100,0%)
00
2
06 (54,5%)
05 (45,5%)
2
06 (54,5%)
05 (45,5%)
2
01 (9,1%)
10 (90,9%)
2
*Opção existente somente no questionário de 2009
**Opção existente somente no questionário de 2010
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 11
(100,0%) das que responderam a questão a Organização é comprometida com o
desenvolvimento social sustentável e em 06 (54,5%) dos casos a Organização não possui algum
programa de responsabilidade social sobre consciência tributária e do zelo contínuo pela correta
aplicação dos recursos públicos. Em apenas 01 (9,1%) a Organização realiza alguma ação de
capacitação sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção.
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 09 ou mais
de 80% das organizações afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação
sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção. E 02 declaram que não tem tal interesse. Já 02
não informam a questão.
137
Tabela 117 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção **
Nº
%
Sim
Não
Total
Não Informado
09
02
11
02
81,8
18,2
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro, 100%
dos casos, não disponibilizam o apoio financeiro. Em 07 delas há a disponibilidade de espaço
físico e em 01 de veículos. Para 06 das instituições a organização afirma que cedem seu pessoal
para organização e apoio aos eventos de capacitação. E 04 trabalham para impressão de
material de divulgação.
Tabela 118 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Sim
Não se aplica
Apoio financeiro
00
13
Cessão de espaço físico
07 (100,0%)
06
Disponibilização de veículos
01 (100,0%)
12
Cessão de pessoal para organização e apoio
ao evento de capacitação
Impressão de material de divulgação
06 (100,0%)
07
04 (100,0%)
09
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
09 (100,0%)
04
Divulgação das ações por meio de panfletagem
02 (100,0%)
11
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
07 (100,0%)
06
Divulgação das ações por meio de rádio
03(100,0%)
10
Divulgação das ações por meio de redes sociais
05 (100,0%)
08
Distribuição de material didático durante a
realização das ações de capacitação
Distribuição de material didático após a
realização das ações de capacitação
06 (100,0%)
07
06 (100,0%)
07
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
138
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 09 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos e 02 delas apoiam na divulgação das ações
por meio de panfletagem. Também 07 realiza divulgação das ações por meio do mural da
instituição, 03 divulgam por meio do rádio. 05 dessas instituições declaram fazer divulgação por
meio de redes sociais, assim como 06 fazem distribuição de material didático durante a
realização das ações de capacitação e 06 faz a distribuição de material didático após a
realização das ações de capacitação.
10.8. MARANHÃO
O Estado do Maranhão está localizado a oeste da Região Nordeste, e tem como limites o
Oceano Atlântico a norte, o Piauí a leste, o Tocantins a sul e sudoeste, e o Pará a oeste. É
composto por 217 municípios, com área de 331.935,507 km²; sua população corresponde a
6.569.683, segundo Censo do IBGE 2010.
Sua atual governadora é Roseana Sarney, reeleita com 50,08 % dos votos, filiada ao
PMDB, sucessora de Jackson Lago do PDT, cujo governo se deu de 2007 a 2009.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 19,1 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 1496,41.
O Índice de Gini representa 0,53; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 3,1, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,53. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é menor; em relação ao PIB, o valor aponta que o
Maranhão concentra um índice médio no que se refere à produção na agropecuária, indústria e
serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui também
indicadores medianos de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade
social, e a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau
considerado bom.
139
10.8.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – MARANHÃO
Estrutura da organização
O Estado do Maranhão compareceu com apenas 02 questionários respondidos e,
portanto, a análise dos dados do Estado será diferenciada, a fim de que seja priorizada uma
análise mais qualitativa dos dados. O município representado foi o de Imperatriz e as
organizações participantes da pesquisa não informaram a sua data de fundação. Quanto a sua
forma de registro as informações mostram que as duas organizações representadas são
registradas tanto em cartório como em junta comercial e uma delas está registrada em
prefeitura e também no MTE.
Quanto ao tipo de organização, uma delas declarou-se sindicato e a outra como ONG. De
acordo com as declarações das organizações envolvidas na pesquisa temos que: as decisões são
tomadas de forma colegiada pelo menos em um dos casos. As duas organizações afirmam ser
através de diretoria e uma por meio de conselho. As duas instituições declaram realizar
assembleia e uma comparece na modalidade de comitê e com a participação da comunidade da
gestão.
A frequência dos encontros de gestão da organização é mensal para uma e semanal para
outra. Uma das organizações declara possuir parcerias com Conselhos e/ou outras entidades de
Controle Social e a outra não informou a questão.
Esta parceria se dá de forma voluntária para uma das instituições e para outra a questão
não foi respondida.
10.8.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL – MARANHÃO
Relação nas parcerias
Quando se trata do nível de relação nas parcerias estabelecidas as organizações
declaram que dialogam um com o outro em pé de igualdade de condições, que Consideram os
diferentes pontos de vista e que existem ambiguidades e/ou ambivalências. Elas Argumentam e
negociam para chegar a um ponto em comum, possuem compromisso mútuo confiável na
140
relação estabelecida na parceria e dizem haver Há solidariedade nos momentos de negociação e
existem mecanismos de cooperação na parceria.
Quanto às estratégias utilizadas pela organização para o estabelecimento das parcerias,
as duas instituições declaram que realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas, uma
delas afirma que publica sobre os temas e também oferece ao público algum tipo de
capacitação referente às temáticas. Uma delas incluem tais temáticas na agenda da
organização.
10.8.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – MARANHÃO
Articulação com outras instituições
Uma instituição afirma que possui articulação com outras instituições e a esfera desta
articulação é prioritariamente com a sociedade civil com o objetivo de apoio financeiro.
As duas organizações declaram que buscam o bem comum no desenvolvimento das suas
ações. Uma delas diz que procura a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária, outra incentiva o empreendedorismo e a inserção no mercado de trabalho.
As duas instituições estimulam o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade e quando questionadas sobre a contribuição da organização para a
Sociedade Civil, as duas organizações afirmam que são reconhecidas pela comunidade como
mediadora de ação política e ainda declaram que envolvem as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade enquanto uma delas diz realizar diagnóstico participativo
para identificar os problemas e suas causas na comunidade. As duas dizem que mobilizam
alguns grupos de interesses comuns, disponibilizam espaços de aprendizagem e convivência
além de ser comprometidas com o desenvolvimento social sustentável. Uma delas afirma que
possui algum programa de responsabilidade social sobre consciência tributária e do zelo
contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos e as duas afirmam que realizam alguma
ação que promova a responsabilidade social sobre consciência tributária assim como o zelo
contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos além de desenvolver ação de capacitação
sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção.
No quadro abaixo é possível verificar de forma sistematizada o perfil da Instituição
participante no município de Brasília.
141
Quadro 12 - Capital social no Estado do Maranhão
Município: Imperatriz
CAPITAL SOCIAL NO ESTADO DO MARANHÃO
02 questionários
Ano de fundação: Não informado
REGISTRO
Cartório
02
Junta Comercial
02
Prefeitura
01
MTE
01
TIPO DE ORGANIZAÇÃO
Sindicato
01
Ong
01
TOMADA DE DECISÕES
Decisões são colegiadas
01
Diretoria
02
Conselho
01
Assembleia
02
Comitê
01
A comunidade participa da Gestão
01
FREQUÊNCIA DOS ENCONTROS DE GESTÃO DA ORGANIZAÇÃO
Semanal
01
Mensal
01
A ORGANIZAÇÃO POSSUI PARCERIAS COM CONSELHOS E/OU OUTRAS ENTIDADES DE CONTROLE SOCIAL
Sim
01
Não informado
01
A PARCERIA SE ESTABELECE DE QUE FORMA
Voluntária
01
Não informado
01
NÍVEL DE RELAÇÃO NAS PARCERIAS ESTABELECIDAS
Dialogam um com o outro em pé de igualdade de condições
01
Consideram os diferentes pontos de vista
01
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
01
Argumentam e negociam para chegar a um ponto em comum
01
Possui compromisso mútuo confiável na relação estabelecida na parceria
01
Há solidariedade nos momentos de negociação
01
Existem mecanismos de cooperação na parceria
01
142
ESTRATÉGIAS DA ORGANIZAÇÃO NAS PARCERIAS
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
02
Publica sobre os temas
01
Oferece ao público algum tipo de capacitação referente às temáticas
01
Articula troca de experiências com outras organizações sobre as temáticas
02
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização
01
A ORGANIZAÇÃO POSSUI ARTICULAÇÃO COM OUTRAS INSTITUIÇÕES
Sim
01
ESFERA DE ARTICULAÇÃO
Sociedade Civil
01
MODALIDADE DE ARTICULAÇÃO
Sociedade Civil
Apoio financeiro
01
OBJETIVOS/INTERESSES DA ORGANIZAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE SUAS AÇÕES
Busca do bem comum
02
Satisfação de necessidades imediatas da população usuária/beneficiária
01
Desenvolvimento do voluntariado
01
Incentivo ao empreendedorismo
01
Inserção no mercado de trabalho
01
Outros
01
A ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO ESTIMULA O INTERESSE DOS PARTICIPANTES
PELOS ASSUNTOS DA COMUNIDADE/CIDADE
Sim
02
CONTRIBUIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO PARA A SOCIEDADE CIVIL
A Organização é reconhecida pela comunidade como mediadora de ação política
02
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos da localidade
02
A Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os problemas e suas causas na
comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
01
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência
02
A Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável
02
A Organização possui algum programa de responsabilidade social sobre consciência tributária e
do zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos
A Organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade social sobre consciência
tributária
A Organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo
pela correta aplicação dos recursos públicos
A Organização realiza alguma ação de capacitação sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção
01
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
143
02
02
02
02
10.9. MATO GROSSO
O Estado do Mato Grosso é composto por 141 municípios, está localizado na região
Centro-oeste, e tem como limites Amazonas a norte, Pará; Tocantins, Goiás a leste; Mato Grosso
do Sul a sul; Rondônia e Bolívia a oeste. Com área de 903.329,700 km²; sua população
corresponde a 3.033.991, segundo Censo do IBGE 2010.
Seu atual governador é Silval da Cunha Barbosa, filiado ao PMDB, assume o governo
devido à renúncia de Blairo Maggi, que se candidatou ao Senado Federal. Reelege-se,
conseguindo a vitória ainda no primeiro turno.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 10,2 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 2053,23.
O Índice de Gini representa 0, 50; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 9, 2, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0, 55. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é menor; em relação ao PIB, o valor aponta que o Mato
Grosso concentra um índice alto no que se refere à produção na agropecuária, indústria e
serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui também
indicadores medianos de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade
social, e a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau
considerado bom.
10.9.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – MATO GROSSO
Estrutura da organização
Dentre os 141 municípios que compõem o Estado de Mato Grosso, apenas 02 deles
responderam à pesquisa. Rondonópolis e Nova Mutum. O Estado totalizou nos dois municípios,
17 questionários, sendo 13 em Rondonópolis, o que representa 76,5% das respostas e Nova
Mutum respondeu a 04, o que corresponde a 23,5% dos questionários respondidos no Estado.
Em âmbito nacional, Rondonópolis representa 3%, considerando o total de 429 questionários e
os 25 Estados representados na pesquisa. Já Nova Mutum representa 0,9% dos questionários.
144
Gráfico 13 - Municípios Mato Grosso
100
Total
17
%
76,5
RONDONOPOLIS
13
N
23,5
NOVA MUNTUM
4
0
50
100
150
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa, no Estado do Mato Grosso foi fundada entre os anos de 1980 a 2010,
ou seja, 07 das 17 instituições que responderam à questão. 03 delas têm existência entre os
anos 50 e 80 do século passado, enquanto 07 instituições não quiseram, ou não souberam
informar quanto ao ano de sua fundação.
Gráfico 14 - Fundação Mato Grosso
Entre 1951 e 1980
3
7
Após 1981
7
Total
Não Informado
10
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 08 (47,1%) delas estão registradas em
Cartório, 04 (23,5%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 03 (17,6%) o tem realizado
junto à prefeitura. Já na Receita Federal é 01 (5,9%). Compareceu 01 (5,9%) das organizações
com registro no MTE Apareceram também instituições registradas em outros órgãos. 03 (17,6%)
delas declararam ter registro no MEC e em Autarquias federais.
145
Tabela 119 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
08(47,1%)
09(52,9%)
17(100%)
Junta Comercial
04(23,5%)
13(76,5%)
17(100%)
Prefeitura
03(17,6%)
14(82,4%)
17(100%)
Receita Federal
01(5,9%)
16(94,1%)
17(100%)
MTE
01(5,9%)
16(94,1%)
17(100%)
Outro*
03(17,6%)
10(58,8%)
17(100%)
*Opção incluída no questionário 2010.
Refere-se em sua maioria a registro no MEC e Autarquia Federal
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.9.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL – MATO GROSSO
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 02 empresas, 04
associações, 06 conselhos e 05 organizações se declaram de outro tipo mas não especificaram
qual.
Tabela 120 – Tipo de organização
Tipo de organização
Empresa
Associação
Conselho
Outro
Total
Nº
02
04
06
05
17
%
11,8
23,5
35,3
29,4
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações:
12
das
organizações tomam as suas decisões através de diretoria, em 10 unidades a tomada de decisões
é por meio de conselho. 09 por meio de assembleia, 02 através de comitê e 07 por comissões.
Em 01 caso há assessorias externas, já a assessoria não comparece em nenhum dos casos. Em 04
delas a comunidade participa da gestão e em 04 delas as decisões são colegiadas.
146
Compareceram ainda 02 organizações que apresenta outro tipo de estrutura como por
exemplo: coordenação e plenária.
Tabela 121 – Estrutura da unidade
Estrutura de Unidade
Sim
Não
Não informado
Diretoria
12
01
04
Conselho
10
02
05
Assembleia
09
03
05
Comitê
02
07
08
Comissões
07
06
04
Assessorias Externas
01
06
10
Assessorias Internas
00
07
10
Comunidade participa da gestão
04
04
09
Decisões são colegiadas
04
06
07
Outra*
02
01
14
*Corresponde a Coordenação, plenária ou não se aplica.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 87,5% das instituições que responderam à questão (14) realizam suas
reuniões mensalmente, (01) semanalmente, 01 delas tem outra frequência para suas reuniões,
sejam encontros trimestrais e bimestrais e 01 não informado.
Tabela 122 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Nº
Semanal
01
6,3
Mensal
14
87,5
Não Informado
01
Total
16
100,0
Outra*
01
6,3
*Corresponde, em sua maioria, a encontros trimestrais, bimestrais e diários.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
147
%
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 17 que
participaram da pesquisa no Estado, 14 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 02 dizem
não realizá-las. E apenas 01 não informa a questão.
Tabela 123 – A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Nº
%
Sim
Não
Total
14
02
87,5
12,5
16
100,0
Não Informado
01
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas. 12 (92,3%) o fizeram de forma voluntária, 10 (83,3%) por convite
da própria organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 05
(62,5%) delas estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para
buscarem ou foram procuradas. E 02 (50%) declararam estabelecer outro tipo de parceria.
Tabela 124 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Sim
Não
Não informado
Voluntária
12(92,3%)
01(7,7%)
04
Convite
10(83,3%)
02(16,7%)
05
Indicação
05(62,5%)
03(37,5)
09
02(50%)
02(50%)
13
Outra*
*Corresponde a artigos em jornal, eleição e não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
148
Tabela 125 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé
de igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
Argumentam e negociam para chegar a um
ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na relação
estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de negociação
Existem mecanismos de cooperação na parceria
Sim
Em parte
Não
Não informado
11(78,6%)
03(21,4%)
00
03
09(64,3%)
04(30,8%)
05(35,7%)
06 (46,2%)
00
03(23,1%)
03
04
08(57,1%)
5 (35,7%)
01(7,1%)
03
06 (40,0%)
08(53,3%)
00
03
05 (35,7%)
09 (64,3%)
09 (64,3%)
05 (35,7%)
00
00
03
03
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 11 (78,6%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 03 (21,4%) em parte e 03
instituições não responderam.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 09 (64,3%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 05 (35,7%) o realiza apenas em parte.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que 04(30,8%) das instituições declararam haver ambiguidades e ambivalências nas
parcerias estabelecidas. Para 06 (46,2%)as ambiguidades existem apenas em parte e em
03(23,1%) dos casos não há ambivalências ou ambiguidades nas relações.
Quanto a qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 08 (57,1%) das respostas afirmaram positivamente, 05 (35,7%)
Em parte e 01(7,1%) dizem que não.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi elevado, seja de 06 (40,0%) positivamente, e 08 (53,3%) o são em parte. 03 não
quiseram informar as respostas.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão, 05
(35,7%) ela existe e em 09 (64,3%) existem ainda que parcialmente. 03 organizações não
quiseram informar a resposta.
149
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 09 (64,3%) sinalizaram
positivamente, 05 (35,7%) em parte e 03 não responderam à questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que 06 (42,9%) realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e 08 (57,1%)
não realizam este tipo de estratégia. Enquanto 03 não responderam. 03 (21,4%) das
organizações publicam sobre os temas. Já 11 (78,6%) não o fazem e 03 não informaram.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 05(38,5%) respondem sim e 08(61,5%)
não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 08 (61,5%) organizações dizem sim e 05 (38,5%) respondem não à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 05(38,5%) sim e 08
(61,5%) não.
Tabela 126 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não
Não informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
06 (42,9%)
08 (57,1%)
03
Publica sobre os temas
03 (21,4%)
11(78,6%)
03
05(38,5%)
08 (61,5%)
04
08 (61,5%)
05 (38,5%)
04
05 (38,5%)
08 (61,5%)
04
Oferece ao público algum tipo de capacitação
referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras
organizações sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas
na agenda da organização
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.9.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – MATO GROSSO
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 17 questionários apurados 10
que equivale a 66,7% aproximadamente, afirmaram que sua organização possui articulação com
outras instituições, enquanto 05 dizem não possuir nenhum tipo de articulação e 02 não
informaram.
150
Tabela 127 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Nº
%
Sim
Não
Total
Não Informado
10
05
15
02
66,7
33,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010.
Das instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 11 (91,7%)
delas tal articulação se dá na esfera pública e 07 (87,5%) delas com a esfera da sociedade civil.
Já a esfera privada teve 08 (88,9%) das respostas. 04 (80,0%) delas tem articulação na esfera
do terceiro setor. Conforme pode ser visualizado na tabela abaixo. Vale salientar que foi alto o
numero de instituições que não informaram os itens da questão, o que dificulta uma análise e
precisão dos dados.
Tabela 128 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não
Não informado
Pública
11(91,7%)
01(8,3%)
05
Sociedade Civil
07(87,5%)
01(12,5%)
09
Privada
08(88,9%)
01(11,1%)
08
Terceiro Setor
04(80,0%)
01(20,0%)
12
Fonte: Coleta de dados direta – 2010.
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 07 (41,2%)
dos casos e em 10 (58,8%) não se dá nesta esfera. Para 08 (47,1%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 09 (52,9%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 08 (47,1%) delas. Já 09 (52,9%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos e em 02 (11,8%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 15 (88,2%) delas foi negativa.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 01 (5,9%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 16 (94,1%) isto não acontece.
03 (17,6%) instituições se articulam por meio de assessorias e em 14 (82,4%) tal articulação
não acontece. 06 (35,3%) para realização de projetos, eventos e outras ações e em 16 (94,1%)
dos casos não há articulação com os serviços terceirizados.
151
Na esfera privada é possível verificar que em 02 (11,8%) dos casos há articulação entre
as instituições no âmbito financeiro e em 02 (11,8%) dos casos há o desenvolvimento de
assessorias e 06 (35,3%) delas afirmam ter articulação no âmbito da realização de eventos,
projetos e ações. 02 (11,8%)delas declaram ter tal articulação no âmbito dos serviços
terceirizados.
No que tange ao terceiro setor, em 02 (11,8%) dos casos as articulações não se dão no
campo do apoio financeiro. No campo dos eventos, projetos e ações apenas 02 (11,8%)
instituições tem articulação e 01 (5,9%) no âmbito das assessorias. E em 100% das instituição
não há articulação com os serviços terceirizados.
Tabela 129 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
07(41,2%)
10(58,8%)
Assessoria
08(47,1%)
09(52,9%)
Eventos/projetos/ações
08(47,1%)
09(52,9%)
Serviços Terceirizados
02(11,8%)
15(88,2%)
Apoio Financeiro
01(5,9%)
16(94,1%)
Assessoria
03(17,6%)
14(82,4%)
Eventos/projetos/ações
06(35,3%)
11(64,7%)
Serviços Terceirizados
01(5,9%)
16(94,1%)
Apoio Financeiro
02(11,8%)
15(88,2%)
Assessoria
02(11,8%)
15(88,2%)
Eventos/projetos/ações
06(35,3%)
11(64,7%)
Serviços Terceirizados
02(11,8%)
15(88,2%)
Apoio Financeiro
02(11,8%)
15(88,2%)
Assessoria
01(5,9%)
16(94,1%)
Eventos/projetos/ações
02(11,8%)
15(88,2%)
Serviços Terceirizados
00
17(100%)
Pública
Sociedade Civil
Privada
Terceiro Setor
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
152
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 130 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no
desenvolvimento de suas ações
Sim
Não
Não informado
Busca do bem comum
Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
14
00
03
10
1
06
04
02
11
Incentivo ao empreendedorismo
02
02
13
Inserção no mercado de trabalho
08
02
07
Outros*
02
00
15
*não foi informado
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 14 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 10 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 04 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 02, o
incentivo ao empreendedorismo. Para 08, é a inserção no mercado de trabalho o seu objetivo
principal. Para 02 delas existem outros tipos de objetivos que não estavam listados na questão,
mas também não informaram quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 10 organizações o que representa
76,9% estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da
comunidade, enquanto 03 não fazem e nem se envolvem e 04 não informaram.
Tabela 131 – A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Nº
%
Sim
Não
Total
Não Informado
10
03
13
04
76,9
23,1
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
153
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 06 dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 7 delas aproximadamente não o são e 04 não informaram. Para
06 delas a Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos da
localidade. Em 05 dos casos a Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os
problemas e suas causas na comunidade e em 11 delas a organização mobiliza alguns grupos de
interesses comuns. Já em 10 instituições a organização disponibiliza espaços de aprendizagem e
convivência.
Tabela 132 – Contribuição para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
Sim
Não
Não informado
A Organização é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para
identificar os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
06
07
04
06
07
04
05
08
04
11
04
02
10
04
03
10
04
03
13
03
01
07
03
03
06
04
03
05
03
05
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e
convivência
A Organização é comprometida com o desenvolvimento
social sustentável
A Organização possui algum programa de responsabilidade
social sobre consciência tributária e do zelo contínuo pela
correta aplicação dos recursos públicos*
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta
aplicação dos recursos públicos**
A Organização realiza alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção**
**Opção existente somente no questionário de 2010
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 10
dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e em 13 dos
casos a Organização possui algum programa de responsabilidade social sobre consciência
tributária. Em 07 dos casos a organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade
social sobre consciência tributária. Ainda temos que em 06 delas a Organização realiza alguma
ação que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação dos
154
recursos públicos e em 05 a Organização realiza alguma ação alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção.
Quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 12 das organizações
afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre Controle Social e
Prevenção à Corrupção. E 01 diz não.
Tabela 133 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle Social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação
sobre controle social e prevenção à corrupção *
Sim
Não
Total
Nº
%
12
01
13
92,3
7,7
100,00
*questionário 2010 = 13 organizações responderam
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro o
número é pequeno, apenas 01 instituição apoia financeiramente tais atividades. Em 07 delas há
a disponibilidade de espaço físico e em 03 de veículos. 08 organizações afirmam que cedem seu
pessoal para organização e apoio aos eventos de capacitação. Já 01 delas trabalham para
impressão de material de divulgação.
Tabela 134 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Apoio financeiro
Sim
01
Não se aplica
12
Cessão de espaço físico
07
06
Disponibilização de veículos
03
10
Cessão de pessoal para organização e apoio ao evento de capacitação
08
05
Impressão de material de divulgação
01
12
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
09
04
Divulgação das ações por meio de panfletagem
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
03
07
10
06
Divulgação das ações por meio de rádio
02
11
Divulgação das ações por meio de redes sociais
03
10
Distribuição de material didático durante a realização das ações de capacitação
07
06
Distribuição de material didático após a realização das ações de capacitação
07
06
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
155
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 09 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos e 03 delas apoiam na divulgação das ações
por meio de panfletagem. 07 realizam divulgação das ações por meio do mural da instituição,
02 divulgam por meio do rádio e 03 por meio de redes sociais. 07 fazem distribuição de material
didático durante a realização das ações de capacitação e 07 faz a distribuição de material
didático após a realização das ações de capacitação.
10.10. MATO GROSSO DO SUL
O Estado do Mato Grosso do Sul está localizado ao sul da região Centro-Oeste, e tem
como limites o Estado de Goiás a nordeste, Minas Gerais a leste, Mato Grosso a norte, Paraná a
sul e São Paulo a sudeste. É composto por 141 municípios, com área de 357.145,836 km²; sua
população corresponde a 2.449.341, segundo Censo do IBGE 2010.
Seu atual governador é André Puccinelli. Governa desde 1º de janeiro de 2007. Foi
reeleito ainda no primeiro turno em 2010.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 8,7 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 2637,66.
O Índice de Gini representa 0, 52; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 7, 3, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0, 55. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é menor; em relação ao PIB, o valor aponta que o Mato
Grosso do Sul concentra um índice mediano no que se refere à produção na agropecuária,
indústria e serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado
possui também indicadores medianos de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a
desigualdade social, e a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se
encontram num grau considerado bom.
156
10.10.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – MATO GROSSO DO SUL
Estrutura da organização
Dentre os 141 municípios que compõem o Estado do Mato Grosso do Sul, apenas 02
deles responderam à pesquisa. Jardim e Naviraí. O Estado totalizou nos dois municípios, 18
questionários, sendo 13 em Naviraí, o que representa 72,2% das respostas e Jardim respondeu a
05, o que corresponde a 27,8% dos questionários respondidos no Estado. Em âmbito nacional,
Naviraí representa 3%, considerando o total de 429 questionários e os 25 Estados representados
na pesquisa. Enquanto Jardim representa 1,2% dos questionários.
Gráfico 15 - Municípios Mato Grosso do Sul
120
100,0
100
80
72,2
N
%
60
40
20
27,8
13
18
5
0
JARDIM
NAVIRAI
Total
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa, no Estado do Acre foi fundada entre os anos de 1980 a 2010, ou seja,
09 das 18 instituições que responderam à questão. 04 delas têm existência entre os anos 50 e
80 do século passado, enquanto que 05 não quiseram ou não souberam informar quanto ao ano
de sua fundação.
157
Gráfico 16 - Fundação Mato Grosso do Sul
5
4
Entre 1951 e 1980
Após 1981
9
13
Total
Não Informado
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 10 (55,6%) delas estão registradas em
Cartório, 01 (5,6%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 06 (33,3%) o tem realizado
junto à prefeitura. Já na Receita Federal são 07 (38,9%). Apareceram também instituições
registradas em outros órgãos. 05 (27,8%) delas declararam ter registro em diversos conselhos
como CNAS, SDS, MS, CAMAS, CMDCA, CMAS .
Tabela 135 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
10(55,6%)
08 (44,4%)
18
Junta Comercial
01 (5,6%)
17 (94,4%)
18
Prefeitura
06(33,3%)
12(66,7%)
18
Receita Federal
07(38,9%)
11(61,1%)
18
00
18(100%)
18
05 (27,8%)
13 (72,2%)
18
MTE
Outro*
*Opção incluída no questionário 2010. Refere-se a CNAS, SDS, MS, CAMAS, CMDCA, CMAS.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.10.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL- MATO GROSSO DO SUL
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 01 sindicato, 02 entidades
filantrópicas, 02 Igrejas, 06 são associações, 06 são conselhos. 01 se declarou como
Organização Social de Interesse Público.
158
Tabela 136 – Tipo de organização
Tipo de Organização
Sindicato
Entidade Filantrópica
Igreja
Associação
Conselho
Organização Social de Interesse Público
Total
Nº
01
02
02
06
06
01
18
%
5,6
11,1
11,1
33,3
33,3
5,6
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 09 das
organizações tomam as suas decisões de forma colegiada, em 07 unidades a comunidade
participa da gestão, em 11 delas são realizadas assembleias e em 11 das instituições as decisões
são tomadas a partir de conselho. Já 15 delas funcionam com diretoria e 02 funcionam com
comitês. Assessorias externas e internas compareceram 02 instituições cada e 05 delas
funcionam também com comissões.
Tabela 137 – Estrutura da unidade
Estrutura de unidade
Sim
Não
Não informado
Diretoria
15
00
03
Conselho
14
00
04
Assembleia
11
01
06
Comissões
05
03
10
Assessorias Externas
02
04
12
Assessorias Internas
02
04
12
Comunidade participa da gestão
07
01
10
Decisões são colegiadas
09
00
09
Outra
02
00
16
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 72,2% das instituições que responderam à questão (13) realizam suas
159
reuniões mensalmente, (02) semanalmente, 01 delas tem outra frequência para suas reuniões,
sejam encontros trimestrais e bimestrais e a frequência anual aparecera com 02 instituições.
Tabela 138 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Semanal
Nº
02
13
02
01
18
Mensal
Anual
Outra*
Total
%
11,1
72,2
11,1
5,6
100,0
*Corresponde a encontros trimestrais, bimestrais e diários.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 18 que
participaram da pesquisa no Estado, 12 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 06 dizem
não realizá-las.
Tabela 139 – A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Nº
%
Sim
Não
Total
12
06
18
66,7
33,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas. 10 o fizeram de forma voluntária, 06 por convite da própria
organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 02 delas
estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram
procuradas.
160
Tabela 140 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Sim
Não
Não informado
Voluntária
10
01
07
Convite
06
00
12
Indicação
02
00
16
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
Tabela 141 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé de
igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
Argumentam e negociam para chegar
a um ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na
relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos
de negociação
Existem mecanismos de cooperação
na parceria
Sim
Em parte
Não
Não informado
09 (75,0%)
03 (25,0%)
00
06
12 (100%)
00
00
02
01 (10%)
04 (40%)
05 (50%)
08
10 (90,9%)
01 (9,1%)
00
07
11 (91,7%)
01 (8,3%)
00
06
9 (75,0%)
03 (25,0%)
00
06
10(83,3%)
02 (16,7%)
00
06
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 09 (75,0%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 03 (25,0%) em parte e 06
instituições não responderam.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 12 (100%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 02 não informam a questão.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que 01 (10%) instituição declarou haver ambiguidades e ambivalências nas parcerias
estabelecidas. Para 04 (40%) as ambiguidades existem apenas em parte e em 05 (50%) dos
casos não há ambivalências ou ambiguidades nas relações.
161
Quanto a qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 10(90,9%) das respostas afirmaram positivamente e 01(9,1%)
apenas em parte e 07 não informaram a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi elevado, seja de 11 (91,7%) positivamente, e apenas em 01 (8,3%) o são em
parte. 06 não quiseram informar as respostas.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão, 09
(75,0%) ela existe e apenas em 03 (25,0%) existe ainda que parcialmente. Mas ainda é alto o
número de instituições que não informaram a questão, neste caso, foram 06 as que não
quiseram informar a resposta.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 10 (83,3%) sinalizaram
positivamente, 02 (16,7%) em parte e 06 não responderam à questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que 06 realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e 06 não realizam este
tipo de estratégia. Enquanto 06 não responderam.
03 organizações publicam sobre os temas.
Já 09, não o fazem e 06 não informaram.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 03 respondem sim e 09 não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 10 organizações dizem sim e 04 respondem não à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 11 sim e 03 não.
Tabela 142 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não
Não informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
06
06
06
Publica sobre os temas
03
09
06
Oferece ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas
Articula troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização
03
09
06
10
04
04
11
03
04
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
162
10.10.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – MATO GROSSO DO SUL
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 18 questionários apurados 12 o
que equivale a 70% aproximadamente, afirmaram que sua organização possui articulação com
outras instituições, enquanto 05 dizem não possuir nenhum tipo de articulação e 01 não
informou.
Tabela 143 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Nº
%
Sim
Não
Total
Não Informado
12
05
17
01
70,6
29,4
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 16 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 13 delas tal
articulação se dá na esfera pública e 10 delas com a esfera da sociedade civil. Já a esfera do
terceiro setor obteve 05 respostas e a esfera privada tiveram 05 respostas. Conforme pode ser
visualizado na tabela abaixo. Vale salientar que foi alto o numero de instituições que não
informaram os itens da questão, o que dificulta uma análise e precisão dos dados.
Tabela 144 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não
Não informado
Pública
13
00
05
Sociedade Civil
10
08
08
Privada
06
12
14
Terceiro Setor
05
00
13
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 10 (55,6%)
dos casos e em 08 (44,4%) não se dá nesta esfera. Para 06 (33,3%) delas esta articulação se dá
163
na forma de assessorias e 12 (66,7%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 07 (38,9%) delas. Já 11 (61,1%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos e em 01 (5,6%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 17 (94,4%)delas foi negativa.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 06 (33,3%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 12 (66,7%) isto não acontece.
01 (5,6%) instituição se articula por meio de assessorias e em 17 (94,4%) tal articulação não
acontece. 06 (33,3%) para realização de projetos, eventos e outras ações e em quase 100% dos
casos, ou seja, 17 (94,4%) não há articulação com os serviços terceirizados.
Na esfera privada é possível verificar que em 17 (94,4%) dos casos não há articulação
entre as instituições no âmbito financeiro e em 100% dos casos não há o desenvolvimento de
assessorias e Apenas 02 (11,1%) delas afirmam ter articulação no âmbito da realização de
eventos, projetos e ações. 01 delas declara ter tal articulação no âmbito dos serviços
terceirizados.
No que tange ao terceiro setor, em 17 (94,4%) dos casos as articulações não se dão no
campo do apoio financeiro, e em 100% dos casos não se dá com os serviços terceirizados. No
campo dos eventos, projetos e ações 05 (27,8%) instituições tem articulação e 2 (11,1%) no
âmbito das assessorias.
Tabela 145 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
10 (55,6%)
8(44,4%)
Assessoria
06 (33,3%)
12 (66,7%)
Eventos/projetos/ações
07 (38,9%)
11 (61,1%)
Serviços Terceirizados
01 (5,6%)
17 (94,4%)
Apoio Financeiro
06 (33,3%)
12 (66,7%)
Assessoria
01 (5,6%)
17 (94,4%)
Eventos/projetos/ações
06 (33,3%)
12 (66,7%)
Serviços Terceirizados
01 (5,6%)
17 (94,4%)
Pública
Sociedade Civil
164
Privada
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
01 (5,6%)
00
02 (11,1%)
01 (5,6%)
17 (94,4%)
18 (100,0%)
16 (88,9%)
17 (94,4%)
Terceiro Setor
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
01 (5,6%)
02 (11,1%)
05(27,8%)
00
17 (94,4%)
16 (88,9%)
13(72,2%)
18 (100,0%)
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 146 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização
no desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
Incentivo ao empreendedorismo
Inserção no mercado de trabalho
Outros
Sim
Não
Não informado
14
00
04
09
01
08
09
03
2
03
00
00
00
00
09
15
16
15
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 14 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 09 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 09 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 03, o
incentivo ao empreendedorismo. Para 02, é a inserção no mercado de trabalho o seu objetivo
principal. Para 03 delas existem outros tipos de objetivos que não estavam listados na questão,
mas também não informaram quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 13 organizações o que representa
86,7% estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da
comunidade, enquanto 02 não fazem e nem se envolvem e 03 não informaram.
165
Tabela 147 – A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
13
02
15
03
86,7
13,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 13 (72,2%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 05 (27,8%) delas aproximadamente não o são. Para 6 (33,3%)
delas a Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos da localidade.
Em 09 (50%) dos casos a Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os
problemas e suas causas na comunidade e em 09 (50%) delas a organização mobiliza alguns
grupos de interesses comuns. Já 13 (72,2%) a organização disponibiliza espaços de
aprendizagem e convivência.
Tabela 148 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
A Organização é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões
dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para identificar
os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e
convivência
A Organização é comprometida com o desenvolvimento social
sustentável
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta
aplicação dos recursos públicos**
A Organização realiza alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção**
**Opção existente somente no questionário de 2010
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
166
Sim
Não
Não
informado
13 (72,2%)
05 (27,8%)
00
06 (33,3%)
12 (66,7%)
00
09 (50%)
09 (50%)
00
09 (50%)
09 (50%)
00
13 (72,2%)
05 (27,8%)
00
11 (61,1%)
07 (38,9%)
00
03 (16,7%)
15 (83,3%)
00
04 (22,2%)
14 (77,8%)
00
06 (33,3%)
12 (66,7%)
00
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 11
(61,1%) dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e
em 03(16,7%) dos casos a Organização possui algum programa de responsabilidade social sobre
consciência tributária. Ainda temos que em 04 (22,2%) delas a Organização realiza alguma ação
que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos
públicos e em 06 (33,3%) a Organização realiza alguma ação alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção enquanto o maior percentual das organizações 12
(66,7%) não as realiza.
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 100% das
organizações afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre Controle
Social e Prevenção à Corrupção.
Tabela 149 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação
de capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
Nº
%
Sim
Não
Total
18
00
18
100,0
00
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro
nenhuma instituição se disponibiliza. Em 08 delas há a disponibilidade de espaço físico e em 02
de veículos. 08 organizações afirmam que cedem seu pessoal para organização e apoio aos
eventos de capacitação. Já 01 delas trabalha para impressão de material de divulgação.
Tabela 150 - Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Apoio financeiro
Sim
Não
Não se aplica
00
00
18
Cessão de espaço físico
08
00
10
Disponibilização de veículos
02
00
16
Cessão de pessoal para organização e apoio ao
evento de capacitação
08
00
10
167
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Sim
Não
Não se aplica
Impressão de material de divulgação
01
00
17
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
14
00
04
Divulgação das ações por meio de panfletagem
Divulgação das ações por meio do mural da
instituição
Divulgação das ações por meio de rádio
09
00
09
16
00
02
10
00
08
Divulgação das ações por meio de redes sociais
03
00
15
09
01
08
11
00
07
Distribuição de material didático durante a realização
das ações de capacitação
Distribuição de material didático após a realização
das ações de capacitação
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 14 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos e 09 delas apoiam na divulgação das ações
por meio de panfletagem. 16 realiza divulgação das ações por meio do mural da instituição, 10
divulgam por meio do rádio e 03 por meio de redes sociais. 09 faz distribuição de material
didático durante a realização das ações de capacitação e 11 faz a distribuição de material
didático após a realização das ações de capacitação.
10.11. MINAS GERAIS
O Estado de Minas Gerais localiza-se no Sudeste, e tem como limites o Estado de São
Paulo a sul e sudoeste, a oeste com Mato Grosso do Sul e a noroeste com Goiás. É composto por
141 municípios, com área de 586.520,368 km²; sua população corresponde a 19.595.309,
segundo Censo do IBGE 2010.
Seu atual governador é Antônio Augusto Anastasia, do PSDB. Assume após a renúncia de
Aécio Neves em março de 2010.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 8,5 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 2644,85.
168
O Índice de Gini representa 0,51; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 7,3, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,54. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é menor; em relação ao PIB, o valor aponta que Minas
Gerais concentra um índice mediano no que se refere à produção na agropecuária, indústria e
serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui também
indicadores medianos de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade
social, e a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau
considerado bom.
10.11.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – MINAS GERAIS
Estrutura da organização
Dentre os 141 municípios que compõem o Estado de Minas Gerais, apenas 02 deles
responderam à pesquisa. Lavras e Sete Lagoas. O Estado totalizou nos dois municípios, 19
questionários, sendo 12, em Lavras, o que representa 63,2% das respostas e Sete Lagoas
respondeu a 07, o que corresponde a quase 36,8% dos questionários respondidos no Estado. Em
âmbito nacional, Lavras representa 2,8%, considerando o total de 429 questionários e os 25
Estados representados na pesquisa. Já Sete Lagoas representa 1,6% dos questionários.
Gráfico 17 - Municípios Minas Gerais
120
100,0
100
80
N
63,2
60
%
36,8
40
20
12
19
7
0
LAVRAS
SETE LAGOAS
169
Total
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa, no Estado de Minas Gerais foi fundada entre os anos de 1980 a 2010,
ou seja, 07 das 19 instituições que responderam à questão. 04 delas têm existência entre os
anos 50 e 80 do século passado, enquanto que 05 se firmaram como instituição antes de 1950.
Os dados também mostram que 03 instituições não quiseram, ou não souberam informar quanto
ao ano de sua fundação.
Gráfico 18 - Fundação Minas Gerais
Antes de 1950
5
4
Entre 1951 e 1980
19
Após 1981
7
Total
3
Não Informado
16
TOTAL
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 12 (63,2%) delas estão registradas em
Cartório, 10,5% ou 02 delas têm o seu registro em junta comercial, e 06 (31,6%) o tem
realizado junto à Receita Federal. 01 delas tem registro no MTE.
Tabela 151 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
12(63,2%)
07(36,8%)
19
Junta Comercial
02(10,5%)
17(89,5%)
19
09(47,4)
10(52,6%)
19
Receita Federal
06(31,6%)
13(68,4%)
19
MTE
01(5,3%)
18(94,7%)
19
Prefeitura
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
170
10.11.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL - MINAS GERAIS
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições temos que 26,3% (05) delas são
entidades filantrópicas, 14,8%, 01 é sindicato, 02 delas são cooperativas, 05 delas são
associações, 02 são cooperativas. Houve representação de empresa e organizaçãogovernamental com 01 resposta cada.
Tabela 152 – Tipo de organização
Tipo de organização
Sindicato
Empresa
Entidade Filantrópica
Igreja
Outro
Associação
Cooperativa
Organização Não Governamental
Total
Nº
01
01
05
03
01
05
02
01
19
%
5,3
5,3
26,3
15,8
5,3
26,3
10,5
5,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 11 (84,6%)
das organizações tomam as suas decisões de forma colegiada, em mais de 50% a comunidade
participa da gestão, em 92,3% delas são realizadas assembleias e em 88,2% das instituições as
decisões são tomadas a partir de conselho. Já 16 delas funcionam com diretoria.
Tabela 153 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Não informado
Total
Diretoria
16 (88,9%)
02 (11,1%)
01
19 (100,0%)
Conselho
15 (88,2%)
02 (11,8%)
02
19 (100,0%)
Assembleia
12 (92,3%)
01 (7,7%)
06
19 (100,0%)
Comitê
01 (16,7%)
05 (83,3%)
13
19 (100,0%)
Comissões
02 (28,6%)
05 (71,4%)
12
19 (100,0%)
171
Tomada de decisões
Sim
Não
Não informado
Total
Assessorias Externas
03 (42,9%)
04 (57,1%)
12
19 (100,0%)
Assessorias Internas
04 (44,4%)
05 (55,6%)
10
19 (100,0%)
Comunidade participa da gestão
07 (50,0%)
07 (50,0%)
05
19 (100,0%)
Decisões são colegiadas
11 (84,6%)
02 (15,4%)
06
19 (100,0%)
Outra*
02 (100,0%)
00
17
19 (100,0%)
*Conselhos particulares e conferencias, Gerencia regional ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 42,1% das instituições que responderam à questão (08) realizam suas
reuniões mensalmente, (01) semanalmente, e 09, cerca de 47,4%, tem outra frequência para
suas reuniões.
Tabela 154 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Semanal
Mensal
Anual
Outra∗
Total
Nº
01
08
01
09
19
%
5,3
42,1
5,3
47,4
100,0
*Corresponde, em sua maioria, a encontros trimestrais, bimestrais ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 27 que
participaram da pesquisa no Estado, 10 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 07 dizem
não realizá-las. E apenas 02 não informaram a questão.
Tabela 155 - A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Não Informado
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
172
Nº
%
10
58,8
7
41,2
17
2
100,0
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas.
06
o fizeram de forma voluntária, 07 por convite da própria
organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 04 delas
estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram
procuradas, e 05 o fizeram de outras formas.
Tabela 156 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Sim
Não informado
Voluntária
06
13
Convite
05
14
Indicação
04
15
Outra*
05
14
*Corresponde a convênio, não se aplica ou necessidade de política
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
Tabela 157 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé de
igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Sim
05
Em parte
04
Não
07
02
00
10
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
Argumentam e negociam para chegar a
um ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na relação
estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de negociação
04
02
03
09
07
02
00
10
10
00
00
09
04
03
01
11
08
01
00
10
Existem mecanismos de cooperação na parceria
00
Não informado
10
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 05
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 04 em parte e 10
instituições não responderam.
173
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 07 afirmam respeitar os diferentes pontos de vista, enquanto
02 o realizam apenas em parte.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que 04 das instituições afirmam haver ambiguidades e ambivalências nas parcerias
estabelecidas, fato que dificulta o diálogo entendido como base para o fortalecimento do capital
social. Para 02 existem apenas em parte.
Quanto à qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 07 das respostas afirmaram positivamente, 02 respondem em
parte e 10 não informaram a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi elevado, seja de 10 positivamente. É elevado o grau de confiança que as
organizações reconhecem e/ou possuem em relação ao compromisso mútuo assumido na
parceria.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que ocorre em 04 instituições, e apenas em 03 existem parcialmente, e
em 11 não existe.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 08 sinalizaram
positivamente, 01 em parte. 10 não responderam à questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 01 realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e 08 não.
Enquanto 10 não responderam. 01 organização publica sobre os temas. Já 08 não o fazem.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 05 respondem sim e 05 não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 08 organizações dizem sim e 01 respondeu não à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 02 sim e 06 não.
01 organização desenvolve outras estratégias como palestras, parcerias com autoridades,
realiza denúncias etc.
174
Tabela 158 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não
Não informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
01
08
10
Publica sobre os temas
01
08
10
Oferece ao público algum tipo de capacitação referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras organizações
sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização
05
05
9
08
01
10
02
06
11
Outra*
01
01
17
* palestras, parcerias com autoridades, realiza denúncias.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.11.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – MINAS GERAIS
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 27 questionários apurados 15
(83,3%) afirmaram que sua organização possui articulação com outras instituições, enquanto 03
ou pouco mais de 16% dizem não possuir nenhum tipo de articulação.
Tabela 159 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Sim
Não
Total
Não informado
Nº
15
03
18
1
%
83,3
16,7
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 27 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 10 delas tal
articulação ocorrem na esfera pública, 10 da sociedade civil, 09 da esfera privada e 08 no
terceiro setor.
175
Tabela 160 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não
Não informado
Pública
10
00
09
Sociedade Civil
10
00
09
Privada
09
00
10
Terceiro Setor
08
01
10
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 05 (26,3%)
dos casos e em 14 (73,7%) não se dá nesta esfera. Para 04 (21,1%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 15 (78,9%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 07 (36,8%) delas. Já 12 (63,2%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos, e em 01 (5,3%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 18 (94,7%) delas foi negativa.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 73,7% dos casos
tal articulação não se dá com interesse financeiro e todas as outras formas de articulação se
dão com um percentual pouco representativo, com exceção do âmbito de eventos projetos e
ações que representa 36,8%. 03 instituições se articulam por meio de assessorias, 02 se dão nos
serviços terceirizados.
Na esfera privada é possível verificar que em 84,2% dos casos não há articulação entre
as instituições para o desenvolvimento de assessorias, com interesse financeiro (73,7%), nem
para realização de serviços terceirizados (89,5%). Apenas 06 delas afirmam ter articulação no
âmbito da realização de eventos, projetos e ações.
No que tange ao terceiro setor as articulações se desenvolvem mais no campo dos
eventos, projetos e ações com percentual de 07 (36,8%) enquanto nas outras esferas temos que:
01 (5,3%) fica com o apoio financeiro, 02 (10,5%) fica com assessoria e apenas 01 instituição
com os serviços terceirizados. Percebe-se que como nas outras esferas os maiores percentuais
estão respondidas negativamente, o que indica que as instituições do referido Estado embora
tenham respondido que tem articulação em 50% dos casos, a tabela abaixo mostra que tais
articulações não se dão nos âmbitos propostos neste questionário.
176
Tabela 161 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
05 (26,3%)
14(73,7%)
Assessoria
04 (21,1%)
15(78,9%)
Eventos/projetos/ações
07 (36,8%)
12(63,2%)
Serviços Terceirizados
01 (5,3%)
18(94,7%)
Apoio Financeiro
08 (42,1%)
11(57,9%)
Assessoria
03 (15,8%)
16(84,2%)
Eventos/projetos/ações
07 (36,8%)
12(63,2%)
Serviços Terceirizados
02 (10,5%)
17(89,5%)
Apoio Financeiro
05 (26,3%)
14(73,7%)
Assessoria
03 (15,8%)
16(84,2%)
Eventos/projetos/ações
06 (31,6%)
13(68,4%)
Serviços Terceirizados
02 (10,5%)
17(89,5%)
Apoio Financeiro
01 (5,3%)
18(94,7%)
Assessoria
02 (10,5%)
17(89,5%)
Eventos/projetos/ações
07 (36,8%)
12(63,2%)
Serviços Terceirizados
01 (5,3%)
18(94,7%)
Pública
Sociedade Civil
Privada
Terceiro Setor
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 162 - Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Sim
17
Não informado
02
Satisfação de necessidades imediatas da população usuária/beneficiária
18
01
Desenvolvimento do voluntariado
08
11
Incentivo ao empreendedorismo
10
09
Inserção no mercado de trabalho
10
09
Outros
02
17
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
177
Das instituições que responderam à questão 17 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 18 afirmam buscar a satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já para 10 delas tem como objetivo o incentivo ao empreendedorismo, 08
ao desenvolvimento do voluntariado; e para 10 é a inserção no mercado de trabalho o seu
objetivo principal. Para 02 delas existem outros tipos de objetivos que não estavam listados na
questão, mas também não informaram quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 88.9%ou 16 organizações estimulam o
envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da comunidade, enquanto
11,1% não o fazem e nem se envolvem.
Tabela 163 - A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Nº
%
Sim
Não
Total
Não Informado
16
02
18
01
88,9
11,1
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 11(57,9%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 42,1% delas aproximadamente não o são. Para 13 (72,2%)
delas a Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos da localidade.
Em 58,8% dos casos a Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os
problemas e suas causas na comunidade, e em 77,8% delas a organização mobiliza alguns
grupos de interesses comuns. Já 94,1% aproximadamente, a organização disponibiliza espaços
de aprendizagem e convivência.
178
Tabela 164 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
Sim
11(57,9%)
Não
A Organização é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para identificar
os problemas e suas causas na comunidade
13 (72,2%)
05 (27,8%)
10 (58,8%)
07 (41,2%)
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
14 (77,8%)
04 (22,2%)
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência
16 (94,1%)
01 (5,9%)
A Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável
17 (94,4%)
1 (5,6%)
A Organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade social
sobre o zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos
A Organização realiza alguma ação de capacitação sobre Controle
Social e Prevenção à Corrupção
08 (47,1%)
9 (52,9%)
05 (31,3%)
11 (68,8%)
08 (42,1%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 17,
94,4% dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável. Em
47,1% a organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade social sobre o zelo
contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos. Quando se trata das capacitações o maior
percentual das organizações não as realiza, ou seja, mais de 68,8% delas respondem que não
realizam capacitação sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção.
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 94,7%
aproximadamente afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção e apenas 01 instituição responde negativamente.
Tabela 165 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação
sobre controle social e prevenção à corrupção
Nº
%
Sim
Não
Total
18
1
19
94,7
5,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
179
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro o
número é pequeno, apenas 01 instituição apoia financeiramente tais atividades. Em 14 delas há
a disponibilidade de espaço físico e em 03 de veículos. 12 organizações afirmam que cedem seu
pessoal para organização e apoio aos eventos de capacitação. Já 03 delas trabalham para
impressão de material de divulgação.
Tabela 166 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Apoio financeiro
Cessão de espaço físico
Disponibilização de veículos
Cessão de pessoal para organização e apoio ao evento de capacitação
Impressão de material de divulgação
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
Divulgação das ações por meio de panfletagem
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
Divulgação das ações por meio de rádio
Divulgação das ações por meio de redes sociais
Distribuição de material didático durante a realização das ações de capacitação
Distribuição de material didático após a realização das ações de capacitação
Outro
Sim
01
14
03
12
03
16
14
15
03
08
12
12
01
Não se aplica
18
05
16
07
16
03
05
04
16
11
07
07
18
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 26 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos e 14 delas apoiam na divulgação das ações
por meio de panfletagem. 15 realizam divulgação das ações por meio do mural da instituição,
03 divulgam por meio do rádio e 08 por meio de redes sociais. 12 fazem distribuição de material
didático durante a realização das ações de capacitação e 12 fazem a distribuição de material
didático após a realização das ações de capacitação.
180
10.12. PARÁ
O Estado do Pará localiza-se no centro da região norte, e tem como limites o Suriname e
o Amapá a norte, o Oceano Atlântico a nordeste, o Maranhão a leste, Tocantins a sudeste, Mato
Grosso a sul, o Amazonas a oeste e Roraima e Guiana a noroeste. É composto por 143
municípios, com área de 1.247.950,003 km² (segundo maior estado do país); sua população
corresponde a 19.595.309, segundo Censo do IBGE 2010.
Seu atual governador é Simão Robison Oliveira Jatene, do PSDB. Sucessor de Ana Júlia
Carepa, do PT, derrotada no segundo turno.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 12,2 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 1988,57.
O Índice de Gini representa 0, 51; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 4,1, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,61. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é menor; em relação ao PIB, o valor aponta que o Pará
concentra um índice baixo no que se refere à produção na agropecuária, indústria e serviços; no
que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui também indicadores
medianos de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade social, e a
relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau
considerado bom.
10.12.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – PARÁ
Estrutura da organização
O Pará compareceu com apenas 02 questionários respondidos e, portanto, a análise dos
dados do Estado será diferenciada. O município representado foi o de Belém e as organizações
participantes da pesquisa foram fundadas após 1981. 01 registrada em Prefeitura e 01 no
Governo do Estado. Ambas são Conselhos nos quais a tomada de decisões se dá por meio de
conselho e comissões.
181
A frequência dos encontros de gestão das 02 organizações é mensal e ambas declaram
possuir parcerias de forma voluntária e também por indicação. Quando se trata do nível de
relação nas parcerias estabelecidas 01 organização declara que dialoga um com o outro em pé
de igualdade de condições, 02 consideram os diferentes pontos de vista e em 01 existem
ambiguidades e/ou ambivalências nas discussões.
Segundo as organização as 02 argumentam e negociam para chegar a um ponto em
comum, 01 possui compromisso mútuo confiável na relação estabelecida na parceria enquanto
01 declara possuir apenas em parte. há solidariedade nos momentos de negociação em 01 delas
e em 01 existe apenas em parte. Existem mecanismos de cooperação na parceria para 01 delas
e para 01 há apenas em parte.
10.12.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL – PARÁ
Relação nas parcerias
Quanto às estratégias utilizadas pela organização para o estabelecimento das parcerias,
01 instituição declara que realiza pesquisas, enquanto 01 não realiza. As 02 organizações
declaram não publicar sobre os temas mas as 02 declaram que oferecem ao público algum tipo
de capacitação referente às temáticas. As 02 também articulam troca de experiências com
outras organizações sobre as temáticas. Ainda afirmam que as temáticas do controle social e do
combate à corrupção estão incluídas na agenda da organização.
10.12.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – PARÁ
Articulação com outras instituições
As 02 instituições possuem articulação com outras instituições e as esferas desta
articulação são prioritariamente com as esferas públicas, com a sociedade civil e com o setor
privado. Em todas as modalidades de articulação a organização se articula para realização de
eventos, projetos e ações. Apenas 01 declara se articular no âmbito financeiro, ou com o
objetivo de assessoria e de serviços terceirizados. As 02 se articulam com a sociedade civil no
âmbito da realização de eventos/projetos e outras ações. Já com a esfera privada a articulação
se dá no âmbito do apoio financeiro para as 02 como também para realização de eventos.
182
No tabela abaixo é possível verificar as modalidades de articulação entre as organizações
bem como as esferas nas quais tal articulação se desenvolve.
Tabela 167 - Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
01
01
Assessoria
02
0
Eventos/projetos/ações
01
01
Serviços Terceirizados
01
01
Apoio Financeiro
0
02
Assessoria
01
01
Eventos/projetos/ações
02
0
Serviços Terceirizados
0
02
Apoio Financeiro
Assessoria
0
1
2
1
Eventos/projetos/ações
2
0
Serviços Terceirizados
0
2
0
0
01
0
02
02
01
02
Pública
Sociedade Civil
Privada
Terceiro Setor
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Como pode ser visualizado no quadro abaixo, as 02 organizações declaram ter como
objetivo a busca do bem comum assim como a Satisfação de necessidades imediatas da
população usuária/beneficiária. 01 delas também declara o Desenvolvimento do voluntariado
como seu objetivo e a inserção no mercado de trabalho.
A
instituição
estimula
o
interesse
dos
participantes
pelos
assuntos
da
comunidade/cidade e quando questionada sobre a contribuição da organização para a Sociedade
Civil, a mesma se declara comprometida com o desenvolvimento social sustentável e com a
mobilização de alguns grupos de interesses comuns.
Quando perguntadas se a Organização/Instituição estimula o interesse dos participantes
pelos assuntos da comunidade/cidade, as 02 organizações respondem sim à questão. Assim
183
como afirmam que a Organização é reconhecida pela comunidade como mediadora de ação
política. 01 delas declara que a Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos
assuntos da localidade.
As duas afirmam que a organização realiza diagnóstico participativo para identificar os
problemas e suas causas na comunidade e 01 delas afirma que a organização mobiliza grupos
de interesses comuns assim como disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência. As 02 se
declaram comprometidas com o desenvolvimento social sustentável como também algum
programa de responsabilidade social sobre consciência tributária e do zelo contínuo pela correta
aplicação dos recursos públicos.
Segundo informações 01 instituição declara que a o Organização realiza alguma ação
que promova a responsabilidade social sobre consciência tributária, bem como a realização de
alguma ação de capacitação sobre Controle Social e prevenção à Corrupção. Enquanto as 02
realizam alguma ação que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta
aplicação dos recursos públicos.
No quadro abaixo é possível verificar de forma sistematizada o perfil da Instituição
participante no município do Pará.
Quadro 13 - Capital social no Estado do Pará
CAPITAL SOCIAL NO ESTADO DO PARÁ*
Município: Belém
Ano de fundação: Após 1981
02 questionários
REGISTRO
Prefeitura
Governo do Estado
01
01
TIPO DE ORGANIZAÇÃO
Conselho
02
TOMADA DE DECISÕES
Conselho
Comissões
02
02
FREQUÊNCIA DOS ENCONTROS DE GESTÃO DA ORGANIZAÇÃO
Mensal
02
A ORGANIZAÇÃO POSSUI PARCERIAS COM CONSELHOS E/OU OUTRAS ENTIDADES DE CONTROLE SOCIAL
Sim
02
A PARCERIA SE ESTABELECE DE QUE FORMA
Voluntária
02
Indicação
02
184
NÍVEL DE RELAÇÃO NAS PARCERIAS ESTABELECIDAS
Dialogam um com o outro em pé de igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
Argumentam e negociam para chegar a um ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de negociação
Existem mecanismos de cooperação na parceria
ESTRATÉGIAS DA ORGANIZAÇÃO NAS PARCERIAS
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
Oferece ao público algum tipo de capacitação referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras organizações sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização
A ORGANIZAÇÃO POSSUI ARTICULAÇÃO COM OUTRAS INSTITUIÇÕES
Sim
ESFERA DE ARTICULAÇÃO
Sociedade Civil
Pública
Privada
Terceiro Setor
OBJETIVOS/INTERESSES DA ORGANIZAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE SUAS AÇÕES
Busca do bem comum
Satisfação de necessidades imediatas da população usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
Inserção no mercado de trabalho
A ORGANIZAÇÃO/INSTITUIÇÃO ESTIMULA O INTERESSE DOS PARTICIPANTES
PELOS ASSUNTOS DA COMUNIDADE/CIDADE
Sim
CONTRIBUIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO PARA A SOCIEDADE CIVIL
A Organização é reconhecida pela comunidade como mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os problemas
e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência
A Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável
A Organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade social sobre consciência tributária
A Organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade social sobre
o zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos
A Organização realiza alguma ação de capacitação sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção
*Os valores destacados correspondem às frequências com resposta “SIM”.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
185
01
02
01
02
01
01
01
02
01
02
02
02
02
02
02
01
02
02
01
01
02
02
01
02
01
01
02
01
02
01
10.13. PARAÍBA
O Estado da Paraíba localiza-se a leste da região Nordeste, e tem como limite o estado
do Rio Grande do Norte ao norte, o Oceano Atlântico a leste, Pernambuco ao sul e Ceará a
oeste. É composto por 223 municípios, com área de 56.469,466 km² (segundo maior estado do
país); sua população corresponde a 3.766.834, segundo Censo do IBGE 2010.
Seu atual governador é Ricardo Vieira Coutinho, do PSDB, eleito no segundo turno,
derrotando o candidato a reeleição José Maranhão, do PMDB.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 21,6 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 1675,53.
O Índice de Gini representa 0,59; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 3,5, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,47. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é menor; em relação ao PIB, o valor aponta que a
Paraíba concentra um índice baixo no que se refere à produção na agropecuária, indústria e
serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui também
indicadores medianos de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade
social, e a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau
considerado bom.
10.13.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – PARAÍBA
Estrutura da organização
Dentre os 223 municípios que compõem o Estado da Paraíba, apenas 02 deles
responderam à pesquisa. Cabedelo e João Pessoa. O Estado totalizou nos dois municípios, 05
questionários, sendo 04, em João Pessoa, o que representa 80% das respostas e Cabedelo
respondeu a 01, o que corresponde a quase 20% dos questionários respondidos no Estado. Em
âmbito nacional, João Pessoa representa 0,9%, considerando o total de 429 questionários e os
25 Estados representados na pesquisa. Já Cabedelo representa 0,2% dos questionários.
186
Gráfico 19 - Municípios Paraíba
120
100,0
100
80,0
80
N
60
%
40
20,0
20
1
4
5
0
CABEDELO
JOAO PESSOA
Total
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa, no Estado da Paraíba foi fundada entre os anos de 1980 a 2010, ou
seja, 03instituições que responderam à questão. Os dados também mostram que 02 instituições
não quiseram, ou não souberam informar quanto ao ano de sua fundação.
Gráfico 20 - Fundação Paraíba
Após 1981
3
Não Informado
5
TOTAL
2
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 02 (40,0%) delas estão registradas em
Cartório, 01(20%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 01(20%) o tem realizado junto
à prefeitura. Já na Receita Federal são 03 (60,0%) e no MTE também 01(20%).
187
Tabela 168 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
02 (40,0%)
03 (60,0%)
05 (100,0%)
Junta Comercial
01 (20%)
04 (80,0%)
05 (100,0%)
Prefeitura
01 (20%)
04 (80,0%)
05 (100,0%)
03 (60,0%)
02 (40,0%)
05 (100,0%)
1 (20%)
4 (80,0%)
05 (100,0%)
Cartório
Receita Federal
MTE
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.13.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL – PARAÍBA
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 01 sindicato, 02 são
associações e 01 organização se declarou como ONG. Ainda compareceu 01 organização que
tem outro tipo de organização mas não especificou qual.
Tabela 169 – Tipo de organização
Tipo de organização
Sindicato
Associação
Organização Não Governamental
Nº
01
02
01
%
20,0
40,0
20,0
Outro
01
20,0
TOTAL
05
100
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 03 das
organizações tomam as suas decisões através de diretoria, em 01 unidade a comunidade
participa da gestão, em 02 delas são realizadas assembleias e em 03 das instituições as decisões
são tomadas a partir de conselho. Em 03 delas as decisões são tomadas de forma colegiada.
188
Tabela 170 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Diretoria
03
02
Conselho
03
02
Assembleia
02
03
Comitê
00
05
Comissões
01
04
Assessorias Externas
01
04
Assessorias Internas
00
05
Comunidade participa da gestão
01
04
Decisões são colegiadas
03
02
Outra*
01
00
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 60% das instituições que responderam à questão (03) realizam suas
reuniões mensalmente, (01) semanalmente, 01 delas apresenta a frequência quinzenal.
Tabela 171 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Semanal
Quinzenal
Mensal
Total
Nº
01
01
03
05
%
20,0
20,0
60,0
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 05 que
participaram da pesquisa no Estado, 03 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 02 dizem
não realizá-las.
Tabela 172 – A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
189
Nº
%
03
02
05
60,0
40,0
100,0
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas. 02 o fizeram de forma voluntária, 03 por convite da própria
organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social e 01 delas a
parceria se deu por meio de indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram
procuradas.
Tabela 173 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Voluntária
Convite
Indicação
Sim
Não
2
3
1
3
2
4
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
Tabela 174 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Sim
Em parte
Não
Dialogam um com o outro em pé de igualdade de condições
03
02
00
Consideram os diferentes pontos de vista
05
00
00
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
03
00
02
Argumentam e negociam para chegar a um ponto em comum
05
00
00
Possui compromisso mútuo confiável na relação
estabelecida na parceria
03
02
00
Há solidariedade nos momentos de negociação
04
01
00
Existem mecanismos de cooperação na parceria
03
02
00
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 03
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, e 02 em parte.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. As 05 organizações participantes afirmam respeitar os
diferentes pontos de vista.
190
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que 03 instituições declararam haver ambiguidades e ambivalências nas parcerias
estabelecidas. E para 02 dos casos não há ambivalências ou ambiguidades nas relações.
Quanto a qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. As 05 organizações afirmaram positivamente a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras 03 afirmam
positivamente, e apenas em 02 respondem em parte.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão, 04 ela
existe e apenas em 01 existe ainda que parcialmente.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 03 sinalizaram
positivamente, em 02 em parte.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 02 realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e 03 não
responderam. 01 das organizações publica sobre os temas enquanto 04 não informaram.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 02 respondem sim e 03 não informam a
questão.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 02 organizações dizem sim e 03 não respondem à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 01 responde sim e 04
não informam a questão.
Tabela 175 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
02
03
Publica sobre os temas
01
04
Oferece ao público algum tipo de capacitação referente às temáticas
02
03
Articula troca de experiências com outras organizações sobre as temáticas
02
03
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização
01
04
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
191
10.13.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – PARAÍBA
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 05 questionários apurados 04 o
que equivale a 80%, afirmaram que sua organização possui articulação com outras instituições,
enquanto 01 diz não possuir nenhum tipo de articulação.
Tabela 176 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Sim
Não
Total
Nº
4
1
5
%
80,0
20,0
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
04 instituições afirmam desenvolver algum tipo de articulação na esfera pública e 05
delas com a esfera da sociedade civil. Na esfera privada também 04 organizações respondem
sim e no terceiro setor apenas 01.
Tabela 177 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Pública
Sociedade Civil
Privada
Terceiro Setor
Sim
04
05
04
01
Não
01
00
01
04
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 01 (20,0%)
dos casos e em 04 (80,0%) não se dá nesta esfera. Para 01 (20,0%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 04 (80,0%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 03 (60,0%) delas. Já 02 (40,0%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos. Em 100% dos casos não há articulação com os serviços terceirizados.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 03 (60,0%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 02 (40,0%) isto não acontece.
192
02 (40,0%) das instituições se articulam por meio de assessorias e em 03 (60,0%) tal articulação
não acontece. 01 (20,0%) para realização de projetos, eventos e outras ações e em 04 (80,0%)
dos casos há articulação com os serviços terceirizados.
Na esfera privada é possível verificar que em 02 (40,0%) dos casos há articulação entre
as instituições no âmbito financeiro e em 03 (60,0%) dos casos não há. Quanto ao
desenvolvimento de assessorias temos que 02 (40,0%) se articulam nesta área e 03 (60,0%) não.
Em 100% dos casos não há articulação no âmbito da realização de eventos, projetos e ações. Já
com os serviços terceirizados são 04 (80,0%) as organizações que declaram desenvolver tal
articulação.
No que tange ao terceiro setor, em 100% dos casos as articulações não se dão no campo
do apoio financeiro, nem com os serviços terceirizados. No campo dos eventos, projetos e ações
04 (80,0%) instituições tem articulação e em 100% dos casos não aparece a modalidade de
assessorias.
Tabela 178 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Pública
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
Sociedade Civil
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
Privada
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
Terceiro Setor
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
193
Sim
Não
01 (20,0%)
01 (20,0%)
03 (60,0%)
00
04 (80,0%)
04 (80,0%)
02 (40,0%)
05 (100,0%)
03 (60,0%)
02 (40,0%)
01 (20,0%)
04 (80,0%)
02 (40,0%)
03 (60,0%)
04 (80,0%)
01 (20,0%)
02 (40,0%)
02 (40,0%)
00
04 (80,0%)
03 (60,0%)
03 (60,0%)
05 (100,0%)
01 (20,0%)
00
00
04 (80,0%)
00
05 (100,0%)
05 (100,0%)
01 (20,0%)
05 (100,0%)
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 179 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Sim
Não
Busca do bem comum
04
01
Satisfação de necessidades imediatas da população usuária/beneficiária
02
03
Desenvolvimento do voluntariado
01
04
Incentivo ao empreendedorismo
02
03
Inserção no mercado de trabalho
01
04
Outros
02
03
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 04 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 02 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 01 delas tem como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 02, o
incentivo ao empreendedorismo. Para 01, é a inserção no mercado de trabalho o seu objetivo
principal. Para 02 delas existem outros tipos de objetivos que não estavam listados na questão,
mas também não informaram quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que as 05 organizações, ou seja, 100%
delas estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da
comunidade.
Tabela 180 – A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/Instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Nº
Sim
5
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 02 dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 03 delas não o são. Para 01 delas a Organização envolve as
194
pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos da localidade. Em 02 dos casos a Organização
realiza diagnóstico participativo para identificar os problemas e suas causas na comunidade e
em 100% delas a organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns. Já 04 delas
disponibilizam espaços de aprendizagem e convivência.
Tabela 181 - Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
A Organização é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os
problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
Sim
Não
02
03
01
04
02
03
05
00
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência
04
01
A Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre consciência tributária
05
00
02
03
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em
100% dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e em
02 dos casos a Organização possui algum programa de responsabilidade social sobre consciência
tributária.
10.14. PARANÁ
O Estado do Paraná localiza-se na região sul do país e tem como limite com São Paulo a
norte a leste, Oceano Atlântico a leste, Santa Catarina ao sul, Paraguai a oeste e Mato Grosso
do Sul a noroeste. É composto por 139 Municípios. Com área de 199.316,694 km²; sua
população corresponde a 10.439.601, segundo Censo do IBGE 2010.
Seu atual governador é Carlos Alberto Richa, filiado ao PSDB, após renúncia de seu
mandato como prefeito de Curitiba, para concorrer ao Governo do Estado do Paraná.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 21,6 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 1675,53.
195
O Índice de Gini representa 0, 49; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 8, 7, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0, 84. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada baixa, configura, portanto,
que a renda dos indivíduos tem distribuição desigual, e a concentração desta,
consequentemente, é maior; em relação ao PIB, o valor aponta que o Paraná concentra um
índice bom no que se refere à produção na agropecuária, indústria e serviços; no que diz
respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui também indicadores
excelentes de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade social, e a
relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau
considerado muito bom.
10.14.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – PARANÁ
Estrutura da organização
Dentre os 139 municípios que compõem o Estado do Paraná, apenas 02 deles
responderam à pesquisa. Os municípios participantes foram Foz do Iguaçu e Ponta Grossa. O
Estado totalizou 43 questionários. Foz do Iguaçu compareceu com 18 questionários respondidos
que representa 41,9% dos questionários respondidos no Estado. Já Ponta Grossa compareceu
com 25 questionários representando 58,1% do total de questionários para o Estado. Em âmbito
nacional significa dizer que Foz do Iguaçu é responsável por 4,2% dos questionários,
considerando o total de 429 questionários e os 25 Estados representados na pesquisa. Enquanto
Ponta Grossa representa 5,8% do total de questionários respondidos no país.
Gráfico 21 - Municípios Paraná
120
100
100
80
43
41,9
40
20
N
58,1
60
18
25
0
FOZ DO IGUAÇU
PONTA GROSSA
196
Total
%
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa, no Estado do Acre foi fundada entre os anos de 1980 a 2010, ou seja,
29 das 43 instituições participantes. 08 delas têm existência entre os anos 50 e 80 do século
passado, enquanto que 02 se firmaram como instituição antes de 1950. Os dados também
mostram que 04 instituições não quiseram, ou não souberam informar quanto ao ano de sua
fundação.
Gráfico 22 - Fundação Paraná
4 2
8
Antes de 1950
Entre 1951 e 1980
Após 1981
39
Total
29
Não informado
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 35 (81,4%) delas estão registradas em
Cartório, 10 (23,3%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 15 (27,8%) o tem realizado
junto à prefeitura. Já na Receita Federal são 15 (34,9%). Apareceram também instituições
registradas em outros órgãos. 06 (14,0%) delas declararam ter registro no MTE, outras no MEC,
na CNBB e em diversos Conselhos.
Tabela 182 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
35 (81,4%)
08(18,6)
43 (100,0%)
Junta Comercial
10(23,3%)
33(76,7%)
43 (100,0%)
Prefeitura
15(34,9%)
28(65,1%)
43 (100,0%)
Receita Federal
15(34,9%)
28(65,1%)
43 (100,0%)
MTE
06(14,0%)
37(86,0%)
43 (100,0%)
Outro*
04(9,3%)
39(90,7%)
43 (100,0%)
*A maioria refere-se a conselhos diversos.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
197
10.14.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL – PARANÁ
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 02 igrejas e 06
sindicatos, 07 ou 16,7% são associações, 05 (11,9%) são conselhos. Ainda se declararam 12
ONGs, 02 Clubes, 02 entidades filantrópicas, 01 empresa, 01 organização social e 01
organização social de interesse público.
Tabela 183 – Tipo de organização
Tipo de organização
Sindicato
Empresa
Entidade Filantrópica
Igreja
Outro
Associação
Conselho
Organização Não Governamental
Organização Social
Organização Social de Interesse Público
Clube
Total
Não Informado
Nº
06
01
02
02
02
07
05
12
01
02
02
42
01
%
14,3
2,4
4,8
4,8
4,8
16,7
11,9
28,6
2,4
4,8
4,8
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 25 das
organizações tomam as suas decisões de forma colegiada, em 15 unidades a comunidade
participa da gestão, em 32 delas são realizadas assembleias e em 26 das instituições as decisões
são tomadas a partir de conselho. Já 37 delas funcionam com diretoria, 02 funcionam com
comitês e 07 com comissões.
198
Tabela 184 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Não Informado
Diretoria
37(94,9%)
02(5,1%)
04
Conselho
26(89,7%)
03(10,3%)
14
Assembleia
32(91,4%)
03(8,6%)
08
Comitê
02(11,8%)
15(88,2%)
26
Comissões
07(41,2%)
10(58,8%)
26
Assessorias Externas
08(40,0%)
12(60,0%)
23
Assessorias Internas
09(52,9%)
08(47,1%)
26
Comunidade participa da gestão
15(65,2%)
08(34,8%)
20
Decisões são colegiadas
25(89,3%)
03(10,7%)
15
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 52,4% das instituições que responderam à questão (22) realizam suas
reuniões mensalmente, (10) semanalmente, 01 delas tem outra frequência para suas reuniões,
sejam encontros trimestrais e bimestrais e as frequências anuais e quinzenais também
apareceram com 04 e 05 instituições respectivamente.
Tabela 185 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Semanal
Quinzenal
Mensal
Anual
Outra
Total
Não Informado
Nº
10
05
22
04
01
42
01
%
23,8
11,9
52,4
9,5
2,4
100,0
*Corresponde, em sua maioria, a encontros trimestrais, ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 43 que
participaram da pesquisa no Estado, 35 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 07 dizem
não realiza-las. E apenas 01 não informa a questão.
199
Tabela 186 – A organização possui parcerias com conselhos e/ou
outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
35
07
42
01
83,3
16,7
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas.
24 o fizeram de forma voluntária, 13 por convite da própria
organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 14 delas
estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram
procuradas.
Tabela 187 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Sim
Não
Não informado
Voluntária
24(100,0%)
0
19
Convite
13(100,0%)
0
30
Indicação
14(93,3%)
01(6,7%)
28
Outra*
07(87,5%)
01(12,5%)
35
*Corresponde a eleições, trabalho conjunto ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
Tabela 188 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias
estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé de
igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Existem 200mbiguidades e/ou
ambivalências
Sim
Em parte
Não
Não
informado
28 (82,4%)
06 (17,6%)
00
09
30 (93,8%)
02 (6,3%)
00
011
10 (29,4%)
12 (35,3%)
12 (35,3%)
09
200
Nível de relação nas parcerias
estabelecidas
Argumentam e negociam para chegar a um
ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na
relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de
negociação
Existem mecanismos de cooperação na
parceria
Sim
Em parte
Não
Não
informado
31 (91,2%)
03 (8,8%)
0
09
32 (94,1%)
01 (2,9%)
01 (2,9%)
09
29 (82,9%)
06 (17,1%)
0
08
27 (81,8%)
06 (18,2%)
0
10
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 28 (82,4%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 06 (17,6%) em parte e 09
instituições não responderam.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 30 (93,8%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 02 (6,3%) o realizam apenas em parte.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que 10 (29,4%) instituições declararam haver ambiguidades e ambivalências nas
parcerias estabelecidas. Para 12 (35,3%) as ambiguidades existem apenas em parte, e em 12
(35,3%) dos casos não há ambivalências ou ambiguidades nas relações.
Quanto à qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 37 das respostas afirmaram positivamente e 09 não
informaram a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi elevado, seja de 32 (94,1%) positivamente, e apenas em 01 (2,9%) o são em
parte. 01 organização responde não à questão e 09 não quiseram informar as respostas.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão, 29
(82,9%) ela existe e apenas em 06 (17,1%) existe ainda que parcialmente. Mas ainda é alto o
número de instituições que não informaram a questão, neste caso, foram 08 as que não
quiseram informar a resposta.
201
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 27 (81,8%) sinalizaram
positivamente, 06 (18,2%) em parte. 10 não responderam à questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 12 (44,4%) realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e
15(55,6%) não realizam este tipo de estratégia. Enquanto 16 não responderam. 07 (29,2%)
organizações publicam sobre os temas. Já 17 (70,8%) não o fazem, e 19 não informaram.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 16 (57,1%) respondem sim e 12 (42,9%)
não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 25 (75,8%) organizações dizem sim e 08 (24,2%) respondem não à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 22 (71,0%) sim e 09
(29,0%), não.
Tabela 189 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não
Não informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
12 (44,4%)
15 (55,6%)
16
Publica sobre os temas
07 (29,2%)
17 (70,8%)
19
Oferece ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas
Articula troca de experiências com outras organizações
sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da
organização
Outra*
16 (57,1%)
12 (42,9%)
15
25 (75,8%)
08 (24,2%)
10
22 (71,0%)
09 (29,0%)
12
22 (71,0%)
09 (29,0%)
12
* palestras, parcerias com autoridades, realiza denúncias.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.14.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL - PARANÁ
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 41 questionários apurados 32, o
que equivale a 78,0% aproximadamente, afirmaram que sua organização possui articulação com
202
outras instituições, enquanto 09 dizem não possuir nenhum tipo de articulação e 02 não
informaram.
Tabela 190 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Nº
%
Sim
Não
Total
Não Informado
32
09
41
02
78,0
22,0
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 32 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 31 delas tal
articulação se dá na esfera pública e 25 delas com a esfera da sociedade civil. Já as esferas do
terceiro setor e a esfera privada tiveram 21 e 18 respostas respectivamente, conforme pode ser
visualizado na tabela abaixo.
Tabela 191 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não
Não informado
Pública
31 (100,0%)
0
12
Sociedade Civil
25 (100,0%)
0
18
Privada
21(100,0%)
0
22
Terceiro Setor
18 (100,0%)
0
25
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 15 (34,9%)
dos casos e em 28 (65,1%) não se dá nesta esfera. Para 09 (20,9%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 34 (79,1%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 20 (46,5%) delas. Já 23(53,5%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos, e em 04 (9,3%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 39 (90,7%) delas foi negativa.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 13(30,2%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 30(69,8%), isto não acontece.
13 instituições se articulam por meio de assessorias e em 33(76,7%) tal articulação não
acontece. 23 (53,5%) para realização de projetos, eventos e outras ações, e em 38 (88,4%) dos
casos não articulação com os serviços terceirizados.
203
Na esfera privada é possível verificar que em 33 (76,7%) dos casos não há articulação
entre as instituições no âmbito financeiro e em 36 (83,7%) dos casos não há o desenvolvimento
de assessorias, e 15 (34,9%) delas afirmam ter articulação no âmbito da realização de eventos,
projetos e ações. 09 delas declaram ter tal articulação no âmbito dos serviços terceirizados.
No que tange ao terceiro setor, em 37 (86,0%) dos casos as articulações não se dão no
campo do apoio financeiro, nem com os serviços terceirizados. No campo dos eventos, projetos e
ações 16 instituições têm articulação e 07 (16,3%) no âmbito das assessorias. E apenas 03
instituições com os serviços terceirizados.
Tabela 192 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
15(34,9%)
28(65,1%)
Assessoria
09(20,9%)
34(79,1%)
Eventos/projetos/ações
20(46,5%)
23(53,5%)
Serviços Terceirizados
04(9,3%)
39(90,7%)
Apoio Financeiro
13(30,2%)
30(69,8%)
Assessoria
13(30,2%)
33(76,7%)
Eventos/projetos/ações
23(53,5%)
20(46,5%)
Serviços Terceirizados
05(11,6%)
38(88,4%)
Apoio Financeiro
10(23,3%)
33(76,7%)
Assessoria
07(16,3%)
36(83,7%)
Eventos/projetos/ações
15(34,9%)
28(65,1%)
Serviços Terceirizados
09(20,9%)
34(79,1%)
Apoio Financeiro
06(14,0%)
37(86,0%)
Assessoria
07(16,3%)
36(83,7%)
Eventos/projetos/ações
16(37,2%)
27(62,8%)
Serviços Terceirizados
03(7,0%)
40(93,0%)
Pública
Sociedade Civil
Privada
Terceiro Setor
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
204
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 193 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização
no desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Sim
Não informado
38
05
Satisfação de necessidades imediatas da
população usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
30
13
15
27
Incentivo ao empreendedorismo
09
34
Inserção no mercado de trabalho
11
32
Outros
10
33
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 38 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 30 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 15 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 09, o
incentivo ao empreendedorismo. Para 11, é a inserção no mercado de trabalho o seu objetivo
principal. Para 10 delas existem outros tipos de objetivos que não estavam listados na questão,
mas também não informaram quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 32 organizações o que representa
82,1% estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da
comunidade, enquanto 07 não fazem e nem se envolve e 04 não informaram.
Tabela 194 – A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/Instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Sim
Não
Total
Não Informado
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
205
Nº
%
32
07
39
04
82,1
17,9
100,0
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 19 dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 17 delas aproximadamente não o são, e 07 não informaram.
Para 27 delas a Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos da
localidade. Em 15 dos casos a Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os
problemas e suas causas na comunidade, e em 34 delas a organização mobiliza alguns grupos de
interesses comuns. Já 36 a organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência.
Tabela 195 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
A Organização é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade
nas decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para identificar
os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
Sim
Não
Não informado
19
17
07
27
09
07
15
21
07
34
05
04
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência
A Organização é comprometida com o desenvolvimento
social sustentável
A Organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade
social sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta
aplicação dos recursos públicos**
A Organização realiza alguma ação de capacitação
sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção**
36
02
05
32
04
07
14
20
09
21
14
08
21
14
08
*Opção existente somente no questionário de 2009
**Opção existente somente no questionário de 2010
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 32
dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e em 14 dos
casos a organização possui nenhum programa de responsabilidade social sobre consciência
tributária. Ainda temos que em 21 delas a Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos, e em
21 a organização realiza alguma ação alguma ação de capacitação sobre Controle Social e
Prevenção à Corrupção.
206
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 90,2%
afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre Controle Social e
Prevenção à Corrupção e apenas 04 instituições respondem negativamente.
Tabela 196 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
37
04
41
02
90,2
9,8
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro o
número é pequeno, apenas 04 instituições apoiam financeiramente tais atividades. Em 28 delas
há a disponibilidade de espaço físico e em 04 de veículos. 22 organizações afirmam que cedem
seu pessoal para organização e apoio aos eventos de capacitação. Já 07 delas trabalham para
impressão de material de divulgação.
Tabela 197 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Apoio financeiro
Cessão de espaço físico
Disponibilização de veículos
Cessão de pessoal para organização e apoio ao evento de capacitação
Impressão de material de divulgação
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
Divulgação das ações por meio de panfletagem
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
Divulgação das ações por meio de rádio
Divulgação das ações por meio de redes sociais
Distribuição de material didático durante a realização
das ações de capacitação
Distribuição de material didático após a realização das ações de capacitação
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
207
Sim
04
28
04
22
07
33
17
29
12
16
Não se aplica
39
15
39
21
36
10
26
14
31
27
21
22
18
25
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 33 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos e 17 delas apoiam na divulgação das ações
por meio de panfletagem. 29 realizam divulgação das ações por meio do mural da instituição,
12 divulgam por meio do rádio e 16 por meio de redes sociais. 21 fazem distribuição de material
didático durante a realização das ações de capacitação e 18 fazem a distribuição de material
didático após a realização das ações de capacitação.
10.15. PERNAMBUCO
O Estado de Pernambuco localiza-se no centro leste da Região Nordeste, tem como
limite os estados da Paraíba a norte, do Ceará ao nordeste, de Alagoas a sudeste, da Bahia ao sul
e do Piauí a oeste. É composto por 185 municípios, com área de 98.146,315 km²; sua população
corresponde a 8.796.032, segundo Censo do IBGE 2010.
Seu atual governador é Eduardo Henrique Accioly Campos, filiado ao PSB, reeleito no
primeiro turno, obtendo a maior votação proporcional para governador no Brasil, com 80% dos
votos válidos. Em 2007 – primeiro mandato como governador – sucedeu o vice-governador José
Mendonça Bezerra Filho, do DEM.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 17,6 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 1914,20.
O Índice de Gini representa 0, 55; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 4,1, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,61. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é menor; em relação ao PIB, o valor aponta que
Pernambuco concentra um índice baixo no que se refere à produção na agropecuária, indústria e
serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui também
indicadores medianos de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade
social, e a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau
considerado bom.
208
10.15.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – PERNAMBUCO
Estrutura da organização
Dentre os 185 municípios que compõem o Estado de Pernambuco, apenas 02 deles
responderam à pesquisa. Garanhuns e Petrolina. O Estado totalizou nos dois municípios, 18
questionários, sendo 11 em Petrolina, o que representa 61,1% das respostas, e Garanhuns
respondeu a 07, o que corresponde a 38,9% dos questionários respondidos no Estado. Em
âmbito nacional, Petrolina representa 2,6%, considerando o total de 429 questionários e os 25
Estados representados na pesquisa. Já Garanhuns representa 1,6% dos questionários.
Gráfico 23 - Municípios Pernambuco
120
100,0
100
80
N
61,1
%
60
38,9
40
20
18
7
11
0
GARANHUNS
PETROLINA
Total
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa, no Estado do Acre foi fundada entre os anos de 1980 a 2010, ou seja,
05 das 18 instituições que responderam à questão. 03 delas têm existência entre os anos 50 e
80 do século passado. Os dados também mostram que 10 instituições não quiseram, ou não
souberam informar quanto ao ano de sua fundação.
209
Gráfico 24 - Fundação Pernambuco
3
10
Entre 1951 e 1980
5
Após 1981
Total
não informado
8
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 12 (66,7%) delas estão registradas em
Cartório, 12 (66,7%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 02 (11,1%) o tem realizado
junto à prefeitura. Já na Receita Federal são 03 (16,7%). Apareceram também instituições
registradas em outros órgãos. 01 (27,8%) delas declarou ter registro no MTE.
Tabela 198 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
12(66,7%)
06(33,3%)
18(100,0%)
Junta Comercial
12(66,7%)
06(33,3%)
18(100,0%)
Prefeitura
02(11,1%)
16(88,9%)
18(100,0%)
Receita Federal
03(16,7%)
15(83,3%)
18(100,0%)
MTE
01(5,6%)
17(94,4%)
18(100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.15.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL – PERNAMBUCO
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 02 sindicatos, 04 ou
22,2% são associações, 07 (38,9%) são conselhos. Ainda se declararam 03 ONGs e 08 entidades
filantrópicas.
210
Tabela 199 – Tipo de organização
Tipo de organização
Sindicato
Entidade Filantrópica
Outro
Associação
Organização Não Governamental
Total
Nº
02
08
01
04
03
18
%
11,1
44,4
5,6
22,2
16,7
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 07 das
organizações tomam as suas decisões de forma colegiada, em 02 unidades a comunidade
participa da gestão, em 10 delas são realizadas assembleias e em 09 das instituições as decisões
são tomadas a partir de conselho. Já 18 delas funcionam com diretoria e 01 funcionam com
comitês.
Tabela 200 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
TOTAL
Diretoria
18 (100,0%)
00
18 (100,0%)
Conselho
9 (50,0%)
09 (50,0%)
18 (100,0%)
Assembleia
10 (55,6%)
08 (44,4%)
18 (100,0%)
Comitê
01 (5,6%)
17 (94,4%)
18 (100,0%)
00
18 (100,0%)
18 (100,0%)
Assessorias Externas
02 (11,1%)
16 (88,9%)
18 (100,0%)
Assessorias Internas
01 (5,6%)
17 (94,4%)
18 (100,0%)
Comunidade participa da gestão
02 (11,1%)
16 (88,9%)
18 (100,0%)
Decisões são colegiadas
07 (38,9%)
11 (61,1%)
18 (100,0%)
Comissões
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 44,4% das instituições que responderam à questão (08) realizam suas
reuniões mensalmente, (02) semanalmente, 07 delas têm outra frequência para suas reuniões,
sejam encontros trimestrais e bimestrais e a frequência anual aparece em 01 instituição.
211
Tabela 201 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Semanal
Mensal
Anual
Outra*
Total
Nº
02
08
01
07
18
%
11,1
44,4
5,6
38,9
100,0
*A maioria corresponde a encontros bimensais, diariamente ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 18 que
participaram da pesquisa no Estado, 14 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 04 dizem
não realizá-las.
Tabela 202 – A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Nº
%
14
04
18
77,8
22,2
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas.
08 o fizeram de forma voluntária, 05 por convite da própria
organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 05 delas
estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram
procuradas.
212
Tabela 203 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Voluntária
Convite
Indicação
Outra*
Sim
08(44,4%)
05(27,8%)
05(27,8%)
04(28,6%)
Não
10(55,6%)
13(72,2%)
13(72,2%)
10(71,4%)
Não Informado
00
00
00
04
*corresponde a convênios, prefeitura, participação em movimentos sociais
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
Tabela 204 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Sim
Em parte
Não
Dialogam um com o outro em pé de igualdade de condições
10 (55,6%)
04 (22,2%)
04 (22,2%)
Consideram os diferentes pontos de vista
10 (55,6%)
04 (22,2%)
04 (22,2%)
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
04 (22,2%)
04 (22,2%)
10 (55,6%)
Argumentam e negociam para chegar a um ponto em comum
10 (55,6%)
03 (16,7%)
05 (27,8%)
Possui compromisso mútuo confiável na relação
estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de negociação
08 (44,4%)
03 (16,7%)
07 (38,9%)
12 (66,7%)
03 (16,7%)
03 (16,7%)
Existem mecanismos de cooperação na parceria
09 (50,0%)
04 (22,2%)
05 (27,8%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 10 (55,6%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 04 (22,2%) em parte e 18
instituições não responderam.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 10 (55,6%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 04 (22,2%) o realizam apenas em parte.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que 04 (22,2%) instituições declararam haver ambiguidades e ambivalências nas
parcerias estabelecidas. Para 04 (22,2%) as ambiguidades existem apenas em parte e em 10
(55,6%) dos casos não há ambivalências ou ambiguidades nas relações.
213
Quanto à qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 10 das respostas afirmaram positivamente a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi elevado, seja de 08 (44,4%) positivamente, e apenas em 03 (16,7%) o são em
parte. 07 organizações respondem não à questão.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão, 12
(66,7%) ela existe e apenas em 03 (16,7%) existe ainda que parcialmente.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 09 (50,0%) sinalizaram
positivamente, 04 (22,2%) em parte e 05 (27,8%) não os possuem.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 01 (5,6%) realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e 17
(94,4%) não realizam este tipo de estratégia. 02 (11,1%) organizações publicam sobre os temas.
Já 16 (88,9%) não.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 05 (27,8%) respondem sim e 13 (72,2%)
não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 08 (44,4%) organizações dizem sim e 10 (55,6%) respondem não à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 05 (15,4%) sim e 11
(84,6%), não.
Tabela 205 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não
Não informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
01 (5,6%)
17 (94,4%)
00
Publica sobre os temas
02 (11,1%)
16 (88,9%)
00
Oferece ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas
Articula troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização
05 (27,8%)
13 (72,2%)
00
08 (44,4%)
10 (55,6%)
00
05 (27,8%)
13 (72,2%)
00
Outra*
02 (15,4%)
11 (84,6%)
05
* conscientização para eleições e não se aplica.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
214
10.15.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL - PERNAMBUCO
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 18 questionários apurados 17, o
que equivale a 94,4% aproximadamente, afirmaram que sua organização possui articulação com
outras instituições, enquanto 01 diz não possuir nenhum tipo de articulação.
Tabela 206 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Nº
%
Sim
Não
Total
17
1
18
94,4
5,6
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 16 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 10 delas tal
articulação se dá na esfera pública e 07 delas com a esfera da sociedade civil. Já as esferas do
terceiro setor e a esfera privada tiveram 03 e 07 respostas respectivamente, conforme pode ser
visualizado na tabela abaixo
Tabela 207 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não
Não informado
Pública
10(58,8%)
7(41,2%)
01
Sociedade Civil
7(41,2%)
10(58,8%)
01
Privada
7(41,2%)
10(58,8%)
01
Terceiro Setor
3(18,8%)
13(81,3%)
02
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera pública, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 04 (22,2%)
dos casos e em 14 (77,8%) não se dá nesta esfera. Para 04 (22,2%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 14 (77,8%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 10 (55,6%) delas. Já 08 (44,4%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos, e em 04 (22,2%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 14 (77,8%) delas foi negativa.
215
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 04 (22,2%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 14 (77,8%) isto não acontece.
03 instituições se articulam por meio de assessorias e em 15 (83,3%) tal articulação não
acontece. 03 (38,9%) para realização de projetos, eventos e outras ações e em 94,4% dos casos
não articulação com os serviços terceirizados.
Na esfera privada é possível verificar que em 13 (72,2%) dos casos não há articulação
entre as instituições no âmbito financeiro e em 94,4% dos casos não há o desenvolvimento de
assessorias. Apenas 03 (16,7%) delas afirmam ter articulação no âmbito da realização de
eventos, projetos e ações. 01 delas declara ter tal articulação no âmbito dos serviços
terceirizados.
No que tange ao terceiro setor, em 17 (94,4%) dos casos as articulações não se dão no
campo do apoio financeiro, nem com os serviços terceirizados em 16(88,9%). No campo dos
eventos, projetos e ações apenas 03 instituições têm articulação, e 04 (22,2%) no âmbito das
assessorias. E apenas 02 instituições com os serviços terceirizados.
Tabela 208 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
04(22,2%)
14(77,8%)
Assessoria
04(22,2%)
14(77,8%)
Eventos/projetos/ações
10(55,6%)
08(44,4%)
Serviços Terceirizados
04(22,2%)
14(77,8%)
Apoio Financeiro
04(22,2%)
14(77,8%)
Assessoria
03(16,7%)
15(83,3%)
Eventos/projetos/ações
03(16,7%)
15(83,3%)
Serviços Terceirizados
01(5,6%)
17(94,4%)
Apoio Financeiro
05(27,8%)
13(72,2%)
Assessoria
01(5,6%)
17(94,4%)
Eventos/projetos/ações
03(16,7%)
15(83,3%)
Serviços Terceirizados
01(5,6%)
17(94,4%)
Pública
Sociedade Civil
Privada
216
Terceiro Setor
Apoio Financeiro
01(5,6%)
17(94,4%)
Assessoria
04(22,2%)
14(77,8%)
Eventos/projetos/ações
03(16,7%)
15(83,3%)
Serviços Terceirizados
02(11,1%)
16(88,9%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 209 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no
desenvolvimento de suas ações
Sim
Não
Não informado
Busca do bem comum
15 (83,3%)
03 (16,7%)
0
Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
14 (77,8%)
14 (77,8%)
0
08 (44,4%)
10 (55,6%)
0
Incentivo ao empreendedorismo
07 (38,9%)
11 (61,1%)
0
Inserção no mercado de trabalho
10 (58,8%)
07 (41,2%)
1
Outros
02 (15,4%)
11 (84,6)
5
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 15 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 14 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 08 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 07, o
incentivo ao empreendedorismo. Para 10, é a inserção no mercado de trabalho o seu objetivo
principal. Para 02 delas existem outros tipos de objetivos que não estavam listados na questão,
mas também não informaram quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 12 organizações o que representa
66,7% estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da
comunidade, enquanto 06 não fazem e nem se envolvem.
217
Tabela 210 – A organização/instituição estimula o interesse
dos participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Nº
%
Sim
Não
Total
12
06
18
66,7
33,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 07 (38,9%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 11 (61,1%) delas aproximadamente não o são. Para 08 (44,4%)
delas a Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos da localidade.
Em 07 (38,9%) dos casos a Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os
problemas e suas causas na comunidade e em 07 (38,9%) delas a organização mobiliza alguns
grupos de interesses comuns. Já 13 (72,2%), a organização disponibiliza espaços de
aprendizagem e convivência.
Tabela 211 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
Sim
Não
A Organização é reconhecida pela comunidade como mediadora de ação política
07 (38,9%)
11 (61,1%)
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões
dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os
problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
08 (44,4%)
10 (55,6%)
07 (38,9%)
11 (61,1%)
07 (38,9%)
11 (61,1%)
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência
13 (72,2%)
05 (27,8%)
A Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável
14 (77,8%)
04 (22,2%)
A Organização possui algum programa de responsabilidade social sobre consciência
tributária e do zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos*
05 (27,8%)
13 (72,2%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 14
(77,8%) dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e
em 72,2% dos casos a Organização não possui nenhum programa de responsabilidade social
sobre consciência tributária.
218
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 100% das
organizações afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre Controle
Social e Prevenção à Corrupção.
Tabela 212 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
Nº
%
Sim
18
100,0
Não
Total
00
18
00
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro o
número é pequeno, apenas 01 instituição apoia financeiramente tais atividades. Em 10 delas há
a disponibilidade de espaço físico e em 05 de veículos. 11 organizações afirmam que cedem seu
pessoal para organização e apoio aos eventos de capacitação. Já 04 delas trabalham para
impressão de material de divulgação.
Tabela 213 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Apoio financeiro
Sim
01
Não se aplica
17
Cessão de espaço físico
10
08
Disponibilização de veículos
05
13
Cessão de pessoal para organização e apoio ao evento de capacitação
11
07
Impressão de material de divulgação
04
14
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
12
06
Divulgação das ações por meio de panfletagem
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
08
11
10
07
Divulgação das ações por meio de rádio
06
12
Divulgação das ações por meio de redes sociais
08
10
Distribuição de material didático durante a realização
das ações de capacitação
Distribuição de material didático após a realização
das ações de capacitação
09
09
05
13
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
219
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 12 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos, e 08 delas apoiam na divulgação das ações
por meio de panfletagem. 11 realizam divulgação das ações por meio do mural da instituição,
06 divulgam por meio do rádio e 08 por meio de redes sociais. 09 fazem distribuição de material
didático durante a realização das ações de capacitação e 05 fazem a distribuição de material
didático após a realização das ações de capacitação.
10.16. PIAUÍ
O Estado do Piauí é composto por 224 municípios, localiza-se a noroeste da Região Nordeste e
tem como limite o Oceano Atlântico ao norte, Ceará e Pernambuco a leste, Bahia ao sul e
sudeste. Com área de 199.316,694 km²; sua população corresponde a 10.439.601, segundo
Censo do IBGE 2010.
Seu atual governador é Carlos Alberto Richa, filiado ao PSDB, após renúncia de seu
mandato como prefeito de Curitiba, para concorrer ao Governo do Estado do Paraná.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 21,6 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 1675,53.
O Índice de Gini representa 0, 49; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 8, 7, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0, 84. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada baixa, configura, portanto,
que a renda dos indivíduos tem distribuição desigual, e a concentração desta,
consequentemente, é maior; em relação ao PIB, o valor aponta que o Piauí concentra um índice
bom no que se refere à produção na agropecuária, indústria e serviços; no que diz respeito ao
Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui também indicadores excelentes de
desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade social, e a relação de
empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau considerado muito
bom.
220
10.16.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – PIAUÍ
Estrutura da organização
Dentre os 224 municípios que compõem o Estado do Piauí, apenas 02 deles responderam
à pesquisa. Água Branca e Bom Jesus. O Estado totalizou nos dois municípios, 30 questionários,
sendo 16 em Bom Jesus, o que representa 53,3% das respostas e Água Branca respondeu a 14, o
que corresponde a 46,7% dos questionários respondidos no Estado. Em âmbito nacional, Bom
Jesus representa 3,7%, considerando o total de 429 questionários e os 25 Estados representados
na pesquisa. Já Água Branca representa 3,3% dos questionários.
Gráfico 25 - Municípios Piauí
120
100
100
80
60
40
20
N
53,3
46,7
%
30
14
16
0
AGUA BRANCA
BOM JESUS
Total
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa, no Estado do Piauí foi fundada entre os anos de 1980 a 2010, ou seja,
22 das 30 instituições que responderam à questão. 03 delas têm existência entre os anos 50 e
80 do século passado, enquanto que 02 se firmaram como instituição antes de 1950. Os dados
também mostram que 03 instituições não quiseram, ou não souberam informar quanto ao ano
de sua fundação.
221
Gráfico 26 - Fundação Piauí
3
2
3
Antes de 1950
Entre 1951 e 1980
Após 1981
Total
22
27
Não Informado
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 19 (63,3%) delas estão registradas em
Cartório, 03 (10,0%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 07 (23,3%) o tem realizado
junto à prefeitura. Já na Receita Federal são 06 (20,0%). Apareceram também instituições
registradas em outros órgãos (13,3%). 03 (10,0%) delas declararam ter registro no MTE.
Tabela 214 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
19(63,3%)
11(36,7%)
30 (100,0%)
Junta Comercial
03(10,0%)
27(90,0%)
30 (100,0%)
Prefeitura
07(23,3%)
23(76,7%)
30 (100,0%)
Receita Federal
06(20,0%)
24(80,0%)
30 (100,0%)
MTE
03(10,0%)
27(90,0%)
30 (100,0%)
Outro*
04(13,3%)
26(86,7%)
30 (100,0%)
*corresponde a Arquidiocese, conselhos e cadastros em Ministérios.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.16.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL - PIAUÍ
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 04 igrejas e 05
sindicatos, 06 ou 20,0% são associações, 09 (30,0%) são conselhos. Ainda se declararam 03
ONGs, 01 Clubes.
222
Tabela 215 – Tipo de organização
Tipo de organização
Sindicato
Igreja
Outro
Associação
Conselho
Organização Não Governamental
Clube
Total
Nº
05
04
02
06
09
03
01
30
%
16,7
13,3
6,7
20,0
30,0
10,0
3,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 08 das
organizações tomam as suas decisões de forma colegiada, em 09 unidades a comunidade
participa da gestão, em 21 delas são realizadas assembleias, e em 18 das instituições as decisões
são tomadas a partir de conselho. Já 20 delas funcionam com diretoria e 01 funciona com
comitês.
Tabela 216 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Não informado
Diretoria
20(90,9%)
02(9,1%)
08
Conselho
18(94,7%)
01(5,3%)
11
Assembleia
21(91,3%)
02(8,7%)
07
Comitê
01(14,3%)
06(85,7%)
23
Comissões
04(57,1%)
03(42,9%)
23
Assessorias Externas
04(44,4%)
05(55,6%)
21
Assessorias Internas
03(50,0%)
03(50,0%)
24
Comunidade participa da gestão
09(69,2%)
04(30,8%)
17
Decisões são colegiadas
08(80,0%)
02(20,0%)
20
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 73,3% das instituições que responderam à questão (22) realizam suas
reuniões mensalmente, 02 semanalmente e 02 anualmente, 04 delas têm outra frequência para
suas reuniões, sejam encontros trimestrais e bimestrais.
223
Tabela 217 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Nº
%
Semanal
Mensal
Anual
Outra*
Total
02
22
02
04
30
6,7
73,3
6,7
13,3
100,0
*Corresponde a encontros bimestrais, eventuais, diários ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 18 que
participaram da pesquisa no Estado, 16 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 14 dizem
não realizá-las.
Tabela 218 - A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Nº
%
16
14
30
53,3
46,7
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas.
12 o fizeram de forma voluntária, 16 por convite da própria
organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 05 delas
estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram
procuradas.
Tabela 219 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Voluntária
Convite
Indicação
Sim
12(100,0%)
16(100,0%)
05(100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
224
Não informado
18
14
25
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
Tabela 220 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Sim
Em parte
Não
Não informado
Dialogam um com o outro em pé de
igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
16 (94,1%)
01 (5,9%)
00
13
12 (75,0%)
04 (25,0%)
00
14
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
04 (25,0%)
06 (37,5%)
06 (37,5%)
14
Argumentam e negociam para chegar a um
ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na
relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de
negociação
Existem mecanismos de cooperação na
parceria
16 (94,1%)
01 (5,9%)
00
13
15 (88,2%)
01 (5,9%)
01 (5,9%)
13
12 (80,0%)
02 (13,3%)
01 (6,7%)
15
12 (75,0%)
01 (6,3%)
03 (18,8%)
14
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 16 (94,1%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 01 (5,9%) em parte e 13
instituições não responderam.
Referentes ao diálogo sobre os diferentes pontos de vista, 04 (25,0%) afirmam respeitar
os diferentes pontos de vista, enquanto 04 (25,0%) o realizam apenas em parte.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que 04 (25,0%) instituições declararam haver ambiguidades e ambivalências nas
parcerias estabelecidas. Para 06 (37,5%) as ambiguidades existem apenas em parte, e em 06
(37,5%) dos casos não há ambivalências ou ambiguidades nas relações.
Quanto a qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 16 das respostas afirmaram positivamente e 13 não
informaram a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi elevado, seja de 15 (88,2%) positivamente. 13 não quiseram informar as
respostas.
225
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão, 12
(80,0%) ela existe e apenas em 02 (13,3%) existe ainda que parcialmente.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 12 (75,0%) sinalizaram
positivamente, 01 (6,3%) em parte e 03 (18,8%) não os possuem. 14 não responderam à
questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 08 (47,1%) realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e 09
(52,9) não realizam este tipo de estratégia. Enquanto 13 não responderam.
07 (41,2%)
organizações publicam sobre os temas. Já 10 (58,8%) não o fazem e 13 não informaram.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 08 (41,2%) respondem sim e 11 (57,9%)
não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 10 (50,0%) organizações dizem sim e 10 (50,0%) respondem não à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 11 (52,4%) sim e 10
(47,6%), não.
Tabela 221 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não
Não informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
08 (47,1%)
09 (52,9)
13
Publica sobre os temas
Oferece ao público algum tipo de capacitação
referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras
organizações sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na
agenda da organização
07 (41,2%)
10 (58,8%)
13
08 (41,2%)
11 (57,9%)
11
10 (50,0%)
10 (50,0%)
10
11 (52,4%)
10 (47,6%)
09
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
226
10.16.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL - PIAUÍ
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 30 questionários apurados 18 o
que equivale a 69,2% aproximadamente, afirmaram que sua organização possui articulação com
outras instituições, enquanto 08 diz não possuir nenhum tipo de articulação e 04 não
informaram.
Tabela 222 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Sim
Não
Não informado
Total
Nº
18
08
04
30
%
69,2
30,8
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 18 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 17 delas tal
articulação se dá na esfera pública e 16 delas com a esfera da sociedade civil. Já as esferas do
terceiro setor e a esfera privada tiveram 04 e 05 respostas respectivamente, conforme pode ser
visualizado na tabela abaixo.
Tabela 223 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não informado
Pública
17
13
Sociedade Civil
16
14
Privada
04
26
Terceiro Setor
05
25
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 09 (30,0%)
dos casos e em 21(70,0%) não se dá nesta esfera. Para 06 (20,0%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 24 (80,0%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 12 (40,0%) delas. Já 18 (60,0%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos, e em 01 (3,3%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 29 (96,7%) delas foi negativa.
227
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 06 (20,0%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 24 (80,0%) isto não acontece.
05 instituições se articulam por meio de assessorias e em 25 (83,3%) tal articulação não
acontece. 11 (36,7%) para realização de projetos, eventos e outras ações e em 19 (63,3%) dos
casos não articulação com os serviços terceirizados.
Na esfera privada é possível verificar que em 27 (90,0%) dos casos não há articulação
entre as instituições no âmbito financeiro, assim como na assessoria, e também no espaço de
eventos, projetos e ações; não há articulação no âmbito dos serviços terceirizados.
No que tange ao terceiro setor, em 100% dos casos as articulações não se dão no campo
do apoio financeiro, nem com os serviços terceirizados. No campo dos eventos, projetos e ações
apenas 02 instituições têm articulação e 02 (6,7%) no âmbito das assessorias. Não há
articulação no âmbito dos serviços terceirizados.
Tabela 224 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
09 (30,0%)
21 (70,0%)
Assessoria
06 (20,0%)
24 (80,0%)
Eventos/projetos/ações
12 (40,0%)
18 (60,0%)
Serviços Terceirizados
01(3,3%)
29 (96,7%)
Apoio Financeiro
06 (20,0%)
24 (80,0%)
Assessoria
05 (16,7%)
25 (83,3%)
Eventos/projetos/ações
11 (36,7%)
19 (63,3%)
Serviços Terceirizados
00
00
Apoio Financeiro
03 (10,0%)
27 (90,0%)
Assessoria
03 (10,0%)
27 (90,0%)
Eventos/projetos/ações
03 (10,0%)
27 (90,0%)
Serviços Terceirizados
00
30 (100,0%)
00
30 (100,0%)
Assessoria
02 (6,7%)
28 (93,3%)
Eventos/projetos/ações
03 (10,0%)
27 (90,0%¨)
Serviços Terceirizados
00
30 (100,0%)
Pública
Sociedade Civil
Privada
Terceiro Setor
Apoio Financeiro
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
228
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 225 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no
desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Sim
Não informado
25
05
Satisfação de necessidades imediatas da
população usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
20
10
13
17
Incentivo ao empreendedorismo
12
18
Inserção no mercado de trabalho
11
19
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 25 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 20 afirmam buscar a satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 13 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 12, o
incentivo ao empreendedorismo. Para 11instituições, é a inserção no mercado de trabalho o seu
objetivo principal.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 29 organizações estimulam o
envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da comunidade, enquanto e 01
não informou.
Tabela 226 – A Organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/Instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
29
01
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 14 (60,9%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 09 (39,1%) delas aproximadamente não o são, e 07 não
229
informaram. Para 18 (75,0%) delas a Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade. Em 20 (74,1%) dos casos a Organização realiza diagnóstico
participativo para identificar os problemas e suas causas na comunidade, e em 18(69,2%) delas
a organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns. Já 16 (66,7%), a organização
disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência.
Tabela 227 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
A Organização é reconhecida pela comunidade
como mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade
nas decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para
identificar os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos
de interesses comuns
A Organização disponibiliza espaços de
aprendizagem e convivência
A Organização é comprometida com o
desenvolvimento social sustentável
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela
correta aplicação dos recursos públicos**
A Organização realiza alguma ação de capacitação
sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção**
Outras contribuições**
Sim
Não
Não informado
14 (60,9%)
09 (39,1%)
07
18 (75,0%)
06 (25,%)
06
20(74,1%)
07 (25,9%)
03
18 (69,2%)
08 (30,8%)
04
16 (66,7%)
08 (33,3%)
06
23 (85,2%)
04 (14,8%)
03
04 (18,2%)
18 (81,8%)
08
14 (53,8%)
12 (46,2%)
04
08 (34,8%)
15 (65,2%)
07
01 (50,0%)
01 (50,0%)
28
**Opção existente somente no questionário de 2010
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 23
(85,2%) dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e
em 81,8% dos casos a Organização não possui nenhum programa de responsabilidade social
sobre consciência tributária. Ainda temos que em 14 (53,8%) delas a Organização realiza
alguma ação que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação
dos recursos públicos, e em 08 (34,8%) a Organização realiza alguma ação alguma ação de
capacitação sobre Controle Social. 01 instituição declarou ter outros tipos de contribuições, mas
que não foram especificadas.
230
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 96,7% das
organizações afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre Controle
Social e Prevenção à Corrupção.
Tabela 228 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre
controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
Nº
%
Sim
29
96,7
Não
Total
01
30
3,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro o
número é pequeno, apenas 03 instituições apoiam financeiramente tais atividades. Em 16 delas
há a disponibilidade de espaço físico e em 04 de veículos. 23 organizações afirmam que cedem
seu pessoal para organização e apoio aos eventos de capacitação. Já 05 delas trabalham para
impressão de material de divulgação.
Tabela 229 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Sim
Não se aplica
Apoio financeiro
03
27
Cessão de espaço físico
16
14
Disponibilização de veículos
04
26
Cessão de pessoal para organização e apoio
ao evento de capacitação
Impressão de material de divulgação
23
07
05
25
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
25
05
Divulgação das ações por meio de panfletagem
19
11
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
24
06
Divulgação das ações por meio de rádio
18
12
Divulgação das ações por meio de redes sociais
05
25
Distribuição de material didático durante a
realização das ações de capacitação
Distribuição de material didático após a
realização das ações de capacitação
19
11
17
13
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
231
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 25 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos e 19 delas apoiam na divulgação das ações
por meio de panfletagem. 24 realizam divulgação das ações por meio do mural da instituição,
18 divulgam por meio do rádio e 05 por meio de redes sociais. 19 fazem distribuição de material
didático durante a realização das ações de capacitação e 17 fazem a distribuição de material
didático após a realização das ações de capacitação.
10.17. RIO GRANDE DO NORTE
O Estado do Rio Grande do Norte possui 167 municípios. Com área de 52.810,699 km²;
tem como limites a norte e a leste o Oceano Atlântico, ao sul com a Paraíba e a Oeste com o
Ceará. Sua população corresponde a 3.168.133, segundo Censo do IBGE 2010.
Sua atual governadora é Rosalba Escóssia Ciarlini Rosado, do DEM, eleita no primeiro
turno, sucessora de Iberê Paiva Ferreira de Souza, do PSB, que assumiu o governo mediante a
renúncia de Wilma Maria de Faria.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 18,1 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 1680,59.
O Índice de Gini representa 0, 55; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 4, 2, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,54. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é menor; em relação ao PIB, o valor aponta que o Rio
Grande do Norte concentra um índice baixo no que se refere à produção na agropecuária,
indústria e serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado
possui também indicadores medianos de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a
desigualdade social, e a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se
encontram num grau considerado regular.
232
10.17.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – RIO GRANDE DO NORTE
Estrutura da organização
Dentre os 167 municípios que compõem o Estado do Rio Grande do Norte, apenas 02
deles responderam à pesquisa. Assu e São Paulo do Potengi. O Estado totalizou nos dois
municípios, 20 questionários, sendo 14 em Assu, o que representa 70% das respostas. São Paulo
do Potengi respondeu 06, o que corresponde a 30% dos questionários respondidos no Estado.
Em âmbito nacional, Assu representa 3,3%, considerando o total de 429 questionários e os 25
Estados representados na pesquisa. Já São Paulo do Potengi representa 1,4% dos questionários.
Gráfico 27 - Municípios Rio Grande do Norte
120
100
100
80
70
N
60
%
40
20
30
20
14
6
0
ASSU
SAO PAULO DO POTENGI
Total
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa, no Estado do Rio Grande do Norte foi fundada entre os anos de 1980
a 2010, ou seja, 09 das instituições que responderam à questão. 04 delas têm existência entre
os anos 50 e 80 do século passado, enquanto que 01 se firmou como instituição antes de 1950.
Os dados também mostram que 06 instituições não quiseram, ou não souberam informar quanto
ao ano de sua fundação.
233
Gráfico 28 - Fundação Rio Grande do Norte
1; 3%
6; 18%
4; 12%
Antes de 1950
Entre 1951 e 1980
Após 1981
9; 26%
Total
Não informado
14; 41%
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 13 (65,0%) delas estão registradas em
Cartório, 05 (25,0%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 04 (20,0%) o tem realizado
junto à prefeitura. Já na Receita Federal são 05(25,0%). 05 (27,8%) delas declararam ter
registro no MTE.
Tabela 230 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
13 (65,0%)
07 (35,0%)
20 (100,0%)
Junta Comercial
05 (25,0%)
15 (75,0%)
20 (100,0%)
Prefeitura
04 (20,0%)
16 (80,0%)
20 (100,0%)
Receita Federal
05 (25,0%)
15 (75,0%)
20 (100,0%)
MTE
05 (25,0%)
15 (75,0%)
20 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
234
1017.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL - RIO GRANDE DO NORTE
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 03 igrejas e 05
sindicatos, 05 ou 25,0% são associações e 01 conselho. Ainda se declararam 02 cooperativas
(10,0%) e 01 fórum.
Tabela 231 – Tipo de organização
Tipo de organização
Sindicato
Igreja
Associação
Cooperativa
Conselho
Fórum
Total
Nº
05
03
05
02
01
01
20
%
25,0
15,0
25,0
10,0
5,0
5,0
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 07 das
organizações tomam as suas decisões de forma colegiada, em 08 unidades a comunidade
participa da gestão, em 07 delas são realizadas assembleias e em 08 das instituições as decisões
são tomadas a partir de conselho. Já 14 delas funcionam com diretoria e 01 funciona com
comitê.
Tabela 232 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Não informado
Diretoria
14
03
03
Conselho
08
05
07
Assembleia
07
05
08
Comitê
01
07
12
Comissões
02
06
12
Assessorias Externas
02
06
12
Assessorias Internas
02
06
12
Comunidade participa da gestão
08
03
9
Decisões são colegiadas
07
05
8
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
235
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 45,5% das instituições que responderam à questão (09) realizam suas
reuniões mensalmente, (04) semanalmente, (03) anualmente, 03 delas têm outra frequência
para suas reuniões, sejam encontros trimestrais e bimestrais e as frequências anuais e
quinzenais também apareceram com 01 instituição cada.
Tabela 233 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Semanal
Quinzenal
Mensal
Anual
Outra∗
Total
Nº
04
01
09
03
03
20
%
20,0
5,0
45,0
15,0
15,0
100,0
*Corresponde, em sua maioria, a encontros trimestrais, bimestrais ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 20 que
participaram da pesquisa no Estado, 10 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 09 dizem
não realiza-las. E apenas 01 não informa a questão.
Tabela 234 - A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
10
09
19
01
52,6
47,4
100,0
5,2
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas.
06 o fizeram de forma voluntária, 07 por convite da própria
organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 02 delas
236
estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram
procuradas.
Tabela 235 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Sim
Não
Não informado
Voluntária
06 (100,0%)
00
14
Convite
07 (100,0%)
00
13
Indicação
02 (100,0%)
00
18
Outra*
01 (100,0%)
00
19
*Corresponde a eleições, trabalho conjunto ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
Tabela 236 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé
de igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
Argumentam e negociam para chegar
a um ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na
relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de negociação
Existem mecanismos de
cooperação na parceria
Sim
Em parte
Não
Não informado
10 (83,3%)
01 (8,3%)
01 (8,3%)
08
08 (66,7%)
03 (25,0%)
01 (8,3%)
08
04 (33,3%)
03 (25,0%)
05 (41,7%)
08
09 (81,8%)
02 (18,2%)
00
09
10 (83,3%)
02 (16,7%)
00
08
09 (75,0%)
03 (25,0%)
00
08
11 (91,7%)
01 (8,3%)
00
08
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 10 (83,3%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 01 (8,3%) em parte e 08
instituições não responderam.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 08 (66,7%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 03 (25,0%) o realiza apenas em parte.
237
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que nenhuma instituição declarou haver ambiguidades e ambivalências nas parcerias
estabelecidas. Para 04 (33,3%) as ambiguidades existem, apenas em parte representa 25,0%
(03), e em 08 não informaram.
Quanto à qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 09 das respostas afirmaram positivamente e 09 não
informaram a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi elevado, seja de 10 (83,3%) positivamente, e apenas em 02 (16,7%) o são em
parte. 06 não quiseram informar as respostas.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão, 09
(75,0%) ela existe e apenas em 03(25,0%) existe ainda que parcialmente. Mas ainda é alto o
número de instituições que não informaram a questão, neste caso, foram 08 as que não
quiseram informar a resposta.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 11 (91,7%) sinalizaram
positivamente, 01(8,3%) em parte. 08 não responderam à questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que 06 (50,0%) realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas, e 06 (50,0%)
não realizam este tipo de estratégia. 03 (27,3%) organizações publicam sobre os temas. Já 8
(72,7%), não o fazem e 09 não informaram.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 04 (40,0%) respondem sim e 06 (60,0%)
não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 07 (58,3%) organizações dizem sim e 05 (41,7%) respondem não à questão.
238
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 08 (66,7%) sim e 4
(33,3%), não.
Tabela 237 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não
Não informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
6 (50,0%)
6 (50,0%)
8
Publica sobre os temas
3 (27,3%)
8 (72,7%)
9
Oferece ao público algum tipo de capacitação
referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras organizações
sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização
7 (58,3%)
5 (41,7%)
8
6 (54,5%)
5 (45,5%)
9
8 (66,7%)
4 (33,3%)
8
* palestras, parcerias com autoridades, realiza denúncias.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.17.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – RIO GRANDE DO NORTE
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 20 questionários apurados, 14 –
o que equivale a 77,8% aproximadamente – afirmaram que sua organização possui articulação
com outras instituições, enquanto 04 dizem não possuir nenhum tipo de articulação e 02 não
informaram.
Tabela 238 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Sim
Não
Total
Não informado
Nº
14
04
18
02
%
77,8
22,2
100,0
-
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 16 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 12 delas tal
articulação se dá na esfera pública e 10 delas com a esfera da sociedade civil. Já as esferas do
terceiro setor e a esfera privada tiveram 05 respostas cada, conforme pode ser visualizado na
tabela abaixo.
239
Tabela 239 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não informado
Pública
12
08
Sociedade Civil
10
10
Privada
05
15
Terceiro Setor
05
15
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 5 (25,0%)
dos casos e em 15 (75,0%) não se dá nesta esfera. Para 04 (20,0%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 16 (80,0%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 11 (55,0%) delas. Já 09 (45,0%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos; e em 03 (15,0%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 17 (85,0%) delas foi negativa.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 03 (15,0%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 17 (85,0%) isto não acontece.
04 instituições se articulam por meio de assessorias e em 16 (80,0%) tal articulação não
acontece. 06 (30,0%) para realização de projetos, eventos e outras ações e em 02 (10,0%) dos
casos não articulação com os serviços terceirizados, e em 18 (90,0%) não ocorrem.
Na esfera privada é possível verificar que em 19 (95,0%) dos casos não há articulação
entre as instituições no âmbito financeiro e em 18 (90,0%) dos casos não há o desenvolvimento
de assessorias, e apenas 03 (15,0%) delas afirmam ter articulação no âmbito da realização de
eventos, projetos e ações. 03 (15,0%) delas declaram ter tal articulação no âmbito dos serviços
terceirizados.
No que tange ao terceiro setor, em 100% dos casos as articulações não se dão no campo
do apoio financeiro; com os serviços terceirizados ocorrem em 19 (95,0%). No campo dos
eventos, projetos e ações 0 5 (25,0%) instituições têm articulação, e 03 (15,0%) no âmbito das
assessorias. E apenas 01 instituição com os serviços terceirizados.
240
Tabela 240 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
05 (25,0%)
15 (75,0%)
Assessoria
04 (20,0%)
16 (80,0%)
Eventos/projetos/ações
11 (55,0%)
09 (45,0%)
Serviços Terceirizados
03 (15,0%)
17 (85,0%)
Apoio Financeiro
03 (15,0%)
17 (85,0%)
Assessoria
04 (20,0%)
16 (80,0%)
Eventos/projetos/ações
06 (30,0%)
14 (70,0%)
Serviços Terceirizados
02 (10,0%)
18 (90,0%)
Apoio Financeiro
01 (5,0%)
19 (95,0%)
Assessoria
02 (10,0%)
18 (90,0%)
Eventos/projetos/ações
03 (15,0%)
17 (85,0%)
Serviços Terceirizados
03 (15,0%)
17 (85,0%)
00
20 (100,0%)
Assessoria
03 (15,0%)
17 (85,0%)
Eventos/projetos/ações
05 (25,0%)
15 (75,0%)
Serviços Terceirizados
01 (5,0%)
19 (95,0%)
Pública
Sociedade Civil
Privada
Terceiro Setor
Apoio Financeiro
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 241 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no
desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Satisfação de necessidades imediatas
da população usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
Sim
Não
Não informado
17 (100,0%)
00
03
15 (93,8)
01 (6,3%)
04
11(100,0%)
00
09
Incentivo ao empreendedorismo
08 (100,0%)
00
12
Inserção no mercado de trabalho
10(100,0%)
00
10
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
241
Das instituições que responderam à questão 17 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 15 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 11 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 08, o
incentivo ao empreendedorismo. Para 10, é a inserção no mercado de trabalho o seu objetivo
principal.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 14 organizações o que representa
73,7% estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da
comunidade, enquanto 05 não fazem e nem se envolve e 01 não informou.
Tabela 242 – A Organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
14
05
19
01
73,7
26,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 09 (47,4%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 10 (52,6%) delas aproximadamente não o são e 01 não
informou. Para 15 (75,0%) delas a Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões
dos assuntos da localidade. Em 07 (35,0%) dos casos a Organização realiza diagnóstico
participativo para identificar os problemas e suas causas na comunidade, e em 14 (73,7%) delas
a organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns. Já 16 (84,2%), a organização
disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência.
242
Tabela 243 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
A Organização é reconhecida pela comunidade
como mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade
nas decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo
para identificar os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência
A Organização é comprometida com o desenvolvimento
social sustentável
A Organização realiza alguma ação que promova
a responsabilidade social sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta
aplicação dos recursos públicos**
A Organização realiza alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção**
Sim
Não
Não informado
09 (47,4%)
10 (52,6%)
1
15 (75,0%)
05 (25,0%)
0
07 (35,0%)
13 (65,0%)
0
14 (73,7%)
05 (26,3%)
1
16 (84,2%)
03 (15,8%)
1
14 (73,7%)
05 (26,3%)
1
09 (47,4%)
10 (52,6%)
1
10 (52,6%)
09 (47,4%)
1
08 (42,1%)
11 (57,9%)
1
*Opção existente somente no questionário de 2009
**Opção existente somente no questionário de 2010
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 14
(73,7%) dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e
em 09 (47,4%) dos casos a Organização possui algum programa de responsabilidade social sobre
consciência tributária. Ainda temos que em 10 (52,6%) delas a Organização realiza alguma ação
que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos
públicos e em 08 (42,1%) a Organização realiza alguma ação alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção enquanto o maior percentual das organizações 11
(57,9%) não as realiza.
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 18 (94,7%)
das organizações afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção.
243
Tabela 244 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção **
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
18
01
19
01
94,7
5,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro o
número é pequeno, apenas 01 instituição apoia financeiramente tais atividades. Em 07 delas há
a disponibilidade de espaço físico e em 01 de veículos. 09 organizações afirmam que cedem seu
pessoal para organização e apoio aos eventos de capacitação. Já 03 delas trabalham para
impressão de material de divulgação.
Tabela 245 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela Instituição
Sim
Não se aplica
Apoio financeiro
01
19
Cessão de espaço físico
07
13
Disponibilização de veículos
01
19
Cessão de pessoal para organização e apoio ao evento de capacitação
09
11
Impressão de material de divulgação
03
17
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
17
03
Divulgação das ações por meio de panfletagem
11
09
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
13
07
Divulgação das ações por meio de rádio
10
10
Divulgação das ações por meio de redes sociais
06
14
Distribuição de material didático durante a realização das ações de capacitação
09
11
Distribuição de material didático após a realização das ações de capacitação
08
12
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 17 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos e 11 delas apoiam na divulgação das ações
por meio de panfletagem. 13 realizam divulgação das ações por meio do mural da instituição,
244
10 divulgam por meio do rádio e 06 por meio de redes sociais. 09 fazem distribuição de material
didático durante a realização das ações de capacitação e 08 fazem a distribuição de material
didático após a realização das ações de capacitação.
10.18. RIO GRANDE DO SUL
O Estado do Rio Grande do Sul possui 496 municípios. Com área de 268.781,896 km²;
tem como limites o estado de Santa Catarina ao norte, o oceano Atlântico ao leste, o Uruguai ao
sul, e a Argentina a oeste, sua capital é o município de Porto Alegre. Sua população corresponde
a 10.695.532, segundo Censo do IBGE 2010.
Seu atual governador é Tarso Fernando Herz Genro, do PT. Tarso renuncia o a chefia do
Ministério da Justiça para disputar o mandato de governador do Rio Grande do Sul, sendo eleito
no primeiro turno.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 4,6 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 2843,88.
O Índice de Gini representa 0, 49; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 9, 51, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0, 74. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é menor; em relação ao PIB, o valor aponta que o
Estado concentra um índice também mediano no que se refere à produção na agropecuária,
indústria e serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado
possui também indicadores medianos de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a
desigualdade social, e a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se
encontram num grau considerado regular.
245
10.18.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – RIO GRANDE DO SUL
Estrutura da organização
Dentre os 496 municípios que compõem o Estado do Rio Grande do Sul, 08 deles
responderam à pesquisa. Conforme pode ser visualizado no gráfico abaixo o Estado totalizou nos
08 municípios, 25 questionários, sendo 10 em Porto Alegre, o que representa 40% das respostas,
05 em Itaperuna, ou seja, 20%, 04 em Santo Ângelo o que significa 16% e 2,8 em Mato
Queimado, ou 8%. Os outros municípios totalizaram 01 questionário cada o que representa
1,4% no Estado. Em âmbito nacional, Porto Alegre representa 2,3%, considerando o total de 429
questionários e os 25 Estados representados na pesquisa. Já Itaperuna representa 1,2% dos
questionários, Santo Ângelo, 0,9% e Mato queimado apresentou 0,5% da representação
nacional.
Gráfico 29 - Municípios Rio Grande do Sul
1; 4%
1; 4%
5; 20%
ENTRE-IJUIS
1; 4%
2; 8%
ITACURUBI
ITAPERUNA
MACHADINHO
25; 100%
10; 40%
4;
16%
MATO QUEIMADO
PORTO ALEGRE
SANANDUVA
SANTO ANGELO
1; 4%
Total
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa, no Estado do Rio Grande do Sul foi fundada entre os anos de 1980 a
2010, ou seja, 46,7%. 33,3% delas têm existência entre os anos 50 e 80 do século passado,
enquanto que 20% se firmaram como instituição antes de 1950.
246
Gráfico 30 - Fundação Rio Grande do Sul
3
Antes de 1950
5
Entre 1951 e 1980
7
25
Após 1981
Total
15
Não Informado
10
total
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 16 (64,0%) delas estão registradas em
Cartório, 06 (64,4%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 04 (16,0%) o tem realizado
junto à prefeitura. Já na Receita Federal são 05 (20,0%).
Já as registradas em TEM
representaram 03 (12,0%).
Tabela 246 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
16 (64,0%)
9 (36,0%)
25 (100,0%)
Junta Comercial
06 (24,0%)
19 (76,0%)
25 (100,0%)
Prefeitura
04 (16,0%)
21 (84,0%)
25 (100,0%)
Receita Federal
05 (20,0%)
20 (80,0%)
25 (100,0%)
MTE
03 (12,0%)
22 (88,0%)
25 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.18.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL- RIO GRANDE DO SUL
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 03 sindicatos, 09 ou
36,0% são associações, 10 (40,0%) são conselhos. Ainda se declararam organização social e
cooperativa com 01 instituição cada.
247
Tabela 247 – Tipo de organização
Tipo de organização
Nº
%
Sindicato
Organização Social
Associação
Cooperativa
Conselho
Outro
Total
03
01
09
01
10
01
25
12,0
4,0
36,0
4,0
40,0
4,0
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 10 das
organizações tomam as suas decisões de forma colegiada, em 09 unidades a comunidade
participa da gestão, em 18 delas são realizadas assembleias e em 15 das instituições as decisões
são tomadas a partir de conselho. Já 19 delas funcionam com diretoria e 06 funcionam com
comissões.
Tabela 248 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Não informado
Diretoria
19 (86,4%)
03 (13,6%)
03
Conselho
15 (83,3%)
03 (16,7%)
07
Assembleia
18 (78,3%)
05 (21,7%)
02
Comissões
06 (46,2%)
07 (53,8%)
12
Assessorias Externas
04 (33,3%)
08 (66,7%)
13
Assessorias Internas
04 (30,8%)
09 (69,2%)
12
Comunidade participa da gestão
09 (60,0%)
06 (40,0%)
10
Decisões são colegiadas
10 (62,5%)
06 (37,5%)
09
Outra
01 (10,0%)
09 (90,0%)
15
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 62,5% das instituições que responderam à questão (15) realizam suas
reuniões mensalmente, (04) semanalmente, 02 delas têm outra frequência para suas reuniões,
248
sejam encontros trimestrais e bimestrais e as frequências anuais e quinzenais também
apareceram com 01 e 02 respectivamente.
Tabela 249 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Nº
%
Semanal
Quinzenal
Mensal
Anual
Outra∗
Total
Não Informado
04
02
15
01
02
24
1
16,7
8,3
62,5
4,2
8,3
100,0
*Corresponde, em sua maioria, a encontros trimestrais, bimestrais ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 25 que
participaram da pesquisa no Estado, 20 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 03 dizem
não realizá-las. E apenas 02 não informaram a questão.
Tabela 250 – A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
20
03
23
2
87,0
13,0
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas. 14 o fizeram de forma voluntária, 07 por convite da própria
organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 08 delas
estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram
procuradas.
249
Tabela 251 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Sim
Não
Não informado
Voluntária
14
01
10
Convite
07
00
18
Indicação
08
00
17
Outra*
02
06
17
*Corresponde a eleições, trabalho conjunto ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
Tabela 252 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé de
igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
Argumentam e negociam para chegar
a um ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na
relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos
de negociação
Existem mecanismos de cooperação
na parceria
Sim
Em parte
Não
Não informado
16 (84,2%)
03 (15,8%)
06
18 (85,7%)
03 (14,3%)
04
05 (27,8%)
10 (55,6%)
03 (16,7%)
07
17 (81,0%)
03 (14,3%)
01 (4,8%)
04
17 (85,0%)
03 (15,0%)
05
13 (65,0%)
07 (35,0%)
05
13 (68,4%)
06 (31,6%)
06
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 16 (84,2%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 03 (15,8%) em parte e 06
instituições não responderam.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 18 (85,7%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 03 (14,3%) o realizam apenas em parte.
250
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que 05 (27,8%) instituições declararam haver ambiguidades e ambivalências nas parcerias
estabelecidas, enquanto 10 (55,6%) em parte e 03 (16,7%).
Quanto à qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 17 das respostas afirmaram positivamente e 04 não informaram
a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi elevado, seja de 17 (85,0%) positivamente, e apenas em 03 (15,0%) o são em
parte. 01 organização responde não à questão e 06 não quiseram informar as respostas.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão, 13
(65,0%) e em 07 (35,0%) existe ainda que parcialmente. O número de instituições que não
informaram a questão representou 05.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 13 (68,4%) sinalizaram
positivamente, 06 (31,6%) em parte. 06 não responderam à questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 08 (18,2%) realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e 11
(57,9%) não realizam este tipo de estratégia. Enquanto 06 não responderam.
04 (20,0%)
organizações publicam sobre os temas. Já 16 (80,0%), não o fazem e 05 não informaram.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 08 (42,1%) respondem sim e 16
(80,0%).
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 14 (66,7%) organizações dizem sim e 07 (33,3%) respondem não à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 16 (72,2%) sim e 06
(27,3%), não.
251
Tabela 253 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as
temáticas
Publica sobre os temas
Oferece ao público algum tipo de capacitação
referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras
organizações sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na
agenda da organização
Sim
Não
Não informado
08 (42,1%)
11 (57,9%)
06
04 (20,0%)
16 (80,0%)
05
08 (42,1%)
11 (57,9%)
06
14 (66,7%)
07 (33,3%)
04
16 (72,2%)
06 (27,3%)
03
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.18.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – RIO GRANDE DO SUL
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 25 questionários apurados 17, o
que equivale a 81,0% aproximadamente, afirmaram que sua organização possui articulação com
outras instituições, enquanto 04 dizem não possuir nenhum tipo de articulação.
Tabela 254 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Sim
Não
Total
Nº
17
04
21
%
81,0
19,0
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 25 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 19 delas tal
articulação se dá na esfera pública e 14 delas com a esfera da sociedade civil. Já as esferas do
terceiro setor e a esfera privada tiveram 10 e 07 respostas respectivamente, conforme pode ser
visualizado na tabela abaixo.
252
Tabela 255 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não
Não informado
Pública
Sociedade Civil
Privada
Terceiro Setor
19
14
07
10
01
01
02
02
05
10
16
13
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 14 (56,0%)
dos casos e em 11 (44,0%) não se dá nesta esfera. Para 10 (40,0%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 15 (60,0%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 08 (32,0%) delas. Já 17 (68,0%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos, e em 1 (4,0%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 24 (96,0%) delas foi negativa.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 07 (28,0%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 18 (72,0%) não acontece. 05
(20,0%) se articulam por meio de assessorias e em 20 (80,0%) tal articulação não acontece. 11
(44,0%) para realização de projetos, eventos e outras ações, e em 23 (92,0%) dos casos não
articulação com os serviços terceirizados.
Na esfera privada é possível verificar que em 22 (88,0%) dos casos não há articulação
entre as instituições no âmbito financeiro e em 20 (80,0%) dos casos não há o desenvolvimento
de assessorias, e penas 05 (20,0%) delas afirmam ter articulação no âmbito da realização de
eventos, projetos e ações. 03 delas declaram ter tal articulação no âmbito dos serviços
terceirizados.
No que tange ao terceiro setor, em 03 (12,0%) dos casos as articulações se dão no
campo do apoio financeiro; com os serviços terceirizados. No campo dos eventos, projetos e
ações apenas 10 instituições têm articulação e 04 (16,0%) no âmbito das assessorias. E apenas
01 instituição com os serviços terceirizados.
253
Tabela 256 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
14 (56,0%)
11 (44,0%)
Assessoria
10 (40,0%)
15 (60,0%)
Eventos/projetos/ações
08 (32,0%)
17 (68,0%)
Serviços Terceirizados
01 (4,0%)
24 (96,0%)
Apoio Financeiro
07 (28,0%)
18 (72,0%)
Assessoria
5 (20,0%)
20 (80,0%)
Eventos/projetos/ações
11 (44,0%)
14 (56,0%)
Serviços Terceirizados
02 (8,0%)
23 (92,0%)
Apoio Financeiro
03 (12,0%)
22 (88,0%)
Assessoria
05 (20,0%)
20 (80,0%)
Eventos/projetos/ações
05 (20,0%)
20 (80,0%)
Serviços Terceirizados
03 (12,0%)
22 (88,0%)
Pública
Sociedade Civil
Privada
Terceiro Setor
Apoio Financeiro
03 (12,0%)
22 (88,0%)
Assessoria
04 (16,0%)
21 (84,0%)
Eventos/projetos/ações
10 (40,0%)
15 (60,0%)
Serviços Terceirizados
01 (4,0%)
24 (96,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 257 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Sim
Não
Não informado
Busca do bem comum
21
01
03
Satisfação de necessidades imediatas da população usuária/beneficiária
22
00
03
Desenvolvimento do voluntariado
06
06
13
Incentivo ao empreendedorismo
06
06
13
Inserção no mercado de trabalho
08
05
12
Outros
02
09
14
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
254
Das instituições que responderam à questão 21 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 22 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 06 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e o
incentivo ao empreendedorismo cada. Para 08, é a inserção no mercado de trabalho o seu
objetivo principal. Para 02 delas existem outros tipos de objetivos que não estavam listados na
questão, mas também não informaram quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 20 organizações o que representa
87,0% estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da
comunidade, enquanto 03 não fazem e nem se envolve e 02 não informaram.
Tabela 258 – A organização/Instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Nº
%
Sim
Não
Total
Não Informado
20
03
23
02
87,0
13,0
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 15 (65,2%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 08 (34,8%) delas aproximadamente não o são e 02 não
informaram. Para 16 (69,6%) delas a Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade. Em 12 (57,1%) dos casos a Organização realiza diagnóstico
participativo para identificar os problemas e suas causas na comunidade e em 18 (81,8%) delas
a organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns. Já 18 (78,3%), a organização
disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência.
255
Tabela 259 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
A Organização é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade
nas decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para
identificar os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de
interesses comuns
A Organização disponibiliza espaços de
aprendizagem e convivência
A Organização é comprometida com o
desenvolvimento social sustentável
A Organização possui algum programa de
responsabilidade social sobre consciência tributária e
do zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos
públicos*
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela
correta aplicação dos recursos públicos**
A Organização realiza alguma ação de capacitação
sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção**
Outras contribuições**
Sim
Não
Não informado
15 (65,2%)
08 (34,8%)
02
16 (69,6%)
07 (30,4%)
02
12 (57,1%)
09 (42,9%)
04
18 (81,8%)
04 (18,2%)
03
18 (78,3%)
05 (21,7%)
02
15 (68,2%)
07 (31,8%)
03
10 (41,7%)
01 (4,2%)
01
03 (12,5%)
09 (37,5%)
01
07 (30,4%)
04 (17,4%)
02
03 (13,0%)
08 (34,8%)
02
00
01 (7,7%)
12
*Opção existente somente no questionário de 2009
**Opção existente somente no questionário de 2010
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 15
(62,8%) dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e
em 10 (41,7%) dos casos a Organização possui nenhum programa de responsabilidade social
sobre consciência tributária. Ainda temos que em 07 (30,4%) delas a Organização realiza
alguma ação que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação
dos recursos públicos e em 3 (13,0%) a Organização realiza alguma ação alguma ação de
capacitação sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção, enquanto o percentual das
organizações 8 (34,8%) não as realiza.
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 76,9% das
organizações afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre Controle
Social e Prevenção à Corrupção.
256
Tabela 260 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação
sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção **
Sim
Não
Total
Nº
%
10
03
13
76,9
23,1
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram em 04 delas há a disponibilidade de
espaço físico, e em 04 organizações afirmam que cedem seu pessoal para organização e apoio
aos eventos de capacitação. Já 05 delas trabalham com divulgação das ações por meio de
panfletagem.
Tabela 261 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Cessão de espaço físico
Cessão de pessoal para organização e apoio ao
evento de capacitação
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
Divulgação das ações por meio de panfletagem
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
Divulgação das ações por meio de rádio
Divulgação das ações por meio de redes sociais
Distribuição de material didático durante a realização das
ações de capacitação
Distribuição de material didático após a realização
das ações de capacitação
Outro
Sim
04 (25,0%)
Não se aplica
09
04 (25,0%)
09
06 (33,3%)
05 (29,4%)
07 (36,8%)
01 (7,7%)
03 (20,0%)
07
08
06
12
10
04 (25,0%)
09
03 (20,0%)
10
02 (14,3%)
11
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 06 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos. 07 realizam divulgação das ações por meio
do mural da instituição, 01 divulga por meio do rádio e 03 por meio de redes sociais. 04 fazem
distribuição de material didático durante a realização das ações de capacitação e 03 fazem a
distribuição de material didático após a realização das ações de capacitação.
257
10.19. RIO DE JANEIRO
O Estado do Rio de Janeiro possui 92 municípios, localiza-se na porção leste da região
Sudeste, tendo como limites os estados de Minas Gerais (norte e noroeste), Espírito
Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste), como também o Oceano Atlântico (leste e sul). Com
área de 43.780,157 km²; sua população corresponde a 15.993.583, segundo Censo do IBGE
2010.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 4,0 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 3346,37.
Seu atual governador é Sérgio Cabral Filho, do PMDB, eleito em 2006, sucessor de
Rosinha Garotinho; e reeleito em 2010, ainda no primeiro turno.
O Índice de Gini representa 0,54; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 11,19, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,88. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada baixa, configura, portanto,
que a renda dos indivíduos tem distribuição desigual, e a concentração desta,
consequentemente, é maior; em relação ao PIB, o valor aponta que Goiás concentra um índice
bom no que se refere à produção na agropecuária, indústria e serviços; no que diz respeito ao
Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui também indicadores excelentes de
desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade social, e a relação de
empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau considerado muito
bom.
10.19.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – RIO DE JANEIRO
Estrutura da organização
Dentre os 92 municípios que compõem o Estado do Rio de Janeiro, apenas 01 deles
respondeu à pesquisa, o município representado foi Campos. O Estado totalizou 06
questionários. Em âmbito nacional, Campos representa, 1,4% do total de questionários
respondidos no país se considerarmos o total de 429 questionários e os 25 Estados
representados na pesquisa.
258
Gráfico 31 - Município Rio de Janeiro
120
100
100
80
60
CAMPOS
40
20
6
0
N
%
No gráfico a seguir pode-se inferir que 04 instituições/organizações participantes da
pesquisa, no Estado do Rio de Janeiro foram fundadas antes de 1950. Já 02 delas têm existência
entre os anos 50 e 80 do século passado.
Gráfico 32 - Fundação Rio de Janeiro
120
100
100
80
66,7
N
60
%
33,3
40
20
4
6
2
0
Antes de 1950
Entre 1951 e 1980
Total
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 04 delas estão registradas em Cartório,
01 delas tem o seu registro em junta comercial. Já na Receita Federal há 01, assim como no
MTE.
259
Tabela 262 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
04
02
06
Junta Comercial
01
05
06
Prefeitura
00
06
06
Receita Federal
01
05
06
MTE
01
05
06
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.19.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL - RIO DE JANEIRO
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 01 igreja e 04
sindicatos.
Tabela 263 – Tipo de organização
Tipo de organização
Sindicato
Igreja
Outro
Total
Nº
04
01
01
06
%
66,7
16,7
16,7
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: em 04 delas
são realizadas assembleias e em 01 das instituições as decisões são tomadas a partir de
conselho. Já 02 delas funcionam com diretoria.
Tabela 264 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Não informado
Total
Diretoria
02
00
04
06
Conselho
01
00
05
06
Assembleia
04
00
02
06
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
260
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indica que, das instituições que responderam à questão, apenas 01 realiza suas
reuniões semanalmente.
Tabela 265 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Nº
%
Semanal
Total
Não Informado
01
05
01
20,0
100,0
*Corresponde, em sua maioria, a encontros trimestrais, bimestrais ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 06 que
participaram da pesquisa no Estado, 01 delas afirma possuir algum tipo de parceria e 04 dizem
não realizá-las. E apenas 01 não informa a questão.
Tabela 266 - A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos e/ou
outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
01
04
05
01
20,0
80,0
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Apenas 01 respondeu que
estabelecia parceria, mas tal não foi indicada.
Tabela 267 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Outra*
Sim
01 (100,0%)
*Corresponde a eleições, trabalho conjunto ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
261
Não
Não informado
05
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
Tabela 268 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé
de igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Sim
Em parte
Não
Não informado
01
00
00
05
00
00
01
05
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
Argumentam e negociam para chegar a
um ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na relação
estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de negociação
00
00
01
05
00
00
01
05
01
00
01
05
00
00
01
05
00
00
01
05
Existem mecanismos de cooperação na parceria
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 01
confirmou que sim, e 05 instituições não responderam.
Os dados da tabela acima referentes ao diálogo sobre os diferentes pontos de vista, 01
não realiza, e 05 não informaram.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que nenhuma instituição declarou haver ambiguidades e ambivalências nas parcerias
estabelecidas. Apenas em 01 dos casos não há ambivalências ou ambiguidades nas relações.
Quanto à qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 01 das respostas afirmou negativamente e 05 não informaram
a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi pequeno, seja de 01 positivamente. 01 organização responde não à questão e 05
não quiseram informar as respostas.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que apenas para 01 instituição não há. 05 as que não quiseram informar
a resposta.
262
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 01 não os possui. 05 não
responderam à questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que não realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas (04 não informaram),
como também não publicam sobre os temas. Já 09 não informaram.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 01 respondeu não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 01 das organizações disse sim e 05 não informaram.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 01 disse sim e 05 não
informaram.
Tabela 269 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não
Não informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
00
02
04
Publica sobre os temas
Oferece ao público algum tipo de capacitação
referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras
organizações sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização
00
01
05
00
01
05
01
00
05
01
00
05
Outra*
00
01
505
* palestras, parcerias com autoridades, realiza denúncias.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.19.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – RIO DE JANEIRO
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 06 questionários apurados, 01, o
que equivale a 20,0% aproximadamente, afirmaram que sua organização possui articulação com
outras instituições, enquanto 04 dizem não possuir nenhum tipo de articulação.
263
Tabela 270 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Sim
Não
Total
Nº
01
04
05
%
20,0
80,0
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 06 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 01 há
articulação com a esfera privada, conforme pode ser visualizado na tabela abaixo.
Tabela 271 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não
Não informado
Pública
00
01
05
Sociedade Civil
00
01
05
Privada
1
00
05
Terceiro Setor
00
1 (100,0%)
05
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Nos espaços da esfera pública, sociedade civil, esfera privada, terceiro setor, não há
articulações em todos os âmbitos, conforme tabela abaixo.
Tabela 272 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Não
Pública
Apoio Financeiro
06 (100,0%)
Assessoria
06 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
06 (100,0%)
Serviços Terceirizados
06 (100,0%)
Sociedade Civil
Apoio Financeiro
06 (100,0%)
Assessoria
06 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
06 (100,0%)
Serviços Terceirizados
06 (100,0%)
264
Privada
Apoio Financeiro
05 (83,3%)
Assessoria
06 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
06 (100,0%)
Serviços Terceirizados
06 (100,0%)
Terceiro Setor
Apoio Financeiro
06 (100,0%)
Assessoria
06 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
06 (100,0%)
Serviços Terceirizados
06 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 273 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Sim
Não
Não informado
Busca do bem comum
02
00
04
Satisfação de necessidades imediatas da população usuária/beneficiária
04
00
02
Desenvolvimento do voluntariado
00
02
04
Incentivo ao empreendedorismo
00
02
04
Inserção no mercado de trabalho
01
01
04
Outros
02
01
03
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 02 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 04 afirmam buscar a satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Para 01, é a inserção no mercado de trabalho o seu objetivo principal. Para
02 delas existem outros tipos de objetivos que não estavam listados na questão, mas também
não informaram quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 03 organizações o que representa
265
60,0% estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da
comunidade, enquanto 02 não fazem e nem se envolvem e 01 não informou.
Tabela 274 – A organização/instituição estimula o interesse dos participantes
pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
03
02
05
01
60,0
40,0
100,0
20
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 02 dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 01 não o são, e 03 não informaram. Para 02 delas a
Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos da localidade. Em 01
dos casos a Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os problemas e suas
causas na comunidade e em 02 delas a organização mobiliza alguns grupos de interesses
comuns. Já em 02, a organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência.
Tabela 275 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
A Organização é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para
identificar os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
Sim
Não
Não informado
02
01
03
02
01
03
01
02
03
02
01
03
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência
02
02
02
A Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável
A Organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade social
sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade social
sobre o zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos**
A Organização realiza alguma ação de capacitação sobre Controle Social e
Prevenção à Corrupção**
Outras contribuições**
01
02
03
00
04
02
01
02
03
00
03
03
01
03
02
*Opção existente somente no questionário de 2009
**Opção existente somente no questionário de 2010
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
266
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 01
dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e em 04 dos
casos a Organização não possui nenhum programa de responsabilidade social sobre consciência
tributária. Ainda temos que em 01 delas a Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos, e em
03 a Organização realiza não alguma ação alguma ação de capacitação sobre Controle Social e
Prevenção à Corrupção. 01 instituição declara ter outros tipos de contribuições, mas que não
foram especificadas.
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 80,0% das
organizações afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre Controle
Social e Prevenção à Corrupção.
Tabela 276 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação
de capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção **
Nº
%
Sim
Não
Total
Não Informado
04
01
05
01
80,0
20,0
100,0
20
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que em 01 delas há a disponibilidade
de espaço físico. 02 organizações afirmam que cedem seu pessoal para organização e apoio aos
eventos de capacitação.
Tabela 277 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Sim
Não se aplica
Cessão de espaço físico
01
05
Cessão de pessoal para organização e apoio
ao evento de capacitação
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
02
04
03
03
Divulgação das ações por meio de panfletagem
03
03
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
03
03
267
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Sim
Não se aplica
Divulgação das ações por meio de redes sociais
01
05
Distribuição de material didático durante a realização
das ações de capacitação
Distribuição de material didático após a realização das
ações de capacitação
Outro
02
04
02
04
01
05
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 03 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos e 03 delas apoiam na divulgação das ações
por meio de panfletagem. 03 realizam divulgação das ações por meio do mural da instituição, e
01 por meio de redes sociais. 02 fazem distribuição de material didático durante a realização
das ações de capacitação e 01 faz a distribuição de material didático após a realização das
ações de capacitação.
10.20. RONDÔNIA
O Estado de Rondônia possui 52 municípios, localiza-se na região Norte e tem como
limites os estados do Mato Grosso (a leste), Amazonas (ao norte), Acre (a oeste) e a República da
Bolívia (a oeste e sul). Com área de 199.316,694 km²; sua população corresponde a 10.439.601,
segundo Censo do IBGE 2010.
Seu atual governador é Confúcio Aires Moura, do PMDB, ex- prefeito de Ariquemes;
venceu no primeiro turno João Cahulla, do PPS.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 9,8 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 2362,27.
O Índice de Gini representa 0,50; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 6,1, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,52. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura,
portanto, que a renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente, e a
concentração desta, consequentemente, é menor; em relação ao PIB, o valor aponta que
268
Rondônia concentra um índice também mediano no que se refere à produção na agropecuária,
indústria e serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado
possui também indicadores medianos de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a
desigualdade social, e a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se
encontram num grau considerado regular.
10.20.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – RONDÔNIA
Estrutura da organização
Dentre os 52 municípios que compõem o Estado de Rondônia, apenas 03 deles
responderam à pesquisa. Candeias do Jamari, Ouro Preto do Oeste e Porto Velho. O Estado
totalizou nos dois municípios, 18 questionários, sendo 10 em Ouro Preto do Oeste, o que
representa 55,6% das respostas, 07 em Candeias do Jamari, o que corresponde a 38,9% dos
questionários respondidos no Estado e 01 em Porto Velho que significa 5,6% do total. Em
âmbito nacional, Ouro Preto do Oeste representa 2,3%, considerando o total de 429
questionários e os 25 Estados representados na pesquisa. Já Candeias do Jamari representa 2,3%
dos questionários enquanto Porto Velho ficou com 0,2 da representação nacional.
Gráfico 33 - Municípios Rondônia
120
100
100
80
%
38,9
40
20
N
55,6
60
18
7
10
1 5,6
0
CANDEIAS DO
JAMARI
OURO PRETO
DO OESTE
PORTO VELHO
Total
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa, no Estado foi fundada entre os anos de 1980 a 2010, ou seja, 11 das
269
18 instituições que responderam à questão. 01 delas tem existência entre os anos 50 e 80 do
século passado, enquanto que 06 não quiseram ou não souberam informar quanto ao ano de sua
fundação.
Gráfico 34 - Fundação Rondônia
1
Entre 1951 e 1980
6
Após 1981
11
Total
Não informado
18
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada, em Cartório, ou seja, 11 (61,1%), 03 (16,7%) delas têm o seu registro
em junta comercial, e 04 (22,2 %) o tem realizado junto à prefeitura. Já na Receita Federal são
03(16,7%).
Tabela 278 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
11 (61,1%)
07 (38,9%)
18 (100,0%)
Junta Comercial
03 (16,7%)
15 (83,3%)
18 (100,0%)
Prefeitura
04 (22,2%)
14 (77,8%)
18 (100,0%)
Receita Federal
03 (16,7%)
15 (83,3%)
18 (100,0%)
MTE
02 (11,1%)
16 (88,9%)
18 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.20.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL- RONDÔNIA
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 03 igrejas e 03
sindicatos, 02 organizações sociais (11,8%), 06 ou 35,3% são associações, 07 (38,9%) são
conselhos. Ainda se declarou entidade filantrópica, cooperativa, 01 instituição respectivamente.
270
Tabela 279 – Tipo de organização
Tipo de organização
Nº
%
Sindicato
Entidade Filantrópica
Igreja
Associação
Cooperativa
Organização Social
Outro
Total
Não informado
03
01
03
06
01
02
01
17
01
17,6
5,9
17,6
35,3
5,9
11,8
5,9
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 02 das
organizações tomam as suas decisões de forma colegiada, em 02 unidades a comunidade
participa da gestão, em 12 delas são realizadas assembleias e em 08 das instituições as decisões
são tomadas a partir de conselho. Já 09 delas funcionam com diretoria, e 01 funciona com
comitê, as decisões são tomadas tanto através de assessorias externas quanto internas, em 02
unidades respectivamente.
Tabela 280 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Não informado
Total
Diretoria
09 (81,8%)
02 (18,2%)
07
11 (100,0%)
Conselho
08 (80,0%)
02 (20,0%)
08
10 (100,0%)
Assembleia
12 (85,7%)
02 (14,3%)
04
14 (100,0%)
Comitê
01 (14,3%)
06 (85,7%)
11
07(100,0%)
Comissões
03 (42,9%)
04 (57,1%)
11
07(100,0%)
Assessorias Externas
02 (28,6%)
05 (71,4%)
11
07(100,0%)
Assessorias Internas
02 (28,6%)
05 (71,4%)
11
07(100,0%)
Comunidade participa da gestão
02 (25,0%)
06 (75,0%)
10
8(100,0%)
Decisões são colegiadas
02 (28,6%)
05 (71,4%)
11
07(100,0%)
Outra
03 (100,0%)
00
15
03 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
271
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 29,4% das instituições que responderam à questão (05) realizam suas
reuniões mensalmente, (02) semanalmente, 05 delas têm outra frequência para suas reuniões,
sejam encontros trimestrais e bimestrais, as frequências anuais representam (04), e quinzenais
com 01 instituição.
Tabela 281 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Nº
%
Semanal
Quinzenal
Mensal
Anual
Outra∗
Total
Não Informado
02
01
05
04
05
17
01
11,8
5,9
29,4
23,5
29,4
100,0
*Corresponde, em sua maioria, a encontros trimestrais, bimestrais ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 18 que
participaram da pesquisa no Estado, 09 delas afirmam não possuir algum tipo de parceria e 08
dizem realizá-las. E apenas 01 não informa a questão.
Tabela 282 - A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
08
09
17
01
47,1
52,9
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas.
06 o fizeram de forma voluntária, 03 por convite da própria
organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 03 delas
272
estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram
procuradas.
Tabela 283 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Sim
Não
Não informado
Voluntária
06 (100,0%)
00
12
Convite
03 (100,0%)
00
15
Indicação
03 (100,0%)
00
15
Outra*
05 (100,0%)
00
13
*Corresponde a eleições, trabalho conjunto ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão:
Tabela 284 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Sim
Em parte
Não
Não informado
Dialogam um com o outro em pé de igualdade
de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
07 (58,3%)
04 (33,3%)
01 (8,3%)
06
07 (63,6%)
02 (18,2%)
02 (18,2%
07
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
02 (16,7%)
03 (25,0%)
07 (58,3%)
06
Argumentam e negociam para chegar a um
ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na
relação estabelecida na parceria
11 (91,7%)
01 (8,3%)
00
06
03 (27,3%)
00
07
Há solidariedade nos momentos de negociação
11 (91,7%)
01 (8,3%)
00
06
Existem mecanismos de cooperação na
parceria
10 (90,9%)
01 (9,1%)
00
07
08 (72,7%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 07 (58,3%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 04 (33,3%) em parte e 06
instituições não responderam.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 07 (63,6%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 02 (30,0%) o realizam apenas em parte e 07 instituições não responderam.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que 02 (16,7%) instituições declararam haver ambiguidades e ambivalências nas
273
parcerias estabelecidas. Para 03 (25,0%) as ambiguidades existem apenas em parte e em 07
(58,3%) dos casos não há ambivalências ou ambiguidades nas relações.
Quanto à qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum, 11 das respostas afirmaram positivamente, 01 em parte e 06
não informaram a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi elevado, seja de 08 (66,7%) positivamente, e apenas em 03 (25,0%) o são em
parte. 07 não quiseram informar as respostas.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão, 11
(91,7%) ela existe e apenas em 01 (8,3%) existe ainda que parcialmente. Mas ainda é alto o
número de instituições que não informaram a questão, neste caso, foram 06 as que não
quiseram informar a resposta.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 10 (90,9%) sinalizaram
positivamente, 01 (9,1%) em parte e 01 (9,1%) não os possui. 07 não responderam à questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 03 (27,3%) realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e 08
(72,7%) não realizam este tipo de estratégia. Enquanto 07 não responderam.
03 (27,3%)
organizações publicam sobre os temas. Já 08 (72,2%) não o fazem e 07 não informaram.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 074 (58,3%) respondem sim e 07
(58,3%) não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 07 (58,3%) organizações dizem sim e 05 (41,7%) respondem não à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 08 (61,5%) sim e 5
(38,5%), não.
274
Tabela 285 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
Publica sobre os temas
Oferece ao público algum tipo de capacitação
referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras
organizações sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na
agenda da organização
Outra*
Sim
Não
Não informado
03 (27,3%)
03 (27,3%)
08 (72,7%)
07
08 (72,7%)
07
07 (58,3%)
06
05 (41,7%)
07 (58,3%)
05 (41,7%)
08 (61,5%)
05 (38,5%)
05
01 (100,0%)
00
17
06
* palestras, parcerias com autoridades, realiza denúncias.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.20.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL - RONDÔNIA
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 18 questionários apurados, 10
que equivale a 58,8% aproximadamente, afirmaram que sua organização possui articulação com
outras instituições, enquanto 07 dizem não possuir nenhum tipo de articulação.
Tabela 286 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Nº
%
Sim
Não
Total
10
07
17
58,8
41,2
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 18 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 08 delas tal
articulação se dá na esfera pública e 03 delas com a esfera da sociedade civil. Já as esferas do
terceiro setor e a esfera privada tiveram 02 respostas cada, conforme pode ser visualizado na
tabela abaixo.
275
Tabela 287 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não informado
Pública
08
10
Sociedade Civil
03
15
Privada
02
16
Terceiro Setor
02
16
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 04 (22,2%)
dos casos e em 14 (77,8%) não se dá nesta esfera. Para 03 (16,7%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 15 (83,3%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 04 (22,2%) delas. Já 14 (77,8%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos, e em 01 (5,6%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 17 (94,4%) delas foi negativa.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 18 (100,0%) isto
não acontece. O mesmo se dá por meio de assessorias que em 18 (100,0%) tal articulação não
acontece. 03 (16,7%) para realização de projetos, eventos e outras ações, e em 01 (5,6%) ocorre
à articulação com os serviços terceirizados e em 17 (94,4%) não ocorre.
Na esfera privada é possível verificar que em apenas 01 (5,6%) há articulação entre as
instituições no âmbito financeiro e em 17 (94,4%) dos casos não há, e em 18 (100,0%) dos
casos não há o desenvolvimento de assessorias. Apenas 01 (5,6%) delas afirma ter articulação
no âmbito da realização de eventos, projetos e ações, e 17 (94,4%) não. O mesmo resultado é
perceptível em relação ao âmbito dos serviços terceirizados.
No que tange ao terceiro setor, em 100% dos casos as articulações não se dão no campo
do apoio financeiro, nem com assessoria. No campo dos eventos, projetos e ações apenas 01
instituição tem articulação e 02 (11,1%) e 16 (88,9%) não, e apenas 01 instituição tem
articulação serviços terceirizados e 17 (94,4%) não.
276
Tabela 288 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
04 (22,2%)
14 (77,8%)
Assessoria
03 (16,7%)
15 (83,3%)
Eventos/projetos/ações
04 (22,2%)
14 (77,8%)
Serviços Terceirizados
01 (5,6%)
17 (94,4%)
Apoio Financeiro
00
18 (100,0%)
Assessoria
00
18 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
03 (16,7%)
15 (83,3%)
Serviços Terceirizados
01 (5,6%)
17 (94,4%)
01 (5,6%)
17 (94,4%)
00
18 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
01 (5,6%)
17 (94,4%)
Serviços Terceirizados
01 (5,6%)
17 (94,4%)
Apoio Financeiro
00
18 (100,0%)
Assessoria
00
18 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
02 (11,1%)
16 (88,9%)
Serviços Terceirizados
01 (5,6%)
17 (94,4%)
Pública
Sociedade Civil
Privada
Apoio Financeiro
Assessoria
Terceiro Setor
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 289 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no
desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Satisfação de necessidades imediatas da
população usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
Sim
Não
Não informado
13 (92,9%)
01 (7,1%)
04
10 (90,9%)
01 (9,1%)
07
09 (90,0%)
01 (10,0%)
08
Incentivo ao empreendedorismo
05 (83,3%)
01 (16,7%)
012
Inserção no mercado de trabalho
05 (83,3%)
01 (16,7%)
12
Outros
02 (100,0%)
00
16
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
277
Das instituições que responderam à questão 13 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 10 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 09 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 05, o
incentivo ao empreendedorismo. Para 05, é a inserção no mercado de trabalho o seu objetivo
principal. Para 02 delas existem outros tipos de objetivos que não estavam listados na questão,
mas também não informaram quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 12 organizações o que representa
92,3% estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da
comunidade, enquanto 01 não faz e nem se envolve e 05 não informaram.
Tabela 290 – A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Nº
%
Sim
Não
Total
Não Informado
12
01
13
05
92,3
7,7
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 05 (41,7%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 07 (58,3%) delas aproximadamente não o são e 06 não
informaram. Para 07 (58,3%) delas a Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade. Em 08 (66,7%) dos casos a Organização realiza diagnóstico
participativo para identificar os problemas e suas causas na comunidade, e em 11 (78,6%) delas
a organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns. Já 10 (76,9%), a organização
disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência.
278
Tabela 291 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
Sim
Não
Não informado
A Organização é reconhecida pela comunidade
como mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade
nas decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo
para identificar os problemas e suas causas na
comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de
interesses comuns
A Organização disponibiliza espaços de
aprendizagem e convivência
A Organização é comprometida com o
desenvolvimento social sustentável
A Organização possui algum programa de
responsabilidade social sobre consciência tributária e
do zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos
públicos*
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela
correta aplicação dos recursos públicos**
A Organização realiza alguma ação de capacitação
sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção**
Outras contribuições**
05 (41,7%)
07 (58,3%)
06
07 (58,3%)
05 (41,7%)
06
08 (66,7%)
04 (33,3%)
06
11 (78,6%)
03 (21,4%)
04
10 (76,9%)
03 (23,1%)
05
11 (78,6%)
03 (21,4%)
04
01 (5,6%)
00
17
05 (35,7%)
08 (57,1%)
04
07 (50,0%)
06 (42,9%)
04
05 (35,7%)
08 (57,1%)
04
01 (25,0%)
02 (50,0%)
14
*Opção existente somente no questionário de 2009
**Opção existente somente no questionário de 2010
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 11
(78,6%) dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e
em 01 (5,6%) dos casos a Organização possui algum programa de responsabilidade social sobre
consciência tributária, enquanto 17 não informaram. Ainda temos que em 07 (50,0%) delas a
Organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo
pela correta aplicação dos recursos públicos e em 05 (35,7%) a Organização realiza alguma ação
alguma ação de capacitação sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção enquanto 08
(57,1%) não as realizam. 01 instituição declara ter outros tipos de contribuições, mas que não
foram especificadas.
279
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 13 (92,9%)
das organizações afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção.
Tabela 292 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
Nº
%
Sim
Não
Total
13
01
14
92,9
7,1
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização das
atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro o número
é pequeno, apenas 01 instituição apoia financeiramente tais atividades. Em 06 delas há a
disponibilidade de espaço físico e em 01 de veículos. 02 organizações afirmam que cedem seu
pessoal para organização e apoio aos eventos de capacitação. Já 03 delas trabalham para
impressão de material de divulgação.
Tabela 293 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Sim
Não se aplica
Apoio financeiro
01 (50,0%)
16
Cessão de espaço físico
06 (85,7%)
11
Disponibilização de veículos
01 (50,0%)
16
Cessão de pessoal para organização e apoio ao
evento de capacitação
Impressão de material de divulgação
02 (66,7%)
15
03 (75,0%)
14
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
10 (90,9%)
7
Divulgação das ações por meio de panfletagem
Divulgação das ações por meio do mural da
instituição
Divulgação das ações por meio de rádio
09 (90,0%)
8
07 (87,5%)
10
02 (66,7%)
15
Divulgação das ações por meio de redes sociais
02 (66,7%)
15
Distribuição de material didático durante a realização
das ações de capacitação
Distribuição de material didático após a realização
das ações de capacitação
02 (66,7%)
15
03 (75,0%)
14
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
280
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 10 dessas instituições, há o auxílio na
indicação do pessoal para participar dos cursos e 09 delas apoiam na divulgação das ações por
meio de panfletagem. 07 realizam divulgação das ações por meio do mural da instituição, 02
divulgam por meio do rádio e 02 por meio de redes sociais. 02 fazem distribuição de material
didático durante a realização das ações de capacitação e 03 fazem a distribuição de material
didático após a realização das ações de capacitação.
10.21. RORAIMA
O Estado de Roraima possui 15 municípios, localiza-se na região Norte e tem como
limites.
a Venezuela ao norte e nordeste, Guiana ao leste, Pará ao sudoeste e Amazonas ao sul e oeste .
Com área de 224.301,040 km²; sua população corresponde a 451.227, segundo Censo do IBGE
2010.
Seu atual governador é José de Anchieta Júnior, do PSDB. Em 2006 se torna exgovernador de Roraima, sendo o governador Ottamar Pinto. Com o falecimento de Ottamar,
Anchieta assume o governo do estado em 11 de dezembro de 2007.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 6,7 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 3111,03.
O Índice de Gini representa 0,45; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 10,5, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,75. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada baixa, configura, portanto,
que a renda dos indivíduos é desigualmente distribuída, ou seja, estes possuem renda diferente,
e a concentração desta, consequentemente, é maior; em relação ao PIB, o valor aponta que
Goiás concentra um índice bom no que se refere à produção na agropecuária, indústria e
serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui também
indicadores bons de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade social, e
a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau
considerado bom.
281
10.21.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – RORAIMA
Estrutura da organização
Dentre os 15 municípios que compõem o Estado de Roraima, apenas 02 deles
responderam à pesquisa. Bonfim e Cantá. O Estado totalizou nos dois municípios, 11
questionários, sendo 07 em Cantá, o que representa 63,6% das respostas e 04 em Bonfim, o que
corresponde a 36,4% dos questionários respondidos no Estado. Em âmbito nacional, Cantá
representa 1,6%, considerando o total de 429 questionários e os 25 Estados representados na
pesquisa. Já Bonfim representa 0,9% dos questionários.
Gráfico 35 - Municípios Roraima
120
100
100
80
63,6
N
60
20
%
36,4
40
4
11
7
0
BONFIM
CANTA
Total
No gráfico a seguir pode-se inferir que 02 instituições/organizações participantes da
pesquisa, no Estado de Roraima foram fundadas entre os anos de 1980 a 2010, 01 delas tem
existência entre os anos 50 e 80 do século passado, enquanto que 08 instituições não quiseram,
ou não souberam informar quanto ao ano de sua fundação.
282
Gráfico 36 - Fundação Roraima
1
2
Entre 1951 e 1980
Após 1981
11
Não Informado
Total
8
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 06 (54,5%) delas estão registradas em
Cartório, 06 (54,5%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 06 (54,5%) o tem realizado
junto à prefeitura. Já na Receita Federal são 03 (27,3%). Apareceram também instituições
registradas em outros órgãos: 03 (27,8%) delas declararam ter registro no MTE.
Tabela 294 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
06 (54,5%)
05 (45,5%)
11 (100,0%)
Junta Comercial
06 (54,5%)
05 (45,5%)
11 (100,0%)
Prefeitura
06 (54,5%)
05 (45,5%)
11 (100,0%)
Receita Federal
03 (27,3%)
08 (72,7%)
11 (100,0%)
MTE
03 (27,3%)
08 (72,7%)
11 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.21.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL- RORAIMA
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 01 conselho e 01
sindicato, 04 ou 36,4% são associações. Ainda se declararam 01 organização social de interesse
público, 02 cooperativas, 02 empresas.
283
Tabela 295 – Tipo de organização
Tipo de organização
Nº
%
Sindicato
01
9,1
Empresa
Associação
Cooperativa
Conselho
02
04
02
01
18,2
36,4
18,2
9,1
Organização Social de Interesse Público
Total
01
11
9,1
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 05 das
organizações tomam as suas decisões de forma colegiada, em 02 unidades a comunidade
participa da gestão, em 07 delas são realizadas assembleias e em 09 das instituições as decisões
são tomadas a partir de conselho. Já 07 delas funcionam com diretoria e 01 funciona com
comitê.
Tabela 296 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Não informado
Total
Diretoria
09 (90,0%)
01 (10,0%)
01
10 (100,0%)
Conselho
07 (87,5%)
01 (12,5%)
03
08 (100,0%)
Assembleia
07 (77,8%)
02 (22,2%)
02
09(100,0%)
Comitê
01 (12,5%)
07 (87,5%)
03
08 (100,0%)
Comissões
03 (37,5%)
05 (62,5%)
03
08 (100,0%)
Assessorias Externas
01 (12,5%)
07 (87,5%)
03
08 (100,0%)
Assessorias Internas
01 (12,5%)
07 (87,5%)
03
08 (100,0%)
Comunidade participa da gestão
02 (25,0%)
06 (75,0%)
03
08 (100,0%)
Decisões são colegiadas
05 (62,5%)
03 (37,5%)
03
08 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 72,7% das instituições que responderam à questão (08) realizam suas
284
reuniões mensalmente, 01 delas anualmente, e 02 têm outra frequência para suas reuniões,
sejam encontros trimestrais e bimestrais.
Tabela 297 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Nº
%
Anual
Mensal0
Outra∗
Total
Não Informado
01
08
02
11
9,1
72,7
18,2
100,0
*Corresponde, em sua maioria, a encontros trimestrais, bimestrais ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 02 que
participaram da pesquisa no Estado, 05 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 06 dizem
não realiza-las. E apenas 01 não informa a questão.
Tabela 298 - A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
05
06
11
01
45,0
54,5
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas.
02 o fizeram de forma voluntária, 04 por convite da própria
organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 02 delas
estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram
procuradas.
285
Tabela 299 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Sim
Não
Não informado
Voluntária
02 (22,2%)
07 (77,8%)
02
Convite
04 (50,0%)
04 (50,0%)
03
Indicação
02 (25,0%)
06 (75,0%)
03
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
Tabela 300 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé de
igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
Argumentam e negociam para chegar a
um ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na
relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de negociação
Existem mecanismos de cooperação na parceria
Sim
Em parte
Não
03 (27,3%)
01 (9,1%)
07 (63,6%)
04 (36,4%)
00
07 (63,6%)
01 (9,1%)
02 (18,2%)
08 (72,7%)
03 (27,3%)
00
08 (72,7%)
04 (36,4%)
00
07 (63,6%)
04 (36,4%)
00
07 (63,6%)
04 (36,4%)
00
07 (63,6%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 03 (27,3%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 01 (9,1%) em parte e 07
instituições não responderam.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 04 (36,4%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 07 (66,3%) não realizam.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que 01 (9,1%) instituição declarou haver ambiguidades e ambivalências nas parcerias
estabelecidas, 02 (18,2%) em parte e 08 (72,7%) não.
286
Quanto à qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 03 das respostas afirmaram positivamente e 08 não
informaram a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual representa 04 (36,4%) positivamente, e em 07 (63,6%) não. 01 organização responde
não à questão e 06 não quiseram informar as respostas.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão, 04
(36,4%) ela existe. Mas ainda é alto o número de instituições que não informaram a questão,
neste caso, foram 07 (63,6%) as que não quiseram informar a resposta.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 04 (36,4%) sinalizaram
positivamente, e 07 (63,6%) não os possuem.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 03 (27,3%) realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e 08
(72,2%) não realizam este tipo de estratégia. 02 (18,2%) organizações publicam sobre os temas.
Já 09 (81,8%) não o fazem.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 02 (18,2%) respondem sim e 9 (81,8%).
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 1 (9,1%) organizações dizem sim e 10 (90,9%) respondem não à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 5 (45,5%) sim e 6
(54,5%), não.
Tabela 301 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
03 (27,3%)
08 (72,7%)
Publica sobre os temas
Oferece ao público algum tipo de capacitação
referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras
organizações sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na
agenda da organização
2 (18,2%)
09 (81,8%)
02 (18,2%)
09 (81,8%)
01 (9,1%)
10 (90,9%)
05 (45,5%)
06 (54,5%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
287
10.21.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – RORAIMA
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 11 questionários apurados, 04 –
o que equivale a 94% aproximadamente – afirmaram que sua organização possui articulação
com outras instituições, enquanto 07 dizem não possuir nenhum tipo de articulação.
Tabela 302 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Sim
Não
Total
Nº
04
07
11
%
36,4
63,6
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 03 delas tal
articulação se dá na esfera pública assim como na esfera da sociedade civil. Já as esferas do
terceiro 08 (100,0%) setor não possui e a esfera privada tiveram 03, conforme pode ser
visualizado na tabela abaixo. Vale salientar que foi alto o numero de instituições que não
informaram os itens da questão, o que dificulta uma análise e precisão dos dados.
Tabela 303 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não
Não informado
Pública
03 (37,5%)
05 (62,5%)
03
Sociedade Civil
03 (37,5%)
05 (62,5%)
03
Privada
03 (42,9%)
04 (57,1%)
04
00
08 (100,0%)
03
Terceiro Setor
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 02 (18,2%)
dos casos e em 09 (81,8%) não se dá nesta esfera. Para 11 (100,0%) não se dão nesse campo. A
articulação para eventos, projetos e outras ações se dá em 01 (9,1%) delas e 10 (90,9%) não.
Em 11 (100,0%) dos casos a resposta foi negativa para articulação com serviços terceirizados.
288
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 04 (22,2%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 14 (77,8%) isto não acontece.
01 instituição se articula por meio de assessorias e em 17(94,4%) tal articulação não acontece.
07 (38,9%) para realização de projetos, eventos e outras ações e em 100% dos casos não
articulação com os serviços terceirizados.
Na esfera privada é possível verificar que em 08 (72,7%) dos casos não há articulação
entre as instituições no âmbito financeiro e em 10 (90,9%) dos casos não há o desenvolvimento
de assessorias, e 10 (90,9%) delas afirmam ter articulação no âmbito da realização de eventos,
projetos e ações. 100% delas declaram não ter tal articulação no âmbito dos serviços
terceirizados.
No que tange ao terceiro setor, em 100% dos casos as articulações não se dão no campo
do apoio financeiro, nem com os serviços terceirizados, tanto nos projetos e ações quanto nas
assessorias.
Tabela 304 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
02 (18,2%)
09 (81,8%)
00
11 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
01 (9,1%)
10 (90,9%)
Serviços Terceirizados
00
11 (100,0%)
01 (9,1%)
10 (90,9%)
00
11 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
02 (18,2%)
09 (81,8%)
Serviços Terceirizados
00
11 (100,0%)
Apoio Financeiro
03 (27,3%)
08 (72,7%)
Assessoria
01 (9,1%)
10 (90,9%)
Eventos/projetos/ações
01 (9,1%)
10 (90,9%)
Serviços Terceirizados
00
11 (100,0%)
Apoio Financeiro
00
11 (100,0%)
Assessoria
00
11 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
00
11 (100,0%)
Serviços Terceirizados
00
11 (100,0%)
Pública
Apoio Financeiro
Assessoria
Sociedade Civil
Apoio Financeiro
Assessoria
Privada
Terceiro Setor
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
289
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 305 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no
desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Satisfação de necessidades imediatas da
população usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
Sim
Não
Não informado
8 (72,7%)
03 (27,3%)
00
09 (81,8%)
02 (18,2%)
00
05 (45,5%)
06 (54,5%)
00
Incentivo ao empreendedorismo
04 (40,0%)
06 (60,0%)
1
Inserção no mercado de trabalho
05 (45,5%)
06 (54,5%)
00
08 (100,0%)
3
Outros
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 08 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 09 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 05 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 04, o
incentivo ao empreendedorismo. Para 05, é a inserção no mercado de trabalho o seu objetivo
principal.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 05 organizações o que representa
45,5% estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da
comunidade, enquanto 06 não fazem e nem se envolvem.
Tabela 306 – A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Nº
%
Sim
Não
Total
05
06
11
45,5
54,5
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
290
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 05 (45,5%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 6 (54,5%) delas aproximadamente não o são. Para 06 (54,5%)
delas a Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos da localidade.
Em 07 (63,6%) dos casos a Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os
problemas e suas causas na comunidade, e em 07 (63,6%) delas a organização mobiliza alguns
grupos de interesses comuns. Já 06 (54,5%), a organização disponibiliza espaços de
aprendizagem e convivência.
Tabela 307 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
Sim
Não
05 (45,5%)
06 (54,5%)
06 (54,5%)
05 (45,5%)
A Organização é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para
identificar os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
07 (63,6%)
04 (36,4%)
07 (63,6%)
04 (36,4%)
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência
06 (54,5%)
05 (45,5%)
A Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável
09 (81,8%)
02 (18,2%)
A Organização possui algum programa de responsabilidade social
sobre consciência tributária e do zelo contínuo pela correta aplicação
dos recursos públicos
01 (9,1%)
09 (81,8%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 09
(81,8%) dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável, e
em 09 (81,8%) dos casos a Organização não possui nenhum programa de responsabilidade
social sobre consciência tributária.
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 13 (92,9%)
das organizações afirmam que têm interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção.
291
Tabela 308 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação
sobre controle social e prevenção à corrupção **
Sim
Não
Total
Nº
%
13
01
14
92,9
7,1
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro o
número é pequeno, apenas 01 instituição apoia financeiramente tais atividades. Em 06 delas há
a disponibilidade de espaço físico e em 01 de veículos. 02 organizações afirmam que cedem seu
pessoal para organização e apoio aos eventos de capacitação. Já 03 delas trabalham para
impressão de material de divulgação.
Tabela 309 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela Instituição
Sim
Não se aplica
Apoio financeiro
01 (50,0%)
16
Cessão de espaço físico
06 (85,7%)
11
Disponibilização de veículos
01 (50,0%)
16
Cessão de pessoal para organização e apoio ao evento de capacitação
02 (66,7%)
15
Impressão de material de divulgação
03 (75,0%)
14
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
10 (90,9%)
07
Divulgação das ações por meio de panfletagem
09 (90,0%)
08
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
07 (87,5%)
10
Divulgação das ações por meio de rádio
02 (66,7%)
15
Divulgação das ações por meio de redes sociais
02 (66,7%)
15
Distribuição de material didático durante a realização das ações de
capacitação
Distribuição de material didático após a realização das ações de
capacitação
02 (66,7%)
15
03 (75,0%)
14
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 10 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos e 09 delas apoiam na divulgação das ações
por meio de panfletagem. 07 realizam divulgação das ações por meio do mural da instituição,
02 divulgam por meio do rádio e 02 por meio de redes sociais. 02 fazem distribuição de material
292
didático durante a realização das ações de capacitação e 03 fazem a distribuição de material
didático após a realização das ações de capacitação.
10.22. SANTA CATARINA
O Estado de Santa Catarina possui 293 municípios, localizado na região sul, e tem como
limites os estados do Paraná ao norte, Rio Grande do Sul ao sul; o Oceano Atlântico a Leste e a
Argentina a leste. Com área de 95.703,487 km²; sua população corresponde a 6.249.682,
segundo Censo do IBGE 2010.
Seu atual governador é João Raimundo Colombo, do DEM, ex-senador, sucessor de
Leonel Arcangelo Pavan, do PSDB.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 4,9 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 2362,27.
O Índice de Gini representa 0,45; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 10,5, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,75. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada baixa, configura, portanto,
que a renda dos indivíduos é desigualmente distribuída, ou seja, estes possuem renda diferente,
e a concentração desta, consequentemente, é maior; em relação ao PIB, o valor aponta que
Goiás concentra um índice bom no que se refere à produção na agropecuária, indústria e
serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui também
indicadores bons de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade social, e
a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau
considerado bom.
10.22.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – SANTA CATARINA
Estrutura da organização
Dentre os 293 municípios que compõem o Estado de Santa Catarina, 12 deles
responderam à pesquisa. Conforme pode ser visualizado no gráfico abaixo, o Estado contabilizou
12 questionários respondidos e os municípios mais representados foram: Porto Belo e Blumenau,
293
cada um com 03 questionários. Com um percentual de 25%. Em âmbito nacional, isso
representa 0,7% se considerarmos o total de 429 questionários e os 25 Estados representados
na pesquisa. Os outros municípios ficaram cada um com 01 questionário respondido, ou seja, em
torno de 8% dos questionários do Estado e 0,2% da representação nacional.
Gráfico 37 - Municípios Santa Catarina
Total
100
12
PORTO BELO
25
3
ITAJAI
1
GASPAR
1
CAMBORIU
1
BRUSQUE
1
BOMBINHAS
1
BLUMENAU
8,3
8,3
8,3
8,3
8,3
25
3
BENEDITO… 1 8,3
0
50
%
100
150
N
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa, no Estado de Santa Catarina foi fundada entre os anos de 1980 a
2010, ou seja, 08 das 12 instituições que responderam à questão. 01 delas tem existência entre
os anos 50 e 80 do século passado, enquanto que 03 instituições não quiseram, ou não
souberam informar quanto ao ano de sua fundação.
Gráfico 38 - Fundação Santa Catarina
0
3
1
Entre 1951 e 1980
8
Após 1981
Total
Não informado
9
294
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 12 (66,7%) delas estão registradas em
Cartório, 2 (11,1%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 05 (27,8%) o tem realizado
junto à prefeitura. Já na Receita Federal são 07 (38,9%). Apareceram também instituições
registradas em outros órgãos. 05 (27,8%) delas declararam ter registro no MEC, na CNBB e em
diversos Conselhos.
Tabela 310 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
09 (75,0%)
03 (25,0%)
12 (100,0%)
Junta Comercial
02 (16,7%)
10 (83,3%)
12 (100,0%)
Prefeitura
04 (33,3%)
08 (66,7%)
12 (100,0%)
Receita Federal
03 (25,0%)
09 (75,0%)
12 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.22.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL - SANTA CATARINA
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceu 01 organização social de
interesse público, 05 ou 41,7% são associações, 02 (16,7%) são conselhos. Ainda se declararam
02 ONGs e 02 sindicatos.
Tabela 311 – Tipo de organização
Tipo de organização
Sindicato
Associação
Conselho
Organização Não Governamental
Organização Social de Interesse Público
Total
Nº
02
05
02
02
01
12
%
16,7
41,7
16,7
16,7
8,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 07 das
295
organizações tomam as suas decisões de forma colegiada, em 06 unidades a comunidade
participa da gestão, em 10 delas são realizadas assembleias e em 08 das instituições as decisões
são tomadas a partir de conselho. Já 09 delas funcionam com diretoria e 04 funcionam com
comissões.
Tabela 312 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Não informado
Diretoria
09 (81,8%)
02 (18,2%)
1
Conselho
08 (88,9%)
01 (11,1%)
3
Assembleia
10 (100,0%)
00
2
Comitê
01 (25,0%)
03 (75,0%)
8
Comissões
04 (80,0%)
01 (20,0%)
7
Assessorias Externas
03 (42,9%)
04 (57,1%)
5
Assessorias Internas
03 (50,0%)
03 (50,0%)
6
Comunidade participa da gestão
06 (66,7%)
03 (33,3%)
3
Decisões são colegiadas
07 (70,0%)
03 (30,0%)
2
Outra
01 (100,0%)
11
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 75,0% das instituições que responderam à questão (09) realizam suas
reuniões mensalmente, (01) semanalmente, 01 delas tem outra frequência para suas reuniões,
sejam encontros trimestrais e bimestrais, e a frequência anual ocorre e 01 em 01.
Tabela 313 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Nº
%
Semanal
Mensal
Anual
Outra∗
Total
01
09
01
01
12
8,3
75,0
8,3
8,3
100,0
*Corresponde a encontros trimestrais, bimestrais ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
296
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 12 que
participaram da pesquisa no Estado, 12 delas afirmam possuir algum tipo de parceria.
Tabela 314 - A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Nº
%
12
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas.
08 o fizeram de forma voluntária, 04 por convite da própria
organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 04 delas
estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram
procuradas.
Tabela 315 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Sim
Não
Não informado
Voluntária
08
00
04
Convite
04
02
06
Indicação
04
00
08
Outra*
02
00
10
*Corresponde a eleições, trabalho conjunto ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
297
Tabela 316 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé de igualdade
de condições
Sim
Em parte
Não
Não informado
11 (91,7%)
01 98,3%)
00
00
Consideram os diferentes pontos de vista
09 (75,0%)
03 (25,0%)
00
00
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
03 (25,0%)
04 (33,3%)
05 (41,7%)
00
Argumentam e negociam para chegar a um
ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na
relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de negociação
12 (100,0%)
00
00
00
08 (66,7%)
04 (33,3%)
00
00
07 (58,3%)
05 (41,7%)
00
00
Existem mecanismos de cooperação na parceria
05 (45,5%)
04 (36,4%)
02 (18,2%)
01
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 11 (91,7%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 01 (98,3%) em parte.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 09 (75,0%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 03 (25,0%) o realizam apenas em parte.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que nenhuma instituição declarou haver ambiguidades e ambivalências nas parcerias
estabelecidas. Para 03 (25,0%) as ambiguidades existem, para 04 (33,3%) apenas em parte e em
05 (41,7%) dos casos não há ambivalências ou ambiguidades nas relações.
Quanto à qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 100% das respostas afirmaram positivamente.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi elevado, seja de 08 (66,7%) positivamente, e apenas em 04 (33,3%) o são em
parte.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão, 07
(58,3%) ela existe e apenas em 05 (41,7%) existe ainda que parcialmente.
298
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 05 (45,5%) sinalizaram
positivamente, 04 (36,4%) em parte e 02 (18,2%) não os possuem. 01 não respondeu à questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 03 (30,0%) realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e 07
(70,0%) não realizam este tipo de estratégia. Enquanto 02 não responderam.
01 (10,0%)
organização publica sobre os temas. Já 09 (90,0%), não o fazem, e 02 não informaram.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 06 (54,5%) respondem sim e 05 (45,5%)
não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 10(83,3%) organizações dizem sim e 02 (16,7%) respondem não à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 05 (45,0%) sim e 06
(54,5%), não.
Tabela 317 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não
Não informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
03 (30,0%)
07 (70,0%)
02
Publica sobre os temas
01(10,0%)
09 (90,0%)
02
06 (54,5%)
05 (45,5%)
01
10(83,3%)
02 (16,7%)
05 (45,5%)
06 (54,5%)
01
01
00
11
Oferece ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas
Articula troca de experiências com outras organizações
sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da
organização
Outra*
* palestras, parcerias com autoridades, realiza denúncias.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.22.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – SANTA CATARINA
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 12 questionários apurados, 08, o
299
que equivale a 72,2% aproximadamente, afirmaram que sua organização possui articulação com
outras instituições, enquanto 03 dizem não possuir nenhum tipo de articulação.
Tabela 318 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Nº
%
Sim
Não
Total
08
03
11
72,7
27,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 12 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 09 delas tal
articulação se dá na esfera pública e 09 delas com a esfera da sociedade civil. Já a esfera do
terceiro setor teve 06 respostas, conforme pode ser visualizado na tabela abaixo.
Tabela 319 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não
Não informado
Pública
09
00
03
Sociedade Civil
09
00
03
Privada
00
03
09
Terceiro Setor
06
00
06
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 06 (50,0%)
dos casos e em 06 (50,0%) não se dá nesta esfera. Para 04 (33,3%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 08 (66,7%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 08 (66,7%) delas. Já 04 (33,3%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos e em 01 (8,3%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 11 (91,7%) delas foi negativa.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 03 (25,0%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 09 (75,0%) isto não acontece.
05 instituições se articulam por meio de assessorias e em 58,3% tal articulação não acontece.
06 (50,0%) para realização de projetos, eventos e outras ações e em 100% dos casos não
articulação com os serviços terceirizados.
300
Na esfera privada é possível verificar que em 10 (83,3%) dos casos não há articulação
entre as instituições no âmbito financeiro e em 11 (91,7%) dos casos não há o desenvolvimento
de assessorias. Não há articulação no âmbito da realização de eventos, projetos e ações. 03
delas declaram ter tal articulação no âmbito dos serviços terceirizados.
No que tange ao terceiro setor, em 11 (91,7%) dos casos as articulações não se dá no
campo do apoio financeiro; não há com os serviços terceirizados. No campo dos eventos,
projetos e ações 03 instituições encontram-se articuladas; e 02 (16,7%) no âmbito das
assessorias.
Tabela 320 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
06 (50,0%)
06 (50,0%)
Assessoria
04 (33,3%)
08 (66,7%)
Eventos/projetos/ações
08 (66,7%)
04 (33,3%)
Serviços Terceirizados
01 (8,3%)
11 (91,7%)
Apoio Financeiro
03 (25,0%)
09 (75,0%)
Assessoria
05 (41,7%)
07 (58,3%)
Eventos/projetos/ações
06 (50,0%)
06 (50,0%)
Serviços Terceirizados
00
12 (100,0%)
Apoio Financeiro
02 (16,7%)
10 (83,3%)
Assessoria
01 (8,3%)
11 (91,7%)
Eventos/projetos/ações
00
12 (100,0%)
Serviços Terceirizados
03 (25,0%)
9 (75,0%)
Apoio Financeiro
01 (8,3%)
11 (91,7%)
Assessoria
02 (16,7%)
10 (83,3%)
Eventos/projetos/ações
03 (25,0%)
09 (75,0%)
Serviços Terceirizados
00
12 (100,0%)
Pública
Sociedade Civil
Privada
Terceiro Setor
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
301
Tabela 321 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no
desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Sim
Não informado
12
00
Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
11
1
05
07
Incentivo ao empreendedorismo
01
12
Inserção no mercado de trabalho
05
07
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 12 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 11 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 05 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 01, o
incentivo ao empreendedorismo. Para 05, é a inserção no mercado de trabalho o seu objetivo
principal.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 11 organizações o que representa
91,7% estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da
comunidade, enquanto 01não faz e nem se envolve.
Tabela 322 – A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Nº
%
Sim
Não
Total
11
01
12
91,7
8,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 10 (90,9%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 01 (9,1%) delas aproximadamente não. Para 10 (83,3%) delas
a Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos da localidade. Em
302
08 (72,7%) dos casos a Organização realiza diagnóstico participativo para identificar os
problemas e suas causas na comunidade e em 11 (91,7%) delas a organização mobiliza alguns
grupos de interesses comuns. Já 07 (58,3%), a organização disponibiliza espaços de
aprendizagem e convivência.
Tabela 323 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
A Organização é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para
identificar os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses
comuns
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e
convivência
A Organização é comprometida com o desenvolvimento
social sustentável
A Organização possui algum programa de responsabilidade
social sobre consciência tributária e do zelo contínuo pela
correta aplicação dos recursos públicos*
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta
aplicação dos recursos públicos**
A Organização realiza alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção**
Sim
Não
Não informado
01 (9,1%)
1
02 (16,7%)
0
03 (27,3%)
1
01 (8,3%)
0
7 (58,3%)
05 (41,7%)
0
11 (91,7%)
01 (8,3%)
0
10 (90,9%)
10 (83,3%)
8 (72,7%)
11 (91,7%)
01 (9,1%)
10 (83,3%)
1
04 (33,3%)
06 (50,0%)
00
07 (63,6%)
02 (18,2%)
1
02 (18,2%)
07 (63,6%)
1
*Opção existente somente no questionário de 2009
**Opção existente somente no questionário de 2010
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 11
(91,7%) dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável, e
em 10 (83,3%) dos casos a Organização não possui nenhum programa de responsabilidade
social sobre consciência tributária. Ainda temos que em 04 (33,3%) delas a Organização realiza
alguma ação que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação
dos recursos públicos e em 07 (63,6%) a Organização realiza alguma ação alguma ação de
capacitação sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção enquanto o maior percentual das
organizações 07 (63,6%) não as realiza.
303
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 09 das
organizações afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre Controle
Social e Prevenção à Corrupção.
Tabela 324 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação
sobre controle social e prevenção à corrupção **
Sim
Não
Não Informado
Total
Nº
09
02
01
12
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro o
número é pequeno, apenas 01 instituição apoia financeiramente tais atividades. Em 04 delas há
a disponibilidade de espaço físico e em 01 de veículos. 05 organizações afirmam que cedem seu
pessoal para organização e apoio aos eventos de capacitação. Já 02 delas trabalham para
impressão de material de divulgação.
Tabela 325 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela Instituição
Sim
Não se aplica
Apoio financeiro
01 (33,3%)
09
Cessão de espaço físico
04 (66,7%)
06
Disponibilização de veículos
01 (33,3%)
09
Cessão de pessoal para organização e apoio ao
evento de capacitação
Impressão de material de divulgação
05 (71,4%)
05
02 (50,0%0
08
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
07 (77,8%)
03
Divulgação das ações por meio de panfletagem
Divulgação das ações por meio do mural da
instituição
Divulgação das ações por meio de rádio
05 (71,4%)
05
08 (80,0%)
2
06 (75,0%)
4
Divulgação das ações por meio de redes sociais
05 (71,4%)
5
06 (75,0%)
4
05 (71,4%)
5
Distribuição de material didático durante a realização
das ações de capacitação
Distribuição de material didático após a realização
das ações de capacitação
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
304
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 07 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos e 05 delas apoiam na divulgação das ações
por meio de panfletagem. 08 realizam divulgação das ações por meio do mural da instituição,
06 divulgam por meio do rádio e 05 por meio de redes sociais. 06 fazem distribuição de material
didático durante a realização das ações de capacitação e 05 fazem a distribuição de material
didático após a realização das ações de capacitação.
10.23. SÃO PAULO
O Estado de São Paulo possui 645 municípios. Com área de 248.196,960 km²; sua
população corresponde a 248.196,960 (cidade mais populosa do Brasil), segundo Censo do IBGE
2010.
Seu atual governador é Geraldo Alckmin, do PSDB, sucessor de Alberto Goldman,
também do PSDB.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 4,7 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 3450,94.
O Índice de Gini representa 0,48; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 12,6, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,86. A análise dos indicadores citados acima revela que o
Estado tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada baixa, configura, portanto,
que a renda dos indivíduos é desigualmente distribuída, ou seja, estes possuem renda diferente,
e a concentração desta, consequentemente, é maior; em relação ao PIB, o valor aponta que
Goiás concentra um índice alto no que se refere à produção na agropecuária, indústria e
serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado possui também
indicadores bons de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade social, e
a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau
considerado bom.
305
10.23.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – SÃO PAULO
Estrutura da organização
Dentre os 645 municípios que compõem o Estado de São Paulo, 09 deles responderam à
pesquisa. Conforme pode ser visualizado no gráfico abaixo, o Estado totalizou nos 09
municípios, 64 questionários, apresentando assim uma boa representação estadual. Sobressaem
no Estado os municípios de Marília com 11 questionários, São Carlos com 19 e Descalvado com
12. Também o município de Garça compareceu com 07 questionários. Em âmbito nacional, São
Carlos representa 4,4%, considerando o total de 429 questionários e os 25 Estados
representados na pesquisa. Já Marília representa 2,6, Descalvado corresponde a 2,8% dos
questionários e Garça 1,6. Os outros municípios destacados no gráfico abaixo representam no
Estado um percentual de 4,7 e nacionalmente correspondem a 0,7 do total dos questionários
respondidos no país.
Gráfico 39 - Municípios São Paulo
DESCALVADO
GARÇA
12
7
GETULINA
3
3
3
64
11
ITIRAPINA
TUPÃ
MARÍLIA
SANTA RITA DO PASSA QUATRO
3
19
3
SÃO CARLOS
TABATINGA
Total
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa, no Estado de São Paulo foi fundada entre os anos de 1980 a 2010, ou
seja, 09 instituições que responderam à questão. 08 delas têm existência entre os anos 50 e 80
do século passado, enquanto que 01 se firmou como instituição antes de 1950. Os dados
também mostram que foi alto o numero de organizações que não responderam à questão, ou
seja, 46 delas não quiseram, ou não souberam informar quanto ao ano de sua fundação.
306
Gráfico 40 - Fundação São Paulo
120
100
100
80
N
60
50
44,4
%
46
40
18
20
1
5,6
8
9
0
Antes de 1950 Entre 1951 e
1980
Após 1981
Total
Não informado
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 53 (82,8%) delas estão registradas em
Cartório, 30 (46,9%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 09 (14,1%) o tem realizado
junto à prefeitura. Já na Receita Federal são 25 (39,1%). Apareceram também instituições
registradas em outros órgãos. 05 (7,8%) delas declararam ter registro no MTE.
Tabela 326 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
53 (82,8%)
11 (17,2%)
64 (100,0%)
Junta Comercial
30 (46,9%)
34 (53,1%)
64 (100,0%)
Prefeitura
09 (14,1%)
55 (85,9%)
64 (100,0%)
Receita Federal
25 (39,1%)
39 (60,9%)
64 (100,0%)
MTE
05 (7,8%)
59 (92,2%)
64 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
307
10.23.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL - SÃO PAULO
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 01organização social e
01 clube, 27 ou 42,2% são associações, 03 (4,7%) são conselhos. Ainda se declararam ONG e
Clubes e 01 instituição cada.
Tabela 327 – Tipo de organização
Tipo de organização
Nº
%
Empresa
01
1,6
Entidade Filantrópica
24
37,5
Outro
01
1,6
Associação
27
42,2
Conselho
03
4,7
Organização Não Governamental
06
9,4
Organização Social
01
1,6
Clube
01
1,6
Total
64
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 29 das
organizações tomam as suas decisões de forma colegiada, em 25 unidades a comunidade
participa da gestão, em 39 delas são realizadas assembleias e em 47 das instituições as decisões
são tomadas a partir de conselho. Já 57 delas funcionam com diretoria e 02 funcionam com
comitês e 09 como comissões.
308
Tabela 328 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Não informado
TOTAL
Diretoria
57 (98,3%)
01 (1,7%)
06
58 (100,0%)
Conselho
47 (88,7%)
06 (11,3%)
11
53(100,0%)
Assembleia
39 (88,6%)
05 (11,4%)
20
44(100,0%)
Comitê
02 (7,4%)
25 (92,6%)
37
27(100,0%)
Comissões
09 (27,3%)
24 (72,7%)
31
33(100,0%)
Assessorias Externas
09 (30,0%)
21 (70,0%)
34
30(100,0%)
Assessorias Internas
04 (13,3%)
26 (86,7%)
34
30(100,0%)
Comunidade participa da gestão
25 (56,8%)
19 (43,2%)
20
44(100,0%)
Decisões são colegiadas
29 (74,4%)
10 (25,6%)
25
39(100,0%)
Outra
06 (75,0%)
02 (25,0%)
56
8 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a frequência dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 69,8% das instituições que responderam à questão (44) realizam suas
reuniões mensalmente, (04) quinzenalmente, 05 delas têm outra frequência para suas reuniões,
sejam encontros trimestrais e bimestrais.
Tabela 329 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Nº
%
Semanal
10
15,9
Quinzenal
04
6,3
Mensal
44
69,8
Outra
05
7,9
Total
63
100,0
Não Informado
01
*Corresponde, em sua maioria, a encontros trimestrais,
bimestrais ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
309
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 64 que
participaram da pesquisa no Estado, 55 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 06 dizem
não realizá-las. E apenas 03 não informam a questão.
Tabela 330 - A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
55
06
61
03
90,2
9,8
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas. 32 o fizeram de forma voluntária, 25 por convite da própria
organização, o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 14 delas
estabeleceram parceria por indicação, ou seja: receberam orientação para buscarem ou foram
procuradas.
Tabela 331 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Sim
Não
Não informado
Voluntária
32 (82,1%)
07 (17,9%)
25
Convite
25 (83,3%)
05 (16,7%)
34
Indicação
14 (66,7%)
07 (33,3%)
43
Outra*
11 (57,9%)
08 (42,1%)
45
*Corresponde a eleições, trabalho conjunto ou não se aplica
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
310
Tabela 332 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
A parceria se estabelece de que forma
Não Informado
A parceria se
estabelece de
que forma
01 (1,8%)
09
11 (21,6%)
03 (5,9%)
13
12 (25,5%)
18 (38,3%)
17 (36,2%)
17
43 (86,0%)
06 (12,0%)
1 (2,0%)
14
49 (96,1%)
02 (3,9%)
00
13
45 (88,2%)
05 (9,8%)
1 (2,0%)
13
36 (76,6%)
11 (23,4%)
-
17
Sim
Não
Dialogam um com o outro em pé de
igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
42 (76,4%)
12 (21,8%)
37 (72,5%)
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
Argumentam e negociam para chegar a um
ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável
na relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de
negociação
Existem mecanismos de cooperação
na parceria
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 42 (76,4%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 12 (21,8%) em parte e 09
instituições não responderam.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 37 (72,5%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 11 (21,6%) o realizam apenas em parte.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que em 12 (25,5%) instituições declararam haver ambiguidades e ambivalências nas
parcerias estabelecidas. Para 18 (38,3%) as ambiguidades existem apenas em parte e em 17
(36,2%) dos casos não há ambivalências ou ambiguidades nas relações.
Quanto à qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 43 das respostas afirmaram positivamente e 14 não
informaram a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi elevado, seja de 49 (96,1%) positivamente, e apenas em 02 (3,9%) o são em
parte. 13 não quiseram informar as respostas.
311
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão, 45
(88,2%) ela existe e apenas em 05 (9,8%) existe ainda que parcialmente. Mas ainda é alto o
número de instituições que não informaram a questão, neste caso, foram 13 as que não
quiseram informar a resposta.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 36 (76,6%) sinalizaram
positivamente, 11 (23,4%) em parte. 17 não responderam à questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 20 (40,0%) realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e
30(60,0%) não realizam este tipo de estratégia. Enquanto 14 não responderam.
10 (19,6%)
organizações publicam sobre os temas. Já 41 (80,4%), não o fazem e 13 não informaram.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 18 (35,3%) respondem sim e 33 (64,7%)
não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas 31 (57,4%) organizações dizem sim e 23 (42,6%) respondem não à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 24 (46,2%) sim e 28
(53,8%), não.
Tabela 333 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não
Não informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
20 (40,0%)
30(60,0%)
14
Publica sobre os temas
10 (19,6%)
41 (80,4%)
13
18 (35,3%)
33 (64,7%)
13
31 (57,4%)
23 (42,6%)
10
24 (46,2%)
28 (53,8%)
12
03 (33,3%)
06 (66,7%)
55
Oferece ao público algum tipo de capacitação
referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras
organizações sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da
organização
Outra*
* palestras, parcerias com autoridades, realiza denúncias.
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
312
10.23.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – SÃO PAULO
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 64 questionários apurados 36, o
que equivale a 62,1% aproximadamente, afirmaram que sua organização possui articulação com
outras instituições, enquanto 22 dizem não possuir nenhum tipo de articulação.
Tabela 334 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Nº
%
Sim
Não
Total
36
22
58
62,1
37,9
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 64 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 43 delas tal
articulação se dá na esfera pública e 40 delas com a esfera da sociedade civil. Já as esferas do
terceiro setor e a esfera privada tiveram 28 e 23 respostas respectivamente, conforme pode ser
visualizado na tabela abaixo.
Tabela 335 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não
Não informado
Pública
43 (97,7%)
01 (2,3%)
20
Sociedade Civil
40 (97,6%)
01 (2,4%)
23
Privada
28 (100,0%)
00
36
Terceiro Setor
23 (100,0%)
00
41
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 32 (50,0%)
dos casos. Para 12 (18,8%) delas esta articulação se dá na forma de assessorias e 52 (81,3%)
não se dão nesse campo. A articulação para eventos, projetos e outras ações se dá em 12
(66,7%) delas. Já 37 (57,8%) declaram não ter articulação nessa área de eventos, e em 03
(4,7%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com serviços terceirizados, já em 61
(95,3%) delas foi negativa.
313
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 25 (39,1%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 39 (60,9%) não acontece. 08
(12,5%) instituições se articulam por meio de assessorias e em 56 (87,5%) tal articulação não
acontece. 25 (39,1%) para realização de projetos, eventos e outras ações e em 62 (96,9%) dos
casos não articulação com os serviços terceirizados.
Na esfera privada é possível verificar que em 17 (94,4%) dos casos não há articulação
entre as instituições no âmbito financeiro e em 100% dos casos não há o desenvolvimento de
assessorias e Apenas 02 (11,1%) delas afirmam ter articulação no âmbito da realização de
eventos, projetos e ações. 01 delas declara ter tal articulação no âmbito dos serviços
terceirizados.
No que tange ao terceiro setor, em 100% dos casos as articulações não se dão no campo
do apoio financeiro, nem com os serviços terceirizados. No campo dos eventos, projetos e ações
apenas 01 instituição tem articulação e 02 (11,1%) no âmbito das assessorias. Apenas 01
instituição com os serviços terceirizados.
Tabela 336 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
32 (50,0%)
32 (50,0%)
Assessoria
12 (18,8%)
52 (81,3%)
Eventos/projetos/ações
27 (42,2%)
37 (57,8%)
Serviços Terceirizados
03 (4,7%)
61 (95,3%)
Apoio Financeiro
25 (39,1%)
39 (60,9%)
Assessoria
08 (12,5%)
56 (87,5%)
Eventos/projetos/ações
25 (39,1%)
39 (60,9%)
Serviços Terceirizados
02 (3,1%)
62 (96,9%)
Apoio Financeiro
19 (29,7%)
45 (70,3%)
Assessoria
9 (14,1%)
55 (85,9%)
Eventos/projetos/ações
16 (25,0%)
48 (75,0%)
Serviços Terceirizados
04 (6,3%)
60 (93,8%)
Pública
Sociedade Civil
Privada
314
Terceiro Setor
Apoio Financeiro
03 (4,7%)
61 (95,3%)
Assessoria
09 (14,1%)
55 (85,9%)
Eventos/projetos/ações
16 (25,0%)
48 (75,0%)
Serviços Terceirizados
01 (1,6%)
63 (98,4%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 337 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no
desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Sim
Não
Não informado
52 (94,5%)
03 (5,5%)
09
Satisfação de necessidades imediatas da
população usuária/beneficiária
49 (96,1%)
02 (3,9%)
13
Desenvolvimento do voluntariado
31 (91,2%)
03 (8,8%)
30
Incentivo ao empreendedorismo
20 (80,0%)
05 (20,0%)
35
Inserção no mercado de trabalho
28 (84,8%)
05 (15,2%)
31
Outros
08 (61,5%)
05 (38,5%)
51
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 14 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 13 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 06 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 01, o
incentivo ao empreendedorismo. Para 02, é a inserção no mercado de trabalho o seu objetivo
principal. Para 02 delas existem outros tipos de objetivos que não estavam listados na questão,
mas também não informaram quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 15 organizações o que representa
93,8% estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da
comunidade, enquanto 01não faz e nem se envolve e 02 não informaram.
315
Tabela 338 – A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Sim
Não
Total
Não Informado
Nº
%
51
09
60
04
85,0
15,0
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 09 (56,3%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política e em 07 (43,8%) delas aproximadamente não o são e 02 não
informaram. Para 14 (87,5%) delas a Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade. Em 09 (56,3%) dos casos a Organização realiza diagnóstico
participativo para identificar os problemas e suas causas na comunidade e em 11 (73,3%) delas
a organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns. Já 09 (60,0%), a organização
disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência.
Tabela 339 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
A Organização é reconhecida pela comunidade
como mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade
nas decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para
identificar os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem
e convivência
A Organização é comprometida com o desenvolvimento
social sustentável
A Organização possui algum programa de responsabilidade
social sobre consciência tributária e do zelo contínuo pela
correta aplicação dos recursos públicos
Sim
Não
Não informado
31 (57,4%)
23 (42,6%)
10
33 (57,9%)
24 (42,1%)
07
33 (61,1%)
21 (38,9%)
10
49 (83,1%)
10 (16,9%)
05
49 (81,7%)
11 (18,3%)
04
45 (80,4%)
11 (19,6%)
08
23 (45,1%)
27 (52,9%)
13
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 10
(62,5%) dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e
em 100% dos casos a Organização não possui nenhum programa de responsabilidade social
316
sobre consciência tributária. Ainda temos que em 06 (37,5%) delas a Organização realiza
alguma ação que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação
dos recursos públicos e em 3 (18,8%) a Organização realiza alguma ação alguma ação de
capacitação sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção enquanto o maior percentual das
organizações 13 (81,3%) não as realiza. 02 instituições declaram ter outros tipos de
contribuições, mas que não foram especificadas.
24. SERGIPE
O Estado de Sergipe é composto por 22 municípios, Localizado na Região Nordeste, tem
como limites o oceano Atlântico à leste e os estados da Bahia, à oeste e ao sul, e de Alagoas,
ao norte territorial, com área de 21.918,354 Km² (o menor dos estados brasileiros),
correspondente a 4,26% da Região Norte e a 1,92% do território nacional. A sua população é de
2.068.031 habitantes segundo censo do IBGE 2010.
Seu governador é Marcelo Déda Chagas, do PT, reeleito recentemente, no primeiro turno
com 52% dos votos válidos, cuja vitória se deu novamente sobre o candidato João Alves Filho,
do DEM.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 16,3 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 749,37.
O Índice de GINI representa 0,57; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 5,06, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0,53. A análise dos indicadores citados revela que o Estado tem
distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura, portanto, que a
renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente; em relação ao PIB, o valor
aponta que Sergipe concentra um índice médio no que se refere à produção na agropecuária,
indústria e serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado
possui indicadores regulares de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a
desigualdade social e a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se
encontram num grau mediano, condizentes com o Índice de GINI e o PIB.
317
10.24.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – SERGIPE
Estrutura da organização
Dentre os 22 municípios que compõem o Estado de Sergipe, apenas 02 deles
responderam à pesquisa. Estância e Umbaúba. O Estado totalizou nos dois municípios, 09
questionários, sendo, 04 em Estância, o que representa 44,4% das respostas e 05 em Umbaúba,
o que corresponde a 55,6% dos questionários respondidos no Estado. Em âmbito nacional,
Estância representa 0,9%, considerando o total de 429 questionários e os 25 Estados
representados na pesquisa. Já Umbaúba representa 1,2% dos questionários.
Gráfico 41 - Municípios Sergipe
120
100
100
80
N
55,6
60
%
44,4
40
20
4
9
5
0
.
ESTANCIA
UMBAUBA
Total
No gráfico a seguir pode-se inferir que grande parte das instituições/organizações
participantes da pesquisa, no Estado foi fundada entre os anos de 1980 a 2010, ou seja, 06 das
09 instituições que responderam à questão. 01 delas tem existência entre os anos 50 e 80 do
século passado, enquanto que 02 instituições não quiseram, ou não souberam informar quanto
ao ano de sua fundação.
318
Gráfico 42 - Fundação Sergipe
120
100
100
85,7
80
N
60
%
40
14,3
20
0 0
0
1
Antes de 1950 Entre 1951 e
1980
7
6
Após 1981
2
Total
Não
informado
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 06 (66,7%) delas estão registradas em
Cartório, 02 (22,2%) delas tem o seu registro em junta comercial, e 06 (66,7%) o tem realizado
junto à prefeitura. Já na Receita Federal são 03 (33,3%). Apareceram também instituições
registradas em outros órgãos. 01 (11,1%) delas declarou ter registro MTE.
Tabela 340 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
Cartório
06 (66,7%)
03 (33,3%)
09 (100,0%)
Junta Comercial
02 (22,2%)
07 (77,8%)
09 (100,0%)
Prefeitura
06 (66,7%)
03 (33,3%)
09 (100,0%)
Receita Federal
03 (33,3%)
06 (66,7%)
09 (100,0%)
MTE
01 (11,1%)
08 (88,9%)
09 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
319
10.24.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL – SERGIPE
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 02 igrejas e 02
sindicatos, 02 ou 22,2% são associações, 02 (22,2%) são conselhos. Ainda foi declarada 01 ONG.
Tabela 341 – Tipo de organização
Tipo de organização
Nº
%
Sindicato
Igreja
Associação
Conselho
Organização Não Governamental
02
02
02
02
01
22,2
22,2
22,2
22,2
11,1
Total
09
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 01 das
organizações toma as suas decisões de forma colegiada, em 01 unidade a comunidade participa
da gestão, em 04 delas são realizadas assembleias e em 02 das instituições as decisões são
tomadas a partir de conselho. Já 06 delas funcionam com diretoria.
Tabela 342 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Não informado
Diretoria
06
00
03
Conselho
02
01
06
Assembleia
04 (100,0%)
Comunidade participa da gestão
01 (50,0%)
Decisões são colegiadas
01 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
320
05
01 (50,0%)
07
08
A tabela abaixo mostra a ambiguidade dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indica que 55,6% das instituições que responderam à questão (05) realizam suas
reuniões mensalmente, 04 delas tem outra ambiguidade para suas reuniões, sejam encontros
trimestrais e bimestrais.
Tabela 343 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Nº
%
Mensal
Outra
Total
05
04
09
55,6
44,4
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 09 que
participaram da pesquisa no Estado, 06 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 03 dizem
não realizá-las.
Tabela 344 – A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Nº
%
06
03
09
66,7
33,3
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. Desta forma foram bem
diversificadas as respostas. 01 o fez de forma voluntária, 04 por convite da própria organização,
o que demonstra vontade política de construir uma rede social, 01 delas estabeleceu parceria
por indicação, ou seja: recebeu orientação para buscar ou foi procurada.
321
Tabela 345 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Sim
Não informado
Voluntária
01
08
Convite
04
05
Indicação
01
08
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
Tabela 346 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé de
igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
Argumentam e negociam para chegar a um ponto
em comum
Possui compromisso mútuo confiável na relação
estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de negociação
Existem mecanismos de cooperação na parceria
Sim
Em parte
Não
Não informado
05 (83,3%)
00
01 (16,7%)
03
05 (83,3%)
01 (16,7%)
00
03
01 (16,7%)
03
05 (83,3%)
05 (83,3%)
01 (16,7%)
00
03
04 (66,7%)
02 (33,3%)
00
03
05 (83,3%)
01 (16,7%)
00
03
06 (100,0%)
03
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 05 (83,3%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, e 03 instituições não
responderam.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 05 afirmam respeitar os diferentes pontos de vista, enquanto
01 o realiza apenas em parte e 03 não informaram.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que 05 instituições declararam haver ambiguidades e ambivalências nas parcerias
estabelecidas. Para 01 (16,7%) dos casos não há ambivalências ou322ambiguidades nas
relações.
322
Quanto à qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 05 das respostas afirmaram positivamente, 01 informou que em
parte, e 03 não informaram a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras o
percentual foi de 04 (66,7%) positivamente, e apenas 02 (33,3%) o são em parte. 03 não
quiseram informar as respostas.
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão, 05 ela
existe e apenas em 01 existe ainda que parcialmente. 03 não quiseram informar a resposta.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 06 (100,0%) sinalizaram
positivamente, 03 não responderam à questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 01 realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas e 08 (88,9%) não
realizam este tipo de estratégia. 01 organização publica sobre os temas. Já 8 (88,9%), não o
fazem e 09 não informaram.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 02 (25,0%) respondem sim e 06 (75,0%)
não.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 05 (55,6%) organizações dizem sim e 04 (44,4%) respondem não à questão.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 02 (25,0%) sim e 07
(77,8%), não.
Tabela 347 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não
Não informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
01(11,1%)
08 (88,9%)
00
Publica sobre os temas
01(11,1%)
08 (88,9%)
00
02 (25,0%)
06 (75,0%)
01(11,1%)
05 (55,6%)
04 (44,4%)
00
07 (77,8%)
00
Oferece ao público algum tipo de capacitação
referente às temáticas
Articula troca de experiências com outras
organizações sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da
organização
02 (25,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
323
10.24.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL - SERGIPE
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 09 questionários apurados 08 – o
que equivale a 88,9% aproximadamente – afirmaram que sua organização possui articulação
com outras instituições, enquanto 01 diz não possuir nenhum tipo de articulação.
Tabela 348 – A organização possui articulação com outras instituições
A organização possui articulação com outras instituições
Nº
%
Sim
Não
Total
08
01
09
88,9
11,1
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 09 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 06 delas tal
articulação se dá na esfera pública e 01 delas com a esfera da sociedade civil. Já a articulação
nas esferas do terceiro setor se dá em 04 instituições, e a esfera privada teve 02 respostas,
conforme pode ser visualizado na tabela abaixo.
Tabela 349 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não informado
Pública
06
03
Sociedade Civil
01
08
Privada
02
07
Terceiro Setor
04
05
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 03 (33,3%)
dos casos e em 06 (66,7%) não se dá nesta esfera. Para 03 (33,3%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 06 (66,7%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 06 (66,7%) delas. Já 03 (33,3%) declaram não ter articulação
324
nessa área de eventos, e em 2 (22,2%) dos casos a resposta foi positiva para articulação com
serviços terceirizados, já em 07 (77,8%) delas foi negativa.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: em 01 (11,1%) dos
casos tal articulação se dá com interesse financeiro, enquanto em 08 (88,9%) isto não acontece.
Nenhuma instituição se articula por meio de assessorias, o que representa 09 (100,0%). Em 09
(100,0%) dos casos não há articulação para realização de projetos, eventos e outras ações assim
como com os serviços terceirizados.
Na esfera privada é possível verificar que em 07 (77,8%) dos casos não há articulação
entre as instituições no âmbito financeiro e em 02 (22,2%) há; e em 08 (88,9%) dos casos não
há o desenvolvimento de assessorias. Apenas 02 (22,2%) delas afirmam ter articulação no
âmbito da realização de eventos, projetos e ações. 09 (100,0%) delas declaram não ter tal
articulação no âmbito dos serviços terceirizados.
No que tange ao terceiro setor, em 07 (77,8%) dos casos as articulações não se dão no
campo do apoio financeiro, apenas nem com os serviços terceirizados. No campo dos eventos,
projetos e ações apenas 01 instituição tem articulação e 02 (11,1%) no âmbito das assessorias.
09 (100,0%) não têm serviços terceirizados.
Tabela 350 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
03 (33,3%)
06 (66,7%)
Assessoria
03 (33,3%)
06 (66,7%)
Eventos/projetos/ações
06 (66,7%)
03 (33,3%)
Serviços Terceirizados
02 (22,2%)
07 (77,8%)
01 (11,1%)
08 (88,9%)
Assessoria
00
09 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
00
09 (100,0%)
Serviços Terceirizados
00
09 (100,0%)
Apoio Financeiro
02 (22,2%)
07 (77,8%)
Assessoria
01 (11,1%)
08 (88,9%)
Eventos/projetos/ações
02 (22,2%)
07 (77,8%)
Serviços Terceirizados
00
09 (100,0%)
Pública
Sociedade Civil
Apoio Financeiro
Privada
325
Terceiro Setor
Apoio Financeiro
02 (22,2%)
07 (77,8%)
Assessoria
01 (11,1%)
08 (88,9%)
Eventos/projetos/ações
03 (33,3%)
06 (66,7%)
Serviços Terceirizados
00
09 (100,0%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
Tabela 351 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no
desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Sim
Não informado
07 (100,0%)
02
09 (100,0%)
00
02 (100,0%)
07
Incentivo ao empreendedorismo
06 (100,0%)
03
Inserção no mercado de trabalho
04 (100,0%)
05
Outros
03 (100,0%)
06
Satisfação de necessidades imediatas da
população usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 07 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 09 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. Já 02 delas têm como objetivo o desenvolvimento do voluntariado e 06, o
incentivo ao empreendedorismo. Para 04, é a inserção no mercado de trabalho o seu objetivo
principal. Para 03 delas existem outros tipos de objetivos que não estavam listados na questão,
mas também não informaram quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 07 organizações o que representa
87,5% estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da
comunidade, enquanto 01não faz e nem se envolve e 01 não informou.
326
Tabela 352 – A organização/instituição estimula o interesse dos participantes
pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
Nº
%
Sim
Não
Total
Não Informado
07
01
08
01
87,5
12,5
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 09 (100,0%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política. Para 05 (55,6%) delas a Organização envolve as pessoas da
comunidade nas decisões dos assuntos da localidade. Em 07 (77,8%) dos casos a Organização
realiza diagnóstico participativo para identificar os problemas e suas causas na comunidade e
em 7 (77,8%) delas a organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns. Já 8 (88,9%), a
organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência.
Tabela 353 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
A Organização é reconhecida pela comunidade
como mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para
identificar os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem
e convivência
A Organização é comprometida com o desenvolvimento
social sustentável
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela
correta aplicação dos recursos públicos**
A Organização realiza alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção**
Sim
Não
09 (100,0%)
00
05 (55,6%)
07 (77,8%)
04 (44,4%)
02 (22,2%)
07 (77,8%)
02 (22,2%)
08 (88,9%)
01 (11,1%)
06 (66,7%)
00
06 (66,7%)
02 (22,2%)
03 (33,3%)
09 (100,0%)
03 (33,3%)
07 (77,8%)
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 06
(66,7%) dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e
327
em 100% dos casos a Organização não possui nenhum programa de responsabilidade social
sobre consciência tributária. Ainda temos que em 06 (37,5%) delas a Organização realiza
alguma ação que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação
dos recursos públicos e em 06 (66,7%) a Organização realiza alguma ação alguma ação de
capacitação sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção com percentual de 02 (22,2%) não
as realiza.
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 08 (88,9%) das
organizações afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre Controle
Social e Prevenção à Corrupção.
Tabela 354 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação
sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção **
Sim
Não
Total
Nº
%
8
1
9
88,9
11,1
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que em 06 delas há a disponibilidade
de espaço físico e em 02 de veículos. 07 organizações afirmam que cedem seu pessoal para
organização e apoio aos eventos de capacitação. Já 01 delas trabalha para impressão de
material de divulgação.
Tabela 355 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Sim
Não se aplica
Cessão de espaço físico
06 (100,0%)
03
Disponibilização de veículos
02 (100,0%)
-
Cessão de pessoal para organização e apoio ao evento de capacitação
07 (100,0%)
02
Impressão de material de divulgação
01 (100,0%)
08
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
8 (100,0%)
01
Divulgação das ações por meio de panfletagem
02 (100,0%)
07
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
08 (100,0%)
01
328
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Divulgação das ações por meio de rádio
Divulgação das ações por meio de redes sociais
Distribuição de material didático durante a realização
das ações de capacitação
Distribuição de material didático após a realização das
ações de capacitação
Sim
Não se aplica
02 (100,0%)
07
-
09
08 (100,0%)
01
08 (100,0%)
01
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 08 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos e 08 delas apoiam na divulgação das ações
por meio de panfletagem. 08 realizam divulgação das ações por meio do mural da instituição,
02 divulgam por meio do rádio. 08 fazem distribuição de material didático durante a realização
das ações de capacitação e 08 fazem a distribuição de material didático após a realização das
ações de capacitação.
10.25. TOCANTINS
O Estado do Tocantins possui 139 municípios. Com área de 277.621,858 km²; está
localizado a sudeste da Região Norte e tem como limites o Maranhão a nordeste, o Piauí a leste,
a Bahia a sudeste, Goiás a sul, Mato Grosso a sudoeste e o Pará a noroeste. Sua população
corresponde a 1.383.453, segundo Censo do IBGE 2010.
Seu atual governador é José Wilson Siqueira Campos, do PSDB, sucessor de Carlos
Henrique Amorim (conhecido com Gaguim), do PMDB.
Sua taxa de analfabetismo segundo o IBGE 2009 é de 13,5 para as pessoas com 15 anos
ou mais de idade e o rendimento total médio mensal familiar é de R$ 1799,92.
O Índice de Gini representa 0, 52; já o PIB (Produto Interno Bruto) equivale a 5, 2, e o
Firjan do Estado encontra-se em 0, 56. A análise dos indicadores citados revela que o Estado
tem distribuição de renda domiciliar per capita considerada mediana, configura, portanto, que a
renda dos indivíduos oscila, ou seja, estes possuem renda diferente; em relação ao PIB, o valor
329
aponta que o Estado concentra um índice médio no que se refere à produção na agropecuária,
indústria e serviços; no que diz respeito ao Firjan, o valor mencionado mostra que o Estado
possui bons indicadores de desenvolvimento humano e social, e demonstra que a desigualdade
social e a relação de empregados e desempregados, educação e saúde, se encontram num grau
mediano, condizentes com o Índice de Gini e o PIB.
10.25.1. DIMENSÃO ESTRUTURAL DO CAPITAL SOCIAL – TOCANTINS
Estrutura da organização
Dentre os 139 municípios que compõem o Estado do Tocantins, apenas 01 deles
respondeu à pesquisa. O município participante foi Tocantinópolis. O Estado totalizou 05
questionários. Em âmbito nacional isto significa 1,2%, considerando o total de 429
questionários e os 25 Estados representados na pesquisa.
Gráfico 43 - Município Tocantins
5
N
%
100
TOCANTINÓPOLIS
No gráfico a seguir pode-se inferir que todas as instituições/organizações participantes da
pesquisa, no Estado do Tocantins, foram fundadas após o ano de 1981.
330
Gráfico 44 - Fundação Tocantins
6
5
5
4
Após 1981
3
2
100,00%
1
0
N
%
Quanto ao registro ou legalização dessas instituições é possível verificar que a grande
maioria está registrada em mais de um órgão, ou seja, 04 (80,0%) delas estão registradas em
Cartório, nenhuma em junta comercial nem na Receita Federal, e 02 (40,0%) o tem realizado
junto à prefeitura.
Tabela 356 – Registrado em
Registrado em
Sim
Não
Total
04 (80,0%)
01 (20,0%)
5 (100,0%)
00
5 (100,0%)
00
02 (40,0%)
03 (60,0%)
05 (100,0%)
Receita Federal
00
05 (100,0%)
00
MTE
00
05 (100,0%)
Cartório
Junta Comercial
Prefeitura
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.25.2. DIMENSÃO INSTRUMENTAL DO CAPITAL SOCIAL- TOCANTINS
Caracterização da organização
Quanto ao tipo de organização dessas instituições compareceram 02 associações e 03
(38,9%) são conselhos.
331
Tabela 357 – Tipo de organização
Tipo de organização
Nº
%
Associação
02
40,0
Conselho
03
60,0
Total
05
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Tomada de decisões
Ao verificarmos a tabela sobre a estrutura organizacional das instituições analisadas,
podemos inferir que a tomada de decisões apresenta as seguintes denominações: 01 das
organizações toma as suas decisões de forma colegiada, em 02 unidades a comunidade participa
da gestão, em 05 delas são realizadas ambiguidade e em 04 das instituições as decisões são
tomadas a partir de conselho. Já 02 delas funcionam com diretoria e 01 funciona com comitê.
Tabela 358 – Tomada de decisões
Tomada de decisões
Sim
Não
Não informado
Diretoria
02
01
02
Conselho
04
00
01
Assembleia
05
00
00
Comitê
01
02
02
Comissões
01
01
03
Assessorias Externas
00
02
03
Assessorias Internas
00
02
03
Comunidade participa da gestão
02
00
03
Decisões são colegiadas
01
01
03
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
A tabela abaixo mostra a ambiguidade dos encontros de gestão das organizações
analisadas e indicam que 60,0% das instituições que responderam à questão (03) realizam suas
reuniões mensalmente, (01) semanalmente, 01 delas tem outra ambiguidade para suas reuniões,
ou seja, encontros quinzenais.
332
Tabela 359 – Frequência dos encontros de gestão da organização
Frequência dos encontros de gestão da organização
Semanal
Quinzenal
Mensal
Total
Nº
01
01
03
05
%
20,0
20,0
60,0
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Relação nas parcerias
Quanto ao estabelecimento de parcerias com outras instituições, das 05 que
participaram da pesquisa no Estado, 03 delas afirmam possuir algum tipo de parceria e 02 dizem
não realizá-las.
Tabela 360 – A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
A organização possui parcerias com conselhos
e/ou outras entidades de controle social
Sim
Não
Total
Nº
%
03
02
05
60,0
40,0
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As organizações foram também interrogadas sobre as formas de parcerias que são
estabelecidas e neste item poderiam responder mais de uma questão. 02 o fizeram de forma
voluntária, 01 por convite da própria organização, o que demonstra vontade política de construir
uma rede social.
Tabela 361 – A parceria se estabelece de que forma
A parceria se estabelece de que forma
Sim
Não informado
Voluntária
02
03
Convite
01
04
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando do nível de relação nas parcerias estabelecidas a tabela a seguir mostra
como estas se dão.
333
Tabela 362 – Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé de
igualdade de condições
Consideram os diferentes pontos de vista
Existem ambiguidades e/ou ambivalências
Argumentam e negociam para chegar
a um ponto em comum
Possui compromisso mútuo confiável na
relação estabelecida na parceria
Há solidariedade nos momentos de
negociação
Existem mecanismos de cooperação
na parceria
Sim
Em parte
Não
Não informado
02 (66,7%)
01 (33,3%)
00
02
02 (66,7%)
01 (33,3%)
00
02
00
01 (50,0%)
01 (50,0%)
03
02 (66,7%)
01 (33,3%)
00
02
03 (100,0%)
00
00
02
03 (100,0%)
00
00
02
03 (100,0%)
00
00
02
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que se refere à igualdade no diálogo entre as organizações verifica-se que 02 (66,7%)
confirmaram que sim, dialogam em pé de igualdade uma com a outra, 01 (33,3%) em parte e 02
instituições não responderam.
De maneira convergente se mostraram os dados da tabela acima referentes ao diálogo
sobre os diferentes pontos de vista. 02 (66,7%) afirmam respeitar os diferentes pontos de vista,
enquanto 01 (33,3%) o realiza apenas em parte.
Em relação à existência de ambiguidades e/ou ambivalências nas relações de parceria
temos que nenhuma instituição declarou haver ambiguidades e ambivalências nas parcerias
estabelecidas. Para 01 (50,0%) as ambiguidades existem apenas em parte e em 01 (50,0%) dos
casos não há ambivalências ou ambiguidades nas relações.
Quanto à qualidade da participação, quando perguntados se argumentam e negociam
para chegar a um ponto comum. 02 (66,7%) das respostas afirmaram positivamente e 02 não
informaram a questão.
Sobre compromisso mútuo confiável na relação entre organizações parceiras foi elevado,
seja de 03 (100,0%) positivamente, organização responde não à questão e 02 não quiseram
informar as respostas.
334
Consultados sobre a existência ou não de solidariedade nos momentos de negociação as
respostas confirmaram que para a maioria das organizações que responderam à questão, 03
(100,0%) ela existe. Foram 02 as que não quiseram informar a resposta.
Quanto à existência de mecanismos de cooperação na parceria 3 (100,0%) sinalizaram
positivamente. 02 não responderam à questão.
No que se refere às estratégias que a Organização desenvolve nas parcerias, a tabela a
seguir mostra que apenas 02 (100,0%) realizam pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas.
Enquanto 03 não responderam. 01 (100,0%) organização publica sobre os temas. 04 não
informaram.
Quando perguntados se oferecem ao público algum tipo de capacitação referente às
temáticas do controle social e do combate à corrupção, 02 (100,0%) respondem sim.
Quanto à articulação e troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas, 02 (100,0%) organizações dizem sim.
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização, 01 (100,0%) sim.
Tabela 363 – Estratégias da organização nas parcerias
Estratégias da organização nas parcerias
Sim
Não informado
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas
02 (100,0%)
03
Publica sobre os temas
01 (100,0%)
04
Oferece ao público algum tipo de capacitação referente às temáticas
02 (100,0%)
03
02 (100,0%)
03
01 (100,0%)
04
Articula troca de experiências com outras organizações
sobre as temáticas
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
10.25.3. DIMENSÃO IDEOLÓGICA DO CAPITAL SOCIAL – TOCANTINS
Articulação com outras instituições
De forma bastante coerente com as respostas referentes à dimensão instrumental foram
às obtidas com o item articulação com outras instituições. Dos 05 questionários apurados 03, o
que equivale a 60,0% aproximadamente, afirmaram que sua organização possui articulação com
outras instituições, enquanto 02 dizem não possuir nenhum tipo de articulação.
335
Tabela 364 – A 0rganização possui articulação com outras instituições
A Organização possui articulação com outras instituições
Sim
Não
Total
Nº
03
02
05
%
60,0
40,0
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das 05 instituições que afirmam desenvolver algum tipo de articulação, em 05 delas tal
articulação se dá na esfera pública e 01 delas com a esfera da sociedade civil. Já as esferas do
terceiro setor representaram 02 e a esfera privada tiveram 01 resposta, conforme pode ser
visualizado na tabela abaixo.
Tabela 365 – Esfera de articulação
Esfera de articulação
Sim
Não informado
Pública
05
00
Sociedade Civil
01
04
Privada
01
04
Terceiro Setor
02
03
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Na esfera publica, as articulações se dão no âmbito do apoio financeiro em 3 (60,0%)
dos casos e em 02 (40,0%) não se dá nesta esfera. Para 01 (20,0%) delas esta articulação se dá
na forma de assessorias e 04 (80,0%) não se dão nesse campo. A articulação para eventos,
projetos e outras ações se dá em 12 (66,7%) delas. Já 02 (40,0%) declaram não ter articulação
nessa área de eventos e em 02 (11,1%) dos casos a resposta foi negativa para articulação com
serviços terceirizados.
Na modalidade esfera de articulação da sociedade civil temos que: não há articulação
com interesse financeiro, assim como por meio de assessorias. 07 (38,9%) para realização de
projetos, eventos e outras ações e em 100% dos casos não articulação com os serviços
terceirizados.
336
Na esfera privada é possível verificar que em 01 (20,0%) dos casos há articulação entre
as instituições no âmbito financeiro e em 50,0% dos casos não há o desenvolvimento de
assessorias nem articulação no âmbito da realização de eventos, projetos e ações nem no
âmbito dos serviços terceirizados.
No que tange ao terceiro setor, em 01 (20,0%) dos casos as articulações se dão no
campo do apoio financeiro, nem com os eventos, projetos e ações. Não há articulação com
serviços terceirizados.
Tabela 366 – Modalidade de articulação
Modalidade de articulação
Sim
Não
Apoio Financeiro
03 (60,0%)
02 (40,0%)
Assessoria
01 (20,0%)
04 (80,0%)
Eventos/projetos/ações
03 (60,0%)
02 (40,0%)
Serviços Terceirizados
00
05 (100,0%)
Apoio Financeiro
00
05 (100,0%)
Assessoria
00
05 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
01 (20,0%)
04 (80,0%)
Serviços Terceirizados
00
05 (100,0%)
01 (20,0%)
04 (80,0%)
Assessoria
00
05 (100,0%)
Eventos/projetos/ações
00
05 (100,0%)
Serviços Terceirizados
00
05 (100,0%)
01 (20,0%)
01 (20,0%)
01 (20,0%)
00
04 (80,0%)
04 (80,0%)
4 (80,0%)
05 (100,0%)
Pública
Sociedade Civil
Privada
Apoio Financeiro
Terceiro Setor
Apoio Financeiro
Assessoria
Eventos/projetos/ações
Serviços Terceirizados
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
No que tange aos objetivos ou interesses das organizações as respostas são as seguintes:
337
Tabela 367 – Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
Objetivos/interesses da organização no
desenvolvimento de suas ações
Busca do bem comum
Satisfação de necessidades imediatas da
população usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
Sim
Não informado
05
00
03
02
00
05
Incentivo ao empreendedorismo
01
04
Inserção no mercado de trabalho
01
04
Outros
01
04
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Das instituições que responderam à questão 05 delas dizem que buscam o bem comum,
assim como 03 afirmam buscar a Satisfação de necessidades imediatas da população
usuária/beneficiária. 01 o incentivo ao empreendedorismo. Para 01, é a inserção no mercado de
trabalho o seu objetivo principal. Para 01 delas existe outros tipos de objetivos que não estavam
listados na questão, mas também não informaram quais seriam.
Tentando captar se a organização estimula o interesse dos participantes pelos assuntos
da comunidade e/ou da cidade para construir e/ou melhorar a convivência social, evitar ou
mediar conflitos; ou ainda para garantir o usufruto de bens coletivos de responsabilidade
pública e da comunidade, as respostas confirmaram que 03 organizações o que representa
estimulam o envolvimento com os assuntos, questões polêmicas, ou conflitos da comunidade, e
02 não informaram.
Tabela 368 – A organização/instituição estimula o interesse dos
participantes pelos assuntos da comunidade/cidade
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes
pelos assuntos da comunidade/cidade
Nº
Sim
Não Informado
03
02
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Em se tratando da contribuição da instituição para a comunidade é possível verificar na
tabela abaixo que em 02 (66,7%) dos casos a instituição é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política, e em 01 (33,3%) delas aproximadamente não o são; e 02 não
338
informaram. Para 03 (75,0%) delas a Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade. Em 03 (60,0%) dos casos a Organização realiza diagnóstico
participativo para identificar os problemas e suas causas na comunidade, e em 03 (75,0%) delas
a organização mobiliza alguns grupos de interesses comuns. Já 05 (100,0%), a organização
disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência.
Tabela 369 – Contribuição da organização para a sociedade civil
Contribuição da organização para a sociedade civil
A Organização é reconhecida pela comunidade como
mediadora de ação política
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas
decisões dos assuntos da localidade
A Organização realiza diagnóstico participativo para
identificar os problemas e suas causas na comunidade
A Organização mobiliza alguns grupos de interesses
comuns
A Organização disponibiliza espaços de aprendizagem e
convivência
A Organização é comprometida com o desenvolvimento
social sustentável
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre consciência tributária**
A Organização realiza alguma ação que promova a
responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela
correta aplicação dos recursos públicos**
A Organização realiza alguma ação de capacitação sobre
Controle Social e Prevenção à Corrupção**
Sim
Não
Não informado
02 (66,7%)
01 (33,3%)
02
01 (25,0%)
01
03 (75,0%)
03 (60,0%)
03 (75,0%)
02 (40,0%)
01 (25,0%)
01
01 (25,0%)
01
03 (75,0%)
01
-
-
03 (75,0%)
01
05 (100,0%)
03 (75,0%)
01 (25,0%)
05 (100,0%)
01 (25,0%)
*Opção existente somente no questionário de 2009
**Opção existente somente no questionário de 2010
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Continuando a análise sobre as contribuições da instituição a tabela mostra que em 03
(75,0%) dos casos a Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável e
em 03 (75,0%) dos casos a Organização não possui nenhum programa de responsabilidade
social sobre consciência tributária. Ainda temos que em 05 (100,0%) delas a Organização realiza
alguma ação que promova a responsabilidade social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação
dos recursos públicos e em 01 (25,0%) a Organização realiza alguma ação alguma ação de
capacitação sobre Controle Social e Prevenção à Corrupção. enquanto o maior percentual das
organizações 03 (75,0%) não as realiza.
339
No entanto, quando perguntadas se desejam realizar este tipo de atividade 100% das
organizações afirmam que tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre Controle
Social e Prevenção à Corrupção.
Tabela 370 – A organização tem interesse em apoiar alguma ação
de capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de
capacitação sobre controle social e prevenção à corrupção **
Nº
%
Sim
05
100,0
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
As instituições também falaram sobre os tipos de apoio disponibilizado para a realização
das atividades de capacitação e as respostas demonstram que quanto ao apoio financeiro o
número é pequeno, apenas 02 instituições apoiam financeiramente tais atividades. Em 02 delas
há a disponibilidade de espaço físico. 04 organizações afirmam que cedem seu pessoal para
organização e apoio aos eventos de capacitação. Já 01 delas trabalha para impressão de
material de divulgação.
Tabela 371 – Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
Sim
Não se aplica
Cessão de espaço físico
02
03
Cessão de pessoal para organização e apoio
ao evento de capacitação
Impressão de material de divulgação
04
01
01
04
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
04
01
Divulgação das ações por meio de panfletagem
02
03
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
04
01
Divulgação das ações por meio de rádio
02
03
Divulgação das ações por meio de redes sociais
02
03
Distribuição de material didático durante a realização
das ações de capacitação
Distribuição de material didático após a realização
das ações de capacitação
03
02
04
01
Fonte: Coleta de dados direta – 2010
Conforme pode ser visualizado na tabela acima, em 04 dessas instituições, há o auxílio
na indicação do pessoal para participar dos cursos e 02 delas apoiam na divulgação das ações
por meio de panfletagem. 04 realizam divulgação das ações por meio do mural da instituição,
340
02 divulgam por meio do rádio e 02 por meio de redes sociais. 03 fazem distribuição de material
didático durante a realização das ações de capacitação e 04 fazem a distribuição de material
didático após a realização das ações de capacitação.
11. REFERÊNCIAS
BAQUERO, Marcello. Construindo uma outra sociedade: o capital social na estruturação de
uma cultura política participativa no Brasil. Rev. Sociol. Polit. Nov 2003, no.21, p.83-108.
Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rsocp/n21/a07n21.pdf – acesso em: 22-10-2009.
GRASSI, Marzia. Práticas, formas e solidariedades da integração de jovens de origem angolana
no mercado de trabalho em Portugal. Disponível em:
http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/egg/v12n3/v12n3a06.pdf Acesso em: 24/05/2010.
HERZOG, Alexander. Capital Social e o seu Papel: Uma Reflexão Crítica sobre Potenciais e
Limites. Disponível em: http://www.ebah.com.br/capital-social-e-o-seu-papel-uma-reflexaocritica-sobre-potenciais-e-limites-pdf-a26328.html. 02/12/09.
HIGGINS, Silvio Salej. Os Fundamentos Teóricos do Capital Social. Chapecó, Argos Ed.
Universitária, 2005, 263 p.
KHAN
Ahmad Saeed & SILVA Lucia Maria Ramos.
Capital social das comunidades
beneficiadas pelo programa de combate à pobreza rural – PCPR/Projeto São José – PSJ –
estado do Ceará. Revista de Economia e Sociologia Rural. Vol.43 nº. , Brasília Jan/Mar. 2005.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-20032005000100006.
MORAES, Jorge Luiz Amaral & RUOSO, MAURIVAM. Capital Social E A Dinâmica Do
Desenvolvimento Territorial Rural no Norte do Rio Grande do Sul.
http://www.sober.org.br/palestra/12/12O505.pdf.
341
PUTNAM, Robert D. Comunidade e Democracia: a experiência da Itália moderna. 3 ed. Rio de
Janeiro: FGV, 2002.
SILVA , José Deocleciano de Siqueira Júnior. O capital social: discussão em torno da
construção de um conceito. Revista Espaço Acadêmico, n. 72 – maio 2007, mensal, ano VI.
Disponível em: http://www.espacoacademico.com.br/072/72silvajr.htm - 02/12/09.
IBGE. Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 – despesas e rendimentos. Disponível em:
<www.ibge.gov.br/estadosat/temas.php?sigla=al&tema=pofdespesasrendimentos> Acesso em:
20/12/2010.
IPEA. Índice de GINI: Renda - desigualdade - coeficiente de Gini – IPEA - Disponível em:
<http://www.ipeadata.gov.br/ipeaweb.dll/ipeadata?SessionID=806686050&Tick=129530493454
8&VAR_FUNCAO=SubmeterFormulario('frmMain','Series%3FSessionID%3D806686050%26Text
%3Dgini%26Tick%3D1295304934546');&Mod=S>.
_____________PIB Estadual per capita - Unidade: R$ de 2000(mil) - Deflacionado pelo
Deflator Implícito do PIB nacional. Disponível em:
< http://www.ipeadata.gov.br/ipeaweb.dll/ipeadata?SessionID=806686050&Tick=12953060184
00&VAR_FUNCAO=SubmeterFormulario('frmMain','Series%3FSessionID%3D806686050%26Text
%3Dpib%26Tick%3D1295306018399');&Mod=R>.
___________Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) - emprego & renda - IPEA
2006. Disponível em:
<http://www.ipeadata.gov.br/ipeaweb.dll/ipeadata?SessionID=1213662988&Tick=12953772438
85&VAR_FUNCAO=SubmeterFormulario('frmMain','Series%3FSessionID%3D1213662988%26Te
xt%3DIFDM%26Tick%3D1295377243884');&Mod=S>. Acesso em: 20/12/2010.
342
12. QUESTIONÁRIO DE CAPITAL SOCIAL (2009)
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS ONDE
ACONTECE O PROGRAMA “OLHO VIVO NO DINHEIRO PÚBLICO”
Este questionário deverá ser respondido pelo responsável legal da Organização.
A. DIMENSÃO ESTRUTURAL E ORGANIZACIONAL
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Nome de registro da organização:
Endereço completo (Rua/Avenida/Travessa):
Bairro:_________________________________________________CEP:_______________
Município:__________________________________Estado:_________________________
Telefones: ( )___________________ E-mail:_____________________________________
Cel: ( )_____________________ Site: ________________________________________
Data de Fundação: ____/____/_______
Responsável legal:
Registrado em: Cartório ( ) Prefeitura ( ) Junta Comercial ( ) Receita Federal ( ) MTE ( )
Outro órgão: ( ) Qual? ______________________________________________________
Número de registro/CNPJ:
2. CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO
2.1. Tipo de organização
Sindicato
Associação
Cooperativa
Conselho
Organização Não Governamental
Fórum
Organização Social
Organização Social de Interesse Público
Clube
Empresa
Entidade filantrópica
Igreja
Outra. Qual? _____________________________________________________________
343
2.2. Quantidade de participantes na Organização: (ampliação do número de participantes)
Número de Participantes
Representações
Associados
Sócios
Público Atendido
Voluntários
Membros
Outros. Quais?
No início da Organização
Dados Atuais/2009
2.3. Escreva os Objetivos da Organização:
Econômicos
Sociais
Políticos
Outros? Quais?
2.4. Estrutura Organizacional
As decisões são tomadas através de quais Unidades de Gestão? (pode marcar mais de uma
alternativa)
Estruturas de Unidade
Diretoria
Conselho
Assembléia
Comitê
Comissões
Assessorias Externas
Assessorias Internas
A comunidade participa da gestão?
As decisões são colegiadas?
Outra.Qual?
Sim
2.5. Esta organização se caracteriza por desenvolver prioritariamente as atividades de:
(Descreva as mais relevantes)
Ramo de Atividade
Econômica
Social
Política
Religiosa
Cultural/Recreativa
Outra? Qual?
Descrição
344
Não
2.6. Marque qual a freqüência dos encontros de Gestão da Organização?
Semanal
Quinzenal
Mensal
Anual
Outra. Qual? _________________________________________________________
B. DIMENSÃO INSTRUMENTAL
3. Relação de Parcerias
3.1. Esta Organização possui parcerias com Conselhos e/ou outras entidades de Controle
social?
Sim. Quais?
________________________________________________________________
Não
3.2. Esta parceria se estabelece de que forma? (pode marcar mais de uma alternativa)
Voluntária
Convite
Indicação
Outra. Qual? _________________________________________________________
3.3. Qualidade da Participação:
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé de igualdade de condições?
Consideram os diferentes pontos de vista?
Existem ambiguidades e/ou ambivalências?
Argumentam e negociam para chegar a um ponto em comum?
Possui compromisso mútuo confiável na relação estabelecida na
parceria?
Há solidariedade nos momentos de negociação?
Existem mecanismos de cooperação na parceria?
Outro. Qual?
Sim
Em Parte
Não
3.4. Com relação às temáticas “controle social e combate à corrupção” quais as estratégias
que esta organização desenvolve com as parcerias?
Estratégias
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas?
Publica sobre os temas?
Oferece ao público algum tipo de capacitação referente às temáticas?
Articula troca de experiências com outras organizações sobre as
temáticas?
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização?
Outra. Qual?
345
Sim
Não
C. DIMENSÃO IDEOLÓGICA E POLÍTICA
4. Articulação com outras Instituições
4.1. A organização possui articulação com outras instituições? (coloque por extenso o nome
das organizações).
Sim. Qual (is) o(s) nome(s) da/as Instituição/ões?
____________________________________________________________________
Não
4.2. Qual a esfera e modalidade de articulação que a organização possui?
Esfera da
Articulação
Modalidade de Articulação (pode marcar mais de uma opção)
Apoio Financeiro Assessoria Eventos/projetos/ações Serviços
Terceirizados
Públicas
Sociedade Civil
Privadas
Terceiro Setor
Outras. Quais?
4.3. Quais os objetivos/interesses da Organização no desenvolvimento de suas ações? (pode
marcar mais de uma opção)
Busca do bem comum
Satisfação de necessidades imediatas da população usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
Incentivo ao empreendedorismo
Inserção no mercado de trabalho
Outros. Quais?
4.4. A Organização/Instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade?
( considere, por exemplo, a construção de alguma regra social para melhorar a convivência,
evitar conflitos ou regras para o uso de bens coletivos de responsabilidade da comunidade)
Sim Não Por que?
Cite exemplos:
346
4.5. Quais as contribuições da sua Organização para a sociedade civil organizada no sentido
de melhoria das regras de reciprocidade e confiança social?
Reciprocidade e estabelecimento da Confiança Social
A Organização é reconhecida pela comunidade como mediadora de ação
política?
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões dos assuntos
da localidade?
A organização realiza diagnostico participativo para identificar os problemas e
suas causas na comunidade?
A organização mobiliza grupos de interesses comuns?
A organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência?
A Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável?
Sua Organização tem algum programa de responsabilidade social sobre
consciência tributária e do zelo continuo pela correta aplicação dos recursos
públicos?
Outra. Qual? _________________________________________________
________________________________________________
Assinatura do Responsável Legal da Organização
Local: ____________________
Data: ____________________
Agradecemos sua colaboração.
347
SIM
NÃO
13. QUESTIONÁRIO DE CAPITAL SOCIAL (2010)
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS ONDE
ACONTECE O PROGRAMA “OLHO VIVO NO DINHEIRO PÚBLICO”
UNIVERSDIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS
AÇÕES EM REDE COORDENADAS NO UNIVERSO SOCIAL – ARCUS
GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTROLADORIA NO NORDESTE - GECONE
Este questionário deverá ser respondido pelo responsável legal da Organização.
A. DIMENSÃO ESTRUTURAL E ORGANIZACIONAL
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Nome de registro da organização:
Endereço completo (Rua/Avenida/Travessa):
Bairro:_________________CEP:___________Município:__________________Estado:____
Telefones: ( )___________________ E-mail:______________________________________
Cel: ( )___________________ Site: ____________________________________________
Data de Fundação: ___/___/______
Responsável legal:
Registrado em: Cartório ( ) Prefeitura ( ) Junta Comercial ( ) Receita Federal ( ) MTE ( )
Outro órgão ( ) Qual?
Número de registro/CNPJ:
2. CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO
2.1.
Tipo de organização
Sindicato
Associação
Cooperativa
Conselho
Organização Não Governamental
Fórum
Organização Social
Organização Social de Interesse Público
Clube
Empresa
Entidade filantrópica
Igreja
Outra. Qual? ________________________________
348
2.2. Quantidade de participantes na Organização: (ampliação do número de participantes)
Representações
Associados
Sócios
Público Atendido
Voluntários
Membros
Outros. Quais?
Número de Participantes
No início da Organização
Dados Atuais/2009
2.3. Escreva os Objetivos da Organização:
Econômicos
Sociais
Políticos
Outros? Quais?
2.4. Estrutura Organizacional
As decisões são tomadas através de quais Unidades de Gestão? (pode marcar mais de uma
alternativa)
Estruturas de Unidade
Diretoria
Conselho
Assembleia
Comitê
Comissões
Assessorias Externas
Assessorias Internas
A comunidade participa da gestão?
As decisões são colegiadas?
Outra.Qual?
Sim
Não
2.5. Esta organização se caracteriza por desenvolver prioritariamente as atividades de:
(Descreva as mais relevantes)
Ramo de Atividade
Econômica
Social
Política
Religiosa
Cultural/Recreativa
Outra? Qual?
Descrição
349
2.6. Marque qual a frequência dos Encontros de Gestão14 da Organização?
Semanal
Quinzenal
Mensal
Anual
Outra. Qual? ____________________________________________________________
B. DIMENSÃO INSTRUMENTAL
3. Relação de Parcerias
3.1. Esta Organização possui parcerias15 com Conselhos e/ou outras entidades de Controle
social?
Sim. Quais?___________________________________________________________
Não
3.2. Esta parceria se estabelece de que forma? (pode marcar mais de uma alternativa)
Voluntária
Convite
Indicação
Outra. Qual?__________________________________________________________
3.3. Qualidade da Participação:
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
Dialogam um com o outro em pé de igualdade de condições?
Sim
Em Parte
Não
Consideram os diferentes pontos de vista?
Existem ambiguidades16 e/ou ambivalências17?
Argumentam e negociam para chegar a um ponto em
comum?
Possui compromisso mútuo confiável na relação
estabelecida na parceria?
Há solidariedade nos momentos de negociação?
Existem mecanismos de cooperação na parceria?
Outro. Qual?_____________________________________
14
Encontros de Gestão: entende-se por reuniões de decisões, de deliberações, bem como reuniões para discussões estratégicas
da Organização. Exemplos: No caso dos sindicados seriam as assembléias;
15
Parceria: associação de entidades (duas ou mais) para desenvolver ação conjunta com vista a atingir um objetivo determinado.
16
Ambiguidades: incoerência, dubiedade (duvidoso), incerteza, confusão, nebulosidade e intransparência.
17
Ambivalência: significa DUALIDADE de sentimento e/ou dois aspectos radicalmente diferentes, até mesmo opostos. Ex. amor e
ódio
350
3.4. Com relação às temáticas “controle social e combate à corrupção” quais as estratégias
que esta organização desenvolve com as parcerias?
Estratégias
Realiza pesquisas e/ou estudos sobre as temáticas?
Publica sobre os temas?
Oferece ao público algum tipo de capacitação referente às temáticas?
Articula troca de experiências com outras organizações sobre as temáticas?
As temáticas referidas estão incluídas na agenda da organização?
Sim
Não
Outra. Qual?_______________________________________________
C. DIMENSÃO IDEOLÓGICA E POLÍTICA
4. Articulação com outras Instituições
4.1. A organização possui articulação com outras instituições? (coloque por extenso o nome
das organizações).
Sim. Qual (is) o(s) nome(s) da/as Instituição/ões?
__________________________________________________________________
Não
4.2. Qual a esfera e modalidade de articulação que a organização possui?
Esfera da Articulação
Modalidade de Articulação (pode marcar mais de uma opção)
Apoio
Assessoria Eventos/projetos/ações
Serviços
Financeiro
Terceirizados
Públicas
Sociedade Civil
Privadas
Terceiro Setor18
Outras. Quais?
4.3. Quais os objetivos/interesses da Organização no desenvolvimento de suas ações? (pode
marcar mais de uma opção)
Busca do bem comum
Satisfação de necessidades imediatas da população usuária/beneficiária
Desenvolvimento do voluntariado
Incentivo ao empreendedorismo
Inserção no mercado de trabalho
Outros. Quais?_______________________________________________
Terceiro Setor: é constituído por organizações sem fins lucrativos e não governamentais, que têm como objetivo
gerar serviços de caráter público. Ex: Fundações, ONGs e Entidades Beneficentes.
18
351
4.4. A Organização/Instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade?
(considere, por exemplo, a construção de alguma regra social para melhorar a convivência, evitar conflitos ou regras
para o uso de bens coletivos de responsabilidade da comunidade)
(considere, por exemplo, incentivo à comunidade para participar do orçamento participativo, audiências públicas,
realização de encontros e palestras para as famílias, etc.)
Sim
Não
Por que?
Cite exemplos:
4.5. Quais as contribuições da sua Organização para a sociedade civil no sentido de melhoria
das regras de reciprocidade e confiança social?
Reciprocidade e estabelecimento da Confiança Social
A Organização é reconhecida pela comunidade como mediadora de ação
política?
A Organização envolve as pessoas da comunidade nas decisões
dos assuntos da localidade?
A organização realiza diagnostico participativo para identificar
os problemas e suas causas na comunidade?
A organização mobiliza grupos de interesses comuns?
A organização disponibiliza espaços de aprendizagem e convivência?
A Organização é comprometida com o desenvolvimento social sustentável?
Sua Organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade
social sobre consciência tributária?
Sua Organização realiza alguma ação que promova a responsabilidade
social sobre o zelo contínuo pela correta aplicação dos recursos públicos?
Sua Organização realiza alguma ação de capacitação sobre Controle Social
e Prevenção à Corrupção?
Outra. Qual? _________________________________________________
SIM
NÃO
4.6. Sua Organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre Controle
Social e Prevenção à Corrupção?”
Sim
Não
352
4.7. Caso tenha respondido “Sim”, selecione o tipo de apoio que poderia ser disponibilizado
por sua Instituição: (pode marcar mais de uma opção)
Apoio financeiro
Cessão de espaço físico
Disponibilização de veículos
Cessão de pessoal para organização e apoio ao evento de capacitação
Impressão de material de divulgação. Exemplo: folders, cartazes etc.
Auxílio na indicação de participantes para os cursos
Divulgação das ações por meio de panfletagem
Divulgação das ações por meio do mural da instituição
Divulgação das ações por meio de rádio
Divulgação das ações por meio das redes sociais virtuais. Exemplos: Orkut, Facebook,
Twitter, etc.
Distribuição de material didático durante a realização das ações de capacitação.
Distribuição de material didático após a realização das ações de capacitação.
Outros. Quais?_______________________________________________
________________________________________________
Assinatura do Responsável Legal da Organização
Local: ____________________
Data: ____________________
Agradecemos sua colaboração.
353
14. APRESENTAÇÃO DA PESQUISA E TERMO DE CONSENTIMENTO
LIVRE E ESCLARECIDO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS
AÇÕES EM REDE COORDENADAS NO UNIVERSO SOCIAL - ARCUS
GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTROLADORIA NO NORDESTE - GECONE
Você está sendo convidado/a para participar da pesquisa: “AVALIAÇÃO DO CAPITAL HUMANO
E SOCIAL NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: O CASO DO PROGRAMA “OLHO VIVO NO DINHEIRO PÚBLICO”. Sua
participação não é obrigatória e a qualquer momento você poderá desistir de participar e retirar
seu consentimento. A sua recusa não trará nenhum prejuízo em sua relação com os
pesquisadores ou com a Instituição.
O objetivo desta pesquisa é avaliar a efetividade do Programa Olho Vivo no Dinheiro
Público através do Mapeamento do Perfil do Capital Humano e Social nos municípios brasileiros.
Estes dados nos subsidiarão a concluir o projeto de pesquisa em questão que visa desenvolver
um modelo de metodologia para o mapeamento do capital humano e social dos participantes do
Programa Olho Vivo (conselheiros municipais, lideranças locais, agentes públicos municipais)
como subsídio à continuidade e ampliação da participação da população no controle social;
Será assegurado o sigilo das informações pessoais e a sua identidade não será publicada
em nenhuma hipótese. Os principais produtos esperados a partir dos dados colhidos nesta
pesquisa são: o mapeamento socioeconômico e cultural dos agentes sociais - conselheiros
municipais - lideranças locais, agentes públicos municipais, etc. e a organização de um catálogo
que será classificado por município e pela natureza das organizações que formam o capital
social naquele município participante do Programa Olho Vivo.
PESQUISADORA RESPONSÁVEL
Profª. Drª Ana Cristina Brito Arcoverde
Fone: 81 21268912
Profª Drª Ana Lúcia Fontes de Souza Vasconcelos
CONSENTIMENTO DA PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COMO SUJEITO
Eu concordo em participar da pesquisa e declaro que fui devidamente informado/a e esclarecido
pelo/a pesquisador/a sobre a pesquisa, os procedimentos nela envolvidos, assim como os
possíveis riscos e benefícios decorrentes de minha participação. Estou ciente de que posso
retirar meu consentimento a qualquer momento, sem que isto leve a qualquer penalidade.
Local e data _______________________________
Nome: _____________________________________________________________________
Assinatura do sujeito ou responsável: _____________________________________________
354
15. LISTA DE FIGURAS
PG
Figura 01
Sociograma com atributo – tipo de organização
53
Figura 02
Rede de interações
54
16. LISTA DE GRÁFICOS
PG
ACRE
Gráfico 01
Municípios Acre
62
Gráfico 02
Fundação Acre
63
Gráfico 03
Municípios Alagoas
75
Gráfico 04
Fundação Alagoas
76
Gráfico 05
Municípios Amazonas
88
Gráfico 06
Fundação Amazonas
89
ALAGOAS
AMAZONAS
CEARÁ
Gráfico 07
Municípios Ceará
100
Gráfico 08
Fundação Ceará
101
ESPÍRITO SANTO
Gráfico 09
Municípios Espírito santo
115
Gráfico 10
Fundação Espírito Santo
115
Gráfico 11
Municípios Goiás
128
Gráfico 12
Fundação Goiás
128
GOIÁS
355
MATO GROSSO
Gráfico 13
Municípios Mato Grosso
145
Gráfico 14
Fundação Mato Grosso
145
MATO GROSSO DO SUL
Gráfico 15
Municípios Mato Grosso do Sul
157
Gráfico 16
Fundação Mato Grosso do Sul
158
MINAS GERAIS
Gráfico 17
Municípios Minas Gerais
169
Gráfico 18
Fundação Minas Gerais
170
Gráfico 19
Municípios Paraíba
187
Gráfico 20
Fundação Paraíba
187
Gráfico 21
Municípios Paraná
196
Gráfico 22
Fundação Paraná
197
PARAÍBA
PARANÁ
PERNAMBUCO
Gráfico 23
Municípios Pernambuco
209
Gráfico 24
Fundação Pernambuco
210
Gráfico 25
Municípios Piauí
221
Gráfico 26
Fundação Piauí
222
PIAUÍ
RIO GRANDE DO NORTE
Gráfico 27
Municípios Rio Grande do Norte
233
Gráfico 28
Fundação Rio Grande do Norte
234
356
RIO GRANDE DO SUL
Gráfico 29
Municípios Rio Grande do Sul
246
Gráfico 30
Fundação Rio Grande do Sul
247
RIO DE JANEIRO
Gráfico 31
Municípios Rio de Janeiro
259
Gráfico 32
Fundação Rio de Janeiro
259
Gráfico 33
Municípios Rondônia
269
Gráfico 34
Fundação Rondônia
270
Gráfico 35
Municípios Roraima
282
Gráfico 36
Fundação Roraima
283
RONDÔNIA
RORAIMA
SANTA CATARINA
Gráfico 37
Municípios Santa Catarina
294
Gráfico 38
Fundação Santa Catarina
294
Gráfico 39
Municípios São Paulo
306
Gráfico 40
Fundação São Paulo
307
Gráfico 41
Municípios Sergipe
318
Gráfico 42
Fundação Sergipe
319
Gráfico 43
Municípios Tocantins
330
Gráfico 44
Fundação Tocantins
331
SÃO PAULO
SERGIPE
TOCANTINS
357
17. LISTA DE QUADROS
RELATÓRIO CONSOLIDADO
PG
Quadro 01
Questionários aplicados na região Sudeste
10
Quadro 02
Questionários aplicados na região Sul
11
Quadro 03
Questionários aplicados na região Norte
11
Quadro 04
Questionários aplicados na região Centro-Oeste
12
Quadro 05
Questionários aplicados na região Nordeste
12
Quadro 06
Dimensões/categorias, variáveis, indicadores de capital social e questões
14
Quadro 07
Dados geográficos
23
Quadro 08
Indicadores sociais
26
Quadro 09
Governadores Eleitos em 2010
28
Quadro 10
Governadores Eleitos no 2º Turno em 2010
29
RELATÓRIO DESCRITIVO DO CAPITAL SOCIAL NOS ESTADOS
Quadro 11
Capital social no Distrito Federal
108
Quadro 12
Capital social no Estado do Maranhão
137
Quadro 13
Capital social no Estado do Pará
179
18. LISTA DE TABELAS
RELATÓRIO CONSOLIDADO
PG
Tabela 01
Estado
30
Tabela 02
Ano de fundação da organização
31
Tabela 03
Registrado em
32
Tabela 04
Tipo de organização
32
Tabela 05
Média de participantes na organização
33
Tabela 06
Estrutura da unidade
34
Tabela 07
Frequência dos encontros de gestão da organização
34
Tabela 08
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
36
Tabela 09
A parceria se estabelece de que forma
37
Tabela 10
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
37
Tabela 11
Estratégias da organização nas parcerias
40
358
Tabela 12
A organização possui articulação com outras instituições
41
Tabela 13
Esfera de articulação
42
Tabela 14
Modalidade de articulação
43
Tabela 15
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
45
Tabela 16
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
47
Tabela 17
Reciprocidade e estabelecimento da confiança social
48
Tabela 18
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
49
Tabela 19
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
50
Tabela 20
Grau de centralidade
55
Tabela 21
Estatísticas descritivas
56
Tabela 22
Grau de intermediação
57
Tabela 23
Grau de proximidade
57
Tabela 24
Tipos de organizações agrupadas no sociograma
57
RELATÓRIO DESCRITIVO DOS ESTADOS
ACRE
Tabela 25
Registrado em
63
Tabela 26
Tipo de organização
64
Tabela 27
Tomada de decisões
65
Tabela 28
Frequência dos encontros de gestão da organização
65
Tabela 29
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
66
Tabela 30
A parceria se estabelece de que forma
66
Tabela 31
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
67
Tabela 32
Estratégias da organização nas parcerias
68
Tabela 33
A organização possui articulação com outras instituições
69
Tabela 34
Esfera de articulação
69
Tabela 35
Modalidade de articulação
70
Tabela 36
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
71
Tabela 37
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
71
Tabela 38
Contribuição da organização para a sociedade civil
72
359
Tabela 39
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação
sobre controle social e prevenção à corrupção
73
Tabela 40
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
73
Tabela 41
Registrado em
76
Tabela 42
Tipo de organização
77
Tabela 43
Estrutura da unidade
77
Tabela 44
Frequência dos encontros de gestão da organização
78
Tabela 45
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
78
Tabela 46
A parceria se estabelece de que forma
79
Tabela 47
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
79
Tabela 48
Estratégias da organização nas parcerias
81
Tabela 49
A organização possui articulação com outras instituições
81
Tabela 50
Esfera de articulação
82
Tabela 51
Modalidade de articulação
83
Tabela 52
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
83
Tabela 53
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
84
Tabela 54
Contribuição da organização para a sociedade civil
85
Tabela 55
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação
sobre controle social e prevenção à corrupção
86
Tabela 56
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
86
Tabela 57
Registrado em
89
Tabela 58
Tipo de organização
90
Tabela 59
Tomada de decisões
90
Tabela 60
Frequência dos encontros de gestão da organização
91
Tabela 61
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
91
Tabela 62
A parceria se estabelece de que forma
91
Tabela 63
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
92
Tabela 64
Estratégias da organização nas parcerias
93
Tabela 65
A organização possui articulação com outras instituições
94
ALAGOAS
AMAZONAS
360
Tabela 66
Esfera de articulação
94
Tabela 67
Modalidade de articulação
95
Tabela 68
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
96
Tabela 69
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
96
Tabela 70
Contribuição da organização para a sociedade civil
97
Tabela 71
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação
sobre controle social e prevenção à corrupção
98
Tabela 72
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
98
CEARÁ
Tabela 73
Registrado em
101
Tabela 74
Tipo de organização
102
Tabela 75
Tomada de decisões
102
Tabela 76
Frequência dos encontros de gestão da organização
103
Tabela 77
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
103
Tabela 78
A parceria se estabelece de que forma
104
Tabela 79
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
104
Tabela 80
Estratégias da organização nas parcerias
106
Tabela 81
A organização possui articulação com outras instituições
106
Tabela 82
Esfera de articulação
107
Tabela 83
Modalidade de articulação
108
Tabela 84
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
108
Tabela 85
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
109
Tabela 86
Contribuição da organização para a sociedade civil
110
ESPÍRITO SANTO
Tabela 87
Registrado em
116
Tabela 88
Tipo de organização
116
Tabela 89
Tomada de decisões
117
Tabela 90
Frequência dos encontros de gestão da organização
117
Tabela 91
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
118
Tabela 92
A parceria se estabelece de que forma
118
361
Tabela 93
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
119
Tabela 94
Estratégias da organização nas parcerias
120
Tabela 95
A organização possui articulação com outras instituições
121
Tabela 96
Esfera de articulação
121
Tabela 97
Modalidade de articulação
122
Tabela 98
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
123
Tabela 99
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
124
Tabela 100
Contribuição da organização para a sociedade civil
124
Tabela 101
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
125
Tabela 102
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
126
Tabela 103
Registrado em
129
Tabela 104
Tipo de organização
129
Tabela 105
Tomada de decisões
130
Tabela 106
Frequência dos encontros de gestão da organização
130
Tabela 107
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
131
Tabela 108
A parceria se estabelece de que forma
131
Tabela 109
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
131
Tabela 110
Estratégias da organização nas parcerias
133
Tabela 111
A organização possui articulação com outras instituições
133
Tabela 112
Esfera de articulação
134
Tabela 113
Modalidade de articulação
135
Tabela 114
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
135
Tabela 115
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
136
Tabela 116
Contribuição da organização para a sociedade civil
137
Tabela 117
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
138
Tabela 118
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
138
GOIÁS
362
MATO GROSSO
Tabela 119
Registrado em
146
Tabela 120
Tipo de organização
146
Tabela 121
Estrutura da unidade
147
Tabela 122
Frequência dos encontros de gestão da organização
147
Tabela 123
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
148
Tabela 124
A parceria se estabelece de que forma
148
Tabela 125
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
149
Tabela 126
Estratégias da organização nas parcerias
150
Tabela 127
A organização possui articulação com outras instituições
151
Tabela 128
Esfera de articulação
151
Tabela 129
Modalidade de articulação
152
Tabela 130
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
153
Tabela 131
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
153
Tabela 132
Contribuição da organização para a sociedade civil
154
Tabela 133
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
155
Tabela 134
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
155
MATO GROSSO DO SUL
Tabela 135
Registrado em
158
Tabela 136
Tipo de organização
159
Tabela 137
Estrutura da unidade
159
Tabela 138
Frequência dos encontros de gestão da organização
160
Tabela 139
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
160
Tabela 140
A parceria se estabelece de que forma
161
Tabela 141
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
161
Tabela 142
Estratégias da organização nas parcerias
162
Tabela 143
A organização possui articulação com outras instituições
163
Tabela 144
Esfera de articulação
163
Tabela 145
Modalidade de articulação
164
Tabela 146
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
165
363
Tabela 147
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
166
Tabela 148
Contribuição da organização para a sociedade civil
166
Tabela 149
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
167
Tabela 150
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
167
MINAS GERAIS
Tabela 151
Registrado em
170
Tabela 152
Tipo de organização
171
Tabela 153
Tomada de decisão
171
Tabela 154
Frequência dos encontros de gestão da organização
172
Tabela 155
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
172
Tabela 156
A parceria se estabelece de que forma
173
Tabela 157
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
173
Tabela 158
Estratégias da organização nas parcerias
175
Tabela 159
A organização possui articulação com outras instituições
175
Tabela 160
Esfera de articulação
176
Tabela 161
Modalidade de articulação
177
Tabela 162
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
177
Tabela 163
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
178
Tabela 164
Contribuição da organização para a sociedade civil
179
Tabela 165
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
179
Tabela 166
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
180
Modalidade de articulação
183
Tabela 168
Registrado em
188
Tabela 169
Tipo de organização
188
Tabela 170
Tomada de decisão
189
PARÁ
Tabela 167
PARAÍBA
364
Tabela 171
Frequência dos encontros de gestão da organização
189
Tabela 172
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
189
Tabela 173
A parceria se estabelece de que forma
190
Tabela 174
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
190
Tabela 175
Estratégias da organização nas parcerias
191
Tabela 176
A organização possui articulação com outras instituições
192
Tabela 177
Esfera de articulação
192
Tabela 178
Modalidade de articulação
193
Tabela 179
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
194
Tabela 180
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
194
Tabela 181
Contribuição da organização para a sociedade civil
195
Tabela 182
Registrado em
197
Tabela 183
Tipo de organização
198
Tabela 184
Tomada de decisão
199
Tabela 185
Frequência dos encontros de gestão da organização
199
Tabela 186
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
200
Tabela 187
A parceria se estabelece de que forma
200
Tabela 188
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
200
Tabela 189
Estratégias da organização nas parcerias
202
Tabela 190
A organização possui articulação com outras instituições
203
Tabela 191
Esfera de articulação
203
Tabela 192
Modalidade de articulação
204
Tabela 193
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
205
Tabela 194
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
205
Tabela 195
Contribuição da organização para a sociedade civil
206
Tabela 196
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
207
Tabela 197
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
207
PARANÁ
365
PERNAMBUCO
Tabela 198
Registrado em
210
Tabela 199
Tipo de organização
211
Tabela 200
Tomada de decisões
211
Tabela 201
Frequência dos encontros de gestão da organização
212
Tabela 202
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
212
Tabela 203
A parceria se estabelece de que forma
213
Tabela 204
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
213
Tabela 205
Estratégias da organização nas parcerias
214
Tabela 206
A organização possui articulação com outras instituições
215
Tabela 207
Esfera de articulação
215
Tabela 208
Modalidade de articulação
216
Tabela 209
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
217
Tabela 210
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
218
Tabela 211
Contribuição da organização para a sociedade civil
218
Tabela 212
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
219
Tabela 213
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
219
Tabela 214
Registrado em
222
Tabela 215
Tipo de organização
223
Tabela 216
Tomada de decisão
223
Tabela 217
Frequência dos encontros de gestão da organização
224
Tabela 218
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
224
Tabela 219
A parceria se estabelece de que forma
224
Tabela 220
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
225
Tabela 221
Estratégias da organização nas parcerias
226
Tabela 221
A organização possui articulação com outras instituições
227
Tabela 223
Esfera de articulação
227
Tabela 224
Modalidade de articulação
228
Tabela 225
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
229
PIAUÍ
366
Tabela 226
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
229
Tabela 227
Contribuição da organização para a sociedade civil
230
Tabela 228
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
231
Tabela 229
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
231
RIO GRANDE DO NORTE
Tabela 230
Registrado em
234
Tabela 231
Tipo de organização
235
Tabela 232
Tomada de decisão
235
Tabela 233
Frequência dos encontros de gestão da organização
236
Tabela 234
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
236
Tabela 235
A parceria se estabelece de que forma
237
Tabela 236
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
237
Tabela 237
Estratégias da organização nas parcerias
239
Tabela 238
A organização possui articulação com outras instituições
239
Tabela 239
Esfera de articulação
240
Tabela 240
Modalidade de articulação
241
Tabela 241
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
241
Tabela 242
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
242
Tabela 243
Contribuição da organização para a sociedade civil
243
Tabela 244
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
244
Tabela 245
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
244
RIO GRANDE DO SUL
Tabela 246
Registrado em
247
Tabela 247
Tipo de organização
248
Tabela 248
Tomada de decisões
248
Tabela 249
Frequência dos encontros de gestão da organização
249
Tabela 250
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
249
Tabela 251
A parceria se estabelece de que forma
250
367
Tabela 252
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
250
Tabela 253
Estratégias da organização nas parcerias
252
Tabela 254
A organização possui articulação com outras instituições
252
Tabela 255
Esfera de articulação
253
Tabela 256
Modalidade de articulação
254
Tabela 257
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
254
Tabela 258
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
255
Tabela 259
Contribuição da organização para a sociedade civil
256
Tabela 260
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
257
Tabela 261
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
257
RIO DE JANEIRO
Tabela 262
Registrado em
260
Tabela 263
Tipo de organização
260
Tabela 264
Tomada de decisão
260
Tabela 265
Frequência dos encontros de gestão da organização
261
Tabela 266
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
261
Tabela 267
A parceria se estabelece de que forma
261
Tabela 268
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
262
Tabela 269
Estratégias da organização nas parcerias
263
Tabela 270
A organização possui articulação com outras instituições
264
Tabela 271
Esfera de articulação
264
Tabela 272
Modalidade de articulação
264
Tabela 273
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
265
Tabela 274
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
266
Tabela 275
Contribuição da organização para a sociedade civil
266
Tabela 276
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
267
Tabela 277
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
267
368
RONDÔNIA
Tabela 278
Registrado em
270
Tabela 279
Tipo de organização
271
Tabela 280
Tomada de decisões
271
Tabela 281
Frequência dos encontros de gestão da organização
272
Tabela 282
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
272
Tabela 283
A parceria se estabelece de que forma
273
Tabela 284
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
273
Tabela 285
Estratégias da organização nas parcerias
275
Tabela 286
A organização possui articulação com outras instituições
275
Tabela 287
Esfera de articulação
276
Tabela 288
Modalidade de articulação
277
Tabela 289
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
277
Tabela 290
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
278
Tabela 291
Contribuição da organização para a sociedade civil
279
Tabela 292
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
280
Tabela 293
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
280
Tabela 294
Registrado em
283
Tabela 295
Tipo de organização
284
Tabela 296
Tomada de decisão
284
Tabela 297
Frequência dos encontros de gestão da organização
285
Tabela 298
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
285
Tabela 299
A parceria se estabelece de que forma
286
Tabela 300
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
286
Tabela 301
Estratégias da organização nas parcerias
287
Tabela 302
A organização possui articulação com outras instituições
288
Tabela 303
Esfera de articulação
288
Tabela 304
Modalidade de articulação
289
Tabela 305
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
290
RORAIMA
369
Tabela 306
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
290
Tabela 307
Contribuição da organização para a sociedade civil
291
Tabela 308
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
292
Tabela 309
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
292
SANTA CATARINA
Tabela 310
Registrado em
295
Tabela 311
Tipo de organização
295
Tabela 312
Tomada de decisão
296
Tabela 313
Frequência dos encontros de gestão da organização
296
Tabela 314
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
297
Tabela 315
A parceria se estabelece de que forma
297
Tabela 316
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
298
Tabela 317
Estratégias da organização nas parcerias
299
Tabela 318
A organização possui articulação com outras instituições
300
Tabela 319
Esfera de articulação
300
Tabela 320
Modalidade de articulação
301
Tabela 321
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
302
Tabela 322
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
302
Tabela 323
Contribuição da organização para a sociedade civil
303
Tabela 324
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
304
Tabela 325
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
304
Tabela 326
Registrado em
307
Tabela 327
Tipo de organização
308
Tabela 328
Tomada de decisões
309
Tabela 329
Frequência dos encontros de gestão da organização
309
Tabela 330
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
310
Tabela 331
A parceria se estabelece de que forma
310
Tabela 332
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
311
SÃO PAULO
370
Tabela 333
Estratégias da organização nas parcerias
312
Tabela 334
A organização possui articulação com outras instituições
313
Tabela 335
Esfera de articulação
313
Tabela 336
Modalidade de articulação
314
Tabela 337
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
315
Tabela 338
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
316
Tabela 339
Contribuição da organização para a sociedade civil
316
Tabela 340
Registrado em
319
Tabela 341
Tipo de organização
320
Tabela 342
Tomada de decisões
320
Tabela 343
Frequência dos encontros de gestão da organização
321
Tabela 344
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
321
Tabela 345
A parceria se estabelece de que forma
322
Tabela 346
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
322
Tabela 347
Estratégias da organização nas parcerias
323
Tabela 348
A organização possui articulação com outras instituições
324
Tabela 349
Esfera de articulação
324
Tabela 350
Modalidade de articulação
325
Tabela 351
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
326
Tabela 352
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
327
Tabela 353
Contribuição da organização para a sociedade civil
327
Tabela 354
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
328
Tabela 355
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
328
Tabela 356
Registrado em
331
Tabela 357
Tipo de organização
332
Tabela 358
Tomada de decisões
332
Tabela 359
Frequência dos encontros de gestão da organização
333
SERGIPE
TOCANTINS
371
Tabela 360
A organização possui parcerias com conselhos e/ou outras entidades de controle social
333
Tabela 361
A parceria se estabelece de que forma
333
Tabela 362
Nível de relação nas parcerias estabelecidas
334
Tabela 363
Estratégias da organização nas parcerias
335
Tabela 364
A organização possui articulação com outras instituições
336
Tabela 365
Esfera de articulação
336
Tabela 366
Modalidade de articulação
337
Tabela 367
Objetivos/interesses da organização no desenvolvimento de suas ações
338
Tabela 368
A organização/instituição estimula o interesse dos participantes pelos assuntos da
comunidade/cidade
338
Tabela 369
Contribuição da organização para a sociedade civil
339
Tabela 370
A organização tem interesse em apoiar alguma ação de capacitação sobre controle social e
prevenção à corrupção
340
Tabela 371
Tipo de apoio disponibilizado pela instituição
340
372
19. ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL
IGREJA MUNDIAL
ACRE
ACRELÂNDIA
Avenida Brasil, 638
Centro, Acrelândia – AC | CEP: 69945-000
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 2009
Responsável Legal: Edson de Almeida
Registro: Cartório
CNPJ: Não Informado
CLUBE CEBOLINHA
COOPERATIVA ALGODOEIRA DOS PRODUTORES
Avenida Sebastião Bocalom, 421
Centro, Acrelândia – AC | CEP: 69945-000
Telefone: (68) 3235.1581
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 28/04/2005
Responsável Legal: Francisnei Souza Matos
Registro: Cartório
CNPJ: 10144668/0001-66
Travessa Ramal do Bigode
Portelinha, Acrelândia – AC | CEP: 69945-000
Telefone: (68) 8115.0580
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1992
Responsável Legal: Eracides Caetano de Souza
Registro: Cartório
CNPJ: 84322429/0001-95
BIG SOCCER CLUB
PODER JUDICIÁRIO – COMARCA DE ACRELÂNDIA
Rua Projetada, 01
Nossa Senhora Rainha Paz, Acrelândia – AC | CEP: 69945-000
Telefone: (68) 9971.5654
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 08/08/2009
Responsável Legal: Ciugwuin Lima de Mesquita
Registro: Cartório
CNPJ: 10484880/0001-72
Avenida Governador Edmundo Pinto, 581
Centro, Acrelândia – AC | CEP: 69945-000
Telefone: (68) 3235.1024
E-mail: Não informado
Site: www.tjac.jus.br
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Gilberto Matos de Araújo
Registro: Cartório
CNPJ: Não Informado
IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS
SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO
Rua dos Pionginos, 1734
Centro, Acrelândia – AC | CEP: 69945-000
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1992
Responsável Legal: Docelino de Azevedo Barbosa
Registro: Cartório
CNPJ: Não Informado
Avenida Edmundo Pinto, 711
Centro, Acrelândia – AC | CEP: 69945-000
Telefone: (68) 3235.1389
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1993
Responsável Legal: Maria do Socorro de Oliveira Lima
Registro: Cartório
CNPJ: 04125191/0001-79
373
SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS
Rua Sebastião Bocalum, 192
Centro, Acrelândia – AC | CEP: 69945-000
Telefone: (68) 3235.106
E-mail: str.acrelandia@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1998
Responsável Legal: Francisco Eugênio da Silva
Registro: Cartório
CNPJ: 02577688/0001-00
CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE
Avenida Geraldo Barbosa, 485
Centro, Acrelândia – AC | CEP: 69945-000
Telefone: (68) 3235.1426
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Maria da Silva
Registro: Cartório
CNPJ: Não Informado
CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR
CRUZEIRO DO SUL
IGREJA NOSSA SENHORA DA GLÓRIA
Travessa Luís Meirim Pedreira, 136
Centro, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefone: (68) 3322.2286
E-mail: geogrrosebrasil@yahoo.com.br
Site: www.diocesecruzeirodosul.org
Fundação: 1910
Responsável Legal: Georg Friedrich Rose
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 04021218/0002-64
COOPERATIVA AGRÍCOLA MISTA
DOS PRODUTORES RURAIS
Rua Rego Barros, 31
Centro, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefone: (68) 3322.6534
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1976
Responsável Legal: Antonio da Conceição de Azevedo
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 04054193/0001-14
Avenida Geraldo Barbosa, 485
Centro, Acrelândia – AC | CEP: 69945-000
Telefone: (68) 3235.1430
E-mail: rmo_677@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 2001
Responsável Legal: Ricardo Modesto de Oliveira
Registro: Cartório
CNPJ: Não Informado
CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR
CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS
Avenida Brasil, 566
Centro, Acrelândia – AC | CEP: 69945-000
Telefone: (68) 3235.1644
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1994
Responsável Legal: Ana Paula Nunes de Araújo
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
Rua 28 de Setembro, 156
Escola Técnica, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefone: (68) 3322.6661
E-mail: strrural@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1976
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório
CNPJ: 04059812/0001-63
Rua Rui Barbosa, 494
Centro, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefone: (68) 3322.1081
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 2001
Responsável Legal: Marilene Farias Carneiro
Registro: Não informado
CNPJ: Não informado
374
COONVICTA - COOPERATIVA DE ARTESÃS
DO VALE DO JURUÁ
Rua 28 de Setembro, 704
Escola Técnica, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 2006
Responsável Legal: Nercy da Silva Martins
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 08199876/0001-10
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANCO DO BRASIL
Avenida Lauro Miller, 1564
AABB, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefones: (68) 3322.2673 | 9984.3578
E-mail: peladoaabb@bol.com.br
Site: Não Informado
Fundação: 1975
Responsável Legal: Helten de Queiroz Nobrega
Registro: Cartório
CNPJ: 04060059/0001-26
CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE
Avenida Môncio Lima, 95
Floresta, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefone: (68) 3322.6334
E-mail: conselhosaúdeczs@yahoo.com.br
Site: Não Informado
Fundação: 1991
Responsável Legal: Expedito Ribeiro da Silva
Registro: Cartório
CNPJ: 04012548/0001-02
CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
Avenida 15 de Novembro, 395
Centro, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefone: (68) 3322.4303
E-mail: cmasczs@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1995
Responsável Legal: Caren Lima Carvalho Queiroz
Registro: Cartório
CNPJ: Não informado
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS
Rua Newton Prado, 50
João Alves, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefone: (68) 3322.2824
E-mail: adsul@hotmail.com
Site: www.adsul.com.br
Fundação: 1928
Responsável Legal: Carlos Alberto dos Santos
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 84319581/0001-19
PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
Avenida Copacabana, 550
Copacabana, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefone: (68) 3322.2739
E-mail: joão.rosche@omegasul.com.br
Site: Não Informado
Fundação: 1978
Responsável Legal: Pe. João Rosche
Registro: Receita Federal
CNPJ: 04021218/0003-45
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO AUTO JURUÁ
FUNDAÇÃO DOM JOSÉ HASCHEM
Rua Rui Barbosa, s/n
Centro, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefone: (68) 3322.5647
E-mail: acaj-czs@yahoo.com.br
Site: Não Informado
Fundação: 1909
Responsável Legal: Marcos Venício Alencar de Souza
Registro: Cartório
CNPJ: 84319672/0001-54
Rua Floriano Peixoto, 391
Centro, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefones: (68) 3322.2743 | 9997.7807
E-mail: fund.djhascher@gmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1980
Responsável Legal: Irmã Elizabeth Kavgnmann
Registro: Receita Federal
CNPJ: 04510368/0001-50
375
SINDICATO DOS MOTOTAXISTAS
DE CRUZEIRO DO SUL
Rua Rio de Janeiro, 701
Cruzeirão, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefone: (68) 3322.8527
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Data de Fundação: 2001
Responsável Legal: José Guedes do Nascimento Lima
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 05954776/0001-64
ALAGOAS
DELMIRO GOUVEIA
GRUPO DE GAYS, LÉSBICAS DELMIRO GOUVEIA
IGREJA PRESBITERIANA DE CRUZEIRO DO SUL
Rua Sergipe, s/n
25 de Agosto, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefones: (68) 3322.2802 | 9969.9009
E-mail: ipczs@yahoo.com.br
Site: Não Informado
Fundação: 1983
Responsável Legal: Rev. Joaquim Mateus Barbosa
Registro: Junta Comercial e Receita Federal
CNPJ: 14341200/0001-12
Rua Marcílio Dias, 34
Eldorado, Delmiro Gouveia – AL | CEP: 57480-000
Telefone: (82) 8831.9227
E-mail: glod-futuro@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 2004
Responsável Legal: Ana Lúcia de Moura Bernardino
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 11077341/0001-81
PASTORAL DA JUVENTUDE
CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS
DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Praça da Matriz, s/n
Avenida 15 de Novembro, 395
Centro, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefone: (68) 3322.4303
E-mail: cmdca.czs@gmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1992
Responsável Legal: Adriana Barros de Miranda
Registro: Cartório e Junta Comercial
CNPJ: 01525683/0001-63
Telefones: (82) 3641.1278 | 9623.0926
Centro, Delmiro Gouveia – AL | CEP: 57480-000
E-mail: pjdelmiro@hotmail.com
Site: pajdelmiro.blogspot.com.br
Fundação: 1982
Responsável Legal: Felipe Eduardo ferreira da Silva
Registro: Receita Federal e Igreja Católica (CNBB)
CNPJ: 12436697/0001-81
LOJA MAÇÔNICA LUZ E VERDADE
SOCIEDADE EUNICE WEAVER
Avenida 25 de agosto, 2503
Vila Militão, Cruzeiro do Sul – AC | CEP: 69980-000
Telefone: (68) 3322.2429
E-mail: educandarioczs@yahoo.com.br
Site: Não Informado
Fundação: 1952
Responsável Legal: Matilde Bernandine Kruver
Registro: Junta Comercial
CNPJ: Não informado
Rua Juscelino Kubstchec, s/n
Centro, Delmiro Gouveia – AL |CEP: 57480-000
Telefones: (82) 3641.2598 | 9955.7116
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1978
Responsável Legal: Geraldo Luíz Lima/Manuel Oliveira
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal e Grande Loja
Maçonica do Estado de Alagoas
CNPJ: 12437380/0001-05
376
MOVIMENTO DE ADOLESCENTE E CRIANÇAS
Rua Linduarte Batista Vilar, s/n
Eldorado, Delmiro Gouveia – AL | CEP: 57480-000
Telefones: (82) 3641.1551 | 9611.5297
E-mail: cosmo9-mac@hotmail.com
Site: www.mac.org.br
Fundação: 1968
Responsável Legal: Cosmo Luiz Soares de Souza
Registro: Receita Federal
CNPJ: 40811852/0001-28
ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DOS MORADORES
DO BAIRRO PEDRA VELHA
Rua Martins Cavalcante, s/n
Pedra Velha, Delmiro Gouveia – AL |CEP: 57480-000
Telefone: (82) 9622.2685
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 2002
Responsável Legal: Francisco Avelino Fabiano
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal,
CLUBE AUTO ESPORTE CULTURAL PALMEIRAS
MTE e Grande Loja Maçônica do Estado de Alagoas
Rua Deputado Antenor Serpa, s/n
Centro, Delmiro Gouveia – AL | CEP: 57480-000
Telefones: (82) 3641.2100 | 9624.8600
E-mail: clube_aecp@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1964
Responsável Legal: José Sergio Vanderlei
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal e
Grande Loja Maçônica do Estado de Alagoas
CNPJ: 24182941/0001-51
PENEDO
CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS
DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Rua 13 de Maio, 334
Centro, Delmiro Gouveia – AL | CEP: 57480-000
Telefones: (82) 3641.1462 | 9942.1392
E-mail: cmdca-dg@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Elisiane Rodrigues de Alencar
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 05545721/0001-09
ASSOCIAÇÃO DOS DEFICIENTES
FÍSICOS DE DELMIRO GOUVEIA
Rua Olavo Bilac, 140
Centro, Delmiro Gouveia – AL | CEP: 57480-000
Telefones: (82) 3641.2079 | 9604.3678
E-mail: adefideg@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 2006
Responsável Legal: José Carlos Vieira Marcos
Registro: Cartório
CNPJ: 08209037/0001-36
CNPJ: 5063747/0001-02
SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS
MUNICIPAIS DE PENEDO
Praça dos Artistas, 100
Centro Histórico, Penedo – AL | CEP: 57200-000
Telefones: (82) 3551.5239 | 9922.7307
E-mail: sindspem@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1997
Responsável Legal: Francisco Sousa Guerra
Registro: Cartório e MTE
CNPJ: 02627541/0001-70
FEDERAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO
COMUNITÁRIO DE PENEDO
Rua José Coelho, 76
Centro, Penedo – AL | CEP: 57200-000
Telefones: (82) 3551.5819 | 8843.6881
E-mail: geopenedo@bol.com.br
Site: www.conexaoopenedo.com.br
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Geraldo José Santos
Registro: MTE
CNPJ: Não Informado
377
CMDCA - CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS
DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
Avenida Getúlio Vargas, 620
Centro, Penedo – AL | CEP: 57200-000
Telefone: (82) 9327.3868
E-mail: elenice.saldanha@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: Elenice da Costa Leite Saldanha
Registro: Não informado
CNPJ: Não informado
Centro, Penedo – AL | CEP: 57200-000
Avenida Getúlio Vargas, 620
Telefone: (82) 3551.3474
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Não informado
Registro: Não informado
CNPJ: Não informado
CONSELHO MUNICIPAL DE ALIMENTAÇÃO
AVIC - ASSOCIAÇÃO VIDA E CIDADANIA
Rua da Aurora, s/n
Conjunto João Francolino Reis, 26
Santa Luzia, Penedo – AL | CEP: 57200-000
Telefone: (82) 8848.3821
E-mail: humbertohoo@ig.com.br
Site: Não Informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: José Robson dos Santos
Registro: Cartório
CNPJ: Não informado
Santa Luzia, Penedo – AL | CEP: 57200-000
Telefone: (82) 3551.2287
E-mail: semed.penedo@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 2004
Responsável Legal: Rosília Inácio dos Santos
Registro: Prefeitura e MEC
CNPJ: Não informado
CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE
CAMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS
Avenida Floriano Peixoto, s/n
Centro, Penedo – AL | CEP: 57200-000
Telefones: (82) 3551.4037 | 9600.7752
E-mail: cdlpenedo@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Luciene Caetano Silva
Registro: Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 24180648/0001-55
Praça Clementino do Monte, s/n
Centro, Penedo – AL | CEP: 57200-000
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Denise Marinho Barreto Góis
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não informado
CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
ROTARY CLUB DE PENEDO
Avenida Floriano Peixoto, 13
Centro, Penedo – AL | CEP: 57200-000
Telefone: (82) 8813.0402
E-mail: Alexandre@d-licia.com.br
Site: Não Informado
Fundação: 1942
Responsável Legal: Alexandre Malta Silva
Registro: Cartório
CNPJ: 24180424/0001-43
Rua da Aurora, s/n
Santa Luzia, Penedo – AL | CEP: 57200-000
Telefones: (82) 3551.2287 | 9906.0810
E-mail: semed_udi@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 2005
Responsável Legal: Keith Guimarães Santana
Registro: Cartório, MEC e União Nacional dos Conselhos
Municipais de Educação
CNPJ: 24180424/0001-43
378
CONSELHO TUTELAR
AMAZONAS
TABATINGA
COOPERTAB - COOPERATIVA MISTA DOS
MOTORISTAS DE TAXI DO MUNICIPIO
DE TABATINGA
Rua Marechal Mallet, 462
Centro, Tabatinga – AM | CEP: 69640-000
Telefone: (97) 3412.4365
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1999
Responsável Legal: Amarildo Salvador de Souza
Registro: Prefeitura, Junta Comercial e Receita Federal
CNPJ: 03217706/0001-06
Rua Duque de Caxias, s/n
Comunicações, Tabatinga – AM | CEP: 69640-000
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1999
Responsável Legal: Valdenízia Lopes da Silva
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não Informado
CONSELHO DO FUNDEB
Avenida da Amizade, s/n
Centro, Tabatinga – AM | CEP: 69640-000
Telefone: (97) 9114.0905
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: Tomisio Poldo Pereira da Costa
Registro: Cartório
CNPJ: Não Informado
IGREJA CATEDRAL NOSSA SENHORA
DO PERPÉTUO SOCORRO
CAREIRO CASTANHO
Rua Pedro Teileines, 540
Centro, Tabatinga – AM | CEP: 69640-000
Telefone: (97) 3412.2514
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1971
Responsável Legal: Pe. Valdemir Gessler Ribeiro
Registro: Não informado
CNPJ: 04619821/0007-51
ASSOCIAÇÃO PIO LANTERI
SINDICATO DOS CONDUTORES DE
AUTOMÓVEIS, TAXIS E FRETES DE VEÍCULOS
RODOVIÁRIOS DE TABATINGA
Avenida da Amizade, 126
Centro, Tabatinga – AM | CEP: 69640-000
Telefone: (97) 3412.3783
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1986
Responsável Legal: Não informado
Registro: Prefeitura e Junta Comercial
CNPJ: 04972071/0001-07
Rua Mamuri, 106
Centro, Careiro Castanho – AM | CEP: 69250-000
Telefone: (92) 3362.1329
E-mail: lanteriama@yahoo.com.br
Site: Não Informado
Fundação: 1954
Responsável Legal: Sr. Bento Pavão
Registro: Prefeitura, Junta Comercial e Receita Federal
CNPJ: 76584259/0004-31
ASSOCIAÇÃO DOS PISCICULTORES DO CAREIRO
Rua Cambixe, 151
Centro, Careiro Castanho – AM | CEP: 69250-000
Telefones: (92) 3362.1864 | 9180.9963
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 2003
Responsável Legal: Luisa Maria Batista Reis
Registro: Prefeitura
CNPJ: 07552976/0001-16
379
COOPERATIVA DE PRODUTORES
RURAIS DO CAREIRO
ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DOS MORADORES
DO BAIRRO SÃO JOÃO
Avenida Adail de Sá, 323
Centro, Careiro Castanho – AM | CEP: 69250-000
Telefones: (92) 3362.1864 | 9180.9963
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 2010
Responsável Legal: Luisa Maria Batista Reis
Registro: Em andamento
CNPJ: Em andamento
Rua Bolívia, 200
São João, Quixadá – CE | CEP: 63900-000
Telefones: (88) 9968.4304 | 9271.9427
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1989
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 23444888/0001-57
CONSELHO TUTELAR
SINDICATO DOS EMPREGADOS
DO COMÉRCIO DE QUIXADÁ
Rua Adail de Sá, 594
Centro, Careiro Castanho – AM | CEP: 69250-000
Telefone: (92) 3362.1846
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1998
Responsável Legal: Elázio Mesquita de Lima
Registro: Cartório
CNPJ: Não Informado
Rua Dr. Rui Maia, 530
Centro, Quixadá – CE | CEP: 63900-000
Telefone: (88) 3412.2211
E-mail: sindqxa@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1994
Responsável Legal: Antonio Cesar de Castro
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 23444649/0001-05
SINDICATO DOS TRABALHADORES E
TRABALHADORAS RURAIS DE QUIXADÁ
CEARÁ
QUIXADÁ ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DO CROATÁ
Croatá, Cipó dos Anjos
Quixadá – CE | CEP: Não informado
Telefones: (85) 9979.0791 | 9279.6682
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Ana Paula Saraiva Martins
Registro: Cartório
CNPJ: 02603798/0001-87
Rua Rodrigues Junior, 1042
Centro, Quixadá – CE | CEP: 63900-000
Telefones: (88) 3412.0481 | 8814.0584
E-mail: sttrac@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1963
Responsável Legal: Antônio Eronilton Pereira Buriti
Registro: Cartório, Receita Federal e MTE
CNPJ: 07.721.723/0001-29
SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS
MUNICIPAIS DE QUIXADÁ
Rua Benjamin Constant, 1007
Alto São Francisco, Quixadá – CE | CEP: 609000-000
Telefones: (88) 3412.2111 | 9995.6986
E-mail: sidsep@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1989
Responsável Legal: Luciene de Oliveira Alves
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal e MTE
CNPJ: 23444797/0001-11
380
ASSOCIAÇÃO GRÃO DE MOSTARDA
Rua Santa Edwirgens
Quixadá – CE | CEP: 63900-000
Telefone: (88) 3412.1877
E-mail: agm.graodemostarda.org
Site: Não Informado
Site: www.graodemostarda.org
Fundação: 2005
Responsável Legal: Maria de Fátima da Silva
Registro: Cartório, Prefeitura e Junta Comercial
CNPJ: 07.607.878/0001-39
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DE MARIAS PRETAS
Sítio Marias Pretas
Juá, Distrito de Quixadá – CE | CEP: 63930-000
Telefone: (88) 9652.0212
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1997
Responsável Legal: Regina Célia Martins
Registro: Cartório, Junta Comercial e Receita Federal
CNPJ: 02.049.981/0001-97
ASSOCIAÇÃO NOVOS HORIZONTES
Rua Pascoal Crispim, 259
Centro, Quixadá – CE | CEP: 63900-000
Telefones: (88) 9968.1742 | 9995.7061
E-mail: melienefm@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 2003
Responsável Legal: Sandra Taranto
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 05763912/0001-39
SOBRAL
CEAT – CENTRO DE ESTUDOS DE APOIO AO
TRABALHADOR E À TRABALHADORA
Rua Clotário Aguiar Araújo, 198
Campo dos Velhos, Sobral – CE | CEP: 62041-150
Telefone: (88) 3611.1043
E-mail: ceat@ceatce.org.br
Site: www.ceat.org.br
Fundação: 1986
Responsável Legal: Antônio Leopoldino Veras
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal e MTE
CNPJ: 10379766/0001-82
SINDICATO DOS TRABALHADORES
RURAIS DE SOBRAL
Avenida Dom José, 1991
Santa Casa, Sobral – CE | CEP: 62010-290
Telefones: (88) 3611.2027 | 9403.9608
E-mail: strs@sobral.org
Site: Não Informado
Fundação: 1965
Responsável Legal: Raimundo Carneiro Portela
Registro: Não informado
CNPJ: 07340961/0001-94
CONSELHO CENTRAL DE SOBRAL DA SOCIEDADE
SÃO VICENTE DE PAULA
Praça Senador Figueiras, 40
Centro, Sobral – CE | CEP: 62011-010
Telefone: (88) 3611.2424
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Maria Luiza Fontenele dos Santos Rocha
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 07822968/001-42
INSTITUTO DE ECOLOGIA SOCIAL CARNAÚBA
FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES
NA AGRICULTURA DO ESTADO DO
CEARÁ - REGIONAL SOBRAL
Rua Dr. João Dumont, 917 - Sala 213
Centro, Sobral – CE | CEP: 62010-000
Telefones: (88) 3611.8124 | 9997.9074
E-mail: carnaúba@carnauba.org
Site: www.carnauba.org
Fundação: 2001
Responsável Legal: Francisco Osvaldo Aguiar
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 04264494/0001-72
Rua Hélio Arruda Coelho, 497
Dom Expedito, Sobral – CE |CEP: 62050-230
Telefones: (88) 3611.2627 | 9961.5244
E-mail: bomdiasertao@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1975
Responsável Legal: José Ferreira de Matos
Registro: Cartório, Receita Federal e MTE
CNPJ: 07340961/0001-94
381
CAPACIT – CENTRO DE CAPACITAÇÃO
E ASSESSORIA TÉCNICA
Rua Dr. João Dumont, 917, Sala 415
Centro, Sobral – CE | CEP: 62010-290
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1999
Responsável Legal: Djaneide Lima Coelho
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 03000665/001-33
ANCHIETA
SINDICATO DOS EMPREGADOS DO COMÉRCIO
DE SOBRAL E DOS MUNICÍPIOS
CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
Rua Joaquim Ribeiro, 366
Centro, Sobral – CE | CEP: 62011-020
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1981
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal e MTE
CNPJ: 06602171/0001-77
Rua Vitória, 39
Vila Residencial Samarco, Anchieta – ES | CEP: 29230-000
Telefone: (28) 3536.3771
E-mail: socialpma@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1997
Responsável Legal: Lucimar do Rosário Machado
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não informado
ESPÍRITO SANTO
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS
BRASÍLIA
Rua Manoel Viana, 25
Centro, Anchieta – ES | CEP: 29230-000
Telefone: (28) 3536.2586
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1970
Responsável Legal: Não informado
Registro: Receita Federal
CNPJ: 27566827/0001-13
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS DELEGADOS
DA POLÍCIA FEDERAL
CONSELHO DO FUNDEB
SHIS QL, 14, Conjunto 5, Casa 2
Lago Sul, Brasília – DF | CEP: 71640-055
Telefone: (61) 3221.7077
E-mail: presidência@adpf.org.br
Site: www.adfp.org.br
Fundação: 1976
Responsável Legal: Não informado
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
Rua Nanci Ramos Rosa, s/n
Pontal de Anchieta, Anchieta – ES | CEP: 29230-000
Telefones: (28) 3534.1299 | 9915.0920
E-mail: jefersonmulinari@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 2000
Responsável Legal: Jeferson Mulinari Silva
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não informado
DISTRITO FEDERAL
382
GRUPO ESPÍRITA ATUALPA BARBOSA LIMA
Rua Carlos Rubens Flores, 222
Centro, Anchieta – ES | CEP: 29230-000
Telefones: (28) 3536.1556 | 8112.1526
E-mail: atualpablima@hotmail.com
Site: www.geabl.org
Fundação: 1984
Responsável Legal: Venita Abranches Simões
Registro: Prefeitura, Junta Comercial e Receita Federal
CNPJ: 28544336/0001-34
MEPES – MOVIMENTO DE EDUCAÇÃO
PROMOCIONAL DO ESPÍRITO SANTO
Rua Costa Pereira, 129
Centro, Anchieta – ES | CEP: 29230-000
Telefone: (28) 3536.1151
E-mail: mepes.central@gmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1968
Responsável Legal: Edinys Antônio Orlandi
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e Receita Federal
CNPJ: 27097229/0001-42
SINDICATO DOS SEVIDORES DA
PREFEITURA E CÂMARA
Rua Emilio dos Santos Souza, s/n
Justiça II, Anchieta – ES | CEP: 29230-000
Telefone: (28) 3536.1774
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1995
Responsável Legal: João Tavares
Registro: Cartório, Receita Federal e MTE
CNPJ: 36035459/0001-78
SINDICATO DOS TRABALHADORES
RURAIS DE ANCHIETA
Rua do Carmo, 170
João XXIII, Anchieta – ES | CEP: 29230-000
Telefone: (28) 3536.1457
E-mail: s.trap@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1973
Responsável Legal: Marta Regina Vasconcelos Lorencini
Registro: Junta comercial e Receita Federal
CNPJ: 27117282/0001-68
BARRA DE SÃO FRANCISCO
CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE
Rua Djalma Borges, s/n - Pavilhão
Centro, Barra de São Francisco – ES | CEP: 29800-000
Telefones: (27) 3756.7955 | 9278.8474
E-mail: Antoniocarlos.sales@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1991
Responsável Legal: Não informado
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não informado
CONSELHO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO
RURAL SUSTENTÁVEL
Avenida Simão Soares, s/n - Irmãos Fernandes
Barra de São Francisco – ES | CEP: 29800-000
Telefones: (27) 3756.7274 | 9964.8886
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: José Valdeci de Souza
Registro: Cartório
CNPJ: Não informado
CONSELHO MUNICIPAL DO TRABALHO
Rua Vereador Wantuil Ribeiro Fagundes, 100
Centro, Barra de São Francisco – ES | CEP: 29800-000
Telefone: (27) 8836.2310
E-mail: vanderonofre@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 2009
Responsável Legal: Ademir Gomes de Moura
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não informado
SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS
DE BARRA DE SÃO FRANCISCO
Rua Professor Manoel Gonçalves, 649
Centro, Barra de São Francisco – ES | CEP: 29800-000
Telefone: (27) 3756.1996
E-mail: sindicatobsfrancisco@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1968
Responsável Legal: Silvestre Ribeiro de Souza Netto
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial,
Receita Federal e MTE
CNPJ: 27162510/0001-11
383
SINDICATO RURAL DE BARRA DE SÃO FRANCISCO
Avenida Prefeito Antonio Valle, 98
Centro, Barra de São Francisco – ES | CEP: 29800-000
Telefone: (27) 3756.1648
E-mail: não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1967
Responsável Legal: Carlos Herzog
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal e MTE
CNPJ: 27100858/0001-84
CONSELHO MUNICIPAL DE DEFESA DOS DIREITOS
DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Rua Gumercindo Farias, 101
Centro, Barra de São Francisco – ES | CEP: 29800-000
Telefones: (27) 3756.7834 | 8155.8492
E-mail: semasbsf@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1970
Responsável Legal: Ester Bonifácio Dias
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não informado
APEE - ESCOLA ESPECIAL DR. PEDRO TALLES CRUZ
Rua Vereador Tito Valdemar Vieira, 550
Bambé, Barra de São Francisco – ES | CEP: 29800-000
Telefone: (27) 3756.1565
E-mail: apaebsfrancisco@gmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1978
Responsável Legal: João Rocha Filho
Registro: Receita Federal
CNPJ: 27452788/0001-23
SEGUNDA IGREJA BATISTA DE
BARRA DE SÃO FRANCISCO
Rua Prefeito Manoel Villa, s/n
Centro, Barra de São Francisco – ES | CEP: 29800-000
Telefones: (27) 3756.1878 | 8113.0514
E-mail: não informado
Site: Não Informado
Fundação: 1974
Responsável Legal: Pastor Ramon Guimarães
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e Receita Federal
CNPJ: 27279934/0001-60
APERBA – ASSOCIAÇÃO PROMOCIONAL DE
EDUCAÇÃO RURAL DE BARRA DE SÃO FRANCISCO
Córrego da Queixada, Caixa Postal 13
Zona Rural, Barra de São Francisco – ES | CEP: 29800-000
Telefone: (27) 9994.0196
E-mail: ceffabsf.ef@gmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1991
Responsável Legal: Luiz Antônio da Silva
Registro: Cartório, Prefeitura e MTE
CNPJ: 36349207/0001-13
ECOPORANGA
CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE DE ECOPORANGA
Rua Ayres Xavier da Penha, s/n
Centro, Ecoporanga – ES | CEP: 29850-000
Telefones: (27) 3755.1701 | 9259.2713 | 9731.8967
E-mail: conselhosaudeecoporanga@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1991
Responsável Legal: Antônio Maria da Silva Filho
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não informado
CONSELHO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
Avenida Milton Mota, s/n
Centro, Ecoporanga – ES | CEP: 29850-000
Telefones: (27) 3755.2258 | 3755.1100 | 3755.2934 |
9942.1439
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Carolina Vieira da Siqueira
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não informado
384
COOPERATIVA DE MOTOTAXISTAS
DE CATALÃO - COOPERCART
GOIÁS
CATALÃO
SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS
INDÚSTRIAS METALÚRGICAS, MECÂNICAS
E ELÉTRICAS DE CATALÃO
Av. 20 de Agosto, 1106
Centro, Catalão – GO | CEP: 75701-010
Telefone: (64) 3442.4296
E-mail: thiago@simecat.org.br
Site: Não Informado
Fundação: 2004
Responsável Legal: Carlos Albino de Rezende Junior
Registro: Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 06885083/0001-20
CDL / ACIC - CÂMARA DE DIRIGENTES
LOJISTAS / ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E
INDUSTRIAL DE CATALÃO
Av. Paulina, 2273
Centro, Catalão – GO | CEP: 75701-480
Telefone: (64) 3441.2513
E-mail: acic@innet.psi.br
Site: www.aciccdl.com
Fundação: 1969
Responsável Legal: César Alberto Safatle
Registro: Receita Federal
CNPJ: 01304641/0001-00
COOPERATINA AGROPECUÁRIA
DE CATALÃO - COACAL
Rua Moisés Santana, 394
São João, Catalão – GO | CEP: 75703-000
Telefone: (64) 3441.2288
E-mail: diretoria@coacal.com.br
Site: www.coacal.com.br
Fundação: 1964
Responsável Legal: Carlos Henrique Arruda Duarte
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 01320951/0001-00
Rua José Marcelino, 165 - sala 2
Centro, Catalão – GO | CEP: 75701-430
Telefone: (64) 3443.1231
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 2008
Responsável Legal: Vander
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 08229537/0001-30
ASSOCIAÇÃO CLASSISTA COPEBRÁS
Rua Itália, 250
Vila Chaud, Catalão – GO | CEP: 75707-200
Telefone: (64) 3443.1617
E-mail: angloamerica@com.br
Site: www.copebras.com.br
Fundação: 2004
Responsável Legal: Albino de Andrade
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 04909509/0001-02
MINISTÉRIO COMUNIDADE CRISTÃ
Rua Dr. Lamartine Pinto de Avelar, 535
Vila Chaud, Catalão – GO | CEP: 75704-020
Telefone: (64) 3411.4725
E-mail: robertobsilva@hotmail.com
Site: www.fontedavida.com
Fundação: 2000
Responsável Legal: César Augusto Machado de Sousa
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 10378555/0001-025
SINDICATO RURAL DE CATALÃO
Av. Farid Miguel Safatle, 327
Centro, Catalão – GO | CEP: 75701-040
Telefone: (64) 3441.2479
E-mail: srcatalao@innet.psi.br
Site: Não Informado
Fundação: 1949
Responsável Legal: Rubens Rodrigues de Cássia
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 01195265/0001-55
385
DIOCESE DE IPAMERI - PARÓQUIA
SÃO FRANCISCO DE ASSIS
ROTARY CLUBE DE SÃO LUÍS DE MONTES BELOS
Rua Hemorges Coelho, s/n
Rua José Matias da Silveira, 1150
Nossa Senhora de Fátima, Catalão – GO | CEP: 75701-440
Telefone: (64) 3441.2640
E-mail: saofrancisco.assis@bol.com.br
Site: Não Informado
Fundação: 1968
Responsável Legal: Roberto Moreira Vaz
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 01155795/0001-55
Bela Vista, São Luís de Montes Belos – GO | CEP: 761000-000
Telefone: (64) 9902.3966
E-mail: Não Informado
Site: Não Informado
Fundação: 1980
Responsável Legal: Selma Maria
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 03805634/0001-00
SÃO LUÍS DE MONTES BELOS
COOPERATIVA DE ELETRIFICAÇÃO TELEFÔNICA
RURAL DO MATO GROSSO GOIANO - CETERMAGG
UNIÃO CENTRO-OESTE BRASILEIRA
Rua Rio da Prata, 304
Centro, São Luís de Montes Belos – GO | CEP: 761000-000
Rua Rio Claro, 1600
Centro, São Luís de Montes Belos – GO | CEP: 761000-000
Telefone: (64) 3441.2479
E-mail: Não informado
Site: www.iasd.com.br
Fundação: 1996
Responsável Legal: Mauro José Correia de Castro
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 07121135/0001-54
Telefone: (64) 9985.5525
E-mail: Não Informado
Site: Não Informado
Fundação: 1971
Responsável Legal: Warlem José Guimarães
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 01205640/0001-09
SINDICATO RURAL DE SÃO LUÍS DE MONTES BELOS
Rua Juruema, 349
Setor Trevo, São Luís de Montes Belos - GO | CEP: 761000-000
Telefone: (64) 3671.1407
E-mail: saoluis@faeg.com.br
Site: Não Informado
Fundação: 1968
Responsável Legal: Hélio José Ferreira
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 01707610/0001-55
CÂMARA DE DIRIGENTES E LOJISTAS
Rua Amazonas, 436b
Centro, São Luís de Montes Belos – GO | CEP: 761000-000
Telefone: (64) 3671.1210
E-mail: cdlsaoluis@uol.com.br
Site: Não Informado
Fundação: 1976
Responsável Legal: Valdir Ribeiro da Silva
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 02164093/0001-15
MARANHÃO
IMPERATRIZ
COMITÊ DA CIDADANIA DE IMPERATRIZ
Avenida Dorgival Pinheiro de Sousa, 396
Praça Fátima, Imperatriz – MA | CEP: 65903-270
Telefones: (99) 3524.8652 | 8814.9978
E-mail: Não informado
Site: Não Informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: Francisco Alves dos Santos
Registro: Cartório
CNPJ: 10691082/0001-11
386
SINDICATO DOS ENFERMEIROS
DO ESTADO DO MARANHÃO
Av. Getúlio Vargas, 200, Sala 204
Centro, Careiro Castanho – AM | CEP: 65900-000
Telefones: (99) 9138.7995 | 9127.4312
E-mail: sinertoma@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: Ana Coelho dos Santos Costa
Registro: Cartório, Junta Comercial e MTE
CNPJ: 11761812/0001-76
MATO GROSSO
NOVA MUTUM
CONSELHO DELIBERATIVO DA EDUCAÇÃO
Avenida dos Canários, s/n
Centro, Nova Mutum – MT | CEP: 78450-000
Telefone: Não Informado
E-mail: Não Informado
Site: Não Informado
Fundação: Não Informado
Responsável Legal: Não Informado
Registro: Cartório e Coordenadoria Nacional
CNPJ: Não Informado
CONSELHO DELIBERATIVO DA
COMUNIDADE ESCOLAR
Comunidade São Manoel
Nova Mutum – MT | CEP: Não Informado
Telefone: (65) 9932.2756
E-mail: Não Informado
Site: Não Informado
Fundação: Não Informado
Responsável Legal: Não Informado
Registro: Cartório e Coordenadoria Nacional
CNPJ: Não Informado
RONDONÓPOLIS
CONSELHO MUNICIPAL SAÚDE NOVA MUTUM
ASSOCIAÇÃO RONDONOPLITANA
DE DEFICIENTES VISUAIS
Avenida Mutum, 1250 N
Centro, Nova Mutum – MT | CEP: 78450-000
Telefone: (65) 3308.5400
E-mail: Não Informado
Site: Não Informado
Fundação: 1993
Responsável Legal: Sidney Roberto Duarte Ferreira
Registro: Prefeitura e Coordenadoria Nacional
CNPJ: Não Informado
Rua João Pessoa, 845
Centro, Rondonópolis – MT | CEP: 78700-082
Telefones: (66) 3421.8372 | 9222.0034
E-mail: ardvroo@hotmail.com
Site: Não Informado
Fundação: 1988
Responsável Legal: Vanderlei Siles Alves
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 03472143/0001-94
CENTRO DE EDUCAÇÃO BÁSICA CECÍLIA MEIRELES
Rua das Sete Copas, 2083 W
Parque do Sol, Nova Mutum – MT | CEP: 78450-000
Telefone: Não Informado
E-mail: Não Informado
Site: Não Informado
Fundação: Não Informado
Responsável Legal: Não Informado
Registro: Cartório e Coordenadoria Nacional
CNPJ: Não Informado
FORUX CENTER LTDA
Rua Sete de Setembro, 935
Vila Birigui, Rondonópolis – MT | CEP: 78705-010
Telefones: (66) 3411.5100 | 8403.8480
E-mail: disioli@forlux.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2009
Responsável Legal: Disioli Luiz Pissaia
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e Receita Federal
CNPJ: Não Informado
387
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE RODONÓPOLIS / UFMT
Rodovia Roo Km 06
Jardim Atlântico, Rondonópolis – MT | CEP: Não Informado
Telefones: (66) 3410.4084 | 9998.2828
E-mail: cemira@ufmt.br
Site: Não Informado
Fundação: 1976
Responsável Legal: Professora Drª Maria Lúcia Cavalli Neder
Registro: MEC
CNPJ: 33004540/0001-00
ASSOCIAÇÃO DOS DEFICIENTES
DE RONDONÓPOLIS - ADEFIR
Rua Pedro Guimarães, s/n
Santa Cruz, Rondonópolis – MT | CEP: 78700-000
Telefone: (66) 9652.4304
E-mail: adefir.presidente@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1996
Responsável Legal: Deoselite Antonio de Miranda
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 03078247/0001-19
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
OBSERVATÓRIO SOCIAL DO BRASIL
Rodovia Mato Grosso, 270,
Km 06 – Áreas/interna, Rondonópolis – MT | CEP: 78735-901
Telefones: (66) 3410.4076 | 9998.1483
E-mail: Não informado
Site: www.ufmt.br
Fundação: 1976
Responsável Legal: Não informado
Registro: MEC
CNPJ: 33004540/0001-00
Rua Otávio Pitaluga, 233 – sala 06
Centro, Rondonópolis – MT | CEP: 78700-000
Telefone: (66) 3421.7984
E-mail: Rondonópolis@cidadaniafiscal.com.br
Site: www.observatoriosocialdobrasil.com.br
Fundação: 2009
Responsável Legal: Nezir Ribeiro de Freitas
Registro: Cartório
CNPJ: Não informado
NÚCLEO DE CONSELHOS
ORDEM DOS ADVOGADOS DO
BRASIL – SUBSEÇÃO RONDONÓPOLIS
Rua Pedro Guimarães, s/n
Santa Cruz, Rondonópolis – MT | CEP: 78700-000
Telefones: (66) 3411.5028 | 9629.4232
E-mail: lindomarcmir@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2008
Responsável Legal: Não informado
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não Informado
Rua Barão do Rio Branco, 2650
Jardim Guanabara, Rondonópolis – MT | CEP: 78700-100
Telefone: (66) 3426.8433
E-mail: oabmt_roo@hotmail.com
Site: www.portaloabmt.org.br/rondonopolis
Fundação: 1975
Responsável Legal: Adalberto Lopes de Sousa
Registro: Junta Comercial e Autarquia Federal
CNPJ: 03539731/0001-06
CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO
ASSOCIAÇÃO KOBLENZ BRASIL - KOBRA
Rua Pedro Guimarães, s/n
Santa Cruz, Rondonópolis – MT | CEP: 78700-000
Telefones: (66) 3411.5028 | 9623.5299
E-mail: arycamara@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2001
Responsável Legal: Lindomar Lemes dos Santos
Registro: Cartório
CNPJ: 05776271/0001-57
Rua Deputado Emanoel Pinheiro, s/n
Vila Operária, Rondonópolis – MT | CEP: 78720-598
Telefones: (66) 3425.2902 | 9912.8754
E-mail: kobra.de@terra.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2008
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório e Junta Comercial
CNPJ: 10014318/0001-85
388
T. S. HOTÉIS LTDA
CENTRO COMUNITÁRIO RURAL DE BOQUEIRÃO
Rua Floriano Peixoto, 711
Jardim Marialva, Rondonópolis – MT |CEP: 78700-040
Telefones: (66) 2101.4700 | 9987.1916
E-mail: ssilva@accorhotels.com.br
Site: www.assorhotels.com.br
Fundação: 1989
Responsável Legal: Nicole Cerqueira Bunning
Registro: Junta Comercial
CNPJ: Não Informado
BR 060, KM 30
Distrito Boqueirão, Jardim – MS | CEP: Não informado
Telefones: (67) 9212.3490 | 9257.9587
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1985
Responsável Legal: Marta Ribeiro
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 15578594/0001-90
CMAS – CONSELHO MUNICIPAL
DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO CONJUNTO
HABITACIONAL PARAÍSO
Rua Armando farjado, s/n
Vila Aurora, Rondonópolis – MT | CEP: 78000-000
Telefones: (66) 3422.4755 | 9611.0653
E-mail: ednamatogrosso@yahoo.com.br
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Abadia
Registro: Não informado
CNPJ: Não informado
Rua Saul Moraes de Deus, 100
Vale do Paraíso, Jardim – MS | CEP: 79240-000
Telefone: (67) 9127.5090
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1990
Responsável Legal: Edna Veríssimo Samaniego
Registro: Cartório
CNPJ: Não Informado
CONSELHO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO
RURAL SUSTENTÁVEL
MATO GROSSO
DO SUL
JARDIM
Rua Tenente Bernardes, s/n
Centro, Jardim – MS | CEP: 79240-000
Telefones: (67) 4251.5875 | 9986.5177
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Gerson Vargas
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não Informado
CAE - CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR
CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE DE JARDIM
Rua Vereador Romeu de Medeiros, 976
Centro, Jardim – MS | CEP: 79240-000
Telefone: (67) 3325.1275
E-mail: pmjeducacao@econet.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1997
Responsável Legal: Mirtes Ferreira do Prado
Registro: Prefeitura
CNPJ: 03162047/0001-40
Rua Paraná, 48
Vl Angélica, Jardim – MS | CEP: 79240-000
Telefone: (67) 9955.8082
E-mail: conselho.saude@jardim.ms.gov.br
Site: www.jardim.ms.gov.br
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Luiz Carlos Cristaldo
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
389
CASA DO GAROTO
SELETA SOCIEDADE CARITATIVA E HUMANITÁRIA
Avenida Mato Grosso, 1215
Vila Angélica I, Jardim – MS | CEP: 792240-000
Telefones: (67) 3251.2278 | 9203.6027
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1957
Responsável Legal: Maria de Lourdes silva D’Avila
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial, Receita
Federal CNAS, SDS, MS, CMAS e CMDCA
CNPJ: 15554090/0001-30
Rua Itatiaia, s/n
Centro, Naviraí – MS | CEP: 79950-000
Telefone: (67) 3461.1105
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1979
Responsável Legal: Sivaldo Pinoti da Silva
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 03904174/0001-77
NAVIRAÍ
CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE DE NAVIRAÍ
Avenida Amélia Fukuda, 130
Centro, Naviraí – MS | CEP: 79950-000
Telefone: (67) 3461.9760
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1991
Responsável Legal: Salazar Carmona de Andrade
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: Não Informado
REDE FEMININA DE COMBATE AO CÂNCER
Rua Higino Gomes Duarte, 284
Centro, Naviraí – MS | CEP: 79950-000
Telefone: (67) 3461.6875
E-mail: rfccnavirai@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2002
Responsável Legal: Drª. Beatriz Barbosa Jacobstal
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 05369527/0001-01
ASSOCIAÇÃO PROTETORES CRIANÇAS
ADOLESCENTES NAVIRAÍ
Av. Pantanal, 660
Centro, Naviraí – MS | CEP: Não informado
Telefones: (67) 3461.1260 | 9956.9091
E-mail: saliasaraturismo@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1996
Responsável Legal: Sália Regina de Souza
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e Receita Federal
CNPJ: 01371966/0001-06
ASSOCIAÇÃO CABOS E SOLDADOS DA POLÍCIA
MILITAR E BOMBEIROS MILILITAR DO MS
Parque Industrial
Naviraí – MS | CEP: 79950-000
Telefone: (67) 8423.4338
E-mail: alves.manoel@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1982
Responsável Legal: Manoel Alves de Lima
Registro: Receita Federal
CNPJ: 01103530/0006-32
FUNDEB - FUNDO DE MANUTENÇÃO
E DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
E DE VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA
EDUCAÇÃO-CONSELHO
Avenida Amélia Fukuda, s/n
Centro, Naviraí – MS | CEP: 79950-000
Telefones: (67) 3461.1208 | 9971.1536
E-mail: educação@navirai-msn.gov.br
Site: Não informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: Valdeci Francisco de Couto
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não Informado
SINDICATO DOS TRABALHADORES
RURAIS DE NAVIRAÍ
Rua Finlândia, 52 B
Centro, Naviraí – MS | CEP: 79950-000
Telefones: (67) 3461.2846 | 9925.3835
E-mail: le.gs@terra.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1976
Responsável Legal: Alexandre Gomes da Silva
Registro: Cartório
CNPJ: 03900784/0001-00
390
CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA
SOCIAL DE NAVIRAÍ
Rua Ozaka, 131
Centro, Naviraí – MS | CEP: 79950-000
Telefone: (67) 3461.1667
E-mail: cmas.navirai.ms@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1995
Responsável Legal: Michele Julião
Registro: Diário Oficial e através da Lei de Criação
CNPJ: Não Informado
IGREJA EVANGÉLICA LUTERANA DE NAVARAÍ
Av. Dourados, 964
Centro, Naviraí – MS | CEP: 79950-000
Telefones: (67) 3461.1365 | 9989.0320
E-mail: gileidam@uol.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1966
Responsável Legal: Gilberto Emílio Eidam
Registro: Cartório
CNPJ: 03784816/0001-41
MITRA DIOCESANA DE DOURADOS
Praça Euclides A. Fabris, s/n
Centro, Naviraí – MS | CEP: 79950-000
Telefone: (67) 3461.1377
E-mail: paroqnav@terra.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1972
Responsável Legal: Não informado
Registro: Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 03063856/0015-08
LAR DA CRIANÇA AMOR E FRATERNIDADE
Rodovia Naviraí / Itaquirai KM 01
Naviraí – MS | CEP: 79950-000
Telefones: (67) 3461.3118 | 9937.1120
E-mail: lardacriancaamorefraternidade@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1979
Responsável Legal: Helias Gonçalves
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 26444015/0001-50
MINAS GERAIS
LAVRAS
EMATER- MG – EMPRESA DE ASSITÊNCIA TÉCNICA
E EXTENSÃO RURAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS /
UNIDADE REGIONAL DE LAVRAS
Campos Histórico da UFLA, s/n
Lavras – MG | CEP: 37200-000
Telefone: (35) 3821. 0010
E-mail: uregil.lavras@emater.mg.gov.br
Site: www.emater.mg.gov.br
Fundação: 1946
Responsável Legal: Marco Antônio Canestri
Registro: Não informado
CNPJ: 19198118/0091-50
AAPIN – ASSOCIAÇÃO DOS APOSENTADOS,
PENSIONISTAS E IDOSOS DE NAVIRAÍ
APAE - ASSOCIAÇÃO DE PAIS
E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS DE LAVRAS
Rua Riachuelo, 381
Centro, Naviraí – MS | CEP: 79950-000
Telefones: (67) 3461.4854 | 9614-9669
E-mail: aapin_aposentados@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1994
Responsável Legal: Aníbal Silva Bezerra
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 00978318/0001-41
Avenida Padre Dehon, 209
Centro, Lavras – MG | CEP: 37200-000
Telefone: (35) 3821.1697
E-mail: apaelavras@oi.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1973
Responsável Legal: Rosaly Pádua Souza
Registro: Cartório e Conselho Nacional de Assistência Social
CNPJ: 17872664/001-43
391
CONSELHO CENTRAL DE LAVRAS DA SSUP
1ª IGREJA PRESBITERIANA DE LAVRAS
Rua Misseno de Pádua, 4655
Centro, Lavras – MG | CEP: 37200-000
Telefone: (35) 9979.5511
E-mail: hednon@yahoo.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1981
Responsável Legal: Hedno Messias
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 21421524/0001-26
Praça Leonardo Venerando, 470
Centro, Lavras – MG | CEP: 37200-000
Telefone: (35) 3821.2314
E-mail: primeiraipblavras@yahoo.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1911
Responsável Legal: David Cestavo
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita
CNPJ: 17870411/0001-30
SERVIÇO DE OBRAS SOCIAIS
PARÓQUIA DE SANTANA
Rua Etelvino José da Silva, 52
São Vicente, Lavras – MG | CEP: 37200-000
Telefone: (35) 3821.9388
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: José Augusto da Fonseca Neto
Registro: Cartório
CNPJ: Não Informado
Rua Misceno de Pádua, 394
Centro, Lavras – MG | CEP: 37200-000
Telefone: (35) 3821.1358
E-mail: secretaria@paroquiasantanadelavras.com.br
Site: www.paroquiasantanadelavras.com.br
Fundação: 1760
Responsável Legal: Elígio Steilp
Registro: Não informado
CNPJ: 11169242/0001-20
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA COMUNITÁRIA
PARA PREVENÇÃO DO ABUSO DE DROGAS
COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL
ALTO RIO GRANDE LTDA
Rua Juca Procópio, 163
Centro, Lavras – MG | CEP:37200-000
Telefone: (35) 3822.7772
E-mail: abraço@vialavras.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1997
Responsável Legal: Doralice de Lourdes Souza Carvalho
Registro: Cartório
CNPJ: 02630818/0001-13
Praça Dr. Augusto Silva, 730
Centro, Lavras – MG | CEP: 37200-000
Telefone: (35) 3821.1338
E-mail: lavras313800@sicoobcrediminas.com.br
Site: www.sicoob.com.br
Fundação: 1988
Responsável Legal: Wilson Ribeiro Diniz
Registro: Prefeitura e Junta Comercial
CNPJ: 25626490/0001-67
ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE
EVANGÉLICA DE LAVRAS
CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS AUXILIARES DE NOSSA
SENHORA DA PIEDADE - LAR AUGUSTO SILVA
Praça Leonardo Vemerando, 470
Centro, Lavras – MG |CEP: 37200-000
Telefones: (35) 3821.2314 | 3821.4109
E-mail: primeiraipblavras@yahoo.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1998
Responsável Legal: Armando da Silva Tartuci
Registro: Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 25655499/0001-04
Rua Chagas Dória, 750
Centro, Lavras – MG |CEP: 37200-000
Telefone: (35) 3821.6733
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1931
Responsável Legal: Irmã Lourdes Maria Teixeira
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 17217720/0012-69
392
ROTARY CLUB DE LAVRAS
Avenida Dra. Dâmina, 28
Centro, Lavras – MG | CEP: 37200-000
Telefones: (35) 3822.3594 | 8855.9436
E-mail: rotaryclubdelavras@superig.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1954
Responsável Legal: Geraldo Bertolucci Júnior
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 17420274/0001-32
COOPERVAN - COOPERATIVA E LOCADORA DE
VEÍCULOS DOS MOTORISTAS AUTÔNOMOS
DE LAVRAS E REGIÃO LTDA.
Rua Custódia Moreira, 17
Centro, Lavras – MG | CEP: 37200-000
Telefone: (35) 3822.0702
E-mail: coopervanlavras@hotmail.com
Site: www.coopervanlavras.com.br
Fundação: 2002
Responsável Legal: Sérgio de Souza Furtado
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 05292426/0001-80
SETE LAGOAS
LAR ESPÍRITA PAULO DE TARSO
Rua Itabira, 25
Esperança, Sete Lagoas – MG | CEP: 35701-036
Telefone: (31) 3773.3809
E-mail: crechepaulodetarso@yahoo.com.br
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Eliete Silva de Figueiredo
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 21140645/0001-08
ASSOCIAÇÃO DOS DEFICIENTES
VISUAIS DE SETE LAGOAS
Rua Coelho Neto, 148
JK, Sete Lagoas – MG | CEP: 35702-195
Telefones: (31) 3779.9090 | 8611.1539
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1984
Responsável Legal: Geralda Aparecida Alves Costa
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 18272211/0001-49
SINDICATO DOS EMPRESÁRIOS NO
COMÉRCIO SETE LAGOAS E REGIÃO
Rua Natal, s/n
Canaã, Sete Lagoas – MG | CEP: 35700-292
Telefones: (31) 3771.8966 | 9298.1091
E-mail: secslasecsl.com. br
Site: www.secsl.com.br
Fundação: 1961
Responsável Legal: Ronaldo Rodrigues Silva
Registro: MET
CNPJ: 25004565/0001-78
PARÓQUIA DIVINO ESPÍRITO SANTO
Rua das Líneas, 95
Montreal, Sete Lagoas – MG | CEP: 35701-373
Telefones: (31) 3773.2543 | 8612.0235
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Pe. Antonio Valmir de Oliveira
Registro: Não informado
CNPJ: 16939019/0033-15
EMATER / MG - EMPRESA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA
E EXTENSÃO RURAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Rua Professor Herculino França, 57
Centro, Sete Lagoas – MG | CEP: 357000-023
Telefones: (31) 3774.7070 | 9611.8839
E-mail: clovis@emater.mg.gov.br
Site: www.emater.mg.gov.br
Fundação: 1948
Responsável Legal: Clóvis Públio Alves Júnior
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal e MET
CNPJ: 19198118/0001-02
INSTITUTO TERRA VIVA
Rua Duque de Caxias, 35 - Loja 04
Centro, Sete Lagoas – MG | CEP: 35700-022
Telefones: (31) 3773.4814 | 8835.5924
E-mail: terraviva@gmail.com
Site: www.iterraviva.org.br
Fundação: 2003
Responsável Legal: Ricardo Alexandre Carvalho
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal, Estado de
Minas Gerais e Secretaria Justiça Federal
CNPJ: 05660101/0001-02
393
ASSOCIAÇÃO PROJETO PEQUENINOS
Rua Oscar Padilha, 574
Belo Vale, Sete Lagoas – MG | CEP: 35702-321
Telefone: (31) 3772.8779
E-mail: propeque@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Carla Patrícia Dias da Silva
Registro: Cartório
CNPJ: Não Informado
PARAÍBA
CABEDELO
INSTITUTO SOMA BRASIL
PARÁ
BELÉM
Rua Juarez Távora, 680
Formosa, Cabedelo – PB | CEP: 58310-000
Telefones: (83) 3224-4920 | 8831.1436
E-mail: somabrasil@somabrasil.org.br
Site: www.somabrasil.org.br
Fundação: 2005
Responsável Legal: Karine de Oliveira Gonçalves
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal e
Ministério da Justiça, Receita Estadual
CNPJ: 07.690.186/0001-05
JOÃO PESSOA
CONSELHO ESTADUAL DE ASSISTENCIA SOCIAL
Avenida padre Miranda, 1666 - Sala 107
Pedreira, Belém – PA | CEP: Não informado
Telefone: (91) 3233.2471
E-mail: ceas-pa@yahoo.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1996
Responsável Legal: Maria Jocirene de Souza Barbosa
Registro: Cartório , Receita Federal e Governo do
Estado do Pará
CNPJ: Não Informado
LIGA DA DEFESA NACIONAL
Avenida Manoel Cavalcante de Souza, 250, Ap. 902
Cabo Branco, João Pessoa – PB | CEP: 58045-90
Telefones: (83) 3216.4507 | 9313.8967
E-mail: Não informado
Site: ligadadefesanacional.org.br
Fundação: 1916
Responsável Legal: Mário Pacini
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: Não Informado
CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
SINDIFISCO / PB
Travessa José Bonifácio, 181
São Braz, Belém – PA | CEP: 66090-363
Telefones: (91) 3236.3814 | 8733.2636
E-mail: cmas_belem@yahoo.com.br
Site: Não informado
Data de Fundação: 2004
Responsável Legal: fundação Papa João XXIII
Registro: Receita Federal e Governo do Estado do Pará
CNPJ: 05065644/0001-81
Avenida São Paulo, 188
Bairro dos Estados, João Pessoa – PB | CEP: 58030-040
Telefones: (83) 3044.3282 | 8841.9186
E-mail: rpaiva@receita.pb.gov.br
Site: www.sindifiscopb.org.br
Fundação: 1990
Responsável Legal: Victor Hugo Pereira do Nascimento
Registro: Cartório, Junta Comercial, Receita Federal e MTE
CNPJ: 40975419/0001-83
394
SOCIEDADE MÃOS ESTENDIDAS
ASSOCIAÇÃO CRISTÃ DO DOENTE E DEFICIENTE
Rua Dr. Romeu Azevedo, 119
Mangabeira II, João Pessoa – PB | CEP: 58056-107
Telefones: (83) 8827.1267 | 8808.1267
E-mail: some_gme@yahoo.combr
Site: Não informado
Fundação: 1998
Responsável Legal: Nilda Alves Passoni
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
Rua Mandaguari, s/n
Jardim Santa Rosa, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85869-100
Telefone: (45) 3524.1388
E-mail: acddfoz@hotmail.com
Site: www.aacd.org.br
Fundação: 1984
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório e Junta Comercial
CNPJ: 75429605/0001-00
CDPT – COMUNIDADE DOS PEQUENOS
TRABALHADORES
PARANÁ
FOZ DO IGUAÇU
Rua Pompeu de Toledo, 123
Jardim São Miguel , Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85858-000
Telefones: (45) 3025.4622 | 8815.2308
E-mail: cdpt@bol.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1995
Responsável Legal: Geni Galeazzi
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercia,
Receita Federal e MTE
CNPJ: 00688164/0001-53
1ª IGREJA BATISTA EM FOZ DO IGUAÇU
Rua Antonio Raposo, 766
Centro, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85851-090
Telefones: (45) 3523.5107 | 9921.0781
E-mail: secretariapibfoz@hotmail.com
Site: www.pibfoz.com.br
Fundação: 1974
Responsável Legal: Romildo Nunes Mendes
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e Receita Federal
CNPJ: 77297216/0001-95
ASSEMIB – ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS
DA ITAIPU BINACIONAL
Avenida Araucária, 716
Vila Residencial A, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85860-000
Telefones: (45) 3524.2533 | 9117.9188
E-mail: assemib@assemib.com.br
Site: www.assemib.com.br
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Francisco de Assis
Registro: Cartório
CNPJ: 75431445/0001-25
FUNDAÇÃO DE SAÚDE ITAIGUAPY
Avenida Gramado, 580
Vila Residencial A, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85860-460
Telefone: (45) 3576.8082
E-mail: diretoria@hmcc.com.br
Site: www.hmcc.com.br
Fundação: 1994
Responsável Legal: Anilton José Beal
Registro: Cartório
CNPJ: 00304148/0001-10
CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE
Rua Vereador Moacir Pereira, 900
Vila Iolanda, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85853-250
Telefone: (45) 3523.9237
E-mail: comus@fozdoiguacu.pr.gov.br
Site: Não informado
Fundação: 1999
Responsável Legal: Ricardo Soley Foster
Registro: Não informado
CNPJ: Não informado
395
PARÓQUIA SÃO PAULO APÓSTOLO
Travessa Sergipe, 68
Maracanã, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85852-230
Telefones: (45) 3574.5706 | 9124.4788
E-mail: paróquia-sp@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1971
Responsável Legal: Pe. Sérgio Bertotti
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal e MTE
CNPJ: 77945152/0001-53
ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DE DEFESA DOS
DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Rua Ernesto Keller, 388 - Sala 03
Jardim Eliza I, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85854-200
Telefones: (45) 3572.4712 | 8811.3588
E-mail: contato@forumdcapr.org.br
Site: www.forumdcapr.org.br
Fundação: 2009
Responsável Legal: Valtenir Lazzarini
Registro: Cartório
CNPJ: 05904036/0001-13
CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA
Rua Xavier da Silva, s/n
Centro, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85851-180
Telefones: (45) 3901.3265 | 9124.4788
E-mail: cmasfi@yahoo.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1995
Responsável Legal: João Pereira Sodré
Registro: Prefeitura, Receita Federal e MTE
CNPJ: Não Informado
FUNDAÇÃO NOSSO LAR
Rua Ernesto Keller, 388
Jardim Eliza I, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85854-200
Telefones: (45) 3025.2440 | 9134.1742
E-mail: nossolar@fnl.org.br
Site: www.fnl.org.br
Fundação: 1996
Responsável Legal: Valtenir Lazzarini
Registro: Cartório
CNPJ: 01546945/0001-76
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE FOZ
Rua Padre Montoya, s/n
Centro, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85851-080
Telefones: (45) 3521.300 | 9124.788
E-mail: acifi@acif.org.br
Site: www.acif.org.br
Fundação: 1951
Responsável Legal: Dimas Bragagnolo
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial,
Receita Federal e MTE
CNPJ: 77089746/0001-48
ASSOCIAÇÃO DE PROTEÇÃO À VIDA
NASA - NÚCLEO DE AÇÃO SOLIDÁRIA À AIDS
ASSOCIAÇÃO FRATERNIDADE ALIANÇA
Rua Capitão Jacob Becker, 64
Vila Yolanda, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 83853-480
Telefones: (45) 3572.4712 | 8811.3588
E-mail: nsafozdoiguacu@gmail.com
Rua Paulino Ferreira, 56
Boa Esperança, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85854-360
Telefone: (45) 3027.2856
E-mail: info@fraternidadealianca.org.br
Site: www.fraternidadealiaca.org.br
Fundação: 1991
Responsável Legal: Idalina Barbosa
Registro: Cartório
CNPJ: 97366694/0001-17
Site: Não informado
Fundação: 1994
Responsável Legal: Marcos Antonio Costa Pinheiro
Registro: Cartório
CNPJ: 01170207/0001-77
Rua Ernesto Keller, 388, Sala 02
Jardim Eliza I, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85854-200
Telefones: (45) 3025.2440 | 9134.1742
E-mail: aprovifoz@yahoo.com.br
Site: www.fnl.org.br
Fundação: 1999
Responsável Legal: Ivania Ferronato
Registro: Cartório
CNPJ: 03177998/0001-92
396
LACA - LAR DE APOIO À CRIANÇA
E AO ADOLESCENTE
Rua Quito, 540
Beverly Fall´s Park, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85858-070
Telefones: (45) 3522.3457 | 9138.3466
E-mail: laca@laca.org.br
Site: Não informado
Fundação: 2001
Responsável Legal: Solange Terezinha de Souza
Registro: Cartório
CNPJ: 04274350/0001-05
SINDICATO DOS VIGILANTES DE PONTA GROSSA
Rua Bauduino Taques, 480
Centro, Ponta Grossa – PR | CEP: 84010-050
Telefones: (42) 3224.7097 | 8427.2087
E-mail: vigilantespg@hotmail.com
Site: www.vigilantespg.com.br
Fundação: 1985
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório e Junta Comercial
CNPJ: 78603560/0001-28
OBSERVATÓRIO SOCIAL DE FOZ DE IGUAÇU
CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA
SOCIAL DE PONTA GROSSA
Rua Padre Montoya, 490
Centro, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85851-080
Telefone: (45) 3521.3306
E-mail: _osfiguassu@gmail.com
Site: www.osfi.org.br
Fundação: 2009
Responsável Legal: Giuliano Inzis
Registro: Cartório
CNPJ: 11210703/0001-60
Rua Joaquim Nabuco, 59
26 de Outubro, Ponta Grossa – PR | CEP: 84026-080
Telefone: (42) 3901.1856
E-mails: cmaspg@bol.com.br | cmaspg@vilabol.uol.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1995
Responsável Legal: Carla Maria de Piero Mendes
Registro: Cartório e Junta Comercial
CNPJ: Não Informado
ASSOCIAÇÃO MADRE TERRA
ASSOCIAÇÃO DOS DEFICIENTES
FÍSICOS DE PONTA GROSSA
Rua Ernesto keller, 338 - Sala 02
Jardim Eliza I, Foz do Iguaçu – PR | CEP: 85854-200
Telefones: (45) 3025.2440 | 9133.9364
E-mail: madreterrra@madreterra.org.br
Site: www.madreterra.org.br
Fundação: 2004
Responsável Legal: Mario de Maio
Registro: Cartório
CNPJ: 07101475/0001-13
PONTA GROSSA
SILMACO – PONTA GROSSA
Rua Carlos Cavalcanti, 327
Uvaranas, Ponta Grossa – PR | CEP: 84025-000
Telefones: (42) 3222.8686 | 9978.7207
E-mail: silmacopg@interponta.com.br
Site: www.silmacopontagrossa.com.br
Fundação: 1997
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório
CNPJ: 01844548/0001-80
Rua Antenor Lourenço de Oliveira, s/n
Shangrilá, Ponta Grossa – PR | CEP: 84060-500
Telefones: (42) 3227.4598 | 3223.5787 | 8411.5980
E-mail: adfpg@brturbo.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1986
Responsável Legal: Marcos Aurélio Soares
Registro: Cartório , Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 79261210/0001-93
MOVIMENTO CAMPOS GERAIS
DE IGUAL PARA IGUAL
Rua Coronel Dulcídio, 975
Centro, Ponta Grossa – PR | CEP: 84010-280
Telefone: Não informado
E-mail: movimentocamposgerais@gmail.com
Site: www.mcg.org.br
www.movimentocamposgerais.blogspot.com
Fundação: 2009
Responsável Legal: Ermar José Toniolo
Registro: Sem registro
CNPJ: Não informado
397
ASSOCIAÇÃO PONTAGROSSENSE DE
ASSISTENCIA À CRIANÇA DEFICIENTE
Rua Paulo do frontin, 1190
Vila Liane, Ponta Grossa – PR | CEP: 84015-120
Telefone: (42) 3224.4746
E-mail: Selma.apacd@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1975
Responsável Legal: Leci Ferreira Mattos
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial,
Receita Federal e MTE
CNPJ: 77017804/0001-28
ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA DEFICIENTE
FÍSICO – VILA VELHA
Rua Fidelis Augusto Alves, s/n
Jardim Carvalho, Ponta Grossa – PR | CEP: 84016-410
Telefone: (42) 3228.1158
E-mail: aadjvilavelha@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2002
Responsável Legal: Isabel Cristina da Rosa
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 05044019/0001-53
LONGEVUS HOSPEDAGENS LTDA
PONTA GROSSA GOLF CLUBE
Rua Rodovia Ponta Grossa / Palmeira, s/n
Colina Santa Cruz, Ponta Grossa – PR | CEP: 84120-000
Telefones: (42) 3223.6205 | 9923.3787
E-mail: secretariapggc@yahoo.com.br
Site: www.pggc.com.br
Fundação: 1982
Responsável Legal: Marcus Vinícius Bernardi
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 78281110/0001-66
CENTRO DE ASSISTÊNCIA A NEOPLASIA
Rua Alberto Torres, 28
Vila Estrela, Ponta Grossa – PR | CEP: 84040-190
Telefone: (42) 3027.8080
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: Clovis Avanri
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 08716398/0001-79
OSPG - OBSERVATÓRIO SOCIAL DE PONTA GROSSA
Rua Visconde de Barauna, 1010
Jardim Carvalho, Ponta Grossa – PR | CEP: 84016-300
Telefones: (42) 3224.6272 | 9132.8181
E-mail: longevusltda@ig.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2000
Responsável Legal: Javani Taborda
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e Receita Federal
CNPJ: 03580300/0001-85
Rua Coronel Dulcídio, 975
Centro, Ponta Grossa – PR | CEP: 84100-270
Telefone: (42) 3220.7209
E-mail: _ospg@ospg.org.br
Site: www.acipg.org.br/ospg
Fundação: 2010
Responsável Legal: Ermar José Toniolo
Registro: Cartório
CNPJ: 11822041/0001-80
GUARANI ESPORTE CLUBE
INSTITUTO MUNDO MELHOR
Rua Drº Joaquim de Paula Xavier
Vila Estrela, Ponta Grossa – PR | CEP: 84050-000
Telefone: (42) 3224.1482
E-mail: guarani.pg@hotmail.com
Site: www.guaraniesporteclube.com.br
Fundação: 1927
Responsável Legal: Ulisses Coelho
Registro: Cartório
CNPJ: 78593415/0001-03
Rua Victor Meireles, 288
Ronda, Ponta Grossa – PR | CEP: 84051-300
Telefones: (42) 3220.6043 | 9922.9103
E-mail: institutomm@uol.com.br
Site: www.institutomm.com.br
Fundação: 2009
Responsável Legal: Marcio Adriano Pauliki
Registro: Cartório
CNPJ: 11622455/0001-65
398
ASSOCIAÇÃO DOS ENGENHEIROS E
ARQUITETOS DE PONTA GROSSA
Rua Balduino Taques, 500
Vila Estrela, Ponta Grossa – PR | CEP: 84040-000
Telefones: (42) 3224.7744 | 9102.1654
E-mail: aeapg@creapr.org.br
Site: www.aeapg.org.br
Fundação: 1976
Responsável Legal: Roberto Pellissari
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 77484871/0001-52
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL INDUSTRIAL
DE PONTA GROSSA
Rua Coronel Dulcídio, 975
Centro, Ponta Grossa – PR | CEP: 84010-280
Telefone: (42) 3220.7200
E-mail: acipg@acipg.org.br
Site: www.acipg.org.br
Fundação: 1922
Responsável Legal: Marcio Adriano Pauliki
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e Receita Federal
CNPJ: 80252530/0001-77
SINDICATO RURAL DE PONTA GROSSA
Rua Theodoro Rosa, 1384
Centro, Ponta Grossa – PR | CEP: 84010-180
Telefones: (42) 3222.4945 | 9971.7164
E-mail: sruralpg@yahoo.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1964
Responsável Legal: Sergio Antonio Sozim
Registro: Receita Federal
CNPJ: 80250582/0001-01
SINDICATO DOS EMPREGADOS NO
COMERCIO DE PONTA GROSSA
Rua General Carneiro, 740
Centro, Ponta Grossa – PR | CEP: 84010-370
Telefone: (42) 3225.2544
E-mail: _contato@secpg.org.br
Site: www.secpg.org.br
Fundação: 1942
Responsável Legal: João Vendelin Kieltyka
Registro: Cartório e MTE
CNPJ: 80251481-87 (registro)
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO CONJUNTO
RESIDENCIAL MONTEIRO LOBATO
SIMPOSPETROPG – SINDICATO DOS EMPREGADOS
EM POSTOS DE SERVIÇOS DE COMBUSTÍVEIS E
DERIVADOS DE PETRÓLEO, LAVA-RÁPIDO E TROCA
DE ÓLEO DE PONTA GROSSA E REGIÃO
Avenida Vereador Ernani Batista Rosas, 3180
Jardim Carvalho, Ponta Grossa – PR | CEP: 84015-150
Telefones: (42) 3243.0379 | 9972.3884
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1981
Responsável Legal: Paulo Ricardo Bendix
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 78263051/0001-12
Rua Santos Dumont, 1280
Centro, Ponta Grossa – PR | CEP: 84010-360
Telefones: (42) 3225.7072 | 3025.7472 | 8812.8151
E-mail: simpospetropg@br10.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1998
Responsável Legal: Jacir Fermiano dos Santos
Registro: Cartório, Receita Federal e MTE
CNPJ: 07321007/0001-54
ASSOCIAÇÃO ASSISTENCIAL
ESPÍRITA MESSE DE AMOR
APADEVI – ASSOCIAÇÃO DE PAIS E
AMIGOS DO DEFICIENTE VISUAL
Rua Fernandes Vieira, 235 - Vila Hilgemberg
Nova Rússia, Ponta Grossa – PR | CEP: 84053-120
Telefones: (42) 3224.8806 | 9972.1214
E-mail: rpc.camargo@uol.com.br
Site: www.messe.com.br
Fundação: 1979
Responsável Legal: Roberto Pereira de Camargo
Registro: Cartório, Prefeitura e Junta Comercial
CNPJ: 78244639/0001-00
Rua Pernambuco, s/n
Olarias, Ponta Grossa – PR | CEP: 84035-240
Telefone: (42) 3223.0784
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1985
Responsável Legal: Generoso Fonseca
Registro: Não informado
CNPJ: 79322574/0001-36
399
LIONS CLUBE DE PONTA GROSSA VILA VELHA
Rua Colombo, 477
Jardim América, Ponta Grossa – PR | CEP: 84050-220
Telefones: (42) 3224.8834 | 9927.0056
E-mail: artur_ricardo@hotmail.com
Site: www.lions.org.br/distritold1
Fundação: 1969
Responsável Legal: Artur Ricardo Andrade Gomes
Registro: Cartório
CNPJ: 81642555/0001-39
CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA
E DO ADOLESCENTE DE PONTA GROSSA
Rua Coronel Dulcídio, 395
Centro, Ponta Grossa – PR | CEP: 84010-280
Telefone: (42) 3224.5501
E-mail: cmdcap@hotmail.com
Site: www.cmdcapg.com.br
Fundação: 1992
Responsável Legal: Leandro Oteka
Registro: Lei Municipal
CNPJ: 00096151/0001-95
PERNAMBUCO
GARANHUNS
SINTRAF – SINDICATO DOS AGRICULTORES
FAMILIARES DE GARANHUNS
Rua Ari Barroso, 452
Centro, Garanhuns – PE | CEP: 55295-030
Telefone: (81) 9944.2124
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2008
Responsável Legal: Valdir Luiz Severino dos Santos
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 09533519/0001-00
APAM - ASSOCIAÇÃO DE PROMOÇÃO À MENINA
ASSOCIAÇÃO CLARISSAS FRANCISCANAS
DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
Rua República São Salvador, 870
Madureira, Ponta Grossa – PR | CEP: 84070-150
Telefone: (42) 3227.6048
E-mail: apam@interponta.com.br
Rua Manoel Pessoa Juvenal, 55
Indiano, Garanhuns – PE | CEP: 55297-450
Telefones: (87) 3761.0202 | 3762.1843
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1987
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 79319315/0001-56
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Maria Cleide Barbosa Franco
Registro: Prefeitura
CNPJ: 03590386/0001-27
CONSELHO MUNICIPAL DO TRABALHO
COMISSÃO PASTORAL DA TERRA
Rua Penteado de Almeida, 240
Centro, Ponta Grossa – PR | CEP: 84010-240
Telefones: (42) 3222.9980 | 9107.8022
E-mail: agpontagrossa@setp.pr.gov.br
Site: www.setp.pr.gov.br
Fundação: 1996
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório
CNPJ: Não Informado
Rua Diário de Pernambuco, 301
Heliópolis, Garanhuns – PE | CEP: 55298-170
Telefone: (87) 3763.4669
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1989
Responsável Legal: Marluce Melo
Registro: Cartório
CNPJ: 02375913/0001-66
400
SINDICATO RURAL DE GARANHUNS
PETROLINA
Rua Joaquim Távora, 297
Heliópolis, Garanhuns – PE | CEP: 55295-410
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
FUNDAÇÃO MAIS - MOVIMENTO
DE APOIO E INCENTIVO SOCIAL
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Não informado
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
APAE – ASSOCIAÇÃO DE PAIS E
AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS
Rua José Ferreira Leal, 90
Heliópolis, Garanhuns – PE | CEP: 55296-620
Telefones: (87) 3761.0005 | 3761.3108
E-mail: apae-gus@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1970
Responsável Legal: Ana Maria Lima Velôso
Registro: Não informado
CNPJ: 10136752/0001-38
Rua Aristarco Lopes, 558
Centro, Petrolina – PE | CEP: 56302-100
Telefone: (87) 3862.1233
E-mail: junobcaomais@gmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1999
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório
CNPJ: 03245650/0001-95
CENTRO DE ATIVIDADES NILO COELHO
Praça do Centenário, s/n
Centro, Petrolina – PE | CEP: 56302-120
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: www.fundacaonilocoelho.org.br
Fundação: 1961
Responsável Legal: Francisco José Soares Neto
Registro: Cartório
CNPJ: 10728681/0001-62
ABRIGO SÃO VICENTE DE PAULO
Rua Oliveira Lima, 70
Heliópolis, Garanhuns – PE | CEP: 55296-400
Telefone: (87) 3761.3947
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1959
Responsável Legal: Maria Enide Leite
Registro: Cartório
CNPJ: 10248060/0001-81
FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES NA
AGRICULTURA DE PERNAMBUCO
Rua Gervásio Pires, 876
Boa Vista, Garanhuns – PE | CEP: 50050-070
Telefones: (81) 3421.1222 | 9248.3818
E-mail: fetape@fetape.org.br
Site: www.fetape.org.br
Fundação: 1992
Responsável Legal: Doriel Barros
Registro: MTE
CNPJ: Não informado
MOVIMENTO DE COMBATE AO CÂNCER
Rua da Piedade, 174
Gercino Coelho, Petrolina – PE | CEP: 56306-240
Telefone: (87) 3862.2185
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1998
Responsável Legal: Maria Castelo Branco Araújo Coelho
Registro: Cartório
CNPJ: 03495764/0001-93
FUNDAÇÃO EVANGÉLICA DO
VALE DO SÃO FRANCISCO
Rua 12, 110
Henrique Leite, Petrolina – PE | CEP: 56332-024
Telefone: (87) 3066.2886
E-mail: fevasf@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1996
Responsável Legal: Maria Eliza Gomes Macedo Queiroz
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 03433081/0001-01
401
ASSOCIAÇÃO ASSISTENCIAL DE PETROLINA
Rua Luiz Gonzaga, 05
Centro, Petrolina – PE | CEP: 56304-530
Telefone: (87) 3861.2231
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1974
Responsável Legal: Lila Azevedo Melo Coelho
Registro: Cartório, Prefeitura, Secretaria de Saúde
e Conselho do Idoso
CNPJ: 11744189/0001-24
ASSOCIAÇÃO PETROLINENSE DE AMPARO
À MATERNIDADE E À INFÂNCIA
Rua Pacífico da Luz, 709
Centro, Petrolina – PE | CEP: 56304-010
Telefone: (81) 3861.5700
E-mail: apami@amapi.org.br
Site: Não informado
Fundação: 1948
Responsável Legal: Augusto de Souza
Registro: Cartório
CNPJ: 10730125/0001-20
APROSFAM - ASSOCIAÇÃO DE PROMOÇÃO
SOCIAL E FAMILIAR
Rua Dr. José Mariano, 1252
Centro, Petrolina – PE | CEP: 56302-090
Telefones: (87) 3861.2401 | 3862.1160
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1992
Responsável Legal: Lívia Cléa Viana Coelho
Registro: Não informado
CNPJ: 35669795/0001-00
ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO PETRAPE
Avenida da Integração, s/n
Gercino Coelho, Petrolina – PE | CEP: 56306-150
Telefones: (87) 3861.2401 | 3862.1160
E-mail: petrape@ig.com.br
Site: petrape.org.br
Fundação: 1983
Responsável Legal: José Vieira da Silva
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 11470259/0001-12
ASSOCIAÇÃO MADRE MARIA DAS NEVES
Rua Ilha Solteira, 261
José e Maria, Petrolina – PE | CEP: 56320-640
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1959
Responsável Legal: Tereza Cristina Duque Carvalho
Registro: Não informado
CNPJ: 28611325/0001-20
INSTITUTO DE SAÚDE HOLÍSTICA MADRE PAULINA
Rua José Costa Lima, 326
Ouro Preto, Petrolina – PE | CEP: 56318-020
Telefone: (87) 3863.2492
E-mail: recantompaulina@ig.com.br
Site: www.recantomadrepaulina.org.br
Fundação: 1984
Responsável Legal: José Manoel de Souza
Registro: Cartório, Junta Comercial e Receita Federal
ASSOCIAÇÃO CRISTO REI DE AMPARO E
DESENVOLVIMENTO DA FAMÍLIA
CNPJ: 35670173/0001-00
Rua São José, 422
Centro, Petrolina – PE | CEP: 56302-270
Telefone: (87) 3862.2525
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2003
Responsável Legal: José Alírio Andrade Aquino
Registro: Não informado
CNPJ: 05863297/0001-32
402
CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
PIAUÍ
ÁGUA BRANCA
PCPR II - PROGRAMA DE COMBATE
À POBREZA RURAL II
Rua Vereador Abel Pereira, s/n
Centro, Água Branca – PI | CEP: 64460-000
Telefone: (86) 9930.4753
E-mail: Não informado
Rua Antônio Tupinambá Portella, 133
Centro, Água Branca – PI | CEP: 64460-000
Telefones: (86) 3282.1414 | 9984.3942
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2009
Responsável Legal: Antonia Clarice F. Alencar
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não Informado
FUNDAÇÃO PADRE PIO
Rua Fortaleza, 275
Centro , Água Branca – PI | CEP: 64460-000
Telefone: (86) 9986.4596
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Emanuel Tupinambá Bezerra Portela
Registro: Cartório
CNPJ: Não Informado
Site: Não informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: Pe. Rivaldo Muniz Araújo
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal, CMAS e
Conselho Municipal da Criança e do Adolescente
CNPJ: 08.922.986/0001-69
OAB – SUBSEÇÃO ÁGUA BRANCA
CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
Avenida João Ferreira, s/n
Centro, Água Branca – PI | CEP: 64460-000
Telefones: (86) 3282.1845 | 9921.7254
E-mail: jpiresteixeira@bol.com.br
Rua Adalberto Santana, s/n
Centro, Água Branca – PI | CEP: 64460-000
Telefone: (86) 3282.1457
E-mail: prefeituraabpicas@gmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2000
Responsável Legal: José Pires Teixeira
Registro: Cartório
CNPJ: 06.635.057/0001-43
Site: Não informado
Fundação: 1996
Responsável Legal: Maria do Socorro Evaristo Lopes
Registro: Prefeitura e Cadastrado no MDS
CNPJ: Não Informado
ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES
DO BAIRRO MORADA DO SOL
PARÓQUIA NOSSA SENHORA
DO PERPÉTUO SOCORRO
Rua Moisés Gomes dos Santos, s/n
Morada do Sol, Água Branca – PI | CEP: 64460-000
Telefone: (86) 9935.4712
E-mail: Não informado
Rua Fortaleza, 275
Centro, Água Branca – PI | CEP: 64460-000
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: Maria José Ribeiro Ferreira
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 10.673.198/0001-28
Site: Não informado
Fundação: 1968
Responsável Legal: D. Sérgio da Rocha e Pe. Antônio Luiz
Registro: Arquidiocese
CNPJ: 06.516.967/0019-36
403
SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS
CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE
Av. João Ferreira, 725
Centro, Água Branca – PI | CEP: 64460-000
Telefone: (86) 3282.2024
E-mail: straguabranca-pe@bol.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1968
Responsável Legal: Delgleide Gonçalves Nunes Rodrigues
Registro: Cartório
CNPJ: 06.503.056/0001-45
Rua Adalberto Santana, s/n
Centro, Água Branca – PI | CEP: 64460-000
Telefone: (86) 3282.1449 | 9927.7146
E-mail: cmsagua@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1991
Responsável Legal: Zuleide Tavares Mendes de Santana
Registro: Prefeitura e Cadastro Nacional de Saúde
CNPJ: Não Informado
ASSOCIAÇÃO DO ARTESÃO
SINTE / PI – SINDICATO DOS TRABALHADORES
EM EDUCAÇÃO
BR 343, s/n
São Luis, Água Branca – PI | CEP: 64460-000
Telefone: (86) 9932.7240
E-mail: neoci.castro@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Não informado
Registro: não informado
CNPJ: 07.890.715/0001-06
Rua Vereador Abel Pereira, 800
Centro, Água Branca – PI | CEP: 64460-000
Telefones: (86) 3282.1917 | 9933.2051
E-mail: sinteab@bol.com.br
Site: www.sintepiaui.org.br
Fundação: 1995
Responsável Legal: Maria do Socorro Nunes Mota
Registro: Cartório e Junta Comercial
CNPJ: 06548069/0001-30
FUNDAÇÃO MONTE SINAI
PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM ÁGUA BRANCA
Travessa Pr. Jonas Barreira de Macedo, 18
Centro , Água Branca – PI | CEP: 64460-000
Telefones: (86) 3282.1129 | 9987.3407
E-mail: pedrorezendeadv@oi.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1934
Responsável Legal: Pr. Pedro Rezende
Registro: Cartório
CNPJ: 12.176.194/0001-60
Rua Vereador Abel Pereira, 515
Centro, Água Branca – PI | CEP: 64460-000
Telefone: (86) 9959.6422
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Francisco Barbosa de Carvalho
Registro: Receita Federal
CNPJ: 08273861/0001-55
BOM JESUS
CONSELHO MUNICIPAL DE DEFESA
DE MEIO AMBIENTE
Rua Mercedes Rubins, s/n
Centro, Água Branca – PI | CEP: 64460-000
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2009
Responsável Legal: Elza Coelho do Rego
Registro: Cartório
CNPJ: 10.977.046/0001-19
SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS
Rua Nicolau Barreiras, 278
Centro, Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefones: (89) 3552.1456 | 9979.1898
E-mail: mariadfatima08@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1983
Responsável Legal: Maria de Fátima Alves Arnaldo
Registro: Cartório, Receita Federal e MTE
CNPJ: 23624182/0001-77
404
SINDICATO DOS SERVIDORES
PÚBLICOS DE BOM JESUS
Rua Dom José Vasquez, s/n
São Pedro, Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefones: (89) 9985.6248 | 9403.3847
E-mail: renatobaiao2009@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: Renato Fonseca Baião
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 08617240/0001-41
OBRAS SOCIAIS DO GURGUÉIA
Avenida Getúlio Vargas, 600
Centro, Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefone: (89) 3562.1134
E-mail: curia@diocesedebomjesus.org.br
Site: www.diocesedebomjesus.org.br
Fundação: 1958
Responsável Legal: Ramón López Carrozas
Registro: Cartório
CNPJ: 23518111/0001-90
ROTARY CLUB DE BOM JESUS
IGREJA CATÓLICA
Rua Araújo santos, 190
Mizamar, Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefones: (89) 3562.2700 | 9974.5119
E-mail: salvadorirene25@hotmail.com
Avenida Getúlio Vargas, s/n
Centro, Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefones: (89) 3562.1355 | 9928.3381
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2002
Responsável Legal: Salvador Irene
Registro: Cartório
CNPJ: 07645993/0001-06
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Pe. José Valdo S. de Sousa
Registro: Não informado
CNPJ: não informado
CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE BOM JESUS
CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
Avenida Josué Parente, 90
Centro, Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefone: (89) 3562.2571
E-mail: divafariassagrocer@hotmail.com
Rua Tabelião Raimundo José Rocha, s/n
Centro, Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefone: (89) 3562.2715
E-mail: adewan@hotmail.com
Site: www.diocesedebomjesus.org.br
Fundação: 2001
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 06554356/0001-53
Site: Não informado
Fundação: 1993
Responsável Legal: Paulo Araújo Oliveira
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial,
Receita Federal e MTE
CNPJ: 73664369/0001-72
FUNDAÇÃO DE DEFESA ECOLÓGICA DO CERRADO
CONSELHO TUTELAR
Praça Marcos Aurélio, s/n
Centro, Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefones: (89) 3562.1226 | 9985.9188
E-mail: mcrempreendimento@gmail.com
Rua São Miguel, 223
Centro, Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefones: (89) 3562.2738 | 9924.4327
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1999
Responsável Legal: Idemar Luís Cover
Registro: Cartório
CNPJ: 03596449/0001-74
Site: Não informado
Fundação: 1990
Responsável Legal: Orlene dos Santos Sousa
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 06554356/0001-53
405
CONSELHO DO FUNDEB
Praça 07 de Setembro, s/n
Centro, Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefone: (89) 3562.1889
E-mail: ferreiralcy@yahoo.com
Site: Não informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: Alcindo Piauilino Benvindo Rosal
Registro: Cartório
CNPJ: 06554356/0001-53
ASSOCIAÇÃO DOS AGENTES
COMUNITÁRIOS DE SAÚDE
Rua Coronel Ferreira, 155
Centro , Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefones: (89) 3562.1852 | 9992.8592
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2000
Responsável Legal: Ana Ferreira dos Santos
Registro: Cartório
CNPJ: 044422366/0001-01
CONSELHO DA CIDADE
Rua Tabelião Raimundo José Rocha, s/n
Centro, Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefones: (89) 3562.2399 | 9985.9146
E-mail: joabescampos@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2010
Responsável Legal: Joabe Campos da Silva
Registro: Prefeitura
CNPJ: 06554356/0001-53
ASSOCIAÇÃO EVANGÉLICA BENEFICENTE
Avenida Getúlio Vargas, s/n
Centro, Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1998
Responsável Legal: Robson de Sousa Nascimento
Registro: Cartório
CNPJ: 23624596/0001-04
PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM BOM JESUS
Rua Arsênio santos, s/n
Centro, Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefones: (89) 3562.2093 | 9985.9747
E-mail: leaojf@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2004
Responsável Legal: João Inês Leão Filho
Registro: Cartório e Junta Comercial
CNPJ: 06085812/0001-63
ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DE PIRIPIRI
Comunidade Piripiri
Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefone: (89) 9412.7918
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: Severino Fonseca Pereira
Responsável Legal: Ramón López Carrozas
Registro: Cartório
CÂMARA MUNICIPAL DE BOM JESUS
CNPJ: 04636727/0001-10
Praça Marcos Aurélio, s/n
Centro, Bom Jesus – PI | CEP: 64900-000
Telefone: (89) 3562.1000
E-mail: camarabj@bol.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1875
Responsável Legal: Raimundo Ferreira de Sá Neto
Registro: Cartório e Junta Comercial
CNPJ: 01613011/0001-00
406
VENERÁVEL ORDEM 3ª DE SÃO
FRANCISCO DA PENITÊNCIA
Rua 13 de Maio, 182
RIO DE JANEIRO
Centro, Campos – RJ | CEP: 28010-260
Telefone: (22) 2723.1757
E-mail: igrejasfrancisco@gmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1757
CAMPOS
Responsável Legal: Oswaldo Barreto de Almeida
Registro: Cartório e Junta Comercial
CNPJ: 31503642/0001-37
LAR FABIANO DE CRISTO
Parque Vicente Dias
Campos – RJ | CEP: 28080-000
Telefone: (22) 2722.2700
SINDICATO DE TRABALHADORES NA INDÚSTRIA DE
CONSTRUÇÃO CIVIL E DO MOBILIÁRIO
E-mail: upi.franciscolamego@lfc.org.br
Rua Saldanha Marinho, 145
Site: www.lfc.org.br
Centro, Campos – RJ | CEP: 28013-021
Fundação: 1977
Telefone: (22) 2731.5931
Responsável Legal: Neiva Cremonezi de Miranda
E-mail: sticoncimo2004@ig.com.br
Registro: Cartório
Site: Não informado
CNPJ: 33948381/0097-36
Fundação: 1937
Responsável Legal: José Carlos da Silva Eulálio
UNIÃO DOS PROFESSORES PÚBLICOS ESTADUAIS
Registro: Cartório
CNPJ: 29250446/0001-56
Praça do Santíssimo Salvador, 41 – sala 301
Centro, Campos – RJ | CEP: 28010-000
Telefone: (22) 2722.6837
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1945
Responsável Legal: Célia Marins Peixoto
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
SINDICATO DOS RODOVIÁRIOS
Avenida Alberto Torres, 85
Centro, Campos – RJ | CEP: 28010-116
Telefone: (22) 2733.1972
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1932
Responsável Legal: Roberto Virgílio Duarte
SINDICATO DOS MÉDICOS
Avenida Alberto Torres, 217
Registro: MTE
CNPJ: 28978377/0001-39
Centro, Campos – RJ | CEP: 28035-581
Telefone: (22) 2723.2593
E-mail: simec@censonet.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1980
Responsável Legal: Reinaldo Torres Dantas
Registro: Cartório, Receita Federal e MTE
CNPJ: 30405708/0001-93
407
ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE COMUNICAÇÃO
E CULTURA DE ASSU - ACASSURN
RIO GRANDE
DO NORTE
ASSU
Rua José Dantas Pessoa, 123
Cohab, Assu – RN | CEP: 59650-000
Telefones: (84) 3331.2620 | 3331.3300 | 9666.1717
E-mail: assufm@hotmail.com
Site: www.assufm.com.br
Fundação: 2003
Responsável Legal: Cloves Soares
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 02685043/0001-83
CLUBE DOS EMPREGADOS DA PETROBRAS
BR 304, KM 109
Horto Florestal, Assu – RN | CEP: 59650-000
Telefones: (84) 3331.4273 | 9617.7521
E-mail: cepeass@assunet.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1992
Responsável Legal: Túlio Cabral Bertoldo
Registro: Receita Federal
CNPJ: 40984064/0001-99
FÓRUM JOÃO CELSO FILHO
Rua Dr. Luiz Carlos, 230
Novo Horizonte, Assu – RN | CEP: 59650-000
Telefone: (84) 3331.5249
E-mail: direcaoforoassu@tjrn.jus.br
Site: www.tjrn.jus.br
Fundação: 1992
Responsável Legal: Suzana Paula de Araújo Dantas Correia
Registro: Receita Federal
CNPJ: 08546459/0001-05
CERVAL – COOPERATIVA DE DESENVOLVIMENTO
RURAL VALE DO ASSU
Avenida Poeta Renato Caldas, 4937
Parati 2000, Assu – RN | CEP: 59650-000
Telefone: (84) 3331.1233
E-mail: cerval@bol.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1968
Responsável Legal: Lourinaldo Francimari da F. Soares
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial,
Receita Federal e MTE
CNPJ: 08008500/0001-81
SINDICATO DOS TRABALHADORES
INDUSTRIAIS DE CERÂMICA
Rua João Pessoa, 788
Centro, Assu – RN | CEP: 59650-000
Telefones: (84) 3331.1244 | 9936.0195
E-mail: sindu@bol.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1995
Responsável Legal: Valvredo de Melo Silva
Registro: MTE
CNPJ: 00933568/0001-65
VALER CAPACITAÇÃO PESQUISA E ASSESSORIA
Rua Sinhazinha Vanderley, 824
Centro, Assu – RN | CEP: 59650-000
Telefones: (84) 3331.5691 | 9122.3192
E-mail: valer@assunet.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2000
Responsável Legal: Anem Margareth
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 04103219/0001-77
CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS
Praça Getúlio Vargas, 165
Centro Assu – RN | CEP: 59650-000
Telefones: (84) 3331.1014 | 9138.3732
E-mail: cdeassu.rn@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1993
Responsável Legal: Wild Kern Marinho Vieira Diniz
Registro: Cartório
CNPJ: 08387060/0001-10
408
COLÔNIA DE PESCADORES E-20 DE ASSU
Praça Getúlio Vargas, s/n
Centro, Assu – RN | CEP: 59650-000
SINDICATO DOS TRABALHADORES E
TRABALHADORAS RURAIS DE ASSU
CNPJ: 09349267/0001-14
Rua 24 de Julho, 1057
Centro, Assu – RN | CEP: 59650-000
Telefone: (84) 3331.2021
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1962
Responsável Legal: Antonio Basílio Góz
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal e MTE
CNPJ: 08081291/0001-07
DELEGACIA DO CRC EM ASSU
PARÓQUIA BEM AVENTURADA
LINDALVA E SÃO CRISTÓVÃO
Telefones: (84) 3331.5743 | 9978.8797
E-mail: soniamoranguinho@msn.com
Site: Não informado
Fundação: 1984
Responsável Legal: Sonia Maria de França
Registro: Cartório, Receita Federal, MTE e FEPERNI
Avenida Senador João Câmara, 264
Centro, Assu – RN | CEP: 59650-000
Telefones: (84) 3331.2927 | 9911.2661
E-mail: sexta_delegacia@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1971
Responsável Legal: Francisco Rubian Almeida Nogueira
Registro: MTE e Conselho regional de Contabilidade do RN
Avenida Senador João Câmara, s/n
Jauduís, Assu – RN | CEP: 59650-000
Telefone: (84) 3331.5517
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2010
Responsável Legal: Pe. Raimundo Alexandre de Oliveira
Registro: Não informado
CNPJ: 08264111/0036-47
CNPJ: 08027948/0001-42
PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA DE ASSU
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS
Avenida Senador João Câmara, 815
Centro, Assu – RN | CEP: 59650-000
Telefones: (84) 3331.4848 | 9921.4792
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Francisco Cícero Miranda
Praça Getúlio Vargas, 89
Centro, Assu – RN | CEP: 59650-000
Telefones: (84) 3331.2105 | 9972.7680
E-mail: paroquiadeassu@bol.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1726
Responsável Legal: Pe. Francisco Canindé dos Santos
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e Receita Federal
CNPJ: 082641111/0013-50
Registro: Não informado
CNPJ: Não informado
SINTE / RN – REGIONAL DE ASSU
Rua 11 de Agosto, s/n
Bela Vista, Assu – RN | CEP: 59650-000
Telefones: (84) 3331.2735 | 9991.1740
E-mail: sinteassu@ig.com.br
Site: www.sintern.org.br
Fundação: 1989
Responsável Legal: Maria Inês de Almeida Morais
Registro: Cartório
CNPJ: 08428989/0001-40
SÃO PAULO POTENGI
SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA
SÃO PAULO POTENGI
Rua Otávio Lamartine, 114
Centro, São Paulo Potengi – RN | CEP: 59460-000
Telefone: (84) 3251.2364
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1948
Responsável Legal: Antonio Francisco de Oliveira
Registro: Cartório e Junta Comercial
CNPJ: 08381451/0013-28
409
COLÔNIA Z-24
Santos Dumont, s/n
São Paulo Potengi – RN | CEP: 59460-000
Telefone: (84) 9132.3239
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Miguel José da Silva
Registro: Cartório
CNPJ: 02411592/0013-60
COOPDESP - COOPERATIVA DOS PRODUTORES DO
DESENVOLVIMENTO DE SÃO PAULO DO POTENGI
Rua Manoel Marques, s/n
Assunção, São Paulo Potengi – RN | CEP: 59400-060
Telefone: (84) 3251.2469
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2003
Responsável Legal: Wasghinton Tagino Costa
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial,
Receita Federal e MTE
CNPJ: 07072183/0013-08
MEMORIAL MONSENHOR EXPEDITO
Rua Dom Marcolino, 292
Centro, São Paulo Potengi – RN | CEP: 59460-000
Telefones: (84) 3251.2122 | 9113.5573
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2001
Responsável Legal: Antonio Francisco de Oliveira
Registro: Não informado
CNPJ: Não informado
AABB – ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA
DO BANCO DO BRASIL
Rua Santa Mônica, s/n
Alto do Potengi, São Paulo Potengi – RN | CEP: 59460-000
Telefone: (84) 3251.2227
E-mail: saopaulod-potengi@aabb.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1993
Responsável Legal: André Vicente Marques
Registro: Cartório
CNPJ: Não informado
SINTRAF - Sindicato dos Trabalhadores e
Trabalhadoras na Agricultura Familiar
de São Paulo do Pontengi
Rua Potengi, 51
Centro, São Paulo Potengi – RN | CEP: 59460-000
Telefones: (84) 3251.2398 | 9108.1691
E-mail: sintraf.sppotengi@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1960
Responsável Legal: João Maria ribeiro
Registro: Cartório e Junta Comercial
CNPJ: 11316560/0001-76
RIO GRANDE
DO SUL
ENTRE-IJUÍS
FUNDEB – PREFEITURA MUNICIPAL
Rua Francisco Richter, 601
Centro, Entre-Ijuís – RS | CEP: 98855-000
Telefones: (55) 3329.1155 | 9902.7979
E-mail: elianemattana@bol.com.br
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Eliane Mattana Zimmermann
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
ITACURUBI
CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Avenida Dez de Abril, 954
Centro, Itacurubi – RS | CEP: 97685-000
Telefone: (55) 9947.9587
E-mail: educaitacurubi@ibest.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2006
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório
CNPJ: Não Informado
410
ITAPERUNA
ASSOCIAÇÃO SANTO ANTÔNIO
DOS POBRES ITAPERUNA
ASSOCIAÇÃO DE VOLUNTÁRIOS
DE COMBATE AO CÂNCER
Rua Exped. Cabo Gama, s/n
Rua Coronel Luiz Ferraz, s/n
Centro, Itaperuna – RS | CEP: 28300-000
Telefone: (22) 9844.0858
E-mail: assessoriapatricia@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: Márcia Christina Franca
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial,
Receita Federal e MTE
CNPJ: 08275127/0001-25
Telefones: (22) 3822.1746 | 9981.8675
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL
DE ITAPERUNA
Rua Tiradentes, 220
Centro, Itaperuna – RS | CEP: 28300-000
Telefones: (22) 3823.2500 | 9836.5527
E-mail: aceitaperuna@bol.com.br
Site: www.aceitaperuna.com.br
Fundação: 1939
Responsável Legal: João Paulo Cezar Cruz
Registro: Cartório
CNPJ: 29645389/0001-04
Itaperuna – RS | CEP: 28300-000
E-mail: asapi@asapi.org.br
Site: www.asapi.org.br
Fundação: 1969
Responsável Legal: Silvia Maria de Castro Costa
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e Receita Federal
CNPJ: 29644705/0001-23
MACHADINHO
CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA
Avenida Frei Teófilo, s/n
Centro, Machadinho – RS | CEP: 99880-000
Telefones: (59) 3551.1255 | 9912.1237
E-mail: almiroaraujo@terra.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1992
ASSOCIAÇÃO DE DEFESA DO
CONSUMIDOR DE ITAPERUNA
Responsável Legal: Almiro Gonçalves de Araújo
Rua Assis Ribeiro, 186
Centro, Itaperuna – RS | CEP: 28300-000
Telefone: (22) 3823.8366
E-mail: adecon.itaperuna.@gmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: Maria da Penha Nunes
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial,
Receita Federal e MTE
CNPJ: 08978727/0001-50
CNPJ: 87613576/0001-02
LAR BEZERRA DE MENEZES
Rua Bom Jesus, s/n
Aeroporto, Itaperuna – RS | CEP: 28300-000
Telefones: (22) 3822.1223 | 8114.6057
E-mail: larbezerrademenezes@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1962
Responsável Legal: Maria Helena Machado
Registro: Cartório, Prefeitura, e Receita Federal
CNPJ: 28919348/0001-04
Registro: Prefeitura
MATO QUEIMADO
FUNDEB - Fundo de Manutenção de
Desenvolvimento da Educação Básica e de
Valorização dos Profissionais de Educação
Rua Monsenhor Wolski, s/n
Mato Queimado – RS | CEP: 97935-000
Telefone: (55) 3613.8186
E-mail: educacao@matoqueimado-rs.com.br
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Prefeitura Municipal e
Diretoria de Educação
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
411
CAE - CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR
Rua Monsenhor Wolski, s/n
Mato Queimado – RS | CEP: 92935-000
Telefone: Não informado
E-mail: educacao@matoqueimado-rs.com.br
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Não informado
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
PORTO ALEGRE
CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
Rua Coronel Genuíno, 421 – Conjunto 302
Centro, Porto Alegre – RS | CEP: 90010-350
Telefones: (51) 3227.3922 | 3226.1930
E-mail: cmas@fasc.prefpoa.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1995
Responsável Legal: Não informado
Registro: Não informado
CNPJ: Não informado
CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE
DO RIO GRANDE DO SUL
Avenida Borges de Medeiros, 1501 – 20º andar
Praia de Belas, Porto Alegre – RS | CEP: Não informado
Telefone: (51) 3288.2160
E-mail: ces@saude.rs.gov.br
Site: www.conselho.saude.rs.gov.br
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Carlos Alberto Gbeling Duarte
Registro: Prefeitura
CNPJ: 89027825/0001-03
CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA
SOCIAL - CMAS
Rua Coronel Genuíno, 421 - Conjunto 302
Centro, Porto Alegre – RS | CEP: 90010-350
Telefone: (51) 3227.3922
E-mail: cmas@fasc.prefpoa.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1995
Responsável Legal: Josiane Soares Cardoso da Silva
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS
EXCEPCIONAIS – APAE / POA
Rua Uruguai, 300 – 14ª andar
Centro, Porto Alegre – RS | CEP: 90010-140
Telefones: (51) 3224.4645 | 9377.7127
E-mail: apaeportoalegre@terra.com
Site: www.apaepoa.com.br
Fundação: 1962
Responsável Legal: Unirio Bernardi
Registro: Cartório
CNPJ: 92828110/0001-64
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E
BENEFICENTE ILÊ MULHER
Rua Frei Germano, 801
Jardim Salso, Porto Alegre – RS | CEP: 91350-160
Telefones: (51) 3397.1956 I 9958.1956
E-mail: ilemulher@brturbo.com.br
Site: www.ilemulher.hpg.com.br
Fundação: 2000
Responsável Legal: Rosmari de Castilhos
Registro: Cartório
CNPJ: 04881807/0001-31
USBEE – UNIÃO SUL BRASILEIRA
DE EDUCAÇÃO E ENSINO
CONSELHO REGIONAL DE SERVIÇO
SOCIAL 10ª REGIÃO
Rua Irmão José Otão, 11
Bom Fim, Porto Alegre – RS | CEP: 90035-060
Telefone: (51) 3314.0300
E-mail: provincial@maristas.org.br
Site: www.maristas.org.br
Fundação: 1924
Responsável Legal: Ir. Inácio Nestor Etges
Registro: Cartório e Junta Comercial
CNPJ: 92706308/0001-75
Rua Coronel André Belo, 452 - 1º andar
Menino Deus, Porto Alegre – RS | CEP: 90110-020
Telefones: (51) 3224.3935 | 8594.5382
E-mail: cress10@terra.com.br
Site: www.cress/rs.org.br
Fundação: 1963
Responsável Legal: Fátima R. Carlos Saikoski
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 90890427/0001-03
412
AGAFAPE — ASSOCIAÇÃO GAÚCHA DE FAMILIARES
DE PACIENTES ESQUIZOFRÊNICOS
Rua dos Andradas, 1560 - 6º andar
Centro, Porto Alegre – RS | CEP: 90020-010
Telefone: (51) 3225.0395
E-mail: agafape@agafape.org.br
Site: www. agafape.org.br
Fundação: 1992
Responsável Legal: Juracy Maria Junqueira Bizzi
Registro: Cartório
CNPJ: 94.954.740/0001-00
SINDICATO DOS PROFESSORES DO
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Rua João Pessoa, 919
Farroupilha, Porto Alegre – RS | CEP: 90040-000
Telefones: (51) 4009.2992 | 4009.2990
E-mail: direção@sinprops.org.br
Site: www.sinprosp.org.br
Fundação: 1942
Responsável Legal: Sani Belfer
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: Não informado
SINDICATO DOS SERVIDORES DO
MINISTÉRIO DA FAZENDA / RS
Rua General Auto, 354
Centro, Porto Alegre – RS | CEP: 90010-380
Telefones: (51) 3286.2566 | 9155.9074
E-mail: diretoria@sindfaz-rs.org.br
Site: www.sindfaz-rs.org.br
Fundação: 1988
Responsável Legal: Gilberto Dutra Alves
Registro: Cartório, Receita Federal e MTE
CNPJ: 92.516.921/0001-20
SANANDUVA
CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Avenida Florentino Bach, s/n
Centro, Sananduva – RS | CEP: 99840-000
Telefone: (54) 9985.7985
E-mail: sananduvacme@yahoo.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2003
Responsável Legal: Vânia Tognon borges
Registro: Cartório
CNPJ: Não informado
SANTO ÂNGELO
SINDICATO DOS PROFESSORES MUNICIPAIS
Rua Antunes Ribas, 1134
Centro, Santo Ângelo – RS | CEP: 98801-620
Telefones: (55) 3312.5956 | 9962.5361
E-mail: rosanistocker@bol.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1958
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 89.971.139/0001-96
CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE
Rua 3 de Outubro, s/n
Centro de Cultura, Santo Ângelo – RS | CEP: 98800-000
Telefones: (55) 3912.9736 | 9916.1420
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1991
Responsável Legal: Jerônimo Ricchet
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS
DOS EXCEPCIONAIS
Rua 22 de Março, 689
Centro Norte, Santo Ângelo – RS | CEP: 98803-040
Telefones: (55) 3312.3003 | 9975.5813
E-mail: apacinto@via-rs.net
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Não informado
Registro: Não informado
CNPJ: 89.078.059/0001-06
COMDICA - CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS
DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Rua 03 de Outubro, 800
Centro, Santo Ângelo – RS | CEP: 98800-000
Telefone: (55) 3314.0906
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: José Ricardo M. Ferreira
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
413
CENTRO DE REFERENCIA DE
ASSISTÊNCIA SOCIAL - CRAS
RONDÔNIA
CANDEIAS DO JAMARI
Rua Alfredo Jorge do Nascimento, 2061
Novo Horizonte, Candeias do Jamari – RO | CEP: 78200-000
Telefone: (69) 3230.1764
E-mail: crassemascandeiasdojamari@hotmail.com
Site: Não informado Fundação: 2010
Responsável Legal: Elzilene R. da Silva Sousa
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não informado
ASSOCIAÇÃO EDUCAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA
DE CANDEIAS DO JAMARI
SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS
DE CANDEIAS DO JAMARI
Avenida Rio Branco, 135
Rua Rio de Janeiro, 766
Setor Industrial, Candeias do Jamari – RO | CEP: 76860-000
Telefone: (69) 9281.6471
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2000
Responsável Legal: Jeovane Braga Coutinho
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e Receita Federal
CNPJ: 0379859/0001-50
Santa Letícia, Candeias do Jamari – RO | CEP: 76860-000
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2001
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório e Junta Comercial
CNPJ: 04840192/0001-03
PREFEITURA MUNICIPAL DE CANDEIAS DO JAMARI
Rua Tancredo Neves, 1781
União, Candeias do Jamari – RO | CEP: 76860-000
Telefones: (69) 3230.2711 | 9233.6558
E-mail: queiroz2@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1992
Responsável Legal: Osvaldo Sousa
Registro: Governo do Estado de Rondônia
CNPJ: 63761902/0001-60
SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
Rua Tancredo Neves, 2061
Novo Horizonte, Candeias do Jamari – RO | CEP: 76860-000
Telefones: (69) 3230.2655 | 9246.3310
E-mail: semastcandeias@gmail.com
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Elzilene R. da Silva Sousa
Registro: Cartório
CNPJ: 63902761/0001-60
ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES PÚBLICOS
DE CANDEIAS DO JAMARI
Rua Presidente Médici, 211
Satélite, Candeias do Jamari – RO | CEP: 76860-000
Telefone: (69) 9952.6397
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2004
Responsável Legal: Valmor Alves de Sousa
Registro: Cartório
CNPJ: 07094947/0001-58
COLONIA DE PESCADORES E AQUICULTORES E-6
Rua Emanuel Pontes pinto, 201
Satélite, Candeias do Jamari – RO | CEP: 76860-000
Telefones: (69) 3230.1687 | 9974.3250
E-mail: cpz-6cj@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1993
Responsável Legal: Pedro Pereira da Silva
Registro: Cartório e MTE
CNPJ: 84580976/0001-70
414
OURO PRETO DO OESTE
SINDICATO DOS TRABALHADORES DA CEPLAC NO
ESTADO DE RONDÔNIA - SINTRACER
ASSOCIAÇÃO DOS MOTOTAXISTAS
DE OURO PRETO DO OESTE
Jardim Tropical, s/n
Ouro Preto do Oeste – RO | CEP: 76920-000
Telefone: (69) 3461.2528
E-mail: sin-tracer@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Roberto Moacir Cella
Registro: Cartório
CNPJ: 22858583/0001-29
Avenida Gonçalves Dias, 3080
Jardim Aeroporto, Ouro Preto do Oeste - RO | CEP: 76920-000
Telefone: (69) 3461.1759
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2010
Responsável Legal: Jackilenio Fioravante de Souza
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial,
Receita Federal e MTE
CNPJ: 12334622/0001-25
1ª IGREJA BATISTA EM OURO PRETO
Rua JK, 835
Liberdade, Ouro Preto do Oeste – RO | CEP: 76920-000
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1976
Responsável Legal: José de Andrade Cunha
Registro: Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 05660337/0001-49
SINTERO – REGIONAL CENTRO II
Rua Gerolino Rodrigues de Souza, 27
Alvorada, Ouro Preto do Oeste – RO | CEP: 76920-000
Telefones: (69) 3461.6770 | 9263.8072
E-mail: sinteroopo@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1989
Responsável Legal: Edegar Luíz Köche
Registro: Cartório
CNPJ: 34476176/0001-36
ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES
RURAIS - ASPROBOM
Rua Linha 101, lote 04
Gleba 10, Ouro Preto do Oeste – RO | CEP: 76920-000
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Albino Pimentel Salaroli
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
IGREJA PRESBITERIANA EM OURO PRETO
Rua Princesa Isabel, 83
Jardim Tropical, Ouro Preto do Oeste – RO | CEP: 78950-000
Telefones: (69) 3461.1920 | 9254.1021
E-mail: ver.santarelli@gmail.com
Site: ipbouropreto.blogspot.com
Fundação: 1986
Responsável Legal: Alessandro da S. Santarelli
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 05881156/0001-42
COOPERVIDA
AROOPAM - ASSOCIAÇÃO RURAL OUROPRETENSE
ORGANIZAÇÃO AJUDA MÚTUA
Rua Marechal Rondon, 422 – BR 364
Alvorada, Ouro Preto do Oeste – RO | CEP: 76920-000
Telefones: (69) 3461.5188 | 9218.0800
E-mail: coopervida@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: João Robson Bruginski
Registro: Prefeitura
CNPJ: 10143965/0001-97
Setor Industrial, s/n
Ouro Preto do Oeste – RO | CEP: 76920-000
Telefone: (69) 3461.3381
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1982
Responsável Legal: João Antonio José Mancim
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 04380986/0001-23
415
IGREJA EVANGELICA ASSEMBLEIA DE DEUS
Rua Ana Nery, 380
Jardim Tropical, Ouro Preto do Oeste – RO | CEP: 76920-000
Telefone: Não informado
RORAIMA
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: José Possidônio da Silva
Registro: Não informado
BONFIM
CNPJ: Não informado
ASSOCIAÇÃO PESTALOZZI DE
OURO PRETO DO OESTE
Rua Ana Nery, 342
Jardim Tropical, Ouro Preto do Oeste – RO | CEP: 76920-000
Telefones: (69) 3461.5388 | 3461.1121
E-mail: pestalozzioporo@bol.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1986
Responsável Legal: Joaquim Souza Barbosa
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 05882048/0001-94
CADLIS - COMUNIDADE ATIVA DE
DESENVOLVIMENTO LOCAL INTEGRADO
E SUSTENTÁVEL
Avenida João Lopes Magalhães, 75
Centro, Bonfim – RR | CEP: 69380-000
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2004
Responsável Legal: Mariene Ribeiro Peres
Registro: Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 07248729/0001-06
CONSELHO TUTELAR
PORTO VELHO
Avenida São Sebastião, 04
CONTROLADORIA REGIONAL
DA UNIÃO EM RONDÔNIA
Telefone: (95) 3552.1389
Avenida Calama, 3775
Embratel, Porto Velho – RO | CEP: 76820-781
Telefones: (69) 3217.5662 | 8406.2713
E-mail: cguro@cgu.gov.br
Site: www.cgu.gov.br
Fundação: 1995
Responsável Legal: Sônia Maria M. Moraes Silva
Centro, Bonfim – RR | CEP: 69380-000
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2002
Responsável Legal: Luciane Oliveira da Silva
Registro: Prefeitura e Junta Comercial
CNPJ: 040564214/0001-30
ESCOLA ESTADUAL ARGENTINA CASTELO BRANCO
Registro: Junta Comercial
Rua Rodrigo Pires de Figueredo, s/n
CNPJ: 05.914.685/0001-03
Centro, Bonfim – RR | CEP: 69390-000
Telefone: (95) 3552.1203
E-mail: acastelob@gmail.com
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Edinalva Vieira da Silva
Registro: Cartório
CNPJ: 01700870/0001-36
416
COOPERATIVA DE CONDUTORES AUTÔNOMOS
SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS
Avenida São Sebastião, s/n
Centro, Bonfim – RR | CEP: 69380-000
Telefones: (95) 3552.1357 | 8118.8794
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2000
Responsável Legal: Severino Idocelino de Oliveira
Registro: Prefeitura e Junta Comercial
CNPJ: 03711709/0001-93
Rua Mário Candido Braga da Silva, s/n
Centro, Cantá – RR | CEP: 69390-000
Telefone: (95) 9135.7342
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2001
Responsável Legal: Antonio Nascimento de Almeida
Registro: Prefeitura e Junta Comercial
CNPJ: 04592334/0001-52
CANTÁ
ASSOCIAÇÃO DE CONFECÇÕES
INDUSTRIAIS DO CANTÁ
NORTE MINERAÇÃO INDÚSTRIA COMÉRCIO
IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA
BR 432, KM 30 – Fazenda Fortaleza 2
Rua Inácio José de Queiroz, s/n
Centro, Cantá – RR | CEP: 69390-000
Telefone: (95) 9146.2256
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1996
Responsável Legal: Lucinate Nascimento da Silva
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 00994409/0001-70
Centro, Cantá – RR | CEP: 69390-000
SINDICATO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS
DE EDUCAÇÃO DE CANTÁ
COLÔNIA DE PESCADORES Z1 / RR
Rua Ângela Conceição Barros, 144
Centro, Cantá – RR | CEP: 69390-000
Telefone: (95) 9115.6087
E-mail: joelmaferreiramaia@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2006
Responsável Legal: Joelma Ferreira Maia
Registro: Cartório Receita Federal
CNPJ: 07592857/0001-97
Centro, Cantá – RR | CEP: 69390-000
Telefones: (95) 3553.1166 | 3553.1190
E-mail: aguamineraldiamante@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: José Alves de Figueiredo Neto
Registrado em: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial e MTE
CNPJ: 14477947/0001-00
Rua Mário Cândido Braga da Silva, s/n
Telefone: (95) 9116.6794
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1973
Responsável Legal: Raimundo Gomes Sobrinho
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial,
Receita Federal, MTE e INSS
CNPJ: 05933015/0001-26
COOPERATIVA DE TRANSPORTES ALTERNATIVOS
Rua Francisco Cunha, s/n
Centro, Cantá – RR | CEP: 69390-000
Telefones: (95) 3553.1203 | 9139.4907
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2005
Responsável Legal: Edinaldo Santos Lima
Registro: Prefeitura e Junta Comercial
CNPJ: 07874554/0001-67
417
UNIÃO BLUMENAUENSE DAS ASSOCIAÇÕES
DE MORADORES
SANTA CATARINA
BENEDITO NOVO
SINDICATO DOS TRABALHADORES
RURAIS DE BENEDITO NOVO
Rua Celso Ramos, 4114
Centro, Benedito Novo – SC | CEP: 89124-000
Telefone: (47) 3385.0197
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1970
Responsável Legal: Ingo Zimmer
Registro: Cartório
CNPJ: 82771619/0001-64
BLUMENAU
ABAM - ASSOCIAÇÃO BLUMENAUENSE
DE AMPARO AOS MENORES
Rua José Fisher, 439
Escola Agrícola, Blumenau – SC | CEP: 89037-590
Telefones: (47) 3327.0484 | 8401.3157
E-mail: abam@abamoline.org.br
Site: Não informado
Fundação: 1957
Responsável Legal: Úrsula Gross
Registro: Junta Comercial
CNPJ: 83093039/0001-28
SINDICATO ÚNICO DE TRABALHADORES
NO SERVIÇO PÚBLICO DE BLUMENAU
Rua Sorocaba, 40
Victor Konder, Blumenau – SC | CEP: 89012-110
Telefones: (47) 3037.1628 | 9183.3101
E-mail: recepção@sintraserb.org.br
Site: Não informado
Fundação: 1996
Responsável Legal: Sueli Silvia Adriano
Registro: Cartório e Junta Comercial
CNPJ: 01113126/0001-35
Rua Itajaí, s/n
Vorstadt, Blumenau – SC | CEP: 89015-200
Telefones: (47) 3787.5349 | 9906.8971
E-mail: ivonegwu.@hoptmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1997
Responsável Legal: Ivone Gnewuch
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 02216289/0001-00
BOMBINHAS
SINDICATO DOS TRABALHADORES
Rua Leão Marinho, 503 – sala 01
José Amandio, Bombinhas – SC | CEP: 88215-000
Telefones: (47) 3369.2111 | 9135.4835
E-mail: ssepmb@terra.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2001
Responsável Legal: Jadir Nadiel Coelho
Registro: Cartório
CNPJ: 04542443/0001-65
COMED - CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Rua Baleia Jubarte, s/n
José Amandio, Bombinhas – SC | CEP: 88215-000
Telefones: (47) 3369.2111 | 9957.8510
E-mail: comed_2009@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2001
Responsável Legal: Márcia Cristina Ferreira
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não informado
BRUSQUE
APAVAEB - ASSOCIAÇÃO DE PAIS E VOLUNTÁRIOS
DOS ATLETAS ESPORTIVOS DE BRUSQUE
Avenida Bepe Rosa, 100
Centro II, Brusque – SC | CEP: 88353-130
Telefones: (47) 3355.2201 | 9905.9777
E-mail: apvaeb@hotmail.com
Site: www.apvaeb.com.br
Fundação: 2005
Responsável Legal: Maurício Nehaus
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 07275889/0001-69
418
CAMBORUI
PORTO BELO
PASTORAL DA CRIANÇA
Rua Monte frade Maçal, 291
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DA COMUNIDADE
NEGRA DO VALONGO - AMCONEVA
Monsenhor Alegre, Camborui – SC | CEP: 88340-000
Rua Gualberto Leal Nunes, s/n
Telefones: (47) 3363.7961 | 8458.1342
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2002
Responsável Legal: Walca D. Rosa
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e Receita Federal
CNPJ: Não informado
GASPAR
Sertão do Valongo, Porto Belo – SC | CEP: 88210-000
Telefone: (47) 9907.8073
E-mail: noelipinheiro@gmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1998
Responsável Legal: Moisés Gonçalves Caetano
Registro: Cartório e Junta Comercial
CNPJ: Não informado
FUNDAÇÃO MUNICIPAL DA CULTURA
José Manoel Serpa, 412
Centro, Porto Belo – SC | CEP: 88210000
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXEPCIONAIS
Telefones: (47) 3369.8969 | 8412.2640
Rua Mafra, 99
E-mail: cultura@portobelo.sc.gov.br
Santa Terezinha, Gaspar – SC | CEP: 89110-000
Site: Não informado
Telefones: (47) 3332.8066 | 9973.6143
Fundação: 2008
E-mail: apaegaspar@terra.com.br
Responsável Legal: Cristiani de Jesus
Site: Não informado
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
Fundação: Não informado
CNPJ: 10556980/0001-67
Responsável Legal: Flávio Bento da Silva
Registro: Cartório
CNPJ: 83794982/0001-68
ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DO BAIRRO PEREQUÊ
Rua José Alexandre Rocha, 353
Perequê, Porto Belo – SC | CEP: 88210000
ITAJAÍ
Telefones: (47) 3369.8352 | 9979.7848
E-mail: irenedalpratbarros@hotmail.com
Site: Não informado
PARLAMENTO DA MACRO REGIÃO DA
FOZ RIO ITAJAÍ - PARLAAMFRI
Rua Paulo Kleis, 135
São Vicente, Itajaí – SC | CEP: 88309-380
Fundação: 2004
Responsável Legal: Luís Carlos Furtado
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 06250698/0001-80
Telefone: (47) 3248.0167
E-mail: parlaamfri@gmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2009
Responsável Legal: Aquiles José Schineider da Costa
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e Receita Federal
CNPJ: 11049423/0001-12
419
AFASC – CENTRO SÓCIO-EDUCACIONAL
FRANCISCANO IMACULADA CONCEIÇÃO
SÃO PAULO
DESCALVADO
AMOR LESTE - ASSOCIAÇÃO DE
MORADORES REGIÃO LESTE
Rua Rio de Janeiro, 140
Jardim Albertina, Descalvado – SP | CEP: 13690-000
Telefones: (19) 3583.8297 | 9786.0055
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2007
Responsável legal: Gilson dos Santos Rodrigues
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 09267204/0001-87
DAREVI – DESCALVADO AJUDANDO
NA RECUPERAÇÃO DA VIDA
Avenida Bom Jesus, 380
Centro, Descalvado – SP | CEP: 13690-000
Telefone: (19) 3583.1302
E-mail: larimaculada@terra.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1905
Responsável legal: Iracema Irentín
Registro: Prefeitura
CNPJ: 47546049/0001-07
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES MORADA DO SOL
Rua das Palmas, 501
Parque Morada do Sol, Descalvado – SP | CEP: 13.690-000
Telefone: Não informado
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2000
Responsável legal: Hélcio Aparecido de Campos
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 04114155/0001-00
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES UNIÃO SUL
Rodovia SP 215, Km 108
Distrito Industrial – Biticí, Descalvado – SP | CEP: 13690-000
Telefone: (19) 3593.1613
E-mail: Não informado
Site: www.dacevi.com.br
Fundação: 1998
Responsável legal: Rosêly Aparecida Braquim
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita
CNPJ: 02806458/0001-68
Rua Milto T. Amorim, 344
Jardim Lago, Descalvado – SP | CEP: 13690-000
Telefone: (19) 3583.2535
E-mail: apapegue@yahoo.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2008
Responsável legal: Ana Paula
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e Receita Federal
CNPJ: Não informado
ASSOCIAÇÃO DESCALVADENSE DE APOIO
AOS PORTADORES DE CÂNCER
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS
EXCEPCIONAIS DE DESCALVADO
Rua José Bonifácio, 500
Centro, Descalvado – SP | CEP: 13690-000
Telefone: (19) 3583.8503
E-mail: marivbcosta@yahoo.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2007
Responsável legal: Célio Figueira da Costa
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 08950120/0001-61
Rua Vitório Amadeu Casati, 26
Centro, Descalvado – SP | CEP: 13690-000
Telefone: (19) 3583.1744
E-mail: apaedesc@terra.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1970
Responsável Legal: Anadir Passeano Tkaczuk
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 45306966/0001-90
420
UNIÃO DESCALVADENSE DE
OBRAS SOCIAIS - UNIDOS
Rua Coronel Manoel Leme, 113
Descalvado – SP | CEP: 13160-000
Telefone: (19) 3583.1825
E-mail: unidoscreche@itelefonica.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1975
Responsável Legal: Maria Maroha Ferreira Santana
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial, Receita
Federal, MTE e Conselho Nacional de Assistência Social
CNPJ: 47060694/0001-16
CASA DE ORAÇÃO A SANTA ALIANÇA I
Rua Roque Francisco, 365
Bela Vista, Descalvado – SP | CEP: 13690-000
Telefone: (19) 3583.7438
E-mail: santaalianca@itelefonica.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2000
Responsável Legal: Maria Teresa Agnoton
Registro: Prefeitura
CNPJ: 96505730/0001-39
GRUPO DA FRATERNIDADE PAI JACILE
Rua Carlos Pulici, s/n
Vila Franco, Descalvado – SP | CEP: 13690-000
Telefone: (19) 35831602
E-mail: larmeninos@terra.com.br
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável legal: Jucelene Maria Cirelli Castigliani
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e Receita Federal
CNPJ: 45307261/0001-97
CENTRO DE SOLIDARIEDADE MADRE TEREZA
Rua Coronel Arthur Whitaker, 600
Centro, Descalvado – SP | CEP: 13690-000
Telefone: (19) 3583.4068
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2005
Responsável Legal: Lúcia Helena Biffi Pulici
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 07715578/0001-73
LAR SÃO VICENTE DE PAULO
Avenida Bom Jesus, 688
Centro, Descalvado – SP | CEP: 13690-000
Telefone: (19) 35831537
E-mail: larsaovicentepaula@terra.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1937
Responsável Legal: Maria Ap. de Falco Maciel
Registro: Cartório, Prefeitura e CNAS
CNPJ: 47546064/0001-56
GARÇA
ASSOCIAÇÃO DOS VOLUNTÁRIOS
NO COMBATE AO CÂNCER
Rua Manoel Joaquim, s/n
Centro, Garça – SP | CEP: 174000-000
Telefones: (14) 3471.1385 | 9761.9132
E-mail: juliaphoei@gmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1999
Responsável Legal: Julia Kawa Saki Hori
Registro: Cartório
CNPJ: 06078555/0001-32
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS
FRANCISCANAS DE AGUDOS
Avenida Dr. Rafael Paes de Barros, 843
Salgueiro, Garça – SP | CEP: 174000-000
Telefone: (14) 3471.0580
E-mail: crechedonamarialeonora@yahoo.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1949
Responsável Legal: José Luiz Garcia Peres
Registro: Não informado
CNPJ: 43138429/0002-33
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS
DOS EXCEPCIONAIS
Rua Tapajós, s/n
Cascata, Garça – SP | CEP: 174000-000
Telefone: (14) 3471.0251
E-mail: apaegarca1@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1970
Responsável Legal: Wilson Alves
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
421
ASSOCIAÇÃO FEMININA DE
ASSISTÊNCIA À INFÂNCIA
GETULINA
Rua Dr. Miguel Bruno Ferreira, 50
Centro, Garça – SP | CEP: 17400-000
Telefone: (14) 3471.1662
E-mail: afaicis@itelefonica.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1945
Responsável Legal: Jurandyr Silvestre Vantim
Registro: Cartório
CNPJ: 48211825/0001-81
BERÇÁRIO CRECHE CORONEL JOAQUIM
BARBOSA DE MORAIS
Rua Dr. Carlos de Campos, 127
Centro, Getulina – SP | CEP: 16450-000
Telefones: (14) 3552.0271 | 9716.2661
E-mail: janeqdn@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1969
Responsável Legal: Fábio Garcia
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal e
Conselho Municipal de Assistência Social
CNPJ: 49864002/0001-18
LAR DOS VELHOS FREDERICO OZANAN DE GARÇA
Rua Maria Izabel, 755
Labienópolis, Garça – SP | CEP: 17400-000
Telefone: (14) 3471.0521
E-mail: cpgarcassvp@uol.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1951
Responsável Legal: Onofre Geraldo Manuani
Registro: Cartório
CNPJ: 48211957/0001-03
VILA VICENTINA DE GETULINA
Rua Armundo Salles de Oliveira, 1097
Vila Vivan, Getulina – SP | CEP: 16450-000
Telefone: (14) 3552.1389
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1954
Responsável Legal: Denise de Souza Albuquerque
Registro: Cartório
CNPJ: 47579180/0001-71
PATRONATO JUVENIL GARCENSE
GRUPO GETULINENSE DE COMBATE AO CÂNCER
Praça Frei Aurélio di Falco, 21
Vila Araceli, Garça – SP | CEP: 17400-000
Telefone: (14) 3471.1827
E-mail: patronatogarca@uol.com.br
Site: www.patronatosaofrancisco.org.br
Fundação: 1956
Responsável Legal: Ricardo Aparecido Conessa
Registro: Cartório
CNPJ: 48211924/0001-63
Praça 9 de Julho, 73
Centro, Getulina – SP | CEP: 16450-000
Telefone: (14) 3552.2966
E-mail: ggccancer@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2002
Responsável Legal: Aparecida Santos Canazzaro
Registro: Cartório e Receita Federal
CNPJ: 06311935/0001-75
PATRULHA JUVENIL DE GARÇA
ITIRAPINA
Rua Baden Powell, 451
Willians, Garça – SP | CEP: 17400-000
Telefones: (14) 3471.1630 | 9762.1760
E-mail: marcia@patrulhajurnil.garca.com.br
Site: www.patrulhajurnilgarca.com.br
Fundação: 1972
Responsável Legal: João Carlos dos Santos
Registro: Cartório, Receita Federal e Utilidade Pública Federal,
Estadual, Municipal, CMAS E CMDCA
CNPJ: 47645809/0001-34
LAR DOS POBRES DE ITIRAPINA
Rua Três, 901
Vila Monte Alegre, Itirapina – SP | CEP: 13570-000
Telefone: (19) 3575.2033
E-mail: lardospobresitirapina@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1958
Responsável legal: Regina Célia Paschoaláo Delfino
Registro: Prefeitura
CNPJ: 50163849/0001–54
422
ASSOCIAÇÃO PROMOCIONAL
DA PARÓQUIA DE ITIRAPINA
LEGIÃO MIRIM DE MARÍLIA
Rua Cinco, 323
Centro, Itirapina – SP | CEP: 13530-000
Telefone: (19) 3575.1200
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1977
Responsável legal: Antônio Luciano de Oliveira
Registro: Prefeitura
CNPJ: 51062461/0001-20
Rua Beline Marconato, 464
Centro, Marília – SP | CEP: 17511-540
Telefones: (14) 3425.1919 | 3425.1091
E-mail: legião.mirim@terra.com
Site: Não informado
Fundação: 2008
Responsável Legal: Cleber Pinha Alonso
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 44480200/0001-64
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES
E AMIGOS DOS JARDINS
ASSOCIAÇÃO MARILIENSE DE
ESPORTES INCLUSIVOS
Rua Franklin Brasiliense, 150
Jardim Santa Paula, Itirapina - SP | CEP: 13564-080
Telefones: (16) 3364.5664 | 3361.2480
E-mail: _amorassoc@terra.com.br
Site: associacaoamor.org.br
Fundação: 2003
Responsável legal: Nivaldo Nale
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 06193021/0001-57
MARÍLIA
CENTRO DE APOIO À CRIANÇA E ADOLESCENTE
Rua Vidal de Negreiros, 367
Palmital, Marília – SP | CEP: 17510-080
Telefone: (14) 3433.1645
E-mail: daianecrott@yahoo.com.br
Site: www.rcmariliadedirceu.org.br
Fundação: 1992
Responsável Legal: Hederaldo Joel Bretti
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: Não Informado
CASA DO PEQUENO CIDADÃO
Avenida Arnaldo Toledo Barros, 1589
Santa Antonieta, Marília – SP | CEP: 17512-370
Telefones: (14) 3415.3992 | 9781.1848
E-mail: elizabeth.pelegrino@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Clovis Augusto de Mello
Registro: Cartório
CNPJ: 44477909/0001-00
Rua Archimedes Manhães, 1113
Fragata C, Marília – SP | CEP: 17519-251
Telefone: (14) 3432.3083
E-mail: amei.marilia@yahoo.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2003
Responsável Legal: Reinaldo Donizete Farahum
Registro: Cartório, Junta Comercial, SEADS e CMDCA
CNPJ: 05560548/0001-00
PASTORAL DA CRIANÇA
Rua Bartirã, 205
Monte Castelo, Marília – SP | CEP: 17524-380
Telefone: (14) 3417.1885
E-mail: cawupsantarita@ig.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1983
Responsável Legal: Vera Lúcia Haze de Carvalho
Registro: Coordenadoria Nacional
CNPJ: Não Informado
ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA MÃE
DA DIVINA PROVIDÊNCIA
Rua Pedro Roberto Sibiliano, 170
Argola Ferrão, Marília – SP | CEP: 17526-961
Telefones: (14) 3413.4296 | 9614.0323
E-mail: elindececiliaramos@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Não informado
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
423
ASSOCIAÇÃO JARDIM FLAMENGO
FÉ EM DEUS E ADJACÊNCIAS
SANTA RITA DO PASSA QUATRO
Rua Primo Panetine, s/n
Centro, Marília – SP |CEP: 17526-961
Telefones: (14) 3413.4296 | 9614.0323
E-mail: elindececiliaramos@homail.com
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Não informado
Registro: Não informado
CNPJ: Não Informado
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS EXCEPCIONAIS
DE SANTA RITA DE PASSA QUATRO
ASSOCIAÇÃO MORADORES BAIRRO ALTO CAFEZAL
Rua Coroado, 372
Alto Cafezal, Marília – SP | CEP: 175023-052
Telefone: (14) 3221.0523
E-mail: f_tiburcio2008@ig.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2003
Responsável Legal: Flávio Tibúrcio
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 06060243/0001-00
JÁ - ASSOCIAÇÃO DE MORADORES
JARDIM ATLÂNTICO
Rua Mauro Antônio de Souza, 167
América IV, Marília – SP | CEP: 17505-334
Telefones: (14) 8809.6705 | 8809.6704
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2004
Responsável Legal: Wanderley Scaquete
Registro: Cartório, Prefeitura e Junta Comercial
CNPJ: Não informado
CONSOESTE – CONSELHO DE ASSOCIAÇÕES DE
MORADORES E ENTIDADES DA REGIÃO OESTE E
CENTRO OESTE DE MARILIA
Rua Francisco Ângelo Montolar Buill, 175
Jardim Cavallari, Marília – SP | CEP: 17526-410
Telefones: (14) 3413.8101 | 9752.1206
E-mail: albinobmcia@yahoo.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2009
Responsável Legal: Albino Brumatti Murcia
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não informado
Rua Dr. Milton de Souza Meirelles, 104
Belenzinho, Santa Rita de Passa Quatro - SP | CEP: 13670-000
Telefone: (19) 3582.1968
E-mail: apaestarita@linkway.com.br
Site: www.linkway.com.br/apaesantarita
Fundação: 1972
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: 45749041/0001–13
LAR SÃO VICENTE DE PAULO
Avenida Severino Meirelles, 608
Botafogo, Santa Rita de Passa Quatro – SP | CEP: 13670-000
Telefone: (19) 3582.1991
E-mail: cawupsantarita@ig.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1943
Responsável Legal: Ayrton Francisco Pereira Borrin
Registro: Cartório, Prefeitura e Junta Comercial
CNPJ: 56929391/0001-88
ABEVEC - ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE E
EDUCACIONAL VIDA EM CRISTO
Rua Inácio Ribeiro, 362
Centro, Santa Rita de Passa Quatro – SP | CEP: 13670-000
Telefones: (19) 3582.3466 | 8227.0909
E-mail: cleuder@abeuec.com.br
Site: www.abeuce.com.br
Fundação: 2009
Responsável Legal: Cleuder Valim
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 10400432/0001-43
SÃO CARLOS
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DE SÃO CARLOS
Avenida Prof. Luiz Augusto de Oliveira, 465
Vila Celina, São Carlos – SP | CEP: 13566-340
Telefones: (11) 2107.5151 | 2107.5152
E-mail: apaesc@apaesc.org.br
Site: Não informado
Fundação: 1962
Responsável legal: Odalete Natalina Martins Piva
Registro: Cartório
CNPJ: 59620690/0001-24
424
SABER AMAR
Rua Gastão Vidigal, 400 - Núcleo Residencial Silvio Villari
São Carlos – SP | CEP: 13570-655
Telefones: (16) 3116.5570 | 9782.4850
E-mail: contato@sabera.org
Site: www.saberamar.org
Fundação: 1979
Responsável legal: Celso Silva Lima
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 50715291/0001-72
LAR ROSA DE SAROM
Rua João Ramalho, 435
Jardim Centenário, São Carlos – SP | CEP: 13564-090
Telefone: (16) 3372.8586
E-mail: larrosasarom@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1981
Responsável legal: Daniel Diedrich
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 51806644/0001-02
ASSOCIAÇÃO DA MISSÃO EVANGÉLICA PARA
ASSISTÊNCIA A CRIANÇA
Rua Dona Ana Prado, 74
Vila Prado, São Carlos – SP | CEP: 13574-031
Telefone: (16) 3374. 9166
E-mail: casa.criança@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1994
Responsável legal: Alessandra Zetta
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 00277139/0001-87
CENTRO ASSISTENCIAL SANTO
ANTÔNIO DE VILA PRADO
Rua Ananias Evangelista de Toledo, 408
Vila Prado, São Carlos – SP | CEP: 13574-280
Telefone: (16) 3371.1084
E-mail: c.casa@ig.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1967
Responsável legal: Aristides Martins Cordeiro
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal e MTE
CNPJ: 59620260/0001-02
ASSOCIAÇÃO DE CAPACITAÇÃO, ORIENTAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DO EXCEPCIONAL
Rua Major José Inácio, 2747
Centro, São Carlos – SP | CEP: 13560-161
Telefone: (16) 3372.2548
E-mail: acorde.excepcional@gmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1988
Responsável legal: Luciano Fernandes de Andrade
Registro: Cartório
CNPJ: 57716185/0001-52
SALESIANOS SÃO CARLOS
Rua Padre Teixeira, 3649
Vila Nery, São Carlos – SP | CEP: 13569-180
Telefone: (16) 2107.3300
E-mail: salesianos@salesianossc.org.br
Site: www.salesianossc.org.br
Fundação: 1949
Responsável legal: Padre Gilberto Luís Pierobom
Registro: Não informado
CNPJ: 59620468/0001-21
ONG AMIGOS SÃO JUDAS TADEU
Rua Isak Falgen, 385
Antenor Garcia, São Carlos – SP | CEP: 13569-970
Telefones: (16) 3375.3507 | 9222.5864
E-mail: mariafarialbr@hotmail.com
Site: www.amigosdesaojudas.org.br
Fundação: 2002
Responsável legal: José Cláudio Picon
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e CMAS – CMDCA - CME
CNPJ: 05212549/0001-63
CENTRO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO AO
ADOLESCENTE PROF. CID SILVA CÉSAR
Rua 7 de setembro, 2411
Centro, São Carlos – SP | CEP: 13560-181
Telefones: (16) 3412.9060 | 9112.6479
E-mail: administração
Site: www.cefasaocarlos.com.br
Fundação: 1988
Responsável legal: Vicente de Paulada Silva
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal,
CONDCA e CMAS
CNPJ: Não informado
425
CIRCULO DE AMIGOS DO MENINO
PATRULHEIRO DR. MARINO
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL
DE SÃO CARLOS
Rua José Gulo, 240
Vila Marina, São Carlos – SP | CEP: 13566-360
Telefone: (16) 3361.2584
E-mail: cmpmct@Linkway.com.br
Site: contato@patrulheiro.org.br
Fundação: 1962
Responsável legal: Carlos Alberto Caromano
Registro: Cartório, Prefeitura e CNAS
CNPJ: 39611723/0001-70
Rua General Osório, 415
São Carlos – SP | CEP: 13560-640
Telefone: (16) 3362.1900
E-mail: acisc@acisc.com.br
Site: www.acisc.com.br
Fundação: 1931
Responsável Legal: José Eduardo Casemiro
Registro: Cartório
CNPJ: 59.621.003/0001-95
CASA DO CAMINHO – INSTITUTO ESPÍRITA CRISTÃ
CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE
Rua Costa do Sol, 450
Vila Costa do Sol, São Carlos – SP | CEP: 13566-070
Telefone: (16) 3361.9822
E-mail: crechemeimei@linkway.com.br
Site: www.casadocaminhosc.gov
Fundação: 1967
Responsável legal: Roam Rodrigues
Registro: Cartório
CNPJ: 59620906/0001-51
Rua Capitão Adão Pereira de Souza Cabral, 457
Centro, São Carlos – SP | CEP: 13561-000
Telefones: (16) 3362.1350 | 8112.5691
E-mail: _jackson.xavier@itelefonica.com.br
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Arthur G. Forghieri Pereira
Registro: Prefeitura
CNPJ: Não informado
ASSOCIAÇÃO BOM SAMARITANO DE
SÃO CARLOS PARA REINTEGRAÇÃO
DOS EGRESSOS NA SOCIEDADE
Rua Marechal Deodoro, s/n
Centro, São Carlos – SP | CEP: 13560-201
Telefone: (16) 33642957
E-mail: pastoralcarcerariasc@ig.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2006
Responsável legal: Cosmo Roberto Roncon
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: Não informado
CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA
E INOVAÇÃO DE SÃO CARLOS
Rua General Osório, 1138
Centro, São Carlos – SP | CEP: 13560-640
Telefone: (16) 3371.2350 | 3371.7238
E-mail: desenvolvimento@saocarlos.sp.gov.br
Site: Não informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: Emerson Pires Leal, Presidente
Registro: Cartório, Prefeitura
CNPJ: Não há
NÚCLEO GUARDIÕES DO AMOR
ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL
MOVIMENTO DE INFORMAÇÃO SOBRE
DEFICIÊNCIAS – ONG / MID
Rua Sebastião Adão Junior, 205
Jardim Maracanã, São Carlos – SP | CEP: 13571-300
Telefone: (16) 3368.3964
E-mail: cantilus@terra.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1994
Responsável legal: Tânia Mara de Souza
Registro: Cartório e Prefeitura
CNPJ: Não informado
Avenida Comendador Alfredo Mafei, 2542 – Box 3
Mercado Municipal, São Carlos – SP | CEP: 13.560-920
Telefone: (16) 8143.3067
E-mail: ong-mid@bol.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2006
Responsável legal: Nilson Garcez
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 08575314/0001-24
426
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES
DO RESIDENCIAL PARATI
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL INDUSTRIAL
E AGROPECUÁRIA
Rua Murilo Casineli Porto, 170
Residencial Parati, São Carlos – SP | CEP: 13563-805
Telefones: (16) 3413.7716 | 8152.2360
E-mail: aguinaldo.resparati@gmail.com
Site: residencialparti.no.comunidades.net
Fundação: 2001
Responsável Legal: Aguinaldo Curtolo
Registro: Cartório, Prefeitura, Receita Federal e MTE
CNPJ: 04614535/0001-03
Rua Prudente de Moraes, 440
Centro, Tabatinga – SP | CEP: 14910-000
Telefone: (16) 3385.1490
E-mail: aciat_@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1990
Responsável legal: Peterson Barlela
Registro: Não informado
CNPJ: 66990292/0001-65
CONDOMÍNIO CHÁCARA LEILA
Loteamento Chácara Leila
Varjão, São Carlos – SP | CEP: 13573-284
Telefones: (16) 3201.4302 | 9707.9335
E-mail: fabioaiello@bol.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1998
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 54.166.830/0001 - 12
TABATINGA
CLUBE DE CAMPO CÉU AZUL DE TABATINGA
Travessa Arribar, s/n
Centro, Tabatinga – SP | CEP: 14910-000
Telefone: (16) 3385.1273
E-mail: mariene_@Clubedecampoceuazul.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1965
Responsável legal: Sergio Natal Cacheta
Registro: Cartório, Prefeitura, Junta Comercial
e Receita Federal
CNPJ: 47049150/0001-53
TUPÃ
ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL JOANA D’ARC
Rua Irmã Amália, 120
Vila São José, Tupã – SP | CEP: 17602-180
Telefone: (14) 3496.3167
E-mail: casadogaroto@unisite.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1958
Responsável Legal: Paulo Roberta Dessy Martines
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 72557143/0001-00
CONSELHO PARTICULAR DE TUPÃ DA
SOCIEDADE SÃO VICENTE DE PAULO
Rua José Gantus Sobrinho, 96
Centro, Tupã – SP | CEP: 17605-120
Telefone: (14) 3441.1639
E-mail: ssup-tupa@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1976
Responsável Legal: Valter Moreno Panhossi
Registro: Cartório, Prefeitura e Receita Federal
CNPJ: 51506541/0001-27
NICOLI FERRI ENXOVAIS
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
Avenida João Martinez Filho, 847
Parque Imperial, Tabatinga – SP | CEP: 14910-000
Telefone: (16) 3385.2014
E-mail: nicoli@nicoliferri.com.br
Site: www.nicoliferri.com.br
Fundação: 2000
Responsável legal: Mileni Eugenio Ferri Revoredo
Registro: Prefeitura, Junta Comercial e Receita Federal
CNPJ: 03798762/0001-73
Rua Paiaguás, 609
Centro, Tupã – SP | CEP: 17605-030
Telefone: (14) 3346.2464
E-mail: fromocaonvial@tupa.sp.gov.br
Site: Não informado
Fundação: 1988
Responsável Legal: Neusa Assad Gonçalves
Registro: Prefeitura
CNPJ: 44573087/0001-61
427
CONSELHO TUTELAR JUIZ OSÓRIO
DE ARAÚJO RAMOS
SERGIPE
ESTÂNCIA
SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS
DE SUCOS, AMIDOS, CERVEJAS, REFRIGERANTES E
AFINS DO ESTADO DE SERGIPE
Avenida João Lima da Silveira, s/n
Alagoas, Estância – SE | CEP: 49200-000
Telefone: (79) 3522.2041
E-mail: sindsacut@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1989
Responsável Legal: José Domingos dos Santos
Registro: Cartório e Coordenadoria Nacional
CNPJ: 16455628/0001-11
Praça Laura Modesto Rocha, 100
Santa Cruz, Estância – SE | CEP: 49200-000
Telefone: (79) 3522.1359
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: Não informado
Responsável Legal: Aparecida de Jesus Alves Lima
Registro: Coordenadoria Nacional
CNPJ: Não Informado
UMBAÚBA
CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL
Travessa Artur Viana, 41
Centro, Umbaúba – SE | CEP: 49260-000
Telefone: (79) 9908.3218
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1997
Responsável Legal: Anderson Fontes Farias
Registro: Prefeitura e Coordenadoria Nacional
CNPJ: Não Informado
CASA DE APOIO ACONCHEGO DE MARIA –
ASSOCIAÇÃO SANTO AMARO
PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA GUIA
Rua Monsenhor Paes Santiago, 279
Centro, Estância – SE | CEP: 49200-000
Telefone: (79) 3522.0299
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2005
Responsável Legal: Tânia Maria Ferreira de Farias
Registro: Cartório, Prefeitura e Coordenadoria Nacional
CNPJ: 08223642/0001-61
Rua Benjamim Constant, s/n
Centro, Umbaúba – SE | CEP: 49260-000
Telefone: (79) 3546.1253
E-mail: padreadeilton@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 1985
Responsável Legal: Pe. Adeilton Santana Nogueira
Registro: Cartório, Prefeitura e Coordenadoria Nacional
CNPJ: 13259577/0008-30
CÁRITAS DA DIOCESE DE ESTÂNCIA
ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO
POVOADO GUARAREMA
Rua Dr. Vicente Portelo, 41
Centro, Estância – SE | CEP: 4920-000
Telefone: (79) 3522.2138
E-mail: caritasestancia@ig.com.br
Site: Não informado
Fundação: 2004
Responsável Legal: Pe. Itamar Augusto da Fonseca Monteiro
Registro: Prefeitura e Coordenadoria Nacional
CNPJ: 07.147.668/0001-05
Povoado Guararema
Guararema, Umbaúba – SE | CEP: 49260-000
Telefone: (79) 9953.5172
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 1998
Responsável Legal: José dos Santos
Registro: Cartório e Coordenadoria Nacional
CNPJ: 02.986.505/0001-00
428
ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
SÃO FRANCISCO DE ASSIS
Rua C, 130
Loteamento Moeda, Umbaúba – SE | CEP: 49260-000
Telefone: (79) 9921.1944
E-mail: Não informado
Site: Não informado
Fundação: 2002
Responsável Legal: Sonia Izabel Mota Guimarães
Registro: Cartório, Prefeitura e Coordenadoria Nacional.
CNPJ: 05.568.567/0001-04
ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA SANTO EXPEDITO
Rua Colômbia, 956
Vila Matilde, Tocantinópolis – TO | CEP: 77900-000
Telefones: (63) 3471.1639 | 3471.1025
E-mail: fatema232009@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: Maria de Fátima Rodrigues Sousa Santos
Registro: Cartório, Prefeitura e Coordenadoria Nacional
CNPJ: 09441027/0001-94
SINDICATO DOS TRABALHADORES
RURAIS DE UMBAÚBA
ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DA ESCOLA
PADRE JULIANO MORESTE
Rua Padre José Bonifácio Costa, 129
Centro, Umbaúba – SE | CEP: 49260-000
Telefone: (79) 8836.5688
E-mail: sttrumbauba@yahoo.com.br
Site: Não informado
Fundação: 1974
Responsável Legal: Maria Paixão Araújo Cardoso
Registro: Prefeitura, Junta Comercial, Receita
Federal e Coordenadoria Nacional
CNPJ: 13.137.294/0001-40
Rua Manoel Gomes da Cunha, s/n
Centro, Tocantinópolis – TO | CEP: 77900-000
Telefone: (63) 3471.1040
E-mail: pegiulianomoretti@ue.seduc.to.gov.br
Site: Não informado
Fundação: 1995
Responsável Legal: Não informado
Registro: Cartório e Coordenadoria Nacional
CNPJ: Não Informado
CMAS – CONSELHO MUNICIPAL
DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
TOCANTINS
TOCANTINÓPOLIS
Rua 21 de Abril, s/n
Centro, Tocantinópolis – TO | CEP: 77900-000
Telefones: (63) 3471.7111 | 9235.6436
E-mail: assitenciasocialtoc@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2007
Responsável Legal: Maria das Graças Carneiro de Sousa
Registro: Cartório e Coordenadoria Nacional
CNPJ: Não informado
CONSELHO TUTELAR DE TOCANTINÓPOLIS
CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Rua da Tobara, s/n
Centro, Tocantinópolis – TO | CEP: 77900-000
Telefone: (63) 8111.2953
E-mail: ve-rm@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2001
Responsável Legal: Não informado
Registro: Prefeitura e Coordenadoria Nacional
CNPJ: 01224716/0001-35
Rua da Estrela, 303
Centro, Tocantinópolis – TO | CEP: 77900-000
Telefones: (63) 3471.7103 | 9263.6474
E-mail: fley@hotmail.com
Site: Não informado
Fundação: 2009
Responsável Legal: Fleidinéia P. da Silva
Registrado em: Cartório e Coordenadoria Nacional
CNPJ: não Informado
429
CGU
CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO
UNIVERSIDADE
FEDERAL
DE PERNAMBUCO
no dinheiro público
PROJETO
Avaliação do capital humano e social nos municípios brasileiros:
o caso do programa OLHO VIVO NO DINHEIRO PÚBLICO
CGU
CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO
UFPE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
Departamento de Serviço Social
Departamento de Ciências Contábeis
ARCUS - Ações em Rede Coordenadas no Universo Social
GECONE - Grupo de Estudos e Pesquisas em Controladoria no Nordeste
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cgu avaliação do capital social nos municípios brasileiros