Segunda-feira 07 de Julho de 2014.
DESTAQUES
Bovespa tem menor volume em 3 anos
Crise elétrica abre mercados para Comgás
Petrobras vê redução do lucro
Após fusão, Kroton passa a ser a 17°
CVC vende classe executiva em 10 vezes
Ex-OGX inicia produção de terceiro poço
Para mais notícias em tempo real:
Segunda-feira 07 de Julho de 2014.
Terça-feira, 20 de Maio de 2014.
FECHAMENTO ANTERIOR (04/07/2014)
ALTA
ABERTURA
FECHAMENTO
0,31
53.892
54.055
MAIORES ALTAS
AÇÃO
PREÇO
ENBR3
CPLE6
QUAL3
ULPR3
LIGT3
R$ 10,87
R$ 33,75
R$ 26,82
R$ 52,40
R$ 21,05
%
4,01
3,3
2,95
1,94
1,69
MÍNIMA
MÁXIMA
VOLUME
53.703
54.086
1.168.791.233
MAIORES BAIXAS
AÇÃO
PREÇO
SANB11
PDGR3
MRVE3
BBDC3
MMXM3
R$ 15,32
R$ 1,44
R$ 7,33
R$ 32,91
R$ 1,85
A Bolsa brasileira fechou estável nesta sexta-feira,
com o baixo volume devido ao feriado americano.
Segundo o analista João Schoenberger, da Ágora
%
-2,35
-1,36
-1,21
-0,84
-0,53
Corretora, “Segue em direção aos 54.430
e caso este superado pode buscar os
55.300 e na sequencia 55.900 pts. Do lado
negativo a perda dos 52.700 pts pode a
complicar o índice novamente e buscar
níveis de 52 mil pts e na sequencia os
51.700 pts. (Viés de alta no curto prazo).”
BOLSAS INTERNACIONAIS
Índice
Dow Jones
S&P 500
Nasdaq
Pontos
%
18.486
-0,13
1.957
-0,12
4.375
-0,12
Índice
Euro
FTSE 100
DAX
Pontos
%
3.314
-0,02
6.827
+0,29
9.813
+0,08
Índice
CAC 40
Shangai
Nikkei
Pontos
%
4.441
+0,02
2.037
-0,11
15.095
-1,39
AGENDA
00:00 – ADP Employment
08:30 – Relatório Focus
14:00 – Balança Comercial
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Terça-feira, 20 de Maio de 2014.
BOVESPA TEM MENOR VOLUME EM 3 ANOS
Sem a presença do investidor estrangeiro devido ao feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos, e
com fechamento antecipado em 2h30 por causa do jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, a Bovespa
registrou nesta sexta-feira seu menor volume financeiro desde o pregão seguinte ao Natal de 2011 (26 de
dezembro), quando movimentou apenas R$ 1,287 bilhão. Em um pregão normal, o giro no fim do dia alcançaria
a casa dos R$ 6 bilhões. O Ibovespa oscilou pouco, mas encontrou forças para recuperar a linha dos 54 mil
pontos, que não era vista desde 24 de junho. Os principais ativos do índice praticamente não se mexeram. Os
destaques de alta ficaram com o setor elétrico, enquanto construtoras predominaram na ponta negativa, ao
lado de Santander. Porém, vale lembrar que em um pregão com liquidez tão reduzida, os ativos podem
registrar oscilações bruscas diante de um lote de compras ou vendas um pouco mais expressivo, o que não
necessariamente representa uma tendência para o papel. Desta forma, a bolsa brasileira acumulou alta de
1,69% na semana e de 1,67% nesses primeiros dias de julho. No ano, o índice avança 4,95%. Na ponta positiva
do mercado ficaram Energias do Brasil e Copel. As distribuidoras de energia enviaram carta ao governo para
pedir o adiamento da data do pagamento da energia adquirida no mercado de curto prazo no mês de maio. O
prazo vence na próxima semana, nos dias 10 e 11 de julho, e a despesa atinge R$ 1,9 bilhão. As empresas alegam
não ter recursos para pagar essa despesa. Entre as maiores baixas ficou BM&FBovespa. A bolsa divulgou seu
balanço de operações de junho. A média diária negociada foi de R$ 6,33 bilhões, praticamente estável frente
aos R$ 6,37 bilhões movimentado s em maio. Em junho, as ações que registraram maior giro financeiro foram:
Petrobras PN (R$ 10,68 bilhões), Itaú PN (R$ 6,28 bilhões), Vale PNA (R$ 5,64 bilhões), Bradesco PN (R$ 4,97
bilhões) e Petrobras ON (R$ 3,25 bilhões).
CRISE ELÉTRICA ABRE MERCADOS PARA COMGÁS
Os fortes reajustes na conta de luz e a recente aprovação do Plano Diretor Estratégico da cidade de São
Paulo pela Câmara Municipal, que incentiva o uso de gás, são boas notícias para a Comgás. A distribuidora
paulista, maior empresa de gás natural canalizado do país, prevê que a instalação de geradores de energia
movidos pelo combustível vai se proliferar nos próximos anos nos edifícios da capital paulista. Com o aumento
dos custos de produção do megawatt-hora, que tendem a permanecer em patamares mais altos até 2015, pelo
menos, mais empresas e consumidores tendem a buscar alternativas para baixar as despesas no fim do mês. Os
condicionadores de ar, ao lado do chuveiro, transformaram-se nos grandes vilões do consumo de eletricidade,
antecipando até mesmo os picos de demanda de energia nas grandes cidades brasileiras para o início da tarde.
Enquanto as tarifas das distribuidoras de energia, como a Eletropaulo, registram aumentos quase 20% neste
ano, as tarifas cobradas pela Comgás, que foram reajustadas no fim de maio, sofreram uma correção bem mais
modesta, entre -0,8% e 3,7%, em razão de uma série de fatores, como a redução no custo do gás. O mercado
de geração distribuída, ou a energia produzida de forma descentralizada em residências ou empreendimentos
comerciais, ainda é um negócio pequeno, mas vem aumentando em todo mundo, sobretudo com a instalação
de painéis solares e micro turbinas eólicas. A expectativa da Comgás é que os geradores a gás também surfem
a mesma onda, especialmente porque já existe uma infraestrutura de dutos na cidade. No entanto, grande parte
dos geradores instalados nos edifícios ainda é movida a diesel. A distribuidora de gás quer tirar uma parte do
mercado de diesel com a oferta de geradores "flex", que permitem a utilização dos dois combustíveis.
PETROBRAS VÊ REDUÇÃO DO LUCRO
A Petrobras confirmou que teria uma redução de US$ 15 bilhões em seu lucro, no período de 2014 a 2018,
caso suspendesse contratos com a SBM Offshore. A informação está em esclarecimento da companhia enviado
à CVM, após notícias veiculadas na imprensa. O montante considera as variações na produção de óleo,
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disponibilidade de gás natural, custos operacionais e investimentos. De acordo com o esclarecimento, a
avaliação foi realizada hipoteticamente em resposta a um ofício da Controladoria Geral da União CGU. A
Petrobras afirma que não identificou, até o momento, motivos que levem à interrupção dos atuais contratos
assinados com a SBM, nem houve recomendação da CGU nesse sentido.
APÓS FUSÃO, KROTON PASSA A SER A 17°
Após a fusão encerrada na sexta com a incorporação das ações da Anhanguera, a Kroton, que atua no ramo
de educação, passa a ser a 17ª companhia por valor de mercado na BM&FBovespa, segundo a Economática.
Antes da operação, a Kroton ocupava a 26ª posição no ranking e a Anhanguera ficava em 50º lugar. Até
ontem, o valor de mercado da Kroton era de R$ 16,46 bilhões, enquanto que a Anhanguera valia R$ 8,02
bilhões. A nova empresa passa a ter o valor de mercado de R$ 24,48 bilhões. A Estácio, a segundo maior
companhia listada do setor educacional, tem valor de mercado de R$ 8,84 bilhões.
CVC VENDE CLASSE EXECUTIVA EM 10 VEZES
A CVC em especial por uma boa parte do mercado paulistano, como a "Casas Bahia" do turismo. E para
mudar essa imagem, e abocanhar uma fatia ainda maior de consumidores, a empresa vai explorar uma nova
linha de negócios: pacotes que incluem passagem em classe executiva em voos ao exterior. Para isso, a CVC
fechou acordo com dez companhias aéreas. Desde fevereiro, ainda sem muito alarde, já foram vendidos 1,5 mil
pacotes. A expectativa da companhia é que as vendas nesse nicho tripliquem até o fim deste ano. "Já
realizávamos vendas de passagens avulsas em classe executiva. A partir de agora vamos comunicar a
possibilidade de os consumidores atrelarem os bilhetes em classe executiva à compra de hospedagens e outros
pacotes de serviços", diz o presidente da CVC, Luiz Falco. A campanha publicitária começa a ser veiculada
nesta semana. Falco dá exemplo de uma viagem para consumidores A e B, que ele quer transformar em clientes
frequentes da CVC: uma viagem de 11 dias para Orlando, nos Estados Unidos, custa dez parcelas de US$ 206
por pessoa, considerando voo em classe econômica da TAM e dez noites de hospedagem em apartamento
duplo, na baixa temporada. Esse mesmo pacote, voando em classe executiva, custa dez parcelas de US$ 472,20.
O Valor apurou que o acordo vale para TAM, Iberia, Aeroméxico, Copa, Air Europa, Emirates, Delta, United,
LAN e American Airlines. Para as aéreas, o acordo com a CVC parece, de fato, atraente pois a agência "compra"
os assentos executivos em dias de mais fraco movimento, quando o voo não está totalmente vendido. No médio
prazo, a CVC estuda entrar em novos segmentos. Falco cita dois exemplos: o de serviços para viagens de
incentivo, proporcionado pelas empresas a funcionários, e o segmento de eventos, como seminários, congressos
e cerimônias privadas, como casamentos e formaturas.
EX-OGX INICIA PRODUÇÃO DE TERCEIRO POÇO
A Óleo e Gás Participações (OGPar), antiga OGX, anunciou que a produção de petróleo no terceiro poço
do campo de Tubarão Martelo foi iniciada hoje. O empreendimento é o principal dentro das operações da
companhia, que devolveu blocos e ainda testa o campo de Tubarão Azul com volumes pequenos. De acordo
com fato relevante enviado nesta quinta-feira para a CVM, quarto poço iniciará as atividades assim que o
processo de “completação superior da unidade for encerrado”. A medida finalizará a etapa de expansão da
exploração no campo. O campo de Tubarão Martelo encontra-se entre os blocos BM-C-39 e BM-C-40,
localizados na Bacia de Campos. Em maio, a OGPar produziu 9,7 mil barris de petróleo por dia com o
empreendimento, em média. No mês inteiro, foram 301,1 mil barris. Tubarão Azul, por sua vez, foi responsável
por 3,9 mil barris diários e 123,4 mil barris, respectivamente.
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